Durante um longo período eu tenho estudado o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, assim como a ancestral Psicofilosofia Huna, por meio de todo o material disponível (muito escasso, na verdade), sempre procurando fontes primárias de informação para garantir a veracidade dos insights advindos dessa busca pela verdade.
O presente artigo de Carlo Capocasa, denominado “The Seven Principles” [“Os Sete Princípios”], resume de maneira didática os 7 princípios da Psicofilosofia Huna, conforme ensinamentos da Huna International, que provêm da tradição da família Kahili sobre o Xamanismo Havaiano — uma linhagem de conhecimento e prática que Serge Kahili King tem ensinado e desenvolvido, transformando-a em uma filosofia prática para a vida moderna.
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Artigo:
“The Seven Principles”
“Os Sete Princípios”
Autor:
Carlo Capocasa
Site:
Shaman Blog – How to use Huna, an ancient shamanic way of life, to magically transform your life
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“A Huna é composta por muitos conceitos diferentes — aqui estão eles e o que você pode fazer com os mesmos.
A Huna abrange diversos conceitos e pode ser um pouco confuso saber por onde começar. Para nós, Ocidentais, a situação é ainda mais desafiadora porque a Huna não indica um ponto de partida; espera-se que você encontre o seu próprio caminho de aprendizado ao fazer as perguntas certas. Assim como muitos outros arquétipos, a Huna incorpora o que é amplamente conhecido como a ‘jornada do buscador’.
Mas não há motivo para nós não tornarmos esse processo mais simples. Aqui estão todos os conceitos da Huna que eu tenho aprendido. Veja se algum deles desperta o seu interesse e, caso isso aconteça, confira o artigo completo sobre o assunto (que segue abaixo). Isso lhe proporcionará um curso completo de Huna e deverá levá-lo ao ponto em que poderá ancorar e aprofundar a sua prática diretamente com o seu próprio Self Superior — e, então, você terá dominado tudo!”
Os Sete Princípios
Os sete princípios diferem um pouco por não serem tanto maneiras de encarar o mundo, mas sim explicações sobre como o mundo funciona. Se você fizer isso, obterá aquilo.
Como a memória em seu ‘Self Básico’ determina o que acontece em sua vida, os sete princípios aplicam-se, em grande parte, a esse Self Básico. Os princípios orientam você sobre o que fazer para exercer maior influência sobre o Self Básico. Se você entende como a coisa funciona, fica mais fácil assumir o controle e conduzi-lo!!!
O Mundo É Aquilo Que Você Pensa Que Ele É
O primeiro princípio do Kahili Huna propõe, de forma ousada, que tudo o que nós experienciamos é uma interpretação arbitrária de nossas mentes — e, quando nós buscamos uma objetividade subjacente por acreditar que ela tem que existir, nós não encontramos nenhuma. É melhor aceitar isso e utilizar essa compreensão para o nosso próprio desfrute da vida e o dos outros.
A minha tradição de Xamanismo Havaiano é comumente apresentada por meio de sete princípios; eles foram reunidos dessa forma por um Xamã extremamente competente que, primeiramente, aprendeu o significado Xamânico de provérbios culturais comuns e, depois, organizou-os de maneira genial.
Vale ressaltar que o sistema continua sendo arbitrário. Ele foi criado por esse Xamã. O sistema é especial porque funciona muito bem. Quando você tem um problema que não consegue definir com precisão, analisa os sete princípios para ver quais deles melhor se aplicam e — veja só — começa a enxergar maneiras de utilizá-los, extraindo uma lógica muito simples a partir do princípio. Isso funciona maravilhosamente bem e traz uma clareza muito necessária a alguma coisa tão vasta e rica quanto o cosmos não-físico.
Então, vamos direto ao ponto. O primeiro princípio chama-se ‘O Mundo É O Que Você Pensa Que Ele É’. Isso significa que há muito pouco — e poder-se-ia até argumentar que não há nada — que não se resuma à forma como você interpreta as coisas. Tendo crescido em nossa sociedade, pode ser um desafio encarar as coisas dessa maneira, pois a nossa criação enfatiza muito a familiarização com aquilo que é supostamente imutável. É preciso que ocorra essa enorme reviravolta nas regras — algo que vem acontecendo em ritmo acelerado na última década, aproximadamente — para que essas posturas se flexibilizem, momento em que fica claro que as antigas regras de vida já não garantem o melhor caminho para o sucesso.
Mas é verdade. O mundo está mudando tão rapidamente agora que o senso comum de ontem já morreu. Ou talvez não, mas você precisa considerar a possibilidade de que tenha morrido. Então, sim, existem certas regras que mudam lentamente, como a gravidade e há maneiras muito boas de fazer aproximações em relação a elas. Mas agora, acione a sua imaginação. Lá, não existe gravidade. Você pode imaginar uma bola quicando, mas pode imaginar, com a mesma facilidade, uma bola girando no ar.
Espere, espere, espere… eu ouço o materialista protestando lá no fundo: o sensorial é material e real, enquanto a imaginação é, bem, apenas a sua imaginação. Ora, isso é que é um raciocínio circular, se é que já eu tenha visto um. A imaginação deve ser descartada, bem, porque é imaginação. A verdade é que, se você quer ser eficaz, você deve dar mais ênfase à sua imaginação do que aos seus estímulos sensoriais, pois esses estímulos lhe dirão apenas aquilo que você imaginou anteriormente. As melhores máquinas — e a própria teoria da gravidade — surgiram primeiro na imaginação de alguém.
Então, embora exista um pequeno conjunto de experiências de vida que seja relevante principalmente quando se lida com questões técnicas — nas quais a importância da interpretação não é tão óbvia —, na vasta maioria das situações, não há nada além disso.
Imagine que você tenha duas pessoas trabalhando em uma mesa. Dependendo da própria bagagem delas, elas poderiam ser um gerente supervisionando um assistente, dois empreendedores discutindo um grande projeto, dois colegas de trabalho conversando, dois pesquisadores analisando dados ou dois irmãos olhando fotos. Sem mais informações, você simplesmente não saberia dizer. No entanto, ao observar de fora — situação em que, na grande maioria dos casos, você não dispõe de informações adicionais —, você está constantemente preenchendo as lacunas para construir uma narrativa minimamente coerente.
Eu penso que você já deva suspeitar aonde isso irá levar. Mude a maneira como você muda a sua narrativa: a sua interpretação de eventos ambíguos muda, o seu comportamento muda e, então, todas as coisas mudam. O Xamanizar consiste em fazer exatamente isso de forma consciente.
Agora, digamos que sejam irmãos. Eles se conhecem bem, então estão constantemente observando o rosto, a postura e o tom de voz um do outro em busca de sinais e interpretando tudo isso de uma maneira que não se baseia muito mais em informações concretas do que no caso das duas pessoas mencionadas anteriormente. Dependendo do que elas estão esperando e do significado que elas atribuíram a comportamentos semelhantes no passado, elas podem considerar as suas expressões mútuas como o prenúncio de uma briga, uma conversa neutra, alguma coisa profundamente comovente, uma expressão de perdão ou uma demonstração casual de afeto. Nos relacionamentos, mais do que qualquer outra coisa, não importa quais são as expressões em si, mas sim o significado que nós lhes atribuímos.
