A Décima Segunda Profecia… A Hora da Decisão

Armados com a confiança Divina, nós começamos a dar o próximo passo rumo ao autoconhecimento. Nós experienciamos momentos em que uma maior sensação do Divino começa a habitar em nós. Essa presença interior se assemelha à sensação da presença de Deus. Nós ainda mantemos a nossa identidade pessoal, mas esse status se subordina a uma plena consciência no nível da percepção [consciousness] de amor, paciência e abertura à ação. Para que essa presença permaneça ou se torne mais poderosa, nós temos que transcender completamente os nossos “Dramas de Controle”, ou os momentos em que nós não agimos de acordo com a nossa intuição sobre o bem-estar dos outros. Nesse sentido, a presença Divina está sempre presente, a não ser que os nossos maus hábitos criem distância entre nós.

Em resumo, o processo é o seguinte: quando nós não estamos em fluxo, nós nos sentimos desconectados e ansiosos ou frustrados. Então, nós nos distraímos com diversas atividades compulsivas, criadas para aliviar o nosso sofrimento. Isso pode ser qualquer coisa, desde compras excessivas, assistir compulsivamente a esportes ou celebridades, até comportamentos viciantes reais, como sexo e drogas. Todos sabem quais são os seus vícios, inclusive você e transcendê-los mantém você em contato com a magia da Sincronicidade.

A Sensação da Presença de Deus Dentro de Nós

Sentindo a presença familiar de Deus, você perceberá o fluxo do seu destino se desdobrando (em qualquer idade) e entrará em uma consciência no nível da realidade [awareness] sincera das distrações e vícios que o seu ego sempre criou para desviar você do caminho.

A presença então se torna não dual, existindo tanto dentro quanto fora de nós simultaneamente. Quando nós estamos agindo em alinhamento Cármico, isso nos traz um conhecimento intuitivo ainda maior que anima a verdade que nós contamos aos outros. Isso nos expande além dos nossos sonhos mais ousados, desde que sempre ajamos em harmonia e reconhecimento disso. Nós nunca devemos entrar em uma sala sem reconhecer conscientemente como a presença Dele entra na sala conosco. Ele nos mantém em uma zona relativa de ajuda quase milagrosa. Além disso, ao se alinhar com esse projeto, você prepara o terreno para a integração completa de todas as revelações e para uma consciência no nível da percepção [consciousness] superior sustentada, à medida que os níveis trabalham juntos automaticamente.  

—–

A Profecia Celestina é um antigo manuscrito que permaneceu oculto por séculos e conta a história de nove pessoas que se encontram na posse de um poderoso segredo, cabendo a elas decidir como usá-lo. Os 12 ensinamentos dessa profecia podem ser aplicados à vida moderna, bem como a diversos aspectos do marketing. Tudo depende da sua perspectiva.

Fontes: Para mais informações, visite o site Celestine Vision em https://www.celestinevision.com/

A 12ª visão é um novo entendimento sobre a natureza do universo e como nós, como indivíduos, podemos colocar o conhecimento espiritual em aplicação muito prática para encontrar um caminho mais elevado ao longo da vida. Nós temos perseguido o conhecimento espiritual de forma maciça por décadas. E finalmente nós chegamos ao entendimento para colocá-lo em ação, para vivê-lo todos os dias! Na medida em que nós agimos individualmente, nós criamos juntos uma nova abordagem cultural para a vida, que é a chave para resolver todos os problemas que a sociedade humana enfrenta. Nós já podemos sentir o que está ocorrendo. Há um novo convite à civilidade e honestidade na política e nos negócios. É o novo impulso que nós sentimos para viver uma vida de integridade mais autêntica.

A emergente 12ª profecia representa uma vida espiritual que o melhor de cada tradição religiosa sempre sustentou como verdadeiro e que, na realidade, aponta o caminho em direção à paz. Nunca houve um momento mais emocionante para se estar vivo. Apesar de todos os nossos problemas, essa nova consciência no nível da percepção [consciousness] pode ser contagiosa, passando de pessoa para pessoa e pode resolver todas as coisas. Nós apenas temos que compartilhar conscientemente a verdade do que nós estamos fazendo.

A 12ª profecia e a última das revelações das Profecias Celestinas, é onde nós começamos a sentir a presença do Divino dentro de nós. Nós nos tornaremos mais cientes do desenrolar do nosso destino. Nós começaremos a perceber a presença Divina em cada ser humano com quem nós entrarmos em contato.

