Série de artigos sobre o livro “The Secret Science Behind Miracles” – Max Freedom Long – Psicofilosofia Huna

Estamos transcrevendo trechos do livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], autor Max Freedom Long, originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St., para conhecimento e entendimento sobre a Psicofilosofia Huna e sobre o sistema de pensamento do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, praticado pelos Kahunas Polinésios.

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Sobre o Livro:

O livro “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres’], de autoria de Max Freedom Long, como uma fonte primária de conhecimento e entendimento da sabedoria Huna praticada pelos Kahunas na Polinésia, explora as complexas interseções entre práticas espirituais ancestrais e princípios científicos modernos, criando uma narrativa envolvente que convida os leitores a reconsiderar a natureza da realidade. A prosa eloquente de Long mescla ensinamentos místicos com aplicações práticas, revelando como os mecanismos do pensamento e da crença podem influenciar a experiência pessoal e facilitar resultados milagrosos. Enraizada no contexto da filosofia do Novo Pensamento, essa obra sintetiza conceitos metafísicos com insights da psicologia, oferecendo aos leitores uma perspectiva transformadora sobre espiritualidade e auto empoderamento. Max Freedom Long, uma figura renomada nos campos da metafísica e da espiritualidade, dedicou grande parte de sua vida ao estudo das antigas artes de cura [healing] Havaianas e das verdades universais que as fundamentam. A sua extensa pesquisa, incluindo o estabelecimento da filosofia [psicofilosofia] Huna, proporcionou-lhe um entendimento singular de como a consciência no nível da percepção [consciousness] opera em relação ao mundo físico. A experiência de Long como escritor e palestrante reflete o seu compromisso em desvendar os segredos das manifestações milagrosas, tornando-o uma voz autorizada nessa área. Esse livro é altamente recomendado para leitores que buscam aprofundar o seu entendimento sobre o poder do pensamento e da intenção na formação da própria realidade. Seja você um buscador de sabedoria espiritual ou simplesmente curioso sobre a ciência por trás dos milagres, a exploração esclarecedora de Long lhe dará o poder de aproveitar esses princípios transformadores em sua própria vida.” Fonte: Amazon Books.

Sobre o Autor:

“Max Freedom Long foi um escritor Americano e autor da Nova Era que nasceu em 26 de outubro de 1890 e faleceu em 23 de setembro de 1971. Max Freedom Long nasceu em Sterling, Colorado. Os pais dele eram Toby Albert Long e Jessie Diffendaffer. Quando o censo de 1910 foi realizado, ele trabalhava como fotógrafo em sua cidade natal e morava com os seus pais na casa de seu avô. A partir de setembro de 1914 até junho de 1916, ele frequentou a Los Angeles State Normal School [Escola Normal Estadual de Los Angeles]. Após dois anos, ele obteve um diploma de Associado em Artes em educação geral. Depois de se formar, ele trabalhou por um curto período em Los Angeles como mecânico de automóveis. Long foi para a Ilha principal do Havaí em 1917 para lecionar em escolas primárias. Ele se mudou para Honolulu em 1920 e permaneceu lá até 1932, trabalhando em uma loja de fotografia que mais tarde ele comprou. Em 1920, ele se casou com Jane Jessie Rae, que era da Inglaterra e proprietária do Hotel Davenport em Honolulu. Quando ele chegou ao Havaí, ele disse que alguns dos nativos praticavam o que ele chamava de magia. Long escreveu que a princípio ele não acreditava que essa magia funcionasse, mas com o tempo ele passou a acreditar que sim.”

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—Continuação do Artigo 197 – Como os Kahunas Combatiam as Coisas Horríveis das Trevas—

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XVII. The Secret Within the Secret

XVII. O Segredo Dentro do Segredo

O homem como um ser trino. Símbolo do triângulo. A “Queda”. Remanescentes do Kahunaísmo no Cristianismo. Reencarnação e os Senhores do Carma. O self básico, a “consciência”. Somente o self médio pode pecar. Bloqueando o Caminho. Dogmas, oferendas, rituais, salvações nas religiões. Huna como uma ciência e não como uma religião. Conhecimento “‘que pode ser levado conosco’ (após a morte)”. Praticabilidade da Huna.

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“O Segredo dentro do Segredo maior era o fato de existir um terceiro self conectado ao homem e os seus dois selfs básico e médio. A natureza desse Self Superior (Aumakua) e os meios de obter a sua ajuda também pertenciam ao Segredo interior.

