Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos transcrevendo uma série de artigos do professor Matthew B. James, MA, Ph.D., como fonte primária do que faziam os Kahunas Havaianos nos processos de cura [healing], nos antigos tempos.
Matthew B. James, MA, Ph.D., é Reitor da Universidade de Kona e de sua divisão de treinamento e seminários, The Empowerment Partnership, onde ele atua como instrutor mestre em Programação Neurolinguística (PNL), uma tecnologia comportamental prática para ajudar as pessoas a alcançarem os resultados desejados na vida. O seu novo livro, ‘The Foundation of Huna: Ancient Wisdom for Modern Times’, detalha técnicas de perdão e meditação usadas no Havaí há centenas de anos. Ele dá continuidade à linhagem de um dos últimos Kahunas praticantes de saúde mental e bem-estar. Para entrar em contato com o Dr. James, envie um e-mail para [email protected].
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Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1
Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono – Parte 1
Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today
A chave para criar mudanças duradouras em nossas vidas
Publicado em 28 de fevereiro de 2011 por Matthew B. James, Ph.D. em Focus on Forgiveness
O perdão e a sua conexão com a ansiedade, a depressão e a saúde e felicidade em geral.
por Matthew B. James, Ph.D.
“Muitas pessoas estão enfrentando dificuldades econômicas, de saúde ou perdas pessoais. O meu coração está compassivo com todas as pessoas que enfrentam tais dificuldades. No entanto, nós temos a sorte de viver em uma época em que nós somos capazes de acessar conceitos poderosos e validados para empoderamento e cura [healing] pessoal.
Algumas dessas ideias são muito antigas, mas atemporais em sua relevância para nós, seres humanos, hoje. Por exemplo, considere a ideia de que a nossa capacidade de perdoar os outros está ligada ao nosso próprio estado de ser. Quanto mais positiva for nossa perspectiva, menor será a probabilidade de nós encontrarmos defeitos nos outros e mais fácil será perdoar quando nós sentirmos que nós temos sido injustiçados.
A verdadeira felicidade não é superficial. Ela brota a partir de um profundo senso de congruência. Os Havaianos expressam isso na palavra Pono. Ela significa estar certo consigo mesmo. Não como em ‘Eu estou certo, você está errado’, mas como tendo um senso inabalável de retidão em si mesmo. Isso, eu tenho descoberto, é a chave para criar mudanças duradouras em nossas vidas.
Quanto mais positiva for nossa perspectiva, menor será a probabilidade de nós encontrarmos defeitos nos outros e mais fácil será perdoar quando nós sentirmos que nós temos sido injustiçados.
Ao longo de 21 anos, eu tenho tido a sorte de ensinar milhares de pessoas ao redor do mundo sobre Huna, a antiga disciplina Havaiana de energia, cura [healing] e consciência no nível da percepção [consciousness]. Eu estudei Huna desde cedo com mestres como o falecido Uncle George Na’ope, que foi nomeado Tesouro Vivo Dourado pelo Estado do Havaí e a minha família foi escolhida para dar continuidade a uma linhagem distinta dentro da tradição Huna.
A verdadeira felicidade não é superficial. Ela brota a partir de um profundo senso de congruência. Os Havaianos expressam isso na palavra Pono.
Alguns desses conceitos são tão simples. Por exemplo, os antigos Havaianos entendiam que, na vida, nós somos verdadeiramente feitos para sermos indivíduos empoderados. O nome mais preciso para o que eu ensino é Ho’omana, que significa ser empoderado. Nós também somos feitos para ter felicidade. Nós somos feitos para ter prosperidade, para ter aquela experiência ideal de vida.
…nós somos verdadeiramente feitos para sermos indivíduos empoderados. Nós também somos feitos para ter felicidade. Nós somos feitos para ter prosperidade, para ter aquela experiência ideal de vida.
Por muitos anos, nós fomos levados a acreditar que nós somos impotentes, que nós vivemos ao sabor das circunstâncias ao nosso redor. Sem dúvida, fatores externos – a perda de um emprego, da nossa saúde ou de um relacionamento importante – são capazes de afetar a nossa perspectiva. No entanto, existem algumas ideias básicas da cultura Havaiana que nós somos capazes de resgatar para alcançar uma sensação de empoderamento, paz e pono.
Tudo se resume a: Como você vê o mundo e experiencia a vida todos os dias? Todos os dias, nós temos recebido uma semente de positividade (uma ano`ai) e nós devemos plantá-la e incorporá-la em nossas vidas.
Você se sente confortável consigo mesmo? Você é verdadeiramente feliz? No fim das contas, você é o responsável pela sua felicidade. Quando você entende isso, você descobre o que significa ser pono.
Bem, isso é mais fácil de dizer do que de fazer. Mas isso começa com o foco no seu próprio estado de ser. Uma das pessoas que contribuiu muito para os nossos workshops de Huna, David Sheppard, disse: ‘Levará a vida inteira para você descobrir como brincar de Deus no seu próprio universo. Pare de tentar descobrir como ser Deus no universo dos outros.’ Essa é uma maneira muito simpática de dizer: ‘Focar em você. Focar na sua felicidade e em descobrir o que faz com que você seja feliz.’
A fonte da verdadeira felicidade não está no que nós temos ou no que nós fazemos, mas no nosso ser. Porque quando você conhece o seu propósito, o que você deve fazer flui disso e o que você deve ter flui disso. Então, as coisas que você tem e as coisas que você faz lhe trarão felicidade, porque estão ligadas à sua razão de ser.
