Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica deles na prática do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos revisitando os Manuscritos de Quimby, destacando trechos do livro eletrônico “The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life” [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”] de autoria de Annetta Gertrude Dresser (1843–1935), editado por YogeBooks: Hollister, MO (2015).

Fonte primária de pesquisa.

Sobre a Autora (Fonte Wikipedia)

Annetta Gertrude Seabury Dresser (1843–1935) foi uma escritora Americana e uma das primeiras líderes do movimento Novo Pensamento. Ela se tornou uma praticante de “cura [cure] mental”, tratando, entre outros, o filósofo e escritor William James.

Ela foi nascida em Portland, Maine, com o nome de Annetta Gertrude Seabury. Mais tarde, casou-se com Julius Dresser e eles viveram em Yarmouth, Maine. Por um tempo, ambos foram pacientes e, posteriormente, estiveram entre os primeiros discípulos do mentalista da Nova Inglaterra, Phineas Parkhurst Quimby. Ele usava a hipnose em curas [cures] mentais de doenças e enfermidades. O trabalho dele influenciou o movimento Novo Pensamento, do qual ambos os Dressers se tornaram parte.

Annetta Dresser tornou-se ela própria uma praticante de cura [cure] mental. Entre os seus pacientes estava o renomado filósofo e escritor americano William James, que teve cerca de doze sessões com ela na tentativa de tratar a sua insônia. Ele lecionou na Universidade de Harvard por muitos anos.

Mais tarde, Dresser escreveu sobre o trabalho de seu mentor em A Filosofia de P. P. Quimby (1895). Ela argumentou que Mary Baker Eddy, a fundadora da Ciência Cristã no final do século XIX, havia se inspirado nas ideias de Quimby, embora a jovem também tenha desenvolvido o seu próprio sistema de pensamento em sua religião. Dresser apoiou fortemente as ideias de Quimby em detrimento das de Eddy.

O filho de Dresser, Horatio Dresser (nascido em 1866), também foi influenciado por Quimby. Além de se tornar um ministro Swedenborgiano, ele escreveu, editou e compilou várias obras do Novo Pensamento, incluindo Uma História do Movimento do Novo Pensamento (1919). O seus Manuscritos de Quimby (1921) foram uma compilação dos documentos de Quimby, lançada após a morte de Quimby e de seu filho. William James tratou as obras de Dresser com respeito em seu próprio livro, Variedades da Experiência Religiosa.

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Livro Eletrônico

“The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”].

Autora

Annetta Gertrude Dresser (1843–1935).

Fonte:

The Philosophy of P. P. Quimby.pdf

Editado/Publicado por

YogeBooks: Hollister, MO – 2015

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Prefácio.

O crescente interesse na filosofia e na prática da cura [healing] mental em suas diversas formas tem gerado o desejo de saber mais sobre o homem a quem se deve esse novo desenvolvimento e de saber em que aspectos os seus ensinamentos diferiam dos sistemas de pensamento predominantes. Os fatos referentes à descoberta foram publicados em 1887, em um panfleto intitulado “A Verdadeira História da Ciência Mental”, de Julius A. Dresser, no qual citações dos escritos do Dr. Quimby se tornaram públicas pela primeira vez. Com a gentil permissão daqueles que detêm a guarda do manuscrito, o autor do presente volume pôde fazer novas citações desses escritos e também republicar diversos artigos que foram escritos para a imprensa durante os últimos anos da prática do Dr. Quimby. Dessa forma, os fatos falam por si mesmos e demonstram, sem comparações adicionais, o alcance e o valor científico da filosofia original. A. G. D. – 481 Beacon Street, Boston, Mass., 1º de Maio de 1895.

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—–Continuação da Parte I—–

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The Philosophy of P. P. Quimby

A Filosofia de P. P. Quimby

II. Trechos a partir da Imprensa, 1857–65 (continuação).

O artigo a seguir foi escrito por uma jovem cuja mãe havia recuperado a saúde após ser considerada incurável pelos médicos e ter ficado três anos sem voz. A jovem também tinha recuperado a saúde sob os cuidados do Dr. Quimby:

O Método de Cura [Curing] de Doenças do Dr. Quimby.

Uma das características notáveis ​​da atualidade é a crescente desconfiança na capacidade da medicina, por si só, de curar [to cure] doenças; e esse estado de espírito, essa demanda por um método melhor de tratamento dos enfermos, tem criado, ou encontra à disposição, um exército de praticantes da nova escola de todos os tipos, alguns sinceramente desejosos de fazer o bem e acreditando firmemente no que professam, enquanto outros estão mais do que dispostos a enganar a credulidade e se beneficiar com isso. Nessas circunstâncias, seria extremamente difícil para um verdadeiro reformador, que não apenas reconhece os erros do passado e do presente, mas ousa adotar perspectivas totalmente diferentes, inclusive sobre a origem das doenças, adquirir uma reputação distinta da de muitos outros que também afirmam ter avançado bastante nos novos caminhos que escolheram, embora, na realidade, partindo do mesmo ponto que todos os outros no passado, cheguem, no fim, a conclusões quase idênticas. Mesmo um grande sucesso na prática de sua teoria poderia, por um tempo, ser insuficiente para conquistar a confiança do público e impedir que ele fosse equiparado a todos os inovadores da atualidade.

Muitas pessoas que perderam a fé na escola antiga ficam, ao mesmo tempo, surpresas com o raciocínio que o Dr. Quimby utiliza em relação às doenças. É tão contrário às opiniões geralmente aceitas que mal ousam acreditar que possa haver alguma verdade nele. Eles ouvem falar de sucessos notáveis ​​em sua prática, mas ficam ainda mais incrédulas e dizem: “A era dos milagres já passou e isso é demais para acreditar”. Mas “ver para crer”, diz o provérbio; e, depois de terem a oportunidade de ver alguns dos efeitos notáveis ​​que o Dr. Quimby obteve em casos obstinados de doenças crônicas, eles são obrigadas a admitir, ainda que com relutância, que há uma verdade viva em seus princípios, que ele se libertou das amarras da opinião que restringiam os limites da investigação e, estudando o funcionamento misterioso da mente, descobriu ali a verdadeira explicação para aquilo que por tanto tempo foi mal entendido e insatisfatoriamente explicado. Eles se aproximaram dele desconfiados, quase relutantes em acreditar no que viam, ignorando a sua teoria, que, mesmo depois de explicada, lhes era difícil de entender e por isso precisavam passar por esse processo de convencimento gradual antes de aceitarem as suas verdades. Assim, pode-se dizer que ele tinha que lidar tanto com aqueles que queriam ser os seus amigos quanto com os seus inimigos.