Imagine que você está caminhando pela rua e você necessita parar diante de um sinal vermelho. Isso pode representar um grande alívio, um pequeno incômodo, uma situação corriqueira ou uma violação insuportável dos seus direitos soberanos como ser humano por parte de um governo tirânico e autoritário — tudo depende de onde você obtém as suas informações e em quem escolhe acreditar. Você pode acreditar que a Rainha da Inglaterra é um lagarto, se quiser e começará a encontrar evidências que o convencerão ainda mais disso.
Vale ressaltar que acreditar nisso pode ou não ser prático para um determinado fim, mas é certamente útil saber que algumas pessoas conseguem acreditar nisso com total convicção, sem serem necessariamente loucas ou disfuncionais. E, se você parar para pensar bem: acreditar que a rainha é um lagarto é realmente mais insano do que acreditar na própria existência de uma rainha? Tudo é uma questão de costume.
Então, não existe rainha — a não ser que nós concordemos em inventá-la. Não existem estradas. Existem, certamente, faixas de concreto que as pessoas construíram tendo em mente a ideia de uma estrada, mas elas não são, intrinsecamente, estradas. Você poderia usá-las para pousar um avião, andar de longboard, quebrar nozes, esmagar um melão ou até mesmo montar uma mesa e cadeiras para jantar. É claro que, enquanto todos os outros acreditarem que aquelas estruturas de concreto servem para máquinas de transporte velozes e potentes, é melhor você concordar com eles e fazer o seu piquenique em outro lugar.
Mas a questão é: o valor disso é prático, não filosófico. A ideia de estrada certamente existe, mas são o seu processo de pensamento e a sua autoridade interna de crença que decidem que aquela coisa sinuosa de concreto é, de fato, uma estrada e deve ser tratada como tal — hora de pegar as chaves do carro. Além disso, cabe inteiramente a você decidir até que ponto quer manter essas interpretações em sintonia com o que a maioria das pessoas aceita.
O aspecto interessante — e, eu diria, o aspecto Xamânico — é que ninguém notará a diferença se você realmente comprar a ideia de que uma estrada é uma estrada, ou se tratar a estrada como algo efêmero. E você não sabe, de fato, quantas outras pessoas realmente acreditam na estrada. Talvez todos nós sejamos Xamãs, mas nós pensamos que os outros não são; assim, todos nós entramos no jogo uns dos outros, apenas pelo bem dos outros.
Mas, se você investigar um pouco, na maioria das vezes você consegue ter uma boa noção de até que ponto o pensamento das outras pessoas é de natureza Xamânica. Lance uma dica sutil e veja se a outra pessoa a capta. Se não captar, é provável que ela não se importe com o fato de que uma estrada é um conceito baseado em um acordo comum; ela simplesmente a usará para ir e voltar do trabalho e para que o entregador lhe leve uma pizza.
Vale ressaltar que eu frequentemente gosto do meu trabalho e adoro pizza. Também eu sei que, na verdade, nenhum dos dois existe. Mas eu escolhi entrar no jogo porque é divertido e essa época é o único momento em que se pode vivenciar isso exatamente dessa maneira.
Esses foram vários exemplos do primeiro princípio: o mundo é aquilo que você pensa que ele é. Vamos analisar o valor prático disso.
Se qualquer coisa é como é apenas porque alguém disse que é, então você se liberou de tudo o que não funciona para você. Qualquer coisa.
Na maioria das vezes, essas quaisquer coisas são pensamentos sobre você mesmo. Volte algumas gerações e deixe de lado todos os laços e fitas bonitos, a linguagem nostálgica e os móveis feitos com esmero; você encontrará um lugar onde as pessoas eram realmente muito cruéis umas com as outras. Para quem anseia por uma época mais gentil: bem, eu não quero abalar a imagem que você criou do passado — se ela lhe serve, ótimo —, mas, se você observar um pouco as normas sociais e perceber como as pessoas se tratavam, verá que aquele lugar estava repleto de gente fria, cruel e julgadora, com indivíduos bastante desagradáveis chegando ao poder e servindo de exemplo.
Pode-se dizer que isso ainda acontece hoje, mas agora existem muito mais alternativas e lugares para onde ir. O movimento Hippie, o movimento Nova Era e todos os pequenos nichos e subculturas onde é aceitável ser amoroso deixaram uma marca profunda na cultura dominante. Antigamente, se você quisesse admirar alguém que tivesse feito algo realmente importante, provavelmente teria de escolher um general; a sociedade ainda não estava estruturada de forma a tornar óbvia a admiração por um artista — ou mesmo por um vizinho que fosse simplesmente gentil.
É claro que sempre existiram culturas alternativas e pessoas gentis. Mas ver pessoas se treinando deliberadamente para serem gentis — em um contexto que, de muitas formas, não incentivava isso — e ver isso acontecer em larga escala? Isso é novidade. Antigamente, as crianças implicavam umas com as outras e isso era considerado normal, pois sempre foi assim. Isso mudou: alguém percebeu que, se nós disséssemos para não fazerem isso, elas não fariam. Hoje, em muitas escolas, as crianças são realmente gentis umas com as outras — independentemente da atitude dos pais —, simplesmente porque alguém mudou o padrão de como elas são educadas. Isso é incrível.
O que aconteceu? O que há de tão diferente entre o passado e o presente que, de repente, nos permitiria fazer mudanças como essas? Bem, essas são as minhas perguntas e a minha explicação, mas acredito que sejam pertinentes: de repente, tornou-se aceitável mudar. Em certa medida, todos nós nos tornamos Xamãs. Nós reconhecemos que padrões não são sagrados, que tradições podem ser mantidas pelo que têm de bom enquanto descartamos o que é ruim e — o mais importante — nós reconhecemos coletivamente que, se nós somos capazes de pensar de uma maneira, também nós somos capazes de pensar de outra e promover mudanças; e que essas mudanças na forma de pensar transformarão a realidade concreta de nossas vidas — afinal, não existe nada além disso. Nós mudamos a nossa maneira de pensar e nós mudamos o mundo, pois não há mais nada nesse plano de existência. Nós mudamos a própria realidade.
Agora, vale ressaltar que você já está constantemente mudando a sua forma de pensar e obtendo resultados diferentes. A proposta Xamânica é fazer isso de maneira intencional.
O que você considera verdadeiro? Você consegue enxergar isso? Está tudo ao seu redor; a sua experiência de vida reflete essa verdade. Você consegue identificar áreas onde uma mudança seria bem-vinda? Você consegue pensar de uma nova maneira sobre as coisas que estão acontecendo agora? Só isso já fará uma diferença enorme.
Não existe nada que precise ser de um jeito específico — a não ser que você acredite que sim. Mas você não é obrigado a pensar assim. Nós vivemos numa época em que a empresa mais valiosa do mundo (alternando essa posição de tempos em tempos) usa ‘Think Different’ (‘Pense Diferente’) como slogan. Gostando ou não dos produtos deles, isso, por si só, é simplesmente incrível. Você tem noção de quão obstinado — a ponto de beirar a insanidade — costumava ser o pensamento convencional? Você aprendia algo uma vez e repetia aquilo até não aguentar mais, condenando à fogueira quem não fizesse o mesmo. Bem, isso acabou. Agora nós sabemos que o mundo é aquilo que você pensa que ele é; isso significa que, qualquer que seja a experiência que você deseje experienciar, existem pensamentos que você pode escolher cultivar e que trarão essa experiência — e esse mundo — à realidade. Muitas e muitas pessoas já estão fazendo isso e muitas outras ainda serão necessárias para revelar o potencial máximo do nosso mundo dessa maneira. Pois, quando você liberta o pensamento das amarras do dogma que o aprisionam, ele se torna livre.
