Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica dos Kahunas na prática do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose], autor Max Freedom Long, publicado por Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956].

Fonte primária de pesquisa.

Tradução livre Projeto OREM®

Livro:

Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis

Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose

Autor:

Max Freedom Long

Autor de:

• A Ciência Secreta por Trás dos Milagres

• A Ciência Secreta em Ação

• Crescendo em Direção à Luz

Publicado por:

Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956]

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Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose

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—–Continuação da Parte III—–

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Capítulo 8 (cont.)

Nos livros “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta por Trás dos Milagres”] e “The Secret Science At Work” [“A Ciência Secreta em Ação”], toda a questão da oração foi discutida como o tema central da Huna. Embora a autossugestão tenha sido mencionada brevemente em ambos os livros, somente agora o valor total do uso desse método como um complemento à oração foi reconhecido e apresentado.

Para ser eficaz, a oração tem que ser iniciada pelo self médio. Ele tem que reconhecer alguma necessidade e tem que decidir o que será pedido ao Self Superior em oração. Uma vez iniciado o trabalho, ele tem que fazer com que o self básico desempenhe o seu papel importante na elaboração da oração.

O self básico possui, como talento natural, a capacidade de usar a telepatia. Toda oração é telepática e envolve o envio de uma mensagem de formas-pensamento através do cordão que conecta a substância sutil do corpo ao Self Superior, onde quer que ele esteja no momento. Somente o self básico é capaz de enviar tal mensagem. Mais do que isso, somente o self básico é capaz de fornecer a força vital necessária para fluir ao longo do cordão aka até o Self Superior e, nesse fluxo, transportar as formas-pensamento que incorporam a oração.

Toda oração é telepática e envolve o envio de uma mensagem de formas-pensamento através do cordão que conecta a substância sutil do corpo ao Self Superior, onde quer que ele esteja no momento.

O self médio necessita recorrer ao self básico para obter a sua força vital, a fim de transformá-la na força mais potente que nós chamamos de “vontade”. De maneira semelhante, o Self Superior tem que ser suprido com a sua força vital pelo self básico. Ao observar a inviolabilidade do livre-arbítrio dos selfs mais inferiores, o Self Superior extrairá apenas a pequena quantidade de força necessária para a sua função essencial de fornecer orientação geral. Mas, quando convidado a direcionar, auxiliar e participar plenamente da vida trina do indivíduo e quando ele é suprido com toda a força vital necessária, ele é capaz de responder às orações; quanto maior a força fornecida, mais rápida a resposta.

Somente o self básico é capaz de enviar tal mensagem.

Nós temos visto como o self básico recebe as ideias “semente” por meio da sugestão e como essas necessitam ser preenchidas com a força imperativa da “vontade”. A mesma coisa ocorre em relação ao Self Superior quando nós oramos, exceto que nenhuma força sugestiva pode ser usada para compelir o Self Superior a reagir como acontece com o self básico quando um conjunto de ideias é apresentado. O Self Superior, possuindo sabedoria e experiência infinitamente maiores, tem um nível de livre-arbítrio próprio, tão inviolável quanto o dos selfs mais inferiores. O Self Superior tem que ter a liberdade de decidir se o pedido em oração é bom, sábio e o melhor a longo prazo. Ele pode prever o futuro e perceber que, se uma determinada oração fosse atendida, causaria transtornos e problemas mais tarde. Mas se a oração for boa, se houver tempo para que a resposta se concretize como condição ou circunstância, se a força vital for fornecida e a oração for renovada diariamente, a resposta acabará por aparecer.

Mais do que isso, somente o self básico é capaz de fornecer a força vital necessária para fluir ao longo do cordão aka até o Self Superior e, nesse fluxo, transportar as formas-pensamento que incorporam a oração.

A pessoa comum, ao se deparar com uma necessidade urgente que exige oração, clama a Deus ou a um Ser Superior com uma forte onda de emoção, pedindo ajuda. Essa onda de emoção garante que o self básico seja profundamente impactado pela urgência da situação. Ele, e somente ele, cria emoções. Elas são parte de sua essência, assim como a memória e a telepatia. Quando uma emoção é despertada intensamente, invariavelmente ocorre um acúmulo repentino da energia vital. Essa energia pode ser utilizada de diversas maneiras. Em momentos de raiva repentina, ela é usada para atacar ou repelir alguma coisa ou alguém. Em momentos de medo, ela é usada para fugir, se a fuga for possível. E em orações fervorosas, ela é usada automaticamente pelo self básico para estabelecer contato telepático com o Self Superior e enviar o fluxo de energia fortalecedora juntamente com a oração.

Ele [o self básico], e somente ele, cria emoções. Elas são parte de sua essência, assim como a memória e a telepatia.

Por outro lado, a pessoa comum, quando NÃO confrontada com uma situação de grande urgência, simplesmente não reza. A experiência do passado geralmente nos ensina a futilidade de tal oração. Começa-se a lidar com a situação da melhor maneira possível, a não ser que o desespero nos domine. Essa é, de fato, uma condição triste. No Self Superior reside mais sabedoria e poder do que nós somos capazes de imaginar. Ele está disponível para nós, mesmo em assuntos muito pequenos, pois o Self Superior participa plenamente de TODA a vida do indivíduo, quando a porta se abre para ele e o convite para tal é estendido diariamente.

