Com o objetivo de conhecimento e entendimento do sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando didático e relevante artigo do professor Richard Smoley, que nós traz a visão da Teosofia sobre a Psicofilosofia Huna que era utilizada pelos Kahunas de todos os tempos e espaços, na arte deles da cura (healing).

Artigo:

“Why Ritual Works: An Explanation Based on the Hawaiian Tradition of Huna”

“Por que o Ritual Funciona: Uma Explicação Baseada na Tradição Havaiana de Huna”

Fonte:

Publicado na edição de verão de 2020 da revista Quest 

Citação: Smoley, Richard, “Why Ritual Works: An Explanation Based on the Hawaiian Tradition of Huna” Quest 108:3, pg. 34-36

Autor:

Richard Smoley

Site:

Why Ritual Works: An Explanation Based on the Hawaiian Tradition of Huna – Theosophical Society in America

“O caminho de subida e o de descida são um só.”

Heráclito

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

—–

Por que o Ritual Funciona: Uma Explicação Baseada na Tradição Havaiana de Huna

“A palavra ‘ritual’ é capaz de evocar um poder misterioso: o aroma do incenso, a imponência das vestes cerimoniais, a ressonância de orações murmuradas em um tom cadenciado e suave. No entanto, o termo também é capaz de sugerir alguma coisa morta e estéril — ações realizadas apenas pela forma, sem qualquer lembrança do significado que as fundamenta.

Creio que quase todas as pessoas que têm alguma experiência com rituais podem atestar essa natureza dual. Às vezes, uma cerimônia simples, com uma oração e um pouco de incenso, pode evocar um poder imenso, ao passo que um culto realizado milhões de vezes ao longo de milênios pode parecer monótono e destituído de sentido.

Por que o ritual funciona quando ele funciona? Por que ele degenera tão rapidamente em algo sem vida e meramente mecânico? Embora muitas explicações diferentes tentem elucidar a natureza e o poder do ritual, uma das mais simples, elegantes e convincentes encontra-se na tradição Havaiana de Huna.

Huna é a palavra Havaiana para ‘segredo’ e a prática afirma representar os ensinamentos utilizados durante séculos pelos Xamãs Havaianos conhecidos como ‘Kahunas’ — os ‘guardiões do segredo’. No entanto, a versão mais conhecida atualmente é, em grande parte, obra de Max Freedom Long (1890–1971), que viveu no Havaí por vários anos pesquisando as suas tradições mágicas.

A medida em que os ensinamentos de Long realmente refletem a sabedoria dos antigos Havaianos é um assunto passível de debate. Outras versões de Huna — como a de Serge Kahili King, por exemplo — diferem da de Long em aspectos fundamentais. (Consulte a seção ‘Fontes’, ao final do artigo, para conhecer outras perspectivas sobre a Huna.) Esse artigo, porém, concentrar-se-á no sistema de Long.

Long jamais alegou ter recebido qualquer transmissão direta de ensinamentos por parte dos Kahunas, uma vez que a religião deles tinha sido oficialmente reprimida após o homem branco assumir o controle do Havaí. Ao invés disso, Long foi, de certa forma, um autodidata. Após presenciar diversos fenômenos insólitos associados aos Kahunascuras [healings] instantâneas, caminhadas sobre o fogo e maldições que faziam as vítimas definharem, a despeito dos tratamentos da medicina moderna —, ele decidiu investigar as causas subjacentes a tais eventos. Contudo, os Kahunas não se mostravam dispostos a compartilhar os seus conhecimentos e Long viu-se diante de um impasse, até que teve uma ideia simples.

Ritual Kahuna – Imagem ChatGPT 06.08.26

Long raciocinou que, se existiam certos ensinamentos mágicos no Havaí, tinha que haver palavras para eles na língua Havaiana e que essas palavras deveriam fornecer alguma pista sobre tais ensinamentos. Assim, ele examinou minuciosamente o ‘Dicionário Havaiano-Inglês’ de Andrews e começou a analisar palavras referentes a conceitos como ‘espírito’, para ver o que elas poderiam revelar. Após decompor as palavras no que considerava serem as suas raízes etimológicas, ele expôs as suas descobertas em diversos livros.

Long concebeu um sistema notavelmente simples, coerente e inteligente. A sua ideia fundamental — presente em tradições Xamânicas de todo o mundo — é que o ser humano, longe de ser um ‘self’ [‘eu’] único e coerente, é uma confederação de três entidades que são capazes de atuar em maior ou menor harmonia. As suas interações explicam, em grande medida, certas peculiaridades da natureza humana.

