Para responder a essa questão, nós estamos transcrevendo, em tradução livre, trechos do livro “Q&A – Detailed Answers to Student-Generated Questions on the Theory and Practice of A Course in Miracles” [“Perguntas e Respostas – Respostas Detalhadas às Perguntas Geradas pelos Estudantes sobre a Teoria e a Prática de Um Curso em Milagres”], Supervisionado e Editado pelo Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D., Foundation for A Course in Miracles©, para conhecimento e entendimento sobre esse importante tema central do Curso.
Tradução livre Projeto OREM®
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—–Continuação da Parte I—–
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P #1381: A minha pergunta é sobre a relação entre causa e efeito, especificamente, o princípio de que se o efeito é capaz de ser demonstrado, por meio do perdão, como não tendo efeito sobre ninguém, a causa então desaparece, assim como o efeito. O exemplo frequentemente dado é o de Jesus ressuscitando dos mortos para provar que a morte não é real. No entanto, isso não seria usar o perdão como o nível do corpo ao invés do nível da mente? Se alguém deseja se livrar de um efeito, ele deve, por meio do perdão, perdoar a causa no nível da mente e então tanto a causa quanto o efeito desaparecem. Além disso, é necessário, ao perdoar a causa de um efeito, conhecer a causa ou o pensamento exato que o produziu? Isso tem ramificações psiquiátricas – alguém pode necessitar ajuda profissional para identificar essa causa específica.
R: Entender o relacionamento de causa e efeito é essencial para o trabalho de alguém com Um Curso em Milagres, tanto em termos de compreensão de sua teoria quanto de prática de seus ensinamentos sobre o perdão. Nós temos que ser breves em nossa discussão aqui, mas nós indicamos abaixo algumas de nossas publicações para apresentações abrangentes sobre esse tema. A nossa resposta baseia-se, em grande parte, em ”A Talk Given on A Course in Miracles” [“Uma Palestra Proferida sobre Um Curso em Milagres”], Sétima Edição, Capítulo 5, “Jesus: The Purpose of His Life” [“Jesus: O Propósito de Sua Vida”].
O que Jesus demonstrou em última análise foi que o pecado não é real, o que, por sua vez, significa que a separação não é real.
“Ora, se o maior efeito do pecado nesse mundo é a morte, demonstrar que a morte é uma ilusão demonstra simultaneamente que não há pecado. Isso também diz que a separação nunca ocorreu.” (p. 120)
Essa é uma das mensagens mais importantes de Um Curso em Milagres e corrige o que as Igrejas tradicionalmente ensinam sobre sua vida e mensagem.
“Então Jesus assumiu o testemunho mais convincente da realidade desse mundo e mostrou que esse não tinha poder sobre ele. Esse era todo o significado de sua vida, a sua missão e a sua função. Vencer a morte é mostrar que a morte não é real, que a sua causa aparente (o pecado) também não é real e que, portanto, nunca realmente nos separamos de nosso Pai.” (p. 121-122)
Esse era o objetivo do ensinamento de Jesus – demonstrar-nos que nós nunca nos separamos verdadeiramente de Deus. Ele escolheu um caminho que seria extremamente significativo para nós, que nós temos muita dificuldade em acreditar que nós não somos corpos! Os seus ensinamentos são deliberadamente – e amorosamente – projetados para nos encontrar onde nós estamos. Ele se concentra primeiro no corpo para que ele seja capaz de nos levar além dele.
Aplicados à prática do perdão em nossa vida diária, esses princípios significam que nós devemos nos esforçar para demonstrar aos outros que o aparente pecado (ataque) deles contra nós não teve efeito, que seja lá o que fizeram não teve efeito em nossa paz interior. Se o pecado deles não teve efeito, ele é sem causa; e se ele é sem causa, ele não existe. Assim, nós perdoamos os outros pelo que eles não nos fizeram, a abordagem única do Curso para o perdão. No processo, nós também aprendemos que nós também somos perdoados – o nosso aparente pecado de separação de Deus não teve efeito e, portanto, nós não necessitamos de defesas para nos proteger das consequências do pecado que nós nos acusamos de cometer – nós estávamos apenas enganados ao acreditar que nós pecamos.
Jesus é o nosso principal modelo e professor nisso. Os ataques dos outros pareciam estar causando-lhe sofrimento, mas, ao não revidar e continuar a amar e perdoar os “agressores”, ele demonstrou que o pecado deles contra ele não surtiu efeito, o que significava que não haviam pecado – eles estavam simplesmente enganados e clamavam por socorro. (Veja “A Mensagem da Crucificação” no Capítulo 6 do Texto.) É assim que Jesus também nos perdoa. E ele pede que nós sejamos como ele – que abordemos todas as nossas aparentes queixas e experiências de tratamento injusto da mesma forma. Não é fácil, com certeza! Mas é por isso que ele permanece dentro de nós – para nos ajudar a aprender e praticar isso.
Às vezes, a ajuda de um profissional é necessária para desvendar as dinâmicas responsáveis pela maneira como nós experienciamos as nossas vidas e interações. Experiências traumáticas são capazes de resultar em bloqueios psicológicos que inibem ou até mesmo impedem o crescimento e a terapia pode ser útil para identificar e superar esses bloqueios. Em última análise, porém, é sempre a culpa em nossas mentes e o medo de deixá-la ir que são o cerne dos nossos problemas, sejam eles físicos ou psicológicos. E, portanto, nesse sentido, nem sempre é necessário destacar causas específicas em outros níveis para progredir espiritualmente. Basta ter a disponibilidade para perdoar – querer escolher o professor certo e querer olhar para o próprio ego sem julgamentos. (Veja o Suplemento Psicoterapia: P-2.VI.5) Novamente, porém, nunca é errado ou espiritualmente retardador buscar ajuda profissional.
Por fim, os efeitos dos quais você deseja “se livrar” são todas as percepções e experiências de separação, os resultados da escolha contínua de permanecer afastado de Deus como indivíduos especiais. É normal querer se livrar de “efeitos” tais como dor, inadequações físicas/emocionais, problemas financeiros e outras condições e circunstâncias corporais – e deve-se fazer tudo o que puder nesse nível – mas esse não deve ser o foco do trabalho nesse curso, como você parece apontar. O nosso foco deve estar voltado para dentro – para a escolha que nós estamos fazendo em nossas mentes de interpretar o que se passa em nosso corpo e no mundo da maneira como nós o fazemos. Quando nós finalmente mudarmos da interpretação do ego para a do Espírito Santo, as condições e circunstâncias de nossas vidas não serão mais um problema, mesmo que não tenha havido mudanças externas. Nós abordaremos todas as coisas a partir desse “centro de quietude” (T-18.VII.8), com a certeza de uma vez por todas de que nada é capaz de perturbar a paz interior que é a nossa herança como Filho único de Deus.
“No entanto, sempre haverá esse lugar de descanso para o qual podes retornar. E estarás mais ciente deste centro de quietude no meio da tempestade do que de toda a atividade furiosa que ela desencadeia. Esse centro de quietude, no qual tu nada fazes, permanecerá contigo, dando-te repouso em meio a todas as tarefas trabalhosas as quais fores enviado. Pois a partir deste centro serás dirigido quanto ao modo como deves usar o teu corpo sem pecado. É esse centro, do qual o corpo está ausente, que o manterá assim na tua consciência.” (T-18.VII.8:1-5)
Para um estudo mais aprofundado do tema causa-efeito, veja o áudio de Kenneth “Causa e Efeito” e a Seção “Causa e Efeito” no Capítulo 2 de seu Perdão e Jesus.
P #1382: Como nós sabemos realmente que nós perdoamos os outros ou uma situação e como realmente nós fazemos isso? Nós continuamos a falar da boca para fora “eu perdoo você” repetidamente, silenciosamente ou literalmente, até que possamos começar a dizer isso com sinceridade? Por exemplo, eu estou tentando perdoar a minha empresa e as condições de trabalho e de vida um tanto insuportáveis que eu tenho que suportar. A vida em um corpo presumido já é difícil o suficiente sem agravar as dificuldades aceitando condições de vida abaixo dos padrões mínimos básicos do mundo desenvolvido. Às vezes, eu peço orientação ao Espírito Santo, mas será que essa é uma pergunta muito grosseira para se fazer, estando preocupado com condições materiais, sobrevivência e assim por diante? E como posso ter certeza de que é o Espírito Santo quem responde e não minhas predileções?
R: Não há nada em Um Curso em Milagres ou em seus ensinamentos sobre perdão que defenda permanecer em situações que o deixam infeliz ou ameaçam a sua saúde e bem-estar. Essa não seria a abordagem gentil do Curso para o avanço espiritual. Enquanto ainda nós acreditarmos que somos corpos, é perfeitamente normal querer viver e trabalhar em condições que atendam ao nosso padrão de vida preferido e não é errado ou antiespiritual pensar nisso. Negar as nossas necessidades físicas e psicológicas é alguma coisa contra a qual Jesus nos adverte fortemente (T-2.IV.3:8-11). O caminho do Curso é gentil, encontrando-nos onde nós estamos agora.
