Esse artigo faz uma analogia, utilizando a mensagem da “Fábula do Sapateiro e os Elfos“, com o que nos esclarece o sistema de pensamento do Ho’oponopono sobre a Unihipili, assim como o que nos acrescentam os autores W.W. Atkinson e Edward E. Beals no livro “Personal Power” (tradução livre “Poder Pessoal”) sobre a nossa importante Mente Subconsciente.

A questão aqui levantada é que não somente nós precisamos aplicar incessantemente o processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono (vide artigos anteriores), transmutando memórias limitadoras que se repetem em nossa Mente Subconsciente ao Estado Vazio e permitindo que as Inspirações Divinas nos conduzam ao nosso despertar espiritual.

Precisamos também treinar a nossa Mente Consciente a peneirar os pensamentos dominantes, como um observador quântico, de maneira a evitar o acúmulo de novas memórias enfermas.

A harmonia entre as Mentes Consciente e Subconscientes é a chave para o nosso despertar espiritual, o Estado Vazio, o restabelecimento de nossa Identidade Própria® ou Entidade Única (EU) que é VOCÊ.

A Fábula do Sapateiro e os Elfos

“Era uma vez um sapateiro que trabalhava duro e era muito honesto. Mas nem assim ele conseguia ganhar o suficiente para viver. Até que, finalmente, tudo o que ele tinha no mundo se foi, exceto uma quantidade de couro exata para fazer um par de sapatos. Ele os cortou e os deixou preparados para montar no dia seguinte, pretendendo acordar de manhã bem cedo para trabalhar.

Apesar de todas as dificuldades, tinha a consciência limpa e o coração leve, por isso foi tranquilamente para a cama deixando os seus problemas aos cuidados dos céus e adormeceu.

De manhã cedo, depois de dizer as suas orações, preparava-se para fazer o seu trabalho, quando, para seu grande espanto, ali estavam os sapatos, já prontos, sobre a mesa.

O bom homem não sabia o que dizer ou pensar desse estranho acontecimento. Examinou o acabamento: não havia sequer um ponto falso no serviço todo e era tão bem-feito e preciso que parecia uma perfeita obra de arte.

Naquele mesmo dia apareceu um cliente e o par de sapatos lhe agradaram tanto, que teria pago um preço muito acima do normal por eles; e o pobre sapateiro, com o dinheiro, comprou couro suficiente para fazer mais dois pares.

Naquela noite, cortou o couro e não foi para a cama muito tarde porque pretendia acordar e começar cedo o trabalho. Quando acordou pela manhã, o trabalho já estava terminado.

Vieram então compradores que pagaram generosamente por seus produtos, de modo que ele pôde comprar couro suficiente para mais quatro pares.

Ele novamente cortou o couro à noite e encontrou o serviço acabado pela manhã, como antes; e assim foi durante algum tempo: o que era deixado preparado à noite estava sempre pronto ao nascer do dia e o bom homem prosperou novamente.

Certa noite, perto do Natal, quando ele e a mulher estavam sentados perto do fogo conversando, ele lhe disse, ‘-Gostaria de ficar observando essa noite para ver quem vem fazer o trabalho por mim’. A esposa gostou da ideia.

Eles deixaram, então, uma lâmpada ardendo e se esconderam no canto do quarto, por trás de uma cortina, para observar o que iria acontecer. Quando chegou a meia-noite, apareceram dois elfos nus que se sentaram na bancada do sapateiro, pegaram o couro cortado e começaram a preguear com os seus dedinhos, costurando, martelando e remendando com tal rapidez que deixaram o sapateiro boquiaberto de admiração; o sapateiro não conseguia despregar os olhos do que via. E assim prosseguiram no trabalho até terminá-lo, deixando os sapatos prontos para uso em cima da mesa. Isso foi  muito antes do sol nascer; logo depois eles sumiram depressa como um raio.

No dia seguinte, a esposa disse ao sapateiro, ‘-Esses elfos nos deixaram ricos e nós devemos ser gratos a eles, prestando-lhes algum serviço em troca. Fico muito chateada de vê-los correndo para cá e para lá como eles fazem, sem nada para cobrir os corpos e protegê-los do frio. Sabe do que mais, eu vou fazer uma camisa para cada um e um casaco e um colete e um par de calças em troca; você fará para cada um deles um par de sapatinhos’.

A ideia muito agradou o bom sapateiro e, certa noite, quando todas as coisas estavam prontas, eles as puseram sobre a mesa em lugar das peças de trabalho que costumavam deixar cortadas e foram se esconder para observar o que os elfos fariam.

Por volta da meia-noite, os elfos apareceram e iam sentar-se para fazer o seu trabalho, como de costume, quando viram as roupas colocadas para eles, o que os deixou muito alegres e muito satisfeitos. Vestiram-se, então, num piscar de olhos, dançaram, deram cambalhotas e saltitaram na maior alegria até que finalmente saíram dançando pela porta em direção ao gramado e o sapateiro nunca mais os viu: mas enquanto vive, tudo correu bem para ele desde aquela época.”

