Qual é o significado de “transição”?

Transição significa passagem – a passagem do velho para o novo. É um processo psicológico, pelo qual pessoas têm que passar para poder lidar com as circunstâncias que mudaram. Uma reorganização existe, portanto, a partir de mudanças visíveis no mundo externo e inúmeros processos de transição nos colaboradores envolvidos. Fonte Google.

Transição nesse artigo significa você adotar uma nova forma de pensar baseada no sistema de pensamento do Ho’oponopono (o novo), como uma filosofia de vida, que tem como fundamento a espiritualidade não-dualista dos Kahunas Havaianos, em sua trajetória rumo ao despertar espiritual, para voltar para casa de onde, na verdade, VOCÊ NUNCA SAIU. É deixar para trás a nossa habitual forma de pensar (o velho) baseada no medo, na forma de memórias limitadoras e enfermas que se repetem em nossa Mente Subconsciente.

A pergunta que norteia esse artigo é:

Por que eu ainda percebo e experiencio tantos desconfortos, embora praticando de maneira incessante o processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono?

O Ho’oponopono provoca, radicalmente, mudanças benignas… benéficas no processo de transição a partir de nossa forma habitual de pensar (baseada no medo), na trajetória de uma nova forma de pensar (baseada no amor incondicional e na unicidade). É o caminho, a verdade e a vida como Jesus teria dito tempos atrás. E nós ao mudarmos a nossa vida de maneira benigna… benéfica, nós passamos a perceber que o mundo ao nosso redor muda também de maneira benigna… benéfica, para o bem estar de todos os envolvidos, no tempo e na intemporalidade.

Nós provocamos um salto quântico em nosso crescimento espiritual, na trajetória de nosso despertar que, a partir do ciclo vicioso do medo (nossa habitual forma de pensar), nós alcançamos, no ciclo virtuoso, o amor e a paz da Inteligência Divina em cada um de nós (uma nova forma de pensar).

Porém, nessa trajetória, ainda alguns desconfortos internos são experienciados.

Vamos então a alguns conceitos para o nosso conhecimento e entendimento sobre essa etapa no processo de transição, ao praticarmos o Ho’oponopono como ferramenta de resolução de problemas para a nossa liberação do ciclo vicioso.

A pergunta acima é de suma importância a se destacar e é a minha vontade compartilhar as possíveis respostas à questão para o nosso conhecimento e entendimento, para profunda reflexão.

Quando eu iniciei o meu processo de reprogramação emocional e mental, eu me sentia incomodado pelo fato de, embora estar praticando incessantemente o processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, com visíveis melhorias no padrão de minha VIDA, por outro lado eu ainda percebia no meu dia a dia algumas situações de desconfortos pessoais, alguns momentos de pânicos, muitas resistências, estados de inseguranças e dificuldades outras que surgiam inesperadamente em minha consciência no nível da percepção. A VIDA ainda se mostrava de certa forma pesada, apesar dos exercícios praticados.

Reforçando a ideia desse meu incômodo, era como se eu ainda sentisse alguns desconfortos percebidos internamente, enquanto eficazmente eu praticava o Ho’oponopono desfazendo memórias causadoras dos desconfortos que eu percebia externamente, em mim mesmo ou nos outros (pessoas, lugares, situações, circunstâncias…).

Foi então que eu busquei, na escassa literatura disponível, a razão e o porquê desses desconfortos advindos, por incrível que pareça, de um efetivo processo de crescimento espiritual, que eu passo a compartilhar a seguir, pela importância em nós alcançarmos a superação dessa etapa inicial, de maneira a evitarmos a desistência prematura do processo de transição e mantermos a persistência e a constância na busca pelo nosso despertar.

Eu posso assegurar, por experiência própria, que essa fase de desconfortos não é longa, tem a sua razão de ser e passa logo, como nós veremos ao praticarmos o Ho’oponopono da maneira correta como o Ho’oponopono TEM QUE ser praticado, fielmente a partir dos ensinamentos dos Kahunas Havaianos.

O fato é que, assumindo conscientemente a responsabilidade pela nossa VIDA, nós estamos, nesse instante, passando a nos mover na direção oposta (uma nova forma de pensar) àquela que nós ainda estamos condicionados, por milênios e milênios, a pensar de maneira a mantermos a nossa sobrevivência (nossa habitual forma de pensar) e que nós acreditamos, equivocamente, ser a nossa zona de conforto. Eu diria uma pseuda zona de conforto…

Nós estamos nesse instante nos movimentando na direção oposta a um sistema de crenças de toda uma existência, criado a partir de experiências dolorosas do passado, como forma de proteção das “situações de luta ou fuga” pela nossa sobrevivência nesse campo de batalha, que ainda acreditamos ser a nossa VIDA.

