Durante um longo período eu venho estudando o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, assim como a ancestral Psicofilosofia Huna, por meio de todo o material disponível (muito escasso, na verdade), sempre procurando fontes primárias de informação para garantir a veracidade dos insights advindos dessa buca pela verdade.
O presente artigo de Carlo Capocasa, denominado “The Seven Principles” [“Os Sete Princípios”], resume de maneira didática os 7 princípios da Psicofilosofia Huna, conforme ensinamentos da Huna International, que provêm da tradição da família Kahili do Xamanismo Havaiano — uma linhagem de conhecimento e prática que Serge Kahili King tem ensinado e desenvolvido, transformando-a em uma filosofia prática para a vida moderna.
—–
Artigo:
“The Seven Principles”
“Os Sete Princípios”
Autor:
Carlo Capocasa
Site:
Shaman Blog – How to use Huna, an ancient shamanic way of life, to magically transform your life
—–
“A Huna é composta por muitos conceitos diferentes — aqui estão eles e o que você pode fazer com eles.
A Huna abrange diversos conceitos e pode ser um pouco confuso saber por onde começar. Para nós, Ocidentais, a situação é ainda mais desafiadora porque a Huna não indica um ponto de partida; espera-se que você encontre o seu próprio caminho de aprendizado ao fazer as perguntas certas. Assim como muitos outros arquétipos, a Huna incorpora o que é amplamente conhecido como a jornada do buscador.
Mas não há motivo para nós não tornarmos esse processo mais simples. Aqui estão todos os conceitos da Huna que eu tenho aprendido. Veja se algum deles desperta o seu interesse e, caso isso aconteça, confira o artigo completo sobre o assunto (abaixo). Isso lhe proporcionará um curso completo de Huna e deverá levá-lo ao ponto em que poderá ancorar e aprofundar a sua prática diretamente com o seu próprio Self Superior — e, então, você terá dominado tudo!”
Os Sete Princípios
Os sete princípios diferem um pouco por não serem tanto maneiras de encarar o mundo, mas sim explicações sobre como o mundo funciona. Se você fizer isso, obterá aquilo.
Como a memória em seu ‘Self Básico’ determina o que acontece em sua vida, os sete princípios aplicam-se, em grande parte, a esse Self Básico. Eles o orientam sobre o que fazer para exercer maior influência sobre ele. Se você entende como a coisa funciona, fica mais fácil assumir o controle e conduzi-la!!
—–
—–Continuação da parte I—–
—–
Amar É Estar Feliz Com [Quem Ou Aquilo Que Nós Amamos]
[Amar é estar feliz com quem ou aquilo que nós amamos — isso é, acolher a sua existência com alegria, apreço e harmonia.]
Como amar a si mesmo, aos outros e ao mundo.
‘Amar é estar feliz com…’ é o quinto dos sete princípios da antiga filosofia Huna Kupua.
Você pode fracassar em todos os outros princípios, reinterpretá-los para que signifiquem coisas completamente diferentes — só porque assim se encaixam melhor nos seus hábitos ou porque é mais confortável —, ao mesmo tempo em que finge ter evoluído, pois isso traz uma sensação boa. Você pode desperdiçar a sua energia de forma dispersa e transformar a sua própria existência em um exercício desastrado de perplexidade mal fundamentada. Você pode ser dogmático, rígido e egocêntrico, destilando migalhas de uma arrogância moralista para qualquer um disposto a ouvir. Você pode passar a maior parte do tempo encolhido debaixo de uma mesa, simplesmente ficando ali por ser uma ótima maneira de evitar problemas. Mas, se você acertar no amor, nada disso importa: a sua vida será boa. Você pode arruinar completamente todos os outros princípios; se acertar nesse, estará tudo bem. Já ficou curioso?
O amor. O alfa e o ômega. O princípio e o fim de tudo. O cerne de todo ensinamento espiritual — até mesmo daqueles em que isso não fica muito evidente. O único princípio universal. A razão para existir, construir civilizações e levantar da cama de manhã; para meditar, relacionar-se com o próximo, ter animais de estimação (ou não tê-los), praticar paraquedismo, surfar e observar baleias; para a música, a filosofia, a matemática — e para comer pizza. Poemas foram escritos, duelos e guerras travados, guerras evitadas e duelos armados para que ninguém se ferisse, mísseis nucleares sabotados, condimentos espalhados em sanduíches, trigo moído e moldado em massas (será que isso revelou a minha ascendência Italiana?), vacas criadas em fazendas ou protegidas em santuários, casas construídas e casas incendiadas, lobos abatidos e lobos protegidos, produtos químicos desenvolvidos, florestas preservadas, livros escritos, amuletos confeccionados, roupas desenhadas, fios fiados, chãos varridos, computadores inventados. Tudo isso num impulso ardente e caótico de nos sentirmos melhor conosco mesmos e com o mundo ao nosso redor. Por amor.
Ufa. Eu sei, isso é confuso. Se o amor é a coisa mais importante do universo, por que a melhor definição que as mentes mais brilhantes de todos os tempos conseguiram formular é que ele é inefável, incognoscível exceto pela experiência direta, ou que exige mais estudos? Será que entender o amor e aplicá-lo conscientemente, de forma deliberada, é realmente tão difícil assim?
Acontece que não é bem assim. A Huna Kupua não recorre a tais evasivas. A definição de amor, aplicada a X, é a seguinte: se você ama X, você está sendo feliz com X; se não está feliz com X ou não está com X, então não está amando X.
Provavelmente, a maior vantagem de adotar a filosofia Huna Kupua é que a palavra ‘amor’ realmente significa alguma coisa. No Ocidente, na verdade, ela não significa muita coisa; é uma palavra tão agradável e representa praticamente tudo o que é bom que as pessoas passaram a amar a palavra em si e a usá-la para todo tipo de experiência, algumas até contraditórias. Isso é perfeitamente compreensível, mas, no fim das contas, em nossa sociedade, a palavra realmente perdeu o sentido. Em Huna Kupua, é diferente.
Lá, o amor tem um significado muito específico: estar feliz com alguma coisa. Amar alguma coisa significa estar feliz com aquilo que nós amamos. Não critique; elogie. E — essa é a parte importante — se não conseguir fazer isso, mude a maneira como pensa a respeito, encontre aspectos diferentes, veja a situação sob outra perspectiva ou até mesmo transforme a experiência de modo a torná-la alguma coisa que lhe traga felicidade. Aí, sim, você amou. Se você não fez isso, então você não amou. É simples assim.
Substitua o ‘X’ por qualquer coisa. Divida o universo em qualquer parte e dê a ela um nome — um processo chamado ‘simbolismo’ ou, para os humanos, ‘reconhecer que você não é a sua mãe e sair do estado de fraldas num sobressalto ao se dar conta disso’ — e a definição se aplica.
“Lá, o amor tem um significado muito específico: estar feliz com alguma coisa. Amar alguma coisa significa estar feliz com aquilo que nós amamos. Não critique; elogie. E — essa é a parte importante — se não conseguir fazer isso, mude a maneira como pensa a respeito, encontre aspectos diferentes, veja a situação sob outra perspectiva ou até mesmo transforme a experiência de modo a torná-la alguma coisa que lhe traga felicidade. Aí, sim, você amou. Se você não fez isso, então você não amou. É simples assim.“
Vamos começar pelo óbvio, já que o assunto está em alta: amar a si mesmo. Você está amando a si mesmo? E fazer essa pergunta faz com que você ame a si mesmo mais ou menos? Além disso, em que circunstâncias tomar banho na companhia de uma vela com aroma de lavanda constitui um ato de amor-próprio e quando isso não passa de uma forma de evitar fazer a declaração de imposto de renda?
Basta recorrermos ao princípio para obter a resposta. Você está amando a si mesmo? Bem… você está presente consigo mesmo, experienciando a si mesmo no momento presente, ou está constantemente se distraindo de si mesmo? E, quando você está experienciando a si mesmo no momento presente — repousando suavemente a sua consciência no nível da percepção [consciousness] experiencial sobre o instante em que o seu corpo está servindo como um ponto de foco nessa estrutura de sonho específica, que você tornou sua própria ao encarnar nessa instância particular —, você está feliz?
A resposta será — sempre — ‘talvez’. São nuances de cinza (o número exato não é particularmente importante para o amor). Mas você pode afirmar — e isso explicará perfeitamente a sua situação para si mesmo — que, na medida em que você experiencia a si mesmo sem reservas e na medida em que isso lhe traz felicidade, então você está, nessa medida, amando a si mesmo. Isso nunca será zero. Parabéns! Ótimo trabalho! No entanto, na medida em que você está ‘escapando’ — para usar a linguagem de amigos que acabaram de voltar de seu primeiro retiro espiritual —, na medida em que você direciona a sua atenção para coisas aleatórias em movimentos bruscos e desconexos, enquanto a sua mente subconsciente levanta uma questão ou o seu Self Superior lhe traz uma inspiração, então você não está conectado consigo mesmo — e, nessa medida, não está amando a si mesmo.
O amor exige uma presença da mente — um tipo de atenção gentil, que não analisa nem fragmenta, que é relaxada, fresca, amigável, autêntica, flexível, acolhedora, fluida (em oposição a movimentos bruscos) e persistente; uma atenção que, embora às vezes seja intensamente crescente, transbordante e até explosiva, permanece sempre ágil, detalhada e sensível, mesmo em seus grandes movimentos. É aquele tipo de atenção que surge quando você decide focar em alguma coisa e então mantém esse foco sem se recriminar — ou perdoa-se imediatamente caso acabe se recriminando por descuido —, simplesmente trazendo a sua atenção de volta para onde você decidiu que ela deveria estar e permanecendo ali.
Esse processo também é chamado de meditação — ou, na tradição Huna, de ‘Nalu’. Visto que isso é um dos ingredientes necessários para o amor, faz todo o sentido que todas as tradições espirituais possuam um método para cultivá-lo.
Então, se você volta para si mesmo esse tipo de atenção receptiva e cheia de energia — e, ao fazer isso, sente uma felicidade eufórica de algum tipo —, então, nessa medida, você está amando a si mesmo! Parabéns! Se, no entanto, você não sente essa felicidade eufórica de algum tipo — se fica irritadiço, tenso, com raiva, com medo, crítico, severo, sádico, sente prazer com a desgraça alheia, inseguro, preocupado, incompleto, dividido, pressionado, inadequado ou como a pior coisa do universo, sem exceção (para pegar emprestado o conteúdo, mas não a linguagem, de quem sofre de depressão clínica) —, então, nessa medida, você não está amando a si mesmo.
Felizmente, existe um método — e, novamente, ele foi descoberto e ensinado em todas as tradições espirituais relevantes (eu não as estudei todas a fundo, é apenas um palpite, mas eu estudei algumas [tradições espirituais] até certo ponto e o princípio sempre se aplicava) — para estar feliz com o que quer que você esteja experienciando e para concretizar o seu esforço de amar, consolidando-o ao cumprir o segundo requisito: o de que, além de estar presente com alguma coisa, você também deve estar feliz durante essa presença. Parece uma tarefa árdua. Eu li a autobiografia de Gandhi porque parecia uma boa ideia enquanto viajava pela Índia; nela, ele fala sobre o seu desejo intenso — e as táticas bem-sucedidas que ele empregou — de fazer com que as pessoas sentissem alegria ao realizar tarefas extremamente monótonas que impulsionavam as suas causas. Na época, aquilo parecia uma tarefa árdua. Acontece que não é, se você souber como fazer.