‘Levará a vida inteira para você descobrir como brincar de Deus no seu próprio universo. Pare de tentar descobrir como ser Deus no universo dos outros.’ David Sheppard
Da nossa capacidade de ser pono conosco mesmos flui a nossa capacidade de perdoar os outros, o processo que os Havaianos chamam de Ho’oponopono. Mas isso começa com a descoberta do seu próprio caminho e da sua própria felicidade. Nós falaremos mais sobre isso na próxima vez.
Aloha!
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Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2
Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono – Parte 2
Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada
O perdão e a sua conexão com a ansiedade, a depressão e a saúde e a felicidade em geral.
por Matthew B. James, Ph.D.
A chave para criar mudanças duradouras em nossas vidas
Publicado em 28 de fevereiro de 2011 por Matthew B. James, Ph.D. em Focus on Forgiveness.
No meu último post no blog, eu falei sobre os conceitos Havaianos de Pono, de estar certo consigo mesmo (being right with yourself) e Ho’oponopono, a técnica de perdão que significa literalmente tornar alguma coisa duplamente certa e como eles se relacionam. Em outras palavras, a nossa capacidade de perdoar completamente os outros e liberar (deixar ir) emoções negativas flui do nosso senso de congruência, paz e propósito – Pono.
De onde vem o Pono? Ele começa com o conhecimento do seu caminho, literalmente da sua razão de estar aqui no planeta Terra.
Isso pode parecer uma tarefa difícil. E você pode se perguntar: eu não posso perdoar os outros mesmo se não tiver certeza do meu propósito final? Sim, mas é muito mais fácil abandonar emoções negativas como medo, raiva e falta de perdão quando nós somos pono.
Recentemente, eu conversei com um grupo em Portland e eu comecei a minha palestra pedindo que eles considerassem a pergunta ‘por que eu estou aqui?’. Bem, essa é uma questão importante para ser abordada logo de cara. É como acordar um dia e dizer que você irá correr a maratona, sem nem ter tênis de corrida! Então, eu sugeri que começássemos com uma pergunta mais simples. Escolha uma área da sua vida que você esteja buscando mudar, qualquer área, e pergunte-se de verdade por que você está buscando isso.
Eu costumava pesar 30 quilos a mais do que eu peso agora. É um peso enorme para carregar. Eu me esforcei muito e, mesmo assim, ainda estava subindo e descendo, subindo e descendo com meu peso.
Eu acordei um dia e me perguntei: ‘Por que eu quero ser saudável?’ Assim que eu consegui responder à pergunta, a minha forma de pensar sobre saúde e condicionamento físico se transformou. A resposta foi: eu queria isso para mim.
Dizer ‘Eu quero ter uma boa aparência para os meus estudantes’ ou mesmo ‘Eu quero ser saudável para os meus filhos’ não funcionou, pelo menos não funcionou para mim. E eu não sou o único. Estudos psicológicos com fumantes têm mostrado que, quando eles paravam de fumar por outra pessoa — por seus maridos, esposas, parceiros, filhos —, na maioria das vezes, o abandono não durava. A taxa de fracasso para pessoas que param por outros é superior a 90%. Funciona para algumas pessoas, mas não para a maioria.
O mesmo estudo descobriu que a taxa de sucesso de pessoas que pararam de fumar e o fizeram por si mesmas foi superior a 90%. Isso é simplesmente fenomenal. Isso mostra que, quando você para por si mesmo – quando você tem um motivo para fazer isso por si mesmo –então você tem mais sucesso. O motivo é que o porquê daquilo que você está fazendo lhe fornece motivação. E motivação é fogo. Ela é desejo. Ela é Mana, a palavra Havaiana para energia.
Por outro lado, quando você não tem um motivo, você não tem motivação. Você não tem faísca. Você não tem desejo. Você não tem Mana. E um dia, a Mana que você acumulou para realizar a tarefa simplesmente desaparece porque você não tem mais motivação.
O que isso tem a ver com perdoar os outros? Comece perdoando a si mesmo. Quando você descobre a paz interior que acompanha sendo pono, isso lhe dá a motivação para se livrar de sentimentos negativos em relação aos outros.
Algumas pessoas podem rejeitar essa ideia como egoísta ou egocêntrica, entretanto, ela é psicologia básica. Cada um de nós vê o mundo de seu próprio ponto de vista. Quando nós somos capazes de perdoar a nós mesmos, fica muito mais fácil perdoar os outros.
Então, se você acha um pouco opressor pensar sobre todo o seu propósito de estar aqui no planeta, pense em suas metas. Por que você quer ser saudável? Por que você quer estar nesse relacionamento? Por que você quer estar nessa carreira?
Quando você tiver uma razão que realmente ressoe com o seu coração [mente supraconsciente], com a sua mente [mente consciente], com o seu instinto [mente subconsciente], então defina o que isso significa para você. Pare de olhar para fora e, ao invés disso, olhe para dentro e pergunte a si mesmo: o que isso significa para mim agora, nesse momento? Quando essa razão se tornar o seu caminho, então você descobrirá o que significa ser Pono.
[…] observação PO.
Aloha!
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Pono: The Hawaiian Key to Health
Pono: A Chave Havaiana para a Saúde
Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today
Um estado de ser que pode resultar em boa saúde e como você é capaz de alcançá-lo.