Nós estamos adquirindo (relembrando) o entendimento de que, naquelas situações do passado, as nossas reações foram as melhores possíveis com o que nós tínhamos à disposição. Não se trata de pecado original a ser pago pelo sacrifício próprio (pecado, culpa e medo; o campo de batalha; é matar ou morrer…), mas sim de um equívoco original a ser simplesmente corrigido de forma consciente no nível da realidade (arrependimento, perdão, amor e gratidão; a VIDA é uma sala de aula; para viver a VIDA plena).

Porém, como tudo que nós experienciamos nessa VIDA (pois esse parece ser o jogo…), para se vivenciar uma nova forma de pensar (pensar fora da caixa), dizem os especialistas, nós precisamos ter em mente que terá algum “custo”. Novamente, pela minha experiência, eu diria que, na verdade, nós teremos um certo investimento com retorno garantido.

Isso porque as vantagens advindas com o processo de busca pelo restabelecimento da Identidade Própria® – a razão de ser de nós estarmos aqui nesse plano de EXISTÊNCIA -, através da prática do Ho’oponopono, serão simplesmente incomensuráveis com a paz interior advinda do despertar espiritual.

Nós passamos a compartilhar a seguir os pensamentos de alguns mestres fazedores de opinião, com pontuais observações próprias entre [ ].

Tradução livre Projeto OREM®

Dr. Carl Jung disse:

Não há despertar de consciência no nível da realidade [awareness] sem dor. As pessoas farão de tudo, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar a sua própria alma. Ninguém se torna iluminado [Mente Supraconsciente] por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente no nível da percepção [consciousness] a escuridão [tornar consciente as memórias enfermas que se repetem na Mente Subconsciente]”.

Porém, como nós sabemos, qualquer movimento causa atrito (resistências) e a lei da física clássica Newtoniana esclarece que essa força de atrito é uma força natural que se opõe ao movimento dos corpos. Esse atrito ou resistência é o que causa o desconforto ou, como Jung se refere, ‘essa dor no processo de despertar’.

Extraído do livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”, dos autores Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel, nós temos a seguinte afirmação para a nossa reflexão:

“O problema e o sofrimento são mais fáceis de suportar do que a solução. Existe uma ideia bastante difundida de que, se alguém sofreu muito tempo por algo errado, isso não pode ter sido errado. Justifica-se o sofrimento em vez de se admitir que já é hora de se despedir dele.”

A afirmação dos autores acima tem tudo a ver com o sistema de pensamento do Ho’oponopono e que pode ser comprovada ao se estudar os artigos anteriores da OREM1 e durante as práticas propostas.

Dr. Serge King em seu livro “Cura Kahuna” nos esclarece de maneira didática, para o nosso entendimento:

“Curiosamente, o desconforto produzido pela implicação da responsabilidade muitas vezes cega as pessoas para a implicação de tremenda liberdade que a filosofia também contém. Freud disse: ‘Tem sido indubitavelmente admitido no geral pelos psicólogos que a aceitação de uma nova ideia (aceitação no sentido de crença ou de reconhecimento como real) é dependente da natureza e inclinação das ideias já unidas ao ego [à Mente Subconsciente]’. Ele chegou a dizer que uma ideia incompatível com as existentes provocaria ‘uma força repelente cujo propósito era a defesa contra essa ideia incompatível’”.

É preciso ter paciência, constância e perseverança, pois nós estamos apenas deixando para trás a nossa pseudo zona de conforto… para assumirmos o nosso lugar sagrado na paz interior da Inteligência Divina em cada um de nós.

Importante mensagem extraída do E-book “É Simples – Ho’oponopono do PORTAL™”, de Alexander McAllister:

“Agora, não é muito fácil admitir isso; geralmente as memórias engendram autossabotagem e outros conflitos interiores e exteriores para manter a pessoa inconsciente. O autossacrifício na limpeza é uma das condições mais preponderantes nessa ilusão de si. As coisas tendem a piorar até que a pessoa (sendo memória/corpo de dor) se encontra no fundo do poço da sua vaidade (e arrogância). Mas isso também faz parte do aprendizado. O tamanho do sofrimento depende do tamanho da identificação com aquela memória, o quanto ela consegue resistir no orgulho. É um processo de desintoxicação … Uma vez iniciada a limpeza, a memória não tem para onde correr, pois quanto maior a resistência maior a exposição à Luz. O Amor sempre triunfa na entrega, na Paz.”