Quão livre você gostaria de ser?
Normalmente, os padrões de pensamento do passado giravam em torno de limitações, sofrimento, pobreza, falta de merecimento, agressividade, vitimismo e — o clássico de sempre — a culpa. Muito provavelmente, você conhece tudo isso muito bem. A ideia de que o mundo é como você o percebe nos ensina que esses pensamentos são a causa das circunstâncias vivenciadas por quem os cultiva e não o efeito delas. ‘Do que você está falando?’, diria o sapateiro à moda antiga. ‘A vida sempre tem se resumido a mal conseguir sobreviver e fazer sapatos da maneira que nos foi ensinado.’
Bem, se você acredita nisso, então é assim que as coisas são. Mas, se você acredita que a vida é repleta de oportunidades e que ela será boa para você — e se estivesse fabricando sapatos —, muito provavelmente se sentiria inspirado a criar modelos mais modernos, mais baratos, diferentes ou mais atraentes, usando o que tivesse à mão para fazer a diferença. Talvez você nem necessitasse dos sapatos: poderia, por acaso, encontrar um pote de ouro enterrado em algum lugar ou pegar um objeto desconhecido e, como resultado, acabar sendo convidado para um clube extremamente exclusivo (histórias assim realmente aconteceram).
Pessoalmente, eu tenho mudado a minha forma de pensar utilizando várias técnicas — principalmente o Haipule — e garanto a vocês, amigos: vocês não me reconheceriam mais. Muitos velhos amigos não reconhecem. Eu sou forte e não sou mais uma figura trágica; pelo contrário, a maioria das pessoas que eu conheço me considera o cara mais sortudo do mundo — e, em muitos aspectos, eu realmente sou! O dinheiro chega com muita facilidade, embora eu tenha dedicado bastante tempo a melhorar a minha relação com ele, novamente usando o Haipule. A minha vida amorosa é maravilhosa. A minha vida em família é um verdadeiro presente. Eu me sinto muito bem comigo mesmo e consigo, constantemente, transformar situações ruins em experiências maravilhosas. Na verdade, eu me tornei hábil em mudar a maneira como eu penso sobre essas situações; eu passo a reagir de forma diferente, as pessoas com quem eu converso sobre elas também reagem de outra maneira e, ao observar as novas circunstâncias que surgem, percebe-se claramente que elas são muito, muito diferentes daquelas que as originaram.
E olha, eu era um desastre total: eu estava deprimido, era antipático, não tinha rumo na vida e, embora me considerassem muito inteligente, eu era péssimo para se trabalhar junto. Eu provavelmente nem chegava a ser aquele tipo de desastre ‘interessante’ ou chamativo — era só um desastre mesmo. Era muito difícil imaginar qualquer vantagem em conviver comigo — para quem quer que fosse, inclusive para mim mesmo —, só que eu não tinha o privilégio de ir para outro lugar. Eu consegui me meter numa situação em que parecia uma boa ideia morar no galpão de alguém — na Suíça, o país mais rico do mundo. Eu quero dizer, eu tinha um talento especial para pegar uma situação ótima e transformá-la em algo bem ruim.
Veja bem, eu aprendi algumas coisas e vivi experiências importantes. Mas não foi nada agradável. A única coisa boa que aconteceu — além de aprender, da maneira mais difícil, como é passar por um período de caos terrível — foi descobrir que tudo aquilo decorria dos meus pensamentos e que eu podia mudá-los. E olha, eu mudei mesmo. Eu não tinha nada a perder e estava muito motivado. No fim das contas, tudo se resume a pensar repetidamente — e muito — naquilo que você quer, a falar sobre isso consigo mesmo e com os outros, a agir de acordo com isso e a aprender a ter mais energia (para superar os pensamentos antigos).
Então, eu comecei a repetir para mim mesmo que eu tenho dez milhões de dólares. Ainda não os tenho todos, mas possuo uma quantia significativa no momento em que escrevo isso e mal eu precisei trabalhar para isso (foi tudo ético e correto; foi apenas sorte). O meu trabalho paga bem; passei por várias fases: de não conseguir imaginar ter um emprego, a ter um, a ter um emprego legal, a ter um emprego legal e lucrativo e, muito provavelmente, a não necessitar mais de um num futuro próximo. E sim, eu tenho repetido essa frase e imaginado como seria ter tudo isso todos os dias (ou na maioria deles), continuamente. Isso exigiu muito esforço, mas, nossa, como isso fez diferença com o passar do tempo.
O mesmo vale para elogiar ao invés de criticar. Você quer ser feliz? Veja o lado bom (ou alguma coisa de bom). Quer ser rabugento? Veja o lado ruim. É simples assim. Então, eu desenvolvi o hábito de encontrar o lado bom. E, em grande medida, eu consegui. E eu estou indo muito bem!
Portanto, a minha recomendação é: aceite como base do seu pensamento que o mundo é aquilo que você pensa que ele é. Sempre que estiver em uma situação na qual pareça não haver muitas opções, lide com ela da melhor maneira possível, mas lembre-se de que você sempre tem a opção de pensar de forma diferente.
“…aceite como base do seu pensamento que o mundo é aquilo que você pensa que ele é. Sempre que estiver em uma situação na qual pareça não haver muitas opções, lide com ela da melhor maneira possível, mas lembre-se de que você sempre tem a opção de pensar de forma diferente.“
Não Há Limites
O segundo princípio da Huna explora como é realmente verdade — e não poderia ser de outra forma — que todos (sim, todos) os limites que nós experienciamos são arbitrários, flexíveis e, em última análise, escolhidos por nós mesmos, inclusive a gravidade.
O segundo princípio da Tradição Xamânica Kahili é extremamente ousado. Não há limites. Isso pode parecer bobagem demais para sequer ser considerado, mas, se você se aprofundar o suficiente, a ideia soa incrivelmente verdadeira — e, de fato, como é prático pensar assim. Tanto que as outras pessoas podem parecer estar vivendo dentro de limites muito restritos. Honestamente, essa ideia é a liberação suprema; desde que eu decidi aceitá-la, eu nunca me senti tão livre.
“O segundo princípio da Huna explora como é realmente verdade — e não poderia ser de outra forma — que todos (sim, todos) os limites que nós experienciamos são arbitrários, flexíveis e, em última análise, escolhidos por nós mesmos, inclusive a gravidade.“
O curioso é que não se trata de uma ilusão de liberdade à qual pessoas supersticiosas se apegam para se sentirem bem de forma ingênua — uma sensação invejável, porém baseada no autoengano. Nada disso. Eu estou falando de liberdade real, genuína, disponível agora mesmo.
A chave é que não se trata de dizer a nós mesmos que nós somos livres e depois justificar isso um pouco e pronto. Trata-se de que, na verdade, nós já somos livres. Não metaforicamente. Não apenas na mente, mas também no corpo. Não para a vida após a morte, depois, antes ou em paralelo. Aqui e agora. Livres. Pronto.
(Não livres como ‘programa gratuito ou cerveja de graça, sem custo’ (‘free as in beer’), livres como em liberados. Só nós podemos decidir se nós queremos distribuir cerveja de graça, mas liberados, nós já somos.)
Nós somos tão livres que nós podemos contar a nós mesmos uma historinha de que nós não somos. E nós contamos. Então, para realmente experienciar a liberdade, tudo o que você precisa fazer (e é simples, mas não necessariamente fácil) é descobrir maneiras de nós sermos livres mesmo quando parece que nós não somos.
