Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica dos Kahunas na prática do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose], autor Max Freedom Long, publicado por Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956].

Fonte primária de pesquisa.

Tradução livre Projeto OREM®

Livro:

Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis

Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose

Autor:

Max Freedom Long

Autor de:

• A Ciência Secreta por Trás dos Milagres

• A Ciência Secreta em Ação

• Crescendo em Direção à Luz

Publicado por:

Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956]

Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose

—–

—–Continuação da Parte I—–

—–

Capítulo 3

Pode-se dizer que o mesmerismo é tão antigo quanto a serpente e o hipnotismo tão antigo quanto o Dr. Braid, pois foi ele quem cunhou o nome para hipnotismo.

A autossugestão — também chamada de sugestão para si mesmo ou autocondicionamento — teve um início obscuro na França por volta da época da Primeira Guerra Mundial. Experimentadores já vinham explorando o mecanismo muito antes disso, mas a primeira tentativa real de descrever o processo e os resultados obtidos com o seu uso ocorreu nesse período.

O Dr. Freud, de Viena, já havia identificado parcialmente o self básico da Huna sob o nome de “id” e tinha descoberto o “complexo”.

Então veio o primeiro avanço real. O Dr. Frederick Pierce, um professor em uma das principais universidades da Nova Inglaterra e um psicólogo, que por acaso estava de férias na Suíça. Enquanto jogava boliche, ele descobriu que, quando a sua atenção era desviada da mão e da bola que segurava durante um período em que estava voltada para alguma coisa diferente do jogo, a força da mão se esvaía e ela relaxava. Com a atenção novamente voltada para a mão, a força e a tensão muscular retornavam. Isso o fez refletir. Ele vinha se debruçando sobre as obscuridades e lacunas nos escritos de um experimentador Francês e percebera que a autossugestão era difícil de administrar ao self básico e oculto. Ele supôs que, em um estado de relaxamento físico (substituindo o “sono” sugerido a um paciente relaxado em hipnose), a sugestão poderia ser administrada com muito mais eficácia.

Seguiu-se uma série de experiências que resultaram na invenção de um método especial de relaxamento. Ele o chamou de “Decubitus” [“Decúbito”] e, ao retornar à universidade, começou a ensinar alguns de seus alunos a usar o método de relaxamento como parte da autossugestão. Ele descobriu que cerca de nove em cada dez alunos aprendiam o método facilmente e que todos se beneficiavam muito. Logo em seguida, ele começou a escrever um livro sobre o assunto.

O Dr. Pierce intitulou o seu livro “Mobilizing the Mid-Brain” [“Mobilizando o Mesencéfalo”], pois ele aceitava a teoria da época que ditava a crença de que toda a consciência no nível da percepção [consciousness] tinha que residir nos tecidos cerebrais. O livro foi publicado e atraiu muita atenção nos círculos psicológicos antes de ser finalmente retirado de catálogo — e acabou sendo praticamente esquecido em meio à acirrada batalha entre as diversas escolas de pensamento psicológico. Behavioristas e Freudianos lutavam entre si. O Dr. Émile Coué ascendeu aos holofotes e desapareceu com a sua versão de autossugestão e a sua fórmula: “

A cada dia, em todos os sentidos, eu estou me tornando melhor e melhor”.

É verdade que todos experimentaram a fórmula na esperança de obter resultados semelhantes aos produzidos pelo Dr. Coué. Mas ninguém havia aprendido como construir uma sugestão poderosa ou como relaxar fisicamente para administrá-la. A psicologia entrou em um período de estagnação e lá permaneceu.

Enquanto isso, na Universidade Duke, o Dr. J. B. Rhine estava travando a sua própria guerra contra o Materialismo. Baseando o seu trabalho na matemática dos acontecimentos fortuitos, ele envolveu os seus alunos em experimentos com percepção extrassensorial. “P.E.S.” tornou-se um slogan de percepção extrassensorial em muitos círculos e os seus livros, embora limitados em sua cobertura de um assunto já mais amplamente explorado na Pesquisa Psíquica, carregavam o peso do uso de um método de pesquisa aceito. Ele convenceu muitas pessoas de mente aberta de que a telepatia existia e também que a clarividência era um fato e que poderia ser demonstrada. As suas demonstrações do poder da “mente sobre a matéria” (ou psicocinese — “P.K.”) eram difíceis de ignorar. Os Materialistas gradualmente aprenderam a lidar com ele com cautela. Ele escreveu livros e tinha a atenção ávida do público. A Universidade Duke tornou-se um monumento à mente aberta e inquisitiva.

A essa universidade chegou o Dr. Hornell Hart e foi ele quem estava destinado a reavivar o interesse público na autossugestão após um período de dormência de mais de duas décadas.

O Dr. Hart, surpreendentemente, não era membro do corpo docente do departamento de psicologia. Ele chefiava o departamento de sociologia e é possível que o seu principal interesse fosse, pelo menos inicialmente, encontrar uma maneira de ajudar os estudantes a se integrarem mais facilmente à estrutura social da sala de aula e à vida que circulava ao redor da universidade fora de seus portões. Os estudantes eram de ambos os sexos; os homens geralmente eram casados ​​e tinham famílias para sustentar, enquanto alguns haviam acabado de sair do serviço militar. Muitos achavam muito difícil se adaptar às novas circunstâncias em que se encontravam.

A mudança diária de humor dos estudantes era grande. Alguns dias estavam felizes e alegres. Em outros, eles podiam estar profundamente mergulhados em um estado de desânimo, medo, ressentimento ou raiva. Frequentemente, eles se sentiam tristes sem nenhum motivo aparente.

O Dr. Hart dedicou-se a encontrar uma solução no autocondicionamento para essa dolorosa oscilação diária de humor. Ele pediu a ajuda de seus estudantes para elaborar uma solução, ensinou-lhes as poucas coisas simples que eles necessitavam saber e os incumbiu de testar o autocondicionamento.

Ele pediu aos estudantes que registrassem e documentassem as suas oscilações de humor. Os humores foram classificados, de forma geral, do mais negativo ao mais positivo, agradável e útil. O “Medidor de Humor” foi desenvolvido, consistindo em uma tabela de humores e um método para registrar mudanças de humor, tanto durante o uso do autocondicionamento quanto na sua ausência.

O sucesso dessa série de experimentos foi tão notável que não havia dúvidas quanto à validade dos resultados ou aos benefícios extraordinários obtidos. Constatou-se que quase todos os estudantes conseguiam aprender o autocondicionamento rapidamente e com pouca dificuldade. Esse fato fez com que quase todos os leitores do livro do Dr. Hart, “Autocondicionamento”, desejassem usar o método e compartilhar os seus benefícios. Esses eram surpreendentemente grandes, considerando o pouco tempo e esforço necessários.

