Introdução

O Segredo dentro do Segredo maior era o fato de que havia um terceiro eu conectado com o homem e os seus dois eus inferiores. A natureza desse Eu Superior (Aumakua) e os meios de obter a sua ajuda também pertenciam ao Segredo interno.

Para esse artigo, nós destacamos trechos extraídos do livro: “The Secret Science Behind Miracles” – Autor Max Freedom Long, [1948] – “Capítulo 17 ‘The Secret Within the Secret’ [‘O Segredo Dentro do Segredo’]”, para o nosso conhecimento e entendimento do milenar sistema de pensamento dos Kahunas Havaianos, como uma filosofia adequada aos padrões Ocidentais.

Eu sou grato ao Professor Max Freedom Long por essa revelação…

O Segredo Dentro do Segredo

  • Um Terceiro e Superior Eu
  • Cristianismo
  • Eu Inferior, Médio e Superior
  • Crenças Básicas
  • Ciência

Um Terceiro e Superior Eu

O Segredo dentro do Segredo maior era o fato de que havia um terceiro eu conectado com o homem e os seus dois eus inferiores. A natureza desse Eu Superior (Aumakua) e os meios de obter a sua ajuda também pertenciam ao Segredo interno.

Nisso os Kahunas estavam muito à frente em suas descobertas. Eles sabiam que nunca poderiam fazer mais do que adivinhar o fato ou a natureza dos Seres mais elevados na escala de consciência no nível da percepção [consciousness] do que os Eus Superiores.

A suposição deles era uma tradicional. Eles supunham que os Seres Superiores seriam similares àqueles mais inferiores que eles conheciam no homem. Eles subscreveram o antigo axioma ‘Como é em cima, assim é embaixo’. Eles podem ter originado isso, pois nenhum outro [sistema?] Psicoreligioso parecia ter tido conhecimento definido e detalhado dos três espíritos separados e independentes que compõem o homem.

Os Kahunas conheciam que o homem era um ser trino – alguém de três espíritos – assim eles imaginaram que os deuses e até mesmo o SER SUPREMO e mais elevado seriam de natureza trina.

Essa ideia pode ter se originado com os Kahunas ou não, mas se espalhou pelo mundo e aparece no Cristianismo e no Bramanismo, senão na tradição do Grande Espírito dos Ameríndios.

Onde quer que apareça o símbolo do triângulo, isso é seguro dizer que o segredo da natureza trina do homem e possivelmente dos deuses foi incorporado à religião do povo. É verdade que o verdadeiro significado dos três lados do triângulo representando os três eus do homem pode ter sido perdido ou entendido equivocadamente, mas o símbolo foi mantido e reverenciado. No Egito as pirâmides apresentavam ao mundo quatro faces de forma triangular. Na América Central, o triângulo era conhecido e usado na religião.

Outra crença antiga e difundida que era comum aos Kahunas e religiosos posteriores era que ocorreu uma descida na matéria física de algumas das CONSCIÊNCIAS NO NÍVEL DA PERCEPÇÃO [CONSCIOUSNESS] DOS SERES SUPERIORES. Isso explica a criação da terra e das formas de vida inferiores e deu origem a várias versões da ‘QUEDA’ que são encontradas em várias religiões.

Como resultado lógico da crença em uma ‘queda’, seguiu-se a crença de que todas as criaturas inferiores, encabeçadas pelo homem, estavam subindo na escala, retornando lentamente ao Deus Supremo.

As religiões estão cheias de complexidades de descida e ascensão, entretanto, por causa de suas limitações mentais [formas de sistema de pensamento], o homem do nível do eu médio nunca pode fazer mais do que especular. Os caminhos do Eu Superior são em grande parte insondáveis e os caminhos de seres ainda superiores são totalmente insondáveis.

As várias escrituras que têm sido imaginadas terem sido dadas à humanidade por revelação divina, mostram nas coisas reveladas as invenções da mente do eu médio. Nenhum dos escritos revelados concorda. A ÚNICA COISA DA QUAL NÓS PODEMOS TER QUASE CERTEZA É QUE EXISTE UM EU SUPERIOR do qual nós podemos nos aproximar para obter ajuda nos problemas da vida diária.