Nesse aspecto, os kahunas estavam muito à frente em suas descobertas. Eles sabiam que jamais eles poderiam fazer mais do que conjecturar sobre o fato da existência ou da natureza de Seres mais superiores na escala de consciência no nível da percepção [consciousness] do que os Selfs Superiores.

A conjectura deles era uma tradicional. Eles supunham que os Seres Superiores seriam semelhantes aos mais inferiores que conheciam no homem. Eles subscreviam o antigo axioma ‘Assim como em cima, é embaixo’. Eles podem ter sido os originadores desse princípio, pois nenhum outro psicorreligioso parecia ter um conhecimento definitivo e detalhado dos três espíritos separados e independentes que compõem o homem.

Os Kahunas sabiam que o homem era um ser trino — um dos três espíritos — então eles supuseram que os deuses e até mesmo o Ser Supremo, o mais elevado, seriam trinos por natureza. Essa ideia pode ter se originado com os Kahunas ou não, mas se espalhou pelo mundo e aparece no Cristianismo e no Bramanismo, se não na tradição do Grande Espírito dos Ameríndios.

Os Kahunas supunham que os Seres Superiores seriam semelhantes aos mais inferiores que conheciam no homem. Eles subscreviam o antigo axioma ‘Assim como em cima, é embaixo’.

Onde quer que o símbolo do triângulo apareça, é seguro dizer que o segredo da natureza trina do homem e, possivelmente, dos deuses, foi incorporado à religião do povo. É verdade que o verdadeiro significado dos três lados do triângulo, representando os três selfs do homem, pode ter se perdido ou sido mal entendido, mas o símbolo foi preservado e reverenciado. No Egito, as pirâmides apresentaram ao mundo quatro faces de forma triangular. Na América Central, o triângulo era conhecido e usado na religião.

Fonte: pexels-luisacastillo1029-7422689 09.04.26

Outra crença antiga e difundida, comum aos Kahunas e a religiosos posteriores, era a de que parte da CONSCIÊNCIA NO NÍVEL DA PERCEPÇÃO [CONSCIOUSNESS] DE SERES SUPERIORES teria descido à matéria física. Isso explicaria a criação da Terra e das formas de vida mais inferiores, dando origem a diversas versões da ‘QUEDA’ presentes em várias religiões. Como consequência lógica da crença na ‘queda’, surgiu a crença de que todas as criaturas mais inferiores, encabeçadas pelo homem, estavam em seu caminho de volta à escala, retornando lentamente ao Deus Supremo.

As religiões estão repletas de detalhes sobre a descida e a ascensão, mas devido às suas limitações mentais, o homem de nível self médio jamais poderá fazer mais do que especular. Os caminhos do Self Superior são, em grande parte, insondáveis e os caminhos de seres ainda mais elevados são totalmente insondáveis. As diversas escrituras que se supõe terem sido dadas à humanidade por revelação divina mostram, nas coisas reveladas, invenções da mente do self médio. Não há concordância entre os dois textos revelados. A ÚNICA COISA DA QUAL NÓS SOMOS CAPAZES DE TER CERTEZA É QUE EXISTE UM SELF SUPERIOR ao qual se é capaz de recorrer para obter auxílio nos problemas da vida cotidiana.

Em quase todas as religiões, podem-se encontrar algumas das crenças dos Kahunas, mesmo que distorcidas a ponto de se tornarem inúteis e esticadas a extremos fantásticos.

A ÚNICA COISA DA QUAL NÓS SOMOS CAPAZES DE TER CERTEZA É QUE EXISTE UM SELF SUPERIOR ao qual se é capaz de recorrer para obter auxílio nos problemas da vida cotidiana.

Os Kahunas sabiam que os espíritos dos homens retornam pelo menos uma vez para renascer em corpos físicos. O self básico retorna para renascer como um self médio em outro corpo humano. Alguns espíritos podem retornar para renascer várias vezes em um corpo físico, mas a ideia de infinitas encarnações do homem como um único espírito em inúmeros corpos é um exemplo de estender uma ideia original a extremos absurdos. No Cristianismo e nos ensinamentos dos Judeus, Muçulmanos e Indígenas Americanos, a ideia de reencarnação é encontrada apenas em vagas menções. Na mais recente das religiões ‘reveladas’, aquela baseada na nova Bíblia de Oahspe, não se encontra nenhuma doutrina de reencarnação.

O mesmo pode ser dito, em certo sentido, sobre a doutrina do Karma, que se tornou um fardo para os religiosos na Índia. A ideia original parece ter sido a de que, ao ferirmos (magoarmos) os outros, nós nos expomos a ataques espirituais ou nós desenvolvemos complexos de culpa e, por causa deles, nós nos isolamos do contato direto com o nosso Self Superior — resultando em diversas dificuldades.

