Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”] de autoria de Phineas Parker Quimby – (1802–1866), editado e publicado por Horatio W. Dresser, 1921, em seu Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Vale destacar que Quimby é sempre mencionado por Max Freedom Long em artigos e livros, daí o nosso interesse em conhecer o sistema de pensamento desse curador [healer] e as suas descobertas sobre o homem trino.
Em nosso artigo 60 – O Sistema Psico-Religioso Praticável Dos Polinésios – Parte I, Max Freedom Long tece o seguinte comentário sobre Quimby: “Nos tempos modernos, a Ciência da Psicologia começou a tomar forma vacilante logo após a descoberta do Mesmerismo. Quimby, um Yankee [nascido na Nova Inglaterra-EUA] e, depois dele, a Sra. Eddy, reconheceram e tentaram usar, para curar [to heal], a ‘Sabedoria’ e o ‘Poder,’ que era um reconhecimento do Aumakua e a sua alta força de mana.”
Em nosso artigo 108 – Pontos de Vista Huna sobre a Psicanálise, Max Freedom Long novamente cita Quimby, conforme segue: “Se outras pessoas podem encontrar ajuda da mesma maneira, eu não posso dizer, entretanto, Dorothy Thomas encontrou e ela conta como o fez. A sua necessidade dificilmente poderia ser maior no momento da crise final. Na página 55, ela diz: ‘Certa manhã, por volta das dez, eu desmaiei. No entanto, havia outros problemas além do meu pesar. Pagamentos, poupança cada vez menor. O nosso carro quebrou. Nós perdemos alguns móveis. Essa era a crise. Alguma coisa TINHA que acontecer. Mary Baker Eddy tem que ter sentido algo assim quando foi para Quimby, como último recurso. Entretanto, eu não tinha nenhum Quimby [Dr. Phineas Parker Quimby (1802–1866)].”
No livro “The Secret Science Behind Miracles”, Max Freedom Long (autor) faz referências à Quimby em diversas passagens. Nós estamos destacando algumas como seguem:
“Mais adiante, nós examinaremos a explicação dos Kahunas sobre como a energia vital pode viajar entre pessoas sem contato físico direto (ou entre os vivos e os espíritos dos mortos). Nesse momento, basta chamar a atenção para o fato de que existe essa troca e que aquilo que nós aprendemos com Phineas Quimby a chamar de ‘tratamento à distância’ é uma realidade evidente, graças à capacidade de enviar à distância tanto a força vital quanto a sugestão de cura [healing].”
“A história de Freud é bastante conhecida, mas a de Quimby não. O único relato autêntico desse último encontra-se no livro de Horatio W. Dresser, “The Quimby Manuscripts”.
“Quimby aprendeu Mesmerismo com um Francês viajante por volta de 1840, na Nova Inglaterra. Ele fazia demonstrações aqui e ali, praticando cura [healing] nas horas vagas. O sujeito (da experiência) favorito dele era um jovem chamado Lucius Burkman. Lucius, sob a influência do Mesmerismo, anunciava que conseguia ver a causa da doença de um paciente e, em seguida, prescrevia um remédio, geralmente medicinal. Os resultados eram, na melhor das hipóteses, incertos.”
“Contudo, com a prática, Lucius melhorou, ou o Mesmerista melhorou, ou ambos. De qualquer forma, o rapaz tinha momentos cada vez mais frequentes de estranha lucidez. Ele já conseguia ver coisas à distância há muito tempo, mas agora passou a vislumbrar o futuro. Certo dia, em estado de êxtase, ele disse inesperadamente a Quimby: ‘Eu consigo ver seus rins. Eles estão atrofiando, mas se você vier aqui e me permitir colocar as minhas mãos sobre eles, eu sou capaz de curar [heal] você.’”
“Quimby vinha sofrendo há algum tempo de problemas renais. Disposto a tentar a experiência, ele permitiu que Lúcio colocasse as mãos sobre os seus rins. Após algum tempo, as mãos foram retiradas e o rapaz declarou a cura [cure] completa. E, pelo que Quimby pôde perceber, ela era completa. Todas as dores e sintomas desapareceram.”
“Essa cura [healing] instantânea de sua própria condição dolorosa impressionou muito Quimby. Ele se convenceu de que Lúcio havia tocado alguma fonte invisível e desconhecida de cura [healing] e ele argumentou que, se o seu sujeito (da experiência) conseguia tocar, ele também deveria conseguir. Ele começou a experimentar, demonstrando grande persistência e um toque de verdadeiro gênio.”
“Pouco a pouco, Quimby aprendeu a trabalhar melhor com a Sabedoria e o seu Poder. Ele aprendeu que ele podia sentar-se ao lado de um paciente e, em silêncio, pedir à Sabedoria que diagnosticasse o caso e realizasse a cura [healing]. A ele era dado saber, por meio de algum processo mental interno, qual seria o curso da cura [healing]. Às vezes, a cura [healing] se estendia por vários dias e ele era informado sobre como o paciente se sentiria a cada dia. O paciente podia estar muito pior no dia seguinte, mas completamente curado [healed] no outro. Frequentemente, ele pressentia que um paciente não poderia ser curado [cured] e isso sempre o surpreendia que alguma coisa pudesse estar além do poder de cura [healing] da Sabedoria. Ele buscou em sua mente possíveis razões e concluiu que a sugestão mesmerista possivelmente havia sido aplicada inadvertidamente por médicos ao diagnosticarem as doenças de pacientes que posteriormente o procuravam sem cura [uncured].”