“O corpo é meramente parte da tua experiência no mundo físico. As capacidades do corpo podem ser e, com frequência são, supervalorizadas. Todavia, é quase impossível negar a sua existência nesse mundo. Aqueles que o fazem estão engajando-se em uma forma de negação particularmente indigna.” (T-2.IV.3:8-11)
O perdão não se alcança forçando-se a acreditar em alguma coisa em que realmente você não acredita ou a fazer alguma coisa que realmente você não quer fazer. Todos nós temos mentes divididas, o que significa que uma parte de nós realmente quer aprender esse curso e a outra parte resiste com unhas e dentes. Mas, novamente, esse é um caminho gentil e, portanto, ele valoriza muito “um pouco de boa vontade” de nossa parte para fazer o que ele nos pede. Portanto, ao invés de proferir palavras na esperança de que um dia elas sejam mais do que palavras, seria mais útil reconhecer o quanto você não quer perdoar a sua empresa e o quanto você quer responsabilizá-la por sua infelicidade, sentindo-se perfeitamente justificado em fazê-lo. Isso é mais honesto. Então, você é capaz de simplesmente olhar para essa dinâmica do ego e não se julgar por isso, sabendo também que Jesus não está julgando você por isso da mesma maneira. O amor nunca julga.
Em algum momento, você reconhecerá que os seus julgamentos contra a sua empresa estão impedindo você de ter paz e que não vale a pena continuar assim. Você então reconhecerá que “deve haver um outro modo de olhar para ele”. Isso não significa, repetindo, que você tenha que permanecer nessa situação até perdoar. A mesma lição reaparecerá em circunstâncias diferentes, pode ter certeza; portanto, você não necessita temer estar perdendo a sua única oportunidade de superar o seu ego.
Perdoar/Perdão é um processo ou uma ação única e definitiva?
P #258: Eu tenho tentado perdoar uma pessoa importante na minha vida há algum tempo, tanto antes de começar Um Curso em Milagres quanto, com mais foco, desde que eu comecei isso. Como resultado, tem havido momentos em que parece que eu me livrei de grande parte da minha mágoa, mas então alguma coisa desencadeia a mágoa e tudo volta com tudo. Às vezes, parece que eu estou apenas cortando a ponta dessa erva daninha venenosa da mágoa, ao invés de arrancá-la pela raiz. Que conselho você daria em tal situação? Devo eu encarar o perdão como um processo ou é uma decisão única e definitiva? E se for a última opção, como finalmente eu faço isso?
R: A sua metáfora para como você está arrancando ervas daninhas é adequada. Você ainda não está chegando à raiz do problema enquanto mantiver o foco na outra pessoa, pois isso está contribuindo para o que Jesus chama de “perdão para destruir” no Panfleto “A Canção da Oração” (CO-2.II). A versão do ego para o perdão é tornar o pecado real em outra pessoa e então tentar “perdoá-lo”. Como você está descobrindo, isso simplesmente não funciona. Mas esse, claro, é sempre a meta do ego – “Busca, mas não aches?” (T-16.V.6:5).
O Curso, em contraste, tenta conduzi-lo a uma experiência de verdadeiro perdão, na qual você reconhece que “o que pensaste que teu irmão fez a ti não ocorreu” (L-pII.1:1). No sentido metafísico, isso é verdade no nível do comportamento real que você está mantendo contra essa outra pessoa, uma vez que nós somos o sonhador do nosso sonho e nós atribuímos os papéis às figuras em nosso sonho. Mas o nível mais prático para entender o significado de Jesus é reconhecer que é a sua interpretação do que essa outra pessoa fez que é a causa da sua raiva e da sua queixa e não o que a pessoa realmente fez (MP-17.4). Você está culpando essa pessoa, em algum nível, por roubar a sua paz, amor, alegria, segurança, etc.. Mas ninguém é capaz de nos privar de nenhuma dessas experiências, a não ser que em primeiro lugar nós tenhamos escolhido entregá-las (T-4.IV.3:3). Então, a boa notícia é que nós não precisamos mudar o que a outra pessoa tem feito, o que, claro, nós não podemos fazer de qualquer maneira. Nós necessitamos apenas de ajuda para mudar a nossa interpretação do que tem acontecido. Como nós fazemos isso?
O que a maioria de nós não percebe é que nós carregamos em nossas mentes um enorme fardo de culpa não reconhecida que inconscientemente [subconscientemente] controla as nossas interpretações de todas as nossas interações, ditando que nós busquemos e encontremos culpa em todas as pessoas, menos em nós mesmos (T-19.IV.B.i.12). A fonte da nossa culpa é a crença equivocada, à qual nós nos apegamos, de que nós estabelecemos uma existência individual separada de Deus, às Suas custas. E o custo para Ele foi a Sua aniquilação total. A culpa, como uma ofensa tão horrenda, é inimaginável e, portanto, a nossa defesa é projetá-la para fora de nossas mentes. A nossa raiva contra outra pessoa, portanto, é sempre a nossa tentativa de justificar a visão da culpa da separação fora de nós, obscurecendo assim a projeção que nós estamos fazendo (T-6.in.1:2).
Todos nós estamos tentando fazer exatamente a mesma coisa. Nós estamos andando por aí com uma culpa intensa, encoberta por uma raiva fervente que é a nossa tentativa de negar a culpa interior e vê-la exteriormente. Nós podemos tentar colocar uma fachada de inocência agradável e socialmente apropriada em tudo isso (T-31.V.2), mas a raiva e a culpa que a alimenta, estão sempre borbulhando logo abaixo da superfície. E lá elas permanecerão, afetando todas as nossas interações, às vezes sutilmente, às vezes não tão sutilmente, até que nós estejamos dispostos a fazer o trabalho desafiador e difícil de olhar para dentro, além da raiva, para a culpa enterrada sob ela.
Portanto, o perdão, na verdade, não tem nada a ver com a outra pessoa, o que explica em parte a nossa resistência em praticá-lo. Pois, ao invés de justificar a nossa raiva, se realmente nós queremos nos curar [to heal], Jesus está nos pedindo para reconhecer que as nossas queixas nada mais são do que um disfarce para a nossa culpa. A raiva então vem a ser um sinal de que há um lugar escuro em nossa mente. E Jesus nos ajuda a ver que a nossa culpa, assim como a nossa raiva, não é o que aparenta ser. Ela só parece real, pesada e séria enquanto permanece envolta em trevas. A sua irrealidade se torna aparente quando nós permitimos que a luz do verdadeiro perdão a ilumine. Essa é a liberação que nós buscamos e, no entanto, enquanto nós permanecemos identificados com o nosso ego, ela também é motivo de medo.
Nós resistimos a olhar para dentro, preferindo nos apegar à nossa raiva e continuar a projetar a nossa culpa, porque essas são as camadas de defesa que nós inconscientemente [subconscientemente] vemos como protetoras do nosso eu [ser, self] individual (T-21.IV.1-3). E assim, por trás da raiva e da culpa, está o medo – o medo de que, se nós perdoamos, nós desapareceremos, de que Deus retomará a vida que nós roubamos dEle. Por todas essas razões, o perdão será um processo para nós, como você sugere e não simplesmente uma decisão de uma vez por todas – até o final do processo, quando nós estivermos prontos para abandonar completamente a nossa identidade egóica.
Quanto mais nós estivermos dispostos a revelar a nossa própria culpa e permitir que ela seja curada [healed], mais nós reconheceremos que aqueles contra quem nós temos guardado as nossas queixas necessitam apenas da mesma liberação que nós temos estado buscando. E a culpa deles não é mais real do que a nossa. Com o reconhecimento, nós somos capazes de experienciar o verdadeiro perdão, pois a interpretação do que aconteceu entre nós agora é do Espírito Santo e não mais a nossa própria.
P #69: As respostas a seguir são em retorno a diferentes perguntas feitas pela mesma pessoa.
(i): Eu tenho me esforçado para perdoar uma pessoa em particular há algum tempo e finalmente eu estou chegando lá, muito, muito perto do perdão total, o que deveria me trazer paz. Mas agora eu percebo que eu sinto falta de vê-lo e de conversar com ele, o que é muito perturbador. Essa pessoa não faleceu, então há uma chance de interação física, embora altamente improvável, já que nós ambos nos casamos novamente. Eu quero ser capaz de agir de forma diferente com ele e demonstrar o meu amor incondicional ao invés do meu medo, que arruinou o nosso relacionamento em primeiro lugar. O que está acontecendo aqui? O meu ego ainda está no comando, mesmo que eu o tenha perdoado e finalmente esteja feliz e sem ressentimento em relação ao nosso relacionamento? Sentir falta de alguém é mais uma confirmação de que eu acredito na separação? Eu não acredito que eu não tenho a paz plena que eu estava esperando. A minha falta dele tem atrapalhado essa experiência amorosa, que acho que eu não quero experienciar sozinha. Eu tenho me unido a esse irmão em minha mente e gostaria de expressar isso na forma. Isso está errado? E se sim, como eu sou capaz de finalmente encontrar um pouco de paz em relação a isso?
(ii): O perdão é um processo muito importante no Curso e é capaz de ser aplicado a praticamente tudo em nossa vida cotidiana. Mas o que acontece quando alguém é assassinado e todas as coisas param abruptamente para essa pessoa? Como essa mente é capaz de processar o que aconteceu quando ela não existe mais como a pessoa que acabou de ser assassinada? Eu espero que essa não seja uma pergunta idiota e tenha alguma relevância para o Curso.
