Qual era a técnica utilizada pelo Dr. Ihaleakala Hew Len (1939-2022) nos processos de resolução de problemas?

Observação: [...] Sempre que aparecer um comentário [entre colchetes], durante uma frase, trata-se de um “destaque meu”, normalmente fazendo referência à compatibilidade de um especialista em determinado sistema de pensamento relevante, em relação ao sistema de pensamento do Ho’oponopono.

A questão acima, para ser respondida, mister se faz que tomemos como base o glossário “falante” dos “caracteres” essenciais do Ho’oponopono, elaborado pelo Dr. Ihaleakala Hew Len, PhD – psicólogo e terapeuta, que aprendeu as técnicas do Ho’oponopono com Morrnah Nalamaku Simeona (1913-1992), Kahuna Lapa’au, idealizadora do Ho’oponopono da Identidade Própria®.

Dr. Hew Len tornou-se, após dez anos de parceria, o seu ajudante, sucessor e divulgador do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono.

Técnica do Dr. Hew Len: O que ele fazia era simplesmente repetir as petições:

  • Eu sinto muito;
  • Por favor, perdoa-me;
  • Eu te amo;
  • Eu sou grato.

Ele não dizia isso para a pessoa, ele o dizia para a Mente Supraconsciente e Inteligência Divina.

A ideia é purificar a energia compartilhada.

Mas você não faz isso para obter alguma coisa.

Você o faz porque é dessa maneira que purificamos a energia compartilhada, de forma que ninguém tenha que experimentá-la novamente.

É uma limpeza e você a faz internamente e incessantemente.

É a prática do Ho’oponopono incessante.

Eu sinto muito.

Glossário do Dr. Hew Len – “Eu sinto muito – Arrependimento: Eu sou o arrependimento. Eu sou o começo do processo Ho’oponopono iniciado pela Mente Consciente como uma petição à Inteligência Divina para transmutar as memórias ao Vazio. Comigo, a Mente Consciente assume a sua responsabilidade pelas memórias repetindo problemas dentro da Mente Subconsciente, tendo as criado, aceito e acumulado.”

Dr. Ihaleakala Hew Len esclarecia que:

“Quando você diz ‘Eu sinto muito’ você reconhece que algo (não importa saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.”

Trata-se de reconhecimento e de arrependimento da situação de desconforto [você tem o conceito de ter um problema…daí o desconforto…isso é o que eu chamo de pensar fora da caixa].

Você compreende que aquela situação que você está vivenciando precisa ser corrigida – reconhecimento.

Você compreende que tem 100% de responsabilidade por corrigir – arrependimento – aquela situação que está se manifestando na tela do seu sistema VAC (o sistema VAC foi abordado em artigo anterior).

A petição (prece-ação) “Eu sinto muito” refere-se ao fato de que você constatou a interferência de memórias repetitivas limitadoras no comando da Mente Subconsciente.

Dr. Hew Len também enfatizava:

“100% de consciência de que foi você quem causou o problema. 100% de consciência de que é sua a responsabilidade por corrigir o erro. Imagine o dia em que todos nós formos 100% responsáveis! Como vou convencer as pessoas de que nós somos 100% responsáveis pelos problemas? Se você quer resolver uma situação problemática, trabalhe-a em si próprio [isso é pensar fora da caixa…]. Se a questão está ligada a outra pessoa, pergunte a si mesmo: ‘O que há de errado comigo que está levando essa pessoa a me incomodar?’ Aliás, pessoas só aparecem na sua vida para lhe incomodar! Quando você sabe disso, pode superar qualquer situação e se liberar. É simples: ‘Eu sinto muito por tudo que está acontecendo. Por favor, perdoa-me’.”

John Curtin também nos apoia para o melhor entendimento da petição, ao afirmar: “Quando você diz ‘Eu sinto muito’ você reconhece que algo [e aí não importa saber o que é esse algo…] penetrou em seu sistema corpo/mente. Você inicia o processo ao assumir 100% de responsabilidade por sua vida, com um ato de arrependimento.”

Você não tem a menor ideia de como esse algo entrou no seu sistema corpo/mente. Você não precisa saber, não vale a pena. Se você estiver com a sensação de desconforto por sentir-se com excesso de peso, por exemplo, você simplesmente assimilou o programa (memória enferma) que a/o faz ficar com o que para você é uma percepção de excesso de peso. Você então quer o perdão interior por essa situação que está em você e lhe faz sentir o que você percebe como desconforto.

