Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Sobre o Livro:

O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.

Sobre o Autor:

“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”

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—Continuação do Artigo 204 – Representação Diagramática dos Corpos Sutis do Homem/Mulher—      

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A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres – Apêndice

“William Reginald Stewart, que encontrou sob a guarda de uma tribo Berbere do Norte da África a mesma sabedoria mágica secreta que os Havaianos possuíam, foi informado por sua mestra nativa de que uma linguagem especial era necessária para a discussão dos elementos da Sabedoria Secreta. Embora seja verdade que tal linguagem seja muito útil para esse propósito, nós podemos criar palavras ou combinar palavras comuns em qualquer idioma para aproximar os significados das palavras e símbolos usados ​​pelos Kahunas.

É claro que, há um século, muitas palavras ainda faltavam nas línguas modernas, tais como: força vital, subconsciente, consciente e supraconsciente.

Se hoje nós nos deparássemos com a necessidade de elaborar uma lista de termos descritivos dos vários elementos da psicologia Huna, nós sem dúvida, teríamos que recorrer a símbolos para abranger significados mais gerais, assim como fizeram os antigos descobridores da Huna. Supõe-se que os descobridores usaram poderes psíquicos de observação para chegar às suas conclusões.

Por exemplo, eles descobriram que a força eletrovital no corpo humano fluía, assim como a água. Ela seguia um fio de substância corporal sutil, como a eletricidade segue um fio ou a água segue um cano. Como água, ela também fluía em uma formação em massa pelas mãos dos curadores [healers] até os pacientes. Como uma videira, ela se dividia em seu fluxo, indo do self básico para o médio e para o Self Superior. Como a videira, que produz cachos de uvas, essa força vital ascendente e divisora ​​carregava aglomerados de formas-pensamento do self básico para o self médio ou Self Superior.

A palavra Havaiana para água é ‘wai’, que é mais curta que a palavra ‘mana’, que significa força vital, a voltagem usada pelo self básico. ‘Mana-mana’ significa ramificar-se e mover-se para cima ou para fora como uma trepadeira em crescimento. Simboliza a força vital quando elevada em voltagem e usada pelo self médio. ‘Mana loa’ traduz-se como a força vital mais forte e representa a alta voltagem da força usada pelo Self Superior. Ao usar a palavra curta ‘wai’, o Kahuna indicava a força vital de uma maneira geral, ao invés de específica.

A palavra ‘mana’, para força vital, é formada pelas raízes ‘ma’e ‘na’ combinadas. ‘Ma’ significa entrelaçar como uma trepadeira entrelaça uma árvore. A raiz ‘na’ tem um significado não totalmente claro nesse contexto, talvez um significado formativo ou um significado de ‘ing’ como em Inglês (veja ‘ana’), mas para os propósitos desse estudo é suficiente identificar na palavra ‘mana’o símbolo da trepadeira.

Cada um dos três selfs do homem tem o seu próprio corpo invisível. Esses seres eram mencionados pelos Kahunas simplesmente como corpos sutis, desconsiderando o fato de que existiam três espíritos no homem e, portanto, três tipos desses corpos invisíveis. ‘Aka’ significa sutil e ‘kino’ significa corpo, enquanto ‘lau’ significa espalhar, quatrocentos, ou significa muitos; assim, na palavra ‘kino-aka-lau’, nós temos o termo aplicado a um fantasma ou espírito, a palavra simplesmente descrevendo o fantasma como um com vários corpos sutis, portanto, um fantasma comum tendo três selfs. Outras palavras para fantasma são: ‘wai-lua’, que se traduz como ‘água-dois’, ou um fantasma comum com duas voltagens de força vital e, presume-se, os dois selfs usuais e corpos sutis. (Era costume omitir o Self Superior na construção desses termos, pois não se acreditava que ele estivesse intimamente associado, em um sentido físico, aos dois selfs mais inferiores e não era visível à visão psíquica); ‘kino-wai-lua’ se traduz como fantasma-de-duas-águas (voltagens de força vital); ‘aka-lau’ traduz como sutil (corpos)—muitos.

O exposto acima dará uma ideia de como as palavras foram construídas através do uso de palavras claramente definidas, raízes e palavras-símbolo.