Aqui estão todas as maneiras pelas quais nós não somos livres.
Nós temos corpos. Esses corpos começam pequenos e acabam com uma aparência de mago.
Nós vivemos em uma sociedade; essa sociedade possui regras, costumes, crenças e expectativas. Elas mudam, mas lentamente. Nós nos metemos em apuros se nós não as conhecermos ou se as ignorarmos sem astúcia.
Nós temos amigos. Esses amigos são mais próximos e nós podemos escolhê-los com mais liberdade, mas ainda assim são indivíduos independentes e nós precisamos saber lidar com eles para manter os nossos relacionamentos vivos e prósperos.
A maioria das sociedades utiliza dinheiro e outros meios de troca, apresentando uma distribuição desigual de acesso à riqueza e ao poder, com vias limitadas para cooperar, ganhar dinheiro e sobreviver.
Nós somos dependentes de outras pessoas até mesmo para as nossas necessidades mais básicas. É algo automático, mas, quando você vai ao banheiro, alguém preparou um sistema para levar embora o que você deixou lá.
Nós dependemos de pessoas distantes, em países distantes, para fabricar coisas, influenciar os nossos pensamentos e nos manter felizes.
Nós necessitamos de abraços para nos mantermos aquecidos.
Mas nada nos impede de quebrar todas e cada uma dessas regras, ou pelo menos de flexibilizá-las. Nós podemos brincar com a nossa idade para mais ou para menos usando iluminação baixa e maquiagem (existe toda uma indústria para isso). Nós podemos viver de forma mais anônima ou ir para outra cidade com regras diferentes. Nós podemos deixar amizades esfriarem e fazer novas. Nós podemos adotar o estilo ‘freegan’ e convencer outras pessoas a nos dar coisas de graça. Nós podemos nos adaptar a pessoas poderosas, conviver com elas e nos tornar poderosos. Nós podemos ser criativos ou trabalhar em sintonia com o universo para criar caminhos inéditos rumo ao que nós desejamos. Ou nós podemos ir viver na floresta e deixar que as plantas cuidem dos nossos dejetos. Ou nós podemos encontrar uma desculpa para abreviar a vida (eu tenho ouvido dizer que, quando chega a sua hora, você pode simplesmente se deitar e morrer, ou ficar por perto só para apreciar a paisagem).
Claro, nós podemos fazer tudo isso. Eu já fiz algumas dessas coisas e foi extremamente inconveniente, mas, às vezes, tem funcionado muito bem. O que eu descobri foi que, para as coisas realmente importantes para mim, eu encontrei uma maneira de contornar as normas moldando o meu estilo de vida em torno delas. Eu nunca usei terno para trabalhar. Hoje, pessoas da minha área estão dizendo aos que usam terno para se vestirem como eu. O meu ‘eu’ [‘me’] jovem acha isso muito engraçado. O meu ‘eu’ atual acha que não há absolutamente nada de errado em usar terno no trabalho; os ternos apenas simbolizavam alguma coisa de que eu não gostava na época e eu não tinha motivo para mudar esse hábito.
Mas, tudo bem, ainda é legal que pessoas estão dizendo aos adeptos do terno para se vestirem como eu, no que eles têm que achar que são basicamente trapos, para parecerem mais profissionais e adequados ao mundo dos negócios. Ah, como os tempos mudam.
O ponto é: sempre existem algumas coisas sobre as quais nós podemos nos dar ao luxo de ser exigentes e, muito provavelmente, nós teremos total liberdade de escolha nelas. Depois, haverá muitas outras coisas de que nós podemos gostar ou não, mas que, no fim das contas — quando a situação aperta —, talvez nem nos importem tanto assim; nós estávamos apenas nos divertindo ao criar mais contraste. É bem provável que nunca nós tenhamos muita influência sobre essas coisas, pois a carga emocional é pequena demais para gerar qualquer efeito perceptível.
Mas quem se importa? Deixe de dar qualquer atenção àquilo que não lhe importa — e que você não consegue mudar, dadas as suas prioridades — e simplesmente pare de se preocupar; assim, você se liberta disso também.
É, você percebeu bem: para resolver o sentimento de falta de liberdade, eu usei uma combinação de ações concretas e assertivas (como insistir, com unhas e dentes, em não usar terno) e mudanças puramente perceptivas, sem qualquer impacto visível no mundo — embora a sua falta de reclamação possa ser notada. Então, ‘sua escolha suas batalhas’. Bem, na verdade, não são exatamente batalhas.
Escolha o que é importante para você, se você quiser e escolha o que não é tão importante, se quiser; concentre-se no primeiro grupo e aproveite a enorme liberdade que vem de realmente não se importar com as coisas. Eu me refiro a decidir conscientemente exercer a liberdade que lhe foi dada por Deus para ignorar solenemente tudo aquilo que você sabe não ser relevante para quem você é — ponto final. Uau. Você nunca foi tão livre fazendo tão pouco. Se você simplesmente parar de fazer todas aquelas porcarias que não necessitava fazer — e que não tem motivo nenhum para fazer —, rapaz, quanta energia é liberada! A sensação é maravilhosa. Eu recomendo isso.
Agora nós estamos entrando no território do Self Superior. Essas são coisas que, definitivamente, cabem a você decidir; portanto, nesse sentido, você é livre. Venha para a Terra. Ou não. Jure nunca mais voltar. Encarne como uma rocha em Urano. Se isso parece estranho, é porque o seu self Superior vivencia experiências que, pelos padrões da sua consciência no nível da percepção [consciousness] humana, são muito estranhas.
Agora, se você insistir, sente-se sobre uma rocha e expanda a sua mente (apenas imagine como uma representação da sua mente envolve o universo, ou pelo menos o seu Self Superior — uma névoa azul funciona muito bem para mim); permaneça assim por um tempo e você terá uma sensação e uma explicação bastante razoáveis sobre o motivo de as coisas estarem acontecendo, além da percepção de que — sim, é claro — você escolheu encarnar como humano e aceitar essas limitações físicas para participar do jogo físico. Pois, quando você expande a sua mente dessa maneira, passa a saber o que o seu Self Superior sabe.
E o seu corpo poderá ficar um pouco dormente e você reconhecerá que, enquanto divaga nesses pensamentos elevados, já não está experienciando a vida como humano, mas sim vivendo como um ser sobrenatural — porque, naquele momento, é isso que você é. Então, você se lembra da pizza ou se pergunta que horas são, volta bruscamente para as suas questões humanas, esfrega os membros e acha toda aquela prática de identificação com Deus algo diferente e estranho, embora tenha sido muito fácil realizá-la enquanto estava imerso nela.
E você pode, talvez, até se perguntar se contemplar a Deus e pensar em pizza são coisas realmente tão diferentes em termos de sacralidade. Vindo de uma família de origem Italiana, eu posso lhe dizer que uma boa pizza tem a divindade como um de seus ingredientes.
O ponto é: é claro que você escolheu essa vida humana, esse corpo, essas circunstâncias e esses desafios — e você pode vivenciar uma experiência temporária para se convencer disso, caso não acredite em mim. Você pode até permanecer nessa experiência temporária e não há nada de errado nisso; é apenas algo que não supera a vivência plena da realidade física.