O seguinte esboço de sua teoria foi escrito após ele ter passado por uma mudança de sentimento semelhante e pode dar uma ideia geral — embora muito imperfeita — dos princípios que são tão eficazes no combate às doenças:

De acordo com essa nova teoria, a doença é uma invenção do homem. Ela é causada por uma perturbação da mente — que é matéria espiritual — e, portanto, tem origem nela.

Nós somos capazes de nos lembrar de casos em que a doença foi produzida instantaneamente por excitação, raiva, medo ou alegria. Não seria mais racional concluir que a doença é sempre causada por influências sobre a mente, ao invés de ter uma identidade própria, vir até nós e nos atacar?

De acordo com essa nova teoria, a doença é uma invenção do homem. Ela é causada por uma perturbação da mente — que é matéria espiritual — e, portanto, tem origem nela.

Vivendo em um mundo repleto de erros a esse respeito e educados a acreditar que a doença é alguma coisa da qual nós não podemos escapar, não é de se estranhar que aquilo que nós tememos nos atinja. Nós tomamos como verdade as opiniões de homens que não possuem conhecimento algum. Assim, todos nós concordamos com regras arbitrárias referentes ao nosso modo de vida e sofremos as consequências de qualquer desobediência a elas. Essas doenças ou consequências são reais para nós como resultado da crença.

É razoável inferir a partir dessas afirmações que a única maneira de abordar e erradicar a doença tem que ser através da mente, rastreando a causa desse sofrimento e lançando sobre ela a luz da razão ou da descrença na existência da doença independente da mente. Então, a nuvem que nos obscurece se dissipa, como o erro sempre se dissipa quando vencido pela luz da verdade.

O Dr. Quimby comprova a veracidade de sua crença por meio de seu trabalho diário. As curas [cures] maravilhosas que ele realiza são evidências inegáveis ​​de seu conhecimento e habilidade superiores em aplicá-los para o benefício da humanidade sofredora. Ele não utiliza medicamentos ou qualquer meio material, nem recorre ao mesmerismo ou a qualquer influência espiritual, mas trabalha com base em princípios científicos, cuja filosofia pode ser entendida pelo paciente. Portanto, ele não só se livra do problema presente, como também da propensão a doenças futuras.

Ao aceitar essa nova teoria, o homem se eleva acima das circunstâncias. Adaptando-se facilmente a qualquer necessidade, livre de todo o medo de doenças, ele vive uma vida mais simples, natural e feliz. Ele é capaz de controlar o corpo e torná-lo submisso à sua vontade, ao invés de ser um escravo completamente à sua mercê, o que aconteceria se admitisse que o corpo está sujeito a doenças. Essa verdade é passível de ampla aplicação prática em todas as exigências da vida e nós aprendemos a fazer uso constante dela à medida que nós avançamos no conhecimento. Ela nos ajuda a atribuir uma justa avaliação a todas as coisas, o valor da vida é enriquecido; e, à medida que nós tivermos mais desse verdadeiro conhecimento em nós mesmos, nós amaremos e adoraremos a Deus, que é a fonte de toda a sabedoria, com mais sinceridade e inteligência. Vermont.

Portland Advertiser, 1862.

O artigo seguinte também foi escrito por uma senhora que o Dr. Quimby havia curado [cured] e foi publicado no Portland Advertiser de 22 de março de 1862: —

Esboço de Novos Princípios na Cura [Curing] de Doenças.

É um costume antigo e consagrado pelo tempo que as classes instruídas se oponham a tudo de novo que não conseguem compreender e explicar. Sendo elas próprias o padrão de inteligência, elas negam todo fato que não provenha do desenvolvimento de seu próprio conhecimento e se opõem em massa à possibilidade de inteligência vir de qualquer outra fonte que não as suas pesquisas. Assim, quando uma questão surge diante do povo, originada fora de sua educação, ela encontra todo tipo de oposição, é deturpada e abusada de todas as formas possíveis antes de alcançar uma posição de sucesso. Portanto, obter uma recepção sincera para um assunto não entendido nem admitido pelo mundo é impossível. A sua primeira aparição será recebida com desconfiança e considerada um absurdo.

A experiência do Dr. Quimby não foi uma exceção nesse aspecto. Curar [curing] doenças sem medicamentos é visto como uma charlatanice e os seus defensores são considerados fanáticos visionários. Mesmo assim, essa prática ressurge, reivindicando respeito e atenção do público. Ele é incompreendido e alvo de desconfiança por muitos, pois o classificam entre aqueles que não ocupam posição respeitável no mundo; e a oposição que sentem por ele surge da natureza equivocada de suas opiniões. Algumas pessoas penam que ele cura [cures] por meio de poderes diabólicos e, consequentemente, não o respeitam. Por conhecerem a figura mencionada, concluem que o doutor tem que ser tão perverso e poderoso quanto ele; e, portanto, o consideram uma figura questionável. Esse julgamento é a base do preconceito que existe na comunidade contra ele. Há outros, porém, que estão dispostos a ouvi-lo enquanto ele explica o seu método de cura [curing].