—–

Livro:

“A Décima Segunda Profecia: A Hora da Decisão” – 2011 (The Twelfth Insight: The Hour of Decision).

Autor:

James Redfield

Projeto OREM® (PO)

—–

Trechos do livro para a nossa reflexão e prática cotidiana.

—–

Continuação da Parte I

—–

O personagem Tommy, um jovem que representava as tradições Maia e crescera sob a influência das culturas Hopi e Yaqui, comenta sobre uma Revelação que ele havia passado: “De acordo com os Maias, nós entraremos em uma época na qual a iluminação é alguma coisa mais facilmente alcançável, mas isso não será imposto às pessoas. Nós precisamos perceber que a busca compartilhada por todos os que estão vivos hoje envolve conseguir acessar uma parte desconhecida de nós mesmos, da qual essa consciência mais elevada se origina.”

“O Documento diz que, quando os membros de um grupo captarem a realidade de uma Conexão Divina, eles entenderão que ela é a mesma para todos, independente da sua formação religiosa. E serão capazes de perceber outra coisa também: que cada religião do mundo enfatiza apenas alguns aspectos dessa experiência. Outros elementos são minimizados e alguns são descartados completamente. Em todas as religiões, uma parte da experiência é descrita adequadamente. Mas, se analisada independentemente, cada religião é incompleta. Assim, é necessário que cada uma ensine o que existe de correto sobre a Conexão Divina a todas as outras e que aprenda, com as outras, aquilo que falta em seus próprios ensinamentos.”

“De acordo com os Maias, nós entraremos em uma época na qual a iluminação é alguma coisa mais facilmente alcançável, mas isso não será imposto às pessoas. Nós precisamos perceber que a busca compartilhada por todos os que estão vivos hoje envolve conseguir acessar uma parte desconhecida de nós mesmos, da qual essa consciência mais elevada se origina.”

“Essa é a única maneira pela qual toda a experiência poderá ser entendida e, finalmente, tornar-se parte da realidade diária de toda a humanidade. Esse é o propósito da existência dos grupos-modelo: chegar a um consenso em relação a essa reconciliação natural de todas as religiões, para que todos vejam.”

“Há muitos grupos desse tipo se formando ao redor do mundo. Alguns conseguirão se manter mais fiéis à ideia do que outros. Mas, com o tempo, através do Diálogo Consciente, as reconciliações mais sinceras evoluirão na mente das pessoas e se tornarão mais poderosas em sua influência sobre a cultura humana, conforme nós avançarmos pelas Integrações restantes.”

“Na Sexta Integração, o Texto diz que outra tradição também deve fazer parte da reconciliação entre as religiões. Uma que se esforce para explorar a espiritualidade através de uma lente e que busque ser tão objetiva quanto possível.”

A Ciência é essa outra tradição que responderá por essa missão.

Wil continua explicando: “O Documento discute alguns consensos básicos que precisam ser alcançados antes que um grupo-modelo possa avançar e esses consensos são fundamentais para que o processo seja efetivo. Nós não podemos, de maneira alguma, pensar que os fiéis de qualquer tradição devam abrir mão de sua crença no caminho que escolheram. Mas eles devem buscar integrar o que houver de melhor nas outras religiões. Outro consenso é o de que ninguém deve pensar que o seu caminho é a única maneira de alcançar a Conexão Divina. Lembrem-se de que todos nós tivemos a sensação da Revelação apesar das perspectivas religiosas diferentes que nós trazíamos conosco.”

A Conexão ocorreu entre o grupo-modelo de Wil porque eles estavam no mesmo lugar e com a mesma disposição e eles precisavam se abrir para uma Consciência Divina maior. Há vários caminhos, mas apenas uma experiência direta.

“O Texto diz que nós devemos começar com um foco no elemento da Experiência Divina que marcou as nossas memórias com mais intensidade.”

Visão do personagem Coleman, como Cientista: o primeiro elemento dessa Conexão foi uma sensação muito intensa de bem-estar e amor, de encontrar uma parte dele mesmo que ele considerava perdida e de se sentir cuidado e protegido.

Visão de Rachel, como Cristã: o Espírito Santos a preencheu com a sua presença.

Visão de Adjar, como Muçulmano: Alá o guiou.

Visão de Hira, como Judia: Deus a recompensou pelo seu trabalho.

Visão de Tommy, representando as Tradições dos Povos Indígenas: os espíritos preencheram o mundo e… e o mundo ganhou vida!

