Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Sobre o Livro:

O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.

Sobre o Autor:

“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”

—–

—Continuação do artigo 184 – A Força Incrível Usada na Magia, De Onde Ela Vem e Alguns de Seus Usos —

—–

IV. The Two Souls of Man and the Proofs That There Are Two Instead of One

IV. As Duas Almas do Homem e as Provas Que Existem Duas Ao Invés de Uma

Conceito Cristão de um único espírito no homem. Conceito Huna de dois espíritos, consciente e subconsciente, que habitam o corpo, chamados Unihipili e Uhane. Funções e habilidades de Unihipili e Uhane. Caso 8. Força vital na “Oração da Morte” do Kahuna em relação aos dois espíritos no homem. Casos que demonstram que o medo não desempenha nenhum papel na “Oração da Morte”. A força vital (mana) possui três intensidades.

—–

“Um dos elementos mais intrigantes e radicalmente diferentes do sistema de psicologia usado pelos Kahunas tem que ser apresentado nesse ponto do relatório para que possamos continuar a discussão sobre o importantíssimo tema da força vital e do magnetismo que a acompanha.

O Dr. Brigham conseguiu aprender mais sobre os métodos mágicos usados ​​na ‘oração da morte’ no Havaí do que sobre qualquer outra prática Kahuna. Em breve, eu apresentarei um caso baseado em sua experiência, mas primeiro nós precisamos de algumas observações gerais.

Os Kahunas tinham uma série de crenças que não mantinham em segredo. Por exemplo, eles compartilhavam com o povo comum o conhecimento de que o homem possui duas almas ou espíritos, ao invés de uma só. Os primeiros missionários consideravam esse conceito ridículo e idiota, digno apenas de pagãos e selvagens. Para eles, o homem tinha apenas uma alma e a sua missão era salvá-la, se possível. Como eles chegaram ao Havaí em 1820 e o subconsciente só foi descoberto por Freud mais de meio século depois, não se pode culpá-los por rirem das crenças dos Kahunas.

Os Kahunas foram além do que a psicologia moderna alcançou (com exceção de alguns dos pensadores mais avançados, entre os quais William McDougall, mentor inicial do Dr. Rhine e pioneiro na área). Os Kahunas sabiam que o subconsciente, como nós o chamamos, era um espírito e a mente consciente outro. Eles habitam juntos no corpo, cada alma (ou espírito, ou self ou psique — chame-a como você quiser) desempenhando o seu papel na tarefa geral de viver e pensar.

Cada um de nossos dois espíritos possui as suas próprias capacidades mentais. O subconsciente (Unihipili) pode se lembrar, mas possui apenas uma capacidade de raciocínio elementar, como a de um cão ou cavalo. Por outro lado, o consciente (Uhane) não consegue se lembrar de um pensamento depois de tê-lo liberado de seu foco de atenção. Ele depende do subconsciente para recuperar qualquer pensamento necessário como memória. Às vezes, o subconsciente não consegue encontrar a memória correta quando desejada e frequentemente precisa de tempo para realizar a busca. Todos nós já tivemos a experiência de não conseguir nos lembrar de um nome e, algum tempo depois, o nome nos vir à mente de repente. A mente consciente possui, contudo, dois poderes próprios. Um deles é o poder de usar a vontade de natureza hipnótica (mais potente que a vontade elementar do subconsciente). O segundo poder é o de usar a forma mais elevada de raciocínio conhecida, o indutivo, que distingue o homem como um animal superior no reino animal.

O subconsciente aceita e reage à sugestão hipnótica (ou tratamento Mesmérico). O consciente não pode ser hipnotizado. Sob a influência da sugestão, o subconsciente, sendo em grande parte ilógico, aceitará e reagirá até mesmo a sugestões absurdas. Em apresentações teatrais baseadas em demonstrações hipnóticas, as pessoas podem ser levadas a acreditar em fatos absurdos sobre si mesmas, divertindo assim a plateia. (Infelizmente.)

