Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna
Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Sobre o Livro:
O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.
Sobre o Autor:
“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”
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—Continuação do artigo 192 – Cura [Healing] Instantânea Através do Self Superior. As Provas e os Métodos—
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XII. Raising the Dead, Permanently and Temporarily
XII. Ressuscitando os Mortos, Permanentemente e Temporariamente
Caso 22. Kahuna ressuscita o morto diante do Dr. Brigham. Caso 23. Ressuscitando o morto temporariamente. Materialização completa. (A) Materialização em massa no Havaí. (B) Bispo se materializa após quatrocentos anos de morte. (C) Yolande. (D) Materializações de animais. (E) Materializações parciais dos vivos. (F) Mudanças de tamanho na materialização. (G) Roupas materializadas. (H) O “Pequeno Povo”.
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“Os mortos podem ser ressuscitados [trazidos de volta à vida]. Existem, porém, dois tipos de ‘ressurreição’, uma é a restauração completa à vida no corpo físico e a outra é a materialização temporária de um corpo físico para que um espírito falecido o utilize. Em ambos os casos, nós encontramos provas da veracidade das antigas crenças dos Kahunas.
Nós temos relatos de homens sendo ressuscitados permanentemente na literatura Cristã e de outras religiões. Os Kahunas eram capazes, sob certas condições, de demonstrar tais feitos e também de explicá-los de forma compreensível.
A ressurreição temporária de um corpo vivo para uso do espírito de um morto era comum na Polinésia e, como ‘Materialização’, tem sido estudada e repetidamente verificada em Pesquisas Psíquicas.
CASO 22
Um Kahuna Ressuscita o Morto Diante do Dr. Brigham
Notas Preliminares:
Em um clima quente como o do Havaí, um corpo morto começa a se decompor rapidamente. No entanto, existe um estado de transe profundo ou coma que se assemelha tanto à morte que há um grave perigo de ser confundido com um morto e de ser enterrado vivo.
Os Kahunas acreditavam que a decomposição não poderia começar até que o corpo sutil do self básico fosse completamente separado do corpo físico. Os dois espíritos do homem mais inferior podem estar fora do corpo físico em seus corpos sutis e são capazes de viajar a grandes distâncias, como ocorre na ‘viagem astral’, mas sempre há um fio de conexão (o ‘cordão de prata’ da Teosofia) de matéria sutil unindo o corpo físico e o corpo sutil básico. É somente quando esse fio se rompe que a decomposição começa.
Os Kahunas acreditavam que a decomposição não poderia começar até que o corpo sutil do self básico fosse completamente separado do corpo físico.
Após o rompimento do fio de conexão, seria necessário um ato do Self Superior para restaurar os tecidos que tivessem começado a se decompor e possibilitar o retorno à vida daquele que tivesse morrido. Por outro lado, se o fio permanecer intacto, como frequentemente ocorre quando a morte acontece sem lesão tecidual, como no afogamento, a vida pode ser restaurada se o retorno ao corpo for possibilitado aos espíritos.
O corpo sutil do self básico, como já foi explicado, é um local ideal para armazenar a força vital e quando os espíritos deixam o corpo físico, a maior parte da força vital é levada consigo no corpo sutil. Quando o corpo físico denso é abandonado, após a remoção dos elementos da consciência no nível da percepção [consciousness] e da força vital, resultam inconsciência e inatividade. Estudos realizados com pacientes que sofrem de epilepsia mostram que, após o ‘grito’ e a queda característicos, não há atividade das ondas corporais nem das ondas cerebrais, conforme medido por instrumentos de registro. A indicação é que os dois selfs do paciente, em seus corpos sutis, foram expulsos do corpo temporariamente ou, como uma possibilidade alternativa, os dois selfs permaneceram no corpo, mas foram privados do último vestígio de força vital por um espírito do tipo obsessivo. A consciência no nível da percepção [consciousness] retorna ao paciente aproximadamente no tempo necessário para restabelecer o suprimento de força vital.
O corpo sutil do self básico, como já foi explicado, é um local ideal para armazenar a força vital e quando os espíritos deixam o corpo físico, a maior parte da força vital é levada consigo no corpo sutil.
O Caso:
Durante uma de suas expedições de campo em busca de plantas nativas raras no Havaí, o Dr. Brigham refugiou-se em uma vila costeira durante uma tempestade muito forte. Na tempestade, um jovem nativo de cerca de dezesseis anos se afogou. Todas as tentativas de reanimá-lo falharam e um Kahuna que morava a certa distância foi chamado.
O Kahuna, um homem idoso, chegou e começou a trabalhar cerca de oito horas após o acidente. O corpo do rapaz estava frio e, quando examinado pelo Dr. Brigham pouco antes da chegada do Kahuna, parecia ter começado a enrijecer devido ao rigor mortis.