Em quase todas as religiões podem ser encontradas algumas das crenças dos Kahunas, mesmo que distorcidas até a inutilidade e estendidas a distâncias fantásticas.

Os Kahunas sabiam que os espíritos do homem voltam pelo menos uma vez para nascer de novo em corpos físicos. O eu básico volta a nascer como um eu médio em outro corpo humano. Alguns espíritos podem voltar a nascer de novo várias vezes em um corpo físico, mas a ideia de infinitas encarnações do homem como um único espírito em inúmeros corpos é um exemplo de estender uma ideia original a distâncias absurdas. No Cristianismo e no ensino dos Judeus, Maometanos e Índios Americanos, a ideia de reencarnação é encontrada apenas em vagas lembranças. Na última das religiões ‘reveladas’, aquela baseada na nova Bíblia de Oahspe, [1] nenhuma doutrina de reencarnação pode ser encontrada.

[1] wikipedia.org/wiki/Oahspe: A New Bible

O mesmo pode ser dito sobre a doutrina do Karma, que veio a ser uma corda em torno do pescoço dos religiosos na Índia. A ideia original parece ter sido que, quando nós ferimos os outros, nós colocamos a nós mesmos abertos ao ataque de espíritos, ou nós formamos complexos de culpa e, por causa deles, nós fomos cortados do contato direto com os nossos próprios Eus Superiores – resultando em várias dificuldades.

A ideia Hindu de Karma resultou a partir da extensão da concepção original simples, ainda mais do que a ideia da reencarnação. Com alguma lógica foi ensinado que a ‘Lei do Karma’ começou a funcionar no nível de consciência no nível da percepção [consciousness] logo abaixo de Deus-o-Imanifesto.

Todos os seres inferiores a esse Supremo tinham que ser regidos pela Lei. Para completar a lógica dessa suposição absurda de condições em tais níveis de consciência no nível da percepção [consciousness] tão impensáveis, os ‘Senhores do Karma’ foram inventados para executar a justiça da penalidade. Eles precisavam de ajudantes incontáveis para observar cada ser senciente nos céus inferiores e na terra para registrar as suas boas e as suas más ações. Os registros tinham que ser escritos e a escrita exigia um livro, que foi inventado na forma de Akasha invisível onde todos os registros eram mantidos e todas as coisas registradas até o último tique-taque do tempo.

Os Senhores do Karma, como pode ser claramente visto, não puniam os perversos na mesma encarnação em que a perversidade foi praticada. Os ímpios floresceram com muita frequência como a árvore verde na terra natal(*). Essa falha no esquema foi encoberta pela invenção da ideia de que a punição foi administrada em alguma encarnação posterior.

[(*)Minha observação: “Vi o ímpio com grande poder espalhar-se como a árvore verde na terra natal. Mas passou e já não aparece; procurei-o, mas não se pôde encontrar.” Salmos 37:35,36]

A mesma ideia de uma forma divina de justiça ideal e absolutamente equilibrada pode ser encontrada no Antigo Testamento, mas nenhuma tentativa foi feita para cobrir com a reencarnação a falha do florescente homem perverso. A ideia de punição no inferno foi totalmente eficaz e veio a ser um ótimo contraste com a ideia de um paraíso para os bons após a morte.

Cristianismo

No Cristianismo nós achamos muitas coisas com as quais não vieram como ensino direto de Jesus e cuja origem delas está perdida. A idéia dos Senhores do Karma é substituída por São Pedro como o guardião da porta do Céu e pelo Livro da Vida no qual, de alguma forma indefinida, os registradores angélicos mantêm um registro de cada vida.

O Cristianismo é o mais próximo da tradição Kahuna original de qualquer uma das grandes religiões. Nos rituais da Igreja de Roma – a origem dos rituais sendo desconhecida – nós achamos as contrapartes dos rituais Kahuna utilizados ​​na cura [healing].

Os Kahunas requeriam uma confissão e usavam água na qual tinha sido carregada com força vital como um estímulo físico para acompanhar a palavra falada de sugestão para ‘perdoar’ um paciente ou quebrar um complexo de culpa após a reparação de danos a outros ter sido feita.

