Nós estamos destacando trechos do artigo “The Kahuna as Professional and Organizational Development Specialists”, escrito por Susanne Whitcomb e David Whitcomb, em 1985 – Universidade do Estado da Califórnia, Long Beach, como parte do “Higher Education Administration Commons.”

“Esse Artigo é oferecido a você para acesso gratuito e aberto pela Rede de Desenvolvimento Profissional e Organizacional no Ensino Superior em DigitalCommons@University of Nebraska – Lincoln. Ele tem sido aceito para inclusão em ‘To Improve the Academy‘ por um administrador autorizado da DigitalCommons@University of Nebraska – Lincoln.

Whitcomb, Susanne e Whitcomb, David, ‘The Kahuna as Professional and Organizational Development Specialists’ (1985).

Acompanhe esse e outros trabalhos em: http://digitalcommons.unl.edu/podimproveacad

Os Kahunas como Especialistas em Desenvolvimento Profissional e Organizacional  

“Nesse artigo, nós convidamos você a voltar a explorar os caminhos de desenvolvimento profissional de nossos ancestrais, pois os seus processos eram baseados em princípios que são universais e, portanto, carregam poder para outras culturas e épocas.

Num dia de Ano Novo, enquanto a nossa família estava partilhando esperanças, sonhos e objetivos, um convidado sugeriu que os costumes Huna eram semelhantes a alguns valores e práticas que nós estávamos buscando desenvolver em nosso trabalho na Universidade. Essa observação iniciou uma jornada de descoberta de pessoas, lugares e materiais que confirmou a hipótese inicial e abriu a porta para um fluxo constante de informações úteis e aplicáveis. Nós desenvolvemos um profundo respeito pelas tradições e pela história das Ilhas Havaianas e uma apreciação pelos processos e pelo poder que os Kahunas treinavam em si mesmos para usar com sabedoria.

Os antigos Kahunas do Havaí, os Guardiões do Segredo, eram místicos versáteis que eram os profissionais e os desenvolvedores de profissionais na cultura deles. Eles eram especialistas em muitas áreas, como psicologia, navegação, arquitetura, botânica, geologia, astronomia, artes da cura [healing] e artes espirituais. Eles acreditavam tanto na poder quanto no uso correto da energia e o pecado básico identificado na cultura era causar ferimento a outra pessoa [situação, natureza e outros seres]. Diz-se que muitas das histórias de magia negra são o resultado de ‘abandonos escolares’, aqueles que aprenderam o suficiente para experimentar a energia e depois abandonaram o programa antes de ensinarem o básico a si mesmos no propósito universal da energia.

Essa evidência da fragilidade humana ou do mau julgamento certamente não se limita a essa cultura Polinésia. Na época em que os grupos de encontro eram novos e as maratonas não se referiam a corridas, haviam aqueles que, depois de assistirem a uma sessão, ficavam maravilhados com os grandes avanços (progressos) observados e, sem consciência no nível da realidade [awareness] das habilidades necessárias para facilitar tais grupos com sucesso, estabeleciam decidir por conduzir as suas próprias sessões, por vezes com resultados muito infelizes. Não existem atalhos para a experiência profissional em qualquer cultura.

Os Kahunas utilizam vários princípios e práticas aplicáveis ao trabalho de desenvolvedores profissionais e organizacionais no ensino superior.

Em primeiro lugar, eles são disciplinados e comprometidos com um treinamento rigoroso e extenso.

Eles aceitam a exigência por inteireza, integridade e determinação de propósito como uma parte do profissionalismo.

Eles desenvolvem todos os poderes de uma forma que nos surpreende, pois muitas vezes nós não esperamos muito de nós mesmos.

Nós não reconhecemos a nossa capacidade de nos tornarmos mais plenamente quem nós realmente somos. A escolha de realizar o treinamento Kahuna não foi levada à sério, pois significava um comprometimento total e vitalício com o serviço e não havia espaço para nada além do comprometimento total. A vacilação de propósito ou a perda da integridade tiveram consequências duras. A escolha também significava o compromisso de transmitir o conhecimento o Segredo – para a próxima geração, pois os idosos tinham o mandato de plantar as sementes do poder nos líderes do futuro.

Essa prática de generatividade manteve o Segredo vivo durante os muitos anos em que ele foi proibido. Como uma parte desse espírito de generatividade, alguns Kahunas estão ensinando agora abertamente os princípios, vendo-os como verdades universais a serem disponibilizadas para aqueles que são atraídos para ouvi-los.