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Livro
“The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]
Autor
Phineas Parker Quimby – (1802–1866)
Fonte:
16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts
Editado/Publicado por
Horatio W. Dresser, 1921
[Nota: Quimby é conhecido como o pai do movimento do “Novo Pensamento”. Fonte Wikipédia: “O movimento do Novo Pensamento é um movimento filosófico que se desenvolveu nos Estados Unidos no século XIX, seguindo os ensinamentos de Phineas Quimby. O conceito do Novo Pensamento promove as ideias de que a Inteligência Infinita, ou Deus, está em toda parte, o espírito é a totalidade das coisas reais, a verdadeira essência humana é divina, o pensamento divino é uma força para o bem, a doença se origina na mente e o ‘pensamento correto’ tem um efeito curativo [healing].”]
Nota do Editor [Publisher]
O livro, em sua totalidade, apresenta uma exposição adequada da teoria original de Quimby, conforme encontrada em seus manuscritos de 1846 a 1865. O volume também contém os escritos, até então inacessíveis, que a Sra. Eddy tomou emprestado durante a estadia dela em Portland como paciente de Quimby. O editor é filho da Sra. Julius A. Dresser, que foi a seguidora mais ativa de Quimby na época em que a Sra. Eddy estava em tratamento e que emprestou a ela os cadernos que a familiarizaram com os manuscritos de Quimby.
Prefácio do Editor para a Segunda Edição
Por muitos anos, uma grande quantidade de documentos de interesse para os Cientistas Cristãos e também para os seus críticos foi mantida em sigilo, apesar de intensa busca por sua publicação. Esses documentos foram escritos pelo Dr. P. P. Quimby, de Portland, Maine e contêm as opiniões dele sobre cura [healing] mental e espiritual. Eles se tornaram familiares à Sra. Mary Baker Eddy quando ela visitou o Dr. Quimby como paciente e os críticos dele alegaram que muitas das ideias posteriormente difundidas nos ensinamentos dela nasceram das teorias de Quimby.
Para pôr fim a essa controvérsia, muitas tentativas foram feitas para obter acesso aos manuscritos de Quimby, mas até então sem sucesso, exceto de forma fragmentada ou desconexa. O presente editor, no entanto, teve a sorte de obter da Sra. George A. Quimby, proprietária dos manuscritos, permissão para imprimir os documentos na íntegra. Muitos deles agora veem a luz do dia impressa pela primeira vez. Outros apresentam uma versão completa e autêntica do material, do qual apenas pequenos trechos haviam sido publicados anteriormente.
O ponto de vista do editor é o do expositor, nunca crítico, exceto quando o autor dos manuscritos criticava a própria obra dele. Todo o conteúdo entre colchetes é de autoria do editor, assim como todas as notas de rodapé. Itálico e aspas foram introduzidos em pequena escala. As citações Bíblicas não foram corrigidas, pois o Dr. Quimby tinha o hábito de parafrasear para mostrar a sua interpretação da Bíblia. Alguns artigos foram condensados para evitar repetições, mas nenhuma alteração substancial foi feita. Os termos Ciência, Verdade e Sabedoria foram escritos com inicial maiúscula em todo o texto, em conformidade com o uso em alguns artigos nos quais essas palavras são sinônimos de Cristo ou Deus. O mesmo se aplica aos termos gerais para a teoria de Quimby, a Ciência da Saúde, a Ciência da Vida e a Felicidade. O termo Ciência Cristã é usado em referência ao desenvolvimento do ensinamento original de Jesus.
Nessa edição, vários erros foram corrigidos e o Capítulo Doze foi reescrito. – H. W. Dresser
Capítulo 16
Doença e Cura [Healing]
Introdução
[O Dr. Quimby está tão interessado em chamar a atenção para o poder das crenças humanas em relação a todos os problemas do homem que não dedica muito espaço a uma descrição do mundo natural, não expõe a sua ideia de matéria [matter] de forma muito definitiva e, muitas vezes, deixa o leitor se perguntando como ele distingue entre matéria e “matéria espiritual” ou a mente das opiniões. Ele está particularmente interessado em salientar que a matéria pode ser “condensada em um sólido pela ação da mente”, que sofre uma “mudança química” como um resultado de mudanças mentais. Às vezes, ele se refere a isso como um “erro” ou sombra, como “uma ideia vista ou não, exatamente como ela é evocada”.
Qualquer que seja a sua realidade objetiva no propósito Divino, a matéria em si é inanimada, não há inteligência nela. A visão dele da matéria é, portanto, idealista e ao considerarmos a sua teoria da doença e a sua cura [cure], nós necessitamos ter em mente que, para ele, a matéria é maleável (moldável, adaptável) ao pensamento. A mente comum ou externa, que é “matéria espiritual”, é o termo intermediário. Acima dessa mente está o homem real, com os seus sentidos espirituais, os seus poderes clarividentes e intuitivos. O termo final é Sabedoria, que revela as suas verdades na medida em que há receptividade e inteligência por parte do homem. Diz-se que isso possui uma verdadeira “identidade”. Para se encontrar como uma “identidade” em cada verdade, o homem deve se reconhecer como o “homem científico”, capaz, com a ajuda da Sabedoria, de banir todos os erros do mundo.]
