Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica dos Kahunas na prática do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose], autor Max Freedom Long, publicado por Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956].
Fonte primária de pesquisa.
Tradução livre Projeto OREM®
Livro:
Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis
Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose
Autor:
Max Freedom Long
Autor de:
• A Ciência Secreta por Trás dos Milagres
• A Ciência Secreta em Ação
• Crescendo em Direção à Luz
Publicado por:
Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956]
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Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose
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—–Continuação da Parte II—–
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Capítulo 6
Uma vez entendida a teoria por trás da concentração e da meditação (como nós estamos usando os dois termos) e experimentada a melhor forma de criar imagens mentais de formas-pensamento para serem usadas como sugestões, a teoria por trás da carga das estruturas de ideias com força vital e poder da “vontade” necessita ser abordada com mais detalhes.
A história do “magnetismo animal” de Mesmer é uma que não foi nada tranquila. Como não se tratava de “eletricidade”, como essa força estava sendo conhecida e como Braid havia ensinado que o cansaço dos olhos induzia um estado receptivo muito semelhante ao sono normal, no qual as sugestões eram aceitas pelo sujeito, houve um descarte geral do mesmerismo e de qualquer crença provisória de que a força vital pudesse estar envolvida na hipnose. No entanto, uma corrente de pensamento estava se desenvolvendo, segundo a qual o hipnotizador deveria “dominar” o sujeito dele com a “vontade” dele.
A teoria da “dominação” rapidamente ganhou força, embora ninguém pudesse definir o que seria a “vontade”. Ao observador, parecia que o hipnotizador estava impondo a sua “vontade” ao sujeito para fazê-lo realizar as coisas extravagantes que divertiam o público nos teatros. Um culto surgiu à parte do campo da sugestão Braidiana e os novos líderes escreveram livros e venderam cursos que exaltavam as maravilhas da “vontade” humana e como usá-la.
A “vontade” não era mencionada como força ou poder vital, pois até mesmo inválidos fracos demonstravam ser capazes de exercer uma força de vontade suficiente para subjugar todos os parentes e médicos. O espírito do lendário “mau-olhado”, ou o olhar flamejante do comandante nato dos homens, permeava os escritos. Usar a força de “vontade” era erguer-se pelos próprios calcanhares de uma maneira mágica, inexplicável, mas proclamada como possível. Bastava querer, mas “fazer ou morrer” foi o lema por um período surpreendentemente longo, mesmo depois que aqueles que testaram a validade do sistema o consideraram falho.
Em um livro, escrito em 1894, intitulado “The Will Power” [“A Força de Vontade”], o seu autor, J. Milner Fothergill, M.D., escreveu na página de abertura:
“O que é a vontade é uma questão sobre a qual os metafísicos ainda não conseguiram chegar a uma conclusão, apesar de toda a atenção dedicada ao assunto; e quando eles chegarem a alguma conclusão, seja de concordância ou de discordância absoluta, os resultados não terão valor prático. […] A vontade é um dos ‘pequenos homens que estão por trás de nós’, mente, alma, espírito, vontade, alguma coisa intangível, revelado a nós — como? […] No entanto, nós nunca hesitamos em usar essas palavras, nem há qualquer dificuldade em que sejam compreendidas por outros […] um homem pode ter habilidades moderadas e, ainda assim, alcançar grande sucesso porque possui uma vontade firme. […] É a vontade que permite ao homem realizar o que o intelecto concebe.”
O Dr. Fothergill preencheu muitas páginas com relatos de homens, bons e maus, famosos e infames, que conquistaram o lugar deles na história através do uso da força de vontade. Ele concluiu o seu livro com um resumo:
“A vontade pode não dotar um homem de talentos ou capacidades, mas faz uma coisa muito importante: ela permite que ele aproveite ao máximo os seus poderes. Se esse pequeno livro permitir que um único leitor firme os seus pés no chão ao enfrentar a batalha da vida, não terá sido escrito em vão.”
“É a vontade que permite ao homem realizar o que o intelecto concebe.”
Mesmo sem saber o que compõe a força de vontade sobre a qual escreveu, o Dr. Fothergill acertou em cheio ao revelar a triste verdade de que a maioria das pessoas se recusa a agir, mesmo depois de lhes serem explicados os maravilhosos benefícios do uso da força de vontade. Ele estava certíssimo. Não basta mostrar que alguma coisa é boa. É preciso fazer com que as pessoas a desejem intensamente, a ponto de se mobilizarem e começarem a buscá-la. O desejo tem que ser igualmente forte no self básico e é aí que entra a autossugestão, como nós veremos adiante.
Psicólogos têm debatido há tempos a natureza do desejo e do impulso interno que leva o indivíduo a se esforçar para obter o que deseja. Alguém pode desejar algo intensamente, mas não fazer nenhum esforço para consegui-lo.
Os dicionários definem “vontade” como desejo ou anseio, mas tropeçam na diferença e afirmam que um “ato de consciência no nível da percepção [consciousness]” é adicionado de alguma forma ao desejo ou anseio para que ele se torne uma “vontade” de realizar o desejo.
No ano 2000 d.C., talvez nós tenhamos encontrado a seguinte definição:
“Vontade: querer alguma coisa e então ir atrás disso.”
Em seu excelente “New Dictionary of Psychology” [“Novo Dicionário de Psicologia”], o erudito Philip Lawrence Harriman expõe a falta de informação concreta na cuidadosa definição:
“Vontade: um termo controverso de conotação ambígua. Na psicologia racional, a vontade é um conceito central; no behaviorismo radical, ela é um rótulo para o triunfo do estímulo mais forte; na psicologia filosófica, ela é uma faculdade mental. Muitos psicólogos contemporâneos consideram que o assunto está fora do domínio da psicologia, embora haja uma forte implicação de determinismo na psicologia moderna.”
“Determinismo” é a teoria Freudiana de que as condições físicas ou mentais nos forçam a fazer coisas e que nós não temos liberdade de escolha — portanto, nós não temos “vontade”. Em seu “Dicionário de Psicanálise de Freud”, editado pelo Dr. Nandor Fodor e Frank Gaynor, pode-se procurar em vão por qualquer definição de “vontade” ou menção à teoria do “determinismo”.
Em seu “Hypnotism Handbook” [“Manual de Hipnotismo”], Cooke e Van Vogt se aproximam da ideia Huna da carga de força vital atribuída a uma forma-pensamento sugestiva. Eles afirmam que cada palavra proferida pelo hipnotizador na administração da sugestão possui “energia” e que é dessa “energia” e do correto entendimento do significado da palavra que se baseia a obtenção ou não de resultados. Isso enuncia o princípio, mesmo que nenhuma razão seja dada, sobre por que há energia nas palavras, ou como ela surge.
