Nós estamos destacando trechos de artigos, de fontes primárias, visando o nosso conhecimento e entendimento da Huna Ancestral Havaiana, sendo essa a base teórica e prática para o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono.
Nós destacamos também trechos de artigos que buscam responder a nossa questão:
Considerando-se a Psicofilosofia Huna, é possível implementar uma Ciência da Espiritualidade, que seja capaz de utilizar o Método Científico para estudar aquilo que ainda é considerado “Sobrenatural” ou “Paranormal”, uma vez que a Huna é considerada uma Ciência Ancestral?
Artigo:
From “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna”
A Parir De “Os Segredos Perdidos da Huna Ancestral Havaiana”
Autor:
Tad James
Site:
Kahuna Research Group – Hawaii’s premier metaphysical research organization
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Psicofilosofia Huna
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UMA CIÊNCIA ANCESTRAL
“A ciência que hoje nós chamamos de Huna é uma ciência muito antiga (ancestral). Nós acreditamos que ela possa ter até 35.000 anos e é parte dos ensinamentos originais dos povos da Terra, que estavam centrados aqui no Havaí, em um continente que agora não existe mais. Tudo o que resta fisicamente daquela terra são os picos das montanhas do Arquipélago chamado Havaí. Muito tempo depois que os ensinamentos originais dos povos da Terra foram codificados e se espalharam por todo o mundo, o continente desapareceu. Os ensinamentos continuaram no Havaí e em outras partes do mundo.
Por um longo período antes de 750 d.C., floresceu um sistema de desenvolvimento pessoal, cura [healing] e disciplina espiritual conhecido por todos. O sistema era um sistema equilibrado – um que honrava homens e mulheres igualmente. Quase não havia segredos; na verdade, havia tão poucos segredos que as informações que compunham as técnicas sequer eram organizadas ou ensinadas formalmente. Isso simplesmente formava o pano de fundo de “como as coisas eram” no mundo. No Havaí, esse ensinamento era originalmente chamado de Ho’omana (“fazer Mana, ou energia vital”). As pessoas que praticavam esses ensinamentos e técnicas sabiam que todo poder e toda força vital emanavam do Um Só, a fonte de tudo — toda a vida, toda a energia, que no Havaí era chamada de ‘Io.
Naquela época, o mesmo conhecimento era ensinado em todo o planeta. Hoje, porém, apenas vestígios desse sistema sobrevivem em todo o mundo. Existem apenas vestígios desse sistema ao redor da Terra, pois a partir de 325 d.C. (pode ter começado já milhares de anos antes de Cristo, mas os efeitos certamente estavam em curso em 325 d.C.) uma onda começou a varrer o planeta numa tentativa de destruir os sistemas equilibrados — os ensinamentos originais dos povos da Terra.
A onda atingiu o Havaí em algum momento entre 750 e 1250 d.C. Nessa época, o Kahuna Pa’ao chegou ao Havaí e encontrou um povo muito pacífico vivendo num paraíso. Vários anos depois, Pa’ao retornou com um grupo de guerreiros e sacerdotes e derrubou o sistema original no Havaí. Quando Pa’ao chegou, ele instalou o seu sistema e o ensinamento original foi alterado. A antiga ordem foi derrubada e a atual ordem de Ku foi instaurada. A Huna que nós pesquisamos é anterior aos ensinamentos de Pa’ao. Portanto, é muito antiga – de antes de 750 d.C. Nós acreditamos que antes de 750 d.C. a ordem existente era um sistema equilibrado que poderia ser chamado de Ordem de ‘Io. Isso é verdade em todo o mundo. O sistema equilibrado entre masculino e feminino na Europa Ocidental era chamado de Wicca e, assim como a Huna, houve tentativas de erradicar esse ensinamento.
A Santa Inquisição, conduzida por “A Igreja”, por exemplo, reduziu a população da Espanha em mais de 50% em 200 anos, matando centenas de milhares de pessoas. Na Índia, também, um sistema chamado Tantra foi alvo de tentativas de erradicação em favor de um sistema mais recente chamado Vedanta. Embora o Tantra tenha se saído melhor que a Wicca, ambos os sistemas foram submetidos a muita perseguição. A situação era semelhante em todo o mundo, desde os Nativos Americanos até os Aborígenes da Austrália; cada um dos povos portadores dos ensinamentos originais foi (e, certamente, ainda é) submetido a tentativas de erradicação de sua cultura e de seus ensinamentos.
