Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica dos Kahunas na prática do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose], autor Max Freedom Long, publicado por Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956].

Fonte primária de pesquisa.

Tradução livre Projeto OREM®

Livro:

Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis

Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose

Autor:

Max Freedom Long

Autor de:

• A Ciência Secreta por Trás dos Milagres

• A Ciência Secreta em Ação

• Crescendo em Direção à Luz

Publicado por:

Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956]

Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose

Introdução

Essa informação sobre as áreas da psicologia que nós temos denominado hipnose, mesmerismo e sugestão é apresentada como um complemento à escassa literatura sobre o antigo sistema psicorreligioso [psicofilosófico] dos Polinésios chamado “Huna” ou “O Segredo”.

Presume-se que o leitor já tenha lido os três primeiros livros que tratam da redescoberta da [Psicofilosofia] Huna (A Ciência Secreta por Trás dos Milagres, A Ciência Secreta em Ação e Crescendo na Luz). Mas, para aqueles que chegam a esse livro sem conhecimento do que foi descoberto até o momento, um apêndice é fornecido com um breve resumo dos dez elementos simples que possibilitam a aplicação mais prática de certos princípios psicológicos até então desconhecidos, pelo menos nos dias de hoje.

Embora a leitura do apêndice permita entender as ideias incorporadas na Huna e que são frequentemente mencionadas nesse tratado, será proveitoso, para o estudante sério que deseja ter todas as provas da veracidade das crenças Huna, ler os livros mencionados acima. Neles, será encontrado material de apoio que o atualizará sobre aquela que é talvez a mais importante coleção especializada de descobertas antropológicas desse século.

Agradecemos aqui a ajuda prestada na verificação da validade e praticidade das teorias e métodos aqui apresentados. Em primeiro lugar, agradecemos aos Huna Research Associates [Associados de Pesquisa Huna] e, especialmente, a alguns dos pesquisadores mais competentes dessa organização tão dispersa. Os agradecimentos secundários se estendem aos muitos homens que exploraram o campo da consciência no nível da percepção [consciousness] humana no passado e que contribuíram para nos trazer o conhecimento psicológico que possuímos hoje.

Max Freedom Long
Vista, California, U. S. A.

Capítulo 1

Dizem que, nos primórdios da humanidade, todas as coisas viviam nos mares que cobriam a maior parte da Terra. Então, algumas criaturas começaram a evoluir e a emergir para a terra firme. Entre elas estava a serpente e embora ela não tenha desenvolvido pernas ou asas nos muitos séculos que se seguiram, ela conseguiu desenvolver um método surpreendente para capturar as suas presas.

Ela se tornou a primeira mesmerista.

Na novíssima e mal estruturada semi-ciência chamada “Psicologia”, tão pouco se sabe ainda sobre a natureza das forças da mente e do pensamento que não se faz distinção entre mesmerismo, como o usado pela serpente e hipnotismo, no qual a sugestão é a chave.

Como todos os estudantes de Huna agora sabem, pode-se acumular uma reserva extra de força vital com muita facilidade e essa força, quando convertida na energia da “vontade” do self básico ou do self médio, torna-se uma coisa estranha e extremamente potente.

A serpente desenvolveu a capacidade de acumular força vital extra e projetá-la ao longo da linha de visão em direção a um pássaro. A força tinha um efeito surpreendente. O pássaro perdia o controle de seus movimentos e só conseguia bater as asas impotente, em um estado de “fascinação”, enquanto a serpente se aproximava, estendia a mão e começava a devorá-lo.

Observadores atentos notaram que a Mãe Natureza fornece um anestésico para prevenir a dor em muitas de suas criaturas menores, que têm que servir de alimento para as outras. O pássaro ou o coelho desmaia e fica inconsciente assim que a serpente o alcança. Acredita-se popularmente que essa morte seja causada pelo medo, mas as evidências da Huna indicam que, com a aproximação da serpente hipnotizadora, todo o poder da sobrecarga de força vital atinge a vítima e causa a inconsciência.

Humanos mesmeristas têm demonstrado poderes semelhantes entrando em uma sala onde voluntários estavam sentados e esperando. O mesmerista então percorre a fileira com o olhar, projeta a sua força hipnótica e os indivíduos mais sensíveis caem inconscientes no chão, permanecendo ali por vários minutos antes de recuperarem a consciência no nível da percepção [consciousness]. Nenhuma sugestão é dada. Tanto a serpente quanto o mesmerista dependem do impacto, assim como o carrasco depende do choque da corrente elétrica.

Outro ponto pouco entendido pelos psicólogos é que se trata do self básico (subconsciente) que é afetado pelo choque da força vital direcionado e posto em ação de forma tão violenta pelo mesmerista.

Pássaros e animais são todos criaturas de self básico. Somente o homem adicionou ao seu self animal ou básico herdado um self médio (um self mente consciente) que, por sua vez, possui uma conexão com um self ainda mais superior (o Supraconsciente), que ainda não é reconhecido nos livros didáticos.

Há mais de cem anos, o mesmerismo ganhou notoriedade pública devido ao trabalho de cura [healing] do Dr. Anton Mesmer. Ele o utilizava e a prática passou a ser chamada em sua homenagem. A sua cura [healing] era espetacular e bem-sucedida. Ele logo se tornou famoso em toda a Europa.

Ele chamava essa força de “magnetismo animal” e acreditava que, quando ele estivesse mais carregado dela do que o paciente, ela fluiria de seu corpo para o do paciente, promovendo a cura [healing]. O próprio fato de ele esperar esse fluxo de energia funcionava como um comando mental para que ele ocorresse e de fato o fazia.

Mas, como a serpente, às vezes ele injetava tanta energia vital em alguém que estava aguardando ser curado [healed], que isso resultava em movimentos involuntários, histeria ou até mesmo inconsciência. Essa inconsciência deveria ser sono, mas era alguma coisa muito diferente. Contudo, isso deu origem à crença de que o sono e o mesmerismo estavam de alguma forma relacionados.

Na Inglaterra, algum tempo depois da morte do Dr. Mesmer, o Dr. James Braid, trabalhando nesse problema do sono mesmérico, fez o que considerou uma descoberta notável. Ele descobriu que a “sugestão” podia produzir o mesmo sono artificial. Além disso, ele descobriu que, ao fazer com que um paciente olhasse fixamente de uma certa maneira para um pequeno objeto brilhante mantido bem acima da linha dos olhos, ele conseguia induzir esse tipo de sono sem (assim ele pensava) o uso de sugestão ou qualquer coisa semelhante à força magnética.

Por desconhecer o que estava por trás do mesmerismo, ele não percebeu que a sugestão sempre contém uma pequena quantidade de força vital — o “magnetismo animal” de Mesmer — ou que a sugestão pode ser administrada silenciosamente apenas esperando que o sujeito adormeça ao ser levado a olhar fixamente para um objeto brilhante que cansa os olhos. (O simples cansaço dos olhos causa sono natural. Dado o elemento da sugestão ou o impacto de uma carga de força vital direcionada pela vontade, o sono produzido é artificial.)

