Estamos transcrevendo trechos do artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], de autoria de Max Freedom Long, editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32, visando o nosso conhecimento e o nosso entendimento do sistema de pensamento da Psicofilosofia Huna.

O Artigo completo em inglês poderá ser acessado através do site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/

Tradução livre Projeto OREM®

“Para Huna Research Associates [HRAs]

Cobrindo a abordagem experimental para o uso da Huna em HUNA e campos religiosos e psicológicos relacionados.

MANA PARA A PRECE-AÇÃO

“No trabalho do TMHG [The Telepathic Mutual Healing Group] [*] com o novo ritual de oração – que foi considerado bom por quase todos – eu gostaria de sugerir que depois de enviar a sua sobrecarga de Mana através do cordão trançado para o Aumakua, uma pausa de cerca de meio minuto seja feita e uma nova carga de Mana é acumulada. É a experiência comum de muitos HRAs que imediatamente após enviar a Mana para o Aumakua, eles descobrem que tendem a cair quase no sono. A mente divaga e o trabalho vem a ser obscuro e mecânico.

[*] Vide artigo 104 – Experimento do Grupo de Cura [Healing] Mútua Telepática (GCMT) – Max Freedom Long – nesse blog.

Se for feita uma pausa e o suprimento de Mana for reconstruído por seu método favorito, a sonolência causada pela diminuição da carga de Mana desaparecerá. A Uhane terá novamente Mana para usar ao exercer a sua ‘vontade’ e retornará um brilho e clareza mental tal como é necessário para retratar o ‘mundo em paz’ e as imagens mentais das condições desejadas em consequência disso.

Quando o nível de Mana cai abaixo do alcance fácil da Uhane, a Unihipili, figurativamente falando, ‘escorrega da coleira e sai correndo’. Nós não estamos cientes disso, a menos que nós tenhamos aprendido a observar exatamente essas coisas. Normalmente, nós encontramos a nós mesmos em um estado de entorpecimento no qual nós realizamos mecanicamente o nosso rito de oração, falando em voz alta ou lendo as palavras, no entanto quase sem perceber isso. Nós podemos não perceber por algum tempo que outros pensamentos penetram eles mesmos no fundo de nossas mentes e a deriva deles esteja causando aquela forte atração que está desviando a nossa atenção do que nós estamos tentando fazer.

Isso é uma coisa muito importante para entender. Até onde eu sei, nenhum sistema ou ‘ensinamento’ psico-religioso antigo ou moderno, exceto a Huna, explica o fato de que a Uhane ou o eu da ‘mente consciente’ é capaz de controlar a Unihipili ou o ‘eu subconsciente’ APENAS se houver uma carga suficiente de Mana ou Força Vital no aka ou corpo para permitir que a Uhane obtenha o suficiente para usar como ‘vontade’.

A ‘vontade’ não é nada difícil de entender. É a Mana básica tomada pela Uhane e colocada em uso como Mana média (Mana Mana), que tem como objetivo controlar a Unihipili. Sem tal controle, a Unihipili é lançada à deriva e deixada por conta própria. Invariavelmente, ela começará a brincar com ideias lembradas [memórias] e é isso que nós encontramos vagando no fundo da mente, vindo a ser cada vez mais claro até que, a menos que isso seja reconhecido e verificado, elas preenchem toda a mente e expulsam os pensamentos que nós estamos tentando pensar.

A carga total ou mesmo a sobrecarga de Mana é uma das coisas básicas em qualquer tipo de oração. A Huna nos tem ensinado que, se a Unihipili e a Uhane devem trabalhar juntas de forma alerta, proposital e eficaz no ato de fazer uma oração, tem que haver Mana suficiente para fornecer o poder para os processos de pensamento de cada uma. A Psicologia moderna não trata da oração, mas a partir dela nós aprendemos que, se o suprimento de Força Vital cair a um nível baixo, perde-se o controle do ‘subconsciente’ e nós estamos a caminho de uma possível insanidade.