R: O perdão, central nos ensinamentos do Curso, é um conceito muito difícil de compreender enquanto nós continuamos a nos identificar com o nosso ego e com o eu [ser, self] individual que nós acreditamos ser. Jesus nos adverte que:
“…o perdão tem que ser praticado, pois o mundo não pode perceber o seu significado, nem provar um guia para te ensinar as suas beneficências. Não existe em todo o mundo nenhum pensamento que conduza à menor compreensão das leis que ele segue e do Pensamento que ele reflete. Ele é tão alheio ao mundo quanto a sua própria realidade. E, no entanto, une a sua mente à realidade em ti.” (LE-pI.134.13:1-4)
E, portanto, é preciso grande humildade para abordar o estudo do Curso, reconhecendo que nós realmente não entendemos. Mas nesse reconhecimento reside a possibilidade de aprendizado real. O perdão, como o Curso o define, não tem realmente nada a ver com a outra pessoa contra quem nós acreditamos ter uma queixa. Mas ele também não tem nada a ver com a pessoa que nós acreditamos ser que parece estar guardando a queixa.
Isso não significa negar que nós experienciaremos efeitos aparentes do verdadeiro perdão em nossos relacionamentos externos, mas não é isso que está realmente acontecendo. Para entender o que o Curso quer dizer com perdão, nós necessitamos em primeiro lugar entender o propósito do ego para o mundo e para os nossos relacionamentos. E esse propósito é sempre enxergar a culpa que realmente está em nossa própria mente – a culpa original sobre o pensamento de separação de Deus – fora de nós, em outra pessoa. Os detalhes da minha queixa contra você não são realmente importantes. O importante é que eu posso culpá-lo por qualquer infelicidade minha.
O perdão, então, é o processo que me permite, em primeiro lugar, reconhecer que, sim, eu estou infeliz, eu não estou em paz, e você, contra quem eu tenho guardado mágoas, tem me ajudado a ver isso. Mas você não é realmente a fonte da minha perda de paz e felicidade. Eu sou. E assim, quando eu retiro a minha projeção de culpa e responsabilidade de você, eu sou capaz de dar o próximo passo com o Espírito Santo e reconhecer que a minha própria culpa não é real. E a paz flui desse reconhecimento. Assim, o perdão me permite liberar-me dos julgamentos equivocados que em primeiro lugar eu fiz contra mim mesmo e depois eu acusei você, porque eu não queria aceitar a responsabilidade por eles. E o perdão que eu experiencio ocorre na minha mente e não tem nada a ver com o eu [ser, self] que eu penso que eu sou ou com o eu [ser, self] que eu penso que você é.
Com essa breve explicação em mente, vamos voltar às questões que foram levantadas. O que nós experienciamos como perdão em nossos relacionamentos com os outros certamente pode refletir o verdadeiro processo subjacente que está acontecendo em nossa mente. Enquanto ainda nós estivermos identificados com os nossos egos, nós interpretaremos a experiência de liberação em nossa mente no contexto da forma específica de nosso relacionamento com outra pessoa. Isso é inevitável enquanto nós nos apegamos à nossa falsa identidade como um corpo. Isso é um erro, mas certamente isso não é um pecado.
Portanto, se a minha experiência é que eu estou liberando você dos julgamentos que eu tenho mantido contra você e que eu estou experienciando paz, isso só pode ser um reflexo do fato de que eu estou me liberando da culpa e dos julgamentos contra mim mesmo em minha própria mente. Isso teria que induzir medo ao meu ego, que sobrevive e prospera com a culpa. E, portanto, uma defesa contra o amor e a paz agora se faz necessária.
Para o ego, mudar a forma do relacionamento de ódio especial para amor especial é uma solução ideal. A forma muda, mas o conteúdo subjacente permanece, o ódio e a culpa, embora agora disfarçados e ocultos. E assim, ao invés de vê-lo como a causa direta da minha infelicidade, agora o vejo como de alguma forma necessário para a minha felicidade – que eu necessito estar com você para compartilhar a experiência de paz e alegria. Mas isso, na prática, é a mesma coisa, porque se você não estiver disponível para mim como eu gostaria que você estivesse, então, mais uma vez, você estará contribuindo para a minha infelicidade. De qualquer forma, eu não estou em paz e o meu ego venceu. A resposta nesse momento não seria tentar mudar nada disso, mas simplesmente reconhecer o que está acontecendo. E então me perguntar, com Jesus ou o Espírito Santo como o meu professor: é realmente isso que eu gostaria de ter, ao invés da paz que eu estava experienciando quando eu consegui liberar nós dois das correntes da culpa e da condenação? Se eu tenho descoberto o propósito do meu ego, é apenas uma questão de tempo até que eu esteja disposto a fazer uma escolha diferente.
Mas e quanto à situação em que a vida de uma vítima aparentemente foi encerrada pelo ataque de outra pessoa? Para repetir o que nós dissemos anteriormente, o perdão, assim como guardar mágoas, realmente não tem nada a ver com o eu [ser, self] que eu penso que eu sou ou com o eu [ser, self] que eu penso que você é. As mágoas são guardadas na mente e o corpo não é absolutamente necessário para que a mente perdoe. A mente tem a mesma escolha disponível para isso, independentemente de o corpo parecer permanecer vivo ou não. A projeção da culpa no corpo de outra pessoa é capaz de continuar ou a culpa é capaz de ser retirada de volta para a mente que é a sua fonte, onde a escolha de liberar a culpa permanece a mesma.
Qualquer diferença aparente no processo surge apenas se a escolha for continuar a projetar a culpa, mas a sua diferença está no nível da forma, não do conteúdo. A mente então simplesmente encontra outra vida com um corpo diferente para se identificar – uma escolha não tão diferente do que nós fazemos ao longo de uma vida quando nós decidimos deixar um relacionamento e partir para outro. O ciclo vítima-vitimizador se repete até que a mente esteja pronta para fazer uma escolha diferente e aceitar total responsabilidade por sua dor e perda de paz. O assassinato é sempre, antes de tudo, um pensamento na mente, uma autoacusação pelo que nós acreditamos termos feito a Deus. Nós projetamos isso para fora de nós mesmos, em outra pessoa, a fim de evitar as consequências que nós nos temos proposto a seguir a partir dessa escolha. No entanto, o assassinato e a culpa subsequente, bem como o mundo que nós fizemos como o repositório para a culpa da qual nós queremos escapar, são todos igualmente ilusórios. A partir dessa premissa, decorre o perdão.
P #528: Se eu me dei um nome e uma identidade, é por isso que eu me sinto tão terrível, inútil e irreal? Basta olhar para isso e aceitar?
R: Não é apenas porque você se deu um nome e uma identidade, mas o que você acredita que você teve que fazer a Deus para conseguir isso, que explica por que você – e todas as outras pessoas aqui – sentem-se terríveis, inúteis e irreais. No Céu, não há nomes individuais e todos compartilham a mesma Identidade como Cristo, o Filho Unigênito de Deus. É o desejo por alguma coisa diferente e a disponibilidade de fazer o que for preciso para que essa alguma coisa diferente aconteça – incluindo a destruição de Deus e do Seu Amor Todo-Abrangente – que é a origem da nossa culpa e do ódio por nós mesmos. Entretanto, na realidade, Deus e o nosso verdadeiro Eu [Ser, Self] permanecem inalterados. Portanto, mesmo os sentimentos de inutilidade nada mais são do que parte do que nós temos escolhido experienciar para nos convencer de que nós somos separados. Fazer (inventar) um eu [ser, self] com identidade e nome individuais é apenas mais um passo em nossa tentativa insana de provar que nós temos feito o impossível. Mas, no fundo, nós sabemos que isso é tudo uma mentira e, portanto, sentimentos de engano fraudulento e irrealidade têm que estar subjacentes à nossa noção de eu [ser, self] aqui no mundo. Todas as coisas que nós então tentamos fazer no mundo para combater os nossos sentimentos de indignidade e falsidade serve apenas para reforçar essas crenças subjacentes e inquestionáveis sobre nós mesmos. O ego é realmente muito astuto!
É por isso que nós necessitamos de ajuda externa ao nosso sistema de pensamento para nos liberarmos de nossas delusões autoimpostas. Você tem parte da resposta quando pergunta se nós necessitamos apenas olhar para o que nós temos feito. Qualquer coisa além de olhar, qualquer tentativa de intervenção, faz com que o nosso ataque a Deus seja real e apenas reforça o propósito do ego de manter a culpa e a separação. Então, nós olhamos, não por nós mesmos, mas com a parte da nossa mente – Um Curso em Milagres a chama de Jesus ou o Espírito Santo – que conhece que o nosso eu [ser, self] é uma mentira, mas não é um pecado. E por meio desse olhar conjunto, nós somos capazes de começar a questionar essas crenças subjacentes sobre nós mesmos e decidir se elas realmente servem aos nossos melhores interesses genuínos. A resposta – se olharmos honestamente e sem julgamentos – é que não servem. Uma vez que nós começamos a examinar e, em seguida, liberar esses falsos julgamentos, nós somos capazes de então pedir ao Espírito Santo que os substitua por uma percepção diferente de nós mesmos e de todos os outros, um verdadeiro reflexo da nossa realidade como Cristo.
P #745: Por favor, comente sobre o relacionamento entre tempo e perdão, de acordo com os ensinamentos de Um Curso em Milagres. Entendendo que o tempo não é linear, nós às vezes de fato experienciamos uma diminuição das hostilidades contra o outro com o “passar” do tempo, muito parecido com o ditado “o tempo cura [heals] todas as feridas”. Isso é apenas mais uma parte do autoengano que faz o tempo parecer real? Ou é uma indicação de que nós temos escolhido perdoar verdadeiramente no nível da mente, o que então se manifesta dessa forma? Eu sou grato por qualquer ajuda que você possa fornecer.
