Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna

Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Sobre o Livro:

O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.

Sobre o Autor:

“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”

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—Continuação do Artigo 198 – O Segredo Dentro do Segredo—  

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XVIII. The Secret which Enabled the Kahunas to Perform the Miracle of Instant Healing

XVIII. O Segredo que Permitiu aos Kahunas Realizar o Milagre da Cura [Healing] Instantânea

Descobertas de Mesmer e Freud. Phineas Quimby e a Ciência Cristã. Novo Pensamento. Teosofia. Mormonismo. Oahspe. A luz Huna sobre a Fé. Caso 28. Cura [healing] instantânea sem a intervenção de um Sacerdote ou Kahuna. O homem do elevador. Se alguém não consegue se livrar dos complexos de pecado, ele/ela tem que se render a eles.

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“A cura [healing] instantânea é um milagre em termos religiosos, alguma coisa que nos deixa maravilhados, sem entendermos como ela acontece, por quem ou sob quais condições. Nós só somos capazes de dizer: ‘Deus fez isso’.

A maioria dos milagres supostamente ocorre em resposta à oração. Para orar eficazmente, acredita-se que seja necessário ser ‘puro’, caso contrário a oração não será atendida. No entanto, aqueles que nós consideramos mais puros e santos geralmente não obtêm respostas melhores às orações deles do que as pessoas comuns.

Essa situação tem atormentado teólogos e leigos de forma igual por muitos anos. Era evidente que alguma coisa estava faltando na filosofia, mas ninguém conseguia determinar o quê. Mesmo as orações aos santos, pedindo que intercedam por nós junto a Deus e a prática de todos os Cristãos de dirigir as orações deles a Deus em nome de Jesus, não têm resultado em melhores respostas.

O primeiro vislumbre de luz sobre o antigo problema surgiu com a descoberta do Mesmerismo. Isso pode parecer muito estranho à primeira vista, mas não tão estranho ao lembrarmos como as religiões tendem a se cristalizar em dogmas inflexíveis e a rejeitar qualquer tentativa, por menor que seja, de mudar rituais, crenças ou teorias.

O Mesmerismo era uma espécie de agente de cura [healing], mas logo após a sua descoberta, os seguidores de Mesmer, impulsionados por seus inúmeros fracassos, buscaram outras medidas para complementar o tratamento apenas com a transferência de energia vital. Na Europa e na América, eles começaram a experimentar. O Dr. Freud acabou descobrindo o segredo do subconsciente e a natureza da sugestão [~1900], embora ele estivesse longe de entender, como entendiam os Kahunas do outro lado do mundo, que o self básico era um espírito separado e independente e que a sugestão consistia em implantar formas-pensamento no self básico e fazer com que elas fossem aceitas e postas em prática.

Por mais surpreendente que seja que Freud tenha chegado tão perto de redescobrir o antigo conhecimento psicológico, é ainda mais surpreendente descobrir que, alguns anos antes, um relojoeiro Americano chamado Phineas Parkhurst Quimby se dedicou ao uso do Mesmerismo na cura [healing] e descobriu o Self Superior dos Kahunas e a alta voltagem da força vital. Se os dois homens tivessem vivido na mesma terra e os seus estudos tivessem sido combinados, poderiam ter reconstruído os fundamentos da cura [healing] milagrosa. No entanto, eles trabalharam separadamente e as descobertas de cada um ficaram aquém do ideal.

O Dr. Freud acabou descobrindo o segredo do subconsciente e a natureza da sugestão [~1900], embora ele estivesse longe de entender, como entendiam os Kahunas do outro lado do mundo, que o self básico era um espírito separado e independente e que a sugestão consistia em implantar formas-pensamento no self básico e fazer com que elas fossem aceitas e postas em prática.

A história de Freud é bastante conhecida, mas a de Quimby não. O único relato autêntico desse último encontra-se no livro de Horatio W. Dresser, The Quimby Manuscripts.

Quimby aprendeu Mesmerismo com um Francês viajante por volta de 1840, na Nova Inglaterra. Ele fazia demonstrações aqui e ali, praticando cura [healing] nas horas vagas. O sujeito (da experiência) favorito dele era um jovem chamado Lucius Burkman. Lucius, sob a influência do Mesmerismo, anunciava que conseguia ver a causa da doença de um paciente e, em seguida, prescrevia um remédio, geralmente medicinal. Os resultados eram, na melhor das hipóteses, incertos.

Contudo, com a prática, Lucius melhorou, ou o Mesmerista melhorou, ou ambos. De qualquer forma, o rapaz tinha momentos cada vez mais frequentes de estranha lucidez. Ele já conseguia ver coisas à distância há muito tempo, mas agora passou a vislumbrar o futuro. Certo dia, em estado de êxtase, ele disse inesperadamente a Quimby: ‘Eu consigo ver os seus rins. Eles estão atrofiando, mas se você vier aqui e me permitir colocar as minhas mãos sobre eles, eu sou capaz de curar [to heal] você.’