O Dr. Quimby afirma que ele cura [cures] doenças guiado por um princípio que, uma vez entendido, tem que libertar os enfermos. Consequentemente, o seu sistema, até onde ele o apresenta, é inteligível e a sua posição em relação à doença é inteiramente nova e original. Ao invés de tratar o corpo como uma organização inteligente com vida independente, ele encontra a vida e a inteligência no homem que o habita. O seu processo inverte a relação entre elas, tornando a forma visível a sombra, enquanto a substância eterna não é vista no mundo natural. A sua teoria as separa e revela a pura inteligência do homem, permitindo que ela atue no mundo da matéria como mestra e não como escrava. A partir desse ponto de vista, ele defende a causa dos enfermos contra o mundo inteiro; pois todos acreditam que o corpo está doente e a mente, ou o verdadeiro homem, não é afetada. Ele diz que a voz dos enfermos não é ouvida no mundo. É o que os sãos dizem sobre eles que ganha atenção pública; enquanto esses, passivos e indefesos, são completamente controlados pelas influências provenientes do conhecimento daqueles cujo dever é curá-los [to cure them]. Ele também afirma que os sãos nada sabem sobre os doentes, e, consequentemente, o julgamento deles é injusto e falível. É seu dever livrar os doentes das acusações que lhes são imputadas; e ele o faz por meio de um pleno conhecimento de seus sentimentos, que ele assume para si. Esses sentimentos, que são as evidências contra eles, ele explica de uma maneira que destrói o que eles demonstram ao mundo.

As declarações que ele faz aos doentes soam estranhas e necessitam de explicação para se tornarem inteligíveis; pois muitas vezes ele diz a uma pessoa que ela não tem nenhuma doença real, quando nada é mais claro do que o fato de ela ter. Aqui reside a sua crença peculiar, que para ele é conhecimento. Ele não atribui a doença a uma fonte oculta ou misteriosa, ou a nenhuma fonte, nem a trata com a devida reverência como se viesse de Deus. Ele a atribui diretamente ao próprio homem, sob o domínio de erros inventados pelo homem, acreditados como verdadeiros e de origem independente; e curá-la [cure it] de forma inteligente e da maneira mais benéfica para a humanidade é destruir o erro em que ela se baseia. Então, ele retira a doença de sua pretensa base de verdade e a coloca em sua base própria de erro. Consequentemente, em seu raciocínio, a doença não é a força dominante; e ele não a admite, exceto como um engano. Ao demonstrar essa posição, ele se depara com preconceitos tão fortes quanto a nossa própria existência e, em muitos casos, encontra oposição dos fortes e amargos preconceitos religiosos tão comuns na comunidade. Ele não pode admitir uma doença e então curá-la [cure it], assim como um tribunal não pode proferir sentença contra um criminoso sem julgá-lo.

Então, ele retira a doença de sua pretensa base de verdade e a coloca em sua base própria de erro. Consequentemente, em seu raciocínio, a doença não é a força dominante; e ele não a admite, exceto como um engano.

O Dr. Quimby oferece aos doentes a mesma chance de recuperação que um suposto criminoso indiciado tem pela vida dele; e, se ele, ao analisar os sintomas, conseguir eliminar as evidências da doença, então o paciente estará curado [cured]. Nisso, ele não segue nenhum caminho já trilhado pelo homem e se aventura em um campo totalmente desconhecido para os médicos convencionais; portanto, ele não pode ser equiparado a nenhuma associação de praticantes.

Ele não presume que a doença seja fruto da imaginação e que, se uma pessoa apenas acreditasse estar bem, ela estaria. A angústia do corpo é tão real quanto qualquer outra coisa; mas ela não é inteligente por si só e ela depende da interpretação daqueles que nunca a sentiram para receber um nome e uma característica que determinem a condição dos órgãos e o perigo para a vida do paciente. Ele afirma que o corpo não age por si só, mas é influenciado por seu dono ou por outras influências externas. E é o desenvolvimento de seus princípios que visa detectar essas influências e corrigi-las quando estiverem erradas.

Com os doentes, a crença comum é o contrário. O corpo adoece, sofre e morre; e muito pouco se sabe sobre o seu dono. Para eles, o corpo é um tirano cruel, com todos os órgãos conspirando, juntos ou individualmente, para matá-los. Os pulmões dizem que ele não terá ar, o estômago se recusa a alimentá-lo em paz e há uma confusão geral de ameaças e concessões. O corpo barganha e se intromete, o homem se torna covarde e, por fim, é vencido, cedendo a tudo o que o corpo decide; e a doença triunfa. E onde está o homem? Onde estão a sua ambição, o seu amor-próprio, a sua capacidade de cuidar de si mesmo? Ele tem se tornado um ser fraco e queixoso, que ele desprezaria em tempos de saúde. É esse ser que o Dr. Quimby cura [cures]; e, à medida que lhe devolve a noção de seus direitos perdidos e o faz sentir que é e deve ser o mestre, assim o corpo deixa de ser um tirano e se torna um servo, sujeito à sua direção. Então, quando perguntam por qual poder o Dr. Quimby cura [cures] doenças, ele responde: Pelo conhecimento da sabedoria que dá ao homem o controle de seu corpo e cuja entendimento produz saúde e felicidade. Conforme o homem caminha no conhecimento dessa verdade, ele é sábio e feliz; mas qualquer desvio dela, admitindo matéria superior ao homem, cria um erro que, na verdade, o aprisiona.

Séculos de educação têm condensado esses erros em fatos vívidos e agora nada é mais claro para aqueles que ainda são jovens do que a inevitável aproximação de muitas tristezas e provações. Libertar o fardo da vida de um de seus maiores males e preparar o caminho para obras maiores com o mesmo propósito é o efeito do estabelecimento do sistema do Dr. Quimby. Em uma breve comunicação como essa, é impossível fazer justiça a um assunto como esse. O tempo provará que as suas curas [cures] são realizadas sob um princípio que tem que levar à redenção da humanidade da doença; e o seu sistema será considerado baseado em princípios eternos e tão passível de ser explicado e entendido quanto a ciência da astronomia e da música. E. G. Ware.

Carta do Dr. Quimby.

International House, fevereiro de 1862.

Prezado Editor, — Como o senhor me concedeu a oportunidade de responder a um artigo publicado em seu jornal no dia 11 desse mês, no qual me classificou junto a espiritualistas, mesmeristas, clarividentes, etc., aproveito essa ocasião para declarar em que discordo de todas as classes de médicos, do médico alopata ao médium de cura [healing].