Com a Huna, nós aprendemos que a sugestão é o implante de um pensamento ou ideia na mente do sujeito, seja por meios vocais ou telepáticos. Nós aprendemos ainda que uma ideia implantada não possui nenhum poder mesmérico ou hipnótico, a não ser que a força mesmérica seja adicionada à ideia no momento de sua criação ou durante o processo de implante. Alguém pode dizer a um amigo: “Vá pular no lago”, mas, por falta da força mesmérica que acompanha essa ideia, o amigo não reage a ela nem mesmo minimamente. Por outro lado, se um hipnotizador apresentasse essa ideia na forma de uma sugestão acompanhada de poder mesmérico suficiente, o sujeito obedientemente começaria a procurar um lago para pular.

Podemos nos maravilhar que homens tão inteligentes quanto Mesmer e Braid não tenham conseguido desvendar o mistério do que acontece no mesmerismo e na sugestão. Para quem conhece Huna, isso parece tão simples. Mas eles o ignoraram — e, ao fazê-lo, ignoraram o elemento mais importante de toda a questão.

O ELEMENTO MAIS IMPORTANTE é o fato de que uma ideia simples, quando imbuída de força mesmérica, fará com que o self básico de outra pessoa reaja de maneira surpreendente. ALÉM DISSO, o próprio self básico reagirá de maneira muito semelhante ao receber uma AUTOSSUGESTÃO.

Pode-se dar a si mesmo autossugestão com facilidade e rapidez. Isso requer pouco treinamento e quase nenhum esforço físico. Uma vez dada a autossugestão, o self básico assume o controle e realiza todo o trabalho de colocá-la em prática. Isso nos fornece uma ferramenta de grande valor. Aquilo que nós não conseguimos fazer, não importa o quanto nós nos esforcemos e prometamos promover a mudança, pode ser realizado sem esforço pelo self básico, uma vez que esse tenha recebido uma ideia fortemente carregada de força mesmérica.

O ELEMENTO MAIS IMPORTANTE é o fato de que uma ideia simples, quando imbuída de força mesmérica, fará com que o self básico de outra pessoa reaja de maneira surpreendente. ALÉM DISSO, o próprio self básico reagirá de maneira muito semelhante ao receber uma AUTOSSUGESTÃO.

Uma outro ponto necessita ser observado. É que, quando uma sugestão é dada ao self básico, a sua carga normal de força vital tem que ser inativada por meio do relaxamento do corpo e da parte da mente que a controla. No decorrer desse relaxamento, a sua “vontade” também tem que ser relaxada e tornada quase inativa, caso contrário, o self médio, que atua como mesmerista-hipnotizador ao transmitir a ideia carregada de força como uma sugestão, não será capaz de implantá-la no self básico, onde ela desencadeará a reação automática.

Os hipnotizadores modernos têm aprendido que um leve cansaço nos olhos do sujeito causa uma sensação de fadiga que logo leva ao relaxamento corporal. (O sono propriamente dito deve ser evitado.) Esse estado de relaxamento é necessário para que o sujeito esteja pronto para aceitar a sugestão, mas o disco giratório com a sua espiral pintada, tão popular atualmente, ou o antigo ponto de luz brilhante mantido acima da linha dos olhos do sujeito, têm pouca relação com o mesmerismo ou a hipnose propriamente ditos. No caso do operário que adormece devido ao cansaço visual causado pelas peças da máquina que se movem constantemente à sua frente, isso é sono, não hipnose. Tampouco o olho penetrante da serpente é o que mesmeriza o pássaro.

Uma ideia equivocada bastante comum tem sido a de que a sugestão durante o sono, quando administrada por meio de um fonógrafo ou gravador, seja eficaz. Não há força hipnótica em palavras proferidas mecanicamente. Tais palavras podem servir apenas como um lembrete para o self básico. É verdade que, se o self básico recebe autossugestão ou é “condicionado” por meio da hipnose conduzida por um operador, que o induz a aceitar palavras proferidas mecanicamente como sugestões verdadeiras, os resultados se seguem, manifestando-se como reações pós-hipnóticas. As gravações do sono têm se mostrado mais eficazes na formação de impressões na memória. Em um estado de sono leve, o self básico ouve e frequentemente se lembra de coisas se elas forem repetidas várias vezes — como palavras e frases em um idioma estrangeiro.

Por outro lado, a sugestão durante o sono, administrada por voz a uma criança ou adulto, pode atrair a atenção do indivíduo e penetrar em seu self básico. A quebra de hábitos infantis tem sido facilitada por esse método, enquanto é praticamente impossível por meio de repreensões ou outros usos não sugestivos da força quando a criança está acordada e a sua “vontade” está ativa e defensiva.

Em um artigo publicado há algum tempo, Howard Van Smith afirmou que o Dr. Boris Sidis, um psicólogo e professor da Universidade de Harvard, decidiu usar a sugestão em seu filho adormecido, Billy, para determinar o valor de tais métodos na aceleração da educação. O processo de aprendizado não só foi acelerado, como também se tornou fácil no que diz respeito à memorização. Aos três anos, a criança já usava uma máquina de escrever. Aos quatro, lia livros didáticos com compreensão. Aos sete, ele havia concluído o ensino fundamental, levando apenas cinco meses para percorrer todas as oito séries. Aos oito anos, ele completou, em seis semanas, todo o ensino médio e inventou o calendário perpétuo, que ainda é muito utilizado. A sua capacidade de raciocínio e memorização se desenvolveu com a mesma rapidez e ele conseguia compreender ideias abstratas com facilidade. Aos onze anos, a convite de professores de Harvard, ele ministrou uma palestra sobre a teoria da quarta dimensão, apontando também o que considerava uma falha na teoria da relatividade de Einstein. Infelizmente, ele faleceu em 1944, antes que todas as possibilidades do método pudessem ser determinadas. A sua irmã, Helene, foi tratada de forma menos intensiva e só conseguiu passar nos exames de admissão à universidade aos quinze anos.

Nem as crianças de Sidis possuíam habilidades mentais excepcionais, a julgar pelos testes de inteligência usuais da época, mas o trabalho realizado com elas corrobora as evidências que se acumulam rapidamente, demonstrando que, quando as ideias são devidamente carregadas e vitalizadas em um estado receptivo, o self básico pode memorizar e reagir como por mágica. Nós, que somos os selfs médios e habitamos o corpo com o self básico, possuímos uma capacidade de raciocínio natural, mas para utilizá-la, nós temos que ter o material adequado na forma de memórias armazenadas para trabalhar — para recordar e comparar. Com uma grande quantidade dessas memórias, obtida por sugestão, o processo de raciocínio se desenvolve e o self médio aprende rapidamente a utilizar o conhecimento armazenado.

Aqui, em resumo, nós temos uma breve descrição do mesmerismo e da sugestão, conforme apresentada pela Huna, para complementar e corrigir o pouco que é geralmente conhecido. Consideremos agora alguns detalhes.

Primeiramente, convém admitir que poucos de nós desejam aprender a usar a sugestão mesmérica profissionalmente. A maioria de nós utilizará a autossugestão.

O objetivo e a recompensa da autossugestão é o controle do self básico para obter a sua plena cooperação em todas as coisas que nós, os selfs médios, decidimos que devem ser feitas. Há coisas deliciosas e de grande valor que podem advir dessa cooperação.

