Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna

Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Sobre o Livro:

O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.

Sobre o Autor:

“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”

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–Continuação do artigo 183 – Caminhar Sobre Brasas Como Uma Introdução À Magia–

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III. The Incredible Force Used in Magic, Where It Comes From, and Some of Its Uses

III. A Força Incrível Usada na Magia, De Onde Ela Vem e Alguns de Seus Usos

O Segredo, Huna, é psicologia aplicada. Todas as religiões se misturam com magia. A mente humana e as suas limitações. Níveis acima e abaixo do consciente. Aumakua, a Super Mente ou Anjo da Guarda. Aumakua de sexo duplo. Orações para quem? A natureza básica da magia. Mana — força vital ou eletricidade/magnetismo. Caso 7. Os três invisíveis por trás da magia — consciência no nível da percepção [consciousness], força, matéria invisível. Casos de fenômenos psíquicos. Força usada para mover objetos. Motricidade e a sua origem — Dr. Nandor Fodor. Carregando objetos com força vital. Magnetismo — O Sapateiro Misterioso — Barão Ferson — D. D. Home — Dr. Hereward Carrington. Armazenando força vital. Força vital em cura [healing] — imposição de mãos. Mesmer e “magnetismo animal”. Força vital em hipnotismo.

O Segredo, Huna, é psicologia aplicada.

“Antes de começar a explicação de como a caminhada sobre brasas e outras magias são realizadas através do uso de três elementos invisíveis, ainda quase desconhecidos na psicologia moderna, é necessário esclarecer alguns pontos sobre as crenças religiosas dos Kahunas.

O ‘Segredo’, ou seja, o conjunto de informações transmitidas de um mago para outro, era, em grande parte, o que se poderia chamar de psicologia aplicada. O elemento religioso era muito pequeno, especialmente se nós aceitarmos as definições técnicas de religião no melhor sentido moderno.

O Dr. Paul Tillich, professor de Teologia Filosófica no Union Theological Seminary, escreve:

“A magia é um tipo especial de interrelação entre poderes finitos; a religião é a relação humana com o poder e o valor infinitos… A magia é o exercício do poder iminente, a religião é a submissão ao poder transcendente.”

Todas as religiões se misturam com magia. A oração é magia. Todas as coisas que nós fazemos para obter benefícios para nós mesmos nessa vida ou na próxima faz parte da magia. Magia é obter alguma coisa de fontes sobrenaturais. Religião é a adoração de um Ser Supremo e a aceitação de tudo o que Ele nos dá, seja agradável ou desagradável.

Embora os Kahunas tenham obtido da fonte comum dessas histórias — o Vale do Nilo e terras vizinhasas histórias de Adão e Eva, da Criação, do Dilúvio e assim por diante e as tenham levado consigo para a Polinésia, eles não compartilhavam o conceito de um Deus pessoal e patriarcal.

Os Kahunas ensinavam que a mente humana não é capaz de entender uma forma de consciência no nível da percepção [consciousness] diferente e superior à sua própria; portanto, todos os esforços humanos para imaginar as características de um Deus final, definitivo e supremo eram uma perda de tempo. Eles acreditavam que tinha que haver alguma Fonte Criativa Definitiva, mas eles não oravam para Ela.

Tomemos uma flor, por exemplo. Ela é capaz de ter apenas uma vaga ideia (se é que tem alguma) da vaca no pasto. A vaca é capaz de ter uma ideia muito vaga da natureza e dos motivos do pastor. O pastor, logo, quando ele tem decidido que tem que haver um Ser Supremo que criou o universo, é capaz de imaginá-Lo somente como outro homem. Embora ele não consiga imaginar esse Grande Homem a não ser em termos muito vagos, ele O teme, ora a Ele na esperança de receber favores, tenta suborná-Lo com sacrifícios ou austeridades sacrificiais, tenta obedecer aos mandamentos que imagina que esse Homem Supremo tenha estabelecido e, por fim, O adora.

De maneira semelhante, o mundo invisível dos espíritos e seres espirituais é para nós como o nosso mundo é para um peixe no mar. O peixe mal tem ciência de um mundo acima de seu reino aquático. Mas, à medida que nós ascendemos na escala da inteligência, nós, do reino da terra e do ar, somos capazes de conhecer e entender o peixe em suas profundezas, mesmo sem poder compartilhar essas profundezas como um lugar para viver.

