Glossário de termos básicos do Ho’oponopono Tradicional e Atualizado
Uma Breve Visão do Processo Ho’oponopono Tradicional
Ho’oponopono é tradicionalmente um processo familiar, conduzido por um haku que geralmente é o membro mais velho da família. Hoje, os haku são, às vezes, praticantes não familiares que foram especialmente treinados no processo.
O treinamento é sério. A competência requer profundo entendimento cultural e experiência, treinamento extensivo e estilo de vida pono; além disso, o trabalho (incluindo o treinamento de novos haku) tradicionalmente nunca é feito por pagamento.
O Ho’oponopono é importante para a cura [healing] social. Esse processo de “restaurar alguma coisa ao seu estado ou condição adequada, natural ou original” (“colocar em condições ou ordem adequadas”) pode ser usado para resolver diferenças de longa data, para curar [to heal] um problema que tem “chegado a um ponto crítico”, para ajudar uma doença ou situação física, ou simplesmente para manter relacionamentos saudáveis e positivos dentro de uma família.
O Ho’oponopono é um processo profundamente espiritual. O haku reza por um longo tempo – possivelmente dias ou semanas, ao longo da vida diária – antes de começar e a família reza junta para abrir e fechar a sessão. Pule pode ser usada em qualquer outro momento durante o processo também. O foco da pule é geralmente pedir orientação, perdão, ajuda, limpeza e para força que ajudará todas as pessoas a serem pono. Pule também ajuda a concentrar a energia do grupo e a encorajar sentimentos positivos de paz para fluir entre todas as pessoas.
Espera-se que todos os participantes estejam totalmente sóbrios, abertos e profundamente honestos em todos os momentos. No Ho’oponopono, omitir alguma coisa que necessita dita ou contar verdades parciais não é aceitável; ‘oia’i’o, ou verdade profunda, é esperado.
Ao mesmo tempo, há um controle cuidadoso do “calor” do processo. Geralmente, “desabafar” não é permitido e aloha deve fazer parte de todas as interações. Os problemas são declarados calmamente. Sentimentos intensos podem ser expressos por meio de descrição, mas não de encenação.
Intervalos podem ser chamados para esfriar a cabeça. Nenhuma discussão é permitida durante os intervalos.
O Processo:
- Os problemas são identificados e levados ao haku para consideração. Em uma família onde o Ho’oponopono é feito regularmente, o haku pode ser aquele para identificar os problemas ou talvez para pedir sessões periódicas de Ho’oponopono, independentemente de pilikia.
- “Pesquisas” de contexto e orações são feitas e um Ho’oponopono é chamado.
- A comida é preparada com antecedência e reservada. Se for esperado que haja mais de uma sessão envolvida, a família pode preparar apenas uma grande refeição cerimonial para a última sessão.
- Todas as pessoas se reúnem e o processo começa com uma oração. O haku então concentra a atenção e a energia de todas as pessoas no problema imediato em questão.
- Segue-se uma discussão, durante a qual todas as pessoas compartilham papel delas no problema, a perspectiva, as preocupações e os sentimentos delas, com ênfase em como elas foram afetadas e como elas afetaram os outros.
- O haku guia o grupo através das diferentes camadas do problema, possivelmente descobrindo novos problemas que não tinham sido reconhecidos. Questões relacionadas que podem ter afetado o problema também são identificadas.
- Todas as pessoas são convidadas para mihi uns com os outros – para sinceramente se desculparem e se perdoarem. Essa parte é capaz de ser muito emocional.
- Uma vez que a situação é aceita para ser pono por todos, o conflito é cortado a partir da família para sempre, para nunca mais ser trazido à tona. Orações de agradecimento e bênçãos são dadas.
- A comida que foi preparada com antecedência é compartilhada conjuntamente.
Como em qualquer processo de cura [healing], é necessário muito discernimento a fim de que seja garantido que o resultado final seja a resolução genuína do conflito e a restauração de bons relacionamentos entre todas as pessoas envolvidas.
Glossário
Akua
Deus.
Aumakua (‘Aumākua)
Deuses familiares ou pessoais. Vistos como ancestrais espirituais que ainda podem fazer parte da ‘ohana. Os ‘aumākua fornecem proteção e advertências à família. Eles também refletem (ponderam) entre a pessoa e outros deuses impessoais, os akua.
Antes de Sigmund Freud desenvolver o conceito de mente consciente e mente inconsciente e as suas funções, os ensinamentos do antigo Havaí tinham um sistema altamente desenvolvido de psicologia que identifica três mentes do homem: A Mente Consciente (Uhane), Mente Subconsciente (Unihipili) e Mente Supraconsciente (Aumakua).
Eu Sou a Mente Supraconsciente (Aumakua). Eu supervisiono a Mente Consciente (Uhane) e a Mente Subconsciente (Unihipili). Eu examino e efetuo as mudanças apropriadas na petição do Ho’oponopono à Inteligência Divina iniciada pela Mente Consciente (Uhane). Eu não sou influenciada pelas memórias que se repetem na Mente Subconsciente (Unihipili). Eu sou sempre uma só com o Divino Criador.
Aloha
Amor (e ainda muito mais!). Ho’oponopono depende do aloha que existe entre todos os membros da família, independentemente de pilikia, como uma força poderosa para a resolução de diferenças.
Na língua Havaiana, aloha significa muito mais do que apenas “olá” ou “adeus” ou “amor”. O seu significado mais profundo é “o alegre (oha) compartilhamento (alo) da energia vital (ha) no presente (alo)”.
O Espírito Aloha é uma referência bem conhecida para a atitude de aceitação amigável pela qual as Ilhas Havaianas são tão famosas. No entanto, ele também se refere a uma forma poderosa de resolver qualquer problema, atingir qualquer meta e alcançar qualquer estado de mente ou corpo que você deseja.
Ao compartilhar essa energia, você se sintoniza com o Poder Universal que os Havaianos chamam de mana. E o uso amoroso desse incrível Poder é o segredo para alcançar a verdadeira saúde, felicidade, prosperidade e sucesso.
Arrependimento
Eu sou o arrependimento. Eu sou o início do processo da Ho’oponopono principiado pela Mente Consciente como uma petição à Inteligência Divina para transmutar memórias em Vazio. Comigo, a Mente Consciente reconhece a sua responsabilidade pelas memórias que são reencenadas como problemas na sua Mente Subconsciente, tendo-as criado, aceitado e acumulado.