Caso 8

Dados sobre o Uso da Força Vital na ‘Oração da Morte’ dos Kahunas em Relação à Crença de que o Homem Possui Dois Espíritos, o Subconsciente e o Consciente

Notas Preliminares:

Durante os meus anos no Havaí, a peça teatral ‘The Bird of Paradise’ [‘O Pássaro do Paraíso’ estava divulgando o Havaí, o seu vulcão e os Kahunas com sua ‘oração da morte’ por todo o mundo civilizado. Quase nenhum turista chegava a Honolulu sem ter assistido à peça e tomado conhecimento do uso mortal da magia pelos sacerdotes nativos.

Uma das perguntas mais frequentes dos visitantes dizia respeito à veracidade da ‘oração da morte’. Geralmente, diziam-lhes que não havia nada de verdade nisso. Ou então, eles ouviam histórias mirabolantes de mortes causadas por essa forma de magia. A verdade é que, durante vários anos, período em que eu verifiquei os dados com médicos que frequentavam o Queen’s Hospital em Honolulu, não houve um único ano em que uma ou mais vítimas dessa poderosa magia não morressem, apesar de todos os recursos de assistência oferecidos pelo hospital. E os médicos da velha guarda reconheciam os sintomas familiares ano após ano.

Havia vários tipos de Kahunas no Havaí antes que eles deixassem de entender quase completamente o conhecimento tradicional. Alguns eram pouco mais que médiuns espiritualistas. Alguns eram profetas. Alguns se dedicavam a controlar os ventos e o clima. Alguns poucos eram capazes de realizar quase qualquer aspecto da magia, seja curar [healing] ou controlar os elementos.

Entre os especialistas estavam os Kahunas, que podiam possuir diversas habilidades mágicas, mas que também eram capazes de usar a ‘oração da morte’ (anana).

A capacidade de usar a ‘oração da morte’ baseava-se em um mecanismo tão estranho e para nós tão fantástico e inacreditável, que exige um grande esforço de imaginação para entende-lo antes de entendermos todos os detalhes da tradição Kahuna.

Como eu tenho explicado, os Kahunas acreditavam que o homem possuía dois espíritos, sendo o inferior ou subconsciente ilógico e sujeito à influência da sugestão hipnótica.

Para se tornar capaz de usar a ‘oração da morte’, um Kahuna precisava herdar de outro Kahuna um ou mais espíritos subconscientes fantasmagóricos. (Ou ele poderia, se fosse suficientemente sensitivo, localizar espíritos subconscientes ou fantasmas e usar a sugestão hipnótica para capturá-los e escravizá-los.)

Nos primórdios do Havaí, prisioneiros de guerra ou outros desafortunados recebiam, por vezes, o que aparentemente era uma sugestão hipnótica potente, para que o seu espírito subconsciente, após a morte, se separasse da mente consciente e permanecesse como um fantasma, servindo de guardião em recintos sagrados de pedra ou templos nativos da forma degradada do Kahunaísmo. É provável que alguns desses desafortunados recebessem ordens para servir aos Kahunas na magia da ‘oração da morte’ após serem executados.

De qualquer forma, os Kahunas em questão possuíam um ou mais — geralmente cerca de três — desses espíritos subconscientes escravizados. Quando uma pessoa estava prestes a ser condenada à morte por meio de orações, o Kahuna invocava os seus espíritos escravizados e lhes dava ordens hipnóticas para absorver mana de alimentos e bebidas colocados sobre uma esteira no chão, cercada por objetos cerimoniais como pequenas pedras brancas e certos pedaços de madeira.

Essa mana era força vital, como a que nós temos estado discutindo. Sem dúvida, era transferida do corpo do Kahuna para os alimentos, bebidas e objetos cerimoniais, que eram chamados de papa ou ‘proibidos’. Acreditava-se que, ao retirar a mana dos alimentos e bebidas, algumas das substâncias também eram absorvidas, especialmente o álcool do gim, considerado o papa em tempos posteriores. (Lembre-se da experiência do Barão Ferson com a transferência da embriaguez de uma pessoa bêbada para si mesmo.)