Os Kahunas, embora suponham que existam níveis acima dos níveis de consciência no nível da percepção [consciousness] acima do homem, assim como existem níveis abaixo dele, davam pouca atenção a qualquer nível que não fosse o diretamente acima do nosso. Nesse nível existia o que nós chamaríamos de parte supraconsciente da mente. Eles a chamavam por vários nomes, um dos quais, o favorito, era Aumakua. Isso se traduz como ‘Espírito mais velho, paternal, totalmente confiável’. Como são necessários dois para ser um ‘parental’, o Aumakua era considerado um espírito composto por um par masculino e feminino. Todas as orações e ritos eram dirigidos a esse espírito dual, mas, como ele era considerado tão parte de nós quanto o consciente ou o subconsciente o são para o pensamento moderno, o Espírito Parental não era adorado — ele era AMADO. Nenhum sacrifício era feito a ele. Nenhum suborno era oferecido. Ele não impunha ordens aos nossos selfs inferiores. A relação era de amor e confiança mútuos — a relação entre pais e filhos.

o Espírito Parental não era adorado — ele era AMADO.

De forma muito lógica, os Kahunas ensinavam que, se alguma oração a Seres Ainda Mais Elevados fosse necessária, o Espírito Parental saberia quando ela fosse necessária e como realizá-la, fazendo por nós aquilo que nós somos incapazes de fazer por nós mesmos, porque nós temos mentes de uma capacidade intelectual inferior.

Por conta dessa atitude de bom senso, os Kahunas permaneceram simples e livres de dogmas criados pelo homem em um grau surpreendente. Eles eram diretos e objetivos. Eles podiam se dar ao luxo de ser assim, pois possuíam um sistema que realmente FUNCIONAVA. Um sistema funcional deixa pouco espaço para imprecisões e especulações dogmáticas.

Esse sistema prático de prática mágica não deixava nenhuma necessidade filosófica não atendida para os Kahunas. Portanto, eles não tinham salvadores, nem salvação, nem céu ou inferno e nem uma religião revelada com livros nos quais estivesse escrito ‘Assim disse Deus…’. Na verdade, eles não tinham livros. A linguagem deles nunca foi escrita até os tempos modernos.

Embora poucos de nós desejemos caminhar sobre brasas, esse antigo rito é de grande importância, pois demonstra claramente a existência de um poder mágico que pode ser invocado se nós conhecermos os métodos adequados.

A maioria de nós ora por bênçãos de diversos tipos. A tradição do ‘Segredo’ traz resultados definitivos e imediatos, muito superiores aos que nós obtemos. Nós não podemos orar por imunidade ao fogo e obtê-la. É necessário dizer mais sobre o valor do estudo desse tradição ancestral?

O Dr. Brigham, como se recordará, analisou a natureza fundamental da magia antes de entende-la. Ele me disse para observar (1) uma forma de consciência no nível da percepção [consciousness] que utilizava (2) alguma forma de força e (3) manipulava essa força através de algum tipo de matéria física invisível.

O Aumakua, ou parte supraconsciente da mente, é a consciência no nível da percepção [consciousness] envolvida na imunidade ao fogo. A força que ele utiliza nesse trabalho é chamada de mana pelos Kahunas e é conhecida por nós como força vital. É de natureza elétrica e apresenta fortes qualidades magnéticas. A substância invisível através da qual a força vital atua é chamada de aka, ou ‘substância sombreada do corpo’.

O Aumakua, ou parte supraconsciente da mente, é a consciência no nível da percepção [consciousness] envolvida na imunidade ao fogo.

Como nós já sabemos da existência da força vital, permitam-me iniciar a minha apresentação sobre Huna (o ‘Segredo’) destacando alguns aspectos já conhecidos sobre os usos e a natureza dessa força, para depois abordar temas mais bem conhecidos e explicados pelos Kahunas.

Será visto que as explicações dos Kahunas também abrangem muito do que permanece inexplicável no campo da Pesquisa Psíquica.

Os três elementos — consciência no nível da percepção [consciousness], força e matéria invisível — nos fornecem três parâmetros para avaliar toda a magia. Observem como eles se aplicam cada vez mais à magia à medida que nós a compreendemos melhor.

Caso 7

(Misto)

Os Três Seres Invisíveis Por Trás Da Magia

Notas Preliminares:

Para apresentar um quadro detalhado e claro dos materiais em discussão, eu citarei alguns tipos bem conhecidos de fenômenos psíquicos, começando com a mesa que vira.

Quando nós colocamos as mãos sobre uma mesa e a viramos, é como um cachorro abanando o rabo. Quando nós colocamos as mãos sobre uma mesa e algum ser invisível a vira, ou quando a mesa se levanta ou levita do chão com todas as mãos sobre ela, é o rabo abanando o cachorro. No entanto, quando a mesa ou outros objetos se movem por conta própria, sem que ninguém esteja por perto, a comparação simples falha e nos deparamos com uma das duas formas de consciência no nível da percepção [consciousness] que podem estar envolvidas na magia.

A primeira dessas duas formas de consciência no nível da percepção [consciousness] é o ‘fantasma’ comum. Se ele faz barulhos e bate em coisas de maneira insensata ou infantil, é o que os Alemães chamavam de poltergeist ou ‘fantasma barulhento’. Mas se o movimento é feito como se fosse por um fantasma adulto e racional, trata-se de um fenômeno psíquico normal.

