Ao longo da jornada da OREM1, de pesquisa, conhecimento e entendimento sobre o processo Havaiano de resolução de problemas através do Ho’oponopono e da fonte que o originou – o milenar sistema de pensamento da Psicofilosofia Huna – eu tive a grata surpresa de perceber que pelo menos 12 destaques relevantes foram claramente identificados e considerados como efeitos colaterais positivos desse estudo e das práticas do Ho’oponopono.

Nesse artigo destacamos para reflexão um dos principais destaques identificados e considerados: a ilusão da separatividade.

Como estudante de longo prazo do tema “espiritualidade”, uma das perguntas que me perseguiam, nessa trajetória pela busca da verdade, era a questão de “quem sou eu?” e “o que ou quem é Deus?”

O Ho’oponopono responde didaticamente à questão de “quem sou eu?” ao considerar você como uma Entidade Única (EU) – Identidade Própria® – no Universo. Um estado de consciência único no Universo, criado à imagem e semelhança de Deus.

Morrnah Simeona Nalamaku foi a idealizadora do Ho’oponopono da Identidade Própria®. Ela era uma Kahuna Lapa’au que aos dias de hoje seria considerada como Ph.D. em medicina.

A venerada Kahuna Morrnah Simeona, que lecionou na Universidade do Havaí, concentrou-se nos problemas interiores das pessoas. Colocou o foco no papel relevante do Subconsciente e seu contato – através do Supraconsciente – com a Inteligência Divina.

Acima dos três níveis da Mente – Subconsciente (Unihipili), Consciente (Uhane) e Supraconsciente (Aumakua) – reafirmou a presença e a ação da Inteligência Divina na condução de uma VIDA harmoniosa. Enquanto à vontade e ao longamente enaltecido Consciente era retirado o seu papel de controlador.

O Psicólogo Dr. Hew Len, que foi treinado por Morrnah Simeona, demonstrou a Entidade Única (EU) que é você através de um gráfico:

Dr. Hew Len define em seu glossário o que é a Identidade Própria®:

  • “Eu sou a Identidade Própria®. Eu sou composta por quatro elementos:

Inteligência Divina;
Mente Supraconsciente;
Mente Consciente;
Mente Subconsciente.

  • A minha base, Vazia e Infinita, é uma réplica exata da Inteligência Divina.”

Os quatro elementos da Identidade Própria® [Entidade Única (EU) que é você] possuem funções definidas no processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono.

O processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono exige a plena participação de cada um dos quatro elementos da Identidade Própria®.

O Ho’oponopono nos responde então à segunda questão sobre “o que ou quem é Deus?” quando nos ensina que a Inteligência Divina [conhecida também, em outros sistemas de pensamento, como Deus, Pai, Deus Todo Poderoso, Deus Supremo, Divindade, Eu Sou, Mente Universal, Conselheiro Maravilhoso, Pai-Eterno, Primeira Causa, Alá, Alfa e Ômega, Altíssimo, Criador, Senhor, Soberano Senhor, Jeová, Javé, Adonai, YHWH, Yahweh, E’lo-i, Kyrios, Sar-Shalom, Shamuna, Elohim, Adonai, Brahman, Atman, Olorum, Olokun, VIDA, Energia Única Criadora, Consciência Universal, Campo Unificado, Matriz Divina, A Força, O Deus da Física Quântica, Princípio Antrópico Forte, ou outra denominação que VOCÊ esteja mais familiarizado(a)…] não é um Ente separado como, de certa forma, nós fomos levados a crer por imposição filosófica-religiosa (dualismo), mas sim que nós estamos todos interligados a esta Fonte Única Criadora […a própria física quântica comprova a interligação de tudo que existe num campo eterno e infinito de todas as possibilidades e probabilidades…]. Nós estamos contidos na Inteligência Divina e Ela nos contém (não dualismo).

