Os Manuscritos de Quimby revisitados nesse artigo.

Fonte primária de pesquisa.

Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”] de autoria de Phineas Parker Quimby – (1802–1866), editado e publicado por Horatio W. Dresser, 1921, em seu Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Vale destacar que Quimby é sempre mencionado por Max Freedom Long em artigos e livros, daí o nosso interesse em conhecer o sistema de pensamento desse curador [healer] e as suas descobertas sobre o homem trino.

Em nosso artigo 60 – O Sistema Psico-Religioso Praticável Dos Polinésios – Parte I, Max Freedom Long tece o seguinte comentário sobre Quimby: “Nos tempos modernos, a Ciência da Psicologia começou a tomar forma vacilante logo após a descoberta do Mesmerismo. Quimby, um Yankee [nascido na Nova Inglaterra-EUA] e, depois dele, a Sra. Eddy, reconheceram e tentaram usar, para curar [to heal], a ‘Sabedoria’ e o ‘Poder,’ que era um reconhecimento do Aumakua e a sua alta força de mana.”

Em nosso artigo 108 – Pontos de Vista Huna sobre a Psicanálise, Max Freedom Long novamente cita Quimby, conforme segue: “Se outras pessoas podem encontrar ajuda da mesma maneira, eu não posso dizer, entretanto, Dorothy Thomas encontrou e ela conta como o fez. A sua necessidade dificilmente poderia ser maior no momento da crise final. Na página 55, ela diz: ‘Certa manhã, por volta das dez, eu desmaiei. No entanto, havia outros problemas além do meu pesar. Pagamentos, poupança cada vez menor. O nosso carro quebrou. Nós perdemos alguns móveis. Essa era a crise. Alguma coisa TINHA que acontecer. Mary Baker Eddy tem que ter sentido algo assim quando foi para Quimby, como último recurso. Entretanto, eu não tinha nenhum Quimby [Dr. Phineas Parker Quimby (1802–1866)].”

No livro “The Secret Science Behind Miracles”, Max Freedom Long (autor) faz referências à Quimby em diversas passagens. Nós estamos destacando algumas como seguem:

“Mais adiante, nós examinaremos a explicação dos Kahunas sobre como a energia vital pode viajar entre pessoas sem contato físico direto (ou entre os vivos e os espíritos dos mortos). Nesse momento, basta chamar a atenção para o fato de que existe essa troca e que aquilo que nós aprendemos com Phineas Quimby a chamar de ‘tratamento à distância’ é uma realidade evidente, graças à capacidade de enviar à distância tanto a força vital quanto a sugestão de cura [healing].”

“A história de Freud é bastante conhecida, mas a de Quimby não. O único relato autêntico desse último encontra-se no livro de Horatio W. Dresser, “The Quimby Manuscripts”.

“Quimby aprendeu Mesmerismo com um Francês viajante por volta de 1840, na Nova Inglaterra. Ele fazia demonstrações aqui e ali, praticando cura [healing] nas horas vagas. O sujeito (da experiência) favorito dele era um jovem chamado Lucius Burkman. Lucius, sob a influência do Mesmerismo, anunciava que conseguia ver a causa da doença de um paciente e, em seguida, prescrevia um remédio, geralmente medicinal. Os resultados eram, na melhor das hipóteses, incertos.”

“Contudo, com a prática, Lucius melhorou, ou o Mesmerista melhorou, ou ambos. De qualquer forma, o rapaz tinha momentos cada vez mais frequentes de estranha lucidez. Ele já conseguia ver coisas à distância há muito tempo, mas agora passou a vislumbrar o futuro. Certo dia, em estado de êxtase, ele disse inesperadamente a Quimby: ‘Eu consigo ver seus rins. Eles estão atrofiando, mas se você vier aqui e me permitir colocar as minhas mãos sobre eles, eu sou capaz de curar [heal] você.’”

“Quimby vinha sofrendo há algum tempo de problemas renais. Disposto a tentar a experiência, ele permitiu que Lúcio colocasse as mãos sobre os seus rins. Após algum tempo, as mãos foram retiradas e o rapaz declarou a cura [cure] completa. E, pelo que Quimby pôde perceber, ela era completa. Todas as dores e sintomas desapareceram.”

“Essa cura [healing] instantânea de sua própria condição dolorosa impressionou muito Quimby. Ele se convenceu de que Lúcio havia tocado alguma fonte invisível e desconhecida de cura [healing] e ele argumentou que, se o seu sujeito (da experiência) conseguia tocar, ele também deveria conseguir. Ele começou a experimentar, demonstrando grande persistência e um toque de verdadeiro gênio.”

“Pouco a pouco, Quimby aprendeu a trabalhar melhor com a Sabedoria e o seu Poder. Ele aprendeu que ele podia sentar-se ao lado de um paciente e, em silêncio, pedir à Sabedoria que diagnosticasse o caso e realizasse a cura [healing]. A ele era dado saber, por meio de algum processo mental interno, qual seria o curso da cura [healing]. Às vezes, a cura [healing] se estendia por vários dias e ele era informado sobre como o paciente se sentiria a cada dia. O paciente podia estar muito pior no dia seguinte, mas completamente curado [healed] no outro. Frequentemente, ele pressentia que um paciente não poderia ser curado [cured] e isso sempre o surpreendia que alguma coisa pudesse estar além do poder de cura [healing] da Sabedoria. Ele buscou em sua mente possíveis razões e concluiu que a sugestão mesmerista possivelmente havia sido aplicada inadvertidamente por médicos ao diagnosticarem as doenças de pacientes que posteriormente o procuravam sem cura [uncured].”