A segunda forma de consciência no nível da percepção [consciousness] é a de um ser supraconsciente. O seu trabalho é caracterizado pela transformação de um objeto em uma forma invisível antes de movê-lo — talvez por muitos quilômetros. Esse tipo de movimento será discutido mais adiante. No momento, nós estamos lidando principalmente com a FORÇA usada para causar o movimento.

Os Casos:

A maior parte dos casos que eu citarei em meu relatório, a não ser que seja especificamente declarado que provêm de outras fontes, terá sido extraída da Enciclopédia de Ciência Psíquica, um livro monumental e de grande autoridade do Dr. Nandor Fodor que, com a sua equipe, coletou e analisou todos os relatos e informações disponíveis sobre fenômenos psíquicos durante os cem anos anteriores a 1933. A sua avaliação de opiniões e hipóteses foi sensata e sábia. Não se encontrará em nenhuma biblioteca de referência uma obra melhor ou mais abrangente.

(A) Um famoso pesquisador psíquico, Gambier Bolton, em seu livro, Psychic Force [Força Psíquica], escreve:

‘Durante qualquer refeição com a Sra. Elgie Corner (Florence Cook, uma médium famosa e muito estudada), na própria casa e enquanto ela estiver comendo e bebendo — com ambas as mãos visíveis o tempo todo — a pesada mesa de jantar começará primeiro a tremer, fazendo com que todos os copos e pratos, facas, garfos e colheres se movam e então a balançar de um lado para o outro, ocasionalmente chegando a inclinar-se para cima em uma extremidade ou para um lado; e o tempo todo batidas e pancadas serão ouvidas na mesa e em muitas partes diferentes da sala. Fazer uma refeição com ela em um restaurante público é um assunto um tanto sério.’

(B) Sir William Crookes, em suas Pesquisas, escreve:

‘Os casos em que objetos pesados, como mesas, cadeiras, sofás, etc., têm sido movidos, quando o médium não os tocava, são muito numerosos. Eu mencionarei brevemente alguns dos mais impressionantes. A minha própria cadeira foi parcialmente girada enquanto os meus pés estavam fora do chão. Uma cadeira foi vista por todos os presentes se mover lentamente em direção à mesa, vinda de um canto distante, enquanto todos a observavam; em outra ocasião, uma poltrona se moveu para onde nós estávamos sentados e, em seguida, voltou lentamente (uma distância de cerca de um metro) a meu pedido. Em três noites consecutivas, uma pequena mesa se moveu lentamente pela sala, sob condições que eu havia previamente combinado, de modo a refutar qualquer objeção que pudesse ser levantada contra as evidências.’

(C) César Lombroso, o famoso psiquiatra e antropólogo criminal Italiano, descreveu no jornal La Stampa (de Turim) as suas observações em uma adega onde, na ausência de qualquer pessoa viva, garrafas de vinho eram frequentemente quebradas. Ele escreveu:

‘Eu entrei na adega, inicialmente na escuridão total e ouvi um ruído de copos e garrafas quebrando ao meu redor. As garrafas estavam dispostas em seis compartimentos, um acima do outro. No meio, havia uma mesa rústica sobre a qual eu havia colocado seis velas acesas, supondo que os fenômenos paranormais cessariam com a luz forte. Mas, ao contrário, eu vi três garrafas vazias, em pé no chão, rolarem como se tivessem sido empurradas por um dedo e quebrarem perto da mesa. Para descartar qualquer truque, eu apalpei e examinei cuidadosamente à luz de uma vela todas as garrafas cheias que estavam nas prateleiras e me certifiquei de que não havia nenhum cordão ou fio que pudesse explicar os seus movimentos. Depois de alguns minutos, primeiro duas, depois quatro, depois outras duas garrafas na segunda e terceira prateleiras se desprenderam e caíram no chão, não repentinamente, mas como se tivessem sido carregadas por alguém; e após a queda, ao invés de simplesmente caírem, seis delas se quebraram no chão molhado, já encharcado de vinho; apenas duas permaneceram inteiras. Então, no momento de sair da adega, assim que eu estava saindo, ouvi mais uma garrafa quebrada.’

Comment on the above cases, as well as on all cases which will later be cited, will fall into three parts. First we shall have to consider what is known in the modern world relative to such cases. Second, we shall have to consider what the lore of the kahunas may add to the information. And third, we shall have to weigh all evidence as best we can (in this period prior to exhaustive experimental work) and make our guesses—do our speculating.