Muitas das palavras usadas pelos Kahunas para descrever os elementos da Huna eram compostas por raízes combinadas que conferiam às palavras um significado geral, enquanto as raízes forneciam outros significados que descreviam a natureza da coisa nomeada no sentido mais amplo do termo. A palavra ‘aka’, para sutil, é um bom exemplo. De suas raízes, obtemos uma excelente descrição da maneira como o corpo sutil do self básico adere a todas as coisas que ele toca, desprendendo-se apenas para deixar um fio aderente de sua substância sutil que se estende a uma distância infinita e permanece como um fio condutor permanente de contato ou comunicação. Esse fio não está repleto de força vital e, por essa razão, não é ativado em condições normais.

Mas, uma vez que tal fio tenha unido uma pessoa e uma coisa, ou duas pessoas, ele pode ser ativado a qualquer momento enviando-se um fluxo de força vital ao longo dele e projetando-se uma pequena porção do corpo sutil para seguir o fio e torná-lo maior e mais forte durante os momentos de contato. (Cabe lembrar que os órgãos sensoriais podem ser projetados em parte com essa substância sutil e podem receber e enviar impressões sensoriais, ou formas-pensamento de memórias ou outras impressões podem fluir em ambas as direções, como na telepatia e na leitura da mente, ou como na oração ao Self Superior.) A raiz ‘ka’ em ‘aka’ também significa uma videira cujos ramos se estendem e se dividem, ligando o significado da palavra diretamente à ideia de que a ‘mana’ flui ao longo das massas ou fios da substância sutil. ‘Ka’ também significa irradiar como raios de sol, simbolizando a radiação em todas as direções dos inúmeros fios que conectam cada indivíduo com as pessoas e coisas que ele tocou. Um significado alternativo é o de mover-se de um lugar para outro, o que aponta para o movimento da força vital e das formas-pensamento ao longo dos ‘fios aka’. (A raiz muito semelhante ‘ka-a’ significa fio ou cordão, também um ramo de videira.) A raiz ‘ka’, duplicada para formar ‘ka-ka’, significa um cacho, como de uvas e é o símbolo do conjunto de formas de pensamento que compõem uma oração à medida que ela é movida por um fluxo de força vital ao longo de um fio sutil do self básico para o Self Superior.

A palavra para ‘pensar’ é ‘mana-o’ (ou pode ser dividida em suas raízes, resultando em ‘mana-ao’ ou ‘ma-nao’). A partir do estudo dos significados derivados das formações das raízes, percebe-se que os Kahunas acreditavam que todo pensamento envolvia o uso de ‘mana’, ou força vital, que se dividia em fluxos recíprocos entre os selfs básico, médio e Superior, mas principalmente entre o básico e o médio.

A raiz componente ‘o’ carrega o significado de carregar alguma coisa, nesse caso, formas-pensamento, em um fluxo de força vital. Ela significa também estender a mão e penetrar alguma coisa, como o corpo sutil de outro ser para quem pensamentos telepáticos são enviados, ou do Self Superior para quem as formas-pensamento de oração são projetadas. Como um símbolo, ‘o’ significa alcançar uma abertura escura, tatear, encontrar alguma coisa e retirá-la. Essa é a maneira Kahuna de simbolizar como o self médio faz com que o self básico encontre as formas-pensamento armazenadas nas memórias e as apresente ao self médio. Todo pensamento é realizado por meio da recordação de memórias. Sem memória, há pouca ou nenhuma capacidade de pensar, pois os materiais da racionalização se perdem. Outro significado para essa pequena e importante raiz é o de invocar algo desejado, como uma lembrança ou uma oração.

A raiz ‘nao’ tem um significado semelhante, particularmente o de alcançar simbolicamente um receptáculo escuro para encontrar e retirar alguma coisa. A raiz ‘na’ é frequentemente usada para substituir a raiz ‘ana’, que significa pequenas esferas de substância, sendo esse o símbolo das formas-pensamento, que são feitas de substância corporal sutil pela ação da força vital, de modo que pensar (‘m-ana-o’) inclui o trabalho de fabricar formas-pensamento permanentes que podem ser armazenadas como memórias ou duplicadas e enviadas por fios sutis em telepatia ou oração.

Devido à sua importância para a Huna, a força vital recebeu muita atenção dos descobridores da Huna ao formularem palavras definitivas. ‘Mana’ também significa força, poder, inteligência, divisão ou ramificação e, com o causativo ‘hoo’ (como ‘hoo-mana’ ou make mana [fazer mana]), adoração ou reverência. Essa última palavra, ‘hoo-mana’ ou ‘ho-mana’, tem, na realidade, pouca conexão com reverência ou adoração, sendo ambas coisas bastante estranhas aos Kahunas.