Os espíritos também recebiam instruções muito específicas sobre o que deveriam fazer com essa força. Eles deveriam captar o cheiro de um fio de cabelo ou de uma peça de roupa suja pertencente à vítima pretendida e segui-lo como um cão segue um rastro. Ao alcançar a vítima, eles deveriam aguardar a oportunidade de entrar em seu corpo. Isso era possível graças ao poder de usar como um choque paralisante a sobrecarga de força vital que lhes fora concedida por seu mestre. A ordem que os espíritos eram treinados para obedecer foi registrada em um caso. Era a seguinte:

Ó Lono,
Ouve a minha voz.
Eis o desígnio:
Lança-te sobre ——— e penetra;
Penetra e envolve;
Envolve e expande-te.

As expressões ‘envolver’ e ‘expandir-se’ tinham significados diferentes dos que nós atribuímos às palavras em Inglês. O processo consistia em penetrar no corpo da vítima pretendida ou em se ligar a ele. Feito isso, a força vital da vítima era absorvida pelos espíritos invasores e armazenada em seus corpos fantasmagóricos (sobre os quais nós falaremos mais adiante). À medida que a força vital da vítima era retirada dos pés, uma dormência surgia, subindo gradualmente ao longo de três dias até os joelhos, quadris e, finalmente, o plexo solar ou coração, momento em que a vítima morria.

Após a morte tinha sido consumada, os espíritos deixavam o corpo, levando consigo as suas grandes cargas de força vital e retornavam aos seus mestres. Se a vítima tivesse sido resgatada por outro Kahuna e os espíritos enviados por ele de volta ao seu dono com ordens hipnóticas para atacá-lo, poderiam realizar tal ataque com resultados fatais. Para evitar esse perigo, um ritual mágico de purificação era geralmente realizado pelo Kahuna que enviava os espíritos (kala). Ou, como era mais comum, a pessoa que havia contratado o Kahuna para enviar a ‘oração da morte’ a outra e que havia garantido que a vítima em questão merecia uma punição tão drástica, seria considerada responsável e atacada caso outro Kahuna enviasse os espíritos de volta antes que a sua tarefa fosse concluída.

No caso de um retorno bem-sucedido de uma missão, o Kahuna ordenava que os seus escravos espirituais brincassem até esgotarem a energia vital que haviam absorvido ao matar o culpado. As brincadeiras deles geralmente assumiam a forma do que chamaríamos de ‘atividades poltergeist’. Eles moviam ou arremessavam objetos, faziam barulhos altos e criavam um verdadeiro caos. O Dr. Brigham certa vez ouviu uma grande comoção na cabana de um Kahuna à noite e, posteriormente, foi informado de que espíritos estavam se comportando dessa maneira.

Nenhuma das explicações usuais para a ‘oração da morte’, como o uso de um veneno misterioso ou ‘morrer de medo supersticioso’, era verdadeira. Quase nunca a vítima sabia que estava prestes a ser morta por magia.

Para ilustrar isso, permitam-me contar dois casos em que o medo não teve qualquer influência.

Os Casos:

(A) Um jovem Irlandês chegou a Honolulu com o primeiro dos táxis modernos. Ele era rude e destemido, tinha cabelos ruivos e não temia nada.

Em pouco tempo na cidade, ele conseguiu fazer com que uma bela Havaiana se apaixonasse tanto por ele que ela rompeu o noivado com um rapaz Havaiano. A avó da moça fez o possível para acabar com o novo romance, pois acreditava que o Irlandês não tinha boas intenções. Ela chegou ao ponto de fazer ameaças veladas de que o céu o castigaria se ele não deixasse a moça em paz.

Naturalmente, o Irlandês não temia o céu. Ele era bastante adepto da atitude científica e provavelmente estava acostumado às ameaças fúteis de mães e avós irritadas. É certo que tais ameaças não teriam o menor efeito sobre ele. Um dia, os seus pés ‘adormeceram’. Ele fez o possível para resolver o problema, mas a dormência e o formigamento foram subindo lentamente. Em um único dia, ele passou pelas mãos de dois médicos e acabou no hospital.

Todos os esforços foram feitos para descobrir a causa do mal, mas nenhuma causa foi encontrada e nenhum tratamento surtiu efeito. Em cinquenta horas, o formigamento havia chegado à sua cintura. Quando vários médicos se interessaram pelo caso, incluindo um amigo meu, começaram as hesitações e a suspeita. Um médico experiente, que havia atuado por muito tempo nas Ilhas, foi chamado. Ele reconheceu imediatamente os sintomas como sendo os da ‘oração da morte’.