O método consiste em pensar de forma diferente. Esse slogan é tão ambíguo quanto a empresa que o tornou famoso em nossa cultura; isso acontece porque pensar de forma diferente funciona muito melhor quando essa nova maneira de pensar é superior à anterior. E ‘melhor’ significa ‘mais feliz’. A maneira de estar feliz com alguma coisa é mudar a maneira como você encara aquilo que você está experienciando e que não lhe traz felicidade. Eis um exemplo: eu costumava realmente detestar a cultura corporativa, mas eu admirava muito a Apple computadores. Percebe a contradição? Eu estava tão dividido que quase eu desisti de computadores de vez — e olha que eu nem usava um Mac na época. Imagine só como isso teria sido limitante!
Então, eu finalmente decidi — cortesia de meu ‘Self Superior’, infinitamente paciente — que, independentemente de como a Apple estava conduzindo os seus negócios, aquilo era apenas o universo experienciando a si mesmo e aprendendo, trilhando um caminho onde as pessoas preferem uma estrutura mais organizada. Eu decidi também que eles estavam aprendendo, da maneira mais difícil, sobre o valor de passar tempo com a família e os amigos e que não havia problema nisso (aparentemente, os engenheiros casados que desenvolveram o primeiro iPhone tiveram uma taxa de divórcio de 80%; apenas um quinto deles manteve os seus cônjuges). Eu concluí que a empresa responsável por criar coisas lindas que eu admirava não necessitava ter todas as respostas para tudo. Isso também me ajudou a me sentir bem comigo mesmo ao gostar de um celular Chinês e de um carro Japonês — produtos de culturas que tendem a valorizar imensamente o tempo passado no ambiente de trabalho, em detrimento do tempo passado na vida privada.
E no entanto, para o meu dia a dia, eu necessitava de um carro e de um telefone; e, como eu gostava e admirava tanto a qualidade do trabalho deles, não queria outra coisa. Isso foi algo poderoso. De repente, tornou-se aceitável eu passar muito tempo em casa, mesmo que as pessoas que fabricam os produtos que tanto eu amo e admiro não façam o mesmo! Então, eu reconheci também que muitas dessas pessoas nem sequer desejam passar tanto tempo em casa quanto eu e que não fazia sentido algum ficar infeliz com os produtos que elas fazem apenas porque elas fazem escolhas que definem o seu próprio estilo de vida.
E então eu reconheci que aqueles que realmente queriam viver mais como eu podiam, sim, fazer isso! Eles tinham os seus ‘selves superiores’ e meios de acessá-los. Talvez alguns deles até pudessem ser ajudados por esse blog — que eu estou escrevendo em outra máquina construída por pessoas que provavelmente não passavam tanto tempo em casa quanto eu ou nem se interessavam pelo assunto da mesma maneira. De repente, eu fiz as pazes com os computadores novamente — e eu realmente gosto deles. É muito bom não ter mais encucações a respeito deles.
A forma como eu cheguei a essas ideias — a essa maneira diferente de pensar — foi a seguinte: anos depois de reconhecer que eu me sentia muito infeliz em relação às grandes empresas e à maneira como elas operam, eu me dei conta de que simplesmente eu não queria mais me sentir assim. Então, eu perguntei a mim mesmo de que outra forma eu poderia encará-las. Foi só isso. Eu continuei com esse exercício por bastante tempo e eu experimentei diferentes abordagens: eu pensei em todos os empregos que elas criavam para quem os desejava, mas isso não funcionou, pois, na época, eu estava justamente deixando o meu emprego para substituí-lo por outra coisa. Eu pensei na estabilidade que elas proporcionavam e na sensação de segurança para os funcionários, mas tudo isso me parecia meio… sem graça. Então, eu passei a vê-las como expressões espirituais de grandes ideias — naturalmente imperfeitas, pois elas precisavam ser experienciadas e aprimoradas. Essa ideia fez todo o sentido para mim. Portanto, para mim, é isso que elas são. Eu posso até encontrar formas melhores de encará-las, se for preciso, mas, por enquanto, essa servirá.
Assim, para pensar de maneira diferente — e mais feliz — sobre alguma coisa, você deve se perguntar:
‘Como eu teria que pensar sobre isso para me sentir feliz?’
E então, você esvazia a mente e aceita como resposta o que quer que surja. Pode exigir um pouco de prática. O segredo do procedimento é aplicar seja lá o que surgiu e, de certa forma, brincar com a ideia — experimentar qualquer coisa, por mais absurda que pareça, que o seu ‘self superior’ considere capaz de lhe trazer felicidade ao pensar nela (e tudo parecerá absurdo, já que você está acostumado apenas a um pensamento crítico e desprovido de amor sobre o assunto em questão).
Como um efeito colateral maravilhoso dessa linha de raciocínio — as minhas Reflexões sobre negócios —, eu reconheci que, se eu consigo pensar de forma diferente sobre grandes empresas e me sentir mais feliz, certamente eu posso fazer o mesmo em relação a mim mesmo. Eu posso experimentar novas maneiras de encarar a mim mesmo, a minha posição na vida, os meus relacionamentos, o meu corpo (e partes específicas dele), o meu subconsciente, o meu Self Superior, os meus hábitos, as minhas memórias, o som crocante ao comer os meus cereais matinais e até aquelas contas que eu adiei pagar — recebendo multas, apesar de o serviço ter sido excelente (eu descobri que havia uma cobertura para isso enquanto eu tentava melhorar a forma de lidar com a minha lista de tarefas, o que me permitiu deixar a culpa de lado ali mesmo).
No fim das contas, na grande maioria das situações das quais eu não me orgulho muito, não houve danos reais ou, pelo menos, a vida seguiu em frente. Sempre que eu me perguntava como poderia pensar sobre essas situações de um jeito que me trouxesse felicidade, uma enxurrada de sugestões surgia na minha mente e, aos poucos, algumas delas acabavam se fixando. No início, isso exigiu um pouco de prática.
Há muito tempo eu tenho facilidade em encontrar soluções para problemas técnicos e questões alheias, mas o mesmo não acontecia com os meus próprios problemas. No entanto, aquela pergunta simples — ‘Como eu teria que pensar sobre isso para me sentir feliz?’ —, feita repetidamente, desencadeou uma torrente de ideias filosóficas e informações novas das quais eu não tinha ciência antes, esclarecendo tudo. E, caramba, assim que eu via uma interpretação alternativa, eu a aceitava prontamente, deixando de lado aquela explicação habitual e sedutora de que ‘isso aconteceu porque você é um bobalhão’. Eu percebia a mudança porque as dores e o desconforto sumiam, a tensão e os pontos doloridos desapareciam e eu parecia mais radiante. O amor-próprio realmente de fato funciona! E, como as nossas mentes são a área onde nós temos maior influência — segundo os ensinamentos Huna Kupua —, mudar a mentalidade para amar mais é um excelente ponto de partida.
A arte de trabalhar com princípios simples é que você não fica preso a uma longa lista de exceções que correspondem aos seus hábitos atuais; ao invés disso, você reconhece quais são os seus hábitos, examina-os para ver se estão alinhados com o seu princípio e os muda caso eles não estejam. Isso pode ser muito desagradável e até parecer avassalador — e a melhor maneira que eu encontrei de amar mais é, na verdade, começar a amar mais a mim mesmo. Então, você pega aquelas mesmas ideias sobre amar mais — que me ajudaram a lidar com acontecimentos distantes que me incomodavam — e as aplica a si mesmo. Começa a pensar em si mesmo de uma forma que lhe traga felicidade e a aceitar isso de verdade — eu quero dizer, aceitar isso de fato.
A melhor maneira que eu encontrei de analisar os meus hábitos — que podiam envolver pensamentos e sentimentos não muito amorosos — foi reconhecer que não há problema nenhum em apenas estar trabalhando neles. Todas aquelas ideias desprovidas de amor? Não fui eu quem as fez; eu as assimilei dos meus antepassados — que eles sejam abençoados — e das pessoas ao nosso redor — que elas também sejam abençoadas. E agora, quando eu as mudo, cada uma delas conta e é uma parte enorme da transformação pela qual o mundo está passando. Tudo o que era ruim… aquilo era o padrão, era o normal. O que é novo, grandioso e empolgante é fazer a minha parte, da maneira que for possível a cada momento e tornar as coisas melhores.
Portanto, isso é um processo; ele não precisa estar concluído para ser bom. Eu posso celebrar todo o meu progresso, pois ele é muito, muito significativo e vai muito além de mim mesmo: será bom para os meus antepassados, pois eles não terão de lidar com uma ideia negativa herdada; será bom para as pessoas ao meu redor, para os antepassados delas e assim por diante. Então, o que eu estou fazendo é realmente maravilhoso! Mesmo que, às vezes, eu não seja nada inspirador, ainda conta o fato de conseguir demonstrar um amor verdadeiramente inspirador em momentos em que antes eu não conseguia! Uau. Pensar em mim mesmo dessa forma me deixa feliz. Então, eu acho que, agora, eu amei a mim mesmo. Então, eu fiz mais um pouco de progresso. Legal! Eu sei que eu consegui, porque agora eu sei o que significa amar a mim mesmo! Torna-se algo extremamente simples.
Agora, se isso pareceu desafiador, vamos passar para a parte difícil: amar outras pessoas. As empresas estão, de certa forma, presas à sua própria dinâmica de funcionamento — então nós podemos relevá-las —, mas as outras pessoas são, sem dúvida, responsáveis por suas ações. E isso não significa que elas mereçam ser punidas por suas transgressões, de preferência por nós?
Acontece que não: a Huna não recomenda punir transgressões — de jeito nenhum; ou seja: nunca, de forma alguma, não, não faça isso.
Você pode fazer isso — e você pode até sair impune de muitas punições a outros e ainda assim ficar bem, porque o mesmo espírito amoroso de perdão que se aplica ao transgressor também se aplica a você, o possível punidor. Mas você não precisa fazer isso.
Você pode estabelecer certas regras em seus relacionamentos, pode simplesmente deixar de cooperar de certas maneiras e pode até ameaçar ir embora, chutar o pau da barraca ou fazer coisas que, na melhor das hipóteses, são ambíguas em termos de amor. Mas você pode fazer essas coisas sem se sentir particularmente infeliz naquele momento. Mais uma vez, tudo depende de como você encara a outra pessoa. Será que ela é a pior coisa que já aconteceu ao universo e merece sofrer uma dor infinita por isso?
Ou será que essa pessoa é um aspecto bem-intencionado — e deliberadamente limitado — de toda a criação, que por acaso esbarrou em alguma coisa em relação ao qual você é inconstante? Essa última perspectiva funciona muito melhor, mas você provavelmente conseguirá encontrar outras que lhe sejam mais adequadas e que o façam feliz, mesmo ao explorar limites pessoais.
Lembre-se: amar significa estar feliz com… [to be happy with: ‘estar feliz com’ quem e/ou aquilo que nós amamos — isso é, acolher a sua existência com alegria, apreço e harmonia.]; o amor não dita como você deve estar com essa pessoa [ou situação]. A definição de amor segundo a Huna Kupua não exige presença física, embora a sua própria cultura influencie o grau de felicidade que você pode sentir com ou sem essa presença. Essa definição certamente não exige que você siga um manual de regras preestabelecido; na verdade, com um diminuto toque de espírito anarquista, ela pode até incentivá-lo a explorar alternativas em nome da liberdade. No entanto, as suas crenças culturais ainda podem levá-lo a atribuir certa importância a esse tipo de manual; e é sempre mais fácil trabalhar com as crenças que você já possui e desenvolvê-las do que opor-se a elas — e a maneira de fazer isso é, adivinhe só: amando-as.