Ao consultar “A Dictionary of Some Theosophical Terms” [“Dicionário de Alguns Termos Teosóficos”], de Powis Hoult, não se encontra uma definição de “vontade”, mas é útil a referência ao material sob o título “Yoga”. Sob esse título, as principais escolas de Yoga são listadas, mas a única palavra que poderia ser usada para indicar a “vontade” é o Sânscrito “yama”, que recebe o significado de uma ação “restritiva”. Isso é típico dos significados muito breves e indiretos das palavras usadas nos primeiros escritos sobre Yoga. É preciso ver que todos os atos de “vontade” que impedem o self básico de praticar o mal (o que constitui o passo básico ou inicial no Yoga) têm que ser equilibrados por atos compensatórios que levem o self básico a começar a praticar o bem. Há sempre dois lados em cada questão e geralmente existem dois significados equilibrados, ou significados positivos e negativos, por trás da maioria das afirmações simples dos princípios do Yoga.
Devido à falta de um entendimento adequado da natureza da “vontade” nos círculos psicológicos, nós somos obrigados a recorrer ao sistema de psicologia descoberto séculos atrás pelos ancestrais do povo que hoje nós conhecemos como Polinésios. Somente em sua tradição Huna é possível encontrar o entendimento que é necessário para elucidar o problema.
Os Kahunas, ou sacerdotes nativos dos tempos pré-Polinésios, evidentemente inventaram um vocabulário especial para descrever os elementos que, segundo eles, compunham um ser humano. Dentre os dez elementos que eles reconheceram e nomearam, três faziam parte da força vital ou “vontade” — as três “manas”.
A razão para o uso de três palavras reside no fato de o homem ser composto por três selfs e cada self possuir uma “vontade” própria, assim como cada um tem a sua própria capacidade de pensar e o seu próprio tipo de corpo sutil.
Se nós aceitarmos a descoberta dos Kahunas como correta, nós podemos então questionar como as três “vontades” dos três selfs diferem, como elas podem ser direcionadas para uma única direção específica e qual a diferença entre “vontade” e desejo.
Consideremos primeiro a “vontade” do self básico. Esse self é um self animal habitando um corpo animal. Ele pode desejar alguma coisa, mas não se esforça para obtê-lo. Ou ele pode decidir fazer ou não fazer alguma coisa, aparentemente sem que a emoção do desejo seja despertada e fazer um grande esforço para impor a sua maneira. Uma mula teimosa é o exemplo perfeito da “vontade” de um animal em ação. A mula decide não se mover. Nenhum desejo por comida consegue incentivá-la a seguir em frente. Bater nela não a move. Para todos os efeitos, ela não quer nada, a não ser que nós possamos dizer que ela quer se recusar a se mover. A sua resistência obstinada é vasta e surpreendente. Por outro lado, uma mula pode desejar entrar em um campo verde e pode se esforçar ao máximo para romper uma cerca e alcançar o seu propósito.
O self básico ou animal possui a capacidade dedutiva da razão. Ele raciocina a partir de suas lembranças, chega a uma conclusão e, a partir disso, o seu desejo e a sua “vontade” são impulsionados à ação. Todas as coisas dependem das memórias de experiências passadas. Essas são ideias que se manifestam como formas-pensamento e a reação a elas depende da intensidade da força vital que possuíam quando os eventos originais ocorreram, dando origem às memórias utilizadas no raciocínio posterior. A isso, tem que ser adicionadas as necessidades instintivas que geram desejos e impulsos de “vontade” para satisfazê-las.
A força de um desejo ou de um impulso de “vontade” depende do grau em que um evento ou experiência original deixou a sua marca. Grandes emoções geram memórias fortes e repletas de “vontade”. Essas memórias, quando evocadas, despertam as mesmas emoções e impulsos, ainda que não com a mesma intensidade da experiência original. Essa é a chave de todas as coisas na sugestão: quanto mais um conjunto de ideias estiver carregado de força vital em sua formação, maior será a reação que isso provocará ao ser evocado como uma memória.
Consideremos agora as informações Huna sobre o self médio e a sua “vontade”. Esse self, como já foi dito, vive como um hóspede no corpo físico, que é possuído e controlado pelo self básico. Ele não tem poder de memória e depende do self básico para cuidar de todas as memórias e devolvê-las quando necessário. Ele não pode produzir emoções por si mesmo. Os seus dois talentos são, primeiro, o de usar a forma superior ou indutiva da razão e, segundo, o de extrair a força vital do corpo (onde é produzida pelo self básico) e usá-la para gerar o seu próprio grau de força de “vontade”.
A força de “vontade” do self médio possui o que poderia ser comparado a um potencial mais elevado, em termos de eletricidade. Por isso, ela é capaz de superar qualquer potencial mais inferior da “vontade”, tais como o do self básico.
Por outro lado, o self básico tem a capacidade de evitar o controle da “vontade” mais potente do self médio. Isso ocorre principalmente porque o self médio tem que carregar as ideias com a sua poderosa força de “vontade” e tentar fazer com que o self básico as assimile como alguma coisa a ser armazenada na memória, além de incentivá-lo a reagir a elas ao contato, pelo choque da forte carga. Pode-se dizer que o self básico resiste e se recusa a reagir a ideias altamente carregadas se elas abordarem alguma coisa que ele teme ou com o qual discorda — alguma coisa que contraria os seus próprios conjuntos preferidos de ideias semelhantes.
Os dois selfs, vivendo no mesmo corpo e sendo tão intimamente interdependentes para auxílio mútuo, compartilham as mesmas emoções e memórias e o self médio é frequentemente dominado pela força das emoções de medo, raiva ou amor geradas pelo self básico. Portanto, é muito mais fácil e benéfico para os dois selfs trabalharem em harmonia e como o self médio é mais evoluído e inteligente, ele tem que assumir a liderança na harmonização dessa relação. Ele tem que ser o guia sábio e benevolente. Ele é o irmão mais velho que é, ou deveria ser, o “guardião do irmão”.
O Self Superior, que também se nutre do self básico para a sua fonte de vida ou força vital, possui a sua própria maneira superior de pensar, bem como os seus próprios desejos e potencial de “vontade”. A “vontade” do self básico é hipnótica e pode ser comparada a um grande porrete. A do self médio pode ser comparada a uma bala disparada de uma arma e a do Self Superior a um raio.
A língua usada pelos descobridores da Huna é a única conhecida atualmente que contém palavras para nomear todos os diferentes elementos do sistema. A língua, bem evidentemente, foi construída com o propósito de conter essas palavras e ocultar os seus verdadeiros significados sob uma sobrecarga de um ou mais significados comuns. Algumas ideias complicadas da Huna foram ocultadas por palavras simbólicas. Por exemplo, a palavra “água” era o símbolo da força vital e de seu uso em qualquer potencial de força como a “vontade” dos três selfs individuais.
