Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica deles na prática do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos revisitando os Manuscritos de Quimby, destacando trechos do livro eletrônico “The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life” [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”] de autoria de Annetta Gertrude Dresser (1843–1935), editado por YogeBooks: Hollister, MO (2015).

Fonte primária de pesquisa.

Sobre a Autora (Fonte Wikipedia)

Annetta Gertrude Seabury Dresser (1843–1935) foi uma escritora Americana e uma das primeiras líderes do movimento Novo Pensamento. Ela se tornou uma praticante de “cura [cure] mental”, tratando, entre outros, o filósofo e escritor William James.

Ela foi nascida em Portland, Maine, com o nome de Annetta Gertrude Seabury. Mais tarde, casou-se com Julius Dresser e eles viveram em Yarmouth, Maine. Por um tempo, ambos foram pacientes e, posteriormente, estiveram entre os primeiros discípulos do mentalista da Nova Inglaterra, Phineas Parkhurst Quimby. Ele usava a hipnose em curas [cures] mentais de doenças e enfermidades. O trabalho dele influenciou o movimento Novo Pensamento, do qual ambos os Dressers se tornaram parte.

Annetta Dresser tornou-se ela própria uma praticante de cura [cure] mental. Entre os seus pacientes estava o renomado filósofo e escritor americano William James, que teve cerca de doze sessões com ela na tentativa de tratar a sua insônia. Ele lecionou na Universidade de Harvard por muitos anos.

Mais tarde, Dresser escreveu sobre o trabalho de seu mentor em A Filosofia de P. P. Quimby (1895). Ela argumentou que Mary Baker Eddy, a fundadora da Ciência Cristã no final do século XIX, havia se inspirado nas ideias de Quimby, embora a jovem também tenha desenvolvido o seu próprio sistema de pensamento em sua religião. Dresser apoiou fortemente as ideias de Quimby em detrimento das de Eddy.

O filho de Dresser, Horatio Dresser (nascido em 1866), também foi influenciado por Quimby. Além de se tornar um ministro Swedenborgiano, ele escreveu, editou e compilou várias obras do Novo Pensamento, incluindo Uma História do Movimento do Novo Pensamento (1919). O seus Manuscritos de Quimby (1921) foram uma compilação dos documentos de Quimby, lançada após a morte de Quimby e de seu filho. William James tratou as obras de Dresser com respeito em seu próprio livro, Variedades da Experiência Religiosa.

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Livro Eletrônico

“The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”].

Autora

Annetta Gertrude Dresser (1843–1935).

Fonte:

The Philosophy of P. P. Quimby.pdf

Editado/Publicado por

YogeBooks: Hollister, MO – 2015

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Prefácio.

O crescente interesse na filosofia e na prática da cura [healing] mental em suas diversas formas tem gerado o desejo de saber mais sobre o homem a quem se deve esse novo desenvolvimento e de saber em que aspectos os seus ensinamentos diferiam dos sistemas de pensamento predominantes. Os fatos referentes à descoberta foram publicados em 1887, em um panfleto intitulado “A Verdadeira História da Ciência Mental”, de Julius A. Dresser, no qual citações dos escritos do Dr. Quimby se tornaram públicas pela primeira vez. Com a gentil permissão daqueles que detêm a guarda do manuscrito, o autor do presente volume pôde fazer novas citações desses escritos e também republicar diversos artigos que foram escritos para a imprensa durante os últimos anos da prática do Dr. Quimby. Dessa forma, os fatos falam por si mesmos e demonstram, sem comparações adicionais, o alcance e o valor científico da filosofia original. A. G. D. – 481 Beacon Street, Boston, Mass., 1º de Maio de 1895.

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—–Continuação da Parte II—–

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The Philosophy of P. P. Quimby

A Filosofia de P. P. Quimby

IV. Uma Exposição da Filosofia do Dr. Quimby.

O principal objetivo do Dr. Quimby era estabelecer uma ciência da vida e da felicidade, que todos pudessem aprender e que aliviasse a humanidade da doença e do sofrimento. Ele havia penetrado o suficiente no significado e no mistério da vida para compreender certas grandes leis e princípios com clareza matemática. Ele percebeu que essas leis eram universais, que não dependiam das opiniões e do conhecimento dos homens para o seu suporte, mas que, no íntimo de cada alma humana, havia uma fonte de orientação e inspiração que todos poderiam aprender a conhecer, mesmo os mais simples e menos instruídos; pois era comum a todos. Ele acreditava que a bondade era uma ciência e podia ser ensinada cientificamente; e pela palavra “ciência” ele sempre se referia, não ao que é comumente entendido por essa palavra, mas a alguma coisa espiritual — a natureza superior ou a sabedoria do homem, que explica tudo o que é misterioso para o homem natural ou o homem comum do mundo.

