Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna

Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas da Polinésia.

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Sobre o Livro:

O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.

Sobre o Autor:

“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”

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1. The Discovery That May Change The World

1. A Descoberta Que Pode Mudar O Mundo

Histórias estranhas dos Kahunas (Guardiões do Segredo). História da magia Polinésia. A chegada do homem branco. O fracasso da magia do homem branco e a proibição da magia Kahuna. Cristianismo versus Huna. Dr. William Tufts Brigham, curador do Museu Bishop. Quarenta anos de pesquisa do Dr. Brigham e os seus resultados. Três elementos essenciais para o entendimento da Huna. A chave para o Segredo. Unihipili e Uhane, subconsciente e consciente. Experiências de William Reginald Stewart na África. As doze tribos da África, conectando-se com os Polinésios através do Segredo.

“Esse relatório trata da descoberta de um antigo e secreto sistema de magia funcional que, se nós pudermos aprender a usar isso como faziam os magos nativos da Polinésia e do Norte da África, tem grande potencial de mudar o mundo… desde que a bomba atômica não torne todas as mudanças futuras impossíveis.

Quando um jovem, eu era Batista. Eu frequentava a Igreja Católica com um amigo de infância. Mais tarde, eu estudei brevemente a Ciência Cristã, examinei a Teosofia com atenção e terminei fazendo um levantamento de todas as religiões cujas literaturas estavam disponíveis para mim.

Com essa formação e tendo me graduado em Psicologia, eu cheguei ao Havaí em 1917 e aceitei um emprego de professor porque o cargo me colocaria perto do vulcão Kilauea, que estava muito ativo na época e que eu pretendia visitar o máximo possível.

Após uma viagem de três dias em um pequeno barco a vapor saindo de Honolulu, finalmente eu cheguei à minha escola. Ela era uma de três salas, situada em um vale isolado entre uma grande plantação de cana-de-açúcar e um vasto rancho administrado por Havaianos e pertencente a um homem branco que havia vivido a maior parte de sua vida no Havaí.

Os dois professores que estavam sob minha supervisão eram ambos Havaianos e foi apenas natural que eu logo começasse a saber mais sobre os seus simples amigos Havaianos. Desde o início, eu comecei a ouvir referências cautelosas aos magos nativos, os Kahunas, ou ‘Guardiões do Segredo’.

A minha curiosidade foi despertada e eu comecei a fazer perguntas. Para minha surpresa, eu descobri que perguntas não eram bem-vindas. Por trás da vida nativa, parecia haver um reino de atividades secretas e privadas que não eram da conta de um forasteiro curioso. Além disso, eu descobri que os Kahunas haviam sido banidos desde os primórdios, quando os missionários Cristãos se tornaram a força dominante nas Ilhas e que todas as atividades dos Kahunas e os seus clientes eram estritamente clandestinas, pelo menos no que dizia respeito a um homem branco.

As rejeições apenas aguçaram o meu apetite por essa estranha história, que tinha um gosto predominantemente de superstição negra, mas era constantemente temperada a níveis escaldantes por relatos que pareciam ser de testemunhas oculares, tanto do impossível quanto do absurdo. Fantasmas vagavam escandalosamente e não se limitavam aos fantasmas de Havaianos falecidos. Os deuses menores também passeavam e Pele, deusa dos vulcões, era frequentemente suspeita de visitar os nativos tanto de dia quanto de noite, disfarçada de uma estranha velha nunca antes vista naquelas paragens e de pedir tabaco – que ela recebia instantaneamente e sem questionar.

Havia também relatos de curas [healing] através da magia, de assassinatos mágicos de pessoas culpadas de ferir os seus semelhantes e, o mais estranho de tudo para mim, o uso da magia para investigar o futuro de indivíduos e, se não fosse bom, mudá-lo para melhor. Essa última prática tinha um nome Havaiano, mas me foi descrita como ‘Negócio da Sorte’.

Eu havia estudado em uma escola difícil e tendia a olhar com desconfiança para tudo que tivesse um quê de superstição. Essa atitude foi reforçada quando eu recebi da Biblioteca de Honolulu vários livros que contavam o que havia para contar sobre os Kahunas. De acordo com todos os relatos – escritos quase inteiramente por missionários em 1820 –, existiam grandes plataformas de pedra por todas as oito Ilhas, com ídolos de madeira grotescos e altares de pedra onde até mesmo sacrifícios humanos eram realizados. Havia ídolos peculiares a cada templo e localidade. Os chefes frequentemente tinham os seus próprios ídolos pessoais, como o famoso conquistador de todas as Ilhas, Kamehameha I, que tinha o seu horrendo deus da guerra com olhos arregalados e dentes de tubarão.

Perto da minha escola, num distrito onde mais tarde eu lecionei, existia um templo enorme de onde, todos os anos, os sacerdotes partiam em procissão, carregando os deuses para uma viagem de férias pelo campo e recolhendo tributos.

Uma das características mais marcantes da adoração de ídolos era o conjunto impressionante de tabus impostos pelos Kahunas. Quase nada podia ser feito sem a quebra de um tabu e a permissão dos sacerdotes. Como os sacerdotes tinham o apoio dos chefes, os plebeus enfrentavam grandes dificuldades. De fato, a influência dos sacerdotes era tão grande que, um ano antes da chegada dos missionários, o Kahuna chefe de todos, Hewahewa, pediu à velha rainha e ao jovem príncipe reinante permissão para destruir os ídolos, quebrar os tabus até o último e proibir os Kahunas de suas práticas. A permissão foi concedida e todos os Kahunas de boa vontade se uniram na queima dos deuses que sempre souberam serem apenas madeira e penas.

Os livros proporcionavam uma leitura fascinante. O sumo sacerdote, Hewahewa, evidentemente fora um homem de grande talento. Ele possuía poderes psíquicos e fora capaz de prever o futuro a tal ponto que aconselhou Kamehameha I com sabedoria durante uma campanha que durou anos e culminou com a conquista de todos os outros chefes e a unificação das Ilhas sob um único governo.

