Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna
Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Sobre o Livro:
O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.
Sobre o Autor:
“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”
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—Continuação do artigo 188 – Psicometria, Adivinhação com Cristais, Visões do Passado, Visões do Futuro, Etc., Explicadas pela Antiga Tradição dos Kahunas —
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VIII. Mind Reading, Clairvoyance, Vision, Prevision, Crystal Gazing, and All of the Psychometrically Related Phenomena, as Explained in Terms of the Ten Elements of the Ancient Huna System
VIII. Leitura da Mente, Clarividência, Visão, Previsão, Adivinhação com Cristais e Todos os Fenômenos Psicometricamente Relacionados, como Explicados em Termos dos Dez Elementos do Antigo Sistema Huna.
Caso 13. Leitura da mente. O self básico ativa o fio aka conduzindo uma pequena parte dos órgãos sensoriais, observa o sujeito, duplica os pensamentos e os envia de volta, através do fluxo de força vital, para o leitor de mentes. Prova moderna de força vital usada no processo de pensamento. Caso 14. Telepatia. “Rádio Coco” [“Cocoanut Radio”]. Nativos usam telepatia na África. Experimentos do Dr. Rhine. Caso 15. Adivinhação com cristais e o seu significado.
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“Caso 13
Leitura da Mente
Notas Preliminares:
Se alguém se sentar em um lugar tranquilo onde outras pessoas estão reunidas, como em uma sala de estudos e tentar ler os pensamentos de outras pessoas, ele tem que ter…
(1) alguma maneira de contatar a pessoa cuja mente deve ser lida através de um espaço de vários metros e
(2) uma vez feito o contato, ele tem que ter um meio de ver ou sentir os pensamentos na mente do outro e trazer essas impressões de volta para si mesmo.
A Psicologia Moderna e a Ciência Psíquica não oferecem explicação para esses dois mecanismos. A ideia de transmissão mental tem sido desacreditada pelo fato de que a distância não faz diferença na comunicação telepática como faz na radiodifusão. A ideia de ‘vibração’ mental, derivada da teoria da vibração do ar pelo som, não se mostrou de nenhuma ajuda prática. A ideia de que espíritos desencarnados poderiam captar os pensamentos de outro ser e trazê-los até nós é igualmente impraticável como explicação. Resta-nos, portanto, a única explicação que pode abarcar as condições: as explicações da Huna.
O Caso:
Certa vez, eu decidi testar a possibilidade de ler os pensamentos de outras pessoas. Eu escolhi uma sala de estudos como o meu laboratório. O meu método consistia em fixar o olhar na nuca de um estudante, silenciar os meus próprios pensamentos e aguardar impressões. Eu pratiquei assim em intervalos de dez minutos durante vários dias, até começar a obter resultados.
Havia momentos em que um pensamento ou impressão surgia em minha mente como se eu tivesse me lembrado de alguma coisa. Sabendo que essas memórias não tinham nada a ver com o meu próprio passado, as aceitei como coisas que vinham da mente que eu estava tentando ler. Para alguns dos meus amigos mais próximos, eu ousei confessar as minhas atividades, para que eu pudesse perguntar se eu havia lido corretamente. Eu captei, em sua maioria, coisas triviais — pensamentos que surgiam sem rumo, quando a mente consciente não estava ativamente envolvida. Eu recebi impressões semelhantes a memórias de um vestido novo que estava sendo planejado; de um desejo de patinar no gelo; de um amor tímido de um jovem por uma garota.
Logo eu esgotei a confiança dos meus amigos, ou melhor, os deixei desconfiados do meu olhar, tornando-os assim inúteis para o meu experimento. Eu concentrei a minha atenção, então, em um jovem que parecia muito dado a devaneios.
A princípio, eu li em seus pensamentos a imagem de um quarto estranho, pequeno, mal iluminado e fechado — mas desejável, apesar da mobília rústica e dos beliches. Mais tarde, eu tive a impressão de um pequeno idoso Chinês com dentes proeminentes, mas queixo quase imperceptível. Ele parecia estar conversando com o meu sujeito sobre alguma coisa que eu não conseguia entender claramente. Depois, eu descobri que o nome do Chinês era ‘Squirrel.’ [‘Esquilo’]. Isso me divertiu e me fez pensar que eu mesmo havia sugerido aquele nome descritivo por causa dos dentes e do queixo.