A fase de resolução completa do Ho’oponopono Tradicional diz respeito à maneira como o arrependimento, o perdão e a liberação ocorrem em muitos casos. No passado, o haku desempenhava um papel central no mihi, kala e oki, mediando as desculpas articuladas. O papel do haku veio a ser menos crucial nessa área. Pelo menos seis dos líderes Lani, Keola, Joseph, Paul, Jean e Robert preferem permitir que os membros do grupo lidem diretamente uns com os outros durante essa fase. Às vezes, mihi, kala e oki são específicos e articulados, o que significa que o ato de transgressão é nomeado e o pedido de desculpas (arrependimento) e o perdão são declarados. Em outros casos, o processo é mais não-verbal. Robert disse que os meninos demonstram perdão de uma maneira “natural”. “Eles se levantam, se agarram, choram, riem.” Lani e Keola também buscam diversos sinais não-verbais como abraços, olhares carinhosos e beijos como sinal de que a resolução é sincera e profunda.
Mihi, kala e oki (arrependimento e perdão, liberação e corte) é na verdade um processo de várias etapas que ocorre entre cada par de pessoas envolvidas no hihia. Cada pessoa tem que admitir separadamente o seu erro (delito) e ser perdoada pelos outros envolvidos. Depois que cada pessoa tiver feito isso, elas são capazes de se liberar mutuamente e cortar os emaranhados negativos que as mantém unidas.
Esse [processo de] arrependimento-perdão-liberação está incorporado nos termos gêmeos, Mihi e Kala.
Corpo Aka
Corpo sombreado. Corpo etérico.
Lembre-se das 10 partes do homem sendo os três níveis da mente, Unihipili ou o eu [ser, self] oculto ou mente subconsciente; Uhane ou o eu [ser, self] médio ou mente consciente e; Aumakua ou eu [ser, self] superior ou mente supraconsciente, com cada um desses níveis da mente tendo o seu próprio corpo aka, o seu próprio corpo sombreado ou corpo etérico. Cada um desses corpos aka tem uma certa função diferente, bem como diferentes níveis de vibrações. O corpo aka do eu [ser, self] subconsciente (Unihipili) é aquele que duplica o corpo físico normal em todos os sentidos, todos os detalhes, bem como sendo o corpo aka que é infinitamente variável, infinitamente extensível, mesmo mantendo a sua forma básica original. O corpo aka do eu [ser, self] médio (Uhane) também se forma para a forma do corpo físico, no entanto, a sua função é mental. A sua função é pensar, raciocinar logicamente e motivar e direcionar a atividade de um ser humano inteiro. As suas ações e energia são direcionadas principalmente para uma parte do cérebro, de modo que você seja capaz de solicitar que a sua ação racional, desejo ou conclusão seja aceita pelo subconsciente, por exemplo, dando direção e propósito causal à ação humana. O eu [ser, self] superior (Aumakua), por outro lado, não reside totalmente dentro da estrutura física do humano, ele [pronome neutro ‘it’ em Inglês] reside dentro e fora, principalmente acima do [nível] humano, metaforicamente falando, exceto nos momentos em que ele é chamado dentro da pessoa para um propósito específico. O eu [ser, self] superior (Aumakua) é parte do humano [da identidade própria do ser humano] e, na maioria das pessoas, nunca interpenetra constantemente com o resto do ser humano [idem].
Cada uma dessas combinações mente-corpo tem o seu próprio nível de energia que os Havaianos chamam de mana. O subconsciente faz a força vital básica [mana] da comida que nós comemos e especialmente da respiração. O eu [ser, self] médio obtém a sua energia [mana] pegando parte do nível básico do subconsciente [mana] e aumentando a taxa vibratória até o nível mais alto (mana mana) necessário para o trabalho mental que ele faz. O eu [ser, self] superior depende inteiramente dos outros dois eus [seres, selves] para [obter] a sua energia (mana loa). Ele [pronome neutro ‘it’ em Inglês] pode e recebe um pouco a cada noite para realizar os desejos que nós temos expressado por nossos pensamentos e sonhos, devaneios e ações do dia. Caso contrário, para qualquer coisa além disso depende totalmente do resto do ser humano para enviar energia por um esforço direto de intenção. Ao todo, três níveis de energia se interpenetram, cercam e preenchem o ser humano e criam o que é chamado de aura. A aura, portanto, é o campo magnético que cerca completamente o corpo e que às vezes é visto por médiuns e até mesmo fotografado na fotografia Kirlian.
Essas nove partes: três mentes, três corpos aka e os três níveis de energia são todos combinados para habitar o corpo físico, a 10ª parte do ser humano completo. Dessa forma, a mente divina infinita é capaz de se expressar e se experienciar no nível físico básico durante a vida do corpo físico. Cada nível é completo à sua maneira, cada um tem a sua própria mente, o seu próprio corpo aka e a sua própria energia. Então, cada um tem os pré-requisitos necessários de mente, matéria e força necessários para funcionar e realizar coisas em seu nível. Quando todas as condições estão certas e quando o esforço adequado de intenção é despendido, os rituais funcionam. Até os milagres funcionam. Eles funcionam porque esse gasto de poder de intenção uniu todos os três níveis em um todo harmonioso, pelo qual os três níveis de mente, matéria e energia estão todos concentrando e concentrados em um objetivo.
Essa sequência é o segredo por trás do uso bem-sucedido de qualquer ritual. Pelo seu poder de intenção, você une as três mentes e então solicita aos corpos aka e aos níveis de energia que realizem o que você escolheu realizar.
Experiência
Eu sou a experiência. Eu sou o efeito de memórias que se repetem ou de inspirações na Mente Subconsciente.
Haku
Literalmente, senhor, mestre, dono. No Ho’oponopono o haku é o líder que facilita e orienta a sessão.
Líder do processo Ho’oponopono. Geralmente, o Haku é o membro mais velho da família ou um membro da família especialmente selecionado por suas habilidades. Nos tempos modernos, os haku são, às vezes, não parentes especialmente treinados.
O papel do haku, ou líder, é bastante consistente. O líder facilita o processo, identifica a área problemática, ouve os outros, esclarece e geralmente mantém uma atmosfera controlada e segura que incentiva expressões honestas e sinceras por parte dos participantes. Uma das outras regras básicas declaradas em Nana I Ke Kumu é que o haku [geralmente] é uma pessoa que não está envolvida no hihia. Isso permite que eles sejam imparciais e abertos durante o processo.