A “vontade” do self básico é hipnótica e pode ser comparada a um grande porrete. A do self médio pode ser comparada a uma bala disparada de uma arma e a do Self Superior a um raio.
Para entender o que os Kahunas descobriram sobre os diversos elementos usados na sugestão mesmérica ou autossugestão, não é difícil. Basta consultar os significados secundários e simbólicos das palavras que eles utilizavam. (O dialeto Havaiano da língua Polinésia é repleto de tais significados.)
Nós podemos perceber como os Kahunas encaravam a sugestão observando que as suas principais palavras para ela eram “kumu manao”, que significa “trocar pensamentos” e demonstrando que havia a crença de que o operador fazia com que o self básico do sujeito aceitasse uma ideia sugerida para substituir uma que seria recebida em troca ou removida. Na autossugestão, a troca ocorre entre o self básico e o self médio e o self básico tem que ser levado a desejar o que é oferecido antes de estar disposto a abrir mão do que já possui em troca.
Eles chamavam as coisas trocadas de “sementes” e essas representavam os conjuntos de ideias altamente vitalizadas que eram implantadas pelo self médio no self básico como sugestões. A “semente” era também “a semelhança de uma coisa”, ou, em outras palavras, um molde ou duplicação sutil de alguma coisa original. Não era, por exemplo, a condição real na qual mais amigos estavam sendo feitos, mas era uma pequena e maravilhosa imagem dessa condição e, como tal, comandava e guiava o self básico quando usada como sugestão. Ajudava a criar a condição da qual era a diminuta e invisível semelhança.
O relaxamento necessário para aquietar o corpo e a mente do self básico, de modo que esse aceite sugestões “[tipo] semelhanças”, também recebeu um nome. Era a mesma palavra usada para semente, “ano”, mas com um significado diferente dentre os seus vários significados alternativos. Esse é o significado de “um lugar sagrado de quietude”. Trata-se, mais uma vez, de um símbolo. Isso simboliza a condição relaxada e tranquila na qual o self básico se torna receptivo. É a receptividade de alguém ajoelhado, expectante diante de um altar, aguardando com confiança a bênção solicitada. Não poderia haver símbolo mais belo e significativo para descrever o estado ideal ao qual o self básico tem que ser induzido a cair. É um estado de confiança e fé, bem como de expectativa. É um estado emocional tranquilo de grande valor quando se trata de dar sugestões.
Isso simboliza a condição relaxada e tranquila na qual o self básico se torna receptivo.
Fazer um conjunto de ideias, carregá-lo com a força da “vontade” do self médio e, em seguida, fazer com que o self básico o aceite como uma sugestão, era um ato em três partes chamado “manao” ou “nanao”. Os significados comuns dessas palavras, juntamente com os seus significados secundários e valores simbólicos, revelam o que os Kahunas consideravam necessário ao dar sugestões. As palavras também fornecem algumas informações adicionais sobre a natureza do self básico.
(1)Fazer um conjunto de ideias, (2)carregá-lo com a força da “vontade” do self médio e, em seguida, (3)fazer com que o self básico o aceite como uma sugestão, era um ato em três partes chamado “manao” ou “nanao”.
Para facilitar a compreensão desse conjunto de significados bastante heterogêneos, o processo pode ser descrito em etapas. Primeiro, é preciso ser capaz de conter o self básico, descrito nesse par de palavras e em seus significados originais como “escorregadio” e difícil de encontrar ou conter, uma vez encontrado. Ele é um self que pode facilmente desviar a pessoa do caminho certo ou fazê-la se desviar ao invés de seguir em frente para conquistá-lo e controlá-lo com sugestões. Ele é descrito como um self que vive em um buraco escuro, onde não pode ser visto e onde a mão é enfiada para tentar encontrá-lo. Uma vez encontrado, a sugestão tem que ser imposta a ele, como se impõe comida a quem se recusa a comer.
Em segundo lugar, as palavras indicam que TEM QUE SE PENSAR PROFUNDAMENTE, o que simboliza a concentração profunda nas ideias enquanto elas são carregadas com a força da “vontade” e preparadas para serem usadas como sugestões. A raiz da palavra (mana) nomeia a força vital básica, tão necessária para a formação de estruturas de pensamento e cargas de “vontade”.
Os antigos Kahunas costumavam inventar duas ou três palavras com os mesmos conjuntos gerais de significados, para evitar que uma se perdesse ou que os seus significados mudassem com o passar do tempo. Seguindo esse costume de precaução, eles inventaram uma segunda palavra, “hahao”, para sugestão. O seu significado, conforme consta nos dicionários, é literal e direto. Ele significa “sugerir alguma coisa à mente de outra pessoa”. Mas, nas raízes da palavra, os Kahunas tiveram o cuidado de explicar como essa sugestão deveria ser feita. As raízes dão o significado de “respirar fundo”, que é o símbolo de acumular força vital extra para usar na formação de ideias de sugestão e carregá-las. Essa é uma atividade complementar ao “pensamento intenso”.
A raiz “hao” significa “colocar uma pequena coisa em uma coisa maior” e isso nos indica que as diminutas estruturas de pensamento da sugestão, uma vez preparadas, devem ser entregues ao self básico para que esse as coloque, juntamente com as suas outras ideias lembradas, no grande espaço onde todas as memórias são armazenadas.
A palavra para “fé” ou “acreditar” é muito importante em qualquer discussão sobre sugestão e para esse significado nós temos que retornar à palavra “manao”. Ela não significa apenas “pensar”, mas também “acreditar”.
Em resumo, os Kahunas instruíam aqueles que desejavam usar a sugestão:
PENSAR PROFUNDAMENTE,
RESPIRAR PROFUNDAMENTE e
ACREDITAR COMPLETAMENTE.
Já foi mencionada a acumulação de força vital extra pela respiração profunda. Isso requer uma explicação mais completa.
Para os nossos propósitos, nós podemos simplesmente dizer que, para acumular força vital extra para infundir na estrutura da ideia sugestiva e usá-la para adicionar também a força de “vontade”, nós necessitamos:
(1) Assumir o controle da respiração, tirando-a do self básico e começando a respirar mais intensamente. Isso manterá a atenção do self básico e, se nós esperarmos que a força vital se acumule rapidamente acima do nível normal, o self básico consumirá um pouco mais dos elementos nutritivos do corpo, fornecendo-nos a carga extra. Toda a força vital extra está armazenada no corpo sutil do self básico e está à mão enquanto nós pensamos, criamos imagens mentais e as carregamos intensamente.