Fonte: Irmãos Grimm. Contos de fadas. Tradução Celso M. Paciornik. São Paulo, Iluminuras, 2002.

Um Tratado sobre a Mente Subconsciente (Unihipili)

Visando a reflexão sobre a analogia da “Fábula do Sapateiro e os Elfos” com o funcionamento de nossa Mente Subconsciente (Unihipili), conforme o sistema de pensamento do Ho’oponopono, extraímos, em tradução livre, do livro “Personal Power” (“Poder Pessoal”), dos autores W.W. Atkinson e Edward E. Beals, importantes ponderações, esclarecimentos, dicas e reflexões sobre o tema, para o nosso conhecimento, entendimento e meditação, a saber:

“Nenhuma consideração sobre esse assunto estaria completa sem pelo menos uma referência ao testemunho de Robert Louis Stevenson, o famoso escritor, sobre essa fase muito importante do trabalho mental. Tão típicas e características do princípio geral envolvido são as declarações deste mestre do ofício da escrita, que nos sentimos justificados em nos aprofundarmos na consideração atual do assunto ‘pensamento subconsciente’.

Stevenson gostava de falar de suas faculdades mentais subconscientes como os seus ‘Elfos’, emprestando a ilustração dos contos de fadas familiares da infância, nos quais estão relacionadas às performances dos simpáticos Elfos que todas as noites ocupam e completam as tarefas deixadas de lado pelo sapateiro ou carpinteiro amigável sobrecarregado de trabalho que se tornara amigo das pequenas criaturas. Ele disse: ‘Meus Elfos! Que deus os abençoe! que fazem metade do meu trabalho para mim mesmo quando eu estou profundamente adormecido e, com toda a probabilidade, fazem o resto para mim quando eu estou bem acordado e tolamente suponho que o faça por mim mesmo.’

Ele conta que há muito tempo desejava escrever um livro sobre o duplo ser do homem e sem sucesso havia torturado o seu cérebro por uma trama de qualquer tipo relacionada a esse assunto. Então, uma noite, ele sonhou os principais incidentes de sua grande história do ‘Dr. Jekyll e o Sr. Hyde’(*).

Esses, disse ele, foram dados a ele em grande quantidade e detalhes, como ele os escreveu posteriormente na história. Ele continua dizendo ainda que, muitas vezes, quando elaborou o seu cérebro sobre uma história necessária para suprir o ‘pão com manteiga’, eis que! as pessoas pequenas [minha observação: os Elfos…] começaram a se envolver na mesma busca e a trabalhar a noite toda para suprir as suas necessidades nessa direção. Muitas vezes, ele disse, esses Elfos insones faziam o seu trabalho honesto por ele mesmo e davam-lhe histórias melhores do que ele poderia criar para si mesmo. Ele disse que eles, como ele, haviam aprendido a construir o esquema de uma história considerável e a organizar emoções em ordem progressiva; eles foram capazes de contar uma história, peça por peça, como uma série e mantê-lo o tempo todo ignorando o resultado. Apenas, disse ele, eles tinham mais talento do que ele.”

(*) “Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde (no Brasil: “O Médico e o Monstro” / Portugal: “O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde”) é uma novela gótica, com elementos de ficção científica e terror, escrita pelo autor escocês Robert Louis Stevenson e publicada originalmente em 1886.

“Mas, embora elogie o trabalho de seus pequenos Elfos mentais, Stevenson não nega o papel importante desempenhado por sua mentalidade consciente e ‘cotidiana’ em seu trabalho criativo. Ele diz:

‘Eu sou um excelente conselheiro, algo como o servo de Moliere. Eu recuo e corto; e visto o todo com as melhores palavras e frases que posso encontrar e fazer. Eu seguro a caneta também; e eu me sento à mesa, o que é o pior de tudo; e quando tudo estiver pronto, eu componho o manuscrito e pago pelo registro; de modo que, de maneira geral, eu tenho alguma pretensão de compartilhar, embora não tão amplamente quanto eu, os lucros de nossa empresa comum.’

A ilustração figurativa de Stevenson, na qual as faculdades do subconsciente são retratadas como Elfos, não deve ser descartada apenas como uma fantasia. Sob o disfarce fantástico com o qual ele ‘vestiu’ as faculdades subconscientes, elas são claramente reconhecíveis pelos psicólogos – elas ‘se mantêm fiéis à forma’. Os fatos psicológicos estão lá – os processos são cientificamente descritos – apesar do fantasioso traje que serve para investir neles um interesse adicional ao leitor não científico – e também para a maioria dos leitores científicos. Além disso, não se deve esquecer que os ‘sonhos’ de Stevenson eram tão frequentemente estados de sonho do dia quanto os sonhos comuns da noite.