Então, se você quer lidar melhor com as crenças culturais que herdou dos seus pais — ou do seu parceiro, de um amigo especial ou de um amigo qualquer —, pense nelas com um espírito de afetuosidade. E aquelas crenças realmente negativas, hostis, desagradáveis e capazes de destruir a alma que você talvez carregue têm uma forte tendência a virar cinzas — metaforicamente falando — assim que você as tira das sombras e as encara de frente.
Mas, independentemente de quais crenças você traz para os seus relacionamentos, uma aposta segura é que você será muito mais feliz perdoando alguém do que guardando mágoa. Esse é um tipo muito específico de mudança de mentalidade e pode ser tão simples quanto dizer apenas: ‘agora está perdoado’. É só isso mesmo. O que isso proporciona é a mudança de pensamento mínima necessária para lhe trazer felicidade e rapidamente. As coisas continuam como são. Você não passa, de repente, a amar coisas de que realmente não gosta e que sabe que não são adequadas para você no momento.
Mas aqueles ‘pequenos espetos pontudos’ que você arremessa nas pessoas inconscientemente… eles simplesmente desaparecem. Com esse tipo de perdão, você ganha uma excelente panaceia para a vida: você continua vivendo o que já vivia, só que de uma forma melhor e mais leve. O perdão é a verdadeira ‘vida 2.0’: igual à versão antiga, porém aprimorada.
Como o perdão, assim como o amor, está cercado de muitos mitos culturais, deixe-me esclarecer alguns deles.
“O perdão é a verdadeira ‘vida 2.0’“
Você não perdoa a outra pessoa por causa dela — embora, é claro, ela também se beneficie se você não sair à caça dela numa grande busca por vingança (ou praticar magia negra telepática ao criticá-la repetidamente). Você faz isso por si mesmo. Não importa o quanto você deteste alguém, você sempre será muito mais afetado por qualquer pensamento crítico a respeito dessa pessoa.
Então, você realmente odeia alguém? A melhor maneira de ‘vencer’ essa pessoa é perdoá-la, pois isso liberta você; e, se ela é sua nêmese no momento, não seria ótimo estar simplesmente muito bem? Não seria muito melhor do que não estar tão bem assim — mesmo que o seu único desejo seja deixar essa pessoa em desvantagem? Claro, essa é uma ideia temporária, pois, à medida que você ama mais, fará as pazes com as suas nêmeses, ou elas sairão da sua vida, ou ambas as coisas acontecerão; mas é um bom ponto de partida.
Portanto, se você não sabe como mudar a sua maneira de pensar, experimente o perdão. Perdoar significa apenas reconhecer que uma ofensa ou transgressão já foi tratada, não é mais importante e pode agora ficar em segundo plano. Isso não significa que você precise fingir que o ocorrido foi algo bom, nem que não possa aprender com a situação e tomar precauções de uma maneira sensata e comum.
“Perdoar significa apenas reconhecer que uma ofensa ou transgressão já foi tratada, não é mais importante e pode agora ficar em segundo plano.“
Mas, se você perdoar o suficiente, poderá se encontrar em situações nas quais nem lhe ocorre mais agir de forma cautelosa, pois a ideia de perigo está curiosamente ausente — simplesmente não é uma questão relevante, então a ideia nem sequer surge. Você não precisa forçar isso; acontece organicamente. Se lhe ocorrer tomar precauções, é porque o seu pensamento — no nível das crenças — ainda está alinhado à ideia de perigo; portanto, é melhor tomar a precaução enquanto esse pensamento persistir. Mas, se também lhe ocorrer não tomar precaução, você pode tentar essa abordagem; a decisão de como prosseguir cabe realmente a você e os detalhes não importam tanto, desde que você realize a mudança de pensamento proporcionada pelo perdão.
Um aspecto que nós abordamos apenas superficialmente até agora é o processo em si de realizar essa mudança de pensamento ou o ato de perdoar. Todas essas técnicas são formas de ‘ku-talk’ [‘ku’ é o nome dado ao subconsciente em Huna] — o processo de assumir a existência do seu subconsciente e conversar com ele para influenciar as suas crenças, que é como se efetiva a mudança de pensamento. Uma crença é um pensamento memorizado e a função do seu subconsciente no organismo é justamente armazenar memórias; é por isso que nós utilizamos esse método.
Assim, o processo de ‘ku-talk’ [conversar com o seu subconsciente] consiste em manter um diálogo Socrático interno consigo mesmo, no qual você explica ao seu subconsciente o que você gostaria que ele acreditasse ou começasse a fazer. Em seguida, você fica atento às respostas e lida com quaisquer objeções que surjam, seja argumentando contra elas, instruindo o seu subconsciente sobre como tratá-las (frases como ‘isso não é importante, acredite nisso mesmo assim’ podem bastar) ou até mesmo impondo-se com firmeza — ou gritando mentalmente — para fazer com que o seu subconsciente aceite a ideia. Portanto, é perfeitamente válido repetir mentalmente a frase ‘seja qual for a causa desse sentimento, ele está perdoado’ até sentir alívio, mas é igualmente válido reforçar isso imaginando-se gritando consigo mesmo ou rebatendo objeções (‘não, subconsciente, não importa que tenha sido algo muito ruim; nós perdoamos para o nosso próprio bem, não para o deles’).
É, em sua essência, um processo de vender a sua nova ideia à sua própria mente subconsciente e você faz isso exatamente da mesma maneira que os anunciantes vendem para você — e eles realmente vendem para o seu subconsciente: você usa repetição, um volume mental elevado e — aqui nós vamos um pouco além — e também incluir detalhes sensoriais, imagens, sons e cheiros; tudo isso reflete e transmite uma ideia que você quer que o seu subconsciente aceite — como, por exemplo, a de que você é absolutamente maravilhoso. Se você acrescentar ao que eu descrevi os elementos de acumular energia e encenar alguma coisa ritualisticamente, terá a técnica completa e genérica de Huna para ‘mudança de sonhos’: o ‘Haipule’. E sim, você pode perfeitamente realizar um ‘Haipule’ para o amor-próprio, para o amor em geral ou para amar uma pessoa ou coisa específica; na verdade, é uma maneira excelente de utilizar o ‘Haipule’ [vide a técnica abaixo].
Portanto, em outras palavras, para mudar a sua maneira de pensar e se tornar feliz, você utiliza quaisquer técnicas que conheça e possa aplicar para alterar os seus pensamentos, fazendo isso de modo a sentir-se feliz em meio a qualquer experiência que você esteja experienciando naquele momento. Essa é a versão ampliada do ato de amar.
Assim, você ressignifica a si mesmo — utilizando as variações mencionadas de diálogo com a mente subconsciente — para adotar uma visão mais amigável em relação ao seu parceiro, aos seus filhos, aos seus pais, aos seus ancestrais, à cidade e ao país onde você vive, ao governo, ao dinheiro, às plantas, às árvores, às pessoas com quem você discorda, àquelas com quem você geralmente concorda mas com quem tem discordâncias sutis, à mídia de massa, aos adeptos de teorias da conspiração (tanto em posições de poder quanto fora delas) e até mesmo mosquitos e outros predadores que possam querer devorá-lo. Ufa! Graças a Deus eu estou sentado nesse Jeep e o leão está do lado de fora; eu agradeço muito por isso, indústria automobilística Americana!!!
“…para mudar a sua maneira de pensar e se tornar feliz, você utiliza quaisquer técnicas que conheça e possa aplicar para alterar os seus pensamentos, fazendo isso de modo a sentir-se feliz em meio a qualquer experiência que você esteja experienciando naquele momento.“
E, ao fazer isso, você se sente feliz com elas e passa a amá-las; então, todas as coisas a mais se tornam fáceis e divertidas. Vale muito a pena. Experimente.
Outra técnica específica e relativamente simples para mudar a sua forma de pensar é oferecer bênçãos. Bênçãos são como elogios: podem ser tão casuais quanto um elogio comum ou transformar-se em rituais grandiosos e elaborados — mas é apenas uma questão de escala. Uma bênção é uma bênção, um pensamento amoroso; e um pensamento amoroso nunca é crítico — isso seria uma maldição.
Aqui vai algo difícil de aceitar: quando você tenta ‘melhorar’ outra pessoa apontando os seus defeitos, na verdade você está amaldiçoando-a e dificultando a sua mudança; além disso, você também está amaldiçoando a si mesmo, pois o subconsciente leva isso para o lado pessoal. Portanto, se você se dispõe a amar e abençoar outra pessoa, acaba abençoando a si mesmo também; e, ao abençoar a si mesmo, essa energia alcança as pessoas ao seu redor. Quando você se amaldiçoa — ou seja, quando se autocritica —, torna-se amargo e irritado, pois é como se você estivesse cutucando a si mesmo com um bastão. Toda essa filosofia de buscar o aperfeiçoamento por meio de críticas constantes é tão insana quanto tentar convencer alguém de que ficará craque no tênis se ficar se golpeando com a própria raquete. É exatamente assim que uma maldição — ou uma crítica — é sentida pela mente subconsciente.
“Uma bênção é uma bênção, um pensamento amoroso; e um pensamento amoroso nunca é crítico — isso seria uma maldição.“
Por outro lado, o elogio — o amor — traz uma sensação maravilhosa. Você percebe o quanto todos e tudo ao seu redor se tornarão mais cooperativos se mantiver uma atitude geral de bênção; você faz com que as pessoas se sintam bem apenas pela presença da mente subconsciente, pois ela traz gravados pensamentos de amor ao invés de pensamentos de maldição. Se você critica muito a si mesmo e aos outros, você acabará ferindo as pessoas apenas por estar ali, pois todo esse pensamento crítico transmitido telepaticamente chega a ofendê-las profundamente, mesmo que você não diga uma palavra sequer.
No início, isso me deixou totalmente perplexo, mas a ideia se provou verdadeira. Afinal, eu não sou o Doutor ‘superespecial’, o ‘escolhido’ que se acha moralmente superior aos outros porque trato todo mundo mal. O jornalismo investigativo tem o seu valor, mas até mesmo essa forma profissional de expor falhas gera muitos danos colaterais quando pessoas inocentes entram na mira. Eu não estou dizendo que é uma má ideia, mas eu afirmo que não funciona bem tentar aplicar essa mentalidade de apontar falhas à sua vida cotidiana — pergunte a qualquer jornalista investigativo sobre isso.
Era algo totalmente incompreensível para mim, pois eu tinha sido criado na escola de pensamento da contracultura de esquerda Americana — aquela ideia de que existem esses ‘sistemas’ [‘establishments’] de poder e que nós temos que criticá-los minuciosamente e protestar até que deixem de existir e então tudo ficará bem. Hoje, eu deixei tudo isso de lado e foco em criar alternativas para as coisas que não me parecem certas, sempre que eu sinto vontade. A sensação é muito melhor — você não acreditaria — e também funciona muito melhor. O ressentimento nunca convenceu ninguém de nada; simplesmente não funciona assim.