Em segundo lugar, os Kahunas conhecem e usam o poder das palavras.

A palavra é vista como uma extensão da alma e carrega consigo a [energia] mana ou força vital dessa alma. Nomear carrega poder. A palavra ou declaração de alguém carrega poder. A forma como um objeto ou pessoa é descrito carrega poder. Só agora nós começamos a reconhecer até que ponto isso é verdade em nossas instituições.

A declaração da missão da universidade, o exemplar do catálogo, os folhetos de relações públicas, a cobertura da imprensa – todos podem moldar a imagem da organização tanto para o corpo docente como para o público em geral. Uma avalanche de críticas e negatividade pode criar uma profecia autorrealizável que faz com que seja concreto o que inicialmente eram apenas palavras.

Por outro lado, uma visão poderosa descrita em metáfora e articulada com esperança é capaz de despertar e concentrar um grupo em ações positivas e levar a realizações que confundem os céticos e os pessimistas. Nós temos achado que quando as pessoas comunicam através de disciplinas e fronteiras departamentais e articulam os seus valores, as sementes do orgulho e da lealdade institucionais são plantadas e nutridas.

Em terceiro lugar, os Kahunas conhecem e usam o poder das imagens visuais para provocar mudanças.

No grande rito da oração Ha, uma visualização muito detalhada é enviada diariamente ao Eu [Ser, Self] Superior até que a visão se manifeste como realidade. Esse ritual de imagens positivas é semelhante aos métodos Ocidentais mais contemporâneos de imagens visuais, usados em uma variedade de abordagens criativas de resolução de problemas.

Na nossa cultura, esse poder tem sido reconhecido por pessoas como Maxwell Maltz (1969) e Eva Schindler-Rainman e Ron Lippitt no seu exercício ‘Imagens de Potencialidade’ (Fox, Lippitt, & Schindler-Rainman, 1973).

Ira Progoff, criador do intensive journal process (1975), utiliza muitas meditações guiadas para ajudar as pessoas a entrar em contato com o significado e a direção de suas vidas. Os seus exercícios do ‘Diálogo com a Sabedoria Interior’ permitem que os participantes de seus workshops acessem um modo de conhecimento muito diferente do que normalmente está disponível e obtenham orientação e esclarecimento sobre áreas de interesse.

Jean Houston, psicóloga e diretora da Fundação para Pesquisa da Mente, em Nova York, descreve um exercício chamado ‘Ensaio de Habilidades com um Professor Mestre’ (1982). Anexado a esse artigo está um exercício que também proporciona uma experiência e um processo para obter acesso e usar conscientemente a sabedoria interior que todos nós possuímos. Imagens positivas detalhadas são uma ferramenta útil para profissionais de desenvolvimento profissional e organizacional.

Em quarto lugar, os Kahunas sabem que a mediação do conflito ocorre em vários níveis, pois, qualquer que seja a aparência externa, a cura [healing] tem que, em primeiro lugar, ocorrer no espírito, num lugar fora do tempo. O Ho’oponopono é um processo que foi desenvolvido pelos primeiros Polinésios para a cura [healing] de conflitos.

Pukui, Haertig e Lee (1972, p. 60) explicam que ‘ho’o’ significa ‘fazer com que seja, causar ou ter como resultado’; ‘pono’ significa ‘correto, certo, em perfeita ordem’; ponopono (repetido) significa ‘em ordem, atendido, assistido’. Ambas as formas conotam o que é socialmente e moralmente aprovado e desejável.

O processo, então, é um meio de trazer ordem à família, restaurando os bons relacionamentos e atendendo às necessidades e preocupações de todos os membros. Se fosse descoberto que pessoas estavam em conflito com outra pessoa da família imediata, na família alargada, ou no grupo tribal, elas eram convidadas a participar num processo de grupo para resolver e curar [heal] o conflito. Presumia-se que o conflito não tinha apenas uma dimensão psicológica, mas também dimensões espirituais e físicas e que todas as dimensões necessitavam ser curadas [healed].

Se algum dos protagonistas tivesse experienciado doença ou acidente nas semanas anteriores ou durante a eclosão de um conflito, presumia-se que isso estava relacionado com o conflito. Também se presumia que qualquer solução ou cura [healing] do conflito traria mudanças espirituais, físicas e psicológicas para o melhor.

