Em muitos dos artigos publicados no blog Projeto OREM® (PO), na categoria “Conhecer e Entender Ho’oponopono“, ficou claro que o processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, por não se tratar de uma Religião, poderia ser adotado como prática em quaisquer áreas de interesse no crescimento espiritual – pessoal ou coletivo -, quer sejam religiosas, filosóficas, científicas, educacionais, organizacionais, sociais, etc., etc..
O Ho’oponopono, como processo de autoconhecimento e de resolução de problemas, poderia ser considerado, na verdade, como uma Ciência da Espiritualidade.
Esse artigo correlaciona as semelhanças e os paralelos entre o sistema de pensamento do Ho’oponopono e o sistema de pensamento da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, informalmente conhecida como Igreja Mórmon ou Igreja SUD, esse último didaticamente explicado por fontes primárias de conhecimento dos princípios e práticas dessa Igreja Cristã.
Ao final, a partir de materiais coletados também de fontes primarias em pesquisas na internet, nós estamos destacando os princípios e práticas dos Kahunas Havaianos e o impacto mais que positivo deixado por eles na sociedade das Ilhas do Pacífico.
Artigo:
“A comparison between the ancient Hawaiian Ho’oponopono process and the repentance process”
“Uma comparação entre o antigo processo Havaiano Ho’oponopono e o processo de arrependimento”
Autora:
Delia Ulima – University of Hawaii at Manoa – Advocate. Executive Director
Site:
A Comparison Between the Ancient Hawaiian Ho’oponopono Process and the Repentance Process
Ano de Publicação:
1995
Fonte:
Mormon Pacific Historical Society
Sixteenth Annual Conference Mormon History in the Pacific – March 18, 1995 – Lihue Stake Center – Lihue Kauai
Décima Sexta Conferência Anual sobre a História Mórmon no Pacífico – 18 de março de 1995 – Lihue Stake Center – Lihue, Kauai
Mormon Pacific Historical Society | Vol 16 | No. 1
Tradução livre Projeto OREM®
Fontes primárias de informação.
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Uma comparação entre o antigo processo Havaiano de Ho’oponopono e o Processo de Arrependimento
“Os antigos Havaianos buscavam viver em paz e harmonia. Eles seguiam certas leis e práticas que mantinham a ordem e a harmonia em suas famílias e comunidades.
Os Havaianos de antigamente eram um povo muito espiritualizado. Eles acreditavam que toda a matéria possuía uma essência espiritual e cultuavam muitos deuses. Os Havaianos também acreditavam em espíritos ancestrais que habitavam a forma de animais e plantas. Eles acreditavam que, quando eles falavam, a natureza podia ouvi-los. Os antigos Havaianos conversavam com as plantas ao pedir permissão para utilizá-las. Ao sair para pescar, eles diziam que iam fazer um holoholo — ou seja, um passeio —, pois eles acreditavam que os peixes poderiam ouvi-los e fugir caso dissessem que eles estavam indo pescar. (Dudley, 1)
Dessa e de muitas outras maneiras, os Havaianos viviam em harmonia com a natureza e com os deuses. Da mesma forma, no âmbito familiar e comunitário, os antigos Havaianos seguiam certos padrões de vida que regiam os relacionamentos e a convivência em família.
Curiosamente, existem muitas semelhanças e paralelos entre algumas das práticas e crenças dos antigos Havaianos e as crenças e práticas do Evangelho hoje. Poder-se-ia argumentar que as semelhanças em alguns desses costumes talvez sejam universais e comuns a todas ou a muitas culturas e povos, mas eu penso de maneira diferente.
A ‘ohana, ou família, era o núcleo da comunidade Havaiana. A ‘ohana compreendia aqueles ligados por laços de sangue, pelo casamento, pelo hanai ou adoção e também aqueles que haviam falecido e permaneciam como ancestrais espirituais. Com frequência, a família constituía uma aldeia inteira (Pescaia 52). Na Igreja, nós aprendemos que as nossas famílias são o núcleo da sociedade e a nossa prioridade número um aqui na Terra. Nós também podemos considerar os membros da nossa fé como uma família, nascidos ou adotados no rebanho.
Quando surgem problemas em qualquer um desses contextos, ou quando uma ofensa ou pecado é cometido, tem que existir um processo para lidar com essas questões, abordá-los, corrigi-los e restaurar a normalidade. É preciso manter a harmonia e o equilíbrio. Para os Havaianos, o processo Ho’oponopono tratava da resolução de problemas e no Evangelho, nós temos o processo do arrependimento.