Hala
Identificar o problema, transgressão original.
Falha, erro, transgressão. No Ho’oponopono a hala é identificada como a fonte do hihia. A transgressão liga o malfeitor ao injustiçado como uma corda.
Qualquer ofensa que seja conhecida pelo autor ou que seja sentida por outra pessoa constitui hala, mesmo que a pessoa que transgrediu tenha sentido que era justificada. Culpa, transgressão, erro; transgredir.
Nessa fase inicial do Ho’oponopono Tradicional, com o clima adequado definido, o líder concentra-se no problema específico. O hala, ou transgressão [problema], é declarado. Hala também implica que o perpetrador e a pessoa injustiçada estão ligados numa relação de emaranhamento negativo, chamada hihia. Esse reconhecimento facilita o processo do mahiki, que é descascar as camadas do problema, como se fosse uma cebola.
Mary Kawena Pukui sugere que nós visualizemos hala como um cordão. “Isso vincula o infrator ao seu ato e à sua vítima. A vítima segura esse cordão e fica igualmente amarrada.” Para levar ainda mais longe a imagem da Sra. Pukui, esse cordão tem muitos outros emaranhados que unem o culpado, a ofensa e a vítima. A raiva, o desejo de vingança, os nós reforçados pelo tempo de antigos rancores, os nós recém-atados de culpa pelo ato, o medo da descoberta, o pavor do confronto – tudo isso faz parte do cordão que une e contrai. Existem também complicações menores, como constrangimento social e incapacidade de comunicação. Esses também se juntam ao ofensor e ao ofendido num relacionamento mutuamente angustiante. À medida que outros são inevitavelmente atraídos para o conflito, o cordão de hala é visualizado como uma rede de coisas desagradáveis sempre em expansão, chamada hihia.
Hihi
Entrelaçar, emaranhar; uma rede de pesca; um, uma, por, cada, sufixo passivo.
Hihia
Separar as questões, transtornos/emaranhamentos.
Entrelaçamento. No Ho’oponopono a hihia representa a complexa rede de problemas que geralmente envolve vários membros na família.
Os “entrelaçamentos” que contribuem para o problema que está sendo resolvido. No pensamento Havaiano, os problemas não “separam” as pessoas, mas sim as unem com laços negativos. O Ho’oponopono busca remover esses vínculos negativos e restaurar laços positivos pelos quais o aloha é capaz de fluir.
Entrelaçado ou entrelaçamento; rosnar ou rosnado; enredado.
A fase de discussão do Ho’oponopono Tradicional é geralmente a mais demorada, pois envolve todas as discussões necessárias para descobrir o problema central. O termo para esse processo é mahiki, que se refere à identificação e à resolução de um problema específico de cada vez. Esse processo pode ser repetido muitas vezes quando há muitas camadas complexas para o problema. Cada vez que mahiki é feito, deve levar a uma identificação clara de uma transgressão inicial, ou hala e o esclarecimento das camadas está nas repercussões negativas que foram sentidas na rede de relacionamentos do grupo em decorrência da hala. Essa teia emaranhada de relacionamentos adversos é a hihia. Cada hihia necessita ser desemaranhada durante a fase de resolução, perdão, liberação e corte, antes que a discussão comece uma nova sobre outra hihia.
Uma vez que a discussão tenha levado a um entendimento claro de cada hihia e hala, o líder verifica se o grupo está pronto para avançar para uma resolução.
Ho’iho’i
Retornar, mandar de volta, restaurar.
Ho’o
Fazer com que alguma coisa seja feita, causar, provocar, ocasionar acarretar, ter como resultado. Restaurar.
Literalmente, ho’o é um vocábulo utilizado para converter em verbo o substantivo seguinte; um prefixo causativo; equivalente ao “to-infinitivo” em Inglês.
Ho’ohiki
Prometer (jurar), promessa, promessa ofuscante(?).
Ho’ōla
Dar vida. Reviver. Curar [to heal].
Ho’ōla ou “Essa Senhora”. Literalmente “curadora [healer]”, no entanto mais geralmente usados para significar um(a) ministro(a), muitas vezes considerado(a) como tendo dons de cura [healing] ou profecia.
O(a) ho’ōla, também um(a) parente, era capaz de contar com um longo conhecimento sobre assuntos familiares.
Ho’ohalahala
Culpar ou reclamar. Encontrar erro.
Ho’omalu
Um recesso, um período de reflexão. Em Ho’oponopono, um ho’omalu pode ser chamado para proporcionar um período de reflexão aos participantes quando as demonstrações emocionais são disruptivas; é capaz de ser uma medida liminar para permitir que os problemas discutidos na sessão permaneçam confidenciais, não ditos, deixados de lado.
Um período de “esfriamento”, convocado pelo Haku quando necessário, para permitir que o processo continue de maneira pono. Pode ser curto ou longo.
Todas as sessões de Ho’oponopono têm algumas declarações ou rituais de encerramento. A forma e o conteúdo específicos variam, entretanto, todos os líderes incluem uma pule. Geralmente é uma oração de agradecimento ou apreciação e às vezes inclui um resumo do que aconteceu. Além da pule, ou às vezes contido nela, eram feitas observações adicionais. Kalau disse que esse poderia ser um momento para a família fazer planos para o futuro. Jean aproveita esse tempo para lembrar ao grupo que os problemas resolvidos agora estão pau (terminados). Um ho’omalu é colocado sobre eles, para que não sejam mais discutidos. Lani fez uma distinção no uso desse tipo de ho’omalu. A família ou o grupo é capaz de discutir o assunto posteriormente, desde que não seja o tipo de discussão que poderia criar mais hihia.
O líder também oferece salvaguardas ao grupo, evitando explosões emocionais, além de canalizar a discussão. Se os ânimos começarem a explodir, um ho’omalu ou período reflexivo de relaxamento é chamado. Os participantes são então orientados a considerar o que aconteceu para provocar a explosão, bem como para recuperar o sentido de propósito e boa vontade deles.
Esse ho’omalu final inclui instruções ao grupo para não se envolver em qualquer discussão adicional sobre o problema que possa criar repercussões negativas. Discussões positivas e afirmativas em grupo é permitido após a sessão.