Aqui está alguma coisa que eu gostaria muito de transmitir a você. Isso não foi enfatizado em meu livro, eu receio, entretanto, isso necessita ser entendido e mantido em mente como a soma total da diferença entre a oração que recebe uma resposta e a oração que não recebe. Como você sabe, nós somos forçados a recorrer a comparações ou analogias quando nós tentamos entender qualquer coisa sobre como o Aumakua ou seres ainda superiores pensam ou agem. Isso ocorre porque a Unihipili [e] a Uhane são incapazes de usar a forma-pensamento que é usada nos níveis seguintes ou ainda mais elevados do ser consciente. Nós usamos a nossa razão e vamos da melhor maneira possível do cognoscível e conhecido para o desconhecido.

Seguindo esse único e somente método (porque a ‘revelação’ tem uma reputação tão ruim e tão contraditória), nós vemos que:

1. A Unihipili tem que ter Mana para viver e agir.

2. A Uhane tem que ser capaz de extrair a Mana de que ela necessita da Unihipili se quiser usar os seus poderes da vontade e mental ou funcionar efetivamente no trabalho que só ela é capaz de realizar.

3. Admitindo a verdade do que foi dito acima, nós seguimos a analogia e decidimos, como fazia o antigo Kahuna, que, por sua vez, o Aumakua, que é uma parte do homem trino, também tem que ser capaz de extrair Mana suficiente da Unihipili para poder realizar o seu trabalho, seja ele qual for, com eficácia.

Onde não há Mana, não há vida e, o que é ainda mais importante para nós no momento, não há PENSAMENTO. (O Kahuna usava a palavra mana`o para ‘pensar’. Isso significa, literalmente, ‘alguma coisa feita com Mana’.) Na palavra Au`ma`kua, a raiz ma significa ‘murchar’. O murchamento é causado pela falta de água e a água é o símbolo da Mana.

É claro que o antigo Kahuna, ao cunhar as palavras que descrevem as coisas que têm a ver com o ‘SEGREDO’ ou a Huna, não teve a menor dúvida de que o terceiro eu do homem tinha que ser suprido com Mana, assim como a Uhane tinha. Segue-se que, se o Kahuna era capaz de fazer uma fração das coisas que nós sabemos que eles faziam, esse conhecimento era suficientemente correto em seus fundamentos para isso funcionar.

A Nossa tarefa como HRAs é aprender a saber o que o Kahuna sabia e, como ele, fazer isso funcionar. O velho mundo está farto de coisas que NÃO funcionam. Ele tem tido muito de especulativo e de afirmações para as quais nenhuma prova válida pode ser oferecida.

A acumulação de uma sobrecarga de Mana e o envio de parte dela para o Aumakua enquanto nós fazemos formas-pensamento rezando, parece ser automático apenas quando a Unihipili é movida por grande emoção. Em outras ocasiões, nós temos que dar os passos necessários por nós mesmos.

Um pouco de Huna foi preservado em quase todas as religiões antigas. No Cristianismo, nós nos deparamos com a estranha afirmação: ‘Batei e abrir-se-vos-á. Peça e você receberá’. Também nós lemos sobre a ‘Porta do Céu’.

Essas coisas que nos soam como figuras de linguagem porque nós não somos capazes de forma alguma ‘bater’ na ‘porta do céu’, vêm a ser instruções definidas e práticas para ação quando remontadas a uma provável origem na Huna.

Na Huna, a palavra para ‘bater’ era kaa, que significa ‘golpear’ e também significa ‘acertar o alvo’, como no lançamento de uma lança. Nós vemos que nós temos que ser capazes de bater na porta do céu ou o Aumakua a fim de bater. Kaa também significa irradiar para fora e significa um cordão ou corda, então nós temos também o cordão aka e o cordão trançado ao longo do qual a Mana é ‘irradiada’ ou enviada para o Aumakua. Kaa também significa ‘transferir algo de um lugar para outro’ e a coisa que é ‘transferida’ com o fluxo de Mana vitalizante é a forma-pensamento ou as formas-pensamento que incorporam as condições pelas quais nós oramos.

