Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna
Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Sobre o Livro:
O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.
Sobre o Autor:
“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”
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—Continuação do artigo 185 – As Duas Almas do Homem e as Provas Que Existem Duas Ao Invés de Uma—
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V. The Kahuna System and the Three “Souls” or Spirits of Man, Each Using Its Own Voltage of Vital Force. These Spirits in Union and in Separation
V. O Sistema Kahuna e as Três “Almas” ou Espíritos do Homem, Cada Um Utilizando A Sua Própria Voltagem de Força Vital. Esses Espíritos em União e em Separação
Importância do conceito do terceiro espírito do homem (Aumakua). Na religião, Deus é uma trindade; em Huna, o homem também é uma trindade. Tipos de fantasmas listados de acordo com a tradição Kahuna. Caso 9: Personalidade múltipla. Caso 10: A mãe do General Lee. Caso 11: Duas meninas em um só corpo. “Tomada de Consciência” é super lógica. Esquizofrenia e insanidade. Separação entre consciente e subconsciente.
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“Retomando a nossa ilustração da régua de medição do antigo sistema chamado o Segredo, nós temos considerado a primeira unidade, a da FORÇA. A segunda unidade a ser medida é a da CONSCIÊNCIA NO NÍVEL DA PERCEPÇÃO [CONSCIOUSNESS] que direciona a força. (Mais tarde, abordaremos a terceira unidade, a da SUBSTÂNCIA através da qual a CONSCIÊNCIA NO NÍVEL DA PERCEPÇÃO [CONSCIOUSNESS] exerce FORÇA.)
Se os Kahunas estavam certos na ideia deles de que a consciência no nível da percepção [consciousness] humana é composta por dois espíritos separados nesse nível, com um terceiro espírito, ou supraconsciente, atuando como um anjo da guarda, por assim dizer, nós temos nesse conceito um acréscimo ao conhecimento psicológico de tamanha importância que é difícil de estimar.
Esse conceito tem que nos levar a reconsiderar as nossas teorias religiosas sobre a alma humana. Se os Kahunas estiverem certos ao afirmar que nós possuímos em nós um espírito inferior menos evoluído, recém-saído do reino animal, bem como um espírito mais evoluído que há muito tempo transcendeu o reino animal, as nossas ideias de salvação também precisarão ser reformuladas. Serão necessárias duas salvações, uma para cada alma, pois elas se encontram em diferentes níveis de desenvolvimento.
O conceito religioso de carma e reencarnação também precisará ser revisado da mesma forma e pela mesma razão: a necessidade de adequar as teorias a dois espíritos desigualmente desenvolvidos, sem mencionar a necessidade de adequá-las ao supraconsciente, que é o mais antigo e mais evoluído dos três selfs ou espíritos do homem (o Aumakua ou ‘espírito parental’).
Sob esse sistema de psicologia mais antigo e funcional, nós passamos a nos enxergar com mais clareza, embora nós troquemos a simplicidade pela complexidade da triplicidade do ser. Na religião, nós estamos acostumados a considerar Deus uma triplicidade, mas nós aparentemente perdemos de vista o homem como uma triplicidade semelhante.
Essa complexidade torna-se ainda mais clara e fácil de compreender se nós tivermos sempre em mente que o espírito inferior ou animal em nós, a Unihipili, realiza toda a memorização pelo homem, mas possui poderes de raciocínio inferiores. O espírito da mente consciente, ou Uhane, não consegue memorizar por si só, mas pode usar todo o poder do raciocínio indutivo.
Além dos dados que comprovam a existência da ‘oração da morte’, nós encontramos outras evidências.
Enquanto a Pesquisa Psíquica moderna tem identificado os espíritos dos falecidos apenas sob a classificação de ‘poltergeists’ e ‘espíritos’ comuns, as informações coletadas sobre as atividades dos espíritos como um todo mostram claramente que tem que existir vários graus de espíritos, cada grau com a sua própria voltagem de força vital e as suas próprias capacidades mentais (ou a falta de certas capacidades).
Por outro lado, os Kahunas já classificaram há muito tempo os diversos tipos de espíritos. Como isso é bastante novo para nós, Ocidentais, e como essa classificação é de grande interesse e importância, permitam-me listar os diversos espíritos fantasmagóricos que se pode encontrar na sala de sessões espíritas:
TIPOS DE FANTASMAS OU ESPÍRITOS LISTADOS DE ACORDO COM A TRADIÇÃO DOS KAHUNA
1. O espírito normal comum de um falecido. Esse espírito é composto por um espírito subconsciente e um espírito consciente, como em vida. Ele pensa e se lembra como qualquer pessoa viva comum. Ele usa as mesmas forças.
