Com o propósito de conhecimento e entendimento do sistema de pensamento da Psicofilosofia Huna, nós extraímos trechos do didático livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – Autor William R. Glover – 2005, que descortina o segredo por trás do segredo dos Kahunas Havaianos, que nós do Projeto OREM® passamos a considerar como uma ideal filosofia de vida ou modo de vida para os padrões Ocidentais.

Tradução livre Projeto OREM®

O Dr. E. Otha Wingo, Diretor da Huna Research, Inc., enfatiza que William R. “Bill” Glover, um construtor de iates no sul da Califórnia, tinha investigado as crenças religiosas dos muitos países que ele tinha visitado em suas longas viagens. A busca dele por uma filosofia de vida razoável [também um buscador da Verdade] o levou a se interessar pelos escritos de Max Freedom Long. Usando as dissertações gravadas de Max, Bill começou a retrabalhá-las para apresentá-las em suas aulas sobre pensamento positivo.

O Dr. Otha continua informando que Bill começou a correlacionar as crenças atuais com o pensamento antigo dos Kahunas e esse livro é o resultado disso. Isso é importante ressaltar que Max Freedom Long teve uma oportunidade de examinar as palestras revisadas por Bill e as achou excelentes, especialmente para apresentar a Huna a novos estudantes. Ele encorajou a publicação dessas palestras revisadas. A primeira impressão ganhou aceitação imediata.

Introdução

“Huna: A Antiga Religião do Pensamento Positivo apresenta em etapas lógicas os conceitos básicos de um antigo sistema secreto de ‘Pensamento Positivo’ que tem sido rastreado ao antigo Egito.

Esse sistema, que acabou se espalhando pelo mundo, tem influenciado as crenças básicas de todas as religiões modernas. Infelizmente, influências externas acabaram contaminando as crenças originais e o sistema se perdeu.

No entanto, muitos dos conceitos foram preservados nas Ilhas remotas da Polinésia e foram recuperados, em parte, durante o século passado.

Huna, que significa ‘segredo’, ensina que o homem é composto de três unidades separadas e independentes de consciência no nível da percepção [consciousness] que fazem uso do corpo físico durante a vida.

Essa crença se correlaciona muito bem com a mente subconsciente, a mente consciente e a mente supraconsciente da Psicologia moderna. Cada ‘mente’ usa uma ‘força vital’ básica para um propósito específico.

A utilização adequada dessa energia, mais as técnicas Huna de oração criativa, é capaz de criar sucesso para cada leitor, seja medido em termos de dinheiro, poder, saúde ou paz de espírito.

O propósito desse livro é ensinar ao leitor as técnicas simples da oração criativa. Paralelos são mostrados entre essas técnicas antigas e a abordagem mais científica do pensamento criativo.

Basicamente, uma filosofia de vida, o sistema Huna incorpora o conhecimento da religião, psicologia e ciência psíquica.

O aspecto religioso é o sistema mais simples e completo conhecido. Os conceitos Huna de pecado, salvação e o significado da vida são completamente livres dos dogmas encontrados na maioria das fés do mundo.

Os aspectos psicológicos demonstram a importância da autossugestão e relaxamento nas técnicas de pensamento criativo; enquanto os construtos da Huna explicam facilmente todas as facetas dos fenômenos psíquicos.”

A Linguagem do Código

“Um dos segredos mais antigos e mais bem guardados do mundo tem sido submetido a pesquisas meticulosas, investigativas e analíticas durante o último século.

É um segredo que combina Psicologia com Religião, talvez o mais puro e o melhor sistema desse tipo que o mundo já teve conhecimento; e, no entanto, o homem moderno quase perdeu esse conhecimento fundamental. Muito dessa Psicologia foi ‘redescoberta’ e apresentada a nós sob o rótulo de ‘PENSAMENTO POSITIVO’.

Numerosos livros foram escritos sobre o assunto e a maioria de nós está familiarizada com os conceitos oferecidos por Norman Vincent Peale em seu livro ‘O Poder do Pensamento Positivo’.

‘Pense e Enriqueça’, de Napoleon Hill, descreve a fórmula de Andrew Carnegie para a realização pessoal. Hill cita pessoas famosas como F. ​​W. Woolworth, John Wanamaker, Woodrow Wilson e George Eastman, como todos atribuindo o seu sucesso aos princípios do pensamento positivo.

Maxwell Maltz, em seu livro bem lido ‘Psico-Cibernética’, oferece ao leitor autoaperfeiçoamento por meio de sugestões de programação na mente subconsciente e, em seguida, utilizando os mecanismos de feedback da Cibernética.

