Relembrando o que nos esclarece a 4ª Visão – A Luta Pelo Peder, de A Profecia Celestina, nós temos:
A Quarta Revelação… A Luta Pelo Poder
Com muita frequência, os seres humanos se desconectam da fonte maior dessa energia e, então, sentem-se fracos e inseguros. Para obter energia, nós tendemos a manipular ou forçar os outros a nos darem atenção e energia. Quando nós dominamos os outros com sucesso dessa maneira, nós nos sentimos mais poderosos, mas eles ficam enfraquecidos e muitas vezes reagem. A competição pela “escassa” energia humana é a causa de todos os conflitos entre as pessoas.
Dramas de Controle Humano
Quando nós buscamos a ética de dar e não de tirar ou manipular os outros, nós entramos em um estado de consciência [no nível da percepção [consciousness] mais elevado. Nós começamos a detectar os mecanismos de manipulação do nosso ego no passado – os Dramas de Controle – que nós temos usado para nos fortalecer às custas dos outros. Se nós estivermos atentos e nos flagrarmos sempre que nós iniciarmos o nosso “Drama de Controle”, eventualmente, ele desaparecerá completamente. O drama começa a se dissipar até que nós possamos nos deter antes de cairmos nessa armadilha. Agora, por meio da generosidade, nós podemos avançar sincronicamente em liberdade – prontos para experienciar, ainda mais, momentos extraordinários de conexão com Deus.
Fonte: The 12 Celestine Insights | Spiritual Awakening | Synchronicity
Destacamos a seguir didáticos artigos que visam explorarmos ainda mais esse importante tema dos Dramas de Controle, para perfeito conhecimento e entendimento do sistema de pensamento de A Profecia Celestina.
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—–Continuação da Parte I—–
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Entendendo os Dramas de Controle – Parte II
Artigo:
Taking Responsibility for Control Dramas in Relationships [Assumindo Responsabilidade pelos Dramas de Controle nos Relacionamentos]
Autora:
Amanda Salsman
Site:
Taking Responsibility for Control Dramas in Relationships – Celestine Vision
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Enquanto Autumn e eu discutíamos o artigo dela, “Letting Go of Anger in Relationships” [“Deixando a Raiva de Lado nos Relacionamentos”], nós reconhecemos o quanto isso ressoava com o meu próprio relacionamento. As nossas histórias podem ser ligeiramente ou até totalmente diferentes, mas todas nós pudemos nos identificar umas com as outras quando nós entendemos como nós competimos por energia.
Eu acho incrível saber disso, porque isso prova para mim que cada um de nós tem valor à sua maneira. Cada um de nós carrega uma peça de um quebra-cabeça maior. Ao compartilhar as nossas verdades autênticas por meio de nossas histórias únicas, nós podemos estender a mão àqueles que estão sofrendo e que talvez precisem se lembrar de que eles não estão sozinhos. Juntos, nós podemos aprender a criar relacionamentos espirituais baseados em entendimento, aceitação, gratidão e amor.
O meu noivo não tem interesse em espiritualidade, o que tem causado algumas discussões desde que eu comecei a minha própria jornada. Nós temos perspectivas diferentes sobre o que é certo e verdadeiro para cada um de nós, sobre como criar os nossos filhos e sobre a validade dos ensinamentos espirituais que eu tenho aprendido. Além das diferenças de opinião, também nós tínhamos vários outros problemas comuns no relacionamento. A luta pelo poder foi tão intensa que eu perdi completamente a noção de quem eu era, a ponto de não me reconhecer mais. Os meus amigos e familiares vinham me alertando sobre os sinais de alerta que haviam notado ao longo dos anos, mas eu estava tão presa ao meu Drama de Coitadinha de Mim que eu não conseguia enxergar uma saída.
Por fim, eu encontrei a coragem para tomar a decisão de terminar o nosso relacionamento. Enquanto nós estávamos separados, eu senti liberdade suficiente do controle que ele exercia sobre mim para perceber como eu havia abdicado de todo o meu poder e caído em um padrão de culpá-lo por todas as minhas escolhas. Eu sabia que ele precisava entender como havia contribuído para o problema, mas estava determinada a descobrir onde eu também havia errado.
Juntos, nós lemos “The AIR(*) In My Bubble” (um artigo de Candella no celestinevision.com). Em seu artigo, Candella discute a importância de nós estarmos abertos às diferentes perspectivas um do outro, como reconhecer quando nós não estávamos nos comunicando com respeito e os benefícios da terapia de casal. Com o tempo, nós optamos por manter a nossa família unida. Embora o meu noivo ainda não tenha interesse em me acompanhar em minha jornada espiritual, nós compartilhamos o objetivo comum de melhorar o nosso relacionamento e nos apoiar mutuamente para romper o ciclo do nosso passado que, com o tempo, afetaria negativamente os nossos filhos.