2. O espírito subconsciente de um homem, separado de seu companheiro consciente por algum acidente ou doença antes ou depois da morte. Esse espírito se lembra muito bem, mas é ilógico, possuindo apenas um raciocínio dedutivo semelhante ao de um animal. Ele responde à sugestão hipnótica. É como uma criança e frequentemente se comporta como um ‘poltergeist’ brincalhão ou um fantasma barulhento. Ele adora participar de sessões espíritas e fazer as mesas virarem. Ele tenta responder perguntas e geralmente dá respostas que o fazem parecer um mentiroso ou pior. Ele adora imitar os parentes falecidos da pessoa.
3. O espírito consciente do homem, separado de seu espírito subconsciente companheiro antes ou depois da morte física. Esse espírito não consegue se lembrar, portanto é um espectro quase indefeso, vagando sem rumo, às vezes fazendo a sua presença ser sentida, às vezes visto psiquicamente, mas representando o papel da verdadeira ‘alma perdida’ até ser resgatado e reunido a um espírito subconsciente que pode fornecer-lhe poderes de memória — frequentemente com um conjunto de lembranças de uma vida anterior na qual o espírito consciente resgatado, ou Uhane, não teve participação.
4. Espíritos da ordem supraconsciente, incluindo o que pode ser chamado de ‘espíritos da natureza ou almas grupais’, segundo a terminologia Teosófica. Apenas informações vagas são fornecidas sobre essa classe de espíritos, embora se conclua que eles frequentemente participam das atividades dos dois espíritos inferiores, as Unihipili e Uhane, auxiliando-os a realizar feitos de natureza espetacular em certos momentos.
Somente com a redescoberta do sistema Kahuna de psicologia é que nós tivemos uma explicação minimamente plausível e satisfatória para os fenômenos da dupla e múltipla personalidade (ou de tipos obsessivos ou de personalidade dividida de insanidade).
É fascinante, portanto, observar como o antigo sistema se encaixa com o que nós sabemos sobre esses casos. Permitam-me apresentar alguns dados padrão:
Caso 9
Personalidade Múltipla
Notas Preliminares:
Livros de referência: ‘Outline of Abnormal Psychology’, de William McDougall (Scribner’s, 1926); Encyclopaedia Britannica (13ª edição), Artigo sobre Personalidade Múltipla.
O termo personalidade, como usado aqui, não é muito bem definido pela Psicologia. Jung, que seguiu Freud em suas investigações sobre o complexo, descreve o termo e nos leva de volta à sua origem Latina: persona, a máscara usada pelos atores quando mudam de personagem em uma peça. Isso descreve o que muda nos casos de personalidade múltipla. É a individualidade, ou traços, que distinguem um ser humano de outro.
Ao descrever as mudanças de personalidade em um corpo, pouca distinção é feita entre o subconsciente e o consciente — sendo esses considerados pela maioria dos pesquisadores como componentes da personalidade. Jung, no entanto, inova em sua obra ao fazer a distinção entre anima (do Latim para respiração ou alma e corrompido em Francês para animal) para o subconsciente e persona para o consciente.
Ao descrever as mudanças de personalidade em um corpo, pouca distinção é feita entre o subconsciente e o consciente — sendo estes considerados pela maioria dos pesquisadores como componentes da personalidade. Jung, no entanto, inova em sua obra ao fazer a distinção entre anima (do latim para respiração ou alma, e corrompido em francês para animal) para o subconsciente e persona para o consciente.
A descrição correta do fenômeno que nós iremos investigar agora seria ‘anima e persona múltiplas’ ao invés de ‘personalidade múltipla’.
Há três pontos que nós temos que observar nos seguintes casos:
(1) O aparecimento ou desaparecimento do consciente ou do subconsciente isoladamente, com as correspondentes mudanças na personalidade;
(2) O aparecimento ou desaparecimento de ambas as unidades combinadas;
(3) As memórias retidas pelas personalidades à medida que elas surgem e desaparecem.