Publicado em 20 de outubro de 2022
Pontos principais
• Pono significa sentir-se ‘certo’ com uma pessoa, consigo mesmo, com a natureza e com o mundo. Ho’oponopono tem se tornado conhecido como o processo de perdão Havaiano.
• Ho’oponopono é uma prática diária. Ele ajuda você a manter a energia, a vitalidade e a cura [healing] emocional.
• Os antigos Havaianos acreditavam que ser pono era fundamental para a saúde física, emocional e mental e que isso estava sempre ao alcance.
Nos tempos antigos, o Havaí era quase completamente isento de doenças mentais e emocionais. Ao ler os primeiros escritos dos primeiros missionários e dos primeiros visitantes dessas ilhas, eles relatam ter encontrado um grupo de pessoas muito saudáveis física, emocional, mental e espiritualmente.
É claro que os Havaianos adoeciam e as pessoas se machucavam. Embora a saúde e o bem-estar em todos os níveis eram muito mais comuns do que o normal.
Um dos meus professores espirituais mais importantes foi Uncle George Na‘ope. Ele explicou que o sistema em vigor para facilitar a cura [healing] holística naquela época era muito completo. Ele ressaltou que a definição Havaiana de saúde transcendia exatamente o corpo físico. Esse sistema é conhecido como Huna hoje, no entanto, seria mais apropriado chamá-lo de Ho‘omana, que significa gerar energia = empoderamento.
Um dos pilares da Huna é o conceito de ser pono. Não existe uma tradução precisa em Inglês para a palavra pono. Basicamente, pono significa sentir-se ‘certo’ com uma pessoa, consigo mesmo, com a natureza e com o mundo em geral. Isso não significa certo, como em ‘Eu estou certo e você está errado’, mas sim a sensação de estar conectado e em harmonia com o seu ambiente, a sua comunidade, os seus amigos e familiares e consigo mesmo.
Você se sente em paz. Você se sente confortável consigo mesmo. Você sente aceitação e apreço por todas as coisas e por todas as pessoas. Você se sente equilibrado e tem uma profunda sensação de que tudo está bem. Quando você se sente pono, você está conectado ao seu coração. As suas decisões e ações são movidas pela integridade e pela consciência no nível da realidade [awareness] do que é bom para o todo, não apenas do que é bom para você como indivíduo. Pono é o sentimento de profundo respeito por todas as coisas e por todas as pessoas e, com isso, um profundo senso de autorrespeito.
Pono é o sentimento de profundo respeito por todas as coisas e por todas as pessoas e, com isso, um profundo senso de autorrespeito.
Pono não é apenas uma característica que você tem ou não tem, ou um distintivo que você ganha uma vez e pronto. Ser pono é um processo ativo de se manter ciente de quem você é no mundo. Você está agindo em harmonia com os outros? As suas escolhas refletem os seus valores mais profundos? Nesse ponto, você está sendo a melhor versão de si mesmo que você sabe ser?
John Ka‘imikaua, um dos meus outros professores espirituais, que começou a ensinar em nossa Oficina Huna [Huna Workshop] no final dos anos 80, disse que ser pono não era opcional para os antigos Havaianos. Isso não era um estado distante que você só encontrava sentado em sua almofada de meditação. Isso não era um sentimento que você poderia ter de vez em quando, se as estrelas se alinhassem.
…ser pono não era opcional para os antigos Havaianos. Isso não era um estado distante que você só encontrava sentado em sua almofada de meditação. Isso não era um sentimento que você poderia ter de vez em quando, se as estrelas se alinhassem. John Ka‘imikaua
Ser pono era uma necessidade básica da vida cotidiana. Os antigos Havaianos acreditavam que ser pono era crucial para a saúde física, emocional e mental deles e que isso estava sempre ao seu alcance. Quando eles não se sentiam pono, eles reconheciam isso como um sinal de que alguma coisa estava errada e eles sabiam que eles precisavam fazer alguma coisa para se restabelecerem em harmonia.
Ser pono era uma necessidade básica da vida cotidiana. Os antigos Havaianos acreditavam que ser pono era crucial para a saúde física, emocional e mental deles e que isso estava sempre ao seu alcance.
E essa alguma coisa era Ho‘oponopono.
Ho’oponopono tem se tornado conhecido como o processo Havaiano de perdão e eu tenho visto várias versões modernas abreviadas do processo sendo ensinadas. Mas Ho’oponopono é, na verdade, muito mais do que o conceito Ocidental de perdão. Ele não é um processo único de ‘superar’ o que lhe causou dor para que você seja capaz de se sentir um pouco melhor. Não se trata de deixar quem o prejudicou ‘livre de culpa’ e remover o julgamento. Ele é um modo de vida.
Ho’o significa ‘fazer’, então Ho’oponopono significa ‘fazer com que seja certo’. Quando você duplica a palavra pono, você aumenta o seu significado. Portanto, não se trata apenas de tolerar os outros, mas de estar em total harmonia com eles. Não se trata apenas de se sentir bem consigo mesmo, mas de sentir profundo respeito por quem e o que você é. Não se trata apenas de defender os seus valores da boca para fora, mas de vivê-los diariamente. É estar certo consigo mesmo e com os outros em todos os níveis.