No Havaí, felizmente, os ensinamentos originais estavam ocultos nos cânticos das Pessoas Anciãs — quando os ensinamentos originais foram contestados, eles foram ocultados. Os ensinamentos originais estavam escondidos nos cânticos e nas danças Hulahula e permaneceram ali, ocultos, por muito, muito tempo. Os recém-chegados adotaram cânticos e Hulahula que continham mistérios ocultos para eles, mas que simplesmente aguardavam um renascimento dos ensinamentos originais. Os ensinamentos foram novamente sepultados (em um segundo nível) nos cânticos antigos quando os missionários chegaram de Boston em 1820. A chegada deles não foi acidental, visto que o sistema Havaiano mais moderno (ordem de Ku), chamado sistema Kapu, havia sido encerrado pelo Rei Kamehameha VI em 1819. Mais uma vez, os novos sacerdotes trouxeram os seus novos deuses e os ensinamentos originais foram sepultados ainda mais profundamente. Os missionários começaram a eliminar os antigos “costumes supersticiosos”. Em 1820, eles aprovaram a primeira das leis destinadas a erradicar os ensinamentos ancestrais:
“Seção 1034: Feitiçaria – Penalidade: Qualquer pessoa que tentar curar [to cure] outra por meio da prática de feitiçaria, bruxaria, ananna (sic), hoopiopio, hoounauna ou hoomanamana, ou outros métodos supersticiosos ou enganosos, será, após condenação, multada em valor não inferior a cem dólares ou presa por um período não superior a seis meses com trabalhos forçados.” Há também outra seção da lei que classifica o kahuna como um vigarista e o define como alguém que se faz passar por kahuna, recebe dinheiro sob o pretexto de ter poder mágico ou admite ser um kahuna. Para isso, a multa pode chegar a mil dólares e um ano de prisão.” — Long, 1948
Assim, em uma nação Insular do Pacífico influenciada por Missionários Americanos, o povo foi impedido de praticar os seus ensinamentos originais até que o governo federal dos Estados Unidos aprovasse a Lei de Liberdade Religiosa dos Nativos Americanos em 1979. Surpreendentemente, em 1953, o Kahuna, Daddy Bray, foi preso por entoar um cântico em língua Havaiana no Palácio Hulihee, no centro de Kona – onde o KRG está localizado – e o cântico era bastante semelhante a um cântico que nós estamos estudando nos seminários Huna aqui no Havaí. Que um país cujo orgulho reside, entre outras coisas, na liberdade de expressão, tenha a prática e o ensino da Huna ilegais no Havaí de 1820 a 1979, é absolutamente inconcebível. Como isso pôde acontecer? O que nós não vimos que nos permitiu privar do direito de expressão o querido, doce e amoroso povo dessa terra? Além disso, nós veremos que isso não foi, até hoje, totalmente resolvido.
Nós acreditamos que a lei final contra a prática dos costumes ancestrais foi revogada em 1989. Mas isso já havia sido previsto. Hoje, todo o planeta está experienciando um renascimento dos antigos ensinamentos, onde mais uma vez nós experienciaremos o retorno do sistema e modo de vida equilibrados. Os sistemas mais antigos patriarcais, dominados pelos homens, estão encontrando cada vez mais dificuldades para sobreviver. Olhe ao seu redor, o mundo está mudando. Os sistemas antigos estão se desintegrando, o mais notável dos quais é o sistema Comunista, que não foi derrotado por armamentos, mas que desmoronou por si só por negar os direitos das mulheres e por negar o Espírito. Essa oferta faz parte do renascimento do ensinamento original que foi previsto desde a chegada dos primeiros imigrantes em 750 d.C.
A PROMESSA DE HUNA
O ensinamento que hoje nós chamamos de Huna era originalmente chamado de Ho’omana. “Ho’o” significa fazer. “Mana” significa força vital, equivalente a “Ki” (como no Aikido), “Chi” (como no Tai Chi) ou “Shakti” em Sânscrito. Juntas, as palavras Ho’omana significam empoderamento ou empoderar. O propósito do ensinamento original era, portanto, aprender maneiras de aumentar a força vital. Você se lembra do Big Kahuna nos filmes de Frankie Avalon e Annette Funicello do final dos anos 60? No humor desse nome, nós podemos estar mais perto do verdadeiro significado do que nós reconhecemos. O Big Kahuna era alguém que era bom no surfe — ele sabia alguma coisa sobre surfe que outros surfistas não sabiam. Ele era o melhor no que ele fazia!
O QUE É UM KAHUNA?
“Ka” significa “o” ou “luz” — e “Huna” significa “segredo”, mas não no sentido de segredo que tinha quando você era criança. Significa segredo no sentido de “esotérico” ou “oculto”. Por exemplo, se você fosse ter uma conversa significativa com um Físico Quântico, provavelmente teria que estudar Física Quântica por 4 ou 5 anos. Então Huna significa conhecimento que não é tanto secreto, mas sim oculto, conhecimento que é “escondido” ou sabedoria que é “protegida como um tesouro”. Se nós dividimos a palavra de forma diferente (uma prática comum para descobrir os significados mais profundos das palavras Havaianas), “Kahu” significa “servo honrado” ou “servo de alta patente que cuida de pessoas, propriedades ou conhecimento”. “Na” significa cuidar, resolver dificuldades, em um sentido legal; quieto, pacificado, como uma criança magoada; calmo, tranquilo, como as paixões de alguém — calmo e centrado. Hoje, nós traduziríamos a palavra Kahuna como sendo aproximadamente equivalente a um doutorado (PhD) — um especialista em alguma área.
Assim, nos tempos ancestrais, existiam Kahuna da pesca, da agricultura e do plantio; existiam Kahuna da filosofia, da negociação e do governo; existiam Kahuna da construção de canoas, da navegação e da escultura de tiki (estátuas); e existiam Kahuna do parto e da criação de filhos; nenhum desses tipos de Kahuna será abordado nesse site. Existiam também (e esse é o nosso principal interesse em Huna) Kahuna Espiritual chamados La’au Lapa’au; adivinhos chamados Kilokilo, ou aqueles que praticavam adivinhação; curadores [healers] psicológicos chamados La’au Kahea; e iniciadores místicos, chamados Na’auao. O Kahuna Kapihe em Kona, em 1850, pode ter capturado sucintamente a essência da Ciência de Huna no ditado:
“E iho ana o luna. E pii ana o lalo. E hui ana na moku. E ku ana ka paia.”