Hewahewa era um excelente exemplo do tipo de Havaiano da classe alta que possuía uma capacidade surpreendente de absorver novas ideias e reagir a elas. Essa classe impressionou o mundo ao ascender de uma saia de palha a todos os aspectos da civilização em menos de uma geração.

Hewahewa parece ter levado pouco mais de cinco anos para fazer a sua transição pessoal dos costumes e modos de pensar nativos para os dos homens brancos da época. No entanto, ele cometeu um grande erro nesse processo. Quando o conservador Kamehameha morreu, Hewahewa começou a investigar o futuro e o que ele viu o intrigou profundamente. Ele viu homens brancos e as suas esposas chegando ao Havaí para falar aos Havaianos sobre o Deus deles. Ele viu o local em uma determinada praia em uma das oito Ilhas onde eles desembarcariam para se encontrar com a realeza.

Para um sumo sacerdote, isso era de suma importância. Evidentemente, ele fez perguntas aos marinheiros brancos que estavam nas Ilhas e ouviu que o sacerdote branco adorava Jesus, que os havia ensinado a realizar milagres, inclusive ressuscitar os mortos e que Jesus havia ressuscitado dos mortos após três dias. Sem dúvida, o relato foi devidamente embelezado para o benefício dos Havaianos.

Convencido de que os homens brancos possuíam métodos, armas, navios e máquinas superiores, Hewahewa presumia que eles também detinham uma forma superior de magia. Reconhecendo a contaminação que havia se alastrado pelo Kahunismo nos templos das Ilhas, ele prontamente decidiu limpar o terreno para a chegada dos Kahunas brancos. Ele agiu imediatamente e os templos estavam em ruínas quando, em um dia de outubro de 1820, exatamente no mesmo local da praia que Hewahewa havia indicado a seus amigos e à família real, os missionários da Nova Inglaterra desembarcaram.

Hewahewa os recebeu na praia e recitou para eles uma bela oração rimada de boas-vindas que havia composto em sua homenagem. Na oração, ele mencionou uma parte suficiente da magia nativa – em termos velados – para demonstrar que ele era um mago de considerável poder e então prosseguiu saudando os novos sacerdotes e seus ‘deuses de lugares distantes e elevados’.

Terminadas as visitas oficiais à realeza e com os missionários designados para várias Ilhas com permissão para iniciar o trabalho deles, Hewahewa optou por acompanhar o grupo designado para Honolulu. Contudo, ele já se encontrava em uma situação bastante delicada, pois, como logo se descobriu, os Kahunas brancos não possuíam magia alguma. Eles eram tão indefesos quanto os deuses de madeira que haviam sido queimados. Os cegos, os doentes e os paralíticos haviam sido trazidos à sua presença e levados embora, permanecendo cegos, doentes e paralíticos. Alguma coisa estava errada. Os Kahunas haviam sido capazes de muito mais do que isso, com ou sem ídolos.

Descobriu-se que os Kahunas brancos necessitavam de templos. Esperançoso, Hewahewa e os seus homens começaram a trabalhar na construção de um templo. Ele era um belo e grande templo feito de pedra talhada, cuja conclusão levou muito tempo. Mas, quando finalmente isso foi concluído e consagrado, os missionários ainda não conseguiam curar [heal], muito menos ressuscitar os mortos, como se esperava deles.

Hewahewa tinha alimentado os missionários e cultivado uma amizade constante com eles. O seu nome aparecia frequentemente em suas cartas e diários. Mas, logo após a conclusão da igreja em Waiohinu, o nome dele foi apagado das páginas dos relatórios missionários. Ele havia sido pressionado a se juntar à igreja e se converter. Ele tinha recusado e, nós podemos supor, voltou a usar a magia que ele conhecia e ordenou que os seus companheiros Kahunas retomassem as suas práticas de cura [healing].

Alguns anos depois, com a rápida aceitação do Cristianismo, do canto de hinos, da leitura e da escrita pelos chefes em sua transição para a civilização, os missionários declararam os Kahunas fora da lei.

Eles permaneceram foragidos, mas como nenhum policial ou magistrado Havaiano em sã consciência ousaria prender um Kahuna conhecido por possuir poder genuíno, o uso da magia continuou despreocupadamente – às escondidas dos brancos, por assim dizer. Enquanto isso, escolas foram estabelecidas e os Havaianos deslizaram com incrível rapidez da selvageria para a civilização, indo à igreja aos domingos, cantando e orando tão alto quanto no dia seguinte e às segundas-feiras indo ao diácono, que poderia ser um Kahuna durante a semana, para serem curados [healed] ou para terem o seu futuro alterado caso estivessem passando por uma fase de azar.

Em distritos isolados, os Kahunas praticavam as suas artes abertamente. No vulcão, vários deles continuavam a fazer as oferendas rituais à Pele e atuavam como guias para turistas, muitas vezes surpreendendo-os com algum feito mágico específico, do qual eu falarei em detalhes muito em breve.

Para continuar a minha história, eu li os livros, concordei com os seus autores que os Kahunas não possuíam magia genuína e me acomodei, bastante satisfeito por acreditar que todos os contos sussurrados que eu ouvia eram fruto da minha imaginação.

Na semana seguinte, eu fui apresentado a um jovem Havaiano que havia estudado e que, querendo demonstrar o seu conhecimento superior, desafiou a superstição local de que não se podia entrar em um certo templo em ruínas e profaná-lo. A sua demonstração tomou um rumo inesperado: ele encontrou o templo e, após o médico da plantação não ter conseguido ajudá-lo, ele procurou um Kahuna, que o curou. Eu não acreditei na história, mas ainda assim eu não tinha como saber.

Eu perguntei a alguns dos homens brancos mais velhos da vizinhança o que eles pensavam dos Kahunas e eles invariavelmente me aconselharam a não me intrometer na vida deles. Eu perguntei a Havaianos instruídos e não obtive conselho algum. Eles simplesmente não queriam falar. Ou eles riam das minhas perguntas ou as ignoravam.