No verão de 1957, o Dr. Hart era um palestrante e professor muito requisitado, viajando até Los Angeles para ensinar o seu método e explicar o seu valor. O seu principal esforço pode ter sido convencer o seu público de que o autocondicionamento é tão benéfico que deveria ser aprendido por quase todos e que é fácil de aprender, além de perfeitamente seguro.

A teoria que ele apresenta em seus escritos baseia-se na crença no “id” ou subconsciente, conforme proposto pelo falecido Dr. Freud e aceito por todos os psiquiatras que almejam emprego em nossos hospitais públicos.

O self médio de Huna — popularmente conhecido como mente consciente — ele frequentemente chama de “self real”, enquanto o self básico ou subconsciente ele chama de “id”, “mente receptiva interna” ou “mente inconsciente”.

O Dr. Hart descreve o autocondicionamento como uma forma de sugestão pós-hipnótica na qual o indivíduo, representando o self real, oferece sugestões ao self receptivo interno. Não há reconhecimento de que esses dois selfs são indivíduos distintos. A hipnose tem o significado básico de “induzir o sono” e ele ressalta que, embora os mecanismos gerais da hipnose sejam utilizados até certo ponto, o sono não faz parte do autocondicionamento. Se alguém adormece, adverte ele, nenhum resultado será obtido.

Não se pretende apresentar uma teoria para explicar a hipnose. Ela é apresentada como alguma coisa que agora nós aceitamos como plenamente explorada e comprovada no que diz respeito aos fenômenos sugestivos, mesmo que o que está por trás deles, oculto na consciência no nível da percepção [consciousness], permaneça um mistério, um emaranhado ou um ponto de partida para controvérsias.

Com o interesse em autossugestão e hipnose começando a crescer já em 1948, foram oferecidos diversos cursos por correspondência, alguns deles baratos e de baixo custo e outros mais elaborados, frequentemente com a criação de um novo vocabulário de termos psicológicos. Uma das várias teorias populares que pretendiam explicar a sugestão era geralmente apresentada com argumentos para sustentá-la.

Quando se observa um despertar de interesse em uma área específica, geralmente aparecem pessoas que oferecem uma nova teoria que pretende explicar tudo e, como no caso do livro “Many Wonderful Things” [“Muitas Coisas Maravilhosas”], que apresentou a sua variação sobre regressão hipnótica a vidas passadas, um livro do Dr. Rolf Alexander entrou no campo da autossugestão em 1954.

O seu livro se intitula “Creative Realism” [“Realismo Criativo”] e nele ele vai muito além dos limites da sugestão comum, aventurando-se, por vezes, nos domínios da metafísica.

Ele considera a autossugestão uma forma de sugestão que nós podemos dar ao subconsciente estando totalmente acordados e não em um estado de transe hipnótico, mesmo que leve. A auto hipnose, por outro lado, ele descreve como a sugestão ao subconsciente quando esse se encontra em estado de transe, seja ele leve ou profundo. Ele acrescenta que, muitas vezes, é possível aprender a usar a auto hipnose com mais facilidade se a pessoa primeiro permitir que um hipnotizador administre a hipnose, a induza a um estado de transe e lhe dê uma sugestão pós-hipnótica de que, posteriormente, basta pronunciar uma “palavra-gatilho” para que o subconsciente entre no estado de transe necessário para se tornar receptivo a novas sugestões.

Indo ainda mais longe, o Dr. Alexander propõe a teoria de que todos nós somos, em grande medida, hipnotizados pelo que aconteceu conosco ou ao nosso redor em nossas vidas. Ele parece atribuir muitos de nossos problemas de personalidade a essa forma de hipnose sem hipnotizador e oferece um método que chama de “autorrealização” para ser usado para nos desipnotizarmos. O uso desse método é recomendado como uma etapa preliminar à aplicação da autossugestão. Também deve ser usado como um antídoto para a permanência em um estado de transe sugestionável após o uso da auto hipnose.

É preciso mencionar outro autor desse período, quando a autossugestão voltou a despertar interesse. Alfred Korzybski, em seu livro “Science and Sanity” [“Ciência e Sanidade”], escreveu extensamente sobre como os falsos significados atribuídos às palavras podem desestabilizar o equilíbrio mental e emocional dos indivíduos. Ele apontou muitos casos em que a entendimento equivocado do verdadeiro significado de uma palavra causou distúrbios emocionais. O raciocínio, baseado em um conjunto de significados de palavras corretamente entendidas em muitos casos, mostrou-se falho e o raciocínio falho pode acarretar problemas emocionais correspondentes. O raciocínio dele é sólido e o seu pensamento influenciou bastante o campo das conjecturas psicológicas, mas ele pouco acrescentou ao nosso conhecimento da teoria ou dos mecanismos da sugestão em si.

Um dos livros mais recentes a entrar nesse campo é o “Hypnotism Handbook” [“Manual de Hipnotismo”], de Cooke e Van Vogt. Trata-se de um resumo cuidadoso dos métodos padrão utilizados na administração da hipnose em círculos profissionais. Os autores discutem as diversas escolas de pensamento psicológico e as suas teorias, mas afirmam francamente que ainda nós não sabemos o que é a hipnose de fato. Contudo, eles acrescentam prontamente que nós podemos classificar razoavelmente bem as coisas que a sugestão pode produzir e que conhecemos o suficiente da aplicação prática dessa misteriosa força mental para utilizá-la com grande eficácia.

Eles questionam a teoria de que tudo é “condicionamento” (formação de novos hábitos de reação por repetição). Eles chamam a atenção para o que ocorre quando um sujeito hipnotizado recebe a ordem de estar alerta e normal em todos os aspectos, exceto pelo fato de permanecer receptivo à sugestão. O sujeito, nessas circunstâncias, parece pensar, raciocinar, realizar o seu trabalho habitual e, de todas as formas, demonstrar estar em condições normais, exceto pelo fato de responder instantaneamente às ordens do hipnotizador. Tem-se que concordar que a teoria do condicionamento teria que ser levada ao extremo para explicar esse tipo de reação.

Embora o “Manual de Hipnotismo” seja destinado ao uso profissional, ele pode ser lido com proveito por qualquer pessoa que deseje conhecer as ideias geralmente aceitas sobre a autossugestão e os métodos propostos para o uso pelo hipnotizador profissional que deseja ajudar um paciente a aprender a ativar em si mesmo sugestões previamente fornecidas pelo terapeuta.