O que se traduz em:
“Traga para baixo o que está acima por meio da luz.
“Para ascender, traga da escuridão para a luz o que está abaixo por meio da luz.
“Isso transformará a energia espiritual à medida que flui da fonte e integra todas as Ilhas (dentro de você), trazendo paz.
“Isso o afetará profundamente e mudará a sua vida, trazendo iluminação e você sentirá o delicioso fogo supremo.”
Observe a semelhança com o axioma Hermético a partir da Tábua de Esmeralda (aproximadamente 1500 d.C.):
“O que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima.” — Hermes Trismegisto
O ESCOPO DE HUNA
Huna é tão abrangente quanto qualquer outro sistema Xamânico e é importante saber que existem correspondências entre a Huna e todos os outros ensinamentos Xamânicos e mágicos. Nós podemos considerar as origens do pensamento em Huna como sendo as mesmas da Wicca, da Alquimia ou do Hermetismo na Europa Ocidental; as mesmas da tradição Nativa Americana; e as mesmas dos ensinamentos Aborígenes na Austrália, dos ensinamentos Maori na Nova Zelândia ou do ensinamento original do Tantra na Índia. Assim, enquanto havia a tradição do Espírito Guardião Sagrado no Hermetismo, na Alquimia e na tradição Nativa Americana, também em Huna nós temos a tradição do Self Superior.
Assim como havia a tradição dos 5 elementos no Hermetismo, na Alquimia e no Tantra na Índia, também nós temos os 5 elementos em Huna. Assim como havia a tradição do Tempo do Sonho na tradição Nativa Americana, nas tradições Maori e Aborígenes, também nós temos o Moe Uhane (Tempo do Sonho) em Huna. Onde havia ervas utilizadas para fins curativos [healing] e espirituais. Nas tradições Nativas Americanas, Chinesas e outras, também em Huna nós temos uma tradição de uso de ervas. Assim como havia cura [healing] energética nas Filipinas e no Reiki, também há o uso de símbolos para cura [healing] energética em Huna. Assim como havia uma tradição de usar os números e as estrelas para fazer previsões na Astrologia, na Cabala e na Numerologia, também em Huna nós temos uma tradição de usar as estrelas e os números para previsão.
E assim como havia uma tradição de cânticos nas tradições Nativas Americanas, Aborígenes e Maori e também na tradição do Tantra, em Huna também nós temos uma tradição de cânticos. Naturalmente, deve haver correspondências entre a Huna e as outras disciplinas, visto que todas têm a mesma origem. Embora a maior parte, senão toda, do que compõe as principais disciplinas esotéricas já tenha sido escrita e publicada, mais de 80% do que é realmente Huna ainda não foi publicado. O foco principal do Grupo de Pesquisa Kahuna é o início da recuperação daquilo que, nessa explanação, tem sido chamado de Huna.
ESTUDOS ESOTÉRICOS
Ao iniciar os seus estudos de Huna, ou qualquer outra disciplina esotérica que você escolher, considere o seguinte: O espírito de qualquer treinamento esotérico não reside apenas na informação ensinada, mas nas influências que emanam do professor e que, com o tempo, sintonizam o aluno com níveis vibracionais cada vez mais elevados. Uma escola esotérica difere de todas as outras escolas porque, embora a sua intenção seja comunicar sabedoria, o seu verdadeiro poder reside em seus contatos com o invisível e, em essência, com os mundos interiores. A não ser que possua esses contatos, não pode dar aos seus alunos o poder de colocar a teoria intelectual em prática. Todas as diferentes escolas dos ensinamentos originais geralmente compartilham os mesmos princípios, mas diferem muito em como obtêm o seu poder e em sua capacidade de aplicar e compartilhar esse poder.
Qualquer treinamento em estudos esotéricos deve aumentar os traços de caráter positivos no iniciado. Acima de tudo, ele deve trazer um crescente equilíbrio da mente. Se não o fizer, alguma coisa está errada. Qual seria o propósito de um estudante ter os céus abertos diante de si e, ainda assim, perder a razão, o sustento e os amigos? Em outras palavras, o treinamento em Huna não deveria levar uma pessoa a perder o emprego, os relacionamentos e tudo o que lhe é caro. O resultado de qualquer estudo esotérico é e sempre deveria ser, o equilíbrio. Lembre-se de que a sua personalidade é composta por quatro partes: física, emocional, intelectual e espiritual; e qualquer método de treinamento deve levar em consideração todas as quatro. Ele deve, então, equilibrá-las para produzir a estabilidade que advém da simetria e da harmonia na vida.
“A não ser que o estudo da ciência esotérica produza frutos de aplicação prática, ele é indigno da busca de qualquer pessoa séria e a não ser que esses frutos sejam frutos do espírito, ele é indigno do estudo de qualquer pessoa espiritualmente inclinada.”