Para começar, nós podemos quebrar hábitos que nos desafiam há anos. A resistência sempre surge do self básico e só se torna rápida e fácil quando ele próprio é levado a fazer a correção.

Além disso, há todos os benefícios que o self básico pode trazer para a saúde, o alívio da dor, o desenvolvimento da capacidade de aprendizado e a promoção de um humor alegre ao invés da “melancolia” (“blues”). Consegue-se um sono profundo e reparador, o fim das preocupações e a paz de espírito. Quando o self básico recebe a sugestão correta, ele responde transformando as tarefas do dia em algo prazeroso e alegre, ao invés de um esforço exaustivo.

Em comparação com a luta comum para parar de fumar e os dias e noites de conflito interno que muitas vezes terminam em fracasso, a autossugestão é como uma conversa telefônica em que o self médio dá ordens antes de desligar e sair correndo para o baile ou o teatro, certo de que as ordens serão fiel e plenamente obedecidas.

Nesse ponto, Huna abandona os livros didáticos convencionais sobre sugestão e nos conduz a um reino onde recompensas maiores começam a se materializar.

O mais maravilhoso de tudo é que podemos obter plena cooperação do self básico ao entrar em contato com o Self Superior e convidá-lo a desempenhar o seu papel apropriado no modo de vida dos self-trino, ou modo de vida normal. Isso pode nos proporcionar orientação intuitiva e ajuda direta e indireta sem fim. É aqui que os milagres se tornam possíveis.

É fundamental que entendamos os aspectos misteriosos e intangíveis envolvidos em qualquer uso da sugestão. Para começar, nada melhor do que retornar ao Dr. Mesmer e analisar de perto o que ele de fato conseguiu realizar. Pouco importa que ele estivesse errado em sua crença inicial de que poderia extrair magnetismo animal (a nossa força vital e a “mana” da Huna) de ímãs que segurava nas mãos ou carregava nos bolsos, visto que agora nós sabemos que o magnetismo em metais não é o que se encontra no corpo humano como força vital. Nós temos que perguntar o que Mesmer usou e de onde veio.

O que ele fez não é segredo. Ele fez um esforço mental máximo para atrair magnetismo para o seu corpo através de ímãs. Ele se imaginava cada vez mais carregado de magnetismo, até atingir uma carga realmente muito grande. Isso funcionou de uma maneira estranha. Quando ele imaginava o magnetismo como uma força animal viva e imaginava que estava se tornando cada vez mais carregado com ele, inadvertidamente fazia com que o seu self básico aumentasse o seu suprimento de força vital. O self básico dele era capaz de somar à carga normal do seu corpo de uma maneira inesperada.

Uma vez carregado dessa forma, é importante lembrar, o seu toque permitia que a força vital entrasse nos pacientes, causando todas as reações que mais tarde foram reconhecidas como sinais de que a hipnose estava fazendo efeito. Mas a reação ao mesmerismo era muito maior do que a reação à hipnose posterior. Os pacientes frequentemente ficavam violentamente doentes, tinham convulsões ou pareciam ficar em transe por um tempo, como se estivessem mortos, para depois se curarem [cured] completamente.

Nós não temos que ignorar o que ele NÃO estava fazendo. Ele não estava usando sugestão conscientemente, pelo menos não o tipo de sugestão que mais tarde ficou conhecida como hipnose. No entanto, como ele tinha a forte intenção e o propósito de fazer com que a força magnética o deixasse, que entrasse no corpo do paciente e que provocasse a cura [cure], deve ter havido uma certa dose de sugestão telepática administrada.

As curas [healings] mesméricas eram realizadas através do uso de uma grande quantidade de força vital combinada com uma pequena quantidade de sugestão. Nos esforços posteriores de cura [healing] hipnótica, quase nenhuma força mesmérica era usada, mas a quantidade de sugestão era grande. O primeiro sistema funcionou muito melhor do que o segundo. Isso provavelmente ocorreu porque uma sugestão é uma ideia plantada no self básico do paciente pelo operador. Se essa ideia estiver altamente carregada com a força vital sob a direção da “vontade” ou comando do self médio, ela impressiona muito o self básico do paciente e o faz reagir da maneira desejada. Se a ideia for pouco fortalecida com a força, ela obtém apenas uma leve resposta.

O Dr. Mesmer tornou-se o centro de uma tempestade nos círculos médicos. Não se podia negar que ele havia realizado muitas curas [cures], mas a sua teoria do magnetismo animal podia ser, e foi, violentamente atacada por seus inimigos. Eles demonstraram de forma bastante conclusiva que segurar um ímã nas mãos não conferia poder mesmérico. Até mesmo o Dr. Mesmer acabou por admitir o erro, mas enfatizou que a força, embora não fosse do tipo magnético metálico, ainda era uma força animal semelhante e que podia ser gerada no corpo.

uma sugestão é uma ideia plantada no self básico do paciente pelo operador. Se essa ideia estiver altamente carregada com a força vital sob a direção da “vontade” ou comando do self médio, ela impressiona muito o self básico do paciente e o faz reagir da maneira desejada. Se a ideia for pouco fortalecida com a força, ela obtém apenas uma leve resposta.

Os inimigos dele não aceitaram as suas correções. Eles estavam profundamente preconceituosos. No entanto, alguns amigos de Mesmer continuaram a experimentar com a força e a produzir efeitos semelhantes, resultando em cura [healing]. Além disso, existem registros de que Mesmer e os seus seguidores conseguiam colocar as mãos em vários objetos e transferir a carga da força vital para eles. Banheiras de água eram carregadas dessa maneira por Mesmer e barras de ferro eram colocadas de forma que uma das extremidades ficasse submersa. Várias barras de ferro eram colocadas em cada banheira grande e, quando os pacientes se aproximavam das banheiras carregadas e seguravam as barras, a força armazenada na água entrava neles através das barras e eles reagiam da mesma forma que outros pacientes haviam reagido ao serem tocados diretamente pelo famoso curador [healer].

O Barão Jules Du Potet, amigo de Mesmer, dando continuidade a essa transferência experimental da força, tornou-se conhecido por energizar certas árvores. Os seus pacientes iam até elas, tocavam-nas ou se deixavam amarrar a uma árvore com cordas fortes para que não caíssem e perdessem o contato caso ficassem inconscientes por um tempo devido ao que hoje nós chamamos de “choque mesmérico”. As curas [healings] foram numerosas.

As árvores não oferecem sugestão silenciosa do tipo telepático, nem sugestão vocal. Críticos posteriores do mesmerismo como sistema de cura [healing] enfatizam muito esse fato, especialmente quando eles afirmam que toda cura [healing] tem que vir do uso da sugestão hipnótica. A resposta para esse enigma não será encontrada em textos modernos de psicologia, mas sim na Huna. Além disso, a resposta dada pela Huna nesse ponto necessita ser escrita em letras de trinta centímetros de altura para garantir que receba total atenção e que não seja esquecida.

Huna nos ensina que as grandes cargas de força vital usadas no mesmerismo ou na sugestão TÊM QUE SER DIRECIONADAS para que ajam de maneiras específicas, caso contrário, as cargas se dissiparão rapidamente e desaparecerão sem produzir nenhum resultado.