Outra área de grande divergência é a canalização da discussão e o uso de ho’omalu (período de reflexão). Tradicionalmente, os Havaianos acreditavam que a expressão descontrolada de emoções no Ho’oponopono exacerbava o problema e criava mais hihia (emaranhados). Portanto, canalizar a discussão era um mecanismo que diminuía essa probabilidade. Se esse controle falhasse, um ho’omalu poderia ser usado para recuperar a equanimidade. Tseng e Hsu (1979) afirmaram que a terapia é capaz de proporcionar um “intervalo” do comportamento e das expectativas culturais normais. Pode ser que os controles no Ho’oponopono funcionassem como um equilíbrio numa sociedade que valorizava de forma mais geral a expressão de emoções e o gregarismo. Em contraste, a cultura Americana valoriza muito a comunicação direta e o controle das demonstrações emocionais, particularmente o medo, a tristeza e o pesar na interação do dia a dia. Portanto, em terapia, os clientes são frequentemente incentivados a expressar essas emoções e a confrontar os outros de maneira direta quando estão em situação de grupo. As diferenças na orientação de valores entre a cultura Havaiana e a Americana podem explicar as diferenças no uso dessas partes relacionadas em Ho’oponopono.
Ho’omauhala
Para segurar a falha; guardar rancor. Às vezes, em Ho’oponopono, a pessoa é incapaz de perdoar e liberar. Um ho’omalu pode ser chamado. Tradicionalmente, se uma pessoa não era capaz de perdoar, isso era considerado uma ofensa grave.
Ho’oponopono (atualizado)
Eu sou Ho’oponopono. Eu sou um antigo processo Havaiano de resolução de problemas atualizado para ser utilizado hoje em dia por Morrnah Nalamaku Simeona, Kahuna Lapa’au, reconhecida como um Tesouro Vivo do Havaí em 1983. Eu sou formado por três elementos: o arrependimento, o perdão e a transmutação. Eu sou uma petição iniciada pela Mente Consciente e dirigida à Inteligência Divina para anular memórias e restabelecer a Identidade Própria. Eu começo na Mente Consciente.
Ho’oponopono (tradicional)
Começar certo [colocar as coisas em ordem]; fazer com que seja certo; corrigir; restaurar e manter bons relacionamentos entre a família e os poderes familiares e sobrenaturais; a conferência familiar específica em que os relacionamentos eram “corrigidos” através da oração, discussão, confissão, arrependimento e restituição e perdão mútuos. Ho’oponopono é reunir a família para descobrir o que está errado. Talvez para descobrir por que alguém está doente ou o motivo de uma briga familiar. Depois, com discussão e arrependimento e restituição e perdão – e sempre com oração – para corrigir o que estava errado.
Melhorar ou corrigir alguma coisa, colocar em condições ou ordem adequadas [to set right]; um processo para restaurar relações harmoniosas na família.
Ho’oponopono – significa vazio de todo eu (ser, self), “perdão”. Por Aunty Margaret Machado.
Ho’oponopono – significa é Você, Um Só com Mana [Energia] Divina. Por Aunty Abbie Nape’ahi.
Hui
Clube, parceria, associação.
Identidade Própria
Eu sou a Identidade Própria. Eu sou composta por quatro elementos: a Inteligência Divina, a Mente Supraconsciente, a Mente Consciente e a Mente Subconsciente. A minha base, Vazia e Infinita, é uma réplica exata da Inteligência Divina.
Infinito
Eu sou o Infinito, a Inteligência Divina. As Inspirações fluem de mim como rosas frágeis em direção ao Vazio da Identidade Própria, facilmente desalojadas pelos espinhos das memórias.
Inspiração
Eu sou a Inspiração. Eu sou uma criação do Infinito, da Inteligência Divina. Eu me manifesto a partir do Vazio na Mente Subconsciente. Eu sou vivenciada como uma ocorrência novinha em folha.
Inteligência Divina
Eu Sou a Inteligência Divina. Eu Sou o Infinito. Eu Crio Identidades Próprias e Inspirações. Eu transmuto memórias em Vazio.
Kahuna
Sacerdote, ministro, curador [healer], feiticeiro, especialista.
Kahuna Lapa’au
Praticante de Medicina.
Kala
Liberar.
Para soltar até ficar livre. Em Ho’oponopono, a mihi de uma pessoa é respondida por uma kala de outra, liberando os dois do entrelaçamento negativo que os têm unidos.
Liberação. Quando uma pessoa faz um esforço genuíno para consertar as coisas com outra pessoa, espera-se que a pessoa que foi prejudicada libere o malfeitor de todos os pensamentos, sentimentos e intenções negativas. Isso é feito por meio de uma troca sincera de aloha, seguindo mihi.
Liberar, desamarrar, desatar, deixar ir.
A fase da resolução do processo Ho’oponopono inclui pedidos mútuos de perdão e liberação e corte de todas as mágoas associadas ao problema. A restituição também poderá ser discutida e definida, sendo o problema declarado encerrado, enquanto se aguarda o pagamento da restituição.
O mihi, kala e oki (arrependimento e perdão, liberação e corte) é na verdade um processo de várias etapas que ocorre entre cada par de pessoas envolvidas no hihia. Cada pessoa tem que admitir separadamente o seu erro (delito) e ser perdoada pelos outros envolvidos. Depois que cada pessoa tiver feito isso, elas são capazes de se liberar mutuamente e cortar os emaranhados negativos que as mantém unidas. O diagrama a seguir (Figura 2) descreve essa transação entre dois indivíduos.

Se durante a discussão anterior foi mencionada a necessidade de restituição, então o grupo tem que decidir qual será a natureza das reparações. Em alguns casos, o corte final do problema não estará completo até que a restituição tenha sido feita. Uma vez que esses acordos tenham sido feitos e o mihi, kala e oki tenham ocorrido, o líder declara o problema encerrado.
Ke Akua
O Deus.
Kokua
Ajuda, assistência, cooperação.
Kūkākūkā
Discussão. Essa é outra forma de resolução de problemas que é utilizada na cultura Havaiana. Ela não tem o mesmo nível de poder que o Ho’oponopono, mas permite a discussão de uma maneira culturalmente baseada.