(*) Observação PO: A tradução literal para o Português seria “O AR na minha bolha”, porém AIR na frase também significa = Actions, Inactions, and Reactions [Ações, Inações e Reações].
Nem tudo são flores e alegrias e ainda nós usamos os nossos mecanismos de dramas de controle, mas nós demos o primeiro passo rumo a uma Conexão Espiritual mais profunda ao decidir investir na criação de um relacionamento mais amoroso.
CRIANDO CONSCIÊNCIA NO NÍVEL DA REALIDADE [AWARENESS]
Todos nós temos o nosso Drama principal, mas nós somos capazes de usar todos os quatro, dependendo de qual funciona melhor no momento. Eu acredito que o primeiro passo que nós temos que dar, como afirmado no Guia Experiencial, é criar consciência no nível da realidade [awareness] de por que nós usamos os nossos dramas de controle para que nós possamos entender como nós continuamos o ciclo e os padrões de busca por controle.
O meu drama principal é “Coitadinha de Mim” e o drama principal do meu noivo é “Distanciado”. Nós representamos esses papéis diariamente como se fossem naturais. Nós aprendemos isso enquanto crescíamos e esses papéis estão tão arraigados em nossa psique que mal percebemos quando eles estão acontecendo. No entanto, nós conseguimos identificar facilmente quando o outro está representando esse papel.
Se você e o seu parceiro desejam construir um relacionamento mais harmonioso e superar as disputas de poder, trabalhar em equipe facilitará o reconhecimento de quando ambos estão recaindo em padrões antigos. Para que isso funcione, pode ser útil estabelecer algumas diretrizes com as quais ambos concordem, tais como:
Ao perceber o drama, pergunte como o seu parceiro está se sentindo.
Mantenha a calma e fale com gentileza, sem repreender, envergonhar ou culpar.
Se necessário, afaste-se para recarregar as energias e retorne quando estiver calmo e racional.
Seja gentil consigo mesmo e com o seu parceiro. Demonstre compaixão e empatia.
Escute sem interromper e dê espaço um ao outro para se expressarem plenamente.
Permita que o processo crie um vínculo mais forte entre vocês, deixando de lado o ressentimento, o que os aproximará do amor incondicional.
Infelizmente, para muitos de nós, a capacidade de trabalhar em conjunto com o parceiro para superar a competição por energia no relacionamento simplesmente não é possível. Por mais que nós nos esforcemos, se nós estamos em uma jornada espiritual e os nossos parceiros ainda não estão prontos para transcender a antiga visão de mundo, nós podemos ter a sensação de estar travando uma batalha perdida constantemente.
Nesse ponto, eu preciso aceitar que ele ainda não está pronto para se libertar do passado e superar os seus dramas e tudo bem. O que eu posso fazer é começar a assumir a responsabilidade pelos meus próprios motivos para roubar energia dele.
1. Eu tenho a tendência de recorrer a usar dramas de controle quando as minhas necessidades não são atendidas.
A impaciência, tão evidente no meu tom de voz, é o primeiro sinal de que eu tenho negligenciado as minhas necessidades físicas, emocionais, mentais e espirituais. O autocuidado é o maior presente que nós podemos dar a nós mesmos e aos outros. O nosso relacionamento com o parceiro tende a se deteriorar à medida que nós começamos a perder as partes de nós que nos definem. Eu também percebo que isso afeta os meus filhos – que agora têm idade suficiente para começar a questionar o meu amor por eles – fazendo com que desenvolvam os seus próprios dramas de controle.
“À medida que nós aprendemos a cuidar melhor de nós mesmos, nós nos tornamos pessoas melhores em geral. Quando nós estamos em contato com os nossos próprios sentimentos, nós podemos nos conectar com os outros de forma mais eficaz e demonstrar amor e empatia por eles também. Se nós estivermos preenchendo os nossos próprios reservatórios emocionais com autorrespeito e carinho, nós teremos muito mais a oferecer às nossas famílias, amigos e ao mundo em geral.” ~ Karyl McBride, Ph.D.
2. Eu não tenho sido responsável pela minha própria energia.
Eu não tenho certeza se eu sou uma pessoa empática, mas eu sou muito intuitiva e detecto a energia do meu parceiro. Eu permito que os seus dramas de controle, ansiedade e medo controlem as minhas ações, inações e reações (AIR) e, como resultado, eu tomo decisões que vão contra o que realmente eu quero. É crucial que nós demos a máxima importância a preencher a nossa própria energia e aprender a protegê-la de fontes externas. Não demora muito para ficarmos esgotados quando a investimos continuamente no relacionamento, além de cuidar de outros membros da família, dedicar grande parte do nosso tempo ao trabalho e dizer sim a coisas que nós preferiríamos não fazer. Também nós precisamos cuidar das responsabilidades domésticas, ir a consultas e outras atividades, possivelmente sentindo o impacto da falta de sono e exercícios, muita comida não saudável na rua e a lista continua.
