Artigo baseado no que pensam eminentes divulgadores da Psicologia Huna sobre o tema “Poder”.

Mas antes, o que é o poder?

A partir do site Significados, nós temos a seguinte definição:

“Poder é o direito de deliberar, agir, mandar e, dependendo do contexto, exercer a sua autoridade, soberania, a posse de um domínio, da influência ou da força.

Poder é um termo que se originou a partir do latim ‘possum’, que significa “ser capaz de”, e é uma palavra que pode ser aplicada em diversas definições e áreas.

Segundo a sociologia, “poder” é a habilidade de impor a sua vontade sobre os outros. Existem diversos tipos de poder: o poder social, o poder econômico, o poder militar, o poder político, entre outros.

Alguns autores importantes que estudaram a questão de poder foram Michel Foucault, Max Weber, Pierre Bourdieu.

As principais teorias sociológicas relacionadas ao poder são a teoria dos jogos, o feminismo, o machismo, o campo simbólico, etc.

Para a política, poder é a capacidade de impor algo sem alternativa para a desobediência. O poder político, quando reconhecido como legítimo e sancionado como executor da ordem estabelecida, coincide com a autoridade, mas há poder político distinto dessa, como acontece no caso das revoluções ou nas ditaduras.

O poder se expressa nas diversas relações sociais e onde existem relações de poder, existe política e a política se expressa nas diversas formas de poder.”

Fonte: Site https://www.significados.com.br/poder/

O que diz o sistema de pensamento da Psicologia Huna sobre Poder?

Nós destacamos trechos de alguns artigos de eminentes especialistas e divulgadores da Psicologia Huna que abordam especificamente sobre esse tema, para o nosso conhecimento, entendimento e reflexão.

Fonte: Site http://www.huna.org/html/teaching.html (Aloha International)

Tradução livre Projeto OREM®

Poder e Propósito (Power and Purpose)

Autor: Serge Kahili King

Serge Kahili King, Ph.D. é autor de muitos trabalhos sobre Huna e Xamanismo Havaiano, incluindo Urban Shaman e Instant Healing. Ele tem Doutorado em Psicologia e foi treinado em Xamanismo pela família Kahili de Kauai, bem como por Xamãs Africanos e Mongóis. O Dr. King é o Diretor Executivo da Aloha International, uma rede mundial sem fins lucrativos de indivíduos que se dedicaram a tornar o mundo um lugar melhor.

Como autor, o Dr. King tem publicado a maior seleção mundial de livros e mídia digital sobre Huna, a filosofia Polinésia e a prática de uma vida eficaz e sobre o espírito de Aloha, a atitude de amor e paz pela qual as Ilhas Havaianas são tão famosas. Ele também escreve extensivamente sobre a cultura Havaiana.

Dr Serge Kahili King diz:

“A essência do poder é a influência. É isso que permite que você seja eficaz em fazer o que quer fazer, obter os resultados pretendidos, levar os outros a ajudá-lo e é isso que afeta o poder dos outros, mesmo quando não é intencional.

Tudo tem aspectos ativos e passivos de poder. Uma flor tem o poder ativo de crescer, florescer e se reproduzir. Também pode ter o poder passivo de dar comida a uma abelha ou prazer a um ser humano, ambos aumentando o seu poder ativo de crescer e se reproduzir. Um ser humano pode ter o poder ativo para realizar uma determinada tarefa. Ele ou ela também pode ter o poder passivo de inspirar outros humanos com esse desempenho.

Existem vários tipos de poder:

  1. O poder da energia (como dos elementos, potência, emoções, vibrações).
  2. O poder do favorecer [capacidade de dar ou retirar] (como de dinheiro, posição, prestígio, afeto, punição, proteção, prazer, etc.).
  3. O poder de intimidação (ameaça ou ato de violência ou perda, manipulação emocional, etc.).
  4. O poder do conhecimento (como de habilidade, informação, sabedoria).
  5. O poder da autoridade (como da autoconfiança ou confiança no acesso de alguém para outro poder).
  6. O poder do foco (assim como decisão, determinação, motivação, desejo).
  7. O poder da crença (assim como suposições, atitudes e expectativas).

O poder pessoal é o poder de dirigir a própria vida e assumir a responsabilidade pelos efeitos ao fazer isso. Todas as pessoas usam o poder pessoal até certo ponto e a maioria delas aceita a responsabilidade quando funciona do jeito que elas querem. No entanto, relativamente poucas pessoas querem assumir a responsabilidade quando não dá certo e relativamente muitas preferem transferir a autoridade de administrar as suas próprias vidas para outra pessoa. ‘Cuide de mim’ parece ser um grito mais popular do que ‘Ajude-me a cuidar de mim mesmo’. ‘Isso não é a minha culpa’ é ouvido com mais frequência do que ‘eu mudarei a mim mesmo’.

O poder pessoal não afeta apenas o indivíduo; ele também tem consequências sociais. Eu fui informado sobre um incidente ocorrido durante o período em que as relações entre os Estados Unidos e a China Comunista estavam apenas se iniciando. Como forma de intercâmbio cultural, os EUA enviaram uma equipe de tênis de mesa à China para competir com os seus colegas Chineses.

Durante um intervalo, as equipes discutiram a vida nos dois países com a ajuda de um tradutor. Um Americano mencionou uma estatística atual na época que, em média, os Americanos mudam de residência a cada dois anos. Um Chinês perguntou se os Americanos estavam zangados com o Governo por movê-los com tanta frequência. Quando foi explicado que os Americanos se movem quando e onde querem, ele exclamou incrédulo: ‘Como você pode controlar a sua economia se todos se movem à vontade?’ É difícil para algumas pessoas entender que a Nação mais poderosa, ou seja, influente e a nação mais bem-sucedida, próspera e compassiva, será aquela cujos cidadãos terão mais liberdade para fazer as suas próprias escolhas. Uma forma de aumentar o poder pessoal, ou seja, o poder de desenvolver a própria vida, é combinando as técnicas de ku’uwelu, ho’ohui hoaka e nalu.

