Para darmos continuidade ao nosso estudo sobre o sistema de pensamento da Psicofilosofia Huna, base para o processo de resolução de problemas a partir do Ho’oponopono, nós estamos destacando três artigos, de fonte primária sobre o tema, para a nossa reflexão sobre o que é espiritualidade.
A nossa busca continua sendo a resposta para a questão de que será possível uma Ciência da Espiritualidade, de maneira a aplicar o método científico ampliado, visando o conhecimento e o entendimento de nossa consciência no nível da percepção [consciousness] interior, uma vez já comprovado pela ciência moderna que, como observadores quânticos, nós somos responsáveis pelo mundo que nós experienciamos?
Como afirma um dos princípios da Psicofilosofia Huna:
‘Ike. O mundo é o que você pensa que ele é’.
Artigo:
Spirituality?
Espiritualidade?
Autor
Graeme Urlich
Site:
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Espiritualidade?
“Essa pergunta me foi feita hoje por um dos nossos professores na Alemanha.
Eu me deparei com a questão do que significa ‘espiritualidade’ e ‘espiritual’ em termos Huna e eu estou buscando explicações sobre isso em relação a temas da vida, da natureza e da cura [healing], por exemplo, resistência espiritual, o que é e quais problemas ela causa.”
Esse é um tema vasto, mas eu farei o meu melhor para delinear aqui um ponto de vista Huna e para compartilhar links para alguns outros artigos que possam ser relevantes. Os livros “Urban Shaman” e “Kahuna Healing” abordam alguns desses pontos e esse artigo é mais uma exploração digressiva do meu próprio pensamento sobre o assunto do que um estudo exaustivo das ideias. Talvez esteja próximo, talvez precise de mais reflexão, mas eu penso importante distinguir entre Huna, a filosofia e Kalakupua, a tradição Xamânica baseada nela. Nós abreviamos Kalakupua para Kupua quando nós nos referimos a um praticante. Esse, então, é o ponto de vista desse Kupua.
Essa pode ser uma pergunta difícil de responder, visto que pessoas de diferentes origens podem ter definições bastante distintas para essas palavras. A alma, por exemplo, é frequentemente descrita como suscetível a ser fragmentada, muitas vezes com consequências terríveis. Um pastor Cristão disse certa vez que, se você substituir a palavra ‘alma’ na Bíblia por ‘mente consciente’, tudo começa a fazer muito mais sentido.
Eu estou relendo o livro ‘Kahuna Healing’ [‘Cura (Healing) Kahuna’] capítulo por capítulo e discutindo-o com alguns dos Alakai no momento. Eu estou impressionado com a profundidade do conhecimento que eu estou adquirindo agora, algo que eu não percebi nas inúmeras vezes em que o li ao longo dos últimos trinta anos. À medida que esse conhecimento se incorpora por meio da prática, ele cresce e nós o percebemos com mais facilidade ao nosso redor. De certa forma, tentar entendê-lo intelectualmente é menos importante do que reconhecer que ele funciona e aprender a usá-lo para o nosso benefício.
Tentar condensar um conceito de amplo alcance em uma única palavra, em um idioma, não é realmente possível. Tentar traduzir de um idioma para outro e de uma cultura para outra é ainda mais difícil. Pergunto-me se talvez ‘espiritualidade’ pudesse ser descrita como ‘viver lucidamente’ em um nível prático.
Existe uma ideia recente chamada ‘desvio espiritual’, onde eventos da vida são apresentados como tendo algum ‘significado espiritual’, como se houvesse uma lição a ser aprendida com eles ou alguma coisa do tipo. Em termos Huna, todas as coisas que acontecem é uma experiência e cabe a nós decidir se ela tem significado, ou atribuir-lhe significado se for útil fazê-lo. Em um nível prático, porém, se você quebrasse o braço, ficaria sentado pensando qual era a lição ou iria procurar tratamento?
Um dos meus mestres Kahuna, Abraham Kawaii, costumava dizer:
“O treinamento Kahuna consiste em um maior conhecimento de si mesmo”.
Ele contava uma história sobre ter sido instruído a olhar para um pequeno lago durante o seu treinamento e que ali veria o seu destino. Depois de algum tempo, ele disse, ele reconheceu que o que via era o seu próprio reflexo. Outro mestre do conhecimento Huna, Serge Kahili King, observou certa vez que a palavra ‘espiritual’ que é usada na Bíblia, na verdade, significa consciência no nível da realidade [awareness].
