Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica deles na prática do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos revisitando os Manuscritos de Quimby, destacando trechos do livro eletrônico “The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life” [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”] de autoria de Annetta Gertrude Dresser (1843–1935), editado por YogeBooks: Hollister, MO (2015).
Fonte primária de pesquisa.
Sobre a Autora (Fonte Wikipedia)
Annetta Gertrude Seabury Dresser (1843–1935) foi uma escritora Americana e uma das primeiras líderes do movimento Novo Pensamento. Ela se tornou uma praticante de “cura [cure] mental”, tratando, entre outros, o filósofo e escritor William James.
Ela foi nascida em Portland, Maine, com o nome de Annetta Gertrude Seabury. Mais tarde, casou-se com Julius Dresser e eles viveram em Yarmouth, Maine. Por um tempo, ambos foram pacientes e, posteriormente, estiveram entre os primeiros discípulos do mentalista da Nova Inglaterra, Phineas Parkhurst Quimby. Ele usava a hipnose em curas [cures] mentais de doenças e enfermidades. O trabalho dele influenciou o movimento Novo Pensamento, do qual ambos os Dressers se tornaram parte.
Annetta Dresser tornou-se ela própria uma praticante de cura [cure] mental. Entre os seus pacientes estava o renomado filósofo e escritor americano William James, que teve cerca de doze sessões com ela na tentativa de tratar a sua insônia. Ele lecionou na Universidade de Harvard por muitos anos.
Mais tarde, Dresser escreveu sobre o trabalho de seu mentor em A Filosofia de P. P. Quimby (1895). Ela argumentou que Mary Baker Eddy, a fundadora da Ciência Cristã no final do século XIX, havia se inspirado nas ideias de Quimby, embora a jovem também tenha desenvolvido o seu próprio sistema de pensamento em sua religião. Dresser apoiou fortemente as ideias de Quimby em detrimento das de Eddy.
O filho de Dresser, Horatio Dresser (nascido em 1866), também foi influenciado por Quimby. Além de se tornar um ministro Swedenborgiano, ele escreveu, editou e compilou várias obras do Novo Pensamento, incluindo Uma História do Movimento do Novo Pensamento (1919). O seus Manuscritos de Quimby (1921) foram uma compilação dos documentos de Quimby, lançada após a morte de Quimby e de seu filho. William James tratou as obras de Dresser com respeito em seu próprio livro, Variedades da Experiência Religiosa.
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Livro Eletrônico
“The Philosophy of P. P. Quimby – With Selections from his Manuscripts and a Sketch of his Life [“A Filosofia de P. P. Quimby – Com Seleções de seus Manuscritos e um Esboço de sua Vida”].
Autora
Annetta Gertrude Dresser (1843–1935).
Fonte:
The Philosophy of P. P. Quimby.pdf
Editado/Publicado por
YogeBooks: Hollister, MO – 2015
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Prefácio.
O crescente interesse na filosofia e na prática da cura [healing] mental em suas diversas formas tem gerado o desejo de saber mais sobre o homem a quem se deve esse novo desenvolvimento e de saber em que aspectos os seus ensinamentos diferiam dos sistemas de pensamento predominantes. Os fatos referentes à descoberta foram publicados em 1887, em um panfleto intitulado “A Verdadeira História da Ciência Mental”, de Julius A. Dresser, no qual citações dos escritos do Dr. Quimby se tornaram públicas pela primeira vez. Com a gentil permissão daqueles que detêm a guarda do manuscrito, o autor do presente volume pôde fazer novas citações desses escritos e também republicar diversos artigos que foram escritos para a imprensa durante os últimos anos da prática do Dr. Quimby. Dessa forma, os fatos falam por si mesmos e demonstram, sem comparações adicionais, o alcance e o valor científico da filosofia original. A. G. D. – 481 Beacon Street, Boston, Mass., 1º de Maio de 1895.
The Philosophy of P. P. Quimby
A Filosofia de P. P. Quimby
I. Esboço Histórico.
Frequentemente acontece, no progresso de invenção e descoberta, que o homem por meio de cujo gênio e trabalho alguma grande obra é iniciada, desaparece da atenção pública sem quase nenhuma palavra de reconhecimento ou gratidão pelo que ele realizou, enquanto outros recebem não apenas o benefício de suas pesquisas, mas também o crédito pela descoberta ou invenção. Quase todos os grandes movimentos têm origem no trabalho pioneiro de algum gênio, lutando isoladamente por um tempo, em meio à oposição dos modos de pensamento estabelecidos, até que um exército de intelectos inferiores disperse o novo pensamento divulgado; e esse se torna um fator permanente no pensamento humano.
