Artigo em inglês: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm

Coletado e traduzido do Havaiano para o Inglês por W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915]

Tradução livre Projeto OREM®

…continuação da Parte I…

V – OS DEUSES QUE ENCONTRARAM ÁGUA

“Quatro grandes deuses com um grande séquito de deuses menores vieram de Kahiki para as Ilhas Havaianas. ‘Kahiki’ significava qualquer terra além dos céus que descia para os mares ao redor do grupo Havaiano. Esses deuses se estabeleceram por um tempo no Vale Nuuanu, atrás das terras agora conhecidas como Honolulu. Esses quatro grandes deuses eram adorados pelos Polinésios espalhados por todo o Oceano Pacífico. Os seus nomes eram Ku, Lono, Kane e Kanaloa.

Kane e Kanaloa foram os descobridores de água, abrindo nascentes e piscinas em todas as Ilhas, cada piscina conhecida agora como Ka-Wai-a-ke-Akua (A água fornecida por um deus).

Em um dos jornais Havaianos muito antigo, foi feita a pergunta: ‘Quais são as águas de Kane?’ As respostas vieram: os fortes aguaceiros da chuva vivificante, o riacho da montanha crescendo em uma torrente levantando e levando canoas, a chuva cor de arco-íris amada por Kane, os riachos continuamente fluindo dos vales e as águas frescas encontradas em qualquer lugar – estas eram as águas de Kane.

Pode-se razoavelmente supor que, a partir da realização da bênção das águas doces, os antigos Polinésios, bem como os Havaianos, olharam para algumas águas encontradas em algum lugar nas terras dos deuses, que eram chamadas de ‘as águas da vida de Kane.’ As lendas Havaianas diziam: ‘Se alguém está morto e essa água é jogada sobre ele, ele se torna vivo novamente. Os velhos que se banham nesta água voltam à juventude.’ Se a água doce comum das colinas e planícies era boa, era fácil olhar além para algo melhor.

Os deuses Kane e Kanaloa estavam intimamente ligados aos interesses agrícolas do povo de outrora. Orações foram oferecidas a eles em todas as diferentes etapas do processo de cultivo. Quando um campo era selecionado, algum alimento era cozido e oferecido com a oração:

‘Aqui está a comida,
Ó Deuses, Kane e Kanaloa!
Aqui está a comida para nós.
Dê vida a nós e à nossa família.
A vida para os pais enfraquece com a idade.
A vida para todos na família.
Ao cavar e plantar a nossa terra
Vida para nós…
Essa é a nossa oração. Amama.’

Uma oração semelhante foi feita ao cultivar as colheitas ou colher o produto amadurecido.

Pode ser que a estreita conexão das águas com o crescimento das plantas tenha tornado esses dois deuses os deuses especiais dos agricultores.

Havia uma série de outros deuses cujos nomes às vezes eram usados ​​em orações oferecidas durante a agricultura. Cada um desses deuses levava o nome ‘Kane’ (às vezes Ku ou Lono seriam substituídos), seguido por um adjetivo mostrando algum método de trabalho, mas todos esses nomes de deuses menores aparentemente eram usados ​​para explicar a tarefa específica desejada, como quando o nome ‘Kane-apuaa’ era mencionado em algumas orações, a palavra ‘puaa’ (porco) carregava a ideia de cavar ou arrancar o solo.

Kane e Kanaloa foram grandes viajantes. Juntos eles viajaram por Kauai, vindo (de acordo com um relato escrito no Kuokoa por volta de 1868 pelo Rev. J. Waiamau) de terras distantes. Eles pareciam mais homens do que deuses e o povo Kauai não os adoravam, então eles abriram apenas algumas nascentes e atravessaram para a Ilha Oahu.

Em todas as Ilhas foi encontrada a raiz awa. Era amarga e muito adstringente, mas quando triturada e misturada com água o suco se tornava um licor muito querido pelo povo. ‘Esses dois deuses beberam de Kauai ao Havaí’, assim dizem as velhas lendas.

Eles viajaram ao longo da costa da Ilha de Oahu até chegarem a Kalihi, um dos atuais subúrbios da cidade de Honolulu. Por muito tempo eles estavam procurando nas encostas das colinas e ao longo dos cursos d’água em busca de awa13, mas não encontraram o que parecia desejável.

[13 Piper methysticum, também conhecida como Kava, é uma planta natural das Ilhas do Oceano Pacífico, amplamente comercializada como medicamento. Kava-Kava, Kava ou Cava que significa amargo ou azedo nas línguas da Oceania: ‘awa (Havaí), ava (Samoa), yaqona (Fiji), e sakau (Pohnpei/ Micronésia) é uma raiz da qual se prepara uma bebida de uso ritual comum aos povos do sul da Melanésia e Polinésia. Fonte Wikipédia]

Em Kalihi cresciam várias raízes finas de awa. Eles arrancaram as raízes e as prepararam para mastigar. Quando a awa ficou pronta, Kanaloa procurou água fresca, mas não encontrou. Então ele disse a Kane: ‘A nossa awa é boa, mas não há água nesse lugar. Onde nós podemos encontrar água para essa awa?’

Kane disse: ‘De fato, há água aqui.’ Ele tinha um ‘cajado grande e forte’, em algumas das lendas chamado de lança. Isso ele pegou em suas mãos e pisou no leito de lava que agora subjaz ao solo daquela região. Ele começou a golpear a terra. Afundou profundamente a ponta de seu cajado na rocha, esmagando-a e estilhaçando-a e abrindo um buraco de onde saltava água para que eles a misturassem com a awa preparada. Essa piscina de água doce é conhecida desde os tempos antigos como Ka-puka-Wai-o-Kalihi (A porta de água de Kalihi). Os deuses, estupefatos com a bebida, deitaram-se e dormiram. Quando finalmente se cansaram daquele local de descanso, passaram pelo Vale Nuuanu e entraram no mais belo vale do arco-íris do mundo, o Vale Manoa, o lar da princesa do arco-íris. Este vale é um dos subúrbios bem estabelecidos de Honolulu.

Precipícios bem arborizados guardam a extremidade superior do vale e dificultam o caminho até o topo das montanhas que se elevam milhares de metros acima.

Aqui os deuses encontraram a awa mais excelente e Kanaloa gritou: ‘Ó meu irmão, esse é uma awa que supera qualquer outra que encontramos; mas onde eu devo ir buscar água?’ Kane respondeu: ‘Aqui nessa encosta há água.’ Então ele pegou o seu cajado e o golpeou ferozmente contra o precipício pelo qual eles haviam encontrado awa. Rapidamente as rochas foram quebradas. O precipício recuou dos poderosos golpes do deus e uma grande piscina de água clara e fresca apareceu entre as grandes pedras que haviam caído. Lá eles misturaram awa e água e beberam de novo e de novo até que o sono do bêbado veio e eles descansaram na fonte que eles fizeram. Essa piscina ainda está na cabeceira do Vale do Manoa, e até hoje é chamada Ka-Wai-a-ke-Akua (A água fornecida por um deus).

Os servos de centenas de chefes levaram água desse lugar para os seus senhores sedentos.