A tradução literal de Ho’oponopono para o Inglês é “to make right” ou “to set straight” (Pukui), que normalmente é traduzido para o Português como “tornar correto”, “corrigir um erro”, porém a ideia por trás da palavra é muito mais rica e poderia ser traduzida como “restabelecer a harmonia”(*). Ho’oponopono era uma parte ativa e integrante da sociedade Havaiana e a adesão ao seu processo e à sua ordem era fundamental para manter a ordem na família e na comunidade. O processo de Ho’oponopono consistia em nove etapas. Eu gostaria de descrever essas etapas conforme definidas por Mary Kawena Pukui e, em seguida, compará-las com as várias etapas do Processo de Arrependimento delineadas por Spencer W. Kimball.
(*)Esse trecho não foi literalmente traduzido, porém foi acrescida uma interpretação do PO para que o significado da palavra “Ho’oponopono” fosse entendido em sua essência espiritual. Restabelecer a harmonia é, de fato, muito mais do que simplesmente corrigir um erro.
Vale ressaltar que uma sessão de Ho’oponopono era convocada quando uma ofensa era cometida, sendo realizada em grupo familiar ou entre as partes envolvidas. O arrependimento, de modo geral, é um processo individual, mas frequentemente envolve autoridades da Igreja ou outras pessoas que possam ter sido afetadas ou ofendidas.

Era considerado ‘má sorte’ discutir o assunto mais a fundo após uma sessão de Ho’oponopono e era um azar ainda maior nutrir sentimentos negativos ou não perdoar. A pessoa que se recusasse a perdoar e esquecer ‘sofreria as consequências e a repercussão do ‘Aumakua’, ou deuses ancestrais Havaianos’ (Panglinawan, 3).
Isso lhe soa familiar? Em Moisés 26:31, lê-se: ‘E também perdoareis uns aos outros as vossas ofensas; pois em verdade vos digo: aquele que não perdoa as ofensas de seu próximo quando este diz que se arrepende, esse mesmo trouxe sobre si a condenação’. Os Havaianos compartilhavam essa mesma crença.
Ser justo e agir com retidão era muito importante para os antigos Havaianos — assim como é no Evangelho. Quando as leis eram violadas, a punição era aplicada de forma adequada. Em uma família Havaiana, por exemplo, quando um membro cometia um crime grave contra outro, a situação era chamada de ‘moku ka piko’ — ou ‘o cordão umbilical é cortado’ —, indicando o rompimento do relacionamento. Os privilégios e as obrigações do vínculo familiar cessavam e não havia ajuda mútua ou assistência voluntária em momentos de necessidade (Handy, 49). Somente após a realização da penitência adequada e de uma sessão séria de Ho’oponopono é que os laços podiam ser restaurados.
Da mesma forma, na Igreja, certos privilégios são retirados dos membros que cometem pecados graves; esses privilégios permanecem suspensos até que o processo de arrependimento seja concluído e a restituição feita perante as autoridades competentes. Spencer W. Kimball explicou isso da seguinte maneira:
‘As penalidades da Igreja pelo pecado envolvem privações — a suspensão de privilégios do templo, de avanços no sacerdócio, de cargos na Igreja e de outras oportunidades de serviço e crescimento. Tais privações decorrem de erros que nem sempre exigem medidas severas, mas que afetam o acesso às honras e bênçãos nos reinos de Deus.’ (326)
Naturalmente, esses privilégios — assim como os dos antigos Havaianos — são restaurados quando ocorrem o arrependimento e a restituição.
O Ho’oponopono era praticado em minha casa como parte de nossas noites familiares semanais. Ele funcionava como um ‘conselho de família’ ou ‘tribunal familiar’ para tratar de problemas e desavenças específicos do lar; seguindo a prática tradicional do Ho’oponopono, o chefe da família conduzia essas reuniões. A minha mãe — como mãe solo — e, por vezes, o meu irmão — como portador do Sacerdócio de Melquisedeque — frequentemente assumiam essa tarefa ‘menos que agradável’.
No entanto, assim como ocorria com os meus antepassados, em nossa Igreja e em nossos lares, é preciso haver ordem; e manter a paz e a ordem não é tarefa fácil. Nessas sessões, muitas vezes trocavam-se palavras duras, compartilhavam-se mágoas e confessavam-se erros. Frequentemente, lágrimas rolavam e as emoções se exaltavam. Contudo, ao final de tudo — tal como nos tempos de outrora —, a paz acabava prevalecendo: feridas começavam a cicatrizar, ouviam-se suspiros de alívio e trocavam-se abraços sinceros.
A prática do Ho’oponopono é realizada em muitos lares Havaianos hoje em dia. Embora eu não acredite que eles sigam os nove passos precisos, utiliza-se uma forma simplificada e alcança-se o mesmo objetivo. O Ho’oponopono também vem sendo utilizado na comunidade Havaiana para resolver questões que o povo Havaiano enfrenta atualmente.