A RECEPÇÃO DESSA GRANDE VERDADE
Eu ACREDITO agora que o tempo está quase chegando em que as pessoas estarão preparadas para receber uma grande verdade que lhes dará um impulso e as levará a investigar um assunto que abrirá em suas mentes novas e ampliadas ideias sobre si mesmas e mostrará ao homem o que ele é e como ele se torna o que é. Já foi dito que conhecer a si mesmo é o maior estudo do homem, mas eu digo que, para o homem, conhecer o seu erro é maior do que conhecer a si mesmo; pois cada pessoa é para si mesma exatamente o que ela pensa ser, mas conhecer o seu erro[1] é o que deveria ser o seu maior estudo. Nos últimos vinte e cinco anos[2], eu tenho tentado descobrir o que o homem é e finalmente cheguei a saber o que ele não é. Saber que você existe não é nada, mas saber o que o perturba é de grande valor para cada pessoa. O mundo tem se desenvolvido sozinho e nós observamos sem nunca pensar que ele é nós mesmos. Por ignorância de Sabedoria, nós temos feito um homem de palha e lhe demos vida, intelecto e uma cabeça à imagem de nossa própria criação. A essa imagem nós temos atribuído a ideia de “homem” com certas capacidades, como vida e morte e o temos feito sujeito a males como a doença. Ao homem de palha aplicam-se as palavras que eu tenho citado. Esse homem de palha tem tentado descobrir a si mesmo e, ao fazê-lo, quase destruiu ou apagou a sua verdadeira existência. Assim, ao procurar o homem, eu descobri que era como a velha senhora procurando o pente dela e o encontrando em seu cabelo. Eu descobri que eu era a própria ideia que eu estava procurando. Então me conheci e descobri que o que nós chamamos de homem não é homem, mas uma sombra do erro.
[1] Isto é, a sua servidão à opinião, a sua visão equivocada de seu corpo e as suas supostas tendências à doença.
[2] Isso foi escrito em 1865.
A Sabedoria é o verdadeiro homem e o erro, a falsificação. Quando a Sabedoria governa a matéria, tudo corre bem, mas quando o erro a dirige, tudo dá errado. Assim, eu assumirei o antigo modo de chamar o homem pelo seu nome e me tornarei um princípio fora do homem, assim como o homem cria todas as “leis de Deus”, como ele as chama, fora de si mesmo. Dessa forma, o homem admite que não está com Deus nem é uma parte Dele. Portanto, ele pertence a esse mundo e espera morrer e ir para o seu Deus. Assim, ele vive toda a sua vida em cativeiro pelo medo da morte. Ora, isso o mantém doente e, para evitar todos esses medos e problemas que perturbam a sua mente e o adoecem, ele inventa todo tipo de ideias falsas e nunca pensa que elas são a causa de sua miséria. Ele inventa todo tipo de doença para se atormentar. Estando fora dessas ideias, eu sei que elas são obras do homem; que Deus ou a Sabedoria nunca criaram nada para atormentar a humanidade. O erro tem criado a sua própria miséria.
Após vinte e cinco anos de prática, eu tenho testemunhado o impacto desse mal na humanidade, como ele cresceu e continua a se agravar, causando atualmente mais sofrimento por doenças do que por todos os outros males juntos. E todo esforço para conter esse mal só o piora. Nos últimos sete anos, eu tenho conversado com mais de doze mil pessoas diferentes, tenho absorvido os seus sentimentos e compreendi quais eram as suas crenças sobre as doenças e como cada pessoa era afetada, mas eu conhecia as causas. Portanto, eu sei que o que eu digo é verdade: que se nunca tivesse existido um médico no mundo, não teria havido nem um décimo do sofrimento atual. Também é verdade que os credos religiosos têm causado sofrimento a uma grande parcela da população, mas a religião, como todos os credos baseados na superstição, têm que ceder lugar à Ciência. Assim, a superstição em relação à religião desaparecerá à medida que os homens se tornarem sábios, pois a sabedoria é a única religião que pode subsistir e isso significa conhecer a nós mesmos não como indivíduos isolados, mas como parte da Sabedoria. Mas a doença está causando estragos em todas as classes sociais e parece que nunca haverá um fim para ela, a não ser que alguém intervenha e contenha esse mal imenso.
Eu tenho tido o hábito de me sentar com os pacientes separadamente e explicar a doença e a cura [cure], até ter chegado à conclusão de que eu sou capaz de curar [cure] pessoas que estão doentes se eu estiver em sua companhia e o número de pessoas presentes apenas ajuda a acelerar a cura [cure]. Eu não tenho dúvida de que eu sou capaz de ir a uma plateia de mil pessoas e curar [cure] mais pessoas em uma única palestra do que todos os médicos do estado de Maine conseguiriam curar [cure] no mesmo período, pois sei que eu não vejo metade dos meus pacientes por tempo suficiente para explicar o que eu deveria esclarecer em uma palestra de duas horas. Há um grande número de doentes que não são capazes de ser curados [cured]; pois a vida e a felicidade do homem nesse mundo esclarecido (tornado assim pela profissão) têm feito do dinheiro o critério principal, então, se um homem não o possui, ele tem que sofrer. Portanto, o meu objetivo é aliviar o homem de parte de seu sofrimento. Eu sou chamado para ir a diferentes partes do país e sempre encontro um grande número de doentes pobres que não estão dispostos a serem curados [cured]. Eu desejo aliviar aqueles que não são capazes de ser curados [cured] e também orientar as mentes para que essa sabedoria governe o homem. É necessário dizer que eu não tenho crença religiosa. A minha religião é minha vida e a minha vida é a luz de qualquer sabedoria que eu possuo. Assim, a minha luz são os meus olhos e se os meus olhos são os olhos da Verdade, o meu corpo é luz; mas se os meus olhos ou a minha sabedoria são uma opinião, o meu corpo está cheio de trevas.