Portanto, ele procurou esclarecer a distinção entre as opiniões sempre mutáveis ​​do mundo, as crenças e ideias herdadas do homem natural e a sabedoria imutável do homem interior ou verdadeiramente científico. Ele frequentemente se referia a esses dois elementos do conhecimento como dois reinos: um desse mundo, ou das opiniões, erros e crenças e o outro não desse mundo, mas um reino imutável de verdade, bondade e vida eterna. Tudo o que ele escreveu foi permeado por esse pensamento, essa distinção entre os dois mundos, que ele chamava de ciência e ignorância, sabedoria e opiniões, o homem real e o homem natural, Jesus e Cristo; pois ele sempre distinguia entre o self meramente pessoal e aquele Cristo ou Sabedoria no homem que, na medida em que ele a possui, faz do homem parte de Deus.

O seu longo-continuado estudo da mente humana o levou a enfatizar a verdade de que o homem possui uma natureza dual. O homem, muitas vezes, é mera ferramenta nas mãos de outros, sendo manipulado aqui e ali à mercê de mentes mais poderosas que a sua. Mas todo homem também é uma porta de entrada para essa Sabedoria superior; e, conscientemente ou inconscientemente, cada um participa desses dois reinos, o da ciência e o da ignorância e a sua felicidade ou infelicidade depende de qual deles prevalece. Portanto, é da mais alta importância que o homem entenda a si mesmo, conheça as suas reais relações com a sociedade, como ele é influenciado e como superar as sutis influências que o cercam; e possuir esse conhecimento é conhecer essa ciência ou sabedoria que separa a verdade do erro. Conhecer a si mesmo ou o reino do outro, obedecer e desenvolver o self verdadeiro ou espiritual e destruir o self ou o homem de opiniões, não é apenas possuir, mas viver a ciência da vida e da felicidade. Saúde e felicidade virão na medida em que essa verdade for tornada vital na vida diária.

Mas conhecer a si mesmo em termos da filosofia do Dr. Quimby não é tarefa fácil. Para ele, essa única palavra, “ciência”, abrangia os frutos de vinte anos de experiência e muito do que era incomunicável àqueles que não a haviam experienciado. É difícil esclarecer e fazer justiça a uma linha de pensamento que dependia tanto da originalidade e da perspicácia singular de seu autor; e nós teremos que limitar a discussão perguntando ao Dr. Quimby: O que é o homem? e abordando a sua resposta de forma um tanto sistemática.

1. A primeira descoberta do Dr. Quimby dizia respeito à influência de opiniões e crenças. Ele constatou que os seus pacientes se encontravam numa situação semelhante àquela em que os seres humanos se encontravam no alvorecer da civilização, quando os fenômenos naturais, que hoje recebem uma interpretação científica, eram atribuídos a seres e formas, cada um com uma função específica. Ou seja, eles sofriam de uma interpretação errônea, supersticiosa e prejudicial do que realmente existia, mas era mal entendido. Eles eram seduzidos por teorias falsas, histórias falsas e emocionantes e falsos líderes. Eles tinham sido enganados, eles tinham sentido alguma dor leve e, em seu medo, consultado um médico, que fez um diagnóstico sem valor, descreveu os sintomas e nomeou a sensação; ou eles se deixaram levar por alguma crença religiosa e, em seu desespero, eles se tornaram presa de suas próprias fantasias e medos. A sua tarefa era desvencilhá-los do engano, explicar corretamente os fenômenos e as sensações, mostrar o absurdo de suas crenças supersticiosas e explicar como, com a ajuda do médico, eles haviam criado a sua própria doença a partir de um pequeno distúrbio que, em si, não significava nada.

O Dr. Quimby, portanto, não baseou as suas explicações em negar a realidade do problema do paciente ou atribuí-lo à imaginação. Ele não fez tais negações, mas admitiu francamente a existência de certas condições que, para o doente, eram tão reais quanto a própria vida. Mas, assim como buscava a Sabedoria acima do mundo da opinião e a Substância ou Vida abaixo do reino da matéria, também buscava a causa da doença e do sofrimento de todos os tipos na mente que a conhecia. Ele encontrou essa causa, assim como as crenças supersticiosas do homem pré-histórico refutadas pela ciência moderna, em uma interpretação errônea daquilo que era, em si, uma existência real. O seu esforço, em cada caso, era, então, entender a situação real e separar e libertar os sensos a partir dos medos, crenças e sentimentos errôneos que mantinham o sofredor em cativeiro.