O direcionamento é feito pelo self médio e a sua “vontade” é a ferramenta que ele usa para dar e impor essa direção. Isso é facilmente compreendido e aceito, mas o que vem a seguir é alguma coisa bastante incrível, mesmo que comprovada pelo que frequentemente acontece quando a força vital é direcionada dessa forma e colocada em ação, produzindo efeitos.

Huna nos ensina que as grandes cargas de força vital usadas no mesmerismo ou na sugestão TÊM QUE SER DIRECIONADAS para que ajam de maneiras específicas, caso contrário, as cargas se dissiparão rapidamente e desaparecerão sem produzir nenhum resultado.

A “vontade” do self médio, que é a força vital impregnada de alguma forma com um elemento do self consciente, assume uma qualidade peculiar e demonstra um poder estranho e duradouro. Parece misturar-se com a força vital do corpo do curador [healer] e permanecer nessa mistura. Observe o que aconteceu quando a força foi colocada nas tinas de água por Mesmer ou nas árvores pelo Barão Du Potet. A sobrecarga de força permaneceu por um longo tempo onde fora direcionada e com ela ia o elemento diretor da vontade, de modo que, quando um paciente tocava as varas ou as árvores, a vontade fazia com que a força penetrasse no corpo do paciente. Não só isso, mas, uma vez no corpo, ativava a tênue ideia ou sugestão de cura [healing] transmitida pelo curador [healer] ao colocar a força vital no objeto para uso terapêutico.

O direcionamento é feito pelo self médio e a sua “vontade” é a ferramenta que ele usa para dar e impor essa direção.

Mais uma vez, nós temos o diminuto elemento da sugestão tornado muito grande e muito poderoso devido à magnitude descomunal da carga de força vital nele depositada. Mas ninguém, desde a época de Mesmer até os dias de hoje, jamais entendeu que existia uma força definida, guiada por uma mistura definida de “vontade”, colocada nas tinas de água de Mesmer ou nas árvores energizadas — e mantida ali, separada para todos os efeitos do curador [healer] que gerou a carga original.

Uma coisa que nunca se entendeu é que uma ideia — uma coisa imaterial que não pode ser vista nem mesmo sob um microscópio — é uma coisa material e real, capaz de absorver uma grande quantidade de força vital e que essa força, por sua vez, pode carregar consigo uma quantidade diretora de energia de “vontade” proveniente do self médio. Eis aqui três “nadas”, pelo menos no que diz respeito à psicologia moderna. Eles [os três “nadas”] são intangíveis, invisíveis e não identificáveis. Segundo todas as regras da psicologia experimental, não deveriam existir. Mas eles existem e isso está bem comprovado, pois nós somos capazes de observá-los em ação e de notar os resultados muito definidos que eles produzem quando aplicados como as forças e materiais básicos da sugestão — isso é, uma ideia sugerida mais uma carga de força vital dirigida pela “vontade”.

É bem possível que essas coisas inacreditáveis ​​não tivessem sido entendidas, ou sequer imaginadas, por muito tempo se a antiga tradição Huna não tivesse sido redescoberta.

De passagem, talvez seja oportuno lembrar dos sacerdotes nativos Polinésios, que eram especialistas no uso de cargas de choque da força mesmérica. Eles não apenas sabiam, como alguns dos homens da medicina das tribos Indígenas Americanas, como usar essa força para deixar alguém inconsciente com um simples toque, mas também eles aperfeiçoaram a arte de carregar bastões de arremesso com força hipnótica e usá-los em batalha. Os sacerdotes frequentemente se posicionavam atrás dos lanceiros e lançavam os bastões carregados por cima das cabeças deles para atingir o corpo de um guerreiro inimigo — o impacto o nocauteava, facilitando a sua subjugação. Há indícios de que essa prática também era conhecida pela antiga e primitiva civilização dos Aborígenes da Austrália. Em seus bumerangues, eles possuem as melhores varetas de arremesso do mundo e essas, retornando ao lançador após atingir a vítima, seriam ideais para transportar cargas de choque de força mesmérica.

Há muitas pessoas que negam a possibilidade da existência da sugestão ou de uma coisa como mesmerismo ou hipnose genuínos. O lema dessa linha de pensamento há muito tempo é: “É apenas a imaginação do sujeito em ação”.

Uma série recente de testes na Universidade Duke contribuiu muito para refutar essa linha negativa de pensamento. Ratos e camundongos, que, nós presumimos, não possuem a imaginação humana característica que os levaria a desejar imitar o estado hipnótico e as respostas hipnóticas, foram os sujeitos dos experimentos. Eles foram enjaulados de forma que tivessem que usar uma de duas saídas para escapar. Um experimentador ficava escondido da vista deles a uma distância de 2,5 a 4,5 metros, mas conseguia observar os roedores através de um pequeno orifício em uma tela, selecionar um e tentar influenciá-lo a sair pelo orifício escolhido.

Na edição de maio de 1957 da revista “Fate”, uma experimentadora, Dorothy Les Tina, explicou em um breve artigo a natureza dos testes e a sua própria experiência com vários camundongos domesticados comprados em uma loja de animais. Os camundongos foram colocados em uma caixa dividida, de modo que, ao puxar uma corda à distância, um camundongo de cada vez era liberado em uma caixa maior na qual dois orifícios de saída haviam sido feitos. À medida que cada rato era solto, ela concentrava o olhar nele e tentava “forçá-lo” a sair por uma saída selecionada. No início, os seus resultados eram praticamente aleatórios. Então, a sua pontuação começou a subir e, com o tempo, ela conseguiu atingir 10, 12, 14 e até 15 acertos em 15 tentativas.

Esse experimento, realizado sob a direção do Dr. Gardner Murphy, foi classificado como um teste do poder da “mente sobre a matéria” ou do poder da mente para mover a matéria — “psicocinese”. Testes já haviam demonstrado que algumas pessoas conseguiam influenciar o lançamento de dados, supostamente apenas com o poder da mente. Nesse caso, a influência supostamente se manifestaria sobre os movimentos de seres vivos. A autora do artigo afirmou que algumas perguntas ficaram sem resposta. Aparentemente, ela não conseguiu determinar se havia estabelecido algum tipo de conexão com os ratos e era capaz de influenciá-los com sugestões transmitidas telepaticamente, ou se, de alguma maneira, conseguia influenciar diretamente os movimentos musculares deles para que caminhassem até o orifício de saída escolhido. Em qualquer caso, nós podemos ter bastante certeza de que os ratos não perceberam que estavam sendo alvo de tentativas de influência por meio de sugestões e, devido à afeição que sentiam pela pessoa que os operava, usaram a imaginação para tentar simular uma resposta que correspondesse à sugestão dada.

Nós podemos afirmar com segurança que a sugestão do tipo mesmérico-hipnótico é alguma coisa real e válida. Não é imaginação. Ela produz resultados previsíveis.

Com esse ponto esclarecido, nós podemos dar um passo adiante, usando informações Huna como base geral e fornecer uma definição bastante abrangente de sugestão — uma definição que tem estado lamentavelmente ausente ou lamentavelmente deficiente nas últimas décadas.