Ao se afirmar “Eu sinto muito” como um ato de arrependimento consciente e sincero, você inicia, no presente momento, o desligamento do processo de atuação do ego que está calibrado a reagir a partir de memórias representativas do passado.

Ao se declarar a petição, de maneira consciente, “Eu sinto muito”, você assume 100% de responsabilidade pelas pessoas, circunstâncias, situações, acontecimentos, lugares – pelas memórias repetitivas limitadoras ativadas – que estão por você identificadas, naquele momento (presente), em seu sistema VAC e manifestando em sua vida esse desconforto. A partir desse poderoso instante de reconhecimento e arrependimento, você passa a ser um observador de tudo o que se passa ao seu redor. Você não mais se identifica com o desconforto e passa a ser um observador, à distância dos fatos. A petição (prece-ação) “Eu sinto muito” faz com que você se afaste da condição mental de “identificado com o desconforto”, para permitir a condição mental de “observador do desconforto”.

Lembrando que a física quântica demonstra que os objetos quânticos são hábeis em interagir com o observador, alterando a forma como se apresentam de acordo com a intenção de quem os observa.

Osho em seu livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”) nos conta uma antiga história, para a nossa reflexão sobre o conceito de identificação e de observador, mencionado acima:

“Um homem que estava fora de sua cidade volta e encontra a sua casa pegando fogo. Era uma das casas mais bonitas da cidade e o homem amava essa casa. Muitas pessoas estavam prontas para comprar a casa até pelo dobro do valor, mas ele nunca concordou com nenhum preço e agora ela estava apenas queimando ante os seus olhos. Milhares de pessoas se juntaram, mas nada se podia fazer. O fogo se espalhou bem rápido e mesmo que alguém tentasse apagar, nada poderia ser salvo. Assim ele ficou muito triste.

O seu filho veio correndo e sussurrou algo em seu ouvido: ‘Não fique preocupado. Eu vendi a casa ontem e por um preço muito bom – três vezes… A oferta era tão boa que eu não pude esperá-lo. Perdoa-me’. Mas o pai disse: ‘Bom que você vendeu a casa por três vezes mais que o seu preço original’. A partir daí o pai passou a ser também um observador como os outros milhares de observadores que estavam no local. Por um momento atrás ele não era um observador, ele estava identificado com o fato. É a mesma casa, o mesmo fogo, tudo o mesmo – mas agora ele não está mais preocupado. Ele estava apreciando o fogo como todo mundo o estava também.

Então o segundo filho veio correndo e disse ao pai, ‘O que você está fazendo? Você está sorrindo – e a casa está pegando fogo?’ O pai disse, ‘Você não sabe, mas o seu irmão vendeu a casa.’ O filho disse, ‘Ele havia falado sobre vender a casa, mas nada foi acertado ainda e o homem não vai comprar a casa agora.’ Novamente, tudo muda. Lágrimas que tinham desaparecido, retornaram aos olhos do pai, o seu sorriso não estava mais lá, o seu coração estava batendo mais rápido. O observador se foi. Ele era agora novamente um identificado.

E então o terceiro filho vem e diz ao pai, ‘Aquele homem que estava comprando a casa era um homem de palavra. Ele veio até a mim e disse, ‘Não importa se a casa está queimando ou não, ela é minha. E eu vou pagar o preço negociado por ela. Nem você sabia, nem eu sabia que a casa poderia pegar fogo.’ Novamente o pai passa a ser um observador. A identificação não existe mais. Na verdade, nada tinha mudado; apenas a ideia de que ‘eu sou o dono, eu estou identificado de alguma forma com a casa,’ faz toda a diferença. No momento seguinte o pai sentiu, ‘Eu não estou identificado. Alguém mais comprou a casa, eu não tenho nada com isso.’”