Na Igreja Romana, após a confissão, a água benta é usada no ritual do perdão com as palavras faladas de perdão, mas o papel desempenhado tanto pelo complexo quanto pela sugestão há muito tem sido esquecido. A penitência feita por ordem do sacerdote antes do rito da absolvição ou do perdão está, no entanto, bastante de acordo com o rito mais antigo como um bom estímulo físico, mesmo que existam pecados a serem perdoados que não consistam em ferir os outros.

Os métodos Kahuna de exorcizar espíritos obsessores ou assombrados ainda podem ser vistos de certa forma nos ritos de exorcismo da Igreja.

A crença Kahuna no Eu Superior ou Aumakua está bem preservada no Cristianismo. Jesus, de acordo com os registros que aparecem no Novo Testamento, orou a seu Pai Celestial quando desejou ajuda divina para realizar milagres. Isso é o que os Kahunas faziam, só que com um método de rezar em que havia uma ação mais ritualística por causa dos vários elementos envolvidos. Ao instruir os seus discípulos, é relatado que Jesus disse que eles também deveriam orar ao Pai Divino, mas enfatizou o fato de que a oração deveria ser feita em Seu nome. Isso seria lógico apenas se Jesus se considerasse um Eu Superior [minha observação: ou Jesus se considerasse um símbolo, na Terra, do que é o Eu Superior em cada um de nós, no estado de Céu de nossa consciência no nível da realidade (awareness).]

De qualquer forma, o assunto não fará a menor diferença em usar uma forma de oração ao Eu Superior para obter ajuda na cura. A caminhada sobre o fogo é realizada com a ajuda do Eu Superior e essa ajuda é obtida por homens de uma variedade surpreendente de religiões – nenhuma das quais, curiosamente, é Cristã.

Na Índia há uma alusão no Bhagavad Gita ao fato dos três espíritos do homem, entretanto, o Eu Superior dos Kahunas é confundido com o ‘espírito do Supremo’, que é de um nível totalmente diferente. (Judge Tradução, página 57: “Aqueles que descansam em mim, sabendo que eu sou o Adhibhûta, o Adhidaivata e o Adhiyajña, me conhecem na hora da morte.”) Porque isso é considerado o dever de cada pessoa sofrer e assim viver o seu mau karma, nenhuma oração é feita pela maioria dos Hindus para obter ajuda a partir dos Seres Superiores na questão de enfrentar os problemas da vida diária.

No Cristianismo há um mecanismo curioso e quase único a ser visto na expiação vicária pelos pecados. Essa doutrina é obscura em sua origem, entretanto, se assemelha muito à crença Kahuna de que alguém pode ser perdoado pelos pecados em vez de sofrer sob uma lei rígida e rápida do karma para pagar até o último iota.

Jesus veio a fazer a expiação final e completa pelos pecados do mundo com a sua morte na cruz, de acordo com as crenças Cristãs. Esses pecados do mundo parecem incluir os pecados dos bebês recém-nascidos que ‘nasciam em pecado’ – um estranho dogma na melhor das hipóteses.

O Cristão não precisa necessariamente fazer restituição ou reparação em espécie. Na verdade, ele não poderia, caso tivesse tomado o nome de Deus em vão, pois as suas palavras não podiam ser lembradas.

Logicamente, ele teria que sofrer no inferno após a morte para fazer as pazes, no entanto, de acordo com o desígnio Cristão da salvação, ele pode se arrepender e obter o perdão de um sacerdote ou, melhor ainda, por oração direta apelar a Deus em nome do grande expiador, Jesus.

Os Kahunas, para repetir mais uma vez, sabendo que os Seres Superiores não podem ser feridos pelo homem vivo e, portanto, não podem ser alvo de pecado, não reconhecem tal pecado como o de falar profanidades. O único pecado reconhecido é o de ferir um ser humano. Para tal dano, reparações têm que ser feitas ao ferido. De nenhuma outra maneira o malfeitor pode se convencer de que equilibrou a sua conta e não é mais culpado desse pecado padrão. Se não estiver convencido de que não é mais culpado, a sua fixação de culpa mantida por seu eu básico não vem a ser removida pelo ritual de limpeza ou Kala – perdão ou restauração da Luz simbólica.

Nessa questão de perdoar o pecado no Cristianismo e remover o complexo de culpa no sistema Kahuna, há um ponto de grande importância que não pode de forma alguma ser negligenciado. Isso é o fato de que o Cristão acredita que os seus pecados são contra Deus, assim como contra o homem e que ele tem que obter o perdão de Deus, mesmo que não daqueles a quem prejudicou.