O Kahuna sentou-se perto do corpo e começou a usar os seus poderes psíquicos para descobrir o que havia acontecido com os dois espíritos do rapaz. Nesse trabalho, como explicou mais tarde, ele contou com a ajuda de vários amigos espirituais. (O cordão do corpo sutil que conectava o corpo ao self básico do rapaz provavelmente ainda estava esticado ao ponto de ruptura.) Os selfs do rapaz foram encontrados vagando em estado de confusão e trazidos de volta ao corpo, sendo incitados a permanecer ali e fazer todo o possível para retornar a ele.
O corpo foi aquecido e, enquanto o Kahuna aplicava as mãos sobre ele, ele doava a sua própria força vital. Ele também usou sugestão verbal para provocar o retorno ao corpo, utilizando como estímulo físico um afago e um aperto, como se os espíritos estivessem retornando por um dos dedões do pé e sendo comprimidos pela perna até o corpo. O Kahuna também invocou ‘o deus’ (Self Superior), pedindo auxílio.
Após cerca de uma hora, ele anunciou que os espíritos do menino estavam entrando no corpo. Gradualmente, a carne foi esquentando. O coração começou a bater e o menino abriu os olhos. A recuperação foi tão rápida que, em pouco tempo, ele já pedia comida.
O Dr. Brigham, muito impressionado com a demonstração da magia Kahuna, fez muitas perguntas ao Kahuna, aprendendo pouco além do fato de que o ‘deus’ que lhe prestara auxílio era um dos Aumakuas, ou espíritos parentais e extremamente confiáveis que outrora haviam sido homens vivendo em corpos na Terra.
Ele acompanhou o jovem Havaiano por vários anos e, aparentemente, nunca houve sequelas significativas da morte por afogamento.
Comentário:
A ajuda de espíritos que outrora foram homens e mulheres na carne não é novidade. Os anais do Espiritualismo e da Pesquisa Psíquica estão repletos de relatos de cura [healing] bem-sucedida de pessoa viva por meio de intervenções de espíritos ‘mortos’. Os curadores espirituais mais bem-sucedidos frequentemente mencionam o seu trabalho como sendo realizado por meio de orações a espíritos superiores ou ao conceito convencional de Deus.
Os espíritos, assim como os vivos, não têm como fazer contato direto com o nível de consciência no nível da percepção [consciousness] imediatamente superior e só podem especular sobre os Seres Superiores e a forma de pensamento deles que lhes permite usar um poder misterioso para a cura [healing] mágica. Muitos espíritos têm compartilhado as suas ideias sobre os mecanismos pelos quais a cura [healing] é realizada, no entanto, mesmo quando eles afirmam ter conhecimento exato, nunca há consenso entre eles.
Eles são curiosamente parecidos com os vivos — cada um desenvolvendo a sua própria explicação e rejeitando todas as outras. Diante das fortes contradições encontradas nas explicações dadas pelos espíritos dos mortos, nós fazemos bem em recorrer às explicações ancestrais dos Kahunas, pois elas são corretas em todos os detalhes, até onde nós somos capazes de verificá-las com o nosso conhecimento limitado atual e, o que é mais importante, ELAS FUNCIONAM como base para aplicação prática.
Caso 23
Ressuscitando os Mortos Temporariamente. Materialização Completa
Notas Preliminares:
Nada na Pesquisa Psíquica tem sido tão fascinante, tão incrível, tão veementemente negada (ainda que em vão), tão inexplicável ou tão profundamente significativa quanto a ‘materialização completa’, ou a ressurreição temporária de o morto.
Na ressurreição do morto, conforme o processo se aplica aos espíritos daqueles que já partiram há muito tempo, há a mesma necessidade dos vários elementos que constituem um homem vivo normal. Os espíritos básico e médio do indivíduo falecido comparecem a uma sessão espírita. Eles fornecem o elemento da consciência no nível da percepção [consciousness]. Eles vivem nos corpos sutis baixo e médio combinados, então os trazem consigo e, assim, fornecem um molde do corpo físico que outrora possuíam no plano terreno. O que falta ao Self Superior é o antigo corpo físico e a sua naturalmente grande carga de força vital. Para suprir essa falta, força vital e matéria física são extraídas a partir do círculo de participantes vivos. A matéria física é transformada na tênue forma ectoplasmática e então solidificada no molde do corpo sutil básico do espírito.
Isso resulta na ‘materialização completa’ de um corpo físico real, vivo, respirando, quente e completamente normal, com os dois espíritos residindo dentro dele. Tais corpos foram submetidos repetidamente a rigorosos exames médicos. No entanto, eles não são permanentes. Em um período que varia de um minuto a, raramente, mais de uma hora, o material ectoplasmático retorna ao corpo vivo e a forma sólida desaparece.
É concebível que tal corpo materializado pudesse ser permanente se a substância física emprestada não precisasse ser devolvida. A Segunda Vinda de Jesus poderia, assim, ser realizada se algum devoto estivesse disposto a deixar a carne e entrar na vida do falecido, oferecendo o seu corpo para ser usado dessa maneira, preenchendo o molde do corpo sutil do grande Mestre.