A minha religião é minha vida e a minha vida é a luz de qualquer sabedoria que eu possuo. Assim, a minha luz são os meus olhos e se os meus olhos são os olhos da Verdade, o meu corpo é luz; mas se os meus olhos ou a minha sabedoria são uma opinião, o meu corpo está cheio de trevas.
SOBRE CRENÇAS
Pode ser necessário explicar o que motiva os meus argumentos. Tudo o que eu escrevo visa destruir alguma crença do paciente. Uma crença é o que eu chamo de doença, pois ela engloba a causa e ela leva as pessoas ao raciocínio até que os seus sistemas estejam preparados, como a terra, para receber a ideia e quando o fenômeno se manifesta, os médicos o chamam de doença. A crença em uma ideia que não pode ser vista pelo olho natural é tão real quanto a crença no mundo natural. Todas as coisas que não se apresentam aos sentidos naturais é uma crença. A doença pertence a essa categoria. O fenômeno é admitido e fazer o homem acreditar nele envolve a noção de que ele existe. Não se segue que ele esteja doente, assim como não se segue que um homem esteja em guerra porque acredita que ela existe. No entanto, ele pode estar sujeito a ser infectado. A guerra, como algumas doenças, tem as suas isenções. Por exemplo, a varíola. Um homem pode obter um certificado de um médico comprovando que a teve ou que foi vacinado. Assim, a crença torna a doença real para a pessoa que a crê e, à medida que a crença se generaliza, todas as pessoas são afetadas, mais ou menos. As crianças não estão isentas; elas sofrem se estiverem perto da doença, pelos pecados de seus pais. As doenças deles são efeito da comunidade. Esses resultados vêm dos habitantes mais velhos, que personificam as superstições do mundo e são tão obstinados em suas crenças.
Tudo o que eu escrevo visa destruir alguma crença do paciente. Uma crença é o que eu chamo de doença, pois ela engloba a causa e ela leva as pessoas ao raciocínio até que os seus sistemas estejam preparados, como a terra, para receber a ideia e quando o fenômeno se manifesta, os médicos o chamam de doença.
Veja como o Sul luta pela escravidão sob a crença de que ela é uma instituição viva.[3] O povo acredita o mesmo sobre as doenças e cada um lutará por sua doença específica até que a verdade extermine ambas. Uma é tão perigosa quanto a outra e cada uma tem os seus simpatizantes e traidores. Considere uma pessoa doente sob a lei da doença, que ela sabe que a matará se a lei for posta em vigor. As pessoas estão tão ansiosas para se condenarem insistindo que têm uma certa doença quanto um rebelde está para jurar que um Ianque é um abolicionista: cada um está trabalhando para que a vítima seja condenada. Ambos podem ser resumidos como o efeito da crença do homem.
[3] Isso foi escrito em dezembro de 1862.
Todas as coisas que não se apresentam aos sentidos naturais é uma crença. A doença pertence a essa categoria.
As seitas religiosas lutam pelas diversas crenças delas, que não contêm uma palavra de verdade e o mundo sofre as consequências. Os médicos, os espiritualistas e todas as classes que têm inteligência suficiente para ter uma crença travam uma guerra para manter as suas crenças vivas e garantir o seu sustento. Mas quando confrontadas com a verdade, essas crenças definham e desaparecem e das cinzas surge a liberdade ou a Ciência. A guerra sempre nasce das crenças. Escravidão é o único nome para todos os males que afligem o homem, dos quais a doença é apenas um. Todos eles precisam atravessar um mar de sangue antes que as suas cabeças possam ser esmagadas e eles possam ser controlados pela razão.
As opiniões religiosas atravessaram um mar de sangue antes que a razão pudesse controlar a mente e então a guerra foi travada por palavras. A liberdade universal ainda não atravessou o mar de sangue, mas agora está em meio à tempestade e só Deus sabe como terminará. A crença que leva o homem a aprisionar o seu semelhante é muito forte, pois apela aos preconceitos religiosos e esses estão na raiz de muitos males. O homem natural acredita que a escravidão é correta e ele é religioso nessa crença, embora em tudo o mais seja governado por interesses partidários. Toda pessoa doente está sofrendo, direta ou indiretamente, com os efeitos de alguma crença; portanto, os meus argumentos visam demonstrar o absurdo dessas crenças, quaisquer que elas sejam, pois elas são contagiosas.
A criança é afetada pelas crenças dos pais, que são tão inimigas da saúde quanto a escravidão é da liberdade. A ciência é o verdadeiro homem, a crença é a inimiga da felicidade, pois todos sabem que um homem morrerá antes de abandonar a sua crença. Assim, quando uma pessoa acredita em uma doença específica, ela não a abandonará até que ela destrua o seu corpo, embora ela saiba que lutar contra ela é a sua própria destruição.