O significado de ‘o’ em ‘hoo’ era provavelmente o secreto e ‘ho’ enfatiza o significado de transferência ou transporte, apontando para o transporte de formas-pensamento nos fluxos de força vital.

‘Aho’, incluindo a mesma raiz, significa fio, cordão ou linha, assim como a palavra ‘aha’. Outro significado de ‘aho’ era paciência, sugerindo que trabalhar com os mecanismos de oração exigia muita paciência da pessoa que fazia uma oração e dependia do self básico para enviá-la por um fio sutil ao Self Superior.

A tarefa mais complexa enfrentada pelos criadores das palavras originais em Huna tem que ter sido a de unir raízes para descrever, em uma única palavra concisa, as muitas coisas que compõem o self básico e as muitas coisas que ele realiza. O resultado de seus primeiros trabalhos chegou até nós em duas palavras intercambiáveis, ‘unihipili’ e ‘uhinipili’. Dessas duas palavras, ambas significando o self básico ou subconsciente, surge um número surpreendente de descrições diretas do self em questão, bem como indicações de elementos e características não tão completamente definidos. Muitas das raízes envolvidas possuem até uma dúzia de significados. Apenas as importantes para esse estudo serão consideradas.

U: Essa raiz é uma abreviação de ‘au’, encontrada na palavra para o Self Superior, Au-ma-kua. Ela significa um ‘self’ ou espírito ou entidade, como uma unidade de consciência no nível da percepção [consciousness] separada e independente, não como parte de outra consciência no nível da percepção [consciousness]. A raiz ‘u’ também inicia a palavra para o self médio, ‘uhane’ (que possui apenas três raízes). Os significados secundários de ‘u’ (e esses são particularmente aplicáveis ​​ao self básico) são:

(1) projetar, indicativo de projeção de fios do corpo sutil e fluxos de força vital ao longo deles;

(2) impregnar, tingir ou misturar com alguma coisa mais, o que conta a história de como o self básico e o self médio estão interligados no corpo físico, bem como em seus corpos sutis;

(3) gotejar, vazar ou pingar, um gotejamento lento de água, esse significado simbolizando a produção de força vital ou mana pelo self básico e o seu uso lento no trabalho de viver e de suprir o self médio e, nos momentos de oração, o Self Superior.

Nihi: Essa raiz significa ser fino e fraco, a ponto de parecer quase quebrado. Ela incorpora a descrição simbólica dos fios sutis quando não estão cheios de força vital ou ativados — quando eles são como nada.

Hi: Aqui nós temos o símbolo do fluxo da força vital. Essa raiz significa fluir, como a água. Duplicada para formar ‘hi-hi’, o significado se torna uma videira e aponta diretamente para os outros significados contidos nos símbolos da videira e da água.

Uhi: Essa raiz dupla tem o significado de um véu, pele ou outra cobertura. Simboliza a cobertura dos selfs básicos tanto pelo corpo físico quanto pelos corpos sutis. Após a morte, os corpos sutis dos selfs básico e médio permanecem entrelaçados e atuam como uma cobertura para conter os selfs ou entidades conscientes, básico e médio, mas não o Superior.

Hini: Assim como Nihi, essa combinação de raízes transmite o significado de fino e fraco, como um fio não utilizado de substância sutil. Tem um significado secundário de falar com voz fraca, como se supõe que os fantasmas façam. (Ambas as raízes, especialmente Nihi, transmitem o significado de ação silenciosa, cuidadosa e secreta e também o de se abster de certas ações por medo de desagradar aqueles que detêm a autoridade. Isso indica a maneira como o self básico realiza grande parte de seu trabalho sem que as suas atividades sejam levadas ao conhecimento do self médio. Isso também aponta para a maneira como um complexo faz com que o self básico se abstenha de certas ações.)

Pi: Essa raiz tem vários significados, mas o importante para o entendimento do conceito Kahuna do self básico é o da água fluindo gota a gota, simbolizando a força vital no símbolo da água e, nas gotas, que são pequenas, redondas e quase invisíveis na chuva, as formas de pensamento carregadas em um fluxo de ‘mana’. A chuva tem sido usada como um símbolo que combina esse duplo significado nas orações e um significado adicional foi incluído: o de um retorno de formas-pensamento vitalizadas do Self Superior — que assumem a forma de condições ou eventos que compõem as respostas às orações.