Comentário:

Os comentários sobre os casos acima, bem como sobre todos os casos que serão citados posteriormente, serão divididos em três partes. Primeiro, nós teremos que considerar o que se sabe no mundo moderno em relação a tais casos. Segundo, nós teremos que considerar o que o conhecimento tradicional dos Kahunas pode acrescentar à informação. E terceiro, nós teremos que avaliar todas as evidências da melhor maneira possível (nesse período anterior a um trabalho experimental exaustivo) e fazer as nossas suposições — as nossas especulações.

Embora não se pretenda dividir os comentários nessas três partes, o leitor fará bem em lembrar que existem esses três métodos muito importantes de abordagem aos fascinantes problemas que nos confrontam.

Como não há nada a aprender nem a ganhar com aqueles que ainda optam por negar todos os fenômenos em torno dos quais essa investigação gira, não se perderá tempo em discussões, a não ser que haja alguma objeção válida que deva ser considerada por sua possível importância.

As explicações modernas para o tombamento de mesas e o movimento de objetos por agentes invisíveis não aprimoraram a explicação clássica de que os espíritos dos falecidos, ou espíritos desencarnados semelhantes, são responsáveis ​​por todos os fenômenos.

Os Kahunas concordam veementemente que os espíritos são os responsáveis, no entanto, fornecem informações adicionais sobre a natureza e a classificação desses espíritos.

Foram feitos esforços para explicar esses eventos misteriosos sem recorrer à hipótese dos espíritos. Esses esforços merecem consideração, pois representam a alternativa que nós podemos aceitar se nós descartarmos a ideia de espíritos.

O Dr. Nandor Fodor, em sua Enciclopédia de Ciência Psíquica, escreve:

‘A exteriorização da motricidade foi postulada no caso de Eusapia Paladino (notória médium) por Morselli, Flournoy, Geley e Carrington.’

Acredita-se que essa ‘motricidade’ seja uma combinação de eletricidade e força vital ou energia nervosa. Postula-se que essa força, seja ela qual for, pode deixar o corpo e entrar no objeto que apresenta movimento. (Isso abrange a primeira unidade de nossa régua kahuna, a da força ou poder envolvido. A segunda unidade é a inteligência envolvida para utilizar a força no movimento dos objetos e a terceira é a substância invisível usada como uma mão para permitir que a força atue sobre os objetos em movimento.)

Acredita-se que a inteligência responsável pelo movimento dos diversos objetos tenha a capacidade de fazer com que essa motricidade ou força emerja do corpo de uma pessoa viva e cause o movimento. Atribui-se também a essa inteligência a capacidade de extrair uma substância invisível (às vezes ligeiramente visível e tangível) do corpo de um médium (ou de participantes de uma sessão espírita) e, a partir dela, criar uma mão ou outro membro através do qual usar a força. Essa substância é chamada de ‘ectoplasma’. Uma explicação diferente reside na hipótese de que a inteligência seja a parte subconsciente da mente do médium vivo e que, sob certas condições misteriosas, possa fazer com que a motricidade deixe o corpo juntamente com a substância ectoplasmática, causando o movimento dos objetos. Diz-se que o subconsciente é o responsável por essa atividade porque, se a mente consciente estivesse em ação, o médium certamente estaria ciente da atividade e a controlaria.

Na vasta literatura que se desenvolveu em torno dos fenômenos psíquicos e do espiritualismo durante o século passado, encontram-se postulações dispersas que abordam o possível papel do magnetismo na ação da motricidade sobre os objetos. Essa é uma linha de pensamento extremamente instigante e promissora e, devido ao território ainda inexplorado que abrange, recomenda-se ao leitor que a estude como um excelente ponto de partida para contribuir com o avanço da investigação da magia em geral.

Nós supomos que a gravidade seja semelhante ao magnetismo e que o magnetismo esteja presente onde houver corrente elétrica. Pode haver alguma coisa de atração e repulsão envolvido no movimento de mesas e outros objetos.

Os Kahunas reconheciam a natureza magnética e a natureza oposta, repulsiva, da força vital ou motricidade, mas, infelizmente, eles não deixaram uma exposição detalhada sobre o assunto. Eles conheciam a força como algo relacionado a todos os processos de pensamento e atividade corporal. Isso era a essência da própria vida. O símbolo Kahuna para essa força era a água. A água flui, assim como a força vital. A água preenche as coisas. Assim como a força vital. A água pode vazar — assim como a força vital.

O Dr. Brigham dedicou um tempo considerável ao estudo da antiga prática dos Kahunas, que consistia em segurar pesados ​​bastões de madeira nas mãos e, por meio de um esforço mental, canalizar eletricidade corporal para dentro do bastão, carregando-o intensamente.

Esses bastões eram antigamente usados ​​em batalhas. Os Kahunas, posicionados na retaguarda, carregavam os grandes bastões e os arremessavam contra os inimigos. Ao contato com os bastões, até mesmo os guerreiros mais fortes frequentemente perdiam a consciência.