Toda pessoa doente está sofrendo, direta ou indiretamente, com os efeitos de alguma crença; portanto, os meus argumentos visam demonstrar o absurdo dessas crenças, quaisquer que elas sejam, pois elas são contagiosas.
Quando eu me sento ao lado dos doentes, eu os encontro como crianças ou como pessoas presas a uma crença. Se eles não têm ideias que lhes venham à mente, eles são como alguém afetado pelas circunstâncias ao redor, como uma criança, cujos pais estão brigando, está assustada e talvez magoada pelas ações cruéis dos pais. Quando eu tenho um paciente que está assustado por alguma sensação no sistema que não tem sido nomeado, o paciente é como um espectador em um tumulto que se vê atacado e violentamente abusado mesmo tendo permanecido em silêncio o tempo todo. Eu tenho que dialogar com essas pessoas e convencê-las do erro delas e à medida que elas aprendem a verdade, elas ficam seguras. Eu ajo da mesma forma com elas como eu agiria com um estranho atacado por uma multidão. Eu entro na multidão, eu pego o homem pelos ombros, conduzo-o para fora e me torno o seu amigo até que ele esteja em segurança.
A crença em uma doença é como a crença em qualquer outro mal, mas há aqueles que, depositando total confiança nos líderes, aceitam certas crenças. Esses são honestos e os pacientes mais difíceis de curar [to cure], pois atribuem um respeito religioso às suas crenças, que são a própria vida deles. Eles costumam dizer que preferem morrer a perder a sua fé. Uma crença que fundamenta qualquer religião é mantida com a mesma firmeza com que uma criança se agarra à mãe quando tem medo de estranhos. Eu frequentemente travo uma dura batalha com pessoas assim, cujas crenças as fazem adoecer antes de conseguirem relaxar. Elas às vezes choram e lamentam como se eu realmente fosse tirar as suas vidas. Como eu não tenho nenhuma crença para lhes transmitir, eu tento mostrar o absurdo de seus erros. Será percebido que, em tudo o que eu escrevo, o meu raciocínio visa destruir alguma crença do meu paciente. O reumatismo, ou o estado mental que afeta as pessoas dessa maneira, é causado por diversas crenças. As suas mentes, como eu tenho dito, são enganadas e levadas a más companhias e elas sofrem as consequências de seus atos, mesmo que as suas intenções tenham sido boas.
Uma crença que fundamenta qualquer religião é mantida com a mesma firmeza com que uma criança se agarra à mãe quando tem medo de estranhos.
Eu apresentarei um caso. Um homem usa tabaco livremente, tanto mascando quanto fumando. A sua esposa, sendo de uma natureza compreensiva, entra em seu erro para tentar reformá-lo. Isso a coloca na mesma companhia que ele. Ela é considerada tão má quanto o marido dela, ela é espancada até sangrar pelos cotovelos, ombros e membros e as suas mãos ficam inchadas e doloridas a ponto de não poder trabalhar. Enquanto isso, o marido dela parece estar bem como sempre. Isso é pegar uma doença por compaixão e mostra que tais males são contagiosos no mundo. Contra essas pessoas, eu me posiciono da seguinte maneira: eu observo os sintomas e identifico o demônio. Eu o exponho e quando eu faço o paciente reconhecê-lo, o demônio vai embora, o erro é expulso, a crença desaparece e o paciente é curado [cured]. Esse é um processo de raciocínio da causa para o efeito, não do efeito para o efeito. O mundo raciocina para fazer uma doença a fim de curar [cure] outra. Eu destruo a doença mostrando o erro e como o erro afeta os pacientes.
…eu observo os sintomas e identifico o demônio. Eu o exponho e quando eu faço o paciente reconhecê-lo, o demônio vai embora, o erro é expulso, a crença desaparece e o paciente é curado [cured].
Era isso que Jesus tentava provar, portanto, todos os Seus atos e palavras visavam comprovar a verdade do que eu disse. Torne o homem responsável por suas crenças e ele será tão cauteloso com o que acredita quanto com o que vê ou faz, pois ele verá que, assim como ele medi o outro, assim será medido por ele. Mas será que o clero segue essa regra? Será que eles não ditam ao seu público o que acreditar e o que não acreditar, sem a menor consideração pela saúde deles? Ora, supor que um homem seja capaz de acreditar em uma coisa e ainda assim sofrer o efeito contrário não é verdade. Se você fizer uma pessoa acreditar que está em perigo de sofrer algum mal, ela será afetada de acordo com a crença dela. Portanto, todas as crenças devem ser analisadas como comida ou bebida, para ver o que contêm e como agem sobre o corpo, pois, estando a crença na mente, ela se manifesta no corpo. Assim, quando Jesus falava, Ele tinha algum objetivo a alcançar para a felicidade do homem. Mas supor que Jesus veio do céu para destruir um erro e estabelecer outro é supor que as nossas crenças alteram a sabedoria de Deus ou fazem o homem acreditar no que não consegue entender para garantir a sua felicidade em um mundo que é baseado na crença. Agora, eu entendo Jesus; eu entendo que Ele condena todas as crenças e mostra que o homem está melhor sem crença alguma do que com uma.
Esse é um processo de raciocínio da causa para o efeito, não do efeito para o efeito. O mundo raciocina para fazer uma doença a fim de curar [cure] outra. Eu destruo a doença mostrando o erro e como o erro afeta os pacientes.