Quimby vinha sofrendo há algum tempo de problemas renais. Disposto a tentar a experiência, ele permitiu que Lúcio colocasse as mãos sobre os seus rins. Após algum tempo, as mãos foram retiradas e o rapaz declarou a cura [cure] completa. E, pelo que Quimby pôde perceber, ela era completa. Todas as dores e sintomas desapareceram.

Essa cura [healing] instantânea de sua própria condição dolorosa impressionou muito Quimby. Ele se convenceu de que Lúcio havia tocado alguma fonte invisível e desconhecida de cura [healing] e ele argumentou que, se o seu sujeito (da experiência) conseguia tocar, ele também deveria conseguir. Ele começou a experimentar, demonstrando grande persistência e um toque de verdadeiro gênio.

A partir dos registros de seu trabalho, parece que, com considerável dispêndio de tempo e esforço, ele finalmente aprendeu a entrar em contato com a Coisa que Lúcio havia encontrado e a fazê-la curar [to heal], de vez em quando, a seu pedido. Ele não conseguiu descobrir o que era a Coisa, mas sentia uma presença nos momentos de contato. A presença realizava a cura [healing] de forma quase milagrosa e o impressionou como sendo a própria personificação da sabedoria. Sem conhecer outro nome para aquilo e sentindo que era algo muito pessoal e íntimo para ser Deus, ele passou a chamá-lo simplesmente de ‘a Sabedoria’.

O método dele de contatar a Sabedoria baseava-se em um chamado silencioso ou oração. Era um método aprendido após muita prática. Quando o contato era estabelecido, era acompanhado por uma sensação de grande força ou poder, que era usado na cura [healing]. A isso ele passou a chamar de ‘o Poder’.

Pouco a pouco, Quimby aprendeu a trabalhar melhor com a Sabedoria e o seu o Poder. Ele aprendeu que ele podia sentar-se ao lado de um paciente e, em silêncio, pedir para a Sabedoria que diagnosticasse o caso e realizasse a cura [healing]. A ele era dado saber, por meio de algum processo mental interno, qual seria o curso da cura [healing]. Às vezes, a cura [healing] se estendia por vários dias e ele era informado sobre como o paciente se sentiria a cada dia. O paciente podia estar muito pior no dia seguinte, mas completamente curado [healed] no outro. Frequentemente, ele pressentia que um paciente não poderia ser curado [cured] e isso sempre o surpreendia, que alguma coisa pudesse estar além do poder de cura [healing] de a Sabedoria. Ele buscou em sua mente possíveis razões e concluiu que a sugestão mesmerista possivelmente havia sido aplicada inadvertidamente por médicos ao diagnosticarem as doenças de pacientes que posteriormente o procuravam sem cura [uncured].

Em um esforço para neutralizar essa suspeita influência sugestiva, ele ensinou a seus pacientes a acreditarem que a própria doença havia sido causada pela sugestão dos médicos. Embora esse ensinamento fosse flagrantemente ilógico, parecia surtir efeito e, portanto, foi continuado. (Nesse passo, ele parece ter antecipado uma tendência que começava a surgir somente agora, no período pós-Segunda Guerra Mundial: a prática de induzir o paciente a um complexo fictício ou artificial, levando-o a acreditar que esse complexo é a origem de seus males. Esse complexo artificial é então eliminado e curas [cures] frequentemente ocorrem.)

Ainda não satisfeito, o experimentador inveterado procurou maneiras de usar as crenças religiosas profundamente arraigadas do paciente para auxiliar na cura [healing]. Observando que a lógica não era exigida da maioria de seus pacientes, ele lhes propôs, com sobriedade, a doutrina de que Deus, sendo Ele mesmo perfeito, não poderia ter criado nada imperfeito em Sua criação. Por essa razão, todas as doenças, todos os problemas e imperfeições seriam criações da mente humana e, portanto, irreais, impermanentes e imaginárias. Concluiu-se que, uma vez que alguém pudesse conhecer e acreditar nessa grande verdade, a sua cura [healing] certamente ocorreria. Os pacientes eram incitados a negar a realidade de seus males e eram auxiliados nessa negação por meio de sugestão mesmerista. (Esse foi um ângulo de ataque realmente incrível às crenças fixas dos selfs básico e médio. Ele contornava os complexos comuns de culpa ou ‘pecado’, mesmo quando não estava totalmente ciente de sua natureza, incluindo todos os pecados e culpas do paciente com as outras coisas malignas e imaginárias criadas pela mente humana. Quando todas as coisas imperfeitas eram negadas como realidade durante o tratamento, os complexos de culpa eram automaticamente incluídos e tornados inativos na causa da doença.)