Finalmente, veio uma leitura que me disse que o meu sujeito ansiava quase continuamente por aquele quarto e o Chinês — ansiava por alguma coisa que pudesse ter e experimentar, por causa do quarto e do homem “Squirrel”.
Tendo acumulado dados suficientes e uma imagem suficiente do que afligia a mente do meu sujeito, eu o chamei de lado um dia, apresentei a mim mesmo e comecei a interrogá-lo. Eu não obtive nada além das negações mais veementes e raivosas. O meu próximo passo nesse experimento, que foi bastante longo, acabou estando relacionado a esse do quarto e o Chinês, mas eu não reconheci o que estava relacionado quando eu iniciei isso.
Ao me propor a ler os pensamentos de outro jovem, eu fiquei surpreso ao encontrar, um dia, em seus pensamentos, o mesmo anseio e a mesma imagem do quarto e o Chinês. No entanto, eu li mais medo do que anseio. O medo estava em guerra com o anseio pelo peculiar ‘sabor profundo’ que eu havia sentido ou percebido em meu próprio corpo. O que mais me surpreendeu foi a recorrência do nome ‘Squirrel’ em conexão com o mesmo Chinês.
Eu me aproximei do segundo estudante e o questionei. Disse-lhe que tinha a sensação de que ele estava com medo de alguma coisa e perguntei se isso era possível. Ele empalideceu e disse que, de certa forma, eu estava certo. Em seguida, eu comecei a falar sobre o quarto e o Chinês. Ele começou a tremer e perguntou quem havia ‘dedurado’ [‘squealed’]. Eu então lhe assegurei que não tinha nenhuma informação direta. Eu expliquei o meu teste de leitura de mentes e lhe contei como havia encontrado uma semelhança surpreendente entre os seus pensamentos e os de alguém que parecia ser seu amigo. O meu sujeito refletiu sobre o assunto — ainda pálido e abalado — depois riu nervosamente e negou tudo, até mesmo que estivesse com medo. Além disso, pediu-me que cuidasse da minha vida.
Levou alguns meses até que eu chegasse ao fundo da questão e descobrisse que o que eu estava convencido de ter ‘lido’ estava correto. Um grupo de jovens havia começado a fumar ópio por curiosidade. O Chinês, para cujos quartos eles costumavam ir, era de fato chamado de ‘Squirrel’. Eu havia visto o seu rosto corretamente. O grupo de fumantes de ópio havia, um a um, contraído o vício. Os dois jovens cujas mentes eu havia decifrado com tanto sucesso na sala de estudos faziam parte desse grupo. O primeiro não tinha medo; ele apenas desejava o seu ‘fumo’. O segundo não apenas desejava o seu ‘fumo’, mas temia ter adquirido o hábito e não conseguir se livrar dele.
Comentário:
No caso acima, nós vemos que o subconsciente ou o self básico é aquele a quem tem que, sob o nosso comando, começar a aprender a ler os pensamentos dos outros. A prova disso é que o self consciente ou espírito médio não consegue ler mentes por si só, por mais que ele se esforce. Alguém tem que soltar o controle sobre o self básico e relaxar mentalmente, assumindo uma atitude expectante e aguardando para ver o que o subconsciente é capaz de fazer depois de ter sido dada a nossa ordem para tentar o experimento.
…o subconsciente ou o self básico é aquele a quem tem que, sob o nosso comando, começar a aprender a ler os pensamentos dos outros.
A maioria das pessoas tem a capacidade de aprender a usar as ações psíquicas simples da consciência no nível da percepção [consciousness]. No entanto, isso requer prática. Algumas aprendem mais rapidamente do que outras e algumas parecem ter essa capacidade naturalmente. O mesmo se aplica ao aprendizado do uso da sugestão hipnótica, telepatia, adivinhação com cristais e premonições (em menor grau, isso é verdade para todas as atividades premonitórias, pois a informação sobre o futuro deve ser obtida do Self Superior, se isso estiver cristalizado e a caminho de se tornar um fato no futuro. O futuro não cristalizado não pode ser visto, de acordo com Huna).
…a informação sobre o futuro deve ser obtida do Self Superior, se isso estiver cristalizado e a caminho de se tornar um fato no futuro. O futuro não cristalizado não pode ser visto, de acordo com Huna.