Ho’oponopono é uma prática diária, não apenas um mecanismo que você usa quando alguma coisa dá errada. Então, por que ele é chamado de processo de perdão? Mesmo que alguma coisa não esteja errada, por que ele ainda é chamado de perdão? O uso constante do Ho’oponopono lhe dá duas dádivas gigantescas.
A primeira dádiva é que Ho’oponopono ajuda você a manter a sua energia e vitalidade. Ele permite que você se desconecte de outras pessoas que podem drenar a sua energia. As pessoas ao seu redor podem não tentar prejudicá-lo intencionalmente. No entanto, a energia, as necessidades e os interesses pessoais delas podem estar drenando você e desequilibrando você. Praticar Ho’oponopono é como tomar um banho e se purificar de tudo isso.
A segunda dádiva é a cura [healing] emocional. Cura [healing] emocional não significa que você nunca terá emoções negativas. Isso significa que você tem mais facilidade para acessar emoções positivas e bonitas e mais facilidade para liberar emoções negativas. Você não terá bagagens [emocionais] não resolvidas obstruindo as suas artérias emocionais. Quase todos os professores espirituais do planeta nos incentivam a aumentar as nossas experiências de amor, alegria e felicidade e a diminuir as nossas experiências de emoções negativas para viver uma vida mais plenamente empoderada. Ho’oponopono é uma maneira poderosa de fazer isso.
Mahalo,
Dr. Matt
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Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World
Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno
Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today
Os ingredientes secretos do perdão explicados.
Publicado em 20 de janeiro de 2016
‘Em todas as coisas, a verdade supera a imitação e a cópia.’ – Marco Túlio Cícero
Você se lembra daquela velha brincadeira de transmissão de boatos quando criança, que se chamava ‘telefone sem fio’, eu acredito?
Nós nos sentávamos todos em círculo e alguém sussurrava no ouvido do vizinho. Essa pessoa ouvia e sussurrava o que ouvia para a próxima pessoa. Isso continuava até que a última criança do círculo dissesse o que ouviu em voz alta.
Chegou perto do que foi dito originalmente? Não!
Infelizmente, é isso que frequentemente acontece com a transmissão da sabedoria ancestral. Quando ela é traduzida linguisticamente, interpretada culturalmente e absorvida pessoalmente, os antigos que viveram por essa sabedoria teriam muita dificuldade até mesmo em reconhecê-la!
E, infelizmente, o poder dessa sabedoria muitas vezes também se perde.
É por isso que coisas como a Lei da Atração têm má fama. Existe uma Lei da Atração? Pode apostar que sim. É uma ferramenta poderosa? Com certeza. No entanto, nos últimos anos, professores de crescimento pessoal têm promovido a ideia de que tudo o que você necessita fazer é montar um quadro de visualização sofisticado, pensar em coisas felizes e pronto! O desejo do seu coração aparecerá magicamente!
Os antigos teriam morrido de rir.
A Lei da Atração, como todas as leis Universais básicas, é um pouco mais técnica do que o que está sendo ensinado e requer mais participação para ser eficaz. O que me leva à antiga prática do Ho’oponopono, conhecida como o processo de perdão Havaiano.
Ho’oponopono era parte integrante da cultura Havaiana há séculos. Ele era ensinado de formas ligeiramente diferentes em diferentes Ilhas, no entanto, a intenção era a mesma: limpar a energia entre você e os outros, liberar a mágoa e a bagagem emocional de uma transgressão ou mal-entendido para que você pudesse permanecer pono com o mundo. (O Inglês não tem uma palavra que realmente capte o significado de pono. Quando você está pono, você se sente certo com o mundo, alinhado consigo mesmo, confortável consigo mesmo.)
Nas últimas décadas, o Ho’oponopono foi apresentado ao mundo em diversas formas, com diversas modificações. Por exemplo, Morrnah Simeona (que, juntamente com Papa Bray, ensinou Ho’oponopono ao meu pai) foi influenciada pelo Cristianismo, bem como pelos caminhos espirituais Orientais, na forma como abordava o Ho’oponopono. O estudante dela, Dr. Ihaleakala Hew Len, simplificou o processo em quatro etapas: 1) ‘Eu sinto muito.’ 2) ‘Por favor, perdoe-me.’ 3) ‘Eu amo você.’ 4) ‘Eu sou grato(a).’ Outros professores depois do Dr. Hew Len simplificaram ainda mais o processo para: ‘Eu sinto muito. Eu amo você.’
Ultimamente, pesquisadores têm revelado que o perdão traz benefícios não apenas emocionais, mas também físicos. Assim, a ideia do Ho’oponopono tem surgido no mainstream (habitual, normal). Isso é ótimo! Exceto que, assim como a Lei da Atração, se o Ho’oponopono for ensinado de forma superficial, tipo forma pronta para micro-ondas, as pessoas ficarão decepcionadas com os resultados.
Não me interpretem mal, eu sou totalmente a favor da simplificação. Mas apenas pronunciar algumas palavras não lhe trará clareza nem o ajudará a se tornar verdadeiramente pono. Se você deixar de lado aspectos críticos do processo e não se aprofundar na prática, o incrível poder do Ho’oponopono se perderá.