Por que você escolheu essas circunstâncias terríveis? Porque elas são boas! Imagine o par de sapatos mais incrível que você já usou. Se eles duraram mais de um ano ou dois, será que eram confortáveis logo no início? Não? Pois é. Assim que você passa a pensar a longo prazo, um certo desconforto inicial não importa realmente, desde que o resultado final seja positivo.
Os desafios da vida são assim. Você está lá, ainda unido ao seu Self Superior, planejando a sua próxima encarnação e — distante da experiência física — pensa: ‘Ah, passar um pouco de frio no início da vida? Tudo bem. Um pouco de pobreza aqui, um pouco de sofrimento ali… aí eu descubro a Huna, eu me curo [heal] e fica tudo certo, vivenciando todas essas experiências significativas ao longo do caminho’.
Então você encarna e todos esses desafios que você planejou acabam sendo um pouquinho mais intensos do que você imaginava; afinal, nesse sistema de simulação da Terra, se você acredita em alguma coisa que causa dor, aquilo realmente dói. É muito real!
Mas, é claro, você acaba superando tudo isso aos poucos, descobre coisas elevadas que lhe trazem bem-estar e, na maior parte do tempo, fica tudo bem. E, mesmo que não fique, pode acabar tudo certo de qualquer maneira — pelo menos quando você parte dessa vida e se reencontra consigo mesmo, trazendo na bagagem um monte de experiências novas.
O objetivo de usar a Huna é divertir-se e sentir-se muito bem enquanto você está aqui (e, na minha experiência, poucas coisas são tão gratificantes quanto ajudar os outros de verdade). Então, para resumir a questão do seu Self Superior: tudo fluirá naturalmente, independentemente de qualquer coisa, pois você colocou esses processos em movimento antes mesmo de você ter nascido. E todas as coisas correrão bem nessas áreas; você não tem como perder e não tem que se preocupar em fazer alguma coisa errada em relação ao seu Self Superior — ele já cuida de tudo. Espiritualmente, você está garantido.
No entanto, é bom não oferecer tanta resistência, brincar com as energias, ter uma visão, expressar as suas preferências e dar direção e sentido à sua própria vida, tornando-a melhor e mais forte; afinal, isso é muito melhor do que ser arrastado pela vida aos berros e pontapés.
Existem limites para essa existência? Sim, você mesmo os estabeleceu, mas pode encurtá-los ou eliminá-los se realmente insistir nisso. Você também pode visitar um espaço de infinitas possibilidades a qualquer momento para relaxar (isso se chama meditação: sente-se confortavelmente e concentre-se suavemente em alguma coisa tranquilo, como a sua respiração ou as partes mais luminosas do que você vê). Mas, no fim das contas, tudo isso é uma construção imaginária, algo feito para servir a você e permitir que tenha experiências específicas — e não o contrário. Você quase sempre pode mudar, adaptar ou flexibilizar essas coisas e tornar-se um mestre em brincar com elas; e é exatamente nisso que consiste, em grande parte, ser um Xamã. Defina as suas próprias regras. Molde o seu mundo. Não há limites.
“Você quase sempre pode mudar, adaptar ou flexibilizar essas coisas e tornar-se um mestre em brincar com elas; e é exatamente nisso que consiste, em grande parte, ser um Xamã. Defina as suas próprias regras. Molde o seu mundo. Não há limites.“
A Energia Flui Para Onde A Atenção Se Volta
Se você dominar a arte de escolher conscientemente onde depositar a sua atenção — seja no ambiente, em ideias ou em interpretações — a sua vida começará a refletir essas novas escolhas. A sua vida atual é o reflexo de como você a conduziu até agora.
O terceiro princípio da Tradição Xamânica Kahili explica praticamente todas as coisas que acontecem com você, em qualquer situação. A energia flui para onde a atenção se volta.
Assim, na visão de mundo tradicional do Xamanismo Kahili, a energia é uma coisa real; você provavelmente é capaz de senti-la como um formigamento quando medita, ouve uma música excelente ou está em um lugar onde todos estão felizes e relaxados — sentindo, inclusive, que o ambiente está transbordando com energia.
É também o que você percebe ao ver alguém e pensar que essa pessoa tem muita energia; você pode se sentir fortemente atraído ou fortemente repelido pelas ideias dela, mas raramente fica indiferente. Ou então, você vê alguém se saindo muito bem em alguma atividade — como esportes ou artes — e se sente tocado de alguma forma ao presenciar isso.
Por outro lado, você é capaz de experienciar um ambiente com pouca energia que transmite uma sensação estranha ou inquietante — como uma sala onde as pessoas se sentem um tanto desconfortáveis ou um prédio abandonado. Ou pode observar alguém passando por dificuldades, para quem tarefas cotidianas simples são visivelmente penosas, como subir um pequeno lance de escadas ou tirar a carteira do bolso. Ou ainda pessoas que simplesmente agem com lentidão e você percebe que dificilmente elas realizarão muita coisa naquele dia. As pessoas comentam isso casualmente: ‘não há muita energia naquela sala’ ou ‘eles estão preocupados com o Joe; ele tem estado com pouca energia ultimamente’.
Portanto, a energia existe e é uma coisa de grande importância na vida de todos. Isso é ótimo! Mas e agora?
O grande segredo prático desse princípio é que a sua energia segue a sua atenção.
Isso é muito importante. Por quê? Porque a sua atenção está — e provavelmente é a única coisa que está — totalmente sob o seu controle.
Hoje em dia, dependendo do círculo social em que você transita, está na moda dizer que todos nós criamos a nossa própria realidade — e que talvez até nós temos escolha sobre todas as coisas e que todas as coisas nos acontecem por causa da nossa energia. Tudo bem! Mas, na prática, eu ainda quero que as coisas sejam diferentes e continuo sem saber o que fazer a respeito.
A ideia de que a sua energia segue a sua atenção muda esse cenário. A sua atenção é o mecanismo específico que você pode utilizar — independentemente de onde esteja, da sua situação ou de como as coisas estejam para você naquele momento — para promover mudanças em sua vida.
Essa é uma afirmação bastante ampla. E deveria ser mesmo — afinal, é um princípio! Mas, por ser tão abrangente, alguns exemplos específicos facilitam a compreensão.
O exemplo mais óbvio é a escolha de uma perspectiva. Imagine que você está em uma sala. Há um quadro muito bonito em uma extremidade da parede e, na outra, um quadro de que você não gosta nem um pouco. Você poderia olhar para o quadro de que não gosta e notar todo tipo de detalhe horrível, provavelmente sentindo-se cada vez pior. Ou poderia olhar para o quadro de que você gosta, notar cada vez mais detalhes interessantes nele e sentir-se cada vez melhor.
Ou então, você poderia olhar para o quadro de que você não gosta e focar propositalmente nas coisas que aprecia nele. Poderia tirá-lo da parede ou pegar uma caneta permanente e desenhar um bigode nele. Ou poderia fechar os olhos — ou encarar a parede vazia — e pensar em alguma coisa completamente diferente, de que você realmente goste.
No primeiro caso, você está usando a sua atenção para se voltar para alguma coisa com a qual não está exatamente em sintonia, o que pode gerar uma sensação confusa e de conflito. Para resolver isso, basta desviar a atenção e olhar para alguma coisa agradável. Funciona muito bem! Se você estiver disposto a um desafio, você pode direcionar a sua atenção para alguma coisa que não lhe cause uma sensação tão boa e, então, mudar o foco para aspectos diferentes desse mesmo objeto.