Para estabelecer contato com a pessoa cuja mente se deseja ler (de acordo com a teoria Huna), o self subconsciente tem que primeiro enviar um fio do aka, ou corpo sutil, para se conectar com o subconsciente da pessoa que atua como sujeito. (Isso tem que ser feito em telepatia e hipnose, tratamento à distância e oração — nesse último caso, a conexão é com o Self Superior. Toda oração é telepática.)
Toda oração é telepática.
O subconsciente tem a estranha capacidade de projetar uma porção de seu corpo sutil, alguma coisa semelhante a uma ameba projetando parte de seu corpo para formar uma mão com a qual agarrar uma partícula de alimento. O vocabulário Kahuna nos fornece várias palavras para descrever esse ato. Primeiro, uma ‘mão’ é criada e estendida em direção à pessoa que desejamos contatar. Segundo, ao alcançar a pessoa, é necessário ‘penetrar’ [‘pierce’] e entrar no corpo sutil do sujeito, como uma lança perfuraria um corpo físico denso.
É preciso lembrar que, segundo a teoria Huna, o sujeito, se estiver ciente do esforço de tocar e penetrar o seu corpo invisível, geralmente consegue fazer com que o seu subconsciente repila tal aproximação. Isso seria feito por um esforço da ‘vontade’ do self básico ou da mente consciente do sujeito. (Da mesma forma, a sugestão hipnótica pode ser repelida.)
O terceiro passo, uma vez estabelecido o contato com um sujeito que não oferece resistência, um fio de matéria sutil conecta os dois indivíduos. Ao longo desse fio, flui uma energia vital de baixa potência, ou mana de baixa voltagem.
Conectado dessa maneira por um fio invisível eletricamente carregado, o subconsciente do leitor de mentes projeta uma diminuta parte de seus órgãos sensoriais até a extremidade oposta do fio e observa quais pensamentos estão passando pela mente do sujeito, duplicando esses pensamentos como formas-pensamento ou pensamentos em seus corpos sutis individuais e os envia de volta pelo fluxo de força vital para o centro de consciência no nível da percepção [consciousness] do leitor de mentes — onde os pensamentos são apresentados ao foco de consciência no nível da percepção [consciousness] do self básico (assim como uma memória é apresentada pelo self básico quando desejada) e se tornam conhecidos pelo leitor de mentes propriamente dito, que é o self médio.
O parágrafo acima contém informações de valor inestimável. Foram necessários anos para desvendar os significados ocultos das palavras usadas pelos Kahunas e finalmente compreender o que realmente acontece. Para tornar esse importante mecanismo claro, isso tem que ser analisado em detalhes.
O primeiro e mais importante ponto a entender é que o self básico possui em seu corpo sutil duplicatas de cada célula e tecido do corpo físico, duplicando assim todos os órgãos sensoriais. Se não fosse assim, os espíritos que se comunicam conosco por meio de médiuns teriam que relatar que são surdos, mudos e cegos — o que é totalmente contrário aos fatos.
A comprovação de que os órgãos sensoriais são duplicados no corpo sutil básico pode ser obtida a partir de diversos experimentos realizados com pessoas que treinaram os seus selfs básicos a projetarem uma imagem de seus corpos sutis e a perceberem coisas sem depender da visão, audição, tato, etc., do corpo físico. Kuda Bux, o caminhante sobre brasas mencionado anteriormente, era capaz de projetar a sua visão de seus olhos físicos para a pele de suas costas, lendo (com os olhos vendados) manchetes de jornais colocadas contra as suas costas nuas.
Eu tenho observado um certo advogado cego entrar em uma loja e percorrer lentamente um labirinto de balcões e expositores, dependendo apenas de sua habilidade treinada de projetar os órgãos sensoriais duplicados de seu corpo sutil para localizar obstáculos. Os homens que ficaram cegos na guerra foram recentemente treinados para perceber obstáculos em seu caminho, um trabalho baseado em um suposto aprimoramento do senso da audição. Utiliza-se um pequeno estalador e o aprendiz escuta atentamente, como se esperasse um eco do som do estalo, sendo informado de que há um eco fraco e que ele pode aprender a ouvi-lo com o tempo e, por meio dele, estimar a sua distância de uma parede, porta ou objeto. Observou-se que, quando neva, a capacidade de medir distâncias até objetos se perde. Os flocos de neve não abafam o som o suficiente para explicar essa falha, mas se uma projeção de matéria corporal sutil estiver sendo emitida, ela entraria em contato com os flocos de neve e os detectaria ao invés dos objetos mais distantes. É claro que pode haver uma capacidade muito distinta, por parte de um subconsciente bem treinado, de captar os ecos sonoros de objetos distantes e, assim, medir a distância, mas, nesse caso, o ouvido físico dificilmente pareceria um órgão suficientemente sensível por si só — exigindo a explicação da projeção como um auxílio adicional.