A sugestão, do tipo mesmérica ou hipnótica, é composta por uma ideia central à qual foi atribuído o poder de causar uma reação apropriada por parte do sujeito, carregando-a com uma carga de força vital superior à normal. À carga de força vital soma-se uma força diretora de “vontade”, que é a força vital ligeiramente modificada e utilizada pelo self médio do ser humano. A ideia duplamente carregada é introduzida no centro de consciência no nível da percepção [consciousness] do self básico do sujeito, após o que a reação a ela pode começar.

Capítulo 2

Além da força vital utilizada em todas as formas de mesmerismo e sugestão, é preciso considerar a natureza dos PENSAMENTOS.

Nos círculos psicológicos modernos, postula-se que os pensamentos são ações químicas acopladas a cargas elétricas de alguma maneira. O cérebro pode ser estimulado por uma sonda levemente eletrificada e o paciente então se lembrará de alguma coisa que aconteceu anteriormente em sua vida, uma cena, um som ou uma série de pensamentos. Essas memórias tendem a assumir toda a aparência de realidade de um sonho. O componente elétrico no processo de pensamento é agora medido por um instrumento muito sensível, o eletroencefalógrafo, que registra as atividades elétricas causadas no cérebro pelo pensamento ou mesmo pelo sonho. Mas ainda assim, ninguém definiu o que é um pensamento, a não ser que seja alguma coisa que deixe uma pequena marca em certos tecidos do cérebro.

Na Huna, as coisas invisíveis e intangíveis são consideradas tão materiais quanto as coisas que registram as suas qualidades em um dos cinco sentidos. Toda substância, tangível ou não, é chamada de “mea”. Não temos uma palavra em Inglês [Português] que corresponda a isso.

Assim, para os Kahunas desde os tempos mais remotos, PENSAMENTOS ERAM COISAS. E, enquanto eles viajavam pelo mundo, deixaram esse e outros conceitos disseminados entre os povos que visitavam.

para os Kahunas desde os tempos mais remotos, PENSAMENTOS ERAM COISAS.

Na Ásia, particularmente em partes do que hoje é a Índia, ainda se encontram indícios muito claros de que os Kahunas passaram por ali. Eles ensinavam que a verdadeira meta da vida era integrar ou unir o Self Superior aos selfs básico e médio. Na Índia, essa crença deu origem ao Yoga, “a Ciência da União”.

Os Kahunas ensinavam que a verdadeira meta da vida era integrar ou unir o Self Superior aos selfs básico e médio.

Do Yoga, a ideia dos três selfs passou para o Hinduísmo e, com o passar do tempo, foi contaminada por outras crenças. Hoje, na Índia, as crenças básicas dos Kahunas ainda podem ser reconhecidas, mas estão bastante distorcidas. Na Teosofia, que foi formada em grande parte por empréstimos do Yoga e do Hinduísmo, lê-se frequentemente: “Pensamentos são coisas”.

Pode-se ler sobre mana, ou força vital, sob o nome de “prana”, mas os três selfs se tornaram “sete corpos” e veículos e selfs estão misturados, de modo que a sua verdadeira identidade não pode mais ser reconhecida.

A psicologia tem sido chamada de “a ciência da consciência no nível da percepção [consciousness]”, mas falha deploravelmente em reconhecer a consciência no nível da percepção [consciousness] quando ela é encontrada na posse dos espíritos dos mortos, cuja sobrevivência foi bem comprovada pela nova ciência, a Ciência Psíquica, fruto de pesquisas psíquicas anteriores.

Os mortos retornam — e esse é o ponto importante para a nossa discussão — ELES TRAZEM AS MEMÓRIAS DELES COM ELES.

Esse fato desestabilizou todas as teorias sobre a natureza do pensamento para psicólogos e fisiologistas. Eles não conseguem explicá-lo, então preferem ignorá-lo. Também são forçados a ignorar a existência da “vontade” humana, embora ela se manifeste nas atividades dos espíritos que retornam.

Os mortos retornam — e esse é o ponto importante para a nossa discussão — ELES TRAZEM AS MEMÓRIAS DELES COM ELES.

Se o psicólogo materialista moderno “coasse um mosquito”(*) da concepção Huna de uma ideia carregada de força vital e força da vontade proveniente do self médio, ele certamente se recusaria a “engolir o camelo”, que agora será selecionado a partir da Huna para apresentação.

[(*) Observação PO: “Condutores cegos! Que coais um mosquito e engolis um camelo’. Em Mateus 23, Jesus critica os Escribas e Fariseus, líderes religiosos da época, por se preocuparem excessivamente com detalhes menores da lei, enquanto negligenciavam os princípios mais importantes, como justiça, misericórdia e fé. O versículo 24 usa a imagem de coar um mosquito (algo minúsculo e aparentemente insignificante) e engolir um camelo (o maior animal conhecido por eles) para ilustrar a incoerência e cegueira espiritual desses líderes.”]

Os Kahunas não apenas ensinavam que os pensamentos eram coisas, mas também explicavam que eram feitos de uma substância muito real, ainda que invisível e intangível. Essa substância era chamada de “aka” ou “sutil”. Ela se encontrava no “duplo” invisível que circundava e interpenetrava o corpo físico. Dizia-se que cada um dos três selfs possuía um corpo dessa substância sutil e neles viviam como espíritos após a morte, assim como em vida.

O duplo sutil ou “kino aka” era o molde do corpo. Ele fornecia o molde no qual a semente ou o embrião podia crescer e se expandia para acompanhar o crescimento em tamanho.

Os Kahunas não apenas ensinavam que os pensamentos eram coisas, mas também explicavam que eram feitos de uma substância muito real, ainda que invisível e intangível.

A ciência avança lentamente na direção da redescoberta do corpo sutil. Ela já o reconheceu como um “campo” que envolve a semente e guia o seu crescimento e a sua expansão. Mas nenhum cientista ainda se aproximou do conceito Huna de um pensamento possuir um campo semelhante — um corpo sutil feito da mesma substância sutil e carregado como memória, não no cérebro físico, mas no corpo sutil do homem. É evidente que, mesmo que um cientista aceitasse a existência dos corpos sutis dos pensamentos, provavelmente rejeitaria a ideia de que tais estruturas de pensamento fossem suficientemente robustas para sobreviver à morte física e serem preservadas como memórias para uso pelo homem como um espírito.

nenhum cientista ainda se aproximou do conceito Huna de um pensamento possuir um campo semelhante — um corpo sutil feito da mesma substância sutil e carregado como memória, não no cérebro físico, mas no corpo sutil do homem.

Os Kahunas acreditavam que o self básico possui um corpo sutil que repõe a sua substância e do qual material suficiente pode ser retirado a qualquer momento para formar um “corpo” muito pequeno que envolve cada pensamento à medida que esse é gerado pela ação da consciência no nível da percepção [consciousness] dos selfs e pelo uso da força vital. À medida que cada pequena ideia, em seu novo corpo sutil, é criada, ela é ligada por um fio da matéria sutil aos pensamentos que já se manifestaram e aos que ainda estão por vir. Dessa forma, cria-se um “agrupamento” [simbologia de cacho de uvas] de formas-pensamento que incorpora cada conjunto de ideias relacionadas.