Em um de seus artigos escritos para mostrar o efeito dessas interpretações e crenças falsas, o Dr. Quimby usa a seguinte ilustração:—

“Ao sentar-me ao lado de uma pessoa doente que sentia uma dor no lado esquerdo, dor essa que eu também sentia e descrevia, eu disse: ‘Você pensa que está com tuberculose.’ A paciente concordou, dizendo que o seu médico havia examinado os seus pulmões e constatado que o esquerdo estava muito afetado. Ela acreditava nisso; e, quando lhe disse que a doença era psicológica, foi como se ela estivesse imaginando algo que não era verdade. Eu lhe disse que ela não entendia o que eu queria dizer com ‘psicologia’. “Então, pegando um copo d’água, eu disse: ‘Suponha que lhe digam que essa água contém uma substância venenosa que age no organismo e às vezes causa tuberculose. Se você realmente acreditar nisso, toda vez que beber, a ideia de veneno lhe virá à mente. Logo você começará a tossir e a engasgar um pouco. Os seus temores de que a água seja venenosa diminuiriam? Eu penso que não. “‘Finalmente, você é liberada pelo seu médico e amigos e me procura. Eu me sento ao seu lado e digo que você está nervosa e que foi enganada pelo seu médico e amigos. Você pergunta: Como? Disseram-lhe o que é falso; que a água que você bebe contém um veneno de ação lenta e agora a sua cura [cure] depende do depoimento no caso. Se eu provar que não há veneno na água, então a água não a envenenou. O que a envenenou? Foi a opinião do médico, colocada na água pela sua mente. Como a mente é matéria, ou alguma coisa que pode receber uma impressão, ela pode ser alterada. Essa alteração foi provocada pela opinião do médico. Portanto, considerando a mente como alguma coisa, é fácil demonstrar que ela pode ser alterada por uma sabedoria superior a uma opinião.’”…

Muitos dos artigos sobre esse assunto, escritos para expor a falácia das ideias predominantes sobre doenças, assemelham-se a julgamentos. O próprio Dr. Quimby aparece como juiz, defendendo a causa dos doentes e demonstrando o absurdo dos argumentos que condenavam os seus pacientes a uma vida de sofrimento. Ele apresenta tanto o pastor quanto o médico, frequentemente a mãe ou algum amigo, permitindo que cada um fale livremente a respeito do doente; e o caso é muitas vezes debatido longamente.

O Dr. Quimby é sempre imparcial na condução de tais casos. Os seus fatos eram extraídos diretamente da vida dos doentes — do que os médicos e amigos haviam dito sobre o caso — e eram frequentemente registrados logo após a realização da cura [cure] descrita no artigo. Mas ele expõe as falácias da Igreja e da chamada ciência médica sem piedade. Ele não hesita em chamar o pastor e o médico de guias cegos conduzindo cegos; e, embora não nutra nenhum sentimento pessoal contra eles, combate os erros e opiniões que mantêm os doentes em cativeiro com a determinação de destruir todo vestígio de seus falsos ensinamentos. Ele se mostra extremamente eloquente em alguns momentos ao demonstrar como os doentes foram mantidos na doença e na superstição, quando uma simples explicação teria direcionado os seus pensamentos e sentimentos para outro caminho e os libertado. Pode-se afirmar com segurança que nunca antes ou depois a causa dos doentes foi defendida com tanto vigor, tanta força de convicção e tanta verdade como nesses escritos do Dr. Quimby.

Ele não depositava inteligência nem força na matéria e jamais considerou a condição física como a doença. “O mundo”, diz ele, “atribui a doença ao fenômeno e conjectura sobre a causa”. A opinião do médico é construída a partir da observação e do questionamento; portanto, “ele é médico apenas de nome”. Mas “curar [to cure] um erro de forma inteligente é saber como produzi-lo, é conhecer a verdadeira causa; e isso abrange todas as ideias e a sabedoria do homem”.