A oração comum é brincadeira de criança. É uma repetição mecânica de orações decoradas, cuja recitação muitas vezes vem a ser apenas um dever religioso. A criança que aprende o dever de recitar uma oração antes de dormir pode manter o hábito, uma vez formado e rezar todas as noites, mas, na melhor das hipóteses, é uma performance amadora, uma imitação da arte refinada da oração completa, eficaz e adequada.

Os elementos da oração completa e perfeita são:

(1) A cooperação dos três selfs.

(2) A decisão sobre o que deve ser pedido em oração. Essa é a tarefa do self médio, mesmo que a orientação do Self Superior seja o que se deve pedir.

(3) A formação da imagem mental da condição desejada. Nessa tarefa, o self médio raciocina a partir das memórias que lhe são fornecidas a pedido do self básico.

(4) A transmissão da imagem mental da condição desejada ao self básico para que esse a apresente telepaticamente ao Self Superior.

(5) Aqui, o self básico assume o controle e inicia o seu trabalho nos bastidores, fora do alcance do self médio. Ele pode obedecer à ordem de fazer o contato telepático com o Self Superior e transmitir a imagem da oração, ou pode simplesmente ignorá-la. Ele pode simplesmente depositar a imagem mental da condição desejada e a memória da ordem no limbo de seus vastos cofres de armazenamento de memória e, em seguida, continuar com o que quer que estivesse fazendo ou pensando. A maioria das orações não vai além desse limbo. É por isso que a autossugestão é a ferramenta incomparável, muito além de seu uso para produzir os benefícios usuais da sugestão, onde a oração não tem papel.

Com a capacidade de usar a autossugestão, o self médio pode finalmente se dedicar com confiança à preparação de uma oração. Então, usando o método já descrito, ele pode carregar a imagem da oração com força vital a tal ponto que, quando o self básico estiver relaxado, ele aceitará o comando, juntamente com a oração. Em ambos haverá cargas de força que exigirão consideração imediata e atenção plena. Ele obedecerá à ordem inata de contatar o Self Superior telepaticamente e enviar-lhe as ideias como formas-pensamento — juntamente com o dádiva inestimável da força vital.

É tão simples quanto isso. Mas é alguma coisa de valor inestimável. Isso nos fornece uma maneira de garantir que a oração seja entregue e fortalecida todas as vezes. Isso pode levar consideravelmente mais tempo para se concentrar na imagem mental da condição desejada a ser incorporada na oração, mas a recompensa justifica o dispêndio de tempo e esforço infinitos. De que outra forma alguém poderia pensar em seu futuro e se dedicar alegremente ao trabalho de fazê-lo seguir caminhos agradáveis ​​e úteis?

A autossugestão, portanto, é um processo em duas partes. Ela começa com a integração do self básico e do self médio, trazendo a vida a condições harmoniosas dentro dos limites desses dois níveis mais inferiores. A segunda parte consiste na integração do terceiro self, ou Self Superior, à equipe e no estabelecimento de planos amplos para o futuro — planos que tomarão forma sob a orientação intuitiva do Self Superior, que frequentemente utiliza as circunstâncias e as manipula de tal forma que um acontecimento fortuito pode mudar completamente o rumo da vida, de um caminho para outro, de uma maneira extremamente benéfica.

Mesmo que nenhuma outra satisfação fosse obtida, o contato diário com o Self Superior seria uma recompensa suficiente em si mesma. Aqui reside o amor profundo e duradouro que se pode sentir e no qual se pode confiar em todas as circunstâncias. Aqui reside a vasta sabedoria da metade Pai do Casal Parental Absolutamente Confiável. Aqui reside o amor e o cuidado maternal da metade Mãe, que é una com o Pai, embora ainda separada.

A injunção religiosa de orar “em meu nome” possui um significado Huna mais profundo, mas para o seu uso externo, pode-se orar diretamente ao Self Superior e contar com Ele para encaminhar a oração a outras Entidades superiores, até mesmo ao Deus Supremo, se necessário. Se alguém desejar orar diretamente a Deus, isso é permitido, mas toda oração tem que em primeiro lugar ser dirigida ao Casal do Self Superior antes que haja qualquer chance de ser transmitida.

Uma oração a Deus, oferecida em nome do Casal Pai-Mãe do Self Superior, cumpre todas as condições e requisitos da injunção Bíblica. Nós podemos confiar plenamente na sabedoria e no amor superiores que sempre trabalham para o nosso bem. Se nós fizermos a nossa parte da melhor maneira possível, dentro das nossas limitações, o resto será feito por nós, exatamente como deve ser feito.

Se alguém desejar orar diretamente a Deus, isso é permitido, mas toda oração tem que em primeiro lugar ser dirigida ao Casal do Self Superior antes que haja qualquer chance de ser transmitida.

Além disso, os Selfs Superiores formam, com outros de seu estágio de evolução, as Grandes Companhias de Espíritos Luminosos (Great Companies of Shining Spirits). Eles não são divididos e isolados como nós, que habitamos corpos físicos. Espaço e tempo os limitam pouco. A comunicação se dá por meio de telepatia de um tipo mais avançado e a distância não é uma barreira. Por essa razão, grupos de nós que somos mantidos separados nos níveis mais inferiores são guiados e protegidos por companhias de Selfs Superiores intimamente associadas — os abençoados “Poe Aumakua” dos Kahunas.

Se alguém deseja fazer muitos amigos maravilhosos e poderosos nos lugares mais elevados, a Grande Companhia é o ponto de partida. E como se entra em contato e atrai o amor e a amizade daqueles que ocupam tais lugares elevados?