Em uma das Ilhas do Pacífico, alguns anos atrás, houve um grande alvoroço causado por um grupo de nativos Polinésios que realizavam sessões espíritas secretas à noite e conseguiram ressuscitar um chefe morto por meio do processo de materialização. Esse chefe, que havia morrido leproso, era muito sábio e muito amado. Por mais estranho que pareça, ele se materializou e permaneceu no corpo por períodos muito mais longos do que é comum no Ocidente. Como as autoridades temiam que os nativos fossem incitados à rebelião pelo chefe, alegaram que a materialização poderia espalhar a lepra e as sessões espíritas foram interrompidas.
Os Casos:
(A) OS KAHUNAS E A MATERIALIZAÇÃO EM MASSA NO HAVAÍ.
No Havaí, onde os Kahunas eram os mais poderosos praticantes de fenômenos psíquicos, materializações em massa têm sido relatadas ao longo dos anos. Geralmente, um chefe nativo com de dez a cinquenta seguidores (todos já falecidos) se materializa à noite e marcha pelo interior. Frequentemente, eles materializavam tambores e tochas. Às vezes, eles permaneciam invisíveis, mas o som dos passos, dos tambores e das vozes podiam ser claramente ouvido. Essas procissões fantasmagóricas são bem conhecidas no Havaí, muitas vezes foram bem comprovadas e descritas diversas vezes em livros e artigos sobre as Ilhas.
O Dr. John Tanner, que estudou os Kahunas no Havaí por algum tempo, contou-me que estava na praia de Waikiki certa noite quando ele ouviu os fantasmas marchando em procissão em direção ao centro de Honolulu. Ele supôs que eles poderiam estar seguindo a rota descrita como usual pelos Havaianos mais velhos — de Waikiki até os túmulos reais perto da antiga Igreja Missionária no centro da cidade. Pegando o seu carro, ele dirigiu até a antiga igreja e esperou. Em um tempo surpreendentemente curto, os mesmos sons de passos marchando tornaram-se audíveis, juntamente com cânticos suaves e conversas baixas. Os sons pareciam ser engolidos pelo túmulo de um rei nativo há muito falecido, no cemitério da igreja. O Dr. Tanner não viu nada.
O Dr. Brigham tinha muitos relatos em primeira mão de ter visto marchantes visíveis à luz de tochas e do luar. Os Havaianos concordam que os marchantes totalmente materializados, armados com clavas e lanças, são perigosos para qualquer um que interfira com eles. Se uma procissão dessas se aproxima, o nativo sábio se afasta ou se esconde e permanece em silêncio enquanto a observa passar. Há vários relatos de homens que foram mortos por esses manifestantes. Um Havaiano que conheço afirmou ter se deparado com um pequeno grupo deles, todos armados e trajados com mantos de penas. Um guerreiro avançou contra ele com uma lança, mas ele imediatamente gritou que era um parente vivo e um amigo. Deram-lhe tempo para ele dizer o seu nome e recitar os nomes de seus ancestrais. Era quase inevitável que, rastreando algumas gerações, ele encontrasse algum parente entre os antigos habitantes daquelas paragens — e encontrou. Ele foi perdoado por sua intrusão acidental na linha de marcha e liberado.
Embora seja evidente que muita ficção tenha sido acrescentada aos fatos geralmente aceitos sobre as procissões fantasmagóricas no Havaí, eu não tenho dúvidas de que os fatos básicos sejam verdadeiros. O folclore lendário dos Polinésios está repleto de relatos de materializações em massa e individuais. Os ‘deuses’ ajudam os espíritos dos mortos a se materializarem e conta-se que a força vital e a substância para o ectoplasma são emprestadas dos vivos enquanto dormem ou, em raras ocasiões, são retiradas da vida animal e vegetal.
(B) UM BISPO SE MATERIALIZA APÓS QUATROCENTOS ANOS DE MORTE.
Carlo Mirabelli, um médium Sul-Americano [Brasileiro] de ascendência Italiana, forneceu excelentes exemplos de quase todos os tipos de fenômenos psíquicos.