O termo ‘telepatia’ ainda não havia sido cunhado, mas o fenômeno era conhecido como ‘rapport’. Quimby descobriu que, após contatar um paciente uma vez, ele podia segui-lo pelos mesmos meios pelos quais mantinha contato ou rapport com um sujeito (da experiência) mesmerizado. Ele também descobriu que podia, dessa forma, enviar sugestões de cura [healing], obter relatos sobre o progresso da cura [healing] e até mesmo parecer fornecer um canal pelo qual a Sabedoria pudesse usar o seu Poder para curar [to heal]. Essa forma de cura [healing] ele denominou ‘tratamento à distância’.

À medida que a sua prática crescia, Quimby escrevia as suas explicações sobre a perfeição de Deus e a irrealidade de todas as imperfeições. Ele elaborava essas explicações de tempos em tempos e tinha várias cópias para emprestar aos pacientes, para que eles estudassem e lessem repetidamente até que aceitassem a doutrina.

À medida que a sua prática crescia, Quimby escrevia as suas explicações sobre a perfeição de Deus e a irrealidade de todas as imperfeições.

Uma de suas pacientes era a Sra. Patterson (mais tarde Eddy). Ela foi curada [healed], mas os seus antigos problemas nervosos tinham o hábito de retornar e o tratamento precisava ser repetido. Ela se familiarizou bastante com os métodos de Quimby e as suas explicações escritas sobre as doutrinas dele.

Quimby morreu em 1865 e o problema na coluna ou no sistema nervoso da Sra. Patterson retornou, mas sem nenhum curador [healer] a quem ela pudesse recorrer. Em seus esforços para usar o sistema dele para se curar [to heal], ela obteve sucesso e, vale ressaltar, sem o auxílio de sugestão mesmérica. Percebendo que o sistema funcionaria apenas com as doutrinas de Quimby sobre a irrealidade do mal como base, ela começou a elaborar as doutrinas, a ensinar outros a curar [to heal] e a organizar um novo culto que chamou de ‘Ciência Cristã’. À doutrina original de Quimby, ela acrescentou a ideia de ‘magnetismo animal malicioso’, que, devido à falta de um conhecimento prático do complexo, acabou sendo usada para encobrir uma infinidade de dificuldades de cura [healing] inexplicáveis. (Sob esse título, também se incluíam todas as dificuldades causadas por ataques espirituais aos vivos, mesmo que não reconhecidos como tal.)

O ensinamento de Quimby de que todas as doenças eram resultado de pensamentos humanos equivocados estava parcialmente correto. A consequente negação de toda matéria física e existência era extremamente absurda, mas inevitável para que a premissa inicial funcionasse em um sistema de cura [healing] desprovido de pleno conhecimento do complexo e dos métodos para lidar com isso.

A Ciência Cristã, por necessidade, permaneceu ilógica nesse aspecto, mas o conceito era facilmente compreensível e, por meio de repetidas leituras dos livros de instruções, o self básico podia ser levado a aceitar a crença na irrealidade de todas as coisas físicas. Era um sistema que funcionava suficientemente bem, nas mãos dos praticantes que aprendiam a entrar em contato com a Sabedoria e o Poder, para atrair muitos seguidores. Infelizmente, como o sistema é tão incompleto, os seus fracassos são tão notáveis ​​quanto os seus sucessos.

Para se tornar um praticante aceito, é preciso desenvolver o que equivale a uma profunda fixação na crença na doutrina. Isso torna praticamente impossível que novas ideias sejam consideradas e embora seja provavelmente impossível para os praticantes da Ciência Cristã aceitarem, mesmo que minimamente, o sistema mais completo dos Kahunas, é possível observar que, como um todo, os praticantes chegaram o mais perto possível da alta magia já praticada no Ocidente. Muitos têm aprendido a entrar em contato com o Self Superior, chamem-no como quiserem. Muitos têm aprendido a formular a oração com a forma-pensamento correta e a ‘manter o pensamento’ em todas as circunstâncias, com fé inabalável. Sem se darem conta, eles podem fornecer ao Self Superior força vital suficiente para que ele materialize, no futuro, a cura [healing] ou a melhoria financeira do paciente. O tratamento à distância tem ensinado a muitos o truque da conexão telepática com os pacientes, permitindo-lhes enviar-lhes formas-pensamento de cura [healing]. Se eles também pudessem aprender a dissipar a culpa e os complexos relacionados por meio de rituais e estímulos físicos, acompanhados de um conjunto projetado de formas-pensamento e da carga adequada de força vital como sugestão, o sucesso deles poderia ser muito maior. Como um toque final, eles poderiam estudar os métodos para combater ataques espirituais e obsessões.

