Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna

Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Sobre o Livro:

O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.

Sobre o Autor:

“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”

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—Continuação do artigo 196 – O Método Secreto Kahuna de Tratar o Complexo—

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XVI. How the Kahunas Fought the Horrid Things of Darkness

XVI. Como os Kahunas Combatiam as Coisas Horríveis das Trevas

Primitivos e as coisas das trevas, ocultistas e “magia negra”, curadores [healers] mentais e “magnetismo animal maligno”. Entendimento Huna da vida “lá fora”. Importância para a vida-aqui de conhecer as condições da vida-no-outro-plano. Caso 27. Ataques de espíritos. Obsessão por selfs básico, por selfs médios, por selfs básicos e médios. Métodos de choque. Métodos de tratamento Kahuna.

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“Existem coisas horríveis que pertencem ao reino das trevas, mas que nós somos impotentes para combater porque nós temos nos tornado civilizados demais para perceber que elas existem. Os médicos nada sabem sobre elas. Padres e pastores têm uma ideia tão distorcida dos demônios que os seus conselhos são inúteis. O espiritualismo sabe apenas o suficiente para temer e alertar os curiosos para que tomem cuidado.

Todos os povos primitivos sabem alguma coisa sobre elas, mas os seus métodos para lidar com as ameaças das trevas têm valor precário.

Os ocultistas modernos têm conjecturado sobre toda uma gama de coisas malignas, escrevendo solenemente sobre magia negra, feitiços e encantamentos. Eles traçam os seus círculos mágicos e se refugiam dentro deles para escapar das forças das trevas, sem ter certeza de que tais forças existam. Eles retornam à Idade Média e revivem o uso de talismãs e amuletos. Eles incensam o ar e invocam a proteção de Deus por meio de Seus setenta e dois supostos nomes.

Os praticantes de religiões de cura [healing] mental reconhecem essas forças como “magnetismo animal maligno”, entendendo ligeiramente a sua natureza, mas travando guerra frequente contra elas quando suspeitam de suas atividades.

Entre as dádivas inestimáveis ​​que os Kahunas nos deram, está um conhecimento claro e abrangente das forças das trevas e da maneira de combatê-las.

Por anos, eu tenho estudado todas as informações disponíveis sobre as coisas das trevas. O meu conhecimento ainda é incompleto. Eu não consigo penetrar a Huna, ou ‘Segredo’, dos Kahunas para alcançar os níveis mais baixos das coisas do mal, nem os mais altos. No entanto, eu acredito ter descoberto os fatos vitais para uma vida normal nesse plano e no próximo, após a morte. (É de vital importância que nós entendamos corretamente as coisas aqui, pois quando nós morrermos e cruzarmos para a vida após a morte em corpos sutis, as coisas em que nós temos acreditado aqui se tornarão quase fixações e poderão nos assombrar lá.)

Entre as dádivas inestimáveis ​​que os Kahunas nos deram, está um conhecimento claro e abrangente das forças das trevas e da maneira de combatê-las.

O mundo dos espíritos invisíveis é muito semelhante ao nosso mundo concreto, na medida em que também possui as suas selvas e animais selvagens, por assim dizer. Se, nesse mundo, um homem se aventurasse em uma região selvagem e encontrasse leões, tigres e gorilas, teria que se defender. O mesmo se aplica ao mundo das coisas incorpóreas que vivem em seus corpos sutis.

Felizmente para nós, o contato com o mundo sutil é tênue. Apenas de vez em quando, coisas perigosas ou ativamente malignas conseguem nos alcançar e colocar em risco as nossas vidas ou sanidade.

Eu creio estar correto ao afirmar que, quando um ser senciente morre e passa a viver no mundo invisível em seu corpo sutil, ele cria o seu próprio plano ou gravita em direção a ele através de seus pensamentos. Se pensa em ambientes familiares na Terra, cria tais ambientes — os Kahunas dizem que ele cria todas as coisas a partir da matéria sutil dos sonhos. Através dessas cenas e lugares oníricos, no entanto, movem-se seres espirituais reais e genuínos. Assim, um homem, ao morrer, entra num mundo de cenários oníricos, partilhando as cenas dos sonhos dos seus amigos e familiares e acrescentando os seus próprios toques. Os animais da selva entram numa selva onírica. Povos selvagens entram em lugares semelhantes aos que deixaram e encontram ali amigos e inimigos.

Raramente os espíritos dos mortos, quando em contato com os vivos, relatam ter ido para um lugar diferente dos lugares terrenos aos quais estão acostumados. Eles se encontram vestidos como aqui e vivem em casas semelhantes; os espíritos de certas tribos esquimós relatam viver nas mesmas terras de gelo e neve que viviam desse lado.

Os mortos que esperam chegar a um paraíso Cristão relatam tê-lo encontrado. Aqueles que imaginam cenas do purgatório as encontram. O inferno, por si só, parece não ser povoado, talvez porque ninguém realmente espere ser julgado como totalmente mau.

Uma antropóloga idosa prometeu, antes de morrer, relatar o que encontraria após a morte. Ela o fez, por meio de uma médium, identificando-se para a minha total satisfação ao mencionar coisas que amava fazer, vestir e dizer enquanto vivia aqui. Ela disse que encontrou amigos, vilarejos Americanos e paisagens. Depois de se acostumar às novas condições, ela se dedicou a procurar por várias tribos selvagens e semisselvagens com as quais havia convivido e estudado aqui. Ela descobriu que essas tribos haviam se reunido com os seus companheiros do outro lado da Terra, habitando as mesmas moradias nos mesmos cenários pitorescos. Os amigos dela a reconheceram e tiveram reencontros felizes. Entre essas tribos, havia certos povos caçadores de cabeças das montanhas de Formosa — amigos de outrora — que ainda imaginavam que poderiam praticar mais a caça de cabeças quando tivessem tempo, embora tivessem negligenciado essa arte por um longo tempo. A antropóloga tentou dizer-lhes que estavam mortos e não podiam mais caçar cabeças. Ela tentou dizer-lhes outras coisas, mas a capacidade deles de assimilar novas ideias mostrou-se muito, muito menor do que quando eles estavam nesse plano físico da vida.