Todos esses admitem a doença como um inimigo independente da humanidade, mas o modo de se livrar dela os divide em sua prática. Os médicos da velha escola admitem que os medicamentos contêm certas propriedades curativas [curative] e que certos medicamentos produzem certos efeitos. Essa é a sua crença honesta. Os médicos homeopatas acreditam que os seus infinitesimais produzem certos efeitos. Isso também é honesto. Mas eu acredito que toda a sua medicina tem uma importância infinitamente menor do que as opiniões que a acompanham.

Eu nunca travo guerra contra a medicina, mas sim contra as opiniões. Eu nunca tento convencer um paciente de que o seu problema provém do calomelano ou de qualquer outro veneno, mas sim do veneno da opinião do médico ao admitir uma doença.

Mas outra classe, sob o disfarce do Espiritismo e do mesmerismo, reivindica poder a partir de outro mundo; e a esses, os meus comentários são dirigidos. Eu fui um dos primeiros mesmeristas do estado a realizar experimentos públicos e tive como paciente aquele que era considerado o melhor conhecido na época. Ele examinava e prescrevia para doenças exatamente como essa classe faz agora. E eu sei exatamente quanta confiança se pode depositar em um médium; pois, nesse estado, eles são governados pela superstição e pelas crenças da pessoa com quem se comunicam e leem os seus pensamentos e sentimentos em relação à doença, quer o paciente esteja ciente deles ou não.

A capacidade de ler pensamentos é o limite comum do mesmerismo. A clarividência é muito rara e pode ser facilmente testada vendando os olhos do paciente e dando-lhe um livro para ler. Se ele consegue ler sem enxergar, isso é prova conclusiva de que possui visão independente. Esse estado é de curta duração. Em seguida, eles entram em um estado em que são governados pelas mentes ao seu redor. Todos os médiuns da atualidade raciocinam sobre medicina tanto quanto o médico convencional. Eles acreditam na doença e recomendam medicamentos.

Quando eu mesmerizava o meu sujeito, ele prescrevia alguma erva simples que, por si só, não causaria benefício algum. Em alguns casos, isso curaria [would cure] o paciente. Também eu descobri que qualquer remédio curaria [would cure] certos casos se ele o prescrevesse. Isso me levou a investigar o assunto e a chegar à conclusão que eu defendo agora: a cura [cure] não está no remédio, mas na confiança do médico ou médium. Um clarividente nunca raciocina nem muda de opinião; mas, se no primeiro estado de leitura de pensamentos ele prescreve um remédio, é porque foi instruído por alguma mente interessada no assunto e também porque tem que obter o seu conhecimento da mesma fonte que os médicos.

a cura [cure] não está no remédio, mas na confiança do médico ou médium.

O sujeito que eu tinha me deixou, foi empregado por ——, que o utilizou para examinar doenças durante o sono mesmerizado e o ensinou a recomendar remédios que ele mesmo inventava em Latim; e, como o rapaz não sabia Latim, tudo parecia muito misterioso. Logo depois, ele estava de volta em casa e eu o fiz dormir para examinar uma senhora, esperando que ele continuasse como antes; mas, ao invés disso, ele escreveu uma longa receita em Latim. Eu o acordei para que ele pudesse ler, mas ele não conseguiu. Então eu levei o manuscrito ao boticário, que disse ter os artigos necessários e que custariam vinte dólares. Isso era impossível para a senhora pagar. Então eu voltei, o fiz dormir novamente e ele lhe deu a sua receita habitual de uma erva qualquer e ela melhorou.

Isso, somado ao fato de que todos os médiuns admitem doenças e derivam o seu conhecimento da crença alopática comum, convence-me de que, se não fosse pela superstição das pessoas, que acreditam que esses indivíduos, simplesmente por estarem de olhos fechados, sabem mais do que os boticários, eles seriam capazes de realizar poucas curas [cures]. Se um médium abrisse os olhos e o paciente descrevesse a sua doença, o remédio teria tanto efeito quanto pílulas de pão integral. Mas se os olhos estiverem fechados, aí reside o mistério. É verdade que eles relatam os sentimentos, mas essa é toda a diferença.

Agora, eu nego a doença como uma verdade, mas a admito como um engano, que começou como todas as outras histórias sem qualquer fundamento e foi transmitido de geração em geração até que as pessoas acreditem nela e ela se torne parte de suas vidas. Assim, elas vivem uma mentira e os seus sentidos estão nela.

Para ilustrar isso, suponha que eu diga a uma pessoa que ela tem difteria; e ela desconhece completamente o que eu quero dizer. Então, eu descrevo as sensações, falo sobre o perigo da doença e como ela é fatal em muitos casos. Isso deixa a pessoa nervosa e eu finalmente a convenço da doença. Agora, eu criei uma versão dela; e ela se apega a ela, a entende de verdade e ela está nela de corpo e alma. Agora, ela se dedica a criá-la e em pouco tempo ela se manifesta.

O meu método de cura [curing] a convence de que ela foi enganada; e, se eu tiver sucesso, o paciente estará curado [cured]. Como é necessário que ele sinta que eu sei mais do que ele, eu lhe conto o que ele sente. Ele não pode fazer isso comigo, pois eu não tenho medo de difteria.

O meu método é inteiramente original. Eu sei o que eu digo; e eles não sabem, se nós levarmos em conta as suas palavras. Enquanto essa farsa de inventar doenças continuar, as pessoas continuarão doentes e enganadas por essas artimanhas. P. P. Quimby. Portland Advertiser, 13 de fevereiro de 1862.

Segue um dos últimos anúncios públicos sobre o trabalho do Dr. Quimby antes de sua partida de Portland: —

É com surpresa e pesar que muitos de seus leitores recebem o anúncio, publicado em seus classificados, de que o Dr. P. P. Quimby decidiu deixar Portland. O médico esteve nessa cidade por quase sete anos e, por sua discrição e sinceridade na prática, conquistou o respeito de todos que o conheceram. Para aqueles que tiveram a sorte de se beneficiar de seus serviços — e são muitos —, a sua partida será vista como uma perda para a sociedade. Que ele tem manifestado um poder extraordinário na cura [healing] dos enfermos entre nós, nenhuma pessoa bem informada e imparcial pode negar. De fato, por mais de vinte anos o doutor dedicou-se a esse único objetivo: curar [to cure] os doentes e descobrir, por meio de sua prática, a origem e a natureza das doenças.