O Dr. Fodor escreve:
‘[Os fenômenos de materialização de Mirabelli] eram impressionantes. As figuras não só estavam completas, como também foram fotografadas [vide foto acima] e médicos realizaram exames minuciosos que duravam, por vezes, até quinze minutos e afirmaram que os seres humanos recém-constituídos possuíam estrutura anatômica perfeita. Após o exame, a figura começou a se dissolver dos pés para cima, com o busto e os braços flutuando no ar. Um dos médicos exclamou: ‘Mas isso é demais!’ e correu para a frente, agarrando metade do corpo. No instante seguinte, ele soltou um grito agudo e caiu inconsciente no chão. Ao recobrar a consciência no nível da percepção [consciousness], ele se lembrou apenas de que, ao agarrar o fantasma, sentira como se os seus dedos estivessem pressionando uma massa esponjosa e flácida. Então, ele recebeu um choque e perdeu a consciência no nível da percepção [consciousness]. Durante trinta e seis minutos, em plena luz do dia, a materialização da filhinha do Dr. Souza, que morreu de gripe, foi visível a todos os presentes. Ela apareceu com as suas vestes funerárias. O seu pulso foi testado. Pai e filha foram fotografadas. Então o fantasma se ergueu e flutuou no ar…
‘Em outra sessão, Mirabelli anunciou ter visto o corpo do Bispo Dr. José de Camargo Barros, que havia falecido em um naufrágio. ‘Um doce aroma, como de rosas, invadiu a sala. O médium entrou em transe. Uma fina névoa foi vista no círculo [de participantes]. A névoa, brilhando como ouro, se dissipou e o bispo materializou-se, com todas as vestes e insígnias do ofício. Ele chamou o seu próprio nome. O Dr. Souza aproximou-se dele. Ele palpou o corpo, tocou os seus dentes, examinou a saliva, ouviu os batimentos cardíacos, investigou o funcionamento dos intestinos, unhas e olhos, sem encontrar nada de errado. Então, as outras pessoas presentes convenceram-se da realidade da aparição. O Bispo inclinou-se sorrindo sobre Mirabelli e olhou para ele em silêncio. Em seguida, desmaterializou-se lentamente.’ Na sexta sessão, Mirabelli, amarrado e lacrado, desapareceu da sala e foi encontrado em outra sala, ainda em transe. Todos os lacres das portas e janelas estavam em ordem, assim como os lacres do próprio Mirabelli. Em um determinado momento, entre quatorze investigadores, os seus braços se desmaterializaram. Na fotografia, apenas uma leve sombra é visível.’
(C) YOLANDE E AS SUAS MATERIALIZAÇÕES.
A Sra. Elizabeth d’Esperance, uma médium famosa, tinha, entre outros espíritos que se materializavam em suas sessões espíritas, uma menina Árabe de quinze anos chamada Yolande. Essa menina aparecia como uma névoa e levava vários minutos para se materializar completamente. Então, em boa luz, ela costumava conversar com os vivos e fazer objetos na sala aparecerem e desaparecerem. Ela produzia aportes em grande número e fazia plantas crescerem em garrafas de água cheias de água e areia, uma planta grande crescendo em poucos minutos. O investigador Alexander N. Aksakof descobriu, em uma ocasião, que a médium havia desmaterializado a metade inferior do corpo enquanto materializações espirituais visíveis estavam na sala da sessão espírita. A metade superior da médium parecia estar suspensa no ar. Ela não estava em transe e ficou assustada ao descobrir a sua condição, chamando a atenção do investigador para a situação. Outros presentes também se certificaram de que não havia nada nas vestes caídas da médium abaixo da cintura. Dez anos depois, Aksakof publicou uma opinião importante, fruto de anos de estudo e observação: a opinião de que, em alguns casos pelo menos, ‘o corpo do médium é totalmente absorvido para a produção de aparições…’.
(D) MATERIALIZAÇÕES DE ANIMAIS.
A afirmação Kahuna de que todas as coisas possuem corpos sutis que são moldes de suas partes microscópicas, bem como de sua forma e contorno completos, aplica-se tanto a animais quanto a homens. (Também insetos e objetos inertes, como rochas.)
Gambier Bolton teve uma experiência peculiar. Ele havia feito amizade com uma foca ferida em um zoológico e a tratado, mas a foca morreu. Dez dias após a sua morte, em uma sessão espírita com a Sra. Craddock e com a presença de vários cientistas, uma foca — aparentemente a mesma que Bolton conhecia — materializou-se e atravessou a sala agitando-se, permanecendo perto de Bolton por vários minutos. Os espíritos que conduziam a sessão foram solicitados a explicar o ocorrido. Eles disseram:
‘As ações deles (os animais em sessões espíritas onde se materializam) são totalmente independentes de nós. Enquanto nós estamos ocupados conduzindo os nossos experimentos com entidades humanas que desejam se materializar entre vocês, os animais entram na sala de alguma forma que nós não entendemos e que nós não podemos impedir; obtêm, de algum lugar, matéria suficiente para construir corpos temporários; vêm quando querem, vagam pela sala como bem entendem; e desaparecem quando lhes convém e não antes; e nós não temos poder para impedir isso enquanto o afeto existente entre eles e os seus antigos donos for tão forte quanto foi nos casos que chegaram ao nosso conhecimento.’
O Dr. Fodor destaca que a afirmação acima, proveniente dos controles espirituais do médium, parece contradizer o fato de que, nas famosas materializações de animais nas sessões espíritas de Kluski, invariavelmente aparecia uma aparição humana atuando como guardiã dos animais que surgiam. Os guardiões e os animais raramente se moviam ao mesmo tempo, mas os guardiões, embora imóveis, podiam ser vistos claramente. No entanto, houve um animal que apareceu sem guardião. Era um homem-macaco, chamado pelos investigadores de Pithecanthropus. Ele tinha pelos grossos e desgrenhados, cheirava a uma mistura de veado com cachorro molhado e era brincalhão, evidentemente de baixa inteligência, mas dócil e pronto a obedecer. A sua grande força causou medo em algumas das sessões em que apareceu. Ele levantou homens corpulentos, sentados em suas cadeiras, bem acima da cabeça dos outros. Ele pegou uma caixa de livros grande e muito pesada e a carregou pela sala, assim como um sofá grande. Ele emitia apenas sons de estalo e se coçava frequentemente.