O fato de, do outro lado, nós termos muito pouca força vital em comparação com a que nós tínhamos em corpos físicos parece fazer a diferença entre o aprendizado rápido e a lentidão e a incapacidade de assimilar ideias desconhecidas. Todo pensamento exige o uso de força vital. Memórias podem ser evocadas e ‘lembradas’ com quase nenhuma força vital, mas criar uma nova forma-pensamento é difícil, especialmente para aqueles com desenvolvimento mental limitado. Os mortos tendem a se apegar às coisas em que eles acreditavam, esperavam ou temiam enquanto vivos. Aqueles que vivem-aqui e tentaram ensinar coisas novas aos que vivem-no-outro-mundo podem atestar a dificuldade de ensinar os que vivem lá. Por essa razão, parece da maior importância que, enquanto nós estivermos aqui, nós armazenemos na mente o máximo de conhecimento possível, tanto dos Kahunas quanto de psicólogos e pesquisadores psíquicos modernos e que nós nos esclareçamos sobre as coisas antes de partirmos. Eu tenho repetidamente tentado pedir aos meus amigos espirituais que encontrassem Kahunas avançados que já tivessem ido para o outro lado e geralmente eles falham completamente. Os Kahunas conheciam a realidade enquanto vivos e esse conhecimento lhes conferia uma capacidade superior de progredir para objetivos mais importantes no mundo das sombras. Eles não se deixam emaranhar pelas cenas oníricas e pela vaga repetição de atos semelhantes aos que vivenciaram nesse plano.

Existe um propósito definido para aqueles que conhecem as condições da vida após a morte e, portanto, conseguem escapar de serem aprisionados e retidos ali. O objetivo não é a reencarnação. Apenas alguns retornam para habitar outros corpos, como acreditam os Reencarnacionistas. Os selfs básicos retornam como os selfs médios de indivíduos que nascem nesse plano físico, mas os selfs médios, pelo menos os de pessoas relativamente civilizadas, eventualmente ascendem ao nível imediatamente superior. Aqueles que conhecem esse segredo perdem pouco tempo na ‘terra do verão’ [‘céu do plano astral’, ‘vida após a morte’]. Eles obedecem ao impulso de evoluir e seguir em frente.

Os Kahunas conheciam a realidade enquanto vivos e esse conhecimento lhes conferia uma capacidade superior de progredir para objetivos mais importantes no mundo das sombras. Eles não se deixam emaranhar pelas cenas oníricas e pela vaga repetição de atos semelhantes aos que vivenciaram nesse plano.

Os não iniciados, contudo, permanecem por muito tempo no ambiente onírico, retornando frequentemente para contatar a Terra e os seus entes queridos aqui. Apenas de vez em quando causam problemas.

Os selfs básicos retornam como os selfs médios de indivíduos que nascem nesse plano físico, mas os selfs médios, pelo menos os de pessoas relativamente civilizadas, eventualmente ascendem ao nível imediatamente superior.

Os causadores de problemas são os selfs básicos que se separam de seus selfs médios após a morte. Eles são os poltergeists ou fantasmas barulhentos que assombram casas e frequentemente molestam os vivos. Eles são incapazes de raciocinar, tendo perdido contato com os seus selfs médios e são os espíritos que obsediam os vivos e os levam à loucura. (Existem muitos tipos de pessoas insanas. Algumas são gentis, dóceis e apáticas. Em hospícios, passam o dia todo sem fazer nada. Há também as selvagens e perigosas. Entre esses níveis, existem aquelas que são muito parecidas com crianças, ansiosas para agradar ou propensas a pregar peças e se meter em encrencas.)

Existem também espíritos do self básico que permanecem perto dos vivos por escolha própria e muitos deles aprendem a tocar os corpos sutis dos vivos e roubar força vital. Se eles conseguirem roubar o suficiente, podem solidificar os seus corpos sutis (mesmo permanecendo invisíveis para nós) o bastante para que consigam mover objetos sólidos. Como toda a carga de força vital roubada pode ser usada ou gasta em uma única ação, eles podem realizar feitos de força extraordinária.

Harry Price, do National Laboratory of Psychical Research [Laboratório Nacional de Pesquisa Psíquica], estudou durante três semanas uma jovem Romena, Eleonore Zugan, que era assombrada por um espírito desse tipo. O espírito causava muitos problemas, movendo objetos pelo quarto quando a jovem estava presente, marcando a pele dela com marcas peculiares e enfiando alfinetes e agulhas dolorosamente em sua carne.

Uma jovem viúva em Ohio foi assombrada por um poltergeist que foi estudado pelos professores da faculdade de medicina que ela frequentava. Uma de suas demonstrações de força foi arrancar os balaústres de um corrimão robusto, um por um, enquanto a jovem subia as escadas. O poltergeist arremessava objetos e quebrava coisas de maneira maliciosamente destrutiva.

Cobertores de cama são puxados com muita frequência de pessoas adormecidas, o que parece ser um truque predileto. Água é trazida e jogada sobre pessoas assombradas e vários casos foram estudados em que fogo foi trazido e ateado à cama, às roupas ou aos quartos das pessoas assombradas — geralmente adolescentes com tendências mediúnicas, dos quais era fácil roubar a energia vital.

Em alguns casos, os poltergeists foram úteis, realizando tarefas como arrumar a mesa e lavar a louça durante a noite.

Esses selfs básicos podem ser relativamente inofensivos e aparentam ser na maior parte das vezes. Por outro lado, são seres horríveis e profundamente malignos que perseguem os vivos e se alimentam deles, roubando a sua força vital, muitas vezes a ponto de exaustão completa e morte misteriosa, ou de se apoderarem de seus corpos e os deixarem obsessivamente insanos.

Milhares de pessoas vivas são assombradas silenciosamente e invisivelmente dessa maneira, por selfs básicos que aparecem como personalidades secundárias ou múltiplas. Eles não são partes ‘separadas’ dos selfs residentes de um corpo, como é a crença popular hoje entre os nossos psicólogos. Eles são indivíduos por direito próprio.

Não apenas os selfs básicos, separados de seus selfs médios, se fixam nos vivos como ‘personalidades’ estranhas, mas os selfs médios separados de seus selfs básicos fazem o mesmo em menor grau e de vez em quando um espírito fantasmagórico normal, composto tanto de self básico quanto de self médio, é culpado de ocupar o corpo sutil de uma vítima viva.