Se a teoria do Kahuna estiver correta — que apenas o subconsciente é capaz de se lembrar — então, observando a memória, nós deveríamos ser capazes de determinar qual unidade desaparece ou permanece.
O Dicionário Internacional Webster descreve esse fenômeno como uma condição anormal da ‘mente’. Eu prefiro pensar nele como uma condição anormal do corpo, na qual as mentes vêm e vão, ao invés de pensar nas várias mentes envolvidas. Cada mente observada é considerada perfeitamente normal enquanto está no corpo — a não ser que a falta de memória de seu estado fora do corpo ou adormecida dentro dele possa ser considerada anormalidades.
Os termos usados para descrever os elementos da consciência no nível da percepção [consciousness] envolvidos e os estados de consciência no nível da percepção [consciousness] são: Uma personalidade separada do controle do corpo e do cérebro é considerada ‘dissociada’; a personalidade original em um corpo é a ‘primária’ e aquelas que vêm para substituí-la são ‘secundárias’; a personalidade que controla temporariamente o corpo e o cérebro é considerada ‘dominante’, enquanto aquelas que já apareceram e desapareceram, ou que ainda não apareceram, são consideradas ‘latentes’.
Nos casos de ‘personalidades alternadas’, apenas duas personalidades estão envolvidas na mudança. Se houver ‘amnésia recíproca’, nenhuma das personalidades se lembra de nada que a outra tenha feito enquanto estava no corpo. Se não houver amnésia recíproca, uma ou ambas podem se lembrar do que foi feito no corpo durante a sua ausência. Sob a influência da hipnose, uma ou mais dessas personalidades geralmente podem ser trazidas do estado latente e levadas a responder às perguntas do operador. As respostas geralmente não são muito lógicas, mas elas revelam coisas que poderiam ser lembradas por qualquer mente subconsciente, caso tais memórias estivessem armazenadas nela.
Esse fenômeno não é novo. Ao longo dos tempos, homens têm experimentado mudanças de personalidade ou se tornado ‘possuídos’. Isso geralmente se refere a condições de insanidade, mas nem sempre. A nossa atenção agora deve se concentrar em casos onde não foram observadas personalidades insanas.
O Caso:
Eu condensarei alguns casos típicos que McDougall discute no livro mencionado.
O Reverendo W. S. Plumer descreveu pela primeira vez o seguinte caso na revista Harper’s Magazine em 1860: Mary Reynolds, uma jovem normal de dezoito anos, sofria de convulsões há um ano. Então, enquanto lia em um prado um dia, ela perdeu a consciência. Ela acordou cega e surda. Essa aflição passou em três meses. Certa manhã, ela não conseguia ser acordada. Algumas horas depois, acordou por conta própria — parecendo, para todos, um bebê recém-nascido. Ela conseguia, no entanto, repetir algumas palavras. Aprendendo com grande rapidez, o ‘bebê’ começou a se desenvolver mentalmente e a usar o cérebro adulto. Em algumas semanas, a personalidade primária retornou e a secundária desapareceu. Essa alternância continuou por anos, com a personalidade do ‘bebê’ amadurecendo nesse processo. Nenhuma das personalidades, quando dominante, tinha qualquer conhecimento ou memória do que a outra havia feito enquanto estava em posse do corpo e do cérebro.
A professora Janet descreve um caso em que uma das personalidades alternadas conhecia as memórias da outra: Félida começou a trocar de personalidade aos treze anos. Ela era uma criança histérica, mas a personalidade secundária era muito diferente. A personalidade secundária conseguia se lembrar de todas as memórias da primária, mas a primária não se lembrava de nenhuma das memórias da secundária.
O estudo mais famoso do Dr. Morton Prince foi o ‘Caso Beauchamp’. Aos dezoito anos, uma jovem começou a trocar de personalidade. Essa alternância continuou por anos, sendo identificadas cinco personalidades no total — cada uma se considerando um indivíduo separado e as memórias em comum formando uma confusão.
A infância da jovem, B, foi marcada por estresse emocional e nervosismo. Ao amadurecer, ela se tornou enfermeira e sofreu um choque emocional durante um relacionamento amoroso. De repente, ‘todas as peculiaridades dela se tornaram exageradas’ e ela se tornou ultrarreligiosa. A memória permaneceu intacta, mas houve uma mudança distinta em suas características. Essa mudança durou cerca de seis anos, período durante o qual outra personalidade chamada ‘Sally’ surgiu e se manifestou apenas durante o sono. À noite, essa Sally falava através do corpo e o levava em passeios sonâmbulos.