Considere, por exemplo, o conflito interior. Ele parece ser inerente à natureza humana: todos, exceto os seres mais plenamente realizados — e talvez até mesmo eles —, estão sujeitos ao conflito interior em algum grau. Se nós observarmos o mundo animal, nós veremos muito menos desse tipo de conflito. Um cachorro pode estar sujeito a impulsos distintos simultaneamente — a necessidade de sair, digamos, e, ao mesmo tempo, o receio de uma noite fria e escura —, mas os seus conflitos internos parecem ocasionais quando comparados aos do mundo humano, onde tal conflito é onipresente (que permeia tudo). Long diria que isso ocorre porque nós, ao contrário dos animais, somos constituídos por entidades que, por vezes, entram em conflito. São elas, com seus nomes Havaianos:

1. Unihipili (pronuncia-se ‘oo-nee-hee-pee-lee’). Esse é o mais baixo dos três selves em termos de evolução, discernimento e capacidade racional; Long o denominava ‘subconsciente’ ou ‘self básico’. Ao analisar as raízes Havaianas dessa palavra, ele determinou que essa parte controlava o suprimento de energia do corpo humano. Ela é extremamente forte, intuitiva e emocional. Pode vincular-se a outra pessoa e agir como servidora, mas também pode ser extremamente obstinada e teimosa. Embora possua pouca capacidade racional, ela controla as memórias. Ela responde a imagens visuais e, particularmente, a estímulos físicos (Long, ‘Secret Science behind Miracles’, 19).

2. Uhane (pronuncia-se ‘oo-hah-nay’). Esse é o self consciente, ou o ‘self médio’. Ele tem a capacidade de falar (‘hane’ significa falar em Havaiano), de raciocinar e, o mais importante, de exercer a vontade. Ele é o mestre que dirige o self básico. Embora ele possua a ‘capacidade executiva’ da pessoa, ele não tem força física própria, mas tem que recebê-la da ‘Unihipili’ (Long, ‘Secret Science behind Miracles’, 165).

3. Aumakua (pronuncia-se ‘ah-oo-ma-koo-a’). Esse é o Self Superior: o espírito sábio, profundamente devotado, pleno de amor e com natureza paternal. As suas capacidades e inteligência estão muito além dos da ‘Unihipili’ e da ‘Uhane’. Por ele não existir no mundo material de tempo e espaço, ele é capaz de realizar o que, para a consciência no nível da percepção [consciousness] comum, são milagres. Embora, de uma perspectiva mais básica, o seu poder e as suas habilidades sejam divinos, ele não deve ser adorado, mas sim amado como um pai ou uma mãe. Ele concederá qualquer coisa que lhe for pedida — exceto aquilo que possa causar dano a si mesmo ou aos outros —, mas é preciso que o pedido seja feito. Caso contrário, ele permanecerá à parte e permitirá que os selves mais inferiores exerçam o livre-arbítrio deles (Long, ‘Secret Science behind Miracles’, 165).

A Huna não trata de entidades superiores ao ‘Aumakua’. Ela deixa essa questão em aberto, partindo da premissa de que o Self Superior é a forma de ser mais elevada que seres humanos comuns são capazes de imaginar e que não traz benefício algum especular sobre alguma coisa acima disso.

A Huna guarda semelhanças com outros sistemas que não sofreram a sua influência direta. O Hoffman Quadrinity Process [Processo Hoffman de Quadrinidade], por exemplo — uma forma contemporânea de psicoterapia —, postula a existência de um ‘adulto’ intelectual, uma ‘criança’ emocional e um ‘self espiritual’ mais superior, elementos que correspondem prontamente à tríade da Huna. (O quarto elemento que compõe a quadrinidade é o corpo físico.)

Se deixarmos de lado o Self Superior e considerarmos apenas as duas entidades mais inferiores, encontrar-se-á ainda mais correspondências. A obra ‘Becoming a Writer’ [‘Tornando-se um Escritor], de Dorothea Brande (publicada originalmente em 1934), orienta o aspirante a escritor a equilibrar o ‘inconsciente’ criativo com o intelecto consciente e crítico. Além disso, o escritor e visionário Inglês Colin Wilson observa que os dois hemisférios cerebrais parecem representar personalidades distintas, dotadas de habilidades diferentes (Wilson).

Embora seja tentador associar a ‘Uhane’ racional ao hemisfério esquerdo do cérebro e a ‘Unihipili’ — irracional e criativa ao hemisfério direito, deve-se ter cautela ao tirar conclusões precipitadas ao comparar sistemas diferentes. Ainda assim, as semelhanças convidam à reflexão.

Se existem correspondentes físicos para os dois selves mais inferiores, haveria também um para o Self Superior? Muitas tradições esotéricas situam o Self Superior a certa distância acima do topo da cabeça; portanto, as correspondências físicas podem ser menos precisas — ou talvez nem sequer existam.

Poder-se-ia imaginar que, dado o sistema Huna, a maneira de obter o que se deseja seria a Uhaneo self racional e consciente — fazer o pedido diretamente ao Aumakua. Na prática, é isso o que acontece, mas uma certa peculiaridade complica o processo.