Os temas orientadores do Currículo do Educador são baseados no programa bem-sucedido e culturalmente sensível desenvolvido por Aunty Abbie e Uncle Howard. Eles atribuem o sucesso deles no trabalho com estudantes Nativos Havaianos que estão em situação de risco aos métodos tradicionais de cura [healing] do Ho’oponopono (aconselhamento familiar e resolução de problemas) e kūkākūkā (discussão, conferência, história falada). O programa deles também está impregnado de práticas e valores Havaianos, como ‘ohana (família), lokahi (unidade), kokua (assistência sem expectativa de algo em troca), laulima (trabalhar em conjunto), mo’oku’auhau (genealogia) e ‘Aina (amor à terra e ao seu povo). A abordagem deles foi projetada para fornecer aos jovens Nativos Havaianos que estão em situação de risco a oportunidade de entender que eles são importantes e de se valorizarem. O foco de sua abordagem é capacitar o indivíduo e ajudá-lo a reconhecer que ele nasceu com tudo de que necessita para ter sucesso na vida.
Kūkākūkā significa contar uma história com outra pessoa. A história contada é como os indivíduos compartilham os pensamentos deles e os sentimentos uns com os outros e constroem um relacionamento e esse processo faz parte de todas as áreas do Ho’oponopono, porém, contribui especialmente para o desenvolvimento do respeito próprio. Os jovens necessitam muito de kūkākūkā. Os jovens necessitam saber que alguém na escola se preocupa com eles e que é um mentor para eles. Os jovens necessitam de alguém que se conecte com eles, que se importe com o que está acontecendo com eles e que conte histórias com eles regularmente. Kūkākūkā é uma parte extremamente importante (crucial) da assistência.
Kūkulu Kumuhana
Discutir o propósito.
A união de forças para um propósito comum. Em Ho’oponopono isso é também a declaração do problema ou o contato com uma pessoa que está resistindo ao processo.
Unificando a energia espiritual do grupo. No início do Ho’oponopono (e às vezes em outras partes do processo), o haku (líder do processo do Ho’oponopono) unificará conscientemente o foco do grupo através da oração e do consenso direcionado sobre o propósito e o processo da sessão.
Nessa fase inicial há um período de identificação do problema geral conhecido como kukulu kumuhana. Essa frase tem dois significados adicionais que fazem parte do Ho’oponopono. Kukulu kumuhana é então a união das forças emocionais e espirituais para um propósito comum, a resolução do problema da família. Também se refere ao esforço do líder para chegar a uma pessoa que resiste ao processo Ho’oponopono, na esperança de que isso lhe permita participar. Durante essa fase inicial, também são delineados os procedimentos do processo, a fim de familiarizar todos os participantes com ele.
Kumu
Professor, manual, cartilha, fonte de conhecimento.
Kupuna
Avó, ancestral. Os kupuna (plural) são respeitados e reverenciados por seu conhecimento e sabedoria.
Laulima
Cooperação; unir-se para realizar um projeto ou trabalho.
Mahiki
Falar abertamente sobre as questões [os problemas], descascar a cebola.
Em Ho’oponopono, o mahiki é a fase de discussão que permite que as camadas do problema sejam tratadas e descascadas (removidas), uma camada de cada vez.
Descascando as “camadas” de um problema para alcançar as suas raízes mais profundas, com o propósito de cura [healing]. Cada nível tem que ser resolvido completamente entre todas as partes para prosseguir.
Kalau Souza (praticante do Ho’oponopono Tradicional) disse: “Na verdade, a parte do mahiki é alguma coisa que você faz como praticante Ocidental, que é descascar a cebola. Ou descobrir qual é o problema. Quais são as camadas. Você sabe que não é tão diferente… Mas eu penso… os valores que os Havaianos têm – a sinceridade, o comprometimento são todos… muito essenciais para a coisa toda.”
A fase de discussão do processo Ho’oponopono tradicional é geralmente a mais demorada, pois envolve todas as discussões necessárias para descobrir o problema central. O termo para esse processo é mahiki, que se refere à identificação e à resolução de um problema específico de cada vez. Esse processo pode ser repetido muitas vezes quando há muitas camadas complexas para o problema. Cada vez que mahiki é feito, deve levar a uma identificação clara de uma transgressão inicial, ou hala, o esclarecimento das camadas está nas repercussões negativas que foram sentidas na rede de relacionamentos do grupo em decorrência da hala. Essa teia emaranhada de relacionamentos adversos é a hihia. Cada hihia necessita ser desemaranhada durante a fase de resolução, perdão, liberação e corte, antes que a discussão comece uma nova sobre outra hihia.
Se o grupo tiver outros problemas a serem resolvidos, então o processo retorna ao kūkulu-kumuhana e ao mahiki. Se chegar a hora de encerrar a sessão específica ou se todo o processo de tratamento estiver concluído, o grupo prossegue para as etapas de encerramento.
Mana
Nós temos que ter em mente que os antigos usavam o que nós chamamos de ‘construtos’ para descrever as suas crenças. Um construto é um método de analisar algo como se fosse o caso: isso realmente não importa se o atual construto é preciso, desde que o resultado final seja preciso. Construtos são usados hoje para descrever fenômenos que realmente nós não entendemos completamente, tais como energia elétrica e energia luminosa.
O construto Huna do homem sustenta que ele é composto de três eus, ou mentes e um corpo físico. Esses três eus são designados como o eu médio (Uhane), ou mente consciente; o eu básico (Unihipili), ou mente subconsciente; e o Eu Superior (Aumakua), ou mente supraconsciente. Cada um desses eus [seres, selves] utiliza a sua própria energia ou força vital para funcionar.
O Kahuna Havaiano chamava essa energia de mana. Mana é um construto para uma força que, se usada adequadamente, é capaz de funcionar na forma de obtenção dos resultados desejados por meio do pensamento criativo. Essa força, essa alguma coisa extra, que pode ser comparada às vitaminas dos alimentos, não pode ser vista ou medida por instrumentos científicos; no entanto, ela tem sido parte integrante de muitas religiões e crenças antigas e não tem sido aceita pela Psicologia moderna.
De acordo com os conceitos Huna, o eu básico (Unihipili) produz essa força vital a partir da comida, do ar e da água que nós consumimos. O eu básico utiliza essa força para funcionar como uma ‘mente’ ou ‘eu’. A palavra Polinésia para essa força vital é mana. Nós encontramos essa palavra no Antigo Testamento, mas com dois n’s. O mistério do ‘manna’ (maná) na história não vem a ser mistério, quando se entende que foi a mana da ‘força vital’ que caiu do céu para rejuvenescer os Israelitas no deserto.