Os autores parecem ter pouco entusiasmo pelo uso da autossugestão quando o profissional não é consultado previamente e não recebe os seus honorários. Eles admitem que, embora existam métodos que podem ser usados ​​para aprender a usar a auto hipnose sem a ajuda de um hipnotizador, esses métodos “exigem treinamento prolongado”. Práticas de ioga são mencionadas como exemplos de um método longo e difícil de aprender a usar essa arte. Essa conclusão é fortemente contradita pelas declarações do Dr. Pierce e do Dr. Hart, que constataram que os seus estudantes aprenderam a usar a autossugestão com facilidade em poucos dias, tornando-se quase especialistas em um período de um ou dois meses.

Concluindo esse breve resumo das condições que envolvem a autossugestão, pode-se dizer que o sistema é tão simples que todos os métodos de uso defendidos fora dos círculos profissionais são eficazes e práticos. É no entendimento do que se está fazendo e porquê que se pode sentir alguma lacuna. Quase qualquer pessoa pode aprender a escrever o próprio nome com prática paciente, mas se primeiro aprender a reconhecer as letras e os sons que elas representam, a assinatura terá um significado e uma importância muito maiores.

Conhecer Huna é como conhecer o alfabeto da psicologia e aprender a ler os sons das letras. Nós fazemos tudo melhor depois de nós termos aprendido o porquê de cada passo.

Capítulo 4

Usar autossugestão é um processo simples que pode ser dividido em três etapas: Primeiro, bem naturalmente, é preciso decidir o que será sugerido ao self básico pelo self médio — ao subconsciente pelo self mente consciente. Segundo, relaxa-se o corpo, aquieta-se os pensamentos que possam estar passando pela mente e, quando o self básico estiver assim preparado para aceitar a sugestão, realiza-se a terceira etapa. Essa terceira etapa consiste em dar a sugestão ao self básico, seja em voz alta ou em silêncio.

Pode-se obter alguma resposta do self básico já na primeira tentativa de usar a autossugestão, mas geralmente é necessário um período de prática para se obter uma resposta completa e rápida.

Agora, vamos elaborar e detalhar as etapas. É melhor começar com algo muito simples e fácil. Se o objetivo final for difícil, como abandonar um hábito, como o de fumar ou de comer em excesso, é melhor esperar até que o self básico tenha aprendido, por meio de etapas fáceis, a aceitar sugestões sobre coisas menores e se acostumado a reagir adequadamente para promover pequenas mudanças. Aprende-se primeiro a engatinhar, depois a andar e, por fim, a correr. Tentar inverter o processo e começar correndo será, sem dúvida, uma perda de tempo.

Usar autossugestão é um processo simples que pode ser dividido em três etapas: Primeiro, bem naturalmente, é preciso decidir o que será sugerido ao self básico pelo self médio — ao subconsciente pelo self mente consciente. Segundo, relaxa-se o corpo, aquieta-se os pensamentos que possam estar passando pela mente e, quando o self básico estiver assim preparado para aceitar a sugestão, realiza-se a terceira etapa. Essa terceira etapa consiste em dar a sugestão ao self básico, seja em voz alta ou em silêncio.

Nesse ponto, é necessário considerar um pouco de teoria. Todos que têm aprendido a usar a sugestão concordam com o seguinte: VOCÊ, como o self médio, tem que ter fé de que o que sugere é possível, bom e desejável. VOCÊ tem que livrar a sua mente da dúvida, caso contrário, transmitirá as dúvidas ao self básico e o impedirá de acreditar no que você diz que acontecerá.

No início, é difícil para o self médio acreditar que o que ele sugere ao self básico será concretizado por meio de um trabalho rápido e sem esforço nos bastidores. Ir devagar e perceber que o self básico está respondendo, mesmo que minimamente, fará toda a diferença. “O sucesso atrai o sucesso” é um ditado antigo que se aplica perfeitamente aqui. Nada constrói tanta confiança no self médio quanto a descoberta de que o self básico está realmente respondendo.

VOCÊ, como o self médio, tem que ter fé de que o que sugere é possível, bom e desejável. VOCÊ tem que livrar a sua mente da dúvida, caso contrário, transmitirá as dúvidas ao self básico e o impedirá de acreditar no que você diz que acontecerá.

Um pequeno teste simples de autossugestão envolve o bocejo. Por algum motivo, como todos nós sabemos, um bocejo possui um poder sugestivo quase absurdo. O self básico parece quase incapaz de resistir a ele. Basta uma pessoa em uma sala começar a bocejar e logo as outras começarão a sentir um desejo quase incontrolável de bocejar também.

Faça esse teste com o seu self básico. Isso é a autossugestão em sua forma mais simples. Experimente e veja se você é um dos noventa em cada cem que conseguem dar essa sugestão com eficácia na primeira tentativa.

Afaste-se para um lugar onde não será incomodado por um curto período. Sente-se e acomode-se confortavelmente. Passe a sua atenção pelas pernas, braços, mãos e por qualquer músculo que você perceba que não está relaxado, fazendo com que ele relaxe a tensão. Os músculos do rosto, da mandíbula e das mãos são os que tendem a ficar ligeiramente tensos e a mente sempre precisará ser desacelerada e os seus pensamentos interrompidos para que haja um relaxamento das atividades cognitivas ou das tensões mentais. Pode levar alguns minutos e nessa primeira tentativa de relaxar, é importante fazer um bom trabalho, pois você estará estabelecendo uma espécie de padrão para o seu self básico seguir em períodos subsequentes de relaxamento.

Quando você se sentir relaxado e em repouso no corpo e na mente, comece lentamente e sem esforço a criar uma imagem mental de um bocejo. Há uma grande diferença entre as maneiras como as pessoas criam imagens mentais de um bocejo. Ninguém fará isso exatamente da mesma maneira, mas isso faz pouca diferença, desde que a ideia básica de um bocejo seja trazida para o foco da consciência no nível da percepção [consciousness].

Você pode imaginar outras pessoas bocejando, ou você mesmo, ou pode falar sobre bocejar em palavras — silenciosamente ou em voz alta — conversando consigo mesmo. Continue a se concentrar na ideia de bocejar, imaginando-se bocejando e apreciando o momento. O seu self básico pode responder quase instantaneamente ao pensar em um bocejo, ou pode levar algum tempo — até vários minutos —, mas logo aceitará a ideia e a imagem mental que você está cultivando com a intenção de que o self básico a aceite como a sua e reaja a ela. Quando ele aceitar a ideia, isso provocará o bocejo. Pode provocar uma série de bocejos e, se isso acontecer, certifique-se de apreciá-los, para não estabelecer outro padrão de resposta prejudicial. Sempre diga a si mesmo (e o self básico o ouvirá) que a coisa sugerida é boa e agradável. Então, certifique-se de reservar um tempo para apreciar o que quer que seja depois que o self básico a provocar repentinamente. Isso se aplica a tudo, inclusive a desfrutar de uma coragem renovada após autossugestão, substituindo o medo do fracasso em alguma situação, ou mesmo após a sugestão ter levado o self básico a interromper uma dor persistente ou um ciclo de preocupação incômodo que o mantém acordado à noite. O self básico adora elogios. Seja rápido em dizer: “Ótimo! Bom trabalho! Muito bem!”