Ao final do período de seis anos, ocorreu outro choque emocional e uma personalidade chamada B4 tornou-se dominante. Essa B4 conseguia se lembrar de todos os eventos da vida da B original, mas não dos da vida de B1.
No ano seguinte, B1 e B4 alternaram entre amnésia recíproca. Ambas se lembravam de tudo o que B havia feito, mas não sabiam nada sobre as ações uma da outra. B1 era doentia e dócil. B4 era mais saudável e muito mais agressiva. Ambas eram muito emotivas.
O Dr. Prince usou hipnose na paciente. Sob influência hipnótica, outra personalidade veio à tona. Ela conversava livremente. No entanto, essa personalidade muito interessante intrigou o investigador. Ele estava inclinado a pensar que ela era a B original restaurada à condição normal e muito melhorada. Ela se assemelhava a B1 e B4 em certa medida, parecendo ser uma mistura delas e de si mesma. Ela é descrita como ‘Uma pessoa de temperamento equilibrado, franca e aberta na maneira de falar — alguém que parecia ser natural e simples em seu modo de pensar e agir’. Ela tinha todas as memórias. B, B1 e B4 continuaram a se alternar — B agora comandando as memórias de B1 e B4. Durante esse tempo, B1 e B4 pareciam, por vezes, compartilhar as ‘características emocionais’ um do outro — uma troca constante.
Após alguns anos, a personalidade B original tornou-se dominante e cresceu saudável e normal.
Sally era interessante. Ela poderia ser contatada em hipnose e interrogada, embora ela alternasse com uma das outras personalidades e frequentemente atrapalhasse o procedimento iniciado durante a investigação hipnótica. Ela se considerava uma personalidade separada e distinta e se lembrava de tudo o que havia feito através do corpo ou com ele durante a noite. Ela dizia que aprendia o que as outras personalidades (exceto B4) estavam fazendo lendo as suas mentes quando ela achava seus pensamentos interessantes. Quando elas estavam lendo um livro de que ela não gostava, ela parava de ler as suas mentes e se divertia com os seus próprios pensamentos. Ela não gostava de B1 e frequentemente a impunha alucinações visuais e certos automatismos motores. Às vezes, ela controlava a voz de B1; frequentemente, ela forçava B1 a fazer coisas que não queria fazer — coisas como contar mentiras.
Quando Sally assumiu o controle do corpo, ela não conseguia abrir os olhos. Uma das ações automáticas que ela impôs aos outros foi esfregar os olhos. Dessa maneira, ela finalmente conseguiu abrir os próprios olhos e, assim, pôde ver e dominar todo o organismo. O primeiro sucesso dela nisso ocorreu quando o então dominante B1 estava dormindo profundamente. Depois disso, Sally conseguiu, à vontade, substituir B1 tanto em estado normal quanto hipnotizado. Nesses momentos, B1 retornava sem se lembrar do que Sally havia feito com o corpo. Em disputas de vontade, Sally parecia ser capaz de ‘paralisar’ a vontade de BI que, embora aparentemente dominante, era forçada a obedecer ordens como um sujeito hipnotizado, o que permitia que Sally pregasse peças em B1. Desfazer o tricô era uma de suas brincadeiras favoritas. Nem B1 nem B4 tinham qualquer lembrança de Sally ou de seus períodos de domínio. Sally não conseguia ler os pensamentos de B4 e, muitas vezes, não conseguia impor automatismos a ela. Ela disse que isso acontecia porque B4 tinha ouvido falar dela e lutava contra qualquer tentativa de controle. Em certos momentos, quando Sally se tornava dominante, ela não conseguia abrir os olhos do corpo; e a pele, os tecidos profundos e o ‘senso muscular’ ficavam em uma condição semelhante à do corpo durante o sono.
Comentário:
O Dr. Prince sustenta que todas as várias personalidades que utilizam um mesmo corpo são partes ‘desmembradas’ de uma única personalidade verdadeira. O método de tratamento dele consistia em fundir duas ou mais personalidades para obter uma terceira dominante. Nesse aspecto, ele não obteve muito sucesso.
O Professor McDougall, em seu estudo (nosso livro de referência), conclui que cada personalidade é uma ‘mônada’ ou entidade separada em si mesma.