Por um método totalmente inovador e, à primeira vista, bastante ininteligível, ele vem desenvolvendo gradualmente o que chama de “Ciência da Saúde”; ou seja, como ele a define, uma ciência fundada em princípios que podem ser ensinados e praticados, como a matemática e não em opiniões ou experimentos de qualquer tipo.

Até então, ele havia limitado os seus esforços a casos individuais, buscando descobrir neles o que é a doença, como ela surge e se, com o avanço da verdade, ela não poderia ser completamente erradicada. Os resultados de sua prática o convenceram de que a doença, essa grande inimiga da nossa felicidade, pode ser destruída e isso por meio de um método puramente racional; e ele nos deixa não para abandonar a causa, como nos alegra saber, mas para adentrar um campo mais amplo de atuação, no qual espera não apenas curar [to cure], mas também, na medida do possível, prevenir doenças.

O caminho que ele trilha é novo e repleto de dificuldades; mas, com as inúmeras evidências que ele já tem demonstrado de sua extraordinária habilidade em detectar as fontes ocultas do sofrimento, nós somos levados a esperar que ele ainda possa realizar alguma coisa para o bem permanente da humanidade. Um objetivo tão puro e um método tão altruísta, quando entendidos, merecem a atenção de todos nós. Nós lhe desejamos boa sorte. G. Portland (Me.) Advertiser, 1865.

III. Reminiscências.

Foi por volta de 1860 que eu ouvi falar pela primeira vez do Dr. Quimby. Ele praticava o seu método de cura [curing] em Portland, onde ele tinha estado estabelecido havia cerca de um ano. A minha casa ficava a poucos quilômetros daquela cidade e frequentemente nós ouvíamos falar do trabalho maravilhoso que ele estava realizando. Nós também ouvíamos alguma coisa sobre a sua filosofia; e, como ele combatia as teorias predominantes da época, havia um forte preconceito contra ele na mente de muitas pessoas. Os seus pacientes, no entanto, tornaram-se os seus amigos e ele gradualmente conquistou o coração das pessoas, especialmente entre aqueles que se beneficiaram dele, seja por meio de sua prática ou de suas ideias; e a sua fama se espalhou cada vez mais.

A minha própria experiência com o Dr. Quimby foi muito interessante e trouxe resultados muito felizes. De fato, a minha primeira entrevista com ele marcou um ponto de virada em minha vida, do qual não houve retorno.

Eu o procurei em maio de 1862, como um paciente, após seis anos de grande sofrimento e como último recurso, depois de todos os outros métodos de cura [cure] terem falhado completamente em trazer alívio. Eu mal tinha fé suficiente para estar disposto a ir até ele, pois eu era um daqueles que tinham preconceito contra ele e ainda sentia mais dúvida e medo do que expectativa de receber ajuda. Mas todo o medo se dissipou quando eu fui recebido por esse bom homem, com o seu olhar bondoso, porém perspicaz.

Os eventos conectados a essa primeira entrevista permanecem tão vívidos em minha memória quanto os de ontem. Foi como ser conduzida da morte para a vida e da ignorância das leis que me governavam para a luz da verdade, na medida em que eu conseguia entender o significado de suas explicações.

Para entender a grande mudança que então ocorreu em minha vida, imagine uma jovem garota retirada da escola, privada de todos os privilégios desfrutados por seus colegas, confinada por seis anos em um quarto de hospital, submetida a diversos tratamentos severos e experimentais em suas piores formas, piorando constantemente, com o seu pastor lhe dizendo que era da vontade de Deus que ela sofresse toda aquela tortura, vendo o efeito de toda aquela experiência difícil sobre os seus entes queridos — lutando simplesmente pela sobrevivência, sem enxergar outra saída senão a morte — e o leitor terá uma ideia do estado em que eu me encontrava quando eu fui levada perante aquele estranho médico. E, para completar o quadro, permitam ao leitor imaginar o conflito interno entre tudo aquilo que era tão desanimador e uma esperança inabalável, a sensação de que havia uma saída, se ao menos pudesse ser encontrada, uma convicção mais profunda do que toda aquela agonia da alma e do corpo de que toda a situação estava errada, que o tratamento torturante era totalmente desnecessário e que não era da vontade de Deus que alguém fosse mantido em tal prisão de trevas e sofrimento.

Ver essa grande esperança realizada foi, de fato, como a fuga feliz de um prisioneiro da masmorra mais escura e miserável. Contudo, tímida e esperando encontrar um homem sem compaixão, que tentaria algum tipo de mágica comigo, foi naturalmente com muito medo e tremor que eu fiz a minha primeira visita ao seu escritório.

Ao invés disso, eu encontrei um cavalheiro bondoso que me recebeu com tanta simpatia e gentileza que imediatamente eu me senti à vontade. Ele parecia perceber de imediato o estado de espírito daqueles que o procuravam em busca de ajuda e se adaptava a eles de acordo. Os seus anos de estudo da mente humana, das doenças em todas as suas formas e das crenças religiosas predominantes, davam-lhe a capacidade de enxergar além das opiniões, dúvidas e medos daqueles que buscavam o seu auxílio e o colocavam em imediata sintonia com o seu estado de espírito. Ele parecia saber que eu o procurara sentindo que ele era o meu último recurso e com pouca fé nele ou em seu método de tratamento. Mas, ao invés de me dizer que eu não estava doente, ele se sentou ao meu lado e me explicou qual era a minha doença, como eu havia chegado a essa condição e como eu poderia ter me recuperado com o entendimento correto. Ele parecia ter vislumbrado a situação desde o início e explicou a causa e o efeito com tanta clareza que eu pude ver um pouco do que ele queria dizer. O meu caso era tão grave que, a princípio, ele não me disse que eu poderia me sair bem. Mas a sua explicação teve um efeito tão grande que eu senti uma nova esperança dentro de mim e comecei a melhorar a partir daquele dia.