Os primeiros homens da Índia usavam a palavra prana para essa força vital. Eles acreditavam que existia mais de um tipo dessa energia e, ao longo dos séculos, desenvolveram um sistema de forças de prana para cada ação do homem.
Alguém é capaz de facilmente comparar a energia mana com a eletricidade. Essa é uma comparação pertinente, pois mana envolve outros conceitos semelhantes aos da eletricidade. A eletricidade pode ser gerada, armazenada (como em uma bateria) e então descarregada para executar o trabalho. A mana fabricada pelo eu básico é como uma carga elétrica estática, no sentido de que pode ser acumulada e armazenada no corpo até ser necessária. Ela também tem polos positivos e negativos. Os Chineses expressam essa polaridade de energia em seu conceito de Yin-Yang.
Os antigos Kahunas acreditavam que haviam três graus de mana. Em termos mais modernos, pode-se chamá-los de diferentes níveis de energia vital. O mana inferior é obtido pelo eu básico para permitir que os nossos corpos físicos funcionem como animais vivos. Parte dessa energia é compartilhada com o eu médio e o Eu Superior. Essa energia básica, quando usada como força vital do eu médio, é alterada de alguma forma sutil.
Os Kahunas pensavam nisso como uma divisão do mana básico e o chamavam de mana-mana, indicando, dobrando a palavra, que esse nível superior de energia tinha mais poder e que poderia ser usado pelo eu médio para comandar e controlar o eu básico. Essa força é denominada ‘vontade” ou ‘força de vontade’ pela Psicologia moderna.
O Eu Superior também necessita de mana para operar em seu plano de existência. Esse nível de energia mais alto era chamado de mana loa, que significa ‘o mais forte’, pelos Havaianos. Assim, os três níveis de energia são mana, usado pelo eu básico, mana-mana, usado pelo eu médio e mana loa, usado pelo Eu Superior.
Mana’o
Pensamento, ideia, opinião. Conota expressão sincera.
Meaʻai
Comida. Compartilhar uma refeição após o processo ser concluído é uma parte muito importante do fechamento do Hoʻoponopono. Alimentos com significado cultural, como ʻulu (que significa “crescer”) e kalo (que conecta terra, pessoas e o divino) podem ser escolhidos para isso.
Memória
Eu sou a memória. Eu sou um registro na Mente Subconsciente de uma experiência passada. Quando eu sou desencadeada, eu reenceno as experiências passadas.
Mente Supraconsciente
Eu Sou a Mente Supraconsciente. Eu supervisiono a Mente Consciente e a Mente Subconsciente. Eu examino e efetuo as mudanças apropriadas na petição do Ho’oponopono à Inteligência Divina iniciada pela Mente Consciente. Eu não sou influenciada pelas memórias que se repetem na Mente Subconsciente. Eu sou sempre uma só com o Divino Criador.
Mente Consciente
Eu sou a Mente Consciente. Eu tenho o dom da escolha [e o poder da vontade]. Eu posso permitir que memórias incessantes determinem a experiência para a Mente Subconsciente e para mim mesma ou eu posso dar início à liberação delas por meio do incessante Ho’oponopono. Eu posso peticionar à Inteligência Divina pedindo orientação.
Mente Subconsciente
Eu sou a Mente Subconsciente. Eu sou o repositório de todas as memórias acumuladas desde o início da criação. Eu sou o lugar na qual as experiências são vividas como memórias que se repetem ou como Inspirações. Eu sou o lugar onde o corpo e o mundo residem como memórias que se repetem e como Inspirações. Ou o lugar na qual os problemas vivem como memórias que reagem.
Mihi
Pedir e dar perdão.
Confessar, pedir desculpas, lamentar. O mihi é um passo importante na fase de resolução durante o Ho’oponopono.
A discussão do problema é conduzida e canalizada pelo líder [haku]. Essa função intermediária evita que os indivíduos se confrontem diretamente, uma situação que poderia levar a mais explosões emocionais e mal-entendidos.
Quando a discussão termina, ocorre o mihi. Essa é a confissão sincera do erro e a busca pelo perdão. Espera-se que o perdão seja concedido sempre que solicitado.(10) Se a restituição é necessária, então os termos da mesma são acertados.
Arrependimento, confissão e desculpas, sempre fez parte do Ho’oponopono. Isso não significa que isso fosse limitado às conferências familiares em oração, destinadas a “corrigir a situação”. Dizer “Eu cometi esse erro. Eu sinto muito. Por favor, perdoe-me” era uma forma comum e frequentemente usada de manter a harmonia na ‘ohana (família).
Desculpas. A busca pela alma é parte integrante do Ho’oponopono, e espera-se que os participantes descubram por si mesmos o que fizeram para contribuir com o problema e peçam desculpas sinceramente por isso.
Mo ka piko
Literalmente, cortar o cordão umbilical. Em Ho’oponopono, isso significa romper os laços com um membro da família por causa de uma ofensa grave e ameaçadora, tal como ho’omauhala.
‘Ohana
Família. Frequentemente se refere à família extensa de avós, tias, tios, primos, sobrinhas, sobrinhos e outros.
Geralmente inclui amigos próximos e outros com conexões fortes. Também inclui família estendida, incluindo todas as gerações.
Contemporaneamente usado para identificar um vínculo familiar que existe entre os membros do grupo.
‘Oia’i’o
Verdade absoluta. Os Havaianos acreditam que a verdade existe em muitas camadas, desde a simples correção até a verdade espiritual muito profunda. ‘Oia’i’o se refere ao tipo mais profundo de verdade e espera-se que seja isso que será falado por todos os participantes durante o Ho’oponopono.
’Oia’i’o é o “próprio espírito da verdade”.
‘Oia, verdade; ‘i’o, substância, corpo, carne, músculo. Literalmente, ‘oia’i’o é “corpo, carne ou músculo da verdade”. Figurativamente, o “espírito da verdade” ou a “essência da verdade.”
‘Oki
Em Ho’oponopono a mihi e a kala são completados pela ‘oki, mostrando que o entrelaçamento e os problemas são realmente resolvidos e liberados.
Cortar, romper, separar.
Uma vez que um problema é completamente resolvido, a família irá ‘oki [cortar] isso em si mesmas. Isso é considerado pau (terminado, acabado) e não deve nem ser trazido à tona novamente.
Em Ho’oponopono mihi e kala são completados por ‘oki, mostrando que o entrelaçamento e os problemas são realmente resolvidos e liberados.