Uma vez que um agrupamento de ideias é entregue ao self básico para ser preservado, ele se torna uma memória.

Os diminutos filamentos de substância sutil invisível que conectam as formas-pensamento, também conectam o indivíduo como um todo às coisas com as quais ele entra em contato. Esse ponto traz à tona uma qualidade peculiar da substância sutil do corpo. Ela é PEGAJOSA e é capaz de ESTICAR-SE quase indefinidamente.

Uma vez que um agrupamento de ideias é entregue ao self básico para ser preservado, ele se torna uma memória.

Se uma pessoa toca a mão de outra, a substância sutil do corpo de cada uma pode grudar como se duas gotas de caramelo macio fossem pressionadas e depois separadas. Ao serem separadas, um longo filamento da substância sutil é puxado e permanece como uma ligação invisível conectando as duas pessoas.

Todas as coisas que se toca se tornam ligadas a essa pessoa por um filamento sutil invisível, assim como uma aranha, ao tocar um galho, prende a ponta de um fio de teia nele antes de tecer mais.

Esses filamentos sutis também podem ser formados quando uma coisa é tocada pela visão e talvez pela audição ou pelo olfato. Mas os diminutos fios assim formados representam pouco ou nada a não ser que sejam fortalecidos pelo uso.

Todas as coisas que se toca se tornam ligadas a essa pessoa por um filamento sutil invisível, assim como uma aranha, ao tocar um galho, prende a ponta de um fio de teia nele antes de tecer mais.

Se duas pessoas se encontram, planejam experimentos juntas de envio telepático de ideias ou imagens mentais e estabelecem um bom contato, um cordão ou filamento de fios as conecta. Quando elas estão separadas e prontas para experimentar, os seus selfs básicos (que têm uma maneira instintiva de saber como fazer certas coisas, assim como os pássaros sabem como construir ninhos) se estendem, seguindo os filamentos sutis que as conectam e se encontram. Ao longo dos fios, elas fazem fluir uma corrente de força vital e com esse fluxo de força podem ser enviadas reproduções dos pensamentos a serem transmitidos telepaticamente. As ideias originais têm que ser lembradas pelo transmissor, portanto, elas não são enviadas como mensagens. Elas são duplicadas e as duplicatas são enviadas.

As ideias originais têm que ser lembradas pelo transmissor, portanto, elas não são enviadas como mensagens. Elas são duplicadas e as duplicatas são enviadas.

Quando uma mensagem enviada por esse método telepático chega, o self básico do receptor pega as pequenas formas-pensamento e as coloca no centro da consciência no nível da percepção [consciousness], onde o self médio pode senti-las. Depois delas serem devidamente consideradas, elas são armazenadas na memória.

Desde os tempos de Mesmer, a palavra francesa “rapport” era usada para nomear a conexão invisível, porém inconfundível, estabelecida entre o mesmerista e (1) as coisas que ele carregava com a sua mistura de força vital e “vontade”, ou (2) o sujeito em quem ele a derramava para provocar a reação de cura [healing].

Esse rapport, nós aprendemos com Huna, é possibilitado pelos fios sutis que o conectam. Observou-se muitas vezes que uma sugestão pode ser transmitida telepaticamente por um operador a um sujeito distante. É claro que isso não está ao alcance da ciência materialista, então toda a questão do rapport tem sido atacada ao invés de ser abordada com uma tentativa honesta de entendimento e explicação.

A força vital pode ser comparada a uma corrente elétrica, mas não precisa necessariamente fluir. Ela pode preencher uma coisa e permanecer estática. Mas quando ela é guiada para fluir ou se mover de alguma forma pela consciência no nível da percepção [consciousness] do self básico ou médio, ela pode fluir magnificamente. Ao contrário da eletricidade, que se torna cada vez mais fraca à medida que o fio se alonga e a resistência o desgasta, a força vital encontra nos filamentos sutis um condutor perfeito que não oferece resistência. Ela pode fluir por grandes distâncias e retornar tão forte quanto quando ela começou. Tanto a substância sutil quanto a força vital estão VIVAS e ambas são capazes de aceitar orientação quando essa lhes é intrínseca, na forma de uma ideia impregnada com a “vontade”.

A substância sutil possui ainda outra característica peculiar. Quando manipulada corretamente e imbuída de energia vital, ela pode tornar-se progressivamente sólida. Ela pode permanecer invisível ou tornar-se visível. Os espíritos dos mortos, que frequentemente têm retornado para visitar os vivos em sessões espíritas, são muitas vezes hábeis em manipular os seus corpos sutis do self básico — que são levados para o outro lado da vida com eles no momento da morte física. Estruturas solidificadas da substância do corpo sutil são chamadas de “ectoplasma”. Elas podem aparecer como contornos finos e quase invisíveis de rostos ou formas “materializadas” em sessões espíritas, ou podem servir como moldes, sendo preenchidas solidamente com a substância e, assim, aparentemente, representando os mortos retornando temporariamente à vida.

Ao contrário da eletricidade, que se torna cada vez mais fraca à medida que o fio se alonga e a resistência o desgasta, a força vital encontra nos filamentos sutis um condutor perfeito que não oferece resistência. Ela pode fluir por grandes distâncias e retornar tão forte quanto quando ela começou.

Mãos ectoplasmáticas visíveis podem ser produzidas por espíritos para mover objetos, ou as mãos e braços projetados (ou simples “hastes”) podem permanecer invisíveis e ainda assim mover objetos. Quando excessivamente carregadas com energia vital (geralmente fornecida pelos vivos que participam das sessões espíritas), essas estruturas ectoplasmáticas podem consumir toda a energia vital em um instante, exercendo assim uma força extraordinária. Dessa forma, pianos, mesas pesadas e até mesmo seres humanos vivos são capazes de serem erguidos.

Estruturas solidificadas da substância do corpo sutil são chamadas de “ectoplasma”.

Tudo isso nos leva de volta à questão das ideias ou conjuntos de ideias relacionadas que são criadas pelo self médio para serem usadas como núcleo das sugestões a serem dadas. Nós podemos entender melhor como o self básico recebe essas ideias, à medida que elas são produzidas e as envolve com a substância do corpo sutil invisível, extraída de seu próprio “duplo”. Uma vez que a ideia esteja envolta nessa substância, a carga da força vital pode ser infundida em seu molde ectoplasmático e a carga adicional da força da “vontade” pode ser adicionada a ela. Isso fará com que o self básico do sujeito reaja como a uma ordem severa.

O mecanismo é o mesmo, quer um hipnotizador tenha preparado a sugestão e a implantado no sujeito, quer se ele utilize a autossugestão. Nesse último caso, o self médio, com a ajuda automática do self básico, faz a sugestão e depois a implanta no centro oculto da consciência no nível da percepção [consciousness] do self básico. Ali, ela estará “fora da vista e fora da mente” no que diz respeito ao self médio, mas muito presente para o self básico, pois ele já o está fazendo começar a reagir.