Significado da palavra arrependimento (fonte Wikipédia https://pt.wikipedia.org/wiki/Arrependimento#:~:text=Arrependimento%20%C3%A9%20muitas%20das%20vezes,trabalho%2C%20geralmente%20conotando%20uma%20evolu%C3%A7%C3%A3o.):

“A palavra arrependimento é de origem grega (μετάνοια, metanoia) e significa conversão (tanto espiritual, bem como intelectual), mudança de direção e mudança de mente; mudança de atitudes, temperamentos, caráter, trabalho, geralmente conotando uma evolução. Então arrependimento quer dizer mudança de atitude, ou seja, atitude contrária ou oposta àquela tomada anteriormente em determinado assunto específico. Diferentemente do remorso, em que a pessoa que o sofre não se sensibilizou verdadeiramente do mal que possa haver causado a outros, o arrependido verdadeiramente percebe e se sensibiliza das consequências ruins que os seus atos causaram para outras pessoas. E, como consequência, sempre faz o arrependido tomar uma firme decisão de não mais cometer o mesmo erro, para não mais causar mal a outros e a si mesmo. O arrependimento pode assim, também, ser considerado como a dor sentida por causa da dor causada”.

Pela importância do entendimento da petição (prece-ação) “Eu sinto muito”, temos outro significado da palavra arrependimento (fonte site Significados https://www.significados.com.br/remorso/:

“Apesar das palavras arrependimento e remorso serem consideradas como sinônimos, vários pensadores fazem a distinção entre as duas. Para muitos, o remorso é uma espécie de falso arrependimento, sendo que a pessoa não pensa no dano causado a outra pessoa e se autocastiga com o único objetivo de não sofrer um castigo pior por causa da sua má ação. O arrependimento leva a uma dor genuína pelo sofrimento causado a alguém e culmina em uma mudança de atitude, para não voltar a cometer esse mesmo erro. Assim, o remorso é um sentimento que prende um indivíduo ao passado, enquanto o arrependimento libera a pessoa para viver o futuro de uma forma mais consciente, aceitável e feliz.”

O arrependimento causa mudança verdadeira, causa o afastamento e a ruptura da proximidade com o sofrimento (memória repetitiva limitadora), diferentemente do remorso. O foco do sofrimento no remorso é horizontal – do mundo – diferentemente do foco do sofrimento no arrependimento que é vertical – busca da relação com a Divindade.

Em resumo, para se refletir:

… quando nós nos arrependemos pelo desconforto percebido em nós mesmos ou em outra pessoa …

… nós estamos assumindo 100% de responsabilidade pela memória enferma que está em nós mesmos, causadora do desconforto experienciado (em nós mesmos ou em outra pessoa) …

… nós estamos – conscientemente – desejando fazer uma limpeza (decisão tomada, poder da vontade) …

… nós estamos – efetivamente – iniciando o processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono …

… nós estamos focados no poderoso momento presente …

… nós sabemos que não existem culpados ao se praticar o Ho’oponopono, então nós não temos a emoção enferma da culpa …

… nós não nos importamos em saber quem, onde, por que, o quê, qual, quando e como o desconforto ocorreu, portanto nós não julgamos …

… se nós não julgamos, então nós não temos que perdoar a nada e a ninguém …

… nós estamos praticando, na verdade, o autoperdão pela memória designada em nosso interior (próxima petição a ser estudada) …

… nós apenas focamos a limpeza em nossa Mente Subconsciente … para o estado Vazio, a Inspiração … através da transmutação da memória enferma designada, causadora do desconforto …

… nós sabemos que a Inteligência Divina providenciará o que há de melhor para nós mesmos e para todos os demais envolvidos, então não pensamos em resultados …

… nós estamos pensando fora da caixa (uma nova forma de pensar) …

… nós estamos buscando a nossa liberação da prisão (escravidão) do ciclo vicioso de memórias limitadoras (enfermas) que se repetem na Mente Subconsciente.

No Ho’oponopono é com esse sentimento de arrependimento que atuamos com a petição “Eu sinto muito”.

Por outro lado, diferentemente da prática do Ho’oponopono, temos que:

… quando nós sentimos remorso …

… nós estamos 100% identificados com o “pecado” cometido por nós mesmos ou pela outra pessoa (nossa antiga forma de pensar);

… nós buscamos então o culpado que está lá fora (no exterior) …

… nós praticamos a negação e a projeção …

… nós estamos focados no passado e no futuro …

… nós continuamos presos e escravizados ao ciclo vicioso …

… nós estamos focados na manutenção de nosso status quo ou de nossa pseuda “zona de conforto” (a vida egóica) …

Na habitual forma de pensar normalmente atuamos com essa emoção negativa de remorso.