A visão Havaiana do mundo era bastante diferente das ideias Ocidentais sobre as diferentes dimensões como lugares separados, com ‘véus’ entre elas que nós temos que penetrar para que nós possamos experimentá-las. Alguns acreditam que essas dimensões estão em uma hierarquia ‘espiritual’ e que a nossa tarefa no plano físico é transcendê-las uma a uma. Daí surge a ideia de portais que se abrem e se fecham em determinados momentos, dependendo da astrologia e outros fatores. Usadas adequadamente, essas ideias podem ser úteis, mas eu já encontrei pessoas que sofrem de sintomas extremos de tensão excessiva, uma espécie de ansiedade de separação, porque elas acreditam estar aprisionadas aqui por algum motivo, longe de seu verdadeiro lar.

O Xamã Havaiano não vê hierarquia no universo. Ele só necessita mudar a atenção dele para outro lugar onde já se encontra para experienciar uma ‘dimensão’ diferente. Nós podemos pensar nisso como todos os sinais de TV e rádio que estão no ar ao nosso redor, o tempo todo. Para ouvir ou assistir a algo diferente, basta mudar de canal. Mas, já que nós estamos aqui, nós podemos aproveitar ao máximo da maneira mais prazerosa possível.
Os Havaianos distinguiam entre o que eles podiam ver – ao – e o que eles não podiam ver – po. Nessa perspectiva, o vento está em – po – porque nós não podemos vê-lo, apenas os seus efeitos. O sol entra em – po – quando ele se põe.
Uma analogia que nós podemos usar é a do carro. A maioria dos adultos no mundo moderno sabe dirigir, mas a maioria tem pouca ideia de como os carros funcionam. A maioria percebe quando o carro começa a fazer um barulho estranho e o leva para a revisão quando o carro avisa ou quando o manual recomenda isso.
O mecânico-chefe, por outro lado, tem dedicado tempo e esforço para aprender sobre os veículos que lhe são confiados. Portanto, ele está capacitado para saber quais os melhores óleos a serem usados, quais peças necessitam ser substituídas regularmente e quais duram mais. Com o tempo, ele aprende os diferentes sons dos carros e os problemas que podem indicar e como remediá-los. No Havaí antigo, ele seria o mecânico Kahuna, pois ele está ‘ciente’ do funcionamento interno daquilo com que ele está trabalhando e sabe como usar esse conhecimento.
O surfe era um passatempo popular no Havaí antigo. Muitos sabiam como pegar uma onda e surfar até onde ela o levasse. O Kahuna he’e nalu, porém, não só sabia como pegar as ondas, como também sabia como lê-las e pegar uma que o levaria aonde ele queria ir. Alguns têm dito que ele podia chamar uma onda quando ele a quisesse. Além disso, ele sabia como escolher as árvores que produziriam as melhores pranchas e como trabalhar com a madeira para dar vida a elas.
Eu não tenho certeza sobre a ideia de resistência espiritual. Talvez isso venha de uma sensação de não pertencer a lugar nenhum, mas qualquer resistência é sentida como tensão no corpo físico. Nós trabalharíamos com esse comportamento e com quaisquer ideias relacionadas a ele para aliviá-lo. Aliviar a tensão sempre permite que as nossas habilidades naturais funcionem mais livremente, para que nós possamos ver além do mundo visível. Muitos não sabem como interpretar ou lidar com isso. O medo provavelmente fará com que as pessoas bloqueiem essa percepção e a única ferramenta que Ku, a mente-corpo, tem para fazer isso é a tensão.
Ike. O mundo é o que você pensa que ele é. Isso significa que nós estamos criando a nossa experiência dessa realidade física através de nossos pensamentos, crenças, medos, preconceitos, atitudes e comportamentos. Se nós mudarmos as nossas regras sobre a vida e sobre nós mesmos, a nossa experiência muda. Enxergar a espiritualidade como um ideal que nós ‘deveríamos’ buscar causa muita tensão. Pensar nela como sendo o mundo em que nós vivemos e que nos cerca, alivia muita tensão e nos permite ter mais ciência de quem nós somos e do nosso lugar no mundo.
Kala. Não há limites. Esse é o entendimento de que todas as coisas estão conectadas a todas as coisas. Nós não estamos separados de qualquer coisa em lugar nenhum. A nossa percepção de separatividade pode ser uma ilusão útil para certas atividades, mas se nós perdermos de vista que se trata de uma percepção, nós podemos nos tornar muito limitados em nosso pensamento.
Makia. A energia flui para onde a atenção se dirige. Quanto mais nós nos concentramos na certeza de que o ‘mundo espiritual’ é alguma coisa a ser alcançada a partir da realidade física, mais nós criamos tensão e obstáculos à nossa consciência no nível da realidade [awareness] das partes maiores de nós mesmos, além da mente consciente e do corpo físico. Quanto mais nós abrimos as nossas mentes e direcionamos a nossa atenção para o que acontece ao nosso redor, mais nós nos abrimos para uma consciência no nível da realidade [awareness] mais ampla.