Dobre a raiz para obter kaa kaa e nós encontramos o significado de ‘abrir’. Isso pode se aplicar à ‘porta’ em questão, no entanto geralmente era aplicado para fazer com que os olhos se abrissem (hoo kaa kaa). Conecte isso com a experiência que nós tivemos de quase cair no sono depois de enviar muita Mana para o Aumakua e rapidamente nós entenderemos o uso que o Kahuna fazia dessa palavra dessa maneira particular. Se o Aumakua (para seguir o nosso método permissível de usar a analogia) deve receber Mana suficiente para abrir os seus olhos de uma condição de sono em seu nível e ser capaz de agir efetivamente, cabe a nós bater em todos as formas indicadas nos significados de kaa.

Tendo entendido por que nós temos que ‘bater’ e como fazer isso, nós somos capazes de ver por que, quando nós temos batido, a porta pode se abrir para nós e, então, COMO, quando nós pedimos, ‘isso nos será dado’.

Os Kahuna nem sempre conseguiam o que desejavam quando realizavam as suas cuidadosas ações de oração. Nós sabemos disso, sem sombra de dúvida, porque a palavra que indica o fracasso da prece-ação tinha a mesma raiz kaa e significava ‘errar o alvo’.

Correndo o risco de cansar alguns de vocês que leem, eu desejo apresentar mais uma dessas impressionantes provas de significado. Encontra-se na palavra kaa na (ou ka`a na), que dá ainda mais um lado do importantíssimo mecanismo secreto da oração Huna. Significa ‘tornar semelhante ou assemelhar-se’. Isso aponta diretamente para o processo no qual o Aumakua aceitou o fluxo fortalecedor de Mana e as formas-pensamento das condições desejadas. Ao responder à oração, as condições físicas REAIS foram finalmente feitas para serem ‘semelhantes’ em referência às formas-pensamento ou imagens mentais das condições desejadas. (A parte ‘Busque e você achará’ do velho ditado não deixa de ter o seu próprio significado Huna. ‘Buscar’, um Kahuna fazia hu li, que é ‘buscar’ e também ‘mudar a mente ou o curso de ação de alguém ‘, ‘para se arrepender e mudar o modo de vida.’

Então, a pessoa repara os danos causados ​​aos outros. A pessoa para de ferir os outros e então pode buscar com sucesso, entretanto, não até então. A palavra para ‘achar’ é loaa, que é usada no sentido passivo de ‘receber’ e que tem em sua raiz loa o significado de um lapso de tempo e um alcance de espaço ou distância. Também tem o significado da frase he ahua a, ou ‘um lugar elevado e uma coleta de objetos colocados no lugar elevado’ – o que significa a colocação das formas-pensamento coletadas das condições pelas quais se reza, colocadas com o Aumakua como simbolizado pelo ‘lugar alto’.)

É sempre um pouco surpreendente encontrar coisas em escritos e tradições Cristãs posteriores, apenas para descobrir na muito mais antiga Huna a chave para os significados secretos reais e originais. É cada vez mais evidente que em todos os escritos religiosos autênticos e possivelmente em todas as ‘revelações’ religiosas, nós temos que procurar os significados, filosofias e mecanismos ocultos por trás de declarações simples ou suposta história. Muitos escritores modernos perceberam isso e tentaram reconstruir o significado secreto. Em minhas prateleiras, eu tenho pelo menos uma dúzia de livros e nenhum escritor encontrou a verdade simples que nos foi dada nas ideias básicas da Huna que silenciosamente se entrelaçam todas juntas.