Lembre-se de que nenhum professor (Kumu) das ciências esotéricas pode revelar todo o seu sistema a um não iniciado e quanto mais o professor souber, menos inclinado estará a revelar imediatamente. Mas nenhum professor verdadeiro jamais negaria conhecimento a alguém digno de recebê-lo. Por outro lado, para a sua própria proteção, ele não pode aceitar como discípulo alguém que possa abusar desse conhecimento ou trair essa confiança.
“O verdadeiro treinador de almas sabe que não há utilidade em exigir um juramento, pois, a não ser que ele esteja preparado para conduzir os seus discípulos fisicamente ao Reino dos Céus, ele tem que ensiná-los a caminhar com os próprios pés e jamais poderá fazê-lo enquanto os mantiver presos às amarras de um juramento… O que se exige do neófito não é obediência cega, mas uma compreensão inteligente dos princípios… que ele tenha alcançado um grau de autodisciplina tal que, quando um princípio lhe for explicado, ele seja imediatamente capaz de colocá-lo em prática… Se a luz que há nele for tão tênue que ele não consiga entender os princípios envolvidos, ele não deve ser colocado na posição de ter que lidar com problemas além de suas capacidades… jamais abandone a sua vontade, jamais abandone o seu discernimento.”
Lembre-se disso: não há ninguém além de você que tenha o poder de lhe conceder ou negar a iniciação; assim que você estiver pronto para a iniciação, você a reivindica por seu direito, não por sua graça.
“Existe um vasto corpo de tradição, embora disperso e oculto e o estudante que tem o olho interior aberto é capaz de penetrar o seu significado ao estudá-lo… um iniciador… deve codificar esse conhecimento e reduzi-lo a um sistema inteligível; o valor de uma escola oculta depende em grande medida da maneira como esse trabalho puramente mundano tem sido realizado. ‘Se nós buscamos as raízes da experiência espiritual viva, é insensato procurá-las seguindo as linhas da tradição organizada…’ Em todos os registros da fundação de uma Ordem, nós lemos sobre um encontro entre o seu fundador e um professor iluminado que lhe concedeu os seus contatos em virtude de seu magnetismo pessoal.”
“Os Segredos Perdidos da Huna Ancestral Havaiana” é leitura obrigatória para quem deseja ir além do que já foi apresentado. Indicado para aqueles em jornada espiritual ou para quem busca integrar os estudos espirituais de diversas disciplinas (caso consiga encontrar um exemplar, pois parece estar indisponível na maioria dos lugares). O autor, Tad James, reúne todas as informações e apresenta, pela primeira vez em formato impresso, o ancestral sistema Havaiano que revela o que alguns chamam de “o segredo de todos os segredos” da evolução espiritual.
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Artigo:
What is the Scientific Method?
O que é o Método Científico?
Site:
Scientific Method – Kahuna Research Group
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
“É a marca de uma mente educada ser capaz de entreter um pensamento sem aceitá-lo.” — atribuído a Aristóteles
O método científico exige uma mente aberta na coleta e análise de dados. Os dados ou observações são coletados sem preconceitos e sem qualquer tentativa de direcionar as informações coletadas para uma conclusão tendenciosa. Os dados ou observações coletados têm que ser examinados para garantir que foram obtidos de maneira válida e imparcial. Uma vez que uma quantidade significativa de informações seja reunida, uma hipótese pode ser gerada para explicar as informações coletadas. O próximo passo no processo científico é testar a hipótese, seja por meio de experimentação cuidadosa ou por meio da coleta de dados adicionais. Se os experimentos ou dados observacionais continuarem a apoiar a hipótese e ela resistir ao teste do tempo, então ela pode ser elevada à categoria de teoria. Um bom exemplo é a Teoria da Relatividade Restrita.
O Método Científico e o Estudo do Sobrenatural
O estudo da atividade paranormal é um evento observacional aleatório que dificulta a aplicação de todos os aspectos do método científico, mas, ao mesmo tempo, é uma área onde é muito importante usar procedimentos e técnicas científicas. O fenômeno não se presta à experimentação que permita examiná-lo de forma controlada.
Uso do Método Científico pela KRG
Na investigação e no relato de atividades paranormais, a KRG se esforça para utilizar o método científico. Os dados são coletados por meio de investigações presenciais e relatos de testemunhas oculares que identificam informações específicas que podem ser usadas para tornar os relatórios o mais precisos possível. Entre os parâmetros coletados nos relatórios da KRG estão: data, hora, latitude, longitude, relato da testemunha, experiência e idade da testemunha, tipo de avistamento e informações de direção.
Um Investigador de Campo da KRG entrevista as testemunhas que fizeram o relato e coleta informações adicionais. O Investigador de Campo busca a possibilidade de a testemunha ter interpretado erroneamente o que viu. Objetos comuns que uma testemunha pode considerar como OVNIs ou fantasmas incluem lanternas Chinesas, aeronaves, drones, objetos astronômicos, sprites, relâmpagos globulares e reflexos de luz.