Tomando o paciente em mãos, ele o interrogou atentamente e logo soube da história da menina. Mais perguntas trouxeram à tona a lembrança das ameaças da avó, que o menino considerou bobagens e sem importância para o diagnóstico de sua estranha doença. Sem dizer nada, o sábio doutor partiu para visitar a avó. Mais tarde, relatou o conteúdo da conversa que teve com ela.

‘Eu sei que a senhora não é uma Kahuna e não teve nada a ver com esse caso, vovó’, disse o doutor. ‘Mas, como amigo, você poderia me dizer se você pensa que alguma coisa poderia ser feita para salvar o homem?’

‘Bem’, disse a Avó, ‘eu não sei nada sobre o assunto e não sou nenhuma especialista, como você sabe. Mas eu penso que se o homem prometesse pegar o próximo navio para a América e nunca mais voltar, nem mesmo escrever uma carta, ele poderia se recuperar.’

‘Eu garanto que ele fará exatamente isso’, disse o médico.

‘Tudo bem’, disse a Avó, imperturbável.

A situação teve que ser explicada repetidas vezes ao Irlandês incrédulo, mas quando finalmente ele entendeu a ideia, ficou apavorado e disposto a aceitar quaisquer termos. Isso foi no início da tarde. Naquela noite, ele já estava de pé novamente e conseguiu embarcar em um navio Japonês rumo à ‘Costa’.

(B) Eu apresentarei o próximo caso conforme eu o transcrevi de minhas anotações logo após uma noite com o Dr. Brigham. Eu usarei as suas palavras o mais fielmente possível.

‘Eu fui a Napoopoo, na Ilha Grande’, disse o Dr. Brigham, ‘logo após a construção do Museu. Eu queria escalar o Mauna Loa para coletar plantas nativas. Isso seria uma viagem de três semanas com guias nativos e uma caravana de mulas.

‘Em Napoopoo, eu passei cinco dias reunindo homens e animais de carga, mas finalmente parti com quatro Havaianos e oito cavalos e mulas. O tempo estava bom e, além das dificuldades usuais daquela época, quando as trilhas eram praticamente inexistentes, nós nos saímos muito bem.

‘Eu havia chegado à região árida acima das florestas tropicais e estava a caminho da cratera do Mauna Loa quando um dos meus rapazes adoeceu. Ele era um rapaz forte de vinte anos. Eu o deixei para trás com um homem para cuidar dele e continuei até o cume, pensando que era a altitude que o estava incomodando e que ele logo ficaria bem.

‘Nós passamos o dia na cratera e voltamos ao acampamento mais baixo, onde encontramos o rapaz doente, no início da noite. Ele estava estendido em um cobertor, fraco demais para se levantar. Eu decidi transferi-lo para um nível mais baixo na manhã seguinte e estava prestes a me sentar para jantar quando um dos homens mais velhos veio até mim.

‘Aquele rapaz está muito doente, disse ele. Então, depois de muita enrolação, eu descobri que os Havaianos haviam decidido que ele estava sendo levado à morte por meio de orações. Eu demorei a acreditar, mas fui até o rapaz e o questionei.

‘Você pensa que estão matando você por meio de orações? Eu perguntei.

‘Não! Não! Ele ficou imediatamente apavorado à beira da morte. Em seguida, eu perguntei se ele tinha algum inimigo que pudesse querer matá-lo. Ele não conseguiu pensar em ninguém e estava ansioso para que eu dissesse que ainda pensava que era a altitude que o estava incomodando.

‘Eu fiz outro exame, mais minucioso, mas não encontrei nada significativo, exceto os sintomas usuais de paralisia lenta dos membros inferiores e risco iminente de colapso, todos sintomas característicos da oração da morte. Finalmente, eu me convenci de que o velho estava certo e que algum Kahuna estava agindo. Quando eu admiti isso, todos os homens ficaram apavorados. Pelo que eles sabiam, todo o grupo poderia ser morto.