—–

Livro

“The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]

Autor

Phineas Parker Quimby – (1802–1866)

Phineas Parkhurst Quimby – Wikipedia

Fonte:

5. The Principles Discovered – Quimby Manuscripts

Editado/Publicado por

Horatio W. Dresser, 1921

[Nota: Quimby é conhecido como o pai do movimento do “Novo Pensamento”. Fonte Wikipédia: “O movimento do Novo Pensamento é um movimento filosófico que se desenvolveu nos Estados Unidos no século XIX, seguindo os ensinamentos de Phineas Quimby. O conceito do Novo Pensamento promove as ideias de que a Inteligência Infinita, ou Deus, está em toda parte, o espírito é a totalidade das coisas reais, a verdadeira essência humana é divina, o pensamento divino é uma força para o bem, a doença se origina na mente e o ‘pensamento correto’ tem um efeito curativo [healing].”]

Nota do Editor [Publisher]

O livro, em sua totalidade, apresenta uma exposição adequada da teoria original de Quimby, conforme encontrada em seus manuscritos de 1846 a 1865. O volume também contém os escritos, até então inacessíveis, que a Sra. Eddy tomou emprestado durante a estadia dela em Portland como paciente de Quimby. O editor é filho da Sra. Julius A. Dresser, que foi a seguidora mais ativa de Quimby na época em que a Sra. Eddy estava em tratamento e que emprestou a ela os cadernos que a familiarizaram com os manuscritos de Quimby.

Prefácio do Editor para a Segunda Edição

Por muitos anos, uma grande quantidade de documentos de interesse para os Cientistas Cristãos e também para os seus críticos foi mantida em sigilo, apesar de intensa busca por sua publicação. Esses documentos foram escritos pelo Dr. P. P. Quimby, de Portland, Maine e contêm as opiniões dele sobre cura [healing] mental e espiritual. Eles se tornaram familiares à Sra. Mary Baker Eddy quando ela visitou o Dr. Quimby como paciente e os críticos dele alegaram que muitas das ideias posteriormente difundidas nos ensinamentos dela nasceram das teorias de Quimby.

Para pôr fim a essa controvérsia, muitas tentativas foram feitas para obter acesso aos manuscritos de Quimby, mas até então sem sucesso, exceto de forma fragmentada ou desconexa. O presente editor, no entanto, teve a sorte de obter da Sra. George A. Quimby, proprietária dos manuscritos, permissão para imprimir os documentos na íntegra. Muitos deles agora veem a luz do dia impressa pela primeira vez. Outros apresentam uma versão completa e autêntica do material, do qual apenas pequenos trechos haviam sido publicados anteriormente.

O ponto de vista do editor é o do expositor, nunca crítico, exceto quando o autor dos manuscritos criticava a própria obra dele. Todo o conteúdo entre colchetes é de autoria do editor, assim como todas as notas de rodapé. Itálico e aspas foram introduzidos em pequena escala. As citações Bíblicas não foram corrigidas, pois o Dr. Quimby tinha o hábito de parafrasear para mostrar a sua interpretação da Bíblia. Alguns artigos foram condensados ​​para evitar repetições, mas nenhuma alteração substancial foi feita. Os termos Ciência, Verdade e Sabedoria foram escritos com inicial maiúscula em todo o texto, em conformidade com o uso em alguns artigos nos quais essas palavras são sinônimos de Cristo ou Deus. O mesmo se aplica aos termos gerais para a teoria de Quimby, a Ciência da Saúde, a Ciência da Vida e a Felicidade. O termo Ciência Cristã é usado em referência ao desenvolvimento do ensinamento original de Jesus.

Nessa edição, vários erros foram corrigidos e o Capítulo Doze foi reescrito. – H. W. Dresser

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Capítulo 5

Os Princípios Descobertos

Primeiras Experiências

Para percebermos quão radical foi a mudança pela qual o Sr. Quimby passou ao abandonar o ponto de vista mesmerista, nós necessitamos retornar para o momento dos primeiros experimentos dele. Em um de seus artigos descritivos, ele nos conta que, na primeira vez em que ele se sentou para tentar mesmerizar outro homem, ele se sentou ao lado dele em uma cadeira e os dois, de mãos dadas com um jovem como sujeito, tentaram induzi-lo a dormir. A hipótese deles era que a eletricidade passaria de seus organismos para o do sujeito. Assim, “soprando e inspirando”, eles tentaram transmitir a eletricidade deles até que, finalmente, o sujeito adormeceu. Tendo o jovem homem sob o seu poder, os dois homens então tentaram determinar qual deles exercia maior influência.

“Então, nós sentamos o sujeito na cadeira, o cavalheiro ficou em pé na frente dele e eu atrás e o cavalheiro tentou fazê-lo levantar da cadeira; mas ele não conseguiu. Então, nós invertemos as posições e eu consegui fazer o sujeito levantar da cadeira. Isso mostrou que eu tinha mais força ou vontade. Assim terminou o primeiro experimento.”

Mais tarde, o Sr. Quimby, experimentando sozinho, fez o sujeito dormir em cinco minutos. Mas, como ele era inexperiente nesse tipo de coisa, ele não sabia o que fazer em seguida. Então, consultando livros, ele aprendeu o que deveria fazer. Ele não reconheceu então, na época, que os resultados obtidos dependiam da teoria adotada e dos fenômenos que se antecipavam. Mas, posteriormente, ele se convenceu de que a aceitação da teoria do magnetismo e do sono mesmérico predispunha a mente dele a produzir os resultados e que, se nunca tivesse lido um livro sobre o assunto, os resultados teriam sido muito diferentes. Além disso, ele concluiu que, por mais absurdas que fossem as ideias adquiridas pelo operador, o operador as comprovaria como “verdadeiras” por meio de seus experimentos, visto que, como ele nos diz, “as crenças nos fazem agir e os nossos atos são dirigidos por nossas crenças”. O Sr. Quimby precisava ser crédulo no início para descobrir que havia apenas comprovado uma crença e que estava longe da verdade.