Para complementar a pesquisa científica no estudo do fenômeno paranormal, a KRG está criando um Conselho de Revisão Científica (SRB – Science Review Board). O SRB será composto por 8 a 9 cientistas com formação em engenharia elétrica, física, química, geologia, biologia, ciência da computação e astronomia. Esses indivíduos têm que ter amplo conhecimento do método científico, tanto por meio de sua formação acadêmica quanto de suas atividades profissionais. Esse grupo supervisiona projetos científicos no âmbito KRG e promove a aplicação do método científico na análise dos melhores casos relatados a cada ano.
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Artigo:
The Future of Paranormal Research is Now
O Futuro da Pesquisa Paranormal é Agora
Site:
The_Future_of_Paranormal_Research
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Como alguns de vocês sabem, eu tenho defendido o conceito de matrizes de sensores na coleta de dados no último ano, desde que a minha associação com Timothy Hart, do projeto MESA, começou em fevereiro passado. Tim é um pioneiro, na minha opinião, tendo coletado doze pontos de dados diferentes em várias investigações no Centro-Oeste Americano ao longo de algum tempo. Recentemente, eu fui admitido na International Frequency Sensor Association (IFSA) [Associação Internacional de Sensores de Frequência]. Eu espero contribuir para o design de sensores, o que abrirá novas possibilidades de aquisição de dados aplicadas a esse campo.
O futuro da pesquisa paranormal estará no registro de dados. Registradores de dados são dispositivos que permitem visualizar gráficos de múltiplos sensores em tempo real em um computador portátil. Com uma base temporal de eventos, será possível correlacionar tudo conforme acontece. Os sensores podem ser instalados a certa distância do registrador, permitindo o posicionamento remoto dos dispositivos sem a necessidade de uma pessoa próxima à matriz. Atualmente, nós estamos experimentando o USB-1208FS da Measurement Computing, um módulo DAQ baseado em USB com 8 canais de entrada analógica, resolução de até 12 bits, 50 kS/s, duas saídas D/A e 16 bits DIO.
Isso significa que agora nós temos a capacidade de formar uma imagem completa do que está ocorrendo no ambiente ao redor de um evento paranormal. Em outras palavras, ao invés de encontrar um pico de campo eletromagnético (EMF) ou um pico de radiação, nós poderemos ter, em nosso caso, até 16 entradas de sensores com dados em tempo real durante o evento, que podem ser correlacionados com evidências de áudio, vídeo e fotografia, tudo com uma assinatura temporal para correlação.
Nós teremos mais dados à nossa disposição durante um evento do que qualquer pessoa jamais teve na história das investigações paranormais. Nós seremos capazes de analisar eventos em tempo real, o que nos permitirá reagir de forma específica a cada acontecimento. Nós poderemos identificar precursores do evento, bem como seus efeitos. Certamente, é um momento empolgante. Eu prevejo que, nos próximos cinco anos, muitas organizações de pesquisa adotarão o formato de registro de dados por diversos motivos. Criar um banco de dados será muito mais fácil. As evidências serão muito difíceis, senão impossíveis, de falsificar. Tudo o que for capturado terá grande peso científico. A Caça de Fantasmas acabou de entrar no século XXI!
Existem algumas desvantagens. Sensores adequados para algumas das áreas que nós temos monitorado ainda não existem. Eu espero poder impulsionar o desenvolvimento desses sensores. Mas já existem diversos dispositivos adequados para começar a estudar os efeitos de fenômenos paranormais.
Finalmente, nós reunimos uma equipe excepcional de pessoas que serão os próximos pioneiros nessa área. Nós desenvolvemos um processo de brainstorming que nos levou a criar novos dispositivos para medir coisas que ninguém havia pensado em medir. O nosso trabalho inicial tem se mostrado promissor.
Com a capacidade de criar “mapas” de dados em tempo real, a nossa capacidade de entender o que acontece quando as leis da física parecem ser suspensas aumentará, acredito, drasticamente. É apenas uma questão de tempo até que as lacunas na equação sejam preenchidas. E então caberá a outros replicar as descobertas, repetidamente, até que um consenso científico possa ser alcançado.
Nós estamos quase lá. O futuro é agora.
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Artigo:
Paranormal Belief, Religiosity and Cognitive Complexity
Crença Paranormal, Religiosidade e Complexidade Cognitiva
Autores:
Wai-Cheong Carl Tam(1) & Yung-Jong Shiah(2)
(1) Chung Yuan Christian University, Chung-Li, Taiwan
(2) Chien-Kuo Institute of Technology, Taiwan, & University of Edinburgh
Site:
PARANORMAL BELIEF, RELIGIOSITY AND COGNITIVE COMPLEXITY
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
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Convenção da Associação de Parapsicólogos 2004
Observação PO: “A Parapsicologia é a ciência que estuda os fenômenos da paranormalidade. Paranormais são aqueles fenômenos que, controvertidos quanto à sua realidade ou mesmo desconhecidos quanto à sua gênese, não são reconhecidos por qualquer setor do conhecimento científico oficial. Trata-se de uma ciência em fase de estruturação de sua nomenclatura, catalogando e classificando fenômenos, aprimorando seus métodos, elaborando seus princípios e hipóteses e sistematizando suas pesquisas. Por isto, no atual estágio de sua evolução, ainda carente da necessária precisão conceitual, ressente-se das naturais vacilações no que tange à interpretação segura dos fenómenos paranormais. O parapsicólogo não é um “caçador de fantasmas”, mas um pesquisador dos fantasmas que assombram a petulante ignorância humana. Ele investiga, sem preconceitos, aqueles fatos insolentes, deliberadamente rejeitados por numerosos cientistas, os quais se recusam, obstinadamente, a estudá-los, talvez com o receio inconsciente de desarrumar o seu esquema conceptual do universo.” Fonte: O que é a parapsicologia – IPPP.