A ideia Hindu de Karma surgiu da expansão dessa concepção original simples, ainda mais do que a ideia de reencarnação. Com alguma lógica, foi ensinado que a ‘Lei do Karma’ começava a funcionar no nível de consciência no nível da percepção [consciousness] imediatamente abaixo de Deus-o-Não-Manifesto.

Todos os seres mais inferiores a esse Supremo deveriam ser governados por essa Lei. Para completar a lógica dessa suposição absurda sobre as condições em níveis de consciência no nível da percepção [consciousness] tão impensáveis, foram inventados os ‘Senhores do Karma’ para executar a fina justiça. Eles precisavam de inúmeros auxiliares para observar cada ser senciente nos céus inferiores e na Terra, registrando as suas boas e más ações. Os registros precisavam ser escritos e a escrita exigia um livro, que foi inventado na forma de um akasha invisível, onde todos os registros eram mantidos e todas as coisas registradas até o último instante.

Os Senhores do Carma, como se pode ver claramente, não puniam os ímpios na mesma encarnação em que a maldade era praticada. Os ímpios prosperavam com frequência, como o loureiro verde. Essa falha no sistema foi disfarçada pela invenção da ideia de que a punição era administrada em alguma encarnação posterior.

A mesma ideia de uma forma ideal e absolutamente equilibrada de justiça divina encontra-se no Antigo Testamento, mas nenhuma tentativa foi feita para encobrir, com a reencarnação, a falha do homem ímpio que prosperava. A punição no inferno era igualmente eficaz e contrastava fortemente com a ideia de um paraíso para os bons após a morte.

No Cristianismo, nós encontramos muitas coisas que não vieram como ensinamentos diretos de Jesus e cuja origem se perdeu. A ideia dos Senhores do Carma é substituída por São Pedro como guardião do portão do Céu e pelo Livro da Vida, no qual, de alguma forma indefinida, os anjos registram cada vida.

O Cristianismo é a religião mais próxima do conhecimento original dos Kahunas dentre as grandes religiões. Nos rituais da Igreja de Roma — cuja origem é desconhecida — nós encontramos equivalências aos rituais Kahuna utilizados na cura [healing]. Os Kahunas exigiam uma confissão e utilizavam água energizada com força vital como estímulo físico, acompanhando a palavra sugestiva proferida para ‘perdoar’ um paciente ou dissolver um complexo de culpa após a reparação de ofensas causadas a outros. Na Igreja Romana, após a confissão, a água benta é utilizada no ritual do perdão, juntamente com as palavras sugestivas, mas o papel desempenhado tanto pelo complexo quanto pela sugestão foi há muito esquecido. A penitência realizada por ordem do sacerdote antes do rito de absolvição ou perdão, contudo, está bastante alinhada com o rito mais antigo como um bom estímulo físico, mesmo que hajam pecados a serem perdoados que não envolvam ofensas a outros.

Os métodos dos Kahunas para exorcizar espíritos obsessivos ou assombrosos ainda se fazem presentes, de certa forma, nos ritos de exorcismo da Igreja.

A crença dos Kahunas no Self Superior ou Aumakua está bem preservada no Cristianismo. Jesus, segundo os relatos do Novo Testamento, orava ao seu Pai no Céu quando desejava auxílio divino para realizar milagres. Era isso que os Kahunas faziam, porém com um método de oração que envolvia mais rituais devido aos diversos elementos envolvidos. Ao instruir os seus discípulos, Jesus teria dito que eles também deveriam orar ao Pai Divino, mas enfatizou que a oração deveria ser feita em Seu nome. Isso só seria lógico se Jesus se considerasse um Ser Superior. De qualquer forma, essa questão não fará a menor diferença no uso de uma forma de oração ao Self Superior para obter auxílio na cura [healing]. A caminhada sobre brasas é realizada com a ajuda do Self Superior e essa ajuda é obtida por homens de uma surpreendente variedade de religiões — nenhum dos quais, curiosamente, é Cristão.

Na Índia, o Bhagavad Gita alude à existência dos três espíritos do homem, mas o Self Superior dos Kahunas é confundido com o ‘espírito do Supremo’, que pertence a um nível completamente diferente. (Tradução de Judge, página 57: ‘Aqueles que repousam em mim, reconhecendo-me como o Adhibhûta, o Adhidaivata e o Adhiyajña, reconhecem-me no momento da morte.’) Como se considera dever de cada pessoa sofrer e, assim, expiar o seu mau karma, a maioria dos Hindus não ora para obter auxílio dos Seres Superiores na resolução dos problemas da vida cotidiana.