Em sessões Espiritualistas, os médiuns frequentemente têm a experiência de deixar os seus corpos físicos por um tempo, sob certas circunstâncias (que nós examinaremos mais adiante). Durante esses momentos (geralmente enquanto o corpo físico está em transe profundo ou estado de insensibilidade), os médiuns percebem que os seus sentidos são muito mais aguçados do que quando utilizados através dos densos órgãos físicos. Eles também descobrem que pensam com mais rapidez e clareza quando estão fora do corpo físico, em seus corpos sutis.
Se uma pessoa deixa o corpo por períodos mais longos e vai para lugares mais distantes, diz-se que ela realiza ‘viagem astral’. Muito tem sido escrito para comprovar a possibilidade e a veracidade dessa forma de viagem. Em tais viagens, lugares e pessoas distantes são vistos corretamente.
A diferença entre leitura da mente e viagem astral depende de quanto do corpo sutil básico é projetado. Se apenas uma pequena parte é projetada, o centro da consciência no nível da percepção [consciousness] permanece no corpo físico, que contém a maior parte do corpo sutil básico. Mas se a massa do corpo sutil básico for projetada, deixando apenas um fio espesso de substância sutil para conectá-la ao corpo físico (cordão astral), o centro da consciência no nível da percepção [consciousness] necessariamente se move com a maior parte do corpo sutil e se torna efetivamente presente no local distante visitado.
Isso levanta a questão da capacidade de recordar o que foi visto após retornar da viagem astral. Huna explica como as memórias são formadas — e até agora nós, modernos, não temos outra explicação a considerar. Uma memória é um pensamento que foi preservado por ter sido, de alguma forma, impresso em uma partícula microscópica da substância do corpo sutil.
Uma memória é um pensamento que foi preservado por ter sido, de alguma forma, impresso em uma partícula microscópica da substância do corpo sutil.
Criar um pensamento parece ser possível para todos os três espíritos do homem, bem como para os animais e até mesmo para formas de vida inferiores. Todo pensamento é realizado por meio de uma força vital de alguma voltagem. À medida que cada pensamento é formado, ele recebe o seu corpo sutil e é fixado por um fio da mesma substância (ou por contato direto, talvez) aos pensamentos que vieram antes ou depois dele (a associação de ideias em termos da Psicologia moderna é assim explicada).
Criar um pensamento parece ser possível para todos os três espíritos do homem, bem como para os animais e até mesmo para formas de vida inferiores.
Quando um pensamento é criado e impresso em sua porção de substância do corpo sutil, ele é captado pelo self básico e armazenado naquela parte do corpo sutil básico que geralmente interpenetra as seções do cérebro que nós sabemos estarem relacionadas ao ato de lembrar. Em nosso estado normal de vigília, essas formas-pensamento estão, na verdade, nos tecidos do cérebro e quando o self básico deseja uma memória, como o nome de um amigo, o self básico a encontra no local onde ela está armazenada no combinado cérebro-corpo-sutil cérebro-órgão-duplicado e a apresenta ao self médio para ser sentida. As memórias são evocadas em forma de cadeia, com as memórias associadas sendo apresentadas à medida que elas são trazidas à tona juntamente com a memória desejada.
Por exemplo, quando nós nos lembramos do nome de um conhecido casual, nós também nos lembramos de sua aparência, do som de sua voz e de onde costumamos vê-lo. A memória pode ser aprimorada pela atenção cuidadosa a essas ideias ou formas-pensamento associadas. Os Kahunas, como nós sabemos, descreviam essas formas-pensamento associadas como ‘aglomerados’ [‘clusters’] — aglomerados como os de bagas ou uvas. Um cacho de uvas parece ilustrar muito bem o mecanismo, pois cada uva está presa a um caule, os caules a um caule central e esse à videira e sua raiz e à terra e através dela a todas as outras coisas enraizadas na terra.