Na cultura Havaiana, a coesão e o movimento do grupo em direção à solução são fornecidos pelo sistema de valores comumente sustentado. O que nós temos no ensino superior para nos servir de forma semelhante quando nós enfrentamos conflitos? Existem tradições de valores mantidas pela maioria das pessoas no ensino superior e essas podem fornecer essa base se de fato elas forem abraçadas pelas pessoas envolvidas.

As universidades estão começando a reconhecer que, tal como as empresas mais bem-sucedidas têm clareza sobre a sua cultura e os seus valores empresariais (Peters & Waterman, 1982) assim, também, as universidades têm que buscar clareza e consenso antes de a excelência ser capaz de ser alcançada. Algumas faculdades e universidades não estão tentando clarificar as suas culturas institucionais através do estudo dos valores que parecem ser adotados.

A California State University, em Long Beach, é uma universidade relativamente nova. Com apenas 35 anos, ela atualmente conta com mais de 32 mil estudantes matriculados. Grande parte da energia foi gasta na gestão desse rápido crescimento e há poucas tradições e nenhuma imagem forte ou sentido de valores fortes partilhados.

Recentemente, a Universidade se envolveu num consórcio de oito campus chamado ‘The Values Study,’ patrocinado por uma doação da Society for Values in Higher Education [Sociedade para Valores no Ensino Superior]. Uma fase desse estudo, um inventário de valores, envolveu entrevistas com mais de 80 professores, administradores e funcionários para tentar esclarecer questões de valor, valores que são vistos como em estado de erosão e os valores de miragens dos quais são falados, no entanto, não têm substância. As notas e numerosas citações dessas entrevistas foram resumidas, com oito categorias de preocupação sobre valores emergentes a partir dos dados. Um comitê diretor concentrou-se numa dessas categorias: clarificar a identidade institucional. As citações a partir das entrevistas renderam 315 metáforas e a análise delas veio a ser uma ferramenta útil para levar as pessoas a falar sobre a imagem institucional.

A Universidade está agora envolvida num processo para identificar os valores fundamentais da instituição. Esses constituirão a base para uma reafirmação da missão e das metas da Universidade e de várias unidades de ensino.

O quinto princípio e prática refere-se ao conhecimento dos Kahunas de que existe uma fonte de sabedoria e poder em cada um de nós que é capaz de ser uma parte natural da nossa vida quotidiana. Muitas outras culturas também nos falam dessa fonte de sabedoria interior, oculta embora acessível, mística embora prática, suave embora poderosa. Essa sabedoria é chamada de várias maneiras: o inconsciente coletivo, a voz mansa e delicada, a musa, o Espírito Santo.

Os egípcios referiam-se a ele como Hórus, o símbolo sagrado do falcão do Princípio Criativo, que se senta em seu ombro, embala você com asas compassivas e sussurra a Verdade Divina em seu ouvido.

O Kahuna vê os humanos como tendo três almas ou aspectos – um Eu [Ser, Self] Básico, um Eu [Ser, Self] Médio e um Eu [Ser, Self] Superior.

O Eu [Ser, Self] Superior é semelhante ao Supraconsciente e é composto por uma essência masculina e feminina.

O Eu [Ser, Self] Médio é lógico, às vezes cínico, influenciado pela culpa e pela dúvida.

O Eu [Ser, Self] Básico é emocional, visualmente orientado, semelhante ao Subconsciente.

Esses eus [seres, selves] ou espíritos são chamados de kino (corpo) e aka (sombreado). Aka tem vários significados, incluindo ‘a essência de qualquer coisa, na forma espiritual e não na forma material.’ Também pode significar uma sombra e, em certo sentido, o espírito de uma pessoa viva (Pukui, Haertig, & Lee, 1972, p. 10).

Tem o significado adicional de ‘ser uma extensão luminosa longe do corpo’ (Steiger, 1971). De acordo com esta referência, os dois eus inferiores residem no corpo físico, entretanto, o Eu Superior não. Um cordão-aka conecta os três eus [seres, selves] e eles trabalham em equipe, utilizando o suprimento de força vital do corpo, chamada mana, que também significa poder espiritual.

Quando uma pessoa desenvolvia uma doença, um conflito ou um problema que não pudesse ser resolvido, presumia-se imediatamente que havia um bloqueio no cordão que ia do Eu [Ser, Self] Básico ao Eu [Ser, Self] Superior, pois o Eu [Ser, Self] Superior era extremamente ‘poderoso e poderia resolver todos os problemas, a menos que seu poder fosse bloqueado.