3. Quando eu recorro à culpa e ao julgamento, isso geralmente é mais sobre mim do que sobre outra pessoa.
“Quando você culpa e critica os outros, está evitando alguma verdade sobre si mesmo” ~Deepak Chopra.
Como uma Coitadinha de Mim, uma das partes mais difíceis do meu crescimento espiritual foi assumir a responsabilidade pela realidade que eu estava criando. Uma vez que nós estamos prontos para olhar mais profundamente para nós mesmos, a transformação pode ser notável.
“Quando você julga o outro, você não o define; você define a si mesmo.” ~Wayne Dyer.
Reagir a partir dos nossos estados de ego (pai e filho internos) nos mantém presos em negatividade. Isso nos aprisiona em um ciclo interminável de baixa energia, pois pensamentos ruminativos nos levam a analisar excessivamente as nossas circunstâncias continuamente.
4. Eu não dedico tempo suficiente para me conhecer, ser eu mesma e viver a minha vida plenamente.
A codependência nos impede de estarmos centrados em nosso próprio processo interior, pois a nossa energia oscila de acordo com o que os outros fazem ou dizem. Dizem que nós devemos “tratar os outros como nós gostaríamos de ser tratados”, mas em primeiro lugar nós deveríamos aprender a “tratar a nós mesmos como nós gostaríamos de ser tratados”, pois nós ensinamos aos outros como nos tratar.
“O nosso maior medo é correr o risco de estar vivo e expressar o que realmente nós somos.” ~ Miguel Angel Ruiz
Eu aprendi que, para me tornar eu mesma e evitar a codependência, eu precisava em primeiro lugar encontrar um equilíbrio entre me doar aos outros e dedicar tempo ao meu bem-estar. Conhecer e defender os meus valores essenciais exige muita coragem, mas me permite viver com integridade, reconhecer o meu valor e abraçar a minha autenticidade.
5. Eu permito que as minhas experiências passadas e influências parentais impactem a minha necessidade de amor e segurança.
Até que nós curemos [heal] os nossos problemas e as nossas inseguranças da infância, nós continuaremos a afetar negativamente todos os nossos relacionamentos. Pessoas surgirão em nossas vidas com lições que nos aproximarão do enfrentamento de nossa dor interior, para que nós possamos nutrir e equilibrar a nossa mente, corpo e espírito e viver em harmonia. Trabalhar na Sexta Revelação me trouxe entendimento e perdão, mas eu reconheci que ainda me apego a crenças limitantes que têm controlado inconscientemente as minhas decisões e os meus comportamentos. Nós podemos questionar as nossas crenças para descobrir se nós queremos mantê-las ou transformá-las em novas crenças fortalecedoras, baseadas em nossos objetivos pessoais e de relacionamento compartilhados.
DESCOBRINDO OS PADRÕES
Após considerar os cinco principais motivos que causam as minhas lutas de poder, eu consigo perceber o padrão que vem se desenrolando e como integrar essas visões (revelações) à minha vida e interações me ajudarão a criar um relacionamento mais espiritual com o meu noivo. Estar aberta às coincidências que cercam o meu relacionamento e às mensagens que eu recebo me permitirão identificar as áreas em que eu preciso estar mais atenta. Entender e curar [healing] o meu passado me libertará, permitindo que eu evite recorrer a estratégias de Dramas de Controle. Criar espaço e tempo para meditação, reflexão e solitude me ajudará a me conectar com a fonte universal e a fortalecer a minha energia interior. Seguir a minha intuição e definir intenções com base nos princípios da Oitava Visão (Revelação) garantirá que eu esteja fazendo a minha parte para construir um relacionamento próspero.
Tornar-se espiritualmente consciente em nossos relacionamentos é uma escolha que nós temos que fazer. Nada mudará se nós continuarmos agindo da mesma forma. Hoje, eu escolho encontrar novas maneiras de interagir sem perder a minha própria fonte interior de energia. Hoje, eu escolho me comunicar em um nível profundo, independentemente do que eu enfrente. Hoje, eu escolho demonstrar amor e bondade a todos, inclusive a mim mesmo.