Sinta-se indignado com as coisas ocasionalmente, quando a situação exigir, mas depois mude o foco para cultivar pensamentos amorosos e confie que eles ajudarão a resolver o problema — ou então aja a respeito, utilizando a nova energia que esse pensamento amoroso lhe proporciona, caso a questão seja importante o suficiente para você. Salve a baleia; não fique apenas sentado em casa amaldiçoando o baleeiro e sentindo como se tivesse feito algo para melhorar a situação. Se você estiver em um nível de consciência muito elevado e tiver interesse no mundo dos negócios, vá até uma região onde se pratica a caça às baleias, comece a contratar pessoas e, então, trabalhe para banir essa atividade. (Eu não estou julgando a caça às baleias nem os baleeiros, embora pareça ser uma prática que teve seu lugar no passado, mas que está desaparecendo à medida que os tempos mudam — assim como a caça à raposa ou os duelos.)
Agora, antes de encerrarmos essa discussão, eu gostaria de abordar o aspecto do ‘estar presente’ [‘being with’] ao amar e interagir com as pessoas. ‘Estar presente’ em cada momento significa absorver as informações sensoriais e manter-se consciente no aqui e agora. Nós já aprendemos sobre isso no princípio anterior; o agora é o momento de poder.
Então, se você realmente prestar atenção nas pessoas enquanto elas estão com você, sem pensar em nada crítico e observando coisas positivas nelas, elas se sentirão amadas por você — a energia estará presente, assim como os pensamentos positivos, criando uma conexão real. Elas também estarão muito mais dispostas a ajudá-lo se você necessitar isso; afinal, você está demonstrando carinho por elas, não é?
É claro que algumas pessoas não perceberão isso, não importa o quanto você se esforce; mas, na medida em que você age assim, aquelas que respondem positivamente a você o farão de forma intensa e os seus amigos atuais apreciarão muito mais a sua companhia. Apenas certifique-se de não deixar a sua mente divagar: a transição de uma atenção amorosa para uma atenção comum deve ser feita com cuidado, com uma despedida gentil para prepará-las, caso contrário, pode parecer uma mudança brusca e dolorosa.
Isso nos leva à amizade, que na verdade é apenas uma forma de amor: os seus amigos são pessoas que você ama e ponto final. Você pode ter quantos quiser. Claro, às vezes você reserva um tipo especial de amizade para certas pessoas — os seus ‘melhores amigos’. Em alguns idiomas, como o Alemão (a minha outra língua materna), a palavra ‘Freund’ significa ‘melhor amigo’, enquanto o equivalente ao ‘friend’ do Inglês seria alguma coisa como ‘Geselle’, ‘Kollege’ ou até mesmo um ‘Cooler Typ, den ich Kenne’ (‘um cara legal que eu conheço’). Os Alemães são criteriosos quanto às amizades verdadeiras, assim como outras culturas, em diferentes graus.
Mas, no fundo, tudo é a mesma coisa; a diferença está apenas na forma como você a vivencia e nas possíveis expectativas que acrescenta. Essas expectativas extras não têm nada a ver com o amor em si; elas servem apenas como um meio de sentir felicidade ao lado de alguém — desde que funcionem bem para isso (como um jogo de pôquer às terças-feiras servindo de desculpa para se encontrarem e apreciarem a companhia um do outro) — e devem ser deixadas de lado se não funcionarem (por exemplo, se as noites de terça ficarem muito pesadas, você pode passar a jogar a cada duas semanas e aproveitar mais o momento).
E há também o amor romântico — uma forma muito intensa que pode incluir uma expressão de sexualidade, sendo, na verdade, apenas mais uma oportunidade de estar com alguém e sentir felicidade nisso, inclusive fisicamente. Todos os aspectos adicionais são culturalmente específicos; assim como uma partida de pôquer nas noites de terça-feira, a convivência a longo prazo é válida na medida em que serve ao amor. Quando deixa de ser boa, deve ser transformada de alguma forma — presumivelmente, tornando-a mais amorosa.
Portanto, seja com cônjuges, o governo, amigos, familiares, a polícia, vizinhos, estranhos, animais, computadores, livros, telefones, ideias, trabalho, obrigações, chefes, funcionários, encanadores, músicos ou até mesmo a sua escova de dentes: se você quer que as coisas corram bem, mude a sua mentalidade caso não se sinta confortável com a situação, dedique-lhe total atenção e nunca pare de espalhar esse amor doce — e tudo ficará bem.
No Havaí, existe uma palavra linda para o amor que carrega o mesmo significado desse princípio. Obrigado pela leitura e Aloha!!!
Todo Poder Vem de Dentro
Não há nada fora de você que realmente faça alguma coisa — não de fato. Tudo apenas responde a você. Portanto, você é capaz de gerar o seu próprio poder desenvolvendo autoconfiança e o mundo sempre responderá a isso.
O sexto princípio da Huna chama-se ‘Todo Poder Vem de Dentro’ e está relacionado à — calma lá — a segunda coisa mais importante na vida, segundo a filosofia Huna.
A Huna é muito peculiar nesse aspecto. A coisa mais importante, acima de tudo, é o amor. O amor é o objetivo supremo e a essência de tudo. O amor é o que dá sentido a tudo; mesmo as coisas que não são tão amorosas só conseguem, na verdade, tornar o amor mais reconhecível — não importa o quão equivocadas sejam ou o quanto tentem agir de outra forma.
“Não há nada fora de você que realmente faça alguma coisa — não de fato. Tudo apenas responde a você. Portanto, você é capaz de gerar o seu próprio poder desenvolvendo autoconfiança e o mundo sempre responderá a isso.“
Mas — e esse é um grande ‘mas’ — é muito difícil alcançar essa tomada de consciência de amor em sua vida se você duvida de si mesmo. Assim, ao deixar de duvidar de si mesmo, você pode ousar dar a si mesmo a permissão para assumir uma postura e fazer o impensável: escolher amar a si mesmo — seja sem motivo algum ou decidindo adotar uma razão (qualquer razão) para isso, o tempo todo.
E se você fizer isso com ousadia — escolher amar a si mesmo, escolher acreditar que você está merecendo esse amor e que você pode e deve fazê-lo e escolher não dar ouvidos a ideias em contrário — isso é confiança.
De certa maneira, você é sempre perfeitamente confiante. Você acredita em alguma coisa. Você — e fisicamente, esse ‘você’, o aspecto do seu corpo — é um pensamento. A sua plena invenção de si mesmo, por assim dizer, com poder suficiente por trás dela para existir fisicamente. Portanto, não importa o que você faça, você é sempre poderoso o suficiente para existir, o que não é pouca coisa. Mas isso não para por aí.
A parte mais árdua é realizada pelo ato de encarnar, digamos assim; e agora você pode usar o mesmo processo de energia-pensamento que o trouxe aqui para permanecer aqui e realizar ações — para surfar nas ondas da vida. E assim, você pensa os seus próprios pensamentos, que geralmente envolvem aquele seu pensamento corporal maior e original. E, quando você pensa nesse pensamento e reflete sobre ele por algum tempo, uma certa quantidade de poder se acumula em torno dele — um impulso de pensamento, por assim dizer.
E esse movimento de energia informe e invisível fluindo para dentro de uma forma-pensamento — isso é poder. Nem mais, nem menos. A energia é o movimento. Não necessariamente da maneira exata como a física atual o descreve, mas de forma semelhante. Uma forma-pensamento vibrando cada vez mais intensamente até se tornar densa o suficiente para se manifestar fisicamente. Os sentimentos surgem da compreensão emocional desse processo de fluxo de energia, desse movimento do pensamento.
Como se trata de um processo bastante mecânico que ocorre no mundo invisível, eu estou convicto de que, eventualmente, será possível observá-lo por meios tecnológicos — embora isso não seja realmente importante.
Então, você pensa um pensamento e o mantém na mente por algum tempo; talvez você comece a se movimentar porque a ideia se torna empolgante, ou a respirar com mais intensidade devido a essa excitação (esse entusiasmo); você pode até começar a encenar uma pequena pantomima para si mesmo, expressando a sensação daquele pensamento — pulando, movendo os braços e manifestando o que sente dessa forma. Você pode até ver esse pensamento diante dos seus próprios olhos. E, de fato, muitas vezes nós fazemos tudo isso — ou parte dessas coisas — de maneira espontânea, simplesmente porque nós gostamos da ideia ou da vibração que ela nos traz. Também nós podemos realizar essas ações deliberadamente, como técnicas mágicas, ou fazê-las todas de uma só vez, constituindo a melhor técnica mágica que existe.
A questão é que, nós ao realizarmos essas ações, nós passamos a sentir a própria essência do pensamento; com o tempo, ele se manifesta fisicamente assim que atinge o limiar de energia mágica em que não consegue mais se conter e irrompe na existência, surgindo nesse plano que todos nós chamamos de vida na realidade física.
Por que, então, nós temos plena confiança? Porque nós já estamos realizando essas coisas. A questão, no que diz respeito ao tipo de confiança a que nos referimos aqui — ao investigar o sexto princípio, a confiança segundo a Huna —, é: em que nós depositamos essa confiança? Nós confiamos naquilo que nos tornará felizes, poderosos e bem-sucedidos? Ou nós confiamos naquilo que nos leva a viver recuando diante da existência, esperando dor e sentindo-nos fracos e insignificantes? Seja como for, é o seu poder que está realizando o trabalho.
A boa notícia é que é muito mais fácil redirecionar a confiança fundamental que você já possui para assuntos de sua preferência do que construir uma confiança que nunca existiu. Você não precisa tirar a confiança do nada; basta mudar os padrões de pensamento que você utiliza.
Portanto, se nós já temos confiança em um sentido amplo, como nós devemos pensar para ter confiança segundo a Huna? O atributo fundamental de uma confiança bem desenvolvida é a consistência em eu-pensamento. Essa é, provavelmente, a tarefa mais difícil do mundo se você não estiver habituado a ela. Mas — novamente, uma boa notícia — assim que você se acostuma um pouco, tudo fica mais fácil e, com o tempo, passa a fluir sem esforço. E torna-se cada vez mais divertido também.
De longe, a maneira mais comum de pensar é reagir ao mundo à nossa frente. É, em grande parte, a maneira como nós fomos ensinados a viver. E não importa realmente de que tipo de sistema de crenças tradicional você venha — rei ou peão, por assim dizer —; enquanto o seu pensamento for reacionário, você se deparará com uma estranha mistura de caos e algo vagamente familiar, pontuada por novidades ocasionais vindas de outras pessoas. Esse é o modo de vida mais habitual para a maioria de nós, na maior parte das nossas culturas. Mas isso está começando a mudar.
A maneira de mudar isso é começar a imaginar as coisas como se elas já estivessem presentes. Em outras palavras, ao invés de sintonizar a vibração daquilo que está bem diante do seu nariz — o que gera pensamentos caóticos, turbulentos, confusos e desconexos —, você reduz essa intensidade. Você não precisa necessariamente deixar de lidar com os acontecimentos cotidianos, a não ser que esteja buscando uma experiência extrema ou queira visitar um ambiente voltado para esse propósito, como ashrams, mosteiros ou retiros.
Mas, se você não quiser adotar um estilo de vida monástico, você pode simplesmente adotar uma postura um tanto minimalista em relação aos eventos do dia a dia, lidando com eles e atribuindo-lhes a menor importância possível — o que equivale a dedicar a eles apenas a atenção estritamente necessária para resolvê-los com sucesso.