No Cristianismo, existe um mecanismo curioso e quase singular na expiação vicária dos pecados. Essa doutrina é obscura em sua origem, mas assemelha-se bastante à crença dos Kahunas de que se pode ser perdoado pelos pecados ao invés de sofrer sob a rígida lei do karma, pagando até o último iota. Segundo a crença Cristã, Jesus fez a expiação final e completa pelos pecados do mundo com a sua morte na cruz. Esses pecados do mundo parecem incluir os pecados dos recém-nascidos que ‘nascem em pecado’ — um dogma, no mínimo, estranho. O Cristão não precisa necessariamente fazer restituição ou reparação na mesma medida. Aliás, ele não poderia, caso tivesse usado o nome de Deus em vão, pois as suas palavras não poderiam ser retratadas. Logicamente, ele teria que sofrer no inferno após a morte para fazer as pazes, mas, de acordo com o plano Cristão de salvação, ele pode se arrepender e obter o perdão de um sacerdote ou, melhor ainda, por meio de uma oração direta a Deus em nome do grande expiador, Jesus.

Os Kahunas, repetindo mais uma vez, sabendo que os Seres Superiores não podem ser feridos pelo homem vivo e, portanto, não podem ser alvo de pecados, não reconhecem o pecado de usar profanidade. O único pecado reconhecido é ferir (magoar) outro ser humano. Por tal ferimento (mágoa), é preciso reparar o dano causado. De nenhuma outra forma o malfeitor pode se convencer de que acertou as contas e não é mais culpado daquele pecado comum. Se não estiver convencido de que ele não é mais culpado, a fixação na culpa, mantida por seu self básico, não pode ser removida pela purificação ritual ou kala — perdão ou restituição (reparação do erro) da Luz simbólica.

O único pecado reconhecido é ferir (magoar) outro ser humano.

Nessa questão do perdão dos pecados no Cristianismo e da remoção do complexo de culpa no sistema Kahuna, há um ponto de grande importância que não tem que ser negligenciado. É o fato de o Cristão acreditar que os seus pecados são contra Deus, bem como contra o homem e que ele tem que obter o perdão de Deus, mesmo que não daqueles a quem prejudicou. Na prática Kahuna, o Ser Superior não é invocado para o perdão. Parece ter sido assumido que o pecador tinha que reparar o dano e obter o seu próprio perdão apelando para aquele a quem ele tivesse prejudicado (magoado). Isso é surpreendente, em sua lógica, para o Cristão comum, a quem nunca ocorreu que o único lugar para se obter perdão é o indivíduo contra quem se pecou. Sob o sistema Kahuna, a racionalidade da exigência Judaica e Cármica de reparação exata e completa pelos pecados é evidente, sem evasão por meio de arrependimento ou expiação vicária. No entanto, o sistema Kahuna se limita à dimensão do próprio pecado e não se expande para incluir deuses cuja existência e natureza são coisas que nós somos somente capazes de conjecturar.

Será visto que o sistema Huna era preciso e detalhado, lógico e direto ao ponto. Era simples e satisfatório devido a um conhecimento mais profundo do complexo e do self básico que o abriga.

Outro ângulo da expiação do pecado pode ser visto no papel desempenhado pelo pecado em impedir o contato normal entre o self básico e o Self Superior daquele que pecou. Visto que os Kahunas sustentavam que ninguém pode ferir (magoar) o Self Superior de forma alguma e que o Self Superior não tem participação em interromper a linha de contato entre si e o self básico, segue-se que o self básico, por causa do sentimento de culpa que compartilha com o self médio, sente vergonha e é como uma criança travessa que evita a presença dos pais por causa de seu sentimento de culpa e vergonha.

Acredita-se que o self básico não possui senso próprio de certo e errado, sendo ainda um self animal. Ele obtém as suas noções sobre tais assuntos do self médio, cujo poder de raciocínio lhe permite discernir o certo do errado. Como o self básico é ensinado a aceitar cegamente a decisão do self médio sobre o certo e o errado de todas as ações, ele tende a desenvolver fixações de culpa de uma maneira bastante surpreendente. Uma vez que o self médio toma uma decisão sobre o certo ou o errado de uma ação e essa decisão é transmitida como um pensamento ao self básico para ser guardada, o processo de fixação é quase automático. Isso ocorre porque o self básico esteve presente e percebeu a ação física concreta que causou o ferimento à vítima. Trata-se de um estímulo físico sólido e tangível que, ao ser observado pelo self básico, fixa imediatamente o sentimento de culpa, tornando-o um complexo de grande peso. Para dissipar esse complexo, é necessário convencer o self médio de que as devidas reparações foram feitas antes que haja qualquer esperança de fazer com que o self básico abandone a sua crença arraigada.