Ku’uwelu é traduzido aproximadamente como ‘estar solto’ [relaxar, não se preocupar] e, conforme pretendido aqui, significa entrar em um estado de não resistência à influências internas e externas. A não-resistência ocorre tanto na mente quanto no corpo e o processo é realizado usando palavras, imagens, pensamentos, sentimentos, movimento, consciência no nível da realidade [awareness] e intenção. Na prática, consiste em monitorar o corpo para liberar continuamente os menores aumentos de tensão desnecessária (a tensão necessária, por exemplo, é aquela exigida para permanecer ereto na posição em pé) e reações de tensão e monitorar a mente para liberar continuamente todos os pensamentos negativos e reações de pensamento. O efeito é alcançar uma espécie de transparência mental e física, uma espécie de ‘consciência no nível da realidade [awareness] vazia’. Isso não significa ausência de consciência no nível da realidade [awareness], mas uma consciência no nível da realidade [awareness] intensificada, desanuviada ou restrita por padrões de reação automática. A consciência no nível da realidade [awareness] intensificada inclui clareza de pensamento, percepção sensorial aumentada, percepção aumentada de energia e uma capacidade de agir ou reagir quase instantaneamente a qualquer estímulo. Ao praticar a técnica, muitas vezes há uma experiência de liberação do corpo e realizações ‘aha!’.

[Minha observação: um momento “aha!” é algo como aquele momento que exclamamos após uma descoberta: “Ah, então é ASSIM que isso funciona!”. Uma definição para momentos “aha!”: “Eles são aceleradores das possibilidades, dissolvem os limites e nos fazem ver as coisas de maneira diferente. Depois que a nossa mente é impactada por um momento ‘Aha!’, ela nunca voltará ao seu estado original.” – Ina Catrinescu, autora de Burnout to Breakthrough: Motivating Employees with Leadership Tools That Work.]

Ho’ohui hoaka significa ‘conectar a aura’ e isso se refere a uma técnica de estender a sua aura para conectar ou unir-se às auras de seu ambiente. Na execução adequada da técnica, você está altamente consciente [no nível da realidade; aware] da forma, textura, movimento e ‘sensação’ de tudo o que você juntou. É uma técnica de 2º nível, porque você ainda está muito ciente de que [no nível da realidade; aware] o objeto ou a pessoa não é você. No entanto, você está fortemente ligado ou misturado, assim como quando segura ou toca um objeto ou pessoa familiar e querida. Ho’omaika’i, a técnica da bênção, é de grande ajuda para a conexão.

Nalu é uma técnica de contemplação que funciona com base no princípio EFWAG – ‘Energy Flows Where Attention Goes’ [A energia flui para onde vai a atenção’]. Sempre que a mente está focada em algo, especialmente com intenção, não apenas há um fluxo recíproco de energia, mas a natureza ou qualidade do que está focado tende a ser reproduzida pelo ku, a mente do corpo [mente subconsciente]. Portanto, se você se concentra na energia do fogo, tende a se energizar e se você se concentra na liberdade de uma águia, tende a se sentir livre. Além disso, nalu pode ser usado para influência telepática e psicocinética.

Quando ku’uwelu, ho’ohui hoaka e nalu são combinados, os resultados podem ser muito poderosos. Se você já experienciou um estado de alto poder ou amor, essa é uma maneira de voltar a ele conscientemente no nível da percepção [consciously].

A ideia é que o estado não resistente permitirá um fluxo desinibido de energia, a extensão da aura o conectará com o seu ambiente e o processo contemplativo direcionará a energia de acordo com uma intenção natural, transformando você em uma espécie de supercondutor para super eficácia. Uma vez que você esteja ‘conectado de forma transparente’, o fator chave é o foco de sua contemplação. Isso não precisa permanecer o mesmo.

Por exemplo, você pode começar contemplando a beleza, passar para a energia e depois para um efeito ou influência desejados. A combinação também é muito útil para eliminar bloqueios pessoais, pois, ao contemplar uma área problemática, você terá muitas oportunidades de continuar liberando mente e corpo.

O poder, entretanto, não tem sentido sem um propósito e nenhum propósito pode ser alcançado sem poder. Quanto maior o propósito, maior o poder, mas não funciona de outra maneira. Você não pode acumular um tremendo poder primeiro e depois começar a aplicá-lo a um grande propósito. É o propósito que expande o poder.  

Usar o poder com o propósito de autogratificação imediata é natural. Nós fazemos isso sempre que nós agimos para aumentar o nosso conforto, o nosso prazer ou a nossa eficácia. Comprar é uma expressão de poder pessoal, assim como dirigir um carro, jogar ou fazer amor, mas o grau de influência – e, portanto, o nível de poder – é relativamente pequeno. À medida que nós envolvemos os outros em nossa expressão de poder pessoal, ajudando-os a aumentar a sua influência, o nosso próprio poder cresce. Todos os grandes líderes religiosos, políticos, militares, da parte financeira ou sociais usaram essa ideia, conscientemente [no nível da percepção; consciously] ou inconscientemente [no nível da percepção; unconsciously]. A maioria também encontrou dois grandes problemas com base em um entendimento equivocado sobre o poder.

O primeiro problema é a falsa associação de poder com controle. Esse erro é muito comum e é a principal razão pela qual tantas pessoas têm medo de todo o conceito de poder. Na verdade, o controle é apenas uma técnica e não muito boa, para exercer influência. O controle requer que a ameaça ou o fato da punição seja eficaz e a resposta a isso é sempre medo e raiva. Portanto, o uso da técnica de controle configura uma resistência natural ao seu uso. Se você olhar para a superfície de uma situação, a técnica de controle pode parecer eficaz, seja em uma família ou em um estado policial, mas a resistência subjacente está constantemente trabalhando para desfazê-la. Mesmo que a situação dure muitos anos, a técnica de controle produzirá um registro muito ruim de obtenção dos resultados desejados.

O segundo problema é o uso do poder contra alguma coisa. Agora, exercer influência induz a mudança e o universo tem uma resistência interna à mudança que ajuda a evitar que caia no caos. Em toda a existência, nós podemos ver uma interação constante entre as forças de mudança e a resistência a essas forças. Nós vemos também tentativas constantes de reduzir a resistência para facilitar a mudança, como o caminho percorrido pela lava derretida, a forma de uma gota de chuva, a estrutura de uma folha de palmeira, a força de um elefante, a aerodinâmica de um avião e a alteração de um estilo de vida. Muito raramente nós vemos o poder usado de forma consistente e proposital para se livrar de algo, exceto entre os humanos. Algumas pessoas não estão satisfeitas em desenvolver o seu próprio sistema religioso ou político; elas têm que fazer o delas o único, destruindo os outros. Algumas pessoas não querem competir; elas querem eliminar a concorrência. Algumas pessoas não querem curar o câncer ou o problema das drogas; elas querem fazer guerra contra eles. O uso do poder para voluntariamente se opor, subjugar ou destruir outro poder gera tensões tremendas que reduzem a eficácia de ambos.