Multa de trânsito? Tudo bem: pague logo essa coisa, perdoe-se, faça uma verificação rápida em busca de lições importantes — ok, nada óbvio por aqui, deixa para lá — e volte a imaginar uma vida de grande riqueza e sucesso incrível, do seu jeito particular. A sensação é muito melhor do que ficar se preocupando com a multa, não é? Isso acontece porque a preocupação vem acompanhada de emoções que não são nada agradáveis e isso ocorre porque você está depositando a sua confiança na realidade de coisas desagradáveis.
Outra atividade que é culturalmente comum, mas que pode ser reinterpretada sob a ótica da confiança Huna, é tentar e falhar. É comum reunir coragem para tentar algo grandioso, não obter o resultado desejado na primeira tentativa e, então, recuar envergonhado, sem nunca mais tentar de novo. ‘Aquilo foi horrível! Eu nunca mais irei fazer isso novamente!’
Isso me lembra o meu primeiro dia de snowboard; o único lugar onde eu podia praticar era a colina da vila, onde estavam todas as crianças que já sabiam como fazer aquilo. A situação rendeu boas risadas, mas, com o tempo, eu peguei o jeito. Eu nunca cheguei a desenvolver um grande gosto por esportes de inverno, mas eu gostava tanto de andar de longboard na cidade que eu decidi repetir a experiência das falhas do snowboard com o surfe — e eu adorei. (O surfe também era legal porque falhar significava apenas cair na água, ao invés de despencar por uma encosta gelada).
Então, depois do meu primeiro dia de snowboard, eu poderia ter guardado a prancha e dito: ‘Chega! Nada mais disso para mim’. Mas eu não fiz isso. Eu nunca me tornei um mestre do snowboard, mas, por algum motivo, eu não desistia tão facilmente — mesmo naquela época — das coisas que eu queria fazer; então, eu continuei tentando até conseguir descer a colina.
Em outras palavras, o que acontece na sua realidade física não é tão importante assim. Você pode brincar com a ideia de alguma coisa que você gostaria de estar fazendo e, se não der certo, tudo bem também! Eu acho válido tirar o melhor proveito da situação e ver se há alguma coisa a aprender, mas você nem precisa fazer isso. Você pode deixar que o acúmulo de energia cuide disso.
A coisa importante é continuar cultivando pensamentos que trazem uma sensação boa; e é ótimo quando você encontra alguns pensamentos mais gerais que lhe proporcionam um bem-estar genuíno e decide continuar focando neles.
Assim, se lá no fundo você realmente sabe — de verdade — que é uma pessoa boa e digna de amor (simplesmente porque você começou a pensar dessa forma e isso ganhou força até se tornar um fato evidente para você — e, nesse momento, passa a ser um fato, afinal, fatos são apenas formas-pensamento carregadas de energia que alguém imaginou)…
…Então, se você acredita nisso — e digamos então que você esteja solteiro, em um encontro e, por algum motivo, acabe derramando uma garrafa cara de vinho tinto sobre as suas roupas e as do seu novo acompanhante —, bem, se você realmente sente que é alguém digno de amor, se você tem confiança absoluta no seu valor, pode até se sentir constrangido (pois é natural sentir isso nessas circunstâncias), mas, no grande esquema das coisas, isso não importará. Pode ser que a outra pessoa se sinta completamente desestimulada por essa sua demonstração evidente de imperfeição convencional e você pode até se sentir um pouco tolo, mas essas coisas são apenas experiências humanas.
“…fatos são apenas formas-pensamento carregadas de energia que alguém imaginou…”
O fato de haver amor para você não tem absolutamente nada a ver com isso; os seus sentimentos e a reação geral das pessoas não ditarão as suas emoções, no sentido de que você nunca esteve envolvido em um jogo de vida ou morte para questionar o seu próprio valor. É claro que você será afetado emocionalmente, de maneira natural e fluida, pelo ambiente ao seu redor — isso faz parte de jogar o jogo como ele deve ser jogado.
Mas o que isso significa, de fato, é que as suas maiores ambições e a direção da sua vida não são guiadas por comentários passageiros de um estranho ou por um programa de TV… a não ser que você escolha que sejam. Sinta-se à vontade para aproveitar o que recebe quando isso reforça alguma coisa em que você escolheu acreditar sobre si mesmo. Você pode ser seletivo e permitir ser influenciado. Mas o ponto central da confiança é que você não é obrigado a isso; a escolha é sua.
Passou por um deslize? Ah, aquela sensação de ter cometido uma gafe… ops! Aquele momento ‘trapalhada total’! Sinta-se à vontade para rir de si mesmo se perceber que agiu como um elefante numa loja de porcelanas e que a situação, parando para pensar, é realmente engraçada. E o fato é que você consegue fazer isso porque tem confiança no seu próprio valor. Na verdade, não há maneira mais certeira de se sentir imperfeito do que buscar a perfeição; afinal, quando o desastre acontece — e ele vai acontecer, pois o universo é espontâneo e está em constante evolução, sendo impossível (e desnecessário) prever tudo —, a questão passa a ser o seu valor pessoal versus o mundo, justamente porque você comprou a ideia de que o seu valor depende de alguma coisa.
Mas você não necessita fazer isso. Você pode optar por acreditar que o seu valor é infinito, que o seu amor é pleno e que você é absolutamente incrível, independentemente do que aconteça. Isso é confiança, ao estilo Huna. É usar a sua autoridade para dar o passo ousado de decidir o significado das coisas quando elas acontecem. Isso é verdadeira confiança. O paradoxo aqui é que, ao abraçar situações que antes faziam você se sentir inseguro — ou confiante em algo desagradável —, elas podem não desaparecer imediatamente, mas certamente deixarão de ter qualquer significado que você não queira que elas tenham.
Por isso, é bom dedicar um tempo à criatividade — ou seja, pedir ao seu Self Superior que gere ideias — para encontrar significados que façam você se sentir bem em relação a situações que poderiam incomodá-lo.
‘Ah, não, eu não fui rejeitado de forma alguma. Apenas eu conheci alguém que não se sente confortável em ser abordado. Tudo bem, eu estou tranquilo.’ Agora, ao começar a pensar dessa maneira, você poderá descobrir, em alguns momentos, que isso é realmente verdade; você poderá encontrar alguém desabafando em um fórum de autoajuda: ‘Socorro, eu rejeito constantemente as pessoas de quem eu gosto porque elas me deixam apavorado!’.
Então, nesse momento, você para de se tornar tudo sobre si mesmo, porque simplesmente você confia na sua interpretação, aconteça o que acontecer. E o lado bom é que dificilmente alguém conseguirá provar que você está errado, pois você não se envolve naquelas manobras típicas de quem tenta provar o seu valor manipulando as circunstâncias — por assim dizer —, um modo de vida muito frustrante e inerentemente autodestrutivo.
Esses são apenas exemplos; você não precisa acreditar em nada específico do que eu mencionei aqui para ser uma pessoa confiante. Você pode escolher o seu próprio estilo de pensamento e as suas formas de interpretar as coisas; o segredo da confiança está em escolher como você interpreta os acontecimentos e basear essa escolha naquilo que lhe traz bem-estar.
Agora, a ideia de ‘sentir-se bem’ pode evocar associações com ‘alimentos que afetam o humor’ [‘junk food’], mas não é a isso que me refiro. ‘Junk food’ emocional — aquela ‘emoção barata’ — não é bem-estar de verdade; é apenas uma sensação passageira de prazer. Não é disso que eu estou falando. Trata-se de um processo em que se altera parcialmente uma crença, mas ignora-se deliberadamente a maior parte dela por ser doloroso demais encarar a realidade.
Não há nada de errado em isso acontecer com você — e aqui eu deixo uma sugestão de reinterpretação, mas sinta-se à vontade para escolher a sua própria abordagem —; trata-se apenas de uma etapa para descobrir, antes de tudo, no que você acredita, de modo a poder usar a sua autoconfiança para transformar essas crenças. E para que tipo de mudança você usa essa confiança? Para o que você quiser, é claro; mas a sugestão geral para alcançar a felicidade plena na vida, segundo a filosofia Huna, é: escolha alguma coisa que envolva amor. Acrescente algo positivo onde não houver nada. Essa é a ideia central: utilizar a sua autoconfiança para alcançar o amor.
Você começa com aquilo que você já possui de bom e desenvolve isso ao seu próprio estilo; no entanto, ao seguir a abordagem Huna, você estará sempre caminhando em direção ao amor à medida que desenvolve uma confiança cada vez maior.
É claro que tudo começa com estar ciente de seus pensamentos (o primeiro princípio, ‘O Mundo É O Que Você Pensa Que Ele É’, que trata da habilidade de consciência no nível da realidade [awareness]), passando pela eliminação daqueles realmente ruins — seja rejeitando-os ou redirecionando-os para que você possa funcionar, como ‘primeiros socorros’ (o segundo princípio, que trata da habilidade de ‘limpeza’), desenvolvendo a sua capacidade de concentração, para que você possa trazer os seus pensamentos de volta àqueles que você prefere (o terceiro princípio, que trata da habilidade de ‘focar’) e pelo direcionamento da sua consciência no nível da realidade [awareness] para o ambiente ao seu redor no momento presente, permitindo que você carregue o seu foco com toda a energia do seu ser (o quarto princípio — ‘O Agora É O Momento De Poder’ —, que ensina a habilidade de ‘presença’), então você é capaz de amar a si mesmo e aos outros (o quinto princípio, ‘Amar É Estar Feliz Com’ [‘Estar Feliz Com’ aquilo que nós amamos]), que ensina a habilidade de amar, como em saber exatamente o que o amor é e o que não é e escolher o amor) e, finalmente, para que você possa realizar tudo isso de forma contínua, sem qualquer possibilidade de se distrair permanentemente ou de oscilar para pensamentos diferentes — o que nos leva a esse princípio: Todo Poder Vem De Dentro, que ensina a habilidade da confiança.
Há mais um princípio — o sétimo: ‘A Eficácia É A Medida Da Verdade’ —, que ensina a habilidade da harmonia.
Nós já falamos bastante sobre poder. O poder consiste em dedicar-se de maneira consistente e persistente e em construir autoridade — a ousadia de decidir como as coisas são em relação a você e ao seu entorno e de agir com base nisso. Você é a autoridade. Você é o chefe. Você está no comando — ou, se preferir, é quem decide o que inserir no aplicativo de navegação (você pode dizer ‘leve-me a qualquer lugar’, se é isso que você deseja, embora isso possa perder a graça rapidamente — pelo menos foi o que aconteceu comigo, mas essa é uma experiência muito pessoal; outras pessoas gostam de ser vagas ou semi-vagas — o nível de detalhes depende inteiramente de você. Qualquer coisa, desde ‘leve-me a qualquer lugar’, ‘leve-me a um lugar agradável’, ‘leve-me a um lugar revigorante’, ‘traga-me o amor’ até ‘traga-me uma pessoa baixinha, de cabelos castanhos e com talento para tocar gaita de foles para me amar’, é válida).
Agora, vamos examinar um pouco a questão do ‘interior’. Pois o que nós deixamos totalmente de lado até aqui é a ideia de que outra pessoa pode surgir e tirar esse poder de você, ou de que você precisa pedir permissão a alguém para fazer o que deseja. Essas são ideias bastante comuns, mas têm raízes em pessoas que não tinham necessariamente em mente o melhor interesse dos seus antepassados.
Ou talvez elas tivessem uma noção limitada do que seria o melhor interesse dos seus antepassados, guiando-os — com boas intenções — para comportamentos baseados na própria concepção de ‘bem’ dessas pessoas e não tanto na de cada indivíduo. Pense em senhores feudais ocasionalmente sábios e em teocratas mais ou menos benevolentes. Esse é o tipo de gente que baseava toda a sua atuação em ensinar sobre o poder daquilo que está ‘lá fora’.