A afirmação Kahuna de que todas as coisas possuem corpos sutis que são moldes de suas partes microscópicas, bem como de sua forma e contorno completos, aplica-se tanto a animais quanto a homens. (Também insetos e objetos inertes, como rochas.)
Cães, gatos, papagaios, morcegos, doninhas e muitos outros animais de estimação mortos retornaram para visitar os seus antigos donos em sessões espíritas. Pelos de um pequeno animal de estimação foram deixados em uma renda na qual a sua pata havia se enroscado durante a aparição (a renda havia sido rasgada em dez centímetros). Esses pelos foram colocados em uma caixa à prova de luz e umidade e inspecionados com frequência. Após alguns dias, os pelos diminuíram de tamanho e, em pouco tempo, desapareceram completamente, aparentemente se desmaterializando muito mais lentamente do que o próprio pequeno animal.
(E) MATERIALIZAÇÕES PARCIAIS DE SERES VIVOS
Diversos casos foram relatados por investigadores em que seres vivos apareceram em sessões espíritas em materializações parciais. Horace Leaf viu a cabeça, os ombros e um braço de um parente vivo, que morava a 640 quilômetros de distância. Uma conversa foi mantida, na qual assuntos conhecidos apenas por eles foram discutidos por vários minutos. Alfred Vout Peters, em uma sessão espírita com Cecil Husk, viu a materialização (aparentemente quase completa) de um amigo vivo que, como se descobriu mais tarde, estava dormindo em casa naquele momento.
O Dr. Nandor Fodor, em seu extenso artigo sobre Materialização em sua Enciclopédia de Ciência Psíquica, fez um comentário que se relaciona fortemente com as antigas teorias dos Kahunas (desconhecidas pelo Dr. Fodor na época em que escreveu).
‘De fato, somos tentados a especular se seria possível construir, através do processo de desmaterialização e materialização, um organismo vivo em moldes alterados. Talvez algumas das curas [cures] milagrosas em que partes orgânicas do corpo foram restauradas encontrem uma explicação no futuro seguindo essas linhas especulativas.’
(F) ALTERAÇÕES NO TAMANHO NORMAL EM MATERIALIZAÇÃO.
Muitos relatos têm incluído o aparecimento de formas materializadas que eram maiores ou menores do que se supõe que a pessoa viva teria sido. Isso é semelhante ao fenômeno de alongamento dos médiuns vivos em sessões espíritas, em que o corpo do médium foi visto aumentar em até sessenta centímetros. (Os Kahunas acreditavam que o corpo sutil de uma coisa poderia ser aumentado ou diminuído.)
A Sra. Bisson estudou uma figura feminina nua com não mais de vinte centímetros de altura que se materializava repetidamente, frequentemente com uma mudança no penteado, dançando e realizando exercícios de ginástica. Ela até mesmo ficava em pé na mão da Sra. Bisson algumas vezes, mas geralmente na mão da médium, Eva.
Nas sessões da Sra. Ignath, pequenas cabeças do tamanho de nozes e muito bonitas se materializavam em copos de água. A controladora espiritual, Nona, opinou que eram formas-pensamento plásticas materializadas.
Materializações parciais, tais como cabeças e mãos, frequentemente apresentam apenas uma fração do tamanho normal.
(G) VESTUÁRIO MATERIALIZADO
Bem poucos dos espíritos temporariamente materializados vieram sem roupas. Harry Price, o mais cauteloso e cético dos investigadores da S.P.R. [Society for Psychical Research], relata em um livro recente a materialização periódica de uma menina nua — em sessões espíritas realizadas por sua mãe e alguns amigos, um deles um bom médium. Ao participar de uma dessas sessões, Price encontrou o pequeno corpo nu, quente, sólido e de peso normal em suas mãos. A criança pronunciou algumas palavras em resposta a uma pergunta. O chão da sala havia sido polvilhado com pó branco, as aberturas seladas e todas as precauções tomadas contra fraudes. Nenhuma pegada cruzou o chão polvilhado e nenhum selo foi rompido, o que convenceu Price da autenticidade da materialização.
Por outro lado, os espíritos se vestem com materiais que variam de vapores cinzentos e nebulosos a tecidos tão sólidos que pedaços deles foram repetidamente cortados por investigadores para estudo após a desmaterialização do espírito e das vestes. Uma peculiaridade do tecido materializado é que ele é quase sempre mais leve e mais fino do que seria normalmente.
Sylvan J. Muldoon, famoso por sua prática e relatos sobre viagens astrais, escreveu sobre uma vez em que viu roupas se formando ao redor de seu corpo astral quando esse havia se separado do corpo físico por apenas alguns metros. As roupas eram idênticas às que ele usava em seu corpo vivo, que jazia deitado na cama dele.