‘Poder sobre’ e ‘poder contra’ são usos do poder muito ineficientes. Um uso muito mais eficiente é ‘poder para’. Os primeiros são inerentemente destrutivos, enquanto o último é inerentemente criativo. Às vezes, a diferença é tão sutil quanto uma atitude, mas os efeitos podem diferir vastamente.

Por exemplo, duas abordagens muito diferentes para a cura são tratar a doença como um inimigo ou como um comportamento. Se uma doença como o câncer é considerada um inimigo, isso pode levar ao pensamento de fazer guerra contra ela e então tratamentos como cirurgia, radiação, produtos químicos e raios-x são considerados armas para vencer a guerra. Além disso, qualquer tratamento sem o poder de suprimir ou destruir o câncer, ou de revelar os seus segredos, é considerado, na melhor das hipóteses, irrelevante ou, na pior, uma farsa. Por outro lado, tratar o câncer como um comportamento, ou efeito de comportamentos, leva a pensar que qualquer tratamento que modifique o comportamento do corpo, da mente ou do ambiente pode ser útil e isso pode incluir até mesmo tratamentos que sejam armas na luta contra o câncer na abordagem ‘inimigo’.

A maior diferença é que a atitude de guerra produz estresse muito mais resistente no corpo, na mente e no ambiente do que uma atitude de mudança comportamental pacífica. O resultado disso, naturalmente, é que no último, mais do poder aplicado à cura é realmente usado para a cura e menos é necessário para vencer a resistência. Esse é simplesmente um aspecto da física da energia.

Na natureza nós vemos exemplos abundantes de rochas, plantas e animais seguindo o caminho de menor resistência. Também nós o encontramos nos humanos, no entanto, ao lado do que parece ser a prática de seguir o caminho de maior resistência. Porém, o caminho de menor resistência pode ser tão óbvio que é necessária uma mudança radical de atitude para reconhecê-lo.

Uma folha de grama aparentemente tem o poder de romper uma laje de concreto, mas claramente não tem força para realizar essa façanha. Mas talvez não esteja rompendo o concreto. Talvez, usando o princípio de que a energia flui para onde vai a atenção, ela esteja concentrando toda a sua atenção em alcançar o sol e ignorando completamente o concreto. Talvez, diante de tal amor, o concreto simplesmente se abra para deixá-la passar. E talvez essa mesma ideia possa ser aplicada à nossa vida humana. Ou seja, talvez o caminho de menor resistência seja o caminho do amor. Se for assim, então talvez haja um poder maior e um propósito maior em manter a nossa atenção no que nós queremos e não no que nós não queremos; menos no que nós odiamos e tememos e muito mais no que nós percebemos como o bem maior.

Golpes de Poder e Mordidas de Amor (Power Hits and Love Bites)

Autor: Serge Kahili King

“Uma maneira de olhar para o comportamento humano é vê-lo motivado pela busca do prazer e pelo evitamento da dor. Nesse ponto de vista, existem três tipos de prazer que nós buscamos e três tipos de dor que nós evitamos se nós pudermos.

Um tipo de prazer e um tipo de dor são compartilhados da mesma forma por todos, então nós não vamos gastar muito tempo com eles. Esses são o prazer físico de relaxar e a dor física da tensão. O nosso ponto de vista diz que essas são as essências de todo prazer e dor. Nós passaremos mais tempo nos outros dois conjuntos nesse artigo.

Os outros dois tipos de prazer são o prazer emocional de se sentir eficaz e o prazer emocional de se sentir conectado. Os outros dois tipos de dor são a dor emocional de se sentir impotente e a dor emocional de se sentir isolado. Esses também são compartilhados por todos, mas não da mesma maneira.

As pessoas se sentem eficazes de maneiras diferentes por motivos diferentes e se sentem conectadas de maneiras diferentes por motivos diferentes. Sentir-se eficaz está associado a sentir-se poderoso e sentir-se conectado está associado a sentir-se amado. Mas as pessoas podem tornar essas ideias simples muito complicadas.

Quanto prazer você sente e que tipo de comportamento você sente depende de dois fatores: autoconfiança e autoestima. Eu abreviarei isso como Confiança e Estima. Quanto mais Confiança e Estima você tiver em relação às diferentes áreas de sua vida, mais eficaz e conectado você se sentirá nessas áreas e mais oportunidades de prazer você terá. Isso inclui as áreas de saúde, riqueza, relacionamentos e sucesso.

Por outro lado, quanto menos confiança e estima você tiver e em menos áreas em que as tiver, menos oportunidades de prazer você terá. E, no entanto, o desejo de prazer ainda está lá. Por exemplo, você pode ter bastante Confiança e Estima no trabalho, mas não no lazer, ou no lazer e não no trabalho.

Agora eu comporei algumas porcentagens para facilitar o entendimento. Eu nunca tinha ouvido falar de alguém que tivesse ou tenha 100% de Confiança e Estima em todas as áreas da vida, então nós ignoraremos isso. E qualquer pessoa com 75% é tão excepcional que também nós iremos ignorá-la. Isso deixa o grupo de 50% que eu chamarei de ‘na média’ e o grupo de 25% que eu chamarei de ‘abaixo da média’. O grupo com 50% de Confiança e Estima em todas as áreas é o maior em números para o nosso propósito.

Sempre que você experiencia eficácia em qualquer grau em qualquer área da vida, você sente uma onda repentina de prazer que eu chamo de ‘golpe de poder’. Normalmente para o grupo de 50%, isso acontece quando você resolve um problema, resolve um conflito, termina uma tarefa, atinge uma meta, ganha um jogo ou se identifica com outra pessoa que fez essas coisas em um livro, na televisão, em um filme, ou em um evento competitivo.

Isso também acontece quando você ganha novos conhecimentos (o efeito ‘Aha!’) e compartilha conhecimento com alguém que tem a mesma reação. A ‘pressa’ pode ser tão pequena que quase não é percebida, como quando você compartilha uma fofoca, ou tão grande que você se sente extremamente feliz, em estado de êxtase ou transformado, como quando a sua vida se enche repentinamente de novas possibilidades nunca antes sonhadas.