Osho disse:

“Nós precisamos ser ousados, corajosos. Nós precisamos dar um passo para o desconhecido [pensar fora da caixa]. Por um certo tempo, todos os limites ficarão perdidos. Por um certo tempo, VOCÊ se sentirá atordoado. Por um certo tempo, VOCÊ se sentirá muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto. Mas se VOCÊ for corajoso e não voltar para trás, se VOCÊ não voltar a cair no ego [a nossa habitual forma de pensar], mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de VOCÊ, um centro que VOCÊ tem carregado por muitas VIDAS. Essa é a sua alma, o Eu. Uma vez que VOCÊ se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos; nasce uma nova ordem. Mas essa não é a ordem da sociedade – é a própria ordem da EXISTÊNCIA. É o que Buda teria chamado de Dharma, Lao Tsé chamado de Tao, Heráclito chamado de Logos. Não é feita pelo homem. É a própria ordem da EXISTÊNCIA”.

Em texto do professor Voltaire Schilling, publicado no site Terra Educação em 2009, nós temos uma didática explicação da famosa metáfora intitulada “O Mito da Caverna” de Platão (metáfora escrita há quase 2.500 anos atrás) reforçando para nós, por analogia, o conceito do autossacrifício inevitável durante essa jornada de busca pela nossa liberação do ciclo vicioso do medo que vem sendo descortinado e evidenciado nos artigos do Projeto OREM® e que, no que se refere ao texto do professor, nós resumimos a seguir:

“Com essa metáfora – o tão justamente famoso Mito da Caverna de Platão quis mostrar muitas coisas. Uma delas é que é sempre doloroso chegar-se ao conhecimento [liberação do ciclo vicioso do medo], tendo-se que percorrer caminhos bem definidos para alcançá-lo, pois romper com a inércia da ignorância (agnosis) requer sacrifícios.

A primeira etapa a ser atingida é a da opinião (doxa), quando o indivíduo que se ergueu das profundezas da caverna tem o seu primeiro contato com as novas e imprecisas imagens exteriores. Nesse primeiro instante, ele não as consegue captar na totalidade, vendo apenas algo impressionista flutuar à sua frente.

No momento seguinte, porém, persistindo em seu olhar inquisidor, ele finalmente poderá ver o objeto na sua integralidade, com os seus perfis bem definidos. Ai então ele atingirá o conhecimento (episteme).

Essa busca não se limita a descobrir a verdade dos objetos, mas algo bem mais superior: chegar à contemplação das ideias morais que regem a sociedade – o bem (agathón), o belo (tokalón) e a justiça (dikaiosyne).” 

De maneira a não prolongarmos em demasia esse artigo, nós não entraremos em detalhes sobre o livro “O Mito da Caverna” de Platão, porém nós recomendamos enfaticamente a sua leitura e reflexão.

No livro “Um Curso Em Milagres” (UCEM), nós temos bem detalhado esse processo a que simbolicamente nós estamos denominando de “autossacrifício”, pois na verdade é um processo de interiorização, que nós transcrevemos a seguir:

“Em primeiro lugar, eles têm que passar pelo que poderia ser chamado de um ‘período de desfazer’. Isso não precisa ser doloroso, mas usualmente é experienciado assim. Parece que as coisas estão sendo tiradas de nós e inicialmente é raro que se compreenda que o fato de que elas não têm valor está apenas sendo reconhecido. Como é possível que a ausência de valor seja percebida, a não ser que a pessoa esteja em uma posição na qual não possa deixar de ver as coisas sob uma luz diferente? Ela não está ainda num ponto em que possa fazer a mudança toda internamente. E, assim, o plano algumas vezes pede mudanças no que parecem ser circunstâncias externas. Essas mudanças são sempre úteis. Quando o professor de Deus tiver aprendido isso, ele passa para o segundo estágio” (UCEM–MP.4.I.A.3:1-8).

Trecho do workshop “A Metafísica da Separação e do Perdão”, realizado na Fundação para Um Curso em Milagres, em Roscoe-Nova York, ministrado pelo Dr. Kenneth Wapnick, ratifica e explica a condição de desconforto quando nós iniciamos conscientemente essa nossa jornada para o despertar espiritual, conforme segue:

“…como a maioria dos estudantes informa depois de trabalhar no Curso [Um Curso Em Milagres] por algum tempo, as coisas parecem piorar. Parece que eles se sentem muito mais ansiosos ou com medo ou que estão mais doentes ou mais em conflito, mais do que nunca em suas VIDAS. Mas não é que eles nunca tenham ficado tão ansiosos ou com medo, etc.. Eles simplesmente não tinham consciência no nível da percepção [consciousness] disso.”