Nenhum dos psicólogos está disposto a admitir que essas personalidades podem entrar e sair do corpo e que a mente subconsciente pode ser utilizada por uma ou mais personalidades ou alterada no corpo.
O meu próprio estudo sobre dados de personalidade múltipla me levou a aceitar o sistema de psicologia Kahuna como uma explicação mais adequada para as complexas mudanças que ocorrem.
Em alguns casos relatados, uma personalidade ‘infantil’ surge e se torna dominante; em outros, uma personalidade adulta surge e traz consigo uma mudança completa na saúde — até mesmo a paralisia de um membro — e uma memória nítida de uma vida passada em outro corpo.
Como psicólogos e Kahunas discordam, vamos analisar as evidências de que uma ‘personalidade’ pode, de fato, deixar um corpo e retornar a ele.
Caso 10
Será que as Mentes Consciente e Subconsciente da Mãe do General Lee Deixaram o Corpo e Retornaram?
Notas preliminares:
Esse caso foi relatado no Hollywood Citizen, em 14 de dezembro de 1934, na coluna diária ‘Strange As It May Seem ‘ [‘Por Mais Estranho Que Possa Parecer´]. Eu presumo que isso possa ser autenticado pelo autor da coluna. De qualquer forma, existem muitos outros casos semelhantes que são perfeitamente autenticados.
O Caso:
Quatorze meses antes do nascimento do famoso soldado confederado, General Robert E. Lee, a mãe dele aparentemente morreu. Os médicos constataram que o seu coração havia parado de bater e que ela estava rígida e fria. Acreditando que ela estivesse morta, realizaram-se os serviços fúnebres e o corpo dela foi colocado no jazigo da família. Felizmente, naquela época, os corpos não eram embalsamados.
Uma semana depois, o zelador do cemitério entrou no jazigo para remover as flores murchas e se assustou ao ouvir um gemido vindo de dentro do caixão. Apressadamente, ele abriu o caixão. Dentro dele, encontrou a Sra. Lee — novamente em seu corpo, viva. Aparentemente, ela havia retornado à vida, pois não havia sufocado. Ela se recuperou e viveu para dar à luz o filho que mais tarde se tornaria tão famoso.
Comentário:
Nesse e em muitos casos semelhantes, nós temos provas da cessação de todas as atividades da mente consciente no corpo. Aquelas do subconsciente praticamente cessaram. Para explicar a ausência de decomposição no corpo, nós somos forçados a concluir que havia uma leve conexão — talvez por um filamento ectoplasmático — entre o corpo e o subconsciente, que tem que ter sido parcialmente removida devido ao estado semelhante à morte do corpo.
A esse respeito, é bom lembrar os iogues da Índia. Esses ‘homens santos’ usam alguma forma de autossugestão para induzir os corpos deles a um estado semelhante à morte, enquanto a mente consciente se ausenta por longos períodos e o subconsciente entra em estado dormente.
Nos dois casos que que acabamos de examinar, há dados que serão valiosos posteriormente, mas nos dois seguintes nós encontraremos os dados que finalmente me mostraram o significado de todos os dados — que me apontaram para o segredo dos segredos dos Kahunas.
Caso 11
A Personalidade Mais Estranha de Todas Aparece
Notas preliminares:
Um dos primeiros membros da Sociedade de Pesquisa Psíquica e que participou de muitas investigações, residia em Honolulu quando eu lá estava. Ele era o Dr. Leapsley, um homem brilhantemente instruído, tão confiável quanto sábio. Ele viajava frequentemente para fora de Honolulu, em busca de respostas. Muitas vezes, ele dava palestras para um grupo de amigos, compartilhando as descobertas de sua investigação mais recente. Eu apresento esse caso com base em anotações feitas em uma dessas palestras.
O Caso:
O Dr. Leapsley (Ph.D. e biólogo), acompanhado por dois médicos, foi chamado como especialista de renome em casos de transtorno dissociativo de identidade de gênero (transtorno de personalidade múltipla). O caso a ser investigado e tratado era o de uma jovem de 28 anos, filha de um proeminente advogado da Califórnia.
Desde os quatro anos de idade, essa jovem alternava entre personalidades regularmente a cada quatro anos. Apenas duas personalidades estavam envolvidas e havia amnésia recíproca completa.