Mas chega o momento em que as pessoas estão ansiosas para saber tudo o que pode ser aprendido sobre os poucos pensadores originais aos quais o progresso humano se deve principalmente.
“Cada detalhe é interessante; e não há registro mais fascinante de uma conquista do que as histórias de gênios flagrados trabalhando em sua tarefa.
Tudo isso se aplica com ênfase incomum ao movimento que, originado nas pesquisas de P. P. Quimby há mais de meio século, agora conta com milhares de seguidores nesse país e no exterior. A nova filosofia tem conquistado gradualmente, apesar de toda a oposição, um lugar reconhecido entre os fatores educacionais de nosso tempo. Ela possui a sua literatura, o seu exército de trabalhadores e as suas organizações. Ela tem trazido alívio incalculável à humanidade sofredora e aberto caminho para o domínio definitivo das muitas doenças e aflições que aprisionam a humanidade.
Contudo, o novo pensamento tem sido propagado principalmente por aqueles que se detiveram nas margens de sua verdade central. Conclusões errôneas, derivadas das sólidas premissas do Dr. Quimby, tem circulado como uma filosofia genuína, que outros têm alegado ter descoberto. O seu método de cura [cure] tem sido adotado por milhares que nunca ouviram falar de seu verdadeiro criador; embora poucos tenham conhecimento do esforço paciente e dos anos de dedicação incansável à verdade, pelos quais o Dr. Quimby buscou construir uma ciência da vida e da felicidade que destruísse todas as doenças, uma obra que estava apenas pela metade quando a sua carreira terrena chegou ao fim.
Parece então oportuno, agora, que os ensinamentos do Dr. Quimby, em sua forma derivada, têm conquistado reconhecimento permanente, para tornar mais amplamente conhecido o que ele realmente ensinou e para distinguir a sua filosofia desse ensinamento derivado.
Ele foi um dos poucos homens profundamente originais. Trabalhando completamente sozinho, sem auxílio de livros e segundo os seus próprios métodos, ele não só recuperou a saúde após ser condenado pela faculdade de medicina, como também salvou a vida de milhares de pessoas durante os seus vinte e cinco anos de prática e fundou uma filosofia que, combinando teoria, prática, religião e a ciência da saúde, transformou inúmeras vidas. Não é exagero dizer, à luz do que está por vir no mundo como resultado dessa única vida, que poucos homens, trabalhando sozinhos em um novo campo, realizaram tanto quanto ele. Ao nos voltarmos, então, para a análise dos principais fatos de sua vida, nós temos a sensação de estar estudando a trajetória de um homem que ainda está entre nós e cuja grande obra ainda está em seus primórdios.
“Phineas Parkhurst Quimby[1] nasceu na cidade de Lebanon, New Hampshire, em 16 de fevereiro de 1802. Por volta dos dois anos de idade, os seus pais emigraram para o Maine e se estabeleceram na cidade de Belfast. O seu pai era ferreiro e o sujeito desse esboço era um dos sete filhos de uma família.
[1] George A. Quimby, New England Magazine, Março de 1888.
“Devido aos escassos recursos de seu pai e às poucas oportunidades de escolaridade, a sua chance de adquirir educação foi limitada. Durante a infância, ele frequentou a escola municipal por parte do tempo e adquiriu um breve conhecimento dos fundamentos do ensino; mas a sua principal educação veio mais tarde, por meio da leitura e da observação. Ele sempre lamentou a falta de educação, que foi mais uma infelicidade do que uma falha sua.…
“Ele tinha uma mente muito inventiva e sempre se interessou por mecânica, filosofia e assuntos científicos. Durante a meia-idade dele, ele inventou diversos dispositivos para os quais obteve patentes. Ele era muito argumentativo e sempre preferia provas a opiniões aceitas. Ele aceitava tudo o que pudesse ser demonstrado; mas ele combatia com todas as suas forças o que não podia ser provado, ao invés de admiti-lo como verdade.
“Com uma mente assim, não é de se estranhar que, quando um cavalheiro visitou Belfast por volta de 1838 e ministrou palestras e experimentos sobre mesmerismo, o Sr. Quimby tenha se interessado profundamente pelo assunto. Ali estava um fenômeno novo — pelo menos para ele — e imediatamente começou a investigá-lo e em todas as ocasiões em que encontrava alguém disposto a tentar, ele se esforçava para induzi-lo a um sono mesmérico. Ele teve muitos fracassos, mas ocasionalmente encontrava alguém que conseguia influenciar.