Pili: Essa raiz tem o significado de aderir a algo, assim como o corpo sutil do self básico adere a tudo o que ele toca. Ao se afastar após o toque, os fios da substância sutil são arrancados, como quando se toca o bálsamo pegajoso em um mata-moscas. Há também o significado de se apegar a outro como servo, companheiro ou associado próximo. Essa é uma declaração muito definitiva e direta do relacionamento entre o self básico e o self médio.

A palavra para o self médio é ‘uhane’ e pela brevidade da palavra e pela pouca informação descritiva contida em suas raízes, percebe-se que os antigos Kahunas não acreditavam que o self médio possuísse muita habilidade inata além da de usar o raciocínio indutivo. Ele era o hóspede na casa corporal, o professor, guia e mestre. A raiz ‘u’ tem o significado de um self, já discutido; ‘há’ é um cano ou canal para água e indica a capacidade do self médio de receber e transmitir a força vital produzida pelo self básico; ‘ni’ significa falar ou sussurrar. Cabe observar que a capacidade de falar é peculiar aos seres humanos e os distingue do restante do reino animal. A ideia de ‘falar’ está presente nas palavras usadas para nomear tanto o self básico quanto o médio.

Au-ma-kua’, que significa Self Superior, é um de três termos, sendo os outros dois ‘akua-noho’, ou ‘o deus que habita com os homens’ e ‘akua-ulu’, ‘o deus que inspira os homens’, como quando um profeta vê o futuro e o descreve. Em ‘Au-ma-kua’, ‘au’ representa o self, também um período de tempo, um fluxo de água, uma ação da mente e uma condição na qual alguém está totalmente engajado em um determinado curso de ação ou conduta. ‘Ma’ significa entrelaçar como uma videira. ‘Kua’ é o ponto mais alto de uma terra, como uma montanha, simbolizando o Self Superior como mais superior ou mais evoluído do que os selfs médio ou básico. As raízes combinadas ‘makua’ dão o significado de pai/mãe, então nós temos na palavra completa, ‘Aumakua’, o ‘self parental mais velho e totalmente confiável’. A palavra ‘akua’ foi traduzida como ‘deus’, mas o seu significado mais próximo é o de um ser mais superior; assim, um ser considerado um degrau acima do Aumakua na escala evolutiva é chamado de ‘Akua Aumakua’. Em ‘Aumakua’, a raiz da palavra ‘akua’ se destaca claramente (‘Au-m-akua’, uma formação que pode ter dado origem à palavra ‘aum’ ou ‘om’, usada em religiões Orientais). Supõe-se que, em suas viagens desde as proximidades do Egito até os Mares do Sul, os Kahunas tenham deixado para trás algumas de suas ideias Huna ao longo do caminho.

A raiz ‘la’ faz parte de muitas palavras usadas como símbolos. Ela significa sol ou luz. Ela é o símbolo da condição normal em que um homem está livre de complexos de culpa e o seu self básico está em contato adequado com o Self Superior, entregando a esse as orações do homem, bem como a força vital a ser usada para fazer com que as ‘sementes’ ou formas-pensamento da oração ‘cresçam’ e se tornem a condição almejada. A espiritualidade (usando o termo no sentido Ocidental) é simbolizada pela luz. ‘La-a’ significa consagrar e ser sagrado. ‘A-la’ é um caminho e simboliza o caminho normal de conexão ao longo de um fio sutil que liga o indivíduo ao Self Superior. ‘Ka-la’ significa purificar cerimonialmente para remover fixações de culpa que ‘bloqueiam o caminho’. ‘Ka’ significa irradiar ou alcançar entre dois lugares e ‘la’ é a Luz; portanto, essa purificação é um processo que envolve alcançar e tocar a fonte da Luz simbólica, o Self Superior. ‘La-la’ significa ramificar ou dividir, o que aponta para a videira e para a simbologia geral da força vital, indicando a relação entre a força vital e o cordão sutil que a conecta ao Self Superior. ‘Hoo-lala’, em que a primeira raiz é a causativa, significa fazer ou lançar o alicerce para uma obra — sugerindo que uma oração com a divisão da força vital estabelece o alicerce para uma resposta à oração.