Ele continuou a explicar o meu caso diariamente, dando-me uma ideia de sua teoria e de sua relação com o que me haviam ensinado a acreditar e às vezes sentava-se em silêncio comigo por um curto período. Eu não entendia muito do que ele dizia, mas sentia “o espírito e a vida” que emanavam de suas palavras; e eu percebi que estava progredindo gradualmente. Algumas de suas frases concisas permaneceram constantemente em minha mente e foram muito úteis para preparar o caminho para um melhor entendimento de seu pensamento, como, por exemplo, a sua observação de que “Qualquer coisa em que nós acreditamos, isso é o que nós criamos” ou “Qualquer opinião que nós depositamos em uma coisa, isso é o que nós tiramos dela.”

O efeito geral dessas conversas tranquilas com ele era o de iluminar a mente, de modo que, com o tempo, eu conseguia entender as experiências e os problemas do passado à luz de suas explicações claras e convincentes. Eu me lembro especialmente de um dia em que um panorama de experiências passadas se apresentou diante de mim; e vi exatamente como o meu sofrimento havia sido causado, como fui mantida em cativeiro e escravizada pelos médicos e pelas falsas opiniões que me foram transmitidas. A partir daquele dia, a conexão com essas experiências dolorosas e com as práticas e experimentos terríveis que tanto contribuíram para o meu sofrimento foi rompida; e passei a viver num mundo de pensamento mais amplo e livre.

“Qualquer coisa em que nós acreditamos, isso é o que nós criamos.”

A lembrança mais vívida que eu tenho do Dr. Quimby é a sua aparência ao sair do seu consultório particular, pronto para atender o próximo paciente. Aquela indescritível sensação de convicção, de lucidez, de ação enérgica — aquela alguma coisa que fazia sentir que seria inútil tentar esconder ou ocultar qualquer coisa dele — deixou uma impressão inesquecível. Mesmo agora, ao recordar esse momento, trinta e três anos depois, eu consigo sentir a emoção de uma nova vida que vinha com a sua presença e o seu olhar. Havia alguma coisa nele que transmitia uma sensação de perfeita confiança e tranquilidade em sua presença — uma sensação que imediatamente dissipava todas as dúvidas e preconceitos e nos colocava em sintonia com aquela força ou poder sereno com que ele realizava as suas curas [cures].

“Qualquer opinião que nós depositamos em uma coisa, isso é o que nós tiramos dela.”

Nós seguíamos a ordem de chegada ao consultório; e, consequentemente, a sala de espera geralmente estava cheia de pessoas aguardando a sua vez. As pessoas vinham de todas as partes da Nova Inglaterra para o consultório do Dr. Quimby, geralmente aquelas que haviam sido abandonadas pelos melhores médicos e que haviam sido persuadidas a tentar esse novo método de tratamento como último recurso. Muitas delas chegavam de muletas ou eram auxiliadas por algum amigo; e era muito interessante observar o seu progresso dia após dia, ou a notável mudança produzida por uma única consulta com o médico. Eu me lembro de uma senhora que usava muletas há vinte anos e que, depois de algumas semanas, passou a andar sem elas.

Entre os que aguardavam, geralmente havia vários amigos ou alunos do Dr. Quimby, que frequentemente se reuniam em seu consultório para discutir as verdades que ele lhes ensinava. Era um privilégio raro para aqueles que esperavam a sua vez de ser atendidos ouvir essas discussões entre os desconhecidos e os seus discípulos e também ouvir, de vez em quando, uma frase do próprio médico, que muitas vezes expressava algum pensamento que nos fazia refletir profundamente ou conversar seriamente.

Dessa forma, o Dr. Quimby dedicou-se consideravelmente ao ensino; e essa era a sua única oportunidade de divulgar as suas ideias. Ele não ensinava a sua filosofia de forma sistemática em aulas ou palestras. As suas explicações pessoais a cada paciente e a sua prontidão em explicar as suas ideias a todos os interessados ​​o aproximavam de todos que o procuravam em busca de ajuda. Mas, além disso, ele não tinha tempo para ensinar, pois estava sempre sobrecarregado de pacientes, embora tivesse a intenção de revisar os seus escritos e publicá-los.

Foram dias memoráveis. Quem nunca o viu dificilmente pode imaginar a convicção da verdade que se sentia ao ouvi-lo proferir uma frase. Ele parecia enxergar através de todas as falsidades da vida, penetrando nas profundezas e no espírito das coisas; e a sua visão penetrante era tão aguda e verdadeira que nós nos sentíamos como se nós estivéssemos na presença de uma grande luz capaz de dissipar a escuridão de tudo que se interpunha em seu caminho.

Todos nós o amávamos verdadeiramente e devotamente; pois como nós poderíamos deixar de amá-lo? Ele era repleto de amor pela humanidade e trabalhava incessantemente pelos outros, sem se importar consigo mesmo. Sempre me pareceu estranho que alguém que o tinha conhecido e foi ensinado por ele pudesse esquecer a sua compaixão e bondade de coração. Ele era alguém que inspirava em todas as almas honestas a convicção de sua própria sinceridade. Ele não tinha nada a ganhar nem a perder, pois a sua vida era um constante transbordamento do espírito da verdade que o guiava.

Consequentemente, ele doava livremente tudo o que ele possuía; e, se alguém demonstrasse algum interesse particular em sua teoria, ele emprestava os seus manuscritos e permitia que os seus primeiros escritos fossem copiados. Os interessados, por sua vez, escreviam artigos sobre a sua “teoria” ou “a Verdade”, como ele a chamava e os traziam para que ele os criticasse. Mas ninguém pensou em usar esses artigos enquanto ele viveu, nem mesmo em tentar o seu método de tratamento publicamente; pois todos o admiravam como o mestre cujas obras superavam em tanto qualquer coisa que pudessem fazer que não ousavam tentar.

Entre os seguidores mais devotos estavam as filhas do Juiz Ware, já mencionadas e o Sr. Julius A. Dresser, também de Portland, que dedicou grande parte do seu tempo, durante vários anos, ao esforço de divulgar as ideias do Dr. Quimby.