Os pensamentos são considerados tão reais quanto as coisas e grupos [clusters] de pensamentos relacionados ao medo, à culpa ou à negatividade bloqueiam a conexão, o cordão, com o Eu [Ser, Self] Superior. Os erros têm que ser reconhecidos e corrigidos, o perdão solicitado, a reparação feita, antes que o poder possa fluir para o Eu [Ser, Self] Superior e os problemas sejam resolvidos. O livre fluxo de mana ou energia a partir do Eu [Ser, Self] Básico para o Eu [Ser, Self] Superior era a chave para o poder usado pelos Kahunas, bem como por quaisquer outros que entendessem e usassem o processo.

O Eu [Ser, Self] Consciente, Racional ou Médio não é capaz de aproveitar esse poder – somente o Eu [Ser, Self] Subconsciente, Emocional ou Eu [Ser, Self] Básico é capaz de fazer isso. O pedido a ser feito no grande rito da oração Ha tem que ser uma imagem clara, uma visualização detalhada do que é desejado e isso deve ser repetido todos os dias até que os resultados sejam satisfatórios.

Um exercício usado pelo Kahuna Abraham Kauai’i começa com a visualização de si mesmo como uma montanha imensa e poderosa. Um rio de luz e energia brota da cabeça e se divide para cair em cascata pelos braços como duas correntes impetuosas. Cada respiração feita cria mais poder e energia movendo-se do pico da montanha ao longo do curso dos rios. Essa energia é então direcionada para uma necessidade, um projeto, um evento esperado, outra pessoa – evocando completeza, cura [healing], realização, materialização. O senso do Eu [Ser, Self] como Montanha-de-Poder é inesquecível.

O Kahuna e o praticante (profissional) de desenvolvimento profissional, portanto, têm se reunido além das fronteiras culturais para celebrar compromissos comuns:

-participação na disciplina de formação

-respeito pelo poder das palavras

-utilização do poder das imagens visuais

-foco na mediação como missão

-identificação de valores partilhados como forças unificadoras

-confiança na sabedoria interior

-compromisso em transmitir a Luz – a nova maneira de saber e de ser – para a próxima geração.

Há uma canção a partir de outra Ilha que diz:

Nós viemos a partir da montanha,
Todos nós, a montanha.
Volte para a montanha,
Vire o mundo do avesso.

O Kahuna diz: ‘Você é aquela montanha. Volte para o seu Eu [Ser, Self]’.

Os Havaianos dizem: ‘Nana ike kumu. Olhe para [considere, pense na] a Fonte.’

APÊNDICE

Você tem dentro de você essa Fonte.
Olhe para [considere, pense na] a sua Fonte.
Vire o seu mundo do avesso.

Esse exercício de imaginação guiada, semelhante aos usados por Jean Houston e Ira Progoff, ajuda as pessoas a obter acesso e a utilizar a sabedoria interior que todos nós possuímos. Às vezes, não é apropriado que aqueles que estão em terapia ou aconselhamento façam esse exercício, a menos que seja usado pelo conselheiro como parte do processo de cura [healing]. A maioria das pessoas considera o exercício uma ferramenta útil para o crescimento pessoal. Gravar o exercício em fita permite uma participação mais completa.

Fique muito confortável em sua cadeira com uma mão em cada lado do seu colo. Apenas esteja ciente de sua respiração, inspirando e expirando, relaxando. Agora respire fundo, segure….

Em seguida, solte-a e deixe a sua respiração voltar ao normal.

Mais uma vez, respire fundo e segure (conte cinco segundos). Agora deixe sair. Imagine que a cada respiração tranquila há um líquido dourado que chega aos seus pés.

A característica desse líquido dourado é que ele relaxa e conforta onde quer que ele se mova. Ele está entrando em seus pés, de maneira relaxante e reconfortante. A cada inspiração, o líquido dourado sobe pelas panturrilhas, joelhos e coxas, relaxando e reconfortando. O líquido se move para os quadris, a região pélvica e o abdômen, relaxando e reconfortando.