Simplesmente ajude aqueles nesse nível de vida que necessitam de ajuda e a gratidão de seus Selfs Superiores — que muitas vezes estão isolados e incapazes de auxiliar aqueles que tropeçam — será como uma luz constante em seu caminho. Esses amigos da Grande Companhia podem ser solicitados, por meio do seu Self Superior, a ajudá-lo a auxiliar aqueles sobre os quais eles zelam como Anjos da Guarda. E eles o ajudarão poderosamente. Se alguém deseja receber as dádivas mais radiantes e duradouras da vida, o caminho leva para o SERVIÇO e através do SERVIÇO.

Se alguém serve fielmente e demonstra confiabilidade com o que lhe é dado, seja em bens materiais ou sabedoria — se utiliza as dádivas crescentes para ajudar os outros no aspecto físico ou mental da vida — jamais faltarão meios para servir.

Se alguém deseja receber as dádivas mais radiantes e duradouras da vida, o caminho leva para o SERVIÇO e através do SERVIÇO.

De todas as satisfações humanas, nenhuma é maior do que a de poder servir e amar. E o serviço amoroso e altruísta é o caminho mais curto e direto para o crescimento e o progresso evolutivo. É o caminho que leva do nível do self médio ao do Self Superior. É o Caminho Real. É um caminho muito elevado e exclusivo, protegido contra intrusões por todas as barreiras da ignorância, do egoísmo e do ódio. Mas mesmo o mais humilde de nós pode entrar nele livremente se der o primeiro passo hesitante em direção ao Serviço com Amor. Uma vez dado esse passo intencionalmente, com os olhos fixos na meta brilhante do progresso, será descoberto que não há necessidade de esperar por um futuro distante de recompensa. A recompensa está à espera no final de cada pequeno passo e é chamada pelos sábios que já percorreram esse caminho de “A Alegria de Servir”, da qual não há maior — nenhuma mais duradoura.

APÊNDICE

Em épocas passadas, diversas artes, ciências e outras unidades de conhecimento não classificadas, porém compactas, foram desenvolvidas gradualmente até atingirem vários níveis de perfeição.

A ciência da Matemática era suficientemente exata para permitir uma perfeição quase completa. As diversas artes que foram desenvolvidas não avançaram muito, mesmo nos tempos modernos, embora áreas como Direito, Medicina, Física e Sociologia tenham alcançado novos patamares (níveis).

Das unidades de conhecimento não classificadas, porém compactas, apenas uma foi levada quase ao nível máximo. Essa foi a unidade que nós passaremos a chamar de “Huna” ou, para traduzir a palavra, “O Segredo”.

A Huna é difícil de classificar porque inclui pelo menos três ciências pouco desenvolvidas, duas delas ainda em estágio inicial: a Psicologia e a Ciência Psíquica. Essas são as ciências do homem considerado como um ser consciente que vive em um corpo físico durante o período da vida terrena, mas que sobrevive e vive em um “corpo” diferente após a morte. Um ramo da Psicologia que também necessita ser incluído em qualquer análise é aquele que atualmente é estudado como uma condição de consciência no nível da percepção [consciousness] na qual a coisa vaga chamada “mente” funciona de forma inadequada. Isso ainda é rotulado como Psicologia Anormal. Trata de questões como a dupla personalidade.

A Huna é difícil de classificar porque inclui pelo menos três ciências pouco desenvolvidas, duas delas ainda em estágio inicial: a Psicologia e a Ciência Psíquica.

Pertencente a essa classificação também está a Religião. Ela é a que está mais distante de alcançar o status científico.

Lamentável, na verdade, ela se torna cada vez mais obscura e confusa ano após ano, à medida que dogmas e cultos aumentam, quase todos baseados na “revelação” ao invés das ciências da consciência no nível da percepção [consciousness].

A Religião é, na realidade, a ciência do relacionamento entre o homem e quaisquer seres vivos superiores ou mais evoluídos do que ele, que possam influenciar a sua vida, seja aqui ou na vida após a morte.

A ética e a Moral devem ser consideradas áreas separadas e, naturalmente, se enquadram na Sociologia, embora sempre se misturem com a Religião.

A ciência Huna é capaz de e de fato abrange e inclui todos os itens listados acima. Isso a tornaria tão complexa que nem mesmo uma montanha de livros seria capaz de descrevê-la completamente, não fosse o fato de que todos os dogmas, informações errôneas e especulações que hoje obscurecem ou bloqueiam os caminhos dos diversos ramos dessa ciência verdadeira estão ausentes na abordagem da Huna.

A história conhecida e deduzida da Huna é um capítulo fascinante que nos leva desde os tempos mais remotos até o presente.

Pouco se sabe, na verdade, sobre a origem da Huna. Pode-se deduzir, no entanto, a partir do fato de que parte do conhecimento pode ser reconhecida nos primeiros escritos Egípcios registrados, que os sacerdotes ou “Guardiões do Segredo” (Kahunas) ou viveram na região do Nilo ou mantiveram contato por algum tempo com os seus povos.

Como Huna possuía uma versão simples de sua ciência secreta, bem como uma versão mais complexa e cuidadosamente guardada para os mais inteligentes, nós encontramos no Egito antigo a parte simples ou exotérmica do conhecimento apresentada abertamente e de tal forma que até mesmo os homens de pouca inteligência podiam compreender e utilizar alguns de seus valores.