‘Eu me voltei para a minha refeição e fiquei refletindo sobre as coisas. Enquanto isso, um dos homens continuava interrogando o garoto. Depois de um tempo, ele conseguiu algumas informações interessantes. A casa do garoto ficava no lado leste do Havaí, em uma pequena vila isolada em um vale estreito que dava para o mar. Havia poucos atrativos para os haoles (brancos) na vila e o seu velho Kahuna se esforçava para manter o povo isolado e vivendo à moda antiga. Entre outras coisas, ele os havia ordenado a não ter nenhum contato com os haoles, sob pena de serem mortos por orações. O garoto havia saído de casa e ido morar em Kona alguns meses antes. Ele quase havia se esquecido da ordem.

‘Até a minha chegada a Napoopoo, o garoto havia vivido exclusivamente com os seus amigos Havaianos e não tinha tido contato com homens brancos — pelo menos não em termos comerciais. Quando eu estava contratando homens para a minha viagem à montanha, ele se juntou a mim sem hesitar. Não lhe ocorreu que a ordem ainda valesse fora de sua vila.

‘Ao ouvir essas coisas, eu fiquei cada vez mais furioso. O meu temperamento não era melhor naquela época do que é agora quando alguém fere os meus amigos. Eu fiquei sentado ali desejando poder tocar no Kahuna e também encarando o fato de que o meu trabalho teria que parar se o garoto morresse e eu tivesse que levá-lo até a costa.

‘Enquanto eu refletia sobre o assunto, o velho veio até mim como porta-voz dos outros e fez uma sugestão perfeitamente natural. Ele educadamente chamou a minha atenção para o fato de que todos os Havaianos sabiam que eu era um grande Kahuna e até mesmo um caminhante sobre brasas. Para ele, parecia simples o suficiente que eu resolvesse a situação rezando para que o Kahuna morresse e salvasse o menino.

‘Os homens esperavam ansiosamente e eu podia ver em seus olhos a confiança de que eu impediria a oração de morte e que tudo ficaria bem. Da minha parte, eu estava encurralado. Eu havia blefado por anos e agora o meu blefe havia sido descoberto. Eu estava muito desconfortável. Se eu me recusasse a fazer o óbvio, eles teriam certeza de que eu estava com medo do Kahuna e não do homem forte que eu fingia ser.

‘Agora eu sempre tive um orgulho considerável e ao pensar em mostrar o que poderia ser confundido com a pluma branca [símbolo tradicional de covardia…] aos meus homens, eu decidi ali mesmo tentar enviar a oração de morte de volta ao Kahuna. Essa é talvez a coisa mais fácil que um mago amador poderia ser chamado a fazer. O feitiço havia sido iniciado e os espíritos treinados enviados. Tudo o que eu tinha que fazer era usar os argumentos de sempre para convencer aquelas criaturas sem cérebro a ficarem do meu lado e então usar toda a minha força de vontade para enviá-las de volta e fazê-las atacar o Kahuna. Eu senti que seria relativamente fácil, já que o garoto não havia cometido nenhum pecado de fato.

‘Eu estava longe das folhas de ti que geralmente são passadas sobre a vítima como parte da cerimônia para ajudar a expulsar os espíritos, mas eu nunca as considerei realmente necessárias. Além disso, eu estava com raiva e impaciente. Eu me levantei e disse aos homens: ‘Vocês todos sabem que eu sou um Kahuna muito poderoso?’ Eles concordaram com o maior entusiasmo. ‘Então observem’, eu rosnei. Com isso, fui até o garoto e comecei a trabalhar.

‘O truque é apresentar um argumento tão astuto que faça os espíritos pensarem que o seu mestre deve ser um demônio para enviá-los para matar alguém tão puro e inocente. Eu sabia que se conseguisse convencê-los e levá-los a um estado emocional elevado, prontos para a revolta, eu teria sucesso. Claro, eu tinha que arriscar que o Kahuna tivesse se purificado (kala-ed); mas eu pensei que improvável, pois ele não teria medo de que eu rejeitasse a sua oração de morte. Eu duvidava que ele já tivesse ouvido falar de mim daquele lado da Ilha.