RESUMO
“Muitos estudos têm explorado o relacionamento entre crença paranormal e religiosidade. Alguns estudos têm mostrado que a crença paranormal se correlaciona com a religiosidade, mas muitos outros não corroboraram essa associação. O primeiro objetivo dessa investigação foi, portanto, replicar achados anteriores. Também é interessante explorar o relacionamento entre crença paranormal e religiosidade na sociedade Chinesa, visto que isso ainda não foi estudado.
Outro correlato interessante da crença paranormal é a capacidade cognitiva geral. Constatou-se que a capacidade cognitiva geral apresenta correlação negativa com a crença no paranormal. No entanto, a capacidade cognitiva geral se correlaciona com a escolaridade, o que pode estar relacionado à complexidade cognitiva. A relação entre crença paranormal, religiosidade e complexidade cognitiva foi explorada nesse estudo. Portanto, esse estudo tem dois propósitos.
Em primeiro lugar, foi construída a versão Chinesa da Revised Paranormal Belief Scale (RPBS) [Escala Revisada de Crença Paranormal]. Em segundo lugar, examinou-se o relacionamento entre crença no paranormal, religiosidade e complexidade cognitiva. A complexidade cognitiva foi medida pela grade de repertório, que incluía uma grade 8×8. Oito papéis pessoais, como self (eu), avô/avó, pai, mãe, irmão/irmã, colega de classe, amigo/a e namorado/a e quatro construtos, incluindo crença religiosa, atividades religiosas, virtude versus mal e vida após a morte, foram predefinidos. Cada participante forneceu os outros quatro construtos durante o teste. A tarefa consistia em decidir a importância de cada construto em relação ao relacionamento entre o indivíduo e cada papel pessoal, utilizando uma escala Likert de 9 pontos.
A sequência de tarefas foi gerada aleatoriamente por um programa de computador. A pontuação gerada pelo OMNIGRID, denominada variabilidade de intensidade, foi uma medida da complexidade cognitiva do participante. Ela foi obtida da seguinte forma: (a) para cada par de construtos, foram calculadas a correlação (COR) e a sua variância (VAR = COR² x 100%) e (b) a variabilidade de intensidade foi o desvio padrão de todos os valores de VAR obtidos para cada par de construtos. Quarenta estudantes universitários em Taiwan completaram individualmente o RPBS, a Personal Religiosity Scale (PRS) [Escala de Religiosidade Pessoal] e a grade de repertório. Os resultados indicaram que a versão Chinesa do RPBS apresentou confiabilidade satisfatória (alfa de Cronbach = 0,88). A validade de construto também foi confirmada pela matriz de correlação entre os fatores do RPBS e da PRS.
A crença no paranormal e na religiosidade foram consideradas dois construtos distintos, apesar de alguma possível sobreposição, como nas escalas de crença religiosa tradicional, espiritualismo, crença de que a natureza/o meio ambiente pode afetar o bem-estar e a sorte dos indivíduos e vida após a morte (todos esses fatores apresentaram cinco correlações significativas com a outra escala). Houve uma correlação negativa significativa entre a fidelidade religiosa e a complexidade cognitiva.
As limitações desse estudo incluem o tamanho reduzido da amostra (N = 40) e a ausência de um procedimento de retrotradução da versão Chinesa da RPBS.
INTRODUÇÃO
Fenômenos paranormais são aqueles que, se genuínos, violariam os princípios básicos limitantes da ciência (Tobacyk, 1988, p. 3) e a crença paranormal é a crença em fenômenos paranormais. A pesquisa sobre crença paranormal remonta ao interesse em investigar o conceito de superstição. Por exemplo, Scheibe e Sarbin (1965) tentaram conceituar a superstição teoricamente e as variáveis correlacionadas com a superstição/crença sobrenatural, como conservadorismo (Boshier, 1973), gênero (Bhushan & Bhushan, 1986; Blum, 1976), estresse cirúrgico (Shrimali & Broota, 1987) e locus de controle (Randall & Desrosiers, 1980; Scheidt, 1973) também foram estudadas. Além disso, o relacionamento entre crença no paranormal e o efeito Barnum foi investigado (Tobacyk, Milford, Springer & Tobacyk, 1988).
Um dos correlatos da crença no paranormal que atrai muita atenção é a religiosidade ou crença religiosa, visto que a religião é uma parte importante da cultura humana e a presença de Deus/deuses ainda não foi comprovada cientificamente. Diversos estudos têm mostrado que a crença no paranormal está correlacionada com a religiosidade (por exemplo, Buhrmann & Zaugg, 1983; Orenstein, 2002; Thalbourne & Hensley, 2001). No entanto, outros estudos não corroboraram essa associação (por exemplo, Ellis, 1988; Rice, 2003). O primeiro objetivo da presente investigação foi, portanto, replicar os resultados anteriores. Além disso, o relacionamento entre crença no paranormal e religiosidade também não foi explorado na sociedade Chinesa.