“Naquela época, o Sr. Quimby era de altura mediana, de baixa estatura, pesando cerca de 57 quilos; ágil e nervoso, com olhos negros penetrantes, cabelos e bigodes negros; uma cabeça bem formada e equilibrada; testa alta e larga, nariz um tanto proeminente e boca que indicava força e firmeza de vontade; persistente no que empreendia e não se deixava abater ou desanimar facilmente.
“No decorrer de seus testes com pacientes, ele conheceu um jovem chamado Lucius Burkmar, sobre quem exerceu uma influência extraordinária; e não é exagero afirmar que, com ele, ele realizou algumas das mais impressionantes demonstrações de mesmerismo e clarividência já vistas nos tempos modernos…
“O método de trabalho do Sr. Quimby com o seu sujeito consistia em sentar-se em frente a ele, segurando ambas as suas mãos e olhando-o atentamente nos olhos por um breve período, momento em que o sujeito entrava naquele estado conhecido como sono mesmerizado, que era mais propriamente uma condição peculiar da mente e do corpo, na qual os sentidos naturais operavam ou não conforme a vontade do Sr. Quimby. Ao conduzir os seus experimentos, todas as comunicações do Sr. Quimby com Lucius eram feitas mentalmente, com o sujeito respondendo como se estivesse sendo falado em voz alta.
“Por vários anos, o Sr. Quimby viajou com o jovem Burkmar pelo Maine e Nova Brunswick, realizando demonstrações que, na época, atraíram muita atenção e lhe renderam menções nos jornais.
“É importante lembrar que, na época em que o Sr. Quimby estava realizando essas demonstrações, há mais de quarenta e cinco anos, o fenômeno era visto sob uma perspectiva muito diferente da atual. Naquela época, isso era considerado um engano, uma fraude e uma farsa; e o Sr. Quimby era difamado e frequentemente ameaçado de violência coletiva, pois as demonstrações tinham um forte cheiro de bruxaria para o gosto do povo.
“À medida que o assunto ganhava mais destaque, homens ponderados começaram a investigar a questão; e o Sr. Quimby era frequentemente solicitado a fazer com que o seu personagem examinasse os doentes. Ele colocava Lucius em estado mesmérico, que então examinava o paciente, descrevia a doença e prescrevia remédios para a sua cura [cure].
“Com o tempo, o Sr. Quimby convenceu-se de que, sempre que examinava um paciente, o seu diagnóstico coincidia com o que o paciente ou alguém presente acreditava, ao invés de Lucius realmente examinar o paciente e descrever a verdadeira condição dos órgãos; na verdade, ele estava lendo a opinião de alguém ao invés de afirmar uma verdade adquirida por si mesmo.
“Convencendo-se firmemente de que esse era o caso e tendo testemunhado como uma mente podia influenciar outra e quanta coisa que sempre fora considerada verdade era meramente a opinião de alguém, o Sr. Quimby abandonou o seu sujeito [do experimento], Lúcio, e começou a desenvolver o que hoje é conhecido como cura [curing] mental, ou cura [curing] de doenças através da mente.
“Para alcançar esse objetivo, ele passou anos de sua vida travando essa batalha sozinho, trabalhando com uma energia e firmeza de propósito que encurtaram a sua vida em muitos anos.
“Reduzir a sua descoberta a uma ciência que pudesse ser ensinada para o benefício da humanidade sofredora era a ideia que o absorvia por completo. Desenvolver a sua ‘teoria’, ou ‘a Verdade’, como ele sempre a chamava, para que outros além dele pudessem entendê-la e praticá-la, era o que o motivava. Se ele tivesse uma natureza sórdida e gananciosa, poderia ter adquirido riqueza ilimitada; mas parecia não ter nenhum desejo por isso. Ele costumava dizer:
‘Esperem até que eu consiga reduzir a minha teoria a uma ciência, para que eu possa ensinar a Verdade aos outros e ganhar dinheiro rápido o suficiente.’…
“Cada passo dado se opunha a todas as ideias estabelecidas da época e era ridicularizado e combatido por toda a comunidade médica e pela grande maioria da população. Nos doentes e sofredores, ele sempre encontrava amigos leais, que o amavam, acreditavam nele e o apoiavam; mas eles eram poucos em comparação com aqueles do outro lado.