‘Ho-ano’ é traduzido como ‘reverenciar no mais alto grau’ e esse significado foi atribuído à palavra na tradução da Bíblia para o Havaiano há mais de um século. Das raízes da palavra deriva um significado bastante diferente da ideia Cristã de ‘reverência’. O significado derivado é, de ‘ho’, transferir alguma coisa de um lugar para outro e de ‘ano’, sementes. Transferir sementes simboliza o envio de formas-pensamento de oração ao longo do cordão sutil até o Self Superior. ‘Ano’ também tem o significado de ‘imediatamente’, o que conecta esse processo de oração com a cura [healing] imediata ou instantânea.

‘Hoo-la’ significa curar [to heal]. A partir de suas raízes, traduz-se como ‘causar luz’ e essa causa de luz, ou a restauração da relação normal com o Self Superior, simboliza o elemento básico da cura [healing]. Duas palavras muito semelhantes são usadas para ‘orar por alguma coisa desejada’: ‘wai-ha’ e ‘wai pa’. Em ambas, podemos ver a palavra para água, ‘wai’, simbolizando a força vital. Na primeira palavra, a raiz ‘ha’ significa o tubo ou canal por onde a água flui, mostrando que a oração é um processo no qual a força vital flui para o Self Superior e a raiz expandida ‘a-ha’ dá o significado de fio ou cordão. Na raiz ‘pa’, como usada na segunda palavra para ‘orar por alguma coisa desejada’, nós encontramos o significado de ‘dividir’, que é o símbolo da divisão ou compartilhamento da força vital entre o self básico e o Self Superior.

Existem muitas outras palavras na língua usada pelos Kahunas que contêm os significados diretos ou simbólicos de suas raízes. Pode-se concluir com segurança que um conjunto tão intimamente interligado de significados não poderia ter sido acidental. O uso moderno segue o padrão estabelecido pelos primeiros missionários no Havaí, que não conheciam a ciência da psicologia e não eram iniciados em Huna. Por essa razão, é muito natural que os estudiosos modernos da língua Havaiana se oponham às traduções de raízes usadas nesse estudo. No entanto, até que esses estudiosos também possam demonstrar por que centenas de palavras semelhantes não deveriam ter sido traduzidas de acordo com os significados de suas raízes pelos missionários e por Lorrin Andrews ao elaborar o seu dicionário em 1865, parece suficientemente seguro usar traduções de raízes, desde que os significados gerais sejam consistentes.

Existem muitas outras palavras na língua usada pelos Kahunas que contêm os significados diretos ou simbólicos de suas raízes. Pode-se concluir com segurança que um conjunto tão intimamente interligado de significados não poderia ter sido acidental.

Sem essas traduções de raízes, é impossível encontrar a menor razão para que certos significados tenham sido atribuídos a certas palavras. Como um exemplo, há a palavra para ‘profeta’, ‘ka-u-la’. Essa palavra significa uma corda, um cordão ou um barbante. Tais significados parecem totalmente estranhos ao significado secundário de ‘Profeta’, mas se alguém conhece a crença Kahuna de que um profeta recebe as suas informações sobre o futuro a partir do Self Superior, por meio de um cordão de conexão sutil, as implicações se tornam claras. A raiz ‘ka’ tem o significado familiar de alcançar de um lugar para outro como o cordão sutil. A raiz ‘kau’ significa colocar alguma coisa em um lugar elevado, como formas-pensamento de uma oração por uma visão do futuro, no corpo sutil do Self Superior. A raiz ‘la’ completa o quadro simbolizando a forma de conhecimento iluminador que vem somente do Self Superior.

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As diversas etapas nos processos Huna de cura [healing] podem ser rastreadas através dos termos usados ​​pelos Kahunas. Esses termos, quando traduzidos por seus significados raízes e com significados adicionais atribuídos pelos símbolos utilizados, fornecem uma visão da teoria, bem como da prática da cura [healing] e dos ritos relacionados.

Para curar [to heal] uma pessoa de doenças físicas ou mentais, ou para fazer com que o seu futuro mude para melhor, a etapa preliminar é a do ‘ka-la’, ou purificação da culpa e de outras fixações que bloqueiam o caminho do contato livre com o Self Superior do paciente. As mágoas causadas a outros têm que ser interrompidas e as antigas mágoas reparadas. Os ataques de espíritos que buscam vingança contra aqueles que foram feridos têm que ser interrompidos, se houver. O rito de purificação de ‘ka-la’ reabre o caminho da conexão com o Self Superior.