O Dr. Quimby possuía esse conhecimento da verdadeira causa e o encontrou não apenas na mente consciente e nas opiniões e crenças sobre a doença, mas também nas influências mentais e nos pensamentos que cercam cada pessoa e na mente inconsciente ou subconsciente; e ele conseguia identificar uma ideia ou causa pela sensação que ela produzia, “assim como uma pessoa reconhece uma laranja pelo seu cheiro”.

2. Mas como, perguntará o leitor, podem os medos, as influências mentais inconscientes, as opiniões dos médicos e as interpretações errôneas das sensações ser tão influentes na criação da doença?

Nós temos visto que o Dr. Quimby localizou a doença não no corpo, mas na mente que a sente e na opinião sobre alguma sensação dolorosa. A doença é, portanto, primordialmente uma direção ou atitude mental errônea, forte e persistente o suficiente para arrastar consigo os sentidos ou a consciência no nível da percepção [consciousness].

“O homem, em seu estado natural, não era mais suscetível a doenças do que o animal, mas assim que ele começou a raciocinar, adoeceu; pois a sua doença estava em sua razão.”

A essa mente que pode ser afetada por raciocínio falacioso, o Dr. Quimby chamou de matéria espiritual; e essa foi a sua segunda descoberta importante a respeito da natureza humana. Ele não atribuía inteligência à mente, usada nesse sentido, mas frequentemente a comparava ao solo no qual erros e opiniões são semeados como sementes, onde germinam e emergem na forma de doenças e todo tipo de sofrimento.

Portanto, uma pessoa que, sentindo alguma dor, consulta um médico e ouve uma descrição dos sintomas que provavelmente ele sofrerá, está, o tempo todo, sendo influenciada pela descrição dada pelo médico. A pessoa nasceu com a crença de que a doença é uma entidade independente do homem, que pode acometê-la independentemente de suas crenças. Ela foi ensinada que não tem que comer isso nem fazer aquilo, não tem que ir aqui nem ali, para não contrair alguma doença e tem vivido toda a sua vida — inconscientemente — sujeita a essas crenças errôneas. Toda a prática médica está pronta para contribuir para essa situação; e o médico, ao invés de sabiamente direcionar o pensamento da pessoa para uma direção mais saudável — para longe de qualquer pensamento sobre doença —, faz um diagnóstico físico, diz que ele pensa que a pessoa tem esse ou aquele problema, descreve como as pessoas se sentem com aquela doença e qual o provável resultado e procede a tratar o efeito, ignorando completamente a verdadeira causa ou doença.

Aqueles que conhecem bem a prática médica atual sabem que a mesma coisa continua acontecendo, com a única diferença sendo que as modas, os nomes e as teorias mudaram; e agora nós ouvimos mais sobre germes e bactérias, aos quais as mesmas opiniões nocivas estão associadas. Com todos os avanços da ciência médica desde a época do Dr. Quimby — e mesmo ele não negaria que existem muitos bons médicos —, os médicos podem dar uma opinião sobre um caso num dia e outra no dia seguinte, enquanto outro médico pode expressar uma opinião diferente de ambas.

O Dr. Quimby entendia tudo isso e mal conseguia se conter ao pensar na miséria que tais métodos falaciosos infligiam à humanidade escravizada; pois as suas investigações lhe ensinaram que essas descrições e opiniões, se aceitas como verdadeiras, agiam como veneno na mente do sofredor.

A mente, ou matéria espiritual, é uma substância sutil e etérea, maravilhosamente impressionável e receptiva, na qual essas opiniões, juntamente com os medos e crenças da pessoa sobre a doença, são impressas ou registradas, onde tomam forma, enraízam-se cada vez mais profundamente, até que finalmente se tornam absorventes e controladoras. Assim, “tudo aquilo em que nós acreditamos, isso nós criamos”; pois o homem é controlado, primordialmente, não por estados físicos, mas pelas direções de sua mente.

Toda ideia ou pensamento, então, segundo o Dr. Quimby, também era matéria espiritual, mas de uma combinação diferente da mente na qual era semeado como uma semente. “Toda ideia”, diz ele, “é a materialização de uma opinião resolvida em uma ideia. Essa ideia tem vida, ou uma transformação química; pois é fruto da sabedoria humana condensada em uma ideia e os nossos sentidos estão ligados a ela.” O seu poder sobre nós depende da confiança que nós depositamos nela; e, se ela provém de alguém em cuja palavra nós confiamos, é provável que ela nos domine e, por fim, ela assume um caráter que a torna tão real quanto a própria vida. E a razão reside na existência dessa mente em constante transformação, ou terra espiritual, na qual as ideias germinam ou tomam forma.