Algumas das semelhanças e dos paralelos que eu acabo de ilustrar são apenas alguns dos muitos existentes entre as práticas e crenças dos antigos Havaianos e as do Evangelho moderno. É de se admirar que o povo do antigo Havaí parecesse tão ansioso, disposto e pronto para aceitar o Evangelho e tornar o Havaí um dos fortes baluartes da Igreja aqui na Terra?
Eu sinto verdadeiramente que foi a beleza simples e a verdade do evangelho que levaram à conversão de muitos Havaianos. Isso, somado a uma familiaridade calorosa com práticas e crenças comuns. Eu acredito sinceramente que o Senhor cuidou e amou aqueles povos ‘nas Ilhas do mar’. Ao reconhecermos o processo Ho’oponopono como apenas um dos paralelos entre as práticas dos antigos Havaianos e o Evangelho, nós vemos a mão do Senhor em todas essas ações.
Obras citadas:
Dudley, Michael Kioni. Man, Gods and Nature. Honolulu, HI : Na Kane 0 Ka Malo Press, 1990.
Handy, Craighill E.S. The Polynesian Family System in Ka’u, Hawaii. Rutland, VT: Charles Tuttle, 1972.
Kimball, Spencer W. The Miracle of Forgiveness. Bookcraft, Salt Lake City, 1969.
Panglinawan, Lynette. Ho’oponopono Hawaii: Pikake Wahilani, 1976.
Puku’i, Mary Kawena. Nana I Ke Kumu, “Look to the Source”. Queen Liliuokalani Children’s Center, 1972.
Shook, E. Victoria. Current Use of Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono, Honolulu, HI : University of Hawaii, 1981.

Sobre o que trata o livro “O Milagre do Perdão”?
Esse livro explora o conceito de perdão sob a perspectiva do Cristianismo. Ele enfatiza a necessidade de um arrependimento sincero para receber o perdão pelos pecados. Também aborda a jornada psicológica e espiritual rumo à cura [healing] da alma por meio da Expiação de Cristo.
“O Milagre do Perdão”, de autoria de Spencer W. Kimball, é uma obra marcante na literatura SUD. O livro foi publicado pela primeira vez em 1969 e exerceu influência significativa no pensamento e nas práticas Mórmons em relação ao pecado, ao arrependimento e ao perdão.
Ao longo de 376 páginas, Kimball compartilha reflexões sobre como as pessoas podem buscar o perdão pelos pecados por meio de um arrependimento sincero. Em sua essência, o livro destaca que, embora Jesus tenha realizado muitos milagres, a cura [healing] das almas é talvez a mais profunda de todas. O autor aborda sistematicamente diversas falhas morais, apresentando uma estrutura para que os leitores entendam a necessidade do arrependimento. Kimball enfatiza que o perdão está ao alcance de todos mediante uma contrição genuína e o compromisso de mudança. Muitos leitores veem a obra como um apelo urgente à adesão a padrões morais rigorosos, tornando-a uma leitura que gera opiniões divergentes, porém significativa.
Kimball propõe uma abordagem estruturada para o arrependimento. Ele descreve passos específicos necessários para que os indivíduos recebam o perdão de Deus. Reconhecer o pecado, tomar a decisão firme de mudar, confessar-se quando necessário e fazer a devida reparação são etapas fundamentais. Ele ressalta a necessidade de evitar tentações futuras e de perdoar o próximo para abrir caminho rumo à absolvição pessoal. Merece destaque a maneira como Kimball lista diversos pecados; ele não evita discutir temas como sexo antes do casamento, conduta desonesta e pensamentos lascivos.
Os leitores são levados a confrontar as implicações desses comportamentos, muitas vezes sentindo como se as suas ações estivessem sob intenso escrutínio. Esse foco pode gerar sentimentos de culpa e vergonha, levando alguns leitores a buscar uma reconciliação imediata com os seus líderes religiosos. Alguns capítulos trazem discussões desafiadoras sobre questões sensíveis, incluindo as suas opiniões a respeito da sexualidade. Nesse ponto, as perspectivas de Kimball — hoje consideradas ultrapassadas — provocaram controvérsia entre os leitores modernos, especialmente no que diz respeito à abordagem de temas como masturbação e homossexualidade. As suas afirmações criam uma atmosfera de forte carga emocional, à medida que os leitores confrontam as suas próprias crenças e a possibilidade de interpretações equivocadas do texto.
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Sobre o autor Spencer W. Kimball:
Spencer W. Kimball serviu como o 12º Presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ele é conhecido por seus esforços para aumentar o entendimento dentro da Igreja e promover o trabalho missionário. Os seus ensinamentos continuam a ressoar entre muitos membros da Igreja.
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Sobre os Kahunas

“Os Kahunas são parte integrante da cultura Havaiana, embora pouca gente saiba muito a respeito deles. Esses líderes espirituais e profissionais ocupavam uma posição de grande respeito na antiga sociedade Havaiana, contribuindo para diversos aspectos da vida, desde a medicina até a navegação.