Nos dias de Kamehameha I, muitas vezes mensageiros vinham dessa piscina de água dos deuses com cabaças cheias de água balançando nas pontas de varas colocadas sobre os seus ombros. Quando se aproximavam de qualquer indivíduo ou grupo de Havaianos, tinham que gritar bem alto, avisando para que todos por quem passassem caíssem prostrados diante do presente dos deuses ao grande rei.

Kane e Kanaloa fizeram muitas nascentes de água doce em todas as diferentes Ilhas. Às vezes um vigia se recusava a deixá-los levar a awa desejada – as lendas dizem que eles chamavam essas pessoas de mesquinhas e as pegavam e as matavam. Em Honuaula, eles quebraram um grande lugar e fizeram um grande tanque de peixes.

Eles foram para Kohala, no Havaí e encontraram um templo no qual viveram por muito tempo e o povo do Havaí pensava que eram deuses. Portanto, eles trouxeram sacrifícios e ofereceram adoração e Kane e Kanaloa ficaram satisfeitos em permanecer como dois dos deuses das Ilhas.

Essa ideia de ‘atingir uma rocha para obter fontes de água’ não está relacionada ou derivada de forma alguma de fontes Bíblicas. A ferramenta usada pelos Havaianos durante séculos para cavar era chamada de o-o, que era pouco mais do que uma vara ou bastão de ponta afiada, que era uma alavanca e uma pá. Não há nada na lenda além da expressão de um desejo de localizar nascentes de água como um presente dos deuses.

VI – A ÁGUA DA VIDA DE KANE

UMA LENDA DO VELHO HAVAÍ

‘Quando a lua morre, ela vai para a água viva de Kane, para a água que pode restaurar tudo à vida, até mesmo a lua para o caminho no céu.’ – Lenda Maori da Nova Zelândia.

Os Havaianos de muito tempo atrás compartilhavam a crença de que em algum lugar ao longo do mar profundo além do horizonte ao redor de suas Ilhas, ou em algum lugar na terra das nuvens acima dos céus que repousava em suas montanhas, havia uma terra conhecida como ‘A terra da água da vida dos deuses.’ Nesta terra havia um lago de água viva no qual sempre repousava o poder de restauração da vida. Esta água foi chamada na língua Havaiana Ka wai ola a Kane, literalmente ‘A água viva de Kane’, ou ‘A água da vida de Kane’.

A menção desse ‘wai ola’ é encontrada em muitos dos grupos de Ilhas do Pacífico, como Nova Zelândia, Tonga, Samoa, Taiti e as Ilhas Havaianas. O pensamento de ‘água da vida’ não pode se limitar a apenas algumas referências nas lendas. Algumas das experiências lendárias mais interessantes em vários grupos de Ilhas pertencem às histórias de uma busca por essa ‘água da vida’.

Kane era um dos quatro maiores deuses dos Polinésios. Em suas mãos foi colocado o cuidado da água da vida. Se qualquer pessoa obtivesse essa água, o poder do deus iria com ela. Uma pessoa doente que a bebesse recuperaria a saúde e uma pessoa morta aspergida com ela seria restaurada à vida.

No passado nebuloso das Ilhas Havaianas, um rei estava muito, muito doente. Todos os seus amigos pensavam que ele ia morrer. A família se reuniu no cercado ao redor da casa onde jazia o doente. Três filhos estavam chorando muito por causa de sua grande dor.

Um velho homem, um estranho, que passava, perguntou-lhes a causa do problema. Um dos jovens respondeu: ‘O nosso pai jaz naquela casa muito perto da morte’.

O velho homem olhou por cima do muro para os jovens e disse lentamente: ‘Eu tenho ouvido falar de algo que faria o seu pai ficar bom. Ele deve beber da água da vida de Kane. Mas isso é muito difícil de encontrar e difícil para obter.’

O velho homem desapareceu, mas o filho mais velho disse: ‘Eu não deixarei de encontrar essa água da vida e serei o favorito de meu pai e terei o reino’. Ele correu para o seu pai pedindo permissão para ir e encontrar essa água da vida.

O velho rei disse: ‘Não, há muitas dificuldades e até morte no caminho. É melhor morrer aqui.’ O jovem príncipe instou o seu pai a deixá-lo tentar e finalmente recebeu permissão.

O príncipe, pegando a sua cabaça d’água, saiu apressado. Enquanto ele percorria um caminho pela floresta, de repente um homenzinho feio, um anão (um a-a), apareceu em seu caminho e gritou: ‘Onde você está indo com tanta pressa?’ O príncipe respondeu grosseiramente: ‘Isso é assunto seu? Eu não tenho nada para lhe dizer.’ Ele empurrou o pequeno homem para o lado e correu.

O anão estava muito zangado e determinado a punir o áspero falador, então ele fez o caminho torcer e virar e ficar estreito diante do viajante. Quanto mais o príncipe corria, mais confuso ele ficava e mais estreito se tornava o caminho e cada vez mais espessas eram as árvores, trepadeiras e samambaias pelas quais o caminho serpenteava. Por fim, ele caiu no chão, rastejando e lutando contra as massas emaranhadas de samambaias e as gavinhas agarradas das vinhas da terra das fadas e gnomos. Elas se enroscaram ao redor dele e o amarraram com laços vivos e finalmente ele ficou deitado como um morto.

Por muito tempo a família esperou e finalmente chegou à conclusão de que ele havia superado alguma dificuldade. O segundo filho disse que iria buscar aquela água da vida, então, pegando a sua cabaça d’água, correu rapidamente pelo caminho que seu irmão havia tomado. O seu pensamento também era egoísta, de que ele poderia ter sucesso onde o seu irmão havia falhado e assim ganhar o reino.

Enquanto ele corria, ele encontrou o mesmo pequeno homem, que era o rei das fadas, embora parecesse um anão. O homenzinho gritou: ‘Onde você vai com tanta pressa?’

O príncipe falou rudemente, empurrou-o para fora do caminho e correu. Logo ele também foi pego na floresta emaranhada e preso como alguém que estava morto.

Então o último, o filho mais novo, pegou a sua cabaça e foi embora pensando que poderia resgatar os seus irmãos, assim como obter a água da vida para o seu pai. Ele encontrou o mesmo pequeno homem, que lhe perguntou para onde ia. Ele contou ao anão sobre a doença do rei e o relato da ‘água da vida de Kane’ e perguntou ao anão se ele poderia ajudar de alguma forma. ‘Pois’, disse o príncipe, ‘o meu pai está à beira da morte e essa água viva o curará e eu não conheço o caminho’.

O pequeno homem disse: ‘Porque você falou gentilmente e pediu a minha ajuda e não foi áspero e rude como foram os seus irmãos, eu lhe direi para onde ir e lhe darei ajuda. O caminho se abrirá diante de você na oferta desse cajado forte que eu te dou. Pouco a pouco você chegará ao palácio de um rei que é feiticeiro. Em sua casa está a fonte daquela água da vida. Você não pode entrar nessa casa a menos que leve três pacotes de comida que eu te darei. Pegue a comida em uma mão e o seu cajado forte na outra. Bata três vezes na porta da casa daquele rei com o seu cajado e uma abertura será feita. Então você verá dois dragões com a boca aberta pronta para devorá-lo. Jogue comida rapidamente em suas bocas e eles ficarão quietos. Encha a sua cabaça com a água viva e apresse-se. À meia-noite as portas serão fechadas e você não poderá escapar.’