O Dr. Brigham tinha testado o poder desses bastões e tinha descoberto que eles eram capazes de induzir o que parecia ser um choque elétrico peculiar. O choque entorpecia o membro era tocado e causava tontura. Foi lembrado que os Indígenas Americanos possuíam conhecimento e prática semelhantes (eles também eram mestres no manuseio do fogo e alguns ainda o são hoje). Um relato antigo nos arquivos do governo narra como um pajé demonstrou o seu poder mágico ao tocar o peito de um guerreiro forte com o dedo indicador, derrubando-o no chão e deixando-o inconsciente.

Embora não se deva descartar a possibilidade de um elemento de sugestão hipnótica estar presente em tais performances, parece haver um poder de choque muito definido em acúmulos excessivos de força vital. O papel desempenhado pela mente e pela vontade em causar tal acúmulo, seja em um bastão de arremesso ou em um dedo indicador, como mencionado anteriormente, parece ser muito importante.

W. R. Stewart, durante o seu treinamento preliminar com a Kahuna Berbere, foi informado de que a força vital podia ser armazenada na madeira, na pedra, na água e no corpo humano, inclusive no corpo invisível de um ‘fantasma’. Essa força poderia ser liberada repentinamente e, assim, mover objetos muito pesados.

Uma demonstração da natureza magnética da força e de uma inteligência ou espírito de nível sub-humano ou sobre-humano foi feita por Lucchi para Stewart à noite, em uma encosta onde uma grande pedra estava coberta por portas de madeira semelhantes a portas de porão. Essas portas foram levantadas e eles desceram degraus escavados no solo. A rocha se projetava da extremidade da caverna semelhante a um porão, no fundo. À luz de tochas, uma galinha foi abatida e o seu sangue foi derramado sobre a face da pedra. Uma invocação foi proferida, dirigida ao espírito que se supõe habitar a pedra em certos momentos. A galinha foi então deixada caída no chão diante da pedra, mas logo alçou voo e pressionou-se contra ela. Um instante depois, Stewart, que se aproximara e apontara a tocha para baixo para observar melhor, sentiu uma forte força magnética que quase o arremessou contra a rocha. Ele foi amparado e puxado de volta com algum esforço por Lucchi, que imediatamente insistiu para que eles fossem embora.

Stewart nunca descobriu qual inteligência havia sido invocada ou para que tais invocações eram usadas no curso da prática mágica diária. A sua suposição era que o espírito que havia se manifestado na rocha era um ‘espírito da natureza’ e que tinha alguma coisa a ver com o solo, o pasto ou o clima — tudo muito importante para os Berberes e seus rebanhos. Era sua opinião particular que esse espírito e os seus poderes eram hostis ao homem e provavelmente perigosos para qualquer um, exceto um Kahuna experiente. Lucchi havia afirmado que todos os tratos com tais espíritos deveriam seguir um ritual cuidadosamente observado e que qualquer mudança no ritual poderia causar problemas. Stewart havia alterado o curso usual do rito ao se aproximar da rocha no momento errado. Disseram-lhe que ele deveria ter se afastado até que toda a força vital da galinha fosse absorvida pelo espírito — esse precisava dela para atender aos pedidos feitos na invocação, após o que o corpo da ave teria caído. Stewart se lembrou das muitas histórias de gênios ou demônios da natureza presentes no folclore Árabe.

Se pudéssemos comprovar que alguns tipos de movimento de objetos por forças invisíveis dependem em grande parte da atração ou repulsão magnética da força eletrovital, nós teríamos feito uma descoberta de primeira grandeza. A conclusão poderia ser dupla:

(1) que a força poderia empurrar ou puxar objetos para lá e para cá sem a orientação de qualquer espírito, mente subconsciente viva ou outra inteligência;

(2) que a força poderia agir sem substância visível ou invisível para servir de mão, ou mesmo sem substância ectoplasmática invisível para usar — ​​mas, talvez, com alguma matéria etérica através da qual se mover em forma de onda. (A teoria dos éteres ainda é controversa. Hoje, a ciência nos dá o éter para preencher o espaço vazio e permear todo o espaço e amanhã o tirará de nós.)

Ímãs atraem objetos de ferro e, por sua vez, são atraídos por eles. Se um ímã fosse colocado em uma telha dentro de uma banheira com água e um prego fosse colocado em uma segunda telha bem próxima, a atração magnética faria com que ambas as telhas se aproximassem. Em outras palavras, uma telha não permaneceria imóvel enquanto a outra fosse atraída.

O magnetismo animal, ou força vital, é surpreendente, pois exerce uma atração sobre o prego, mas não exerce uma força de equilíbrio sobre o ímã, por assim dizer. O Sr. Arthur Spray, um sapateiro perto de Londres, bem conhecido de um amigo meu, é um poderoso hipnotizador. Em seu livro, ‘O Sapateiro Misterioso’, ele relata um fenômeno intrigante — e totalmente inexplicável — que observou frequentemente em sua prática como um curador [healer] hipnotizador.