‘Eu fiquei de pé sobre o menino e comecei a apresentar argumentos aos espíritos. Eu era mais persuasivo que um político. Eu os elogiei e disse-lhes como eram bons rapazes, como eram merecedores e inteligentes. Aos poucos, eu fui lhes explicando como era triste que tivessem sido escravizados por um Kahuna, ao invés de poderem seguir para o belo paraíso que os aguardava. Eu expliquei exatamente como haviam sido capturados e subjugados pelo Kahuna. Eu lhes contei como o menino era puro, inocente e bom e como o Kahuna era obscuro e vil. Eu ainda considero esse argumento uma obra-prima. Os Havaianos soluçavam de vez em quando enquanto eu descrevia a condição patética dos espíritos.

‘Finalmente, eu decidi que eu precisava preparar os espíritos para ‘despedaçar’ [alusão à música Limb From Limb…] o Kahuna. Eu estava pronto para ordenar que retornassem e o visitassem com dez vezes a punição que ele havia ordenado ao menino. Naquela época, eu era capaz de rugir como ninguém. Ainda eu sou! [O doutor jogou a cabeça para trás e soltou um rugido que fez a casa tremer.] Bem, eu dei as minhas ordens nesse tom. Eu gritei tão alto que eu assustei os animais da carga. Os homens recuaram apressadamente e o menino choramingou como uma criança assustada.

‘Foi um esforço supremo, mental, emocional e físico, da minha parte. Eu coloquei cada partícula de vontade e concentração naquela ordem. Depois de repeti-la três vezes, eu me sentei ao lado do menino, tremendo e encharcado.

‘Eu continuei com a mente firmemente focada no projeto em mãos, sem jamais permitir que ela vacilasse em minha determinação inabalável de garantir que os espíritos obedecessem às minhas ordens. A luz se dissipou e as estrelas surgiram. O menino jazia em silêncio, à espera. De uma distância segura, os homens me observavam com rostos ora expectantes, ora refletindo um medo terrível do invisível. Por vezes, o ar ao nosso redor parecia vibrar com a fúria de algum conflito sobrenatural de forças.

‘A hora mais longa da história estava quase no fim quando, de repente, eu senti uma sensação estranha. Era como se a tensão no ar tivesse desaparecido num instante. Eu respirei fundo. Alguns minutos depois, eu ouvi um sussurro do menino: ‘Wawae… maikai’ (Pernas… boas).

‘Eu quase gritei de triunfo enquanto eu começava a massagear os membros trêmulos, que pareciam reagir como se tivessem sido congelados e estivessem gradualmente se aquecendo novamente. Aos poucos, a circulação foi restaurada e os dedos dos pés começaram a se mexer. Os homens se aglomeraram ao meu redor para me parabenizar timidamente. Foi o ponto alto da minha carreira como Kahuna. Em uma hora, o menino já estava de pé, comendo o seu poi.

‘Mas essa não é o fim da história. Eu tinha a agradável convicção de que havia matado algo mortal. Eu queria verificar o meu desempenho e ver o que tinha acontecido com o Kahuna. Eu decidi encurtar a minha viagem para poder ir até a aldeia do menino — a coleta tinha sido menos bem-sucedida do que eu esperava, de qualquer forma.

‘Nós percorremos o terreno rapidamente nos poucos dias que nós passamos nos cumes das montanhas. Nós acampamos uma noite no lago em Mauna Kea e exploramos a cratera de Mauna Loa. Nós passamos calor durante o dia e congelamos à noite.

‘Em tempo oportuno, nós partimos para as terras baixas no lado norte das montanhas. A água era mais fácil de encontrar, mas o terreno era bastante acidentado e as florestas densas. Finalmente, porém, nós chegamos ao oceano e encontramos uma trilha que nos levou ao longo dos penhascos, subindo e descendo vales e ravinas. Sempre nós seguimos o mar.

‘No final de uma tarde, nós saímos cambaleando do mato e chegamos a uma clareira em um belo vale. Uma Mulher idosa e uma menina estavam trabalhando em uma plantação de taro quando nós passamos. Elas nos olharam, a mim e ao menino e saíram correndo e gritando à nossa frente. Nós seguimos as mulheres e logo chegamos a um conjunto de casas de palha. Não havia uma única pessoa à vista. Eu me sentei do lado de fora da grande cabana onde o Kahuna havia morado e esperei enquanto o menino ia ver se encontrava alguém.