O príncipe agradeceu ao pequeno homem, pegou os presentes e seguiu o seu caminho regozijando-se e depois de muito tempo chegou à terra estranha e à casa do feiticeiro. Três vezes ele bateu até quebrar a parede e fazer uma porta para si mesmo. Ele viu os dragões e jogou a comida em suas bocas, tornando-os seus amigos. Ele entrou e viu alguns jovens chefes, que o receberam e lhe deram um cajado de guerra e um pacote de comida. Ele foi para outra sala, onde conheceu uma linda donzela que ele amou imediatamente de todo o coração. Ela lhe disse enquanto olhava em seus olhos que depois de um tempo eles se encontrariam novamente e viveriam como marido e mulher. Então ela mostrou a ele onde ele poderia obter a água da vida, e o avisou para ter pressa. Ele mergulhou a sua cabaça na nascente e pulou pela porta bem ao bater da meia-noite.

Com grande alegria, ele correu de terra em terra e de mar em mar, procurando o pequeno homem, o a-a, que tanto o havia ajudado. Como se seu desejo fosse logo conhecido, o pequeno homem apareceu e perguntou como ele se saiu em sua jornada. O príncipe contou-lhe sobre o longo caminho e o seu sucesso e então se ofereceu para pagar o melhor que pudesse por toda a ajuda tão gentilmente prestada.

O anão recusou todas as recompensas. Então o príncipe disse que ousaria pedir mais um favor. O pequeno homem disse: ‘Você foi tão atencioso ao lidar comigo como alguém altamente honrado por você, pergunte e talvez eu possa lhe dar o que você deseja’.

O príncipe disse: ‘Eu não quero voltar para casa sem os meus irmãos; você pode me ajudar a encontrá-los?’ ‘Eles estão mortos na floresta’, disse o anão. ‘Se você encontrá-los, eles só farão mal a você. Deixe-os descansar em seus canteiros de trepadeiras e samambaias. Eles têm maus corações.’

Mas o jovem chefe rogou o seu pensamento bondoso e o anão lhe mostrou o caminho emaranhado pela floresta. Com o seu cajado mágico abriu o caminho e encontrou os seus irmãos. Ele aspergiu um pouco da água da vida sobre eles e a força voltou para eles. Contou-lhes como havia encontrado a ‘água viva de Kane’ e recebera presentes e também a promessa de uma linda noiva. Os irmãos esqueceram o seu longo sono de morte e ficaram com ciúmes e zangados com o sucesso de seu irmão mais novo.

Eles viajaram muito antes de chegarem em casa. Eles passaram por uma terra estranha onde o chefe supremo estava resistindo a um grande grupo de rebeldes. A terra estava desolada e as pessoas estavam morrendo de fome. O jovem príncipe teve pena do chefe supremo e seu povo e deu-lhes uma parte do pacote de comida da casa do deus Kane. Eles comeram e ficaram muito fortes. Então ele deixou o chefe ter o seu clube de guerra. Rapidamente os rebeldes foram destruídos e a terra teve calma e paz.

Ele ajudou outro chefe em suas guerras e ainda outro em suas dificuldades e finalmente veio com os seus irmãos para o litoral de sua própria terra. Lá eles se deitaram para dormir, mas os irmãos malvados sentiram que não havia mais problemas em que eles precisariam da ajuda mágica de seu irmão, então eles primeiro planejaram matá-lo, mas o clube de guerra mágico parecia defendê-lo. Então eles pegaram a sua cabaça da água da vida e despejaram a água em seus cântaros, enchendo a sua cabaça novamente com água salgada do mar. Eles foram para casa na manhã seguinte. O jovem príncipe avançou com a sua cabaça, deu ao pai, dizendo-lhe para beber e recuperar a vida. O rei bebeu muito da água salgada e ficou mais gravemente doente, quase até a morte. Então os irmãos mais velhos vieram, acusando o jovem príncipe de tentar envenenar o seu pai. Eles lhe deram a verdadeira água da vida e ele imediatamente se fortaleceu como nos dias de sua juventude.

O rei ficou muito zangado com o filho mais novo e o mandou embora com um oficial habilidoso na floresta. O oficial era amigo do jovem príncipe e o ajudou a encontrar um esconderijo seguro, onde ele viveu muito tempo.

Aos poucos os três grandes reis vieram de terras distantes com muitos presentes para o príncipe que lhes dera paz e grande prosperidade. Eles disseram ao pai que filho maravilhoso ele tinha e queriam dar-lhe os seus agradecimentos. O pai chamou o oficial que havia mandado embora com o jovem e reconheceu o mal que havia feito. O oficial lhe disse que o príncipe não estava morto, então o rei enviou mensageiros para encontrá-lo.

Enquanto isso, uma das mais belas princesas de todo o mundo mandara dizer a todos os lugares que ela se sentaria em sua casa e qualquer príncipe que pudesse caminhar direto para ela ao longo de uma linha traçada no ar por seus feiticeiros, sem se virar para os lados, deveria ser o seu esposo. Havia um dia marcado para o concurso.

Os mensageiros enviados pelo rei para encontrar o príncipe sabiam tudo sobre essa competição, então eles deram a conhecer tudo ao seu jovem chefe quando o encontraram. Ele foi com os seus passos rápidos de amor para a terra da bela moça. Os seus irmãos falharam em seus esforços mais cuidadosos, mas o jovem príncipe seguiu o desejo de seu coração e foi direto para uma porta que se abriu por conta própria. Saiu a donzela do palácio da terra de Kane. Para os braços dele, ela correu e enviou os seus servos a todos os lugares para proclamar que o seu senhor havia sido encontrado.

Os irmãos fugiram para terras distantes e nunca mais voltaram. O príncipe e a princesa tornaram-se rei e rainha e viveram em grande paz e felicidade, administrando os assuntos de seu reino para o bem-estar de seus súditos.

VII – MAMALA O SURFISTA

Kou’ era um lugar notável para jogos e esportes entre os chefes de muito tempo atrás. Um pouco distante do elenco de Kou havia um lago com um belo bosque de coqueiros pertencente a um chefe, Hono-kau-pu e depois conhecido por seu nome. Diretamente em direção ao oceano ficava a estreita entrada para o porto, por onde passavam as melhores ondas da velha Honolulu. As ondas tinham o nome de ‘Ke-kai-o Mamala’ (O mar de Mamala). Quando o Sol estava alto, era chamado de ‘Ka-nuku-o-Mamala’ (O nariz de Mamala).

Mamala era uma chefe de caráter kupua. Isso significava que ela era um mo-o, ou lagarto ou crocodilo gigantesco, assim como uma bela mulher e poderia assumir a forma que mais desejasse. Uma das lendas diz que ela era um tubarão e mulher e teve como marido o homem-tubarão Ouha, depois um deus-tubarão tendo a sua casa no oceano perto de Koko Head. Mamala e Ouha beberam awa juntos e jogaram konane na grande pedra lisa em Kou.