Em uma ocasião memorável, ele demonstrou esse fenômeno para um grupo de jornalistas. Tomando um jovem que se mostrou um bom sujeito, pediu-lhe que se deitasse de bruços no chão e o induziu a um sono hipnótico profundo, no qual o seu corpo ficou rígido. Então, de pé aos pés do sujeito deitado, ordenou-lhe que abrisse os olhos. Quando os olhos se abriram e olharam para ele, começou a fazer gestos com a mão direita. Lentamente, a cabeça e os ombros do sujeito se elevaram por conta própria, enquanto os calcanhares permaneciam no chão. Centímetro por centímetro, o corpo rígido foi erguido pela cabeça até ficar suspenso em um ângulo reto a cerca de um metro e vinte do tapete. Permaneceu ali por alguns segundos, então o gesto da mão foi invertido e o corpo desceu lentamente até o chão.

Durante esse experimento, Spray não sentiu nenhuma força de tração em seu corpo ou mão. Embora o jovem pesasse mais de 63 quilos, Spray não sentiu necessidade de levantar um grama sequer para fazê-lo se erguer.

Esse experimento foi replicado por outros hipnotizadores, portanto nós podemos aceitar a evidência de uma atração unilateral no magnetismo humano. (A qual parece resultar do acúmulo de cargas de força eletrovital — cargas essas que se acumulam por meio de alguma ação física desencadeada por um comando voluntário.)

O Barão Eugene Ferson demonstrou essa atração magnética unilateral em Honolulu, há alguns anos, para grandes turmas. Ele acreditava que, ao emitir um comando mental, ele poderia extrair uma força elétrica da atmosfera. Não havia dúvida de que ele extraía força de alguma fonte e os seus alunos aprendiam rapidamente o truque do processo. Sob a sua instrução, um aluno emitia o comando mental para si mesmo para acumular uma sobrecarga de força. Quando satisfeito de que tal sobrecarga havia sido atraída (provavelmente gerada no corpo pela oxidação dos alimentos), o aluno carregado colocava as mãos nos ombros de um aluno sem carga e, em seguida, as afastava lentamente. Se a sobrecarga fosse suficiente, o aluno sem carga seria fortemente atraído pelas mãos à medida que essas fossem removidas. No entanto, não havia sensação de atração nas mãos do aluno com a sobrecarga.

Certa vez, vi o Barão Ferson demonstrar a peculiaridade dessa forma de magnetismo colocando a mão em uma cadeira dobrável leve, que estava em uma fileira de cadeiras semelhantes encostadas na parede. Ele direcionou a força do magnetismo para fora de seu corpo e para a cadeira. Ele então chamou uma jovem sensível da sala ao lado e pediu que ela caminhasse ao longo da fileira de cadeiras. Ela o fez e, ao chegar em frente à cadeira magnetizada, foi puxada para baixo quase violentamente. A jovem pesava pelo menos dez vezes mais que a cadeira e seria natural esperar que a cadeira se elevasse e pressionasse o seu corpo. Mas a ação foi justamente o oposto. A regra parece ser que o objeto — independentemente de seu tamanho ou peso — que possui a carga mais pesada de força magneto motriz atrai o objeto menos carregado, sem sentir nenhuma atração correspondente sobre si como uma reação.

Essa força magnética atua em uma área de vários metros e através de obstáculos como paredes de concreto. O Barão Ferson, após se energizar, posicionou-se de um lado de uma parede de concreto de 25 centímetros de espessura, enquanto a sua turma permanecia em uma abertura em arco, de onde ambos os lados da parede podiam ser vistos. Do lado oposto da parede, a jovem sensível (considerada a mais sensível da turma à atração magnética) foi colocada, com as costas a cerca de um metro da parede e com um homem de cada lado segurando-a pelos braços para evitar que fosse puxada com muita força contra a parede pela força magnética exercida pelo Barão Ferson. Ferson ergueu os braços e os estendeu em direção à garota do outro lado da parede. Ela foi puxada, instantaneamente, com tanta força que os homens tiveram que usar toda a sua força para impedi-la de tocar a parede. Ferson, por outro lado, permaneceu de pé com os calcanhares juntos, muito ereto e não sentiu nenhuma atração nem demonstrou qualquer inclinação na direção da garota.