‘Eu o ouvi gritar por um tempo e depois tudo ficou em silêncio por vários minutos. Logo ele voltou com notícias. Na noite em que eu enviei a oração fúnebre ao Kahuna, ele estava dormindo. Ele tinha acordado com um grito e correu para pegar folhas de ti e começou a se abanar para afastar os espíritos. Entre suspiros, ele contou ao povo o que havia acontecido. Ele havia se esquecido de fazer kala e o Kahuna branco se aproveitou da situação. Em pouco tempo, ele caiu no chão e ficou lá gemendo e espumando pela boca. Ele estava morto pela manhã.

‘O povo tinha certeza de que eu viera para exterminar toda a aldeia. Disse ao menino para voltar e contar que eu havia me vingado e que, se eles se comportassem, eu os consideraria meus amigos.

‘Nós esperamos algum tempo até que o chefe voltasse com o seu rebanho. Ele não estava nada contente e a maioria das mulheres estava apavorada. No entanto, eu logo as tranquilizei e em pouco tempo nos tornamos grandes amigos. Na verdade, elas pareciam me considerar um bom sujeito. Ninguém pareceu se ressentir por eu ter matado o Kahuna delas — para elas, aquilo fazia parte do jogo.

‘Alguns dos cavalos estavam exaustos, então nós aceitamos o convite para ficar e sermos festejados. Nos ofereceram um luau (banquete), que, considerando a pobreza da aldeia, não era nada mal. Eles não tinham porcos, mas o cachorro estava delicioso — alimentado com poi. Eu nunca gostei de cachorro, mas como um Kahuna de pleno direito, eu não hesitei mais. Nós nos separamos como irmãos de sangue.

‘A única coisa que nunca eu consegui entender sobre o assunto é o seguinte: o velho Kahuna descobriu que eu havia contratado o garoto — e por meios psíquicos — mas ele não descobriu que eu havia me tornado Kahuna e estava enviando a oração dele de morte de volta para ele. A única explicação que eu encontro é que ele deve ter se recolhido ao anoitecer e ido dormir imediatamente.

‘Outra coisa que parece certa é que o Kahuna pertencia a uma classe bastante poderosa. Somente aqueles que dominam a arte deles conseguem enxergar à distância. Por que ele não tinha previsto o futuro, eu não sei dizer, a não ser que ele não fosse capaz disso.’

Comentário:

Existe outro método Kahuna de causar a morte por magia, conhecido como kuni ou a queima. Parece ser um método raramente usado antigamente, mas dizia-se que consistia no rito de queimar um fio de cabelo ou outra parte do corpo da vítima e lançar as cinzas ao mar. Eu não tenho dados confiáveis ​​para oferecer sobre esse assunto e simplesmente o menciono de passagem para evitar que haja alguma coisa importante nessa prática que investigadores posteriores possam negligenciar se não for mencionado.

Os Kahunas acreditavam que matar uma pessoa por magia dependia de a vítima ter ou não um profundo sentimento de culpa causado por erros cometidos contra outros. Tal sentimento de culpa (complexo) tornava o ataque da Unihipili ou de espíritos subconscientes bem-sucedido. Sem esse sentimento de culpa, o subconsciente da vítima conseguiria repelir os espíritos atacantes.

Ao longo dos séculos, tem sido praticado (ou se tentou) uma forma de magia que consistia em criar uma boneca ou imagem da vítima pretendida e, em seguida, cravar alfinetes na imagem, um alfinete novo a cada dia. A ideia era estabelecer algum tipo de conexão empática com a vítima e, assim, desencadear uma reação mágica que causaria a morte com o tempo. Embora essa prática possa ter pouca eficácia, não pode ser descartada com desprezo. Nós nos encontramos na vanguarda da exploração de um campo ainda não totalmente desbravado. Nós temos que considerar todas as fontes de informação possíveis para não negligenciarmos alguma pista importante para o entendimento completo de fenômenos como a cura [healing] instantânea.

A força vital ou mana dos Kahunas possui três intensidades. Se for de natureza elétrica, como têm demonstrado os experimentos modernos, nós podemos afirmar com segurança que as três intensidades de mana conhecidas pelos Kahunas equivalem a três voltagens.