Nas áreas da vida em que a Confiança e a Estima não são tão altas, os golpes de poder podem vir de críticas, quebra de regras (mesmo aquelas que você fez para si mesmo), ver os outros perderem, vingança mesquinha, obrigar os outros a fazer algo que eles não querem ou não planejaram fazer, ou pregar peças nas pessoas. No grupo de 50%, esses tipos de golpes de poder têm um efeito relativamente menor.

No grupo de 25%, no entanto, onde os sentimentos de desamparo e isolamento são muito mais fortes, a necessidade de um golpe de poder pode tomar um rumo muito mais sombrio. Aqui é onde você vê vandalismo, roubo, todos os tipos de abuso de outros, ataques mortais a pessoas inocentes que simbolizam algum mal percebido ou que estão apenas no caminho da raiva de alguém, assassinato de aluguel, exploração extrema, etc.

Isso porque quanto maior o sentimento de impotência e isolamento, mais forte é a tendência de alimentar a necessidade de golpes de poder com raiva, o que desvirtua os meios utilizados para se sentir eficaz. A decisão do que fazer vem logo após a escolha de culpar os outros pelos próprios sentimentos ou de culpar a si mesmo. No nível de 25%, culpar a si mesmo geralmente resulta em suicídio simples. Culpar os outros geralmente resulta em ferir os outros com raiva. Mas quando o sentimento de isolamento é muito mais forte do que o sentimento de desamparo, muitas vezes há uma dor desapaixonada de outros do tipo que nós vemos em assassinos e terroristas.

Quanto mais as pessoas se sentem desconectadas do amor, amizade, companheirismo, apreciação ou reconhecimento, mais medo elas sentem. À medida que o medo cresce, também aumenta o desejo de se conectar. Às vezes, isso assume a forma de tentar se destacar de alguma forma, ser diferente, ser especial. Em casos bastante brandos, pode envolver se gabar, mentir sobre as próprias realizações ou conexões, envolver-se em comportamentos ou roupas ultrajantes ou realizar proezas para chamar a atenção. Se sentimentos suficientes de desamparo forem adicionados a isso, o desejo natural de se conectar passa por uma transformação no que chamo de ‘mordidas de amor’. São tentativas de controle disfarçadas de expressões de amor.

Alguns exemplos são quaisquer comportamentos que tenham a ver com o ciúme. Muitas pessoas têm a impressão de que o ciúme é uma indicação de amor, quando não é nada disso. Quer seja ciúme do que outra pessoa está fazendo, ou fazendo algo para deixar alguém com ciúmes, é realmente uma indicação de raiva impotente e uma tentativa de controlar o comportamento de outra pessoa.

Na mesma linha, exigem que um amigo ou amante seja capaz de ler a sua mente e exigem que outras pessoas façam algo bobo ou perigoso para provar que amam você. Um relacionamento codependente, onde um parceiro é carente e o outro dominador e relacionamentos Sadomasoquistas, são todos sobre mordidas de amor, não amor.

Golpes de poder e mordidas de amor negativos são muito comuns e, embora forneçam breves doses de prazer pessoal, o efeito deles em geral é bagunçar vidas e produzir mais dor. Para diminuir a necessidade deles, existem soluções de longo prazo, complexas e caras. Existem também soluções curtas, simples, baratas e agradáveis. Aqui estão algumas das que nós gostamos:

‘Abençoe o momento’: Procure o bem nas pessoas, lugares e coisas ao seu redor todos os dias e reconheça-os. Isso ajudará você a se sentir mais conectado de maneira saudável.

‘Confie em si mesmo’: Dê a si mesmo crédito por ser capaz de fazer o melhor que você pode em qualquer situação. Não necessariamente o melhor que você poderia ter feito, mas o melhor que você pode em um determinado momento. Isso ajudará você a aumentar a sua autoestima.

‘Espere o melhor’: Porque esperar o melhor abre portas para novas possibilidades e esperar o pior as fecha. Isso ajudará a aumentar a sua autoconfiança.

Claro, algumas pessoas vão pensar que isso é muito simples de funcionar. O fato é, porém, que quanto menor for a sua confiança e a sua estima, mais difícil será para você fazer isso. Isso funcionará, mas esse processo exige que você assuma a responsabilidade por seu próprio comportamento e faça a escolha de mudá-lo. Desculpe-se por isso. É muito simples e muito difícil, mas o potencial para mais prazer do que dor em sua vida definitivamente vale a pena.”

O Poder da Curiosidade (The Power of Curiosity)

Autor: Serge Kahili King

“Eu tenho dito algures, em palavras ligeiramente diferentes, que as duas principais motivações da vida são o desejo de se conectar, que pode ser definido como amor e o desejo de influenciar, que pode ser definido como poder. Agora eu falarei sobre uma terceira motivação primária, o desejo de conhecer, que pode ser definido como curiosidade.

A curiosidade não se limita aos humanos, é claro. Qualquer um que já tenha visto o gado se reunir para olhar algo do outro lado de uma cerca sabe disso; cães farejando mesmo quando não estão procurando comida, um companheiro ou um rival e gatos espiando pela janela ou nas coisas.

Assim como o amor e o poder, a curiosidade assusta algumas pessoas. Um provérbio muito conhecido criado por pessoas medrosas para desencorajar a busca de informações é: ‘A curiosidade matou o gato’. Em resposta a esse tipo de pensamento, uma das pessoas mais curiosas dos tempos modernos, Albert Einstein, disse: ‘É um milagre que a curiosidade sobreviva à educação formal.’ Ele também disse que ‘A coisa importante é não parar de questionar.’

Em algum momento no passado distante, alguém tem que ter pensado: ‘Por que a água corre morro abaixo?’ E alguém tem que ter pensado: ‘Já que a água corre morro abaixo, como eu posso fazê-la descer onde eu quero?’ E alguém tem que ter pensado: ‘Como eu posso fazer a água correr ladeira abaixo quando ela não quer?’ E alguém tem que ter pensado: ‘O que eu posso fazer com a água que corre ladeira abaixo?’ Tudo em nossas vidas que nos ajuda a pensar melhor, sentir melhor e agir melhor, desde a primeira peça de roupa produzida até as impressoras 3D de hoje, surgiu através da curiosidade humana.