Essa situação persistiu para mim durante todo aquele ano, o seguinte e o seguinte. Eu mudei para uma escola diferente a cada ano, sempre me encontrando em cantos isolados onde a vida indígena era muito presente e no meu terceiro ano eu me vi em uma pequena e próspera comunidade produtora de café, com fazendeiros e pescadores nativos nas colinas e ao longo das praias.

Muito rápido eu descobri que a encantadora senhora idosa com quem eu me hospedei num hotelzinho aconchegante era pastora e que pregava todos os domingos para a maior congregação de Havaianos daquela região. Eu descobri também que ela não tinha nenhuma ligação com as Igrejas Missionárias nem com nenhuma outra, que era autoproclamada pastora e que falava com veemência sobre o assunto. Com o tempo, eu descobri que ela era filha de um homem que se aventurara a testar as suas orações e a sua fé Cristãs contra a magia de um Kahuna local, que o desafiara e prometera orar até a morte de sua congregação de Havaianos, um por um, para demonstrar que as suas crenças eram mais práticas e genuínas do que as superstições dos Cristãos.

Eu mesmo vi o diário daquele cavalheiro sincero, porém equivocado. Nele, ele relatava a morte, um a um, dos membros de sua congregação e, em seguida, o abandono repentino dos membros restantes. As páginas do diário ficaram em branco por muitos dias, mas a filha me contou como o missionário desesperado foi para o campo, aprendeu a usar a magia empregada na oração da morte e secretamente fez a oração para o desafiador Kahuna. O Kahuna não esperava tal reviravolta e não tomou precauções contra o ataque. Ele morreu em três dias.

Os sobreviventes do rebanho correram de volta para a igreja… e o diário recomeçou com as boas novas do retorno. Mas o missionário nunca mais foi o mesmo. Ele participou do conclave seguinte da missão em Honolulu e disse ou fez coisas que não foram registradas em nenhum documento disponível. Ele pode ter apenas respondido a acusações escandalosas. De qualquer forma, ele foi convertido à igreja e nunca mais participou de um conclave. Mas os Havaianos entenderam. Uma princesa lhe deu uma faixa de terra de cerca de oitocentos metros, estendendo-se das ondas até as altas montanhas. Nessa terra, na praia onde o Capitão Cook desembarcou e foi morto pouco menos de cinquenta anos antes, ficavam as ruínas de um dos mais belos templos nativos da região – aquele de onde os deuses eram levados em procissão todos os anos pela estrada que ainda hoje é chamada de ‘O Caminho dos Deuses’. Mais afastado da praia, mas na mesma concessão de terra, ficava a pequena igreja de pedra de coral que os nativos haviam construído com as próprias mãos e na qual a sua filha presidiria como ministra sessenta anos depois.

No início do meu quarto ano nas Ilhas, eu me mudei para Honolulu e, depois de me instalar, reservei um tempo para visitar o Museu Bishop, uma instituição famosa fundada pela realeza Havaiana e destinada a apoiar uma escola para crianças de ascendência Havaiana.

O propósito da minha visita era tentar encontrar alguém que pudesse me dar uma resposta definitiva para a questão dos Kahunas, que me intrigava há tanto tempo. Uma pontada de curiosidade havia crescido demais em mim para ser confortável e eu nutria um desejo incontrolável de que alguma coisa fosse feita à respeito, de uma forma ou de outra, de maneira definitiva e decisiva. Eu tinha ouvido dizer que o curador do museu havia passado a maior parte de sua vida estudando assuntos Havaianos e eu tinha a esperança de que ele pudesse me dar a verdade, friamente, cientificamente e de uma forma aceitável.

Na entrada, eu encontrei uma encantadora mulher Havaiana, a Sra. Webb, que ouviu a minha explicação direta sobre o motivo da minha visita, observou-me por um instante e então disse: ‘É melhor você subir e falar com o Dr. Brigham. Ele está em seu escritório no andar de cima.’ O Dr. Brigham se afastou de sua mesa, onde estudava algum material botânico através de uma lupa, para me examinar com os seus amigáveis ​​olhos azuis. Ele era um grande cientista, uma autoridade em sua área, reconhecido e respeitado no Museu Britânico pela perfeição de seus estudos e relatórios publicados sobre eles. Tinha oitenta e dois anos, era enorme, careca e barbudo. Carregava o peso de uma massa incrivelmente variada de conhecimento científico – e parecia o Papai Noel. (Consulte o Who’s Who in America de 1922-1923 para obter seu registro, sob o nome de William Tufts Brigham).

Eu me sentei na cadeira que ele me ofereceu, apresentei-me e passei rapidamente às perguntas que me haviam levado até ele. Ele ouviu atentamente, fez perguntas sobre as coisas que eu tinha ouvido, os lugares onde eu tinha vivido e as pessoas que eu havia conhecido.

Ele respondeu às minhas perguntas sobre os Kahunas com perguntas sobre quais tinham sido as minhas conclusões. Eu expliquei que estava bastante convencido de que tudo não passava de superstição, sugestão ou veneno, mas admiti que eu necessitava de alguém que falasse com a autoridade de quem tinha conhecimento real para me ajudar a silenciar aquela pequena dúvida persistente no fundo da minha mente.

Algum tempo se passou. O Dr. Brigham quase me irritou com as suas perguntas. Ela parecia ter esquecido o propósito da minha visita e se perdido na exploração da minha história. Eu queria saber o que eu tinha lido, onde eu tinha estudado e o que eu pensava sobre uma dúzia de assuntos que eram completamente alheios à questão que eu havia levantado.

Eu estava começando a ficar impaciente quando, de repente, ele me encarou com um olhar tão severo que me assustou. ‘Eu posso confiar que você respeitará a minha confidência?’, perguntou. ‘Eu tenho um certo prestígio científico que desejo preservar’, sorriu ele de repente, ‘mesmo com a vaidade da minha velhice’.