Explorar a história deles revela uma jornada fascinante através do tempo, na qual práticas ancestrais se encontram com interpretações modernas. Entender as funções e o treinamento dos Kahunas proporciona uma visão mais profunda de suas práticas espirituais e do significativo impacto cultural que exerceram no Havaí.
A história e as origens do Kahuna estão profundamente enraizadas na cultura vibrante e nas antigas tradições do Havaí. A palavra “Kahuna” referia-se, inicialmente, a qualquer especialista em um ofício ou profissão. De sacerdotes a navegadores, os Kahunas eram mestres em suas áreas, nos quais as pessoas confiavam devido às suas habilidades e sabedoria extraordinárias. O conhecimento deles não se limitava ao âmbito espiritual; estendia-se à medicina, à agricultura e até mesmo à construção.
O termo “Kahuna” antecede o primeiro contato do Ocidente com o Havaí. O primeiro registro de sua menção foi feito pelo Capitão James Cook no final do século XVIII; ele registrou a presença desses indivíduos sábios em seus diários de bordo. Os Kahunas eram frequentemente vistos como intermediários, fazendo a ponte entre o divino e o mundo humano. Eles utilizavam as suas habilidades para se comunicar com os deuses, especialmente durante momentos cruciais, como as épocas de plantio e colheita, viagens de navegação e períodos de enfermidade.
‘Os Kahunas eram os guardiões do conhecimento na sociedade Havaiana tradicional. O papel deles como especialistas tanto no âmbito espiritual quanto no prático permitia-lhes orientar o seu povo em todos os aspectos da vida.’— Mary Kawena Pukui, pesquisadora e autora Havaiana
A linhagem para se tornar um Kahuna era rigorosa. Os candidatos em potencial eram selecionados com base em sua ascendência e em sua predisposição para certas habilidades ou sensibilidade espiritual. Esse processo garantia que o conhecimento permanecesse restrito a um círculo interno de confiança, preservando a santidade e a pureza de suas práticas. Ao longo de gerações, isso permitiu que as famílias de Kahunas transmitissem a sua sabedoria, mantendo-a viva e relevante para as necessidades em constante mudança de suas comunidades.
Curiosamente, o treinamento de um Kahuna era sigiloso e intenso, muitas vezes iniciado ainda na infância. Esperava-se que eles observassem e aprendessem com os Kahunas já estabelecidos, dominando gradualmente os rituais complexos e as aplicações práticas de seu ofício. Esse período de treinamento podia durar muitos anos, dependendo da área específica de especialização a que o indivíduo se destinava.
A reverência e o respeito pelos Kahunas são evidentes nos cânticos, histórias e lendas Havaianas. A influência deles pode ser observada em diversos sítios arqueológicos espalhados pelas Ilhas, os quais revelam o papel significativo que desempenharam na construção de heiaus (templos) e outras estruturas sagradas. Esses locais são um testemunho da alta estima em que eram tidos, simbolizando o legado duradouro deles na formação da sociedade Havaiana.
Na antiga sociedade Havaiana, os Kahunas desempenhavam diversos papéis e responsabilidades fundamentais para o bem-estar da comunidade. Um Kahuna não se limitava a um único campo de atuação, podendo especializar-se em várias áreas, como a cura [healing], a navegação e até mesmo a feitiçaria. Os conhecimentos e experiência deles faziam deles figuras de referência para a resolução de problemas e a orientação espiritual.
Os mais conhecidos entre eles eram os Kahunas La’au Lapa’au, os curadores [healers]. Eles utilizavam ervas e remédios naturais para tratar enfermidades muito antes de a medicina Ocidental chegar às Ilhas. O seu conhecimento sobre plantas medicinais era vasto e algumas dessas práticas tradicionais permanecem em uso até hoje. Outro papel de destaque era o do Kahuna Pule, responsável por realizar cerimônias religiosas e proferir orações para manter a harmonia entre os seres humanos e os deuses.
As responsabilidades de um Kahuna também abrangiam a navegação. Os Kahuna Kilokilo eram especialistas em interpretar as estrelas, as correntes oceânicas e os ventos para guiar viajantes por vastas distâncias. Esses navegadores desempenharam um papel fundamental nas primeiras migrações Polinésias e na manutenção da conexão entre as Ilhas Havaianas. Eles transmitiam os seus conhecimentos através das gerações, garantindo que cada nova leva de navegadores pudesse conduzir as suas comunidades com precisão.
A educação era outra responsabilidade crucial. Os Kahunas eram, muitas vezes, os guardiões do conhecimento e da tradição. Eles treinavam aprendizes em diversas áreas, assegurando a preservação de habilidades valiosas e práticas culturais. Esse treinamento não se limitava à transmissão de conhecimentos técnicos; envolvia também incutir um profundo respeito pela natureza e pelo mundo espiritual.