No entanto, a maioria das pessoas que leem esses livros experimentam as técnicas por um tempo e depois desistem, porque a Psicologia não funciona para elas. Por que essas técnicas de pensamento positivo muitas vezes não produzem os resultados desejados? Um segredo antigo fornece a resposta. As pessoas que conheciam esse sistema secreto praticavam uma forma muito sofisticada, mas básica, de pensamento positivo com resultados espetaculares. Infelizmente, alguns de seus conceitos mais importantes ainda não chegaram ao conhecimento geral. Como resultado, muitas pessoas que leram livros e tentaram ‘pensar positivamente’ descobriram que a prática não funciona para elas.

Há pelo menos sete mil anos, um grupo de pessoas conhecia os princípios do pensamento positivo; no entanto, elas entenderam os conceitos com muito mais clareza do que as escolas de Psicologia moderna. As técnicas deles eram mais sofisticadas do que as de hoje. Com o conhecimento adicional deles, os povos antigos que praticavam esse sistema secreto realizavam o que nós agora só podemos chamar de milagres. Talvez as curas [healings] do tipo realizadas por Jesus Cristo possam ser atribuídas a esse sistema secreto. A pesquisa leva à conclusão de que Cristo estava bastante familiarizado com os conceitos desse segredo.

Esse segredo contém muito mais do que um método bem-sucedido de pensamento criativo. Oferece uma filosofia de vida que poderia ser classificada como religião.

O aspecto religioso parece ser o sistema fundamental mais simples, completo e refinado até agora desenvolvido. Ele se sustenta por seus próprios méritos e esclarece os princípios básicos de muitas das religiões do mundo.

Originalmente, esse sistema não tinha nome. Ele era transmitido de pai para filho através de séculos e séculos. Como esse sistema foi originalmente ‘redescoberto’ no Havaí, Huna, a palavra Polinésia para ‘segredo’ foi selecionada.

O ‘u’ é pronunciado como o duplo ‘oo’ na palavra moon [lua, em inglês; som ‘muum’]. A palavra Polinésia para ‘sacerdote’ é kahuna, que significa ‘guardião do segredo’. O conhecimento da Huna acabou se espalhando pela migração por várias partes do mundo.

O material iniciático desse sistema foi mantido dentro de um clã hereditário de sacerdotes. Ele nunca foi escrito. Em vez disso, desenvolveu-se uma linguagem especial, que fornecia um meio de dar um significado interno e externo a qualquer declaração dos ensinamentos.

Esses significados duplos eram semelhantes às declarações iniciáticas das lojas e irmandades que nós temos hoje. Somente um iniciado de uma loja em particular é capaz de entender uma frase ou declaração secreta em particular. Da mesma forma, apenas os iniciados Huna eram capazes de entender o significado interno de uma frase ou declaração Huna.

Max Freedom Long passou a maior parte de sua vida pesquisando essa linguagem especial. Ele escreveu vários livros registrando as suas descobertas que descrevem em detalhes o ‘código’ como ele o chama.

Ele se deparou com a evidência de que havia tal sistema de conhecimento quase por acidente e então dedicou quase cinquenta anos desenterrando (descobrindo) e correlacionando os fragmentos, só recentemente [algum tempo depois] adquirindo plena posse do conhecimento inestimável.

Muitos anos atrás, o Sr. Long conheceu o Dr. William Tufts Brigham. Naquela época, o Dr. Brigham era o curador do Bishop Museum of Natural History em Honolulu. Na época de seu encontro com o Sr. Long, ele já havia passado quarenta anos estudando os Havaianos, a sociedade deles, religião e outros aspectos da cultura deles.

Ouvindo que os sacerdotes Havaianos, que eram chamados de Kahunas, faziam a caminhada sobre o fogo sobre a lava incandescente que fluía de um vulcão, o Sr. Long perguntou ao Dr. Brigham se havia ou não alguma verdade no relato do caminhar sobre o fogo. ‘Sim’, disse ele, ‘esses sacerdotes Kahuna caminhavam sobre o fogo nos meus primeiros dias aqui no Havaí.”

Ele passou a contar como ele próprio havia atravessado a lava vermelha e quente. Ele queimou as suas pesadas botas e meias de montanha, mas os seus pés permaneceram intactos. Ninguém havia tratado os seus pés. Tudo o que os nativos fizeram foi rezar por proteção contra o calor e essa proteção foi dada.