Não apenas os corpos dos médiuns se desmaterializam parcial ou completamente em sessões espíritas de materialização em algumas ocasiões, mas às vezes as suas roupas também desaparecem temporariamente — embora em outras ocasiões permaneçam no local. Geralmente, o tecido materializado em uma sessão espírita permanece branco, mesmo que as roupas que desaparecem do médium sejam pretas.
Katie King, um espírito que frequentemente se materializava nas sessões espíritas de Miss Florence Cook e que foi muito estudada por Sir William Crookes, muitas vezes permitia que o tecido de suas vestes fantasmagóricas fosse examinado. Às vezes, ela cortava até uma dúzia de pedaços da barra de sua saia e os entregava aos participantes para que os examinassem. Os buracos na saia se fechavam imediatamente enquanto os participantes observavam. A maior parte desse tecido desaparecia quando o fantasma se desmaterializava, mas alguns pedaços se tornavam permanentes e, nesses casos, buracos semelhantes eram encontrados na saia da médium após o término da sessão espírita, o que indicava que o tecido de sua saia havia sido emprestado para fins de materialização e que não foi devolvido quando os pedaços se tornaram permanentes.
De passagem, tem-se que notar que o tecido da vestimenta fantasmagórica não era como o da saia na qual um buraco havia sido deixado. Assim, percebe-se que é possível transformar a matéria através do processo de desmaterialização e materialização, mudando uma coisa em outra e tornando a parte alterada permanente — como tem que ocorrer na cura [healing] instantânea, se a teoria Kahuna estiver correta.
Katie King disse que, ao tornar permanentes os pedaços de tecido, ela foi forçada a retirar permanentemente parte da vitalidade da médium (verifique a teoria Kahuna de que todas as operações de materialização envolvem o uso da força vital dos vivos), enfraquecendo-a. Quando esse material foi apresentado a tecelões com o pedido de que fosse combinado, revelou-se diferente de tudo o que havia no mercado. Os tecelões expressaram a opinião de que poderia ser um tecido de fabricação Chinesa.
Um pedaço do vestido espiritual de Yolande foi arrancado e transformado em permanente durante uma sessão com a Sra. d’Esperance em Christiania. Um buraco semelhante, parcialmente rasgado e parcialmente cortado, apareceu posteriormente na saia da médium. O pedaço da saia do espírito era várias vezes maior, mas tinha exatamente o mesmo formato. O tecido era branco e de textura muito mais leve, quase tão fino quanto gaze, mas composto de fios claramente trançados.
Alguns tecidos materializados não foram encontrados trançados. Assemelham-se a folhas finas de material ligeiramente semelhante à borracha, frequentemente preenchidas com buracos para parecerem renda.
Durante uma sessão com George Spriggs em Cardiff, um pedaço do rico cinto de seda vermelho vivo de uma forma espiritual materializada foi cortado e deixado para trás. Logo desbotou, mas em uma sessão posterior, quando chamado à atenção do mesmo espírito, foi recuperado a sua cor e brilho originais de alguma forma inexplicável.
Mechas de cabelo cortadas das cabeças de espíritos materializados e deixadas como lembranças permanentes ou que desaparecem lentamente, em quase todos os casos, mostraram-se mais macias e finas do que o cabelo do médium através de cuja sessão espírita a aparição pôde se materializar.
(H) MATERIALIZAÇÃO DOS ‘PEQUENOS SERES’.
Fadas e outros ‘pequenos seres’ parecem se materializar em formas visíveis e até tangíveis às vezes, geralmente na presença de crianças. Por volta de 1915, duas meninas na Inglaterra usaram a câmera do pai para tirar fotos de fadas e gnomos. As fotos foram publicadas e causaram grande alvoroço. Uma câmera melhor foi fornecida e mais fotos foram obtidas. A acusação de que os negativos poderiam ter sido ‘falsificados’ nunca foi comprovada.
No Havaí, existe a crença em gnomos ou menehunes, que se materializam às vezes e se assemelham aos brownies de outras terras. Durante a minha estadia em Honolulu, os jornais estavam repletos de relatos e comentários depois que crianças em idade escolar descobriram um dos pequenos homens no parquinho e o seguiram animadamente até que ele se assustou e escapou delas mergulhando sob um prédio a poucos metros do chão. Ele pareceu desaparecer no ar sob o prédio. A professora, ouvindo os gritos, foi até o local e interrogou as crianças. Todos contaram a mesma história e descreveram o pequeno homem da mesma maneira.
Atribuiu-se aos menehunes a construção de muitos muros de pedra para cercar braços do mar raso e servir como viveiros artificiais para peixes. No folclore nativo, várias desses ‘pequenos seres’ são mencionadas.
Embora a evidência da materialização de elfos, fadas, gnomos e semelhantes seja pouco comprovada, seria um erro não mencionar a possibilidade de sua existência ao listar os materiais do estudo nesse ponto.