De que me adianta acreditar em uma coisa ou outra se a minha crença não afeta a minha vida? Se a minha crença afeta a minha vida, eu obtenho o benefício ou a infelicidade dela, mas isso não altera a sabedoria de Deus nem os seus planos. Portanto, se existe um mundo além desse, a minha crença não pode mudá-lo; a minha crença pode me mudar. Assim, se Jesus não tinha um motivo maior do que simplesmente apresentar uma crença, ele era como todos os outros que queriam estabelecer pontos de vista peculiares. Mas Jesus nunca quis falar do que nós chamamos de morte. A morte Dele foi o fim do pecado ou do erro. Abandonar opiniões e encontrar a Sua verdade era vida, não morte. A Sabedoria que ensinou isso não incluía as palavras “vida” e “morte”.
AS OBRAS SÃO O FRUTO DE NOSSA CRENÇA
Que prova pode ser apresentada para demonstrar que um homem é exatamente o que ele pensa ser? A minha resposta é: as suas obras. O homem é conhecido por suas obras, pois elas são o fruto da crença e onde não há fruto, não há crença; nesse caso, o homem é ou perfeitamente ignorante ou perfeitamente sábio e interrompe o trabalho porque ele é Deus e Deus já concluiu a Sua obra. Ora, o homem não deve ser nem Deus nem um idiota. Portanto, ele tem que ser um ser entre ambos. Isso o torna um homem de opiniões e crenças. Demonstrar se as obras são de Deus ou do erro é o grande objetivo do homem. Ambas não podem ser de Deus, pois um infere a partir do que ele acredita [ignorante] e o outro a partir do que ele sabe [sábio].
Eu apresentarei um homem de erro que baseia o seu conhecimento na crença alheia, ainda pensando que tem uma opinião própria. O efeito de sua sabedoria ou crença é visto por seus frutos. O filho mais novo é aquele que ouve a sabedoria de seu irmão e o vê se contradizer, mostrando-lhe o seu absurdo. Esse é o homem científico e ele não é conhecido, pois quando o homem de opiniões é destruído pelo homem científico, ele desaparece completamente. Considere duas pessoas conversando sobre Mesmerismo; uma nunca ouviu falar nada a respeito, a outra está a par de todas as coisas que diz respeito à lei do Mesmerismo. Seja ‘A’ o sábio e ‘B’ o ignorante. ‘A’ senta-se e expõe os princípios do Mesmerismo. Ele lê relatos de outros autores sobre o assunto, de como um homem se senta, segura a mão de outro, olha-o nos olhos e, por fim, o homem é afetado; os seus olhos se fecham e ele adormece. Então ‘B’ pergunta como isso acontece. Eis o mistério ou a “Ciência” de ‘A’.
Finalmente, ‘A’ tem a ideia de ir ao mundo dos espíritos. Ali, encontra um vasto campo de atuação. ‘C’ encontra os mortos e explica-lhes tudo para ‘A’ e ‘B’ A essa altura, eles já se tornaram tão sábios que a luz deles iluminou todo o mundo dos espíritos, de modo que tudo se tornou perfeitamente claro. Eles não conseguem ir além disso. O mundo inteiro termina aqui e aqui acaba o Mesmerismo, segundo a crença popular. Por fim, chega a notícia de que espíritos apareceram em Rochester e que batidas e mesas giratórias estão ocorrendo. Então, ‘B’ pergunta a ‘A’ como ele explica esses fenômenos. ‘A’ responde: “É pela presença de eletricidade.” ‘B’ diz: “Eu não consigo acreditar nisso, eu quero ver com os meus próprios olhos.” Então, eles consultam um médium e todas as coisas indicam que se trata de espíritos. Uma batida significa “sim” e duas significam “não”, o que comprova a presença dos espíritos. ‘B’ pergunta para ‘A’ o que ele acha disso. ‘A’ diz: “É uma manifestação do magnetismo animal.” ‘B’ diz: “Não, eu acredito que isso tem que ser espíritos.” Eis uma divergência de opiniões. ‘B’ está tão bem informado quanto ‘A‘. O médium concorda com ‘C’. ‘B’ acreditou em ‘A’ até que ‘A’ demonstrou a sua ignorância, então ‘B’ acatou a opinião do médium. E assim por diante. Uma opinião é aceita até que surja outra que não possa ser explicada, então alguém expressa uma opinião e a multidão a segue.
Como o resto do mundo, eu comecei sem crença ou opinião. Como uma criança, eu queria ver. Como ‘B’ fez, eu pedi a explicação de ‘A’ e a aceitei, depois eu me dediquei a prová-la e, de fato, provei sem sombra de dúvida, de acordo com a minha crença, que era governado por eletricidade. Por fim, eu me deparei com um obstáculo que derrubou toda a minha teoria e me deixou apenas com os experimentos básicos. Então, eu me dediquei a provar a minha crença e os experimentos provaram tudo o que eu acreditava e eu concluí que o homem é exatamente o que ele pensa ser. Eu já atravessei o pântano da ignorância, cruzei as ruínas da superstição, caminhei sobre as águas da minha crença e finalmente desembarquei nas margens da Sabedoria, onde eu encontrei o outro ramo da verdade que me diz que a água ou o erro, tinham secado, de modo que a terra seca da razão está pronta para receber a semente da Sabedoria na terra, ou na mente do homem. Após eu ter passado pelo fogo da superstição e ter sido batizado nas águas do erro e da crença, eu emergi das águas e dos céus, ou Sabedoria que estão abertos para mim. Eu vejo a Sabedoria na forma de uma pomba, ou compaixão, dizendo a todos: “Eis que a verdade prevaleceu, abrindo o livro da superstição; ela rompeu o selo e introduziu uma nova forma de raciocínio.”