Mas qual o significado da palavra metanoia, mencionada acima, referente ao significado da palavra arrependimento? Resposta no site https://www.significados.com.br/metanoia/:

“A palavra metanoia significa a ação de mudar de ideia ou pensamento, ou seja, deixar de seguir ou acreditar em determinada coisa para vivenciar um novo modo de enxergar a vida. Do ponto de vista teológico, a metanoia representa o processo de arrependimento e conversão do indivíduo para determinada doutrina. Consiste na reinterpretação que a pessoa tem da sua vida, seja moralmente, intelectualmente ou espiritualmente. Para a religião, a metanoia é um processo constante e crescente que se inicia a partir do momento em que o indivíduo reconhece e aceita a sua fé na doutrina que lhe foi pregada. Já para a psicologia, a metanoia é a mudança do modelo mental do indivíduo, representando um processo de reforma da psique da pessoa. A aprendizagem é a responsável por esta alteração, tanto de modo racional, intelectual, emocional e espiritual. Assim, pode-se dizer que a metanoia é uma transformação profunda do indivíduo, quando este altera a sua consciência do mundo, expandindo-a”.

Dr. Serge King ao mencionar em seu livro “Kahuna Healing” (“Cura Kahuna”) o método de cura dos Kahunas, sobre a abordagem mental Kala(*) esclarece que:

“Para Kala ser eficaz, você tem que conscientemente desejar fazer a mudança e liberar os meios antigos. Sem alguma motivação positiva para mudar por parte do paciente, até se recebida telepaticamente, o Kahuna usualmente não tentará uma cura. Kroger concorda. Com respeito aos Alcoólicos Anônimos, ele diz que ‘quem não deseja ser ajudado, ou que é literalmente arrastado para lá… contra a sua vontade, não pode ser ajudado por nenhuma abordagem psicoterapêutica’. Uma vez que o paciente perceba o seu conflito interno [reconhecimento] com respeito a mudar um hábito, uma técnica comum é imediatamente trocar o pensamento, sentimento ou ação negativos, pelo seu oposto. Visto que a tensão muscular crônica é trazida pelo fluxo de energia distorcido sustentado por hábitos particulares de pensamento, de acordo com a teoria Huna, um alívio de tensão ocorrerá quando um pensamento indesejável for trocado por outro benéfico. Freud algumas vezes obteve esse efeito ‘apagando’ memórias negativas e substituindo-as por positivas. O fator chave para os Kahunas, então, é a troca, não a supressão seguida pela substituição.”

(*) Kala significa mudar. Essa palavra tem os significados externos de liberação, liberdade e perdão, mas as raízes trazem o sentido de mudar o caminho de uma pessoa. Perdoar, por exemplo, é mudar o modo como você pensa sobre alguém ou alguma coisa. Para Kala funcionar, você deve estar conscientemente disposto a fazer a mudança e abandonar os velhos hábitos. 

Com a petição “Eu sinto muito” você está tomando a decisão consciente por sua cura (limpeza de memórias enfermas em sua Mente Subconsciente), com o seu poder da vontade. Por essa razão o Ho’oponopono, desde o início do processo de resolução de problemas, garante a sua efetividade na cura. Com as petições seguintes (que estudaremos a seguir) a cura é inevitável, para o seu próprio bem e para o bem de todos os envolvidos, no presente, no passado e no futuro.

O 1º Princípio da entidade Alcoólicos Anônimos do Brasil – site https://www.aa.org.br/ – afirma:

“1º) Admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas [reconhecimento]. Quem se dispõe a admitir a derrota completa? Quase ninguém, é claro. Todos os instintos naturais gritam contra a ideia da impotência pessoal. É verdadeiramente terrível admitir que, com o copo na mão, temos convertido nossas mentes numa tal obsessão pelo beber destrutivo [arrependimento], que somente um ato da Providência pode removê-la [Inteligência Divina].”

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone (ligue 188), e-mail e chat, 24 horas todos os dias. Site https://www.cvv.org.br/. O mesmo princípio aplica-se também no CVV. A pessoa angustiada e que anseia por desabafar terá que tomar a iniciativa de ir pessoalmente ao Posto de Atendimento do CVV ou entrar em contato por telefone, e-mail ou chat. A pessoa angustiada, antes de mais nada, precisa reconhecer que está sofrendo e que se sente impotente em resolver sozinha o conflito. O voluntário do CVV – muito bem treinado nas técnicas de atendimento emocional, com base na psicologia humanista da Abordagem Centrada na Pessoa, do Dr. Carl Rogers (psicólogo e escritor) – sabe, de antemão, que quando a pessoa angustiada toma a iniciativa (livre-arbítrio) de entrar em contato com o posto, ela já deu o passo mais difícil e importante para se curar, porque, como também afirma a entidade A.A., todos os instintos naturais gritam contra a ideia da impotência pessoal.