Assim, “tudo aquilo em que nós acreditamos, isso nós criamos”; pois o homem é controlado, primordialmente, não por estados físicos, mas pelas direções de sua mente.

O Dr. Quimby entendia a lei com tanta clareza, que a felicidade e a miséria do homem dependem de suas crenças, que ele conseguia penetrar no âmago do problema de um paciente sem temor. Ele descrevia o homem como “um composto de opiniões, crenças, sabedoria, ciência e ignorância”. Sabendo que a mente era matéria e podia ser transformada e também sabendo que ele possuía uma sabedoria imutável, ele dominava a situação e podia separar claramente tudo o que era eterno no homem das crenças mutáveis ​​do medo e da ignorância.

Sem fazer perguntas ao paciente, ele descobria intuitivamente como a pessoa havia sido enganada e, ao dar a verdadeira explicação, produzia uma mudança na matéria espiritual, ou mente. Ele descrevia o doente como alguém aprisionado, mantido na ignorância ou nas trevas, como o botão de rosa tentando desabrochar para a luz; e a sua tarefa era entrar nessas prisões escuras da ignorância e da superstição, aguçar a inteligência de seu paciente e libertá-lo.

“A mente”, diz ele em um de seus artigos, “está sob a direção de um poder independente dela; e, quando a mente ou o pensamento se transforma em uma ideia, a ideia exala um odor: esse contém a causa e o efeito”. Essa atmosfera mental, ou odor emanado da matéria espiritual, era suficiente para revelar ao Dr. Quimby tudo o que ele desejava saber sobre o problema do paciente; e, quando ele descobria a causa oculta, uma breve explicação audível era muitas vezes tudo o que era necessário para produzir um efeito notável.

“A mente”, diz ele em um de seus artigos, “está sob a direção de um poder independente dela; e, quando a mente ou o pensamento se transforma em uma ideia, a ideia exala um odor: esse contém a causa e o efeito”.

Por exemplo, ele disse a um jovem, um Batista Calvinista fervoroso, que a religião dele o estava matando; pois ele percebia que o jovem era tão intenso em sua crença restritiva que estava concentrando todas as suas energias em um único caminho e sufocando toda a sua vida em seu esforço excessivo para realizar o seu ideal espiritual.

3. Mas, se essa mente mutável, ou matéria espiritual, não contém inteligência e pode ser moldada pelas opiniões e medos que causam a miséria do homem, como argila nas mãos do oleiro, tem que haver algum princípio permanente no homem que lhe confira uma identidade inabalável. A esse self permanente o Dr. Quimby chamou de homem real, ou os sentidos, raramente usando a palavra “alma”.

Aqui também, a teoria do Dr. Quimby era totalmente original; e essa foi a sua descoberta mais sugestiva.

A sua capacidade de detectar a atmosfera mental ou o odor emanado de um paciente não era limitada pelo espaço; pois ele descobriu muito cedo que podia detectar tais atmosferas, pensamentos, odores mentais e sentimentos a uma distância de muitos quilômetros de seus pacientes e que podia curá-los [heal them] à distância. Isso levou à descoberta de que os sentidos podiam agir independentemente do corpo e que os cinco sentidos naturais, ou o ocasional meio dos sentidos espirituais, abrangiam apenas uma pequena parte das percepções do homem: em suma, que os sentidos são, como a luz, uma substância universal, um atributo de Deus, que nós usamos, assim como, ao demonstrarmos sabedoria genuína, nós participamos da própria natureza daquela Sabedoria que transcende toda definição.

O homem, portanto, possui uma alma, uma consciência no nível da percepção [consciousness], ou conhecimento de si mesmo ou identidade, independente da matéria e é capaz de ouvir, ver, cheirar e comunicar pensamentos e sentimentos sem o auxílio da matéria. De fato, o homem poderia existir com todas as suas faculdades, mesmo que o corpo fosse deixado de lado; e “a sua felicidade está em saber que ele não faz parte daquilo que é visto pelo olho da opinião”. A vida, ou a realidade invisível, é a substância; e a vida do homem abrange todas as suas faculdades. Muitas de nossas percepções e experiências realmente ocorrem por meio da atividade desse self espiritual, agindo lado a lado com o natural; pois, em última análise, “os sentidos são tudo o que existe em um homem”.