Inicialmente, então, a hipótese era de que o sujeito respondia simplesmente porque o operador possuía mais eletricidade e uma vontade mais forte e a própria força de vontade parecia ser pouco mais do que o chamado magnetismo. Mas, na verdade, os livros simplesmente ensinavam como se tornar um operador, sem explicar nada do que ele fazia: não havia ciência alguma por trás disso. Até mesmo as condições a serem cumpridas eram hipotéticas. Assim, o Sr. Quimby descobriu que qualquer objeto de aço por perto afetava o sujeito e por isso ele precisava manter todo o aço longe enquanto acreditasse que o aço tivesse algo a ver com os seus fracassos. Além disso, se um cético se aproximasse demais, ele fracassava. Cambaleando no início, ele se viu tão ignorante sobre o fenômeno quanto no começo, enquanto se apegasse à hipótese de uma corrente magnética e à noção de que condições materiais precisas eram essenciais. A solução foi abandonar as visões predominantes e partir em busca de outra explicação.

Comunicação Mental

Nesse período inicial de investigação, o Sr. Quimby era totalmente cético em relação à clarividência e fenômenos afins, bem como cético em relação a qualquer experimento em que o sujeito tivesse algum conhecimento prévio do que deveria ser feito. Para evitar qualquer possível erro ou motivo para dúvida, ele adotou a regra e a seguiu firmemente durante os quatro anos de sua convivência com Lucius[PO], de nunca deixar o sujeito saber o que se esperava dele, exceto mentalmente. Mesmo que ele desejasse apenas que Lucius lhe estendesse a mão, ele o pedia mentalmente, nunca em voz alta. Durante os quatro anos, não houve evidências de que Lucius soubesse, em seu estado de vigília, o que fazia durante o sono mesmerizado. Essa regra representava uma grande vantagem, pois Quimby podia ter absoluta certeza de seus resultados.

[PO] Por volta de 1842, Quimby encontrou Lucius Burkmar, um jovem da região particularmente suscetível à hipnose. Achando-o útil para trabalhar, Quimby e Burkmar desenvolveram uma turnê própria. Quimby demonstrava a prática mesmérica com Burkmar diante de grandes multidões. Fonte: Wikipedia.

Ao depender exclusivamente de sua comunicação mental com Lúcio, o Sr. Quimby conseguiu atingir um alto grau de sucesso e, com o tempo, descobriu que todo o processo era mental, que nem o estado do tempo, nem a presença de metais, nem a passagem de uma suposta corrente elétrica de um organismo para o outro tinham qualquer relação com o resultado obtido.

O fato de Lúcio não receber nenhuma impressão de qualquer fonte além do pensamento de Quimby, durante um experimento com esse objetivo, também ficou claro pelo fato de o Sr. Quimby conseguir evocar, em sua imaginação, a imagem de um animal selvagem e, concentrando-se nessa imagem e tornando-a o mais vívida possível, assustar Lúcio por meio dela. Se o operador dissesse ao sujeito durante o experimento que o animal era meramente imaginário, essa ressalva não faria diferença; pois Lúcio estava completamente sujeito à imagem mental e era incapaz de usar a sua própria razão ou conceber uma explicação para o experimento. Esse resultado levou o Sr. Quimby a acreditar que “o homem tem o poder da criação” e que as ideias tomam forma. Então surgiu a pergunta: do que são compostas as ideias? “Elas têm que ser alguma coisa, ou então elas não poderiam ser vistas pelos olhos espirituais.” Isso levou Quimby a indagar se Lucius conseguia ver alguma coisa se simplesmente pensasse em alguma coisa abstrata, como um princípio geral. “Eu descobri que, se eu pensasse em princípios, ele não tinha como descrevê-los, pois não havia nada para ver; mas se eu pensasse em qualquer coisa que tivesse forma, eu conseguia fazê-lo ver.”

A visão, portanto, era equivalente à realidade para Lúcio. Contudo, na mente do operador, poderia haver apenas uma imagem visual. Mas se o suposto objeto não tivesse existência fora da mente do operador e da percepção que o sujeito tinha dele, por que um alegado “espírito”, no caso de fenômenos espíritas, não poderia ser uma mera ideia na mente das pessoas na plateia? Um experimento convenceu o Sr. Quimby de que esse poderia ser o caso. Pedindo a qualquer pessoa que lhe desse um nome escrito em um pedaço de papel, o Sr. Quimby passou o papel para Lúcio, que estava sentado com os olhos vendados pela comissão. Lúcio leu o nome em voz alta. Quimby então disse a Lúcio para encontrar a pessoa. O relato dele desse experimento continua da seguinte forma:

“O meu método era fazê-lo fazer perguntas para que a plateia pudesse guiá-lo. Então eu disse: ‘Quem é ele, um homem ou um menino?’ Ele disse: ‘Um homem.’ ‘Ele é casado?’ ‘Sim.’ ‘Bem, diga-me se ele tem filhos e quantos.'” Ele respondeu: “A esposa dele tem três filhos.” “Bem”, eu disse, “encontre-o.” Lúcio disse: “Ele saiu da cidade há dois dias.” “Bem, encontre-o.” Ele o rastreou até Boston e, por meio de perguntas, o seguiu até o interior de Nova York e o encontrou em uma oficina de tanoeiro. Ora, tudo isso era literalmente verdade e suponho que alguém na plateia soubesse dos fatos, embora nem o entrevistado nem eu soubéssemos nada sobre o homem. Eu perguntei o que havia acontecido com o homem. Lúcio disse que o homem estava morto. “Bem”, eu disse, “encontre-o e traga-o aqui.” “Bem”, disse ele, “ele está aqui, você não consegue vê-lo?” Eu disse: “Dê uma descrição.” Então ele prosseguiu e deu uma descrição geral. Mas essas descrições gerais não valem nada, pois cada um adaptará a descrição ao seu caso. Então eu disse: “Eu não quero isso; se houver qualquer coisa peculiar sobre o homem, descreva isso.” “Bem”, disse ele, “há uma coisa. Ele tem lábio leporino.” “Eu fiz a pergunta para que, se houvesse qualquer coisa peculiar, a plateia poderia criar isso.”