Eu não tenho crença em religião de qualquer tipo, nem em outro mundo.[4] Eu não acredito no que se chama morte. Na verdade, eu sou totalmente cético em relação a qualquer sabedoria que já tenha ensinado alguma religião fora da crença humana. Então você pode perguntar: que tipo de homem você é sem uma crença? Eu tenho uma crença como todos os homens, mas ela não se aplica sobre o que eu tenho estado falando. Eu tenho uma crença em todos os assuntos que estão agitando o país.
[4] Quimby acreditava sinceramente no verdadeiro mundo espiritual dos vivos, em contraste com “o outro mundo” dos mortos.
Eu vejo a Sabedoria na forma de uma pomba, ou compaixão, dizendo a todos: “Eis que a verdade prevaleceu, abrindo o livro da superstição; ela rompeu o selo e introduziu uma nova forma de raciocínio.”
Eu acredito que houve uma pessoa que teve essas mesmas ideias e a essa pessoa eu atribuo todo o mérito de introduzir essa verdade no mundo e essa pessoa foi Jesus. Eu não tenho dúvida de que Ele foi o único verdadeiro profeta que já viveu, que teve ideias inteiramente superiores às do resto do mundo. Não que Ele, como um homem, fosse melhor, mas Ele era a personificação de uma Sabedoria superior, mais do que qualquer outro homem que já viveu.
Talvez você não entenda o que quero dizer. Considere a descoberta da eletricidade. Havia homens que haviam concebido algumas das ideias de Franklin – não que Franklin fosse o descobridor ou a pessoa que a transformou em ciência, mas a sua mente foi o meio que trouxe a sabedoria dos sábios à tona, para que um experimento pudesse ser feito para comprovar o princípio. A sabedoria do mundo não se limita a nenhuma pessoa, mas quando começa a se condensar em uma verdade, ela tem que se manifestar através de algum meio. Essa grande verdade chamada Cristo foi manifestada por meio do homem Jesus, assim como uma grande verdade foi manifestada por meio do homem Franklin e chamada “eletricidade”. Havia uma crença, na época da destruição ou assolamento dessa grande verdade na crucificação de Jesus, de que ela ressurgiria. Desde então, tem havido um desenvolvimento constante de fatos que mostram que existe alguma sabedoria ou poder superior ao homem e a superstição do mundo a tem mantido subjugada, assim como a superstição da escravidão mantém a Liberdade acorrentada.
Eu acredito que houve uma pessoa que teve essas mesmas ideias e a essa pessoa eu atribuo todo o mérito de introduzir essa verdade no mundo e essa pessoa foi Jesus. Eu não tenho dúvida de que Ele foi o único verdadeiro profeta que já viveu, que teve ideias inteiramente superiores às do resto do mundo. Não que Ele, como um homem, fosse melhor, mas Ele era a personificação de uma Sabedoria superior, mais do que qualquer outro homem que já viveu.
Agora, como um homem, não reivindico nenhuma preeminência ou superioridade sobre outros homens, mas reconheço a minha superioridade perante os eruditos e sábios. … Eu não tenho nenhum desses pecados a responder. Eu estou livre de toda essa falsa religião. Mas eu tive que lutar contra o diabo ou o erro por mais de vinte anos antes de ser libertado. Agora [1864] eu me apresento como alguém que ressuscitou dos mortos ou do erro para a luz da verdade – não que os mortos ou meu erro tenham ressuscitado comigo: eu me despojei do velho homem ou da minha vestimenta religiosa e vesti o novo homem, que é Cristo ou a Ciência e luto contra esses erros e mostro que todos eles são criações da nossa própria mente. Se eu estou fora de toda crença religiosa, como eu posso me posicionar ao lado dos meus seguidores? Eu sei que eu, por meio dessa Sabedoria, sou capaz de ir e impressionar uma pessoa à distância. O mundo pode não acreditar nisso, mas para o mundo é apenas uma crença como a crença em espíritos. Para mim, é um fato, e é isso que eu demonstrarei.
A RELAÇÃO DESSA VERDADE COM OS DOENTES
Que linha de argumentação tem que ser usada para fazer as massas entenderem essa verdade pela qual eu corrijo os erros que adoecem o homem? Que relação tem essa verdade com qualquer pessoa e como ela se apresenta aos doentes? Ela é amiga do homem doente e aqueles que são capazes de entender isso se relacionam com aqueles que não a entendem como um professor que deseja fazer o seu aluno entender os princípios da matemática. Ele não deve ensinar matemática, mas explicar o significado das regras; portanto, o aluno não deve copiar uma obra matemática, pois isso não lhe confere sabedoria alguma em relação à verdade; o discípulo não deve estar acima da ciência, nem o professor acima da verdade, mas esse último deve explicar a ciência pelas palavras da verdade.