Acredita-se que o self básico não possui senso próprio de certo e errado, sendo ainda um self animal. Ele obtém as suas noções sobre tais assuntos do self médio, cujo poder de raciocínio lhe permite discernir o certo do errado.

Se um Cristão ou outro religioso acredita que é capaz de pecar contra Deus e praticar atos inofensivos que considera pecados, como faltar à missa ou usar palavrões, a fixação não é tão importante, pois não foi acompanhada por um estímulo físico direto. Nesses casos, um método vago e geral de reparação é encontrado no jejum e em outras formas de autonegação. Como essas práticas são excelentes estímulos físicos, elas funcionam muito bem para dissipar as fixações de culpa menores causadas pela quebra de mandamentos religiosos dogmáticos. É por uma razão muito boa e prática que o jejum e a oração continuaram sendo, ao longo dos anos, os ritos mais utilizados para buscar o perdão pelos pecados.

Os pecados de omissão são geralmente aqueles tratados por meio do jejum e de outros estímulos físicos poderosos, porém indiretos, pelos Kahunas. Ser menos que bondoso, negligenciar o próprio dever ou falhar de alguma forma que cause vergonha tende a formar um complexo de culpa. Muitas vezes, esses complexos de culpa estão presentes sem que tenhamos ciência disso.

O self básico é a ‘consciência’ [‘conscience’; senso moral], uma vez que tenha recebido a partir do self médio o treinamento no que é certo e errado. Esse treinamento geralmente ocorre na infância, por instigação de pais vigilantes. Castigos físicos contribuem muito para fixar crenças sobre o certo e o errado no self básico antes dos seis anos de idade. Quando alguém é atingido pela sua consciência [conscience], trata-se de uma reação emocional, não lógica. Claro que pode ser ambas, se o self médio concordar que está agindo errado. Esse fato crucial é bem ilustrado pela peculiar moralidade dos caçadores de cabeças selvagens. Eles considerariam um grande pecado decapitar um amigo, mas um ato de grande virtude decapitar um inimigo. A consciência [conscience] NÃO é algo instintivo dado por Deus. Ela é simplesmente a reação emocional natural de um self básico que tem sido ensinado que certas coisas são certas e outras erradas.

Somente o self médio pode pecar. Os animais na selva comem uns aos outros sem pecar. O self básico é um animal, mesmo quando associado a um self médio e ele também é incapaz de pecar.

A consciência [conscience] NÃO é algo instintivo dado por Deus. Ela é simplesmente a reação emocional natural de um self básico que tem sido ensinado que certas coisas são certas e outras erradas.

Como tem sido explicado anteriormente, o contato entre o Self Superior e o homem mais inferior se dá através do self básico e ao longo do cordão de conexão, uma substância invisível e sutil derivada do corpo sutil do self básico. Se o self básico se convence de que o homem cometeu um ato errado, ele sente vergonha e se recusa a contatar o Self Superior da maneira telepática regular, através do cordão de conexão. Assim, as orações não são dirigidas ao Self Superior. A sua ajuda não é solicitada — e, sob a lei de que o homem tem que ter liberdade para agir na maioria das coisas — nenhuma ajuda ou orientação é dada. O resultado é que o homem comete erros e se mete em problemas. Os Kahunas se referiam a isso como um BLOQUEIO DO CAMINHO. O ‘caminho’ [‘path’], a ‘maneira’ [‘way’] e a ‘luz’ [‘light’] são palavras simbólicas que indicam a conexão entre o self básico e o Self Superior. As palavras Kahuna ‘la’ e ‘ala’ se traduzem nessas três palavras. O mesmo uso dessas palavras como símbolos é encontrado na Índia e no Cristianismo, mas com significados menos diretos e definidos.

Somente o self médio pode pecar. Os animais na selva comem uns aos outros sem pecar. O self básico é um animal, mesmo quando associado a um self médio e ele também é incapaz de pecar.

Como é confuso tentar considerar os ensinamentos de muitas religiões ao mesmo tempo e compará-los com a tradição dos Kahunas, é melhor comparar as crenças dos Kahunas com as atividades básicas encontradas na base das religiões.