A participação da sugestão em tal demonstração foi discutida pelos membros da classe e para testar a atração magnética sem a possível influência da sugestão, dois de nós experimentamos o efeito de tração em um pequeno bull terrier. Cães não são conhecidos por serem sugestionáveis. Nós realizamos o exercício prescrito de acumular força extra e, em seguida, colocamos as nossas mãos carregadas na garupa do cão, que foi posicionado à nossa frente, com a cabeça virada para o lado oposto. Tanto o dono do cão quanto eu conseguimos exercer uma força tão grande que o cão foi puxado para trás vários centímetros, apesar de arranhar o tapete para resistir. Nós, por nossa vez, não sentimos nenhuma tração em nossas mãos ou corpos.

O Dr. Rhine, da Universidade Duke, famoso por seu pioneirismo na Percepção Extrassensorial, publicou excelentes evidências que tendem a comprovar que a mente pode exercer influência sobre a matéria sem contato físico. Em um de seus experimentos, uma máquina é usada para lançar dados. À medida que o lançamento é feito, o experimentador deseja [poder da vontade] que os dados virem para cima em determinadas faces. Um efeito muito nítido foi observado como resultado do uso da força de vontade.

Quanto mais se considera a estranha ação da mente em conjunto com o que parece ser, sem dúvida, uma força vital, mais facilmente se pode acreditar nas diversas facetas da magia. Apesar de todo o nosso orgulhoso avanço científico, nós temos que admitir que ainda nós somos profundamente ignorantes quanto aos segredos da mente, das forças vitais e das substâncias invisíveis.

Ao longo dos séculos, circularam relatos lendários de voos humanos. Supostamente, as bruxas viajavam magicamente para os seus encontros. Os deuses Gregos voavam pelos ares à vontade. Dizia-se que os adeptos da Índia e do Tibete superavam a gravidade e flutuavam pelos ares para lugares distantes num piscar de olhos. Ou simplesmente eles desapareciam em uma terra e reapareciam em outra. O folclore Polinésio está repleto de histórias de tais viagens. Na pesquisa psíquica moderna, há inúmeros casos em que homens foram erguidos fisicamente no ar. O famoso médium, D. D. Home, flutuou horizontalmente para fora da janela de um cômodo e de volta para dentro da casa através da janela aberta de um cômodo adjacente — isso no terceiro andar do prédio.

Se a mente exerce certo controle sobre a matéria, é provável que esse controle seja exercido de alguma forma direcionando a ação da força vital e, por meio dela, a ação do magnetismo ou mesmo da gravidade. Diversos experimentos têm sido realizados nos quais a respiração e a vontade foram usadas em conjunto para afetar a gravidade.

O Dr. Hereward Carrington, decano de todos os pesquisadores psíquicos, em seu livro ‘The Story of Psychic Science’ [‘A História da Ciência Psíquica’], relata os seus experimentos com o jogo do levantamento, no qual quatro pessoas se posicionam para levantar uma quinta com os dedos. Todas as cinco inspiram profundamente várias vezes, prendem a respiração e realizam o levantamento. A pessoa levantada parece mais leve do que o normal. Quando esse jogo foi praticado em uma balança de plataforma, o peso normal combinado das cinco pessoas e de uma cadeira era de 323 kg (712 libras). No momento do levantamento, a balança registrou uma perda de peso de 23 a 27 kg (50 a 60 libras), respectivamente, em vários testes.

O Barão Schrenck Nötzing registrou um caso em que um jovem praticou o controle da respiração e foi capaz de se erguer do chão vinte e sete vezes.

O outro lado dessa história é mais obscuro, mas numerosos relatos indicam que indivíduos conseguiram, através do uso da força de vontade e do controle da respiração, aumentar consideravelmente o seu peso.

No Havaí (assim como no Tibete, segundo um livro relativamente recente), utilizava-se uma combinação de força de vontade e respiração para obter auxílio mágico na corrida de longas distâncias. Existiam mensageiros especialmente treinados que, por vezes, organizavam corridas. Ao transportar mensagens para os chefes supremos, a sua velocidade e resistência superavam em muito as de homens incapazes de usar essa forma de magia.

Outro ângulo desse problema da força vital e suas estranhas fases motoras e magnéticas aguarda exploração. Trata-se do poder de cura [healing]. Desde tempos imemoriais, existe a prática da imposição de mãos para curar [cure] os enfermos. Sempre foi evidente que algumas pessoas possuíam mais desse poder de cura [healing] do que outras. Supostamente, os reis o possuíam como um direito natural.

Na religião, a oração acompanha a imposição de mãos. Na prática Kahuna entre os Berberes, W. R. Stewart descreve casos de alívio imediato da dor quando a sua mestra impunha as mãos sobre os doentes. Ela lhe disse que a sua força mágica era tão forte que deixava o corpo dela e entrava no doente através do simples ato de tocar com as mãos. Em casos mais graves, ela disse que fazia uma oração ritual e dedicava tempo para preparar o paciente com purificações psicológicas e rituais.

No Havaí, a transferência de força vital do Kahuna para o seu paciente, ou para os espíritos dos mortos para fins específicos, era comum.