O Ho’oponopono é um pedido de apoio emocional, um pedido de cura à Mente Supraconsciente (Aumakua) e Inteligência Divina, iniciado pela Mente Consciente (Uhane) e permitido pela Mente Subconsciente (Unihipili).

O respeito ao livre-arbítrio do ser humano é uma Lei Universal. Deus só pode nos ajudar quando for solicitado, não interferindo jamais no nosso livre arbítrio.

Kristin Zambucka artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”) disse:

”É apenas através da nossa consciência que Deus pode entrar nesse mundo. Ele então se transfere para a nossa experiência humana”.

O arrependimento consciente e sincero é o primeiro passo para sairmos dessa prisão que nos encontramos, para liberar-nos desse ciclo vicioso de dores, sofrimentos, escassezes, doenças, limitações, impotências, desesperanças, depressões, violências, guerras e demais emoções enfermas afins … é preciso controlar o piloto automático … é preciso assumir 100% de responsabilidade.

Como a Mente Subconsciente é totalmente influenciável pela Mente Consciente, com o simples ato de observar, reconhecer e arrepender-se, acabamos interferindo nesse ciclo vicioso e aquela memória designada em questão começa a ser neutralizada e transmutada.

Por favor, perdoa-me

Glossário do Dr. Hew Len – Por favor, perdoa-me: “Perdão: Eu sou o Perdão. Junto com o Arrependimento, eu sou uma petição da Mente Consciente para o Divino Criador, para transformar as memórias dentro da Mente Subconsciente ao Vazio. A Mente Consciente não só se arrepende, como também pede perdão à Inteligência Divina.”

Afirmar, com sentimento, “Por favor, perdoa-me”, você está neutralizando, sem julgamentos, a sua identificação anterior com o problema, apenas aceitando que tal situação ocorreu por alguma razão, mas agora não o atinge mais ou já não é um padrão de pensamento necessário em sua vida.

Dr. Hew Len disse:

Não dizemos “Por favor, perdoa-me” para a Inteligência Divina porque a Inteligência Divina precisa nos ouvir; nós dizemos porque precisamos ouvi-La.

“Você não está fazendo estas declarações para ser perdoado pela Divindade; Você as está fazendo para se purificar. Você as profere para a Divindade, mas a intenção é purificar você.”

Dr. Hew Len ainda acrescenta:

“Ao dizer “Por favor, perdoa-me” você está pedindo ao Divino que deseja o perdão dentro de si mesmo para o que quer que tenha trazido isso para você. Você não está pedindo ao Divino que o perdoe. Você está pedindo à Inteligência Divina para lhe ajudar a perdoar a si mesmo.”

John Curtin também nos esclarece:

“Quando você diz ‘Por favor, perdoa-me’, você não pede perdão a Deus ou a outra pessoa. Você pede perdão a si mesmo, através da Inteligência Divina que está dentro de você, por você haver criado tudo aquilo que existe no teu interior, por essa realidade em tua vida.”

Há uma máxima em Programação Neurolinguística (NLP) que diz:

“As pessoas fazem a melhor escolha que podem no momento”. Ao longo de nossa jornada de causa e efeito, todos nós tomamos a melhor decisão no momento com os recursos que enxergamos naquele momento. Entendendo isso, podemos escolher respeitar o momento de cada pessoa e entenderemos porque agem de uma forma ou de outra. Tem tudo a ver com “perdão”. Pense nisso. Essa máxima pode ajudá-lo a se perdoar com mais facilidade.

Dr. Kenneth Wapnick, nos esclarece, com base no sistema de pensamento de UCEM, compatível com o sistema de pensamento do Ho’oponopono:

“Esse princípio de causa e efeito também funciona em termos de perdão e Jesus nos oferece algumas das melhores demonstrações disso. Pensem mais uma vez naquele exemplo no qual eu estou sentado aqui e vem alguém e me ataca. Se eu não estiver na minha mente certa [Diagrama 3], verei essa pessoa como a causa do meu sofrimento [julgamento]. O meu sofrimento, portanto, será o efeito do pecado daquela pessoa. A minha reação como alguém que foi ferido, reforçará o fato de que essa pessoa pecou. Se eu estiver na minha mente certa [Diagrama 2], darei a outra face, o que nesse sentido significa demonstrar para aquela pessoa que o seu pecado contra mim não teve nenhum efeito porque eu não fui ferido/a. Cancelando o efeito, eu estou também cancelando a causa. Isso é o verdadeiro perdão.”