O Ho’oponopono ensina que esta interligação e contato com a Inteligência Divina se dá através da Mente Subconsciente e da Mente Supraconsciente, com a participação indireta e pontual da Mente Consciente, sendo essa a detentora do livre-arbítrio (poder de escolha, poder da vontade), quando efetivamente consciente e ativa.

Morrnah Simeona compartilha generosamente:

“Podemos apelar para a Divindade que conhece o nosso projeto pessoal, para a cura de todos os pensamentos e memórias que estão nos segurando neste momento. É uma questão de ir além dos meios tradicionais de acesso ao conhecimento sobre nós mesmos.”

Como o Ho’oponopono funciona? Ela continua:

“O principal objetivo desse processo é descobrir a Divindade dentro de si mesmo. O Ho’oponopono é uma profunda dádiva que permite desenvolver uma relação de trabalho com a Divindade interna e aprender a pedir que, em cada momento, os nossos erros de pensamentos, palavras, feitos ou ações sejam purificados. O processo é essencialmente sobre a liberação, a liberação completa do passado.”

Daí se destaca um dos principais destaques relevantes sobre o Ho’oponopono:

“A Divindade está em nosso interior … A separatividade é uma ilusão!”

E para falar sobre a ilusão da separatividade, nós buscamos inspiração em artigo elaborado pelo Mestre Krishnamurti, que transcrevemos trechos, em tradução livre, para a nossa reflexão.

Vale destacar que os estudantes do sistema de pensamento do Ho’oponopono que estão acessando pela primeira vez o nosso blog e para quem tem estudado os artigos da OREM1, logo perceberão a total compatibilidade do pensamento do Mestre Krishnamurti aos princípios do Ho’oponopono.

A Ilusão da Separatividade

O artigo completo “Early Krishnamurti”, em inglês poderá ser acessado através do link https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Inicial Krishnamurti (palestra de 7 de março de 1931, Londres)

“Inicial Krishnamurti” é o nome do artigo porque se refere ao primeiro par de anos após a suposta iluminação do Mestre. Na época dessa palestra Krishnamurti era mais místico e mais direto em seu falar. Mais tarde, quando Krishnamurti viu como os teosofistas e outros tantos o entenderam mal, ele desenvolveu a sua linguagem para ser diferente, mas algo da intensidade dos discursos iniciais se perdeu, embora o brilhantismo do Mestre é inquestionável.

Nós temos então a seguir uma inspiradora obra de arte de Krishnamurti sobre o que é a espiritualidade e a questão da separatividade.

“Você, homem, o indivíduo, desenvolve os seus sentidos, pela luta social, pela autopreservação e, assim, começa a adquirir a consciência da separação.

Desde a infância, é incitada a você a ideia de que você é uma entidade separada; e dessa ilusão surge a divisão de ‘seu’ e de ‘meu’, não apenas no pensamento, mas na emoção, na posse, em tudo. Daí surge a ideia de que você se tornará algo grande no futuro, que você foi algo no passado, um contraste contínuo.

E dessa consciência no nível da percepção (consciousness) separada surgem a cobiça, a inveja, o ódio, o sentimento de posse, o cuidado com as vaidades, alegrias passageiras, tristezas e prazeres transitórios; uma civilização implacável e competitiva em que cada um é por si mesmo, sem benevolência, sem bondade. É um mundo de conflito, corrupção, competição, eventualmente levando à guerra.

A partir desse senso de separatividade, o ‘eu’ se torna todo-poderoso; dessa consciência de separação, o medo é gerado. Sempre que há medo, há imediatamente o desejo de buscar conforto, em vez de compreensão que dissipa todo medo. Pois o conforto acalma o seu medo inato de perder a sua identidade separada. O conforto produz apenas um ajuste transitório, não uma harmonia e equilíbrio permanentes; um alívio imediato em vez de uma compreensão abrangente e contínua; o adiamento do esforço, uma evasão contínua, em vez da luta para compreender no presente.

Por causa desse medo você busca consolo através do culto, através da oração, através da criação de imagens, através de ritos e cerimônias.