O fato de a força vital ser usada no processo de pensamento foi bem demonstrado por meio de experimentos com o corpo e as ondas cerebrais. Essas não são ondas como na rádio projeção — um ponto muito importante para nós —, mas estão confinadas ao corpo de forma muito precisa. Gráficos feitos a partir do movimento de ondas de minúsculas descargas elétricas através dos nervos e outros tecidos do corpo mostram que, quando se está dormindo, há um gráfico diferente marcado nos mapas. Isso indica que o self básico utiliza uma voltagem diferente de força vital de maneira distinta em seus pensamentos durante o sono e os sonhos. Os gráficos mais marcantes e irregulares são causados pelo pensamento combinado dos selfs básico e médio durante o estado de vigília. Durante a inconsciência, o ponteiro do aparelho de registro praticamente não apresenta atividade elétrica, permitindo que as linhas do gráfico se estabilizem completamente. Em crises epilépticas, as linhas do gráfico atingem valores muito altos antes do pico da crise e se estabilizam completamente após a queda típica, quando a inconsciência se instala (e, presumivelmente, os selfs básico e médio deixam o corpo físico temporariamente).
(Eu gostaria de sugerir aqui, para benefício dos estudiosos desses assuntos, que a epilepsia é o resultado de ataques habituais por espíritos inferiores desencarnados, capazes de subjugar o self básico residente do indivíduo afetado e absorver, em questão de minutos, a força vital de seu corpo, apesar da luta para impedir tal roubo. É evidente que a força vital é removida, como demonstrado pela perda final da consciência no nível da percepção [consciousness] e pela lenta recuperação da consciência no nível da percepção [consciousness] e da força no período subsequente. A força vital é produzida a partir dos alimentos que nós consumimos e é de se supor que, após o roubo da força vital por um self básico ou mesmo um espírito subumano, o açúcar no sangue seja gradualmente oxidado para criar mais força vital. É possível que os selfs básico e médio residentes sejam expulsos do corpo enquanto o roubo ocorre e que retornem somente após algum tempo, sendo guiados de volta por um cordão ou forte conjunto de fios de substância corporal sutil que os mantém firmemente presos entre eles e o corpo físico denso. A hipnose tem sido usada com notável sucesso, em casos que eu estudei e observei, para fortalecer a resistência do paciente aos ataques periódicos. O problema está intimamente relacionado com a mudança de ‘selfs’ em casos de transtorno de personalidade múltipla e com casos de obsessão por espíritos que resultam em insanidade e nos quais o espírito invasor muitas vezes se sente tão desconfortável em seu corpo roubado, por meio de choques insulínicos, que ele parte, permitindo que os legítimos donos do corpo retornem.)
O mecanismo de projeção de uma parte ou da massa principal do corpo sutil (básico ou combinado com o médio, como na viagem astral consciente) é alguma coisa que merece estudo aprofundado. No estágio atual dessa investigação que eu estou relatando, não se pode afirmar exatamente como alguém consegue projetar um fio da substância do corpo sutil através de uma sala, ou toda a massa do corpo sutil através de meio continente. A melhor hipótese parece ser que a natureza magnética da matéria do corpo sutil, quando carregada com força vital e influenciada pela consciência no nível da percepção [consciousness], resulta no uso da atração ou repulsão como força motriz. Por analogia, nós podemos considerar a ação como a de estender uma ‘mão’ — como faziam os Kahunas. Mas quando o mecanismo for finalmente entendido em sua totalidade, o magnetismo poderá desempenhar um papel importante, especialmente na explicação da atração quase violenta exercida para trazer o viajante astral de volta ao seu corpo quando esse é perturbado.
Na leitura da mente, assim como na telepatia, as formas-pensamento de uma pessoa não são tomadas por outra. É evidente que formas-pensamento duplicadas são criadas pelo próprio ato de sentir quais pensamentos estão presentes na mente do sujeito ou de um operador parceiro em uma troca telepática. Também é evidente que, cada vez que nós recordamos uma memória, nós criamos uma duplicata dela no processo de considerá-la. Assim, um poema é aprendido pela repetição da lembrança de seus versos e pela duplicação repetida das memórias das palavras e versos — até que todos os agrupamentos de formas-pensamento associados se tornem muito fortes, permanentes e facilmente encontrados e trazidos ao foco da consciência no nível da percepção [consciousness] pelo self básico. (Lembre-se de que o self médio não pode se lembrar. Ele não pode armazenar formas-pensamento em seu corpo sutil e, se separado de seu parceiro self básico na morte, é incapaz de se lembrar de quem ou o que ele é ou tem sido. É, de fato, um fantasma lamentável na condição de separado.)