“Qual é o significado real do sacrifício? É o custo de se acreditar em ilusões. É o preço que tem de ser pago pela negação da verdade. Não há nenhum prazer mundano que não exija isso, pois, de outro modo, o prazer seria visto como dor e ninguém pede dor quando a reconhece. É a ideia de sacrifício que faz com que a pessoa fique cega. Ela não vê o que está a pedir. E, assim, procura isso de milhares de maneiras diferentes e em milhares de lugares, a cada vez acreditando que está lá e a cada vez desapontando-se, no final. -Busques mas não aches- continua a ser o severo decreto desse mundo e ninguém, que persiga metas mundanas, pode fazer de outra forma.” (UCEM-MP.13.5:1-8)

“É preciso desistir da culpa e não escondê-la. Isso também não pode ser feito sem alguma dor e um vislumbre da natureza misericordiosa desse passo pode, por algum tempo, ser seguido por uma fuga profunda para o medo. Pois as defesas do medo são aterradoras em si mesmas e, quando são reconhecidas, trazem o medo com elas.” (UCEM-Urtext-A Canção da Oração-CO.S 1 D 4)

“Agora, só te é pedido que sigas outra meta que exige muito menos vigilância [a nova forma de pensar]; com um pequeno esforço, pouco tempo e com o poder de Deus como garantia da manutenção da meta e da promessa de êxito. No entanto, dentre as duas, é essa que achas a mais difícil. O ‘sacrifício’ do ser tu compreendes e não consideras que seja um preço alto demais. Mas uma diminuta dose de boa vontade, um sinal de aprovação a Deus, um cumprimento ao Cristo que está em ti mesmo, consideras como uma carga exaustiva e tediosa, pesada demais para ser carregada. Apesar disso, para a dedicação à verdade conforme Deus a estabeleceu, não se pede sacrifício algum, esforço algum; e todo o poder do Céu e a força da própria verdade são dados para prover os meios e garantir a realização da meta.” (UCEM-T.24.VI.12:1-5)

“Abre a tua mente para a mudança e não existirá nenhuma penalidade antiga que possa ser cobrada do teu irmão ou de ti. Pois Deus disse que não há nenhum sacrifício que possa ser pedido e não há nenhum sacrifício que possa ser feito.” (UCEM-T.31.III.7:3-4)

Nós podemos também, por analogia, comparar os desconfortos advindos da prática do Ho’oponopono, ou da reprogramação emocional e mental, ou do despertar espiritual, com a crise de abstinência durante o processo de desintoxicação de uma pessoa com dependência química (álcool, drogas e outras substâncias…).

No caso da pessoa com dependência química é necessário o acompanhamento médico para aliviar as crises de abstinência como dificuldades para respirar, insônia, perda de concentração, entre outras, inclusive com risco de VIDA.

No caso dos desconfortos ao aplicarmos o Ho’oponopono, o risco é a pessoa desistir do processo de limpeza das memórias repetitivas limitadoras, por dúvidas, resistências, desconhecimentos, autossabotagens e outras artimanhas que as memórias enfermas na Mente Subconsciente possam impor. É essencial a persistência e a constância na aplicação do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, até naturalmente ele virar um tranquilo, natural e salutar hábito de purificação ao Amor. Não há contraindicações, nem riscos de VIDA.

No livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”), de Sanaya Roman, nós temos a seguinte mensagem para o nosso conhecimento e entendimento:

“O seu crescimento acelerado significa que VOCÊ está estabelecendo uma nova e mais profunda ligação com o seu Eu Superior [Mente Supraconsciente]. Isto pode, algumas vezes, gerar a liberação de antigos padrões [memórias repetitivas limitadoras; antigas crenças]. Com frequência, quando VOCÊ dá um salto para a frente, o padrão que o estava refreando mais intensamente poderá vir à tona. Não culpe as circunstâncias externas pela maneira como VOCÊ se sente; volte-se para dentro e pergunte a si mesmo que padrão ou crença lhe está sendo mostrado. Peça orientação ao seu Eu Superior a respeito de como VOCÊ pode liberar esse padrão”.