R: Não há como saber com certeza, com uma pessoa em particular, onde a raiva e a condenação parecem ter diminuído com o tempo, se a mudança aparente é o resultado de um perdão genuíno ou meramente uma substituição de sintomas, ou seja, a culpa originalmente projetada nessa pessoa sendo simplesmente redirecionada para outra pessoa. Nesse último caso, a experiência pode ser mais que esse antigo parceiro de ódio especial simplesmente não vale mais a energia necessária para odiar, pois nós temos parceiros de ódio especial mais imediatos que exigem a nossa atenção agora!
Por outro lado, se nós temos estado praticando o perdão em outros relacionamentos em nossas vidas, mesmo que o nosso foco não tenha sido em alguém específico a quem nós temos julgado sem perdoar no passado, nós estamos, na verdade, reduzindo a nossa identificação com a culpa em nossa própria mente. E é aí que reside o único problema real, pois nós nunca ficamos realmente com raiva do outro pelo que ele tem feito, mas apenas pelo que isso nos lembra de que secretamente nós nos acusamos (T-31.III.1:5-6; 2:1-3). E assim, é possível, sem qualquer tentativa ativa de generalizar o perdão a esse parceiro odioso específico, que simplesmente nós descobriríamos que nós não necessitamos mais responsabilizar essa pessoa por nossa própria dor e infelicidade. Não seria a passagem do tempo, mas sim a prática do perdão ao longo do tempo em outros contextos que liberaria esse antigo parceiro odioso de nossas projeções.
“Nunca odeias o teu irmão pelos seus pecados, mas só pelos teus. Qualquer que seja a força que os seus pecados pareçam tomar, ela só obscurece o fato de que acreditas que são teus e portanto merecem um ataque ‘justo.’” “Por que deveriam os seus pecados ser pecados, se não acreditasses que não poderiam ser perdoados em ti? Por que seriam reais nele, se tu não acreditasses que eles são a tua realidade? E por que os atacas em toda a parte a não ser porque odeias a ti mesmo?” (T-31.III.1:5-6; 2:1-3)
Perdoar/Perdão A Nós Mesmos
P #7: Como perdoar a si mesmo? Eu tenho um amigo por correspondência na prisão que é novo no Curso. Ele está preso por agredir a namorada dele. Ele diz que ele está aprendendo a perdoar os outros, mas não a si mesmo. Ele está com raiva e envergonhado de si mesmo por tê-la magoado. Eu posso ver suas ações como um “pedido de amor”, um erro a ser corrigido e não um pecado a ser punido. Ele, sem dúvida, foi uma vítima que se tornou um vitimizador e continua revivendo isso agora. Eu diria a ele para deixar para lá – “Irmão, escolha novamente”. Mas eu poderia dizer isso a mim mesmo? Eu tenho lidado com depressão a maior parte da minha vida e a culpa é uma companheira familiar. As acusações do meu ego parecem avassaladoras quando eu faço alguma coisa errada. Eu vejo quando eu projeto a minha culpa nos outros e sei que não adianta me culpar e me acusar quando eu julgo os outros. Mas e se eu realmente magoar alguém de alguma forma? Eu poderia tentar me redimir e seguir em frente, porém, eu não penso que o meu ego me deixaria escapar tão facilmente. Parece que eu só consigo me libertar da culpa sentindo dor pelo tempo que o meu ego dita. Eu sei que tem que haver uma “outra maneira”. Por que eu sou gentil com os outros e mau comigo mesmo?
Para piorar a situação, eu busco os meus vícios para obter alívio da dor da culpa e então eu me sinto culpado por ceder ao vício. Eu necessito de uma saída. Nós somos capazes de projetar culpa em nós mesmos e nos outros? Eu sei que eu irei entender por que eu não me amo e por que às vezes até me odeio. Ainda eu estou aprendendo. É irônico que, enquanto o meu amigo na prisão tentando se perdoar, eu esteja na minha própria prisão tentando fazer o mesmo.
R: Parece que, à medida que nós aprendemos cada vez mais a liberar os outros a partir das projeções da nossa própria culpa, nós mesmos nos sentimos presos à culpa. Jesus nos diz que:
“pois à medida em que a acusação é retirada do que está fora, há uma forte tendência a ancorá-la no que está dentro” (T-11.IV.4:5).
Mas ele prossegue dizendo:
“É difícil, à primeira vista, reconhecer que isso é exatamente a mesma coisa, pois não há nenhuma distinção entre o que está dentro e o que está fora” (4:6) e então, “É por isso que a acusação tem que ser desfeita e não vista em outro lugar” (5:3).
Então, como nós fazemos isso?
R: A pergunta que você levanta, “Como perdoar a si mesmo?”, é boa, no entanto, na verdade, é a pergunta errada. Como ainda nós estamos tão fortemente identificados com os nossos egos, nós não somos capazes de nos perdoar, pelo menos não por nós mesmos (ou seja, por nós mesmos, que é o estado do ego). É por isso que nós necessitamos de Jesus ou do Espírito Santo, ou qualquer símbolo de amor e aceitação sem julgamentos com o qual nós nos sintamos confortáveis, para olhar conosco para os nossos “pecados”. Nós necessitamos de alguém fora do nosso sistema de pensamento baseado na culpa, que saiba a verdade sobre quem realmente nós somos, a quem nós sejamos capazes de entregar a nossa culpa, uma vez que nós a tenhamos descoberto e reconhecido o seu propósito e o seu custo. Nós acreditamos que nós somos corpos que podem ferir e ser feridos uns pelos outros. Jesus sabe que nós somos espírito, o Filho de Deus sem culpa, incapaz de atacar. Nós não acreditamos nisso e, na verdade, nós não queremos acreditar, porque ainda nós queremos que a separação e a nossa própria individualidade sejam reais. E, portanto, o processo de perdão tem que envolver a união com alguém ou alguma coisa externo a nós, tal como Jesus, que sabe que a separação, o ataque e a culpa não são reais. Nós somos incapazes de nos dar conta disso sozinhos, por definição.
O ego, como você mesmo o está experienciado, nos diz que nós necessitamos expiar os nossos pecados por meio de sofrimento e sacrifício. Mas isso apenas reforça a nossa crença de que a nossa culpa é real e que Deus é um Deus punidor que busca vingança por nossos pecados reais. E todas as nossas tentativas de obter liberação por meio da expiação são apenas formas mágicas que falham em abordar o verdadeiro problema na mente. Nós necessitamos entender que o problema não é a culpa que nós acreditamos que nós estamos experienciando por nossas transgressões aqui no mundo. Esses “pecados” são, na verdade, distrações deliberadas, servindo ao propósito de manter o nosso foco aqui no mundo, buscando soluções mágicas para liberar a nossa culpa (por exemplo, fazer reparações) ou para evitar experienciar isso (por exemplo, vícios). Mas isso apenas nos impede de olhar mais profundamente em nossa mente para a verdadeira fonte de toda a nossa dor e culpa (e todas as demais pessoas) – a crença de que nós não apenas nos separamos de nossa Fonte amorosa, mas que nós temos estado dispostos a matá-Lo, a destruir o Amor, a ficar por nossa conta.
No entanto, se nós somos capazes de nos unir a um reflexo desse Amor, como Jesus ou o Espírito Santo e encarar as nossas autoacusações com a presença amorosa deles ao nosso lado, nós teremos que reconhecer, em algum nível, que nós não destruímos o amor. E nesse reconhecimento, o verdadeiro perdão – pelo que nunca aconteceu – é possível, dissolvendo toda a culpa e nos liberando da prisão que nos impusemos. E então, qualquer ação ou comportamento, se houver, que possa ser mais útil e curativo [healing] em resposta às nossas supostas transgressões contra os outros no mundo simplesmente fluirá através de nós.
P #200: Eu estou no meu primeiro ano com Um Curso em Milagres. Eu sofri abuso sexual quando era uma criança. A vergonha intensa que sinto por isso tem dificultado os relacionamentos. A cada nova falha em continuar ou manter um relacionamento, eles parecem se tornar progressivamente mais difíceis. Eu não me importo de estar no processo constante de perdoar os agressores. Mas a minha luta na vida parece ser em manter o perdão de mim mesma. Existe alguma maneira de abordar isso especificamente em meu relacionamento renovado com Deus?
R: É o seu ego que a tem convencido de que a vergonha que você sente agora é resultado daquelas experiências traumáticas, vergonhosas e abusivas da sua infância. Dessa forma, o problema permanece no passado, sem possibilidade de ser realmente desfeito. Mas você não está sozinha nesse pensamento. Esse é o propósito do mundo: manter o nosso foco longe do problema real na mente, a fonte original e única de culpa e vergonha e em eventos em nossas vidas que nos aconteceram e não podem ser revertidos.
Isso não quer dizer que aquelas experiências da infância não tenham sido horríveis ou que você não continue a ser assombrada por pensamentos relacionados a elas. Entretanto, o que o Curso lhe oferece agora é uma outra maneira, no presente, de encarar tudo isso, para que não necessite manter o controle sobre a sua vida e a sua mente que tem exercido até agora.
A culpa enterrada profundamente em nossa mente, diante da ideia de que nós gostaríamos e poderíamos nos separar do amor, é a verdadeira fonte de toda a nossa vergonha. E ela é uma vergonha tão grave que nós acreditamos que nós não merecemos ser amados, que uma vida inteira começando com abusos por parte daqueles que são responsáveis por nós é um castigo adequado pelo nosso “crime” de agredir o amor. Nós carregamos a crença de que nós somos, de alguma forma, fatalmente falhos e essa é a verdadeira causa da nossa vergonha.