A troca de personalidades, que ocorria com tanta regularidade, acontecia durante um sono profundo. A personalidade secundária era muito ‘infantil’ quando surgia, mas tinha aprendido muito rapidamente e logo igualou o desenvolvimento mental da personalidade primária.
Ao longo dos anos, cada uma das duas personalidades tinham continuado o seu crescimento e educação em seus períodos de dominância e cada uma era capaz de aprender com incrível rapidez tudo o que a outra havia aprendido antes. Nenhuma delas tinha a menor lembrança das experiências da outra. Ao retornar ao corpo, nenhuma das personalidades conseguia se lembrar do que havia feito ou onde estivera durante a ausência. Havia sempre surpresa e momentânea perplexidade ao retornar a um corpo quatro anos mais velho e vestido de maneira desconhecida.
A personalidade primária era quieta e estudiosa. Ela adorava costurar e era tímida e reservada. A personalidade secundária era uma moleca agressiva e descarada. Os gostos e passatempos delas eram diferentes.
Uma das mudanças ocorreu numa tarde enquanto a mãe lia para a sua filha de doze anos. Elas estavam na sala de estar e a personalidade primária, que nós podemos chamar de Senhorita Primeira, era dominante naquele momento. A criança ouvia a leitura em silêncio e com alegria quando, de repente, adormeceu. Foi a pequena Senhorita Segunda quem despertou no corpo um instante depois.
Quatro anos se passaram. A Srta. Segunda, agora com dezesseis anos, estava no mesmo quarto que a mãe. A mãe lia outro livro, mas dessa vez em voz baixa, pois a Srta. Segunda não gostava de livros. O corpo adormeceu, por acaso, na mesma poltrona grande em que estivera sentada quatro anos antes, em uma tarde ensolarada muito parecida.
De repente, os olhos se abriram e a Srta. Primeira olhou para fora, maravilhada. ‘Por que você parou de ler, Mãe?’, ela perguntou. Ela não tinha percebido que quatro anos haviam se passado. Ela pensava que havia adormecido e que a leitura de quatro anos antes havia parado repentinamente. Ao ser informada do ocorrido, ela reconheceu, por se lembrar de experiências semelhantes, o que devia ter acontecido. Ela também percebeu que o seu corpo estava maior e que usava um vestido colorido demais para o seu gosto discreto.
Assim, a cada quatro anos, as meninas trocavam de lugar no corpo. Aos vinte e oito anos, ou perto disso, cada menina havia vivido quatorze anos naquele corpo. A cada troca, o guarda-roupa tinha que ser refeito para se adequar à personalidade que assumia o corpo. As formas de diversão mudavam instantaneamente, assim como a dieta, os hábitos e os passatempos profissionais.
Finalmente, os pais decidiram consultar especialistas para verificar se havia alguma maneira de forçar a personalidade secundária a deixar o corpo e dar lugar à personalidade primária. Isso as perturbou bastante, pois haviam se afeiçoado a ambas as personalidades como se fossem duas filhas diferentes, como de fato a garota parecia ter se tornado para eles.
Os pesquisadores levaram a jovem e explicaram que iriam hipnotizá-la e tentar fazer com que as duas personalidades se fundissem em uma só, ou que a personalidade Srta. Segunda deixasse o corpo completamente para a Srta. Primeira, que agora o possuía, mas temia a aproximação do período habitual da transformação. Ela se submeteu ao tratamento com grande entusiasmo.
Sob hipnose, o de costume ocorreu. Ambas as personalidades apareceram alternadamente e puderam ser questionadas. Cada personalidade demonstrou memória completa de seus próprios períodos de vida no corpo e cada uma afirmou saber tudo sobre as atividades da outra — não por compartilhar essas experiências, mas por ‘ler’ o que estava na memória da outra. Eles não tinham certeza se permaneciam no corpo ou não, enquanto latentes e demonstraram a habitual falta de capacidade de raciocínio. Quando o subconsciente da Srta. Segunda foi instruído a ir embora e deixar o corpo, a resposta foi vaga e insatisfatória. A ordem pareceu ser aceita, mas os médicos estavam convencidos de que nada resultaria de tal comando. Tão convencidos eles estavam que também deram a sugestão hipnótica usual, visando forçar uma fusão das duas personalidades. (Nota: Como apenas o subconsciente pode ser hipnotizado e levado a agir de acordo com sugestões dadas, a fusão tem que ocorrer entre duas entidades subconscientes. Tal fusão daria à entidade consciente dominante um conjunto duplo de memórias e, assim, imitaria um par de personalidades completamente fundidas. Isso pareceria bastante impossível — se os Kahunas estiverem certos em suas postulações — que duas entidades conscientes pudessem se fundir sem se tornarem instantaneamente cientes da dualidade delas.)