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Artigo:
Poor Me Control Drama: How to Respond [Drama de Controle Coitadinha de Mim: Como Reagir]
Autora:
Amanda Salsman
Site:
Poor Me Control Drama: How to Respond – Celestine Vision
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Nós temos um amigo, ente querido, parceiro ou colega de trabalho que começa a reclamar de como a vida tem sido difícil para ele. A reclamação não para. Ele é inconsolável. Nós podemos nos importar e querer ajudar, mas também nós podemos precisar de espaço, longe do pessimismo e das reclamações constantes, o que acaba drenando a nossa energia cada vez mais…
Um dos primeiros sinais que nós reconhecemos quando nós estamos em um Drama de Controle (ou caminhando para um) é a queda de nossa energia.
Reconhecendo um Drama de Controle do Coitadinho
O primeiro passo é reconhecer o que está acontecendo. Se você já conseguiu identificar o Drama de Controle do Coitadinho, então já avançou muito!
Imagine o seguinte cenário:
Um amigo continua reclamando de problemas na vida dele. Nós queremos genuinamente ajudar, então nós oferecemos algumas sugestões. Ele diz: “Sim-Mas…” e dá os seus motivos para explicar por que as suas ideias não funcionarão. Nós continuamos nesse padrão por um tempo, dando uma nova sugestão e recebendo uma nova resposta do tipo “Sim-Mas…”, até que nós desistimos, frustrados por ele simplesmente não estar disposto a se sentir melhor.
“Por que você não tenta isso?”
“Você já fez isso?”
“Que tal você conversar com…?”
Ao que eles respondem com outro “Sim, mas…”
Por mais excelentes que sejam as nossas sugestões, eles simplesmente não parecem dispostos a ouvir os nossos conselhos. Frustrados com a relutância deles em abandonar a autocomiseração, nós podemos tentar outras abordagens para resolver esse drama de controle que nós estamos presenciando:
• Pare de falar com eles. (Distante)
• Fique com raiva e grite com eles: “Parem de reclamar e parem de choramingar!” (Intimidador)
• Diga-lhes que a vida deles não é tão ruim assim e dê-lhes alguns dos nossos próprios problemas, que farão com que os problemas deles pareçam brincadeira de criança. (Coitadinho de Mim Maior)
• Critique a forma como eles se meteram nessa situação e diga-lhes que, se tivessem escutado desde o início, eles não estariam nessa situação tão difícil. (Crítico/Interrogador)
Você é capaz de ver o que está começando a acontecer aqui. Não há nada como se envolver em um Drama de Controle correspondente para resolver o Drama de Controle de outra pessoa, certo?
Se você se reconhece tendo alguma dessas reações, definitivamente não está sozinho(a), pois eu também já me vi em cada uma delas. E como eu mencionei antes e continuarei repetindo: o primeiro passo para sair dos Dramas de Controle é ter consciência no nível da realidade [awareness] de que nós estamos caindo neles.
Ok, nós podemos ver que, quando nós estamos sentindo ansiedade, existem algumas maneiras prejudiciais de reagir. Vamos analisar algumas outras opções que podem funcionar melhor para vocês dois.
Respondendo a um Drama de Controle de Coitadinho de Mim
Substitua a Ansiedade com a Fonte do Amor Divino
Sempre que um Drama de Controle estiver acontecendo, é um lembrete para se reconectar com a Fonte do Amor Divino. Pare, relaxe e saiba que alguns problemas não são seus para resolver.
Encha o seu coração com o máximo de amor e energia que puder. Continue a manter essa conexão, independentemente do que o seu amigo esteja fazendo ou deixando de fazer. Então, transborde dessa plenitude e ofereça tanto a sua energia amorosa quanto um ouvido atento.
A realidade é que oferecer conselhos pode não ajudá-lo em nada. Muitos problemas são maiores do que podem ser resolvidos em uma única hora. Se você se sentir culpado ou acusado de fazer parte do problema, deixe que a conexão amorosa o mantenha centrado e simplesmente reconheça a situação, dizendo que a acusação parece injusta. Nunca discuta, apenas continue dizendo como você se sente.
Então, deixe a pessoa falar. Ao dar espaço para o seu amigo falar sobre as suas dificuldades sem interromper, ele pode ser levado a encontrar clareza e discernimento por conta própria, abrindo caminho para que ele intua quais podem ser as soluções.
A História do “Sr. Conserta Tudo”
Há alguns anos, foi lançado um livro chamado “Men are from Mars and Women are from Venus” [“Os Homens São de Marte e as Mulheres São de Vênus”], de John Gray. Embora eu não concorde com todas as descrições de papéis de gênero de Gray, eu achei a sua observação sobre a reação do “Sr. Conserta Tudo” bastante esclarecedora e útil e por isso eu quero compartilhá-la aqui.