O tratamento à distância tem ensinado a muitos o truque da conexão telepática com os pacientes, permitindo-lhes enviar-lhes formas-pensamento de cura [healing].

Outra seita surgiu como resultado direto das descobertas e ensinamentos de Quimby. Essa foi o Novo Pensamento. Esse grupo organizado livremente, de organização possuía diversas ramificações e líderes. Quase desde o início, a doutrina ilógica da irrealidade da matéria foi abandonada e a atenção se concentrou em uma ideia emprestada da Índia e amplamente promovida pelo Juiz Troward. A ideia era que, ao manter o pensamento daquilo que se deseja, exerce-se uma forma de influência sugestiva sobre um ‘Subconsciente Universal’, que é forçado a materializar as coisas ou condições representadas nas formas-pensamento. ‘Afirmações’, ou declarações positivas da realidade ‘aqui e agora’ da condição desejada, tornaram-se populares. Poucos praticantes se desenvolveram e geralmente era um caso de ‘cada um por si’. Os resultados foram surpreendentemente bons, considerando a pequena parcela de magia utilizada.

A Teosofia, que havia tomado emprestado da Índia as teorias de retenção do pensamento e das formas-pensamento, em grande parte por meio de Madame Blavatsky, também adotou as doutrinas do karma e da reencarnação, resultando em pouca tentativa de curar [to heal] o corpo ou a carteira.

É evidente que o pensamento religioso moderno tem se inclinado para a assimilação das descobertas da Psicologia, mas tem sido demasiado propenso à cristalização para se manter suficientemente fluido a ponto de acompanhar as descobertas psicológicas. Nada endurece as artérias tão rapidamente quanto uma religião, uma vez que o seu livro tenha sido escrito e os seus dogmas estabelecidos.

Entre as religiões reveladas do último século, nós encontramos o Mormonismo e o Oahspe. O Mormonismo não contém nada de superior, em termos de magia, ao que se encontra no Cristianismo mais antigo. O Oahspe, por outro lado, é instigante em sua sugestão de significados e mecanismos mágicos ocultos, enterrados no que aparenta ser a história de todos os homens e todos os deuses — sob um Deus Supremo — desde a Criação. Em muitos aspectos, os ensinamentos da Bíblia Oahspe concordam com a antiga Huna e, devido aos seus ensinamentos intrincados e ainda não completamente entendidos em diversas linhas de pensamento psicológico e científico, os seus dogmas ainda não se cristalizaram. É possível que membros desse grupo ainda prestem um serviço inestimável realizando verificações experimentais das crenças, teorias e práticas Huna. Se as profecias contidas na Bíblia Oahspe se cumprirem, certamente os homens aprenderão novamente a cooperar com Seres Superiores para cura [healing] e outros fins, bem como a receber orientação em muitas questões de importância pessoal, nacional e mundial.

Nada endurece as artérias tão rapidamente quanto uma religião, uma vez que o seu livro tenha sido escrito e os seus dogmas estabelecidos.

A tradição Huna lança uma grande luz sobre o tema controverso da FÉ. Cristãos e outros religiosos especularam incessantemente sobre a natureza exata da fé. Ensinava-se que a fé era necessária para que as orações fossem atendidas. Mesmo uma pequena quantidade de fé seria suficiente. Superficialmente, fé é crença completa. No entanto, agora nós aprendemos com os Kahunas que a crença por parte do self médio não é suficiente. Isso por si só não é fé. Somente quando o self básico também acredita é que existe uma FÉ genuína e eficaz. Isso é simplesmente uma maneira diferente de dizer que, se o self básico tem uma fixação ou mesmo uma crença ligeiramente complexa (teimosamente arraigada) que é contrária àquela mantida no momento pelo self médio, o self básico se recusará a obedecer às ordens. Por exemplo, se eu, o self médio, estou convencido de que a telepatia é uma possibilidade e me proponho a ensinar o self básico a enviar e receber mensagens telepáticas ou de pensamento, eu só poderei ter sucesso se o self básico não tiver sido ensinado, anteriormente em minha vida, que a telepatia é uma invenção da superstição.

No entanto, agora nós aprendemos com os Kahunas que a crença por parte do self médio não é suficiente. Isso por si só não é fé. Somente quando o self básico também acredita é que existe uma FÉ genuína e eficaz.

É muito difícil para o indivíduo descobrir se possui ou não uma crença fixa de determinado tipo arraigada em seu self básico. Como nós não temos ciência de tais fixações, naturalmente nós concluímos que não as temos. O teste é melhor aplicado observando os resultados obtidos após um período de prática diária e dedicada. Se não houver resultados, investigue a origem de algum complexo.