Eu tenho ensinado Ho’oponopono por muitos anos a milhares de estudantes e ele foi até mesmo tema da minha tese de Doutorado (PhD). Tão importante quanto isso, eu o tenho utilizado diariamente na minha vida desde a adolescência. Dito isso, um Ho’oponopono eficaz deve incluir aspectos específicos:
Energia de cura [healing] amorosa fluindo:
No processo Ho’oponopono que eu fui ensinado e ensino, um ingrediente-chave era permitir que a energia de cura [healing] amorosa Universal entrasse pelo topo da sua cabeça e preenchesse o seu corpo. Em seguida, permitir que essa energia de cura [healing] amorosa flua do seu chacra cardíaco para a outra pessoa. Essa energia pode parecer uma luz branca ou uma sensação agradável e acolhedora. Embora seja bom dizer ‘eu amo você’, é mais importante experienciar esse amor fluindo através de você para o outro.
Perdão mútuo:
Na cultura Ocidental, nós tendemos a dizer ‘eu sinto muito’ e pensar que nós terminamos. Entretanto, para completar o ciclo e ser pono, nós temos que pedir e oferecer perdão. ‘Eu perdoo você. Por favor, perdoe-me.’ Se você pensar sobre isso, pedir perdão é muito mais vulnerável e aberto do que simplesmente se desculpar.
Cortando a conexão aka:
Os Havaianos acreditavam que nós estamos conectados a todas as pessoas com quem nós temos entrado em contato por meio de ‘aka’, que significa literalmente ‘coisa pegajosa’. Aka é o canal etérico por onde flui a energia vital. Para completar o Ho’oponopono, a conexão aka é cortada entre você e a outra pessoa. Por quê? Isso permite que você escolha estar em relacionamento com a outra pessoa e recomeçar, sem a bagagem [emocional] do passado. (Isso também permite que você escolha terminar esse relacionamento, se apropriado.)
A questão não é tentar replicar a forma exata do Ho’oponopono que os antigos praticavam. Por exemplo, foi-me ensinado a entoar um cântico Havaiano específico antes do Ho’oponopono. Todos os meus estudantes aprendem e entoam esse cântico? Não. Mas nós garantimos que a profundidade e a essência do Ho’oponopono não sejam perdidas à medida que nós modificamos o processo.
Eu gosto de como Desmond Tutu descreveu o poder do verdadeiro perdão:
‘Porque o perdão é como isso: um quarto pode estar úmido porque você acabou de fechar as janelas, você acabou de fechar as cortinas. No entanto, o sol está brilhando lá fora e o ar está fresco lá fora. Para conseguir esse ar fresco, você precisa se levantar, abrir a janela e puxar as cortinas de lado.’
Ao seu empoderamento TOTAL!
Mahalo —
Dr. Matt.
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Conscious of the Unconscious
Consciência da Inconsciência [Subconsciência]
Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today
Trabalhe com o seu inconsciente [subconsciente], ao invés de tentar intimidá-lo até a submissão.
Publicado em 30 de julho de 2013
‘A mente consciente determina as ações, a mente inconsciente [subconsciente] determina as reações; e as reações são exatamente tão importantes quanto as ações.’ – E. Stanley Jones
No mês passado, eu falei sobre a perspectiva Huna à respeito da mente inconsciente [subconsciente] (unihipili) e como os antigos Havaianos trabalhavam com ela para liberar emoções negativas [memórias repetitivas limitadoras] e manter a saúde física e emocional deles. O artigo levantou uma série de questões sobre o inconsciente [subconsciente] que eu gostaria de abordar.
‘A mente consciente determina as ações, a mente inconsciente [subconsciente] determina as reações; e as reações são exatamente tão importantes quanto as ações.’ – E. Stanley Jones
As teorias sobre o inconsciente [subconsciente] variam amplamente dentro dos círculos psicológicos, desde a visão Freudiana de que ele é um depósito de desejos socialmente inaceitáveis, memórias traumáticas e emoções dolorosas até a perspectiva da psicologia cognitiva de que a mente inconsciente [subconsciente] é simplesmente um conjunto de processos cognitivos dos quais nós não temos ciência deles, não uma entidade em si mesma.
A verdade é que é difícil comprovar qualquer uma dessas teorias. Assim como nós sabemos que o universo é vasto, nós sabemos que a mente inconsciente [mente subconsciente] é poderosa. E, assim como a nossa pesquisa espacial, o nosso conhecimento da mente inconsciente [subconsciente] é limitado pelo equipamento científico que nós temos disponível para observá-la. Assim, nós acabamos aderindo às teorias que nós consideramos mais úteis. Para mim, isso significa as perspectivas da Huna, da Programação Neurolinguística (PNL) e de Jung.
Para leigos nas culturas Ocidentais, a mente inconsciente [subconsciente] tem sido vista como uma inimiga, um poder obscuro que se intromete para sabotar os nossos desejos conscientes. Ela veio a ser o bode expiatório para cada fracasso, erro ou reação indesejada. Mais recentemente, as pessoas passaram a pensar na mente inconsciente [subconsciente] como uma ferramenta que elas são capazes de usar conscientemente para chegar aonde elas desejam ir. Elas atacam a mente com afirmações e depois se perguntam por que elas não estão funcionando.
Entretanto, Huna, PNL e Jung tratam a mente inconsciente [subconsciente] com muito mais respeito. Eles acreditam que o inconsciente [subconsciente] tem papéis e deveres específicos e importantes a desempenhar. Eles veem a mente inconsciente [subconsciente] como tendo uma sabedoria própria que deve ser honrada. E eles enfatizam o trabalho com o inconsciente [subconsciente] ao invés de tentar intimidá-lo até a submissão ou ignorá-lo.