O self básico é um outro “self”, segundo a Huna. Acredite nisso ou não, como preferir, mas dirija-se a ele como trataria um amigo íntimo com quem você compartilha o corpo e que pode fazer coisas com o corpo e com os seus sentimentos e a sua energia que você não é capaz de fazer. Chame-o de “Você” e dê-lhe ordens silenciosas, se desejar. Ou, se você aprendeu a se comunicar com o seu self básico através do uso do pêndulo e descobriu por qual nome ele gosta de ser chamado, use esse nome.

Os dois selfs estão tão intimamente associados no corpo que também se pode dizer “Nós” se o eu médio estiver planejando fazer o seu melhor para ajudar a criar as condições desejadas, como as condições para começar a fazer mais amigos. Nesse caso, poderíamos dizer:

“Amanhã nós começaremos a fazer as coisas que nos ajudarão a fazer amigos. Nós seremos alegres e amigáveis ​​e demonstraremos um interesse genuíno por aqueles que nós encontrarmos. Nós estaremos VERDADEIRAMENTE interessados ​​neles e nas coisas que fazem, dizem, pensam e desejam. Nós faremos o que pudermos para ajudá-los e, em breve, nós teremos amigos ao nosso redor que, por sua vez, eles nos amarão e nos ajudarão.”

Se você se decidir firmemente a trabalhar para realizar alguma coisa, metade do trabalho já está feito. A outra metade consiste em fazer com que o self básico acredite na sua firmeza de propósito e a compartilhe com você. Tomar a decisão apenas como um self médio, informando o self básico sobre o que você decidiu fazer, isso lhe trará pouca ajuda. Na verdade, isso pode atrapalhar você antes mesmo de você ir muito longe. Para que o self básico compartilhe a sua determinação e desempenhe o papel crucial dele na criação da nova condição, você tem que reservar um tempo para relaxar o self básico no corpo, prepará-lo para aceitar a sugestão e, então, apresentar a sugestão. Você pode repetir a sugestão várias vezes até obter a plena cooperação do self básico, mas com o tempo ele começará a fazer a sua parte.

Existem duas maneiras pelas quais o self básico reage. Uma maneira é começar, ao receber um comando com sugestão, a fazer alguma coisa que ele já sabe fazer, como controlar um processo corporal ou imitar uma maneira de fazer as coisas que ele tem observado, ou fazer coisas que ele sabe fazer bem, mas que ele não gosta de fazer. Essa primeira maneira é o verdadeiro “condicionamento”. A segunda utiliza coisas já conhecidas, simplesmente fazendo com que sejam colocadas em ação, como o comando hipnótico para que um sujeito aja como um cachorro. O sujeito não precisa aprender a agir como um cachorro. Ele já sabe o suficiente sobre cães para ser capaz de imitar latidos, rosnados e abanos de rabo. O condicionamento começa desde o início.

Se você se decidir firmemente a trabalhar para realizar alguma coisa, metade do trabalho já está feito. A outra metade consiste em fazer com que o self básico acredite na sua firmeza de propósito e a compartilhe com você. Tomar a decisão apenas como um self médio, informando o self básico sobre o que você decidiu fazer, lhe trará pouca ajuda.

Quando você ensina um cachorro a fazer um truque, fazendo-o repeti-lo várias vezes até que ele se torne um especialista e obedeça à sua ordem imediatamente, você o “condiciona” ou o ensina uma nova série de reações em cadeia em que pensamentos e movimentos musculares se sucedem. Nós somos capazes de treinar o self básico para realizar truques exatamente da mesma maneira.

Aprender a usar uma máquina de escrever, a escrever, a soletrar ou a patinar, enquadra-se na categoria de condicionamento. Quase todas as palavras que você escreve na máquina de escrever ou com uma caneta são um truque em si. Assim como o comando para o cachorro “senta”, nós aprendemos toda uma série de comandos ou coisas que estimulam a resposta condicionada. Sentamo-nos à máquina de escrever e pensamos em uma palavra ou em uma única frase. Esse pensamento é todo o comando de que o self básico treinado ou condicionado necessita. Ele digita a palavra ou frase. Ele também soletra a palavra. Você, o self médio, pouco faz além de observar para decidir quais pensamentos de comando serão escolhidos e transmitidos ao self básico. O trabalho em equipe entre os dois selfs é algo maravilhoso de se contemplar. Mas nós temos que lembrar que, no início, nós tivemos que ensinar o self básico, dia após dia, a responder ao pensamento ou ao som de uma palavra e a aprender a soletrá-la. Nós temos que nos lembrar das primeiras palavras e linhas lentas na máquina de escrever, antes que o self básico aprendesse ou fosse condicionado a essa habilidade.

O trabalho em equipe entre os dois selfs é algo maravilhoso de se contemplar.

O divertido teste com o bocejo pode ser levado adiante, entrando no âmbito de um reflexo condicionado (como essas coisas costumam ser chamadas). Tudo o que é necessário é ensinar o self básico a responder ao comando “Boceje”. Uma vez que ele aprenda a responder após uma série de sessões de relaxamento e sugestão, basta dar o comando “Boceje” e, em pouco tempo, o self básico responderá fazendo com que todo o indivíduo sinta um desejo irresistível de bocejar, seguido pelo próprio bocejo. Você pode até ensinar o self básico a responder com um bocejo a um comando dado de outra forma. O som de um sino pode ser usado, ou alguma outra palavra. É tudo uma questão de treinamento.

É praticamente impossível dizer exatamente onde termina o desencadeamento de uma cadeia de reação condicionada e onde começa o uso da sugestão para colocar o self básico em movimento. Uma coisa parece se misturar com a outra. É por isso que é melhor repetir as sugestões. A resposta do self básico será acelerada cada vez que nós relembrarmos a ideia dada na sugestão do dia anterior e a apresentarmos novamente. Cada vez que a ideia é relembrada e recarregada com “vontade” e força vital e então devolvida ao self básico, a nova carga estimula a ação adequada e contínua.

Por outro lado, a repetição, uma vez que as reações começam a ocorrer regularmente, atua para condicionar ou treinar o self básico e fornecer-lhe o hábito de fazer certas coisas de certas maneiras, fazendo-as também com cada vez mais habilidade à medida que a reação é aprendida e se torna mais automática.