Na prática Kahuna, não se pede perdão ao Ser Superior. Parece ter sido dado como certo que o pecador tinha que fazer as pazes e obter o seu próprio perdão apelando para aquele que ele havia ofendido. Isso é surpreendente em sua lógica para o Cristão comum a quem nunca ocorreu que o único lugar para ser perdoado é do indivíduo contra o qual se pecou.

Sob o sistema Kahuna, o racional é visto na exigência Judaica e Cármica de pagamento exato e total pelos pecados, sem evasão por meio de arrependimento ou expiação vicária. No entanto, o sistema Kahuna é reduzido ao tamanho do próprio pecado e não é expandido para incluir deuses cuja existência e natureza são coisas que nós podemos apenas imaginar.

Veremos que o sistema Huna era definido e detalhado, lógico e direto ao ponto. Isso era simples e satisfatório por causa de um conhecimento mais completo do complexo e do eu básico que abriga o complexo.

O Eu Básico, Médio e Superior

Outro ângulo da expiação pelo pecado pode ser visto no papel desempenhado pelo pecado em impedir o contato normal entre o eu básico e o Eu Superior de alguém culpado de um pecado. Uma vez que os Kahunas afirmam que não se pode ferir o Eu Superior de forma alguma e que o Eu Superior não tem participação em cortar a linha de contato entre ele mesmo e o eu básico, segue-se que o eu básico, por causa de seu sentimento de culpa que compartilha com o eu médio, sente vergonha e é como uma criança travessa que evita a presença de seus pais por causa de seu sentimento de culpa e vergonha.

É pensado que o eu básico não tem senso de certo e errado por si mesmo, sendo ainda um eu animal. Ele [eu básico] obtém qualquer ideia que tenha sobre tais assuntos do eu médio, cujo poder de raciocínio torna possível para ele [eu médio] distinguir o certo do errado. Como o eu básico é ensinado a aceitar cegamente a decisão do eu médio quanto ao certo ou errado de toda e qualquer ação, ele tende a desenvolver fixações de culpa de uma forma bastante surpreendente.

Uma vez que uma decisão é tomada quanto ao certo ou ao errado de uma ação pelo eu médio e essa decisão é dada como uma forma de pensamento ao eu básico para mantê-la segura, o processo de fixação é quase automático. Isso ocorre porque o eu básico esteve presente e sentiu a ação física sólida que causou o dano ao ferido.

Esse é um estímulo físico de tipo sólido tangível e quando observado pelo eu básico, tem o efeito de fixar o sentimento de culpa imediatamente, tornando-o um complexo de muita gravidade. Para drenar esse complexo é necessário convencer o eu médio de que as reparações foram feitas antes que haja esperança de conseguir que o eu básico abandone a sua crença fixa.

Se um Cristão ou outro religioso acredita que pode pecar contra Deus e realizar atos inofensivos que acredita serem pecados, como deixar de comparecer à missa ou falar ‘palavrões’, a fixação não é tão importante pela razão que isso não foi acompanhado por um estímulo físico tão direto.

Em tais casos, um método vago e geral de fazer reparações é encontrado em jejuar e em outras formas de abnegação. Como tais coisas são excelentes estímulos físicos, elas realmente funcionam bem em esclarecer as fixações de culpa menor, causadas pela quebra de mandamentos religiosos dogmáticos.

É por uma razão muito boa e prática que o jejum e a oração continuaram ao longo dos anos a ser o rito mais usado de todos na busca do perdão dos pecados.

Os pecados de omissão são aqueles geralmente tratados através do jejum e outros estímulos físicos poderosos, mas indiretos, pelos Kahunas. Ser menos do que gentil, negligenciar o próprio dever ou falhar de qualquer maneira que deixe a pessoa envergonhada, tende a formar um complexo de culpa. Frequentemente, tais complexos de culpa estão presentes sem o nosso conhecimento disso.

O eu básico é a ‘consciência’, uma vez que ele recebeu do eu médio um treinamento sobre o que é certo e errado. Esse treinamento geralmente é recebido na infância por instigação de pais vigilantes. As palmadas contribuem muito para fixar as crenças de certo e errado no eu básico antes dos seis anos de idade.