‘O papel de um Kahuna é servir de ponte entre o mundo dos vivos e o mundo dos espíritos’, explica a historiadora cultural Leilani Mendez.
Os Kahunas também atuavam como árbitros em conflitos e disputas. O profundo entendimento sobre as leis e costumes Havaianos fazia deles juízes imparciais, capazes de mediar situações com eficácia. Esse papel era essencial para manter a harmonia social e as suas decisões eram muito respeitadas pela comunidade. A imparcialidade e sabedoria deles conferiam-lhes autoridade e confiança em questões de justiça.
Os Kahunas frequentemente se dedicavam a atividades artísticas e musicais. Eles acreditavam que a música e a dança eram fundamentais para manter o equilíbrio espiritual. Os Kahuna Hula, por exemplo, eram mestres na dança e no canto. Eles utilizavam a sua arte para contar histórias, preservar a memória histórica e honrar os deuses. Essas apresentações não eram apenas entretenimento, mas experiências profundamente espirituais que conectavam a comunidade ao seu passado e ao divino.
Entender esses papéis nos ajuda a valorizar as contribuições multifacetadas dos Kahunas para a sociedade Havaiana. Eles não eram apenas sacerdotes ou curadores [healers], mas eram figuras essenciais na educação, na navegação, na justiça e nas artes. As responsabilidades deles eram abrangentes e o seu impacto ainda pode ser sentido na cultura Havaiana moderna.
A jornada para se tornar um Kahuna é, ao mesmo tempo, rigorosa e profundamente espiritual. Esse caminho começa cedo na vida, muitas vezes ainda na infância, quando o futuro Kahuna é escolhido com base em diversos fatores, incluindo linhagem, talento natural e inclinações espirituais. Não se trata apenas de uma profissão, mas de uma vocação que exige anos de treinamento intenso e dedicação.
As fases iniciais do treinamento envolvem o aprendizado por meio da observação e da experiência prática. Os jovens aprendizes, conhecidos como haumana, são instruídos por Kahunas experientes em uma relação de mentoria que perdura por muitos anos. Eles recebem instrução em diversas áreas, como medicina à base de ervas, rituais espirituais e até mesmo navegação. O processo é holístico, visando cultivar não apenas habilidades, mas também virtudes como humildade, respeito e responsabilidade.
O antigo provérbio Havaiano ‘Ma ka hana ka ‘ike’, que significa ‘É trabalhando que se aprende’, sintetiza perfeitamente a essência do aprendizado.
O currículo de um aprendiz de Kahuna é diversificado. Eles aprendem la’au lapa’au (fitoterapia; medicina herbal), Ho’oponopono (processo de resolução de problemas e práticas de perdão) e lomi lomi (massagem tradicional Havaiana). Além disso, são ensinados cânticos, orações e rituais essenciais para a comunicação espiritual. O domínio dessas áreas reflete um entendimento profundo da interconectividade entre mente, corpo e espírito.
A mentoria está no cerne do treinamento de um Kahuna. Frequentemente, um aprendiz vive com o mentor, participando de tarefas cotidianas e atividades comunitárias. Esse ambiente de estreita convivência propicia uma combinação de lições formais e experiências de vida. Isso garante que o conhecimento seja transmitido através das gerações em sua forma mais pura, preservando a sabedoria e as práticas da antiga cultura Havaiana.
Curiosamente, o treinamento não segue uma estrutura rígida. A cultura Havaiana valoriza o aprendizado experiencial, fazendo com que cada momento de ensino seja singularmente adequado ao desenvolvimento do aprendiz. Essa flexibilidade permite uma formação personalizada, garantindo que os pontos fortes e os talentos de cada aprendiz sejam aprimorados até o seu potencial máximo.
Além do conhecimento prático, os aprendizes passam por um treinamento espiritual. Eles praticam a meditação, participam de cerimônias sagradas e frequentemente empreendem jornadas solitárias na natureza — chamadas de anahuli’ — para se conectar com as dimensões espirituais. Essas experiências visam aprofundar o entendimento que eles possuem do universo e do seu próprio lugar nele.
A ascensão ao status de Kahuna é marcada por um ritual significativo. Essa cerimônia de iniciação, frequentemente realizada diante da comunidade, simboliza a prontidão (disposição) do aprendiz para servir. A partir desse momento, ele conquista o direito de ser chamado de Kahuna e assume as responsabilidades inerentes a essa função, o que inclui curar [to heal] enfermos, mediar conflitos e conduzir importantes ritos culturais.
O treinamento e o aprendizado de um Kahuna são tão multifacetados quanto os papéis que eles desempenham. O processo combina um estudo teórico intenso com um profundo desenvolvimento espiritual, assegurando que cada Kahuna esteja plenamente preparado para servir à sua comunidade. A dedicação e o rigor envolvidos ressaltam o profundo respeito que essas figuras veneradas despertam na cultura Havaiana.