No exercício das habilidades telepáticas, seja a comunicação entre o Self Superior, outra pessoa ou um espírito falecido e uma pessoa viva, há uma característica muito útil no fato de que o fluxo da força vital causa uma sensação de formigamento. Esse formigamento é de grande auxílio para determinar se o self básico obedeceu à ordem e fez contato conosco.

A maioria das pessoas está familiarizada com o formigamento ou ‘arrepio’ que ocorre quando se sentem presenças fantasmagóricas. Supõe-se que, quando um visitante espectral nos toca com o seu corpo sutil, ele extrai de nós alguma força vital e que esse movimento de força vital causa o formigamento. Muitas vezes, eu tenho começado a conversar com os meus amigos sobre espíritos de pessoas falecidas e logo eu tenho sentido um formigamento, como se pensar em amigos mortos tivesse trazido os seus espíritos de volta para mim.

O Self Superior nos contata por iniciativa própria durante o sono, utilizando, segundo a crença dos Kahunas, o cordão de conexão formado pela matéria sutil do corpo. Os nossos pensamentos do dia, com os nossos planos, esperanças, medos, amores e ódios, são examinados, capturados (talvez como formas-pensamento duplicadas — nós não conhecemos o mecanismo exato utilizado) e, ao mesmo tempo, a força vital é extraída. Essa força vital é amplificada e utilizada pelo Self Superior para construir um corpo sutil que se materializará como parte do nosso futuro. Tais formas-pensamento foram mencionadas pelos Kahunas como ‘sementes’ (‘seeds’) e simbolizadas como sementes que foram vitalizadas pelo Self Superior e cresceram, tornando-se realidades do futuro. (Veja o apêndice para tais termos.)

Fonte: bit-cloud-IdSDwXPhtoM-unsplash 10.04.26

Esse contato feito durante o sono costuma ser reconhecido por um formigamento, geralmente na região do plexo sacral e ocorre frequentemente no momento de adormecer, ou mesmo antes, se nós estivermos relaxados. O Self Superior não apenas nos retira força vital, como também nos devolve uma força compensatória. Pouco se sabe sobre essa força compensatória, exceto que ela é vital para a nossa saúde e bem-estar. Muitas vezes, ao cochilar à tarde, eu senti o formigamento enquanto adormecia. Imediatamente após senti-lo, eu me senti descansado e revigorado e pronto para levantar e continuar com o trabalho do dia.

Se o nosso self básico nutre um complexo de vergonha ou culpa e repele a aproximação do Self Superior durante o sono, nós enfrentamos o desastre. Nós nos tornamos ‘almas perdidas’, sem o benefício da orientação superior. Nós perdemos a nossa vitalidade e adoecemos. Como diriam os Kahunas, o nosso ‘caminho’ para o Self Superior está bloqueado. Felizmente para nós, o Self Superior parece ser capaz, no devido tempo, de estabelecer um contato — quando nós estamos doentes ou em apuros, a maioria de nós reza e, assim, abre a porta para a ajuda — e nós retornamos ao normal. Se, no entanto, o complexo for muito forte, a doença ou o acidente resultante pode levar à morte. O ‘caminho’ tem que permanecer aberto.

Caso 28

Cura Instantânea Sem a Intervenção de Sacerdote ou Kahuna

Notas Preliminares:

A partir de uma série de casos de cura [healing] instantânea, eu selecionei o seguinte por ilustrar tão bem o fluxo da força vital e a natureza da relação que pode ser estabelecida com o Self Superior. Ele é também um caso importante porque os indivíduos envolvidos não possuíam nenhuma crença religiosa específica.

O Caso:

Em Honolulu, no início da década de 1920, um grande hotel foi construído. Um homem do continente foi enviado para instalar os elevadores. Eu fiz amizade com ele e descobri que ele possuía alguns poderes muito incomuns. Ele os demonstrou para mim de várias maneiras. Uma demonstração concordava com a crença Kahuna de que um homem pode estender os seus sentidos ao longo de um fio condutor de substância corporal sutil e encontrar aquele que está na outra extremidade, aprendendo sobre ele. Como eu tinha contato com o homem e, de acordo com a Huna, havia estabelecido uma conexão permanente por meio de um fio ou cordão invisível, era possível que o self básico treinado desse homem me encontrasse onde quer que eu estivesse e descobrisse o que eu estava fazendo ou pensando naquele momento. (Eu explico isso em termos da tradição Kahuna, embora naquela época eu ainda não tivesse redescoberto o mecanismo dos fios aka.) Para um teste, eu combinei de estar em uma casa antiga, onde eu tinha um quarto escuro para fotografia, em várias noites. Eu não deveria acender as luzes nem revelar a minha presença de nenhuma outra forma. O homem, por sua vez, deveria visitar a casa todas as noites após o jantar e usar a sua habilidade psíquica para saber se eu estava lá ou não.

a crença Kahuna de que um homem pode estender os seus sentidos ao longo de um fio condutor de substância corporal sutil e encontrar aquele que está na outra extremidade, aprendendo sobre ele.