Essa peculiaridade é, simplesmente, o fato de que a Uhane não consegue se comunicar diretamente com o Aumakua. Ela tem que passar pela Unihipili, o self básico. Como a Unihipili pensa de forma concreta, por meio de imagens visuais, o pedido é mais eficaz quando formulado como uma imagem — a ‘visualização criativa’ recomendada por alguns instrutores da Nova Era (como Gawain). Recebe-se exatamente aquilo que se pede; por isso, é necessário elaborar a imagem com a maior especificidade possível e considerar todas as implicações do que se deseja.

Há outro fato a ser considerado: práticas desse tipo exigem energia. Em Havaiano, essa energia vital é chamada de ‘mana’ e ela parece apresentar três ‘voltagens’ correlacionadas a cada um dos três selves que a utilizam. No entanto, a fonte última de energia na entidade humana é a Unihipili. O self básico gera a potência utilizada pelo self médio para exercer a vontade e o raciocínio e pelo Self Superior para realizar milagres.

Essa, segundo Long, era a origem fundamental da ideia de sacrifício: para concretizar as próprias orações, é preciso acompanhá-las de uma carga de energia vital. O self consciente formula o pedido na forma de uma imagem, solicita ao self básico que gere ‘mana’ e, em seguida, instrui o self básico a enviar tanto a imagem quanto a energia ao Self Superior por meio do cordão etérico ‘aka’, que conecta os três selves entre si.

Como disse Heráclito, ‘o caminho de subida e o de descida são um só’. Não se pode alcançar o Self Superior sem passar pelo self básico.

Mas onde entra o ritual nessa história?

Para responder a essa pergunta, nós temos que retornar à descrição de Long sobre o ‘self básico’. Por ser a parte do self mais intimamente ligada ao corpo, ele é fortemente afetado por estímulos físicos. Embora atenda a instruções verbais ou mentais do ‘self  consciente’, muitas vezes essas instruções são tão confusas e contraditórias (basta pensar nas coisas aleatórias que passam pela sua cabeça em qualquer dia) que ele aprendeu a não dar atenção à maioria delas. No entanto, o self básico levará uma sugestão a sério se ela vier acompanhada de um estímulo físico.

Esse fato, eu acredito, ajuda muito a explicar a natureza do ritual. O ritual é tangível e físico e, em sua melhor forma, busca comunicar-se com o self básico por meio de todos os sentidos. Em uma Missa Solene Católica, por exemplo, os olhos veem vestes elaboradas e objetos litúrgicos sagrados. Os ouvidos ouvem cantos, leituras das Escrituras e hinos. O olfato percebe o aroma do incenso. O tato é estimulado pela alternância constante entre ficar de pé, sentar-se e ajoelhar-se. Por fim, o paladar é envolvido por meio da ingestão da Eucaristia. Tudo isso é concebido para obter acesso ao ‘Self Superior’ — conceituado como Cristo — por intermédio do self básico.

O sucesso de um ritual depende, na verdade, de quão bem ele envolve o ‘self básico’. Long escreve:

Nós devemos conceber um ritual cuja execução seja tão precisa que exija toda a concentração do self básico — impedindo-o, assim, de realizar a ação de forma mecânica enquanto a sua mente, em seus bastidores, está na verdade ocupada com outra coisa. O jejum preliminar, acompanhado de esforços sinceros para reparar falhas e erros — tudo isso faz parte do gesto que nós realizamos para chegar ao início de uma oração bem-sucedida. Eu não conheço outra maneira de convencer o self básico — obstinadamente literal — de que ele e o seu homem [sic] merecem uma resposta à oração, a não ser pela realização de atos físicos; isso é, utilizando esses atos como um estímulo físico. Lembre-se: ‘a fé sem obras…’’ (Long, Mana, 21)

Essa passagem responde à questão formulada no início desse artigo. Se o ritual vem a ser excessivamente familiar, demasiado mecânico, ele perderá não apenas o self médiocuja direção consciente e cuja vontade são necessárias para a execução bem-sucedida do ato ritualístico —, mas também o self básico. É por isso que tantos rituais belos não passam disso: eles foram esvaziados de toda volição e eficácia por terem se tornado excessivamente familiares. Nem o self médio nem o self básico estão envolvidos.

A passagem acima levanta outro ponto a ser considerado no ritual: o fato de que o self básico realmente vê o Self Superior como uma figura parental; embora ele se volte amorosamente para o Self Superior se a sua consciência [conscience] estiver limpa, ele se encolherá e se esconderá se estiver convencido de que fez alguma coisa errada. Como essa ‘alguma coisa errada’ é determinada? Pela programação.

Long conta a história de uma jovem criada como Metodista devota, que ‘via a dança como um pecado e o consumo de álcool como um pecado verdadeiramente grave. O marido dela a introduziu em um círculo social onde beber e dançar eram a norma’.