Não é à toa que os vivos têm um medo instintivo de fantasmas. Eles sempre tiveram bons motivos para temer. Coisas terríveis são feitas constantemente aos vivos, sem que ninguém perceba os invisíveis que lhes roubam a força vital e, pior ainda, estão implantando formas-pensamento como sugestões em seus selfs básicos para causar comportamentos erráticos sem fim, crimes, travessuras e, às vezes, atos absolutamente vis e malignos.

A tradição dos vampiros é antiga. Acreditava-se que os mortos se levantavam à noite de seus túmulos e atacavam aqueles que dormiam, fazendo pequenos furos em suas gargantas e drenando o seu sangue, deixando-os pálidos e fracos ao despertar.

Como, ao longo dos séculos, as pessoas às vezes entravam em estados de transe semelhantes à morte e eram enterradas como mortas; e como essas pessoas às vezes eram retiradas da sepultura e encontradas sem decomposição e com sangue ainda fluido, a tradição não era infundada. Supunha-se que essas pessoas se mantinham vivas na sepultura indo misteriosamente roubar o sangue dos vivos. Existem contos estranhos em livros antigos que narram como os mortos e enterrados eram vistos e reconhecidos enquanto tentavam roubar sangue. Se o eram, apareciam como fantasmas materializados e, no máximo, conseguiam roubar apenas a força vital.

Embora não haja provas da veracidade de nenhuma dessas histórias, elas mencionam com alarmante frequência o reconhecimento do suposto fantasma vampiro, por meio de um sonho ou visão direta. O intervalo de tempo entre o enterro e a exumação às vezes é estimado em vários dias e quando o corpo é retirado e constatado que não está em decomposição, a única conclusão possível é que a vida foi preservada de alguma forma. Antigamente, acreditava-se que o sangue era o fluido vital. O sangue encontrado nos caixões dos mortos pode ter sido imaginário ou causado por ferimentos sofridos pelo indivíduo enterrado ao despertar e tentar se libertar. Seja como for, existe a grande possibilidade de que os indivíduos em transe, familiarizados com as histórias de vampiros, se vissem presos em seus caixões e tentassem sobreviver sugando o sangue dos vivos. Seria muito mais provável que eles absorvessem a força vital deles e, se conseguissem uma pequena quantidade a cada noite, poderiam preservar a escassa vida no corpo em transe por um período considerável.

Na Idade Média, uma estaca era cravada no coração e enterrada no solo da sepultura de qualquer pessoa suspeita de ter potencial vampírico. Havia outras precauções, como feitiços, encantamentos e ritos religiosos. A cremação dos mortos era considerada uma forma muito segura de garantir que eles não molestariam os vivos.

Existe uma crença mal definida, possivelmente compartilhada pelos Kahunas, de que existem seres ou forças obscuras que nunca se encarnaram em corpos físicos, embora existam forças benevolentes semelhantes em um nível superior — os Seres de Luz. Nada se sabe, de fato, sobre esses dois tipos de seres e, mesmo que existam, o propósito principal deles não seria o de afetar os seres humanos vivos.

Existe uma crença mal definida, possivelmente compartilhada pelos Kahunas, de que existem seres ou forças obscuras que nunca se encarnaram em corpos físicos, embora existam forças benevolentes semelhantes em um nível superior — os Seres de Luz.

Um último perigo ainda precisa ser considerado: o perigo de um ataque intencional por uma pessoa comum, que deseja punir alguém aqui por alguma ofensa causada a um ente querido. Ou a punição pode ser uma vingança por ofensas cometidas em vida contra alguém que partiu com o coração cheio de ódio.

A sugestão desempenha um papel muito maior em nossas vidas do que a maioria de nós imagina. Nós recebemos e damos sugestões em nossas relações com familiares e amigos todos os dias, especialmente se houver um estímulo físico acompanhando a sugestão. A mãe ansiosa que chama o filho e pergunta: ‘Você não parece bem. Está com dor em algum lugar?’ E então, ao tocar as bochechas da criança, pode-se implantar uma sugestão de doença.

O espírito normal que morreu, self dual básico-mais-médio, também pode usar a sugestão, especialmente se conseguir obter dos vivos uma fonte de força vital. Frequentemente, a forma de pensamento usada como sugestão provém de uma pessoa viva.

Um Kahuna, ao me explicar isso há muito tempo no Havaí, enfatizou o perigo de pensar e expressar qualquer pensamento que pudesse ser usado como sugestão por um espírito comum. (Um espírito comum é chamado de kino wailua, ou corpo de duas águas, sendo a água o símbolo Kahuna da força vital. Se um espírito possuísse dois tipos de força vital, seria composto por um self básico e um self médio vivendo em seus corpos sutis interligados.) Eu fui advertido a nunca dizer, nem mesmo em tom de brincadeira, ‘Ele deveria ser fuzilado’ ou ‘Eu espero que ele se engasgue’, para que esse pensamento não fosse interpretado como uma poderosa sugestão por algum espírito inimigo.

No Havaí, não eram apenas os Kahunas que conheciam essa possibilidade. O leigo também tinha conhecimento disso e, além disso, fazia uso dessa prática quando se sentia ferido e não conseguia obter reparação [restituição] daquele que havia causado o dano. A vítima fazia um apelo mental ou telepático ao espírito de algum ente querido falecido e realizava o que se chamava de ‘queixar-se’ — uma recapitulação detalhada do que lhe havia sido feito para lhe causar o dano.

Eu apresentarei dois exemplos dessa prática.

Caso 27

Ataques aos Vivos pelos Mortos

Notas Preliminares:

Como eu tenho explicado ao falar da oração da morte, o self básico de uma pessoa geralmente se protege contra todos os espíritos invasores. Ele geralmente possui uma carga de força vital maior do que um espírito atacante (a não ser que seja um espírito fortemente carregado enviado por um Kahuna) e, por isso, pode repelir um espírito menos carregado. É o self básico em cada um de nós que possui o que nós chamamos de sensibilidade psíquica e ele sente a presença de espíritos dos quais nós, selfs médios, não temos consciência.