Quando alguém é atingido por sua consciência, isso é uma reação emocional, não uma reação lógica. Claro que isso pode ser ambos, se o eu médio concordar que está agindo errado. Esse fato vital é bem ilustrado pela peculiar moralidade dos selvagens caçadores de cabeças. Eles consideravam um grande pecado cortar a cabeça de um amigo, mas um ato de grande virtude cortar a cabeça de um inimigo. A consciência NÃO é alguma coisa instintiva dada por Deus. Ela é simplesmente a reação emocional natural de um eu básico que tem sido ensinado que certas coisas são certas e outras são erradas.

Somente o eu médio pode pecar. Os animais da selva comem uns aos outros sem pecar. O eu básico é um animal, mesmo se associado a um eu médio e também é incapaz de pecar.

Como foi explicado anteriormente, o contato entre o Eu Superior e o homem inferior se dá através do eu básico e ao longo do cordão de conexão da substância invisível do corpo sombreado derivada a partir do corpo sombreado do eu básico. Se o eu básico está convencido de que o homem cometeu um ato errado, ele sente vergonha e se recusa a entrar em contato com o Eu Superior pela via telepática regular através do cordão de conexão. Assim, as orações não são entregues ao Eu Superior. A sua ajuda não é solicitada – e, sob a lei que o homem tem que ser um agente livre na maioria das coisas – nenhuma ajuda ou orientação é dada.

O resultado é que o homem erra e se mete em problemas. Os Kahunas falavam disso como um BLOQUEIO DA TRAJETÓRIA. A ‘trajetória’, o ‘caminho’ e a ‘luz’ são todas palavras simbólicas que indicam a conexão entre o eu básico e o Eu Superior. As palavras Kahunala‘ e ‘ala‘ se traduzem nessas três palavras. O mesmo uso dessas palavras como símbolos é encontrado na Índia e no Cristianismo, mas com significados menos diretos e definidos.

Crenças Básicas

Porque é confuso tentar considerar os ensinamentos de muitas religiões ao mesmo tempo e compará-los com o conhecimento dos Kahunas, é melhor comparar as crenças dos Kahunas com as atividades básicas encontradas nas religiões subjacentes.

A primeira coisa a examinar é o impulso humano básico de olhar para algum tipo de ‘deus’ em busca de ajuda, ou tentar apaziguar o deus se ele parecer estar com raiva e visitar a humanidade com pragas e desastres.

Um contato com o deus tem que ser feito e uma oração falada ou pedido de atenção é feita, como ‘Oh, ouça a nossa oração!’ Como as orações não eram ouvidas ou não eram atendidas, o suplicante recorria a vários auxílios à oração. Os Índios Americanos em nosso Sudoeste vieram a fazer elaboradas pinturas de areia para simbolizar a coisa desejada na oração. Judeus e Cristãos jejuavam como complemento da oração. Havia ritos de purificação que deveriam fazer com que o homem suficientemente imaculado fosse aceitável diante do deus em oração.

Esse processo de limpeza tornou-se um ritual elaborado na maioria das religiões. Dogmas se desenvolveram para ensinar que um homem culpado de pecados não poderia fazer com que as suas orações fossem ouvidas a menos que ele fosse primeiro ‘perdoado’ e purificado ritualmente. Como as orações dos homens bons não obtiveram respostas melhores do que as dos ímpios, houve uma caça pelos pecados dos quais um homem bom poderia ser culpado. Os pecados de omissão e os ‘pecados originais’ foram inventados.

No processo de obtenção de perdão para todas as formas de pecado e com o propósito geral de agradar aos deuses e assim ganhar os seus favores, eram feitas OFERENDAS. Tais oferendas eram comuns no alvorecer da história. Frutas, flores, alimentos, animais sacrificados e até mesmo sacrifícios humanos eram usados. Altares foram erguidos como locais de sacrifício e sacerdotes foram designados para oficiar tanto as oferendas quanto as orações.

Quando os deuses foram apaziguados e as inundações e pragas ou dificuldades individuais cessaram, houve oferendas de agradecimento, mas essas desempenharam um pequeno papel no esquema geral.