Mamala era uma surfista maravilhosa. Muito habilmente ela dançava nas ondas mais agitadas. A rebentação em que ela mais se deleitava subia longe no mar agitado, onde os ventos sopravam fortes e as ondas brancas eram as ondas que rolavam em áspera desordem na baía de Kou. As pessoas na praia, observando-a, encheram o ar com aplausos retumbantes, batendo palmas sobre os seus extraordinários feitos atléticos.

O chefe, Hono-kau-pu, escolheu Mamala como esposa, então ela deixou Ouha e foi morar com o seu novo marido. Ouha ficou zangado e tentou primeiro ferir Hono e Mamala, mas foi expulso. Ele fugiu para o lago Ka-ihi-Kapu em direção a Waikiki. Lá ele apareceu como um homem com uma cesta cheia de camarões e peixe fresco, que ofereceu às mulheres daquele lugar, dizendo: ‘Aqui está a vida [isto é, uma coisa viva] para as crianças’. Ele abriu a sua cesta, mas os camarões e os peixes saltaram e escaparam para a água.

As mulheres ridicularizavam o deus-homem. Como os antigos personagens lendários de toda a Polinésia não podiam suportar nada que lhes trouxesse vergonha ou desgraça aos olhos dos outros, Ouha fugiu das provocações das mulheres, abandonando a sua forma humana e dissolvendo a sua conexão com a humanidade. Assim, ele se tornou o grande deus-tubarão da costa entre Waikiki e Koko Head.

O surfista foi lembrado no belo mele, ou canto, vindo dos tempos antigos e chamado de mele de Hono-kau-pu:

‘O surfe aumenta em Koolau,
Soprando as ondas em névoa,
Em pequenas gotas,
Borrifo caindo ao longo do porto escondido.
Há o meu querido marido Ouha,
Há o mar agitado, o mar corrente de Kou,
O mar em movimento semelhante a um caranguejo de Kou.
Prepare o awa para beber, o caranguejo para comer.
O pequeno tabuleiro de konane está em Hono-kau-pu.
Meu amigo no ponto de surfe de altas ondas.
Esse é um bom surfe para nós.
Meu amor foi embora.
Liso é o chão de Kou,
Boa é a brisa das montanhas.
Eu espero você voltar,
Os jogos estão preparados,
Pa-poko, pa-loa, pa-lele,
Salte para o Taiti
Pelo caminho para Nuumealani (casa dos deuses),
Aquele amante (Ouha) retornará?
Eu pertenço a Hono-kau-pu,
Do surfe de altas ondas.
Os olhos do dia e da noite são esquecidos.
Kou tem o grande tabuleiro konane.
Esse é o dia e esta noite
Os olhos se encontram em Kou.’

VIII – UM TUBARÃO PUNIDO EM WAIKIKI

Entre os personagens lendários dos primeiros Havaianos estava Ka-ehu – o pequeno tubarão amarelo de Pearl Harbor. Ele recebeu poder mágico e grande sabedoria de seu ancestral Ka-moho-alii, o deus-tubarão, irmão da deusa do fogo Pele.

Part of his life had been spent with his parents, who guarded the sea precipices of the Coast of Puna in the southern part of the island Hawaii. While at Pearl Harbor he became homesick for the beauty of Puna, so he chanted:

Parte de sua vida foi passada com os seus pais, que guardavam os precipícios marítimos da Costa de Puna, na parte sul da Ilha do Havaí. Enquanto em Pearl Harbor ele ficou com saudades da beleza de Puna, então ele cantou:

‘Ó minha terra de murmurantes árvores-lehuas14!
A chuva está pisando em suas flores brotando,
Ela as leva para o mar.
Elas encontram os peixes no mar.
Esse é o dia em que o amor encontra o amor,
Os meus anseios estão provocando dentro de mim
Para os amigos espirituais da minha terra.
Eles me chamam de volta para a minha casa, eu preciso voltar.’

[14 Ohia-lehua. Metrosideros polymorpha. É uma espécie de árvore de folha perene pertencente à família das mirtáceas (Myrtaceae), endémica em seis das ilhas do Hawaii (Hawaiʻi). Fonte Wikipédia]

Ka-ehu chamou os seus amigos tubarões e começou a percorrer as margens de Oahu a caminho do Havaí. Em Waikiki eles conheceram Pehu, um tubarão visitante de Maui, que vivia no mar pertencente a Honoka-hau. Pehu era um tubarão devorador de homens e estava nadando para frente e para trás em Kalehua-wike.15 Ele estava esperando que algum surfista fosse longe o suficiente para ser pego.

[15 Perto do Hotel Moanu.]

Ka-ehu perguntou-lhe o que ele estava fazendo ali. Ele respondeu: ‘Eu estou pegando um caranguejo para o meu café da manhã’.

Ka-ehu disse: ‘Nós ajudaremos você a pegar o seu caranguejo’.

Ele disse a Pehu para se aproximar do recife de coral enquanto ele e a sua grande comitiva de tubarões iriam para o mar. Quando vários surfistas estavam longe, ele e seus tubarões apareciam e os empurravam para a praia em uma corrida tumultuada; então Pehu poderia facilmente pegar o caranguejo. Isso agradou o tubarão de Maui, então ele se aproximou do recife e se escondeu em suas sombras.

Ka-ehu said to his friends: “We must kill this man-eating shark who is destroying our people. This will be a part of our pay to them for honoring us at Puu-loa (Pearl Harbor). We will all go and push Pehu into the shallow water.”

Ka-ehu disse a seus amigos: ‘Nós precisamos matar esse tubarão devorador de homens que está destruindo o nosso povo. Isso será parte de nosso pagamento a eles por nos honrarem em Puu-loa (Pearl Harbor). Nós todos empurraremos Pehu para as águas rasas.’

Vários surfistas preparados nas ondas e Pehu chamou os outros tubarões, mas Ka-ehu disse-lhe para esperar uma chance melhor. Logo dois homens partiram em uma onda do distante mar azul escuro onde começa o surfe de altas ondas.

Ka-ehu deu um sinal para um ataque. Ele disse a seus amigos para correrem sob a grande onda e, enquanto ela passava sobre o Pehu que esperava, aglomerar os homens e suas pranchas de surfe para um lado e empurrar o Pehu saltitante para que ele ficasse chateado. Então, enquanto ele estava se debatendo na arrebentação, eles deveriam lançá-lo sobre o recife.

Quando Pehu saltou para pegar um dos surfistas que se aproximavam, ele ficou surpreso ao ver o homem ser empurrado para o lado, então, quando ele se ergueu quase em linha reta na água, ele foi pego pelos outros tubarões e jogado várias vezes até mergulhar de cabeça em um buraco profundo no coral. Lá ele sacudiu sua grande cauda, ​​mas apenas se forçou mais para dentro para não poder escapar.

Os surfistas ficaram muito assustados quando viram a companhia de tubarões nadando rapidamente do lado de fora do recife de coral – mas não tiveram medo de Pehu. Eles foram ao buraco e o mataram e cortaram o seu corpo em pedaços. Dentro do corpo eles encontraram cabelos e ossos, mostrando que esse tubarão estava destruindo alguns de seu povo.

Eles levaram os pedaços do corpo daquele grande peixe para Pele-ula16, onde eles fizeram um grande forno e queimaram os pedaços.