NOTA ADICIONAL para os interessados ​​na prova a ser obtida a partir das palavras usadas pelo Kahuna. Ignore isso se isso aborrece você. De vez em quando, eu recebo cartas de HRAs que estão cansados ​​dessas coisas que são tão importantes para a verificação de nossas conclusões Huna. Frequentemente, eles dizem que é muito difícil para eles entender e que estão voltando ao antigo e simples modo de oração. Felizmente, alguns de nós são capazes, pelo menos em raros intervalos, de fazer com que toda a maquinaria necessária das ações da oração Huna gire automaticamente enquanto nós usamos a simples oração das igrejas.

HUNA NO NOVO TESTAMENTO

Em uma carta recente, um HRA perguntou se eu havia encontrado alguma evidência nos livros do Novo Testamento para mostrar que já houve um conhecimento – não importa o quão profundamente oculto – do fato de que existe algo como o complexo ou fixação da Psicologia moderna e da antiga tradição Huna.

Eu respondi imediatamente para explicar que a ideia de ‘caminho’ era um símbolo tão antigo quanto a religião e que o Kahuna falava de ‘o bloqueio do caminho’ ou da ‘coisa comendo por dentro’ ao lidar com as fixações na Unihipili as quais causavam doença ou, o que parecia ser mais importante para o Kahuna, ‘bloqueavam o caminho ou a via do cordão aka para o Aumakua – ao longo do qual ‘caminho’ a Mana e as formas-pensamento da oração são levadas’.

Caminho’ em Havaiano é a la, a qual dá a tradução raiz de ‘para a luz’. O Aumakua é simbolizado por ‘Luz’, então o cordão de conexão aka é descrito nessa versão de ‘caminho’.

No Novo Testamento, nós encontramos vários relatos surpreendentemente semelhantes sobre o que João teria exclamado quando saiu do deserto. Ele disse, em cada relato: ‘Faça com que o caminho seja reto e claro para o Senhor’. À primeira vista, isso parece apenas uma figura de linguagem Oriental floreada e isso se supõe que signifique que o caminho para a chegada de Jesus seria facilitado. Não pode haver dúvida de que NÃO significava uma estrada ou caminho real.

O relato continua e o batismo de Jesus é a próxima coisa importante. O batismo é o mais antigo de todos os ritos para a purificação dos pecados. Considerando essas duas etapas ou itens sobre os quais quatro evangelhos concordam e mantêm palavras semelhantes, nós nos voltamos para a tradição Huna.

No rito de oração, a primeira coisa a ser feita é reparar os pecados de ferir os outros, então, com o ‘caminho’ simbólico de contato com o Aumakua ‘claro e direto’, no que diz respeito à Uhane lógica (mas não no que diz respeito à Unihipili), nós nos voltamos para a Unihipili para eliminar os seus complexos ou fixações de culpa.

Essas fixações são ‘bloqueios’ no caminho e, para se livrar delas, é necessário um kala ou limpeza, muitas vezes um batismo ou limpeza com água. A água fornecia o estímulo físico, bem como o símbolo de Mana usado em todo o trabalho do Kahuna, como uma sugestão suave que fazia maravilhas com um estímulo acompanhante.

A la, ‘para a luz’ é o ‘caminho’ direto. Papani, é a palavra usada para o ‘bloqueio’ do mesmo. Se essa palavra significasse APENAS bloquear, não seria importante para o nosso estudo, mas tem outro e enigmático conjunto de significados que nos remetem imediatamente ao fato de apontar para a estranha maneira pela qual a Unihipili esconde os seus complexos de nós.

Ela tem os significados de ‘esconder, ocultar, velar, colocar fora de vista’, também ‘fechar ou tapar os ouvidos, esconder ou fechar os olhos’ e, muito importante, ‘impedir alguém de fazer uma coisa, atar, reter’.

No livro SSBM [The Secret Science Behind Miracles], eu dei os significados das raízes da palavra para a Unihipili, que também descreviam a Unihipili e a sua estranha tendência de esconder e ocultar, bem como de resistir obstinadamente aos esforços para controlar isso.