“Enquanto se dedicava aos seus experimentos mesméricos, o Sr. Quimby convenceu-se cada vez mais de que a doença era um erro da mente e não algo real; e nisso ele foi mal entendido por outros, sendo acusado de atribuir a doença do paciente à imaginação, o que era exatamente o oposto da verdade.
‘Se um homem sente dor, ele sabe que a sente e não há imaginação nisso’, ele costumava dizer.
Enquanto se dedicava aos seus experimentos mesméricos, o Sr. Quimby convenceu-se cada vez mais de que a doença era um erro da mente e não algo real…
“Mas ele acreditava no fato de que a dor pudesse ser um estado da mente, embora aparente no corpo. Assim como se pode sofrer em um sonho tudo o que é possível sofrer em estado de vigília, o Sr. Quimby afirmava que a mesma condição mental poderia operar sobre o corpo na forma de doença e ainda assim não ser mais real do que o sonho.
“À medida que as verdades de sua descoberta começaram a se desenvolver e crescer dentro dele, na mesma proporção ele começou a perder a fé na eficácia do mesmerismo como agente terapêutico na cura [cure] dos enfermos; e, após alguns anos, ele o descartou completamente.
“Ao invés de induzir o paciente a um sono mesmérico, o Sr. Quimby sentava-se ao seu lado e, após relatar detalhadamente os seus problemas, simplesmente conversava com ele, explicando as causas desses problemas e, assim, mudando a mente do paciente, desfazendo os seus erros e estabelecendo a verdade em seu lugar, o que, se feito, era a cura [cure]. Às vezes, em casos de claudicação e entorses, ele manipulava os membros do paciente e frequentemente esfregava a cabeça com as mãos, umedecendo-as com água. Ele dizia que era tão difícil para o paciente acreditar que a sua mera conversa produzia a cura [cure], que ele fazia a fricção simplesmente para que o paciente tivesse mais confiança nele; mas ele sempre insistia que não possuía nenhum “poder” nem propriedades curativas [healing] diferentes de qualquer outra pessoa e que as suas manipulações não conferiam nenhum efeito benéfico ao paciente, embora muitas vezes o próprio paciente pensasse que sim. Pelo contrário, o Sr. Quimby sempre negou enfaticamente que usasse qualquer poder mesmérico ou mediúnico.
Ao invés de induzir o paciente a um sono mesmérico, o Sr. Quimby sentava-se ao seu lado e, após relatar detalhadamente os seus problemas, simplesmente conversava com ele, explicando as causas desses problemas e, assim, mudando a mente do paciente, desfazendo os seus erros e estabelecendo a verdade em seu lugar, o que, se feito, era a cura [cure].
“Ele sempre estava em seu estado normal quando atendia o paciente dele. Ele nunca entrava em transe e era um forte descrente do Espiritismo, como entendido por esse nome. Ele afirmava e defendia firmemente, que o seu único poder consistia em sua sabedoria e em seu entendimento do caso do paciente, sendo capaz de explicar o erro e estabelecer a verdade, ou a saúde, em seu lugar. Muitas vezes o paciente não conseguia dizer como ele era curado [cured]; mas isso não significava que o próprio Sr. Quimby desconhecesse a maneira como ele realizava a cura [cure].
“Suponha que alguém leia a notícia de um acidente ferroviário e veja, na lista de mortos, o nome de um filho. O choque mental causaria um profundo sentimento de tristeza nos pais e possivelmente um grave mal-estar, não apenas mental, mas também físico. Agora, qual é a condição do paciente? Ele imagina o seu sofrimento? Isso não é real? O corpo dele não está afetado, o seu pulso acelerado; e ele não apresenta todos os sintomas de uma pessoa doente e ele não está realmente doente? Suponha que você possa ir até ele e dizer que estava no trem e viu o seu filho vivo e bem, após o acidente e provar que a notícia de sua morte foi um engano. O que acontece em seguida? Ora, a mente do paciente sofre uma mudança imediata; e ele não está mais doente.
“Foi com base nesse princípio que o Sr. Quimby tratava os doentes. Ele afirmava que ‘a mente era matéria espiritual e podia ser transformada’; que nós éramos compostos de ‘verdade e erro’; que ‘a doença era um erro, ou crença e que a Verdade era a cura [cure]’. E foi com base nessas premissas que ele fundamentou todo o seu raciocínio e lançou as bases do que afirmava ser a ‘ciência de curar [of curing] os enfermos’ sem outros meios terapêuticos além da mente.