O teste foi feito várias vezes e ele funcionou. Ele vinha até a porta e ficava parado em silêncio por um instante. Se ele pressentisse que eu estava lá dentro, batia; caso contrário, ia embora. Uma vez, eu tentei enganá-lo não atendendo à sua batida, mas ele se recusou a ir embora, batendo repetidamente e gritando: ‘Abra, Long! Eu sei que você está aí dentro tentando me enganar, vem e abre!’

A história desse homem é a seguinte: No início da sua vida, ele teve uma série de infortúnios enquanto trabalhava como engenheiro de instalação numa grande empresa de fabricação de elevadores. Os homens que trabalhavam sob a sua supervisão se machucavam constantemente, apesar de seus cuidados. Por fim, a empresa de elevadores o demitiu. Nessa época, ele tinha uma filha inválida, com mais de vinte anos, que estava acamada havia meses. A esposa dele havia falecido alguns anos antes e a sua filha cuidava da casa. Quando ele perdeu o emprego, a situação era tão difícil que ele não conseguiu encontrar outro trabalho. Para piorar a situação, a sua saúde se deteriorou, uma doença após a outra o obrigando a ir ao médico até que ele se viu obrigado a permanecer na cama a maior parte do tempo dele.

Em desespero, ele tentou a Ciência Cristã, lendo fielmente as obras do fundador e tentando, de todas as maneiras, seguir as instruções que lhe foram dadas. Sem obter resultados, ele se voltou para o Novo Pensamento, a Unity e outros movimentos religiosos que possuíam literatura sobre cura [healing].

Por fim, sem recursos, praticamente acamado e em completo desespero, ele concluiu que todos os ensinamentos religiosos eram imperfeitos, mas que deveria haver uma inteligência superior à qual o homem pudesse recorrer, se conseguisse fazer com que o seu apelo fosse ouvido. Com isso em mente, ele dedicou o seu tempo e a sua energia, dia após dia, em um esforço para alcançar e encontrar essa inteligência superior.

Um dia, ele subitamente pressentiu que finalmente havia entrado em contato com alguma coisa. Ele sentiu um formigamento elétrico, agudo e breve, diferente de tudo que já havia experienciado antes. Imediatamente, ele clamou por ajuda, implorando a essa Alguma Coisa, que ele sentia estar com ele, que restaurasse a sua saúde. Ele clamou que precisava de ajuda a todo custo e que se levantaria da cama para demonstrar a sua fé com esse esforço. Aos poucos, ele conseguiu se erguer da beira da cama, orando incessantemente. Ele deu um passo hesitante, depois outro. Para a sua alegria, ele descobriu que estava ficando milagrosamente mais forte. As suas orações se transformaram em louvor e, em questão de minutos, ele pareceu estar completamente curado [cured] e com as suas forças totalmente restauradas.

Triunfante e emocionado com a sua descoberta, ele foi ao quarto da filha e contou-lhe o que havia acontecido. Ele insistiu para que ela tentasse entrar em contato com a nova Alguma Coisa. Ele tentou contatá-la novamente, ele mesmo, mas pareceu incapaz de fazer assim.

Vários dias se passaram. Ele retomou a sua vida de onde ele havia parado e tentou, quase a cada hora, repetir os processos mentais que lhe permitiram contatar a Alguma Coisa. Logo e novamente com grande súbita intensidade e com a mesma sensação de formigamento elétrico, o contato foi estabelecido. Instantaneamente, ele começou a orar freneticamente a Alguma Coisa para curar [to heal] a sua filha. Ele correu para o quarto dela, ainda orando, segurou-a pelas mãos e começou a ajudá-la a se levantar. ‘Use a sua fé! Levante-se e mostre que você consegue!’ A filha respondeu, orando fervorosamente e se esforçando ao máximo para sair da cama. Como no caso dele, a força necessária lhe foi concedida. Ela se levantou, deu um passo, depois outro. O milagre da cura [healing] instantânea veio a ela como havia vindo a ele. Expressando a gratidão dela, ela se vestiu e iniciou uma nova vida de saúde.