Gray descreve uma situação em que a esposa conta ao marido sobre o seu dia. Ao fazer isso, ela pode relatar desafios que enfrentou, pessoas difíceis com quem conversou ou outras coisas perturbadoras que aconteceram. O marido, ao ouvir esses desafios, assume o papel de “Sr. Conserta Tudo” e tenta aconselhá-la e ajudá-la a resolver os seus problemas. Ele quer resgatá-la de todas as suas dificuldades. No entanto, ao invés de se sentir apoiada e amada, a esposa fica chateada com o marido por “não ouvi-la”.
Tirando a “Chapéu do Conserta Tudo” e Mantendo o Espaço
Gray sugere tirar a “Chapéu do Conserto Tudo” e simplesmente ouvir.
Apenas sente-se, preste atenção e ouça as palavras da outra pessoa por completo. É preciso muita força para controlar esse músculo poderoso chamado LÍNGUA HUMANA, mas você tem que usar essa força se quiser sair de um drama de “Coitadinho de Mim”.
Seja o drama de “Coitadinho de Mim” vindo da sua esposa, marido, amigo ou colega de trabalho, permita que ele ou ela desabafe por alguns minutos, sem absorver nada para si. Pense como o Superman: imagine como as balas ricochetearam nele. A melhor maneira de ser um herói nesse momento é simplesmente deixar que as balas, o veneno e qualquer outra coisa que possa ser dita “ricocheteiem” em você, sem reagir. Ser forte o suficiente para manter o espaço e controlar a sua língua é o tipo de força que melhor ajudará a lidar com o Drama de “Coitadinho de Mim”.
Quando Você Responde a um Drama de Controle do Coitadinho de Mim:
Ofereça compaixão
“Eu entendo a sua dor.”
“Eu poço ver que você está passando por dificuldades.”
“Eu concordo que isso é realmente péssimo.”
“Eu me importo com você e eu espero que as coisas melhorem.”
Na maioria dos casos, o seu amigo só necessita de um espaço para desabafar e encontrar as suas próprias soluções, então oferecer um ouvido atento e acolhedor é sempre uma boa resposta. Pare um instante para se conectar com a sua energia, recarregue as energias com a Segurança Divina interior e irradie energia positiva para o seu amigo que necessita.
Eu estou tentando ajudar, sim. Mas e sobre o “Sim-Mas”?
Se você acredita que você tem informações úteis para o seu amigo, é importante compartilhar a sua visão. Certifique-se de que ela venha de um lugar positivo antes de compartilhá-la.
Você está pronto para dar sugestões.
“Por que você não…?”
“Você já tentou isso…?”
“Que tal…?”
Eu sou capaz de ouvir isso agora.
Você continua oferecendo sugestões e você continua recebendo como resposta um “sim-mas…”. Esse padrão se repete até você parar de sugerir coisas e muito provavelmente você acaba frustrado(a) com o resultado.
O que aconteceu?
Bem, é possível que o seu ente querido ainda estivesse preso(a) em seu drama de “Coitadinho(a) de Mim” e não tivesse recarregado as energias. Em outras palavras, o seu papel de “Consertar Tudo” entrou em ação cedo demais. Com cada sugestão, você ainda estava tentando “consertar” o problema para o seu ente querido, ao invés de lhe dar energia e buscar a sabedoria dele(a) para solucionar a questão.
A solução para esse problema específico é devolver o poder à pessoa que o enfrenta. Continue oferecendo apoio e compreensão. Continue investindo energia nela. Peça a sabedoria mais elevada que ela possui, ao invés de oferecer a sua.
Você pode fazer algumas perguntas, ao invés de dar as respostas para elas:
“O que você necessita para resolver isso?”
“Como eu posso ajudar você com esse problema?”
“Qual é o seu próximo passo?”
“Gostaria de algumas ideias sobre as suas opções?”
Caso eles queiram sugestões de opções, você pode apresentar uma lista com as suas ideias, que eles podem ou não implementar. Se eles não quiserem as suas sugestões, lembre-se de que ouvir atentamente e demonstrar empatia é o que constrói relacionamentos saudáveis.
Nós Estamos Juntos Nessa
A minha experiência vem de muita prática com Dramas de Controle. Todos nós queremos acreditar que os Mestres não se envolvem nesses jogos, mas a verdade é: eles se envolvem, eu me envolvo e todos nós temos esses problemas às vezes. Com a prática, nós melhoramos ao perceber mais rapidamente quando nós estamos caindo (ou presos) no drama e adquirimos sabedoria sobre como sair dele. Seja paciente consigo mesmo e com o seu próprio processo de crescimento, sabendo que você está em boa companhia. Continuamos trabalhando para melhorar a nossa comunicação autêntica, curar [healing] as feridas, aprender com os desafios e tentar viver as nossas vidas mantendo a Visão Celestina.