Essa ilusão de separação está ocupada com a morte, com o que vai acontecer no futuro, se você vai reencarnar, o que você foi no passado. Em outras palavras, o passado e o futuro prendem o homem que está com medo – nunca a compreensão do presente.

Enquanto o presente não for compreendido, o futuro nunca terá todo o seu significado, porque o futuro não existe na realidade. Todos esses problemas – por que nasci, o que acontecerá após a morte, a sobrevivência da alma, a reencarnação, como eu posso me tornar algo mais, como eu posso adquirir mais qualidades para encontrar a verdade – todos eles nascem da consciência de separação.

Quando se compreende a ideia de que a verdade, essa realidade viva, existe em tudo o tempo todo, em toda a sua completude, não há mais o pensamento de progresso, de tornar permanente o que é ilusório, o ‘eu’. Em todas as fases da vida, a ênfase é colocada no indivíduo – não na individualidade que tornar-se plenamente consciente dissipa a sua própria consciência, mas no engrandecimento do ‘eu’.

Olhe para a maioria das pessoas e você verá que todos pensam que, tornando-se algo mais, tornando-se maior, ampliando a sua consciência por uma série de experiências, retornando para a frente e para trás, reencarnando, está se aproximando cada vez mais da verdade.

Para mim essa concepção é inteiramente falsa, porque a realidade em sua completude, em sua plenitude, em sua riqueza, existe em tudo e, portanto, ela é eterna.

Aquilo que é permanente, eterno em tudo, não pode progredir. O que nós chamamos de progresso só pode ser aplicado a algum fato, não à realidade.

A nossa principal preocupação, então, deve ser de que maneira cada um pode se tornar consciente dessa eterna, realidade viva que sustenta, nutre e apoia tudo, que está em nós mesmos.

Enquanto você cria um mundo externo e um mundo interno e se esforça para fazer um ajuste entre os dois, você nunca encontrará a realidade.

Quando um homem está consciente de si mesmo como uma entidade separada, está continuamente procurando fora a sua ajuda, o seu sustento, o seu bem-estar; e assim ele cria desordem, em vez de ordem e dessa desordem nascem superstições, ilusões, cerimônias.

Trata-se, então, de que maneira, em que caminho, cada um pode realizar essa realidade interior que assegura a tranquilidade de viver, não a estagnação, não uma paz que embrutece, que destrói, mas essa tranquilidade, que é a fonte da compreensão viva e eterna. É somente através do esforço individual que a verdade pode ser realizada, não através de associações de qualquer tipo.

Você não pode encontrar a verdade através de uma instituição, pois a verdade habita em você e as instituições não podem ajudar o indivíduo a encontrar a verdade. Não importa o que sejam, tendem a se tornar cada vez mais formais e a realidade cada vez mais distante.

Você precisa buscar a verdade em você mesmo, o indivíduo; pois permanece em você, não fora. Quando o indivíduo compreendeu a si mesmo, ele vive no mundo em perfeita harmonia e não contribui para a desordem do mundo.

O momento em que você, como um indivíduo, resolveu o seu próprio problema particular, percebeu a verdade por si mesmo, você não contribui mais para a crueldade, para as guerras, para a terrível tirania e miséria do mundo.

É importante que cada indivíduo compreenda, não os adornos superficiais da vida, mas como, através do contínuo abandono da consciência no nível da percepção que cria a separação, pode tornar-se consciente daquela realidade interior, que habita em todas as coisas. Se você quiser perceber isso, você deve, como indivíduo, desapegar-se completamente de todos os sistemas de pensamento e conduta tradicionais, convencionais e socializados.

Você verá como é necessário não confiar nem na autoridade da tradição, nem na conduta sistematizada.

Antes que você possa compreender a verdade, é necessário que você se torne plenamente consciente, isto é, consciente de sua própria separatividade e, portanto, de todas as suas qualidades e os seus opostos; isto é, você precisa se tornar tão consciente de si mesmo que todos os seus ocultos desejos, propósitos e conflitos sejam trazidos à tona, examinados e compreendidos por você.