Certa vez, a mulher tropeçou enquanto dançava e torceu o tornozelo dela. Como a situação não melhorava após alguns dias, ela procurou um médico que, ao realizar radiografias, não constatou nenhuma lesão. No entanto, ‘em pouco tempo’, relata Long, ‘ela mal conseguia andar’ e desenvolveu ‘uma ferida estranha, profunda e purulenta abaixo da articulação do tornozelo’. O tratamento médico não surtiu efeito.

Foi somente quando um Kahuna foi chamado que a mulher começou a apresentar sinais de melhora. O Kahuna explicou-lhe o código de ética Huna, que é bastante simples: o único pecado é prejudicar (ferir) o próximo. ‘Se o ato não prejudicasse (ferisse) ninguém de forma alguma, aquele ato não era um pecado’ (ênfase de Long).

A mulher repetiu para si mesma a sugestão do Kahuna e, a partir desse momento, o tornozelo curou [healed] rapidamente.

Infelizmente, o condicionamento Metodista da mulher estava tão arraigado que, quando ela voltou a dançar e a beber, o problema retornou. A única maneira de manter o tornozelo saudável era abandonar essas atividades definitivamente (Long, ‘Secret Science behind Miracles’, 252–54).

Um prelúdio útil para qualquer ritual, então, seria alguma forma de purificação, acertando as contas antes de se aproximar do Self Superior. O perdão é útil: a instrução de Cristo para orar — ‘Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado os nossos devedores’ — constitui tanto uma boa prática de Huna quanto um bom preceito Cristão. Tendo perdoado os outros, o self básico é capaz de se voltar para o Self Superior e se sentir no direito de receber perdão dele.

A Huna, tal como apresentada por Long, oferece uma explicação sobre a eficácia dos rituais que é das mais simples e elegantes que eu já tenho visto. No entanto, ela deixa uma questão em aberto: quem está realmente no comando do ser humano? Grande parte dos escritos de Long sugere que o Eu Médio está no comando: idealmente, o self básico faz o que lhe é ordenado e o Self Superior concede o que é solicitado, desde que o pedido seja feito da maneira correta. Mas por que deveria ser assim? Embora o self médio possua notável capacidade de raciocínio, ele é muito inferior ao Self Superior em sabedoria e até mesmo ao self básico em habilidades perceptivas. (É o self básico e não o self médio que realiza atos telepáticos, encontra objetos perdidos e executa tarefas semelhantes.) Por que o self médio deveria estar no comando?

A Huna, tal como apresentada por Long, oferece uma explicação sobre a eficácia dos rituais que é das mais simples e elegantes que eu já tenho visto.

A questão não é meramente hipotética: ela toca o cerne do nosso ser. Em todos nós, existe uma tensão entre o nosso bem maior — que muitas vezes nós desconhecemos ou sequer imaginamos — e aquilo que nós consideramos ser o nosso bem, mas que pode não o ser e até mesmo revelar-se prejudicial. O self médio pode ter ideias sobre o que é bom para o seu futuro, mas elas podem diferir consideravelmente daquilo que o Self Superior vê como benéfico. Como equilibrar esses aspectos?

A Huna, pelo menos nessa vertente, não é totalmente clara a esse respeito. Ela afirma que o Self Superior está disposto a atender aos desejos do self médio, mas também parece sugerir que o Self Superior pode assumir a direção do ser humano e guiá-lo pelo caminho mais adequado à sua evolução.

Essa ambiguidade não se restringe à Huna; nela reside toda a diferença entre magia e religião. A magia pode ser vista como um meio de obter o que os nossos selves médio e básico desejam, por meio de rituais e orações devidamente elaborados. Já sob uma perspectiva religiosa, pede-se ao Self Superior (independentemente de como ele seja concebido) aquilo que se deseja, mas mantém-se, em última análise, a disposição de se entregar à orientação desse Self Superior, mesmo que ela siga um rumo diferente.

Eu acredito que poucos aspirantes espirituais pratiquem a magia ou a religião de forma totalmente pura. Existe sempre uma tensão entre pedir o que se deseja e entregar-se à orientação do Self Superior, deixando que ele — com as suas capacidades vastamente superiores — realize para nós um bem que talvez nem sequer nós consigamos imaginar.

Talvez seja até mesmo um sinal de desenvolvimento espiritual ser capaz de ceder o controle dessa maneira, uma vez que isso exige admitir os limites de nossas formas habituais de ver e de ser. Isso requer muita fé e grande entendimento para ser capaz de dizer ao Self Superior: ‘Não se faça a minha vontade, mas a tua’.

Fontes

Brande, Dorothea. Becoming a Writer. New York: Harcourt, Brace, 1934.

DeMoss, Tom. “The Big Kahuna: An Interview with Papa Auwae.” Gnosis 39 (spring 1996), 34–37.

Gawain, Shakti. Creative Visualization. Mill Valley, Calif.: Whatever Press, 1978.