[16 Perto da esquina das Ruas Nuuanu e Beretania]

Ka-ehu seguiu para o Havaí como um cavaleiro errante, enfrentando muitas aventuras e punindo moradores mal-intencionados do grande mar.

IX – A ORIGEM LENDÁRIA DE KAPA

Nota: Dr. Brigham, o diretor do Bishop Museum em Honolulu, bem diz, ‘Kapa (tapa) é simplesmente ka (o) e pa (batido) ou a coisa batida.’

O tecido usado durante séculos pelos Havaianos e alguns outros Polinésios era ‘a coisa batida’ resultante de bater a casca mucilaginosa interna de certas árvores em polpa e depois em folhas que poderiam ser usadas para roupas ou cobertura.

As letras ‘k’ e ‘t’ têm sido intercambiáveis ​​desde tempos imemoriais entre os Havaianos, portanto, as palavras ‘kapa’ e ‘tapa’ foram usadas livremente como o nome do antigo tecido de polpa de madeira dos Havaianos.

As pessoas idosas diziam que antigamente os seus ancestrais não tinham nada parecido com o tecido kapa que é conhecido há muitos séculos. Eles disseram também que não havia kapa maoli, o que significa que não havia nada na natureza que fornecesse roupas ou cobertura. Muito pouca referência é feita nas lendas ao uso de peles como roupas, embora o cão e o porco tenham sido trazidos com galinhas por seus ancestrais.

As roupas dos tempos antigos eram às vezes feitas amarrando folhas secas de bananeira ao redor do corpo e as coberturas eram feitas jogando folhas secas de bananeira sobre o corpo. Assim Kawelo foi aquecido e trazido de volta à vida, de acordo com uma das lendas mais famosas da Ilha Kauai.

As folhas longas e perfumadas da planta ti17 foram secas, embebidas em água até ficarem macias, a parte externa raspada e depois presas por tranças ou amarrações. Desta forma, um manto muito quente foi feito e usado pelos caçadores de pássaros. Eles acharam muito bom para derramar chuva e manter o frio quando foram para as montanhas.

[17 Cordyline terminalis. Dracena Vermelha]

Às vezes, as folhas compridas do Lau-hala eram cobertas de palha para cobrir o corpo e a casa. Assim também a grama foi trançada em mantos muito finos, bem como em esteiras. Folhas de bananeira penduradas em tiras como uma franja eram usadas para malos (tangas) para homens e pa-us (saias) para mulheres.

Por muitas gerações, os Havaianos fizeram as mais belas e caras roupas de penas. Trançavam ou teciam uma malha de fundação de fibras vegetais muito finas, como os longos fios da videira ieie18. Essa malha foi moldada em um mahiole, ou capacete de guerreiro, um kihei, ou capa de ombro, ou uma ahuula, ou manto comprido e coberto com as mais brilhantes penas vermelhas e douradas que podiam ser protegidas dos pássaros da floresta.

[18 Freycinetia Arnotti. Lianas, cipós e trepadeiras]

Na lenda de Makuakaumana, os deuses Kane e Kanaloa são representados como sentindo pena de um de seus adoradores quando o viram estremecer em uma tempestade feroz de chuva fria; portanto, ensinaram-lhe como fazer um kihei, ou capa de ombro. Grande foi a maravilha do povo do lado norte da Ilha de Oahu quando ele apareceu entre eles e os ensinou a fazer mantos como ‘o presente dos deuses’. A lenda é interessante, mas mostra apenas que as pessoas em algum momento aprenderam a fazer uma capa para o dia de trabalho. Presumivelmente, o método Havaiano de bater a casca adesiva de certas árvores até que essa casca se torne uma massa polpuda e depois transformá-la em folhas e secá-las foi usado em Samoa e muitas outras Ilhas do Oceano Pacífico e também no México centenas de anos atrás. Evidentemente, o Havaiano trouxe a arte com ele ou aprendeu com os piratas do mar por volta do século X. No entanto, a lenda Havaiana da origem do kapa é um mito que vale a pena manter registrado na literatura Havaiana. Foi parcialmente publicado em um jornal nativo, o Kuokoa, em 1865, mas muitas referências em outras lendas impressas na mesma época completam a história.

Atrás de Honolulu, um belo vale ergue-se em um declive suave entre duas cordilheiras escarpadas de montanhas de lava até chegar à terra nublada e beber incessantemente das fontes do céu. Um riacho de água risonha emergindo de cachoeiras sopradas por ventos rápidos corre e salta em inúmeras cascatas através de bosques agradáveis ​​por esse vale de sombras repousantes até se perder nos recifes de coral de um mar iridescente.

Este é o notável Vale Nuuanu de caminhos sinuosos amados pelos turistas à medida que sobem para a grande vista sobre crateras extintas, costa da ilha e oceano sem limites, chamado de ‘ vista de Nuuanu Pali’.

Esse era o vale que deveria ter sido a primeira habitação dos deuses, de onde toda a vida se espalhou pelo grupo de Ilhas. Aqui os gnomos, ou o povo eepa, tinham a sua casa e aqui os Menehunes (as fadas) construíram um templo para ‘a criança adotada pelos deuses’.

As águas do córrego do vale fertilizaram grandes áreas onde o vale se alargou na ampla planície à beira-mar em que hoje se encontra a cidade de Honolulu. Aqui em Pu-iwa, à beira da água corrente, um fazendeiro chamado Maikoha morava com as suas filhas, não tendo nenhum cuidado, exceto levantar qualquer alimento de que necessitassem para si e para o seu tributo ao rei e suas oferendas aos deuses. .

Anos se passaram e Maikoha ficou fraco e doente. O povo eepa do vale superior sempre mandava chuvas fortes e ventos frios pelo vale, e Maikoha pouco se importava com eles; mas o velho finalmente entrou nos dias da morte sentindo um calafrio que atingiu o seu coração. Em seu leito de morte chamou as suas filhas e ordenou-lhes que ouvissem atentamente e obedecessem as suas palavras, dizendo: ‘Quando eu morrer, sepultem o meu corpo perto das águas de nosso agradável riacho. Uma árvore crescerá daquele cemitério. Esta árvore será para você como kapa, da qual você fará todas as coisas boas para roupas, bem como capa quando você dormir ou estiver doente. A casca desta árvore é a parte que você usará.’

Quando veio a morte, as filhas enterraram o pai junto à água corrente. Depois de um tempo, uma árvore cresceu da sepultura. As filhas viram que era uma árvore nova como nunca tinham visto antes. Não era alta e grande, mas lançava vários galhos pequenos e espalhados. Essa era a árvore wauke19.

[19 Broussonetia papyrifera. Amoreira de papel]

As filhas com muito medo se aproximaram desse monumento que estava sobre o túmulo de seu pai. Elas acreditavam que era um presente do aumakua, o deus-fantasma, no qual elas supunham que o espírito de seu pai havia sido transformado.

Com reverência, elas tocaram a árvore, quebraram alguns galhos, tiraram a casca e bateram e bateram até que os pedaços foram amarrados em um tipo de tecido grosseiro. Assim, eles encontraram a kapa, ‘a coisa batida’ e aprenderam a transformá-lo em pedaços pequenos e grandes e, fora dessa moda, roupas que atendessem às suas necessidades.