Louise L. Hay em seu livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “VOCÊ Pode Curar a Sua VIDA”), ainda nos acrescenta para a nossa meditação:

“Se VOCÊ tem uma criança pequena a quem VOCÊ tem permitido, por um longo período, que ela permaneça acordada até tarde o quanto ela desejar e então VOCÊ toma uma decisão que a partir de agora essa criança deverá ir para a cama às 20:00h todas as noites, como VOCÊ pensa que será a primeira noite? A criança se rebelará contra essa nova regra e pode chutar, berrar e o melhor que fará é ficar longe da cama. Se VOCÊ ceder nesse momento, a criança vencerá e tentará controlar VOCÊ para sempre.

Entretanto, se VOCÊ calmamente se mantiver na sua decisão e firmemente insistir que esse é o novo horário de ir para a cama para o bem e saúde dela, a rebelião se reduzirá. Em duas ou três noites, a nova rotina será estabelecida. É o mesmo com a sua mente.

Claro que ela se rebelará num primeiro momento. Ela não quer ser adestrada. Mas VOCÊ está no controle e se VOCÊ permanecer focado e firme [VOCÊ como Mente Consciente], em pouco tempo a nova forma de pensar será estabelecida. E VOCÊ se sentirá muito bem ao perceber que VOCÊ não é uma vítima indefesa de seus próprios pensamentos, mas sim o capitão de sua própria mente.”

Krishnamurti teria dito:

“O ‘eu’ [“self, em inglês] é uma criação ilusória do pensamento que, ao se deparar com ‘O que É[“What-Is” em inglês], está constantemente experienciando ameaças à sua desejada sensação de permanência.”

Dr. Joe Dispenza disse:

Aventura é a excitação em si própria. Desconstruir pensamentos, atitudes, crenças e percepções, pelo simples monitoramento de nossos pensamentos e reações, criará um caos para o corpo inicialmente. Evolução não é um processo confortável até que haja restauração.

Outra coisa que eu sei como ser humano é que nós estamos mudando para sempre. Mudança é a nossa única constante’.

VOCÊ tem que se sentir confortável com a mudança, porque isso significa que VOCÊ está crescendo. A verdade é que nós necessitamos nos condicionar a entender que mudança é sempre ganho.”

Como sabiamente enfatiza Alexander McAllister, é preciso saber conversar com a Mente Subconsciente para obter a eficácia do processo de resolução de problemas. O incômodo advindo será maior ou menor dependendo também desse cuidado.

Sabedoria popular:

“Tudo que é diferente incomoda o que é igual…”.

Confúcio disse, segundo consta no livro “I Ching” de Richard Wilhelm:

“Aquele que compreendesse plenamente esse sacrifício poderia reger o mundo como se o girasse em suas mãos.”

No livro “O Evangelho Gnóstico de Tomé – O verdadeiro cristianismo como foi ensinado por Jesus”, de Hermínio C. Miranda, nós temos o esclarecimento sobre a afirmação que Jesus teria dito:

“’Aquele que procura não cesse de buscar até quando achar; e quando achar, ficará perturbado; e ao perturbar-se, ficará maravilhado e reinará sobre o Todo.’ Adverte ainda que o encontro com a verdade, causa, de início, o impacto de uma perturbação que se converte, posteriormente, em euforia e proporciona um estado de consciência cósmica.”

No livro “Ho’oponopono Método de Autocura Havaiano”, Juliana De’Carli nos dá uma importante mensagem:

“Agora uma dica para ajudar a não condicionar a sua Mente Consciente a possuir mais memórias. Permita-se gostar de uma cor diferente, de uma comida diferente, andar diferente, falar de uma maneira diferente, sendo livre para o novo, sendo livre para inspirar-se. Quando tiver dificuldade, procure não julgar e não se preocupar e sim, esvaziar-se.”

Para inspiração o poema “Medo” de Khalil Gibran (tradução livre):

“Diz-se que antes de entrar no mar um rio treme de medo. Ele olha para trás, para o caminho que percorreu, desde os picos das montanhas, a longa estrada sinuosa que atravessa florestas e aldeias. E à sua frente, ela vê um oceano tão vasto, que entrar nele parece nada mais do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na EXISTÊNCIA. O rio precisa correr o risco de entrar no oceano porque só assim o medo desaparecerá, porque é aí que o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas de se tornar oceano.”