André Lima, EFT practitioner (Emotional Freedom Techniques) https://www.facebook.com/eftbr/ disse:

“Primeiro entenda o que é perdoar. Perdoar significa apenas liberar mágoas, ressentimentos, raivas, revoltas e eliminar completamente o sentimento de vitimização [memórias repetitivas limitadoras]. Perdoar não significa concordar ou aprovar o que alguém fez. Perdoar também não significa que você tenha que conviver com uma determinada pessoa que é potencialmente perigosa para você. É poder lembrar das coisas que aconteceram sem sofrimento algum. O sentimento é curado [as memórias repetitivas limitadoras são transmutadas em pura Luz), o que fica é apenas o aprendizado das experiências.”   

Eu te amo                                    

Glossário do Dr. Hew Len – Eu te amo: “Transmutação: Eu sou a Transmutação. A Inteligência Divina me usa para neutralizar e liberar as memórias ao Vazio dentro da Mente Subconsciente. Somente a Inteligência Divina pode me utilizar.”

Dr. Hew Len disse:

“Você não rejeita aquele problema e expressa amor, pois sabe que a sabedoria de Deus é capaz de transmutá-la, basta amar .”

“A frase ‘Eu te amo’ transmuta a energia bloqueada em energia fluindo. Ela religa você ao Divino. Como o estado Zero é um estado de Amor Puro e possui limite zero, você está começando a alcançar esse estado expressando o amor. Ele contém os três elementos que podem transformar qualquer coisa: gratidão – reverência – transmutação.”

Ao afirmar a petição “Eu te amo” você está permitindo e liberando a energia transmutadora do Universo … está atuando numa frequência de onda de altíssima vibração capaz de colapsar qualquer energia … está em perfeita sintonia vibratória com o que Dr. Deepak Chopra chama de “Campo Unificado de todas as possibilidades” e Dr. Gregg Braden chama de “Matriz Divina”. Você estará inclusive afirmando o seu amor às memórias limitadoras que estão sendo liberadas e transmutadas, assim como a tudo e a todos envolvidos naquele momento e naquela situação presentes.

Dr. Hew Len disse: “Amo VOCÊS queridas memórias.”

Dr. Hew Len ainda reforça:

“’Eu te amo’, pode ser repetido mentalmente. Memórias nunca saem ‘de férias’ ou ‘se aposentam’, a menos que você as ‘aposente’. ‘Eu te amo’, pode ser usado até mesmo se você não estiver consciente de problemas. Por exemplo, pode ser aplicado antes de se ocupar com qualquer atividade como fazendo ou respondendo a um telefonema ou antes de entrar em seu carro para ir a algum lugar.

“Amem os seus inimigos, faça o bem aos que os odeiam”. Jesus teria dito, como registrado em Lucas: 6.”

John Curtin disse, para a nossa reflexão:

“Essa afirmação nos ajuda a entender que amando essa situação, dor, pessoa ou o que seja, é a melhor forma de convertê-la em algo positivo em nossa vida. O Amor é tudo o que existe. ‘Ama ao teu próximo como a ti mesmo’. Mas como podemos amar a outra pessoa se ainda não nos amamos.”

Vale a pena ressaltar que quando você declara a petição “Eu te amo” no processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, você não está sentindo ou buscando sentir o amor que costumeiramente os seres humanos sentem no seu dia-a-dia, que é o que podemos chamar de amor condicional (amor temporal). Você sempre está amando “porque” algo precisa acontecer. Medite profundamente nisso.

Na verdade a petição “Eu te amo” do Ho’oponopono, quando declarada, você está se beneficiando e beneficiando a todos os envolvidos com o amor incondicional do Universo, da Divindade que está em cada um de nós. É o amor incondicional (atemporal) da Divindade que está em seu interior e que você está ativando durante a petição.

Frase extraída do livro “A Profecia Celestina”, James Redfield:

“Você não se força a amar. Você permite que o amor penetre”

Ele está acima de qualquer sentimento costumeiramente manifestado. Ele está e sempre esteve disponível como essência divina que está e sempre esteve em cada um de nós. Basta permitir a sua manifestação e ele se manifesta naturalmente. Amar sem intenção de condição qualquer (incondicional) é o que se pratica no Ho’oponopono.