(2) Continuar respirando mais profundamente e controlando a respiração como o self médio. Há várias razões pelas quais isso impressiona e mantém a atenção do self básico, mas nós não necessitamos abordá-las aqui. Ao realizar essa parte do trabalho — a respiração ou “ha” —, também começa-se a “pensar profundamente”. Pensar profundamente é exercer a “vontade” do self médio para que o self básico permaneça atento e nos permita concentrar toda a atenção na tarefa de formar as imagens mentais ou, se elas foram formadas em sessões anteriores, relembrá-las e revisá-las com cuidado, atenção e intensidade em cada detalhe, tentando energizá-las durante esse processo. O “pensar profundamente” ou a concentração necessita ser “pulsado”, ou seja, deixar a ideia ir por um instante e depois retomá-la. É um processo semelhante a piscar os olhos quando se olha fixamente para algum objeto ou espetáculo interessante. A piscadela momentânea permite a pausa necessária para restaurar a mana, ou energia, gasta na observação. A concentração nas ideias sugeridas lhes conferirá força vital, tornando a sua energia maior e mais forte. A força da “vontade” é adicionada simultaneamente ao manter e reafirmar a determinação de que a ideia incorporada na sugestão se tornará um fato na vida — uma condição real e duradoura, sendo essa altamente desejada e a determinação de concretizá-la firmemente apoiada pela fé, sem a menor dúvida do resultado. Tal ideia, carregada e sustentada pelo desejo por ela, elevado a um ponto máximo e então revestida pela mais plena determinação de levá-la à realização, contém em si o ingrediente da “vontade” do self médio. Esse ingrediente permanecerá na sugestão enquanto o self médio mantiver o desejo e a determinação fortes. O self básico será motivado a fazer o que só ele é capaz de fazer para auxiliar no plano e em muitas coisas realizará quase todo o trabalho, uma vez que receba sugestões dessa maneira com frequência suficiente para manter a carga renovada e gradualmente aumentada dia após dia.
Pensar profundamente é exercer a “vontade” do self médio para que o self básico permaneça atento e nos permita concentrar toda a atenção na tarefa de formar as imagens mentais ou, se elas foram formadas em sessões anteriores, relembrá-las e revisá-las com cuidado, atenção e intensidade em cada detalhe, tentando energizá-las durante esse processo.
Essas coisas são muito simples, mas, como são novidade para a maioria de nós quando as conhecemos pela primeira vez, elas podem parecer muito complicadas e até difíceis. Essa novidade passa depois de algumas leituras explicativas e de testar alguns passos, começando com alguma coisa mais fácil de aplicar, como mudar a atitude em relação aos outros para fazer mais amigos, ou melhorar o humor geral.
Para começar, o uso do método de autossugestão parte do seu self médio, que é você, e do esforço de um pouco da sua “vontade”. Você precisará encontrar uma maneira de desejar se beneficiar do método que está sendo apresentado. Se você conseguir encontrar um pouco de desejo, isso pode se transformar em um pouco de “vontade” e essa será a decisão de tentar. Depois de superar esse primeiro obstáculo, o processo se torna mais fácil e o entusiasmo aumenta. Em breve, você estará envolvido na parte mais prazerosa e gratificante do processo, a parte em que terá a experiência fascinante e maravilhosa de poder contatar o seu próprio Self Superior e convidá-lo para auxiliá-lo e guiá-lo em todas as coisas.
Capítulo 7
Depois de ter aprendido a arte da concentração e a de carregar as ideias para fins de sugestão, você estará pronto para abordar a questão de ensinar o self básico a relaxar.
As teorias Huna oferecem uma explicação muito necessária para nos dizer por que o self básico aceita sugestões mais facilmente quando nós estamos fisicamente relaxados e quando as atividades mentais do self básico foram desaceleradas, mesmo que não completamente interrompidas.
Trata-se novamente da carga de força vital. Se o self básico e o seu corpo estão ambos normalmente ativos, há uma grande carga de força vital em seu corpo sutil. Essa força não é da mesma intensidade que a usada pelo self médio, mas nós podemos imaginar duas baterias carregadas juntas, com os seus terminais conectados, de modo que a bateria com a carga mais forte liberará parte de sua eletricidade para carregar a outra. Se ambas as baterias estiverem com o mesmo nível de carga, não haverá troca.
Huna nos ensina que administrar sugestões é um processo de plantar poderosamente uma carga de ideia de forma-pensamento na mente do self básico, sendo o self médio quem realiza o plantio.
Se o self básico estiver tão carregado quanto o self médio, ele tende a rejeitar as ideias de forma-pensamento oferecidas. Mas se ele estiver relaxado em corpo e mente, torna-se negativo. Se o self médio e a estrutura da sugestão permanecerem positivos, o self básico parece até atrair a sugestão para si e começar imediatamente a reagir a ela.
Huna nos ensina que administrar sugestões é um processo de plantar poderosamente uma carga de ideia de forma-pensamento na mente do self básico, sendo o self médio quem realiza o plantio.
Quando o self básico está relaxado, ele deixa de necessitar de mais do que uma carga mínima e, por causa disso, o self médio pode atrair grande parte da força vital para o seu centro de consciência no nível da percepção [consciousness] para ajudá-lo a “pensar profundamente” e injetar uma carga adicional de força de “vontade” na estrutura da sugestão.
Os Kahunas originais têm que ter pensado que qualquer um saberia como relaxar, pois a palavra que usavam para “relaxar” era “hoolulu”, que também significa “semear ou plantar sementes” — o símbolo do plantio das diminutas formas da ideia sugestiva no self básico. No entanto, os Kahunas, por meio dessa combinação de significados, não deixavam dúvidas de que o self básico deveria estar relaxado e que algo tinha que ser plantado.
O primeiro passo para promover o relaxamento do corpo e da mente no self básico tem que ser dado pelo self médio. Mais uma vez, ele assume o controle dos músculos voluntários, assim como assume o controle da respiração. O self básico no corpo é comandado pelo uso da “vontade” a obedecer, ou se conformar, à imagem mental do self médio de ir para uma cadeira ou sofá confortável e acomodar o corpo. Feito isso, a imagem mental é mantida sobre o self básico como uma ordem para fazê-lo parar de pensar, ou pelo menos diminuir o ritmo de seus pensamentos. Os Kahunas tinham uma frase que significa “relaxar a mente”, que se traduz como “relaxar os intestinos”, na qual os intestinos simbolizam, como sempre, o self básico. Assim, nós sabemos que não é o self médio que deve ser relaxado, mas sim intensificar as suas atividades, mesmo usando a “vontade” para fazer com que o self básico diminua as suas atividades. O uso da “vontade” para comandar o self básico sempre contém um elemento de sugestão, quer nós reconheçamos isso ou não. Nós comandamos o corpo a agir, nós controlamos os músculos voluntários e nós iniciamos a ação, geralmente desencadeando um hábito ou uma reação em cadeia previamente aprendida. Por exemplo, o self básico, uma vez ativado, direcionará o olhar para encontrar uma cadeira confortável, moverá o corpo até ela, fazendo-o sentar, inclinar-se para trás e encontrar uma posição confortável.