As práticas espirituais dos Kahunas são, há muito tempo, objeto de fascínio e mistério. No cerne de seu trabalho espiritual reside uma conexão profunda com a natureza e o divino. A vida de um Kahuna é dedicada a canalizar as energias espirituais que, segundo eles, permeiam todos os seres vivos. Essa conexão é cultivada desde cedo por meio de um treinamento rigoroso e de uma imersão profunda no mundo natural do Havaí.
“No cerne de seu trabalho espiritual reside uma conexão profunda com a natureza e o divino. A vida de um Kahuna é dedicada a canalizar as energias espirituais que, segundo eles, permeiam todos os seres vivos.”
Um dos aspectos mais intrigantes das práticas dos Kahunas é o uso de orações, ou Oli, frequentemente entoadas em um padrão melódico e rítmico. Esses cânticos cumprem diversos propósitos, desde invocar os espíritos dos ancestrais em busca de orientação até pedir bênçãos de boa saúde e colheitas fartas. Cada cântico é único e elaborado para ocasiões específicas, demonstrando o profundo conhecimento que o Kahuna possui de sua herança cultural e de sua linguagem espiritual.
Os Kahunas também realizam diversos rituais que envolvem oferendas aos deuses e aos elementos. Tais oferendas podem incluir alimentos, flores e outros itens naturais dotados de significado. Esses rituais são conduzidos em vários locais sagrados, conhecidos como heiau, encontrados por todas as Ilhas do Havaí. Esses locais variam de pequenos altares de pedra a grandes complexos de templos, servindo, cada um, como ponto central para atividades espirituais. Os Kahunas zelam pela manutenção e pelo respeito a esses locais, atuando como guardiões desses espaços sagrados.
Outro aspecto fundamental de sua prática espiritual é a cura [healing]. Tradicionalmente, os Kahunas eram os principais curadores [healers] nas comunidades Havaianas, utilizando uma combinação de fitoterapia, massagem (conhecida como lomilomi) e aconselhamento espiritual. Essa abordagem holística da cura [healing] enfatiza o equilíbrio entre a saúde física, mental e espiritual. Cada enfermidade é tratada de maneira singular, levando em consideração tanto o estado espiritual quanto os sintomas físicos do indivíduo.
“Essa abordagem holística da cura [healing] enfatiza o equilíbrio entre a saúde física, mental e espiritual.”
A interpretação de sonhos também constitui uma parte significativa da prática espiritual dos Kahunas. Os sonhos são vistos como mensagens do mundo espiritual, oferecendo insights e orientação. Um Kahuna habilidoso consegue interpretar esses sonhos, ajudando as pessoas a entender os seus significados mais profundos e como eles se relacionam com a vida desperta. Essa prática ressalta o papel do Kahuna como uma ponte entre os reinos humano e espiritual, proporcionando sabedoria e direção.
A importância do Kahuna em cerimônias e ocasiões festivas é imensa. Seja em um nascimento, casamento ou outro marco importante, a presença de um Kahuna é habitual para abençoar o evento e assegurar a harmonia espiritual. A participação deles confere um significado mais profundo a essas ocasiões e conecta os participantes às suas raízes culturais.
Em todas essas práticas, há uma forte ênfase na comunidade e na conexão. O trabalho do Kahuna não visa apenas o benefício individual, mas o bem-estar de toda a comunidade. Ao manter o equilíbrio espiritual e promover um profundo respeito pela natureza e pela tradição, o Kahuna desempenha um papel vital na preservação do tecido cultural da sociedade Havaiana.
Segundo Mary Kawena Pukui, renomada estudiosa Havaiana:
“O Kahuna estudava, orava e se preparava com a máxima dedicação, sempre consciente de sua responsabilidade para com o seu povo e o divino”.
Essa citação captura a essência da dedicação do Kahuna aos seus papéis espirituais e comunitários.
Os Kahunas deixaram uma marca indelével na cultura Havaiana que continua a repercutir até hoje. Esses líderes espirituais não eram meras figuras religiosas; eles eram também mestres em diversas artes, ciências e ofícios, conduzindo as suas comunidades com conhecimento e sabedoria excepcionais. A influência deles permeou muitas facetas da vida Havaiana, proporcionando enriquecimento tanto social quanto intelectual às suas comunidades.
Um aspecto notável de seu impacto cultural é o papel que eles desempenharam na manutenção de conhecimentos e costumes tradicionais. Os Kahunas foram fundamentais na preservação de histórias orais, genealogias e mitologias, garantindo que a herança cultural do Havaí fosse transmitida através das gerações. Esse papel foi particularmente vital em uma sociedade que, por muito tempo, não possuía uma linguagem escrita. Essas tradições orais, preservadas de geração em geração, tornaram-se a base da identidade e do orgulho Havaianos.