Isso, muito naturalmente, levanta a questão de onde o self médio reside e cria as ideias e onde o self básico reside e as armazena. Huna nos informa que ambos os selfs têm os seus próprios corpos sutis. Que o do self médio é composto de uma substância sutil mais tênue do que a do self básico. Durante a vida normal desperta, os dois selfs fundem em seus corpos invisíveis e, assim, o self médio, que não tem um corpo físico próprio, vem viver como um convidado e guia junto ao self básico no plano físico.

Não se deve, de fato, esquecer que as ideias são criadas pelo self médio por meio de um processo de raciocínio baseado em coisas lembradas — memórias essas fornecidas pelo self básico. Mas, após o self médio gerar as ideias e carregá-las para uso como sugestão, essas estruturas de ideias e as suas cargas têm que ser entregues ao self básico para que esse as examine, classifique e armazene como memórias. Normalmente, um conjunto de ideias assim transmitido ao self básico para ser armazenado como memórias é quase instantaneamente classificado e guardado em um local de fácil acesso, caso necessário. Contudo, quando um conjunto de ideias em forma-pensamento chega carregando uma forte carga de força vital e a devida força de vontade para comandar o self básico a reagir de acordo com a ideia, o self básico se vê compelido a reagir ou rejeitar a doação antes que ele seja capaz de armazená-lo como memória e deixar de lhe dar atenção.

Sim, o self básico é capaz de rejeitar sugestões. Frequentemente, ele possui um conjunto de crenças próprias e irracionais que sustentam ideias bastante contrárias ao que a sugestão propõe. Assim, o self básico decide por si mesmo que a sua própria ideia é melhor e se recusa a reagir à nova ideia. De tempos em tempos, o espírito de uma pessoa falecida retorna e passa a habitar o self básico, seja de forma completa ou intermitente, ou se infiltra o suficiente para impor as suas ideias no self básico. Essa condição se enquadra na área da Psicologia Anormal(*) e é popularmente conhecida como “obsessão” ou transtorno de múltiplas personalidades.

[(*)Observação PO: “Psicologia anormal é o ramo da psicologia que estuda padrões incomuns de comportamento, emoção e pensamento, que podem ou não ser considerados como a precipitação de um transtorno mental. Embora muitos comportamentos podem ser tidos como anormais, essa área da psicologia geralmente lida com o comportamento em um contexto clínico. Há uma longa história de tentativas de entender e controlar o comportamento que é considerado fora da anormalidade e em muitas vezes a cultura influencia nesse pré-conceito. O campo da psicologia anormal identifica causas múltiplas para diferentes condições, empregando diversas teorias do campo da psicologia geral e, em alguns casos, ainda depende de um conceito do que é “anormal”. Não é, em termos tradicionais uma divisão entre as explicações psicológicas e biológicas, mas reflete, numa perspectiva filosoficamente dualista o problema corpo-mente. Existiram também, ao longo da história, diferentes abordagens na tentativa de classificar as doenças mentais. Anormal inclui três categorias distintas, as quais são: subnormal, supernormal e paranormal. A ciência da psicologia anormal estuda dois tipos de comportamentos: os adaptativos e mal adaptativos. Comportamentos que são mal adaptativos sugerem que algum problema existe e pode implicar uma vulnerabilidade do indivíduo, possivelmente incapaz de lidar com o estresse ambiental, que está levando-o a ter problemas de convívio no cotidiano. A psicologia clínica é o campo aplicado da psicologia que procura avaliar, entender e tratar condições psicológicas na prática clínica. O campo teórico conhecido como “psicologia anormal ‘podem formar um pano de fundo para esse tipo de trabalho, mas os psicólogos clínicos no campo atual é improvável a usar o termo anormal’, em referência à sua prática”. Psicopatologia é um termo semelhante a psicologia anormal, mas tem mais de uma implicação de um ativo subjacente patologia (processo da doença) e como tal é um termo mais comumente utilizado na especialidade médica conhecida como psiquiatria. A psicologia clínica é o campo aplicado da psicologia que procura avaliar, entender e tratar condições psicológicas na prática clínica. O campo teórico conhecido como “psicologia anormal” pode formar um pano de fundo para esse tipo de trabalho, mas a utilização do termo “anormal” através dos psicólogos clínicos é improvável, em referência à sua prática. Psicopatologia é um termo semelhante a psicologia anormal.” Fonte: Wikipedia.]

Se houver essa influência espiritual nos bastidores do self básico, ela pode ser responsável pela rejeição da sugestão, assim como a presença de uma crença complexada.

O que o hipnotizador chama de “sugestão pós-hipnótica” é aquela em que o self básico recebe um cronograma predefinido para reagir ao conjunto de ideias implantadas nele. O self básico raciocina de forma imperfeita, mas possui um bom entendimento da noção de tempo e distância. Quando for sugerido que uma ação será realizada em um determinado momento futuro, o sistema permanecerá ciente da passagem do tempo e reagirá conforme o planejado.

A questão de saber se o self básico consegue ou não recordar eventos e até mesmo palavras proferidas em sua presença no momento do nascimento recebe pouca atenção da Huna. A teoria da Dianética, de L. Ron Hubbard, defende a ideia de que nós somos influenciados na vida adulta por eventos ou palavras proferidas inconscientemente lembrados, que exercem um poder compulsivo inabalável desde o nascimento até o fim da vida. Esses conjuntos de ideias obstrutivas receberam o nome de “engramas” e os adeptos da Dianética frequentemente dedicam muito tempo tentando recuperar essas memórias para torná-las inofensivas.

Não contente em começar no nascimento a buscar memórias de comando prejudiciais e coercitivas, o “preclear” [em Inglês] é frequentemente incentivado na Dianética a captar memórias de coisas semelhantes desde a concepção até as encarnações anteriores.

Embora a Huna defenda a crença de que geralmente tem-se várias encarnações, essas ocorrem em circunstâncias bastante diferentes daquelas aceitas pelos reencarnacionistas tradicionais e pouca atenção é dada à transferência de memórias dessas experiências. Não há qualquer indicação ou nome de mecanismo que leve a crer que as memórias, transformadas em unidades sutis da substância corporal, sejam transmitidas de uma encarnação passada no momento do renascimento.

Os Teosofistas, que seguem as linhas de crença estabelecidas pelos fundadores e por alguns dos líderes posteriores, aceitam muitos ensinamentos extraídos das crenças do povo da Índia, especialmente do Vedanta, do Yoga e do Bramanismo. Uma das crenças aceitas é a de que memórias de encarnações passadas podem ser recuperadas e, para explicar como isso é possível, recorre-se à teoria de que todos os eventos e todos os pensamentos são impressos no que poderia ser chamado de corpo sutil da Terra — o “akasha”. Para recordar eventos de uma encarnação passada, basta aprender a ler ou recordar certas memórias preservadas nos “registros akásicos”. O sucesso na realização dessas leituras, conforme relatado por pessoas ao longo dos anos, não tem sido muito expressivo. Muitos se lembram de uma encarnação como Napoleão ou Cleópatra e, infelizmente, as memórias não correspondem.

Nos anos de 1956-57, poucos Americanos alfabetizados deixaram de ouvir falar de “Bridey Murphy”. O Dr. Morey Bernstein hipnotizou uma dona de casa e a fez regredir a vidas passadas. Ela reviveu em detalhes uma vida anterior na Irlanda como Bridey Murphy. O que ela disse durante os períodos de transe hipnótico e regressão foi compilado em um livro e um investigador foi enviado pela editora à Irlanda para verificar se havia evidências que corroborassem o material.