Mas nós nunca voltamos e olhamos para aquela fonte de vergonha em nossa mente, onde, com o apoio gentil de Jesus, o símbolo do amor de Deus em nossa mente, nós poderíamos começar a questionar a validade daquela autoacusação original. Ao invés disso, nós mudamos o nosso foco para o mundo dos corpos e a vergonha associada a sermos impotentes e abusados por outros sobre os quais nós não temos poder ou controle. E então essa parece ser a vergonha que envenena toda a nossa vida e todos os relacionamentos que nós iniciamos em busca do amor que falta e pelo qual nós ansiamos. Mas a boa notícia do Curso é que o problema não está onde nós o vemos, no mundo dos corpos, mas sim em nossas mentes, onde a solução – o perdão – também está.
E é aqui que o seu relacionamento renovado com Deus e o representante Dele, Jesus e o seu Curso, oferece esperança. Pois, à medida que você se dispõe a desvendar a culpa e a vergonha ontológicas mais profundas que a sua vida de vergonha pessoal aponta, encarando para isso com o amor de Jesus ao seu lado, você gradualmente se permitirá reconhecer que não há nada do que se envergonhar. Pois, com o amor dele ao seu lado, você começará a reconhecer que você não abandonou nem traiu o amor e que o amor não abandonou nem traiu você.
P #998: Eu recentemente fiz alguma coisa da qual eu me envergonho profundamente, não porque eu tenha machucado outra pessoa – não machuquei –, mas porque eu pensei que eu era uma pessoa melhor, mais espiritual e mais evoluída, que eu não se rebaixaria a esse nível. Eu estou chateado e decepcionado ao descobrir que não é bem assim. Eu também sinto muita culpa. Parece que não consigo me perdoar por ter tomado essa atitude. Como lidar com ações “pecaminosas” ou “erradas”, como um estudante do Curso?
R: Como estudantes de Um Curso em Milagres, quando nós reconhecemos que nós temos feito ou dito alguma coisa que não veio a partir do amor, nós devemos nos lembrar das seguintes afirmações:
“O mundo foi feito como um ataque a Deus. Ele simboliza o medo.” (LE-pII.3.2:1-2)
“Ele só surge do medo, e pessoas assustadas podem ser perversas.” (T-3.I.4:2)
Em outras palavras, esse mundo simboliza o medo do Amor de Deus e qualquer pessoa que acredita estar aqui tem que ter medo do amor e, portanto, ser viciosa. Por causa dessa dinâmica, nós poderíamos dizer com segurança que, com raras exceções, pessoas espiritualizadas ou evoluídas não vêm para cá. Se nós fôssemos altamente espirituais e evoluídos, nós não teríamos necessidade desse sonho e permaneceríamos despertos no Céu.
Quando nós nos sentimos envergonhados por alguma coisa que nós temos feito e chateados por nós não sermos mais espirituais, nós podemos ter certeza de que nós estamos analisando a situação com o mesmo professor interior que nos levou a tomar a atitude equivocada em primeiro lugar: o ego. O ego quer apenas manter a nossa certeza de que nós somos indivíduos que existem em um mundo muito real. Ele não se importa se nós pensamos que nós somos espirituais ou pecadores, contanto que nós acreditemos que existe um “eu” separado e autônomo para analisar.
A única saída para esse sistema de pensamento sem esperança e circular é mudar os professores internos – largando a mão do ego e pedindo ao Espírito Santo que nos ajude a olhar para as nossas ações problemáticas com os Seus olhos amorosos e sem julgamentos. Ele sempre nos ajudará a ver que nós não somos pecadores nem espirituais; nós somos simplesmente medrosos e, portanto, cometemos erros que, na verdade, são pedidos de amor que nós pensamos que nós não temos dentro de nós. Por meio desse processo, gradualmente nós chegamos à conclusão de que nós não somos quem nós pensamos ser. Não existe um “eu” (“me”) para rotular como espiritual ou culpado. Ao invés disso, existe a ilusão de um indivíduo que sempre reflete a escolha da mente entre a culpa do ego ou o Amor e o perdão do Espírito Santo.
Apegar-se à culpa pelo que nós pensamos que nós fizemos de errado, seja há cinco minutos ou cinquenta anos, é, na verdade, a maneira cruel do ego de cimentar a nossa culpa para sempre. Isso ocorre porque, obviamente, nós nunca seremos capazes de mudar o passado. Assim, nós estamos baseando a nossa capacidade de estar em paz em alguma coisa impossível. Felizmente, o Curso nos ensina que nós somos capazes de desfazer a causa do erro agora, abandonando a culpa agora – novamente, simplesmente mudando os nossos professores internos.
Uma vez que nós tenhamos aprendido a fazer isso toda vez que nós começamos a sentir vergonha de nós mesmos, a nossa reação aos nossos próprios erros começará a ser alguma coisa como: “Então, eu fiquei com medo de novo – o que mais há de novo?” Nesse ponto, nós começaremos a entender a perspectiva curada [healed] de Jesus sobre as nossas vidas e como ele pode nos dizer que:
“Todo o teu [o nosso] passado, exceto a sua beleza, se foi e nada ficou além de uma bênção” (T-5.IV.8:2).
P #1242: Recentemente, alguém próximo a mim morreu de overdose. Eu estava com ele na ocasião e também estava sob efeito de drogas, e, portanto, não agi adequadamente para salvá-lo. Como eu começo a lidar com a tremenda culpa que eu tenho? Se eu tivesse escolhido o roteiro do Espírito Santo naquele momento, a forma poderia ter mudado; ou seria melhor que a minha reação mudasse: ao invés de ataque e culpa, a minha reação teria sido o perdão de mim mesmo?
Além disso, eu tive outra morte na minha vida alguns anos atrás que também me trouxe muita culpa. Eu tentei lidar com isso e então pareceu que eu estava em paz por um tempo. Quase como se nada pudesse me incomodar. Então eu comecei a fazer algumas coisas realmente estúpidas. Seria o meu ego reagindo? Como lidar com essa culpa? Eu tenho estudado Um Curso em Milagres há mais de cinco anos e pensava que eu estava progredindo. Por favor, comente.
R: A única coisa que nós somos capazes de dizer com certeza é que, quando nós escolhemos o roteiro do Espírito Santo, nós jamais atacaríamos a nós mesmos ou a qualquer outra pessoa. O ataque é impossível quando nós nos identificamos com o amor. Mas nós não podemos saber o que isso significa em termos de forma. Nós temos que nos precaver contra a suposição de que a morte é sempre uma tragédia e que ela deve ser prevenida, se possível. Portanto, nós não podemos concluir automaticamente que a overdose de drogas do seu amigo foi um ataque a ele mesmo e/ou a qualquer outra pessoa. Nós simplesmente não sabemos disso – isso pode ter sido e pode não ter sido. Lembre-se, também, de que um princípio fundamental em Um Curso em Milagres é que a morte é sempre uma escolha feita na mente (ver T-19.IV.C.1:4; W-pI.152.1:4; M-12.5). Diante disso, é possível que, mesmo que você estivesse lúcido e capaz de agir, o seu amigo ainda pudesse ter morrido – se essa fosse a escolha dele. Não há como nós sabermos isso.
Outro ponto importante a ter em mente é que a culpa nunca é justificada, não importa o que você tenha feito. Inegavelmente, todos nós fazemos coisas muito desamorosas e todos nós temos pensamentos muito odiosos. Isso é de se esperar, considerando que a nossa existência nasceu da nossa decisão grosseiramente egoísta de nos separarmos do nosso lar no Amor de Deus. Jesus reconhece que nós somos capazes de ser terrivelmente brutais quando nós escolhemos o ego como o nosso professor; mas também deixa claro ao longo de sua jornada que essas escolhas são erros, não pecados imperdoáveis que merecem condenação, ou mesmo pecados perdoáveis pelos quais nós temos que nos arrepender e fazer penitência (uma prática que, segundo ele, distorce totalmente o significado do verdadeiro perdão, transformando-o em um “flagelo” e uma “maldição” [S-2.I.1:1-2]).
Julgamentos de condenação são exatamente o que o ego ordenou! Eles afirmam a sua existência e a supremacia do seu sistema de pensamento nas nossas mentes, ocultando a outra parte que silenciosamente nos chama a lembrar que o pecado e o mal só são possíveis numa ilusão e que nada é capaz de mudar a verdade de que nós permanecemos para sempre sem pecado (ver por exemplo, Lição 93, “A luz, a alegria e a paz habitam em mim.”). O ego nunca iria querer que questionássemos a culpa, pois a culpa é o seu sangue vital, por assim dizer:
“Para o ego, aqueles que não têm culpa são suspeitos. Aqueles que não atacam são os seus ‘inimigos’ porque, ao não valorizarem a sua interpretação da salvação, estão em excelente posição para abandoná-la.” (T-13.II.4:2-3).
É por isso que Jesus fala sobre nossa atração pela culpa (T-19.IV.A.i) e que nós a mantemos em nossas mentes – como um amigo, um protetor e até mesmo o nosso lar (T-19.IV-D.6). É por isso que muitas vezes nós acabamos pensando: “Quem eu seria sem a minha culpa?” Nós não conseguimos sequer imaginar como seria estar sem culpa e ainda nos reconhecer! Essa é a força do nosso comprometimento com o sistema de pensamento do ego em nossas mentes. E isso poderia muito bem explicar o seu aparente abandono de um estado de paz depois de lidar com a culpa relacionada a outra morte. Todos nós simplesmente ficamos com medo de estar sem culpa. Além disso, o ego geralmente se rende e retalia por nossa “deslealdade” a ele. Uma das razões pelas quais a morte desempenha um papel tão central na estratégia do ego é que ela quase sempre traz muita culpa e medo às pessoas. Mas sempre há uma correção para isso na parte sã das mentes.