Continuando esse questionamento, o Sr. Long aprendeu que esses sacerdotes Kahuna também haviam feito curas [healings] notáveis. ‘O que essas pessoas têm?’ Ele demandou. O Dr. Brigham respondeu:

‘Um sistema de Psicologia e Religião, que é puro o suficiente e próximo o suficiente de sua fonte, seja ela qual for, para trabalhar para eles. Eu tenho tentado por quarenta anos aprender como eles executam a sua magia, mas não tive sucesso. A tradição [sabedoria] secreta é muito sagrada para os sacerdotes nativos.’

Depois desse encontro com o Dr. Brigham, o Sr. Long passou os dezesseis anos seguintes no Havaí tentando encontrar o significado por trás dos cânticos e orações dos sacerdotes Havaianos. Ele continuou a pesquisa mais tarde na Califórnia e em 1936 obteve um conhecimento razoável dos princípios básicos da tradição secreta.

Os arqueólogos têm estabelecido que os atuais habitantes do arquipélago Polinésio migraram originalmente do continente Asiático. Um estudo da Huna e suas origens concorda com essas descobertas.

Werner Wolf, em seu livro ‘Island of Death’ de 1948, discute a semelhança entre os glifos Egípcios e os escritos ‘Paddle Board’ [?] dos nativos da Ilha de Páscoa no Pacífico.

Ele sugere algum vínculo antigo entre os Egípcios e o ramo da Ilha de Páscoa dos Polinésios. A pesquisa de Long definitivamente sugere que os Polinésios atuais têm as origens deles no antigo Egito.

O seu primeiro livro, ‘Recovering the Ancient Magic’, foi publicado na Inglaterra. Entre os que o leram estava Reginald Stewart, um correspondente de guerra que, quando jovem, aprendera sobre esse mesmo conhecimento antigo de uma tribo de Berberes nas cordilheiras do Atlas, no norte da África.

Uma mulher idosa, chamada de ‘Quahine’. havia demonstrado a viabilidade do sistema antigo. Na verdade, ela tomou o jovem Stewart como filho de sangue e passou a ensiná-lo, junto com a sua filha de dezessete anos, as antigas crenças e práticas.

Infelizmente, ela tinha apenas iniciado as suas instruções quando foi acidentalmente morta por uma bala perdida em uma batalha em um vale entre duas tribos em guerra. Como não havia outro professor para ser achado, Stewart voltou para a Inglaterra, levando consigo as suas anotações. Anos depois, ao ler o livro do Sr. Long, ele percebeu que Long estava escrevendo sobre o mesmo sistema que aprendera, em parte, a partir dela.

Muitas das palavras especiais que a sua professora usara para descrever as suas crenças eram quase idênticas às Havaianas. Ele enviou uma carta a Long e logo estava compartilhando o que sabia. Juntos, eles conseguiram reunir os fundamentos da tradição secreta.

Entre outras coisas que Quahine ou ‘Mulher Kahuna’ havia contado a Stewart estava a lendária história de como a sua tribo havia feito parte de doze subtribos que conheciam e usavam os conceitos Huna e que viviam no deserto do Saara quando ainda era uma terra verde e fértil de rios caudalosos.

À medida que os rios secavam, as tribos previam que a sua tradição estava em perigo de extinção. Preocupados, eles usaram os seus poderes psíquicos para procurar no mundo um lugar para onde pudessem se mudar, uma área onde eles encontrariam segurança para as suas crenças. O lugar que escolheram foi o isolado Pacífico.

Livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – Autor William R. Glover – 2005

As tribos deixaram o Egito e desceram em grandes canoas duplas pelo Mar Vermelho até o Oceano Índico e, por fim, chegaram às distantes Ilhas do Pacífico. Havia, ela disse, doze tribos; no entanto, a sua tribo permaneceu para trás como uma retaguarda para que as outras não fossem detidas pelos governantes da época. Eles finalmente alcançaram a área da Cordilheira do Atlas, onde foram capazes de preservar a tradição secreta. Essas tribos, ela declarou, eram as tribos perdidas originais de Israel.

Cordilheira do Atlas – Fonte Wikipedia

As onze tribos que fugiram se dividiram. Pelo menos uma tribo viajou ao longo da costa da África até Madagascar. Alguns evidentemente ali se estabeleceram, já que metade da Ilha hoje, mais de dois mil anos depois, é habitada por um povo pardo claro, que fala uma língua que é um dos dialetos Polinésios, chamada Malgaxe.