Qual foi a explicação para tal experimento? O Sr. Quimby concluiu que aqueles na plateia que estavam predispostos a acreditar em espíritos infeririam que Lúcio, na verdade, trouxera o espírito do homem até ali. A prova disso estava no fato de Lúcio ter descrito com precisão a aparência peculiar do homem. Mas aqueles que acreditavam em leitura de pensamentos concluiriam que Lúcio havia lido, a partir das mentes da plateia, a sua descrição da aparência do homem e que o restante do experimento deveria ser explicado com base na clarividência. Uma vez em contato com a personalidade do homem em questão, conforme conhecida pelas pessoas presentes, Lúcio poderia ter lido o restante, ou discernido as imagens mentais que surgiam sucessivamente à medida que Lúcio captava ponto após ponto essencial para a descrição. A conclusão do Sr. Quimby foi que a imagem mental do homem era tão real para Lúcio como se o próprio homem ou o seu espírito estivessem presentes. Ele ficou cada vez mais convencido de que “o homem tem o poder de criar ideias e torná-las tão densas que podem ser vistas por um sujeito hipnotizado”. Se uma pessoa imaginada, ou a mera imagem mental de uma pessoa, fosse tão real para o sujeito quanto um “espírito” de fato, por que alguém deveria inferir que um espírito estava ali?

“o homem tem o poder de criar ideias e torná-las tão densas que podem ser vistas por um sujeito hipnotizado”

Ação da Mente sobre a Mente

Assim, o Sr. Quimby foi levado cada vez mais firmemente à conclusão de que todos os efeitos produzidos em Lúcio eram devidos à ação direta da mente sobre a mente e que nenhuma outra hipótese era necessária. Ele descobriu que podia influenciar Lúcio com ou sem o conhecimento deste e que Lúcio também era afetado em aspectos que não eram intencionais de sua parte. Além disso, ele se viu capaz de transmitir um pensamento à mente de outra pessoa sem mesmerismo, por exemplo, ordenando que alguém parasse de andar. Por que, então, ele deveria usar o mesmerismo ou seu sujeito? Por que não seguir essa descoberta de que as ideias tomam forma na mente, de acordo com a crença de cada um e podem ser vistas pelo olho do espírito? Se uma mente pode influenciar outra criando uma imagem mental de um objeto a ser temido, como um animal selvagem, por que nós não podemos criar objetos bons e beneficiar as mentes daqueles que nós buscamos influenciar? E se os mesmos resultados podem ser produzidos por mera sugestão, assim como por um remédio tomado com fé inabalável, por que usar remédios?

o Sr. Quimby foi levado cada vez mais firmemente à conclusão de que todos os efeitos produzidos em Lúcio eram devidos à ação direta da mente sobre a mente e que nenhuma outra hipótese era necessária.

Consultando as anotações de aula do Sr. Quimby, utilizadas durante o período de suas exibições públicas com Lucius, nós constatamos que ele chegou a essas conclusões gradualmente, ao perceber que nenhuma outra explicação seria suficiente. Ele não apenas leu todos os livros sobre mesmerismo que conseguiu encontrar, como também se familiarizou com diversas teorias da matéria, como a de Berkeley e com diferentes hipóteses para explicar o sono mesmérico. Convencido de que não havia uma “influência mesmérica” propriamente dita, nenhum “fluido” passando de corpo para corpo, mas simplesmente a ação direta da mente sobre a mente, sem qualquer intermediário, ele também precisou se convencer de que os estados percebidos pelo sujeito não eram fruto da imaginação. Ele descobriu, por exemplo, que ao criar um estado em sua própria mente e senti-lo vividamente, Lucius sentia o mesmo e demonstrava sinais de seu efeito no corpo. Lucius sentia “frio real” em resposta a certas sugestões. Se fosse imaginário, o sujeito não teria agido de acordo com as ideias em questão. Assim, quando o Sr. Quimby entregava a Lucius uma régua de seis polegadas e a imaginava como uma régua de doze polegadas, Lucius começava a contar as doze polegadas e para ele era literalmente uma régua de doze polegadas. Ou seja, as impressões recebidas pelo sujeito eram reais, não “imaginárias”, tão reais quanto as coisas em questão. Uma impressão poderia, de fato, ser produzida na mente de um sujeito a partir de uma causa falsa, mas a causa seria então real.

Se uma mente pode influenciar outra criando uma imagem mental de um objeto a ser temido, como um animal selvagem, por que nós não podemos criar objetos bons e beneficiar as mentes daqueles que nós buscamos influenciar?

Clarividência

Nem era o estado chamado clarividência imaginário. O Sr. Quimby o descreveu, nesse período de seu pensamento, como um “alto grau de excitação que dá à mente liberdade de ação, colocando-a em contato próximo com qualquer coisa, incluindo passado, presente e futuro”. Se fosse um estado meramente imaginado, o indivíduo não seria capaz de visitar lugares distantes, descrevendo pessoas e coisas corretamente. Tampouco seria possível ver eventos reais em andamento e prever os seus resultados, como no caso de um capitão localizado a bordo de um navio com destino a Nova York e depois localizado no porto mais tarde, na segunda vez em que Lúcio foi solicitado a encontrar aquele homem em particular.

O Sr. Quimby descreve Clarividência como sendo um “alto grau de excitação que dá à mente liberdade de ação, colocando-a em contato próximo com qualquer coisa, incluindo passado, presente e futuro”

Havia todos os motivos para aceitar essas revelações como verdadeiras, pois as pessoas interessadas se esforçaram para se familiarizar com os fatos. Por exemplo, no caso do navio mencionado acima, nós temos o depoimento publicado em um jornal da época, que dizia em parte o seguinte:

“Durante a exibição do Sr. Quimby nessa cidade na noite de quarta-feira (dia 14 desse mês), o seu perspicaz vidente estava em comunicação com F. Clark, Esq., um respeitável comerciante local. O vidente descreveu ao público uma Barca… chamada Casilda, que estava então em viagem de Cuba para Nova York, minuciosamente, ‘da escota à borda’, como dizem os marinheiros. Ele então informou à companhia a que distância a referida barca estava de seu porto de destino e deu o nome do navio e do porto; a distância, nós acreditamos, era de cerca de 70 milhas.