O self básico é uma criatura de hábitos. Uma vez que ele tenha aprendido a fazer uma coisa de uma determinada maneira, ele utiliza as mesmas ideias como um padrão de funcionamento. Quando um novo padrão lhe é apresentado, uma pressão considerável da ordem sugestiva tem que ser exercida dia após dia até que o self básico seja levado a parar de tentar usar o padrão antigo e a aceitar o novo.

O self básico é uma criatura de hábitos.

Tentar, apenas com a “vontade” do self médio, forçar o self básico a abandonar um padrão ou reação antiga, enquanto aceita um padrão novo e diferente, leva, em muitos casos, ao sofrimento intenso e exaustivo descrito por Churchill em “sangue, [labuta], suor e lágrimas”, especialmente quando se trata do uso habitual de narcóticos, tabaco ou álcool. A sugestão, que adiciona ingredientes massivos de força vital às novas ideias de padrões, torna a “vontade” cem vezes mais eficaz, fornecendo-lhe uma ferramenta com a qual trabalhar. A “vontade” pode ser comparada a um homem tentando arrancar um prego com os dedos dele. A carga de força vital pode ser comparada a um martelo de garra e com o martelo, o prego sai da madeira com facilidade.

Capítulo 5

A criação da ideia a ser usada na autossugestão é simples, desde que a ideia seja simples e familiar. Não há dificuldade em recordar todas as memórias de bocejos que possam ser necessárias para elaborar e utilizar, de modo que uma nova imagem mental de um bocejo possa ser construída. Tampouco é preciso investir mais do que uma pequena quantidade de força vital e “vontade” na ideia antes que ela seja trazida à atenção do self básico e comece a agir como uma sugestão.

Mas quando se trata de criar uma ideia geral que pode incluir várias etapas ou estágios para completar uma ação ou para gerar uma nova condição no corpo ou no ambiente, o self básico não pode ajudar muito. Ele pode fornecer todas as memórias necessárias para o self médio trabalhar, mas não diz alegremente: “Ei! Isso é alguma coisa que eu conheço muito bem! Então você quer que eu boceje? Afaste-se e me dê um tempo. Eu bocejo para você e como!”

Se alguém planeja construir um conjunto de imagens conceituais que serão usadas para sugerir alguma coisa nova ao self básico, ou alguma coisa que o force a mudar um hábito fixo já desenvolvido, o self básico pode observar em silêncio e com apreensão. Em alguns casos, ele pode ficar assustado e muito inseguro, ou pode ser rebelde e obstinado, já decidido a resistir.

A melhor parte da coragem é ser cauteloso ao abordar uma questão nessas condições. O self médio fará bem em analisar cuidadosamente a proposta, observando-a de todos os ângulos antes de começar a trabalhar nela.

Uma das abordagens mais fáceis e que traz resultados excelentes com pouco esforço, consiste em definir o estado de espírito para o dia seguinte. Todos nós tendemos a adquirir o hábito de carregar certos estados de espírito conosco dia após dia. Se alguma coisa acontece que altera o humor para um nível mais baixo ou sombrio de “tristeza”, desânimo ou medo, então nós vivemos nesse nível por um tempo. Ou, se um evento nos deixa animados, felizes, ansiosos ou confiantes, elevamo-nos a esse nível por um tempo, desfrutando plenamente e então, à medida que o padrão do velho hábito pressiona o self básico, nós retornamos ao nível usual.

Uma das abordagens mais fáceis e que traz resultados excelentes com pouco esforço, consiste em definir o estado de espírito para o dia seguinte.

O método do Dr. Hart para elevar e manter o nível de humor já foi discutido. Em Dianética e Cientologia, um esforço semelhante foi feito e o nível de humor foi mapeado como “tom”. Os níveis de tons ​​foram numerados de baixo a alto e os fatores que causavam tom ​​baixo foram listados em contraste com os que causavam tom ​​alto. Os níveis de tom ​​alto foram apontados como identificáveis ​​pela comparação com a visão de mundo e as ações diárias da pessoa. O objetivo e o critério eram a vida normal. A vida normal incluía, entre outras coisas, a aceitação da responsabilidade, como casar, ganhar a vida e servir à estrutura social da comunidade, tendo filhos e criando-os bem. Outras coisas menos difíceis também foram listadas como normais e o indivíduo foi incentivado a se livrar de seus “engramas” o mais rápido possível para que uma elevação no tom ​​pudesse ser alcançada mais rapidamente.

Em última análise, tudo se resume a alguma coisa que tem que ser abordada e considerada antes de se atacar o estado de espírito. Trata-se de fazer com que a pessoa DESEJE uma mudança para melhor. Por mais estranho que pareça, um número considerável de pessoas é tão complexo ou tão influenciado por pensamentos obsessivos que não deseja ser mais feliz — não deseja ter a felicidade que vem com os estados de espírito mais alegres. Para esses indivíduos e para aqueles que sofrem de transtornos psicóticos e vivem em um estado de excitação irracional e euforia contínua, negligenciando os deveres da vida, a autossugestão não é a resposta. Eles necessitam de um psiquiatra. Se o estado de espírito em que se afundam se tornar muito baixo e sombrio, há um grave risco de internação em um hospital psiquiátrico.

Há o benefício de uma saúde e energia melhores com o uso da autossugestão e se a pessoa não sente interesse em se sentir ativa, alerta e física e mentalmente saudável, isso também é um sinal de alerta. O que nós chamamos de “doença psicossomática” surge de condições mentais debilitadas e muitos dos que adoecem se enquadram na classificação daqueles que “apreciam a doença”. Esses indivíduos também necessitam de terapia psicológica com um médico, ao invés de serem incentivados a tentar superar os seus complexos ou obsessões e recorrer à autossugestão.

A maioria de nós, no entanto, está bem próxima da normalidade, mesmo que sujeita a alterações de humor e outras. A autossugestão é para nós se nós conseguirmos superar o hábito de viver cada dia com resistência a mudanças de qualquer tipo, impulsionada pelo nosso lado negativo e se nós pudermos sentar e avaliar as nossas vidas, a nós mesmos, as nossas reações às pessoas ao nosso redor e a nossa atitude em relação ao trabalho que nós temos que fazer.

Há muitas coisas que não podem ser avaliadas em uma escala de humor, mas que podem ser reconhecidas em nós mesmos se nós nos perguntarmos: “O que, se é que alguma coisa, está me incomodando? Do que eu não gosto? Por que eu não gosto? O que eu acho muito difícil, muito cansativo ou muito entediante?”