Como tem sido explicado anteriormente, o contato entre o Self Superior e o homem mais inferior se dá através do self básico e ao longo do cordão de conexão, uma substância invisível e sutil derivada do corpo sutil do self básico.

O primeiro aspecto a ser examinado é o impulso humano básico de buscar ajuda em um ‘deus’ de algum tipo, ou de tentar apaziguar o deus caso ele pareça irado e castigue a humanidade com pragas e desastres.

É necessário estabelecer um contato com o deus e uma oração ou pedido de atenção deve ser feito, como ‘Ó, ouve a nossa oração!’. Como as orações não eram ouvidas ou não recebiam atenção, o suplicante recorria a diversos recursos. Os Indígenas Americanos do Sudoeste dos Estados Unidos faziam elaboradas pinturas de areia para simbolizar o que era desejado em oração. Judeus e Cristãos jejuavam como complemento à oração. Existiam ritos de purificação que supostamente tornavam o homem suficientemente imaculado para ser aceitável perante o deus em oração.

Esse processo de purificação se transformou em um ritual complexo na maioria das religiões. Dogmas se desenvolveram para ensinar que um homem culpado de pecados não poderia ter as suas orações ouvidas a não ser que primeiro fosse ‘perdoado’ e ritualmente purificado. Como as orações dos homens bons recebiam respostas pouco melhores do que as dos ímpios, iniciou-se uma busca por pecados dos quais um homem bom pudesse ser culpado. Os pecados de omissão e os ‘pecados originais’ foram inventados.

No processo de obter o perdão por todas as formas de pecado e com o propósito geral de agradar aos deuses e assim obter os seus favores, oferendas eram feitas. Tais oferendas eram comuns nos primórdios da história. Frutas, flores, alimentos, animais para sacrifício e até mesmo sacrifícios humanos eram utilizados. Altares eram erguidos como local de sacrifício e sacerdotes eram designados para oficiar tanto as oferendas quanto as orações.

Quando os deuses eram apaziguados e as inundações e pragas ou dificuldades individuais cessavam, haviam oferendas de agradecimento, mas essas desempenhavam um papel pequeno no esquema geral.

No momento da morte e da partida da alma (quase universalmente reconhecida) do homem ou das almas do corpo, orações e sacrifícios eram feitos pelos vivos pela felicidade e conforto do falecido no ‘outro mundo’. Os ímpios podiam ir para o inferno, ou a maioria dos homens podia ir para um lugar de punição temporária. Um ritual de oração no leito de morte era comumente realizado por um sacerdote em lugares tão distantes quanto os centros Ocidentais do Cristianismo e os recônditos do Tibete.

Quase sempre surgia uma doutrina de um ‘povo escolhido’ no curso do desenvolvimento das religiões. Os Judeus eram um desses povos escolhidos. O convertido ao Cristianismo tornava-se um dos escolhidos porque aceitava Jesus como o ponto central de suas crenças religiosas e dependia de uma iniciação nas fileiras dos escolhidos por meio do batismo, da confirmação e de vários ritos semelhantes, com o objetivo de alcançar a ‘salvação’.

Todas as ‘salvações’ eram mais ou menos semelhantes nas religiões. Toda a necessidade de ser ‘salvo’ surgia de uma crença dogmática de que o homem, em seu estado normal, era deficiente de alguma forma. Ele poderia ter ‘nascido em pecado’ ou poderia pertencer a uma tribo que não era de nenhum povo ‘escolhido’. Na Índia, onde não havia expiação vicária e consequente salvação por meio da crença em um ‘salvador’, o caminho da salvação era longo e difícil. Passava por milhares de encarnações enquanto o karma era cumprido.

Quase todas as religiões eventualmente se desenvolveram a ponto de haver uma crença dogmática de que um edifício ou local especial era necessário para a oração adequada aos deuses. A partir do altar e do santuário surgiram a igreja e o templo. Embora o propósito principal da religião fosse apaziguar os deuses ou obter respostas às orações, havia também um conceito idealista frequentemente presente na crença de que o louvor e a adoração aos deuses eram necessários. Os povos primitivos dançavam para entreter os deuses. Eles alimentavam os deuses com holocaustos e sacrifícios de sangue — o sangue sendo considerado por muito tempo uma fonte provável da qual os deuses poderiam obter sustento (no Cristianismo, o ‘sangue do Cordeiro’ era necessário para apaziguar a Deus e obter a Sua permissão para uma expiação vicária pelos pecados do mundo, etc.).