Eu lhe assegurei que o que ele dissesse não iria além disso, então esperei.

Ele pensou por um instante e então disse lentamente:

‘Há quarenta anos eu tenho estudado estudando os Kahunas para encontrar a resposta para a pergunta que você fez. Os Kahunas usam o que você chama de magia. Eles de fato curam [heal]. Eles de fato matam. Eles de fato veem o futuro e o alteram para os clientes deles. Muitos eram impostores, mas alguns eram genuínos. Alguns até usaram essa magia para caminhar sobre brasas em rios de lava que mal esfriava o suficiente para suportar o peso de um homem’.

Ele parou abruptamente, como se temesse ter dito demais. Recostando-se em sua cadeira giratória, observou-me taciturnamente com os olhos semicerrados.

Eu não tenho certeza, mas eu penso que eu murmurei um ‘obrigado’. Eu me levantei parcialmente da cadeira e afundei de volta nela. Eu devo tê-lo encarado sem expressão por um tempo absurdamente longo. O meu problema era que eu estava sem ânimo. Ele havia destruído o alicerce do mundo que eu havia construído com quase total solidez ao longo de três anos. Eu esperava, confiante, uma negação oficial dos Kahunas e tinha me convencido de que eu conseguiria me livrar completamente deles e de suas superstições. Agora eu estava de volta ao pântano sem trilhas e, não com água até os tornozelos como antes, mas de repente afundado até a ponta do meu nariz curioso na lama do mistério.

Talvez eu tenha emitido alguns sons ininteligíveis, ei nunca tive certeza, mas finalmente eu consegui encontrar as palavras.

‘Caminhar sobre brasas?’, eu perguntei, incerto. ‘Sobre lava quente? Eu nunca ouvi falar disso…’ Eu engoli em seco algumas vezes e então consegui perguntar: ‘Como eles fazem isso?’

Os olhos do Dr. Brigham se arregalaram, depois se estreitaram enquanto as suas sobrancelhas espessas subiam em direção à sua calvície. A sua barba branca começou a tremer e, de repente, ele se recostou na cadeira e soltou uma gargalhada estrondosa que fez as paredes tremerem. Ele riu até que lágrimas escorressem por suas bochechas rosadas.

‘Perdoe-me’, ele disse, ofegante, colocando uma mão consoladora em meu joelho enquanto enxugava os olhos. ‘O motivo pelo qual a sua pergunta me pareceu tão engraçada foi que eu venho tentando respondê-la há quarenta anos – sem sucesso.’

Com isso, o gelo foi quebrado. Embora eu tivesse uma sensação de perplexidade e vazio por ter sido jogado de volta ao meio do próprio problema do qual pensava ter escapado, nós começamos a conversar. O velho cientista também havia sido professor. Ele tinha o dom da simplicidade e da franqueza ao discutir até mesmo os assuntos mais complicados. Só me dei conta disso semanas depois, mas naquela hora ele me escolheu, reivindicando-me como seu e como Elias da antiguidade, preparando-se para lançar o seu manto sobre os meus ombros antes de partir.

Mais tarde, ele me contou que há muito tempo procurava um jovem para treinar na abordagem científica e a quem pudesse confiar o conhecimento que havia adquirido na área — o novo e inexplorado campo da magia. Frequentemente, em noites quentes, quando percebia o meu desânimo diante da aparente impossibilidade de desvendar o segredo da magia, ele dizia:

‘Eu mal comecei. Só porque eu nunca saberei a resposta não significa que você também não saberá. Pense em tudo o que aconteceu durante a minha época. A ciência da Psicologia nasceu! Nós conhecemos o subconsciente! Observe os novos fenômenos que vêm sendo observados e relatados mês a mês pelas Sociedades de Pesquisa Psíquica. Persista incansavelmente. Quem sabe quando você encontrará uma pista ou quando alguma nova descoberta na psicologia o ajudará a entender por que os Kahunas realizavam os seus diversos ritos e o que se passava em suas mentes enquanto os praticavam.’

Em outros momentos, ele se abria comigo. Era uma grande alma e ainda assim simples. Ele tinha um anseio quase infantil de conhecer o segredo dos Kahunas e estava ficando muito velho. Era quase certo que a areia acabaria antes que o sucesso chegasse. Os Kahunas não conseguiram fazer com que os seus filhos e filhas se submetessem ao treinamento e aprendessem a antiga tradição, transmitida sob votos de segredo inviolável, apenas de pais para filhos. Aqueles que podiam curar [heal] instantaneamente ou caminhar sobre brasas haviam desaparecido desde o ano de 1900 – muitos deles velhos e queridos amigos. Ele ficou praticamente sozinho em um campo onde pouco restava para observar. Além disso, ele estava um pouco perplexo. Parecia tão absurdo pensar que ele havia podido observar os Kahunas em ação, se tornado amigo deles, caminhado sobre brasas sob a proteção deles – e ainda assim não conseguira ter a menor ideia de como praticavam a sua magia, exceto no que diz respeito à oração da morte que, como ele explicou, não era magia verdadeira, mas um fenômeno muito avançado do espiritualismo.

Às vezes, nós nos sentávamos no escuro com o acendedor de cigarros aceso na varanda e ele revisava vários pontos, para ter certeza de que eu havia me lembrado. Frequentemente, ele dizia ao final:

‘Eu tenho sido capaz de provar que nenhuma das explicações populares sobre a magia Kahuna se sustenta. Não se trata de sugestão, nem de alguma coisa ainda conhecido pela psicologia. Eles utilizam alguma coisa que ainda nós temos que descobrir e isso é alguma coisa de importância inestimável. Nós simplesmente temos que encontrar isso. Se o nós encontrarmos, isso revolucionará o mundo. Isso mudará todo o conceito de ciência. Isso trará ordem a crenças religiosas conflitantes…’

‘Ao estudar essa magia, sempre fique atento a três coisas. Tem que haver alguma forma de consciência no nível da percepção [consciousness] por trás dos processos mágicos e direcionando-os. Controlando o calor ao caminhar sobre brasas, por exemplo. Tem que haver também alguma forma de força usada para exercer esse controle, se nós pudermos apenas reconhecê-la. E, por fim, tem que haver alguma forma de substância, visível ou invisível, através da qual a força possa agir. Observem sempre esses aspectos e se encontrarem algum, isso pode levar aos outros.’