“Na noite seguinte, ele visitou (em seu sonambulismo) o mesmo navio e disse que ele havia chegado a Nova York, próximo a Hook, onde se encontrava naquele momento. Na terça-feira seguinte a essa exibição, os comerciantes receberam uma carta informando-os da chegada dessa barca (veja nosso Relatório Marítimo) no horário exato declarado pelo clarividente, que, como se recordará, é Lucius Bickford [Burkmar], um jovem de 19 anos.

“Essa foi apenas uma das várias exibições de suas visitas a navios ausentes, dos quais ele não poderia ter nenhuma informação, descrevendo inclusive o capitão e as pessoas a bordo. Nós não professamos conhecimento algum dessa ciência maravilhosa, mas nós consideramos um dever para com o público publicar todo fato que possa auxiliar o progresso do conhecimento humano.”

É interessante notar que esse jornalista imparcial, ao intitular a sua contribuição de “Eletricidade Animal”, de acordo com a noção popular vigente na época, em 1844, expressa a sua opinião de que “não há mais mistério nisso tudo do que em repetir uma lição já aprendida”. Ou seja, ele acredita que esses fatos à distância são discernidos “pelo olho da mente”. Ele provavelmente se convenceu, portanto, pelo argumento de Quimby em suas palestras, segundo o qual não havia nenhum “fluido” passando entre as pessoas, nenhum “magnetismo”, mas sim a mente operando sobre a mente para colocar Lucius na posse da pista que ele deveria seguir ao localizar um navio à distância ou descrever o seu capitão e a sua tripulação.

Em um de seus artigos posteriores, Quimby relata que, logo no início de seus experimentos com mesmerismo, ele se convenceu de que Lúcio conseguia “enxergar através da matéria”. Ou seja, uma pessoa em estado clarividente, com todos os seus sentidos físicos inativos, pode discernir em outra pessoa qualquer estado ou condição normalmente perceptível pelos cinco sentidos corporais. Ele se viu compelido a acreditar nisso, pois as descrições fornecidas por Lúcio o comprovavam. Assim, ele adotou esse ponto de vista, ou seja, o de que o espírito humano é capaz de intuitivamente enxergar através da matéria.

O jornalista provavelmente se convenceu, portanto, pelo argumento de Quimby em suas palestras, segundo o qual não havia nenhum “fluido” passando entre as pessoas, nenhum “magnetismo”, mas sim a mente operando sobre a mente para colocar Lucius na posse da pista que ele deveria seguir ao localizar um navio à distância ou descrever o seu capitão e a sua tripulação.

Estado Intuitivo

O seu próximo interesse, como ele mesmo nos conta em um artigo escrito em 1861, foi tornar-se um clarividente, ou seja, sem o uso do mesmerismo. Pois, tendo se convencido de que “a matéria era apenas um meio para a nossa sabedoria agir”, ele percebeu como a matéria poderia ser transformada ao direcionar o interesse para ideias superiores. Isso significava livrar a mente de todas as crenças e opiniões que tendiam a criar sofrimentos e problemas e dedicar os poderes clarividentes ou intuitivos ao bem-estar dos enfermos. Em seu estado natural, como um ser de carne e osso, ele ainda podia sentir como um paciente sentia. Mas em seu estado superior ou intuitivo, ele era governado pelo ideal espiritual, “o homem científico”. Como esse estado espiritual pode ser alcançado cultivando “os sentidos espirituais”, que funcionam independentemente da matéria e enxergam através dela, não é necessário, obviamente, tornar o corpo inerte por meio do mesmerismo.

Isso significava livrar a mente de todas as crenças e opiniões que tendiam a criar sofrimentos e problemas e dedicar os poderes clarividentes ou intuitivos ao bem-estar dos enfermos.

Voltando ao período de suas palestras, nós encontramos Quimby também afirmando a convicção dele de que Lúcio obtinha as suas pistas diretamente da mente de outros, por meio da leitura de pensamentos seguida de clarividência e nunca de suas próprias fantasias. Pois Quimby descobriu que os resultados alcançados por meio de Lúcio variavam conforme o seu próprio progresso. Assim, os medos e noções que Quimby alimentava enquanto acreditava no magnetismo desapareceram com a sua mudança de perspectiva. Ao invés de se esforçar para transferir a eletricidade imaginária para Lúcio, ele concentrou todos os seus esforços em criar uma imagem mental para que Lúcio a visualizasse. Em ambos os casos, era evidente que Lúcio via ou fazia o que lhe era ordenado quando obtinha a atenção de seu sujeito. Até que o sujeito lhe desse total atenção, nada acontecia. Assim, no caso da clarividência, o sujeito veria qualquer objeto para o qual a sua atenção fosse direcionada. Se ocorresse uma falha, a culpa era do operador, não do sujeito.

Eis, portanto, uma descoberta de grande importância. Quimby descobriu que, com o seu grande poder de concentração, ele obtinha grande sucesso em prender a atenção de seu sujeito. Em resumo, esse era o seu controle sobre ele. Mas se certos resultados decorrem da atenção presa no caso de uma pessoa em sono mesmérico, por que não poderiam resultados autoinduzidos decorrer da atenção no caso de qualquer um de nós? Isso não explicaria muitos dos mistérios antigos e os estados autoinduzidos de Apolônio de Tiana, Maomé e Swedenborg?

Poder Mental

Nesse ponto, as anotações de aula de Quimby chegam a um fim abrupto e nós somos levados a inferir que, tendo chegado a essas conclusões significativas, ele não estava interessado em discorrer mais sobre elas, mas poderia melhor aplicar os seus resultados na prática, curando [healing] os enfermos. Pois essas anotações mostram que aqui também ele chegou à mesma conclusão que nós observamos anteriormente, ou seja, que os resultados produzidos pelos médicos no tratamento dos enfermos dependem de garantir a atenção do paciente em favor de um determinado diagnóstico e do medicamento adequado para a suposta doença. De fato, ele afirma, de forma convincente, que “todos os remédios afetam o corpo apenas por meio da mente”. Quem toma o remédio tem que acreditar nele e antecipar o resultado desejado. O resultado é então criado pelo crente.

que os resultados produzidos pelos médicos no tratamento dos enfermos dependem de garantir a atenção do paciente em favor de um determinado diagnóstico e do medicamento adequado para a suposta doença.