Foto: Wauke Tree Traditional Use httpswww.nps.govarticles000polynesian-heritage-plants-wauke.htm

Onde quer que cortassem ou quebrassem os galhos dessa nova árvore, os pedaços quebrados criavam raízes, ou, se os fragmentos eram apanhados pela correnteza, eram jogados na margem ou carregados e espalhados pela planície e onde quer que fossem, os pedaços encontravam um lugar para se plantar até crescerem até o mar.

Ramos foram levados para as outras Ilhas; assim, a wauke tornou-se uma bênção para todas as pessoas. Esta árvore com o nome ‘aute’, que é o mesmo que wauke, foi uma bênção para muitos Polinésios, do Taiti à Nova Zelândia.

Anos depois, descobriu-se que outras árvores, como a mamaki20, a maa-loa e o po-ulu, tinham casca da qual o kapa podia ser feito; mas os idosos diziam: ‘Da wauke nós o melhor kapa para roupas finas e macias’.

[20 Pipturus Albidus.]

Maikoha tornou-se o principal Aumakua, ou deus ancestral, dos fabricantes de kapa Havaianos e tem sido adorado por gerações. Quando eles plantavam os galhos de wauke, ou brotos, orações, encantamentos e sacrifícios eram oferecidos a Maikoha. Antes que os galhos fossem cortados e colocados em feixes para serem levados para um campo separado para a confecção de kapa, o favor de Maikoha era novamente buscado.

Uma das filhas de Maikoha, cujo nome era Lau-hu-iki, tornou-se a Aumakua de todos aqueles que trituravam a casca preparada, pois a ela foi dado o poder de encontrar kapa na casca da árvore wauke e ela tinha o poder de ensinar a bater, bem como abençoar o trabalho daqueles que a adoravam.

A outra filha, Laa-hana, também era venerada como Aumakua por aqueles que usavam clavas especialmente marcadas enquanto batiam a casca em padrões ou linhas marcadas, pois diziam que ela aprendeu a arranhar as clavas com dentes de tubarão para que as marcas fossem deixadas nas folhas batidas. Ela também foi capaz de ensinar aqueles que a adoravam a marcar figuras ou padrões no kapa batido.

Assim, Maikoha e as suas filhas tornaram-se os principais deuses dos fabricantes de kapa; mas outros deuses ancestrais também eram encontrados de tempos em tempos, à medida que novos passos eram dados no aperfeiçoamento da arte.

Ehu, um homem, foi feito Aumakua dos kapa-tintureiros porque aprendeu a mergulhar o tecido em corantes e dar-lhe cor. Ele descobriu o corante vermelho no sangue da árvore kukui21; portanto, orações eram oferecidas a ele e sacrifícios eram colocados em seu altar quando o fabricante de kapa desejava colorir alguns dos trabalhos.

[21 Aleurites Moluccana. Árvore Nogueira de Iguape]

Um pequeno canto em uma casa no campo de kapa geralmente tinha uma pilha muito pequena de pedras chamada ‘os altares’. Aqui pequenas oferendas de folhas ou frutas podiam ser colocadas enquanto o adorador cantava a sua oração.

Os tintureiros de kapa procuraram nas florestas árvores e plantas que pudessem dar força vital para diferentes corantes. A seiva dessas plantas era cuidadosamente colocada em juntas de bambu e levada para o local onde os batedores cantavam e trabalhavam.

Oferendas de folhas, frutas e flores eram feitas a Ehu de tempos em tempos enquanto os corantes estavam sendo coletados, bem como quando eram usados ​​para colorir o kapa.

Às vezes, as folhas eram manchadas por aspersão de cores sobre elas. Às vezes, elas eram marcadas em linhas e figuras usando talas de bambu ou bambus com extremidades marteladas em fibras semelhantes a escovas. Copos de pedra foram mantidos nos campos de kapa para o corante e a tala de marcação.

Às vezes, pedaços rasgados de kapas tingidos eram batidos com folhas novas, produzindo um efeito manchado. Os kapas brancos da melhor textura eram usados ​​nos templos para cobrir os deuses durante certas partes das cerimônias do templo. Eles também foram usados ​​para marcar um tabu estrito. Quando o kapa era colocado em um objeto, significava que ele não deveria ser tocado sob pena de punição pelo Aumakua guardião. Preso a um cajado e colocado em um caminho, significava que esse caminho era tabu. Foi dessa maneira que os padrões tabu foram colocados ao redor dos templos.

Um kapa mergulhado em um corante preto foi mantido para a cobertura da morte, especialmente para aqueles de alto escalão.

Às vezes, os perfumes de flores doces ou o óleo de árvores como o iliahi 21 (sândalo) eram martelados no kapa enquanto ele estava sendo feito. Os perfumes foram feitos desta forma. As coisas cheirosas foram colocadas em uma cabaça e cobertas com água. Pedras quentes foram colocadas na água e a fragrância extraída das plantas. A água foi fervida até o perfume ficar muito forte. Isso foi feito com as flores perfumadas da niu22 (coco) e da lau-hala23, e a madeira do iliahi e outras plantas perfumadas.

[21 Santalum Freycinetianum]

[22 Cocos nucifera]

[23 Pandanus adoratissimus. Pândano]

Quando os kapas eram perfumados, eram secos dentro de uma casa para que a fragrância não se perdesse.

Às vezes os kapas eram bem raspados com pedaços de concha ou esfregados com pedras, depois eram enrolados na terra e colocados em uma cabaça e bem encharcados por um longo tempo. Quando esses kapas eram lavados, raspados e batidos novamente, eles ficavam muito macios. Muitas vezes, o fabricante de kapa pegava essas folhas de kapa e as espalhava sobre uma camada de musgo de água doce e fria, deixando-as a noite toda para o orvalho cair. Esses kapas tornaram-se muito brilhantes e resplandecentes. Às vezes, os kapas acabados eram lubrificados para que se tornassem excelentes protetores da umidade e do frio das fortes brumas e chuvas. Esses kapas oleados eram frequentemente envernizados ao serem esfregados com ovos. Ovos de aranha foram considerados os melhores para esse propósito.

No início, uma pedra chata era usada para bater as folhas de kapa, mas blocos de madeira e bastões longos e pesados ​​​​foram encontrados para dar os melhores resultados. Esses foram chamados kua-kuku. Um bloco cortado de uma certa maneira era muito apreciado pelas mulheres, pois devolveu um som suave com a batida rítmica das marretas, acompanhado por seus próprios cantos e encantamentos para Maikoha ou um dos outros Aumakuas.

Hina, a mãe do semideus Maui, foi a grande criadora de kapa das lendas dos antigos Havaianos. Diz-se que ela ainda espalha os seus kapas no céu. São as belas nuvens de todas as cores, às vezes empilhadas e às vezes deitadas em lençóis. Quando ventos ferozes sopram e levantam e lançam as nuvens kapas e rolam as pedras que Hina colocou sobre elas para mantê-las no chão, ou quando ela mesma joga as pedras, o barulho das pedras rolantes é o trovão que os homens ouvem.