“No ano de 1859, o Sr. Quimby foi para Portland, onde ele permaneceu até o verão de 1865, tratando os enfermos por seu método peculiar. Era o seu costume conversar longamente com muitos de seus pacientes que se interessavam por seu método de tratamento e tentar explicar-lhes as suas ideias.
“Entre os seus primeiros pacientes em Portland estavam as senhoritas Ware, filhas do falecido Juiz Ashur Ware, do Tribunal dos Estados Unidos; e elas se interessaram muito pela ‘Verdade’, como ele a chamava. Mas as ideias eram tão novas e o seu raciocínio tão divergente das concepções populares, que elas tiveram dificuldade em acompanhá-lo ou lembrar de tudo o que ele dizia; e sugeriram-lhe a conveniência de registrar por escrito o conjunto de seus pensamentos.
“A partir de então, ele começou a escrever as suas ideias, prática que manteve até a sua morte, estando os artigos agora em posse do autor desse esboço. Ele entregava o original às senhoritas Ware, que o liam para ele e, se ele sugerisse alguma alteração, essa era feita, após o que era copiado pelas senhoritas Ware ou pelo autor desse texto e então lido novamente para ele, para que ele pudesse verificar se tudo estava exatamente como ele pretendia. Nem mesmo a palavra mais trivial ou a construção de uma frase era alterada sem consultá-lo. Ele tinha o hábito da repetição; e era com dificuldade que se podia convencê-lo a riscar uma frase ou expressão repetida, pois ele dizia: “Se essa ideia for boa e verdadeira, não fará mal nenhum repeti-la duas ou três vezes”. Ele acreditava no processo de martelação, em apresentar uma ideia ou verdade ao leitor até que ela se fixasse firmemente em sua mente…
“Em uma circular para os doentes, que ele distribuiu enquanto estava em Portland, ele diz que,
…‘como a minha prática é diferente de todas as outras práticas médicas, é necessário dizer que eu não prescrevo medicamentos nem faço aplicações externas, mas simplesmente me sento ao lado do paciente, digo-lhe o que ele pensa ser a sua doença e a minha explicação é a cura [cure]. E, se eu conseguir corrigir os seus erros, eu altero os fluidos do organismo e estabeleço a verdade, ou a saúde. A verdade é a cura [cure]’…”.
“O Sr. Quimby, embora não pertencesse a nenhuma igreja ou seita, tinha uma natureza profundamente religiosa, apegando-se firmemente a Deus como a causa primeira e acreditando plenamente na imortalidade e na progressão após a morte, embora tivesse concepções totalmente originais sobre o que é a morte. Ele acreditava que a missão de Jesus era cuidar dos enfermos e que Ele realizava as suas curas [cures] de maneira científica, entendendo perfeitamente como as fazia. O Sr. Quimby era um grande leitor da Bíblia, mas a interpretava de maneira totalmente em harmonia com a sua linha de pensamento…
…‘como a minha prática é diferente de todas as outras práticas médicas, é necessário dizer que eu não prescrevo medicamentos nem faço aplicações externas, mas simplesmente me sento ao lado do paciente, digo-lhe o que ele pensa ser a sua doença e a minha explicação é a cura [cure]. E, se eu conseguir corrigir os seus erros, eu altero os fluidos do organismo e estabeleço a verdade, ou a saúde. A verdade é a cura [cure]’…”.
“A ideia de felicidade do Sr. Quimby era beneficiar a humanidade, especialmente os doentes e sofredores; e para esse fim ele trabalhou e dedicou a sua vida e as suas forças. Os seus pacientes não encontravam nele apenas um médico, mas também um amigo compreensivo; e ele demonstrava o mesmo interesse em tratar um paciente carente que um paciente rico. Até que o autor desse texto o acompanhasse como secretário, ele não mantinha registros contábeis nem fazia cobranças. Ele deixava a gestão financeira inteiramente a cargo de seus pacientes; e, embora ele fingisse ter um preço fixo para consultas e atendimentos, ele aceitava no pagamento o valor que o paciente escolhesse lhe pagar.
“Os últimos cinco anos de sua vida foram excepcionalmente difíceis. Ele estava sobrecarregado de pacientes e trabalhava incansavelmente, sem conseguir encontrar um momento de descanso. Por fim, a sua natureza não aguentou mais a pressão; e, completamente exausto, recolheu-se à cama, da qual nunca mais se levantou. Enquanto forte, ele sempre fora capaz de se proteger de qualquer doença que acometeria outra pessoa; mas, quando exausto e fraco, ele já não tinha força de vontade nem discernimento para combater a doença que lhe tirou a vida.