É interessante notar que, atualmente, muitos estudiosos da ciência psíquica estão chegando, em parte, à mesma conclusão a que o Dr. Quimby chegou há tanto tempo; ou seja, que os fatos da clariaudiência, da clarividência, da telepatia e da capacidade de curar [to heal] mentalmente à distância comprovam a existência de uma identidade que pode viver e agir independentemente da matéria.

Para o Dr. Quimby, essa identidade espiritual era o homem real, ou a vida, que habitava o mundo real ou científico, em contraste com a identidade natural, ou o homem de opiniões, que a Sabedoria poderia destruir.

“Todos os sentidos são vida”, disse ele, “não morte e a sua existência não depende de um corpo para a sua identidade… Não podemos ensinar ninguém a ver, a sentir o gosto, a cheirar ou a conhecer; mas todas essas faculdades são independentes da matéria e a matéria é o meio sobre o qual essas faculdades atuam.”

Ele afirmou, portanto, que “não existe matéria independente da mente ou da vida”. Embora jamais tenha negado a existência da matéria, sempre se referia a ela como uma ideia que, assim como a linguagem, é usada para transmitir algum significado a outrem. Uma sensação proveniente da matéria não contém inteligência, em sua visão, mas a inteligência reside em nós; e, se a interpretarmos erroneamente, nós sofreremos as consequências. Por outro lado, se nós possuirmos a verdadeira ciência da vida, a nossa interpretação será científica e a nossa felicidade estará em nossa sabedoria.

Ele afirmou, portanto, que “não existe matéria independente da mente ou da vida”.

Ele considerava a matéria como a condensação ou a materialização de alguma ideia que, por um lado, expressa o propósito da Sabedoria invisível, ou Deus e, por outro, revela algum estado na mente do homem. Frequentemente, falava do homem como matéria, referindo-se, naturalmente, à mente que pode ser transformada. Mas, sempre que considerava o homem do ponto de vista da inteligência, referia-se aos sentidos, ou ao homem real, do qual a matéria é meramente um meio.

O homem real, ou os sentidos, podem estar escravizados pelas opiniões do mundo, como no caso das doenças e das falsas ideias sobre religião — situação em que o Dr. Quimby buscou libertar os sentidos de sua servidão à matéria —, ou os seus sentidos podem estar ligados à Sabedoria, que é superior à matéria e à opinião. Em qualquer caso, onde quer que o pensamento ou a consciência no nível da percepção [consciousness] esteja concentrado, ali os sentidos estão ligados; e, se estiverem livres de toda escravidão à opinião, o homem estará pronto para reconhecer a ciência da vida e da felicidade, para separar a verdade do erro e para destruir a superstição onde quer que a encontre.

4. Para o homem conhecer a si mesmo, segundo o Dr. Quimby, ele tem que aprofundar a sua análise além da mera constatação de que leva uma vida intelectual; e, a não ser que se reflita sobre o que o Dr. Quimby entendia por “mente”, é improvável que se entenda a sua teoria da doença. Ele não se referia apenas ao pensamento consciente; portanto, quando as pessoas dizem, como que refutando essa doutrina, que nunca pensaram na doença antes de contraí-la, não há refutação ou argumento algum.

O Dr. Quimby trouxe à luz as influências ocultas que causam os problemas do homem; e geralmente o ambiente familiar, o poder da linguagem, o efeito de teorias nocivas, de credos e dogmas religiosos, de crenças herdadas e da educação, são tão sutis que apenas o escrutínio mais aguçado pode detectar essas influências. Nós não sabemos que somos nós que causamos os nossos próprios problemas. Nós não sabemos que somos constantemente afetados pelas opiniões e preconceitos que depositamos em algo; pois tudo isso nos é natural. Nós não sabemos se realmente nós vivemos uma vida da mente. Todos esses fatos estão ocultos na correria do nosso pensamento diário. E nós nunca sabemos quando nós estamos sujeitos a outra mente ou a alguma opinião; pois, se nós soubéssemos, nós nos fortaleceríamos e superaríamos essa escravidão.

Nós não sabemos que somos nós que causamos os nossos próprios problemas. Nós não sabemos que somos constantemente afetados pelas opiniões e preconceitos que depositamos em algo; pois tudo isso nos é natural.

Contudo, tudo isso nos afeta; e as mudanças na mente, ou matéria espiritual, maravilhosamente receptiva, refletem rapidamente os nossos estados conscientes, bem como tudo o que foi mencionado acima e muitas outras influências inconscientes. Aquilo em que nós acreditamos, nós não apenas criamos, mas também nós vinculamos os nossos sentidos ou a nossa vida; e tudo isso tem que ser levado em consideração ao tentarmos compreender a teoria do Dr. Quimby.