Que mesmo nos sonhos comuns da noite o Subconsciente realiza um trabalho importante é atestado por inúmeras boas autoridades e muitos casos são citados para provar o fato. Vamos citar alguns exemplos para a sua consideração.

Coleridge [minha observação: escritor inglês Samuel Taylor Coleridge – 1772-1834] compôs o seu célebre poema “Kubla Khan” em um sonho e o escreveu quando acordou.

Abercrombie [minha observação: Lascelles Abercrombie -1881–1938 foi um poeta inglês e crítico literário] relata um caso em que um advogado distinto foi para a cama depois de estudar muito sobre um caso difícil. A sua esposa o viu se levantar no meio da noite, sentar-se e escrever um longo papel que ele colocou em sua mesa e voltou para a cama. Na manhã seguinte, ele disse à esposa que sonhara que havia escrito uma opinião clara e luminosa sobre o caso, da qual daria tudo para poder se lembrar. A sua esposa o dirigiu para a sua escrivaninha, onde ele encontrou a opinião totalmente escrita, exatamente como ele sonhara.

Holmes [minha observação: Oliver Wendell Holmes – 1809-1894, foi um médico, professor, palestrante e autor norte-americano, considerado pelos seus pares como um dos melhores escritores do século XIX, é considerado um membro do Poets Fireside] relata incidentes desses ‘auxiliares dos sonhos’ que são ‘mais sábios do que nós mesmos e que colocam pensamentos em nossas cabeças e palavras em nossas bocas’. No entanto, ele sustenta, como os escritores atuais, que não é o ‘outro eu’ que está fazendo o trabalho, mas sim que é o próprio ‘eu’ em uma de suas fases ou aspectos da manifestação. Ele diz sobre este ponto: ‘Dr. Johnson sonhava que tinha uma disputa de humor com um oponente e ficou com o pior; é claro que ele forneceu a inteligência para ambos.’

Tartini [minha observação: Giuseppe Tartini – 1692- 1770, compositor, musicólogo, teórico musical, violinista, pedagogo e compositor italiano] ouviu o diabo tocar uma sonata maravilhosa e colocou-a no despertar. Mas quem era o diabo, além do próprio Tartini?

Você nunca deve perder de vista o fato de que esses ‘ajudantes’ – esses Elfos – esses ‘outros eus’ – são nomes fantasiosos, mas aplicados a certos aspectos ou fases das atividades mentais de si mesmo. VOCÊ é sempre o seu Ser, todo o seu Ser e nada além do seu Ser!

Toda separação ou divisão desse Eu é ilusória e todos os termos que indicam essa separação ou divisão são apenas termos figurativos empregados por conveniência. Todos esses fenômenos se manifestam em alguns dos planos ou regiões do seu Novo Império Mental, por algumas de suas próprias faculdades, poderes ou energias subordinados. Mantenha esse fato sempre em mente e você não será levado a seguir fantasias de fantasmas que levam apenas aos atoleiros do Erro e longe da estrada principal da Verdade.

Às vezes, porém, acontece que os pensamentos e ideias brilhantes evoluídos nos estados profundos dos sonhos escapam da mentalidade consciente que, ao acordar, procura lembrá-los e recordá-los à consciência, ou registrá-los por escrito ou por discurso.

Nada, a não ser um amontoado de palavras sem sentido, é o resultado em alguns casos. Holmes relata uma experiência na qual, como ele afirma: ‘O véu da eternidade foi levantado. A única grande verdade, a que subjaz a toda experiência humana e é a chave para todos os mistérios que a filosofia procurou em vão resolver, brilhou em mim, brilhou em mim em uma revelação repentina. Daí em diante tudo ficou claro! algumas palavras elevaram minha inteligência ao nível do conhecimento dos querubins.’ Despertando, ele cambaleou até a sua mesa e ‘escreveu em caracteres malformados e dispersos, a verdade abrangente que ainda permanece em minha consciência’.

Mas, infelizmente! as palavras que ele escreveu foram meramente estas: ‘Um forte cheiro de aguarrás prevalece por toda parte’. Muitos de nós têm experiências semelhantes com as quais nós costumamos ter vergonha de nos relacionar; portanto, banal, corriqueiro ou até absurdo é o relatório consciente registrado.

No entanto, nós somos reconciliados pela ideia geralmente aceita de que, embora a mentalidade consciente seja muitas vezes incapaz de compreender e reter, recordar e registrar essas concepções das atividades mais elevadas do ‘pensamento subconsciente’ e pode até ser traída ao relatar algumas distorções, impressão feita sobre a consciência desperta, no entanto, a própria concepção é impressa nos registros de memória do subconsciente, a partir de então, para desempenhar um papel importante em nossa vida mental consciente, devido ao ocasional aumento das ideias submersas na superfície da consciência.