Bençãos para você em sua jornada!
Candela
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Artigo:
Discover the Control Dramas [Descubra os Dramas de Controle]
Autora:
Kelly Redfield
Site:
Discover the Control Dramas – Celestine Vision
Tradução livre Projeto OREM® (PO)
Descubra mais sobre como os dramas de controle afetam nossos relacionamentos.
Uma Análise Mais Detalhada do Drama de Controle do Intimidador
O Intimidador é o tipo mais agressivo de “Drama de Controle”, onde o usuário tenta intimidar a outra pessoa para que ela se submeta ao seu controle no relacionamento. Portanto, esse é o mecanismo de manipulação mais perigoso, visto que alguns Intimidadores recorrem à violência para garantir que o jogo funcione.
Você sabe quando está se relacionando com um Intimidador quando percebe um ar de agressividade no comportamento e na atitude da outra pessoa. Essa pessoa geralmente cresceu em um ambiente onde ela não conseguia obter energia na infância de outra maneira.
Assim como nos outros jogos, deve-se ser o mais honesto possível com o Intimidador e encontrar maneiras sutis de “dar o nome do jogo”. É preciso usar bom senso e zelar pela sua segurança. Às vezes, um Intimidador estará em um relacionamento com um Coitadinho de Mim, que tem aprendido a revidar passivamente, apelando para a culpa ou implorando. Essa dinâmica costuma ser o principal motivo pelo qual as pessoas permanecem em relacionamentos abusivos ou violentos. Nesses casos, terminar o relacionamento e buscar refúgio em outro lugar pode ser a única opção.
Uma Análise Mais Detalhada do Drama de Controle do Interrogador
A personalidade mais agressiva é a do “Drama de Controle” do Interrogador. Você sabe quando se depara com esse estilo de manipulação porque, de repente, você se sente criticado e começa a monitorar as suas ações para se sentir menos vulnerável. Geralmente, a pessoa que usa esse tipo de jogo aprendeu a menosprezar o outro (às vezes sob o disfarce de ser prestativa) para assumir o controle do relacionamento. Críticas sutis forçam a outra pessoa a perder a confiança e a começar a se enxergar pelos olhos do Interrogador, dando-lhe, assim, poder e energia.
Comentários manipuladores de um Interrogador podem ser sobre aparência: “Você não se sente um pouco mal vestido para essa ocasião?” Ou comportamento: “Eu não acredito que você disse isso.” Ou inteligência: “Você realmente não é inteligente o suficiente para competir nesse emprego.” Pode ser qualquer tipo de crítica. Em última análise, tudo se resume a desestabilizar a outra pessoa para que ela transfira a liderança do relacionamento para o Interrogador.
Novamente, isso transfere toda a energia da mente conjunta dos dois e todos os bons sentimentos e segurança que ela produz, para a consciência no nível da percepção [consciousness] do agressor. Para a vítima, a sensação é de diminuição imediata e perda de bem-estar [muitas vezes a diminuição da autoconfiança]. Como transcender esse jogo de interrogatório e restabelecer o equilíbrio na partilha da mente conjunta?
Não grite nem fuja. Mantenha-se conectado e não use outro “Drama de Controle”. Nomeie o jogo expressando autenticamente como você se sente: “Toda vez que eu estou perto de você, eu me sinto criticado(a)”. Isso desmantelará imediatamente a manipulação, pois o(a) interrogador(a) terá que se mostrar autêntico(a) e lidar com os seus sentimentos.
A primeira resposta que você provavelmente ouvirá é que você está errado(a). Mantenha-se firme em suas crenças e preserve a sua força recém-descoberta. O objetivo aqui, como antes, é não se tornar um(a) Interrogador(a) ou Distante, nem tentar transferir toda a energia para si mesmo(a) a fim de desmoralizar a pessoa.
Mesmo que o(a) Interrogador(a) nunca admita o jogo, o seu comentário ficará na mente dele(a). E se outros seguirem o seu exemplo e exporem a manipulação em outros momentos, a pessoa, com sorte, então entenderá. Se, após discutir a situação abertamente, você descobrir que estava errado(a), talvez fosse sensível demais, ou que os comentários da outra pessoa não eram um jogo, mas sim tinham a intenção de ajudar, então você fez o necessário para trazer o seu relacionamento à verdade autêntica e ao crescimento.
Uma Análise Mais Detalhada do Drama de Controle do Distante
O Drama do Controle do Distante é menos passivo do que o Drama do Controle do Coitadinho de Mim, mas ainda assim tenta atrair você para uma conexão agindo de forma distante e indecifrável. Eles querem que você se conecte com eles, mas eles mesmos só se conectam parcialmente, enquanto retêm informações.