O uso da “vontade” para comandar o self básico sempre contém um elemento de sugestão, quer nós reconheçamos isso ou não.
Quando nós desejamos relaxar o corpo para um propósito que não seja o de descanso ou sono, nós tendemos a nos deparar com as reações habituais do self básico, que são desencadeadas ao lhe darmos a ideia de relaxar. Ele não consegue usar o raciocínio indutivo, por isso fica facilmente confuso quando ele não sabe exatamente o que é desejado ou por que é desejado. Além disso, pode ter ideias próprias, como, nesse caso, a de que não necessita de descanso ou sono nesse momento. Se o self médio insistir, o self básico geralmente tentará atender ao pedido, após alguma objeção. Ele descansará obedientemente, mas tende a se inquietar e a deixar os seus pensamentos vagarem. Se a ideia de relaxamento estiver associada à de sono, ele pode obedientemente induzir o sono, o que atrapalha todos os planos, pois o sono desvincula os dois selfs e corta o suprimento de energia vital do self médio, de modo que esse deixa de funcionar quase completamente.
Se o self médio insistir, o self básico geralmente tentará atender ao pedido, após alguma objeção.
Sob a liderança do Dr. Braid, os hipnotizadores descobriram que o relaxamento necessário podia ser obtido cansando os olhos a tal ponto que o self básico repousasse por si só e, ao repousar, entrasse no estado relaxado em que a sugestão é mais facilmente aceita. Os olhos consomem a maior parte da energia vital quando submetidos a esforço muscular e, quando se cansam e fecham, o tipo de relaxamento que precede o sono natural surge facilmente. Olhar fixamente para cima, com os olhos semicerrados, para um ponto de luz brilhante ou para um disco giratório com uma linha espiral pintada, cansa os olhos rapidamente e tende a induzir o relaxamento na prática hipnótica moderna.
…o sono desvincula os dois selfs e corta o suprimento de energia vital do self médio, de modo que esse deixa de funcionar quase completamente.
Mas os olhos são apenas uma parte do corpo. Além de cansá-los tentando, por alguns instantes, fixar o olhar em um ponto entre as sobrancelhas — um experimento que se pode tentar —, existem outras maneiras de cansar e relaxar o corpo todo.
O método de relaxamento “Decubitus” [“Decúbito”], desenvolvido pelo Dr. Frederick Pierce, pode ser utilizado. Esse método deve ser usado antes, depois ou como parte do exercício de cansaço ocular. Ele consiste em cansar os principais músculos do corpo e, em seguida, relaxá-los, soltando-os. Um músculo cansado relaxará muito mais completamente e muito mais rapidamente do que um músculo que não tenha sido submetido a esforço prévio.
O Dr. Pierce recomendava começar pelas pernas, uma de cada vez, depois pelos braços, depois pelo tronco e pescoço. Cada parte do corpo deveria ser levantada, ou os músculos contraídos e mantidos nessa posição, como se estivesse levantando alguma coisa, até que eles se cansassem levemente. Depois disso, o membro ou outra parte do corpo deveria ser relaxado, pressionado contra a cadeira ou o sofá por um instante e, em seguida, solto completamente, enquanto se dava o comando mental para relaxar completamente.
Um método “one shot” [“única tentativa”] consiste em tensionar todos os músculos do corpo ou alongar-se e bocejar profundamente, mantendo o alongamento até sentir um leve cansaço, para então relaxar completamente e ordenar ao self básico que relaxe.
Ao testar esses métodos, constatou-se ser útil examinar diferentes partes do corpo para verificar se ainda há alguma tensão muscular. Os músculos das mãos, do rosto e do peito são frequentemente encontrados um pouco tensos e necessitam de um esforço consciente para relaxar completamente. Ou, os olhos podem ter se aberto bastante, após terem sido relaxados inicialmente, caso em que eles devem ser semicerrados ou fechados, mas não completamente, pois isso “convidaria o self básico a induzir o sono e, assim, perturbaria o fluxo de ideias e sugestões”.
Após o relaxamento, o corpo deve permanecer sentado ou deitado inerte e o self básico deve ser observado e instruído a parar de gerar pensamentos — frequentemente linhas de pensamento relacionadas às atividades do dia. Esses trens podem ser parados ou desacelerados e geralmente desaparecem assim que se começa a aumentar lentamente o ritmo da respiração e a manter a imagem mental de concentrar toda a força vital no centro da consciência no nível da percepção [consciousness], adicionando a ela energia enquanto se relembra as ideias que se vinha trabalhando para aperfeiçoar, pensando nelas de trás para frente e de frente para trás — “pensando profundamente” sobre elas. Isso será concentração e adicionará automaticamente a carga e o comando da “vontade” às estruturas. Em questão de dez segundos para a pessoa experiente, ou cerca de um minuto para o iniciante, o conjunto de formas-pensamento sugestivas e a sua carga de força de “vontade” estarão prontos para serem implantados.
O plantio é feito dizendo ao self básico silenciosamente, em um sussurro, ou, se ninguém estiver por perto para ouvir, em voz normal, para pegar a imagem mental na qual você tem trabalhado e cuidar dela com atenção, porque todas as coisas nela contidas serão muito úteis, muito agradáveis, muito importantes e muito necessárias para se concretizar. Ordene-lhe calmamente que comece a fazer tudo o que puder para alcançar a condição desejada e prometa que você fará tudo o que estiver ao seu alcance. Certifique-se de que você está falando sério e que cumprirá a sua promessa. Se você deixar tudo a cargo do self básico e começar a fazer coisas contrárias ao que planejou, o self básico rapidamente retornará ao seu modo antigo e habitual de agir e a sugestão, com a sua carga de força, provavelmente será descartada ao ser atrelada a algum outro conjunto de ideias lembradas, confundindo ambas.
Essas sugestões confusas, quando fortes, podem fazer com que o self básico reaja de maneiras estranhas e irracionais em áreas inesperadas, se não for mantido sob vigilância atenta pelo self médio. Caso você, o self médio, decida mudar ou cancelar uma sugestão e desista de tentar alcançar um humor melhor ou qualquer outra coisa que tenha começado a buscar, não deixe a sugestão jogada na memória como uma bomba-relógio cujo pino detonador pode ser acionado inadvertidamente pelo self básico ao tentar desativá-la.