Pani
Terminar, fechar. A família poderá compartilhar um lanche ou refeição para encerrar o Ho’oponopono.
O pani [tradicional], ou compartilhar um lanche ou uma refeição após uma sessão, nem sempre é utilizado. Às vezes, brincar, nadar ou momentos de silêncio são usados nos cursos em ambiente selvagem. Segundo Keola o pani é o próprio encerramento do processo. Keola explicou porque a comida foi o símbolo usado no encerramento… “A comida é importante. E na alimentação, quando os sucos naturais estão em movimento, a pessoa tende a ficar muito mais disposta a compartilhar o companheirismo, a poder relaxar… Quando você está com o estômago cheio, a pessoa se sente muito melhor… Então, eu penso que isso agrega para o processo.”
Perdão
Eu sou o perdão. Ao lado do arrependimento, eu sou uma petição da Mente Consciente ao Divino Criador para que transforme memórias na Mente Subconsciente em Vazio. Não apenas a Mente Consciente está triste, ela também está pedindo perdão à Inteligência Divina.
Pilikia
Problemas. Os Havaianos geralmente veem os problemas como existentes em “camadas” que ocorrem ao mesmo tempo. No Ho’oponopono, todas as camadas devem ser tratadas, geralmente começando pelos problemas “superficiais” e trabalhando em direção à resolução de questões mais profundas e espirituais.
O Ho’oponopono era essencialmente um assunto de família, envolvendo toda a família nuclear ou imediata, ou apenas aqueles mais preocupados com o problema. Alguma margem de manobra era possível. Um não parente vivendo com a família podia participar se estivesse envolvido com pilikia (problema).
Pobreza
Eu sou a pobreza. Eu sou as memórias que se repetem. Eu tomo o lugar da Identidade Própria, impedindo que a Inteligência Divina introduza as Inspirações na Mente Subconsciente!
Poe Aumakua
Os Kahunas chamavam os Eus Superiores (Aumakuas) unidos de POE AUMAKUA, ‘Grande Companhia dos Eus Superiores’. Não há nada de bom que sejamos chamados a fazer em nossas vidas que o Aumakua não tenha aprendido a fazer. Poe Aumakua – Grande Companhia dos Eus Superiores – é uma fonte infindável de auxílio e guia, bastando convidá-los a tomar seus lugares adequados no viver dos três eus, que é a nossa vida.” Fonte: Associação de Estudos Huna.
Pono
Equilíbrio harmonioso de todas as coisas, de todos os elementos da situação. Pono é frequentemente traduzido como “retidão, justiça, honradez”, mas, na verdade, não há uma palavra equivalente em Inglês para essa palavra.
Certo, correto, preciso, em perfeita ordem; aproximadamente 20 outros significados intimamente relacionados.
Bondade, retidão, moralidade, qualidades morais, procedimento correto ou adequado, excelência, bem-estar, prosperidade, saúde, benefício, em nome de, equidade, interesse, verdadeira condição ou natureza, dever; moral, apropriado, íntegro, honrado, certo, reto, justo, virtuoso, límpido, benéfico, bem-sucedido, em perfeita ordem, preciso, correto, descansado, aliviado.
Ponopono
(Pono reduplicado). Em ordem, cuidado, atendido; ambas as formas conotam o que é socialmente e moralmente aprovado e desejável. Ponopono é definido como “endireitar”, restabelecer o equilíbrio.
Pôr em ordem ou em forma, corrigir, revisar, ajustar, emendar, regular, regrar, retificar, ordenar, organizar ordenadamente ou pulcramente (que demonstra delicadeza, gentileza; gentil, delicado, mimoso).
Problema
Eu sou o problema. Eu sou uma memória que reencena uma experiência passada uma vez mais na Mente Subconsciente.
Prosperidade
Eu sou a prosperidade. Eu sou a Identidade Própria.
Pule
Oração de abertura. Usada para abrir e encerrar sessões de Ho’oponopono e para marcar muitas outras ocasiões. Muito importante para todos os aspectos do Ho’oponopono.
A abertura e o encerramento formais do Ho’oponopono tradicionalmente incluíam uma pule [oração] para as forças espirituais Havaianas ou para o Deus Cristão ou ambos. A adaptação desse elemento espiritual aos vários contextos tem sido uma questão um tanto sensível. Na maioria dos casos a abertura da sessão é pelo menos um momento para dar um tom de seriedade ao trabalho que se segue. Os três assistentes sociais usaram o termo “powers that be” [“poderes constituídos”] no lugar de referência a deuses específicos. Virginia Wahler também se sente confortável com esse termo. Ela também disse que a pule está “atraindo a força da fonte”. Para Robert, é “pedir por força espiritual”. O programa de Virginia e Robert é financiado pelo governo federal, portanto eles estão proibidos de fazer uma referência denominacional específica. Na escola em ambiente selvagem onde o termo pule é usado, a forma é individualizada. Jean disse que a pule dele geralmente é dirigida aos “espíritos universais ou às pessoas no grupo e o aloha… isso está na energia aqui”. Para Joseph, a oração era uma parte integrante do processo e às vezes ele invocava “deuses ou espíritos”. Outras vezes ele fazia uma narrativa de consciência no nível da realidade [awareness] sensorial ou de relaxamento. Paul disse que a oração dele seria “normalmente pedindo… por alguma força e comprometimento e orientação… e afirmando a posição em que nós estamos dentro”.
Pule Ho’opau
Oração de encerramento: resumir o que aconteceu, listar os pontos fortes da família e ser grato(a) espiritualmente e individualmente pela participação sincera.
Em Ho’oponopono isso pode ser uma declaração de agradecimento e uma reafirmação dos laços familiares.
A pule ho’opau, ou oração de encerramento, é primariamente uma oração de agradecimento. Há um resumo do que foi resolvido e realizado e uma afirmação do funcionamento positivo do indivíduo e/ou grupo. Também pode haver declarações indicando áreas nas quais o grupo trabalhará no futuro ou planos futuros conforme indicação pelo grupo.
Reflexão
Não temos todas as respostas, não sabemos tudo e por mais que nós avançamos em descobertas, o único conhecimento capaz de transmutar os nossos sentimentos inferiores é o Amor. A nossa resistência em aprendermos isso, leva-nos a somatizar memórias e situações que nos levam para esse amadurecimento: pelo amor ou pela dor. Paz de Deus!