À medida que você respira, o líquido se move para o peito e as costas, para os ombros e pescoço e desce pelos braços até as mãos e os dedos. O líquido dourado se move para a sua cabeça, para o seu queixo, as suas bochechas, a sua boca, o seu nariz, os seus olhos, a sua testa, enchendo a sua cabeça, o seu cérebro, o seu crânio, acalmando e relaxando você.

Veja a si mesmo caminhando pela praia em um lindo dia de sol. Você olha para o penhasco acima da praia e vê uma caverna de cerca de cinco metros de altura. Você sobe por um caminho até essa caverna e descobre que ela é espaçosa e tem piso arenoso.

Ao explorá-la, você descobre uma antiga porta de metal no chão da caverna com um anel esculpido no centro. Ao puxar a argola, a porta se abre, revelando uma escada com dez degraus que desce para a terra.

À medida que você começa a descer esses degraus, você descobre que a cada passo você fica mais relaxado, em paz e, ainda assim, esperançoso. Um-dois-três-quatro-cinco. Você está calmo, mais relaxado. Seis-sete-oito-nove-dez. Ao pé da escada há um pequeno corredor que leva a uma porta enorme com uma placa de madeira esculpida que diz ‘Sala da Sabedoria Interior.’

Você caminha ansiosamente em direção à porta e sabe que, ao abri-la, encontrará alguém dentro de si – uma pessoa sábia e compassiva – que espera a sua visita. Dentro de um momento você entrará nessa sala e passará algum tempo dialogando com essa pessoa. Pode haver surpresas. A pessoa pode ser séria ou cômica. Pode ser alguém que é novo para você. Pode ser alguém da história ou uma figura divina ou mitológica.

As perguntas que você fizer serão respondidas enquanto vocês conversam. Vá agora e abra a porta e conheça esse guia. Os poucos minutos do relógio serão todo o tempo que você necessita. (Leve quatro ou cinco minutos, cronometrados.)

Agora é hora de deixar esse lugar onde você contatou o seu Guia para a Sabedoria Interior. Diga adeus e saia da sala, sabendo que você é capaz de retornar quando escolher.

Volte a subir os dez degraus, sentindo energia e contentamento ao entrar na caverna e fechar a porta. Saia da caverna e desça o caminho até a praia, percebendo a luz do sol no mar, o canto dos pássaros, o som das ondas. Você também está percebendo uma nova consciência no nível da realidade [awareness] da sua conexão com a sua própria fonte de sabedoria interior. Você está bem desperto e cheio de vitalidade e energia. Agora tome consciência dessa sala e das pessoas nela.

Você achará cada vez mais fácil ter acesso à sabedoria interior e, à medida que praticar e aprender a confiar no processo, você não necessitará de um procedimento elaborado para alcançá-la.

REFERÊNCIAS

Fox, S., Lippitt, R., & Schindler-Rainman, E. ( 1973). Towards a humane society: Images of potentiality. Fairfax, VA: NTL Learning Resources Corporation.

Houston, J. (1982). The possible human. Los Angeles: J.P. Tarcher.

Maltz, M. (1960). Psycho-Cybernetics. New York: Simon and Schuster.

McBride, L. R. ( 197 2). The kahuna, versatile mystics of old Hawaii (rev. ed.). Hilo: Petroglyph Press.

Peters, J., & Waterman, R. H. ( 1982). In search of excellence: Lessons from America’s best run companies. New York: Harper & Row.

Progoff, I. (1975). At a journal workshop. New York: Dialogue House Library.

Progoff, I. ( 1977 ). The well and the cathedral. New York: Dialogue House Library.

Progoff, I. (1979). The white robed monk. New York: Dialogue House Library.

Progoff, I. ( 1980). The practice of process meditation. New York: Dialogue House Library.

Pukui, M. K., Haertig, E. W., & Lee, C. A. (1972). Nana ike kumu (Vols. 1-2). Honolulu: Queen Lili ‘Uekalani Children’s Center.

Shook, V. ( 1981 ). Current use of a Hawaiian problem solving practice: Ho ‘oponopono. Unpublished manuscript, University of Hawaii, The Sub-Regional Child Welfare Training Center, School of Social Work, Honolulu.

Steiger, B. (1971). Kahuna magic. Rockport, MA: Para research.

Zambucka, K. ( 1978 ). A no’ A no the seed. Honolulu: Mana Publishing Company.

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A Espiritualidade nas Empresas trata-se de uma Filosofia cujos Princípios podem ajudar tanto as Pessoas quanto as Organizações.
Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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