O self básico armazena todas as nossas memórias em seu corpo sutil básico e, após a morte, nós somos capazes de usar essas memórias. Eles não morrem com a decomposição do tecido cerebral do corpo físico morto. Os anais da pesquisa psíquica estão repletos de casos em que os mortos retornaram para se comunicar com os vivos por meio de médiuns ou de outras formas e a própria prova da sobrevivência após a morte física se baseia nas inúmeras evidências de que os mortos se lembram dos eventos de sua vida terrena.
O self básico armazena todas as nossas memórias em seu corpo sutil básico e, após a morte, nós somos capazes de usar essas memórias.
Caso 14
Telepatia ou Transferência de Pensamento
Notas Preliminares:
A telepatia, assim como a leitura da mente, é um uso simples de poderes psíquicos que não envolve os espíritos dos falecidos nem a cooperação do Supraconsciente ou Self Superior.
É surpreendente a pouca prática necessária para desenvolver leves habilidades telepáticas na maioria das pessoas.
Estudos e relatos detalhados sobre experimentos telepáticos podem ser encontrados em qualquer boa biblioteca. Destacam-se os livros de Eileen Garrett, Upton Sinclair e Dunninger, o leitor de mentes do palco que se esforçou para enviar impressões telepáticas aos ouvintes de suas transmissões de rádio.
(Há evidências conflitantes quanto ao sucesso do experimento radiofônico. Se comprovado o sucesso, isso significaria que, aplicando as teorias Huna, a voz humana, mesmo transformada em ondas de rádio e depois reconvertida em som por aparelhos receptores, ainda pode se propagar através de um fio de substância corporal sutil, conectando o locutor aos seus ouvintes. Esse parece ser um mecanismo incrível, mas existem outros igualmente incríveis que foram razoavelmente bem verificados. De qualquer forma, nós não temos que ignorar nem mesmo as menores possibilidades ou indícios das antigas práticas mágicas.)
É surpreendente a pouca prática necessária para desenvolver leves habilidades telepáticas na maioria das pessoas.
No Taiti, há alguns anos, existe um famoso uso da telepatia. É chamado de ‘rádio coco’ [‘cocoanut radio’] e parece ser um envio sistemático de notícias por telepatia ao redor da Ilha principal, começando na vila portuária de Papeete. Quando ocorrem eventos de interesse jornalístico no porto, as mensagens são enviadas telepaticamente aos nativos que vivem em vários lugares da Ilha, a maioria mulheres idosas. Em diversos relatos escritos, há casos em que os nomes e descrições de turistas visitantes foram enviados à frente deles enquanto viajavam pela Ilha. Eles eram esperados onde quer que chegassem.
Em regiões remotas da África, notícias sobre decisões políticas Britânicas têm sido recebidas horas e às vezes dias, antes do comunicado oficial. Os nativos atuam como receptores telepáticos ou viajantes astrais, empenhados em obter informações sobre eventos importantes para as suas vidas.
O Dr. Rhine, da Universidade Duke, fez mais do que qualquer outra pessoa para tornar a telepatia cientificamente aceitável e a percepção extrassensorial reconhecida como parte da Psicologia.
O Caso:
Ao verificar os experimentos do Dr. Rhine com os meus amigos em uma reunião semanal em 1946, eu descobri que vários indivíduos possuíam habilidades telepáticas naturais. Essa habilidade aumentou durante alguns meses de prática semanal.
Certa noite, usando as cartas elaboradas pelo Dr. Rhine, cada uma contendo uma figura ou símbolo simples, eu me sentei em uma extremidade de uma sala comprida e, na outra extremidade, de frente para mim, eu coloquei uma senhora de boa índole para servir de receptora das minhas mensagens telepáticas. Eu embaralhei as cartas e as virei uma a uma, observando cada uma à medida que era revelada, com a intenção de enviar uma impressão telepática do símbolo para a receptora.