O material esotérico ou iniciático de Huna era mantido dentro do sacerdócio hereditário dos Kahunas, nunca sendo registrado por escrito. Mas, para permitir que um relato duradouro e infalível da Huna fosse preservado por todas as eras, uma linguagem especial foi inventada, fornecendo um meio de atribuir um significado interno e externo a qualquer declaração dos ensinamentos. Tais declarações feitas nessa “linguagem sagrada” formavam um código que não podia ser decifrado a não ser que se já estivesse familiarizado com pelo menos parte da tradição Huna e com os símbolos-palavras usados ​​para nomear os elementos do sistema.

É evidente que os Kahunas e o seu povo constituíam uma raça distinta dos Egípcios e de outros povos com os quais conviviam ou mantinham estreita relação. Também é bastante claro que, em algum momento entre os períodos Mosaico e Cristão, eles partiram e iniciaram uma longa migração em busca de novos lares no que hoje nós chamamos de “Polinésia”. Em seus novos lares, falando apenas a “língua sagrada”, eles prosperaram por vários séculos, preservando intactos o seu idioma e o conhecimento secreto que ele fora construído para ocultar e, ao mesmo tempo, revelar.

Em seus novos lares nas Ilhas do Pacífico, os Kahunas não utilizavam a escrita, confiando unicamente na memória para manter a Huna pura e intacta. Contudo, os Kahunas iniciados que permaneceram e que podem ter sido de uma raça diferente, permitiram a transcrição dos ensinamentos da Huna. A escrita nunca foi feita em nenhum dialeto da “língua sagrada”, mas as declarações originais eram invariavelmente traduzidas para algum outro idioma. Isso ocultava dos olhos dos curiosos as palavras que originalmente tinham duplo sentido, tornando praticamente impossível, para qualquer pessoa não familiarizada com a linguagem do “Segredo”, decifrar o código.

Os iniciados que permaneceram no Oriente Próximo após a migração dos ancestrais dos Polinésios assumiram a responsabilidade de transcrever grande parte da cultura Huna para formas veladas de escrita. Eles produziram os escritos Gnósticos, bem como muito material que mais tarde foi incorporado à compilação do Novo Testamento. Alguns desses escritos velados também se infiltraram em partes posteriores do Antigo Testamento, que já continham grande parte da tradição lendária Huna, da qual a história da Criação e do Jardim do Éden pode ser considerada típica.

Nos últimos anos, um longo estudo foi conduzido na Polinésia, resultando, em 1931, na descoberta de um sistema secreto semelhante à Huna e na quebra parcial do código, permitindo a revelação dos ensinamentos internos. Contudo, foi somente por volta de 1950 que o código Huna contido nos escritos Gnósticos e do Novo Testamento foi reconhecido. Naquela época, percebeu-se que, traduzindo esses escritos de volta para um dos dialetos Polinésios, de preferência o Havaiano, os ensinamentos internos poderiam ser revelados através do uso do código ancestral.

Descobriu-se que os ensinamentos internos ou esotéricos dos escritos Gnósticos e Cristãos correspondiam à parte da Huna sempre reservada aos iniciados. As parábolas atribuídas a Jesus forneceram excelentes exemplos da maneira como o código era usado desde tempos imemoriais. O significado superficial, aparentemente simples e destinado às massas menos inteligentes, reside na camada mais direta, ensinando uma lição básica. Porém, oculto pelo código, encontra-se informação que se alinha com as melhores descobertas da Psicologia e da Ciência Psíquica modernas, na medida em que essas avançaram. Além disso, o sistema Huna redescoberto acrescenta muito mais informação ao que nós temos conseguido desenvolver por conta própria antes de chegarmos ao impasse atual nessas linhas de pesquisa.

Huna corrobora tudo o que nós sabemos sobre as partes subconsciente e consciente da mente, mas acrescenta informações valiosas sobre as suas naturezas, forças e habilidades especiais. Apresenta-nos o supraconsciente e revela as suas características. Quanto ao homem em seus estados mentais anormais, Huna oferece alguma iluminação quando a causa não é uma simples doença. Mas, quando se trata da explicação das descobertas surpreendentes da Ciência Psíquica em seus estudos sobre espíritos e o “sobrenatural”, Huna oferece as únicas explicações já encontradas que desvendam a mecânica de tudo, da telepatia ao ato de virar mesas: da predição e psicometria ao retorno temporário em carne e osso dos mortos “materializados”.

Qualquer pessoa que deseje verificar as descobertas da Huna agora pode adquirir um bom dicionário Havaiano-Inglês e um Novo Testamento Havaiano-Inglês para examinar a maneira surpreendentemente inteligente com que os Kahunas originais inseriam duplos sentidos em palavras e raízes de palavras compostas para ocultar os significados internos enquanto revelavam os externos. A linguagem é muito simples de se trabalhar dessa forma e, com o conhecimento do significado de algumas palavras-símbolo, a verificação pode prosseguir com facilidade. As principais palavras-símbolo são “luz”, para o Self Superior; “água”, para qualquer um dos três níveis de força vital usados ​​pelos três “selfs” do homem; e “respiração profunda”, para o acúmulo de força vital extra a ser usada pelo self básico em várias atividades que se enquadram na categoria de “psíquico”, incluindo telepatia, o uso de mesmerismo ou qualquer forma de sugestão, orações feitas à maneira Huna ao Self Superior e a produção de fenômenos espíritas pelo desencarnado, incluindo mesas giratórias, levitação, atividades poltergeist e até mesmo materialização completa, aportes e transporte.