Um relatório foi produzido, no qual o investigador apresentou diversas conclusões e explicou os motivos que o levaram a elas — principalmente demonstrando que as condições descritas no estado hipnótico realmente existiram. A imprensa debateu os prós e os contras. Autoridades religiosas foram entrevistadas e algumas delas atacaram veementemente a crença na reencarnação, bem como a validade das descobertas sobre Bridey Murphy.

Mais tarde, uma acalorada batalha foi travada nas páginas das revistas, com alguns escritores tentando provar que a dona de casa havia se lembrado, sob hipnose, apenas de relatos sobre a vida Irlandesa de anos passados, feitos por uma certa conhecida cujo nome era, na verdade, Bridey Murphy. A implicação era de que havia ocorrido uma fraude. Houve refutações e, em seguida, silêncio. Não havia nenhuma autoridade para tomar uma decisão definitiva.

Mas o interesse pela hipnose e pela possível regressão, que havia sido despertado, tornou-se generalizado. Muitos hipnotizadores amadores e profissionais experimentaram a técnica e alguns sujeitos apresentaram variações no padrão de reação habitual. Em Boulder, Colorado, Robert W. Huffman, hipnotizador amador e a sua colaboradora, Irene Specht, foram responsáveis ​​pela maior variedade. Além de acrescentar explicações às declarações em transe gravadas em fitas, eles também publicaram um livro. Ele foi intitulado “Many Wonderful Things” [“Muitas Coisas Maravilhosas”] e narrava como a Sra. Specht, sob hipnose, regrediu a um período entre encarnações, quando o seu espírito se encontrava em um “Lugar de Repouso”. Nas sugestões utilizadas para induzi-la a esse estado de regressão, a palavra “amor” foi amplamente empregada como parte da fórmula para induzir o transe. Se isso fez com que o self básico da Sra. Specht se apegasse ao tema do “amor” ou não, é algo que permanece em aberto.

De qualquer forma, durante o transe hipnótico, ela descreveu uma condição na qual o seu espírito repousava entre vidas e era capaz de vislumbrar as verdades maiores que permeiam a existência. O espírito se autodenominava “I am I” [“Eu Sou Eu”] durante os transes e pregava uma doutrina do amor com a qual buscava solucionar diversos problemas que lhe eram apresentados. Ela se apropriava de passagens Bíblicas e lhes atribuía novos significados — e, mais uma vez, surgiram controvérsias e antagonismos. Mas, por algum motivo, os jornais deram pouca atenção a esse experimento.

Aquilo que nós não entendemos, nós combatemos e tememos. Isso é verdade em todo o mundo e tem sido assim em todas as épocas. Por não entender a natureza da sugestão ou o que a faz funcionar, o público passou a desconfiar dela. Algumas organizações religiosas condenaram o uso da hipnose e os Teosofistas vêm emitindo alertas contra o seu uso há muitos anos, embora os fundadores defendessem o uso do mesmerismo para fins de cura [healing] e contassem com orgulho como o Coronel Olcott havia curado [healed] cinquenta casos de paralisia no Ceilão com o uso desse poder benéfico. Mesmo a perspicaz fundadora, Madame Helena Blavatsky, não reconheceu o fato de que o mesmerismo e a hipnose diferem apenas na quantidade de sugestão misturada com a quantidade de força vital e força de “vontade”.

Os Teosofistas posteriores geralmente preferiram não correr riscos. Aceitando a autoridade dos dicionários ao invés da dos fundadores, eles optaram por considerar o mesmerismo e o hipnotismo como a mesma coisa.

O principal argumento contra a hipnose era e continua sendo, que se alguém é “dominado” pela vontade de outro, a dominação continua em grande medida e, pior ainda, a relação estabelecida entre o operador e o sujeito é um vínculo que não pode ser rompido. Explica-se que esse vínculo une o dominado ao operador por toda a vida e continua a vinculá-lo, talvez, por todas as encarnações seguintes.

A capacidade de controlar um sujeito para fins malignos, a quilômetros de distância e anos de tempo, é exagerada e vista com grande alarme. O exemplo horrível de uma escola negra [magia?] de praticantes de Ioga, que fazem mau uso do poder hipnótico, é frequentemente citado.

Poucas evidências desse relacionamento de mestre-escravo entre operador e sujeito foram produzidas, mas a falta de entendimento do que realmente acontece no uso da sugestão fertilizou o terreno do medo.

Com o aumento do número de hipnotizadores amadores nos últimos anos, começaram a surgir gritos de alarme e indignação por todos os lados. O consenso geral parecia ser: “Eles não deveriam ter permissão para manipular a mente humana!”. Em resposta, as assembleias legislativas estaduais se mobilizaram para criar leis que proibissem o uso do hipnotismo/mesmerismo por todos aqueles que não possuíssem treinamento rigoroso nas áreas da odontologia ou da cura [healing].

Felizmente, nenhuma lei está sendo aprovada para restringir a liberdade individual e impedir o uso da autossugestão.

A autossugestão é segura, mesmo que todos os terríveis perigos do hipnotismo, apontados por autores Teosóficos como William Q. Judge e Dr. G. de Purucker, tivessem sido comprovados, ainda que em pequena medida.

O Dr. de Purucker, citado em um livro recente de escritos Teosóficos intitulado “Hypnotism-Mesmerism and Reincarnation” [“Hipnotismo-Mesmerismo e Reencarnação”] (ver página 76), afirma:

“A autossugestão, que significa sugestão praticada em si mesmo, é sempre correta e nós devemos praticá-la continuamente, se isso significar simplesmente sugerir a si mesmo, dia e noite, imagens de força espiritual, moral e intelectual, autocontrole e aprimoramento — coisas de beleza, glória, santidade, pureza, caridade, bondade; em suma, todas as grandes e nobres virtudes. A autossugestão, nesse sentido, é correta porque simplesmente nos ensina…”.

(Note-se que nada é dito aqui sobre o uso da autossugestão no auxílio para curar [to heal] a nós mesmos. Alguns dos autores mencionados nesse livro inclinam-se à crença de que a cura [healing] pode prevenir o sofrimento e, portanto, o pagamento do karma negativo, mas se essa crença arcaica fosse levada ao extremo lógico, todos os Teosofistas progressistas se torturariam imediatamente.)

Em resumo, nós podemos concluir que a sugestão feita por um operador moral, contendo apenas ideias benéficas e boas, não pode ser prejudicial. Se o rapport entre o operador e o sujeito permanecer intacto por muitas encarnações, então, pelo mesmo argumento, teríamos que admitir que cada um de nós constrói milhares de fios de substância sutil que nos conectam com os outros em uma forma definida de conexão. Se assim for, é inevitável e nós não erraremos muito ao adicionar mais um fio a um bom hipnoterapeuta.

Na autossugestão, não há perigo de dominação por ninguém além de si mesmo.

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—–Continua Parte II—–

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Imagem: pexels-imtiaz-ahmed-2159110573-35810749 02.05.26 – I

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Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review

Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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