E assim, gradualmente, eu assumi o material que ele havia coletado nesse novo e estranho campo. Eu me familiarizei completamente com todas as negações, todas as especulações e todas as verificações. Eu comecei o lento trabalho de tentar encontrar os Kahunas restantes e fazer o que pudesse para aprender com eles o Segredo. Ao ouvir uma história sobre o que algum Kahuna havia feito, a minha pergunta invariável era: ‘Quem contou isso para você?’. Eu começava a investigar e às vezes conseguia encontrar a pessoa que havia sido o tema da história e obter dela todos os mínimos detalhes do que havia sido feito. A maior dificuldade era obter dela todos os mínimos detalhes do que havia sido feito. A maior dificuldade era conseguir uma apresentação ao Kahuna que havia praticado a magia. Geralmente isso era absolutamente impossível. Os Kahunas haviam aprendido na marra a evitar os brancos e nenhum Havaiano ousava trazer um amigo branco para perto deles sem a permissão deles – e essa permissão quase nunca era concedida.

Quatro anos depois de conhecer o Dr. Brigham, ele faleceu, deixando-me com um peso no coração e com a assustadora constatação de que eu talvez fosse o único homem branco no mundo com conhecimento suficiente para continuar a investigação da magia Indígena, que estava desaparecendo tão rapidamente. E se eu falhasse, o mundo poderia perder para sempre um sistema funcional que seria infinitamente valioso para a humanidade, caso isso pudesse ser recuperado.

Com o Dr. Brigham, eu esperava ansiosamente por alguma nova descoberta na Psicologia ou no campo da Ciência Psíquica e, por mais desanimador que fosse, fui forçado a admitir que ambas as ciências mostravam sinais de estagnação.

Com mais de cem cientistas reconhecidos envolvidos, ao longo de meio século, em pesquisas psíquicas, nenhuma teoria havia sido desenvolvida que explicasse sequer coisas tão simples como telepatia ou sugestão, quanto mais ectoplasma, aportes e materialização.

Mais anos se passaram. Eu parei de progredir e, em 1931, admiti a derrota. Foi então que eu deixei as Ilhas.

Na Califórnia, eu continuei, sem muito entusiasmo, a procurar por qualquer nova descoberta psicológica que pudesse, mais uma vez, desvendar o problema. Nada aconteceu. Então, em 1935, de forma bastante inesperada, eu acordei no meio da noite com uma ideia que me levou diretamente à pista que, eventualmente, daria a resposta.

Se o Dr. Brigham estivesse vivo, ele certamente teria se juntado a mim num rubor escarlate de constrangimento. Ambos havíamos ignorado uma pista tão simples e tão óbvia que passara despercebida repetidamente. Eram os óculos que estavam na testa, enquanto nós os procurávamos por horas, sem sucesso.

A ideia que tinha me ocorrido no meio da noite foi que os Kahunas tinham que ter nomes para os elementos de sua magia. Sem esses nomes, eles não poderiam ter transmitido o conhecimento deles de geração em geração. Como a língua que eles usavam era o Havaiano, as palavras tinham que ter surgido nessa língua. E, como os missionários – e como eles certamente não conheciam o suficiente sobre a magia nativa para traduzir corretamente quaisquer nomes usados ​​para descrevê-la –, era óbvio que qualquer tentativa de tradução seria falha ou completamente errada.

A língua Havaiana é composta por palavras formadas a partir de pequenas raízes. A tradução das raízes geralmente revela o significado original da palavra. Pronto! Eu encontraria as palavras usadas pelos Kahunas em cânticos e orações registrados e faria uma nova tradução a partir das raízes.

Na manhã seguinte, eu me lembrei de que todos no Havaí concordavam que os Kahunas tinham ensinado que o homem tinha dois espíritos ou almas. Ninguém dava a mínima atenção a essa crença patentemente errônea. Como um homem poderia ter duas almas? Que absurdo! Que superstição sombria! … Então, eu procurei as duas palavras que nomeavam as duas almas. Como eu suspeitava, ambas estavam lá, no meu exemplar do antigo dicionário, impresso em 1865, alguns anos após a descoberta do Mesmerismo, nos primórdios da pesquisa psíquica e duas décadas antes do nascimento da nossa incipiente ciência da Psicologia.

O dicionário dizia:

‘U-ni-hi-pi-li, Os ossos das pernas e dos braços de uma pessoa. Unihipili era o nome de uma classe de deuses chamada akuanoho; Aumakua era outra; eles eram os espíritos de pessoas falecidas.

U-ha-ne, A alma, o espírito de uma pessoa. O fantasma ou espírito de uma pessoa falecida. Nota: Os Havaianos acreditavam que cada homem tinha duas almas; que uma morria com o corpo, a outra continuava a viver, visível ou invisível, mas não tinha mais ligação com a pessoa falecida do que a sua sombra. Esses fantasmas podiam falar, chorar, reclamar, etc. Havia aqueles que se acreditava serem hábeis em aprisioná-los ou capturá-los.”[1]

[1] Na pronúncia das palavras Havaianas, o som das vogais é o usado em Latim. A como em father (pai); E como a longo em ale (cerveja); I como e longo em enough (suficiente); Ai como I longo em isle (ilha); U como oo em moon (lua); O como o longo em over (sobre); W quase como v. Uhane é pronunciado oo-hah-nay. Unihipili é pronunciado oo-nee-hee-pee-lee. Aumakua é pronunciado Ah-oo-mah-koo-ah.

Era evidente que os missionários, em sua sincera dedicação, haviam consultado os Havaianos para determinar o significado dessas duas palavras e recebido informações conflitantes, as quais se esforçaram ao máximo para organizar e incluir nas traduções.