Qualquer menção às palavras-símbolo que designam “cordões, fios, tubos, canais de água ou cordas” apontará para o envio de um fluxo de força vital através de um filamento de material invisível ou “sutil” (ectoplásmico), que pode conectar o self básico a outra pessoa ou, especialmente, ao seu próprio Self Superior. O “nó” indica qualquer uma das várias coisas que podem impedir esse fluxo de força vital do self básico para o Self Superior. Um significado simbólico semelhante é encontrado em qualquer referência a um bloqueio ou outra obstrução em um caminho. Na Bíblia, de Isaías ao Novo Testamento, a “pedra de tropeço” no caminho é o símbolo mais frequentemente usado, mas a “cruz” e a “coroa de espinhos” também simbolizam esses “nós” que consideramos como “fixações, complexos ou obsessões espirituais”.

Considerando a facilidade com que qualquer pessoa pode verificar as descobertas atuais da Huna, mesmo sem nenhum conhecimento da língua Havaiana, não há realmente nenhuma desculpa para alguém se recusar a considerar as provas e evidências que são tão importantes para as ciências abrangidas pela Huna em seu amplo escopo, ou a nova e perspicaz luz que ele lança sobre a religião, especialmente o Cristianismo e aquelas religiões nas quais o Yoga primitivo faz parte.

Inegável que é, e continuará sendo, difícil para aqueles que aceitaram as crenças religiosas de qualquer vertente do Cristianismo encarar a possibilidade de que aquilo em que eles acreditam ser toda a verdade possível seja apenas a parte externa de um todo muito maior. Aqueles que acreditam já ter dado todos os passos necessários para alcançar a “salvação” podem se angustiar ao descobrir que existem ensinamentos “misteriosos” que necessitam ser entendidos antes que a “salvação” plena possa ser alcançada.

Embora algumas menções aos ensinamentos internos tenham permanecido no Novo Testamento aceito, muito se perdeu ou foi omitido, embora muitas passagens contendo palavras com simbolismo Huna tenham sido preservadas, como em João I:10-12:

“Ele veio como testemunha, para dar testemunho da Luz (símbolo do Self Superior), para que todos os homens pudessem crer por meio dele.

“Ele não era essa Luz, mas foi enviado para dar testemunho dessa Luz.

“Essa era a verdadeira Luz, que ilumina todo homem que vem ao mundo.”

Dois dos primeiros Padres da Igreja, Clemente e Orígenes, escrevendo por volta do ano 200 d.C., forneceram evidências completas da existência do lado interior dos ensinamentos Cristãos. Para uma consulta fácil sobre esse material, recomenda-se o livro de Annie Besant, “Esoteric Christianity” [Cristianismo Esotérico]. Ele pode ser encontrado na maioria das bibliotecas, pois foi disponibilizado pela Sociedade Teosófica. Eis algumas passagens citadas por Dona Besant:

Clemente, em suas “Miscelâneas”:

“O Senhor… permitiu-nos comunicar esses divinos Mistérios e essa santa luz àqueles que são capazes de recebê-los. Certamente, eles não revelaram aos muitos o que não lhes pertencia, mas aos poucos a quem Ele sabia que pertenciam, que eram capazes de recebê-los e serem moldados segundo eles. Mas as coisas secretas são confiadas à fala, não à escrita, como é o caso de Deus. E se alguém disser que está escrito: ‘Não há nada secreto que não deva ser revelado, nem oculto que não deva ser revelado’, que ouça também de nós que, àquele que ouve em segredo, até o que é secreto lhe será manifestado… E àquele que é capaz de observar em segredo o que lhe é transmitido, o que está velado lhe será revelado como verdade; e o que está oculto a muitos se tornará manifesto a poucos… Os Mistérios são transmitidos misticamente, que o que é dito esteja na boca de quem fala; não na sua voz, mas no seu entendimento. . . .”

Note-se o esforço feito nessa passagem para explicar e ainda assim não explicar completamente, o fato de que um conjunto de palavras estrangeiras teve de ser usado e, quando pronunciado, tinha que ser entendido pelo iniciado. Por exemplo, se a palavra “água” fosse usada para explicar alguma parte dos Mistérios ao candidato, ela seria sem sentido a não ser que o seu significado oculto de “força vital” tivesse sido revelado. É provável que a necessidade de usar as palavras da “língua sagrada” tenha causado a eventual perda do conhecimento dos Mistérios. Memorizar e reter as palavras-símbolo sem primeiro aprender a falar a língua completa seria difícil. A substituição de palavras logo resultaria na perda ou alteração dos significados originais. Na Índia, presume-se que os primeiros autores sobre Yoga foram, pelo menos em parte, iniciados na Huna, pois o método básico da Huna de acumular “mana” extra, ou força vital, para diversos usos, foi gradualmente desenvolvido em um conjunto de exercícios respiratórios elaborados, enquanto a palavra Sânscrita “prana”, que significa “respiração” ou “respirar”, passou a ser usada para substituir a palavra Huna “mana”. Ou é possível que tenha havido algum esforço para atribuir um significado simbólico ou codificado à Huna, no qual “respirar profundo” (“ha”) representava a acumulação e o uso da força vital.