“Uma hora antes de dar o seu último suspiro, ele disse ao escritor:
‘Eu estou mais do que nunca convencido da veracidade da minha teoria. Eu estou perfeitamente disposto à mudança em mim mesmo, mas eu sei que todos vocês ficarão tristes; porém, eu sei que eu estarei aqui com vocês, exatamente como sempre eu estive. Eu não temo a mudança mais do que se eu estivesse indo viajar para Filadélfia.’”
“A sua morte ocorreu em 16 de janeiro de 1866, em sua residência em Belfast, aos sessenta e quatro anos de idade e foi resultado de dedicação excessiva à sua profissão e de trabalho desenfreado. Não poderia haver epitáfio mais apropriado do que essas palavras:
“’Ninguém tem maior amor do que esse: dar a vida pelos seus amigos.’ Pois, se alguma vez um homem deu a vida pelos outros, esse homem foi Phineas Parkhurst Quimby.”
II. Trechos a partir da Imprensa, 1857–65.
Pode ser interessante para o leitor, antes de considerar um relato mais detalhado da filosofia e prática do Dr. Quimby, saber o que foi dito sobre ele por aqueles que fizeram as primeiras tentativas de descrever o seu trabalho entre os doentes. As seleções foram feitas a partir de uma série de artigos de jornal, datados a partir de 1842, muitos dos quais são testemunhos das curas [cures] maravilhosas realizadas em pessoas de todas as classes sociais, incluindo doenças em suas piores formas, como paralisia, surdez, cegueira, etc. Não se pode esperar que tais artigos façam justiça aos ensinamentos do Dr. Quimby, nem que os autores tivessem mais do que uma vaga noção do alcance e valor de seu trabalho. No entanto, eles são interessantes por mostrarem a alta opinião que ele tinha daqueles a quem ele havia restaurado a saúde e que estavam ansiosos para apresentar as suas ideias ao mundo.
Uma Nova Doutrina de Saúde e Doença.
Um cavalheiro de Belfast, Maine, o Dr. Phineas P. Quimby, que obteve notável sucesso como um experimentador em mesmerismo há cerca de dezesseis anos e continuou as suas investigações em psicologia, tem descoberto e aplica em sua prática diária um novo princípio no tratamento de doenças. Todos os tratamentos médicos das escolas anteriores lidam com o efeito e não com a causa — tratam o corpo desordenado e não a mente, que é o agente ativo dessa desordem. É universalmente reconhecido que a mente é frequentemente a causa da doença, mas nunca antes se supôs que ela tivesse um poder igual para superá-la.
A sua teoria é que a mente dá forma imediata aos espíritos animais e que o espírito animal dá forma ao corpo, assim que os elementos menos plásticos do corpo são capazes de assumir essa forma. Portanto, a sua primeira ação no tratamento de um paciente é sentar-se ao lado dele e estabelecer uma relação de confiança (rapport), o que ele faz sem induzir o sono mesmérico.
Ele afirma que em toda doença o espírito animal, ou forma espiritual, está de certa forma desconectado do corpo e que, ao entrar em contato com um paciente, vê essa forma espiritual ao lado do corpo, transmitindo-lhe toda a sua dor e a causa dela, que pode ter sido um problema mental ou um choque físico, como fadiga excessiva, frio ou calor em excesso, etc. Isso, naturalmente, causa ansiedade na mente; e a mente, reagindo sobre o corpo, produz a doença.
No caso de uma criança pequena, poderíamos dizer: “Certamente, aqui a mente não tem nada a ver com a doença”. Mas não é bem assim. Se uma criança tosse, a sua mente percebe isso e teme, como temeria o fogo que acabou de queimá-la; e esse temor aumenta a tendência à tosse e assim a doença se manifesta.
Com esse espírito, o Dr. Quimby conversa e se esforça para libertá-lo de sua dor; e, quando ele tem conseguido ao fazer assim, ele desaparece e se reúne ao corpo. Assim começa o primeiro passo rumo à recuperação.
Essa união frequentemente dura pouco tempo, pois o espírito reaparece, exibindo alguma nova fase de seus problemas. Com ele, ele o persuade e luta novamente até vencê-lo, quando então desaparece como antes. Dessa forma, duas nuances de sofrimento desaparecem da mente e, consequentemente, do espírito animal; e o corpo já começou os seus esforços para entrar em um estado de concordância com elas.