Infelizmente, a mesma coisa poderia ser dita sobre tudo o que nos ajuda a pensar pior, sentir pior e agir pior, desde o primeiro bastão pontiagudo usado como arma até as armas de guerra realmente assustadoras com as quais nós temos que lidar hoje. Mas, apesar desse lado negativo, aqui nós estamos em um mundo onde a curiosidade está fazendo muito, muito mais para ajudar do que para prejudicar. E isso nos leva à aplicação positiva da curiosidade em nossas próprias vidas pessoais.

Focando as principais áreas da saúde, da riqueza, da felicidade e do sucesso, quais são os tipos de perguntas que nós podemos fazer para reforçar e fortalecer as nossas experiências nessas áreas ou nos ajudar a torná-las melhores? Costuma-se dizer aos escritores que boas histórias respondem às perguntas O que, Por que, Como, Onde e Quando. Essas mesmas perguntas podem ajudar a criar boas vidas. Eu sugiro que você faça essas perguntas sobre as áreas mais importantes da vida para você.

Vamos usar a saúde como um exemplo. Qual é o meu estado de saúde nesse momento? Por que isso está como isso está? Como eu posso mantê-la ou melhorá-la? Onde eu posso ir para saber mais sobre isso? Quando eu farei isso? Esses tipos de perguntas o ajudarão a buscar as respostas.

A poetisa e escritora Americana Nancy Willard disse: ‘Às vezes, as perguntas são mais importantes do que as respostas.’ Mesmo quando as respostas não estão imediatamente disponíveis, as próprias perguntas criam oportunidades para que as respostas se tornem disponíveis, mesmo de maneiras inesperadas. Não fique satisfeito com as respostas, não importa quão confiável seja a fonte. Como disse Einstein: ‘Aquele que se compromete a se estabelecer como um juiz da Verdade e do Conhecimento é afundado pela gargalhada dos deuses’.

Continue fazendo perguntas. Continue sendo curioso. E quando você obtiver respostas, volte a fazer perguntas novamente.”

O Poder Mais Poderoso da Mente (The Most Powerful Power of the Mind)

Autor: Serge Kahili King

“A mente tem muitos poderes, mas do meu ponto de vista aquele que faz com que todos os outros sejam eficazes é o Poder de Focar os seus Pensamentos. Pensamentos focados são os que fazem com que as coisas aconteçam.

Permita-me fazer com que isso seja mais claro. Os pensamentos não fazem as coisas acontecerem. Os pensamentos focados são os que fazem com que as coisas aconteçam.

Se fossem apenas pensamentos que fizessem com que as coisas acontecessem, a vida seria puro caos. Eu sei que algumas pessoas pensam que isso já está um caos, entretanto elas não sabem o que é o caos. Imagine os pensamentos de cerca de 8 bilhões de pessoas se tornando realidade ao mesmo tempo. Agora, isto seria o caos.

O fato é que tudo relacionado à atividade humana – agricultura, roupas, maquinaria, tecnologia, jogos, construções, estradas, até mesmo, infelizmente, a guerra – é resultado do pensamento focado. Portanto, a primeira coisa a saber é que os pensamentos focados são os que fazem com que as coisas aconteçam. A segunda coisa a saber é como isso realmente acontece.

Você pode me ter ouvido dizer muitas vezes que a energia flui para onde vai a atenção. Os pensamentos focados focalizam a energia e a energia move a energia.

Aqui está um exemplo do que eu quero dizer. Quando o vento se move pelo oceano em uma direção, ele cria ondas e essas ondas se movem pelo oceano até atingirem a terra. Quando as ondas atingem a terra e são grandes o suficiente e continuam por tempo suficiente, elas mudam a terra, na verdade, a mudam fisicamente.

Vamos usar outro exemplo. Quando o sol incide sobre a água, a água aquece, evapora, sobe ao céu e transforma-se em chuva. Quando a chuva atinge a terra, ela se transforma em rios que mudam a terra, permitem que as plantas, os animais e os humanos vivam e pode ser usada ​​pelos humanos para criar outras formas de energia.

Para dar sentido aos meus exemplos, pense no vento ou no sol como pensamentos focados, na água como sendo energia emocional e na ação da água sobre a terra como sendo devida à reação da energia física à energia emocional.

Simplificando, os pensamentos geram ondas mentais que influenciam as ondas emocionais que influenciam as ondas físicas que resultam em experiências físicas.

Em termos de saúde, os pensamentos provocam emoções que provocam reações físicas que podem resultar em saúde ou doença, dependendo do grau de foco dos pensamentos e da força e duração das emoções. As reações físicas podem ser resistência causando estresse que inibe o processo de cura [healing] natural, ou relaxamento e ação que estimula o processo de cura [healing].

Em termos de relacionamentos, pensamentos sobre outras pessoas podem causar emoções de medo e raiva ou amor e compaixão que podem causar reações físicas de evitamento ou violência ou conexão e cooperação.

Você poderia examinar qualquer outra área do empreendimento humano e ver a mesma coisa acontecendo.

As pessoas não agem fisicamente até que sejam movidas a fazê-lo por emoções geradas por pensamentos.

Agora, a terceira coisa a saber sobre o pensamento focado é que o seu poder de fazer com que as coisas aconteçam depende parcialmente do grau de foco e da duração do foco.

O grau de foco – também chamado de clareza [limpidez] do foco – significa simplesmente decidir claramente o que você quer. Observe que eu disse decidir e não saber. Muitas pessoas afirmam que não sabem o que querem. Parte disso se deve ao medo de cometer um erro e parte se deve a esperar que o entendimento venha de fora de si mesmos. O medo de cometer um erro pressupõe um nível de clarividência – saber de antemão qual será o resultado – extremamente raro na raça humana. Esperar que o entendimento venha de fora de si mesmo é apenas uma negação do próprio poder.

Você tem que escolher o que você quer para que isso funcione de fato.

A duração do foco significa foco sustentado. Isso não significa necessariamente um foco que exclua qualquer outro tipo de foco. Lembre-se, uma onda, mesmo uma onda de pensamento, tem que ter altos e baixos para existir como uma onda. O vento se move em ondas, assim como os objetos físicos, embora normalmente chamemos isso de vibração.