Abrace a ideia a ser cancelada e pense com atenção e por muito tempo para visualizá-la como cancelada. Veja-a como alguma coisa que não é mais desejada. Diga ao self básico, em uma sessão regular de relaxamento e sugestão, que a outra sugestão está sendo transformada de volta em uma simples lembrança de alguma coisa que antes era desejada, mas que agora não é mais. Agora é apenas uma simples lembrança a ser armazenada da maneira usual. Faça um esforço mental para extrair as forças das ideias e visualizá-las como canceladas.
Se uma sugestão abrange alguma coisa que o self básico é capaz de fazer ou realizar por si só e você não pode ajudar, não solte completamente o controle quando fizer a sugestão diariamente ao self básico. Conecte-a a um fio de substância corporal sutil, mantendo uma atitude de expectativa tranquila sempre que o assunto contido na sugestão for lembrado. Além disso, quando a sugestão vier à mente, diga ao self básico:
“Isso mesmo. Continue trabalhando nisso para concretizá-la. Ótimo!”
Um pouco de elogio é de grande ajuda e a expectativa confiante é uma influência estabilizadora e orientadora.
Após um período de relaxamento, é bom dizer ao self básico que a pequena e valiosa sessão terminou e ordená-lo a retornar ao trabalho do dia, cheio de energia e pronto para empreender qualquer coisa com entusiasmo. Esse é um passo valioso, pois o ponto em que a sugestão começa a funcionar e onde ela termina é difícil de determinar. Além disso, ela varia de pessoa para pessoa. Alguns de nós somos muito sugestionáveis e outros não. É sempre seguro inserir o que os Cientologistas chamam de “the cancellor[?]”.
O hipnotizador sempre se preocupa em sugerir uma recuperação completa do estado receptivo em um momento definido, mesmo que uma sugestão pós-hipnótica seja deixada no self básico para que o sujeito reaja posteriormente. Geralmente, o comando é algo como: “Quando eu contar de cinco a zero, você estará completamente acordado e se sentirá bem”. A contagem regressiva é feita e o sujeito sai do transe, seja ele leve ou profundo.
No mesmerismo, se nenhuma sugestão for dada, o sujeito retorna ao normal assim que a carga de energia vital for absorvida e distribuída por todo o seu corpo inconsciente. Nesse caso, não há necessidade de cancelar a sessão, pois nenhuma sugestão foi dada. Normalmente, os hipnotizadores constataram que as sugestões começam a perder a sua força em uma semana ou dez dias. Pacientes em tratamento para prevenir crises de epilepsia ou para aliviar as dores de doenças crônicas têm que ter as suas sugestões renovadas periodicamente.
A diferença entre a sugestão administrada por um hipnotizador e em si mesmo na autossugestão reside principalmente em se o self médio do operador ou o próprio operador gera o conjunto de ideias carregadas e as implanta no self básico, relaxado e receptivo. No caso do hipnotizador, ele precisa usar telepatia ou palavras para implantar uma sugestão. Embora o rapport possa ser mantido telepaticamente após a sessão, quando o operador deseja que ela continue, o trabalho é feito principalmente pelo self básico, que reage de forma constante às estruturas de sugestão que aceitou. Em geral, a telepatia não tem mais utilidade depois que um “aka” ou um fio de conexão sutil ter sido estabelecido pelo primeiro contato entre o operador e o sujeito do que entre dois estranhos que se encontram por acaso, apertam as mãos e seguem caminhos separados.
Ao discutir os detalhes do mesmerismo e da autossugestão, pode parecer um mecanismo complicado e difícil, mas na verdade é muito simples. Vamos revisar os poucos e fáceis passos necessários para usar a autossugestão.
1. Decida o que você irá sugerir.
2. Pense profundamente sobre isso para formular ideias fortes.
3. Respire profundamente e acumule energia vital extra enquanto pensa profundamente sobre as ideias da sugestão para carregá-las com força.
4. Relaxe o self básico na mente e no corpo.
5. Fale a sugestão silenciosamente ou em voz alta para ele.
6. Termine dizendo ao self básico que a sessão terminou e que ele deve parar de relaxar e retomar o trabalho do dia com atenção.
7. Espere que o self básico reaja. Quando você relembrar a sugestão, faça isso tranquilamente até a próxima sessão, quando você se tornará novamente muito positivo ao repetir a sugestão.
8. Caso seja necessário ou conveniente adiar ou mesmo desistir de um esforço planejado para atingir algum objetivo, explique os motivos ao seu self básico e, em seguida, crie uma imagem mental do projeto sendo adiado ou até mesmo abandonado completamente. Revigore a ideia e pratique a autossugestão de forma regular. Não deixe o esforço se perder por omissão, para que as antigas estruturas de sugestão não preocupem o seu self básico e causem confusão mental. Uma casa mental necessita ser mantida limpa, organizada e arrumada o tempo todo.
Capítulo 8
Nós chegamos agora ao ponto para o qual nós temos trabalhado, aprendendo a teoria e a prática da autossugestão. Aqui, nós coroamos as conquistas e passamos dos grandes benefícios terrenos que a autossugestão é capaz de proporcionar para o mundo da pura magia e do milagroso — para o mundo da “ORAÇÃO”.
Mas ORAÇÃO, no sentido da Huna, é uma coisa muito diferente da oração com o significado que lhe é atribuído hoje nas igrejas. Em Huna, nós temos o conhecimento dos três selfs que compõem o homem. Na oração do tipo-Huna, nós descobrimos que todos os três selfs têm uma parte na oração e que cada um tem coisas específicas a fazer que não podem ser feitas pelos outros. Se cada um fizer a sua parte e usar a sua habilidade natural única com maestria, um milagre é possível. Se apenas um self tentar orar, nada acontece.
A autossugestão é o caminho pelo qual nós somos capazes de fazer com que todos os três selfs do homem trino trabalhem como uma equipe equilibrada e perfeita em direção a uma única conquista.
Os pesquisadores que lideram o campo do autocondicionamento e da autossugestão estão começando a perceber que deveria haver um passo fundamental na arte de usar a sugestão para trazer o self básico à plena harmonia e cooperação (integração) com o self médio e, em seguida, com alguma coisa ainda mais elevada.
A autossugestão é o caminho pelo qual nós somos capazes de fazer com que todos os três selfs do homem trino trabalhem como uma equipe equilibrada e perfeita em direção a uma única conquista.