Comentário:
Vários pontos merecem atenção especial nos casos acima.
O choque que deixou o médico inconsciente ao presenciar uma aparição em uma das sessões espíritas de Mirabelli indica o fator elétrico envolvido na materialização. Muitos pesquisadores estudaram as evidências da força vital elétrica ou psíquica em ação durante a materialização e constataram que ela é muito real, mesmo que a sua função não seja totalmente entendida. Os espíritos dos mortos expressam opiniões contraditórias quanto à natureza e ao uso dessa força: alguns dizem que ela é extraída do cérebro do médium ou dos participantes da sessão, outros que ela provém dos corpos deles e outros ainda que ela está presente na atmosfera e só tem que ser coletada.
Estudos modernos realizados por médicos têm comprovado que, quando a ‘eletricidade do corpo’ ou a ‘eletricidade da mente’, ou ambas, se esgotam em uma pessoa viva, ocorre a inconsciência. Isso está de acordo com a crença dos Kahunas de que toda consciência no nível da percepção [consciousness] funciona apenas quando há uma quantidade adequada de força vital com a voltagem necessária. (Lembre-se de que eles acreditam que o self básico produz a força vital a partir dos alimentos que nós ingerimos, que o self médio pega essa força de baixa voltagem e a amplifica para uso na ‘vontade’ e que o Self Superior pega a força e a amplifica até a voltagem mais alta — condição na qual ela se torna semelhante às voltagens de ‘colisão atômica’ conhecidas pela ciência.)
A vitalidade de médiuns e participantes de sessões espíritas muitas vezes se esgotava devido a materializações. O famoso médium D. D. Home, por vezes, ficava quase inconsciente no chão após uma sessão. Um pesquisador, F. W. H. Meyers, ficou tão debilitado após uma sessão que precisou ficar de cama por dois dias. Frequentemente, os médiuns eram obrigados a fazer longos períodos de repouso entre as sessões.
Os Kahunas acreditam que o self básico produz a força vital a partir dos alimentos que nós ingerimos [e do ar que respiramos], que o self médio pega essa força de baixa voltagem e a amplifica para uso na ‘vontade’ e que o Self Superior pega a força e a amplifica até a voltagem mais alta — condição na qual ela se torna semelhante às voltagens de ‘colisão atômica’ conhecidas pela ciência.
Os Kahunas, em suas práticas de cura [healing], estavam atentos ao perigo do roubo da força vital dos vivos pelos mortos. Embora os médicos não reconheçam tais possibilidades atualmente, é evidente, à luz do longo estudo da tradição Kahuna, que algumas doenças são causadas diretamente por esse roubo de força vital. Os médicos, contudo, sabem que quando a força vital cai abaixo do nível ideal no indivíduo, o controle da mente consciente sobre o subconsciente fica bastante enfraquecido, fazendo com que impressões mentais entrem no subconsciente sem serem submetidas ao processo usual de julgamento pela razão, causando complexos ou fixações irracionais. Nós temos visto que as impressões de choque são perigosas quando se está muito cansado ou com baixa vitalidade devido a doença ou esforço; que se, por algum motivo, o suprimento normal de força vital continuar a diminuir por algum tempo, surgem estados depressivos e — em estágios mais avançados — resulta em insanidade.
Os Kahunas, em suas práticas de cura [healing], estavam atentos ao perigo do roubo da força vital dos vivos pelos mortos.
Embora os médicos não mencionem o restante da história usual, o paciente, uma vez que a insanidade se torna pronunciada, parece não mais sofrer tanto com a falta de força vital. Frequentemente, há ações físicas violentas — indicando que os Kahunas estavam certos ao pensar que os espíritos dos mortos muitas vezes obcecam os vivos, começando por roubar a força vital e terminando por expulsar o par de espíritos residentes e tomar posse do corpo para si — realizando, assim, uma forma de ‘ressuscitar a partir dos mortos’. (Os médicos desaprovam a ideia, mas quando administram choque de insulina ou choque elétrico para curar [to cure] os insanos, eles não estão fazendo nada mais, nada menos do que os médicos dos tempos antigos, quando tornavam a permanência dos espíritos obcecados tão dolorosa no corpo do paciente insano que os invasores partiam, permitindo que os legítimos donos do corpo retornassem.)
…os Kahunas estavam certos ao pensar que os espíritos dos mortos muitas vezes obcecam os vivos, começando por roubar a força vital e terminando por expulsar o par de espíritos residentes e tomar posse do corpo para si — realizando, assim, uma forma de ‘ressuscitar a partir dos mortos’.
A passagem da matéria através da matéria na materialização é demonstrada quando objetos e até mesmo corpos de grandes animais e homens são desmaterializados e trazidos através de portas fechadas e seladas para serem materializados na sala de sessão espírita. Isso indica que, no estado desmaterializado, a substância física é suficientemente fina para atravessar a madeira e outras substâncias não muito densas. (O vidro parece denso demais para permitir a passagem de materiais finos ou moldes corporais obscuros através dele.)