Para ilustrar: eu me apresento a essa Ciência como o professor ou expositor dela, não como a própria Verdade. Então, quando a verdade diz por meu intermédio que toda doença está na mente, vocês querem que eu explique o que isso significa. Vocês fazem a pergunta porque vocês não entendem o que se entende por mente. Ela é isso: toda opinião, crença, razão, tudo o que é capaz de ser mudado. O pensamento é uma semente ou um efeito desse grande oceano da mente. A palavra mente abrange todo o raciocínio do homem, assim como a palavra madeira abrange todas as substâncias vegetais. Uma cadeira é feita de madeira, mas é uma ideia feita de madeira. Da mesma maneira, a mente é a matéria e a doença é fabricada a partir da matéria, mas a sabedoria que forma a ideia recebe outro nome. Aqui vocês veem que a mente abrange todas as partes do homem, exceto a sua sabedoria e aqui reside a distinção que o mundo faz apenas em um sentido diferente. O mundo chama essas partes de mente e matéria. Eu as chamo de sabedoria e matéria. Portanto, quando uso “mente”, eu a uso como matéria que não contém inteligência, mas é como o som conectado com alguma coisa ao qual nós atribuímos inteligência.
PARÁBOLA
Ao sentar-me ao lado de uma pessoa doente que sentia uma dor no lado esquerdo, a qual eu também senti e descrevi, eu disse: “Você pensa que você tem tuberculose”. A paciente concordou, dizendo que o médico dela havia examinado os seus pulmões e constatado que o esquerdo estava muito afetado. Ela acreditava nisso e, quando lhe disse que a doença dela estava em sua mente, foi como dizer que ela imaginava algo que não era verdade. Eu lhe disse que ela não entendia o que eu queria dizer com a palavra “mente”.
Então, pegando um copo d’água, eu disse: “Suponha que lhe digam que essa água contém uma substância venenosa que age no organismo e às vezes causa tuberculose. Se você realmente acreditar nisso, toda vez que beber, a ideia de veneno lhe virá à mente. Logo você começará a tossir e engasgar um pouco. Os seus temores de que a água fosse venenosa diminuiriam? Eu penso que não.”
Finalmente, você é encaminhada por seu médico ou amigos e me procura. Eu me sento ao seu lado e digo que você está nervosa e que foi enganada pelo seu médico e amigos. Você pergunta como? Disseram-lhe o que é falso, que a água que você bebe contém um veneno de ação lenta e agora a sua cura [cure] depende do depoimento no caso. Se eu provar que não há veneno na água, então a água não a envenenou. O que a envenenou? Foi a opinião do médico, colocada na água por sua mente. Como a mente é capaz de receber uma impressão, ela pode ser alterada. Essa mudança foi provocada pela opinião do médico; portanto, considerando a mente como alguma coisa, é fácil demonstrar que ela pode ser alterada por uma sabedoria superior a uma opinião.
Essa sabedoria que age sobre a mente é alguma coisa que nunca foi descrita pela linguagem, mas é vista como um “poder” superior. Esse poder dá origem a todas as opiniões religiosas. O homem tem tentado condensá-lo em um ser chamado Deus e o adora. A minha teoria se baseia nessa alguma coisa que o homem desconhece e, a partir dele, desenvolve uma linguagem tão compreensível quanto qualquer outra. Não contém palavras, mas fala por meio de impressões que não podem ser confundidas se o homem se conhece. Essa linguagem são os sentimentos do doente e transmitir esses sentimentos aos sãos, para que eles possam ter alguma ideia da miséria do doente e de suas causas, tem sido o meu estudo por vinte anos.[5] Eu sinto agora que os meus esforços não foram em vão. Organizar palavras para transmitir essa verdade aos sãos é uma tarefa que poucos gostariam de realizar. Mas eu penso agora que eu consegui, de modo que qualquer pessoa com talento comum é capaz de ver que essa é a chave para desvendar os mistérios do mundo espiritual.
[5] Escrito em 1861.
RESPOSTA A UMA PERGUNTA
“Por que você não esfrega (rub) [ação física] a sua cabeça quando está doente?” Porque eu não tenho nada para eliminar (rub out) [remover mentalmente]. Agora, aqui estão dois modos de raciocínio: o homem natural não percebe que o sofrimento decorre de seus próprios atos; assim, ele é corajoso no início, pois ele não enxerga o seu verdadeiro inimigo, nem o resultado natural de seus atos, que é a reação. A verdadeira sabedoria sempre fará com que cada ação seja medida pela sua própria consequência. O homem sábio percebe a natureza do pensamento antes que ele produza efeito e o elimina. Quando o paciente fez a pergunta, ele tinha a resposta na questão, pois era a sua ignorância aquilo que eu estava eliminando (rubbing out); portanto, se ele soubesse disso, não desejaria nenhum “esfregar” (rubbing; ação física).
[Observação PO – Pergunta ao ChatGPT:
O autor está dizendo algo mais profundo:
- A pessoa pensa que precisa de um tratamento físico (“esfregar a cabeça”; rub).
- Mas o problema real é ignorância ou pensamento errado.
- O “tratamento” verdadeiro seria eliminar (“rub out”) essa ignorância— não esfregar (“rubbing”; fisicamente.]
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—–Continua Parte II—–
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Imagem: Plumeria Lei Greeting – Maui – Hawaii
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Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
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Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
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Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
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Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
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William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
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Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

![206 – Doença e Cura [Healing] – Os Manuscritos de Quimby – Parte I](https://orem.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/Plumeria-Lei-Greeting-Maui-Hawaii.jpg)