Se, em casos onde nós temos um profundo sentimento de culpa por algum pecado real ou imaginário, ou onde esse sentimento de culpa tenha se tornado um complexo, nós somos atacados por um espírito determinado a nos ‘punir’ implantando uma forma-pensamento de uma doença, acidente ou condição punitiva, o nosso self básico pode aceitar docilmente a sugestão por estar convicto de que ele merece tal punição.

É o self básico em cada um de nós que possui o que nós chamamos de sensibilidade psíquica e ele sente a presença de espíritos dos quais nós, selfs médios, não temos consciência.

Essa questão do complexo de culpa, especialmente quando de fato nós temos ferido (magoado) alguém e nós não temos feito restituição (reparado o dano) e nem obtivemos perdão e quando o self médio se torna ciente de sua culpa, isso é o ponto fraco da armadura. Isso tem sido o segredo mais importante conhecido pelos Kahunas, mas apenas vislumbrado e completamente incompreendido pelos religiosos do mundo todo. Os Teosofistas, baseando-se principalmente em ideias da Índia, reconhecem o perigo representado por seres invisíveis e falam do grande risco de romper a armadura astral, permitindo que espíritos o atravessem para atacar.

A ideia de romper o corpo astral ou sutil não explica como médiuns podem trabalhar com espíritos por anos sem se tornarem obcecados. Essa ideia também não considera o papel da força vital, bem como o complexo.

Os Casos:

(A) Em Honolulu, eu estudei um caso de ataque espiritual envolvendo o irmão de um amigo meu, Sino-Havaiano. O jovem tinha uma namorada, uma bela Havaiana. Embora não a tivesse pedido em casamento, presumia-se que o faria assim que a sua situação financeira permitisse o casamento.

Quando o seu novo negócio de produção de sal foi estabelecido, o seu pai interveio e exigiu o direito consuetudinário de um pai Chinês de escolher uma noiva para o filho. O filho amava e respeitava o pai e, embora muito envergonhado por sua situação, concordou em parar de cortejar a Havaiana e dar tempo para que os pais fizessem uma escolha. Ele sabia que a Havaiana ficaria profundamente magoada com o fim do namoro, mas estava tão tomado pela culpa e pela vergonha que não tentou ir até ela e explicar o que havia acontecido. Sem dúvida, ele desenvolveu um complexo de culpa que se instalou em seu self básico e que foi compartilhado pelo self médio, na convicção de que havia feito um mal à moça.

A jovem ficou com o coração partido por um tempo, depois furiosa com o tratamento que recebeu sem uma palavra de explicação. Seguindo a tradição de seu povo, ela começou a ‘queixar-se’, invocando o espírito de uma avó querida para vingar a injustiça.

Logo, o jovem foi acometido por uma estranha doença. Ele desmaiava em momentos inesperados e sem aviso prévio. Desmaiou e caiu no fogo, queimando-se gravemente. Desmaiou enquanto dirigia para a sua salina e bateu o carro, escapando por pouco de ferimentos graves. Desmaiou e caiu na cama enquanto fumava, incendiando a cama e se queimando novamente. Três médicos foram consultados, mas nenhum deles conseguiu diagnosticar a causa do problema. Quase desde o início, a sua mãe Havaiana o incentivara a procurar um Kahuna, mas o filho era muito moderno e aprendera na escola que os Kahunas eram impostores supersticiosos e nada mais.

Quando todos os tratamentos falharam, no entanto, ele fez como a sua mãe sugeriu. O Kahuna, então um homem de idade avançada, ouviu a sua história, permaneceu sentado em silêncio por um tempo com os olhos fechados, depois ergueu a cabeça e anunciou que sentira o espírito de uma idosa Havaiana perto dele e que dela aprendera que o jovem havia cometido um dos piores pecados de todos — o de ferir (magoar) alguém que o amava e confiava nele. O espírito da avó estava fazendo o possível para vingar a ofensa.

O jovem ficou admirado. Ele admitiu a sua culpa e perguntou o que deveria fazer. O Kahuna explicou-lhe a antiga regra dos Havaianos de que ninguém deveria ferir (magoar) o outro, fisicamente, roubando bens ou magoando os sentimentos. Esses eram os únicos pecados e para eles havia apenas um remédio. O culpado tinha que reparar o dano e obter o perdão da parte lesada.

O Kahuna explicou-lhe a antiga regra dos Havaianos de que ninguém deveria ferir (magoar) o outro, fisicamente, roubando bens ou magoando os sentimentos. Esses eram os únicos pecados…

Ao se despedir, o jovem foi diretamente à moça. Ele foi recebido com raiva e desprezo, mas persistiu obstinadamente em seu esforço para fazê-la entender a sua posição. Desdenhosamente, ela recusou-se a ser apaziguada. No dia seguinte, ele retornou com presentes e mais desculpas e no dia seguinte e no outro. Finalmente, os seus apelos amoleceram a raiva da moça e despertaram a sua compaixão. Ela o perdoou e concordou em ir com ele até o idoso Kahuna para receber o perdão dela.

O Kahuna parecia estar à espera deles. Ele elogiou a menina por sua bondade, invocou o espírito da avó para que observasse que o erro havia sido corrigido e o perdão obtido. Ele agradeceu ao espírito por ter agido tão bem ao garantir que a justiça fosse feita e pediu-lhe que cessasse o ataque. Quando ela concordou com pedido dele, ele pegou um ramo de folhas de ti e água do mar, aspergiu a menina e o ar onde o espírito estava e pronunciou as palavras do kala ou perdão, com poder sugestivo. Então, dispensando a menina e o espírito, voltou-se para o jovem, explicando que o kala (trazer de volta a ‘luz’) ou purificação, para ele era uma questão mais difícil.

Como ele havia sido culpado e como o seu senso de culpa tinha permitido que o espírito lhe instilasse pensamentos de desmaio quando bem entendesse, o castigo poderia continuar sendo aplicado por seu próprio self básico (unihipili), a não ser que fosse completamente purificado.

Para a cerimônia de purificação ou perdão, ele precisaria usar um ritual muito poderoso e eficaz — um que certamente não falharia em curar [to cure] o desmaio para sempre. Ele trouxe um ovo, segurando-o longamente com ambas as mãos e entoando um breve cântico enquanto ordenava que o poder de cura [healing] e perdão penetrasse no ovo.