A influência deles também se estendeu às aplicações práticas do conhecimento, como na medicina e na agricultura. Os Kahuna lapa’au, ou sacerdotes de cura [healing], combinavam práticas espirituais com um vasto conhecimento de plantas e ervas nativas para oferecer cuidados médicos. A abordagem holística deles da medicina enfatizava a interconectividade entre mente, corpo e espírito — uma filosofia ainda valorizada nas práticas modernas de saúde holística. Da mesma forma, os Kahuna ku ho’onele, ou especialistas em agricultura, desenvolveram técnicas sofisticadas de cultivo que otimizavam o uso do ambiente singular do Havaí.
“A abordagem holística dos Kahunas da medicina enfatizava a interconectividade entre mente, corpo e espírito — uma filosofia ainda valorizada nas práticas modernas de saúde holística.
Além disso, os ensinamentos e as práticas dos Kahunas estão entrelaçados na própria essência da hula e dos cânticos Havaianos, dois aspectos fundamentais da expressão cultural das Ilhas. A hula kahiko, ou hula antiga, executada por dançarinos dedicados ao ritmo de cânticos tradicionais, frequentemente carregava significados profundos inspirados na sabedoria dos Kahunas. Essa combinação de movimento e som criava um meio poderoso para a narrativa e a preservação cultural.
Nos tempos modernos, o legado dos Kahunas é visível no ressurgimento do interesse pela espiritualidade e pelas práticas tradicionais Havaianas. Programas educacionais e oficinas culturais frequentemente incluem ensinamentos sobre os métodos e filosofias ancestrais dos Kahunas, refletindo um reconhecimento crescente de sua importância para o patrimônio cultural do Havaí. As pessoas estão voltando o olhar para essas práticas atemporais em busca de soluções para problemas contemporâneos, conectando o passado e o presente de maneiras significativas.
O papel dos Kahunas também se estende às políticas de identidade Havaiana contemporâneas. À medida que o Havaí define o seu lugar em um contexto global mais amplo, a sabedoria e os ensinamentos dos Kahunas oferecem uma base sobre a qual se pode construir um futuro culturalmente mais inclusivo e consciente. Para muitos, os Kahunas simbolizam um retorno às raízes, um entendimento mais profundo de si mesmos e do lugar que ocupam, transcendendo o mero estudo histórico. Eles servem como testemunho do poder duradouro do conhecimento Indígena e de sua relevância no mundo atual.
A dimensão espiritual dos ensinamentos dos Kahunas não pode ser subestimada. O papel na condução de cerimônias e rituais deles era fundamental para conectar as pessoas ao divino, ao mundo natural e umas às outras. Essas práticas promoviam um senso de comunidade e continuidade, elementos essenciais para a manutenção de uma identidade cultural forte. Ainda hoje, práticas espirituais influenciadas pelos ensinamentos dos Kahunas são utilizadas para promover cura [healing], conexão e crescimento nas comunidades, ressaltando o impacto duradouro dessas figuras reverenciadas na cultura Havaiana.
“O papel na condução de cerimônias e rituais dos Kahunas era fundamental para conectar as pessoas ao divino, ao mundo natural e umas às outras. Essas práticas promoviam um senso de comunidade e continuidade, elementos essenciais para a manutenção de uma identidade cultural forte.“
No mundo atual, o termo Kahuna pode não ser tão difundido quanto já foi, mas a sua influência persiste de maneiras sutis e profundas. Muitas pessoas ainda buscam a sabedoria de Kahunas contemporâneos em busca de orientação para diversos aspectos da vida, incluindo saúde, espiritualidade e até mesmo negócios. O apelo duradouro desses líderes espirituais deriva de sua abordagem holística do bem-estar e de sua profunda conexão com as tradições Havaianas.
Os Kahunas da atualidade frequentemente combinam práticas ancestrais com técnicas contemporâneas. Por exemplo, técnicas tradicionais de cura [healing] Kahuna, como a massagem Lomi Lomi, são hoje ensinadas em spas ao redor do mundo. Essas massagens não se limitam à cura [healing] física, mas abrangem o bem-estar emocional e espiritual, refletindo a visão abrangente de saúde dos Kahunas.
Outra área em que os Kahunas ainda deixam a sua marca é a da conservação ambiental. A sabedoria ancestral deles sobre a manutenção do equilíbrio com a natureza ressoa profundamente com os movimentos ecológicos atuais. Muitos conservacionistas recorrem à sabedoria dos Kahunas em busca de conselhos sobre práticas sustentáveis. O conceito de Malama ‘Aina (cuidar da terra) é um princípio fundamental promovido pelos Kahunas — uma filosofia que chama a atenção para a necessidade de uma gestão responsável do meio ambiente em nosso mundo em rápida transformação.