Reconcilia-se, no entanto, com a ideia geralmente aceita de que, embora a mentalidade consciente seja muitas vezes incapaz de compreender e reter, recordar e registrar essas concepções das atividades mais elevadas do ‘pensamento subconsciente’ e pode até ser traído ao relatar algumas distorções, impressão feita na consciência desperta, no entanto, a própria concepção é impressa nos registros da memória do Subconsciente, para depois desempenhar um papel importante em nossa vida mental consciente devido à ascensão ocasional das ideias submersas à superfície da consciência.

Você nunca deve perder de vista o fato de que esses ‘ajudantes’ – esses Elfos – esses ‘outros eus’ – são nomes fantasiosos, mas aplicados a certos aspectos ou fases das atividades mentais de si mesmo. VOCÊ é sempre o seu Ser, todo o seu Ser e nada além do seu Ser!

Como aplicar os princípios do pensamento subconsciente

I. Forneça os materiais adequados.

Você tem visto como o Subconsciente empreende e realiza o importante trabalho de ‘ruminação inconsciente’; como ele rumina o composto pelos materiais de alimento mental previamente fornecidos a ele. Nessa ’ruminação inconsciente’, o Subconsciente realiza o trabalho de quebrar em forma digerível e reduzir à consistência adequada o material bruto do pensamento que anteriormente lhe foi fornecido.

O Subconsciente, nesse processo, também seleciona os melhores elementos do material que lhe foi fornecido, retendo-o para o seu trabalho futuro enquanto rejeita o resíduo inútil da massa.

Aqui deve ser observado um ponto muito importante, i. e., que assim como o animal ruminante primeiro precisa ser abastecido com a massa bruta de material alimentar que ele então reduz à consistência e condição adequadas para a digestão e assimilação, o Subconsciente deve primeiro ser abastecido com o material bruto do pensamento que se espera digerir completamente e assimilar depois de selecionar, da massa, o material disponível, sendo o restante rejeitado por ele.

Esse ponto foi negligenciado por muitos investigadores do trabalho do Subconsciente: eles ficaram tão empolgados pelas maravilhosas possibilidades desse processo do Subconsciente que deixaram de notar as condições antecedentes dessa operação. De fato, alguns deles praticamente têm afirmado que o Subconsciente não necessita de tal material sólido para os seus processos de ‘ruminação inconsciente’; eles aparentemente insinuam que ele realiza o seu trabalho com os materiais sutis obtidos do ar rarefeito respirado por ele. Mas, infelizmente! isso é apenas um sonho.

O Subconsciente não pode prosseguir com os seus processos de ‘ruminação inconsciente’ sem material, assim como o animal ruminante não pode ‘ruminar’ a menos que tenha ingerido previamente os materiais brutos de seu alimento. Em todos os casos de ‘ruminação inconsciente’ tem que estar presente o material sólido dos fatos, a ser mastigado com cuidado e reduzido à consistência adequada pelo mecanismo ruminativo do Subconsciente.

Portanto, quando você deseja colocar diante do Subconsciente alguma tarefa importante e difícil de ‘ruminação inconsciente’, você tem que primeiro saturar a sua mente com o assunto em questão. Traga à consciência cada fato associado ou princípio relacionado que for possível para você. Leia e ouça todos os pontos de vista possíveis sobre o assunto, recusando-se a ficar desanimado ou desencorajado pela massa de contradições e pontos de vista, crença ou opinião irreconciliáveis.

Acrescente cada pedaço possível de material associado ou relacionado à massa geral, com plena confiança de que o seu subconsciente atenderá ao trabalho de ruminação, digestão, seleção e assimilação dessa massa heterogênea de alimento mental que você reuniu para ela.

Embora isso às vezes pareça produzir os sintomas preliminares da dispepsia mental em sua mente consciente, não se preocupe: o estômago mental do Subconsciente é forte e persistente e será capaz de realizar a sua tarefa sobre o material que agora desanima você – ele possui o poder de digestão de um avestruz.

Além do material que você fornece especialmente ao Subconsciente, no entanto, esse último também se baseia em seu próprio grande estoque de material associado e relacionado que ele armazenou em seus níveis subconscientes ou pisos mentais, mas que você aparentemente esqueceu. Ele pode até chegar ao ponto de recorrer ao material da memória racial, se ficar suficientemente interessado na tarefa e for adequadamente despertado por sua forte vontade e por sua firme fé nas possibilidades de seu Subconsciente.

De muitas fontes o Subconsciente extrai os variados materiais para a sua mastigação de ‘ruminação inconsciente’. Mas, no entanto, você ficará muito aquém do desempenho eficiente se você deixar de fazer o seu trabalho na questão de garantir e montar diante dele o material útil que puder reunir. Você precisa sempre ser capaz de dizer, honesta e sinceramente, ao seu Subconsciente: ‘Eu fiz o melhor que pude por você; cabe a você fazer o resto!’