Outros povos Huna migraram pela Arábia e para a Índia. Na Índia deixaram vestígios de suas ideias, mas pouco de sua língua. Enquanto em Madagascar a linguagem fornece a evidência, na Índia ela vem das ideias que foram deixadas para trás. Os Kahunas têm que ter feito amizade com os homens religiosos da época. Aparentemente, os professores de Yoga foram iniciados nas crenças Huna. Infelizmente, as crenças gradualmente vieram a ser contaminadas.

A título de exemplo, os exercícios respiratórios, vitais para os praticantes da Huna, também são importantes em Yoga. No entanto, os Iogues começaram a experimentar e, ao longo dos anos, a maioria dos conceitos Huna se misturaram e se confundiram, até que finalmente muito pouco da aplicação prática do sistema original existe na Yoga hoje.

Por outro lado, as crenças Huna originais ainda eram puras quando Buda estabeleceu a sua doutrina como uma reforma do Bramanismo de sua época. Obviamente, havia um conhecimento da Huna por parte de Buda e de seus seguidores porque existem elementos esotéricos do Budismo que só podem ser entendidos conhecendo-se o sistema Huna.

Por exemplo, o conceito de atingir o Nirvana, normalmente entendido como a fusão com a fonte de toda a vida e, assim, deixar de existir, assume um significado totalmente diferente quando alguém entende a Huna.

Da Índia, as dez tribos de iniciados remanescentes migraram através dos traços de Sumatra e Javas. A tribo de Madagascar não se uniu a eles.

Nas Ilhas do Pacífico encontram-se dez diferentes dialetos da língua Polinésia representados na Nova Zelândia, no Havaí, no Tahiti, em Samoa e nas Ilhas menores da área do Pacífico. Devido à localização remota dessas ilhas, o povo conseguiu preservar as suas crenças e praticá-las por mais de dois mil anos, livres da influência de outras crenças.

O povo Huna evidentemente se estabeleceu nas Ilhas da Polinésia antes da escrita dos Quatro Evangelhos, porque quando os missionários chegaram ao Havaí, eles ficaram surpresos ao descobrir que os nativos conheciam todas as histórias principais do Antigo Testamento, mas não sabiam nada do que estava contido no Novo Testamento.

As suas lendas contavam a história da criação de Adão e Eva e do Jardim. Eles tiveram um relato próximo de Noé e do Dilúvio. Eles até sabiam de Jonas e a Baleia. Essas eram histórias que vieram da Caldéia e da Babilônia quando os Judeus estavam em cativeiro lá.

No entanto, em nenhuma das lendas Havaianas pode ser encontrado sequer um traço da história de Jesus ou Maria ou da Crucificação. Os missionários, que chegaram ao Havaí em 1820, não conseguiam entender como os nativos haviam aprendido as histórias do Antigo Testamento. Se os primeiros exploradores tivessem ensinado histórias de Adão e Eva, eles certamente teriam contado sobre Jesus e os seus discípulos.

Após a migração para a Polinésia, o sistema floresceu. Os Kahunas, que conheciam o sistema secreto do pensamento positivo, eram curandeiros. Eles podiam curar [heal] ossos quebrados, muitas vezes em um instante. Eles também eram capazes de olhar para o futuro.

Então chegaram os missionários. Os Kahunas ficaram impressionados com a afirmação de que Jesus realizava milagres de cura [healing] e, naturalmente, assumiram que os Cristãos sabiam tudo sobre o sistema Huna. Os médicos missionários, entretanto, não podiam curar [heal] os seus doentes tão prontamente quanto os curandeiros Kahuna. Assim, os nativos finalmente perceberam que esses Cristãos, embora tivessem a aparência externa de alguns Huna, não conheciam o sistema operacional completo.

Como os missionários obtiveram influência política sobre os chefes, os Kahunas foram banidos. A geração mais jovem, as filhas e os filhos que normalmente teriam recebido a iniciação e teriam aprendido o segredo, não fizeram o treinamento necessário.

Gradualmente, conforme os Kahunas mais antigos começavam a morrer, a tradição secreta também começou a morrer. Huna, depois de ter sido mantida pura e intacta ao longo de todos os séculos, veio a se tornar perdida.

O Sr. Long reconheceu que os Kahunas Havaianos tinham que ter palavras especiais em sua língua para usar para ensinar as suas crenças aos sacerdotes mais jovens. Ele começou a estudar todas as palavras do dicionário Havaiano que pudessem ter a ver com a natureza mental ou espiritual do homem.