Manawa. Agora é o momento do poder. Quanto mais nós conseguirmos direcionar a nossa atenção para o aqui e agora, mais conscientes nós seremos, de uma maneira que nos permitirá realmente enxergar as coisas com mais clareza, tomar decisões construtivas e escolher respostas e ações eficazes com base nessa consciência no nível da realidade [awareness].
Aloha. Amar é ser feliz com. Como sempre, em Huna, nós estamos buscando aumentar o amor e espalhar alegria. Quanto mais cientes nós estivermos de nossas reações às coisas ao nosso redor, mais capazes nós seremos de responder com paz e cura [healing], com compaixão e mais cientes estaremos da paz e da alegria que existem no mundo.
Mana. Todo poder vem a partir de dentro. O poder de escolher e utilizar os princípios acima vem de dentro de nós. Nós não necessitamos da permissão de ninguém para nos sentirmos melhor ou para estarmos cientes de qualquer coisa. Nenhum conhecimento ou sabedoria nos é negado. Isso está na essência do ser.
Pono. A eficácia é a medida da verdade [em outras palavras, use o que funciona!]. Nós conhecemos o vento por seus efeitos. Conhecemos a eficácia de nossos pensamentos e crenças pelos resultados que nós vemos em nossa experiência de vida. Desenvolver a habilidade de observar sem julgar é uma maneira muito eficaz de começar a criar resultados cada vez melhores. A transição pode não ser fácil, mas é eficaz. Uma vez alcançada, ou mesmo durante o processo, nós somos capazes de começar a ajudar os outros e, como diz o ditado, ‘quanto mais, melhor’.
Os significados dos princípios acima são definições muito breves e relevantes para a questão. Como eu ainda estou descobrindo, quanto mais você contempla e utiliza os princípios, mais conhecimento, mais ‘espiritualidade’, você encontra neles. Eles não exigem que você abandone nenhuma forma de pensar, mas sempre podem ajudar a tornar o que você usa agora mais eficaz para você.
O treinamento de Kahuna, então, é realmente um treinamento para um maior conhecimento de si mesmo. Talvez se tornar mais ‘espiritual’ também signifique desenvolver um maior conhecimento de si mesmo.”
Graeme Kapono Urlich
Aloha Nova Zelândia ~ Escola de Xamanismo Havaiano
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Artigo:
Spiritual Pitfalls
Armadilhas Espirituais
Autor:
Graeme Kapono Urlich
Site:
Spiritual Pitfalls ~ Huna Article
Armadilhas Espirituais
“Não é possível discutir esse tópico sem recorrer a generalizações abrangentes, então alguns reconhecerão o que eu estou dizendo, enquanto outros aplicarão uma interpretação muito específica, baseada em suas experiências pessoais e provavelmente não terminarão de ler o artigo. Todos nós vemos o mundo através de ‘nossas próprias ideias e crenças, nossa linguagem, nossos preconceitos¹ e expectativas’. Cada uma das questões que eu tenho abordado aqui poderia ser tema de livros inteiros, pois há muito mais a ser dito sobre elas do que pode ser resumido superficialmente aqui. Há muitas outras, é claro, mas eu espero que isso inspire mais reflexão sobre cada uma delas. Não há intenção de criticar ninguém aqui, mas simplesmente de alertar sobre algumas das armadilhas e dificuldades em que muitos caem, inclusive eu, de tempos em tempos.
¹Why people don’t see the same things sometimes (video)
Huna é uma filosofia, um conjunto de ideias que não substitui necessariamente outras, mas pode nos ajudar a fazer com que as regras que nós temos para a vida funcionem melhor para nós, ou nos ajudar a mudá-las, se assim nós o desejarmos. A esperança é que aqueles que se interessarem possam resolver alguns dos problemas discutidos abaixo em suas próprias vidas. Dois dos meus artigos, “Infusion Confusion” [“Confusão da Infusão”] e “Spirituality?” [“Espiritualidade?”], aprofundam alguns dos conceitos e você encontrará links para outros recursos gratuitos no final. O artigo “A Wonderful Adventure” [“Uma Aventura Maravilhosa”] fala sobre o processo que eu experienciei como um estudante de Huna e, posteriormente, como professor. Huna tem me sustentado em momentos difíceis.
Muitas vezes, as pessoas experimentam esse ou aquele grupo ou sistema na esperança de resolver um problema, acabam se desiludindo e desistindo, podendo ficar bastante deprimidas por se sentirem ainda mais impotentes e desesperançosas. Algumas encontram o caminho para grupos e sistemas mais eficazes e Huna foi o meu. Ela ensina como despertar o poder pessoal de escolha e oferece ferramentas eficazes para criar as mudanças desejadas para uma vida mais feliz. A maioria a utiliza para desenvolvimento pessoal e para criar e refinar o seu espaço no mundo, enquanto alguns vão além e se aprofundam na prática de cura [healing] Xamânica.