Depois de anotarmos as respostas que nos vêm à mente sobre as coisas de que nós não gostamos, nós podemos nos perguntar: “O que eu quero? Como eu gostaria de mudar em mim mesmo? Como eu gostaria que as pessoas me tratassem? Eu gostaria de ser mais amado, reconhecido, elogiado ou admirado?”

De tais pequenas reflexões, especialmente se alguém tenta anotar as respostas, surgirão todos os tipos de ideias inesperadas. Muitas delas serão fornecidas pelo self básico, se esse for convidado desde o início a expressar os seus sentimentos em relação a gostos e desgostos. Às vezes, pode ser útil simplesmente sentar-se em silêncio com um lápis na mão e esperar que o self básico manifeste as suas ideias. É um processo novo para o self básico e pode levar algum tempo para se familiarizar com ele, mas, com o tempo, ele começará a apresentar ideias como se fossem memórias antigas que repentinamente vêm à mente.

Essas memórias antigas são, muitas vezes, lembranças de coisas que aconteceram no início da vida e que, na época, causaram grande comoção e levaram a grandes decisões sobre fazer ou não fazer, tentar ou não tentar alguma coisa. Ambições, planos e desejos antigos, perdidos e esquecidos, serão gradualmente trazidos à sua atenção pelo seu self básico e à medida que emergem da memória, eles devem ser estudados cuidadosamente e você deve tomar uma decisão firme sobre se as coisas outrora desejadas ainda são desejáveis ​​ou se já cumpriram o seu propósito e devem ser abandonadas definitivamente. Medos, raivas, ressentimentos e outras coisas antigas que foram acompanhadas por fortes reações emocionais no passado necessitam de estudo e racionalização especiais. Raciocinar sobre elas e o seu significado, considerando a sua aplicação atual, é racionalizar as impressões e limpá-las antes de deixá-las afundar novamente na memória.

Uma série de nossos pequenos sentimentos de irritação, insatisfação, aversão e, principalmente, inquietação têm as suas raízes em coisas antigas como essas em discussão. Se não forem racionalizadas em termos do que realmente significam hoje — e não do que significavam no passado —, podem nos atrapalhar como se fossem pequenos complexos. Dedique um tempo para limpar a sua mente com essa catarse e profilaxia, então você terá tudo à sua frente livre para elaborar os seus planos e decidir qual melhoria de humor você mais desejará e começará a trabalhar para alcançar.

No trabalho experimental realizado pelos Associados de Pesquisa Huna, foi dada uma tarefa simples para descobrir aproximadamente por quanto tempo o Associado médio conseguia manter a atenção em uma imagem mental selecionada antes de se cansar e deixar a mente relaxar. Essa tarefa foi escolhida devido à discordância em muitos pontos entre autores de livros sobre concentração e meditação. Alguns autores afirmavam uma coisa, outros outra.

Entre os escritos mais antigos consultados, encontram-se os de Patanjali, cujos “Yoga Aphorisms” [“Aforismos do Yoga”] são um texto predileto nos círculos iogues desde cerca de 140 a.C. Esse psicólogo da antiguidade, assim como um dos vários Kapilas que escreveram sobre Yoga em uma época ainda mais remota, pode ter tido algum contato com a Huna. Ambos escreveram em Sânscrito, uma língua pouco flexível e pouco adaptada para ocultar duplos sentidos nas palavras (como era a língua utilizada pelos antigos que desenvolveram a Huna). Contudo, palavras simbólicas como as usadas na Huna ainda podem ser reconhecidas nos textos Sânscritos.

Todos os aforismos eram originalmente chamados de “sutras”, o que lhes confere o significado peculiar de “fios” e os comentaristas logo explicaram que isso tem relação com o ato de costurar ou unir coisas, sendo uma referência ao objetivo fundamental do Yoga: a união do self mais inferior com o mais superior. Isso se encaixa perfeitamente na teoria Huna de que os dois selfs mais inferiores estão conectados por um longo fio ou cordão de substância corporal sutil ao Self Superior. Esses cordões podem não ser usados ​​para a troca normal de força vital e formas-pensamento quando o self básico é impedido de fazer a sua parte na troca por um sentimento de culpa ou por um complexo de algum tipo. Outro símbolo encontrado na Huna e frequentemente nas partes Huna da Bíblia, bem como nos escritos religiosos da Índia, é o do “caminho” e de seu bloqueio ou desbloqueio. Nos primeiros textos de Yoga, os “gunas”, ou “nós”, são frequentemente mencionados e pode-se presumir com segurança que os significados Huna originais do fio e do nó simbólicos eram bem conhecidos, mesmo que perdidos em um labirinto de especulações nos períodos posteriores.

Patanjali não perdeu tempo com as muitas e complexas posturas corporais e exercícios respiratórios que mais tarde passaram a ser considerados tão necessários para a obtenção do controle mental e da concentração adequados. Ele aconselhou o iniciante a se acomodar em uma posição sentada e, em seguida, a se dedicar à tarefa de aquietar a mente e interromper o fluxo de pensamentos desordenados.

De passagem, é interessante notar que, nos círculos do Yoga, os exercícios de concentração e meditação visavam três benefícios principais. Primeiro, havia o “Hatha” yoga, ou a vertente cujo objetivo era o bem-estar físico. Em seguida, vinha o “Raja” yoga, o trabalho para corrigir e aperfeiçoar o raciocínio e a força de “vontade” do self médio e para controlar o self básico. Terceiro, vinha o objetivo que ofuscava todos os outros: o de estabelecer e manter contato normal com o Self Superior — a conquista da “união”.

Esses também são os objetivos da Huna e na autossugestão nós começamos com os dois primeiros passos, deixando o terceiro para depois.

Voltando à questão dos testes realizados pelos Pesquisadores Associados da Huna, foram feitos testes para verificar por quanto tempo uma imagem mental podia ser mantida. Rapidamente se descobriu que o self básico controla todos os esforços para manter uma determinada imagem no foco da atenção. Ele se cansa rapidamente e, apesar da determinação do self médio em manter a atenção na imagem, permitirá que ela escape para a memória. Se o self médio não estiver alerta, o self básico substituirá essa imagem por outra e iniciará uma linha de pensamento mais do seu agrado.

Alguns Associados relataram um tempo de retenção das imagens de pouco mais de cinco segundos. Outros, especialmente aqueles que haviam recebido treinamento em concentração, relataram tempos de retenção de até três minutos. A média foi de cerca de trinta segundos.