Quando Hina enrola as camadas de nuvens, as dobras brilham e brilham à luz do sol; assim, o que os homens chamam de relâmpago é a luz do sol saltando de folha em folha dos kapas de Hina na terra das nuvens.

X – A CRIAÇÃO DO HOMEM

A LENDA DE KAMAKAU

Nota: Mauka24 de Honolulu sobe uma faixa de nuvens. Além disso está o lugar onde Kamakau, um historiador nativo de cerca de sessenta anos atrás, diz que os deuses Havaianos criaram os primeiros habitantes dessas Ilhas. A história foi repetida em vários jornais Havaianos e com embelezamentos, foi adotada pelo juiz Fornander e mencionada em notas em sua obra ‘A Raça Polinésia’. Partes da história são evidentemente Havaianas antigas, mas a parte que descreve a criação do homem é totalmente Bíblica com a adição de alguns toques de imaginação.

[24 Em direção à montanha]

‘O céu está estabelecido.
A terra está estabelecida.
Preso e presa,
Sempre mantendo juntos,
Emaranhado na obscuridade,
Perto uma da outra um grupo de Ilhas
Espalha-se como um bando de pássaros.
Saltando para cima são os lugares divididos.
Elevados ao alto estão os céus.
Polido por golpes,
As lâmpadas descansam no céu.
Atualmente as nuvens se movem,
O grande sol nasce em esplendor,
A humanidade surge para o prazer,
O céu em movimento está acima.’
Canto Havaiano.

Ku, Kane, Lono e Kanaloa foram os primeiros deuses feitos.

Os deuses tinham vindo de terras longínquas e desconhecidas. Eles trouxeram consigo as pessoas misteriosas que vivem em precipícios, árvores e rochas. Esses eram os espíritos invisíveis do ar.

A terra era uma cabaça. Os deuses jogaram a cobertura da cabaça para cima e ela se tornou o céu. Parte da ‘polpa’ espessa tornou-se o sol. Outra parte era a lua. As estrelas vieram das sementes.

Os deuses foram para uma pequena Ilha chamada Mokapu e pensaram que fariam o homem ser o chefe de todas as outras coisas. Mololani era a colina da cratera que forma a pequena Ilha. No lado do nascer do sol dessa colina, perto do mar, estava o lugar onde a terra vermelha estava misturada com o solo azul escuro e preto. Aqui Kane arranhou a terra e fez a forma de um homem.

Kanaloa zombou a massa de sujeira e fez uma forma melhor, mas não tinha vida. Kane disse: ‘Você fez uma imagem suja; deixe-a se tornar pedra.’

Então Kane ordenou que Ku e Lono obedecessem cuidadosamente às suas instruções. Eles estavam com medo que ele os matasse, então imediatamente pegaram um dos espíritos do ar e o empurraram para a imagem que Kane havia feito.

Quando o espírito foi empurrado para o corpo, Kane ficou ao lado da imagem e gritou: ‘Hiki au-E-ola! E-ola!’ (‘Eu me torno, viva! viva!’)

Ku e Lono responderam ‘Viva! viva!’ Então Kane chamou novamente, ‘Eu me torno, acorde! acorde!’ e os outros dois responderam: ‘Acorde! acorde!’ e a imagem tornou-se um homem vivo.

Então Kane gritou: ‘Eu me torno, levante-se! levante-se!’ Os outros deuses repetiram: ‘Levante-se! levante-se!’ e a imagem se levantou – um homem com um espírito vivo. Eles o chamaram de Wela-ahi-lani-nui, ou ‘O grande céu queimando em brasa’.

Eles cantaram, dando os sinais divinos que acompanham o nascimento de um chefe:

Nota: Fornander, em seu livro ‘The Polynesian Race’, diz que Lono trouxe barro esbranquiçado dos quatro confins do mundo, com o qual fazer a cabeça, mas não há fundamento para essa afirmação nas lendas. Essa deve ter sido uma declaração verbal feita a ele por Kamakau.

‘As estrelas estavam queimando.
Quentes eram os meses.
A terra se ergue nas Ilhas,
O surfe de altas ondas é como as montanhas,
Pele expele o seu corpo (de lava).
Massas quebradas de chuva do céu,
A terra é abalada por terremotos,
Ikuwa25 reverbera com trovões.’

[25 Ikuwa era o mês de trovões e relâmpagos.]

Os deuses levaram esse homem para a sua casa e o alimentaram. Quando ele ficou forte, saiu para passear pela casa dos deuses. Logo ele notou uma sombra circulando com o seu corpo. Ele andou quando ele andou, e descansou quando ele descansou. Ele se perguntou o que era essa coisa e a chamou de ‘aka’ ou ‘sombra’.

Quando ele dormiu, Ku, Kane e Lono abriram o seu corpo, e Kane tirou uma mulher, deixando Ku e Lono para curar o corpo. Depois eles colocaram a mulher ao lado do homem e ficaram semelhantes.

Wela-ahi-lani-nui acordou e encontrou uma bela pessoa deitada ao lado dele e pensou: ’Essa é aquela coisa que esteve ao meu lado, meu aka. Os deuses a transformaram nessa bela pessoa.’ Então ele deu a ela o nome de ‘Ke-aka-huli-lani’ (O-céu-mudou-sombra). Esses foram os ancestrais dos Havaianos e todos os povos das Ilhas do grande oceano.

Isso precisa ser lembrado que existem muitas outras lendas Havaianas que mencionam outros primeiros homens e mulheres como ancestrais do povo Havaiano.

XI – O CHEFE COM OS SERVOS MARAVILHOSOS26

[26 Do Jornal Havaiano Kuokoa de 1862]

Um certo chefe que viveu na Ilha de Oahu na memória muito enevoada de muito, muito tempo atrás, pensou que viajaria por suas terras e veria as suas condições. Ele ficou tão satisfeito que se gabou de seu amplo domínio quando conheceu um companheiro de viagem. O homem disse: ‘Eu posso ver as terras de Wakea e Papa e elas são maiores e mais belas do que esses seus belos lugares.’ Então eles decidiram ir juntos para encontrar aquela maravilhosa terra dos deuses.

Logo eles passaram por um homem parado à beira do caminho. O chefe perguntou o que ele estava fazendo. O homem respondeu: ‘Eu sou Mama-loa [O muito veloz]. Eu estou esperando o sol nascer, para que eu possa correr e pegá-lo.’ Todos esperaram até que o sol aparecesse e começasse a se erguer sobre a Ilha. O homem correu muito rápido e o pegou, amarrou-o e o manteve prisioneiro por um tempo.

Então os três viajaram juntos – o chefe, cujo nome era Ikaika-loa (O muito forte) e o homem que podia ver claramente a longa distância, cujo nome era Ike-loa (O clarividente), e Mama-loa. Dali a pouco viram dois homens dormindo à beira do caminho. Um tremia de frio; o seu nome era Kanaka-make-anu (Homem-que-morre-no-frio). O outro estava queimando como se estivesse sobre um fogo; o seu nome era Kanaka-make-wela (Homem-que-morre-no-fogo). Eles aqueciam um e esfriavam o outro e todos seguiram juntos.