Um foco sustentado é como uma onda oceânica que carrega consigo muitas outras ondas. Basta observar uma ondulação do oceano ou até mesmo surfar e você verá todos os tipos de ondas menores em cima dela. Você pode ter um foco sustentado em terminar uma tarefa ou atingir um objetivo e ainda ter tempo para alongar os músculos, beber ou comer alguma coisa, ou coçar uma coceira.

Um foco sustentado é aquele que não é esquecido rapidamente. Nós podemos ter um foco sustentado em algo como saúde, prosperidade ou felicidade e ainda arranjar tempo para o trabalho, diversão, criatividade e muitas outras coisas.

A maneira mais simples de manter o foco é tornar o propósito do foco muito importante. Quanto mais importante você faz com que ele seja, mais tempo você consegue manter o foco. E a maneira de fazer com que o propósito seja importante é decidir que ele é importante. Se você decidir duvidar de sua importância, enfraquecerá o foco e o efeito do foco. A clareza e a duração do pensamento focado podem ser canalizadas por palavras intencionais, como afirmações e instruções e pela imaginação proposital de como você fará algo e qual resultado você deseja obter.

Finalmente, a quarta coisa que afeta o seu foco é o nível de energia que você adiciona a ele. A energia mental por si só não é muito forte. Pensamentos aleatórios, pensamentos desinteressados ​​e até pensamentos focados que não despertam emoções em algum grau têm pouco ou nenhum efeito no mundo, a menos que coincidam com os pensamentos focados de outra pessoa.

O real poder do pensamento focado vem da quantidade de energia física e emocional que ele gera. No entanto, existe uma maneira de aumentar isso ainda mais.

Algumas pessoas acham isso fácil e outras muito desconfortáveis, mas uma maneira de fazer isso é amplificar intencionalmente a energia emocional e física. Você pode usar palavras e imaginação para ajudá-lo a ficar animado e fortalecer a sua determinação. Você não precisa esperar para ficar animado e determinado. Você pode agir animado e determinado até se sentir mais animado e determinado. Aumenta drasticamente a eficácia de seus pensamentos focados, entretanto, só funciona se você estiver disposto a fazê-lo. Você também pode amplificar a energia física colocando toda a sua atenção no que está fazendo enquanto o faz e fazendo-o com toda a habilidade que puder reunir.

Você não tem que usar o poder mais poderoso da mente. Isso não é um requisito. No entanto, isso existe para ajudá-lo a fazer com que você seja mais eficaz em qualquer coisa que você escolher.

Para colocar tudo em Havaiano, nós poderíamos dizer:

‘Upu ke ali’i, hana ka ukali
O pensamento contínuo é o chefe, a ação é o seguidor.

O Poder de Cura [Healing] da Paciência (The Healing Power of Patience)

Autor: Serge Kahili King

“A palavra Havaiana ahonui é comumente traduzida como ‘paciência’. No entanto, essa tradução para o Inglês pode ser muito, muito enganosa, porque, conforme incorporada na palavra ‘Ahonui’, ela não carrega exatamente o mesmo significado.

Geralmente, quando nós falamos sobre paciência em Inglês, nós queremos dizer a habilidade de suportar dificuldades, ou desconfortos ou dores sem reclamar. Há uma sensação de força interior ou coragem nisso, mas é essencialmente um conceito passivo. Algo ruim está acontecendo com você, mas você aguenta bravamente pelo tempo que isso for preciso.

Por mais admirável que seja esse conceito, ele não carrega o significado completo de ‘Ahonui’.

Permita-me contar uma história que ajudará a ilustrar isso, uma das histórias de Maui. Essa é uma versão Kauai e eu trarei alguns dos significados internos para mostrar o relacionamento com ‘Ahonui’.

Era uma vez, muito antes do capitão Cook, Maui Kupua, que nasceu em Kauai, é claro, estava voltando de O’ahu em sua canoa quando pensou consigo mesmo: ‘Por que as ilhas estão tão distantes? Todas elas deveriam estar mais próximas juntas.’ Então, depois que ele atracou, ele foi até a mãe dele, Hina, em Wailua e pediu o conselho dela.

Hina parou de bater tapa e disse: ‘Se você quiser juntar as ilhas, você terá que pegar a baleia gigante Luehu com seu anzol mágico, Manai-a-ka-lani e você terá que se segurar firme por um longo tempo. Se você for capaz de fazer isso, Luehu irá circundar as ilhas e você será capaz de juntá-las. Leve os seus irmãos com você para ajudar com a canoa, mas avise-os para sempre olharem para frente, não importa o que aconteça, ou você falhará .’

Então Maui reuniu os seus quatro irmãos, Maui, Maui, Maui e Maui e contou-lhes o que eles estavam por fazer. Eles estavam entusiasmados com tal aventura e quando ele os advertiu sobre olharem para a frente, não importa o que acontecesse, eles prometeram que eles o fariam.

Finalmente a canoa estava pronta, o anzol estava pronto e os irmãos estavam prontos. Durante uma pausa nas ondas, eles remaram no canal Kaiieiewaho e começaram a sua busca pela grande baleia. Por dias e dias eles procuraram, até que finalmente encontraram a grande baleia Luehu nadando ao lado de Nihoa, a ilha a noroeste de Kauai. Maui jogou o seu anzol mágico, Luehu o pegou com a boca e imediatamente a baleia começou a puxar a canoa pelo oceano em alta velocidade.

Por muitos mais longos dias, os irmãos Maui resistiram com determinação enquanto a baleia os puxava para a frente, mas puxando cuidadosamente a linha de pesca da maneira certa e remando habilmente da maneira certa na hora certa, eles fizeram com que a baleia circundasse todas as ilhas, até que um dia eles se encontraram novamente na costa de Wailua, de frente para O’ahu.

Luehu estava cansada agora, então, enquanto Maui Kupua puxava a linha de pesca com toda a força, os seus irmãos remavam furiosamente para trás e, lentamente, lentamente, as ilhas começaram a se juntar. Nesse momento, um balde para tirar água de canoa, Kaliu, passou flutuando pela canoa. O Maui mais velho, na posição de timoneiro, agarrou-o rapidamente e jogou-o para trás, em caso de precisarem. Sem que ele soubesse, o balde para tirar água da canoa era, na verdade, um espírito travesso, um e’epa, que se transformou em uma mulher muito bonita. Todas as pessoas reunidas na costa de Wailua exclamaram sobre a sua beleza. A princípio, nenhum dos irmãos Maui prestou atenção, mas finalmente os elogios ficaram tão altos que os quatro irmãos de Maui se viraram para ver quem era essa linda mulher que todos estavam gritando. Naquele momento, Luehu sentiu o enfraquecimento do puxão contra ele e deu um último salto desesperado para escapar. Sem os seus irmãos para ajudá-lo, Maui Kupua puxou com muita força, a linha de pesca quebrou, Luehu escapou e as ilhas se separaram novamente. E nós sabemos que a história é verdadeira porque as ilhas ainda hoje estão distantes umas das outras.