Na hora da morte e da partida da (quase universalmente reconhecida) alma ou almas do homem a partir do corpo, orações e sacrifícios eram feitos pelos vivos para a felicidade e conforto dos que partiram ao ‘outro mundo’. Os ímpios poderiam ir para o inferno, ou a média dos homens poderiam ir para um lugar de punição temporária. Um ritual de oração no leito de morte era comumente realizado por um padre em lugares tão distantes quanto as sedes Ocidentais do Cristianismo e as fortalezas internas do Tibete.

Quase sempre surgiu uma doutrina de um ‘povo escolhido’ no curso do desenvolvimento das religiões. Os Judeus eram tal como um povo escolhido. O convertido ao Cristianismo vinha a ser um dos escolhidos porque aceitava Jesus como o ponto focal de suas crenças religiosas e dependia de uma iniciação nas fileiras dos escolhidos por meio do batismo, da crisma e de vários ritos semelhantes, sendo o fim alcançar a ‘salvação’.

Todas as ‘salvações’ eram mais ou menos semelhantes nas religiões. Toda a necessidade de ser ‘salvo’ surgiu de uma crença dogmática de que o homem em seu estado normal carece de alguma forma ou maneiras. Ele poderia ter sido ‘nascido em pecado’ ou ele poderia ter sido de uma tribo que não era de nenhum povo ‘escolhido’. Na Índia, onde não havia expiação vicária e salvação resultante por meio da crença em um ‘salvador’, o caminho da salvação era longo e difícil. Isso levava milhares de encarnações enquanto o karma estava sendo vivido.

Quase todas as religiões eventualmente se desenvolveram a ponto de haver uma crença dogmática de que um edifício ou local especial era necessário para a oração adequada aos deuses. Do altar e santuário cresceram a igreja e o templo.

Embora o objetivo principal da religião fosse apaziguar os deuses ou obter respostas para as orações a partir deles, também havia um conceito idealista frequentemente presente na crença de que o louvor e a adoração aos deuses eram necessários. Os primitivos dançavam para entreter o deus. Eles alimentavam o deus com holocaustos e sacrifícios de sangue – o sangue era considerado uma fonte provável da qual o deus poderia obter sustento (no Cristianismo, o ‘sangue do Cordeiro’ era necessário para apaziguar Deus e levá-lo a permitir uma expiação vicária para os pecados do mundo, etc., etc.).

Os dogmas se multiplicavam e os sacerdócios floresciam à medida que cada religião envelhecia. Na eterna busca por um meio de obter uma resposta às orações de um deus, as práticas mais ilógicas e surpreendentes se desenvolveram. Flagelação, castração, aversão a todas as relações sexuais normais, circuncisão para evitar a masturbação – a lista é muito longa. Na Índia as austeridades praticadas foram e são surpreendentes. O ensinamento do Cristianismo de que alguém deve ‘vender tudo e dar aos pobres, depois siga-me’ nunca produziu um grande efeito na ação individual, exceto quando alguém vinha a ser um monge ou uma monja, mas na Índia a tigela do mendigo e as vestes amarelas são tomadas fora do mosteiro, bem como por membros de ordens monásticas.

Aqui e ali podem ser vistos dogmas religiosos combinados com ritos de purificação que tocam no reino da alta magia. No Ceilão, um rito de purificação depende da capacidade do indivíduo de passar no severo teste da caminhada sobre o fogo. (Eu tenho descrito esse rito como visto pelo homem Inglês na Birmânia e filmado e cujos filmes eu vi. Alguns dos candidatos caminhavam sobre o fogo com sucesso e outros falhavam dolorosa ou fatalmente.)

A Ciência

A Ciência da Psicologia e a Ciência do Psiquismo não fazem parte da religião. A religião tem a ver com a reverência aos deuses ou com o temor e adoração a eles prestados. Tão logo nós pedimos favores aos deuses por meio de orações e ritos adicionais, nós entramos no campo da magia, que não é ‘religião pura’.

‘Religião’…, para citar novamente o professor Paul Tillich, da Universidade de Columbia, ‘…é a relação com algo último, incondicionado, transcendente. A atitude religiosa é a consciência no nível da percepção [consciousness] de dependência, rendição, aceitação… Magia é o exercício do poder imanente; religião é a sujeição ao poder transcendente… E, mesmo assim, a distinção está permanentemente ameaçada a partir dos dois lados. E, em segundo lugar, há o desejo natural do homem de obter poder sobre o divino, fazendo com que ele, assim, seja objeto de práticas mágicas.’