A maioria deles lucrava muito, ao passo que aqueles a quem essas coisas eram ensinadas, nem tanto. A maior parte dos beneficiários nessas sociedades podia até propagar abertamente as ideias de um poder externo — seja Deus, o reino, o patriotismo ou o que fosse —, mas, certamente, eles mesmos não pautavam muito as suas ações por esses princípios.
Bem, talvez eles estivessem certos, pelo menos em parte, mas eles certamente também abriram bastante espaço para o próprio poder — como quando eram eles a quem as pessoas precisavam recorrer para alcançar o poder externo, o que é uma forma distorcida de se perceber como alguém dotado de poder próprio.
Em suma, a Huna incentiva você a simplesmente jogar todas essas ideias no lixo. Claro que Deus existe e quer o seu bem, da mesma forma que você quer que as células do seu corpo absorvam bem o oxigênio para que você possa correr mais rápido.
Mas você não irá pegar um microscópio e dizer a uma célula que ela foi ‘má’ ou que ela deveria dar todo o seu oxigênio para outra; isso é um absurdo. Você pode viver em uma sociedade assim, acompanhando o fluxo superficialmente enquanto segue o seu próprio caminho no seu próprio ritmo — não há nada de errado nisso —, mas, como não leva tudo aquilo a sério, isso não exerce influência sobre você. Trata-se de jogar jogos diferentes em momentos diferentes; o importante é qual jogo você joga consigo mesmo — aquele que você sente com mais intensidade. O mais interessante é que, quanto mais confiante você se sente, menos necessidade tem de demonstrar às pessoas o quão poderoso e livre você é.
Se você estiver realmente muito seguro de si, não importa que o padre local pense que ele está no comando (os tipos convencionais de quem eu falo costumam ser homens, por razões culturais em muitas de nossas sociedades…). Você só entra em apuros, de fato, quando sente necessidade de confrontar a autoridade — o que pode fazer se o seu plano for assumir o controle da paróquia; mas, se esse não for o seu objetivo, você estará apenas criando desarmonia, sem necessariamente alcançar nada. E é possível alcançar a harmonia de outras formas também — por exemplo, conquistando a confiança da paróquia, se for isso o que você deseja. Depois, quando você estiver no comando, poderá virar tudo de cabeça para baixo, se você quiser.
Mas a maneira mais fácil de ser você mesmo é simplesmente seguir o fluxo da forma mais descomplicada possível, mantendo os seus próprios pensamentos e vivenciando os seus sentimentos livres e escolhidos por você; assim, o caminho concreto para uma existência mais livre acabará surgindo naturalmente. E, quando isso acontecer — quando alguma coisa realmente parecer uma oportunidade —, é bom agir. Mas talvez você não precise fazer isso; muitas grandes oportunidades parecem apenas coisas divertidas e inusitadas.
A ideia aqui é simplesmente que não existe ninguém além de você no comando. É você. E agora nós podemos levar isso um passo adiante, para um terreno onde você pode até se meter em encrenca só de mencionar o assunto, pois muita gente prefere não estar no controle — justamente por não saber como perdoar a si mesma.
A verdade simples é — segundo a Huna (lembre-se: é apenas uma sugestão de perspectiva, mas que já trouxe felicidade e sucesso a muita gente; por isso, vale a pena experimentar esse modo de pensar como quem prova um casaco novo, ao invés de ficar debatendo longamente sobre ele) — a verdade simples é que todas as coisas são culpa sua. Bateu o dedo do pé? A sua mente subconsciente estava recebendo informações conflitantes. Um pombo fez cocô na sua primeira porção de batatas fritas, parecendo uma maionese proibida? Talvez você esteja com dificuldade para aceitar coisas boas chegando até você! E assim por diante. Todas as coisas, absolutamente todas as coisas, foi você. O governo está como está por sua causa.
Isso pode parecer uma receita terrível para um sentimento de culpa avassalador — e realmente é, a não ser que você combine essa ideia com o quinto princípio: Amor. O governo não é tão ruim assim. Se você comprou certas ideias a respeito dele, pode até parecer que é, mas as coisas só se tornam negativas quando você as critica, pois isso gera desconexão. Você pode até encontrar pessoas que defendem ideias terríveis, que não servem a ninguém, mas pode confiar que, no grande esquema das coisas, elas têm o seu lugar na vasta evolução do pensamento. Lembre-se de que nós escolhemos viver essa vida por vontade própria!
Se todas as coisas já tivessem começado como puro amor, para onde nós iríamos a partir daí? É por isso que nós temos ambos os aspectos e é assim que nós evoluímos. Mas a boa notícia é que essas coisas não precisam realmente lhe preocupar tanto. Elas também acontecem por sua causa, pois você é participante dessa realidade; e, numa perspectiva mais ampla, todas as coisas são você (o quarto nível de realidade) — ou, pelo menos, pode ser experienciado dessa forma. Portanto, o que você faz é dar espaço a isso e abençoar os aspectos positivos, mesmo que seja apenas o fato de servirem como um mau exemplo. Depois, você perdoa e segue em frente.
E mesmo aqueles aborrecimentos menores que surgem no seu caminho tornam-se muito menos terríveis; você é muito mais eficaz quando não se isola da experiência e aceita que, em certo nível, faz parte de tudo isso. Por exemplo: eu fui à repartição pública municipal para preencher um formulário e, honestamente, eu precisei de umas dez tentativas para pedir à funcionária que alterasse a redação no site, tornando-a mais completa, para que as pessoas não precisassem voltar para casa, buscar documentos e retornar.
Primeiro, eu tive que explicar que eu não a estava atacando pessoalmente, nem criticando a forma como ela trabalhava — apenas eu pensava que sempre há oportunidades de melhoria quando se está atento a elas. Por fim, ela percebeu que eu não queria que ela fosse demitida, mas apenas que anotasse a minha sugestão e a registrasse. Foram cerca de 20 minutos de discussão intensa e firmeza da minha parte, mas ela acabou cedendo. Não foi uma troca de palavras agradável; houve aquele tipo de linguagem misantrópica e de defesa burocrática típica da administração pública Alemã.
Mas eu persisti e, no final, a funcionária reconheceu que, comparado a continuar lidando comigo, atender ao meu pedido parecia bem mais fácil. E assim foi feito. Mas por que eu fiz isso? Eu poderia simplesmente ter soltado os palavrões de praxe ao sair. Eu decidi, porém, que o governo também sou eu; logo, eu posso dizer honestamente que melhorei o governo Alemão, ainda que de forma modesta — o que não é pouca coisa. Isso é chamado de ‘espírito cívico’, mas eu reconheci que não significa ser um bobo; muito pelo contrário: é uma forma de amor. Trata-se de amar as pessoas que vivem ao seu redor, inclusive a maneira como elas estão organizadas.
Esse amor retorna infinitamente assim que você pega o jeito da coisa; e eu venho de um lugar onde eu desconfiava tanto do governo que achava que a anarquia — qualquer que fosse a sua forma — seria melhor. Eu mudei de ideia… Eu ainda gostaria de um pouco mais de fluidez na maneira como as coisas são feitas, mas é bom dar um passo de cada vez. Eu reconheci que eu não preciso fazer tanto caso das áreas do governo que antes me incomodavam; eu posso, na verdade, sentir-me eficaz e confiante em relação aos aspectos positivos.
E agora, de alguma forma — o que é curioso —, desde o episódio em que fiz aquela sugestão à funcionária do governo, eu só tenho encontrado atendentes extremamente simpáticos e prestativos. Eu não sabia que isso aconteceria, mas, caramba, valeu muito a pena. Eu melhorei o governo fisicamente ao fazer a sugestão, mas também eu transicionei para uma realidade melhor ao expressar o meu amor e a minha confiança da maneira que eu pude.
Então, se o governo — praticamente o único grupo cuja função envolve o uso da força — não consegue impedir você de ser quem é e de avançar para lugares melhores, ninguém consegue. Por isso, é bom escolher ações que expressem a sua confiança, pois assim você desloca o seu mundo para lugares que refletem essa postura. E, aos poucos, você reconhece que não há ninguém capaz de impedi-lo de fazer o que você considera importante, pois você pode escolher o que pensar, como pensar, quando pensar e a intensidade disso — e a sua realidade refletirá todas essas escolhas.
Fortaleça essa confiança. Cultive o amor. Fique bem!
A Eficácia É A Medida Da Verdade
No nível mais básico, você necessita decidir, de alguma forma, o que é verdadeiro — e a Huna oferece uma maneira incrivelmente flexível e prática de fazer isso. Coisas boas acontecerão se você utilizar isso.
Você não adora discutir com pessoas que já decidiram o que elas pensam?
Não?
Eu também não. Quem gosta? É como tentar atravessar uma parede de tijolos pegando impulso para correr contra ela.
Pior ainda: como nós podemos saber se as nossas próprias ideias são verdadeiras? Qualquer ideia pode parecer verdadeira; as ideias são concebidas para parecerem verdadeiras se você agir de acordo com elas por tempo suficiente.
A solução mais direta para esse problema é a violência. Se você parecer suficientemente ameaçador, as pessoas tendem a não discordar muito de você — pelo menos não na sua cara. No entanto, essa abordagem tem, entre outras, a desvantagem de impedir que você continue aprendendo, deixando-o estagnado no conhecimento que adquiriu quando era mais conciliador.
Há muito tempo, um grupo de pessoas teve a ideia de que bastava debater obstinadamente uma questão até que todos chegassem a um acordo. Elas registraram as suas ideias por escrito e os seus estudantes continuam debatendo-as até hoje.
Outro grupo de pessoas decidiu criar, cuidadosamente, situações específicas para testar as suas ideias e, então, fazer com que todos concordassem com base nos resultados. Eles fizeram isso com rochas em queda e engrenagens em movimento e a estratégia funcionou muito bem por um tempo; contudo, percebeu-se que é muito difícil organizar esse tipo de experimento quando seres humanos estão envolvidos. Simplesmente não se pode extrapolar conclusões de uma pessoa para outra, pois cada indivíduo é diferente e está em constante mudança.
Mesmo que nós possamos testar o comportamento humano, há um pequeno detalhe: quanto mais importante algo é, menos óbvio isso se torna para os outros, pois a questão passa a ser muito pessoal, específica e emocional. Em outras palavras, torna-se algo subjetivo: definido por experiências, relacionamentos, laços fortes e grandes ideias. Você consegue imaginar um lugar mais difícil para buscar uma verdade universal — munido de uma mente inquisitiva — do que a psique de outra pessoa? Que dirá a de muitas pessoas! É tão difícil que o pessoal adepto dos testes de ideias geralmente acaba desistindo e recorrendo ao argumento de que a experiência individual não é lá tão importante assim.
A Huna oferece uma solução realmente elegante para todos esses problemas. A Huna diz: se isso funciona, isso é verdade.
Essa abordagem funciona muito bem, pois abrange todas as coisas. Você quer jogar o jogo do pensador ou o jogo do testador? Fique à vontade. Aprenda essa forma de pensar e a aplique nas situações para as quais ela é adequada. Depois, ao voltar para o convívio com a sua família, você pode utilizar um conjunto de ideias totalmente diferente para se dar bem com eles — e não é preciso que essas duas esferas tenham qualquer relação entre si.