Quando o trabalho de preencher o ovo com força vital foi concluído, ele colocou o jovem diante de si e ordenou que prendesse a respiração o máximo que pudesse. Quando ele não conseguisse mais, deveria estender a mão. Em sua mão seria colocada uma xícara de porcelana na qual o Kahuna teria quebrado o ovo cru enquanto o jovem prendia a respiração. Sem inspirar, o jovem deveria engolir o ovo. Ao mesmo tempo, as palavras de perdão seriam proferidas e, reforçadas pelo ovo e pelo poder nele contido, efetuariam a completa purificação e cura [cure].

As instruções foram seguidas à risca. O Kahuna sugeriu o perdão e o alívio da culpa e dos desmaios. Ele continuou com as sugestões, massageando vigorosamente o estômago do jovem depois que esse engoliu o ovo e voltou a respirar. O Kahuna anunciou o sucesso completo da cura [cure], advertiu o paciente para que esquecesse todo o ocorrido o mais rápido possível e aceitou graciosamente os seus honorários.

Eu investiguei esse caso e verifiquei todos os detalhes do tratamento. Eu também mantive contato com o meu jovem amigo por vários anos depois disso. Os desmaios nunca mais voltaram.

(B) Outro caso que eu estudei atentamente envolveu um jovem casal, a filha recém-nascida deles e a mãe do marido, todos Havaianos.

O marido, filho único, havia prometido que a sua primeira filha, se fosse menina, receberia o nome de sua mãe. Algum tempo depois, quando a menina nasceu, ele se esqueceu da promessa ou optou por ignorá-la, pois a sua esposa já havia começado a chamar a criança por um nome de escolha dela.

A avó da criança ficou muito decepcionada. Então, conforme o filho dela e nora se envolviam em seus próprios assuntos e a visitavam com intervalos cada vez maiores, ela foi se tornando cada vez mais ressentida.

Com a persistência da negligência, ela começou a se queixar com o seus parentes falecidos, pedindo que o seu filho e nora fossem obrigados a pôr fim à negligência.

Como explicou mais tarde o Kahuna que finalmente resolveu a situação, o jovem casal não tinha ciência de que havia ferido os sentimentos da mãe do marido. Eles estavam simplesmente muito ocupados. Eles não tinham senso de culpa. Os espíritos, ao tentarem atacá-los e puni-los para trazê-los à realidade, foram incapazes devido à falta de senso de culpa. O bebê, porém, era vulnerável e, a cada dia, eles lhe roubavam um pouco de sua força vital. Ele enfraqueceu, ficou cada vez mais doente e não respondia ao tratamento médico.

O bebê, ainda com menos de dois anos, foi levado ao Hospital Infantil de Honolulu. Ele foi ficando cada vez mais fraco e, um dia, eles foram avisados ​​de que a morte era iminente.

Extremamente alarmados e desesperados, os jovens pais levaram a criança do hospital e, no início da noite, para a casa de três idosos Havaianos, todos Kahunas com diferentes níveis de habilidade e acostumados a praticar juntos. Desses três, duas eram mulheres e o terceiro, um homem. Ele era o mais sensitivo e era chamado de makaula, ou ‘olho’.

Nenhum tempo foi perdido. O idoso homem trouxe um aparato rudimentar de adivinhação com cristal, composto por uma pequena cabaça, na qual havia um pouco de água e uma pedra preta, lisa e arredondada. A água era agitada periodicamente sobre a pedra para criar uma superfície escura e refletora, na qual imagens psíquicas apareciam para o idoso enquanto ele tentava diagnosticar a causa da doença.

As duas mulheres idosas trouxeram uma infusão morna de água de folhas de ti e começaram a banhar o bebê, revezando-se para colocar as mãos sobre ela e entoar um antigo cântico de restituição (reparar o dano) . (Esses cânticos são muito antigos e frequentemente belamente formulados e rimados na língua nativa.) O bebê havia sofrido uma crise de convulsões antes de ser levado do hospital e chorava fracamente. Ela ficou quieta e adormeceu.

O homem idoso terminou o seu trabalho e levantou-se rigidamente do canto escuro onde estivera de quatro, contemplando a cabaça na maneira tradicional. Ele anunciou que havia ‘pescado’ em todas as direções (A referência aos fios de substância aka que se estendiam em todas as direções a partir do paciente, seguindo-os para encontrar aqueles que pudessem estar associados a ele. Esses fios também eram chamados de ‘linhas de pesca’). Ele tinha visto alguns espíritos irados e uma mulher idosa muito furiosa em carne e osso, que ele supôs ser a avó do bebê. Ele fez algumas perguntas para confirmar a sua descoberta e concluiu que a avó havia sido ferida (magoada) e se queixado, resultando no ataque ao bebê.

O jovem marido tinha certeza de que devia haver um engano e que a sua mãe não poderia ter feito algo tão terrível, mas foi apressadamente expulso de casa com ordens para ir buscá-la a todo custo. Ele correu até ela e descobriu, para o seu espanto, que o Kahuna estava certo. Ela o repreendeu veementemente e só se acalmou quando ele conseguiu lhe dizer que o bebê havia sofrido o castigo e não ele ou a esposa dele. Não tinha sido o desejo dela que o bebê se ferisse e – em meio a lágrimas de arrependimento – ela apressou-se a acompanhar o filho até a casa dos Kahunas.

O homem idoso, agora com o seu cristal de lado, interrogou a avó, percebendo o sentimento dela de mágoa e as suas queixas. Ele a repreendeu severamente, repreendeu ainda mais o jovem casal e invocou os espíritos, perguntando o que eles achavam que os jovens pais deveriam fazer para se redimir. Foi unanimemente decidido que a criança deveria receber o nome da avó e que ela não deveria mais ser negligenciada. Em meio a lágrimas e risos Havaianos, o perdão foi pedido e concedido. O homem idoso aspergiu a todos, incluindo os espíritos, mas não o bebê adormecido, proferiu palavras de purificação e advertiu que o problema não deveria ser lembrado — mas, se lembrado por acidente, uma oração deveria ser feita imediatamente pedindo perdão para que a culpa não ‘se instalasse’ e causasse problemas.