Nove cartas foram viradas e o símbolo em cada uma foi prontamente nomeado. Como essa foi a pontuação mais perfeita já alcançada pelo grupo, aqueles que formavam a plateia ficaram entusiasmados e começaram a fazer exclamações distrativas após a nona resposta correta consecutiva. A décima carta estava errada. Mas nove em nove é uma prova conclusiva para os nossos propósitos, especialmente quando há tantas evidências de telepatia que o nosso interesse agora se concentra mais em como ela é feita do que no fato de ela ser feita.
Comentário:
O mecanismo da comunicação telepática é o mesmo da leitura da mente, exceto que ambas as partes estão cientes do esforço de enviar pensamentos uma para a outra. Aqui nós vemos novamente o estado relaxado e receptivo do receptor e a necessidade de um fio condutor de substância corporal sutil ao longo do qual impressões ou formas-pensamento viajam em uma corrente de força vital de baixa voltagem.
Nesse ponto, nada será dito sobre as mensagens telepáticas em que eventos futuros foram pressentidos pelo receptor, que os interpretou como impressões de eventos presentes. Isso será abordado posteriormente.
Caso 15
Adivinhação com Cristais e o seu Significado
Notas Preliminares:
A adivinhação com cristais, ou fazer previsão, é uma prática mágica muito antiga. Os Kahunas costumavam colocar pedras pretas redondas em cabaças com água, agitavam a água sobre as pedras para fazer a sua superfície arredondada brilhar e, em seguida, contemplavam a superfície brilhante, logo vendo as imagens visuais características aparecerem.
Não há nada no cristal que o torne particularmente útil para fins de adivinhação. Qualquer superfície brilhante e arredondada servirá ao propósito, como um recipiente redondo cheio de água, por exemplo. Imagens foram vistas de maneira semelhante em poças de tinta derramadas em pires, ou mesmo em paredes rebocadas em branco.
As imagens vistas no cristal por um experimentador relaxado e atento mostram todas as evidências de serem imagens oníricas e não imagens reais que pudessem ser fotografadas ou vistas por várias pessoas simultaneamente.
Nos casos em que várias pessoas relataram ter visto a mesma imagem no cristal, a imagem se assemelhava às visões que grupos de pessoas têm sobre campos de batalha ou outros locais onde eventos passados eram observados em processos de reconstituição visual.
A imagem puramente onírica é vista apenas por um indivíduo, o adivinhador com cristal ativamente envolvido. As imagens são visuais e se movem, como em sonhos e às vezes são acompanhadas por impressões sonoras, também como em sonhos.
O desejo de ver uma determinada coisa, lugar ou pessoa confere qualidade psicométrica à adivinhação com cristais, fazendo com que a projeção da substância sutil do corpo entre em contato com alguém ou alguma coisa à distância. Geralmente, a projeção segue um fio condutor anterior que já conecta o observador com o objeto a ser visto. Embora esse mecanismo ainda não esteja totalmente elucidado, parece que a imagem no cristal é uma impressão onírica produzida pelo subconsciente após expandir as suas percepções sensoriais, como na leitura da mente ou na telepatia e observar coisas ou cenas distantes, trazendo de volta formas-pensamento dessas impressões e reconstruindo-as na imagem onírica centrada no cristal.
O Caso:
Há alguns anos, em Lovelock, Nevada, eu realizei uma série de experimentos com uma amiga que, sob a minha orientação, desenvolveu em poucas semanas excelentes habilidades em adivinhação com cristais.
O cristal utilizado na adivinhação era uma lupa (lente de aumento) em formato de peso de papel. Ela era colocada sobre um pano escuro e a pessoa olhava para ele enquanto relaxava e desejava ver certos lugares ou pessoas. Os melhores resultados eram obtidos se a pessoa tocasse com os dedos uma carta ou algum outro objeto que tivesse estado em contato com a pessoa que ela desejava ver no cristal.
Vários amigos meus e dela foram vistos dessa forma no cristal e, ao escrever para esses amigos perguntando se haviam sido vistos corretamente, os resultados foram verificados. A verificação mostrou uma precisão surpreendente. Um dos meus amigos foi visto se aproximando de um túnel de mina com uma câmera e um tripé. Ele se sentou e leu um pequeno livro preto até que os mineiros saíssem da mina, momento em que os fotografou e foi embora. Esse é um bom exemplo de uma cena distante, pessoas e conjunto de ações, tudo visto corretamente a uma distância de cerca de oitocentos quilômetros. O evento ocorreu no momento em que estava sendo visto no cristal. (Às vezes, os eventos eram vistos antes ou depois de realmente acontecerem.)