Você não necessita de um Doutorado (Ph.D.) em psicologia para trabalhar eficazmente com o seu inconsciente [subconsciente], mas você de fato necessita entender alguns conceitos básicos. Aqui estão alguns dos aspectos do inconsciente [subconsciente] que eu ensino aos meus estudantes de Huna e PNL e como eles se aplicam a você.
A mente inconsciente [subconsciente]
Preserva o corpo:
Um dos principais objetivos dela é a sobrevivência do seu corpo físico. Ela lutará contra qualquer coisa que pareça uma ameaça a essa sobrevivência. Portanto, se você quiser mudar um comportamento com mais facilidade, mostre ao seu inconsciente [subconsciente] como esse comportamento está prejudicando o seu corpo.
Governa o corpo:
O inconsciente [subconsciente] cuida de todas as suas funções físicas básicas (respiração, frequência cardíaca, sistema imunológico, etc.). Huna acredita que o inconsciente [subconsciente] detém o projeto do seu corpo como ele é agora e também o projeto da sua saúde perfeita. Ao invés de dizer ao inconsciente [subconsciente] como é a saúde perfeita, tente perguntar a ele o que ele sabe e o que você necessita para ter uma saúde melhor.
É como uma criança de 7 anos:
Como uma criança pequena, o inconsciente [subconsciente] gosta de servir, necessita de instruções muito claras e as leva muito a sério. Então, se você disser: ‘Esse trabalho é uma dor de cabeça’, o seu inconsciente [subconsciente] encontrará uma maneira de garantir que o seu trabalho seja de fato ‘uma dor de cabeça’! O inconsciente [subconsciente] também é muito ‘moral’, assim como uma criança pequena é moral, o que significa que se baseia na moralidade ensinada e aceita por seus pais ou pelo ambiente. Portanto, se a você lhe ensinaram que ‘sexo é nojento’, o seu inconsciente [subconsciente] ainda responderá a esse ensinamento mesmo depois que a sua mente consciente tenha rejeitado isso.
Comunica-se por meio de emoções e símbolos:
Para chamar a sua atenção, o inconsciente [subconsciente] usa emoções. Por exemplo, se você sentir medo repentinamente, o seu inconsciente [subconsciente] acabou de detectar (certamente ou erradamente) que a sua sobrevivência está em risco
Armazena e organiza memórias:
O inconsciente [subconsciente] decide onde e como as suas memórias são armazenadas. Ele pode ocultar certas memórias (tais como traumas) que contêm fortes emoções negativas até que você esteja maduro o suficiente para processá-las conscientemente. Quando ele sentir que você está pronto (independentemente de você pensar conscientemente que está ou não!), ele as trará à tona para que você seja capaz de lidar com elas.
Não processa, de fato, negativos:
O inconsciente [subconsciente] absorve imagens ao invés de palavras. Portanto, se você disser: ‘Eu não quero procrastinar’, o inconsciente [subconsciente] gera uma imagem de você procrastinando. Transformar essa imagem negativa em positiva exige um passo a mais. É melhor dizer ao seu inconsciente [subconsciente]: ‘Vamos trabalhar!’
Faz associações e aprende rapidamente:
Para proteger você, o inconsciente [subconsciente] permanece alerta e tenta extrair lições de cada experiência. Por exemplo, se você teve uma experiência ruim na escola, o seu inconsciente [subconsciente] pode optar por agrupar todas as suas experiências de aprendizado na categoria ‘isso não irá ser divertido’. Ele sinalizará para você com as palmas das mãos suadas e com ansiedade sempre que você tentar alguma coisa nova. No entanto, se você se sair bem nos esportes, o seu inconsciente [subconsciente] se lembrará de que ‘esporte é sinônimo de sucesso’ e você se sentirá positivo e energizado sempre que a atividade física surgir.
Há muito mais sobre a mente inconsciente [subconsciente]. Aliás, meu último livro foca no inconsciente [subconsciente], em como ele funciona e como trabalhar com ele. Mas mesmo entender apenas o básico acima ajudará você a aproveitar o poder dele.
Mahalo!
Dr. Matt
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Learning To Forgive Yourself
Aprendendo A Se Perdoar
Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today
Abster-se do arrependimento para reformular a sua mentalidade
Publicado em 3 de julho de 2012
Os meus clientes às vezes me dizem que eles têm mais dificuldade em perdoar a eles mesmos do que a outros. Eles focam em perguntas como: ‘O que eu poderia ter feito diferentemente?’ ou até mesmo: ‘O que eu deveria ter feito ao invés disso?’. Como nós nos perdoamos quando nós reconhecemos que nós poderíamos ter feito alguma coisa diferente?
Grande parte da literatura e dos artigos que eu tenho visto (e escrito) sobre perdão trata de perdoar os outros. Eu ensino um processo específico em meus workshops de Huna chamado ‘Ho’oponopono’. Em Havaiano, ‘Ho’oponopono’ pode significar fazer com que alguma coisa seja duplamente pono ou certa consigo mesmo e com os outros. Pono é o sentimento de congruência e calma que todos nós já experienciamos em algum momento. Aquela sensação de que todas as coisas parecem ‘certas’, como se sentir tão em paz com uma pessoa ou situação que nada necessita ser dito. Por meio do processo de Ho’oponopono, eu tenho ensinado muitas pessoas a se tornarem pono (certas) com os outros. No entanto, a verdade é que nós necessitamos aprender a nos perdoar em primeiro lugar.