II. Dê direções definidas.

Muitas pessoas que notaram o processo de ‘ruminação inconsciente’ realizado pelo Subconsciente e também muitos que adquiriram mais ou menos habilidade para definir deliberadamente as faculdades subconscientes para trabalhar nessas linhas, não compreenderam completamente o princípio definido e claro envolvido no processo de instituir e dirigir os referidos processos.

Os seus esforços nessa direção geralmente são conduzidos mais ou menos no princípio do ‘acerto ou erro’ e baseiam-se na crença de que ‘de qualquer maneira, de alguma forma’, o Subconsciente resolverá o problema para eles. Não compreendendo os princípios fundamentais envolvidos nos processos do Subconsciente, eles se contentam com um curso mais ou menos indefinido de ‘colocar a coisa para funcionar’.

Um exame da maioria dos casos citados nos livros didáticos, ou então relatados por aqueles que experimentaram fenômenos subconscientes desse tipo, mostrarão a você que o curso usual é encher o estômago mental do Subconsciente com o material considerado apropriado, assim como a pessoa encheria o estômago físico com comida apropriada e então confiaria na Natureza, ou no ‘instinto’, para realizar a complexa tarefa de reduzir a massa à consistência adequada, de quimicamente digeri-la completamente e de assimilá-la perfeitamente. Tal curso, de fato, frequentemente produziria um resultado razoavelmente satisfatório. O que Jastrow chama de uma combinação dos elementos em um ‘todo meio consistente’ resulta em tais casos e é aceito com gratidão pelo indivíduo como o melhor de todos os resultados possíveis.

No entanto, embora o nosso padrão moderno dos psicólogos ocidentais ainda não tenham descoberto e formulado um método mais científico, mais seguro e eficaz de aplicar o princípio do subconsciente, aqueles que aprenderam alguns dos segredos dos antigos ensinamentos orientais estão cientes de que os sábios dessas escolas mais antigas, muitos séculos atrás, desenvolveram os verdadeiros métodos em questão.” (**)

(**) Uma dessas escolas é a Psicofilosofia Huna, de onde surgiu o Ho’oponopono. Dr. Serge King diz que a Psicofilosofia Huna se originou de estelares, os quais vieram da Constelação da Plêiade, tendo um dos grupos se estabelecido na Terra, num continente no Oceano Pacífico, o qual era denominado de Mu e seus habitantes de povo de Mu. Esse continente submergiu e formou-se a Polinésia.

“Sem tentar entrar em uma consideração detalhada e técnica das teorias entretidas por esses professores orientais, nós pediremos que você considere os princípios práticos de seus métodos. Nós temos aqui outro exemplo do fato de que, subjacente às teorias muitas vezes bastante vagas e às especulações metafísicas dos filósofos orientais, podem ser encontrados certos métodos muito práticos de aplicação de princípios psicológicos reconhecidos tanto pela psicologia oriental quanto pela ocidental.

O princípio central do método oriental baseia-se no fato de que existe uma manifestação de Atenção no plano subconsciente da mente, bem como em seus planos conscientes. Além disso, assim como a Atenção consciente pode ser despertada e dirigida de duas maneiras, a saber, (1) por interesse geral, curiosidade, desejo, etc., e (2) por concentração deliberada da vontade em Atenção voluntária, também pode a Atenção subconsciente ser despertada e dirigida de maneira correspondente. Em ambos os casos, a Atenção é o elemento mental ativo envolvido.

Na maioria dos casos, como nós relatamos anteriormente, a Atenção subconsciente é dirigida e despertada pelo poder do interesse, curiosidade, desejo, etc., que desce da mentalidade consciente ao plano do subconsciente. O interesse geral pelo assunto, a curiosidade pela solução do problema e o desejo de alcançar um resultado bem-sucedido, tudo isso tende a despertar e direcionar a Atenção subconsciente e colocar em atividade os seus processos de ‘ruminação inconsciente’ e até atividades mais elevadas e mais complexas do subconsciente. Essa é a verdadeira explicação dos fenômenos interessantes da ‘ruminação inconsciente’ comum, como os registrados nos livros didáticos ou experienciados na vida cotidiana por você mesmo.

Mas assim como a Atenção voluntária e treinada do estudante e do cientista é muito mais eficiente do que a Atenção consciente comum, mais ou menos involuntária da pessoa comum, também a Atenção subconsciente voluntária, deliberada e concentrada da mente treinada é muito superior à Atenção e muito mais eficaz do que a Atenção comum, mais ou menos involuntária, da pessoa que acabou de descobrir que o subconsciente ‘funciona’, mas que ainda não aprendeu ‘exatamente como funciona’. A ação deliberada e a direção da Vontade constituem a distinção entre o estado involuntário e o estado voluntário, no caso das atividades mentais conscientes e subconscientes envolvidas no pensamento.