Huna pode ser chamada de ciência em vez de religião porque não tem quase nada de religião (como definido acima por um Professor de Teologia Filosófica). O Eu Superior não é um deus. É o terceiro espírito ou parte do homem. Não é mais divino do que o eu básico ou o eu médio. É simplesmente um passo avançado em … [palavras faltando no original] … ou poderes mentais e habilidades criativas. É mais velho e mais sábio e é paternal em sua atitude. Huna se enquadra na ciência da Psicologia tão certamente quanto os eus básico e médio (ou subconsciente e consciente).

Ao apresentar esse relatório sobre Huna, eu […Max Freedom Long] tenho escolhido chamar Huna de um Sistema Psicoreligioso porque inclui muito do que sempre foi considerado parte da religião. No entanto, eu considero a Huna uma ciência no sentido mais estrito da palavra.

Os Kahunas não sabiam nada sobre deuses – Seres superiores, talvez, ao Eu Superior. Eles não tinham de maneira alguma como sentir tais Seres. Eles admitiram abertamente que era provável que existissem tais Seres, mas foram honestos ao dizer que estavam convencidos de que a mente humana nunca seria capaz de fazer mais do que imaginá-los – inventá-los em termos de humanos inferiores.

Em outras palavras, o desejo básico das religiões mais antigas de apaziguar os deuses ou obter favores deles (religião mais magia) é substituído em Huna pela operação puramente mágica de oração ao Eu Superior com o propósito de obter favores na forma de cura [healing] ou melhorando as nossas circunstâncias através de uma mudança no futuro previsível.

Através do Eu Superior, um apelo era feito pelos Kahunas aos espíritos capazes de controlar o vento e o clima, também aos espíritos que capazes de controlar as formas de vida inferiores. (Pactos feitos dessa maneira impediram que tubarões nas águas Havaianas atacassem seres humanos – ou pelo menos essa é a afirmação feita pelos Kahunas do passado. De qualquer forma, a mesma raça de tubarões que ataca homens em outros lugares é inofensiva em águas Havaianas [artigo de 1948, refere-se à época onde a prática Kahuna era mais intensa no Havaí].)

Ao invés de alimentar os deuses com oferendas de sangue e holocaustos, os Kahunas entenderam o segredo que está por trás das aparências de todo sacrifício. O Eu Superior, para produzir resultados no plano físico, tem que extrair do corpo físico do homem terreno a força vital ou a mana suficiente para usar no trabalho.

O costume de construir templos ou santuários para ajudar no contato com os deuses não era praticado pelos Kahunas genuínos, embora os Kahunas espúrios [falsos] de épocas posteriores construíssem templos de pedra e oferecessem sacrifícios em vão esforços para obter resultados mágicos.

Os verdadeiros Kahunas não necessitavam de templos ou santuários [lugar sagrado]. Eles sabiam como enviar a mensagem telepática ao Eu Superior à vontade, independentemente do local ou das condições. Eles não usavam símbolos de altar, nem incenso ou outros mecanismos. (Essas coisas foram reservadas para uso como estímulos físicos para impressionar o eu básico quando a sugestão estava sendo dada para vários propósitos.)

Os vários ritos usados ​​nas religiões para assegurar aos moribundos uma sobrevivência na forma de espírito e uma certa dose de felicidade como espírito eram desconhecidos dos Kahunas. Eles não tinham lugar, em sua ciência prática, para dogmas que exigissem uma ‘salvação’. O ensinamento deles era simplesmente que todas as pessoas deveriam conhecer que os espíritos dos homens sobreviviam à morte e que as memórias e os complexos da vida física eram transferidos para a vida espiritual, tornando aconselhável que o indivíduo se livrasse dos complexos de culpa antes da morte. (Isso pode ter dado origem, nos tempos antigos, às práticas não-Kahunas destinadas a preparar o homem para uma vida melhor após a morte física.)

Os Kahunas acreditavam que após a morte havia uma continuação de crescimento e progressão, o eu básico reencarnando como um eu médio no devido tempo e o eu médio finalmente subindo ao nível dos Eus Superiores, primeiro aprendendo a cuidar de formas de vida inferiores e, no final, vindo a ser o ‘espírito paternal totalmente verdadeiro’ ou Eu Superior de um eu básico e médio encarnado no físico.