Por onde quer que eu olhe hoje em dia, eu vejo muitos círculos e workshops femininos anunciados e muito menos círculos e workshops masculinos. Embora esses eventos possam ser benéficos para alguns inicialmente, eu questiono se isso não levou a uma incapacidade de homens e mulheres ‘espirituais’ se relacionarem de forma eficaz em muitos casos. Eu me deparo, às vezes com hostilidade explícita, com uma verdadeira competição pelo reconhecimento da superioridade de um gênero sobre o outro. Quando todos do outro gênero se tornam símbolos de todos os problemas na vida de um indivíduo, torna-se muito difícil resolvê-los.
Parece que uma ‘batalha pela igualdade’, frequentemente disfarçada de ‘unicidade’, tem desestabilizado completamente as coisas. Talvez um caminho para círculos que abriguem todas as pessoas que desejam se reunir para aprender e crescer de forma mais cooperativa fosse benéfico? Frequentemente se fala em ‘afinidade’ e ‘inclusão total’. Eu suspeito, com base na minha experiência, que isso seja relativamente raro, exceto superficialmente. Eu tenho ouvido até discussões acaloradas sobre as virtudes de diferentes variações de yoga e práticas como o reiki. Diversos ‘dogmas espirituais’ parecem estar em conflito ativo, sendo vistos como ameaças ao invés de apenas diferentes.
Meus pais cresceram durante a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. Eu passei os meus primeiros anos na fazenda leiteira que eles administravam na região central de Waikato, na Nova Zelândia. Havia um claro senso de parceria na maneira como os meus pais trabalhavam juntos.
Cuidar da casa, que na época tinha cem anos, cozinhar refeições magníficas no antigo fogão a carvão e preparar conservas e outras tarefas sazonais era um trabalho em tempo integral que a minha mãe adorava. Para ter roupas limpas, ela tinha que acender uma fogueira para ferver água no caldeirão de cobre e lavar as roupas à mão em duas bacias de concreto com um espremedor manual no meio. Ainda eu me lembro da alegria dela no dia em que a primeira máquina de lavar elétrica chegou à fazenda.
O meu pai, por outro lado, era quem cuidava da fazenda. Ele fazia a ordenha com a ajuda dos meus irmãos mais velhos. Eu me lembro de ficar com ele durante a ordenha e de aprender enquanto ele fazia cercas e outras coisas. Eu me lembro de dirigir o trator pelos pastos enquanto o meu pai distribuía o feno do reboque quando eu era bem pequeno. Plantar e colher a horta e alimentar os animais jovens era alguma coisa em que eu também podia ajudar. Havia muitas outras tarefas, é claro, mas eu me lembro com carinho da sensação de satisfação ao colher um legume para o jantar daquela noite, que eu mesmo havia plantado.
Havia momentos, como na colheita do feno e na colheita do pomar, em que todos se juntavam ao trabalho. Os vizinhos apareciam para ajudar e eu me lembro de ir às fazendas de amigos para ajudar com as tarefas mais importantes quando necessário. O sucesso de cada família de agricultores dependia desse nível de cooperação e espírito comunitário. A raça não era levada em consideração e não importava a igreja que cada família frequentava, nem se frequentavam ou não.
Nos dias de hoje, parece que a moda dos ‘guerreiros da justiça social’ raivosos e ofendidos está criando divisões enormes, não apenas entre gêneros, mas também entre faixas etárias. Muitos jovens têm pouco respeito por pessoas mais velhas, com mais mentes e corações experientes, frequentemente culpando-as por todos os seus problemas. Símbolos sem substância são combatidos ao invés de construir o futuro sobre bases práticas. A justiça é importante, mas só pode ser alcançada por meios práticos, com foco no que funciona e não através da raiva sobre o que é percebido como errado.
Segundo alguns, eu sou velho demais para ter ‘consciência no nível da realidade [awareness] espiritual’. Diferentes escolas de pensamento têm se misturado, muitas vezes com ideias conflitantes e a confusão que isso acarreta, leva a grandes discussões e, às vezes, ao ódio contra qualquer pessoa que discorde de um ponto de vista. Outros se polarizaram completamente em relação ao que parecem ser detalhes mínimos.
Algumas pessoas pensam que você não é capaz de ser espiritual a não ser que siga uma dieta específica. Eu ouço falar com muita frequência de encontros ‘inclusivos’, mas só há comida vegana disponível. Eu não tenho problema nenhum com quem escolhe um estilo de vida vegano e eu não tenho problema nenhum em comer apenas comida vegana de vez em quando, mas uma reunião onde duas pessoas não conseguem sentar-se uma de frente para a outra à mesa e uma delas não pode desfrutar da comida de sua escolha? Há julgamento nisso, intolerância e isso não é ‘inclusivo’.