Sistema Operacional
Eu sou o sistema operacional. Eu opero a Identidade Própria com o Vazio, a Inspiração e a Memória.
Transmutação
Eu sou a transmutação. A Inteligência Divina me utiliza para neutralizar e liberar as memórias para o Vazio na Mente Subconsciente. Eu estou disponível para ser usada apenas pela Inteligência Divina.
Uhane
Em Havaiano a Mente Consciente é chamada de Uhane (…conhecida também, em outras literaturas, como Mãe, Eu Médio, Eu Intelectual, Eu Consciente, Mente Objetiva, Mente Intelectual, Intelecto, Mente Conceptual, Mente Racional, Persona, Mente Autoconsciente, Mente da Autoconsciência, Filho de Deus, Tomador de Decisões, Lono, o Espírito que Fala…).
Uhane é a Mente Consciente. Ela é a mãe.
Uhane é a mente lógica e racional e ela acredita que resolve problemas e controla o que experiencia e acontece. Os Havaianos sabem que nós não somos apenas o nosso intelecto ou a nossa Mente Consciente. A Mente Consciente (Uhane) e a Mente Subconsciente (Unihipili) são conhecidas coletivamente como a alma.
Max Freedom Long em seu livro “Milagres da Ciência Secreta”, também define a Mente Consciente (Uhane), que estamos resumindo:
- Eu Médio chamado de Uhane, “O Espírito que Fala”;
- O Eu Consciente, mente racional, persona;
- Possui o poder do raciocínio, a força de vontade, a imaginação;
- Sem memória, produz pensamentos comuns do dia a dia;
- O molde invisível Kino Aka do Eu Médio é menos denso que o do Eu Básico (Unihipili);
- A sua energia Mana-Mana, dupla-força, é de voltagem mais alta que o Mana do Eu Básico (Uhane);
- Ela é usada pelo Eu Médio em todos os pensamentos e atividades da vontade.
Unihipili
Em Havaiano a Mente Subconsciente é chamada de Unihipili (…conhecida também, em outras literaturas, como Criança, Eu Básico, Eu Emocional, Eu Instintivo, Inconsciente, Mente Subjetiva, Anima, Mente Emocional, Mente Receptiva, Mente da Consciência Simples, Mente da Alma, Self Ku, Corpo/Mente, Poder Pessoal, Poder Criativo, Poder do Desejo, Poder da Fé, Poder da Vontade…).
Unihipili é a Mente Subconsciente. Ela é a criança.
Max Freedom Long em seu livro “Milagres da Ciência Secreta”, também define a Mente Subconsciente (Unihipili), que estamos resumindo:
- Eu Básico chamado de Unihipili, subconsciente, anima, possui memória e emoção;
- É ilógica e controla as funções do corpo, os fios Aka, as formas-pensamento;
- Sujeita à sugestão, apoia-se nos cinco sentidos, possui a telepatia;
- O corpo etérico Kino-Aka do Eu Básico (Unihipili) adere a tudo o que toca, cria finos fios Aka, conduzem Mana;
- A sua energia Mana é também chamada de força vital, prana, chi, ki, orgone, etc.;
- Energia de baixa frequência, produzida pelo corpo e armazenada no corpo Aka do Eu Básico;
- Pode fluir por fios Aka para outras pessoas ou pelo corpo físico.
A Unihipili (Mente Subconsciente) controla as funções do corpo físico. (Na ciência Ocidental, isso é reconhecido como controle através do sistema nervoso autônomo).
Ela é, portanto, considerada uma mente muito importante.
Os Havaianos não tinham os dados científicos detalhados disponíveis para os cientistas do século 21, mas os seus sistemas de cura [healing] reconheciam a igual importância de cada mente. Estar conectado e confiar na Mente Subconsciente (Unihipili) é um elemento muito importante de seu sistema. Isso seria semelhante a confiar na intuição ou na reação instintiva.
Vazio
Eu sou o Vazio. Eu sou o alicerce da Identidade Própria e do Cosmos. Eu sou o lugar onde as Inspirações brotam da Inteligência Divina, o Infinito. As memórias que se repetem na Mente Subconsciente tomam o meu lugar, mas não me destroem, impedindo o influxo das Inspirações da Inteligência Divina.
Wehe wehe
Desbloquear, soltar. Usado para significar uma discussão que vai abaixo do nível superficial.
Fontes:
- Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]
- Livro “Zero Limits – The Secret Hawaiian System for Wealth, Health, Peace, and More” Joe Vitale and Ihaleakala Hew Len Ph.D.
- Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, dos autores Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972.
- Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].
- Livro “The Little Pink Booklet of Aloha”, de autoria do Dr. Serge Kahili King.
- Apêndice – Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).
- Fonte: Wikipedia e outros sites que abordam o tema.
- Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”], de autoria do Dr. Yates Julio Canipe e Sarah Jane Eftink. Versão em Inglês, 11 de janeiro de 2013 Straightforward Inc.
- Livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – Autor William R. Glover – 2005.
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Imagem: miguel-a-amutio-IzJXzbtTDCA-unsplash-03.02.2025.jpg. A imagem representa os 3 eus do ser humano (Uhane, Unihipili e Aumakua) trabalhando e se divertindo juntos.
Referências bibliográficas da OREM1
Alan Strong Dr.- artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;
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Amit Goswami (Dr.) – livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;
Amy Thakurdas, PhD – artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;
Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content
André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;
Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6
Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;
Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;
Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf
Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/
Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;
Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);
Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;
Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;
Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;
Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);
David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);
Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;
Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;
E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;
E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;
“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.
Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);
Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);
Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);
Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).
Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].
Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;
Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;
Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);
Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;
Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]
Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/
James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;
James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;
Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;
Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;
Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);
Joe Vitale – livro “Limite Zero”;
Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;
John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;
John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;
Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);
Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;
Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;
Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);
Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;
Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931. Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/
Krishnamurti – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.
Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;
Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;
Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf
Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
Matthew B. James. Estudo Acadêmico , para um Programa de Doutorado da Walden University, Minneapolis, Minnesota, USA, 2008, doutorando em Psicologia da Saúde, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness”. O estudo completo pode ser acessado no site da Walden University no link: https://scholarworks.waldenu.edu/dissertations/622/#:~:text=The%20results%20demonstrated%20that%20those,the%20course%20of%20the%20study.
Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;
Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;
Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;
Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;
Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;
Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;
Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;
Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;
Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;
Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;
Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1 – Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA – 2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;
Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
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William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;