A característica marcante do Unihipili era a sua aparente conexão com os braços e as pernas, além de ser um espírito. O Uhane também era um espírito, mas um fantasma que podia falar, mesmo que fosse pouco mais que uma sombra em conexão com a ‘pessoa do falecido’.

Como a primeira palavra era mais longa e tinha mais raízes, eu comecei a trabalhar nela para obter uma tradução literal. Havia sete raízes na palavra, contando as sobreposições de letras e algumas dessas raízes tinham até dez significados. A minha tarefa era separar os significados para ver se conseguia encontrar algum que se aplicasse à magia usada pelos Kahunas.

Aqui estava o meu palheiro diante de mim e tudo o que eu necessitava encontrar era a agulha. Isso parecia bastante promissor. Eu me lembrei da recomendação do Dr. Brigham de sempre observar a consciência no nível da percepção [consciousness] envolvida na caminhada sobre brasas e outras magias, a força usada para produzir o resultado mágico e a substância física visível ou invisível através da qual a força pudesse agir. Sim, eu tentaria encontrar três agulhas. (E as encontrei eventualmente, as duas primeiras antes do final do ano e a última seis anos depois.)

O que eu descobri imediatamente e quase antes do almoço, foi o subconsciente, mas não como nós o conhecemos. O subconsciente dos magos era duas vezes maior e três vezes mais natural. Eu fiquei tão surpreso com a descoberta que contei até dez. Era incrível que os Kahunas pudessem conhecer o subconsciente, mas as evidências eram inegáveis.

Eis como as raízes descreviam os espíritos mencionados nas palavras Unihipili e Uhane:

Ambas são espíritos (raiz u) e essa raiz significa aflição, portanto, ambos os espíritos eram capazes de se afligirem.

Entretanto, a raiz ‘hane’ em ‘Uhane’ significa falar, então o espírito mencionado nessa palavra podia falar. Como apenas seres humanos falam, esse espírito tem que ser humano. Isso levanta a questão sobre a natureza do outro espírito. Ele pode sentir tristeza, assim como os animais. Pode não ser um homem que consegue falar, mas pelo menos é um espírito semelhante a um animal que pode sentir tristeza. O Uhane chorava e falava fracamente. Na nota do dicionário, dizia-se que ela não era considerada nada mais do que uma sombra ligada à pessoa falecida. Evidentemente, era um espírito falante fraco e sem muita substância.

Unihipili, com a grafia alternativa de ‘uhinipili’, oferece mais raízes para traduzir. Combinando-as, nós obtemos: Um espírito que pode sentir aflição, mas talvez não consiga falar (u); ele é algo que encobre e esconde outra coisa, ou que está oculto por uma cobertura ou véu (uhi); ele é um espírito que acompanha outro, está unido a ele, é pegajoso e adere a ele. Ele se liga a outro e age como o seu servo (pili); ele é um espírito que age secretamente e com muita cautela, mas não faz certas coisas por medo de ofender os deuses (nihi); ele é um espírito que pode se projetar de algo, pode surgir desse algo e que também pode extrair alguma coisa de alguma coisa, como uma moeda de um bolso. Ele deseja certas coisas com muita intensidade. Ele é teimoso e relutante, propenso a se recusar a fazer o que lhe é dito. Ele se mistura, impregna ou se funde completamente com outra coisa mais. Ele está conectado com o gotejamento lento da água ou com a produção e transpiração ou água nutritiva, como o ‘água do peito’ ou leite materno (u em seus vários significados). (Nota: Mais tarde, eu aprendi que a água é o símbolo da força eletrovital humana, então havia uma agulha. Os dois espíritos conscientes do homem são dois terços da outra agulha. Mas o terceiro é apenas sugerido no significado de ‘pegajoso’ ou ‘aderir’).

Em resumo, a ideia Kahuna do consciente e do subconsciente parece ser, a julgar pelos significados originais dos nomes que lhes são atribuídos, a de um par de espíritos intimamente unidos em um corpo controlado pelo subconsciente, que serve para encobrir e ocultar ambos. O espírito consciente é mais humano e possui a capacidade de falar. O subconsciente, em aflição, derrama lágrimas, goteja água e, de outras formas, manipula a força vital do corpo. Ele realiza o seu trabalho com segredo e cuidado silencioso, mas é obstinado e propenso a se recusar a obedecer. Ele se recusa a agir quando teme os deuses (quando nutre um complexo ou fixação de ideias) e se mistura ou influencia o espírito consciente para dar a impressão de ser um só com ele. (O uso do elemento ‘pegajoso’ como símbolo na magia e a capacidade de ‘protruir ou se colocar à frente de alguma coisa que em condições normais não estaria’ ou ‘extrair alguma coisa de outra coisa’, ficarão claros mais adiante.)

Considerando a certeza de que os Kahunas conheciam há milhares de anos toda a psicologia que nós viemos a conhecer nos últimos anos, eu fiquei bastante convicto de que a capacidade de realizar feitos mágicos deles derivava do conhecimento de importantes fatores psicológicos ainda não descobertos por nós.

Logo ficou evidente que, ao nomear os elementos da psicologia e inserir significados simbólicos em suas raízes para apontar elementos relacionados, os Kahunas dos tempos antigos haviam feito um trabalho magnífico. O único grande obstáculo era o fato de que as palavras simbólicas representavam elementos cuja natureza eu não conseguia imaginar.

Buscando fervorosamente os significados desses símbolos, eu voltei aos relatos sobre Fenômenos Psíquicos e, ao verificar cada tipo de fenômeno, empenhei-me em localizar o seu símbolo correspondente nas raízes dos termos usados ​​pelos Kahunas.

Após alguns meses, ficou claro que eu havia chegado ao meu limite no primeiro trabalho de conciliar a psicologia mais completa com os ritos externos da magia Kahuna. Eu decidi que o que havia descoberto era valioso demais para ser mantido em segredo do mundo e, imediatamente, eu escrevi um relatório sobre as minhas descobertas e sobre a tradição Kahuna em geral.[2]

[2] Livro “Recovering The Ancient Magic”, publicado por Rider & Co, London, 1936.