O bebê teve uma recuperação quase milagrosa e logo ficou gordinho e forte. Ela permaneceu bem e saudável, assim como os jovens pais, até o momento em que deixei as Ilhas e perdi o contato com eles.

Comentário:

Nesses dois casos, nós podemos observar o uso de sugestão e de um estímulo físico. A retenção da respiração ao engolir um ovo cru, carregado de força vital, acompanhada de sugestões para remover o complexo e promover a cura [healing], dificilmente poderia ser demonstrada de forma mais clara.

Nesses dois casos, nós podemos observar o uso de sugestão e de um estímulo físico.

No caso da criança, que ainda não tinha dois anos, a sugestão dificilmente poderia ter desempenhado algum papel, portanto, a objeção frequentemente encontrada nas Ilhas, de que toda a magia kahuna resulta de sugestão, não se aplica. O fato de um bebê poder ser atacado dessa forma ilustra a gravidade do perigo de um ataque espiritual. Para garantir a segurança e a proteção das crianças, todas as precauções devem ser tomadas para não ferir os sentimentos dos outros, se possível. Se for imprescindível fazer ou dizer algo que possa ferir outra pessoa, é igualmente imprescindível que a razão para a palavra ou ação seja totalmente explicada e todos os motivos apresentados com antecedência. Frequentemente, é melhor ser paciente do que ferir os sentimentos de alguém que não é muito capaz de raciocinar.

Os Havaianos de outrora, criados nas antigas tradições, tinham grande cuidado para não ferir (magoar) ninguém. Eles se esforçavam ao máximo para evitar ciúme ou inveja. Para isso, eles compartilhavam os seus bens materiais de forma extremamente generosa. O resultado foi uma comunidade conhecida por sua bondade e hospitalidade.

Os Havaianos de outrora, criados nas antigas tradições, tinham grande cuidado para não ferir (magoar) ninguém.

O tratamento dos insanos divide-se em duas categorias principais. Em primeiro lugar, o tratamento dos obsessivamente insanos e, segundo, o tratamento dos insanos cujos tecidos cerebrais estão lesionados, doentes ou anormais.

Se o cérebro não for normal ao nascer, o espírito básico pode funcionar na criança, mas não o espírito consciente ou médio. O self básico não consegue aprender, exceto como um animal aprende. Ele permanece incapaz até mesmo de usar o raciocínio dedutivo do self básico, permanecendo, portanto, idiota.

Os Kahunas acreditavam que a sede da ‘mente’ do self básico estava no corpo sombrio do self básico e que essa ‘mente’ estava em contato com uma ‘mente’ semelhante pertencente ao self médio e situada no corpo sutil do self médio. Essas duas mentes geralmente mantêm contato quando os dois espíritos de um homem deixam o corpo durante o sono ou em estado de transe. Após a morte, os dois selfs, em seus dois corpos sutis interligados, deixam o corpo físico. Memórias, crenças, complexos e ideias terrenas são armazenados no corpo sutil do self básico, sendo levados consigo na morte.

Normalmente, os dois selfs utilizam o corpo e os seus órgãos, com os corpos sutis penetrando e se fundindo a todas as partes orgânicas, incluindo o cérebro, os centros nervosos e os nervos. Se alguns dos centros cerebrais ou tecidos nervosos estiverem ausentes ou adoecerem, os selfs não conseguem funcionar através deles. Isso é particularmente verdadeiro nos casos em que os tecidos cerebrais utilizados pelo self médio são lesionados por doença ou acidente. O self médio, percebendo-se incapaz de funcionar através de sua parte do corpo, torna-se um pária e passa a vagar pelos níveis invisíveis. O self básico, no entanto, pode ser capaz de continuar a viver nas partes intactas do corpo.

Memórias, crenças, complexos e ideias terrenas são armazenados no corpo sutil do self básico, sendo levados consigo na morte.

Os asilos abrigam muitos doentes mentais dessa classe. O self médio é facilmente expulso do corpo por meio de uma lesão temporária ou permanente em seus centros nervosos. Toxinas provenientes de problemas dentários ou de doenças podem causar a saída do self médio, mas o self básico consegue funcionar quase normalmente. Com a extração de dentes ou o tratamento de doenças, o self médio frequentemente retoma a sua residência no corpo e a sanidade retorna.

Os selfs básicos e médios podem ser ambos desalojados do corpo por alguma condição anormal ou acidente e um espírito obsessivo pode tomar posse do corpo e mantê-lo. Ou o espírito básico obsessivo pode obter posse do corpo apenas em intervalos, caso em que se diz que o paciente sofre de ‘personalidade múltipla’.

Na insanidade obsessiva, o paciente pode ser considerado vítima de amnésia completa ou recíproca se a obsessão for causada por um espírito normal composto por uma combinação de selfs básico e médio. Quando um espírito desse tipo expulsa o legítimo dono do corpo e toma posse dele, traz consigo (armazenadas em seu próprio corpo sutil e básico) as memórias de outra vida em um corpo e traz também o seu próprio self médio e as suas capacidades de raciocínio características. Esses casos não são típicos de insanidade, pois o par de espíritos obsessivos é perfeitamente normal e são.

O famoso caso de Anselm Bourne é um bom exemplo. Esse homem, repentinamente, teve a sua personalidade e memórias alteradas. Ele saiu de casa para ir à casa que se lembrava e, acreditando ser um comerciante com o nome de Albert John Brown, acabou chegando a Norristown, Pensilvânia, onde abriu uma pequena loja. Em pouco tempo, os espíritos originais conseguiram tomar posse do corpo e o homem despertou em um ambiente estranho, do qual nada sabia. Ele conseguiu retornar para a sua casa em Providence, Rhode Island. Lá, ele foi tratado por dois renomados psicólogos. Eles o hipnotizaram e, sob hipnose, conseguiram fazer com que o espírito obcecado se comunicasse com eles através do corpo, relatando em detalhes tudo o que havia feito enquanto o corpo estava em sua posse.