Hertel, S.E. “Kahuna Ana’ana: The One Who Walks in Darkness; An Interview with Two Hawaiian Kahunas, Kahana and Pahia.” Gnosis 14 (winter 1990), 30–33.

Hoffman, Bob. No One Is to Blame. Palo Alto, Calif.: Science and Behavior Books, 1979.

Hoffman, Enid. Huna: A Beginner’s Guide. West Chester, Pa.: Whitford, 1976.

King, Serge Kahili. Changing Reality: Huna Practices to Create the Life You Want. Wheaton: Quest, 2013.

———. Happy Me, Happy You: The Huna Way to Healthy Relationships. Wheaton: Quest, 2014.

Long, Max Freedom. Growing into Light. Santa Monica, Calif.: DeVorss, 1955.

———. The Huna Code in Religions. Santa Monica, Calif.: DeVorss, 1965.

———. Mana, or Vital Force. Cape Girardeau, Mo.: Huna Research, 1981.

———. Psychometric Analysis. Santa Monica, Calif.: DeVorss, 1959.

———. The Secret Science at Work. Marina del Rey, Calif.: DeVorss, 1953.

———. The Secret Science behind Miracles. Los Angeles: Huna Research Publications, 1948.

———. Self-Suggestion and the New Huna Theory of Mesmerism and Hypnosis. Vista, Calif.: Huna Research Publications, 1958.

Vitale, Joe. The Art and Science of Getting Results: The Nine Most Powerful Ways to Clear Blocks to Your Success. New York: Gildan, 2020. See especially chapter 5.

Wilson, Colin. “The Laurel and Hardy Theory of Consciousness.” In The Essential Colin Wilson. Berkeley, Calif.: Celestial Arts, 1986. 168–79.

O livro mais recente de Richard Smoley é ‘A Theology of Love: Reimagining Christianity through A Course in Miracles’. O autor agradece ao falecido Murray Korngold, PhD, por seus conselhos e a sua ajuda na elaboração desse artigo. Uma versão anterior desse texto foi publicada na revista ‘Gnosis: Journal of the Western Inner Traditions’, edição nº 11 (primavera de 1989).

—–

A Elaboração de um Ritual Eficaz

O critério fundamental de um ritual bem-sucedido é, naturalmente, o próprio ser do praticante: aquilo que fala mais profundamente a você — especialmente ao seu self básico — é o que funcionará. No entanto, é possível estabelecer uma estrutura geral do que é necessário para um ritual bem-sucedido, pelo menos segundo a Huna. O ritual deve incluir:

1. Alguma forma de purificação.

O praticante deve ser capaz de sentir que ele ou ela é capaz de olhar diretamente nos olhos do radiante Self Superior; caso contrário, o self básico não se sentirá digno das bênçãos que está solicitando. O perdão aos outros é um caminho, mas, no caso de pessoas a quem se tenha prejudicado, pode ser necessário fazer algum tipo de reparação. Se isso não for possível, alguma forma de caridade ou penitência pode ser útil.

2. Decidir exatamente o que você está pedindo.

Isso tem que ser o mais específico possível para conquistar a atenção do self básico. Além disso, se os detalhes não forem especificados, a oração pode ter um efeito contrário. Também é necessário visualizar o seu desejo como um fato consumado e não como alguma coisa que acontecerá no futuro. O self básico tem uma mentalidade tão literal que, se o desejo for visualizado como algo futuro, o self básico o manterá lá.

3. Obter a cooperação dos três selves.

O relaxamento é útil aqui e alguma técnica para alcançá-lo, como a respiração profunda, pode ajudar. Medite sobre o Self Superior para atraí-lo para perto. Frequentemente, ele é imaginado a uma distância de cerca de dois a três metros acima do topo da cabeça. Deve-se obter a cooperação do self básico. Isso pode ser feito falando com ele ou agradecendo-lhe pelos serviços valiosos que presta (manutenção das funções vitais, fornecimento de criatividade e memória). É importante que o self básico se sinta tranquilizado e amado.

4. Gerar uma reserva extra (sobrecarga) de ‘mana’ para ser enviada ao Self Superior.

As técnicas para isso variam; alguém especialista em disciplinas físicas pode conseguir fazê-lo pela pura força de vontade. Caso contrário, a respiração profunda ou exercícios vigorosos podem funcionar. Aqui está um método descrito por Long:

‘Fique de pé com os pés bem afastados e os braços estendidos na altura dos ombros, com as palmas das mãos voltadas levemente para cima, se essa for uma posição fácil e natural para você… Ao assumir essa posição, diga em voz alta: <A força vital universal (ou apenas diga ‘Mana’) está fluindo para dentro de mim agora… Eu a sinto’. Repita isso cerca de quatro vezes, lentamente, com uma pausa de aproximadamente vinte segundos entre as repetições. Espere acumular uma carga extra (sobrecarga) e aguarde sentir um formigamento nas palmas das mãos ou nos pulsos, indicando o acúmulo dessa carga> (Long, ‘Mana’, 8).’