Você precisará apenas de um exemplo simples e familiar para lhe dar o princípio geral envolvido nesse assunto. Você sabe por experiência que quando você imprimiu fortemente no subconsciente a necessidade de ser acordado às cinco horas da manhã para pegar um certo trem, você pode contar com ‘algo’ despertando você naquele momento específico. Ou, quando você tem um compromisso importante que aparentemente ignorou, ‘algo lhe diz’ que você esqueceu algo, bem a tempo de permitir que você se apresse para manter o compromisso. Bem, então, aqui você colocou a sua Atenção subconsciente na tarefa e o seu subconsciente ‘está trabalhando’ para você. O mesmo princípio está envolvido até mesmo nas atividades e processos mais elevados e complexos de mentalização subconsciente nos quais há ‘algo a ser feito’.

O professor oriental instrui os seus alunos a adquirir pela prática repetida e exercitar o ‘jeitinho’ de realizar a seguinte atividade mental particular. O estudante deve formular em sua mente uma ideia clara da tarefa mental a ser executada. Ele deve percebê-la em linhas gerais e também deve formar uma ideia claramente definida de exatamente que tarefa ele deseja realizar – exatamente que tipo de trabalho ele deseja realizar para ele.

Ele precisa então formar uma imagem mental do material de pensamento sendo baixado ou lançado aos níveis subconscientes da mente (como, por exemplo, sendo lançado através de um alçapão). Ele precisa então deliberadamente, positivamente e sinceramente dar um comando ou direção mental ou verbal à mentalidade subconsciente para realizar a tarefa para ele. Por exemplo, ele deve emitir o comando:

‘Subconsciente! Eu desejo que você analise cuidadosamente e completamente, classifique e organize logicamente os materiais desse assunto e então leve o raciocínio a respeito dele à sua conclusão lógica!’

O material assim transmitido ao Subconsciente, entretanto, precisa ter sido previamente submetido a uma inspeção mais intensa e concentrada pela Atenção consciente. Como dizem os instrutores orientais: ‘Ele precisa estar saturado de Atenção, até que cada parte dele esteja tão impregnada de Atenção que carregue Atenção em sua própria substância.’

O pensamento, assim energizado pela Atenção, será despertado nos planos subconscientes com a quantidade necessária de Atenção envolvida nele; isso, por sua vez, atrairá e manterá o elemento subconsciente de Atenção do pensamento. A Atenção subconsciente, uma vez atraída e dirigida a um assunto, nunca mais liberará o seu domínio sobre esse assunto até que esse tenha sido levado a uma conclusão tão bem-sucedida quanto possível sob as circunstâncias.

Pode levar apenas alguns minutos, ou pode levar horas, dias, meses; ou mesmo anos para chegar à conclusão – mas ela se apegará tenazmente à tarefa e relatará o resultado eventualmente. Você não recebeu respostas e relatórios do Subconsciente sobre questões e assuntos que o deixaram perplexo há muitos anos e que você quase esqueceu? Enquanto a sua mentalidade consciente praticamente esqueceu o assunto, o seu subconsciente se lembrou dele e continuou o seu trabalho.

Este método maravilhoso é tão simples que existe o perigo de você ignorar a sua grande importância e as suas maravilhosas possibilidades. Consiste, como você viu, nos seguintes processos mentais simples, a saber,

(1) Concentrar a Atenção consciente no problema ou tarefa geral, até que todo o assunto esteja bastante saturado de Atenção;
(2) Formar a imagem mental ou ideia da transferência do pensamento geral do plano ou nível consciente para o da mentalidade subconsciente – para o subconsciente;
(3) Dar ao Subconsciente o comando ou direção positiva, clara e definida sobre o que você deseja que ele faça por você no assunto.

Isso é tudo o que há para isso — embora vários livros possam estar repletos de exemplos ilustrativos e adaptações a casos particulares ou casos especiais. Consequentemente, você é aconselhado a memorizar os três estágios acima mencionados do método ou processo em questão e aplicá-los em todo e qualquer caso em que você deseja que o Subconsciente prossiga ao longo das linhas do Pensamento Subconsciente em uma direção definida e no sentido a certos fins definidos.

O resto é prática, prática, prática; e exercício, exercício e exercício. Existe, no entanto, um pequeno ‘jeitinho’ mental (‘técnica especial’) peculiar sobre o método de dar o comando ou direção ao Subconsciente. Este pequeno ‘jeitinho’ virá a você apenas pela prática e exercício – não pode ser expresso em palavras – deve ser ‘pego’ na prática real; Uma vez adquirido, nunca será esquecido por você.