A minha esposa e eu estávamos conversando sobre esse conceito recentemente e ambos admitimos que nós já fomos muito culpados de autojulgamento. Nós nos criticávamos por alguma coisa no passado que nós sentíamos que nós deveríamos ter feito ou poderíamos ter feito de forma diferente.
A minha esposa sente que ela costumava ser particularmente boa em autocrítica severa. A tendência dela era analisar os comportamentos e ações passadas dela enquanto adquiria novos insights sobre a sua vida. Ela compartilhou uma história que ilustra isso:
Há alguns anos atrás, nós saímos para jantar com o nosso filho, o meu irmão e os meus pais. Na mesa ao lado, havia uma criança assistindo a um DVD em um miniplayer. A minha esposa comentou que, quando ela era criança, ela não teria tido permissão para fazer isso. Jantar era para jantar, não para assistir TV. ‘Além disso’, ela explicou, ‘a nossa filha quase sempre se comporta bem e nunca necessita de qualquer coisa como isso.’
Na época, eu não dei muita importância a isso. Então, vários anos depois, a minha esposa, a minha filha de 10 meses e as nossas mães saíram para jantar, coincidentemente no mesmo restaurante. Durante o jantar, a nossa filha, normalmente bem-comportada, decidiu testar as suas habilidades vocais. Nada a acalmava! Por fim, a minha sogra a levou para passear pelo restaurante até que ela relaxasse um pouco e finalmente dormisse.
Quando os gritos começaram, a primeira coisa que a minha esposa se lembrou foi de ter julgado a criança que assistia ao DVD anos antes. Ela também se lembrou de ter pensado, na época, que era um comportamento inapropriado. E, no entanto, enquanto a nossa filha gritava, ela desejou ter uma cópia em DVD de The Wiggles naquele momento!
Naquela época, a minha esposa não entendia por que os outros pais estavam deixando a criança assistir ao DVD. Ela não tinha ideia se o DVD estava ajudando a criança a se manter calma ou se era uma distração desnecessária. Mas ela se lembrava de ter se sentido julgadora ao invés de compassiva. Em Huna, isso é o que nós chamaríamos de hala, que significa errar o caminho ou errar por omissão.
Depois dessa experiência, a minha esposa teve um novo insight. Ela passou a dizer a si mesma o quão errado era ter dito e pensado aquelas coisas sobre a outra criança e os pais dela. E ela se pegou começando a se autocriticar por seu comportamento crítico, mesmo que isso tenha ocorrido em um momento em que ela simplesmente não entendia a dinâmica. Mas, desde então, ela reconheceu que é contraproducente se culpar por alguma coisa que você fez ou disse no passado – ainda mais por um comportamento ou ação baseada em omissão (ou seja, não saber alguma coisa).
Huna tem nos ensinado que a vida é sobre aprendizado. Como há uma quantidade infinita de informações no universo, sempre haverá alguma coisa nova para aprender. Cada vez que nós aprendemos alguma coisa, nós temos que lembrar que há uma razão para o aprendizado. Há alguma coisa que nós devemos fazer com o aprendizado.
Nós devemos usar novos conhecimentos para mudar as nossas ações e comportamentos futuros para melhor. O novo conhecimento tem como objetivo nos ajudar a ‘holomua’ ou ‘i mua’, que significa seguir em frente, prosseguir ou progredir. Não deve ser usado para revisar o passado e nos culpar pelo que nós deveríamos ou poderíamos ter feito. É normal notarmos essas coisas do passado, mas nós temos que lembrar que elas já aconteceram e não podem ser refeitas.
Outra maneira de encarar isso é reconhecer e enfatizar que as pessoas estão fazendo o melhor que elas podem com os recursos que têm no momento. Nós sempre receberemos recursos no futuro. É claro que, se nós os tivéssemos no passado, nós teríamos agido de forma diferente. No entanto, nós não os tínhamos no passado. Nós os temos agora. Portanto, esses novos recursos são para o presente e para o futuro.
O primeiro passo para se perdoar, ao se deparar com uma lembrança na qual você pensa que deveria ter agido de forma diferente, é dizer a si mesmo: ‘Naquela época, eu estava fazendo o melhor que eu podia com o que eu sabia e o que eu tinha’. Ao mesmo tempo, incorpore o novo conhecimento para mudar os seus comportamentos futuros, para que você possa ter holomua.
Mahalo!
Matthew
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Get Pono for Summer!
Tornar-se Pono para o Verão!
Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today
Deixe de lado o medo para perdoar.
Publicado em 13 de junho de 2012
O verão está chegando, começando em 20 de junho no hemisfério norte. Como sempre, a mudança de estação nos apresenta oportunidades para novos começos. Não há melhor maneira de renovar a sua perspectiva e os seus relacionamentos do que se livrar de emoções negativas e sentimentos ruins que você possa estar abrigando em relação a si mesmo ou aos outros.
Enquanto nós nos preparamos para o verão, seja uma pausa da escola, uma viagem de férias ou apenas um tempo para desacelerar e aproveitar a companhia da família e dos amigos, vamos relembrar o que significa ser pono. Pono é o feeling de congruência e calma, aquela sensação de que todas as coisas parecem ‘certas’, que todos nós já temos experienciado em algum momento.