A publicação em Inglês me rendeu muitas cartas. Eu havia colocado o meu nome e endereço no final do relatório e tinha solicitado a qualquer leitor que pudesse oferecer informações pertinentes ao estudo que me escrevesse. Quase nenhuma informação realmente útil chegou, embora centenas de cartas contivessem material especulativo e palpites.

Então, mais de um ano após a publicação daquele livro, chegou uma carta de um jornalista Inglês aposentado. O nome dele era William Reginald Stewart e o que ele tinha a dizer era muito pertinente.

Em meu relatório, ele tinha ficado muito interessado ao descobrir que eu descrevia a mesma magia que ele, em sua juventude, tinha observado sendo usada por uma certa tribo Berbere nas montanhas do Atlas [Cordilheira do Atlas], no norte da África. Além disso, para a surpresa dele, ele descobriu que as palavras Havaianas usadas pelos Kahunas eram as mesmas, exceto por diferenças dialetais, que as usadas para descrever a magia na África. Depois de ler o meu livro, ele procurou as suas anotações amareladas e comparou palavras que lhe disseram pertencer a uma língua mágica secreta. A palavra Havaiana Kahuna aparecia como Quahuna entre os Berberes e o termo Havaiano para Kahuna mulher mudava de Kahuna wahini para Quahuna quahini. A palavra para deus era quase a mesma em ambos os idiomas — akua e atua —, assim como várias outras palavras que nós verificamos.

Cordilheira do Atlas – Fonte: Wikipédia
Foto de Michel Gagnon – Obra do próprio

Como as tribos Berberes falavam uma língua sem qualquer relação com os dialetos Polinésios, a descoberta da semelhança entre a magia e a linguagem usada para descrevê-la ofereceu provas definitivas de que os dois povos ou descendiam da mesma origem ou haviam tido contato um com o outro em tempos antigos.

Stewart ouvira histórias sobre essa tribo Berbere e a maga deles enquanto explorava o solo em busca de petróleo para uma empresa Holandesa e escrevia para o Christian Science Monitor como jornalista freelancer e especialista em Norte da África. Tirando férias, ele contratou guias e partiu em busca da tribo. Finalmente, ele a encontrou e conheceu a maga, uma mulher. Com muita persuasão, ele conseguiu ser adotado e se tornou o seu filho de sangue para poder receber treinamento na magia secreta. A maga, cujo nome era Lucchi, tinha uma filha de dezessete anos que estava começando o treinamento, então Stewart foi autorizado a participar.

O treinamento começou com as explicações dela sobre a lendária história tribal, na qual ela relatava que doze tribos desse povo, que possuía Kahunas, outrora habitavam o Deserto do Saara, quando esse ainda era uma terra verde e fértil, com rios caudalosos. Os rios secaram e as tribos migraram para o vale do Nilo. Lá, eles usaram a magia deles para ajudar a cortar, transportar e assentar as pedras da Grande Pirâmide. Naquela época, eles eram os governantes do Egito e se destacavam acima de todos os outros devido à magia deles.

O relato prosseguia com a descrição de como se previa que um período de trevas intelectuais se abateria sobre o mundo e que o segredo de sua magia corria o risco de se perder. Para preservá-lo, pois era tão precioso quanto secreto, as doze tribos decidiram buscar terras isoladas onde pudessem guardar o ‘Segredo’ (Huna) até que o momento fosse propício para o seu retorno ao mundo. Onze das tribos, após realizarem uma exploração psíquica e encontrarem as Ilhas do Pacífico vazias e à espera, partiram por um canal até o Mar Vermelho e, dali, seguiram pela costa Africana ou para a Índia, chegando ao Pacífico. Após muitos anos, elas se ‘perderam’, no que diz respeito à décima segunda tribo. Essa décima segunda tribo, por algum motivo não revelado, decidiu ir para o norte e se estabelecer nas fortalezas das Montanhas Atlas. Eles tinham vivido lá por séculos, sempre preservando o Segredo e utilizando a sua magia, mas com a chegada dos tempos modernos, os Kahunas foram desaparecendo até restar apenas uma. Ela era a mestra, Lucchi.

Stewart achou a tribo Berbere hospitaleira, limpa, muito inteligente e possuidora de uma rica cultura ancestral. Eles falavam uma língua composta peculiar às tribos Berberes, mas quando se tratava de ensinar o antigo conhecimento da magia, era necessário empregar outra língua, pois somente nela se encontravam as palavras adequadas para nomear os elementos no homem que tornavam a magia possível.

O jovem Inglês já enfrentava dificuldades com o idioma, tendo que conciliar o seu Francês com o de alguns Berberes e se esforçar incessantemente para entender o significado das palavras na chamada língua ‘Secreta’.

Aos poucos, ele aprendeu a filosofia básica da magia. A sua mestra fez muitas demonstrações da magia dela em curar [healing] e no controle de pássaros, feras, serpentes e o clima. Tudo estava indo muito bem de fato e a teoria estava concluída e a aplicação prática estava prestes a começar. Então, em uma tarde enevoada, dois grupos de saqueadores no vale abaixo do acampamento Berbere começaram a trocar tiros. Uma bala perdida atingiu Lucchi no coração e ela morreu quase instantaneamente.

Deixado sem professora e com a filha de Lucchi sem saber mais do que ele, o treinamento de Stewart chegou a um fim abrupto. Ele reuniu as suas anotações, despediu-se de seus irmãos e irmãs de sangue e retornou às suas antigas rondas.

Trinta anos depois, ele leu o meu relatório e reconheceu as palavras Havaianas que eu havia mencionado como as mesmas palavras — exceto pelas diferenças dialetais — que ele havia preservado por tanto tempo em suas anotações.