Para retornar às evidências da existência do ensinamento interior no Cristianismo, consideremos as declarações de Orígenes:

“O objetivo do Cristianismo é que nos tornemos sábios. Se você consultar os livros escritos depois da época de Jesus, verá que as multidões de crentes que ouvem as parábolas são, por assim dizer, ‘externas’ e dignas apenas de doutrinas exotéricas, enquanto os discípulos aprendem em particular a explicação das parábolas. Pois, em particular, aos seus próprios discípulos, Jesus revelou todas as coisas, considerando acima das multidões aqueles que desejavam conhecer a Sua sabedoria.”

Eis outro trecho de Orígenes que explica como os ensinamentos internos foram incorporados como símbolos em supostos registros históricos.

“Basta, porém, representar no estilo de uma narrativa histórica aquilo que se pretende transmitir um significado secreto sob a aparência da história, para que aqueles que têm capacidade possam decifrar por si mesmos tudo o que se relaciona ao assunto… Agora, em seguida, se alguém tiver capacidade, que entenda que naquilo que assume a forma de história e que contém algumas coisas que são literalmente verdadeiras, embora transmita um significado mais profundo… essas observações devem ser entendidas como sendo feitas por nós com um significado oculto…”

Nos escritos Gnósticos, é claro, pode-se encontrar uma grande variedade de tentativas de registrar a essência dos ensinamentos Huna ou de mistérios semelhantes sem revelar muito. Independentemente de os Kahunas terem ou não originado o sistema de apresentação dos ensinamentos internos e externos, não se pode negar que, nos tempos antigos do Egito, quando as ideias Huna estavam sendo absorvidas e distorcidas nesse processo, havia um conhecimento secreto reservado aos iniciados e mencionado no templo interno. Uma tradição semelhante existia entre os Judeus, onde o “véu” do santuário simbolizava a divisão entre ensinamentos internos e externos.

Ao apresentar um esboço dos dez elementos simples que compõem a Huna, pode-se demonstrar a simplicidade do sistema, tanto original quanto atual. Contudo, como esses elementos nomeiam coisas muitas vezes completamente desconhecidas para o leitor, ou porque se assemelham a itens sobre os quais o leitor já possui opiniões formadas, é necessário um esforço considerável e muitas explicações para demonstrar por que os conceitos Huna são mais razoáveis ​​do que os defendidos pelas diversas escolas de pensamento modernas. Essas apresentações mais detalhadas podem ser encontradas em livros anteriores sobre Huna, especialmente “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta por Trás dos Milagres”].

Na tradição Huna, o homem é considerado composto por nove partes, presentes tanto em vida quanto após a morte. A inclusão do corpo físico humano eleva esse número para dez durante a vida nesse plano.

Primeiramente, o homem é composto por três “selfs” ou espíritos. Esses contam como três partes do homem.

Cada “self” ou espírito do homem trino possui um corpo tênue e invisível para habitar. Esses contam como mais três partes. São os “corpos” nos quais os “selfs” vivem caso se separem, por qualquer motivo, durante a vida física ou após a morte. Normalmente, os selfs básico e médio se fundem e interpenetram em seus corpos “sutis”, envolvendo e impregnando o corpo físico durante a vida, mas se retiram e continuam a viver juntos após a morte como espíritos desencarnados.

O Self Superior sempre vive separado em seu próprio corpo “Sutil” ou “aka”, para usar o termo Havaiano.

Cada self possui a força da vida ou força vital, que é chamada “mana” pelos Kahunas e simbolizada pela “água”. Existem três níveis ou potências dessa força vital e cada um é contabilizado como uma parte do ser humano, totalizando nove.

O corpo físico é considerado uma parte quando está em uso e por isso o número 10 chegou até nós como o “número perfeito”.

O número 3 é um símbolo que representa os três selfs, os três corpos sutis ou os três níveis de mana ou força vital.

O número 4 simboliza o self básico, a sua força vital, o seu corpo sutil e o corpo físico sobre o qual exerce autoridade.

Todos esses usos de números e figuras geométricas, como o triângulo, a estrela de cinco pontas e a cruz, já foram utilizados no passado e quem conhece o significado dos símbolos conhece a Huna em linhas gerais. Saber como usar o conhecimento dos dez elementos é, naturalmente, menos simples.

Nós temos visto que, no uso do mesmerismo e da sugestão, estão envolvidos elementos não incluídos na lista dos elementos humanos, mas que, de alguma forma, são semelhantes a um deles. Por exemplo, nós temos as diminutas formas-pensamento, criadas pelas ações da consciência no nível da percepção [consciousness] dos dois selfs mais inferiores. A elas são dados corpos feitos da substância sutil do self básico e elas podem flutuar em um fluxo de força vital que se move por meio de um fio ou cordão sutil de uma pessoa para outra, produzindo uma resposta telepática. Ou as formas-pensamento podem fluir com a dádiva de fortalecer a força vital para o Self Superior como a “semente” da qual a resposta à oração crescerá até a maturidade e se manifestará no plano físico.

Os pensamentos ou impressões irracionais mantidos pelo self básico formam as fixações ou complexos que são tão importantes para Huna e são simbolizados pela cruz da crucificação (ou pela simples cruz em X que denota que um caminho está fechado), bem como pelo “obstáculo no caminho” [“stumbling block in the path”]. Aqui, novamente, nós temos formas-pensamento em corpos feitos da substância ectoplasmática invisível.