Alguns dias depois, ele fez o contato elétrico novamente. Ele estava esperando por isso e já tinha decorado a sua oração. Instantaneamente, ele a pronunciou. Ele pediu para voltar ao seu antigo emprego na empresa de construção de elevadores. Confiante de que a sua oração seria atendida, ele foi diretamente ao escritório da empresa e falou com o homem que o havia demitido meses antes. Sem dar qualquer explicação, disse calmamente: ‘Eu estou pronto para trabalhar novamente. Onde vocês necessitam de mim?’ O homem atrás da mesa olhou para ele atentamente por um instante, depois pegou um maço de papéis e lhe mostrou, indicando a cidade onde o trabalho de instalação seria realizado.

Esse foi o início de uma carreira inacreditável. Ele aprendeu, com a prática, a contatar a Alguma Coisa quase à vontade e nunca deixava passar uma manhã ou noite sem o contato. Ele aprendeu a pedir que lhe mostrassem qualquer perigo que o aguardasse no trabalho e era alertado por uma forte sensação de perigo se houvesse uma emergência iminente. Assim que recebia tal aviso, fazia o contato no local de trabalho e pedia orientação. Nada lhe era dito em palavras, mas sentia impulsos para agir de certas maneiras. A sensação de perigo crescia até se tornar quase constante e, à medida que se deslocava para diferentes partes do trabalho, essa sensação se intensificava em torno de um local específico. Ele se posicionava ali, chamando o seu encarregado de confiança ou outros para ficarem ao seu lado e todos ficavam de vigia para evitar problemas. Assim, um acidente após o outro era detectado no último instante e evitado.

Eu pedi ao homem que me informasse todos os detalhes caso tal perigo surgisse e se deparasse com ele durante o trabalho de instalação em Honolulu. Ele prometeu e em menos de uma semana apareceu para me dizer que havia recebido um aviso preliminar. Na manhã seguinte, como ele relatou depois, a sensação de perigo havia aumentado. Ele localizou o ponto de perigo no topo do poço de um elevador de serviço no telhado do novo hotel. Lá, com o seu encarregado e outro operário que já conhecia os avisos, ele esperou. Enquanto isso, todos os operários no local haviam sido avisados ​​para terem cuidado redobrado. O contato foi feito novamente e o perigo chegou tão perto que ele ‘quase podia senti-lo’. Um operário Filipino aproximou-se do topo do poço do elevador com um carrinho de mão carregado com um rolo de cabo de aço muito rígido e pesado. A plataforma do elevador estava no lugar e o homem levantou a porta. Ele voltou para empurrar a sua carga para a plataforma. No instante em que a roda do carrinho tocou a plataforma do elevador, alguém embaixo, sem tocar a campainha de aviso, puxou a corda de controle e o elevador começou a descer. O carrinho tombou, arremessando o rolo do cabo contra uma parte da estrutura do poço e rompendo o arame de amarração. O cabo se desenrolou, chicoteando como uma grande serpente e atingindo o operário por trás. Ele teria caído de cabeça no poço do elevador, carrinho e tudo, mas os três vigias já haviam agido instantaneamente, agarrando-o junto com a carga e arrastando-os para um local seguro.

Eu verifiquei esse relato e obtive a mesma versão de todos os envolvidos.

Esse homem vinha recebendo da empresa, durante vários anos, um bônus anual considerável, pois nenhum funcionário se feria em qualquer trabalho que ele supervisionasse. Ele recebia as tarefas mais difíceis e perigosas e nunca falhava. A saúde dele e a de sua filha tinham permanecido excelentes.

Comentário:

Nesse caso, nós temos um exemplo de cura [healing] instantânea de males físicos, bem como de problemas financeiros — curas [healings] do corpo e da carteira. O papel desempenhado pela força vital é evidente, assim como a necessidade de dedicar tempo para treinar o self básico no trabalho de contatar o Self Superior. Ainda mais importante, se é que tal coisa pode ser, é o fato comprovado por esse caso de que o contato diário e a orientação a cada hora podem ser obtidos do Self Superior, SE SOLICITADOS.

A teoria Kahuna defende que nós temos livre-arbítrio e que o Self Superior não interfere em nossas ações, por mais que nós compliquemos as nossas vidas (exceto por predeterminar certos eventos vitais), A NÃO SER QUE PEÇAMOS A SUA AJUDA. Pedir é ‘abrir a porta’. A crença do Kahuna é que o Self Superior anseia por nós como um pai por um filho rebelde, desejando nos ajudar e guiar, mas está limitado a manter-se afastado de nossos assuntos até que nós façamos a descoberta surpreendente de que existe um Self Superior e que há uma maneira de obter a sua ajuda em nossas vidas.

Ainda mais importante, se é que tal coisa pode ser, é o fato comprovado por esse caso de que o contato diário e a orientação a cada hora podem ser obtidos do Self Superior, SE SOLICITADOS.