6. Criar uma imagem mental do objeto ou resultado desejado.

Novamente, isso deve ser visualizado como alguma coisa que já aconteceu.

7. Enviar o pensamento.

Você pode imaginá-lo sendo transmitido pelo cordão ‘aka’ — um fio etérico que sobe pelo topo da cabeça até o Self Superior. Sinta tanto o pensamento quanto a energia sendo transmitidos.

8. Agradecer ao Self Superior pela realização do que é desejado.

Também é útil permitir que a energia flua do Self Superior para os selves mais inferiores. A fórmula Kahuna consistia em dizer:

‘Que a chuva de bênçãos recaia sobre nós’ (Long, ‘Mana’, 32).

O poder do ritual reside em seu conteúdo e significado pessoais e subjetivos; portanto, quanto mais evocativo for o ambiente, maior será a carga energética que você poderá imprimir à oração e maior a probabilidade de ela funcionar.

Naturalmente, você irá querer variar os detalhes, mas os elementos mencionados acima oferecem uma estrutura geral para a oração Huna. É aconselhável não tornar o processo excessivamente elaborado: a maioria das orações desse tipo deve ser repetida diariamente até que o resultado desejado seja alcançado e um ritual com muitos detalhes pode se tornar trabalhoso demais para ser realizado com tanta frequência. Como alternativa, você pode optar por realizar um ritual mais elaborado — utilizando itens como velas e incenso — na primeira vez e depois repeti-lo de forma mais simples.

Autor: Richard Smoley (mesmo site)

—–

Huna e Teosofia

O artigo principal descreve o sistema Huna básico apresentado nos livros de Long, mas o quadro completo é um pouco mais complexo.

Existem, como observado, três selves: o self básico, o self médio e o Self Superior. No entanto, segundo Long, cada um desses três selves também possui ‘o seu próprio corpo invisível ou ‘sombreado’… Durante a vida, os corpos sombreados dos selves básico e médio se entrelaçam com o corpo físico. Após a morte, os selves vivem em seus corpos sombreados. O Self Superior vive, em todos os momentos, em seu corpo sombreado. Ele pode nunca entrar em contato com o corpo físico, mas jamais reside nele’.

Além disso, ‘a Huna reconhece três tipos de força vital, um tipo para o uso de cada um dos três selves’, embora ‘todos eles sejam chamados de ‘mana’’.

No sistema completo, portanto, existem os três selves, os seus três corpos sombreados e os seus três tipos de ‘mana’. Com a adição do corpo físico, a entidade humana compõe-se de dez elementos.

Long compara esse sistema à conhecida divisão Teosófica do ser humano em sete partes: ‘atma’, ‘buddhi’, ‘manas’, ‘kama’, ‘prana’, ‘linga-sharira’ e o corpo físico. Ele estabelece uma correlação entre o seu sistema e o da Teosofia ao equiparar ‘atma’ ao Self Superior, ‘buddhi’ ao eu médio e ‘manas’ — juntamente com ‘kama’ — ao self básico.

Cada um dos três selves na Huna possui o seu próprio corpo etérico, bem como a sua própria forma de ‘mana’ (que é semelhante ao conceito Teosófico de ‘prana’).

A correlação proposta por Long não é totalmente satisfatória, pois o ‘buddhi’ Teosófico é geralmente visto como uma entidade superior ao self consciente de nível médio. O diagrama anexo pode oferecer uma correlação melhor: o sistema Huna básico, por exemplo, afirma que é self básico que tem acesso à força vital e a gera.

No final das contas, essas equivalências são apenas aproximadas, uma vez que os sistemas divergem em muitos pontos. A Huna, assim como muitas tradições Xamânicas, sustenta que os selves inferior e médio seguem os seus próprios caminhos após a morte física, ao invés de se dissolverem, como defende a Teosofia clássica.

Ao comparar sistemas como esses, é válido buscar semelhanças e correspondências, mas é um erro tentar encaixar totalmente um sistema nos moldes de outro.

Para a abordagem de Long sobre esses pontos, consulte ‘The Huna Code in Religions’, pp. 20–21 e 40–44.

Autor: Richard Smoley (mesmo site)

—–

Do Gabinete do Editor

Publicado na edição de primavera de 2018 da revista ‘Quest’.

Citação: Smoley, Richard, “From the Editor’s Desk”, *Quest* 106:2, pag.2.

Deve ter sido há doze ou quatorze anos que eu ministrei um workshop noturno sobre magia de ritual no New York Open Center, em Manhattan.

O evento transcorreu muito bem, embora o seu objetivo fosse, na verdade, apenas ilustrar certos princípios básicos. Mais tarde, ocorreu-me que talvez tivesse sido um tanto imprudente realizar uma cerimônia mágica com um grupo de estranhos vindos diretamente das ruas de Nova York; mas, pensando bem, talvez o velho ditado devesse ser modificado para dizer que o bom Deus zela pelos bebês, pelos ébrios e, ocasionalmente, pelos magos de rituais.