Se você quer ser pono, você tem que aprender a perdoar e deixar para lá emoções negativas. O processo de perdão que eu utilizo e ensino vem do Ho’oponopono, que significa literalmente fazer com que alguma coisa seja duplamente pono. Essa é a forma indígena Havaiana de perdoar.
Pono é o feeling de congruência e calma, aquela sensação de que todas as coisas parecem ‘certas’, que todos nós já temos experienciado em algum momento.
Um dos aspectos mais úteis do Ho’oponopono é que ele oferece um processo comprovado para superar as barreiras que nos levam a guardar rancor dos outros ou sentimentos negativos sobre nós mesmos. Uma das maiores barreiras ao perdão, eu tenho descoberto, é o medo.
O que nós tememos em relação ao perdão? Alguns dos meus estudantes comentam que eles temem a resposta da outra pessoa quando eles pedem ou oferecem perdão. Outros dizem que perdoar ou pedir perdão os faz sentir vulneráveis ou fracos. E alguns confessam que o perdão abre novos e desconhecidos aspectos do relacionamento deles com aquela pessoa.
O medo é uma emoção negativa e nenhuma boa decisão vem a partir do medo ou de outras emoções negativas. Observe a sua experiência pessoal, a história do nosso país ou os eventos de alguém que você conhece. Quando alguém tomou uma decisão positiva com base no medo? Há momentos onde nós temos que responder rapidamente e todos nós temos tido que tomar decisões em meio a emoções negativas. No entanto, quando você tem tempo para tomar uma decisão a partir de um sentimento positivo, o resultado é sempre muito melhor.
A minha sugestão é que você reconheça a mesma coisa que você diria a uma criança: O medo de alguma coisa não é necessariamente um sinal para evitar isso. Quando você enfrenta o seu medo e avança a partir de um estado positivo de ser, não importa o que aconteça, você terá um resultado positivo. Você aprenderá mais sobre si mesmo e sobre o que é possível em sua vida.
Uma vez que nós enfrentamos o medo e estamos prontos para perdoar, como (1) perdoamos, (2) liberamos a negatividade e (3) aprendemos com o evento?
Vamos rever as etapas do Ho’oponopono:
Peça e ofereça perdão
Entenda que o perdão exige dois passos: no pensamento Ocidental, quando uma ofensa é cometida, espera-se que a pessoa que a comete diga: ‘Eu sinto muito’. Essa forma de pedido de desculpas é uma declaração unilateral que não exige nenhuma resposta da pessoa prejudicada. A Huna entende que o perdão é um diálogo, não um monólogo. Portanto, o primeiro passo é pedir perdão e, em seguida, que o outro o perdoe.
Eu tenho tido discussões acaloradas com pessoas que definitivamente exigiram um pedido de desculpas no final. Mas é como uma refeição que não dura: pouco tempo depois de todos os pedidos de desculpas e reconciliações, eu ou a outra pessoa toca no assunto novamente: ‘Isso é como se fosse a última vez…’. Então, mesmo que nós estivéssemos arrependidos, ainda não tínhamos terminado e completado.
Chegar ao pono é diferente. Quando você é pono com alguém, nada mais necessita ser dito ou feito. Vocês estão certos um com o outro.
Para se tornar verdadeiramente pono com alguém, em primeiro lugar você pede e oferece perdão por qualquer coisa que você possa ter feito. Embora eu tenha passado por situações em que realmente não pensava que eu tinha feito nada de errado, eu ainda digo: ‘Por favor, perdoe-me também’ para completar o processo. Dizer: ‘Eu perdoo você. Por favor, perdoe-me também’ traz a outra pessoa para a cena e a envolve ativamente. Ao invés de apenas ‘se desculpar’, forma-se uma via de mão dupla de formas de perdão.
Converse sobre o assunto
Depois disso, lembrem-se de dar espaço para que vocês dois digam todas as coisas que necessitam ser ditas. Desabafem e digam tudo. Expressem o que necessita ser expresso sem se esconder ou se conter. Quando ambos tiverem compartilhado os seus pensamentos e sentimentos, vocês devem experienciar a sensação de ‘Eu já disse tudo e pronto’. Mais uma vez, deem e peçam perdão um ao outro.
Aprenda a partir disso
Finalmente, siga em frente. Huna diz que nós temos que aprender com todas as nossas experiências na vida. Então, uma vez que você esteja em pono, pergunte a si mesmo: ‘O que eu necessito aprender a partir desse evento que me permitirá continuar a ser pono?’ O aprendizado é positivo, sobre si mesmo e baseado no futuro. Leve esse aprendizado com você para ajudá-lo a mudar o seu comportamento e pensamento, tomar melhores decisões e criar os relacionamentos e situações que deseja. Embora tempos difíceis possam ocorrer novamente, uma vez que você esteja em pono, você não trará bagagem [emocional] do passado para novas dificuldades. Você começará novas interações a partir de um lugar de ser pono e com o insight do aprendizado que você recebeu.
O perdão era necessário no antigo Havaí porque os Havaianos sabiam que se apegar à negatividade causa danos a quem não perdoa. Apegar-se à negatividade e até mesmo à memória dessa negatividade, impede que o verdadeiro perdão crie raízes. Nós devemos a nós mesmos experienciar o verdadeiro perdão — tornar-nos pono.
Aloha!
Matthew
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Imagem: pexels-mattdvphotography-2526040-22.07.25.jpg – Kauai – Hawaii – USA
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Krishnamurti – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.
Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
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Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
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Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
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Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
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Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
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William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;