Em João, a ‘Pessoa Que Batiza’, nós podemos ver muito claramente o Kahuna exigindo que o caminho seja direto e claro, fazendo reparações pelos pecados de ferir. Feito isso, ele lava as fixações de culpa alojadas na Unihipili e bloqueando o caminho do cordão aka para o Aumakua. O uso simbólico da água para batizar – e nada mais – nos traz de volta ao papel que a Mana desempenha em todos os esforços para controlar a Unihipili de qualquer forma. A ‘água benta’ ou ‘abençoada’ usada em rituais de absolvição de pecados é mais do que simples Mana ou água. Ela é Mana Mana ou a maior frequência de Mana da Uhane.

Um Kahuna realizando certos tipos de magia envolvendo o uso do que chamaríamos de sugestão hipnótica, era chamado de Kahuna hoo mana mana e Mana Mana também significa ‘dividir’, como na divisão da Mana entre a Uhane e a Unihipili. A água benta simboliza o uso da sugestão por parte do padre, sendo a água apenas um estímulo físico. Após o rito de purificação, vem, na Igreja, a Comunhão a qual tem que simbolizar o caminho aberto de contato e o intercâmbio de Mana e formas-pensamento entre os três eus do homem. Essa troca é a condição normal. Ela deve ser preservada o tempo todo – ou seja, as fixações devem ser impedidas de bloquear o caminho.

(HRAs no Havaí podem querer verificar as raízes das palavras pa pa ni. Alguns, que frequentemente questionam os métodos de tradução de raízes, podem objetar que muito foi feito dessa palavra. Para isso, eu desejo citar os significados consideráveis da raiz pa que significa ‘improdutivo’ e o Aumakua é ‘improdutivo’ consoante responder a oração se o ‘caminho está bloqueado’.

Pa também significa ‘dividir em indivíduos’, o que aponta para a divisão de Mana entre os eus no trabalho de desbloquear o caminho. Pa pa significa ‘proibir’ e é a Unihipili complexada que, por causa do complexo, proíbe o nosso livre contato ou comunhão ao longo do ‘caminho’ do fio aka com o Aumakua.)

Em qualquer caso, a prova das raízes do Havaiano não reside em uma ou duas palavras usadas em Huna. Palavra após palavra após palavra mostra o mesmo cuidado surpreendente com que os significados secretos foram escondidos nas raízes pelo antigo Kahuna que formulou a linguagem e que, naquela época, iniciou a prática de manter os cânticos inalterados de geração em geração para que a linguagem permanecesse inalterado.

A história conta que os jovens Kahuna dos templos, cujo dever era memorizar e recitar os antigos meles, eram severamente punidos se cometessem um pequeno erro ou se mudassem uma única sílaba. Essa ansiedade em preservar os segredos colocados nos significados básicos das palavras explica o surpreendente aspecto de culto do Kahuna que os levou a insistir que toda oração ou canto transmitido TEM QUE [ser] usado palavra-por-palavra. A desculpa muitas vezes dada de que uma mudança na redação anularia o poder da oração, tem pouca validade, especialmente quando nós conhecemos o propósito real e original desse culto à exatidão.

De passagem, nós podemos ver que esse culto passou das palavras para as práticas diárias do povo, de modo que os costumes também foram considerados sagrados contra mudanças. No Egito, a mudança nos costumes foi incrivelmente pequena por 4.000 anos.”

CARTAS PARA O EDITOR

HRA S.G.P., um dos nossos trabalhadores mais experientes no campo psico-religioso e que tem feito um trabalho experimental notável com a Huna, relata uma experiência em contato com o Aumakua que mostra o que pode ser feito e que deve encorajar todos nós a esforços renovados. Eu cito:

‘Eu acabo de ter o que é, para mim, uma experiência muito feliz e encorajadora. Antes de me levantar essa manhã, eu tive a ideia de fazer esse canto ou oração. (S.P.G. uma vez gravou uma de suas orações cantadas e me enviou o registro. Ele tem uma voz excelente e sabe exatamente como usá-la.)