Trauma é outra palavra que é usada como desculpa para não tentar crescer ou como justificativa para que todos ‘priorizem’ os seus próprios sentimentos em detrimento dos outros. Há pessoas que passaram por momentos difíceis e necessitam de ajuda; não há intenção aqui de minimizar o sofrimento que algumas pessoas enfrentam, mas algumas abordagens comuns para a cura [healing] parecem, em muitos casos, perpetuar o comportamento e piorá-lo. Isso pode se tornar um escudo debilitante ou até mesmo uma arma para alguns. Eu abordo alguns desses temas em “Healing Trauma” [“Curando (Healing) o Trauma”].
Questões de raça e cultura também entram em jogo. Às vezes, dizem-me que é impossível eu ter o conhecimento que eu possuo, proveniente de uma linhagem antiga e ininterrupta de Xamãs Havaianos, simplesmente porque não eu nasci nas Ilhas e eu não tenho sangue Havaiano. Essas pessoas não entendem que nascer em uma determinada raça ou cultura não lhes confere automaticamente conhecimento ou privilégios. Sim, elas podem ter maior potencial de acesso a certos conhecimentos e habilidades, mas ainda assim cabe a elas se dedicarem e desenvolvê-los. Muitos dos que me criticam têm vivido menos anos do que eu tenho dedicado ao aprendizado e à disseminação desse conhecimento da melhor maneira possível. Um dos meus mestres Havaianos Nativos foi um aprendiz por 20 anos e ainda estava desenvolvendo o seu trabalho quando ele faleceu. Esse é um conhecimento que outrora pertenceu ao mundo todo, aspectos dele surgem em muitos ensinamentos e, eu acredito, necessitam ser amplamente divulgados novamente.
Nós só podemos aprender até o nível que nós somos capazes de alcançar e muitos mestres, principalmente no Havaí, observam aptidão, iniciativa e atitude e convidam aqueles que demonstram potencial. À medida que uma pessoa adquire conhecimento, mais informações se tornam disponíveis para ela. Os professores são guias e orientadores, mas o trabalho tem que ser feito pelo estudante. A transição de uma maneira de aprendizado intelectual Ocidental para uma maneira de aprendizado experiencial pode ser difícil, mas isso ocorre independentemente da raça.
Em “Lost In Metaphors” [“Perdido Em Metáforas”], eu discuto como ideias como o Divino Feminino e o Divino Masculino passaram a ser vistas como realidade objetiva imutável. Clichês espirituais abundam e poucos parecem buscar significados mais profundos neles. Isso não é uma crítica, mas uma observação e parece causar considerável confusão e angústia em alguns casos. Não é incomum que as pessoas experienciem alguma coisa incomum e busquem uma explicação racional para isso. Às vezes, essas ideias inventadas³ se transformam em ‘fatos’ que são aplicados a todos, independentemente de se encaixarem ou não. Huna me oferece uma estrutura para analisar ideias e verificar se elas são úteis para mim na minha própria vida. As ideias necessitam ser testadas quanto à sua aplicabilidade prática.
³How Made Up Ideas Become Truth (video)
Frequentemente, eu vejo pessoas tomando uma nova decisão ou expressando o desejo por alguma coisa nova em suas vidas e, em seguida, proferindo um clichê que desvia o seu foco e coloca um obstáculo em seu caminho antes mesmo de começarem, ou agindo imediatamente por hábito, o que as mantém estagnadas. Por outro lado, podem repetir um clichê positivo, mas sem a convicção que demonstra que realmente o dizem.
Eu tenho visto pessoas serem convencidas a fazer dieta por um amigo e, em seguida, esse mesmo amigo as incentivar a comer alguma coisa que contradiz a dieta, porque merecem uma recompensa por terem se mantido firmes. ‘The Kupua Stone’ [‘A Pedra Kupua’] fala sobre o processo de fazer as coisas de forma diferente para obter um novo resultado. Cabe a nós escolher o resultado que nós desejamos. Muitas vezes, a cooperação de outras pessoas será necessária.
Para que a fazenda funcionasse, cada parceiro e os filhos que podiam, necessitavam saber qual era o seu papel e ter a certeza de que haveria ajuda quando necessário. Sim, havia modelos históricos, mas baseados em necessidades e habilidades práticas e não em ideais. Embora o meu pai pudesse e preparasse as refeições quando necessário e minha mãe fosse até o estábulo e dirigisse o trator quando preciso, cada um cuidava principalmente das tarefas para as quais eles eram mais adequados. Isso funcionava bem; as suas diferentes habilidades eram necessárias e complementares, igualmente valorizadas. Nada os impedia de inverter os papéis ou dividir o trabalho de forma diferente; era simplesmente o que funcionava para a nossa família.