Para ampliar ou amplificar o conceito de amor na petição “Eu te amo”, ao se praticar o Ho’oponopono, buscamos inspiração no livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”), de William Walker Atkinson – Edição Eletrônica publicada em 2015, onde nos é apresentada essa didática e reveladora afirmação:

“Alguns cientistas têm alegado que algo que pode tão bem ser chamado de “Amor” está na base de toda a vida. Eles alegam que o amor das plantas pela água é o responsável por produzir as raízes até que o objeto amado é encontrado. Eles dizem que o amor de uma flor pelo sol faz com que ela supere lugares escuros, até que possa receber a luz. As assim chamadas ‘afinidades químicas’ são realmente uma forma de amor. E Desejo é uma manifestação desse Amor da Vida Universal. Assim eu não estou usando uma simples figura de linguagem quando eu lhe digo que você deva amar aquilo que você quer obter. Nada exceto intenso amor permitirá a você superar os muitos obstáculos colocados em seu caminho. Nada do que amor possibilitará a você suportar os fardos de uma missão. Quanto mais Desejo você tem por algo, mais você o Ama; e quanto mais você o Ama, maior será a força atrativa exercida em direção à sua realização – ambos dentro de você mesmo(a) e fora de você.”

Para reflexão adicional, do livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”, dos autores Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel, temos a inspiradora afirmação:

“O amor sempre existe, só preciso procurá-lo”.

O amor eleva a autoestima, eleva o padrão vibracional da sua consciência, causa o “religare” ou a conexão com a sua Essência Divina.

Eu sou grato(a)

Glossário do Dr. Hew Len – Eu sou grato(a) – “Gratidão: Quando você diz a frase “Eu sou grato(a)” você está expressando gratidão. Você está demonstrando a sua confiança (fé) de que a situação já foi resolvida, para o bem maior de todos os envolvidos.”

John Curtin nos esclarece:

“Não é o mesmo a fé e a confiança. A confiança se pode ganhar e se pode perder, porque está submetida ao juízo da razão. A fé se pode ganhar ou perder somente por capricho, mas no geral é imutável porque não está submetida a juízo algum…”

Hermínio C. Miranda, em seu livro “O Evangelho Gnóstico de Tomé”, presenteia-nos com algumas definições de fé, perfeitamente alinhadas ao sistema de pensamento do Ho’oponopono e ao conceito por trás da petição “Eu sou grato(a), que resumimos a seguir:

“… a fé que sabe e não apenas crê… não porque cridos, mas porque conhecidos… já estava em Paulo, por exemplo, que deixou documentada na Epístola aos Hebreus, a ideia de que a fé é considerada ‘uma posse antecipada do que se espera, um meio de demonstrar as realidades que não se vêem’; ou seja, a fé, no entender do apóstolo, é uma expectativa de concretização de conhecimento que já se desenha na mente pela intuição que começa a despertar e que são, ao mesmo tempo, aspectos invisíveis, ou seja, encontram-se fora do âmbito estritamente material.”

No Ho’oponopono, você agradece a Deus pela Sabedoria Divina que está atuando na transmutação de suas memórias, que estavam fazendo você experienciar aquele desconforto – estado de fé no poder maior e único do Criador.

É o reconhecimento pela benção, devolvendo essa energia ao Todo, ao Vazio, já que a partir da 5ª dimensão somos todos Um Só.

Por sermos todos Um Só, ao transmutarmos em nós mesmos a memória responsável pelo problema, a situação melhora para todos os envolvidos.

A petição “Eu sou grato” é o reconhecimento que algo de muito bom, na verdade, já aconteceu para o seu bem estar e o bem estar de todos os demais envolvidos…

Dr. Helder Kamei (http://www.flowpsicologiapositiva.com/), responsável pelo Instituto Flow, disse:

“Você diz que a gratidão é uma das chaves para a felicidade. Por quê? Porque, quando você é grato, passa a dar valor para tudo de bom que acontece em sua vida e para as pessoas que convivem com você. Consegue valorizar e apreciar mais os acontecimentos bons e as bênçãos. A gentileza também é outro sentimento poderoso. Ajuda-nos a sair do “eu” [do ego] e a olhar em volta [observar sem julgamentos]. Isso traz significado para a vida. A gratidão nos ajuda a enxergar o que acontece de bom em nossa vida e a valorizar os bons acontecimentos. Por isso, é uma das chaves para a felicidade.”