Charles Leland ilustrou o princípio desse pequeno ‘jeitinho’ em suas declarações sobre o que ele chamou de ‘Premeditação’. Ele diz sobre esse princípio:

‘Pelo que eu entendo isso, é uma espécie de impulso ou projeção da Vontade na obra vindoura. Eu posso aqui ilustrar isso com um fato curioso da física. Se o leitor desejasse tocar uma campainha de porta de estilo antigo para produzir o máximo de som possível, ele provavelmente a puxaria para trás o máximo que pudesse e depois a soltaria. Mas se ele, ao soltá-la, simplesmente desse um toque com o dedo indicador, ele realmente redobraria o som. Ou, para disparar uma flecha o mais longe possível, não basta apenas puxar o arco até a sua máxima extensão ou tensão. Se, pouco antes de partir, você der um empurrão rápido no arco, embora o esforço seja insignificante, a flecha voará quase tão longe quanto teria feito sem ela.

Ou, como se sabe, ao empunhar um sabre muito afiado, fazemos o ‘draw cut’(***), ou seja, se ao golpe ou corte, como com um machado, também adicionamos um certo puxão, simultaneamente, nós podemos cortar um lenço de seda ou uma ovelha.

(***) draw cut com um sabre é o primeiro corte feito ao tirar o sabre da bainha.

A premeditação é o toque no sino; o empurrão no arco; o sacar da bainha no sabre. É a ação deliberada, mas rápida da mente quando, antes de dormir ou descartar o pensamento, nós pedimos à mente que responda posteriormente. É mais do que meramente pensar o que nós temos que fazer; é o convite ou a ordenação do eu para cumprir uma tarefa, antes de desejá-la’.

Ilustrações adicionais ocorrerão ao leitor que está familiarizado com os jogos de golfe, bilhar, tênis, etc., em cada um dos quais os jogadores habilidosos descobrem o ‘pequeno jeito’ de ‘colocar alguma coisa’ no golpe, na tacada ou qualquer que seja o movimento.

Ele descobre que, ao colocar esse ‘pequeno algo’ de si mesmo no movimento, ele acrescenta de forma significativa ao seu poder, precisão e eficiência geral. O princípio do ‘pequeno jeito’ de dar comandos ou direções ao Subconsciente assemelha-se muito aos princípios empregados no movimento físico hábil ao qual nós acabamos de nos referir. Você deve aprender a ‘colocar um pouco de si mesmo nisso’.

O Pensamento Subconsciente pode ser posto em atividade pelo método descrito anteriormente, sob quase qualquer ou todos os tipos de circunstâncias. Isso pode ser ‘acertado’ durante o dia, ou logo antes de dormir à noite. Leland e alguns outros aconselharam fortemente o último plano mencionado, reivindicando vantagens especiais.

Nos casos em que são necessárias decisões e ações rápidas, o processo pode ser efetuado com pouca ou nenhuma perda de tempo. O tempo necessário para sacudir as cinzas de seu charuto antes de responder, ou para estender a mão para recolocar um objeto em sua mesa, ou para realizar qualquer ação semelhante, será suficiente para o Subconsciente prestar-lhe pelo menos algum grau de assistência em resposta ao seu comando positivo: ‘Preste atenção a isso para mim rapidamente – imediatamente!’ O Subconsciente é capaz de relâmpagos como a rapidez de certos estados de sonho em tais casos!

Experiencie esse método e aprenda por si mesmo quão maravilhosamente rápida e eficaz é a resposta.

Leland diz: ‘A prática de compor o plano da maneira mais perfeita, mas tão sucinta quanto possível, combinada com o impulso energético de enviá-lo, em breve dará ao estudante uma concepção do que quero dizer com Premeditação, que por descrição não posso.

E quando se tornar familiar e realmente dominado, isso dará ao seu possuidor o poder de pensar e agir prontamente, em todas as emergências da vida, em grau muito maior. A previsão pode ser breve, mas tem que ser sempre enérgica. Cultivando-a, nós adquirimos o talento invejável daqueles homens que absorvem tudo de relance e agem prontamente, como Napoleão. Esse poder é universalmente acreditado como inteiramente inato, ou um dom, mas pode ser induzido ou desenvolvido em todas as mentes em proporção à Vontade, pela prática.’

III. Evite interferir.

Ao transmitir ao seu subconsciente qualquer trabalho certo e particular a ser realizado por ele, você tem que evitar interferir nos processos subconscientes. Você pode e de fato deve, ‘aguardar’, por assim dizer, pronto para buscar ou fornecer quaisquer dados ou fatos adicionais que ele possa exigir; e você tem que sempre exercer o direito de supervisão, revisão e gestão geral, como nós já lhe dissemos. Mas você nunca tem que se intrometer nos processos do Subconsciente em si, nem tem que tentar ‘mandar o trabalho’ em seus detalhes, bem como na direção geral e gerenciamento.

Uma violação dessa última regra pode confundir o Subconsciente ou, em casos extremos, pode até colocá-lo em estado de pânico.

Esse é um erro comum e um especialmente para se proteger. Você tem que cultivar e manifestar confiança e crença em seu subconsciente. O Subconsciente, como nós informamos anteriormente, é tão sensível quanto os trabalhadores inteligentes em geral; em alguns casos, manifesta bastante ‘temperamento artístico’ e é facilmente perturbado pelo que pode considerar uma intromissão injustificada em seu trabalho. Exercite a mão de ferro sobre ele, se quiser; mas sempre tenha o cuidado de usar a luva de veludo nessa mão, se desejar obter os melhores resultados com ele.