Após o primeiro tratamento, constatou-se que não houve fusão de personalidades. Os tratamentos foram continuados diariamente até que o momento habitual da transformação se aproximasse.
Esperava-se que, com a Srta. Primeira ciente de que desejavam que ela permanecesse no corpo e se fundisse consciente e subconscientemente com a Srta. Segunda, alguma coisa fosse alcançada. Contudo, quando a transformação ocorreu, a Srta. Primeira não se fundiu com a Srta. Segunda.
A hipnose foi aplicada novamente, após a recém-chegada ter ouvido o que estava sendo feito. Mais uma vez, o subconsciente foi questionado. A Srta. Primeira lembrou-se das instruções dadas para tentar se fundir com a Srta. Segunda, mas disse que parecia incapaz de fazer qualquer coisa a respeito. Quando perguntada onde ela estava, ela respondeu apenas: ‘Aqui’.
Em seguida, tentaram a sugestão na tentativa de expulsar a Srta. Segunda do corpo. Então, algo surpreendente aconteceu. O corpo ficou como que morto. Nenhuma resposta do subconsciente pôde ser obtida. Os médicos e os pais ficaram muito alarmados. O desejo deles era se livrar da personalidade invasora, mas agora parecia que a tinham expulsado, porém não conseguiam trazer a Srta. Primeira de volta. Enquanto a sugestão continuava laboriosamente, algo ainda mais surpreendente aconteceu. Os lábios se abriram e uma personalidade completamente desconhecida falou com eles com tanta sabedoria e autoridade que eles ficaram perplexos.
Essa nova personalidade falou com uma voz ressonante que tinha nela uma qualidade masculina evasiva, mas inegável. Ela era muito parecida com a voz gentil, porém firme, de um homem idoso. O grupo ao redor do corpo da garota ouviu com espanto. Imediatamente, os médicos perceberam que estavam ouvindo outra personalidade se dirigindo a eles. Para aumentar a confusão, eles reconheceram que essa nova personalidade não pensava como eles. Ela parecia não ser lógica, mas supralógica. Ela parecia saber com certeza e nos mínimos detalhes o que havia acontecido antes e o que estava sendo tentado. Ela não fez perguntas, mas começou imediatamente a proferir uma série de afirmações sobre as meninas e as vidas delas. Cada afirmação era precisa e abordava assuntos com os quais os pais e os médicos estavam familiarizados. Assim que a nova personalidade resumiu a situação, ela silenciou.
Os médicos perguntaram quem seria a pessoa que falava. A resposta foi outra afirmação, no sentido de que aquela personalidade era a responsável pelos cuidados e pela guarda das duas meninas e do único corpo. Em resposta a mais perguntas, mais fatos foram declarados — sempre sem argumentos como os que uma mente consciente usaria e sempre sem explicações. O grupo foi informado de que as duas meninas estavam usando um único corpo para sobreviver.
Os médicos, então, elaboraram os seus melhores argumentos. Eles descreveram detalhadamente como a mudança de personalidade estava arruinando a vida da moça. Ela não podia se casar nem levar uma vida normal. A isso, a nova personalidade respondeu com afirmações cuja lógica era evidente, dispensando qualquer argumento ou raciocínio.
Uma afirmação sucedeu a outra, cada uma apresentando um propósito definido para a vida — os diversos propósitos do crescimento e da experiência.
Os eruditos médicos estavam impotentes. Cada afirmação era tão profunda e perfeitamente razoável que eles não conseguiam encontrar nenhum argumento lógico para contestá-la. Eles eram como crianças diante da sabedoria ancestral. O tipo de pensamento com o qual se deparavam não era humano. Os médicos teriam sido capazes de apresentar argumentos a favor das afirmações que lhes eram apresentadas aparentemente como verdades eternas, mas não conseguiriam apresentar argumentos contra elas.
Em pouco tempo, eles mergulharam em silêncio. A personalidade que se dirigia a eles os deixara impotentes.