Imediatamente, ele encontrou palavras inconfundíveis que descrevem as ‘partes da mente’, como são chamadas na Psicologia moderna. Após anos de busca, ele tinha começado a aprender a tradição secreta.

Anos se passaram antes que ele encontrasse um ‘código’ escondido em sua linguagem que dizia o que eles acreditavam. Esse ‘código’ o ajudou a descobrir crenças semelhantes em outras civilizações. Esse ‘código’ foi construído em uma língua que tinha que ter sido idêntica foneticamente à língua das tribos Huna enquanto elas estavam no Egito. Em algumas das terras visitadas pela migração das tribos Huna, as palavras de sua língua foram deixadas para trás. Frequentemente, essas palavras vieram a ser modificadas.

Felizmente, os Kahunas do Havaí preservaram a sua linguagem com muito cuidado, porque dentro de sua linguagem havia um ‘código’ que descrevia o seu sistema secreto. Se o idioma tivesse sido alterado, as palavras-chave teriam sido modificadas e o ‘código’ nunca teria sido preservado.

Para manter a pureza de sua língua, os jovens Kahunas eram treinados para memorizar longos cantos sobre a história do povo e a genealogia dos chefes. Se, enquanto cantava essas genealogias e histórias lendárias, um jovem sacerdote mudava uma palavra, sílaba ou pronúncia, ele era imediatamente corrigido pelos Kahunas mais idosos.

Como resultado, o idioma do Havaí permaneceu inalterado por milhares de anos. As modificações linguísticas ocorreram na Nova Zelândia e, em maior grau, no Taiti. Mas a língua Havaiana permaneceu a mais pura e foi a língua que Max Freedom Long usou para achar as palavras-chave para quebrar o ‘código’ e recuperar as antigas técnicas de pensamento positivo.

O Havaiano, como outros dialetos Polinésios, é uma linguagem simples. Esse dialeto não é aglutinado e não muda palavras para fazer tempo ou gênero ou número, ao invés disso, ele usa palavras especiais para mostrar essas mudanças. As palavras Havaianas são construídas a partir de palavras com raízes curtas, que juntas descrevem o significado completo da ideia. Como muitas palavras-raiz têm vários significados, era ideal para uma linguagem de ‘código’.

O Sr. Long descobriu que, ao traduzir cada raiz, ele poderia achar o significado oculto, ou o significado do ‘código’, das palavras-chave nos cânticos Kahuna. O que complicou a quebra do ‘código’ é que certas palavras eram usadas como símbolo de alguma parte ou elemento do sistema Huna. Se o significado simbólico não fosse conhecido, o verdadeiro significado da declaração não poderia ser entendido.

Por exemplo, no início do Egito, o pequeno grifo retratado de um gafanhoto pode ser encontrado nas tumbas com a múmia. No Havaí, o gafanhoto também era um símbolo do mesmo conceito. A palavra Havaiana para gafanhoto é unihipili.

Imagem: elegance-nairobi-Ja_FIdTNJaQ-unsplash 26.04.2023 – gafanhoto

A definição dada no AndrewsHawaiian-English Dictionary’ de 1865 é ‘um nome de uma classe de deuses’, enquanto aumakua é outra. Eles eram espíritos que partiram de pessoas decompostas. ‘Somente por traduzir e considerar o significado das raízes das palavras pode-se chegar ao verdadeiro significado Huna’.

Ela era a palavra usada pelos Kahunas para indicar o que chamamos de subconsciente. Nenhuma das raízes tem algo a ver com um gafanhoto ou com espíritos ou com uma múmia do falecido, mas todas descrevem alguma característica da mente subconsciente.

A raiz pili significa ‘unido ou conectado (aderido)’ ou ‘pertencente a uma pessoa” e ‘aderir a alguma coisa’. O subconsciente está ‘unido’ e ‘pertence’ ao corpo do homem. A raiz nihi descreve ‘sigilo, trabalhando silenciosamente e suavemente’. A mente subconsciente é certamente silenciosa. A raiz u significa um ser, um ‘eu’. Os sacerdotes tinham uma palavra alternativa, uhinipili, para o subconsciente, que repete algumas das palavras-raiz, mas contém outras que fornecem significados adicionais. Uhi carrega o significado de ‘uma voz fraca, que é abafada por outra voz’. Outro significado é ‘esconder ou ser secreto’. Todas essas descrições apropriadamente descrevem a mente subconsciente e a maneira como ela funciona. Elas mostram que ela é secreta, que está intimamente ligada à mente consciente, que só fará coisas quando quiser e que também esconde coisas, como complexos e é o centro das emoções.