O Dr. Hornell Hart, tanto em suas palestras sobre o assunto quanto em seus escritos, enfatiza fortemente o aspecto religioso do processo. Ele descreve o objetivo como:
“…viver com alegria e criar o tipo de personalidade capaz de servir profundamente aos nossos semelhantes, transcender a vida que nós vivemos agora, alcançar as potencialidades espirituais da vida com coragem e fé criativa”.
Esse é um objetivo esplêndido, mas o estudante tem que recorrer à Huna para encontrar as instruções passo a passo necessárias para colocar essas “potencialidades” em prática.
O Dr. Rolf Alexander, que se apega à noção Freudiana de “id, ego e superego” em contraste com os antigos conceitos Polinésios de self básico, self médio e Self Superior, oferece um método para aprender a lidar com o superego. Esse é o método que ele denominou “auto tomada de consciência”. Ele se assemelha, em essência, ao sistema Zen de busca pela “iluminação” ou “tomada de consciência”, mas mantém a vagueza do conceito original de superego, mesmo ampliando-o.
O Dr. Alexander recorre à ideia de que todos nós estamos vivendo em um estado contínuo de hipnotização, no qual os eventos de nossas vidas e o ambiente ao nosso redor atuam como sugestões hipnóticas que aprisionam e moldam o ego, impedindo-o de tomar consciência do mundo real que nos cerca. O remédio recomendado é a libertação do estado hipnotizado e a emergência para o estado normal, no qual o “verdadeiro” e o “real” são sentidos e o superego começa a guiar a vida. Essa condição é descrita como “salvação”, como “liberação” e como a completa integração das três partes do self Freudiano. Ela vai consideravelmente além da metafísica, em comparação com o sistema aceito por Freud, mas ainda está longe de reconhecer o Self Superior como o fim e o objetivo dos esforços auto hipnóticos.
Há alguns anos, na Nova Inglaterra, um mesmerista viajou demonstrando os métodos de cura [healing] de Mesmer. Um homem chamado Quimby se interessou, aprendeu a usar o mesmerismo e se estabeleceu como curador [healer], desenvolvendo, no processo, um conjunto de teorias para explicar o que acontece durante a cura [healing]. De suas teorias, que abordavam um pouco de religião e metafísica, surgiram o Novo Pensamento e a Ciência Cristã.
Nos círculos do Novo Pensamento, um dos líderes era o Juiz Troward. Ele havia servido na Índia e tinha absorvido alguns dos conceitos de Yoga e Vedanta. O hipnotismo havia ganhado destaque quando ele começou a escrever e ele se apegou com entusiasmo à estranha nova teoria da “sugestão” ao construir para si um novo conjunto de explicações para a transição do físico para o suprafísico — a partir do reino do self básico e médio para incluir o do Self Superior.
Estranhamente, o Juiz Troward não conseguiu enxergar nas respostas milagrosas obtidas por meio de orações a evidência de um Poder Superior. Ele evitou cuidadosamente o conceito antigo de um Deus íntimo e pessoal, feito à imagem do homem e, rejeitando completamente o Supraconsciente, propôs um “SUBCONSCIENTE UNIVERSAL”. Isso talvez fosse menos surpreendente do que parece à primeira vista. O que mais o impressionara era o fato aparentemente comprovado de que, ao “manter o pensamento” por tempo prolongado, seguindo o método emergente do Novo Pensamento, desenvolvia-se uma misteriosa força compulsiva que, de alguma forma, influenciava alguma coisa mais poderosa que o homem, fazendo com que trouxesse à realidade a Coisa imaginada e desejada. A tradição Yoga afirmava que o milagroso poderia ser alcançado pela concentração, mas havia pouco respaldo científico nisso. Por outro lado, a hipnose e a sugestão eram geralmente aceitas.
O seu postulado “Subconsciente Universal” era uma dedução natural para quem seguia o caminho do mesmerismo à sugestão e buscava o milagroso no campo das orações atendidas. Ele tinha raciocinado que um Supraconsciente de tamanho e poder criativo universais deveria ser demasiado elevado para ser controlado pelos pensamentos dos homens, logo, aquilo que certamente aceitava controle deveria ser semelhante ao subconsciente humano. Logo! Um Subconsciente Universal deveria ser a resposta. E também deveria possuir poder miraculoso, por ser parte da Supraconsciência. A única falha que se desenvolveu nessa teoria, amplamente aclamada e aceita no Novo Pensamento, foi que o Subconsciente Universal frequentemente se recusava a obedecer a sugestões “mantidas pelo pensamento”.
Essa revolta contra o antigo conceito religioso de oração já vinha ocorrendo há algum tempo, em grande parte devido à ineficácia dos métodos ortodoxos de oração. Exigia-se alguma coisa “científica” que pudesse ser usada para obter resultados infalíveis. E não deveria ser necessário ser bondoso, generoso ou bom, como nos círculos ortodoxos, para poder inclinar a Cornucópia por meio de alguma “ação da mente”, de modo que as bênçãos pudessem cair em abundância. Muitos achavam que Deus deveria parar de fazer acepção de pessoas e atender às orações de alguns enquanto ignorava as de outros.
Como as novas religiões surgidas a partir dessa revolta foram parcialmente fundadas nas antigas demonstrações de cura [healing] de Quimby, a cura [healing] permaneceu uma das coisas mais desejadas e esperadas. No entanto, era sempre muito desanimador para um “praticante” ver um cliente não melhorar e, em seguida, recorrer a um “curador [healer] natural” que poderia obter excelentes resultados com a simples oração ortodoxa.
Mas nem tudo é fácil de explicar nos círculos ortodoxos. Alguns se tornam famosos por seu “poder na oração”, enquanto outros, muitas vezes vivendo vidas aparentemente muito mais dignas e devotas, sofrem tragédias que a oração raramente alivia.
Obviamente, o nosso conhecimento sobre a oração necessita urgentemente de uma revisão.
Alguns psicólogos renomados têm analisado essa triste contradição das especulações religiosas atuais e escrito sobre o assunto com erudição. William James, em seu livro “Varieties of Religious Experiences” [“Variedades de Experiências Religiosas”], deu uma contribuição clássica ao tema. Anos mais tarde, em seu livro “Man the Unknown” [“O Homem, o Desconhecido”], o Dr. Alexis Carrel apresentou ao mundo um estudo sobre as respostas milagrosas às orações ocorridas ao longo dos anos no santuário de Lourdes, na França, onde aqueles que vinham orar pelos outros eram frequentemente curados [healed] — uma situação peculiar que contradiz todas as crenças e especulações atuais.
Duas características da oração eficaz podem ser consideradas excepcionais:
(1) Tem que haver uma forte emoção de desejo despertada ao se fazer uma oração e
(2) Tem que haver uma expectativa confiante ou fé de que a oração será atendida.