As mágoas causadas a outros têm que ser interrompidas e as antigas mágoas reparadas.

Com o ‘caminho’ simbólico aberto à sua condição normal, a oração pela condição desejada deve ser feita. Essa etapa envolve três elementos ou ações.

(1) Uma sobrecarga de força vital tem que ser reunida pelo Kahuna oficiante.

(2) A oração tem que ser decidida em detalhes e então proferida três vezes para que ela se transforme em um forte aglomerado de formas-pensamento a serem enviadas ao Self Superior e

(3) O Self Superior tem que ser contatado e a oração enviada a ele em um fluxo de força vital ao longo do cordão sutil de conexão.

A ação 1 é ‘hoo-mana’ ou ‘fazer mana’ [‘to make mana’]. A tradução do dicionário para essa palavra é ‘adorar’, o que não corresponde ao que as raízes sugerem.

A ação 2 é ‘hoo-ano-ano’. O dicionário define essa palavra como ‘solenizar a mente como para a adoração’.

A tradução da raiz oferece vários significados importantíssimos e esclarecedores:

(A) Fazer sementes [to make seeds], o que simboliza a formação do conjunto de formas-pensamento da oração.

(B) Criar uma imagem [to make an image], semelhança ou forma, que é exatamente o que a formação das formas-pensamento da oração realiza — uma imagem mental da coisa desejada.

(C) Promover uma mudança [to make a change] ou transformação de alguma coisa, nesse caso, uma mudança da condição indesejada atual para a condição desejada pela qual se orou.

(D) Criar alguma coisa nova [to make something new], que seria o propósito de uma oração por uma nova condição ao invés de uma mudança em uma condição já presente.

A Ação nº 3 foi descrita nos finais de oração usuais dos Kahunas, quando diziam: ‘Amama ua noa. Lele wale akua la.’ A tradução externa dessas duas frases, segundo Thrum, é: ‘A oração alça voo. Que a chuva de bênçãos recaia.’ No entanto, as raízes contam outra história e mostram que Thrum inverteu a sequência das frases.

‘Amama’ significa dar aos deuses;

‘ua’ significa chuva, que é o símbolo da força vital ou das formas-pensamento (pequenas bolas de água simbólicas das formas-pensamento) e é o que é dado;

‘noa’ significa terminar um rito de oração e tem a tradução de ‘liberar’, nesse caso significando deixar a força vital e as formas-pensamento passarem do self básico para o Self Superior.

Na segunda frase, ‘lele’ significa alçar voo ascendente e simboliza o movimento da oração em direção ao Self Superior.

‘Wale’ tem um significado peculiar que não pode ser traduzido por nenhuma palavra em Inglês. Significa agir ou fazer alguma coisa sem limitações quanto aos meios utilizados. Significa também existir num estado de ser não limitado pelo tempo ou espaço — em suma, descreve muito bem o fato de que nós, seres mais inferiores, não conseguimos entender as maneiras pelas quais o Self Superior age para produzir respostas às nossas preces. 

‘Akua la’ indica a quem a prece foi dirigida: o Self Superior em seu reino de Luz simbólica. Um significado secundário nessa expressão encontra-se na combinação das palavras que formam ‘lelewale’, que tem o sentido geral de pedir a ‘queda’ ou o retorno das formas-pensamento do Self Superior como um presságio para indicar se a prece será atendida ou não.

Quando uma prece tem sido feita, exige-se fé no resultado no Cristianismo; portanto, nós buscamos a palavra ‘fé’ para entender o que os Kahunas acreditavam sobre a fé.

A palavra usada por eles era ‘pau-lele’, que significa ‘parar de voar para cima’ e indica um estado de confiança no qual se cessa a oração.

O estado de cura [healing] é chamado ‘hoo-la’, que significa que o contato normal com a Luz ou o Self Superior foi restabelecido. Uma variação da palavra é ‘hoo-ola’, que significa ‘criar vida’. Em ‘o-la’, as raízes mostram que a vida depende da ação simbólica (‘o’) de tocar o Self Superior (‘la’).

Os Kahunas não reconheciam a Salvação nem o Salvador, como se encontram em muitas religiões. Para eles, a salvação era um estado normal no qual se mantinha a comunhão com o Self Superior, seja na vida física ou no estado pós-morte, em que a vida continuava nos corpos sutis em meio às imagens oníricas de ambientes familiares.