Não se sabia muito sobre esse processo de crescimento e progressão, tão pouco se ensinava sobre ele, exceto como parte das doutrinas especulativas da Huna. A graduação, por assim dizer, do eu básico ao nível do eu médio é realizada após a morte durante um período de inatividade semelhante a um longo sono. A pessoa é lembrada da larva que vem a ser uma pupa [crisálida], é inativa por um tempo e então se transforma [surpreende] em uma borboleta.

A preparação mais importante para a morte tem que ser feita pelo indivíduo. Ele tem que reduzir ao mínimo os seus complexos de culpa e livrar-se de crenças religiosas dogmáticas que o impedirão depois que ele venha a ser um espírito. Isso não é necessário passar mais do que alguns meses no plano espiritual antes de continuar o processo de crescimento, com a condição do indivíduo entender bem do assunto […one knows the ropes] como faziam os Kahunas. Entender a Huna é entender bem do assunto.

[(**) Minha observação: “one knows the ropes” significa “ele entende bem do assunto”. Essa expressão vem dos marinheiros, que na época dos navios a vela tinham que entender muito bem os mínimos detalhes dos complexos conjuntos de cabos, ropes, do navio e saber manobrá-los. “To know the ropes” significa, então, ser profundo entendedor de um assunto, principalmente em relação a qualquer tipo de trabalho.” Fonte: https://www.teclasap.com.br/know-the-ropes/]

Tudo o que nós podemos levar conosco na hora da morte é o conhecimento e isso deve ser o primeiro dever de cada um de nós acumular o conhecimento [compreensível] correto ‘para levar consigo’ [‘take-withable(?)] por meio de um estudo cuidadoso das Psicoreligiões e do descarte de crenças que não podem ser substanciadas.

Deve-se ter em mente que não há duas religiões inspiradas ou reveladas que concordem e que os ensinamentos obtidos dos falecidos por meio de médiuns mostram um desacordo semelhante. Pode haver uma religião revelada correta e um ensinamento correto de um espírito ou grupo espiritual, ou pode haver uma verdade parcial em todas essas fontes de informação.

No momento, nós temos diante de nós apenas um critério básico e prático para medir tal material e esse é a Huna. Eu digo isso porque a Huna funcionou. Ela fez com que fosse prática a caminhada sobre o fogo. Ela fez com que a cura [healing] mental fosse prática, também a cura instantânea através da ajuda do Eu Superior. Ela fez com que o sistema de obter a ajuda do Eu Superior para mudar as circunstâncias e o futuro do indivíduo fosse prático.

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Imagem: derek-owens-tN63HVT_Jxw-unsplash.jpg – 12 de abril de 2023. O’ahu é uma ilha dos EUA situada no Pacífico Central que faz parte da cadeia de Ilhas do Havaí e abriga a capital do estado, Honolulu.

Referências bibliográficas da OREM1

Amazing Women In History – artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/

Amy Thakurdas, PhD – artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3

André Biernath – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce Lipton – livro “A Biologia da Crença “;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Dr. Alan Strong – artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Dr. Amit Goswami – livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Dr. Benjamin P. Hardy, psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Dr. Bruce H. Lipton – livro “A Biologia da Crença”;

Dr. Deepak Chopra – livro “Criando Prosperidade”;

Dr. Gregg Braden – livro “A Matriz Divina”;

Dr. Helder Kamei – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Dr. Joe Dispenza – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Dr. Kenneth Wapnick – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Dr. Maxwell Maltz – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Dr. Nelson Spritzer – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Dr. Richard Maurice Bucke – livro ‘Consciência Cósmica’;

Dr. Serge King – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Livro “Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Matthew B. James. Estudo Acadêmico , para um Programa de Doutorado da Walden University, Minneapolis, Minnesota, USA, 2008, doutorando em Psicologia da Saúde, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness”. O estudo completo pode ser acessado no site da Walden University no link:  https://scholarworks.waldenu.edu/dissertations/622/#:~:text=The%20results%20demonstrated%20that%20those,the%20course%20of%20the%20study.

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;  

Muda…
A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoa-me.
Eu te amo.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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