Ao tornar-se intensamente consciente, você consome todo a subconsciência, porque quando você está plenamente consciente de suas ações, de seus pensamentos e de suas emoções, a hipocrisia cessa, as ilusões cessam, os desejos e fantasias secretos não têm mais domínio sobre você; e então, quando você for tão claro e determinado, poderá chegar a esse estado em que não há as chamadas qualidades e, portanto, não há conflitos.

Quando você introduz o elemento pessoal em seu julgamento, você inevitavelmente perverte a sua compreensão. Você deve distinguir entre o pessoal e o individual.

O pessoal é o acidental e por acidental eu quero dizer as circunstâncias de nascimento, o ambiente em que você foi criado, a sua educação, as suas tradições, as suas superstições, distinções nacionais e de classe e todos os preconceitos que são desenvolvidos por esses meios.

O pessoal se preocupa apenas com o acidental, com o momentâneo, embora esse momento possa durar uma vida inteira. A educação moderna leva à perversão do pensamento e o espírito nacional, classista e tradicional é encorajado pelo medo.

Quando você está julgando um fato, de fato não o julgue do ponto de vista pessoal, mas julgue-o do ponto de vista do indivíduo, que é o do eu. Pois as qualidades – as virtudes e os pecados, o bem e o mal, as alegrias e as tristezas – pertencem à consciência no nível da percepção do ‘eu’.

Quando eu estou consciente de mim mesmo, eu invento virtudes e pecados, bons e maus, céu e inferno, para me dar equilíbrio na minha luta entre os opostos. Enquanto houver essa consciência da separação, do eu, da personalidade, não poderá haver a realização da verdade, mas antes que você possa transcender essa consciência no nível da percepção, você precisa se tornar pleno e vitalmente autoconsciente.

Isso significa que você precisa se tornar consciente de si mesmo como um indivíduo, não como uma máquina, não como uma mera engrenagem nesta civilização implacável e competitiva.

Antes que você possa se tornar totalmente consciente e, assim, perder a autoconsciência no nível da percepção, existem três condições de consciência no nível da percepção.

Na primeira condição, o indivíduo é um escravo de seus sentidos e de seus desejos. Para satisfazê-los, torna-se meramente egoísta, dependendo inteiramente das coisas externas para a felicidade, das sensações e excitações e assim se torna cada vez mais enredado na tristeza e na dor.

A sua conduta é guiada pelo egoísmo. Ele assume mais e mais responsabilidades e, assim, torna-se meramente um escravo da ação. Tal homem não tem tempo nem inclinação para a quietude do pensamento, para a reflexão, para o exame.

Pois a verdadeira reflexão cria dúvidas, questionamentos que levam ao isolamento, afastamento que ele evita diligentemente.

Então, há o segundo estágio, quando o homem está ciente de suas próprias falhas, de seus próprios fracassos, de suas próprias ilusões, de suas próprias crueldades. Tornando-se assim consciente de sua própria natureza, ele tenta se desvencilhar, liberar-se da dominação dos sentidos e começa a liberar a sua mente e o seu coração.

Ele começa a diminuir gradualmente as suas responsabilidades, sem abrir mão de sua vida no mundo. A ação nascida da autoconsciência no nível da percepção na qual há separação é emaranhada, limitante, onerosa; mas a ação que é resultado da liberdade da individualidade é liberação.

O indivíduo que tem agora o forte desejo de se libertar começa a se disciplinar. Essa disciplina não é imposta externamente, ela não é resultado da repressão; mas, em vez disso, por causa de seu desejo de ser livre, de realizar a verdade, ele impõe a disciplina por meio da compreensão — não por medo, não por circunstâncias sociais, impelidas pelo ambiente.

Ele deseja liberar a sua própria mente, o seu próprio coração e, assim, viver em harmonia. Ele impõe a si mesmo uma disciplina maior do que qualquer disciplina imposta externamente.