Nós não sabemos se realmente nós vivemos uma vida da mente. Todos esses fatos estão ocultos na correria do nosso pensamento diário. E nós nunca sabemos quando nós estamos sujeitos a outra mente ou a alguma opinião; pois, se nós soubéssemos, nós nos fortaleceríamos e superaríamos essa escravidão.

Mas, mais profundo do que tudo isso que pode mudar, está a Sabedoria imutável, o único Deus verdadeiro e vivo, de cuja natureza nós participamos e que aguarda o nosso reconhecimento.

O Dr. Quimby tinha pouca comunhão com o Deus da crença humana. Ele descobriu que esse Deus era diferente, assim como as opiniões dos homens; em suma, que ele era simplesmente “a personificação da crença humana”, inspirando medo, ódio e raiva e sendo a fonte de grande parte da superstição que ele precisava combater para alcançar a cura [cure].

Penetrando mais profundamente, no próprio coração do universo, esse homem verdadeiramente devoto e espiritual identificou Deus com os próprios atributos de amor, sabedoria e paz que elevam o homem das profundezas da superstição e o tornam mais do que humano. Ele escreveu sobre Deus como a causa primeira e como um Espírito onipresente, mas, sobretudo, como a vida imanente do homem, o poder por trás dos sentidos, o amor que se agita nos corações das pessoas e está sempre pronto para ajudar os necessitados.

Ele, portanto, não atribuía a ele mesmo nenhum mérito por qualquer poder incomum. Ele era um homem extremamente modesto. O elemento do ego e da autoestima está totalmente ausente em seus escritos, assim como em sua vida e prática. Ao invés disso, existe esse self maior, essa Sabedoria que pertence a todos, pois certamente foi um fator vital em tudo o que ele escreveu e fez. Ele defendia certos grandes princípios e buscava a verdade sem levar em conta quaisquer inclinações pessoais, deixando-a brilhar através dele e de suas palavras — uma prova eterna tanto de seu poder quanto de sua elevada origem.

Ele escreveu sobre Deus como a causa primeira e como um Espírito onipresente, mas, sobretudo, como a vida imanente do homem, o poder por trás dos sentidos, o amor que se agita nos corações das pessoas e está sempre pronto para ajudar os necessitados.

Tão convicto ele estava de que o mesmo poder que usava com tanto efeito estava latente na mente de todos, que ele acreditava que cada homem poderia se tornar o seu próprio médico e aplicar a ciência da vida na cura [cure] de doenças. Ele profetizou que chegaria o tempo “em que homens e mulheres deveriam curar [should heal] todo tipo de doença com a palavra da boca deles”. Ele acreditava piamente que todas as doenças poderiam ser vencidas, visto que “elas eram produto da ignorância e da superstição e nunca tiveram qualquer fundamento, exceto na opinião”.

Ele testemunhou de si mesmo que ele “tinha passado da morte para a vida”, pois se referia à sua ciência como vida eterna, comparando-a à verdade ensinada por Jesus. Ele declarou que o medo da morte também era um inimigo ou uma opinião que mantinha o homem em cativeiro. Não apenas crendo, mas entendendo que o homem possuía uma identidade independente da matéria, o que o tornava parte da vida eterna, ele considerava a vida humana como contínua. Disse que não conseguia conceber a ausência de começo e fim e via a morte apenas como uma mudança que não afetava o verdadeiro homem, ou a alma.

Ele acreditava piamente que todas as doenças poderiam ser vencidas, visto que “elas eram produto da ignorância e da superstição e nunca tiveram qualquer fundamento, exceto na opinião”.

5. A característica mais marcante do Dr. Quimby, portanto, era a sua maravilhosa percepção espiritual. Ele quase não utilizava livros, alegando que eles estavam repletos de afirmações não comprovadas e desenvolveu a sua filosofia inteiramente sozinho, sem qualquer auxílio além de sua própria perspicácia e desejo por verdades práticas e matemáticas.

A percepção dele alcançava o âmago de cada argumento, o próprio centro da vida, de modo que ele possuía a essência da questão e a incorporava em suas obras e palavras, ao invés de simplesmente falar sobre ela. Os seus escritos, portanto, se restringem quase que inteiramente às suas próprias experiências e muitas de suas ilustrações são extraídas da Guerra Civil e do governo dos Estados Unidos.