As palavras Kahuna para as três voltagens eram mana, para a baixa voltagem usada pelo espírito subconsciente e mana-mana para a voltagem mais alta usada pelo espírito consciente como ‘vontade’ ou força hipnótica. Havia uma voltagem ainda mais alta conhecida como mana-loa ou ‘força mais forte’ e acreditava-se que essa era usada apenas por um espírito supraconsciente associado aos dois espíritos menores para completar o homem trino.

As palavras Kahuna para as três voltagens eram mana, para a baixa voltagem usada pelo espírito subconsciente e mana-mana para a voltagem mais alta usada pelo espírito consciente como “vontade” ou força hipnótica. Havia uma voltagem ainda mais alta conhecida como mana-loa ou “força mais forte”, e acreditava-se que esta era usada apenas por um espírito superconsciente associado aos dois espíritos menores para completar o homem trino.

Estudos modernos da eletricidade vital têm sido feitos conectando fios à pele do corpo e ao couro cabeludo e usando instrumentos muito sensíveis para medir as descargas elétricas conduzidas pelos fios.

Os arquivos da revista Life, na edição de 18 de outubro de 1937, mostram algumas fotos de testes com tabelas e gráficos. Foram encontradas duas voltagens de eletricidade: uma baixa nos tecidos do corpo e uma mais alta no cérebro. A partir disso, descobriu-se que todo pensamento envolve a atividade elétrica da voltagem mais alta da força vital.

Os Kahunas associavam todos os processos de pensamento à mana. A palavra mana-o significa ‘pensar’, sendo o ‘o’ adicionado para indicar que o processo envolve o uso da mana para produzir pensamento.

Pelo exposto, fica evidente que os antigos Kahunas eram excelentes psicólogos. Eles conheciam o subconsciente e o consciente como dois espíritos distintos e reconheciam as duas intensidades da força elétrica vital que nós chamamos de ‘ondas corporais’ [brain waves] e ‘ondas cerebrais’. Os Kahunas também conheciam um espírito supraconsciente e uma voltagem da força vital por ele utilizada, sendo essa a mais elevada. Embora esses dois últimos elementos ainda não sejam conhecidos pela ciência moderna, provavelmente o serão com o tempo. Em nossa investigação atual, há muitas evidências a serem consideradas que apontam para a correção da psicologia Kahuna. (Deve-se sempre lembrar que o sistema de psicologia Kahuna, mesmo que não seja completo e preciso em seus mínimos detalhes, possibilitou coisas como caminhar sobre brasas. Era um sistema funcional e não podemos nos acomodar até nós encontrarmos um igualmente funcional.)

A força vital, ou a força magnética gerada pela presença da força vital nos tecidos corporais, tem sido demonstro exercer outros efeitos curiosos sobre diversas coisas.

Experimentos realizados na França com um famoso médium mostraram que a decomposição de carne e peixe podia ser impedida ao serem seguradas nas mãos e submetidas a um processo de ‘magnetização’. Laranjas e outras frutas, assim como vegetais, tratados dessa forma, não apodreciam, mas secavam lentamente.

Outros experimentos mostraram que a energia vital podia ser armazenada por um tempo em diversas substâncias, como madeira, papel e tecido. A água absorvia e armazenava cargas. O vidro, não.

—–

—Continua no artigo 186 – O Sistema Kahuna e as Três “Almas” ou Espíritos do Homem, Cada Um Utilizando A Sua Própria Voltagem de Força Vital. Esses Espíritos em União e em Separação —

—–

Imagem: pexels-maahidphotos-2852405 26.03.26

—–

Referências bibliográficas da OREM1

Alan Strong Dr. Artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Amazing Women In History Artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/;

Amelia Bennett – Artigo: “Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance” [“Significado de Pono: O Poderoso Caminho Havaiano para o Equilíbrio”]. Autora: Amelia Bennett. Publicado em 7 de março de 2025. Site: Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance;

Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Amy Thakurdas, PhD – Artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;

Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;

André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;

Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;

Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Deborah King Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;

Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;

Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;

Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;

“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).

Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].

Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;

Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review

Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo vo
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

Write A Comment