“A Huna diz: se isso funciona, isso é verdade.“
Digamos que você conheça pessoas de uma cultura completamente diferente — suponha que você seja Ocidental e encontre pessoas que eu classificaria, de modo geral, como Indígenas; pessoas que, em linhas gerais, acreditam que a terra está viva, que a Terra é a sua mãe e que todos nós compartilhamos o mesmo espírito. E então você vê uma delas fazendo chover por meio de uma dança. Independentemente dessa pessoa ter sucesso ou não, a sua convivência com esses novos amigos será muito melhor se você adotar a perspectiva Huna de que a eficácia é a medida da verdade.
Se você encontrar um dançarino da chuva habilidoso atuando em condições favoráveis e a chuva realmente cair, você não precisará inventar desculpas — como alegar que foi mera coincidência — por medo de ver as suas convicções abaladas. Ou, digamos que você presencie um aprendiz de dançarino da chuva, ou que as condições não sejam ideais e ele consiga apenas uma garoa fina; você não precisa zombar da pessoa por ela trabalhar com concepções de mundo diferentes. E, se lhe oferecessem ensinar, você poderia até aprender essas ideias e realizar a sua própria dança da chuva. Afinal, se você conseguir fazer cair um pouco de chuva, terá funcionado; logo, é absolutamente verdadeiro que você se uniu com sucesso ao espírito da chuva e fez a água jorrar.
Além disso, você poderia voltar ao escritório na segunda-feira — se esse for o seu ramo de atuação — e se sair muito bem, independentemente do ambiente estranho e peculiar que aquela cultura específica ofereça. Se o que funciona é verdadeiro, a verdade não depende apenas da pessoa, mas também da situação; e simplesmente não há necessidade de conciliar essas verdades entre si, pois o que é verdadeiro muda automaticamente conforme a tarefa em questão.
Ao escrever isso, eu me sinto entusiasmado com tamanha elegância!
Vejamos agora o que aconteceria se você encontrasse pessoas com um sistema de crenças muito diferente e insistisse em manter — como exemplo — a visão de mundo Ocidental padrão; vamos chamá-la de visão de mundo mecanicista de base religiosa. Nela, Deus não é muito importante, mas, de alguma forma, todos os valores descritos em Seu livro continuam sendo muito bons; o mundo ainda é uma máquina a ser operada de forma mais eficiente e tudo ao redor é sólido, denso e real.
Agora, se você se deparasse com o dançarino da chuva, na melhor das hipóteses, você ficaria quieto, apenas observando e sendo muito educado; ainda assim, não haveria uma conexão real com os seus novos amigos, pois isso geraria uma desconfortável dissonância cognitiva. É bem provável que você desse uma desculpa para ir ao banheiro e desaparecesse, ou até passasse mal caso permanecesse ali. Se expressasse as suas opiniões sinceras, dependeria da gentileza dessas pessoas para que não se ofendessem demais, pois você se veria forçado a considerar a ideia da dança da chuva algo infantil ou absurdo; e, seguindo a tradição intelectual, sentiria a necessidade de zombar dessas ideias ou ridicularizá-las. Portanto, se dissesse o que pensa, pode ter certeza de que não seria convidado a voltar.
Mas, na filosofia Huna, se você quisesse conviver com amigos que têm ideias diferentes, não agiria dessa maneira. Não faria sentido considerar essas pessoas tão equivocadas — afinal, que vantagem haveria em ter uma opinião tão negativa sobre elas, quando você poderia simplesmente reconhecer a sabedoria e a habilidade que possuem?
Isso pode parecer liberdade excessiva se você não estiver acostumado. Algumas pessoas pensam que a Terra é plana. Será que isso significa que eu também tenho de pensar que ela é plana às vezes? E como é possível que um livro de 2.000 anos contenha um modo de vida bom e universalmente aplicável e que outro livro, com conteúdo diferente, também o contenha? Bem, a perspectiva Huna diz que isso é simples: se alguém acredita que o livro de determinada religião contém ideias que proporcionam uma vida muito boa, ao segui-las, essa pessoa sente que está realmente vivendo bem.
Então, essas ideias — da maneira como são entendidas por essa pessoa — são verdadeiras. Por quê? Porque acreditar que se está no único caminho certo pode fazer maravilhas pela autoestima e aquela pessoa conseguiu aceitar a ideia de que coisas boas acontecerão. Portanto, é verdade.
“…a perspectiva Huna diz que se alguém acredita que o livro de determinada religião contém ideias que proporcionam uma vida muito boa, ao segui-las, essa pessoa sente que está realmente vivendo bem. Então, essas ideias — da maneira como são entendidas por essa pessoa — são verdadeiras.“
O ensinamento do sétimo princípio é muito, muito flexível — mas ele não carece de orientação. Se essa mesma pessoa também quisesse se dar bem com a família, mas começasse a ter explosões emocionais sempre que os familiares demonstrassem um pouco de ceticismo em relação a todas aquelas ideias religiosas tão estimadas, então, obviamente, haveria algum tipo de falsidade envolvida. Por quê? Porque explosões não funcionam; a harmonia não se estabelece.
À primeira vista, isso pode parecer um tanto quanto um dilema. A pessoa não estaria disposta a se tornar secular apenas para agradar mais à família e a família pode até apreciar certos aspectos de toda essa devoção, mas talvez não se interesse muito por outros.
Felizmente, na maioria dos casos, ninguém necessita mudar muito para alcançar a harmonia. Muito provavelmente, a ideia problemática não tem nada a ver com o ponto de vista de qualquer uma das partes; trata-se apenas de uma ideia assimilada em algum momento da vida. Algo como: ‘Se a minha família não concordar imediatamente comigo, é porque eu fiz alguma coisa errada’.
Essa é uma ideia que praticamente nunca funciona, pois não é assim que os seres humanos convivem uns com os outros. Portanto, nós agora identificamos uma ideia que é — para todos os fins práticos — falsa. Assim, se a pessoa realizar alguns exercícios para descobrir quais ideias cultiva e encontrar uma que, obviamente, jamais poderia funcionar, nós teremos descoberto uma falsidade, uma inverdade. Simplesmente não é assim — e por que não? Porque isso não funciona.
Assim, a pessoa pode agora explicar a si mesma, repetidamente, que discordâncias familiares são perfeitamente normais e não motivo para alarme. Pronto: eis a harmonia — sem a necessidade de resolver qualquer grande dilema entre a vida moderna e a fé. O problema real era apenas uma ideia destrutiva, uma falsidade, à qual se permitiu criar raízes; agora que ela desapareceu, todos estão mais próximos da verdade.
Com base nos ensinamentos da Huna sobre a verdade, não há necessidade de tentar conciliar as soluções práticas que você encontra com alguma filosofia que você também siga. A solução prática ‘é’ o imperativo filosófico. E, ainda assim, você obtém toda a profundidade e a orientação de uma base sólida de grandes ideias para aplicar à sua vida. Acontece que essas ideias são muito flexíveis e voltadas para preparar você para o sucesso.
“A solução prática ‘é’ o imperativo filosófico.“
Você pode usar Huna para conciliar criativamente a sua situação com outra filosofia, se quiser, mas nunca é obrigado a fazer isso para que alguma coisa seja considerada Huna. Se funciona bem, ela já é Huna.
Certa vez, eu conheci um estudante de filosofia muito triste. Ele me contou que a mulher que ele amava estava no Canadá enquanto ele estava na Alemanha e que eles foram forçados a se separarem; ele havia concluído logicamente, a partir de princípios fundamentais, que — por mais doloroso que fosse — aquele era o único caminho a seguir. Foi de partir o coração ouvir aquilo e eu fiquei muito feliz quando ele decidiu, mais tarde, simplesmente ignorar a linha de raciocínio que o levara àquela infelicidade e reatou o relacionamento com ela.
Mas não teria sido ótimo não precisar escolher entre a filosofia e o coração? Com a Huna, você não precisa fazer essa escolha: a sua filosofia cede lugar ao coração automaticamente no momento certo e tudo o que você precisa fazer é colocá-la em prática!
Vamos analisar um exemplo mais peculiar: alguém que acredita na teoria da Terra plana. Essa é uma ideia que pode provocar muitas reviradas de olhos por parte daqueles que gostam de testar conceitos. E se você já viu muitos globos terrestres e imagens de satélite, a ideia de uma Terra plana pode parecer, na melhor das hipóteses, algo curioso e antiquado e, na pior, algo perigoso. Além disso, para quem precisa navegar navios ou entender o movimento das estrelas, descobriu-se há muito tempo que pensar em uma Terra esférica é muito mais simples, pois explicar todas as oscilações exige bem menos esforço mental.
Mas, se você não tem um interesse particular em saber o que as rochas espaciais irão fazer, por que se dar ao trabalho? Se você só quer visitar amigos a alguns quarteirões de distância, basta caminhar em linha reta pelo chão. Não levar em conta que a curvatura da Terra nessa situação tem a vantagem de reduzir muito a chance de você se distrair com uma reflexão profunda sobre geometria esférica e acabar sendo atropelado por um ônibus.
Portanto, para todos os fins práticos, em nosso dia a dia, todos nós somos terraplanistas. Por que complicar as coisas? Em distâncias de até uns vinte quilômetros, considerar a Terra plana funciona perfeitamente bem e exige muito menos esforço mental. Pessoalmente, eu penso que os terraplanistas mais fervorosos estão, talvez inconscientemente, tentando justamente demonstrar esse ponto.
Quando se trata de como você se sente em relação a si mesmo, é aí que o sétimo princípio realmente, realmente, realmente, realmente brilha. Porque essa é uma área em que todos parecem concordar que é confuso demais para se chegar a qualquer conclusão. Em outras palavras, não existem fatos quando o assunto são sentimentos. Toda ideia é válida e saber qual delas está correta é, literalmente, um palpite de qualquer um.
Pois é, acho que sim! E, quando você se depara com uma ideia que sugere que você é bom, forte, saudável, digno e merecedor de amor, você passa a agir de modo a experienciar a vida dessa maneira. Entretanto, quando você encontra um tipo diferente de ideia — uma que sugere que tudo é uma confusão e que você só faz coisas erradas —, você experiencia a vida sob essa ótica. A tragédia é o quanto isso acontece ao acaso. Como normalmente nós não temos uma forma cultural estruturada de lidar com as nossas ideias, são apenas reviravoltas caóticas que determinam se você ouvirá e aceitará ideias que funcionam bem e são verdadeiras, ou aquelas que não o são. É tudo muito aleatório.
Mas a boa notícia é que não precisa ser assim. Quando se trata de opiniões sobre si mesmo — como, por exemplo, se você é bom, bonito, desejável, digno e se geralmente consegue o que quer sem esforço —, simplesmente não há como determinar se isso é verdade ou não, pois é possível argumentar em qualquer um dos sentidos. Qualquer coisa que você faça pode ser interpretada tanto como um sinal de que coisas boas aconteceram e você se saiu bem, quanto como um sinal de que coisas ruins ocorreram e você teve um desempenho ruim.
Ora, se você aplicar o sétimo princípio a essa situação, a solução fica bem clara. Sempre, sempre argumente consigo mesmo que o que você fez é bom e que o que aconteceu é bom. É claro que você é bonito, próspero e que, geralmente, as coisas acontecem como você quer, porque todo o ambiente conspira para ajudá-lo o tempo todo, por pura bondade. É claro que você é inteligente, sensato, legal, estiloso, disputado, bem-sucedido, de alto desempenho, relaxado, sociável e alguém que contribui para o mundo. Porque… e aqui você mesmo apresenta os argumentos. Depois de um tempo, isso se torna muito divertido, quando você percebe que tudo não passava de um jogo — um jogo que é impossível perder se você o jogar dessa maneira.