<A Força Vital Universal está fluindo através de mim agora. Nós a sentimos e a armazenamos em nosso kino aka (corpo físico e aka combinados). Nós fechamos todas as saídas e as mantemos em equilíbrio por dentro. Nós descarregamos essa Mana sobre o cordão aka, para ativar o Cordão Trançado do Po`e Aumakua, para unir a Mana com a Mana Loa do Aumakua, em Amor, Vida e Luz e a serviço da humanidade.>

Eu mantive o canto de oração e a transmissão de Mana por cerca de meia hora. Quando eu parei, depois de algum tempo veio uma chuva de Mana Loa do Po`e Aumakua como eu nunca havia experienciado antes. Era uma vibração magnificamente poderosa combinada com uma sensação de calor. A vibração era tão alta que realmente não era como qualquer vibração que eu já tivesse conhecido antes – como uma voltagem extremamente alta, como se fosse mais alta que um raio-x e permeada por uma luz, qualidade espiritual como nada que eu jamais tinha experimentado em todos os meus anos de trabalho oculto sobre vibração. Isso permeou todo o meu corpo da cabeça aos pés e permaneceu por provavelmente trinta minutos. Eu parecia estar desencarnado e flutuando ou voando nas asas das nuvens. Eu não sou capaz de dizer que houve cura [healing] instantânea ou restauração da visão em meu olho esquerdo, mas havia uma sensação maravilhosa de frescor e bem-estar em ambos os olhos. Essa sensação de bem-estar, frescor, equilíbrio e saúde não se limitava aos meus olhos, mas permeava todo o meu corpo.

Eu tenho demonstrado para a minha própria satisfação, no entanto, que o Po`e Aumakua despeja grandes quantidades de Mana Loa – então eu agradeço e me regozijo que o meu trabalho oculto, ao longo de muitos anos, resultou nessa experiência que é diferente de qualquer outra que eu jamais tinha conhecido. Eu devo continuar com a ‘Grande Obra’ e ver se eu consigo consistentemente obter esse aguaceiro e, se puder, usá-lo para ajudar e curar [heal] os outros, assim como a mim mesmo.

Faça uma leitura do pêndulo dessa carta e veja o que você consegue.’ (Eu tenho uma leitura de 480, que é muito alta.)

(Em uma carta escrita dois dias depois, ele diz:) ‘As palavras são muito pobres para expressar a alegria da vibração e a Glória da Luz. O Po`e Aumakua parece estar mais interessado ​​em me usar como um canal de Mana Loa para o vasto, vasto mundo do que para a cura [healing] de meus males e enfermidades pessoais. Eu fico feliz em servir da maneira que puder.’

(Nesta carta, ele explica que, ‘como um resultado do trabalho do TMHG ontem à noite e da transmissão de Mana essa manhã, veio o seguinte como uma chuva torrencial de Mana Loa ou o que eu considero ser isso.’ (Com isso, ele descobriu que entraria em sua mente uma série de linhas, das quais o espaço permite apenas o começo.) ‘No fundo do coração de Amanti cresce uma flor, flamejante, expandindo-se, atraindo para trás a escuridão da noite – no coração um Raio de Mana de grande potência, vida-crescendo, dando-luz, enchendo com poder todos os que se aproximam dele.’

HRA S.G.P. prestou um grande serviço a todos nós e está de parabéns pelo seu progresso e realizações. Os nossos agradecimentos vão para ele.” M.F.L.

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Imagem xan-griffin-RWnpyGtY1aU-unsplash.jpg – 6 de julho de 2023

Referências bibliográficas da OREM1

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André Biernath – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

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Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

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Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

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Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Estudo Acadêmico , para um Programa de Doutorado da Walden University, Minneapolis, Minnesota, USA, 2008, doutorando em Psicologia da Saúde, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness”. O estudo completo pode ser acessado no site da Walden University no link:  https://scholarworks.waldenu.edu/dissertations/622/#:~:text=The%20results%20demonstrated%20that%20those,the%20course%20of%20the%20study.

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoa-me.
Eu te amo.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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