Mais experimentos foram realizados e neles a imagem mental foi permitida se mover. Rostos sorriam, cabeças assentiam, lábios se moviam e falavam, olhos se abriam e fechavam. Com essa mudança da imagem, o cansaço ou esgotamento da força vital por parte do self básico parecia ser evitado. Era como se os dois selfs fossem capazes de usar a força em uma ideia ou imagem mental, depois deixá-la de lado e assumir outra, assim como se esgotam as cargas de uma pequena bateria após a outra. As ideias, em seus moldes de matéria corporal sutil, depois de serem permitidas a afundar novamente no local de armazenamento da memória por um instante para absorver mais força vital, podiam ser recuperadas e mantidas novamente pelo mesmo período de tempo. Sequências dessas imagens podiam ser mantidas com facilidade porque se moviam tão rápido quanto a força nelas contida era consumida. Mas, embora o tempo de concentração fosse prolongado quase indefinidamente, o foco era difuso aos invés de preciso e nítido.

Os experimentos ajudaram a desenvolver um método de concentração no qual a imagem concentrada era deixada de lado como se para descansar por um instante, depois era trazida de volta e mantida novamente. Isso proporciona uma sensação de “pulsação” rítmica e lenta da imagem. Permite que uma imagem seja mantida por um longo período de tempo, o que é muito útil. Permite que a imagem mental seja construída com mais força e que retenha uma carga cada vez maior de força de “vontade”. O método de pulsação também impede a intrusão de outras imagens ou o desfile de ideias desconexas pela mente. Pode-se dizer que marca um marco na preparação de ideias para serem usadas na autossugestão.

Outras maneiras de criar imagens mentais foram testadas, como a composição de conjuntos de pequenas ideias necessárias para formar um conceito geral maior, composto por um conjunto de formas-pensamento. Nesse caso, descobriu-se que a mente de algumas pessoas era capaz de apreender e reter mais do que a de outras — de reter imagens mais amplas e detalhadas. Por exemplo, ao construir a imagem de si mesmo saindo para fazer mais amigos, há o processo de sair, o encontro com novas pessoas, a realização de atos específicos e a obtenção das respostas desejadas. Aqui, a imagem precisa, necessariamente, se mover, devendo ser repetida várias vezes como um pequeno filme. Isso se enquadra na nossa categoria de “meditação” ao invés de concentração, mas pode ser reduzido e condensado no tempo e coberto por um único comando sugestivo, como “Fazer amigos”. (Nós voltaremos a esse processo de condensação um pouco mais adiante.)

Os testes realizados pelos Associados também evidenciaram o fato de que imagens mentais de natureza visual podem ser difíceis de construir para algumas pessoas, enquanto impressões baseadas em outros sentidos são comparativamente mais fáceis. Algumas pessoas achavam mais fácil e eficaz imaginar impressões auditivas ou táteis e concentrar-se nelas. O paladar e o olfato, ou uma combinação de impressões sensoriais, auxiliavam na formação de uma imagem mental que não fosse visual.

A intensidade da sensação com que as impressões mentais podem ser reproduzidas varia muito. Algumas pessoas conseguem, de fato, provocar em si mesmas a sensação de ver uma cor ou de ouvir um som. Geralmente, existem certas cores ou sons mais apreciados que o self básico recorda e reproduz melhor do que outros.

O que se aprendeu, de modo geral, foi que todos nós temos pontos fortes e fracos quando se trata de criar estruturas de ideias para usar na autossugestão. O iniciante necessita realizar alguns testes para determinar os seus pontos fortes e fracos.

Se alguém tentar se concentrar em uma cor após a outra, logo ficará evidente se uma cor se destaca mais do que as outras, ou se o self básico é capaz de evocar apenas memórias de cores diferentes, ao invés da sensação de realmente vê-las. Se alguém perceber que um rosto é cinza ao invés de colorido quando lembrado e mantido como alguma coisa para se concentrar durante a prática, isso demonstra uma certa falta de habilidade visual. Pode indicar que outros sentidos devem ser explorados na criação de imagens experimentais. O toque dos dedos na bochecha pode ser evocado e trazer à tona uma imagem vívida, ou a visualização de uma flor pode se tornar repentinamente fácil se o seu perfume e a sensação de suas pétalas forem lembrados, juntamente com a sua cor.

O self básico, naturalmente, está conosco em cada etapa do processo de criação das imagens e a sua cooperação deve ser buscada e, quando obtida, reconhecida com elogios. Coisas odiadas ou detestadas são inadequadas para serem usadas como imagens, embora mágoas e medos antigos sejam mais fáceis de manter em concentração por mais tempo. Elas podem perturbar profundamente o self básico e fazê-lo se afastar de toda a questão da autossugestão. Memórias felizes, amadas e agradáveis ​​são as melhores para a prática e, ao utilizá-las, o self básico logo passará a apreciar o trabalho e a contribuir com valioso entusiasmo. Se ele aprender a esperar resultados felizes e agradáveis e se coisas agradáveis, que não contrariem hábitos, como, por exemplo, fumar, forem trabalhadas no campo do humor por um tempo, o self básico aprenderá a ajudar a criar imagens mentais com prazer e confiança.

Aprender a concentrar-se e meditar, conforme usamos esses termos, é mais difícil para aqueles que mais necessitam controlar o self básico. Em alguns casos, o self básico é teimoso como uma criança rebelde, que não consegue prestar atenção por mais de um instante antes de fugir para se entregar aos seus próprios dispositivos. Se o tempo de concentração for inferior a vinte segundos, ao usar o método da pulsação da imagem, é necessário praticar diariamente. O tempo de retenção de uma imagem pode ser gradualmente aumentado e o self básico controlado. O tempo médio de um a dois minutos para essa concentração é suficiente para fins de autossugestão bastante eficazes.

A forma de meditação com imagens em movimento deve ser alguma coisa que possa ser mantido por pelo menos três minutos, mas o self básico pode se cansar e se desviar do foco. Ele pode apresentar imagens próprias que não foram ditadas pelo self médio em sua tentativa de criar um conjunto de imagens gerais que abranjam ações e situações mais amplas, como a de fazer amigos.

Fortalecer a estrutura das ideias sobre as quais se concentra ou medita é muito simples. Patanjali escreveu sabiamente que a meditação se baseia nas meditações anteriores. Em outras palavras, recupera-se da memória, com o auxílio do self básico, as estruturas de ideias já trabalhadas e então as reelabora-se ainda mais. Dessa maneira, como ao aprender a memorizar um poema, as estruturas tornam-se familiares e fortes, adquirindo cada vez mais força vital e carga de “vontade”. Após um pouco de prática, as ideias podem ser recordadas instantaneamente e pode-se revisá-las sem esforço, pois o self básico começa a realizar parte do trabalho. Mas deixar que o self básico faça todo o trabalho significa deixar de aplicar a pesada e importantíssima carga da força de “vontade” às ​​estruturas e isso deve ser evitado dedicando-se cuidadosamente ao trabalho de revisar as ideias repetidamente.