Agir dessa maneira leva você a buscar mais informações sobre quem eles são e o que estão fazendo. Quando você de fato investiga e se conecta mais, eles respondem com fatos obscuros, revelados com um certo ar de mistificação. Eles também podem insinuar que sabem segredos que ninguém mais sabe e até mesmo que esses segredos revelam alguma coisa que a pessoa que está investigando necessita desesperadamente saber. Isso o impulsiona a aprofundar as suas perguntas.
O esforço deles é ter a sua atenção voltada exclusivamente para eles e fazer com que você, subconscientemente, permita que eles controlem o relacionamento. Assim, eles recebem a energia positiva da sua conexão. A vítima dessa tática, por sua vez, sente-se esgotada.
Algumas interações com uma pessoa Distante podem ser bastante divertidas. Elas se mostram continuamente retraídas, enquanto a vítima questiona e pressiona para que a pessoa Distante se abra. Pode-se perguntar: “O que você fez ontem à noite?” e receber apenas uma resposta breve e enigmática. Elas podem dizer: “Eu tive uma reunião com alguém e cheguei tarde em casa”, sem dar detalhes. Fazer uma pergunta complementar resulta em uma resposta igualmente distante.
Como saber se a pessoa com quem você está interagindo está jogando o jogo do Distante ou simplesmente não quer se abrir? Desista, afaste-se por um instante ou simplesmente fique em silêncio. A pessoa distante, que busca ativamente a energia da conexão, desejará manter o contato. Ela tenderá a dar um pouco mais de informação para manter o seu interesse, alguma coisa como: “Na verdade, ela foi uma reunião muito produtiva”. Quando você perguntar mais sobre isso, ela retomará o controle e voltará a ser vaga.
O que fazer para quebrar o jogo do Distante? Novamente, expresse precisamente como você se sente em relação a essa interação. Diga alguma coisa como: “Toda vez que eu tento conhecer você melhor ou compartilhar alguma coisa sobre a sua vida, eu sinto que nunca consigo uma resposta direta.” Dessa forma, você “definiu o jogo”. Apenas certifique-se de permanecer autêntico e não cair no seu próprio “Drama de Controle”, como “o Interrogador”, que é o jogo natural do parceiro Distante.
Uma Análise Mais Detalhada do Drama de Controle do Coitadinho de Mim
Esse é o mais passivo de todos os “Dramas de Controle”. Esse estilo é projetado para fazer com que a outra pessoa sinta pena de você, usando essa manipulação indiferente. Isso a atrai para se conectar ou reconectar com você por compaixão, o que transfere a energia das mentes conectadas para o seu controle.
Isso funciona assim: o drama é projetado para fazer você se sentir como se tivesse feito alguma coisa errada e não estivesse “presente” para eles em um momento de necessidade. Eles podem dizer alguma coisa tal como: “Você não estava lá para mim quando todas essas coisas ruins estavam acontecendo.” Ou, mais diretamente: “Depois de tudo que eu fiz por você, você me decepcionou assim.” Isso repentinamente desestabiliza você e traz a sua atenção e conexão de volta para eles, enquanto você considera se o que eles estão dizendo é verdadeiro. Quando o jogo funciona completamente, você se conecta profundamente com eles, tentando se redimir.
Quando isso acontece, eles se sente bem, mas você, por sua vez, sente-se esgotado ou enfraquecido. Isso ocorre porque eles assumiram o controle da mente conjunta que vocês dois criaram, levando você a uma espécie de submissão voluntária à dominância deles.
Você sabe que isso é um jogo porque, mesmo que você pense que eles possam ter razão e tente confortá-los, eles nunca interagem de forma autêntica. Eles sempre carregam a postura de quem foi injustiçado. Não importa o quão atencioso você seja, eles querem mais e frequentemente repetem o jogo, lançando alguma outra acusação que induz à culpa.
Como acabar com o jogo do “Coitadinho de Mim”?
A solução é simples, embora às vezes difícil. O Dr. Eric Bern, em seu famoso livro “The Games People Play” [“Os Jogos da Vida”], aconselha uma solução simples: ao invés de revidar com raiva ou ir embora, você os ajuda a sair do jogo. Você “nomeia o jogo”. Na verdade, nomear o jogo é exatamente o que você precisa fazer para interromper qualquer outro tipo de “Drama de Controle”.
Uma pessoa não consegue jogar jogos com sucesso a não ser que a outra pessoa que está sendo manipulada entre no jogo, até certo ponto. Geralmente, isso acontece quando ela não é honesta sobre o que sente ou, muitas vezes, usa um contra-jogo próprio. Ao nomear o jogo, você traz a interação de volta à autenticidade, revelando honestamente o que você sente.