Se uma oração tivesse sido feita para obter bens materiais, essa obtenção era chamada pelos Kahunas de ‘la-ko’, que, a partir das raízes, significa ‘possuir a Luz’. Acreditava-se que o Self Superior poderia prover todas as necessidades para a vida e o bem-estar dos selfs básicos, desde que o contato normal fosse mantido em condições funcionais.

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É evidente que muitas palavras e frases usadas pelos Kahunas se perderam. Elas não constam nos dicionários de dialetos Polinésios e não existem mais Kahunas que conheçam todo o antigo Segredo.

Não se tem encontrado uma palavra para ‘caminhar sobre brasas’, para dar um exemplo, embora essa demonstração cerimonial do poder da oração ao Self Superior fosse parte integrante da vida dos Havaianos há menos de um século.

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Nota sobre o Mágico de Palco que Usava Magia Autêntica com Fogo:

O mágico de palco que usava magia autêntica em suas apresentações percebeu, através das minhas perguntas, que eu o entenderia se ele me contasse a verdade sobre o seu treinamento e a sua performance. Ele tinha nascido de pais Brancos na Índia e ficou órfão em um distrito isolado. Caminhantes do fogo nativos o adotaram e começaram a ensiná-lo a arte deles desde cedo. Ele se sentava por um tempo todos os dias diante de uma pequena lamparina de manteiga, tentando sentir o deus por trás da chama. Os anciãos dele frequentemente demonstravam a sua habilidade de orar ao deus da chama e obter imunidade ao fogo. Eles seguravam as mãos sobre a chama sem se ferir e, sob a sua proteção, o menino também o fazia. Aos poucos, ele se tornou ciente de alguma coisa consciente conectado à chama, mas invisível e intangível. Com o tempo, ele se tornou capaz de pedir imunidade ao fogo e obtê-la. Ele não passou por nenhum processo ou ritual de purificação, observando apenas a regra de não fazer nada para ferir os outros ou se envergonhar. Na vida adulta, ele observou essas regras e, ao iniciar a sua performance com fogo, não precisou fazer uma oração. Ao entrar em contato com a chama ou o calor, ele parecia automaticamente fazer uma oração interior e receber a proteção habitual. A esposa dele havia aprendido a subir uma escada de lâminas de espadas sem revestimento com religiosos Japoneses. (Esses mágicos que rolam sobre cacos de vidro e cujos cortes são curados [healed] instantaneamente por uma palavra do mestre de cerimônias têm sido mencionados no texto do meu relatório.) Ambos os artistas receberam uma espécie de ‘introdução’ aos tipos de Seres do Self Superior em seu treinamento inicial, assim como os Kahunas aprendizes ao aprenderem a controlar o clima.

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A ORAÇÃO DA MORTE (ver nota no final do Capítulo 4).

Isso é chamado de ‘ana-ana’ em Havaiano, mas a palavra pode se aplicar a qualquer forma de adivinhação ou feitiçaria. A palavra também tem o significado de ‘tremer de grande fadiga’, indicando o fato de que a morte é causada pela perda da força vital. A raiz ‘ana’ significa estar ‘saciado de comida’ e indica o fato de que os espíritos atacantes extraem a sua força vital da vítima e ficam saciados ao causarem a sua morte. A palavra completa também tem o significado de algo que ocorre ‘em pequenas bolas’, que é o símbolo Huna padrão para as formas-pensamento que, na oração da morte, foram dadas ao espírito atacante para implantar no centro da consciência no nível da percepção [consciousness] do self básico da vítima para forçá-la, como com sugestão superhipnótica, a permitir que os atacantes se prendam ao seu corpo sutil e drenem toda a sua força vital. (As frases citadas acima foram retiradas do dicionário Havaiano-Inglês.)”

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—–FIM da série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna—–

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Imagem: Kauai, Hawaii – Fonte: Life in Hawaii | Facebook Facebook 

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Referências bibliográficas da OREM1

Alan Strong Dr. Artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Amazing Women In History Artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/;

Amelia Bennett – Artigo: “Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance” [“Significado de Pono: O Poderoso Caminho Havaiano para o Equilíbrio”]. Autora: Amelia Bennett. Publicado em 7 de março de 2025. Site: Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance;

Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Amy Thakurdas, PhD – Artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;

Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;

André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;

Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;

Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Deborah King Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;

Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;

Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;

Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;

“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).

Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].

Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;

Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review

Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a)
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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