Eis, portanto, interesses suficientes para uma vida inteira de estudo. A mente humana é maleável a ideias e imagens e essas tomam forma de acordo com a crença. O que capta a atenção por tempo suficiente para produzir uma impressão distinta tem o poder de afetar o corpo e uma ideia aceita como verdade é tão boa quanto a realidade em sua influência sobre a pessoa que acredita nela. Assim, uma pessoa pode ser levada a sentir calor ou frio, a se assustar com a imagem mental de um leão ou a perder o desejo de comer limões. Há uma infinidade de possibilidades. A crença no magnetismo por parte do público tende a produzir os fenômenos magnéticos esperados, mas os resultados mudam quando a hipótese de um “fluido” magnético ou elétrico é descartada. Espíritos podem ser invocados das profundezas abissais, ou exatamente os mesmos resultados podem ser criados sem a ajuda deles. Um paciente poderá desenvolver uma doença de acordo com a descrição do médico sobre o que provavelmente sentirá, ou esse processo pode ser interrompido desviando a atenção para outra ideia.

De fato, Quimby afirma, de forma convincente, que “todos os remédios afetam o corpo apenas por meio da mente”. Quem toma o remédio tem que acreditar nele e antecipar o resultado desejado. O resultado é então criado pelo crente.

Além disso, o homem tem grande poder sobre os seus próprios estados e não necessita depender de um mesmerista, um espírita, um médico ou qualquer outra pessoa. Pois a força de vontade não se revela como o poder de um fluido ou corrente, mas sim como a concentração em um interesse ou objeto que tenha capturado a atenção. Não há nada de oculto ou misterioso em tal poder. Não há razão para submetermos as nossas mentes ao controle, nem para controlarmos as mentes alheias. Uma vez que uma pessoa pode perceber os sentimentos de outra simplesmente sentando-se perto e se tornando receptiva, não é necessário colocar a mente em qualquer estado especial, até então considerado um mistério. A grande questão é: Qual é a parte de nós que tem o poder de penetrar além de todos os erros e ilusões e aprender o que é verdadeiro? O que é a verdade em contraste com as crenças?

O que capta a atenção por tempo suficiente para produzir uma impressão distinta tem o poder de afetar o corpo e uma ideia aceita como verdade é tão boa quanto a realidade em sua influência sobre a pessoa que acredita nela.

A mente de Quimby era do tipo que conduz à ciência, em oposição à mera crença. Ele finalmente entrara em contato com os fatos e aprendera como a mente humana funciona sob a influência da sugestão. Ele buscava uma explicação consistente que pudesse ser seguida até o fim e comprovada pela experiência prática. Ele não se interessava por resultados decorrentes de meras teorias, como as propostas por mesmeristas e espíritas. Tinha que haver uma ciência mais profunda do que a chamada ciência médica. Além disso, ele estava começando a perceber que os credos religiosos não eram muito melhores. “Aquilo em que nós acreditamos, isso nós criamos.” O que, então, nós devemos criar que valha a pena?

a força de vontade não se revela como o poder de um fluido ou corrente, mas sim como a concentração em um interesse ou objeto que tenha capturado a atenção.

Nós poderíamos esperar que ele levantasse o antigo problema da realidade da matéria, especialmente porque ele tinha ouvido alguma coisa sobre as ideias de Berkeley.[1] Mas ele nunca mais menciona Berkeley depois dessas anotações do período de 1843 a 1847. Nós poderíamos esperar um interesse contínuo em homens como Swedenborg,[2] mas não há nenhuma referência a Swedenborg, exceto essa, quando se trata de estados internos autoinduzidos.

[1] Bispo George Berkeley, 1685-1753, teoria do “imaterialismo”: en.wikipedia.org/wiki/George_Berkeley

[2] 1688-1772, en.wikipedia.org/wiki/Emanuel_Swedenborg

“Aquilo em que nós acreditamos, isso nós criamos.”

Os breves estudos de Quimby, quando buscava esclarecimentos sobre o mesmerismo, aparentemente o convenceram de que havia pouco valor para ele nos livros e que ele deveria explorar por si mesmo. Além disso, o espiritualismo surgiu para substituir o mesmerismo no interesse público e ele estava interessado em acompanhá-lo até o fim; e ele deveria trilhar o seu próprio caminho seguindo a experiência. Até o fim de sua vida, pelo que as suas anotações e manuscritos podem nos dizer, ele permaneceu cético em relação aos fenômenos espíritas e se limitou ao estudo das experiências que ocorrem na personalidade humana nesse mundo. Isso não o impediu de adquirir uma nova visão da morte e da relação do espírito humano com Deus. Mas, após 1847, nós constatamos que o seu olhar se voltou definitivamente na direção que o levou ao desenvolvimento de sua “Ciência da Saúde”.

Mesmerismo: Uma Farsa

Referindo-se ao rumor que circulou em seus últimos anos de que as suas opiniões permaneciam inalteradas, Quimby escreveu em 1862:

“Como eu costumava mesmerizar, alguns pensam que o meu método de tratamento é mesmerista. Mas o meu método não se assemelha em nada àqueles que afirmam ser mesmerizados ou médiuns espirituais.”

Acrescentando que ele conhece tudo sobre o tratamento mesmerista, após “vinte anos” desde que ele iniciou os experimentos que lhe permitiram desmascará-lo, ele afirma que, se “não tivesse outro objetivo além de dinheiro”, ele fecharia os olhos, entraria em transe, diria ao paciente como se sentia e chamaria algum Indígena para prescrever, fazendo o paciente acreditar que estava “doente de escrófula, humor canceroso ou alguma outra doença tola” e o convenceria da necessidade de ter um remédio encomendado pelos espíritos de sua “própria criação”. Ou seja, ele enxerga através de todo o jogo praticado por mesmeristas e médiuns que enganam as pessoas e lhes roubam dinheiro.