Uhane é a palavra Havaiana para a mente consciente. U significa ‘eu (ser)’ e hane significa ‘falar’. O ser humano é o único animal que é capaz de falar para transmitir ideias. Esses exemplos mostram o método usado para achar os significados ocultos nas palavras usadas pelos Kahunas.

O ‘código’ era realmente muito simples. Os significados separados das palavras-raiz descrevem a ideia que está oculta na palavra. A palavra-código Havaiana para Supraconsciente é Aumakua. Makua significa ‘parental’ ou ‘um par de deuses’ e é a parte ‘parental’ do homem. As raízes também significam ‘muito idoso’. A tradução para a palavra aumakua dada por um estudante da tradição Havaiana é ‘espírito parental totalmente confiável’. O dicionário Havaiano traduz a palavra como ‘aquele em quem se pode confiar, como uma criança confia nos pais’. Pode-se chamar o supraconsciente de: ‘Deus que é confiável para amar o subconsciente e o consciente com quem ele está conectado’. Isso nos ajudará e nos guiará ao longo de nossa vida.

Os Kahunas não escondiam os seus ensinamentos secretos apenas em palavras codificadas. Eles também usavam símbolos. Esses eram mais difíceis de entender porque simplesmente usavam várias palavras como símbolos de alguma coisa. Por exemplo, ‘água’ era o símbolo da força vital do ser humano. Eles usaram a palavra ‘semente’ em vez de ‘oração’. A palavra ‘caminho’ denota a conexão entre as partes consciente e subconsciente do homem com o Supraconsciente. ‘Luz’ era o símbolo do Supraconsciente.

Qualquer um que deseje verificar essas palavras do ‘código’ Huna pode comprar um bom dicionário Havaiano-Inglês para usar ao examinar a maneira inteligente como os primeiros Kahunas colocaram duplos significados em palavras e raízes de palavras compostas para ocultar os significados internos enquanto eram capazes de fazer sentido com o significado externo. A linguagem é muito simples de trabalhar e com o conhecimento adicional de algumas palavras-chave de símbolos, pode-se facilmente verificar as descobertas da Huna.

No final da Segunda Guerra Mundial, o Sr. Long tinha desenvolvido gradualmente uma compreensão completa desse ‘código’ e dos símbolos; no entanto, isso levou quase quarenta anos para ele vir a ser bem versado. Isso foi não antes de 1965 que ele era capaz de tabular a Psicologia completa e funcional do antigo sistema de pensamento positivo chamado Huna.

A essa altura, ele tinha pesquisado e achado referências a esse ‘código’ em religiões como a Ioga primitiva, o Hinduísmo posterior e o Budismo. Os Gregos e Egípcios tinham peças de mistério elaboradas que eram usadas para ensinar e na iniciação de membros mais jovens. O Sr. Long descobriu frases-chave específicas do sistema Huna codificadas nesses escritos sagrados dos cultos misteriosos do Oriente Médio.

Muito pouco do material Védico da Índia foi achado para corresponder com Huna; no entanto, nos últimos ‘Upanishads’, aparecem declarações que se assemelham às crenças e práticas Huna. Mais declarações codificadas foram encontradas no ‘Livro Egípcio dos Mortos’ e no famoso épico Hindu, o ‘Bhagavad Gita’. Ele até encontrou vestígios do antigo sistema codificado em Gênesis, Isaías e Jeremias. Surpreendentemente, os Quatro Evangelhos do nosso Novo Testamento contêm mais Huna codificado do que qualquer outro escrito religioso.”

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Imagem: Foto de Jordan Ryskamp na Unsplash – Oahu, Hawaii, USA – jordan-ryskamp-2tY20rTKgok-unsplash.jpg – 26 de abril de 2023

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Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

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Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

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Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

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Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Livro “Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Matthew B. James. Estudo Acadêmico , para um Programa de Doutorado da Walden University, Minneapolis, Minnesota, USA, 2008, doutorando em Psicologia da Saúde, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness”. O estudo completo pode ser acessado no site da Walden University no link:  https://scholarworks.waldenu.edu/dissertations/622/#:~:text=The%20results%20demonstrated%20that%20those,the%20course%20of%20the%20study.

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;  

Muda…
A Prece atinge o seu foco e levanta voo.
A chuva de bênçãos derrama-se sobre mim, nesse exato momento.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoa-me.
Eu te amo.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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