A educação é outra área importante na qual os Kahunas continuam a contribuir. Cursos sobre cultura, história e espiritualidade Havaianas frequentemente apresentam ensinamentos atribuídos a Kahunas históricos. Esses cursos ajudam a preservar a rica herança cultural do Havaí e a educar as novas gerações sobre as tradições da Ilha. Recentemente, a Universidade do Havaí iniciou um programa que inclui ensinamentos dos Kahunas em seu currículo, visando integrar a sabedoria nativa aos sistemas educacionais modernos.
Como observa o Dr. Kahu Silva, um renomado especialista e praticante da cultura local: ‘Os ensinamentos dos Kahunas oferecem um modelo abrangente para vivermos em harmonia com o meio ambiente e uns com os outros.’
”Os ensinamentos dos Kahunas oferecem um modelo abrangente para vivermos em harmonia com o meio ambiente e uns com os outros.”
Além disso, os princípios de liderança e desenvolvimento pessoal ensinados pelos Kahunas encontram aplicação em práticas empresariais modernas. Organizações frequentemente convidam Kahunas para conduzir workshops sobre mindfulness (atenção plena), coesão de equipes e liderança ética. Tais práticas ressaltam o reconhecimento crescente do valor da sabedoria ancestral no cultivo de líderes modernos eficazes e compassivos.
Curiosamente, a influência dos Kahunas estende-se até mesmo à cultura popular. Filmes, livros e programas de televisão retratam ocasionalmente os Kahunas — embora muitas vezes de forma sensacionalista —, demonstrando o interesse e o fascínio duradouros por essas figuras cativantes. Embora nem sempre precisas, essas representações mantêm vivo o espírito do Kahuna na cultura de massa, despertando a curiosidade e o interesse em conhecer a verdadeira essência de seus ensinamentos.
Por fim, vale destacar o papel dos Kahunas no atual renascimento cultural entre os nativos Havaianos. Os esforços para resgatar e restaurar práticas tradicionais têm contado com contribuições significativas de Kahunas contemporâneos, que atuam como guardiões de saberes ancestrais. Eles desempenham um papel fundamental na redescoberta e na revitalização de práticas tradicionais Havaianas, como a hula, a navegação e a contação de histórias oral.
A maneira como os Kahunas entrelaçam o passado e o presente mantém a sabedoria deles atemporal e inestimável. Eles servem como uma ponte que conecta tradições antigas às necessidades atuais, assegurando a perpetuação e a relevância da cultura Havaiana em um mundo em constante evolução.
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Imagem: The Laie Hawaii Temple – The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints. © Marvin A. Rivera. All rights reserved.
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Referências bibliográficas da OREM1
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Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;
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Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;
André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;
Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;
Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;
Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;
Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;
Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf
Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/
Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;
Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);
Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;
Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;
Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;
Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);
David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;
David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);
Deborah King – Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;
Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;
Delia Ulima – University of Hawaii at Manoa – Advocate. Executive Director – Artigo: “A comparison between the ancient Hawaiian Ho’oponopono process and the repentance process” [“Uma comparação entre o antigo processo Havaiano Ho’oponopono e o processo de arrependimento”]. Site: A Comparison Between the Ancient Hawaiian Ho’oponopono Process and the Repentance Process. Ano de Publicação: 1995. Fonte: Mormon Pacific Historical Society;
Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;
Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?
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E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;
“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.
Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);
Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);
Fritjof Capra – Artigo: “Mystics and Scientists in the Twenty-First Century: Science and Spirituality Revisited” [“Místicos e Cientistas no Século XXI: Ciência e Espiritualidade Revisitadas”]. 40th Anniversary Mystics and Scientists Conference Horsley Park, Surrey, 7-9 April 2017. Site: SciSpir.pdf;
Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);
Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).
Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].
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Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;
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Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]
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Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;
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Kahuna Research Group – Tad James – Artigo: “From ‘The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna’” [“A partir de ‘Os Segredos Perdidos da Huna Ancestral Havaiana’”]. Site: Huna – Kahuna Research Group;
Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;
Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review
Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;
Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);
Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;
Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931. Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/
Krishnamurti – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.
Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;
Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;
Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;
Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].
Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf
Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;
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Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;
Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;
Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];
Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Smoley – “Why Ritual Works: An Explanation Based on the Hawaiian Tradition of Huna”[“Por que o Ritual Funciona: Uma Explicação Baseada na Tradição Havaiana de Huna”].Fonte:Publicado na edição de verão de 2020 da revista Quest.
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Sean McCleary – Artigo: “The Evolution of the Aloha Spirit” [“A Evolução do Espírito Aloha”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: The Evolution of the Aloha spirit – Kahuna Research Group;
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
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Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
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Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zach Royer – Artigo: “Synchronicity: What is it?” [“Sincronicidade: O que é isso?”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: Synchronicity: What is it? – Kahuna Research Group;
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