Como os espíritos que optam por permanecer próximos a uma pessoa viva e roubar um pouco de sua força vital, se não conseguirem roubar o corpo inteiro, muitas vezes podem ser induzidos a entrar no corpo e falar sob condições hipnóticas, acredita-se que tais espíritos sejam fragmentos da personalidade original. Quando, através do uso repetido de sugestão hipnótica, personalidades com tendência à obsessão são forçadas a obedecer a sugestões como ‘Unam-se à personalidade principal’, resulta uma situação surpreendente em que cada paciente é diferente de todos os outros. O principal resultado é que o espírito obsessivo, se for uma entidade básica e não um invasor combinado de personalidades básica e média, pode ser controlado pela personalidade média residente. Isso resulta gradualmente na pessoa possuindo as memórias de ambas as personalidades básicas. Em um caso tratado pelo Dr. Prince, uma garota que era periodicamente obsediada por um espírito invasor conseguiu recordar as memórias do que havia feito enquanto obsediada e por essa razão, concluiu-se que a sua personalidade havia sido reunificada.

Quando há obsessão apenas pela personalidade média, ocorre uma mudança no temperamento e nos gostos e desgostos, mas não nas memórias. Uma garota apática e letárgica era assim obsediada no caso da paciente do Dr. Azam, Felida X. Essa garota era apática e doentia mesmo quando normal. Quando sob o controle da ‘personalidade’ invasora (indubitavelmente um self médio), ela era alegre, inteligente, enérgica e saudável. As mudanças obsessivas ocorriam a cada cinco ou seis dias no início, depois o espírito obsessivo começou a ocupar o corpo por períodos cada vez mais longos, até que finalmente o manteve o tempo todo. Como a mudança melhorou a menina em todos os aspectos, foi bem recebida pelos pais. O Dr. Fodor, ao relatar esse caso, faz questão de ressaltar o importante fato de que, nessa situação, ‘a memória no estado secundário era contínua’. Isso nos indica que o self básico da menina permaneceu constantemente no corpo e apenas o self médio se alterou.

O tratamento moderno de pessoas com transtornos mentais centra-se na tarefa de restaurar as condições normais de saúde, caso a insanidade tenha sido causada por doença ou enfermidade. Na porcentagem cada vez maior de pessoas com transtornos obsessivos, classificadas pelos médicos como portadoras de alguma forma de ‘personalidade dissociada’ ou esquizofrenia, a obsessão é perpetrada por um self básico, enquanto o self médio residente é expulso do corpo ou incapaz de controlar o self básico invasor. A característica principal nesses casos é a perda de memórias normais, demonstrando que o self básico original foi deslocado. Há outra característica que aponta diretamente para o envolvimento de um self básico: Essa é a tendência, nessa forma de insanidade, de viver em um mundo onírico ou imaginário, prestando pouca ou nenhuma atenção ao ambiente físico. Os entes queridos não são reconhecidos, exceto nos chamados períodos ‘lúcidos’, quando o espírito obsessivo pode se afastar temporariamente e o espírito normal retorna.

O tratamento por sugestão hipnótica é considerado ineficaz há muito tempo. O paciente com transtornos mentais não presta atenção e parece rejeitar toda sugestão hipnótica. Isso é natural, pois o self básico ou espírito obsessivo tem o seu próprio conjunto de crenças e desejos e sugestões contrárias a eles são rejeitadas.

Os métodos de insulina e choque elétrico para expulsar o espírito ou espíritos obsessivos têm sido o tratamento mais eficaz descoberto até o momento. Se a dor produzida pelos choques for suficientemente intensa, o espírito obsessivo irá embora e — como não é lógico — será incapaz de entender o tratamento e concluirá que o corpo sempre será um lugar doloroso para residir. Com o fim da dor, os espíritos originais do paciente são capazes de retornar.

O método Kahuna para o tratamento de pessoas com obsessões insanas fazia uso do choque para expulsar entidades básicas que as atormentavam. O choque era produzido pela acumulação de grandes quantidades de energia vital no corpo do curador [healer] e a sua transferência para o corpo do paciente insano, com o comando deliberado de que o invasor fosse subjugado e expulso do corpo roubado.

Os Kahunas frequentemente utilizavam os seus poderes psíquicos para sentir a presença dos espíritos normais do paciente e instruí-los a aguardar para assumir o corpo assim que o invasor fosse expulso. A ajuda dos falecidos também era frequentemente solicitada e obtida. Uma pessoa normal e virtuosa entre os vivos podia absorver grandes cargas de energia vital dos vivos e, assim, fortalecida em sua vontade e em seus corpos sutis, podia controlar o espírito obsediado uma vez que esse fosse expulso do corpo. Sob controle, o espírito era frequentemente trabalhado para uni-lo a um self médio que havia perdido o seu self básico correspondente — possivelmente o self médio com o qual havia vivido anteriormente em um corpo antes de serem separados de alguma forma. (A reintegração de um self básico a um self médio dessa forma foi algo muito positivo, pois isso eliminou o perigo de novas atividades obsessivas por parte do self básico ilógico e descontrolado.)

O método de choque Kahuna, no qual a força vital é usada como agente gerador de choque, tem a vantagem de forçar o self básico obsessivo a aceitar uma forma-pensamento como sugestão. A forma-pensamento em questão é a de se retirar do corpo roubado. Devido às fixações complexas e interligadas mantidas pelo self básico obsessivo, a poderosa sugestão nem sempre era aceita e posta em prática, embora a teoria fosse de que, dada uma carga suficientemente grande de força de choque, a sugestão desintegraria e substituiria todas as formas-pensamento contrárias mantidas pelo espírito obsessivo.

Embora ainda nós não tenhamos abordado em detalhes os métodos de cura [healing] que envolvem a ajuda do Self Superior, pode-se dizer que se acreditava que nenhuma doença humana estaria além do poder de curar [to heal] do Self Superior. O Self Superior era especialmente hábil em lidar com selfs básicos obsessivos. Esse fato faz parte do conhecimento religioso em todo o mundo há muitos séculos. Quando influências malignas eram sentidas por perto ou suspeitadas, o Cristão fazia o sinal da cruz e orava por meio de Jesus ao Pai. Na Índia, o rito assumia a forma da entoação do sagrado ‘Om’ e em outras partes do mundo eram feitos apelos ritualísticos semelhantes a Seres Superiores. Talismãs e amuletos eram usados ​​e segurados enquanto se faziam orações por proteção. Embora os perigos imaginados superassem em mil vezes o perigo real, a prática era basicamente correta, pois invocava-se um Self Superior em busca de ajuda e utilizava-se um estímulo físico, como o gesto ritual de cruzar o braço, a entoação do mantra, o segurar da cruz ou do amuleto, etc., para fazer com que o self básico do suplicante levasse a oração ao seu Self Superior.

pode-se dizer que se acreditava que nenhuma doença humana estaria além do poder de curar [to heal] do Self Superior.