O Barão Ferson relatava em suas aulas em Honolulu um efeito peculiar que observava frequentemente ao colocar as mãos sobre outra pessoa para fins de cura [healing] ou outros. Parecia haver um fluxo de retorno de energia negativa. Esse fluxo negativo carregava consigo substâncias como álcool e nicotina. Ferson contou que acumulou uma carga excessiva dessa energia (que ele chamava de ‘Força Vital Universal’) e, ao colocar as mãos sobre os ombros de um homem embriagado, obteve o resultado surpreendente de ficar embriagado até certo ponto, enquanto o homem bêbado recuperava a sobriedade quase completamente em poucos instantes.

Médiuns em sessões espíritas relataram uma transferência tão forte de nicotina proveniente de fumantes inveterados presentes no círculo (com as mãos unidas para criar o fluxo) que esses apresentaram todos os sintomas de intoxicação por nicotina. Com a remoção dos fumantes inveterados do círculo, os sintomas não se repetiram em sessões posteriores.

Eu tenho visto curadores [healers] naturais imporem as mãos sobre os doentes, sugerindo simultaneamente que estavam extraindo os venenos e as doenças com toques das mãos e que estavam sacudindo-as para se livrarem delas (fazendo gestos como se estivessem sacudindo água das pontas dos dedos). Quase todos esses curadores [healers] estão convencidos de que realmente extraem substâncias invisíveis dos doentes. A maioria deles, após terminar o tratamento, lava as mãos e os braços em água, sugerindo que estão se purificando de quaisquer substâncias invisíveis nocivas extraídas do paciente.

A partir de minhas observações pessoais e estudos sobre esse método de cura [healing], eu me convenci de que quase qualquer pessoa saudável pode ajudar os doentes impondo as mãos sobre eles e ordenando voluntariamente que a sua força penetre nos pacientes e os fortaleça. O uso da vontade, se acompanhado da palavra falada, cria uma sugestão que pode ser altamente eficaz.

Mesmer, que descobriu o Mesmerismo há mais de um século, não tinha conhecimento do poder da sugestão em relação à transferência do que ele chamava de ‘magnetismo animal’. No entanto, ele praticou o acúmulo de uma sobrecarga de força vital (enquanto segurava um ímã do qual acreditava obter a força) até se tornar altamente proficiente — se nós acreditarmos nos relatos do que ele era capaz de fazer com as cargas de força. Ele demonstrou poderes de cura [healing] tão bem que se tornou famoso. Inicialmente, ele impunha as mãos diretamente sobre os seus pacientes. Mais tarde, quando havia muitos pacientes para tratamento individual, ele fez o esforço voluntário de transferir a sua força para recipientes com água dos quais se estendiam hastes de ferro. Uma vez que os recipientes de água estivessem carregados, os pacientes se aproximavam e seguravam as hastes. As descrições dos efeitos nos pacientes não deixam dúvidas de que o Mesmerismo era uma força atuante. Os pacientes reagiam de maneiras diferentes. Alguns não reagiam e Mesmer os tocava, geralmente conseguindo provocar a reação. Houve muita cura [healing] e muita histeria, tais como a que pode ser causada por uma leve sugestão hipnótica.

A transferência repentina de energia vital ao arremessar bastões tem que ser levada em consideração ao seguir essa linha de raciocínio, assim como a descarga atordoante demonstrada quando o homem de medicina Indígena Americano tocou um guerreiro com o dedo indicador, fazendo-o perder a consciência no nível da percepção [consciousness] instantaneamente.

Os hipnotizadores, após o advento do Mesmerismo, descobriram que o hipnotismo podia ser praticado por sugestão, ou mesmo fazendo o paciente fixar o olhar em um ponto de luz brilhante. Eles alegavam que nenhum magnetismo era necessário e que nada era transferido para o paciente ou sujeito. Essa parece ser uma ideia equivocada. O fato de se esperar uma reação hipnótica do paciente já é, em si, uma sugestão. O fato de o hipnotizador estar próximo pode explicar a transferência de uma quantidade suficiente de energia vital para que a sugestão surta efeito.

Mais adiante, nós examinaremos a explicação dos Kahunas sobre como a energia vital pode viajar entre pessoas sem contato físico direto (ou entre os vivos e os espíritos dos mortos). Nesse momento, basta chamar a atenção para o fato de que existe essa troca e que aquilo que nós aprendemos com Phineas Quimby a chamar de ‘tratamento à distância’ é uma realidade evidente, graças à capacidade de enviar à distância tanto a força vital quanto a sugestão de cura [healing].

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—Continua no artigo 185 – As Duas Almas do Homem e as Provas de Que Existem Duas Ao Invés de Uma—

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Imagem: pexels-jess-vide-4609677 24.03.26

Honolulu, HI, United States

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Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a)
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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