Isso ligava os Kahunas Havaianos ao Norte da África e possivelmente ao Egito. As lendas Havaianas continham a história oral do povo. Nelas, conta-se que os Havaianos outrora viveram em uma terra natal distante. Eles avistaram, por meio de vidência, a terra do Havaí e partiram em sua busca. A jornada deles começou no ‘Mar Vermelho de Kane’, o que se encaixa perfeitamente na ideia de que vieram do Egito através do Mar Vermelho, como é chamado até hoje em pelo menos três idiomas. A história fornece poucos detalhes da jornada a partir desse local, exceto para descrever como o progresso era feito de terra em terra em grandes canoas duplas. Quando as oito Ilhas desabitadas do Havaí foram encontradas pelos exploradores que seguiram à frente, eles retornaram às Ilhas mais próximas a oeste para buscar os demais membros da tribo que haviam permanecido lá para descansar. Árvores, plantas e animais foram trazidos em viagens subsequentes, à medida que a tribo se estabelecia e fixava o seu lar no Havaí. As viagens para as Ilhas mais distantes cessaram por um longo período e o isolamento completo reinou.

Então, o sangue real se esgotou e uma viagem às outras Ilhas foi feita para encontrar e trazer de volta um príncipe de sangue nobre. Ele trouxe consigo os seus favoritos e um Kahuna. Esse Kahuna, se nós pudermos dar crédito ao relato, introduziu no Havaí uma forma contaminada de Kahunismo que continha pouca magia e ordenava a adoração de ídolos e a construção de templos. Essa contaminação permaneceu, com os seus ídolos e templos, mesmo que Kahunas que possuíam conhecimento da magia funcional e prática continuassem o trabalho deles e preservassem o Segredo em uma forma quase não contaminada.

As tentativas por estudiosos de rastrear as origens Havaianas através da língua e dos costumes não têm sido muito bem-sucedidas. Existem onze tribos Polinésias, todas falando dialetos da mesma língua, mas algumas com palavras, costumes e crenças facilmente identificáveis ​​como de origem Indiana. Por outro lado, palavras Polinésias podem ser encontradas espalhadas desde o Pacífico até o Oriente Próximo. Madagascar as possui, indicando o contato antigo com um povo que falava a língua Polinésia. Mesmo no Japão, podem ser encontradas palavras e ideias Polinésias. Na Índia, várias ideias ligadas à magia dos Kahunas podem ser vistas, bastante modificadas e agora sem utilidade prática, mas ainda apontando na mesma direção geral.

Com a ajuda inestimável de Stewart e fazendo pleno uso do que ele havia aprendido no Norte da África, eu pude continuar a pesquisa. Pouco a pouco, o ‘Segredo’ foi reconstruído à medida que os seus símbolos e práticas eram comparados às observações feitas sobre os atos externos ou ritos dos Kahunas pelo Dr. Brigham e, em menor grau, por mim.

Isso teria sido, contudo, absolutamente impossível compreender o significado das palavras e a importância dos ritos se a Psicologia moderna e a Pesquisa Psíquica não tivessem já feito certas descobertas básicas sobre as quais se poderiam construir estruturas mais completas. As religiões também desempenharam um papel valioso, pois nelas eu encontrei os vestígios fragmentados da filosofia Huna original. Esses vestígios, por mais disformes que fossem, forneceram pistas sobre onde procurar certas informações e ajudaram a verificar outros materiais incertos à medida que surgiam.

Logo após a publicação do meu relatório na Inglaterra, eu iniciei uma correspondência com um sacerdote da Igreja Anglicana que tinha me escrito ao ler o meu livro e que realizava estudos psicológicos sobre cura [healing] mental e espiritual. O interesse dele pela tradição dos Kahunas cresceu e, pouco depois do meu contato com Stewart, o clérigo e um grupo de seus associados decidiram experimentar alguns dos poderes de cura [healing] dos Kahunas. E assim o fizeram, após muita troca de correspondências. Eles obtiveram sucesso especialmente em casos de obsessão. A família de um paciente curado [healed] ofereceu-se para financiar um extenso trabalho experimental e o clérigo e três membros de seu grupo viajaram até a Califórnia para passar um tempo comigo, discutindo as melhores maneiras de prosseguir. Eles me deixaram com todos os planos prontos, inclusive a planta do prédio a ser construído. No entanto, em seu caminho de volta para a Inglaterra, a Segunda Guerra Mundial começou e os planos foram abandonados. Com o fim da guerra, os fundos não estavam mais disponíveis e o grupo de cura [healing] se dispersou.

O trabalho experimental realizado até o momento tem comprovado que a reconstrução do sistema Huna está suficientemente completa para ser aplicada por indivíduos com certos talentos naturais e que possam dedicar tempo suficiente ao aprendizado. A prática constante e contínua, sob orientação adequada, parece ser o principal requisito.

No Havaí, há pouca ou nenhuma literatura confiável sobre os Kahunas. O pouco que existe, em livros, artigos e panfletos, omite completamente os mecanismos básicos que eu descrevo. Cada autor contradiz os outros e a confusão nunca é resolvida.

Meus próprios estudos e os do Dr. Brigham são quase desconhecidos nas Ilhas e cópias do meu primeiro relatório são mantidas cuidadosamente guardadas na biblioteca em Honolulu, sendo retiradas apenas mediante solicitação de alguém que saiba de sua existência. Devido a equívocos e ao fato de que, antigamente, havia um perigo muito real na ‘oração da morte’, a atitude geral dos moradores é de negar a magia kahuna ou, na falta disso, de deixar as coisas como estão.

Com essas observações introdutórias, eu prosseguirei agora com a tarefa de apresentar o sistema Huna em todos os seus detalhes e com as provas disponíveis de sua correção como um conjunto viável de fatos científicos.

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—Continua no artigo 183 – Caminhar Sobre Brasas Como Uma Introdução À Magia—

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Imagem: oskar-holm-VVW3IV8fzFM-unsplash 21.03.26 Kilauea Volcano

Kīlauea, Hawaii, USA – Publicada em 29 de janeiro de 2022

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Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a)
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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