É aqui que entra a interpretação: o que está acontecendo agora é, na verdade, tantas coisas diferentes quantos forem os significados que você atribui a isso. Todos os significados estão presentes; qual deles você experiencia é uma questão de para onde você direciona a sua energia por meio da sua atenção. Por fim, você pode simplesmente mudar alguma coisa na situação — seja de forma prática ou não, dependendo, nesse caso, do seu nível de entrosamento com as outras pessoas no ambiente e das expectativas delas. Ou então, você pode retirar a sua atenção do ambiente e voltar a sua energia para alguma coisa imaginária — algo feito da mesma matéria que o seu ambiente, mas muito menos estruturado —, acabando por trazê-lo para o seu ambiente real, uma vez que a sua energia está concentrada nele.
Todas as técnicas espirituais utilizam essa ideia, seja no sistema Huna ou em outros. Existem tantas maneiras de ajustar a atenção com precisão que é algo impressionante. Percepção Extrassensorial (PES), ‘manifestação’, jornadas Xamânicas, ressignificação, trabalho com o passado ou futuro, autossugestão: todas elas baseiam-se, em última análise, na ideia de atenção e no efeito que ela exerce por meio da energia.
Para começar de maneira simples, concentre a sua atenção no seu corpo. Depois, no ambiente imediato; em seguida, na cidade ou vila onde você mora (ou nas proximidades); depois no país, no continente, no mundo, no sistema solar, na galáxia, no aglomerado de galáxias e, finalmente, em todas as coisas. Se você acompanhou o exercício, provavelmente deve estar se sentindo um tanto desconectado da realidade física agora, devido à enorme expansão da sua consciência no nível da percepção [consciousness].
Você pode experienciar alguma coisa muito semelhante simplesmente voltando a sua atenção para o ambiente imediato e observando os detalhes: as cores, as formas, os significados, o tato, a vibração. Direcione a sua atenção para várias partes, áreas e aspectos.
Ao fazer isso, você também pode começar a perceber a vibração desses aspectos nos quais focou a sua vibração. Você passa a compreendê-los, de certa forma. Isso acontece porque você está lá — a sua energia está lá quando você concentra a sua atenção neles. Quando você foca a sua atenção em uma pessoa, você está lá; e, se fizer isso com frequência, essa pessoa também começará a sentir você, pois a sua energia está presente. E, quando a sua energia está lá, é possível senti-la. Isso é Percepção Extrassensorial (PES) pura: trata-se apenas de um caso específico de projetar a sua energia em algum lugar e senti-la — e, talvez, fazer perguntas quando houver sintonia. Na verdade, a PES é 100% precisa o tempo todo; você está sempre em contato com o local onde a sua energia se encontra.
“…você está sempre em contato com o local onde a sua energia se encontra.“
No entanto, o detalhe é que você pode não estar em contato com aquilo que você pensa que você está em contato. Se você direcionar a sua imaginação para, digamos, ‘um homem no cômodo ao lado’, pode haver vários homens ali, ou a noção de ‘cômodo ao lado’ pode não estar muito bem definida. Ou então, a sua energia pode ter entrado em contato com alguma coisa muito intensa nas proximidades e se distraído daquilo que você pretendia captar originalmente.
É por isso que a Percepção Extrassensorial (PES) pode parecer tão incerta: ao desviar o foco do ambiente imediato, você precisa atravessar uma realidade complexa e vasta para chegar aonde deseja. É justamente para isso que existe a sua vida física: para oferecer uma certa estrutura — alguma coisa que possa ser experienciada de maneira mais ordenada e detalhada, evitando a dispersão que ocorre quando não se está acostumado a direcionar a atenção para lugares incomuns e não físicos.
Você também pode notar que, quando alguma coisa já possui muita energia, isso naturalmente atrai a sua atenção. É daí que surgem certos momentos de grande avanço: você pode investir energia em alguma coisa que não passava de uma ideia e, ao receber energia suficiente de você, essa ideia pode se materializar na realidade física; se você persistir, outras pessoas também poderão investir energia nela, pois a sua energia as entusiasma. Basicamente, é assim que qualquer coisa se manifesta no plano físico. No entanto, ao compreender esse processo, você pode realizá-lo intencionalmente, mantendo-se ciente para onde a sua energia está sendo direcionada a qualquer momento.
O ponto importante é saber que, além do foco consciente, existe também uma grande quantidade de direcionamento de energia que ocorre por puro hábito. Em Huna, isso é atribuído à atuação da mente subconsciente. Uma prática excelente é utilizar as mudanças de energia especificamente para influenciar o seu próprio subconsciente. Todas as técnicas espirituais mencionadas anteriormente fazem isso. Existem muitas outras e vale a pena estar aberto para aprender e explorar novas opções; contudo, mesmo as poucas aqui citadas já deveriam ser suficientes para transformar completamente a sua vida, bastando para isso tornar-se mais ciente — e alterar — a maneira como você usa a sua atenção para direcionar o aspecto mais pessoal de você: a sua energia.
O Agora É O Momento De Poder
Como a presença no momento afeta a nossa vida, de todas as formas que nós possamos escolher experienciá-la.
O quarto princípio da Huna Kupua chama-se: O agora é o momento de poder.
Assim como todos os ensinamentos da Huna Kupua com os quais eu tenho me deparado, ele é, ao mesmo tempo, uma experiência cotidiana de bom senso e um conhecimento espiritual profundamente intenso.
A maioria dos ensinamentos espirituais, independentemente de sua origem ou época de surgimento, recomenda alguma forma de voltar a atenção para o momento presente. Esse conceito está presente em quase todas as escolas de auto mestria — sejam tradicionais ou modernas, como artes marciais, tiro esportivo, vida acadêmica, atuação, retórica, atletismo, dança, ginástica ou ioga. Seria possível encher bibliotecas inteiras apenas com livros de psicologia popular sobre o assunto. Além disso, há aquela experiência muito pessoal de que, quando você presta atenção ao que está acontecendo — sem hesitações ou vacilações —, você se sente melhor e as pessoas gostam mais de você.
Mas por quê?
De acordo com o terceiro princípio, a energia flui para onde a atenção se volta; aquilo em que você concentra a sua atenção receberá a sua energia.
Portanto, se você voltar a sua atenção para o ambiente imediato — observando toda sorte de detalhes minuciosos —, esse ambiente receberá um impulso da sua energia. Eles começarão a vibrar conforme o padrão do seu pensamento habitual; eles continuarão a existir carregado da versão experiencial de quem você é.
Isso é carisma. É tão simples como isso! Livros inteiros foram escritos sobre o assunto, cursos foram ministrados, pessoas foram comovidas, nações ascenderam e caíram por causa de indivíduos que preencheram os seus arredores com a sua energia — seja fazendo discursos, realizando apresentações ou simplesmente esperando o trem na estação de metrô num domingo de preguiça, enquanto observavam a criança com o pirulito vermelho e o cabelo despenteado.
É claro que as ideias e os padrões de pensamento dessas pessoas tiveram o seu papel — mas elas jamais teriam exercido um impacto tão grande sobre o ambiente se não tivessem tomado ciência íntima dele; e, por causa disso, o ambiente também passou a ter uma ciência íntima delas.
Curiosamente, há mais nisso do que se costuma entender. Estar plenamente ciente do ambiente enquanto interage com ele é, provavelmente, a melhor maneira de realizar qualquer coisa. Todas as coisas fluem melhor, você se sente mais feliz e, muito provavelmente, todas as pessoas ao seu redor também.