Os dogmas se multiplicaram e os sacerdócios floresceram à medida que cada religião envelhecia. Na busca eterna por um meio de obter resposta às orações de um deus, desenvolveram-se práticas ilógicas e surpreendentes. Flagelação, castração, aversão a todas as relações sexuais normais, circuncisão para prevenir a masturbação — a lista é longa. Na Índia, as austeridades praticadas eram e são surpreendentes. O ensinamento do Cristianismo de que se deve ‘vender tudo e dar aos pobres, depois seguir-me’ nunca produziu grande efeito na ação individual, exceto quando alguém se torna monge ou freira, mas na Índia, a tigela de esmola e as vestes amarelas são levadas para fora do mosteiro, assim como por membros de ordens monásticas.

Aqui e ali, podem-se observar dogmas religiosos combinados com ritos de purificação que tangenciam o reino da alta magia. No Sri Lanka, um rito de purificação depende da capacidade do indivíduo de passar pelo rigoroso teste da caminhada sobre brasas. (Eu descrevi esse rito conforme visto pelo homem Inglês na Birmânia e filmado e cujos filmes eu assisti. Alguns dos candidatos atravessaram o fogo com sucesso, enquanto outros falharam dolorosamente ou fatalmente.)

A Ciência da Psicologia e a Ciência do Psiquismo não fazem parte da religião. Religião tem a ver com reverência aos deuses ou com o medo e a adoração que lhes são prestados. Assim que nós pedimos favores aos deuses por meio de orações e ritos adicionais, nós entramos no campo da magia, que não é religião pura.

‘Religião’, para citar novamente o Professor Paul Tillich da Universidade de Columbia,

‘é a relação com alguma coisa última, incondicionada, transcendente. A atitude religiosa é a consciência no nível da percepção [consciousness] da dependência, da entrega, da aceitação… A magia é o exercício do poder imanente; a religião é a submissão ao poder transcendente… E mesmo assim, a distinção está permanentemente ameaçada por dois lados. Primeiro, há a necessidade de que o transcendente se manifeste concretamente e, a partir daí, essas manifestações concretas se tornam poderes mágicos para a imaginação religiosa. E segundo, há o desejo natural do homem de obter poder sobre o divino, tornando-o assim um objeto de práticas mágicas.’

A magia é o exercício do poder imanente; a religião é a submissão ao poder transcendente…

Huna pode ser considerada uma ciência ao invés de uma religião, pois quase nada contém de religião (conforme definida acima por um professor de Teologia Filosófica). O Self Superior não é um deus. Ele é o terceiro espírito ou parte do homem. Ele não é mais divino do que o self básico ou o self médio. Ele é simplesmente um passo adiante em termos de poderes mentais e habilidades criativas. Ele é mais antigo e mais sábio e tem uma atitude paternal. Ele pertence à ciência da psicologia tão certamente quanto o self básico e o self médio (ou subconsciente e consciente).

Huna pode ser considerada uma ciência ao invés de uma religião, pois quase nada contém de religião (conforme definida acima por um professor de Teologia Filosófica).

Ao apresentar esse relatório sobre Huna, eu optei por denominá-lo um sistema psicorreligioso, visto que abrange muitos aspectos que sempre foram considerados parte da religião. Contudo, eu considero Huna uma ciência no sentido mais estrito da palavra. Os Kahunas nada sabiam sobre deuses — Seres superiores, talvez, ao Self Superior. Eles não tinham como perceber tais Seres. Eles admitiram abertamente que era provável que tais Seres existissem, mas foram honestos ao dizer que estavam convencidos de que a mente humana jamais seria capaz de fazer mais do que imaginá-los — inventá-los em termos de seres humanos mais inferiores.

Em outras palavras, o impulso básico das religiões antigas de apaziguar os deuses ou obter favores deles (religião mais magia) é substituído na Huna pela operação puramente mágica da oração ao Self Superior com o propósito de obter favores na forma de cura [healing] ou melhoria de nossas circunstâncias por meio de uma mudança no futuro previsível.

Por meio do Self Superior, os Kahunas faziam um apelo aos espíritos capazes de controlar o vento e o clima, bem como os espíritos que controlavam as formas de vida inferiores. (Pactos feitos dessa maneira impediam que tubarões nas águas Havaianas atacassem seres humanos — ou pelo menos essa é a alegação dos Kahunas de outrora. De qualquer forma, a mesma espécie de tubarão que ataca homens em outros lugares é inofensiva nas águas Havaianas.)