De qualquer forma, a literatura Teosófica é rica em advertências sobre os perigos da magia oculta; por isso, eu considero os leitores suficientemente alertados a esse respeito e passarei a outro assunto: a magia funciona?

Por um lado, se a magia oculta não funciona, por que ela é encontrada de forma tão universal? Superstição? Sem dúvida, até certo ponto. O poder da sugestão? Talvez, mas talvez não. O estudo clássico de Max Freedom Long sobre a Huna — ou Xamanismo Havaiano —, intitulado ‘The Secret Science behind Miracles’ (‘A Ciência Secreta por Trás dos Milagres’), descreve um caso envolvendo um taxista Irlandês em Honolulu, uma jovem com quem ele mantinha um relacionamento questionável e a avó dela, que entendia bem do assunto.

O taxista começou a definhar, da base dos pés para cima, sem saber o motivo. Um médico descobriu o que estava acontecendo: o rapaz havia sido alvo da oração de morte Huna. O médico interveio junto à avó, que concordou em suspender a maldição — sob a condição de que o taxista pegasse o próximo barco de volta ao continente. ‘A situação teve de ser explicada repetidas vezes ao Irlandês incrédulo’, escreve Long, ‘mas, quando a ideia finalmente caiu a ficha, ele ficou aterrorizado e disposto a aceitar qualquer condição.’ Assim que ele concordou, os sintomas desapareceram. Se o Irlandês não sabia da maldição e sequer entendia o conceito, é difícil atribuir esse caso à sugestão.

Por outro lado, se a magia oculta funciona, por que caiu em desuso — pelo menos nas sociedades Ocidentais?

Aqui vai uma sugestão: a magia oculta funciona, ou é capaz de funcionar. Mas é quase impossível fazê-la funcionar sem efeitos colaterais inesperados e indesejados.

Em suas divertidas memórias, ‘My Life with the Spirits’, o mago Lon Milo DuQuette descreve a evocação do espírito Orobas — descrito no grimório ‘The Lesser Key of Solomon the King’ [‘A Chave Menor de Salomão o Rei’] como ‘um Grande e Poderoso Príncipe, que a princípio aparece como um cavalo, mas, após a ordem do exorcista, assume a forma de um homem’. A sua ‘Função’ é, entre outras coisas, ‘conceder Dignidades e Prelacias, bem como o Favor de Amigos e Inimigos’.

DuQuette, passando por dificuldades financeiras, precisava da ajuda de Orobas e, após invocá-lo, a obteve. Ele deu ao espírito uma tarefa difícil: queria que a sua sorte mudasse — e isso em questão de uma hora.

O ritual funcionou. Em menos de uma hora, um amigo de DuQuette apareceu com um carro velho, porém funcional e o presenteou com o veículo, sem que ele tivesse pedido. DuQuette pôde usar o carro para conseguir e manter um emprego e a sua situação melhorou a partir daí.

É claro que, nessas situações, sempre há alguma coisa que não sai exatamente como o esperado. Segundo os princípios da magia Salomônica, o mago tem que guardar o sigilo do espírito — desenhado em um pequeno pedaço de pergaminho — em um local secreto. Ninguém deve tocá-lo ou sequer olhá-lo.

DuQuette encontrou o que considerava o esconderijo perfeito: colou o sigilo na parte interna de seu violão, instrumento que não permitia que ninguém mais manuseasse. Infelizmente, Kurt, um estudante de DuQuette e talentoso marceneiro, ofereceu-se para restaurar o violão em troca de aulas. DuQuette aceitou, esquecendo-se do sigilo que, junto com o violão, ficou fora de sua posse por cinco dias.

Kurt trouxe de volta um violão com o acabamento restaurado de forma belíssima, mas disse a DuQuette que não poderia ficar para a sua primeira aula, pois estava indo para o hipódromo. Kurt nunca tivera qualquer interesse especial em corridas de cavalos até o dia anterior, quando ele e seu pai foram ao hipódromo. ‘Eu simplesmente me apaixonei pelos cavalos’, disse ele a DuQuette. ‘Eles são tão lindos. Parecem deuses! Quando olham para mim, sinto-me como um cavalo!’

Lembre-se de que Orobas aparece ‘a princípio como um cavalo’. É possível que o espírito tenha se libertado (Kurt havia manuseado o sigilo enquanto restaurava o violão) e, apesar de todos os esforços de DuQuette, continuado a obcecar o infeliz estudante pelos quinze anos seguintes: ‘Infelizmente, o seu vício em corridas de cavalos e outras formas de jogo agravou-se ano após ano, transformando-se em um comportamento autodestrutivo que acabou por deixá-lo socialmente incapacitado. A última vez que o vi, ele vivia em uma pequena oficina industrial — as paredes de sua cela cercadas por centenas de fotografias coloridas e pôsteres de cavalos de corrida’.