Claramente diga alguma coisa como: “Às vezes, eu sinto que você tenta me fazer sentir culpado para me controlar”. O que você está dizendo é a verdade, como você a conhece e a verdade sempre liberta você e a outra pessoa.
Agora, eles podem discutir com você ou tentar manipular você um pouco mais com a culpa, mas mantenha-se firme. Diga: “Eu estou apenas dizendo como eu me sinto”. Apresente a situação dessa maneira, pois pode ser que você esteja errado. Eles estão reagindo racionalmente à situação e tudo o que dizem é verdade. Se for esse o caso, então essa verdade também emergirá quando a conversa se tornar autêntica.
Outro princípio a ser empregado para quebrar o jogo, ao mesmo tempo que leva a interação para um estado mais genuíno, é não usar o que você diz para retomar o controle da conexão. Na verdade, certifique-se de falar com eles partindo do pressuposto de que eles estão se conectando com a própria Conexão Divina deles. Dessa maneira, eles terão mais chances de sentir um aumento maior de energia e serão menos dependentes de você. Por fim, mantenha a conversa honesta compartilhando com eles as suas próprias tendências de “Drama de Controle”.
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Palavras-chave da OREM2:
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Imagem: alex-sheldon-bcGvnm_bqjs-unsplash Parte II Dramas de Controle
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Bibliografia (nós recomendamos enfaticamente a leitura e o estudo desse material):
- “A Profecia Celestina” – 1993 (The Celestine Prophecy) – James Redfield;
- “Guia de Leitura de A Profecia Celestina” – 1995 (The Celestine Prophecy: An Experiential Guide – James Redfield [em parceria com Carol Adrienne]);
- “A Décima Profecia – Aprofundando a Visão” – 1996 (The Tenth Insight: Holding de Vision) – James Redfield;
- “Guia de Leitura de A Décima Profecia” – 1996 (The Tenth Insight: An Experiential Guide [em parceria com Carol Adrienne]);
- “A Visão Celestina: Vivendo a Nova Consciência Espiritual” – 1997 (The Celestine Vision: Living the New Spiritual Awareness);
- “O Segredo de Shambhala – Em busca da Décima Primeira Visão” – 1999 (The Secret of Shambhala: In Search of the Eleventh Insight) – James Redfield;
- “Deus e o Universo em Evolução: O Próximo Passo na Evolução Pessoal” – 2002 (God and the Evolving Universe: The Next Step in Personal Evolution – James Redfield [em parceria com Sylvia Timbers e Michael Murphy]);
- “A Décima Segunda Profecia: A Hora da Decisão” – 2011 (The Twelfth Insight: The Hour of Decision);
- Artigo “The Search for Shambhala – A Conversation with James Redfield” (tradução livre: “A Busca por Shambhala – Uma Conversa com James Redfield”), Atlantis Rising number 21 from Atlantis Rising website; http://www.bibliotecapleyades.lege.com/sociopolitica/sociopol_shambahla10.htm
- Livro “One Disease, One Cure” (tradução livre: “Uma Doença, Uma Cura [Cure]”) – Robert Young;
- Livro “Healing Words: The Power of Prayer and the Practice of Medicine” (tradução livre “Palavras de Cura [Healing]: O Poder da Oração e a Prática da Medicina”) – Dr. Larry Dossey;
- Artigo: “Understanding Control Dramas” [“Entendendo os Dramas de Controle”]. Autor:James Redfield. Site:Understanding Control Dramas – Celestine Vision;
- Artigo: “The Struggle for Power: Control Dramas – Part 1” [‘A Luta pelo Poder: Dramas de Controle – Parte 1”]. Autora: Amanda Salsman por Candella. Site: The Struggle for Power: Control Dramas, Part 1;
- Artigo: “The Struggle for Power – Control Dramas, Part 2” [“A Luta pelo Poder – Dramas de Controle, Parte 2”]. Autora: Amanda Salsman. Site: The Struggle for Power – Control Dramas, Part 2;
- Artigo: “Taking Responsibility for Control Dramas in Relationships” [“Assumindo Responsabilidade pelos Dramas de Controle nos Relacionamentos”]. Autora: Amanda Salsman. Site: Taking Responsibility for Control Dramas in Relationships – Celestine Vision;
- Artigo: “Poor Me Control Drama: How to Respond” [“Drama de Controle Coitadinha de Mim: Como Reagir”]. Autora: Amanda Salsman. Site: Poor Me Control Drama: How to Respond – Celestine Vision;
- Artigo: “Discover the Control Dramas” [“Descubra os Dramas de Controle”]. Autora: Kelly Redfield. Site:Discover the Control Dramas – Celestine Vision;
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