Ele frequentemente mudava de assunto na metade de um artigo, fazendo alguma referência à guerra ou a alguma profecia a respeito dela. Além disso, ele usa palavras de forma intercambiável e com um sentido peculiar a si mesmo, como, por exemplo, as palavras “mente”, “sentidos” e “ciência”, já mencionadas. Esses usos peculiares devem ser levados em consideração na leitura do capítulo seguinte.

Mas os seus artigos são repletos de imagens vívidas e parábolas elucidativas e, embora nem sempre adaptados ao leitor comum, são, em geral, excepcionalmente convincentes e sugestivos.

Ele se preocupa, do início ao fim, com o curso real dos eventos na vida humana, a natureza dual do homem e as direções da mente que inevitavelmente trazem felicidade ou sofrimento, de acordo com a natureza da crença humana. Ele enfatiza repetidamente a verdade de que ação e reação são iguais e que, portanto, o homem é responsável por sua felicidade e sofrimento. Ele acredita, portanto, que todas as coisas na vida são regidas por leis.

Em primeiro lugar, em importância, está a lei do progresso. “O homem é um ser progressivo.” Em sua vida, entrou um elemento ou poder superior, que o Dr. Quimby frequentemente chama de mulher ou percepção espiritual, enquanto o homem é da terra, terreno. Os dois estão em conflito, os dois estão presentes em cada homem. E, visto que o homem inicia a vida como um epítome da criação, “com todos os elementos do mundo material”, “não é estranho que surjam fenômenos enquanto o homem é tão ignorante do que o compõe, cuja origem pode ser rastreada até o reino animal, com o qual eles mais se identificam”. Esses conflitos ou doenças, o Dr. Quimby chamou de “ação progressiva”; e, se o homem entendesse que a sua vida é um processo progressivo, ou evolução, ele estaria livre desses conflitos ou seria superior a eles por meio de sua ciência ou sabedoria.

“O homem é um ser progressivo.”

A conduta, portanto, seguindo o exemplo e os ensinamentos do Dr. Quimby, deve ser a de um ajuste sábio às condições do progresso, para que essas não gerem atrito e o reconhecimento desse elemento superior que busca emergir.

E, visto que o homem inicia a vida como um epítome da criação, “com todos os elementos do mundo material”, “não é estranho que surjam fenômenos enquanto o homem é tão ignorante do que o compõe, cuja origem pode ser rastreada até o reino animal, com o qual eles mais se identificam”.

Ao longo de seus escritos, percebe-se uma sentido de serenidade, baseado em firme convicção, que demonstra a força de seu ideal de saúde e felicidade e a clareza de seu entendimento das condições reais da vida.

A conduta, portanto, seguindo o exemplo e os ensinamentos do Dr. Quimby, deve ser a de um ajuste sábio às condições do progresso, para que essas não gerem atrito e o reconhecimento desse elemento superior que busca emergir.

Há uma completa ausência daquele entusiasmo e excitação que caracteriza muitos dos que hoje se interessam pela cura [healing] mental. Nele, não havia esforço em busca de ideais, nem afirmações e declarações exageradas. Ele era eminentemente prático e dedicado às necessidades do eterno agora.

A sua filosofia ensina a reconhecer o que realmente existe aqui e agora, pois Deus não está em algum lugar distante, mas imanente em seu mundo de manifestação e na alma. É teoria e prática, filosofia e vida, religião e vida combinadas e, embora especialmente aplicada por ele à cura [healing] dos enfermos e à instrução daqueles que se dispunham a conversar com ele sobre as suas ideias, é suficientemente abrangente para ser um fator orientador em cada momento da vida.

É uma vida e não uma mera filosofia. Nenhum artigo isolado, nem tudo o que o Dr. Quimby escreveu, nem qualquer exposição, faz-lhe justiça completa; pois para aqueles que o conheceram e que receberam o benefício direto de sua obra, a sua própria vida foi muito mais grandiosa e nobre do que qualquer coisa que ele escreveu. Portanto, quem conhece esse elemento mais profundo e pessoal instintivamente se volta da página escrita para a natureza grandiosa, altruísta e profundamente original por trás dela, como alguém cujo privilégio foi o de ser de extraordinário benefício para a humanidade e proferir palavras de sabedoria e praticar atos de amor raros na história da humanidade.

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Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

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Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

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Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

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Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

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Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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