Aonde eu quero chegar? Eu não sei ao certo, mas parece que muitas pessoas tentam resolver os seus problemas desprezando qualquer um que possa lhes dar o que desejam, mesmo sem saber o que é e isso não costuma funcionar muito bem. Parece haver muitos ideais sendo discutidos, baseados apenas na emoção, sem qualquer consideração pelas necessidades e possibilidades práticas. O efeito que isso tem em nossa capacidade de nos relacionarmos uns com os outros de maneira amorosa e cooperativa, com o Espírito Aloha2,4, é devastador.
4Detalhado em Urban Shaman, do Dr. Serge Kahili King
Parece-me que as coisas saíram completamente da harmonia e que é necessário esclarecer alguns ideais e objetivos em nível individual e coletivo. Não se trata de que todos ‘devam’ pensar da mesma maneira. Para usar uma analogia de um amigo, seria como se todos os instrumentos de uma orquestra tocassem a mesma nota. Eu penso que a maioria das pessoas começaria a se sentir irritada nesse caso. É útil ter uma partitura para seguir e talvez um maestro para manter o ritmo (foco) dentro do grupo ou individualmente, reconhecendo que diferentes grupos preferem diferentes tipos de música.
Eu acredito que seria benéfico aceitar que as pessoas não pensam da mesma maneira, que cada pessoa vive segundo regras diferentes. No mundo moderno, são necessárias diversas habilidades. As pessoas operam com base em diferentes conjuntos de valores e entender quais são os nossos próprios valores e como lidar com os resultados que nós estamos obtendo na vida é muito útil. Huna é a estrutura de ideias que me dá essa base na minha própria vida. Ela me fornece ferramentas para analisar os meus pensamentos e ações, através dos resultados que eu obtenho e para gerar mudanças onde eu desejo. Existem outros sistemas que também podem funcionar bem para diferentes pessoas.
Quando eu estou tendo dificuldade em encontrar uma solução para uma situação em que possa haver divergência de opiniões ou resultados desejados, seja comigo mesmo ou com outras pessoas, eu recorro aos sete princípios de Huna2,4.
4Detalhado em Urban Shaman, do Dr. Serge Kahili King
Ike. O mundo é o que você pensa que ele é.
Kala. Não há limites.
Makia. A energia flui para onde a atenção se dirige.
Manawa. Agora é o momento do poder.
Aloha. Amar é ser feliz com.
Mana. Todo poder vem a partir de dentro.
Pono. A eficácia é a medida da verdade.
Esses sete princípios3,4,5, juntamente com os quatro níveis de realidade ou quatro perspectivas a partir das quais nós somos capazes de observar o mundo ou uma experiência específica, ajudam-me a perceber qual resultado realmente eu desejo, o que eu estou pensando sobre como alcançá-lo e quais atitudes e ideias os outros podem ter, especialmente as pessoas com quem eu possa necessitar trabalhar para atingir o meu objetivo.
³How Made Up Ideas Become Truth (video)
4Detalhado em Urban Shaman, do Dr. Serge Kahili King
5The Seven principles of Huna Philosophy (video)
Nesse processo, pode surgir a tomada de consciência de que um resultado diferente pode ser mais útil e mais fácil de alcançar. Pode ficar evidente que os meus planos atuais necessitam ser ajustados ou completamente alterados se a minha situação não estiver progredindo bem. Talvez eu necessite cultivar novas amizades ou relações de trabalho com pessoas diferentes. Ao escrever isso, eu me lembro novamente do valor do aprendizado experiencial, do desenvolvimento através da prática.
Esse artigo começou com uma pergunta em minha mente e, ao escrevê-lo, torna-se evidente para mim, mais uma vez, que o Espírito Aloha4 é a maneira mais eficaz de alcançar a harmonia, onde cada instrumento na orquestra desempenha o seu papel diferente e, juntos, criam a música mais bela que eu já encontrei. É realmente ‘todo inclusivo’. Tentar convencer os outros a pensar como eu para atingir os meus objetivos exige tanto esforço que eu me esgoto e acumulo tanta tensão que acabo não conseguindo nada. Muitas pessoas foram criadas acreditando que esse é o único caminho.
4Detalhado em Urban Shaman, do Dr. Serge Kahili King
Eu tenho descoberto que não só entender o que realmente eu estou pensando sobre os meus objetivos e qual é a minha motivação, mas também buscar ou atrair pessoas com quem eu possa trabalhar é muito mais eficaz do que tentar me encaixar ou gerenciar pessoas com quem eu não consigo. Eu acabo chegando onde eu não quero estar dessa maneira. Dar permissão às pessoas para serem quem elas são e fazerem o que elas fazem, para citar o mesmo amigo de antes, sem qualquer julgamento além do discernimento sobre com quem eu posso trabalhar e com quem eu não posso, é o caminho certo para mim.”