As lendas Havaianas sempre contêm conhecimentos ocultos abaixo da superfície, geralmente na forma de nomes que possuem vários significados. Nessa história, o herói Maui quer realizar uma grande tarefa, a união das ilhas, mas para isso ele tem que capturar a baleia Luehu com o seu anzol Manai-a-ka-lani.

Agora, ‘Luehu’ significa ‘espalhado’ e ‘Manaiakalani’ é ‘agulha de aço para colares de flores’. As ilhas espalhadas têm que ser reunidas, talvez política, cultural ou socialmente, como flores presas por um fio em um colar de flores. Onde eles encontraram a baleia? O antigo nome do Canal de Kauai, ‘Kaieiewaho’, significa simplesmente ‘O Mar Mais Distante’, mas também pode se referir à necessidade de sair dos limites normais. O local onde encontraram a baleia, ‘Nihoa’, era um local muito sagrado nos tempos antigos. O nome significa ‘irregular, afiado’, como uma fileira de dentes e faz parte de um antigo ditado: ‘Ku paku ka pali o Nihoa i ka makani – Os penhascos de Nihoa erguem-se como um escudo contra o vento.’ Esse ditado se refere a alguém que enfrenta o infortúnio com coragem.

O elemento mais importante da história é a linha de pesca, porque se chama ‘aho’ e ela também significa ‘respiro, respirar’ e’ fazer grande esforço’. Maui tem que fazer um grande esforço para atingir o seu objetivo, que ainda não é suficiente. A palavra ‘nui’ significa ‘grande, mais, muito; algo que se estende ao longo do tempo ou algo muito importante’.

Ahonui’ é a palavra que nós estamos usando para a última letra de Aloha, para nos dar uma compreensão mais profunda do amor. Ela significa ‘paciência’. E também é a palavra para ‘perseverança’. Essa não é a paciência de esperar em uma fila. É a persistência de bater em uma porta até obter uma resposta. Não é a paciência de esperar uma tempestade passar. É a perseverança de passar por uma tempestade até o seu destino. Não é esperar para ser curado [healed]. É usar tudo o que você sabe e fazer tudo o que você pode para que a cura [healing] aconteça. ‘Ahonui’ também pode ser traduzida como ‘muitas respirações’, o ato de se mover em direção a algo que você deseja quantas respirações forem necessárias.

As lendas Havaianas nem sempre têm finais felizes, porque às vezes o seu propósito não é apenas dizer como ter sucesso, mas também como fracassar. Na história que nós acabamos de contar, o fracasso do grande plano de unir as ilhas foi causado por ‘Kaliu’, que significa ‘um balde furado para tirar água da canoa’. ‘Ka’ refere-se a um balde de canoa, mas também é uma palavra de ação forte usada para amarrar coisas, construir ou fazer coisas e até mesmo para pescar. ‘Liu’, o ‘vazamento’, é o desvio da atenção para o seu propósito, a perda de foco no que é importante. Na história, os irmãos de Maui, representando aspectos de si mesmos, se distraem e, ao perderem o foco, também perdem o objetivo [a meta]. A perseverança não funciona em regime de meio período.

Felizmente, existem muitos exemplos nesse mundo de pessoas que perseveraram diante de probabilidades aparentemente intransponíveis e que realizaram mais do que se pensava ser humanamente possível. Eu tenho conhecido e conversado com muitas dessas pessoas e tenho lido sobre muitas outras, no entanto, uma se destaca fortemente em minha memória.

Há alguns anos eu tive o privilégio de participar de um programa da Secretaria de Educação para ensinar autoestima aos jovens e parte da oficina que eu ministrei foi incorporada a um vídeo que foi distribuído na rede escolar. A melhor parte do vídeo não foi minha contribuição, no entanto. A melhor parte foi a história de uma jovem que se tornou dançarina de hula. Eu fiquei levemente impressionado quando a câmera a mostrou da cintura para cima dançando com um grupo de outras garotas, todas se movendo graciosamente com o mesmo ritmo e gestos. Quando a câmera recuou… eu fiquei impressionado. Essa adorável jovem era uma boa dançarina, sim, tão boa quanto as outras. E ela tinha apenas uma perna.

Imagine a paciência, a persistência, o sofrimento, a perseverança, o AHONUI que essa jovem aplicou para desenvolver a graça e a habilidade que também eram difíceis para as suas irmãs de duas pernas. E o que deu a ela esse ahonui? De onde isso veio? Como ela o manteve em meio a todos os medos, dúvidas e problemas que ela teve que ter enfrentado? Há apenas uma resposta. O que lhe deu a força de seu ahonui foi o aloha que ela tinha para a dança hula.

O que dará forças para você perseverar na direção dos seus sonhos e desejos, planos e metas, vontades e curas [healings], é o amor que você tem por algo que você decide que é tão importante, tão valioso, tão bom, que nada em absoluto pode substituir isso em sua mente e em seu coração.

Se o seu aloha for forte o suficiente, você terá o ahonui para continuar, apesar da dúvida, da decepção, do medo, do mal-entendido e de todas as pessoas que lhe dizem que o que você deseja é impossível. Nesse universo infinito, a única impossibilidade é tudo o que você nunca tentou e o único fracasso é quando você decide desistir.

O Poder do Prazer (The Power of Pleasure)

Autor: Stewart Blackburn

Stewart Blackburn agora mora na Ilha Grande do Havaí, onde ele desfruta diariamente das delícias e maravilhas de seus jardins e da emoção de viver perto dos quase constantes fluxos de lava de Pele na direção do oceano. Ele dá aulas e cursos de auto empoderamento, o Xamanismo Havaiano Huna, o Método de Manifestação Blackburn, a Meditação do Chocolate e várias outras aulas de Amor Próprio, Curando as Histórias que Contamos a Nós Mesmos, Habilidades Psíquicas e Conhecendo o Própria Eu interior.