Não é necessário que o espírito de uma pessoa falecida se materialize em forma mais densa para carregar consigo força vital. Da mesma forma, substâncias físicas desmaterializadas não necessitam ser solidificadas a um estado visível para serem usadas como uma mão invisível no movimento de objetos sólidos, desde que haja força vital suficiente alojada na substância ectoplasmática invisível utilizada pelo espírito.
Um caso que ilustra isso chegou ao meu conhecimento. Um jovem chegaria de avião para jantar com a sua namorada e a mãe dela. O avião caiu e ele morreu na aterrissagem. Poucos minutos depois, a campainha tocou na casa que ele pretendia visitar. A namorada atendeu à campainha, mas não encontrou ninguém. A campainha tocou três vezes e a mãe se juntou à moça para tentar descobrir quem havia tocado a campainha. Alguns meses depois, em uma sessão espírita, o jovem comunicou-se por meio de uma médium, dizendo que não tinha ciência de sua morte e que havia ido à casa onde ele era esperado. Ele tocou a campainha três vezes, ficando muito surpreso e agitado ao perceber que não foi visto nem reconhecido por seus amigos. Após o terceiro toque, ele não conseguiu pressionar o botão (evidentemente, a sua força vital havia sido gasta) e concluiu que alguma coisa estava muito errada.
Todas as evidências acumuladas pelo estudo de centenas de casos de assombrações e fenômenos poltergeist indicam que os Kahunas estavam certos ao acreditar que os espíritos dos mortos são capazes de armazenar grandes quantidades de força vital no corpo sutil do self básico. No momento da morte súbita, o corpo sutil está carregado de força vital e parece permanecer carregado e pronto para tocar sinos e realizar outros tipos de trabalho até que a carga se esgote. O poltergeist, sendo geralmente um self básico separado de seu self médio após a morte e propenso a travessuras infantis, rouba a força vital dos vivos e a usa para mover objetos sólidos ou fazer ruídos. O corpo sutil parece ser uma excelente bateria de armazenamento de força vital e, quando fortemente carregado, pode se tornar suficientemente sólido para ser usado para mover objetos materiais. Uma pequena quantidade de material ectoplasmático, invisível e muito fino, pode ser necessária para enrijecer o corpo sutil — estudos posteriores poderão mostrar se isso é verdade ou não.
…os Kahunas estavam certos ao acreditar que os espíritos dos mortos são capazes de armazenar grandes quantidades de força vital no corpo sutil do self básico.
Nos casos em que animais se materializam em sessões espíritas, só se pode concluir que os Selfs Superiores estão presentes e realizando o trabalho. Se os espíritos dos mortos discordam tanto sobre como a materialização é realizada, demonstrando desconhecimento do papel desempenhado pelos Selfs Superiores, é razoável supor que os animais não possuam inteligência suficiente para causar uma materialização por si mesmos.
O corpo sutil parece ser uma excelente bateria de armazenamento de força vital e, quando fortemente carregado, pode se tornar suficientemente sólido para ser usado para mover objetos materiais.
Outro ponto deve ser considerado. Os materiais de natureza supostamente viva e carnal, usados na formação do ectoplasma para materializar animais, pássaros e insetos, não podem ser considerados provenientes do médium e dos participantes. Eles têm que ser encontrados em outras fontes pelos Selfs Superiores e tomados emprestados para uso temporário. De fato, materializações têm sido observadas frequentemente mesmo quando nenhum material visível foi extraído do médium ou dos participantes, embora o dispêndio de energia vital do círculo seja bastante comum.
Nas fases mais obscuras da magia cerimonial, é provável que a força vital de animais sacrificados, ou mesmo de humanos, fosse absorvida e utilizada pelos espíritos, mas conclui-se que os Selfs Superiores jamais utilizariam a força vital ou os materiais corporais das vítimas sacrificiais. O nome Kahuna para o Self Superior era ‘Seres Parentais Inteiramente Confiáveis’ e não parece haver dúvidas quanto à sua aversão à crueldade.
Nas fases mais obscuras da magia cerimonial, é provável que a força vital de animais sacrificados, ou mesmo de humanos, fosse absorvida e utilizada pelos espíritos, mas conclui-se que os Selfs Superiores jamais utilizariam a força vital ou os materiais corporais das vítimas sacrificiais.
Com o fim desse capítulo, eu concluo a apresentação dos elementos básicos nas teorias Huna, juntamente com algumas das provas derivadas da comparação com as descobertas da Ciência Psíquica e das Psicologias e também, em menor grau, com diversas crenças religiosas.
O nome Kahuna para o Self Superior era ‘Seres Parentais Inteiramente Confiáveis’ e não parece haver dúvidas quanto à sua aversão à crueldade.
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—Continua no artigo 194 – Os Segredos Estimulantes de Lomilomi e da Imposição de Mãos—
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Imagem: marco-xu-_t_EMqrNzi0-unsplash 02.04.26
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Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
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William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