Foi também nessa época, em 1862, que a Sra. Eddy, autora de “Ciência e Saúde”, se associou ao Dr. Quimby; E eu me lembro muito bem do dia em que ela foi ajudada a subir os degraus até o escritório dele, por ocasião de sua primeira visita.

Ela foi curada [cured] por ele e, posteriormente, interessou-se muito por sua teoria. Mas ela interpretou grande parte de seus ensinamentos de forma própria e desenvolveu um sistema de pensamento radicalmente diferente.

Isso não parece estranho quando se considera o quanto havia para aprender com um homem tão original quanto o Dr. Quimby, que havia investigado a mente humana por tanto tempo. A não ser que alguém tivesse passado por uma experiência semelhante e penetrado no âmago das coisas como ele, não seria possível apreciar as suas explicações o suficiente para seguir a sua linha de pensamento particular. Portanto, nenhum dos sistemas que surgiram após a morte do Dr. Quimby, embora originários de suas pesquisas e prática, têm representado adequadamente a sua filosofia, como os capítulos seguintes demonstrarão.

O tratamento dele não consistia em negações e afirmações, nem ele tratava dois casos da mesma maneira. Ele tinha uma capacidade de adaptação extraordinária e usava a linguagem e as ilustrações sugeridas pela profissão ou crença de seus pacientes. Ao conversar com um músico, por exemplo, ele usava a música como ilustração. O seu tratamento era em grande parte explicativo — uma explicação da condição real em oposição à condição aparente do paciente. Ele parecia estabelecer uma separação completa entre o sofredor e a doença e ele falava com o paciente de tal maneira que, gradualmente, os seus sentidos se apegavam à nova vida ou sabedoria que as suas palavras transmitiam, ao invés das sensações dolorosas; e, à medida que isso continuava, a doença desaparecia.

Em um de seus artigos, escrito em 1861, o Dr. Quimby descreve assim o seu método de cura [cure]:

“Um paciente vem consultar o Dr. Quimby. Ele se torna alheio a tudo, exceto à impressão dos sentimentos da pessoa. Esses são rapidamente daguerreotipados nele. Eles não contêm inteligência, mas projetam um reflexo de si mesmos que ele observa. Isso contém a doença como ela aparece para o paciente. Confiante de que é a sombra de uma ideia falsa, ele não tem medo dela… Então, os seus sentimentos em relação à doença, que são saúde e força, são daguerreotipados na placa receptiva do paciente, que também projeta uma sombra. O paciente, vendo essa sombra da doença sob uma nova luz, ganha confiança. Essa mudança de sentimento é daguerreotipada novamente no médico. Isso também projeta uma sombra; e ele vê a mudança e continua a tratá-la da mesma maneira. Assim, os sentimentos do paciente simpatizam com os dele, a sombra muda e se torna tênue e, finalmente, desaparece, a luz toma o seu lugar e nada resta da doença.”

Foi a percepção e o entendimento lúcidos do Dr. Quimby sobre o caso que lhe permitiram fazer essa distinção entre o self melhor ou verdadeiro do paciente e o medo e as crenças pessoais que, como ele diz na ilustração acima, estavam impressos nele como daguerreótipos. A percepção ou explicação era a própria cura [cure] e não havia necessidade de argumentação ou de tentar transferir os seus pensamentos para o paciente. Uma vez feita a distinção, uma mudança era inevitável; pois os sentidos eram levados juntos, toda a atitude mental mudava também e o paciente era libertado das sensações e medos atormentadores que o haviam absorvido por completo — absorvendo-o enquanto e somente enquanto, a consciência no nível da percepção [consciousness] estivesse voltada na direção errada.

O seu primeiro esforço, então, em todos os casos, era libertar o sofredor de tudo o que mantinha a alma e o corpo em cativeiro e tornar a sua explicação tão clara que o paciente pudesse ver conscientemente toda a questão em sua verdadeira luz; e todos sabem que, quando nós vemos através de uma coisa que nos tem causado problemas, o poder que essa coisa exercia sobre nós se perde, assim como quando um boato alarmante é desmentido, ou como se alguém encontrasse um leão na floresta e descobrisse que ele estava acorrentado e não podia fazer mal algum.

Não parecia haver nenhum obstáculo à visão mental do Dr. Quimby. Certa vez, eu conheci uma senhora que o procurou simplesmente para testar a sua capacidade de lê-la. Ela comentou com outras pessoas que não acreditava que ele pudesse ajudá-la, nem lhe dizer o que causava os seus problemas. Ele a recebeu como receberia qualquer pessoa e, após alguns instantes — sem que uma palavra tivesse sido dita —, pegou a sua cadeira e, colocando-a diante dela, sentou-se de costas para ela, dizendo: “É assim que você se sente em relação a mim. Eu penso que você não necessita dos meus serviços e que é melhor ir para casa.”

O seguinte trecho de uma carta a um clérigo, datada de 28 de outubro de 1860, ilustra o cuidado com que ele distinguia entre a sua própria opinião e a da Sabedoria superior que o capacitava a realizar as suas curas [cures] maravilhosas:—

“A sua carta do dia 18 foi recebida; porém, devido à pressão dos negócios, eu negligenciei respondê-la. Eu tentarei lhe dar a sabedoria que você pede. Quanto a dar uma opinião, isso está além do meu poder como médico, embora como um homem eu pudesse, mas não seria útil; pois não conteria sabedoria alguma, exceto a desse mundo. A minha prática não se baseia na sabedoria humana, portanto, a minha opinião como homem não tem valor. Jesus disse: ‘Se eu julgar por mim mesmo, o meu julgamento não é bom, mas, se eu julgar por Deus, ele é justo’; pois isso não contém opinião. Portanto, se eu julgar como homem, isso é uma opinião; e você pode encontrar muitas delas em qualquer lugar.

Jesus disse: ‘Se eu julgar por mim mesmo, o meu julgamento não é bom, mas, se eu julgar por Deus, ele é justo’; pois isso não contém opinião.