Em desespero, um dos médicos exclamou que, se a Srta. Primeira não tivesse permissão para ficar com o corpo, eles o manteriam hipnotizado indefinidamente. A resposta para isso foi outra declaração, afirmando que ninguém faria nada para ferir o corpo. Mais uma declaração foi dada — uma declaração final que encerrou a entrevista para sempre. Essa declaração foi simples e direta: ‘Se vocês interferirem com o meu trabalho, eu retirarei as moças e lhes deixarei o cadáver.’
Houve um longo silêncio. Ninguém no grupo duvidou por um instante que a sábia e anciã personalidade cumpriria a sua ameaça. Havia uma convicção de verdade e um poder sereno em cada palavra. Finalmente, alguém se aventurou a fazer outra pergunta… mas nenhuma resposta veio. Mais tempo se passou. Sugeriram que o corpo fosse liberado da hipnose. A Srta. Segunda abriu os olhos e sorriu. Médicos e pais desistiram. Eles haviam sido confrontados como se pelo próprio Deus. Perceberam a futilidade de seus esforços.
Comentário:
Na personalidade do ancião, nós encontramos alguma coisa bastante diferente tanto do subconsciente quanto do consciente. A diferença reside na assunção das funções atribuídas pelos Kahunas ao supraconsciente ou espírito ‘parental’ e também há uma diferença marcante no modo de pensar.
O supraconsciente utiliza, segundo as minhas conclusões, uma forma de pensamento superior à memória ou à razão, embora pareça capaz de lembrar e raciocinar. A única palavra em Inglês para descrever esse processo de pensamento é ‘tomada de consciência’ — um processo de conhecimento sem o esforço de lembrar e aplicar a lógica ao que é lembrado e ao que está sendo observado.
O espírito supraconsciente, como se recordará, utiliza uma voltagem superior de força vital. É evidente que também possui e utiliza uma forma superior de pensamento. De acordo com a tradição dos Kahunas, essa forma de pensamento possibilita ao supraconsciente vislumbrar aquela parte do futuro que se tornou cristalizado.
A melhor prova da teoria Kahuna dos três selfs [eus] e de suas diferentes formas de pensamento encontra-se na análise de casos de transtorno dissociativo de identidade com insanidade obsessiva ou esquizofrenia. No primeiro caso, o paciente permanece são porque está obcecado ou controlado por um intruso fantasmagórico normal que possui os seus próprios selfs subconsciente e consciente e que, portanto, pode tanto se lembrar quanto usar a razão. Apenas a personalidade (self consciente) pode mudar, ou apenas as memórias (self subconsciente), ou ambos podem mudar — e ainda assim há sanidade porque um self consciente racional está sempre no controle do corpo, independentemente das mudanças. No segundo caso, a insanidade resulta das mudanças porque o self consciente é deslocado e um novo self não assume o controle do corpo. Isso deixa o subconsciente residente no comando e, por falta de razão, mantém o corpo vivo, mas em um estado de irracionalidade, ou insanidade. Ou, um self subconsciente invasor pode se obcecar ou assumir o controle do corpo depois que os dois selfs residentes forem expulsos. Casos de insanidade são comuns nos quais um self subconsciente estranho se obceca por um corpo. Nós sabemos que é estranho porque traz consigo um conjunto estranho de memórias e convicções, mesmo que ilógicas. Os insanos que se consideram Napoleões são desse tipo, geralmente não perigosos, muitas vezes capazes de se lembrar do dia a dia, mas nunca capazes de usar o tipo de raciocínio característico do self consciente.
Mais tarde, nós abordaremos a obsessão em conexão com o estudo dos métodos de cura [healing] Huna. Por ora, o importante é entender que os Kahunas acreditavam que existiam três espíritos separados e independentes que compunham o homem e que esses eram conhecidos por serem SEPARADOS E INDEPENDENTES PORQUE ELES PODIAM SER SEPARADOS POR ACIDENTE OU INTENÇÃO.
De importância apenas ligeiramente menor é o conhecimento de que somente o subconsciente pode se lembrar e que somente o consciente pode raciocinar, enquanto o supraconsciente possui uma forma ainda mais elevada de pensamento que lhe confere conhecimento exato do passado, do presente e da parte do futuro que foi determinada antecipadamente.
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—Continua no artigo 187 – Tomando A Medida do Terceiro Elemento na Magia, a Da Substância Invisível Através da Qual a Consciência no Nível da Percepção [Consciousness] Age por Meio da Força—
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Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