É aqui que a coisa fica realmente interessante. O seu ‘ambiente’ não se refere necessariamente à sua experiência física.
Essa é a parte confusa do entendimento mais comum de ‘estar presente’ no Ocidente. Normalmente, na mesma prateleira onde estão os ‘livros sobre estar presente’, você se depara com obras sobre ‘visualizar a vida perfeita’ — focadas no futuro — e outras sobre ‘consertar as suas emoções’ — voltadas para o passado. Como entender isso?
Em Huna Kupua, isso não chega a ser um problema, pois não há diferença entre as suas percepções sensoriais, os seus planos ou as suas memórias — tudo não passa de experiência. Tudo é um sonho. Você é perfeitamente livre para atribuir importância especial a certas experiências, como a sua família física ou o que as sensações do seu corpo lhe dizem sobre o estado dele. Eu recomendo muito isso — esse é o jogo para o qual nós nos inscrevemos, então é bom jogá-lo bem.
“Em Huna Kupua, isso não chega a ser um problema, pois não há diferença entre as suas percepções sensoriais, os seus planos ou as suas memórias — tudo não passa de experiência.“
Mas a sua experiência física não é inerentemente diferente da sua imaginação ou dos sonhos que você tem à noite. Ela é apenas mais consistente porque foi projetada para ser assim — por você. Ou, pelo menos, por você em um plano superior, quando ainda estava com seu Self Superior e ainda não estava focado nesse plano de existência específico. Aquelas experiências semelhantes a epifanias, nas quais a sua conexão com o Self Superior transparece — e que não são físicas, mas também diferem um pouco da imaginação —, esses vislumbres… eles também acontecem agora. O mesmo vale para os seus devaneios, as suas memórias, os seus pensamentos passageiros, o seu diálogo interno (se você tiver um; nem todo mundo tem e alguns, como eu, livraram-se dele), as suas opiniões ou até mesmo as imagens que se formam em sua mente quando você lê o jornal ou percorre intermináveis lista de palavras luminosas na tela do seu smartphone.
Mas, se tudo é a mesma coisa, por que se dar ao trabalho de lidar com o presente? Bem, existe uma coisa que, para fins práticos, não está no presente. Se você encara as suas lembranças como o passado factual, está afirmando para si mesmo que não pode mudá-las. Se as encara como memórias que você possui agora, então, de repente, isso se torna flexível.
O mesmo vale para o futuro. Se você considera o futuro como um rolo de filme já pronto, que é passado em um projetor — sendo você o projetor, nessa visão de mundo bastante limitada — por uma máquina universal chamada destino, então não há nada que você possa fazer a respeito; assim, você pode continuar se comportando, pensando e sentindo exatamente como faz agora. E, caramba, você continuará recebendo mais do mesmo e o seu futuro será tão limitado quanto você imagina que ele seja.
Se, no entanto, você considerar o futuro apenas como um conjunto de resultados possíveis — criados para o seu prazer experiencial pelo seu Self Superior, com base nas atitudes e ideias que você mantém agora —, então você pode fazer alguma coisa a respeito. Nesse caso, não existem — lembre-se do segundo princípio — limites para o quanto você é capaz de influenciar as suas ideias sobre o futuro. E você é capaz de mudá-las, pois está pensando segundo o padrão dessas ideias agora mesmo. Então, de repente, o futuro se torna flexível. Tudo está acontecendo agora.
Isso vai ainda mais além.
Certa vez, uma amiga me pediu para examinar uma dor nas costas que ela sentia e eu rastreei a origem do problema até um conflito ocorrido em sua cidade natal na Idade Média. Sob uma perspectiva linear, aquele conflito havia sido preservado na cultura local — na maneira como as pessoas, por hábito e sem questionamentos, pensavam, sentiam e tratavam umas às outras. Por meio de uma investigação mais aprofundada, eu rastreei esse padrão até a briga entre dois irmãos.
Ora, a partir de uma perspectiva convencional, aquilo aconteceu há muitas centenas de anos. Não há nada que nós possamos fazer a respeito; o futuro não está gravado em pedra, mas o passado, certamente, está. Ou será que não?
Não de acordo com os ensinamentos da Huna Kupua. Se sonhos, pensamentos, ideias e o meu passado pessoal são apenas padrões que continuam existindo por força do hábito nesse exato momento, faria algum sentido que fosse diferente em uma escala maior? Claro que não.
Então, eu entrei na história e fiz a mudança. Eu conversei com os irmãos e, depois de algum tempo, um deles percebeu que estava agindo apenas por rancor e que, no fundo, não queria mesmo ser rei. Ele abdicou do trono, fez as pazes com o irmão, recebeu uma moradia confortável e todos viveram felizes para sempre — na versão do passado que eu acabara de criar. O subconsciente da minha amiga gostou tanto dessa versão que ele a aceitou e a dor nas costas dela desapareceu. A dor nunca existiu de fato: o conflito não ocorrera, a cultura da aldeia nunca fora marcada pela guerra e pelo rancor e todos sempre haviam tratado uns aos outros com mais consideração; logo, não havia motivo para que as costas da minha amiga ficassem dolorosamente tensas, pois não havia emoções conflitantes para causar isso.
Pelo menos a partir daquele momento, foi assim para a minha amiga. Os livros de história não mudaram — isso exigiria que muito mais pessoas alterassem os seus passados para que a dinâmica coletiva fosse transformada. Isso acontece o tempo todo; chama-se ‘descoberta de novas evidências’. Mas nós não precisávamos esperar por isso; era o passado dela que necessitava mudar e não importava que ele permanecesse como estava para os outros membros da família — embora, provavelmente, tenha havido alguma influência indireta sobre eles também.
Da mesma forma, eu estava participando de um ritual místico comumente chamado de festival de música. Havia muitas luzes, dança em êxtase e algumas xícaras de chá muito especiais. O que aconteceu foi que nós estávamos todos dançando e nos divertindo e comecei a pensar: ‘Caramba, é assim que se experiencia o êxtase hoje em dia’.
De repente, num lampejo de luz, eu fui transportado para um cenário completamente diferente. Eu observava, do alto, um homem de expressão muito severa — o semblante de alguém que tivera uma vida dura. Ele segurava um cajado de madeira retorcido e muito especial. Vestia uma pele de lobo, com a cabeça do animal caída sobre a sua própria, de modo que o seu rosto aparecia através da boca do lobo. Aquilo não era contemporâneo. Eu não sei dizer exatamente por quê, mas eu percebi que se tratava de um tempo muito antigo, talvez a Alta Idade Média. Eu notei que ele também experienciava uma experiência mística; logo abaixo de mim, havia uma grande fogueira. Ele estendia as mãos, fitando o fogo e entoando cânticos, quando, de repente… ele ergueu o olhar!
E me viu.
Eu era a visão daquele homem.
Eu olhei para baixo. Ele olhou para cima. Ele olhou para cima, entusiasmado. Eu reconheci que, para ele, aquilo era um assunto sério — eu recebi lampejos e sensações vindos dele: tempos difíceis haviam caído sobre a sua aldeia, as colheitas não vingavam como deveriam, havia discórdia, a fome rondava e seu povo estava entrando em desespero. O seu ritual era uma tentativa séria de ajudar o seu povo naquele momento de grande urgência.
Então, eu reconheci que ele esperava que eu dissesse algo útil.