Um elemento complementar a esse complexo é o espírito desencarnado, seja ele um self básico ou médio, do tipo referido como “demônios” no Novo Testamento. Esses indivíduos mortos podem ser compostos por um self básico e um self médio, caso em que são espíritos normais. Ou os dois selfs podem ter sido separados por algum acidente fatal ou devido a longas doenças e períodos de inconsciência antes da morte. Em qualquer caso, o self básico sozinho (sendo irracional e, portanto, mais perigoso) ou o espírito normal de dois selfs pode obcecar os vivos em algum grau. A obsessão completa significa insanidade, mas a obsessão parcial pode se manifestar como um grau grande ou pequeno de resposta ao controle exercido sobre os vivos pelo morto obsessivo. Embora essa influência dos mortos sobre os vivos seja geralmente ruim, ela pode ser para o bem, ainda que os espíritos movidos pelo desejo de trazer o bem raramente permaneçam em contato prolongado com o plano físico da vida após a sua passagem.

Um acréscimo aos dez elementos do homem, conforme encontrados na Huna, relaciona-se a espíritos ou entidades que se situam em níveis superiores ou inferiores ao do homem na marcha evolutiva. Acima dos Selfs Superiores, diz-se que existem níveis sucessivos de Seres Superiores, alguns tendo sido humanos em algum momento, outros não. Abaixo do nível humano, encontram-se as entidades mais inferiores, a maioria das quais evolui lentamente em direção à vida como homens. Contudo, sempre há um corpo feito da substância sutil, em algum grau de rarefação, para a entidade habitar e sempre há alguma potência da força vital ou “mana”.

A tradição Huna não apresenta um Deus perfeito, mas, ao invés disso, um grande conglomerado de consciência no nível da percepção [consciousness] em constante evolução, do nível mais baixo ao mais alto, sempre corporificado em alguma forma da substância sutil, enquanto fortalecido ou vivificado pela força vital em alguma de suas muitas potências ou taxas vibracionais.

Cada nível evolutivo da vida é marcado por sua consciência no nível da realidade [awareness] característica como um nível de ser consciente. O self básico possui apenas a capacidade de raciocínio dos animais mais superiores, sendo ele próprio um animal em um corpo. Mas ele possui o poder da memória.

O self médio não se lembra. Ele depende do self básico para realizar toda a memorização pelo indivíduo, enquanto ele utiliza o raciocínio indutivo, que é a sua dádiva mental e assim é capaz de guiar o self básico.

A tradição Huna não apresenta um Deus perfeito, mas, ao invés disso, um grande conglomerado de consciência no nível da percepção [consciousness] em constante evolução, do nível mais baixo ao mais alto, sempre corporificado em alguma forma da substância sutil, enquanto fortalecido ou vivificado pela força vital em alguma de suas muitas potências ou taxas vibracionais.

O Self Superior possui um tipo de pensamento ainda mais evoluído, difícil de ser entendido pelos selfs mais inferiores, exceto para observar o que tal pensamento pode realizar na prática. Ele pode ver o futuro até certo ponto e pode alterá-lo em grande medida para o indivíduo, se solicitado e se lhe for fornecido um suprimento diário constante da força vital básica para usar nessas mudanças. Ele pode usar a força vital para realizar mudanças instantâneas na matéria física sob as condições adequadas e assim provocar cura [healing] instantânea. Os limites de sua capacidade de realizar tais mudanças miraculosas permanecem desconhecidos no que diz respeito à parte da Huna que foi recuperada até o momento.

Na Huna, os departamentos de Ética ou Moral são regidos pelo mandamento negativo de NÃO ferir os outros e, no lado positivo do ensinamento interior, pelo mandamento de amar e ajudar sempre que possível. Um deles se aplica ao self animal ou básico e às massas menos evoluídas. O outro se aplica ao self mais evoluído e inteligente, representado pelo self médio e exemplificado nas vidas dos Selfs Superiores e Seres Superiores de todos os níveis.

ADENDO

A exploração completa das possibilidades de trabalhar com o Self Superior, uma vez estabelecido o contato por meio da autossugestão, ainda não foi concluída.

Nesse momento, nós não podemos afirmar quais milagres podem ser realizados com a ajuda do Self Superior, mas, observando a cura [healing] instantânea realizada pelos Kahunas do passado, nós somos encorajados a esperar coisas grandiosas e maravilhosas.

Na Índia, onde a autossugestão à maneira Huna tem sido praticada há séculos pelos devotos do Yoga, a crença de que é preciso sofrer para pagar dívidas cármicas tem impedido o uso do potencial de cura [healing].

Para listar as possibilidades, uma vez estabelecido o contato pleno entre os três selfs, nós podemos afirmar com segurança:

1. Cura [healing] milagrosa, tanto instantânea quanto lenta.

2. Visão em certa medida do futuro.

3. Obtenção de orientação e auxílio do Self Superior.

Aqui no mundo Ocidental, onde nós estamos em nossa primeira abordagem a essa área, nós não estamos, contudo, isentos de casos de desenvolvimento parcial das habilidades em questão.

Nas páginas 316-317 de “The Secret Science Behind Miracles” [“A Ciência Secreta por Trás dos Milagres”] encontra-se a história de um dos primeiros mesmeristas Americanos, Phineas Quimby e um relato de como, sob controle mesmérico, o seu sujeito favorito, Lucius, acidentalmente demonstrou habilidades paranormais. Ele conseguia ver o que acontecia à distância, diagnosticar doenças físicas e curá-las [heal them]. Quimby sofria há muito tempo de problemas renais e foi curado [healed] pela imposição de mãos de Lucius enquanto esse estava sob influência mesmérica, mas repentinamente parecendo agir por vontade própria. Essa cura [healing] foi instantânea e duradoura. Que ela foi realizada por alguma coisa mais sábia e capaz do que o Lucius normal era evidente para Quimby e, embora ele não tivesse conhecimento da Huna, é claro, ele atribuiu os estranhos poderes a alguma Consciência no Nível da Percepção [Consciousness] superior à do homem e inferior ao Deus Supremo. Ele a chamou de a “Sabedoria” ou o “Poder”.