Stewart diz:

“Eu fui um chefe profissional por muitos anos, primeiro em restaurantes e depois em minha própria empresa de bufê e fabricação de alimentos especiais. Eu entrei no negócio porque eu amava cozinhar e eu saí do negócio porque eu amo cozinhar. Depois de um tempo cozinhar como um negócio não era mais divertido. Entretanto, cozinhar para mim mesmo e meus amigos ainda é.

Eu com frequência eu chego em casa depois de fazer alguma coisa cansativa e talvez estressante e surpreendo a mim mesmo com toda a energia que eu de repente tenho quando eu vou começar o jantar. O prazer de cozinhar me energiza. Eu conheço músicos e artistas que têm experiências semelhantes. Nós temos muito mais energia disponível quando nós estamos fazendo o que nós amamos.

Por que nós pensamos assim?

Porque o prazer é poderoso!

Quando nós falamos sobre alguma coisa ser poderosa, nós estamos nos referindo à sua capacidade de ajudar a fazer as coisas, de ser eficaz de alguma forma. O prazer faz exatamente isso; isso nos ajuda a fazer as coisas que nós desejamos. O desejo é sempre sobre conseguir algo, fazer algo ou ser algo que tem alguma promessa de fazer você se sentir melhor. Um desejo de menos dor está no mesmo continuum que um desejo de êxtase sexual, apenas em um ponto diferente. Essencialmente, nós usamos o prazer para nos ajudar a obter mais prazer.

No entanto, nem sempre é óbvio por que o prazer é poderoso. Então, aqui estão seis maneiras que ele é.

#1. A nossa energia é maior quando nós estamos nos divertindo. Com mais energia, nós podemos realizar mais. Nós colocamos os nossos corações nisso. Como nós estamos sempre motivados a fazer coisas que nos ajudem a nos sentir melhor, quanto melhor o sentimento, maior a motivação (na medida em que nós não resistimos a nós mesmos).

‘As pessoas raramente têm sucesso, a menos que elas se divirtam com o que elas estão fazendo.’ Dale Carnegie

#2. O prazer é um sinal de que a maioria ou todos nós estamos alinhados com o que nós estamos fazendo e, portanto, nós não estamos perdendo energia, lutando contra nós mesmos. Quando nós estamos nos divertindo, nós estamos no momento presente. Nós somente podemos desfrutar de algo no presente onde nós podemos deixar de lado a dúvida e o medo. Muitas vezes nós deixamos as preocupações sobre o que as outras pessoas estão pensando, ou como nós deveríamos estar fazendo algo, que nós permitimos que parte do prazer se esvaia.

‘Tudo é perfeito no momento de sua fruição.’ Stewart Blackburn

#3. Nós somos mais eficazes quando nós estamos em plena ressonância com o que nós queremos realizar. Quando nós elogiamos, abençoamos ou apreciamos a coisa que nós estamos procurando ou fazendo, nós entramos em alinhamento vibracional com ela. Se nós queremos manifestar algo, nós o fazemos desfrutando, no momento presente, do que nós queremos. Nós damos graças por isso, agora, a fim de que estejamos na vibração do que nós desejamos.

‘Faça isso um hábito agradecer às pessoas. Expressar a sua gratidão, sinceramente e sem esperar nada em troca. Aprecie verdadeiramente aqueles ao seu redor e logo encontrará muitos outros ao seu redor. Aprecie verdadeiramente a vida e descobrirá que você tem mais dela.’ Ralph Marston

#4. Nós influenciamos partes do mundo ao nosso redor quando nos conectamos a elas. Nós nos conectamos sentindo-nos bem e apreciando-os ou elogiando-os. É por isso que deuses e pessoas poderosas são sempre abordados com dádivas e elogios – para se conectar com eles a fim de influenciá-los favoravelmente. Resmungar e criticar raramente são eficazes porque eles existem na ausência de conexão. Mas quando nós encontramos uma maneira de nos sentirmos bem com alguém ou alguma coisa, então nós abrimos os nossos corações e estabelecemos algum tipo de relacionamento no qual operar.

‘Dê a si mesmo prazer abundante e você terá prazer abundante para dar aos outros.’ Neale Donald Walsch

#5. Quando nós estamos experienciando prazer, nós estamos conectados ao nosso núcleo mais profundo, a nossa Mente Superior ou Aumakua. Seja lá qual for o nome que nós damos às partes não físicas de nós mesmos, é desses lugares que nós temos acesso à inspiração e à percepção em abundância. Assim, o prazer estimula a criatividade. As pequenas musas sensuais eram inspiradoras porque estimulavam o prazer. Tente se sentir interiormente em busca de inspiração quando estiver estressado. Você não ganha muito. Mas quando você relaxa e pode aproveitar o momento, todas as suas perguntas podem ser respondidas e as ideias fluem naturalmente.

‘A essência de toda arte é ter prazer em dar prazer.’ Mikhail Baryshnikov

#6. Desde então se sentindo bem é a melhor definição que nós temos de saúde, é o que nós queremos para quem necessita de cura [healing]. Nós podemos ser mais eficazes quando nós oferecemos a vibração mais alta que nós podemos manter para que os outros ressoem para a sua própria cura [healing]. Nós permitimos que eles se sintonizem com a nossa vibração de prazer mais forte e poderosa. Além disso, quando nós mantemos a vibração de boa saúde e felicidade com os outros em mente, também nós colhemos os benefícios para nós mesmos.

‘Todos os animais, exceto o homem, conhecem que o principal objetivo da vida é desfrutá-la.’ Samuel Butler

Imagem: ben-warren-3NWGUmlltlU-unsplash-17.03.23.jpg – Sunset Beach, Pupukea, Hawaii – United States

Referências bibliográficas da OREM1

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André Biernath – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce Lipton – livro “A Biologia da Crença “;

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Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Livro “Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Matthew B. James. Estudo Acadêmico , para um Programa de Doutorado da Walden University, Minneapolis, Minnesota, USA, 2008, doutorando em Psicologia da Saúde, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness”. O estudo completo pode ser acessado no site da Walden University no link:  https://scholarworks.waldenu.edu/dissertations/622/#:~:text=The%20results%20demonstrated%20that%20those,the%20course%20of%20the%20study.

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;   

Muda…
A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoa-me.
Eu te amo.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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