Wallace D. Wattles, afirmou de maneira didática, para o nosso entendimento sobre a “gratidão”:

“Existe a lei da gratidão e é absolutamente necessário que você observe esta lei, se você quer ter os resultados que você procura. A lei da gratidão é um princípio natural de ação e reação, sempre iguais e em sentidos opostos. Estender a gratidão de sua mente à Inteligência Suprema é uma liberação ou um lançamento de força. Não falha em alcançar aquele a que se destina e a reação é um movimento instantâneo, de volta para você. Lance-a para o lado de Deus e ele a lançará para o seu lado. É uma manifestação de verdade psicológica. E se a sua gratidão for forte e constante, a reação na substância amorfa [energia Mana] será forte e constante; o movimento das coisas que você quer estarão sempre na sua direção. Observe a atitude grata que Jesus tinha, como parecia dizer sempre: ‘Agradeço a ti, Pai, porque me ouviste’. Você não pode ter muito poder sem a gratidão, porque é a gratidão que o mantém conectado ao poder.”

Wallace D. Wattles ainda acrescenta:

“A mente grata é constantemente fixada no melhor. Consequentemente tende a transformar-se no melhor. Toma a forma ou a característica do melhor e receberá o melhor.”

Artigo inspirador sobre a “gratidão” temos no site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/wp/?p=2179, para a nossa reflexão:

“No mundo espiritual a gratidão nos conecta com Deus e com o seu Espírito. No mundo natural, olha que interessante: a Neurociência explica o poder da gratidão no nosso corpo. Quando geramos sentimentos de gratidão em nossos pensamentos ativamos o sistema de recompensa do cérebro, localizado numa área chamada Núcleo Accumbens. Este sistema é responsável pela sensação de bem-estar e prazer do nosso corpo. Quando o cérebro identifica que algo de bom aconteceu, que fomos bem-sucedidos e que existem coisas na nossa vida que merecem reconhecimento e somos gratos por isso, ocorre liberação de dopamina, um importante neurotransmissor que aumenta a sensação de prazer. Por isso, pessoas que manifestam gratidão vivem com níveis elevados de emoções positivas, satisfação com a vida, vitalidade e otimismo. A gratidão deve ser construída pelo nosso pensamento.”

Observação importante: A lógica é a linguagem da Mente Consciente (no ato de observar a situação desconfortável e iniciar o Ho’oponopono), assim como as emoções e os sentimentos são a linguagem da Mente Subconsciente (a mente emocional…a nossa poderosa mente criativa). Portanto, ao praticar o Ho’oponopono o importante é o desejo, a vontade, a emoção e o sentimento relacionados à cada petição…

“Amo você queridas memórias. Eu sou grato pela oportunidade de liberar vocês e a mim.” Dr. Hew Len

Referências bibliográficas OREM1

  • André Biernath – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;
  • Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;
  • Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);
  • Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;
  • Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;
  • Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);
  • David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);
  • Dr. Alan Strong – artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;
  • Dr. Amit Goswami – livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;
  • Dr. Benjamin P. Hardy, psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;
  • Dr. Bruce H. Lipton – livro “A Biologia da Crença”;
  • Dr. Deepak Chopra – livro “Criando Prosperidade”;
  • Dr. Gregg Braden – livro “A Matriz Divina”;
  • Dr. Helder Kamei – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;
  • Dr. Kenneth Wapnick – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;
  • Dr. Maxwell Maltz – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
  • Dr. Nelson Spritzer – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
  • Dr. Richard Maurice Bucke – livro ‘Consciência Cósmica’;
  • Dr. Serge King – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
  • Francisco Cândido Xavier (ditado pelo espírito do Dr. André Luiz) – livro “No Mundo Maior”;
  • Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);
  • Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);
  • Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;
  • James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;
  • Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;
  • Joe Vitale – livro “Limite Zero”;
  • Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;
  • John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;
  • John Curtin – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/
  • Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);
  • Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);
  • Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
  • Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;
  • Livro “Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
  • Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
  • Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
  • Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
  • Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
  • Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
  • Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
  • Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
  • Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
  • Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
  • Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
  • Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
  • Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
  • Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
  • William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
  • Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Imagem michael-schofield-s34hCcm_DcI-unsplash.jpg

A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
Eu sinto muito. Por favor, perdoa-me. Eu te amo. Eu sou grato.
Está feito! Aloha.

Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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