Você também pode encarar a sua situação atual como uma boa oportunidade para aprender que relacionamentos estão sempre na mente, não entre dois corpos. Eles sempre se resumem à decisão que nós tomamos em nossas mentes de tomar o ego ou Jesus como o nosso professor . A cura [healing] de relacionamentos, portanto, não depende do tempo e do estado dos corpos. Nesse sentido, você ainda é capaz de trabalhar em seu relacionamento com o seu amigo, mesmo que ele tenha morrido. A morte do corpo não precisa interferir na dinâmica do relacionamento em sua mente. “Uma lição muito difícil” – e uma que o ego definitivamente não quer que nós aprendamos. O ego quer que você aprenda que não há nada que você é capaz de fazer sobre a sua culpa, porque o seu amigo está morto.
O que tudo isso significa é que você ainda tem uma mente dividida e que você (e todos nós) está passando por um processo de transição do ego para Jesus como o seu professor. Nós vamos e voltamos. A ideia não é se julgar, nem mesmo analisar o que aconteceu. É simplesmente natural (antinatural, na verdade) que nós tenhamos medo de estar em paz e, portanto, nós faremos coisas que nos levam ao estado oposto. Ao não dar muita importância a isso, você afrouxará o controle sobre o seu ego e, consequentemente, estará menos inclinado a recorrer a comportamentos autodestrutivos. Não se julgar significa que você está se perdoando e o perdão é a única resposta que leva à paz.
Quem dá o último passo?
P #1053: Se Deus não deixar de dar o “último passo”, quem ou o que está dando esse passo que nós deveríamos nos abster de dar?
R: Deus não pode deixar de dar o último passo. Na verdade, existe apenas um passo e Ele já o deu. Parece que nós estamos em uma jornada com múltiplos passos apenas porque o nosso medo do despertar é muito grande. Portanto, nós prosseguimos suavemente, “passo a passo”, pelo processo de cura [healing]. Para acomodar o nosso medo e a nossa resistência, Jesus usa uma expressão tal como “Deus dando um passo porque isso nos afeta”. Como nós pensamos em termos de tempo linear e acreditamos que a separação foi consumada, nós percebemos a necessidade de um processo gradual de desfazer. A nossa única preocupação são os passos de perdão que nos são pedidos. Nós nem precisamos nos abster do último passo. Ele é um dado adquirido, uma vez que os bloqueios de resistência sejam removidos. No final, nós despertaremos do sonho da separação e nos lembraremos do primeiro e único passo que Deus deu ao criar o Seu Filho. Esse é o significado do que Jesus nos diz no Texto:
“Pois Deus dará o último passo prontamente, quando tiveres encontrado o mundo real e estiveres pronto para Ele.” (T-17.II.4:5)
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Imagem Perdoar-Perdao.jpg – 29 de julho de 2025 – Foto PO
Bibliografia da OREM3:
Livro “Um Curso em Milagres” – Livro Texto, Livro de Exercícios e Manual de Professores. Fundação para a Paz Interior. 2ª Edição – copyright© 1994 da edição em língua portuguesa.
Artigo “Helen and Bill’s Joining: A Window Onto the Heart of A Course in Miracles” (tradução livre: A União de Helen e Bill: Uma Janela no Coração de Um Curso em Milagres”) – Robert Perry, site: https://circleofa.org/
E-book “What is A Course in Miracles” (tradução livre: O que é Um Curso em Milagres) – Robert Perry.
E-book “Autobiography – Helen Cohn Schucman, Ph.D.” – Foundation for Inner Peace (tradução livre: Autobiografia – Helen Cohn Schucman, Ph.D., Fundação para a Paz Interior).
Livro “Uma Introdução Básica a Um Curso em Milagres”, Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Livro “O Desaparecimento do Universo”, Gary R. Renard.
Livro “Absence from Felicity: The Story of Helen Schucman and Her Scribing of A Course in Miracles” (tradução livre: “Ausência de Felicidade: A História de Helen Schucman e Sua Escriba de Um Curso em Milagres”) – Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Artigo “A Short History of the Editing and Publishing of A Course in Miracles” (tradução livre: Uma Breve História da Edição e Publicação de Um Curso em Milagres” – Joe R. Jesseph, Ph.D. http://www.miraclestudies.net/history.html
E-book “Study Guide for A Course in Miracles”, Foundation for Inner Peace (tradução livre: Guia de Estudo para Um Curso em Milagres, Fundação para a Paz Interior).
Artigo “The Course’s Use of Language” (tradução livre: “O Uso da Linguagem do Curso”), extraído do livro “The Message of A Course in Miracles” (tradução livre: “A Mensagem de Um Curso em Milagres”) – Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Artigo Who Am I? (tradução livre: Quem Sou Eu?) – Beverly Hutchinson McNeff – Site: https://www.miraclecenter.org/wp/who-am-i/
Artigo “Jesus: The Manifestation of the Holy Spirit – Excerpts from the Workshop held at the Foundation for A Course in Miracles – Temecula CA” (tradução livre: Jesus: A Manifestação do Espírito Santo – Trechos da Oficina realizada na Fundação para Um Curso em Milagres – Temecula CA) – Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Livro “Quantum Questions” (tradução livre: “Questões Quânticas”) – Ken Wilburn
Livro “Um Retorno ao Amor” – Marianne Williamson.
Glossário do site Foundation for A Course in Miracles (tradução livre: Fundação para Um Curso em Milagres), do Dr. Kenneth Wapnick, https://facim.org/glossary/
Livro Um Curso em Milagres – Esclarecimento de Termos.
Artigo “The Metaphysics of Separation and Forgiveness” (tradução livre: “A Metafísica da Separação e do Perdão”) – Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Livro “Os Ensinamentos Místicos de Jesus” – Compilado por David Hoffmeister – 2016 Living Miracles Publications.
Livro “Suplementos de Um Curso em Milagres UCEM – A Canção da Oração” – Helen Schucman – Fundação para a Paz Interior.
Livro “Suplementos de Um Curso em Milagres UCEM – Psicoterapia: Propósito, Processo e Prática.
Workshop “O que significa ser um professor de Deus”, proferido pelo Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D..
Artigo escrito pelo escritor Paul West, autor do livro “I Am Love” (tradução livre: “Eu Sou Amor”), blog https://www.voiceforgod.net/.
Artigo “The Beginning Of The World” (tradução livre: “O Começo do Mundo”) – Dr Kenneth Wapnick.
Artigo “Duality as Metaphor in A Course in Miracles” (tradução livre: “Dualidade como Metáfora em Um Curso em Milagres”) – Um providencial e didático artigo, considerado pelo próprio autor como sendo um dos artigos (workshop) mais importantes por ele escrito e agora compartilhado pelo Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Artigo “Healing the Dream of Sickness” (tradução livre: “Curando o Sonho da Doença” – Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Livro “The Message of A Course in Miracles – A translation of the Text in plain language” (tradução livre: “A mensagem de Um Curso em Milagres – Uma tradução do Texto em linguagem simples”) – Elizabeth A. Cronkhite.
E-book “Jesus: A New Covenant ACIM” – Chapter 20 – Clearing Beliefs and Desires – Cay Villars – Joininginlight.net© (tradução livre: “Jesus: Uma Nova Aliança UCEM” – Capítulo 20 – Clarificando Crenças e Desejos).
Artigo “Strangers in a Strange World – The Search for Meaning and Hope” (tradução livre: “Estranhos em um mundo estranho – A busca por significado e esperança”), escrito pelo Dr. Kenneth Wapnick e por sua esposa Sra. Gloria Wapnick.
Artigo “To Be in the World and Not of It” (tradução livre: “Estar no Mundo e São Ser Dele”), escrito pelo Dr. Kenneth Wapnick e por sua esposa Sra. Gloria Wapnick.
Site https://circleofa.org/.
Livro “A Course in Miracles – Urtext Manuscripts – Complete Seven Volume Combined Edition. Published by Miracles in Action Press – 2009 1ª Edição.
Tradução livre do capítulo Urtext “The Relationship of Miracles and Revelation” (N 75 4:102).
Artigo “How To Work Miracles” (tradução livre “Como Fazer Milagres”), de Greg Mackie https://circleofa.org/library/how-to-work-miracles/.
Artigo “A New Vision of the Miracle” (tradução livre: “Uma Nova Visão do Milagre”), de Robert Perry https://circleofa.org/library/a-new-vision-of-the-miracle/.
Artigo “What Is a Miracle?” (tradução livre: “O que é um milagre?”), de Robert Perry https://circleofa.org/library/what-is-a-miracle/.
Artigo “How Does ACIM Define Miracle?” (tradução livre: “Como o UCEM define milagre?”), de Bart Bacon https://www.miracles-course.org/index.php?option=com_content&view=article&id=232:how-does-acim-define-miracle&catid=37&Itemid=57.
Livro “Os cinquenta princípios dos milagres de Um Curso em Milagres”, de Kenneth Wapnick, Ph.D..