Graeme Kapono Urlich (Abril de 2024)
Aloha New Zealand – Escola de Huna and Xamanismo Havaiano
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Artigo:
Infusion Confusion
Confusão de Infusão
Autor:
Graeme Kapono Urlich
Site:
Confusão de Infusão
“Ultimamente, eu tenho encontrado muitos professores que misturam elementos de várias tradições e as apresentam como se fossem uma só. Não há nada de errado nisso em si, mas, a não ser que seja feito com consciência no nível da realidade [awareness], isso pode causar séria confusão, tanto para o professor quanto para os estudantes, porque diferentes sistemas frequentemente têm visões muito contraditórias sobre o mesmo tema.
Eu trabalho principalmente com a tradição Huna Kupua do Havaí. Às vezes, eu adoto técnicas e ideias de outros sistemas, mas quando escolho usá-las no ensino da Huna, eu tento apresentá-las de forma consistente com a filosofia, a fim de evitar mal-entendidos ou parecer estar me contradizendo. Até que as pessoas entendam que todos os sistemas são compostos e que podem transitar facilmente entre eles e lidar bem com paradoxos, simplesmente funciona melhor dessa maneira, na minha opinião.
Mesmo quando nós observamos alguns dos sistemas de pensamento mais antigos do mundo, nós encontramos influências de diferentes sistemas. Eu cresci em uma família Católica e o Cristianismo era apresentado como a única forma verdadeira de crença espiritual. Mais tarde, eu descobri que muitos, senão todos, os feriados Católicos coincidem com antigas festas Pagãs.
O Domingo de Páscoa cai no primeiro domingo após a primeira lua cheia depois de 20 de março, que é a data nominal do Equinócio da Primavera. A tradição de acender velas de Páscoa pode estar diretamente ligada ao costume Pagão de acender fogueiras nessa época do ano para saudar o renascimento/ressurreição do Deus sol.
Embora o Cristianismo seja um sistema composto, ele é em grande parte coerente com um tema central e, como tal, funciona para aqueles que optam por segui-lo ‘religiosamente’. Eu conheço pessoas e tenho ouvido falar de muitas outras, que o adotaram e o aplicaram para reparar vidas muito danificadas em alguns casos e se tornaram felizes e produtivas. Existem outros sistemas que poderiam ter sido usados com sucesso e com o mesmo benefício e eu tenho ciência de pessoas que têm utilizado esses sistemas da mesma maneira.
Recentemente, eu encontrei um grupo de pessoas que havia criado um sistema bastante heterogêneo, que parecia conter todos os piores aspectos de vários outros sistemas. Eles pareciam ter conseguido interpretar muitos dos ensinamentos da maneira mais negativa possível, resultando em um estilo de vida baseado no medo e no controle.
Eu não fiquei tempo suficiente para analisar o sistema em profundidade, mas a minha percepção foi de que ele, vagamente baseado nos ensinamentos Bahá’ís e Budistas, misturados com os aspectos de inferno, fogo e danação (condenação) de algumas vertentes do Cristianismo, além de algumas mensagens canalizadas de conselhos galácticos, não oferecia um foco claro para a vida. Parecia haver muitas regras e você acabava infringindo uma ou outra, independentemente da escolha que você fizesse.
Todos os sistemas de pensamento do planeta (e além) são invenções e representam uma mistura ou evolução de outros sistemas. Em uma extremidade do espectro, alguns são claramente empoderadores, enquanto outros, na outra, têm evoluído de uma forma que controla as pessoas excessivamente. Se eles foram inventados, em primeiro lugar, então nós somos livres para reinventá-los e nós não precisamos seguir o mesmo sistema. Algumas pessoas se sentirão mais confortáveis recebendo instruções sobre como viver as suas vidas, enquanto outras desejarão a liberdade de escolher por si mesmas.
“Todos os sistemas de pensamento do planeta (e além) são invenções e representam uma mistura ou evolução de outros sistemas.“
Foco e clareza de pensamento são essenciais para uma vida feliz e bem-sucedida. Você poderia ser o dono mais bem-sucedido e feliz de uma companhia multinacional, um nômade feliz e bem-sucedido ou qualquer coisa entre esses dois extremos; a escolha é individual, mas foco e clareza são necessários em ambos os casos.