Na última década, embora tenham surgido estudos buscando correlações entre variáveis de personalidade ou psicopatologia e crenças paranormais (por exemplo, Dag, 1999; Rattet & Bursik, 2001; Wiseman, Greening & Smith, 2003; Wolfradt, 1997), muitos deles apresentaram resultados inconsistentes. Por exemplo, estudos empíricos demonstraram que a extraversão possui uma forte associação entre crenças paranormais e experiências paranormais alegadas (Honorton, Ferrari & Bem, 1992; Schmeidler, 1982). O efeito ovelha-cabra foi observado em indivíduos com maiores pontuações de crença paranormal (ovelhas), que se mostraram mais extrovertidos do que os descrentes (cabras) (Thalbourne, 1981). Contudo, alguns estudos indicaram que a extraversão não está associada a crenças paranormais (Rattet & Bursik, 2001; Windholz & Diamant, 1974). Consequentemente, a extraversão parece não ser um preditor tão óbvio de crença em fenômenos paranormais. Uma possível explicação para as falhas nas replicações é a confiabilidade limitada desse traço psicológico. Portanto, uma das nossas tentativas nesse estudo é encontrar um indicador psicológico estável de crença no paranormal.
Participantes inteligentes ou com alto nível de escolaridade demonstraram ter menor crença no paranormal (por exemplo, Blum & Blum, 1974; Jahoda, 1970; Killen, Wildman & Wildman, 1974) e essa relação não parece ser explicada por efeitos contextuais (Smith, Foster & Stovin, 1998). Além disso, Irwin (1993) argumentou que diversos estudos não encontraram correlação entre crença no paranormal e inteligência. Musch e Ehrenberg (2002) sugeriram que a capacidade cognitiva geral poderia ser uma variável subjacente crítica correlacionada com a crença no paranormal e, posteriormente, encontraram uma correlação negativa entre a capacidade cognitiva geral e a crença no paranormal.
Contudo, a inteligência ou a capacidade cognitiva geral correlacionam-se com a escolaridade (Kaufman, 1990), que, por sua vez, parece estar relacionada à complexidade cognitiva. De acordo com a Personal Construct Theory [Teoria dos Construtos Pessoais], proposta por George Kelly e posteriormente elaborada por seu estudante James Bieri, uma pessoa cognitivamente complexa possui um sistema de construtos pessoais no qual os construtos são claramente diferenciados, enquanto uma pessoa cognitivamente simples possui um sistema de construtos pessoais contendo construtos pouco diferenciados (Potkay & Allen, 1986). A mensuração da complexidade cognitiva indica o grau de diferenciação dos construtos pessoais construídos pelo participante, ou seja, o grau de não sobreposição desses construtos. Pessoas com maior complexidade cognitiva apresentaram níveis mais elevados de confiança (Adams-Webber, 2003). Nós suspeitamos que a complexidade cognitiva possa ser um importante preditor da crença no paranormal. O efeito da complexidade cognitiva sobre a crença no paranormal ainda precisa ser determinado.
Portanto, esse estudo tem dois propósitos. Primeiro, foi construída a versão Chinesa da Revised Paranormal Belief Scale [Escala Revisada de Crença no Paranormal]. Segundo, foi examinado o relacionamento entre crença no paranormal, religiosidade e complexidade cognitiva. A hipótese era de que a complexidade cognitiva se correlacionaria negativamente tanto com a crença no paranormal quanto com a religiosidade.
MÉTODOS
Participantes
Quarenta estudantes universitários (15 homens e 25 mulheres) do Departamento de Psicologia da Universidade Cristã Chung Yuan, em Taiwan, foram recrutados para participar desse estudo. As suas idades variaram de 18,42 a 30,75 anos, com média de 21,02 anos. A formação religiosa dos estudantes era composta por 5% Católicos/Cristãos, 15% Budistas, 15% Taoístas (religião folclórica Taiwanesa), 2,5% com outras religiões (não especificadas) e o restante sem crença religiosa. Essa amostra não representa a proporção de crenças religiosas na população de Taiwan. O consentimento informado foi obtido de cada participante.
Instrumentos e Procedimento
Cada participante foi submetido aos seguintes testes em sequência: a grade de repertório, a Escala de Crenças Paranormais Revisada e a Escala de Religiosidade Pessoal.
RESULTADOS
Para o RPBS, a consistência interna (alfa de Cronbach) foi de 0,88, com a correlação item-total corrigida variando de 0,10 a 0,76. Os resultados da análise fatorial confirmatória mostraram que sete fatores foram extraídos, explicando 72,8% da variância total. O gráfico de sedimentação indicou que dois fatores podem ser a melhor solução. A matriz de correlação entre os fatores do RPBS e do PRS é apresentada na Tabela 1.

Nota: Para os fatores do RPBS, TRAD = crença religiosa tradicional; PSI = psi; WITCH = bruxaria; SUPER = superstição; SPIRIT = espiritualismo; EXTRA = formas de vida extraordinárias; PRE = precognição. Para os fatores do PRS, BELIEF = crença religiosa; NAT = natureza/ambiente; VIRTUE = virtude versus mal; ACTIV = atividades religiosas; VALUE = valor/felicidade da vida; AFTER = vida após a morte; PHYSI = qualidade da substância física; BIRTH = nascimento/gravidez.