Pouco importa a quem as orações são dirigidas, contanto que seja a um Ser Superior. Esse pode ser Deus, como nomeado em qualquer idioma ou concebido em qualquer religião. Pode ser uma oração a qualquer Salvador em qualquer religião, como Jesus ou Buda. Pode ser uma oração dirigida a santos ou ancestrais.
Uma descoberta adicional foi feita, mas o seu reconhecimento tem sido tão lento que hoje é quase completamente ignorada. Trata-se da descoberta de que o mesmerismo, aliado à oração, podia e de fato produzia curas [healing] que beiravam o milagroso. Nós temos visto que o Coronel Henry S. Olcott, atuante nos primeiros anos da Sociedade Teosófica, tinha explorado essa perspectiva. Em seus escritos, ele descreveu a sua experiência curando [healing] mais de cinquenta paralíticos no Ceilão, afirmando que havia se aproveitado da fé dos pacientes em Buda. Ele os encorajava a acreditar que, ao pedirem, Buda os curaria [would heal]. Isso introduziu um forte elemento de oração, adicionando um ingrediente (não discutido ou definido) à força mesmérica exercida pelo Coronel Olcott. Como havia a intenção de curar [to heal] misturada à expectativa de ser curado [healed], o elemento da sugestão era muito forte, mesmo que não reconhecido como parte do processo. A combinação desses ingredientes operou maravilhas — maravilhas que ainda intrigam os hipnotizadores modernos, que não conseguem entender como o mesmerismo é capaz de produzir resultados de cura [healing] que eles não conseguem sequer começar a replicar.
Como havia a intenção de curar [to heal] misturada à expectativa de ser curado [healed], o elemento da sugestão era muito forte, mesmo que não reconhecido como parte do processo.
Por ora, deixemos de lado a linha de raciocínio que nós vínhamos seguindo para considerar uma forma de cura [healing] importante demais para ser negligenciada, embora se enquadre em uma categoria bastante diferente. Trata-se da cura [healing] realizada por pessoas com talento mediúnico que não reivindicam poder em si mesmas, mas atribuem todo o mérito aos espíritos dos desencarnados.
Os espíritos, falando por meio de seus médiuns, contam como realizam a cura [healing]. As teorias deles divergem tanto quanto as dos curadores [healers] não médicos vivos, mas, embora quase nenhum deles pareça se basear em orações a um Ser Superior, eles concordam que é necessária uma pessoa viva com habilidade mediúnica para trabalhar com e por meio dela. Também é necessária uma fonte de energia vital.
O fato de alguns médiuns entrarem em estado de transe sugere fortemente que os espíritos são capazes de usar a sugestão e, se extraem dos vivos força vital suficiente para uso mesmérico-hipnótico, isso explica em parte algumas das curas [healings] realizadas.
Um excelente pequeno livro para os curiosos que desejam seguir essa linha de cura [healing] e as suas explicações espirituais é “The Mediumship of Arnold Clare” [“A Mediunidade de Arnold Clare”], de Harry Edwards, ele próprio um famoso curador [healer] mediúnico. Nele, encontram-se descrições que lembram muito os corpos sutis Huna, pertencentes a cada um dos três selfs, os graus Huna de força vital, a força de vontade e as formas-pensamento carregadas de força vital. Um espírito chamado “Peter”, quando questionado sobre as forças de cura [healing], disse:
“A força mais próxima que nós conhecemos, comparável à usada para produzir ação, é a força magnética, mas essa força (usada pelos espíritos) é de uma qualidade diferente e tem um caráter mais forte.”
A cura [healing] psíquica, realizada com a ajuda de seres desencarnados, não é para a pessoa comum, mas nós encontramos nesse método de cura [healing] provas adicionais de que as teorias Huna são válidas e eficazes.
Em termos mais simples, a ORAÇÃO, segundo a Huna, é a invocação do Self Superior para se juntar à equipe dos selfs básico e médio, de modo que um trabalho de natureza miraculosa possa ser realizado. É o Self Superior que possui o poder miraculoso e a sabedoria que o acompanha. Ele é capaz de ver o futuro na medida em que os eventos vindouros já foram determinados. Ele tem evoluído através da escola da vida e tem acumulado toda a sabedoria adquirida vivendo por um tempo como um self básico e, posteriormente, como um self médio. Ele é o self que nós encontramos atuando na cura [healing] espiritual, onde os tecidos doentes de um paciente são milagrosamente transformados em tecidos saudáveis e normais. Ele é capaz de oferecer orientação e ajuda de natureza maravilhosa, se convidado a fazê-lo.
Em termos mais simples, a ORAÇÃO, segundo a Huna, é a invocação do Self Superior para se juntar à equipe dos selfs básico e médio, de modo que um trabalho de natureza miraculosa possa ser realizado.
Como todos que têm estudado as teorias da Huna sabem, os Selfs Superiores não interferem no privilégio do livre-arbítrio, que é um direito inato dos selfs mais inferiores. Ele tem que permitir que esses aprendam pela experiência. Mas, quando os selfs mais inferiores tomam ciência de que existe um Self Superior que os observa como um Anjo da Guarda e o convidam a participar plenamente de suas vidas, ele pode então guiar, proteger e ajudar de inúmeras maneiras. Essa integração completa envolve os três selfs, não apenas os dois mais inferiores. Ela traz a boa vida para substituir a vida na qual os dois selfs mais inferiores tropeçam sem orientação e, muitas vezes, atraem o desastre para si mesmos por meio de seus conflitos e diferenças de crenças, desejos e aversões.
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—–Continua Parte IV—–
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Imagem: pexels-djoko-byson-3663900-5530788 02.05.26 – III
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Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].
Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf
Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;
Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;
Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;
Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.
Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;
Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;
Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;
Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;
Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;
Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;
Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;
Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;
Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;
Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;
Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;
Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;
Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;
Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;
Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1 – Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA – 2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;
Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;
Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;
Max Freedom Long. Livro: “Self-Suggestion And The New Huna Theory Of Mesmerism And Hypnosis” [“Autossugestão e a Nova Teoria Huna do Mesmerismo e da Hipnose]. Publicado por: Huna Research Publications – Vista, Califórnia [1956];
Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);
Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];
Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;
Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;
Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);
Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;
Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];
Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);
Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);
Osho – livro “Desvendando mistérios”;
Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht
Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);
Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;
Platão – livro “O Mito da Caverna”;
Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;
Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;
Richard Wilhelm – livro “I Ching”;
Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/
Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);
Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;
Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm
Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®
Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.
Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.
Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.
Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;
Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;
Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.
Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;
Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;
Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);
Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);
Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);
“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;
Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;
Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;
Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;
Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;
W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” – Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.
William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;
William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;
Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.
Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