Artigo “The Fifty Miracle Principles: The Foundation That Jesus Laid For His Course” (tradução livre: “Os cinquenta princípios dos milagres: a base que Jesus estabeleceu para o seu Curso”), de Robert Perry https://circleofa.org/library/the-fifty-miracle-principles-the-foundation-that-jesus-laid-for-his-course/.
Artigo “Ishmael Gilbert, Miracle Worker” (tradução livre: “Ishmael Gilbert, Trabalhador em Milagre”), de Greg Mackie https://circleofa.org/library/ishmael-gilbert-miracle-worker/.
Blog “A versão Urtext da obra Um Curso em Milagres (UCEM)” https://www.umcursoemmilagresurtext.com.br/.
Blog “Course in Miracles Society – CIMS – Original Edition” https://www.jcim.net/about-course-in-miracles-society/.
Site Google tradutor https://translate.google.com.br/?hl=pt-BR.
Site WordReference.com | Dicionários on-line de idiomas https://www.wordreference.com/enpt/entitled.
Artigo “The earlier versions and the editing of A Course in Miracles” (tradução livre: “As versões iniciais e a edição de Um Curso em Milagres), autor Robert Perry https://circleofa.org/library/the-earlier-versions-and-the-editing-of-a-course-in-miracles/.
Livro “A Course in Miracles: Completed and Annotated Edition” (“Edição Completa e Anotada”) – Circle of Atonement.
Livro “Q&A – Detailed Answers to Student-Generated Questions on the Theory and Practice of A Course in Miracles” – Supervised and Edited by Kenneth Wapnick, Ph.D. – Foundation for A Course in Miracles – Publisher (tradução livre: “P&R – Respostas Detalhadas a Questões Geradas por Alunos sobre a Teoria e Prática de Um Curso em Milagres” – Supervisionado e Editado por Kenneth Wapnick, Ph.D. – Fundação para Um Curso em Milagres – Editora)
Artigo “The Importance of Relationships” (tradução livre: “A Importância dos Relacionamentos”), no site https://circleofa.org/library/the-importance-of-relationships/, autor Robert Perry.
Artigo: “The ark of peace is entered two by two” (tradução livre: “Na arca da paz só entram dois a dois”) – Robert Perry Site: https://circleofa.org/library/the-ark-of-peace-is-entered-two-by-two/
Artigo “Living a Course in Miracles As Wrong Minds, Right Minds, and Advanced Teachers – Part 2 of 3 – How Right Minds Live in the World: The Blessing of Forgiveness”, por Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D.
Artigo “Living a Course in Miracles As Wrong Minds, Right Minds, and Advanced Teachers – Part 1 of 3 – How Wrong Minds Live in the World: The Ego’s Curse of Specialness”, por Dr. Kenneth Wapnick.
Transcrição do vídeo do Dr. Kenneth Wapnick no YouTube, intitulado: “Judgment” (tradução livre: “Julgamento”). O artigo completo em inglês no site https://facim.org/transcript-of-kenneth-wapnick-youtube-video-entitled-judgment/.
Trechos do Workshop “The Meaning of Judgment” (tradução livre “O Significado de Julgamento”), realizado na Fundação para Um Curso em Milagres em Roscoe NY, ministrado pelo Dr. Kenneth Wapnick. O artigo completo em inglês no site: https://facim.org/online-learning-aids/excerpt-series/the-meaning-of-judgment/.
Comentários do professor de Deus Allen Watson, que transcrevemos, em tradução livre, do site Circle of Atonement (https://circleofa.org/workbook-companion/what-is-sin/).
Artigo “There is no sin” (tradução livre: “Não há pecado”), Robert Perry, site https://circleofa.org/library/there-is-no-sin/.
Artigo do Professor Greg Mackie, denominado “If God is Love Why do We Suffer?” (tradução livre: “Se Deus é Amor porque nós sofremos?”) https://circleofa.org/library/if-god-is-love-why-do-we-suffer/.
Artigo “The Ten Commandments and A Course in Miracles” (tradução livre: Os Dez Mandamentos e Um Curso em Milagres”), Greg Mackie, site https://circleofa.org/library/the-ten-commandments-and-a-course-in-miracles/.
Artigo escrito pelo Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D. e pelo Padre Jesuíta W. Norris Clarke, da Companhia de Jesus, Ph.D., sobre o livro “Um Curso em Milagres e o Cristianismo: Um Diálogo”, disponível no site http://www.miraclestudies.net/Dialogue_Pref.html.
Livro “Um Curso em Milagres e o Cristianismo: Um Diálogo”, escrito pelo Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D. e pelo Padre Jesuíta W. Norris Clarke, da Companhia de Jesus, Ph.D..
Artigo do Consultor, Escritor e Professor Rogier Fentener Van Vlissingen, de Nova Iorque, intitulado “A Course in Miracles and Christianity: A Dialogue” (“Um Curso em Milagres e o Cristianismo: Um Diálogo”), disponível no Blog Closing the Circle e acesso no link: https://acimnthomas.blogspot.com/2011/04/course-in-miracles-and-christianity.html.
Artigo sobre o livro “A Course in Miracles and Christianity: A Dialogue” (tradução livre “Um Curso em Milagres e o Cristianismo: Um Diálogo”), escrito por Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D. e o Padre Jesuíta W. Norris Clarke, da Companhia de Jesus, Ph.D. Site http://www.miraclestudies.net/Dialogue_Pref.html.
Artigo do professor Robert Perry intitulado “Do we have a chalice list?” (tradução livre: “Temos uma lista de cálice?”), acesso através do link: https://circleofa.org/2009/07/13/do-we-have-a-chalice-list/.
Artigo “The religion of the ego” (tradução livre: “A religião do ego”), Robert Perry, link https://circleofa.org/library/the-religion-of-the-ego/.
Artigo “A New Realities Interview with William N. Thetford, Ph.D.”, conduzida por James Bolen em abril de 1984. Tradução livre Projeto OREM®. Artigo em inglês https://acim.org/archives/a-new-realities-interview-with-william-n-thetford/.
Artigo “Why is sin merely a mistake?” [tradução livre “Por que o pecado é apenas um erro?”], Robert Perry, link https://circleofa.org/library/why-is-sin-merely-a-mistake/.
Artigo “What a difference a few words make” (tradução livre: “Que diferença algumas palavras fazem”), Greg Mackie, disponível no link https://circleofa.org/library/what-a-difference-a-few-words-make/.
Artigo “Near-Death Experiences and A Course in Miracles” [Experiências de Quase-Morte e Um Curso em Milagres], coescrito por Robert Perry, B.A. (Cranborne, United Kingdom) e Greg Mackie, B.A. (Xalapa, Mexico), link https://circleofa.org/library/near-death-experiences-course-miracles/.
Artigo “Near-Death Experiences and A Course in Miracles Revisited” [Experiências de Quase-Morte e Um Curso em Milagres Revisitado], escrito por Greg Mackie, link Revisitado], e pode ser acessado no link https://circleofa.org/library/near-death-experiences-and-a-course-in-miracles-revisited/.
Artigo “Watch With Me, Angels” [Vigiem comigo, anjos], Robert Perry, link https://circleofa.org/library/watch-with-me-angels/.
Artigo transcrito de Workshop apresentado pelo Dr. Kenneth Wapnick, denominado “Watching With Angels [Vigiar com anjos], link: https://facim.org/watching-with-angels-part-1/.
Artigo “How Does Projection Really Work? [Como a Projeção realmente funciona?], Robert Perry, que pode ser acessado através do link https://circleofa.org/library/how-does-projection-really-work/.
Artigo “The Practical Implications of Projection: Summary of a Class Presentation” [tradução livre: “As Implicações Práticas da Projeção: Resumo de uma Apresentação de Aula”] poderá ser acessado através do link https://circleofa.org/library/practical-implications-projection/.
Artigo “Reverse Projection: “As you see him you will see yourself” [tradução livre: “Projeção Reversa: ‘Assim como tu o vires, verás a ti mesmo’”], Robert Perry, link https://circleofa.org/library/reverse-projection-see-him-see-yourself/.
Artigo denominado “Are we living in a virtual reality” [“Nós estamos vivendo em uma realidade virtual?], Greg Mackie, link https://circleofa.org/library/are-we-living-in-a-virtual-reality/.
Artigo disponibilizado pelo site Pathways of Light, denominado “From Virtual do True Reality” [Da Realidade Virtual à Verdadeira], link https://www.pathwaysoflight.org/daily_inspiration/print_pol-blog/from-virtual-to-true-reality.
Série de artigos denominada “Rewriting the Rules of Virtual Reality” [Reescrevendo as Regras da Realidade Virtual] – partes 1 a 4, Dr. Joe Dispenza, link https://drjoedispenza.com/blogs/dr-joe-s-blog/rewriting-the-rules-of-virtual-reality-part-i.
Artigo “Commentary on What is Salvation” [“Comentário sobre O Que é Salvação”], Allen Watson, link https://circleofa.org/workbook-companion/what-is-salvation/.
Site oficial do Professor Allen Watson http://www.allen-watson.com/;
Artigo “Special Theme: What Is Salvation? [“Tema Especial: O Que É A Salvação?”], Thomas R. Wakechild, que pode ser acessado através do link http://acourseinmiraclesfordummies.com/blog/wp-content/uploads/2014/07/PDF-What-is-Salvation-with-Notes-Upload-7-15-14-ACIM-Workbook-for-Dummies.pdf.
Artigo “The Core Unit of Salvation” [A Unidade Central da Salvação], Robert Perry, link https://circleofa.org/library/the-core-unit-of-salvation/.