Embora DuQuette acrescente que o sigilo não poderia ser totalmente responsabilizado pelo destino de Kurt — ele sem dúvida já possuía, de início, uma personalidade propensa a vícios —, DuQuette especula que essa predisposição, somada a muitos outros fatores, pode ter dado origem ‘a um espírito maligno — um cavalo demoníaco que escapou de seu mago apenas o tempo suficiente para galopar freneticamente em direção à alma fraca e vulnerável de um ser humano fraco e trágico’. Com uma ajudinha de um grimório e de um mago.

A magia, veja bem, é imprevisível. Não se pode controlá-la totalmente e ela geralmente traz resultados que você não desejava. De certa forma, eu provei isso aqui. Sem a intenção de dar um aviso sobre magia, parece que eu acabei fazendo exatamente isso.

Autor: Richard Smoley (mesmo site)

—–

Vale ressaltar que, segundo Mary Kawena Pukui, uma renomada estudiosa Havaiana: ‘Os Kahunas estudavam, oravam e se preparavam com a máxima dedicação, sempre conscientes de sua responsabilidade para com o seu povo e o divino’. Essa citação captura a essência da dedicação dos Kahunas aos seus papéis espirituais e comunitários.

Como observa o Dr. Kahu Silva, um renomado praticante da cultura, ‘os ensinamentos dos Kahunas oferecem um modelo abrangente para vivermos em harmonia com o nosso meio ambiente e uns com os outros’.

—–

Imagem: disponível na internet.

—–

Referências bibliográficas da OREM1

A Carta Da Terra – Site: A CARTA DA TERRA;

Alan Strong Dr. Artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Amazing Women In History Artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/;

Amelia Bennett – Artigo: “Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance” [“Significado de Pono: O Poderoso Caminho Havaiano para o Equilíbrio”]. Autora: Amelia Bennett. Publicado em 7 de março de 2025. Site: Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance;

Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Amy Thakurdas, PhD – Artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;

Annetta Gertrude Dresser (1843–1935), livro eletrônico “The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life” [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”], editado por YogeBooks: Hollister, MO (2015);

Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;

André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;

Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;

Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Deborah King Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;

Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;

Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;

Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;

“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Fritjof Capra – Artigo: “Mystics and Scientists in the Twenty-First Century: Science and Spirituality Revisited” [“Místicos e Cientistas no Século XXI: Ciência e Espiritualidade Revisitadas”]. 40th Anniversary Mystics and Scientists Conference Horsley Park, Surrey, 7-9 April 2017. Site: SciSpir.pdf;

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).

Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].

Graeme Kapono Urlich – Artigo: “Spirituality?” [“Espiritualidade?]. Site: Spirituality?-GU1123;

Graeme Kapono Urlich – Artigo: “Spiritual Pitfalls” [“Armadilhas Espirituais”]. Site:Spiritual Pitfalls ~ Huna Article;

Graeme Kapono Urlich – Artigo: “Infusion Confusion” [“Confusão de Infusão”]. Site: Infusion Confusion;

Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;

Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Jim Brinkley – Artigo: “The Great Debate: Complementary Healing” [“O Grande Debate: Cura Complementar”]. Site: Huna Articles Library | Huna International;

Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kahuna Research Group – Artigo: “A High Vibrational Journey through the Hawaiian Islands & How they Align to the 7 Chakras of the Body” [“Uma Jornada de Alta Vibração pelas Ilhas Havaianas & Como Elas se Alinham com os 7 Chakras do Corpo”]. Site: A High Vibrational Journey Through the Hawaiian Islands & The 7 Chakra’s of the Body. Fonte: Kahuna Research Group – Hawaii’s premier metaphysical research organization;

Kahuna Research Group – Tad James – Artigo: “From ‘The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna’” [“A partir de ‘Os Segredos Perdidos da Huna Ancestral Havaiana’”]. Site: Huna – Kahuna Research Group;

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review

Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Smoley – “Why Ritual Works: An Explanation Based on the Hawaiian Tradition of Huna”[“Por que o Ritual Funciona: Uma Explicação Baseada na Tradição Havaiana de Huna”].Fonte:Publicado na edição de verão de 2020 da revista Quest. 

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Sean McCleary – Artigo: “The Evolution of the Aloha Spirit” [“A Evolução do Espírito Aloha”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: The Evolution of the Aloha spirit – Kahuna Research Group;  

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zach Royer – Artigo: “Synchronicity: What is it? [“Sincronicidade: O que é isso?”]. Fonte: Kahuna Research Group. Site: Synchronicity: What is it? – Kahuna Research Group;

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e alça voo.
Que a chuva de bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito
Por favor, perdoe-me
Eu amo você
Eu sou grato(a)

Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

Write A Comment