Ao invés de alimentar os deuses com sangue e oferendas queimadas, os Kahunas entendiam o segredo que se escondia por trás dos aspectos externos de todo sacrifício. O Self Superior, para produzir resultados no plano físico, tem que extrair do corpo físico do homem terreno força vital ou mana suficiente para usar em seu trabalho.

O costume de construir templos ou santuários para auxiliar no contato com os deuses não era praticado pelos verdadeiros Kahunas, embora os falsos Kahunas de épocas posteriores construíssem templos de pedra e oferecessem sacrifícios em vãos esforços para obter resultados mágicos.

Os verdadeiros Kahunas não necessitavam de templos ou santuários. Eles sabiam como enviar mensagens telepáticas ao Self Superior à vontade, independentemente do local ou das condições. Eles não utilizavam símbolos de altar, incenso ou outros mecanismos. (Esses elementos eram reservados para uso como estímulos físicos para impressionar o self básico quando sugestões eram dadas para diversos fins.)

Os diversos ritos utilizados nas religiões para assegurar aos moribundos a sobrevivência em forma espiritual e um certo grau de felicidade como espírito eram desconhecidos para os Kahunas. Em sua ciência pragmática, não havia espaço para dogmas que exigissem uma ‘salvação’. O  ensinamento deles era simplesmente que todas as pessoas deveriam saber que os espíritos dos homens sobreviviam à morte e que as memórias e os complexos da vida física eram transferidos para a vida espiritual, tornando aconselhável que o indivíduo se livrasse de complexos de culpa antes da morte. (Isso pode ter dado origem, nos tempos antigos, às práticas não-Kahuna destinadas a preparar o homem para uma vida melhor após a morte física.)

Os Kahunas acreditavam que, após a morte, o crescimento e a progressão continuavam, com o self básico reencarnando como um self médio no devido tempo e o self médio eventualmente ascendendo ao nível dos Selfs Superiores, primeiro aprendendo a zelar por formas de vida inferiores e, por fim, tornando-se o ‘espírito parental absolutamente verdadeiro’ ou Self Superior de um self básico e self médio encarnado no físico. Pouco se sabia sobre esse processo de crescimento e progressão e pouco se ensinava sobre ele, exceto como parte das doutrinas especulativas da Huna. A graduação, por assim dizer, do self básico para o nível de um self médio se concretiza após a morte, durante um período de inatividade semelhante a um longo sono. Isso nos lembra da larva (lagarta) que se transforma em pupa (crisálida), permanece inativa por um tempo e então se transforma em borboleta.

Foto disponível na internet

A preparação mais importante para a morte tem que ser feita pelo próprio indivíduo. Ele tem que reduzir os seus complexos de culpa ao mínimo e libertar-se de crenças religiosas dogmáticas que o impedirão de se tornar um espírito. Não é necessário passar mais do que alguns meses no plano espiritual antes de continuar o processo de crescimento, desde que se conheça os meandros, como os Kahunas conheciam. Conhecer Huna é conhecer os meandros.

Tudo o que nós podemos levar conosco no momento da morte é o conhecimento e deveria ser o primeiro dever de cada um de nós acumular o conhecimento correto ‘que pode ser levado conosco’ [‘take-withable’], por meio de um estudo cuidadoso das psicorreligiões e do abandono de crenças que não podem ser comprovadas.

Deve-se ter em mente que não há duas religiões inspiradas ou reveladas que concordem entre si e que os ensinamentos obtidos dos falecidos por meio de médiuns mostram uma discordância semelhante. Pode haver uma religião revelada correta e um ensinamento correto de um espírito ou grupo espiritual, ou pode haver uma verdade parcial em todas essas fontes de informação.

Atualmente, nós temos diante de nós apenas um critério básico e prático para avaliar esse material e esse é Huna. Digo isso porque Huna funcionou. Ela tornou a caminhada sobre brasas prática. Ela tornou a cura [healing] mental prática, assim como a cura [healing] instantânea com a ajuda do Self Superior. Isso tornou prático o sistema de obtenção da ajuda do Self Superior para mudar as circunstâncias e o futuro do indivíduo.”

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—Continua no Artigo 199 – O Segredo que Permitiu aos Kahunas Realizar o Milagre da Cura [Healing] Instantânea—

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Imagem: Imagem: Em Oahu – Hawaii Fonte: Alexandre Cyrino

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Referências bibliográficas da OREM1

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Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;

Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;

Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Deborah King Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;

Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;

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“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).

Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].

Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;

Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

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Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

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Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

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Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

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Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

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Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

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Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

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Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

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Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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