Artigo “ACIM Study Guide and Commentary – Chapter 5, Healing and Wholeness – Section III – The Guide to Salvation” [Guia de Estudo e Comentários ACIM – Capítulo 5 – Cura e Integridade – Seção III – O Guia para a Salvação], Allen Watson, acesso através do link http://www.allenwatson.com/uploads/5/0/8/0/50802205/c05s03.pdf.
Artigo “Commentaries on A Course in Miracles – ACIM Text, Section 1.I – Principles of Miracles” (“Comentários sobre Um Curso em Milagres – UCEM Texto, Seção 1.I – Princípios dos Milagres”), Allen Watson, site http://www.allen-watson.com/uploads/5/0/8/0/50802205/c01s01a.pdf
Artigo “A Course in Miracles: The Guide to Salvation” [Um Curso em Milagres: O Guia para a Salvação”], Sean Reagan, acesso através do link https://seanreagan.com/a-course-in-miracles-the-guide-to-salvation/.
Artigo “The Urgency of Doing Our Part in Salvation” [“A Urgência de Fazer Nossa Parte na Salvação”], Greg Mackie, acesso através do link https://circleofa.org/library/urgency-of-doing-our-part-in-salvation/.
Artigo “Shadow Figures” [figuras de sombra], Robert Perry, acesso através do link https://circleofa.org/library/shadow-figures/.
Artigo-estudo intitulado “Shadows of the Past” [Sombras do Passado], Allen A. Watson, acesso através do link http://www.allen-watson.com/allens-text-commentaries.html.
Recomendamos o site The Pathways of Light Community, para reforços no processo de estudo: https://www.pathwaysoflight.org.
Artigo sobre o Capítulo 17: O Perdão e o Relacionamento Santo – Seção III: Sombras do passado; pode ser acessado através do link: https://www.pathwaysoflight.org/acim_text/print_acim_page/chapter17_section_iii.
Transcrição de palestra do professor David Hoffmeister, estudante, pesquisador e eminente divulgador de UCEM, durante a Conferência “A Course in Miracles – ACIM” [“Um Curso em Milagres”], no mês de fevereiro de 2007, acesso através do link https://awakening-mind.org/resources/publications/accepting-the-atonement-for-yourself/. As diversas palestras do professor David podem ser acessadas, em inglês, no site https://acim-conference.net/past-acim-conferences/.
Trechos do workshop realizado na Fundação para Um Curso em Milagres (Foundation for A Course in Miracles), em Roscoe, Nova Iorque, denominado “Regras para decisões”, Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D., no link https://facim.org/online-learning-aids/excerpt-series/rules-for-decision/.
Artigo “Levels of Mind: Looking at the ‘Layers’ of Mind that form Perception” (“Níveis da Mente: Olhando para as ‘Camadas’ da Mente que formam a Percepção”), Site https://miracleshome.org/publications/levelsofmind.htm.
Artigo “To Desire Wholly is to Be” (“Desejar Totalmente é Ser”), do professor David Hoffmeister. Site: https://miracleshome.org/supplements/todesirewholly_171.htm.
Artigo “The Glory of Who We Really Are” [“A glória de quem nós realmente somos”], do professor Greg Mackie. Site: https://circleofa.org/library/the-glory-of-who-we-really-are/?inf_contact_key=2c1c99e05ff3c25330a7916d84d19420680f8914173f9191b1c0223e68310bb1.
Artigo “The difference between horizontal and vertical perception”, Paul West (16/09/2019). Site https://www.voiceforgod.net/blogs/acim-blog/the-difference-between-horizontal-and-vertical-perception.
Artigo “The Holy Relationship: The Source of Your Salvation [“O Relacionamento Santo: A Fonte de Sua Salvação”], Greg Mackie. Site Circle of Atonement, https://circleofa.org/library/holy-relationship-source-of salvation/?inf_contact_key=791ef4a4c578a34f45d28b436fec486d680f8914173f9191b1c0223e68310bb1.
Artigo “On Becoming the Touches of Sweet Harmony – The Holy Relationship as Metaphor – Part 1 and Part 2” [“Sobre se Tornar os Realces da Amena Harmonia – O Relacionamento Santo como Metáfora – Parte 1 e Parte 2”], 1º de junho de 2018, Volume 22 Nº 2 – Junho 2011, Dr. Kenneth Wapnick, Ph.D. Site https://facim.org/becoming-touches-sweet-harmony-holy-relationship-metaphor/.
Livro “Your Immortal Reality: How to Break the Cycle of Birth and Death” (tradução livre: “A Sua Realidade Imortal: Como Quebrar o Ciclo de Nascimento e Morte), de autoria de Gary R. Renard.
Fonte de consulta para a tradução dos Dez Mandamentos em português: https://biblia.com.br/perguntas-biblicas/quais-sao-os-10-mandamentos-e-onde-os-encontramos-na-biblia-cl/.
Artigo “Summary of the Thought System of “A Course in Miracles” [Resumo do Sistema de Pensamento de “Um Curso em Milagres”]. Links https://facim.org/summary-of-the-thought-system-of-a-course-in-miracles-part-1/; https://facim.org/summary-of-the-thought-system-of-a-course-in-miracles-part-2/.
Artigo “Miracles boomeritis” [Boomerite dos Milagres], Robert Perry, https://circleofa.org/library/miracles-boomeritis/.
Livro “Boomerite: Um romance que tornará você livre” [na versão em português; “Boomeritis: A Novel That Will Set You Free”, na versão original em inglês].
Artigo “A brief summary of “The obstacles to peace” [“Um breve resumo de “Os obstáculos à paz”], Robert Perry, site Circle of Atonement, link https://circleofa.org/library/brief-summary-obstacles-to-peace/.
Artigo “A Course in Miracles and ‘The Secret’” [“Um Curso em Milagres e ‘O Segredo’”], Greg Mackie. Site https://circleofa.org/library/a-course-in-miracles-and-the-secret/.
Artigo “How can the Course help us cope with a financial crisis” [“Como o Curso pode nos ajudar a lidar com uma crise financeira?”], Greg Mackie. Site https://circleofa.org/library/course-help-cope-with-financial-crisis/.
Artigo “True Empathy” [“A Verdadeira Empatia”], autor Robert Perry. Site https://circleofa.org/library/true-empathy/.
Artigo: “I NEED BE ANXIOUS OVER NOTHING”, autor Greg Mackie. Site: https://circleofa.org/library/carefree-life/;
Artigo “16-POINT SUMMARY OF THE TEACHING OF A COURSE IN MIRACLES”, autor Robert Perry. Site: https://circleofa.org/library/creation-by-god/
Livro “365 Days Through A Course in Miracles – A Daily Devotional”, de Jeff Nance.
Artigo ‘The Introduction to the Workbook’, de Allen Watson. Site: https://circleofa.org/workbook-companion/the-introduction-to-the-workbook/
Vídeo do Dr. Kenneth Wapnick, abordando a afirmação do livro Texto: “Faça com que esse ano seja diferente, fazendo com que tudo seja o mesmo” ((UCEM-Urtext-T-15.XI.10:11), disponível no YouTube através do link: https://www.youtube.com/watch?v=KFNCHw_Hb5Q.
Artigo do Professor Robert Perry, denominado “THIS YEAR MAKE DIFFERENT: HOW THE COURSE WOULD HAVE US APPROACH THE NEW YEAR” [Tradução livre “Faça com que esse ano seja diferente: Como o Curso nos quer fazer abordar o Ano Novo”], disponível em inglês através do link: https://circleofa.org/library/a-different-approach-to-the-new-year/.
Livro “The Journey Home” de autoria do Dr. Kenneth Wapnick sobre a seção “The Closing of the Gap” [versão FIP do Curso: “Fechar a brecha”].
Artigo “We have the answer: Jesus’ vision of a better world and how we can achieve it” [tradução livre: ‘Nós temos a resposta: a visão de Jesus de um mundo melhor e como nós somos capazes de alcançá-lo’], escrito pelo professor Greg Mackie, disponível em Inglês no site https://circleofa.org/library/how-the-world-as-a-whole-should-be/. [Esse artigo foi coautorado pelo professor Robert Perry.]
Artigo “Course Fundamentals: The Trinity and Other Metaphysical and Theological Points of Confusion”, do professor Robert Perry. Site: https://circleofa.org/library/trinity-metaphysical-theological-points/.
Artigo “Who Can Despair When Hope Like This Is His?” (tradução livre: “Quem É capaz De Se Desesperar Quando Uma Esperança Como Essa É Dele?’], de autoria do professor Greg Mackie – 2014. Site: https://circleofa.org/library/truly-helpful-response/;
Artigo intitulado “The Social Vision Of A Course In Miracles” [tradução livre: “A Visão Social De Um Curso Em Milagres”], de autoria do professor Robert Perry, Circle of Atonement, site: https://circleofa.org/library/the-social-vision-of-a-course-in-miracles/;
Livro: “A Manual For Holy Relationship [Um Manual Para Relacionamento Santo] • The End of Death [O Fim da Morte], Volume Dois. The deeper teachings of A Course in Miracles [Os ensinamentos mais profundos de Um Curso em Milagres]”. Autora: Nouk Sanchez;
Artigo “Reality in ACIM is not non-dualistic, it is holographic” [A realidade em UCEM não é não-dualista, é holográfica]. Autor Paul West. Site: Reality in ACIM is not non-dualistic, it is holographic;
Artigo “What Is Forgiveness?” [“O Que É Perdão?”]. Site: Forgiveness – A Course In Miracles: Meditations for Students;