O Dr. Quimby afirma que não há perigo de doença quando a mente está armada contra ela. Que ele tratará uma pessoa com a doença mais maligna sem perigo para si mesmo, embora a sua compaixão pelo paciente seja tão forte que ele sinta em si mesmo todos os sintomas da doença; mas ele dissipa a partir de sua mente a ideia dela e induz em seu lugar uma ideia de saúde.
Ele afirma que a mente — o princípio pensante — é o que pensa ser e que, se ela se opõe ao pensamento da doença e cria para si uma forma ideal de saúde, essa forma se imprime no espírito animal e, por meio desse, no corpo; que o seu entendimento é um poder positivo e auxilia o espírito, que não é forte o suficiente em si mesmo para lutar contra a ideia da doença.
É claro que eu tenho apresentado apenas um esboço muito básico dessa teoria, que abre um novo campo repleto de interesse e beleza para o amante da psicologia. Para muitas mentes, ela pareceria especulativa e fantasiosa, não fosse corroborada por curas [cures] tão notáveis que chegam a parecer quase milagrosas.
Ele afirma que a mente — o princípio pensante — é o que pensa ser e que, se ela se opõe ao pensamento da doença e cria para si uma forma ideal de saúde, essa forma se imprime no espírito animal e, por meio desse, no corpo; que o seu entendimento é um poder positivo e auxilia o espírito, que não é forte o suficiente em si mesmo para lutar contra a ideia da doença.
De fato, o Dr. Quimby afirma que ele não acredita em nada além do que vê — que ele não se beneficia de nenhuma capacidade de raciocínio.
Ele atua em uma esfera relativamente restrita com rara simplicidade e não fez nada para chamar a atenção do público para o seu sistema; mas parece-me que ele se fundamenta em verdadeiros princípios filosóficos e merece ampla aceitação.
Bangor (Me.) Jeffersonian, 1857.
O texto a seguir foi escrito por uma senhora que o Dr. Quimby tinha curado [cured] durante o primeiro ano de sua prática em Portland e que tinha se interessado muito por suas ideias:-
A Arte de Curar [Healing].
De todos os assuntos que afetam a felicidade da humanidade, a saúde ocupa o lugar de maior importância; pois sem ela pouco se pode desfrutar e nada se pode alcançar. Por que, no desígnio de uma Providência suprema, tantos são inocentemente condenados a serem inválidos miseráveis, a aniquilar a sua existência como seres úteis e a entregar as suas vidas à doença, são questões que retornam continuamente aos doentes, tornando a vida ainda mais misteriosa para eles do que para os sãos. Apesar dos avanços na ciência, que visa diminuir o sofrimento e prolongar a vida, os sinais dos tempos indicam que a onda de doenças aumentará com o crescente número de novas gerações. A experiência de cada pessoa ensina-lhe o valor da saúde, de modo que a sua consideração ocupa grande parte da atenção individual; e cada pessoa tem o seu próprio padrão pelo qual se esforça para preservá-la.
Teorias, regras e opiniões são tão boas quanto os seus efeitos demonstram. Se nós conseguirmos manter a nossa saúde em dia aplicando as nossas próprias regras, ótimo. Caso contrário, nós necessitamos de ajuda. Toda teoria que admita o mal como um elemento não pode aniquilar isso. Se alguma vez a doença for erradicada, isso só poderá ocorrer por meio de uma teoria e prática totalmente contrárias àquelas em que depositamos a nossa confiança atualmente.
Há quem acredite que a humanidade possui os princípios da auto perfeição e que cada pessoa detém um poder superior à razão ou à educação, por meio do qual as ciências são descobertas e os milagres realizados. Esse princípio não é reconhecido como uma capacidade natural do homem; porém, o seu surgimento é geralmente considerado um dom exclusivo e os seus possuidores são gênios e feiticeiros. Ambos são julgados, por suas obras, como detentores de um poder não concedido às massas e a sua explicação os coloca em uma das classes mencionadas anteriormente.
Em todas as épocas, têm surgido indivíduos com o poder de cura [healing] dos enfermos e prever o futuro. A teoria ou explicação deles encobre esse poder em superstição e ignorância, de modo que o mundo não é esclarecido quanto à sua origem ou funcionamento. Nós conhecemos apenas os efeitos. Espiritualistas, mesmeristas e clarividentes, levando em consideração a possibilidade de imposição, provaram posteriormente que esse poder ainda existe.