Depois que saí de Lovelock, eu recebi cartas diárias da minha amiga vidente, relatando o que eu havia sido visto fazendo todas as manhãs, um pouco antes de uma determinada hora. Os lugares e as pessoas que eu havia visto foram descritos com precisão. Uma peculiaridade foi observada: quando eu desci em uma mina, a visão no cristal parecia incapaz de me acompanhar, permanecendo imóvel na superfície do solo e nos equipamentos na entrada do poço. Mais tarde, a imagem desapareceu.
Comentário:
Há casos registrados que também demonstram que os espíritos dos falecidos podem desempenhar um papel na criação e exibição das imagens visuais associadas à adivinhação com cristais (cristalomancia). Um relato muito interessante (ver Fodor) de um caso desse tipo foi apresentado à Sociedade Dialética pelo Sr. F. Fusedale. Os seus filhos foram flagrados praticando adivinhação com cristais com uma bola prateada de sua árvore de Natal, tendo descoberto por acaso que conseguiam ver figuras na bola. As crianças foram capazes de sentir a presença de um espírito benevolente que estava produzindo as imagens. As cenas eram de terras distantes e paisagens do mundo espiritual, segundo as crianças. Os pais também viram as imagens. Logo a bola se quebrou e, em seguida, o espírito gentilmente mostrou as imagens coloridas e em movimento em uma parede de gesso branca. Os pais ficaram impressionados com cenas do Ártico em que pessoas e cães se moviam como na vida real. Um navio estava preso no gelo.
Mensagens escritas têm sido vistas em cristais.
A relação entre a adivinhação com cristais e a viagem astral torna-se evidente nos casos em que um local distante é visualizado no cristal e, a pedido do observador, as cenas são exploradas, como em um caso em que o observador se moveu de cômodo em cômodo, observando os objetos e as pessoas presentes em diferentes partes de uma grande casa.
A característica onírica se manifesta na natureza da imagem, que frequentemente dá a impressão de se estar observando cenas reais de perto, até mesmo estando no meio delas. Outro aspecto sugestivo pode ser encontrado em relatos de casos em que o observador imaginou uma cena ou evento, que então se desenvolveu como uma imagem visual no cristal, com o evento se desenrolando gradativamente. Dessa maneira, uma autora conseguiu imaginar a cena inicial de um livro que escreveria e, quando a imagem se formou no cristal, ela se sentou e observou os personagens de seu romance proposto representarem, passo a passo, a ação de capítulos ainda não escritos e sem enredo. Há alguns anos, em Hollywood, um amigo meu, que era um dos roteiristas mais bem pagos da época, contou-me que a sua capacidade de produzir tanto material para cinema era resultado de ter o dom de começar uma história e, em seguida, observar uma parede de gesso até que imagens surgissem ali e se movessem ao longo de todo o filme. Ele assistia até o final e então escrevia, em forma de roteiro, o que tinha visto.
Portanto, é necessário fazer uma distinção clara entre três tipos de imagens vistas no cristal ou em uma parede em branco:
(1) a imagem onírica de um lugar ou cena distante (ou evento futuro);
(2) as imagens visuais produzidas por espíritos e que podem ser vistas por várias pessoas ao mesmo tempo (indicando uma imagem mais substancial do que a imagem subjetiva ou onírica); e
(3) a imagem puramente onírica, produzida inicialmente como imaginações (mas com a criação de formas-pensamento que podem ser usadas na produção de uma imagem posterior no cristal), que não tem relação com lugares ou eventos reais distantes, nem com eventos futuros que ocorrerão no entorno previsto.
A natureza da substância a partir da qual as imagens são criadas, nos casos em que são vistas por várias pessoas ao mesmo tempo, é incerta. É provável que a substância seja semelhante àquela a partir da qual as formas-pensamento são feitas, ou seja, a substância sutil do corpo. (Mais adiante, nós consideraremos essa substância em sua relação com o ectoplasma.)
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—Continua no artigo 190 – A Importância de Prever o Futuro nos Fenômenos Psicométricos e em Sonhos—
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Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;
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Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;
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Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