Depois, há o terceiro estágio de consciência, quando o homem é completamente senhor de seus sentidos, completamente senhor de seu corpo. Isso não significa ser desenvolvido muscularmente, nem que o corpo não sinta dor, nem que o corpo não morra e pereça, mas senhor de seu corpo no sentido de que ele não mais se enrede em seus desejos, em suas sensações, em suas excitações.

Então ele começa a se libertar do medo e das ilusões que ele cria. Uma vez que você está livre das ilusões, do medo, de todas as qualidades, há um afastamento interior nascido da alegria, um afastamento, não do cansaço, nem da retirada, nem da fuga deste mundo de conflito, mas um afastamento interior da alegria no meio da ação. Quando há esse afastamento, a reflexão e a análise dão lugar a uma tremenda concentração: não concentração em um objeto, mas concentração na qual não há objeto nem sujeito, mas plena consciência no nível da realidade na qual não há contrastes.

Além disso, deste afastamento vem a harmonia interior, a equanimidade da razão e do amor – pensamento livre de fantasias e teorias pessoais e amor livre do particular, amor que é como o perfume de uma flor.

Quando há esta harmonia, não há mais nenhuma questão de futuro ou passado. Não há mais a questão de saber se ‘eu’ viverei como uma entidade separada.

O passado com os seus fracassos e as suas tristezas desaparece e o futuro com as suas esperanças, os seus anseios, as suas antecipações, desaparece: e desses dois nasce a harmonia do presente, que é a realização daquela completude que existe em tudo. Quando isso é percebido, há tranquilidade, a realidade viva da felicidade.”

Mencionamos no inicio do artigo sobre os 12 destaques relevantes da OREM1, que foram claramente identificados e considerados como efeitos colaterais positivos desse estudo e das práticas do Ho’oponopono, que destacamos à seguir, para a sua reflexão:

1º – “A OREM1 é uma ‘Oficina de Pensamentos’”.

2º – “O Ho’oponopono nos ensina a Perguntar Corretamente”.

3º – “O Ho’oponopono nos ensina a Assumir o Controle de Nossa Vida”.

4º – “O Ho’oponopono nos ensina a Pensar Corretamente”.

5º – “O Ho’oponopono nos leva ao Autoconhecimento”.

6º – “VOCÊ é 100% responsável por criar a sua realidade”.

7º – “Problemas são Memórias Repetitivas Limitadoras armazenadas e ativadas em nossa Mente Subconsciente”.

8º – “A Divindade está em nosso interior… A separatividade é uma ilusão!”.

9º – “A VIDA é uma dádiva da Inteligência Divina”.

10º – “VOCÊ é um Ser Perfeito de Luz”.

11º – “O Ho’oponopono nos ensina a trabalhar com a Lei Universal da Interação entre a Mente Consciente e a Mente Subconsciente”.

12º – “VOCÊ é 100% responsável por corrigir os pensamentos destrutivos que criam uma realidade enferma”.

Imagem tom-shakir-PBcAG6bARdI-unsplash.jpg

Referências bibliográficas da OREM1

André Biernath – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bruce Lipton – livro “A Biologia da Crença “;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Dr. Alan Strong – artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Dr. Amit Goswami – livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Dr. Benjamin P. Hardy, psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Dr. Bruce H. Lipton – livro “A Biologia da Crença”;

Dr. Deepak Chopra – livro “Criando Prosperidade”;

Dr. Gregg Braden – livro “A Matriz Divina”;

Dr. Helder Kamei – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Dr. Joe Dispenza – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Dr. Kenneth Wapnick – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Dr. Maxwell Maltz – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Dr. Nelson Spritzer – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Dr. Richard Maurice Bucke – livro ‘Consciência Cósmica’;

Dr. Serge King – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Livro “Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;           

A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
Eu sinto muito. Por favor, perdoa-me. Eu te amo. Eu sou grato.
Está feito! Aloha.

Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

0 0 votes
Article Rating
Subscribe
Notify of
guest

0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
0
Would love your thoughts, please comment.x