Às vezes, o Subconsciente pode, hesitantemente, elevar ao seu plano consciente de mentalidade o seu trabalho inacabado para a sua inspeção – ele quer que você diga a ele como você gosta dele até onde foi. Faça um exame cuidadoso de seus relatórios e resultados e adicione quaisquer sugestões úteis que possam ocorrer a você; em seguida, envie-o de volta para conclusão com uma palavra de encorajamento e com aquele pequeno ‘toque na campainha’, como Leland coloca. Não cometa o erro, porém, da criança que, tendo plantado sementes no jardim, arranca os brotos todas as manhãs para ver o quanto as raízes cresceram durante a noite. Você não está lidando com um mecanismo sem vida, lembre-se — você está lidando com uma inteligência viva que é um aspecto do seu Eu.

Pensamento Subconsciente e Lógica.

Algumas pessoas que adquiriram proficiência em mentalização subconsciente, mas que desejaram também adquirir conhecimento de Lógica e Pensamento Lógico, ficaram um pouco perturbadas, a princípio, depois de se familiarizarem com os princípios da Lógica Formal. Elas relatam que se encontraram na mesma condição geral da centopeia (mencionada em uma seção anterior desse livro) que havia perdido a arte natural de correr com muitas pernas depois que começou a pensar sobre ‘qual perna segue qual’.

O problema aqui, no entanto, não tem que ser atribuído à Lógica. Ela surge antes de uma tentativa de retirar do Subconsciente todo o trabalho de pensamento que havia sido realizado anteriormente por ele e tentar agora realizá-lo apenas no plano consciente, de acordo com as regras da Lógica. Se tais pessoas tivessem continuado a  permitir que o seu subconsciente realizasse o seu trabalho habitual, em vez de tentar roubá-lo de suas tarefas naturais, teriam descoberto que o subconsciente estava realizando o seu trabalho de forma ainda mais eficaz do que antes, em razão da sobreposição do conhecimento das leis e regras do Pensamento Lógico.

Ver-se-á, como uma regra, que o Pensamento Subconsciente de um pensador lógico será muito mais lógico do que o de uma pessoa ilógica. Pode-se melhorar a qualidade lógica de seu subconsciente estudando os elementos e princípios da Lógica Prática; o treinamento recebido assim pela mentalidade consciente é refletido nos planos subconscientes. Sendo esse o caso, aqueles que sentem a necessidade de melhorar ao longo das linhas do Pensamento Lógico não precisam temer nenhuma interferência com os processos de pensamento de seu Subconsciente – muito pelo contrário é o fato, como nós dissemos.

Mas, estudando ao longo das linhas do Pensamento Lógico para esse fim, limite-se a trabalhos sobre o tema da Lógica Prática. Deixe a Lógica Formal para aqueles que gostam das fases acadêmicas e técnicas do assunto. Selecione aquelas obras em que o assunto da Lógica é trazido para a terra firme, em vez de ser elevado às regiões superiores nas quais as nuvens abundam.”

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Referências bibliográficas da OREM1

  • André Biernath – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;
  • Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;
  • Bruce Lipton – livro “A Biologia da Crença“;
  • Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);
  • Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;
  • Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;
  • Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;
  • Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);
  • David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);
  • Dr. Alan Strong – artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;
  • Dr. Amit Goswami – livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;
  • Dr. Benjamin P. Hardy, psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;
  • Dr. Bruce H. Lipton – livro “A Biologia da Crença”;
  • Dr. Deepak Chopra – livro “Criando Prosperidade”;
  • Dr. Gregg Braden – livro “A Matriz Divina”;
  • Dr. Helder Kamei – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;
  • Dr. Joe Dispenza – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);
  • Dr. Kenneth Wapnick – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;
  • Dr. Maxwell Maltz – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
  • Dr. Nelson Spritzer – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
  • Dr. Richard Maurice Bucke – livro ‘Consciência Cósmica’;
  • Dr. Serge King – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
  • Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);
  • Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);
  • Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);
  • Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);
  • Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;
  • James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;
  • Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;
  • Joe Vitale – livro “Limite Zero”;
  • Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;
  • John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;
  • John Curtin – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/
  • Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);
  • Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);
  • Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
  • Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;
  • Livro “Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
  • Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
  • Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
  • Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
  • Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
  • Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
  • Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
  • Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
  • Osho – livro “Desvendando mistérios”;
  • Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
  • Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
  • Platão – livro “O Mito da Caverna”;
  • Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
  • Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
  • Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
  • Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
  • Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
  • Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
  • Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
  • Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
  • Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
  • Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
  • William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
  • Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;
Muda…

A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
Eu sinto muito. Por favor, perdoa-me. Eu te amo. Eu sou grato.
Está feito! Aloha.

Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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