A maioria dos selfs básicos contra os quais é necessário tomar medidas de proteção nutre medos arraigados dos Seres Superiores, medos esses carregados como memórias de suas vidas no plano físico. Se eles fossem os selfs básicos de um homem ou mulher Cristã, acreditariam em Deus e Jesus e, ao serem confrontados com os seus atos sutis, uma oração e uma cruz, fugiriam com medo. Um homem que eu tenho orgulho de incluir entre os meus amigos, o Bispo James, de Londres, usava o ritual Cristão de exorcismo com muita eficácia para expulsar coisas horríveis de casas e palácios assombrados por toda a Europa.

Algumas dessas coisas horríveis parecem ser os selfs básicos de homens selvagens que viveram no plano físico há milhares de anos. (Tais tradições podem ser encontradas hoje em qualquer um dos países mais antigos e populosos onde a vida humana e as civilizações existem há muitos anos.) Não faz muito tempo, em cartas da Inglaterra, eu tinha recebido a história de um desses espíritos que se apegou a um menino no sul daquele país, na época em que o menino encontrou uma pedra brilhante peculiar em uma praia. O rapaz tinha dons psíquicos suficientes para ver o corpo sutil do selvagem anão idoso e se divertia brincando com ele e tentando conversar por meio de gestos. Com o tempo, o espírito tornou-se incômodo demais, exigindo atenção constante, aparecendo a qualquer hora e lugar e tentando chamar a atenção, tocando o menino incessantemente com as suas mãos fantasmagóricas.

O menino tinha um amigo que também conseguia ver o homem idoso em sua túnica de pele esfarrapada. O amigo recebeu a pedra de presente e o espírito junto com ela. Logo, o segundo menino ficou parcialmente obcecado pelo espírito e os períodos de obsessão se tornavam cada vez mais longos a cada aparição. Os médicos não conseguiram descobrir a causa do problema, mas um clérigo da Igreja Anglicana, com conhecimento excepcional de psicologia e alguma familiaridade com a tradição Kahuna, soube do caso e se encarregou de afastar o espírito idoso. O exorcismo realizado pela igreja só teve efeito temporário. Ele então buscou a ajuda de alguns amigos médiuns e a impressão que ficou foi que, se ele acrescentasse ao ritual de exorcismo da Igreja o uso determinado de sua vontade para forçar o espírito a entrar em uma garrafa de vidro (usando tudo o que sabia sobre autoproteção contra o espírito, para repelir qualquer tentativa que esse pudesse fazer de obcecá-lo) e depois jogasse a garrafa e a pedra de volta ao mar, o caso estaria encerrado.

O clérigo usou todo o ritual da igreja para purificar o ambiente ao seu redor, o lugar onde estava e a si mesmo e invocou o espírito para que deixasse a pedra e se aproximasse. O espírito idoso veio de uma maneira peculiar, aparecendo como uma tênue névoa pálida que se espalhava pelo chão, até os pés do clérigo — que sentiu a típica sensação de arrepio ao tocá-la. Ele imediatamente começou a dar sugestões hipnóticas para forçar o espírito a entrar na garrafa que segurava. O arrepio subiu pelas pernas e depois desapareceu. Uma médium presente disse que podia ver o espírito obedecendo a todas as ordens, finalmente desaparecendo dentro da garrafa. A garrafa foi lacrada e jogada no mar com a pedra. O tratamento foi eficaz e nenhum dos meninos foi incomodado novamente. Mais tarde, foi relatado psiquicamente que o selvagem idoso parecia estar de alguma forma ligado à pedra e que era através da pedra que ele conseguia contatar e obsediar os meninos.

É altamente provável que certos objetos valorizados em vida se tornem centros de fixação para os vivos após a morte. (Eu tenho ouvido falar de muitos casos assim.) É provável também que, ao manusearem tais objetos, os vivos revitalizem com força vital os antigos filamentos de matéria corporal sutil que conectam o objeto ao seu antigo dono, atraindo-os para os vivos. É evidente também que, ao manusearem o seixo, os meninos fizeram tal contato com o selvagem, possibilitando que ele extraísse força vital deles. Fortalecido por essa força vital e atraído para o plano dos vivos, ele tentou roubar um corpo.

Todos esses casos reforçam a evidência de que os selfs básicos, do outro lado da vida, são mantidos por longos períodos de tempo por seus pensamentos fixos, que os acompanham após a morte física. Se eles têm estado separados de seus selfs médios lógicos, eles não podem usar a razão para entender a sua condição ou progredir. Eles permanecem, de fato, ‘presos à terra’, sem entender o significado da mudança que a morte do corpo lhes trouxe e ansiosos para retornar a um corpo vivo e continuar a vida que eles conheciam.

Nós, como homens civilizados, enfrentamos outro perigo: os doentes mentais são alimentados e abrigados e apenas raramente tratados com insulina ou outros métodos de choque. Isso constitui um convite aberto para que coisas horríveis do passado obsediem os vivos. Não é como nos tempos antigos, quando os ‘loucos’ eram apedrejados até a morte se fossem violentos, ou deixados para morrer de fome após serem expulsos das comunidades de pessoas sãs. Esse tratamento era desumano, mas não era um convite à obsessão feliz em corpos que são alimentados, abrigados e cuidados da maneira moderna.

É claro que nós não retornaremos à crueldade nessas questões, mas chegaremos a um melhor entendimento das forças com as quais nós temos que lidar e aprenderemos métodos mais adequados para tratar os insanos.

A partir do exposto, ficará evidente mais uma vez como a grande luz que o conhecimento dos Kahunas lança sobre os pontos obscuros do conhecimento de nós mesmos.”

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—Continua no Artigo 198 – O Segredo Dentro do Segredo—

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Imagem: pexels-lysenkow-1499355 08.04.26

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Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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