Eu não sabia nem por onde começar. Eu fiquei encarando-o por um instante que pareceu eterno. Ele retribuiu o olhar, cheio de expectativa. Então, eu deixei escapar:
‘Ein… bela fantasia de lobo.’
Então a experiência terminou e eu estava de volta diante das caixas de som, ao som de uma música eletrônica amigável e melodiosa; diante daquelas flores lúdicas de plástico transparente, do tamanho de palmeiras, que se abriam e fechavam lentamente graças a seus minúsculos motores elétricos; e em meio à neblina, às luzes coloridas, aos rostos brilhantes e às efígies de unicórnio feitas à mão que as pessoas erguiam no ar.
Só muito tempo depois eu entrei em contato com aquele homem e descobri que ele havia obtido exatamente o que ele necessitava daquela experiência: a visão de um homem que não tinha nada melhor para fazer durante todo o fim de semana do que ouvir música e dançar com seus amigos. Mais tarde ainda, eu descobri que aquele homem era eu — em uma encarnação diferente. E, em meio às dificuldades que ele tinha enfrentado, ver a si mesmo no futuro, junto a milhares de outras pessoas, brincando como crianças, havia lhe trazido felicidade. Ele levou consigo um pouco dessa leveza e a estudou com toda a diligência medieval que possuía. Quase milagrosamente, segundo ele me contou, os problemas em sua aldeia haviam desaparecido.
Ora, essa experiência — sob qualquer critério comum — não passava de uma alucinação particularmente colorida, do tipo que qualquer pessoa que frequenta festivais de música poderia ter, ou alguém que, digamos, sinta curiosidade em saber o que acontece ao ingerir certas coisas que crescem no próprio quintal. No entanto, nos ensinamentos da Huna Kupua, a experiência faz todo o sentido. O catalisador em si não importa tanto; na tradição Huna Kupua, viaja-se sem auxílio externo para garantir maior autonomia — mas aquela foi a primeira vez que eu visitei, com a minha consciência no nível da percepção [consciousness], um outro tempo.
Dá para perceber: a energia é diferente; as sensações das pessoas formam um padrão e você simplesmente sabe. Era a mesma atmosfera de extrema solenidade que se sente, digamos, ao ler textos antigos ou visitar construções muito antigas. As pessoas da era medieval eram mestres de gravitas [personalidade ética, de seriedade e de apego à honra e ao dever (Wikipedia)].
E eu posso interagir com aquilo. Aquele homem — o meu ‘eu’ do passado — aquele sujeito é real. De alguma forma, você simplesmente percebe isso. É claro que eu ainda poderia reinterpretar isso conscientemente, mas a sensação era muito, muito real. E, no entanto, eu estava aqui, enquanto ele estava lá no tempo dele, mil anos atrás, nas colinas que se erguem sobre as Ilhas Britânicas.
O surpreendente nisso tudo é o quão pouco surpreendente tudo isso é, sob a perspectiva Huna Kupua. Se você levar realmente ao pé da letra a ideia de que todas as coisas estão acontecendo agora, então, naturalmente, eventos passados e futuros ocorrem simultaneamente; nós podemos amar, nos importar e sentir empatia por aqueles que vieram antes e por aqueles que virão depois de nós, assim como fazemos conosco e podemos visitar qualquer época que nós quisermos — não viajando para o passado, mas mudando a nossa experiência do ‘agora’ para sintonizar com as energias que normalmente nós chamaríamos de passado, mas que estão acontecendo nesse exato momento. E, ao fazer isso, se nós realizarmos mudanças, nós estaremos também alterando energias que são importantes para o nosso cotidiano — aqui e agora. E, ainda assim, a nossa noção de ‘agora’ vai muito além disso.
Utilizando diversas técnicas mentais, nós podemos visitar áreas — todas tão reais e existentes quanto a nossa — que não se regem por qualquer conceito de tempo; elas simplesmente não fazem sentido dessa forma. Elas seriam como imagens estáticas, como folhear as páginas de um livro ilustrado. No entanto, é possível ir até lá com a mente — tal como nós visitaríamos o passado ou o futuro — e interagir. E, assim como ocorre com o passado, as ações realizadas nesses mundos oníricos geram efeitos em nossa realidade sensorial quando você retorna. Tais experiências são comumente conhecidas como jornadas Xamânicas ou rituais mágicos — ou, ainda, como devaneios ou amigos imaginários.
Portanto, se nós ampliarmos a nossa noção de ‘estar no momento presente’ para abranger todos esses mundos possíveis, nós chegamos à seguinte conclusão: não importa onde nós estamos — seja a nossa experiência de consciência no nível da percepção [consciousness] algo cotidiano e concreto ou algo incomum e místico —, quanto mais plenamente a vivenciarmos, quanto menos nós nos contivermos, mais consciência no nível da realidade [awareness] nós somos capazes de mobilizar, quanto menos limites nós impusermos à nossa experiência e menor for a resistência em deixar fluir através de nós esse grande fluxo de consciência no nível da realidade [awareness] energética que chamamos de vida, melhor será todas as coisas que nós faremos.
“…não importa onde nós estamos — seja a nossa experiência de consciência no nível da percepção [consciousness] algo cotidiano e concreto ou algo incomum e místico —, quanto mais plenamente a vivenciarmos, quanto menos nós nos contivermos, mais consciência no nível da realidade [awareness] nós somos capazes de mobilizar, quanto menos limites nós impusermos à nossa experiência e menor for a resistência em deixar fluir através de nós esse grande fluxo de consciência no nível da realidade [awareness] energética que chamamos de vida, melhor será todas as coisas que nós faremos.“
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—–Continua Parte II—–
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Imagem: wolfgang-hasselmann-mJYA8EEdYYQ-unsplash 05.09.26
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Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);
John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;
John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;
Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);
Kahuna Research Group – Artigo: “A High Vibrational Journey through the Hawaiian Islands & How they Align to the 7 Chakras of the Body” [“Uma Jornada de Alta Vibração pelas Ilhas Havaianas & Como Elas se Alinham com os 7 Chakras do Corpo”]. Site: A High Vibrational Journey Through the Hawaiian Islands & The 7 Chakra’s of the Body. Fonte: Kahuna Research Group – Hawaii’s premier metaphysical research organization;
Kahuna Research Group – Tad James – Artigo: “From ‘The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna’” [“A partir de ‘Os Segredos Perdidos da Huna Ancestral Havaiana’”]. Site: Huna – Kahuna Research Group;
Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;
Karyn Chambers – Artigo: “Huna: Hawaiian Shamanism” [“Huna: Xamanismo Havaiano”]. Site: Huna: Hawaiian Shamanism – Puna Rising Ohana;
Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review
Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;
Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);
Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;
Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931. Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/
Krishnamurti – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.
Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;
Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;
Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;
Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].
Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf
Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;
Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;
Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;
Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;
Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;
Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;
Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;
Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;
Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;
Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;
Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;
Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1 – Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA – 2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;
Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;
Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];
Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Smoley – “Why Ritual Works: An Explanation Based on the Hawaiian Tradition of Huna”[“Por que o Ritual Funciona: Uma Explicação Baseada na Tradição Havaiana de Huna”].Fonte:Publicado na edição de verão de 2020 da revista Quest.
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Sean McCleary – Artigo: “The Evolution of the Aloha Spirit” [“A Evolução do Espírito Aloha”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: The Evolution of the Aloha spirit – Kahuna Research Group;
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zach Royer – Artigo: “Synchronicity: What is it?” [“Sincronicidade: O que é isso?”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: Synchronicity: What is it? – Kahuna Research Group;
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