Em várias passagens em artigos nesse blog, nós temos afirmado que nós estamos todos interligados e ao aplicarmos o processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, tem que se buscar apenas a cura em si mesmo, o propósito é você mesmo, a liberação de memórias repetitivas limitadoras em si mesmo, de crenças em si mesmo, não importando se o problema ou desconforto percebido está em sua própria VIDA (pessoal) ou se o que é percebido está em outra pessoa (projeção). A limpeza é sempre em nosso interior, pois para os Kahunas “não existe o lá fora”.

De qualquer forma, quando eu limpo em mim essa falsa percepção de desconforto e eu me curo, a outra pessoa também se cura, assim como todas as demais pessoas envolvidas na situação se curam também, no tempo e na intemporalidade. Os Kahunas têm o conhecimento que todos nós estamos interligados, assim como a física quântica vem demonstrando ao longo dos tempos modernos.

Qual é a proposta para minimizar essa etapa ou esse período de desconfortos no processo de transição?

A prática do Ho’oponopono nos ensina que nós temos que ter o cuidado de adotarmos 3 condições de suma importância para minimizar esses desconfortos, de maneira a evitar a desistência prematura de nossa trajetória de transição. Pensar fora da caixa e sair do ciclo vicioso.

Em primeiro lugar, todo o segredo está no tipo de relacionamento que nós temos, a cada momento, entre a nossa Mente Consciente e a nossa Mente Subconsciente.

Em nossa habitual forma de pensar, o total domínio é da Mente Subconsciente. Nós podemos estimar, como afirmam alguns cientistas, que 95% de nossas decisões no dia a dia são tomadas pela Mente Subconsciente e a Mente Consciente não tem nenhuma ideia do que está acontecendo.

Dr. Hew Len ainda nos esclarece:

“O intelecto, a Mente Consciente, acredita que é o solucionador de problemas. Que controla o que acontece e o que é vivenciado. No livro ‘A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência’ (versão em inglês ‘The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size’), o jornalista de ciências Tor Norretranders pinta uma imagem intrigante e surpreendente da Consciência no nível da percepção [consciousness]. Ele cita estudos e pesquisas, particularmente do Professor Benjamin Libet, da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que mostra que decisões são tomadas antes que a Consciência no nível da percepção [consciousness] as faça. E que o Intelecto não é ciente disso, acreditando que é ele que decide.”

O Dr. Hew Len ainda acrescenta que no livro citado acima, o jornalista de ciências Tor Norretranders cita o fato de que a cada segundo 11 milhões de bits de informação inundam nossos sentidos [a Mente Subconsciente], mas a nossa consciência no nível da percepção [a Mente Consciente] consegue processar somente 15 bits por segundo; a nossa Mente Consciente não tem uma dica sequer sobre o que está acontecendo.”

O problema não é a Mente Subconsciente e sim as memórias limitadoras e enfermas que se repetem na Mente, mantendo o ciclo vicioso do medo.

Quando nós estamos implantando essa nova forma de pensar por meio do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, a Mente Consciente passa a assumir 100% de responsabilidade pelo que está acontecendo. A Mente Consciente não pode impor decisões, mas pode e tem que negociar com a Mente Subconsciente, que é por natureza influenciável pela Mente Consciente, a aceitar os novos rumos, para o nosso bem-estar e o bem-estar de todos os envolvidos.

Uma ótima analogia referente à Mente Subconsciente está disponível em artigo do site da Associação de Estudos Huna, que nós transcrevemos trechos a seguir:

“A Unihipili [Mente Subconsciente], fazendo-se uma analogia com o que diz o Dr. Serge King, é como uma asa delta perfeitamente desenhada: quando usada, se for excessivamente controlada não vai funcionar como deveria funcionar, porém, sob uma direção cooperativa fará o que nós queremos e, sem direção, irá aonde as correntes da VIDA a levarem. Procure, pois, dialogar com a Unihipili, conversar a respeito de sua VIDA, de seus relacionamentos, de suas necessidades, de seus problemas… E de estar ou não feliz com… Estabeleça uma relação de confiança. Nós podemos fazer isso a qualquer tempo.”

Na minha infância eu tinha o hábito de falar com um “amigo invisível” que não somente me escutava e me dava sorte, mas também me dava boas dicas no futebol, nas provas mensais da escola, na construção de carrinhos de rolimã com inovações tecnológicas, no jogo de tampinha de garrafa (invenção do bairro, pois não se tinha dinheiro para o jogo de botão tradicional … era muito caro!). Esse meu “amigo invisível” tinha até um nome.