A experiência de diversos pesquisadores demonstra que, frequentemente, se o self médio estiver firmemente determinado a seguir em frente e a obter a ajuda do self básico, enquanto se empenha para alcançar certas condições melhores, o self básico começará a reagir às ideias carregadas de significado mesmo antes de chegar o momento de relaxá-lo conscientemente e lhe dar a sugestão.

Coisas como bocejar, dormir ou acordar em um determinado horário pela manhã são tarefas que o self básico já está acostumado a cuidar. Nesses casos, muitas vezes basta formular uma única ideia forte e refletir sobre ela, como uma imagem do que se deseja, para que o self básico reaja sem a formalidade de dar a sugestão. Tudo o que ele necessita fazer é ouvir o self médio dizer:

“Essa noite nós dormiremos profundamente e tranquilamente. Nós teremos um sono realmente profundo, agradável e revigorante, com sonhos agradáveis. De manhã, nós acordaremos exatamente às seis horas e nos sentiremos muito revigorados e prontos para começar o dia.”

Depois do bocejo, essa sugestão de um sono melhor é a coisa mais fácil para o iniciante demonstrar.

Com a prática, pode-se começar a construir uma palavra-gatilho ou palavra de liberação que, quando pronunciada ou pensada, evocará toda a estrutura da ideia e a entregará ao self básico com as suas respectivas cargas, fazendo com que as reações comecem imediatamente. A descrição completa de uma noite de sono tranquila e repousante pode ser gradualmente encurtada no processo de recordação e fortalecimento, usando menos palavras para descrever o bom sono. Pode ser reduzida a alguma coisa como: “Sono profundo e despertar às seis”. Se vários significados forem atribuídos a uma única palavra, essa palavra pode ser usada como palavra-gatilho, mas geralmente não há necessidade de tanta brevidade, a não ser que a pessoa se encontre frequentemente em situações em que o self básico precise ser lembrado, por uma única palavra, do que deve fazer ou se abster de fazer. A antiga ideia de contar até dez antes de deixar a raiva transparecer pode servir como exemplo. Se isso fosse usado como uma sugestão e a fórmula reduzida a uma única palavra, “Contar”, poderia iniciar a reação desejada no self básico instantaneamente, mesmo em situações de emergência.

O relacionamento entre o self médio e o self básico é muito próximo e, normalmente, feliz. Mas se uma “casa está dividida contra si mesma”, o esforço e a luta são muito destrutivos. O self básico deve ser amado e acolhido, conduzido com paciência e cuidado. Ele não deve ser bombardeado com sugestões, mas sim informado sobre as coisas maravilhosas que você está empreendendo e como será bom para o self básico fazer tudo o que estiver ao seu alcance, em sua área de atuação, para ajudar a alcançar um novo e mais feliz estado de coisas. Se o self médio conseguir desenvolver um entusiasmo genuíno pela mudança que precisa ser feita e combinar esse entusiasmo com determinação — que é o exercício da “vontade” —, o trabalho estará meio feito antes mesmo de começar. Restará apenas ao self médio fazer com que o self básico relaxe uma vez por dia e, então, transmitir-lhe as ideias carregadas de significado na forma de uma sugestão. Com a sugestão repetida dia após dia, as palavras-chave podem ser definidas e os resultados se tornarão cada vez mais evidentes.

O relacionamento entre o self médio e o self básico é muito próximo e, normalmente, feliz. Mas se uma “casa está dividida contra si mesma”, o esforço e a luta são muito destrutivos.

Uma coisa que não se deve, de fato, esquecer é que, quando uma sugestão é dada ao self básico, não se deve agir como um doador Indiano, exigindo a ideia de volta imediatamente para que ela possa ser ruminada e ponderada como um cão que roe um osso. A ideia deve ser dada corporalmente ao self básico e então o self médio deve parar de pensar nela — retirar as mãos e mantê-las afastadas — até o próximo período de sugestão. Deixe o self básico ter a sua própria mente e encontrar uma maneira de começar a produzir as reações apropriadas. Não se planta uma semente e depois se desenterra diariamente para ver se ela está crescendo. O self básico é o solo úmido e a semente terá sido plantada nele depois de tornar o solo o mais receptivo possível. Após o plantio, tem que haver fé de que o solo fará a sua parte e que a semente fará a sua. Se o self médio tiver plena confiança e fé no resultado, o self básico também terá fé e fará maravilhas para que a semente germine. Mas se houver dúvida por parte do self médio, essa dúvida será compartilhada pelo self básico, que se desanimará e não tentará cultivar a semente. A autossugestão exige trabalho em equipe. Exige um esforço conjunto e realizado com alegria — para a integração de propósitos, desejos e determinações.

O self básico deve ser amado e acolhido, conduzido com paciência e cuidado. Ele não deve ser bombardeado com sugestões, mas sim informado sobre as coisas maravilhosas que você está empreendendo e como será bom para o self básico fazer tudo o que estiver ao seu alcance, em sua área de atuação, para ajudar a alcançar um novo e mais feliz estado de coisas.

Se a integração e a cooperação plena e harmoniosa entre o self básico e o self médio forem alcançadas, pouca dificuldade será encontrada em incluir o Self Superior na equipe e, assim, completar o estado normal de integração que, em todas as épocas, tem sido o objetivo da Huna e de sistemas intimamente relacionados, como o Cristianismo, o Gnosticismo e o Yoga primitivo. Um dia, esse será o objetivo da filosofia. Então, nós teremos aperfeiçoado um sistema filosófico que corresponderá ao que inevitavelmente observamos ao nosso redor — não às noções preconcebidas que os filósofos possam ter tomado emprestado ou desenvolvido de forma aleatória.

A autossugestão exige trabalho em equipe. Exige um esforço conjunto e realizado com alegria — para a integração de propósitos, desejos e determinações.

—–

—–Continua Parte III—–

—–

Imagem: pexels-zaktech90-20449338 – 02.05.26 – II

—–

Referências bibliográficas da OREM1

Alan Strong Dr. Artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Amazing Women In History Artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/;

Amelia Bennett – Artigo: “Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance” [“Significado de Pono: O Poderoso Caminho Havaiano para o Equilíbrio”]. Autora: Amelia Bennett. Publicado em 7 de março de 2025. Site: Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance;

Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Amy Thakurdas, PhD – Artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;

Annetta Gertrude Dresser (1843–1935), livro eletrônico “The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life” [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”], editado por YogeBooks: Hollister, MO (2015);

Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;

André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;

Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;

Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Deborah King Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;

Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;

Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;

Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;

“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).

Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].

Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;

Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review

Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

Write A Comment