* p < .05. ** p < .01. *** p < .001.
Para a variabilidade de intensidade (complexo cognitivo), a correlação com cada um dos fatores do RPBS e do PRS não foi significativa, exceto com o fator de crença religiosa do PRS (r = -0,517, p < 0,001), conforme mostrado nas Tabelas 2 e 3.


DISCUSSÃO
Em relação à construção da versão Chinesa do RPBS, constatou-se que ela apresentou confiabilidade satisfatória (alfa de Cronbach = 0,88). A validade de construto pôde ser validada pela matriz de correlação entre os fatores do RPBS e do PRS. As correlações significativas refletiram uma relação razoável entre os fatores das duas escalas, respectivamente, no contexto da cultura Chinesa em Taiwan. Por exemplo, o fator crença religiosa tradicional do RPBS apresentou correlações significativas com os seguintes fatores do PRS: crença religiosa, natureza/ambiente, virtude versus mal, atividades religiosas e vida após a morte. Isso refletiu com bastante precisão o pensamento religioso tradicional Chinês predominante. Outro exemplo foi o fator superstição do RPBS, que apresentou correlações significativas com os fatores natureza/ambiente e nascimento/gravidez do PRS.
Os resultados indicaram que a crença no paranormal e a religiosidade são dois construtos diferentes, apesar de alguma possível sobreposição, como nas escalas de crença religiosa tradicional, espiritualismo, crença de que a natureza/o meio ambiente pode afetar o bem-estar e a sorte dos indivíduos e vida após a morte (todos esses fatores apresentaram cinco correlações significativas com a outra escala, ver Tabela 1). Dois fatores da PRS (virtude versus maldade e qualidade da substância física) não apresentaram relacionamento com a RPBS. A ausência de relacionamento entre a RPBS e o fator valor/felicidade da vida da PRS pode implicar que a experiência da felicidade e a crença no paranormal são dois construtos diferentes. A ausência de relação entre a RPBS e o fator qualidade da substância física da PRS pode indicar que as crenças na medicina Chinesa e a crença no paranormal são duas crenças diferentes. Isso também pode refletir a diferença cultural entre o Ocidente e o Oriente.
Comparando os itens do fator de crença religiosa tradicional e do fator de crença religiosa do RPBS e do PRS, respectivamente, a principal diferença foi que o último fator mediu a fidelidade religiosa ao invés da crença religiosa. É interessante notar que os resultados desse estudo indicaram que quanto maior a fidelidade religiosa de uma pessoa, menor a sua complexidade cognitiva e vice-versa. Como a educação pode contribuir para o aumento da complexidade cognitiva, ainda é necessário verificar empiricamente se essa atua como mediadora entre educação e crença religiosa.
Por fim, as limitações desse estudo incluem o tamanho reduzido da amostra (N = 40) e a ausência de um procedimento de retrotradução da versão Chinesa do RPBS. Mais pesquisas são necessárias para investigar as propriedades psicométricas da RPBS e da PRS. Além disso, as diferenças culturais na crença no paranormal e na religiosidade também são questões importantes a serem exploradas no futuro.
REFERÊNCIAS
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Kahuna Research Group é uma rede de pesquisadores, curadores, professores, editores, buscadores e membros de apoio que utilizam uma abordagem profissional para explorar a metafísica no Havaí e no exterior. Os nossos membros se orgulham da honestidade e do profissionalismo, pois nós acreditamos que essa é a chave para estabelecer um relacionamento sólido e duradouro entre clientes, observadores e membros. Nós buscamos aprender alguma coisa nova com cada caso e nós combinamos as diversas metodologias e habilidades únicas de cada um com o bom senso tradicional para desmistificar, refutar ou validar cada caso que nós recebemos.
KRG foi fundado por Zach Royer, residente da Ilha do Havaí e autor, simplesmente porque não havia outras organizações explorando ativamente a vasta gama de mitos Havaianos, relatos/histórias de fantasmas e lendas urbanas. O grupo foi oficialmente fundado em 11/11/2011, mas as lendas e os mitos que nós exploramos remontam a milhares de anos. O grupo cresceu rapidamente e os nossos membros aprimoraram os seus conhecimentos na área paranormal, cursando o programa de Certified Paranormal Investigators [Investigador Paranormal Certificado] oferecido pelo Instituto de Metafísica.
Logo após a formação do grupo principal, nós atraímos a atenção de produtores de Hollywood, o que nos levou a realizar uma investigação subterrânea para um programa de TV exibido no Travel Channel em 2013, chamado “Legends of Hawaii”, no segmento “Searching for Pele”. Veja um trecho do vídeo em http://www.travelchannel.com/shows/legends-of/video/searching-for-pele.
Como nós atraímos público e nós somos o único grupo ativo a investigar os mistérios ancestrais da Ilha Havaiana e além, Kahuna Research Group continua na vanguarda da exploração do paranormal no paraíso, ao mesmo tempo que ajuda a manter viva a história e o mistério locais.
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Imagem: Hawaii Volcanoes National Park – Madame Pele – 31.05.26
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Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;
Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;
Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;
Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;
Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;
Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;
Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;
Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;
Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;
Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;
Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;
Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1 – Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA – 2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;
Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;
Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];
Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