Não faz diferença se esse contato com o “Poder-Sabedoria” do Self Superior foi feito por meio do mesmerismo ou não. Sugestão hipnótica ou autossugestão teriam alcançado os mesmos resultados.

Um caso mais moderno e bem documentado, que se enquadra na mesma classificação, é o do falecido Edgar Cayce. Em estado de transe, geralmente induzido por sugestão hipnótica administrada por um associado, ele exibiu habilidades que não possuía em seu estado normal. Embora essa habilidade não incluísse uma cura [healing] tão instantânea e direta quanto a demonstrada por Lucius, sujeito de Quimby, incluía prescrições semelhantes de remédios e o mesmo procedimento diagnóstico.

A julgar pelos registros de Quimby, o contato pleno com a “Sabedoria” era raro por parte de Lucius e muitas vezes um diagnóstico e prescrição se mostravam inúteis. Por outro lado, se Cayce não conseguia fazer um diagnóstico correto ou descrever o remédio adequado, pouco se diz a respeito nos livros que narram a sua vida e obra.

Cayce frequentemente encontrava causas obscuras de doenças ou dores. Em um caso, ele diagnosticou a doença de um jovem como sendo causada por uma vértebra fraturada no pescoço. Ele então afirmou que uma forma especial de operação era necessária para corrigir o problema e que havia apenas um médico habilidoso nessa técnica. Questionado sobre quem seria esse médico e onde encontrá-lo, ele forneceu o nome e endereço dele em Boston, acrescentando que no momento estava na Europa, mas que retornaria em determinada data. Posteriormente, descobriu-se que essa informação estava correta do começo ao fim. O médico operou e o jovem se recuperou. Muitos casos semelhantes foram registrados e os registros transcritos ainda estão sendo estudados e classificados por uma organização liderada por seu filho, Hugh, formada para dar continuidade a esse trabalho.

É interessante notar que Cayce não apresentou nenhuma teoria específica para explicar o seu trabalho. Ele sabia que, em estado de transe, entrava em contato com alguma fonte de informação muito mais sábia e capaz do que ele próprio. Em um ponto, porém, ele se manteve firme: ele negava que o seu trabalho se baseasse, de alguma forma, na ajuda de seres desencarnados ou espíritos mortos. Ele não reconhecia nenhum “guia” ou auxiliar, como os médiuns espíritas costumam mencionar em seus trabalhos psíquicos. (Aliás, é preciso dizer que muitos desses espíritos auxiliares diagnosticaram, prescreveram e curaram [healed] corretamente, de forma direta e até instantânea, mas o seu número é dolorosamente pequeno e os que se dizem poderosos são legião nos planos espirituais.)

Nos primeiros anos dos esforços de cura [healing] de Cayce, o tema da reencarnação não era mencionado, mas, após se aproximar de um senhor que acreditava na versão Teosófica da reencarnação, ele começou a investigar as vidas passadas de seus pacientes, frequentemente afirmando que certos problemas eram causados ​​por um ou mais eventos em vidas passadas. Ele descrevia essas vidas, às vezes, com bastante detalhe.

Desde que o trabalho de Edgar Cayce se tornou amplamente conhecido (através de livros como “There Is A River” [“Existe Um Rio”], de Segrue e os excelentes livros sobre a perspectiva da reencarnação de Gina Cerminara, bem como por meio de publicações da The Association for Research and Enlightenment [A Associação para Pesquisa e Iluminação], liderada por Hugh Cayce), surgiram indivíduos que se esforçam para fazer “leituras de vida” semelhantes às feitas por Edgar Cayce. Geralmente, devido às novas e rigorosas leis contra o diagnóstico psíquico e a prescrição de remédios, o trabalho se limita a leituras de vidas passadas e, como tais leituras raramente podem ser verificadas, a precisão deles é questionável.

O uso da sugestão hipnótica também está sendo rapidamente alvo de leis restritivas, portanto, é provável que, no futuro, qualquer pessoa interessada (como muitas estão) em tentar o contato e o trabalho direto com o Self Superior tenha que usar a autossugestão para alcançar o estado necessário para o contato e o trabalho. Com o tempo e o sucesso daqueles que experimentam, o mundo médico poderá eventualmente encontrar, nesse campo de atuação, coisas de grande valor que merecem atenção e uso.

Talvez a única precaução a ser tomada ao testar o uso da autossugestão para tentar duplicar o trabalho de homens como Cayce seja certificar-se de que o contato não seja feito com o espírito de um morto, mas com o próprio Self Superior. Muitos espíritos foram contatados no passado e alguns alegaram ser o Self Superior do experimentador, mas quando não demonstraram sabedoria ou poder superiores, foram vistos como o que realmente eram: impostores mentirosos.

Um grande iniciado Huna que viveu na Judeia há muito tempo deu um sábio conselho quando disse:

“Pelos seus frutos os conhecereis”.

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Imagem: pexels-igorlufoto-11358318 02.05.26 – IV

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Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

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Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a).
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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