A minha extraordinária habilidade de não permitir que as pessoas percebessem que às vezes eu falava sozinho, com o meu “amigo invisível”, foi abalada, certo dia, quando eu me distrai e um “amigo visível” percebeu esse meu hábito (eu chamarei esse “amigo visível” de Golias, o gigante…). Eu tive que suportar o Bullying por alguns anos e, pequeno que eu era contra o gigante Golias, eu acabei desistindo de conversar novamente com esse meu “amigo invisível” por um bom tempo.

Hoje eu percebo que, na verdade, eu estava conversando com a minha Mente Subconsciente, esse meu “amigo invisível” que até tem um nome. A minha sugestão é que VOCÊ também considere a sua Mente Subconsciente como um(a) “amigo(a) invisível”, que até pode ter um nome. Converse com esse amigo(a) sempre que possível. Agradeça sempre por tudo. Seja gentil ao se relacionar com ela, SEMPRE.

A prática do Ho’oponopono facilita e estreita essa relação entre a Mente Consciente e a Mente Subconsciente. Quando VOCÊ se relacionar com a sua Mente Subconsciente pense nessa minha história, pois VOCÊ também tem um(a) “amigo(a) invisível” que está disponível 24h por dia para lhe apoiar sempre com boas dicas.

Vale ressaltar que em nossa Mente Subconsciente, além das memórias repetitivas limitadoras em estoque para serem liberadas e transmutadas (processo de limpeza), nós temos também um manancial de muita sabedoria de experiências de vidas, além de ser o canal aberto com a Mente Supraconsciente, que nos traz as Inspirações a cada Ho’oponopono feito. É só ter cuidado para o seu “amigo visível Golias”, o gigante, não perceber que você está falando “sozinho(a)”…

Como reforço para se buscar o melhor diálogo com a Mente Subconsciente, especial excerto nós transcrevemos do livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU, de Ceres Elisa da Fonseca Rosas, conforme segue:

“É nossa tarefa, como eus médios [Mente Consciente], procurar entrar em contato com o eu básico [Mente Subconsciente] e o conhecer profundamente. Para isso é útil procurar saber por que nome ele gostaria de ser chamado, o qual nem sempre coincide com o nome de batismo e pode ser um nome masculino ou feminino.

Para que nós possamos travar esse delicioso e divertido conhecimento, torna-se necessário desenvolver um sistema de ‘conversar’ com o eu básico. Nós podemos falar com ele, dizer que nós desejamos conhecê-lo melhor e nos divertir brincando juntos. Pode parecer infantil, mas o eu básico é uma criança precoce e pode ser esperto, serviçal, voluntarioso, teimoso, fantasioso, ávido, ou uma mistura disso, de acordo com a sua natureza peculiar, tal como uma criança qualquer.”

Do livro “E o cérebro criou o Homem” – título original: “Self comes to mind: constructing the conscious brain”, de António R. Damásio, nós extraímos um trecho para a nossa reflexão:

“…a introspecção vem a ser uma tradução, na mente, de um processo que os cérebros complexos vêm praticando há muito tempo na evolução, o falar consigo mesmo, literalmente e na linguagem da atividade neural.”

Jesus teria dito em Mateus 18:3:

“Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.” Alusão à ideia de brincar como uma criança com a Criança ou a Mente Subconsciente que é parte importantíssima de VOCÊ.

No site www.astrongchoice.com, Dr. Alan Strong, especialista em Hipnose, publicou um artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”) onde ele disponibiliza, para o nosso conhecimento e entendimento, interessante dica ao implementarmos um bom relacionamento entre a Mente Consciente e a Mente Subconsciente, a saber:

“Todos que tentaram mudar ou eliminar um hábito, puramente através da vontade consciente, enfrentaram o que tem sido conhecido como a Lei do Conflito: sempre quando a sua Mente Consciente e a sua Mente Subconsciente estão em conflito, invariavelmente a Mente Subconsciente vencerá. Força de vontade e/ou autodisciplina frequentemente não serão suficientes. Essa Lei do Conflito pode também ser definida dessa maneira: sempre que imaginação e lógica estão em conflito, imaginação usualmente vence.”

O Ho’oponopono nos ensina a trabalhar com a Lei Universal da Interação Certa entre as Mentes Consciente e Subconsciente.

Em segundo lugar não busque acelerar o processo de transição. O processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, por analogia, é um processo de cura homeopático. Tipo 5 gotas a cada hora do dia (constância e perseverança), de maneira a atuar na causa do problema (memórias repetitivas limitadoras) e não em seu efeito, diferentemente de uma cura alopática com doses cavalares de medicamentos para atuar no efeito do problema, com todos os inconvenientes dos sintomas colaterais negativos advindos do tratamento. O Ho’oponopono não tem contraindicações.