“Se eu fizer isso, eu farei o que sei ser errado.”

Ao invés disso, ele diz aos seus leitores que não pede “ajuda a nenhuma fonte além da Sabedoria… A Sabedoria nunca age dessa maneira.”

Novamente, em outubro de 1861, Quimby escreve:

“Faz vinte anos que eu me aventurei pela primeira vez no que foi uma das maiores farsas da época, o mesmerismo. Naquele tempo, as pessoas eram tão supersticiosas a respeito disso quanto elas eram duzentos anos atrás em relação à bruxaria.”

Qual foi o principal resultado das investigações dele? Que a mente humana é suscetível à sugestão, como nós dizemos hoje; que existem indivíduos (sujeitos) capazes de serem colocados em um estado que hoje nós chamamos de hipnose; e que os alegados efeitos magnéticos, elétricos ou mesméricos não são nada misteriosos, mas sim o resultado da ação da mente sobre a mente. A suposta farsa foi reduzida à operação de um princípio ao qual todos nós estamos sujeitos: a influência do pensamento. As supostas maravilhas do estado clarividente são exemplos perfeitos da atividade de uma intuição que todos nós possuímos.

Portanto, não existe um processo como o “mesmerismo”. Não existe “cura [healing] magnética”. Há, sem dúvida, o poder de uma mente controlar outra e isso foi certamente notável no caso de Quimby e Lucius. Mas os poderes clarividentes ou intuitivos de Lucius não foram gerados nele por Quimby: esses são poderes latentes da alma humana e todas as mentes têm acesso a coisas, pessoas e eventos à distância.

Toda cura [healing] atribuída a influências mesméricas, espíritas ou magnéticas ocorre segundo um princípio: o único princípio de cura [healing] em todos os casos, naturais e divinos, de acordo com as energias residentes e as leis imutáveis. Não pode haver uma ciência mesmérica ou magnética da cura [healing], assim como não existe uma ciência médica: a única ciência verdadeira é espiritual. Ninguém que compreenda isso poderia se contentar em praticar com base na credulidade das pessoas, instilando sugestões em suas mentes sob o disfarce de um “transe” ou com o auxílio da hipnose. Portanto, o trabalho de Quimby, a partir de então, foi expor o que ele chamava de engano praticado pelos médicos, assim como expôs o poder sacerdotal, a charlatanice da mediunidade e as falácias de todo tipo de imposição baseada na aceitação da opinião como verdade.

Não pode haver uma ciência mesmérica ou magnética da cura [healing], assim como não existe uma ciência médica: a única ciência verdadeira é espiritual.

Se a Sra. Eddy soubesse disso, ela teria percebido a futilidade de chamar Quimby de “mesmerista ignorante” em qualquer momento de sua carreira. Ele era um mesmerista ignorante enquanto adotava as teorias predominantes, mesmo que as experimentasse. A sua própria mente era livre e o seu mundo de pensamento também, desde o momento em que ele percebeu que o correto era buscar a Sabedoria que “desengana a mente de seus erros”.

Tornou-se então necessário traçar uma linha divisória radical entre a “mente das opiniões”, sujeita a sugestões e, em certos casos, à hipnose; e a “mente da Ciência”, a “mente de Cristo”, possuída pelo self verdadeiro.

A Mente de Cristo

Foi uma longa jornada desde o ponto de partida de Quimby, um crente na prática médica e um estudioso do mesmerismo, até a fé em um self interior ou superior, imediatamente aberto à presença Divina, com a sua Sabedoria guiando e vivificando a “mente de Cristo”. O guia ao longo de todo o processo foi o amor à verdade, conduzindo-o às induções a partir da experiência concreta.

Um de seus pacientes, que entendeu os principais resultados conforme os viu se concretizarem no trabalho de Quimby entre os enfermos, disse:

[Conforme citado em J. A. Dresser, “True History”, ver nota de rodapé 1.]

“Essa descoberta, como você observa, não foi feita a partir da Bíblia, mas de fenômenos mentais e investigações profundas; e, após a verdade ser descoberta, ele encontrou as suas novas ideias retratadas e ilustradas nos ensinamentos e obras de Cristo. Se você pensa que isso demonstra que Quimby era um homem notável, permita-me dizer que ele foi um dos homens mais modestos que já existiram; pois ninguém poderia ser mais modesto, ou dar menos importância às suas próprias realizações. A humildade era uma característica marcante de seu caráter (eu o conhecia intimamente). A isso se uniam uma natureza benevolente e altruísta e um amor pela verdade, com uma percepção extraordinariamente aguçada. Mas a característica distintiva de sua mente era que ele não conseguia ter uma opinião, porque isso não era conhecimento. As suas faculdades mentais eram tão práticas e perceptivas que a sabedoria da humanidade, que é em grande parte composta de opiniões, tinha pouco valor para ele.

Portanto, a acusação de que ele não era um homem instruído é literalmente verdadeira. O verdadeiro conhecimento para ele era a prova concreta, como em um problema de matemática. Portanto, ele descartou os livros e buscou os fenômenos, onde as suas faculdades perceptivas o tornavam mestre da situação. Portanto, ele obteve de seus experimentos em mesmerismo o que outros homens não obtiveram: um trampolim para um conhecimento superior ao que o homem possuía e um novo alcance para a visão mental.”[1]

[1] J. A. Dresser em “True History”, página 10. Texto completo: : ppquimby.com/jdresser/jdresser.htm  [link quebrado]

Quimby resume os seus resultados em uma de suas introduções preliminares, na qual afirma:

“O meu objetivo ao apresentar essa obra ao leitor é corrigir alguns dos erros inerentes à natureza humana. Durante a minha longa experiência no tratamento de doenças, eu tenho me dedicado a encontrar as causas de tanto sofrimento no mundo. Por acaso, eu me interessei pelo que então se chamava mesmerismo, sem jamais pensar em aplicá-lo a qualquer descoberta útil ou em benefício da humanidade, mas simplesmente como um fenômeno para a minha própria satisfação. Sendo um cético, eu não acreditaria em nada que o meu sujeito fizesse se houvesse qualquer possibilidade de engano; portanto, todos os meus experimentos foram conduzidos mentalmente. Isso me deu a oportunidade de descobrir até que ponto Mesmer tinha direito a qualquer descoberta em relação àqueles que o seguiram. Eu descobri que o fenômeno podia ser produzido. Isso era uma verdade, mas os porquês e os motivos eram um mistério. Essa é a essência do mesmerismo: tudo é um mistério, como o espiritismo. Cada um tem a sua crença, mas as causas permanecem obscuras. Acreditando no fenômeno, eu queria descobrir as causas e verificar se algo de bom poderia resultar disso.