É claro que o mundo é um lugar bom, pois, embora certas coisas aconteçam, outras coisas realmente incríveis, belas e boas também ocorrem. Às vezes, basta dar uma nova perspectiva às coisas — inserir algo positivo ao mudar a interpretação. Você sabe que isso é verdade porque se torna uma pessoa muito mais bem-humorada ao fazer isso; portanto, funciona — e você quer se sentir melhor, não é?
O sétimo princípio é também a forma de saber que todos os outros princípios são verdadeiros.
O sexto princípio — de que todo poder vem de dentro — é verdadeiro, pois você detém o maior poder quando ele emana de você mesmo; afinal, você pratica Huna porque é bom ter mais poder, certo?
O quinto princípio — amar é estar feliz com… (com quem ou aquilo que você ama) — é totalmente verdadeiro, pois você realmente se sente melhor quando elogia alguma coisa e pior quando a amaldiçoa; e você quer se sentir melhor, não é?
O quarto princípio — o agora é o momento de poder — tem de ser verdadeiro, pois, quando você se concentra no presente imediato, torna-se muito mais eficaz, independentemente do que esteja fazendo, não é mesmo?
O terceiro princípio — a energia flui para onde a atenção se volta — é absolutamente verdadeiro; afinal, quando você concentra a sua atenção em alguma coisa por um longo período, aquilo não começa a parecer cada vez mais real e vivo?
O segundo princípio — não existem limites — é obviamente verdadeiro; pois, uma vez que você percebe que pode direcionar o seu foco para dentro e para fora dessa vida quando quiser e retornar depois, que grau maior de liberdade poderia haver?
E o primeiro princípio — o mundo é aquilo que você pensa que ele é — não funciona muito bem para explicar praticamente tudo o que acontece? Portanto, isso tem que ser verdadeiro!
Pois é — se você busca uma filosofia simples, prática e abrangente, que funcione muito bem como uma orientação positiva em praticamente qualquer situação que possa surgir — do cotidiano ao extraordinário, do sutil ao espetacular, das montanhas ao mar —, a Huna é a resposta; e ela faz isso melhor do que qualquer outra coisa que eu já tenha visto. Eu acredito que o Serge Kahili King fez um trabalho incrível ao pegar o que recebeu de sua família e tornar tudo mais simples e acessível; e eu acredito que eu também fiz um ótimo trabalho ao tornar esses conceitos ainda mais simples e acessíveis.
Nós já abordamos todos os aspectos importantes da Huna nesse blog. Se você a colocar em prática, ela fará maravilhas pela sua vida, pelos seus relacionamentos e pelo seu sucesso. Muita luz e bênçãos para você!
Em resumo
Nós temos, então, uma visão muito simples de como nós — seres humanos e não humanos — funcionamos, a qual explica uma grande parte do comportamento. Além disso, existem quatro níveis de realidade que nós podemos combinar e nos quais nós podemos experienciar a vida. Há também sete princípios que nós podemos aplicar como guias em diversas situações, a fim de influenciar melhor a nossa mente subconsciente. Pois, ao fazer isso, toda a sua vida se transforma, visto que você já conduz a sua existência com um poder absoluto. Se você adquirir certa habilidade em fazer isso deliberadamente, poderá ser, fazer e ter todas as coisas que você quiser — sem exceções.
Existe, por fim, uma lenda segundo a qual a Huna seria o conhecimento perdido do povo do continente desaparecido de Mu — seres de origem humana, porém extraterrestre. No entanto, acreditar nisso ou não é, naturalmente, uma decisão inteiramente sua.
—–
A Huna International é a principal organização de ensino da Huna, baseada na tradição da família Kahili do Xamanismo Havaiano. Ela foi fundada em 1973 por Serge Kahili King e está sediada em Keaau, no Havaí. Site: About Huna International | Kahili Family Tradition of Hawaiian Shamanism.
—–
Técnicas – O Haipule
“A técnica mais poderosa que eu conheço para usar a mente a fim de mudar de vida chama-se Haipule.
Ela é enganosamente simples.
- Expresse a sua verdade
- Imagine a sua verdade
- Respire a sua verdade
- Aja de acordo com a sua verdade
É isso. Agora você é capaz de remodelar a sua vida.
Como alguém muito importante disse certa vez, alguma coisa tão simples merece uma explicação. A explicação é que as instruções podem ser seguidas ao pé da letra.
- Diga alguma coisa que reflita alguma coisa que você deseja.
- Crie uma imagem ou um sentimento em sua mente que reflita alguma coisa que você deseja.
- Respire lentamente e profundamente e visualize ou sinta muita energia percorrendo você — como feixes de luz vindos de todas as estrelas ou nuvens de névoa brilhante provenientes do magma da Terra.
- Faça alguma coisa que reflita o que você deseja, como um gesto simbólico ou uma ação que você sinta ser necessária para progredir.
Quando você faz essas coisas todas de uma vez, elas formam um pequeno ritual interessante. Você perceberá que isso provoca um forte sentimento de mudança interior, acompanhada por rompantes de emoção. Isso é bom — isso significa que está funcionando. A experiência prática de muitos e muitos Xamãs tem demonstrado que a maneira mais eficaz de realizar essas práticas é fazê-las por cerca de vinte segundos, dezenas de vezes ao dia e, ocasionalmente, prolongá-las bastante para aprofundar a experiência.
Eu acredito que o segredo mais importante do nosso tempo é capaz de, realmente, ser expresso em alguns parágrafos.
—–
Imagem: slava-jamm-mEeYyy4IPOk-unsplash 05.09.26
—–
Referências bibliográficas da OREM1
A Carta Da Terra – Site: A CARTA DA TERRA;
Alan Strong Dr. – Artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;
Amazing Women In History – Artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/;
Amelia Bennett – Artigo: “Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance” [“Significado de Pono: O Poderoso Caminho Havaiano para o Equilíbrio”]. Autora: Amelia Bennett. Publicado em 7 de março de 2025. Site: Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance;
Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;
Amy Thakurdas, PhD – Artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;
André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;
Andrew Cohen e Ken Wilber – Artigo: “Vertical vs. Horizontal Development” [“Desenvolvimento Vertical versus Horizontal”]. Site: EnlightenNext Issue 46 – Spring/Summer 2010. Fonte: EnlightenNext Magazine – Spring/Summer 2010;
Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;
Annetta Gertrude Dresser (1843–1935), livro eletrônico “The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life” [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”], editado por YogeBooks: Hollister, MO (2015);
Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;
Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;
Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;
Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;
Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf
Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/
Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;
Carlo Capocasa – Artigo: “All The Huna Concepts In A Nutshell” [“Todos Os Conceitos De Huna Em Resumo”]. Fonte: Shaman Blog – How to use Huna, an ancient shamanic way of life, to magically transform your life. Site: All The Huna Concepts In A Nutshell – Shaman Blog;
Carlo Capocasa – Artigo: “The Seven Principles” [“Os Sete Princípios”]. Site: Shaman Blog – How to use Huna, an ancient shamanic way of life, to magically transform your life;
Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);
Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;
Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;
Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;
Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);
David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;
David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);
Deborah King – Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;
Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;
Delia Ulima – University of Hawaii at Manoa – Advocate. Executive Director – Artigo: “A comparison between the ancient Hawaiian Ho’oponopono process and the repentance process” [“Uma comparação entre o antigo processo Havaiano Ho’oponopono e o processo de arrependimento”]. Site: A Comparison Between the Ancient Hawaiian Ho’oponopono Process and the Repentance Process. Ano de Publicação: 1995. Fonte: Mormon Pacific Historical Society;
Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;
Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?
E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;
E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;
“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.
Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);
Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);
Fritjof Capra – Artigo: “Mystics and Scientists in the Twenty-First Century: Science and Spirituality Revisited” [“Místicos e Cientistas no Século XXI: Ciência e Espiritualidade Revisitadas”]. 40th Anniversary Mystics and Scientists Conference Horsley Park, Surrey, 7-9 April 2017. Site: SciSpir.pdf;
Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);
Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).
Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].
Graeme Kapono Urlich – Artigo: “Spirituality?” [“Espiritualidade?]. Site: Spirituality?-GU1123;
Graeme Kapono Urlich – Artigo: “Spiritual Pitfalls” [“Armadilhas Espirituais”]. Site:Spiritual Pitfalls ~ Huna Article;
Graeme Kapono Urlich – Artigo: “Infusion Confusion” [“Confusão de Infusão”]. Site: Infusion Confusion;
Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;
Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;
Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);
Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;
Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]
Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/
James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;
James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;
Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;
Jim Brinkley – Artigo: “The Great Debate: Complementary Healing” [“O Grande Debate: Cura Complementar”]. Site: Huna Articles Library | Huna International;
Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;
Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);
Joe Vitale – livro “Limite Zero”;
Joe Vitale – Artigo: “Ho’oponopono: The Ancient Hawaiian Healing Practice That’s Transforming Lives Worldwide” [“Ho’oponopono: A Ancestral Prática de Cura [Healing] Havaiana Que Está Transformando Vidas Em Todo o Mundo.”]. 22 de Agosto de 2025. Site: Ho’oponopono Hawaiian Healing – Transform Your Life with 4 Phrases – Ho’oponopono Learning by Dr. Joe Vitale;
Joe Vitale – Artigo: “Benefits of Ho’oponopono” [“Benefícios do Ho’oponopono.”] 14 de dezembro de 2024. Site: Benefits of Ho’oponopono – Ho’oponopono Learning by Dr. Joe Vitale;
Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;
Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);
John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;
John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;
Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);
Kahuna Research Group – Artigo: “A High Vibrational Journey through the Hawaiian Islands & How they Align to the 7 Chakras of the Body” [“Uma Jornada de Alta Vibração pelas Ilhas Havaianas & Como Elas se Alinham com os 7 Chakras do Corpo”]. Site: A High Vibrational Journey Through the Hawaiian Islands & The 7 Chakra’s of the Body. Fonte: Kahuna Research Group – Hawaii’s premier metaphysical research organization;
Kahuna Research Group – Tad James – Artigo: “From ‘The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna’” [“A partir de ‘Os Segredos Perdidos da Huna Ancestral Havaiana’”]. Site: Huna – Kahuna Research Group;
Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;
Karyn Chambers – Artigo: “Huna: Hawaiian Shamanism” [“Huna: Xamanismo Havaiano”]. Site: Huna: Hawaiian Shamanism – Puna Rising Ohana;
Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review
Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;
Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);
Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;
Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931. Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/
Krishnamurti – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.
Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;
Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;
Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;
Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].
Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf
Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;
Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;
Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;
Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;
Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;
Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;
Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;
Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;
Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;
Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;
Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;
Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1 – Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA – 2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;
Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;
Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];
Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Smoley – “Why Ritual Works: An Explanation Based on the Hawaiian Tradition of Huna”[“Por que o Ritual Funciona: Uma Explicação Baseada na Tradição Havaiana de Huna”].Fonte:Publicado na edição de verão de 2020 da revista Quest.
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Sean McCleary – Artigo: “The Evolution of the Aloha Spirit” [“A Evolução do Espírito Aloha”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: The Evolution of the Aloha spirit – Kahuna Research Group;
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zach Royer – Artigo: “Synchronicity: What is it?” [“Sincronicidade: O que é isso?”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: Synchronicity: What is it? – Kahuna Research Group;
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