Assim como na vaga impressão de seu caráter, mas infinitamente além de qualquer demonstração da mesma inteligência e habilidade, está a prática de um médico que está entre nós há um ano e a cujo tratamento alguns inválidos indefesos devem a saúde recuperada deles. Refiro-me ao Dr. P. P. Quimby.
Sem nenhuma reputação além da honestidade, que ele ostenta em seu rosto e do vago rumor de suas curas [cures], ele se tem estabelecido em nossa cidade e, por seu sucesso, merece a atenção do público. Considerado por muitos um charlatão inofensivo, por outros como pertencente ao gênero do mistério, ele se destaca entre os seus pacientes como um reformador, originando uma teoria inteiramente nova a respeito das doenças e praticando-a com uma habilidade e facilidade que só vêm do conhecimento e da experiência. O seu sucesso em tratar todos os tipos de doenças, desde casos crônicos de longa duração até doenças agudas, mostra que ele tem que estar praticando com base em um princípio diferente de tudo o que já foi ensinado antes.
A condição dele como um praticante irregular o tem confinado principalmente ao atendimento dos crédulos e desesperados; e a maioria dos seus casos foram aqueles que não responderam ao tratamento convencional. Somente aqueles que tiveram a sorte de se beneficiar dele podem ter uma noção do interesse que a originalidade de suas ideias desperta e do benefício que elas trarão à sociedade quando entendidas.
Tentar descrever o seu método de tratamento para uma pessoa saudável seria como oferecer dinheiro a um homem já rico; enquanto o doente, que é como alguém lançado na prisão por uma dívida injusta, pode sentir a força de seu sistema. Com uma compaixão que só os doentes inspiram e um conhecimento que só ele demonstra a eles, ele guia o inválido pelo caminho da saúde. O seu poder sobre a doença provém de seu conhecimento sutil da mente e de sua relação com o mundo natural, assunto para o qual a sua atenção foi voltada há cerca de vinte anos pelo mesmerismo.
A sua investigação nessa área, até então explorada de forma insatisfatória, tem desenvolvido nele uma faculdade clarividente, que ele exerce com a sua razão e os seus sentidos naturais e lhe tem revelado fatos que ele explica com base em um princípio admitido, mas pouco entendido, deduzindo daí uma teoria de aplicação universal pela qual ele cura [cures] doenças. H. Portland (Me.) Advertiser, fevereiro de 1860.
A partir de um artigo publicado no Lebanon (N. H.) Free Press de 3 de dezembro de 1860, nós citamos o seguinte: —
…É aqui que o Dr. Quimby se encontra, as suas explicações e as suas curas [cures] caminham juntas. Enquanto os seus sentidos penetram o mistério obscuro da experiência do doente, ele está em plena posse de sua consciência no nível da percepção [consciousness] como homem. Sem temer investigar o funcionamento da mente, ele penetrou na região onde poucos ousaram se aventurar; e, indo muito além dos outros em seus experimentos, ele chegou ao conhecimento do princípio que regula a felicidade.
Portanto, a sua cura [curing] de doenças é perfeitamente inteligente e constitui, em si mesma, uma nova filosofia de vida.
O fundamento de sua teoria, considerada simplesmente como uma crença, é que a doença não existe por si mesma, nem foi criada por Deus, mas é puramente uma invenção do homem. Contudo, está tão firmemente estabelecida em nossa crença e fundamentada por tanta sabedoria, que a sua existência como uma identidade independente jamais é questionada. Em seu tratamento, ele estabelece uma completa separação entre o sofredor e a doença. Por esse último ele não tem respeito; e, enquanto luta e destrói a fé ou crença em que se baseia, ele respeita a inteligência do paciente, que deixa livre e desimpedida.
…a doença não existe por si mesma, nem foi criada por Deus, mas é puramente uma invenção do homem.
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—–Continua Parte II—–
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Imagem: pexels-jonathanborba-33564885 – I – 28.04.26
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Referências bibliográficas da OREM1
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Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;
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André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;
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Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;
Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;
Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;
Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf
Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/
Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;
Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);
Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;
Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;
Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;
Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);
David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;
David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);
Deborah King – Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;
Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;
Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;
Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?
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“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.
Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);
Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);
Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);
Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).
Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].
Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;
Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;
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Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;
Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]
Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/
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James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;
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Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;
Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);
Joe Vitale – livro “Limite Zero”;
Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;
Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);
John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;
John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;
Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);
Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;
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Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;
Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);
Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;
Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931. Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/
Krishnamurti – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.
Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);
Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;
Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;
Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;
Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);
Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);
Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].
Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf
Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;
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Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;
Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
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Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;
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Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;
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Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
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Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
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Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
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Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
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W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