“Você pergunta se eu já curei [cured] algum caso de reumatismo crônico? Eu respondo: Sim; mas existem tantos casos de reumatismo crônico quanto de problemas na coluna, de modo que eu não posso decidir o seu caso com base em outro. Você não pode ser salvo depositando a sua fé na manga de outra pessoa. Cada um tem que responder por seus próprios pecados ou crenças. As nossas crenças são a causa de nossa miséria e a nossa felicidade e miséria são o que se segue à nossa crença…

“Você pergunta se a minha prática pertence a alguma ciência conhecida. A minha resposta é: Não, ela pertence a uma Sabedoria que está acima do homem como homem… Ela foi ensinada há mil e oitocentos anos e nunca tem encontrado lugar no coração do homem desde então, mas está no mundo e o mundo não sabe disso.”

As nossas crenças são a causa de nossa miséria e a nossa felicidade e miséria são o que se segue à nossa crença…

Novamente, em resposta a um jovem médico em uma carta datada de 16 de setembro de 1860, ele diz:—

…“Responder a qualquer pergunta sobre o meu método de tratamento seria como perguntar a um médico como ele sabe que um paciente tem febre tifoide apenas sentindo o pulso e pedir uma resposta direta, para que a pessoa que faz a pergunta pudesse se sentar e definir a doença a partir da resposta. O meu método de tratamento não é definido dessa maneira… Se estivesse ao meu alcance compartilhar com o mundo o benefício de vinte anos de estudo árduo em uma carta, curta ou longa, isso já teria sido feito há muito tempo. As pessoas perguntam coisas sem saber o quê. Seria o mesmo que pedir a alguém que lhe ensinasse a falar Grego sem estudá-lo, ou me pedir para explicar como eu testo a verdadeira patologia de uma doença, ou como eu testo o verdadeiro diagnóstico de uma doença. Todas essas perguntas seriam respondidas com muita facilidade se eu adotasse um padrão e, então, testasse todas as doenças de acordo com esse padrão.

O método antigo de determinar o diagnóstico de doenças consistia em opiniões sobre pessoas doentes, tanto em seu juízo perfeito quanto inconsciente e em estado de nervosismo, todas misturadas e registradas, acompanhadas de um determinado estado de pulso. Nesse caos obscuro de erros, elas chegam a conclusões como essa: se você vê um homem indo em direção à água, ele está indo nadar; mas, se ele está correndo, sem chapéu e casaco, ou ele irá se afogar ou alguém está se afogando e assim por diante. Esse é o jeito antigo. O meu é esse: se eu vejo uma pessoa, eu sei e, se eu sinto frio, eu sei; mas ver uma pessoa indo em direção à água não significa que eu saiba o que ela irá fazer…

“Agora, assim como [os antigos praticantes], não engane os seus pacientes. Procure instruí-los e corrigir os seus erros. Use toda a sabedoria que você possui e exponha a hipocrisia da profissão em qualquer um deles. Nunca engane os seus pacientes pelas costas. Lembre-se sempre de que, da mesma forma que você se sente em relação aos seus pacientes, eles devem se sentir da mesma forma em relação a você. Se você os enganar, eles perderão a confiança em você; e, à medida que você se mostrar superior a eles, eles lhe darão crédito. Se você seguir esse caminho, o sucesso será inevitável.

“Seja caridoso com os pobres. Mantenha a saúde do seu paciente em vista e, se o dinheiro vier, ótimo; mas não deixe que isso se torne o foco principal. Com todos esses conselhos, deixo você ao seu destino, confiando que a verdadeira Sabedoria o guiará — não pelo caminho de seus antecessores. P. P. Q.”

Era, portanto, característico do Dr. Quimby influir poderosamente sobre o homem ou o self pessoal em seu trabalho, ou aquele Self maior ou Sabedoria de onde derivava o seu poder; e tudo o que ele incentivava nos outros, ele sempre praticava em si mesmo. Em todos os seus escritos, essa mesma humildade é primordial; e tudo o que ele escreveu e disse possuía uma maravilhosa força duradoura, pois carregava a ênfase de sua própria personalidade estimulante e benevolente. Após vinte e nove anos desde o falecimento do Dr. Quimby, o máximo e o melhor que eu sou capaz de dizer sobre os seus ensinamentos e o poder de seu exemplo é que a sua teoria resistiu aos mais severos testes de dificuldade e doença em minha própria família, bem como em muitas outras, enquanto o seu exemplo tem sido um ideal sempre presente. Para ele, a sua teoria era uma vida, uma vida mais ampla e nobre, mais livre e mais sábia do que a do homem comum. Para conhecer a profundidade e o valor inexprimíveis de seus ensinamentos, é preciso viver essa vida e comprovar, por meio de longa experiência, a veracidade de sua filosofia. O fato de seus ensinamentos jamais terem falhado em sua aplicação e de terem sido mais do que um substituto para tudo o que suplantaram, é ao mesmo tempo a melhor prova de sua veracidade e o argumento mais forte em seu favor.

As declarações que ele faz aos doentes soam estranhas e necessitam de explicação para se tornarem inteligíveis; pois muitas vezes ele diz a uma pessoa que ela não tem nenhuma doença real, quando nada é mais claro do que o fato de ela ter. Aqui reside a sua crença peculiar, que para ele é conhecimento. Ele não atribui a doença a uma fonte oculta ou misteriosa, ou a nenhuma fonte, nem a trata com a devida reverência como se viesse de Deus. Ele a atribui diretamente ao próprio homem, sob o domínio de erros inventados pelo homem, acreditados como verdadeiros e de origem independente; e curá-la [to cure it] de forma inteligente e da maneira mais benéfica para a humanidade é destruir o erro em que ela se baseia. Então, ele retira a doença de sua pretensa base de verdade e a coloca em sua base própria de erro. Consequentemente, em seu raciocínio, a doença não é a força dominante; e ele não a admite, exceto como um engano. Ao demonstrar essa posição, ele se depara com preconceitos tão fortes quanto a nossa própria existência e, em muitos casos, encontra oposição dos fortes e amargos preconceitos religiosos tão comuns na comunidade. Ele não pode admitir uma doença e então curá-la [cure it], assim como um tribunal não pode proferir sentença contra um criminoso sem julgá-lo.

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—–Continua Parte III—–

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Imagem: pexels-barnabas-davoti-31615494-9191353 – II – 28.04.26

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Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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