Porém, o Ho’oponopono tem o seu próprio tempo para acomodação dessa nova forma de pensar e da nova relação entre as Mentes Consciente e Subconsciente. Ele tem o seu próprio tempo para acomodação dos novos rumos em seu sonho de vida que volta a aflorar (relembrar) em sua mente, direcionando a sua VIDA de maneira a VOCÊ perceber que realmente VOCÊ não é uma vítima indefesa de seus próprios pensamentos, mas sim o capitão de sua própria mente.

O Ho’oponopono, no ritmo certo, proporciona uma transição segura e mais amena, minimizando os possíveis desconfortos de acomodações. Você passa a respeitar a poderosa Mente Subconsciente e o seu carinho e atenção para com ela fazem com que o tempo do desconforto seja o mais breve possível.

A Sra. Morrnah Nalamaku Simeona, responsável pela atualização do Ho’oponopono, dizia:

“Limpe, limpe, apague e encontre o seu próprio Shangri-La. Onde? Dentro de você mesmo. O processo é essencialmente sobre a liberdade, a completa liberdade do passado”.

Em terceiro lugar não faça o Ho’oponopono buscando um resultado final, como a cura de uma doença, ganhar na Mega Sena, fazer a viagem dos sonhos. A proposta do Ho’oponopono não é essa. A proposta é simplesmente limpar as memórias repetitivas limitadoras que ainda estão armazenadas em sua Mente Subconsciente, memórias essas causadoras dos seus desconfortos ou dos desconfortos que VOCÊ possa estar percebendo em pessoas, lugares, situações, circunstâncias, no que lhe parece ser o mundo exterior.

Entretanto, é certo que, limpando em VOCÊ essas memórias enfermas, esse cenário, antes percebido repleto de desconfortos, se desfaz em VOCÊ e em todos os demais envolvidos, no tempo e na intemporalidade, permitindo que VOCÊ possa dar as boas-vindas às novidades em sua VIDA que sempre são MAIS ADEQUADAS e sempre ACIMA DE NOSSAS EXPECTATIVAS, para o nosso bem-estar e o bem-estar de todos os envolvidos.

O Ho’oponopono sempre nos proporciona algo muito melhor do que o mais hábil sonhador poderia imaginar, uma vez que a Mente Consciente exercendo o seu poder da vontade, direciona o poder da criatividade da Mente Subconsciente para manifestar, sempre, o que há de melhor em nossa VIDA.

Atuando no Estado Vazio, a partir da prática do Ho’oponopono, nós passamos a ter acesso às Inspirações da Mente Supraconsciente, essa orientação segura de nossa Unicidade com a Inteligência Divina, que tanto necessitamos durante o nosso processo de transição.

Essa é a chuva de bênçãos que se derrama sobre VOCÊ, nesse exato momento. Aloha.

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Imagem: Petições-Hooponopono-Foto-Nadia-Marques-Carqueijo-19032023.jpeg – Parede de Hotel na Praia – 20 de março de 2023

Referências bibliográficas da OREM1

Amazing Women In History – artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/

Amy Thakurdas, PhD – artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3

André Biernath – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce Lipton – livro “A Biologia da Crença “;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Dr. Alan Strong – artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Dr. Amit Goswami – livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Dr. Benjamin P. Hardy, psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Dr. Bruce H. Lipton – livro “A Biologia da Crença”;

Dr. Deepak Chopra – livro “Criando Prosperidade”;

Dr. Gregg Braden – livro “A Matriz Divina”;

Dr. Helder Kamei – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Dr. Joe Dispenza – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Dr. Kenneth Wapnick – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Dr. Maxwell Maltz – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Dr. Nelson Spritzer – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Dr. Richard Maurice Bucke – livro ‘Consciência Cósmica’;

Dr. Serge King – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Livro “Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Matthew B. James. Estudo Acadêmico , para um Programa de Doutorado da Walden University, Minneapolis, Minnesota, USA, 2008, doutorando em Psicologia da Saúde, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness”. O estudo completo pode ser acessado no site da Walden University no link:  https://scholarworks.waldenu.edu/dissertations/622/#:~:text=The%20results%20demonstrated%20that%20those,the%20course%20of%20the%20study.

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;  

Muda…
A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoa-me.
Eu te amo.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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