Se o sistema de pensamento que você está usando não funciona para você ou se você não tem um sistema definido, sinta-se à vontade para escolher as melhores partes de vários sistemas disponíveis. Mantenha a simplicidade, mas estabeleça algumas estruturas básicas, valores, prioridades e rotinas que apoiem o estilo de vida que você escolheu. As rotinas podem incluir relaxamento, meditação e exercícios de respiração, mas gradualmente, adote uma forma de viver mais consciente e amorosa.”
Graeme Kapono Urlich (setembro de 2011)
“Pessoas raivosas querem mostrar o quão poderosas elas são, pessoas amorosas querem que você veja o quão poderoso você é” ~ Chefe Águia Vermelha
Aloha Nova Zelândia – Escola de Huna e Xamanismo Havaiano
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Sobre o autor:
Graeme Kapono Kahulani Urlich

“Eu nasci e cresci na zona rural da Nova Zelândia, onde eu experienciei histórias e tradições Maori desde cedo. Essa influência inicial se transformou em um interesse pelo conhecimento esotérico, o que me levou a estudar textos filosóficos e sistemas de adivinhação como o Tarô e o I Ching, até que o meu interesse se concentrou em sistemas de cura [healing].
É difícil dizer por que o meu interesse recaiu sobre esses assuntos, mas sempre eu senti como uma espécie de chamado. Embora muitas das ideias que eu investigava entrassem em conflito com a minha educação Cristã, na época isso parecia certo. No início dos meus estudos, eu me concentrei no que estava disponível na época – tradições da minha ancestralidade Celta e do Leste Europeu.
Enquanto morava na Austrália, no início da década de 1980, eu fiz formação em massagem intuitiva. A partir da massagem intuitiva, eu me formei em outros sistemas corporais, como Reflexologia, Técnica Metamórfica (com Robert St. John) e Shiatsu. Em meados da década de 1980, eu tive o meu primeiro contato com as artes de cura [healing] Havaiana por meio do mestre Nativo Havaiano Abraham Kawaii. Com ele, eu aprendi o estilo Lomi Lomi dos templos.
Tendo trabalhado na área de informática desde 1976, eu achei o estilo de treinamento de Abraham, predominantemente não verbal, particularmente desafiador para a minha mente lógica. Mesmo hoje, eu ainda estou tentando decifrar o significado de coisas que ele me ensinou há mais de 35 anos.
Ao longo dos anos, eu explorei diversos caminhos espirituais e de cura [healing]. Apesar de tudo o que eu aprendi com eles, ainda eu estava sentindo que alguma coisa me faltava.
A minha busca por conhecimento e entendimento finalmente me levou ao contato com o Dr. Serge Kahili King e eu comecei a treinar com a Aloha International. Eu achei as explicações lógicas e claras de Serge sobre os antigos princípios Huna simples e revigorantes. Ele apresenta esses princípios sob a perspectiva do aventureiro, ao invés da perspectiva guerreira mais comum, o que eu considero muito atraente. Os princípios, a sua simplicidade e a perspectiva do aventureiro me ajudaram a entender melhor os conceitos e técnicas que havia aprendido em outras tradições que eu tinha estudado. Eu havia encontrado a peça que faltava.
Nos anos seguintes, eu participei de diversos treinamentos no Havaí, incluindo formação de professores e aconselhamento e comecei a ensinar Lomi Lomi e Huna ao redor do mundo. Em julho de 1994, eu fui ordenado Alakai da Huna International e tenho trabalho com Huna desde então. Atualmente, eu também sou Diretor de Mídia da Huna International.
A tradição da família Kahili é uma linhagem antiga e ininterrupta e eu me esforço para ensinar de uma maneira que seja fiel a essa tradição. Quando eu ensino Lomi Lomi, eu faço o possível para lembrar que vem de uma linhagem diferente e ensiná-lo da maneira como eu fui ensinado.
Meus nomes Havaianos: Kapono significa “Aquele Harmonioso” e me foi dado quando eu fui ordenado Alakai da Huna International. Eu recebi o nome Maori Kahurangi em outro contexto, que se traduz para o Havaiano como Kahulani. Os significados são ligeiramente diferentes em cada idioma, sendo que Kahurangi significa “Dádiva A Partir Do Céu” e Kahulani significa “Cuidador Celestial”.
No Havaí antigo, era tradição dar um nome durante o treinamento quando uma meta importante era alcançada, simbolizando a graduação.
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Imagem: Foto de Alexandre Cyrino em Oahu, Hawaii – Facebook 13.06.26
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Krishnamurti – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.
Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;
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Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
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Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].
Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf
Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
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Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
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Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Sean McCleary – Artigo: “The Evolution of the Aloha Spirit” [“A Evolução do Espírito Aloha”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: The Evolution of the Aloha spirit – Kahuna Research Group;
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Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zach Royer – Artigo: “Synchronicity: What is it?” [“Sincronicidade: O que é isso?”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: Synchronicity: What is it? – Kahuna Research Group;
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