Eles chegaram a um campo para atirar em ratos e encontraram um homem de pé com arco e flecha, atirando com muita habilidade. O seu nome era Pana-pololei (O-atirador direto). Eles pediram que ele fosse para as terras de Wakea e Papa, então ele viajou com eles. Aos poucos eles encontraram um homem caído no caminho com o seu carro no chão. O chefe lhe perguntou: ‘O que você está fazendo?’ Ele olhou para cima e disse: ‘Eu tenho ouvido a briga entre Papa e Wakea’. O homem que estava ouvindo as palavras ásperas deles era Hoo-lohe-loa (O-homem-que-ouvia-de longe). Todos eles viajaram até que entraram em uma terra27 mais bonita do que qualquer outra que já tinham visto antes.

[27 As lendas dizem que uma das casas de velórios e Papa era o esplêndido país ao redor do Vale Nuuanu e Honolulu]

Os vigias daquele país viram chegando seis homens de boa aparência e com eles um sétimo homem, superior em todos os sentidos. O relatório da chegada desses estranhos foi rapidamente enviado à chefe que governava a terra sob Wakea e Papa. Ela ordenou que seu chefe levasse os seus guerreiros e encontrasse esses estranhos e os trouxesse para sua casa. Lá eles se divertiram. Enquanto dormiam, a chefe reuniu o seu povo até que o cercado ao redor das casas se encheu de gente.

De manhã, Ikaika-loa, o chefe, disse à chefe: ‘Eu ouvi dizer que você propõe enigmas difíceis. Se eu adivinhar os seus enigmas, você se tornará minha esposa.’ A chefe concordou, levou-o para fora da casa e disse: ‘O homem que agora é meu marido está parado na porta da casa de Wakea e Papa; onde fica a porta dessa casa?’ O chefe virou-se para Ike-loa e perguntou secretamente se podia ver a porta da casa de Papa. Ele olhou ao redor e finalmente disse: ‘A porta daquela casa é onde está o tronco daquela grande árvore. Se você é forte e pode quebrar aquela árvore você pode encontrar a porta, porque ela está em uma das raízes daquela árvore.’

Então o chefe foi até aquela árvore e levantou e torceu a casca e arrancou a madeira, abrindo a porta.

Depois disso, a chefe disse: ‘Há três cães. Um pertence ao nosso chefe supremo, Wakea; um à sua esposa, Papa; e um é meu. Você pode indicar o cão que pertence a cada um de nós?’

O chefe sussurrou para o seu servo Hoo-lohe-loa: ‘Ouça e aprenda os nomes dos cães.’ Então, o homem que podia ouvir claramente colocou o ouvido no chão e ouviu Papa dizer aos servos: ‘Esse cachorro preto de Papa sairá primeiro, depois o cachorro vermelho de Wakea. O cachorro branco da chefe sairá por último’. Assim, o chefe aprendeu a nomear os cães.

Quando o cão preto saltou pela porta, o chefe gritou: ‘Aqui está o cão preto que pertence à Papa’.

Quando o cão vermelho o seguiu, disse: ‘Esse é o cão vermelho de Wakea“.

Então veio o cão branco, e o chefe gritou: ‘Este cão branco nos pertence, ó Chefe.”

Depois disso, eles se prepararam para um banquete. A chefe disse: ‘Muito longe está a água doce que nós desejamos. Envie um de seus homens e eu enviarei uma de minhas mulheres com uma cabaça para água. Se o seu homem voltar primeiro enquanto nós comemos, nós nos casaremos’.

O chefe deu uma cabaça para Mama-loa e ele se preparou para ir – uma mulher com a sua cabaça ao seu lado.

No comando eles começaram a corrida deles. O homem correu rapidamente, pensando que não havia ninguém entre todos os homens tão rápido quanto ele, mas a mulher passou por ele e o deixou para trás.

O chefe ligou para Pana-pololei, o atirador certeiro, e disse que precisavam de sua habilidade. Ele pegou o seu arco e flechas e atirou. Longe, muito longe a flecha acelerou e zuniu logo atrás da cabeça da mulher. Ela ficou tão assustada que tropeçou e caiu no chão e o homem passou.

Depois de algum tempo, o chefe disse a Ike-loa, o clarividente: ‘Como eles estão indo agora?’

O servo disse: ‘A mulher está ganhando novamente’.

O chefe disse ao seu caçador de ratos: ‘Talvez você tenha outra flecha?’ e novamente uma flecha disparou atrás dos velozes corredores. A flecha roçou as costas da mulher e ela caiu. Mama-loa passou por ela, correu para a fonte, encheu a sua cabaça e começou a voltar. Mas a mulher foi muito rápida e, mergulhando rapidamente a sua cabaça, virou-se e logo passou pelo homem. Uma flecha acelerou tocando a cabeça da mulher e ela caiu para frente, quebrando a cabaça e derramando a água; mas ela pulou e economizou um pouco de água e correu atrás do homem que havia passado por ela.

‘Ah, como ela corre! Ela passa voando pelo homem que está quase no final da corrida’, exclamou Ike-loa.

Então o chefe chamou o seu arqueiro: ‘Ó Pana-pololei! Talvez você tenha outra flecha?’ O arqueiro disparou uma flecha contundente, atingindo o peito da mulher e ela caiu, sem fôlego, perdendo toda a água de sua cabaça quebrada.

O chefe pegou a cabaça de seu homem e derramou água em um copo de coco e deu para a chefe beber.

Quando a mulher chegou, a chefe perguntou por que ela havia falhado. A mulher respondeu: ‘Eu passei por aquele homem, mas algo me atingiu e eu caí. Isso veio a mim de novo e de novo, mas eu não podia ver nada. Por fim, caí e a cabaça se quebrou e toda a água se perdeu, e esse homem ganhou a corrida.’

Enquanto isso, Mama-loa estava sendo zombado pelos outros servos do chefe. Ele perguntou: ‘Por que vocês riem de mim? Vocês não viram a minha vitória?’

Eles riram ainda mais e disseram: ‘Ka! Se nós não tivéssemos ajudado você, você teria sido derrotado.’ Então eles lhe contaram como ele havia sido vigiado pelo clarividente e ajudado pelas flechas de seu amigo.

A chefe disse ao chefe que ela tinha mais um teste antes que o casamento pudesse acontecer.

Ela disse: ‘Nessa terra há dois lugares, um muito quente e outro muito frio. Se você puder enviar homens para morar nesses dois lugares, nós nos casaremos”.

Então o chefe disse a Kanaka-make-anu: ‘Você morre no frio, mas talvez você possa ir para o lugar muito quente para a chefe. E Kanaka-make-wela, que sofria de calor, pediu para ir para o frio. Os servos disseram: ‘Nós vamos, mas nunca mais voltaremos. Estas são as nossas moradas naturais.’

There were no more riddles to solve, so the chief and chiefess married and lived royally in that beautiful land of the gods.

Não havia mais enigmas para resolver, então o chefe e a chefe se casaram e viveram majestosamente naquela bela terra dos deuses.”

Imagem alexandra-tran-DwnyHgFaDJo-unsplash.jpg – 19 de agosto de 2022 – Rainbow and Wailua Falls in Kauai, Hawaii – A Água da Vida

…continua Parte III…

Muda…

A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.

Eu sinto muito.
Por favor, perdoa-me.
Eu te amo.
Eu sou grato(a).

Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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