“Em minha investigação, eu descobri que a minha ignorância produzia fenômenos em meu objeto de estudo que a minha própria sabedoria não conseguia corrigir. A princípio, eu percebi que os meus pensamentos afetavam o sujeito e não apenas os meus pensamentos, mas também as minhas crenças. Eu descobri que os meus próprios pensamentos eram uma coisa e as minhas crenças outra. Se eu realmente acreditasse em qualquer coisa, o efeito se manifestaria, quer eu estivesse pensando nisso ou não. Por exemplo, eu acreditava que a seda atrairia o sujeito. Essa era uma crença comum à humanidade; portanto, se uma pessoa estivesse com seda em si, por exemplo, uma senhora com um avental de seda, a mão do sujeito seria afetada e se moveria em direção à senhora, mesmo que ela estivesse atrás dele. Assim, eu descobri que a crença em tudo nos afeta, embora nós não tenhamos ciência disso porque nós não pensamos. Nós pensamos que as nossas crenças não têm nada a ver com o fenômeno. Mas tudo aquilo em que se acredita tem realidade para aqueles que acreditam e pode afetá-los a qualquer momento em que a mente esteja em um estado adequado.

“As mentes são como nuvens, sempre voando e a nossa crença as captura como a terra captura as sementes que voam ao vento. O meu objetivo era descobrir do que era feita uma crença e o que era o pensamento. Eu descobri isso pensando em alguma coisa que Lucius pudesse descrever, de modo que eu sabia que ele devia ver ou obter a informação de mim de alguma forma; finalmente eu descobri que a mente era alguma coisa que podia ser mudada. Eu chamei isso de matéria espiritual, porque eu descobri que ela podia ser condensada em um sólido e receber o nome de “tumor” e pelo mesmo poder, sob uma direção diferente, ela podia ser dissolvida e fazer desaparecer. Isso me mostrou que o homem era governado por dois poderes ou direções, um pela crença, o outro pela ciência. A criação da doença está sob a superstição da crença do homem. As curas [cures] [convencionais] têm sido feitas pelo mesmo remédio. Como a doença é causada por uma crença falsa, foi necessária outra crença falsa para corrigir a primeira; de modo que, ao invés de destruir o mal, o remédio criou mais.

“Eu descobri que existe uma Sabedoria que é capaz de ser aplicada a esses erros ou males que pode colocar o homem na posse de uma Ciência que não só destruirá o mal, mas também exporá a sua face sinistra, tal como Moisés no deserto expôs os erros dos credos religiosos e todos os que contemplaram a sua explicação foram curados [cured] das doenças que decorriam das suas crenças. A Ciência exporá essas antigas crenças e teorias supersticiosas e todos os que ouvirem e aprenderem poderão ser curados [cured] não só da doença que os aflige, como também eles saberão como evitar os erros dos outros.

“Eu procurarei apresentar um relato justo das minhas investigações, dos desafios que eu tenho enfrentado e de como eu obtive sucesso. Eu tenho dito muitas coisas sobre ciência médica, mas tudo o que eu tenho dito foi motivado pelo fato de meus pacientes terem sido enganados pela profissão médica. O mesmo se aplica à profissão religiosa. Cada artigo foi escrito em um estado de excitação provocado por algum erro infligido ao meu paciente pela faculdade de medicina, pelo clero ou pela opinião pública. Todos os meus argumentos visam corrigir alguma opinião falsa que afetou o meu paciente, manifestando-a em forma de doença, mental ou física. Ao fazer isso, eu preciso explicar a Bíblia, pois os problemas surgem de uma crença errônea em certas passagens; e quando eu estou ao lado do meu paciente, essas passagens que causam problemas também me perturbam e a passagem me vem com a explicação; e eu, como ser humano, não tenho ciência da resposta até encontrá-la [intuitivamente].

Há uma sabedoria que nunca foi reduzida à linguagem. A ciência da cura [curing] de doenças nunca foi descrita pela linguagem, mas o erro que causa a doença está na boca de cada criança. Os remédios também são descritos, mas eles são piores que a doença, pois, ao invés de atenuarem o mal, eles o agravaram. Na verdade, a teoria da correção da doença é a introdução da vida.”

Foi uma longa jornada desde o ponto de partida de Quimby, um crente na prática médica e um estudioso do mesmerismo, até a fé em um self interior ou superior, imediatamente aberto à presença Divina, com a sua Sabedoria guiando e vivificando a “mente de Cristo”. O guia ao longo de todo o processo foi o amor à verdade, conduzindo-o às induções a partir da experiência concreta.

—–

Imagem: pexels-mohammadhu1-12878513 24.04.26

—–

Referências bibliográficas da OREM1

Alan Strong Dr. Artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Amazing Women In History Artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/;

Amelia Bennett – Artigo: “Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance” [“Significado de Pono: O Poderoso Caminho Havaiano para o Equilíbrio”]. Autora: Amelia Bennett. Publicado em 7 de março de 2025. Site: Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance;

Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Amy Thakurdas, PhD – Artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;

Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;

André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;

Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;

Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Deborah King Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;

Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;

Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;

Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;

“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).

Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].

Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;

Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review

Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

Write A Comment