Nós não podemos saber qual lei impede o Self Superior de guiar cada uma de nossas ações, mas nós somos capazes de julgar pelo que acontece, invariavelmente chegando à conclusão de que tem que haver alguma lei ou restrição no nível do Self Superior.

Pedir é ‘abrir a porta’.

A história desse homem que encontrou o que chamou de ‘Alguma Coisa’ e que sentiu, ao entrar em contato com ela, uma emoção elétrica que denominou ‘sentindo o formigamento’, não estaria completa se eu não contasse um incidente que mostrou claramente o papel que um complexo desempenha ao bloquear o caminho de contato entre o self básico de um homem e o Self Superior.

O engenheiro do elevador se interessou por fotografia enquanto estava em Honolulu e comprou uma câmera excelente, recebendo instruções de uso minhas e de um azulejista Australiano que trabalhava na construção do prédio. O Australiano tinha uma coleção de belíssimos estudos de nus. Ele os mostrou ao homem do elevador e se ofereceu para lhe dar um. A oferta foi aceita e uma foto bastante discreta foi escolhida. Essa foto, que era um ótimo exemplo de fotografia, iluminação, pose e tonalidade, foi colocada na cômoda do quarto de hotel onde o homem do elevador morava. Ele a colocou lá à noite e, na manhã seguinte, ficou intrigado ao descobrir que o seu contato habitual com a ‘Alguma Coisa’ não havia sido estabelecido. Passou o dia inteiro preocupado com a falha enigmática, saindo sozinho pelo novo prédio para tentar repetidamente fazer contato, mas sem sucesso.

Naquela noite, ao retornar ao quarto após um jantar rápido, os seus olhos se depararam com a foto. Ele se aproximou dela com curiosidade, examinando-a cuidadosamente. Não era algo que ele considerasse perverso. Era arte fotográfica. A foto era uma obra de arte. Contudo, uma profunda suspeita cresceu em sua mente de que a imagem tinha alguma coisa a ver com o seu inexplicável fracasso. Agindo imediatamente, devolveu a imagem ao Australiano com a explicação do que parecia ser o problema. Uma hora depois, ele conseguiu contatá-lo. Ele lhe perguntou se a imagem era pecaminosa. Ele não obteve qualquer impressão, por menor que fosse, em resposta.

Ao me contar sobre o estranho caso, ele ressaltou que nunca soube o que a Alguma Coisa poderia ou não considerar um pecado. Ele mascava tabaco e usava palavrões com muita liberdade. Ele se considerava tão ‘perverso quanto a maioria dos homens decentes’, mas a experiência lhe ensinara que certas pequenas coisas poderiam, de forma inesperada e inexplicável, impedi-lo de fazer contato.

É evidente que, em seu caso, havia um antigo complexo, provavelmente resultante de uma educação precoce em ética sexual ou pudor, que persistia em seu self básico. O estudo de nu teria sido bem-vindo em qualquer exposição de arte, mas serviu para ativar o complexo, mesmo quando o self médio do homem não havia percebido que havia alguma coisa na imagem a ser criticado. O self básico reagiu ao complexo e sentiu que o homem era culpado e deveria se envergonhar. Figurativamente falando, escondeu o rosto como o menino pequeno e se recusou a se aventurar na presença dos pais por medo de ser repreendido. Com a imagem fora do caminho, o ‘caminho’ para o contato estava novamente aberto.

Note que a imagem era uma coisa física. Ela era impressionante. Ela podia ser vista e tocada. Ela era um ESTÍMULO FÍSICO e despertou o antigo complexo como cem imaginações de imagens semelhantes não teriam conseguido. A devolução da imagem ao Australiano foi um estímulo físico suficiente para relegar o complexo à prateleira mental, afastando-o novamente.

É preciso enfatizar repetidamente que, SE ALGUÉM NÃO CONSEGUE SE LIVRAR DE TAIS COMPLEXOS COMO ESSES, ELE TEM QUE SE RENDER A ELES.

O homem do elevador teve que abrir mão de sua bela imagem. A moça que dançava, bebia e tinha uma ferida aberta no tornozelo não conseguia se livrar da crença, já complexa, de que dançar e beber eram pecados. Ela teria sido sábia, se tivesse entendido, se tivesse abandonado a dança e a bebida (pois o seu complexo era tão forte que era perigosamente fácil reacendê-lo) antes que a drástica operação se tornasse necessária.

É preciso enfatizar repetidamente que, SE ALGUÉM NÃO CONSEGUE SE LIVRAR DE TAIS COMPLEXOS COMO ESSES, ELE TEM QUE SE RENDER A ELES.

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—Continua no Artigo 200 – A Magia de Reconstruir o Futuro Indesejado—

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Imagem: o-m-a-r-ir05Ap2eLxo-unsplash 12.04.26

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Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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