Rachel então resume a experiência: “Se nós buscarmos essa experiência com humildade, nós podemos nos abrir a ela e sentir o que nós sentimos na montanha e sermos elevados para um lugar acima de nossas velhas vidas e todos os erros que nós cometemos serão superados. Nós seremos renovados e alcançaremos a plenitude. A experiência foi similar à sensação de voltar para casa, um lugar onde finalmente estamos livres de todas as coisas que nós desejamos não ter feito. Há uma sensação de que, ao alcançar a Conexão, nós podemos começar tudo de novo.”

“Nós ensinamos que qualquer um que queira voltar para casa e começar de novo é capaz de encontrar essa experiência. Mas isso significa recusar a ideia de ‘olho por olho’. Como nós vimos na Montanha Secreta, em um nível de consciência mais elevado, não há qualquer justificativa para um Ciclo de Vinganças, nenhuma possibilidade de que isso aconteça. A verdade é que nós temos que permitir que todos tenham a capacidade de mudar e de se redimir em um piscar de olhos.”

“Há somente uma Conexão Divina e ela é a mesma para todos nós, independente de qual caminho decidimos trilhar, desde que ele seja genuíno e baseado no amor.”

Wil lembra a todos que há outro elemento comum na Conexão Divina: “a sensação de que há uma missão pessoal e coletiva que é sentida na Revelação, uma experiência que nos guia para formar um grupo.”

O grupo, praticando o Diálogo Consciente, chegou à conclusão que:

  • A tradição Cristã é a mais precisa quando se refere ao amor que transforma aquilo que se toca.
  • A tradição Judaica tem a melhor ênfase na parte da Conexão que indica a realização de uma missão.
  • Mais tarde no livro chega-se à conclusão que a tradição Islã é a que tem a melhor ênfase em obedecer a Deus, que é chamado de “render-se a Deus”.
  • Chega-se também à conclusão que as tradições dos Povos Indígenas eram as que mais enfatizavam o talento de perceber a natureza como ela realmente é.
  • Outra conclusão do grupo é que a ênfase das religiões Islâmica e Cristã na oração refletia melhor a realidade da intenção do grupo conectado, pois a onda de energia gerada pelo acordo fez com que eles se elevassem ainda mais, em determinado experimento.

Lembrando que até agora foi recapturado quatro elementos da Conexão Divina: o amor (sentimento primário da Conexão) e tudo o que ele traz, a proteção, a redenção e a missão.

Wil reforça o ensinamento até agora ao afirmar que: “Tudo o que nós precisamos fazer para manter a Quinta e a Sexta Integração foi nos lembrar de qual era a sensação que esses elementos nos causaram e tentar voltar para ela, se eles fossem perdidos. Se perdemos a Conexão com o amor, por exemplo, isso ocorre porque o sentimento foi substituído por uma das emoções inferiores. Esforcem-se para retornar ao sentimento de amor, o sentimento primário da Conexão e essas emoções inferiores acabarão por desaparecer. Em seguida, quando estiverem imersos no amor, a Proteção e a missão também se apresentarão a nós. A chave para prosseguir é escutar.”

“A Sétima Integração se refere a descobrir mais sobre a Lei da Conexão. Nós temos que descobrir os nossos poderes completos de intuição e perceber que é assim que nós somos guiados.”

O nosso narrador, divagando sobre a Sétima Integração, relembrava: “A velha Profecia predizia que, em algum momento, a humanidade ampliaria a sua percepção a respeito daquelas impressões e sensações interiores há muito classificadas como intuições, pressentimentos e até mesmo as chamadas sensações viscerais. Depois de vários anos enfatizando o pensamento racional e a lógica, um período dominado por visões de mundo seculares e materiais, a previsão era que finalmente nós começaríamos a levar a sério a informação que vinha do hemisfério direito do cérebro: a parte que nos dá a sensação de saber, sem que nós estejamos realmente conscientes da maneira pela qual nós sabemos.”

“O Documento está descrevendo uma maneira de impedir o crescimento da violência. Uma sensação de que a Revelação e de que os Modelos de Entendimento pudessem, de alguma maneira, criar uma onda de influência forte o bastante para dissipar as intenções dos apocalípticos (aqueles que acreditam que o mundo deve acabar).”

“O Documento diz que na Sétima Integração, nós perceberíamos exatamente como a Sincronicidade funcionava. De acordo com o Texto, a sensação causada pelos momentos de Sincronicidade era similar a estar no lugar certo, no momento certo, para receber informações importantes. Entretanto, se nós observarmos mais atentamente, nós podemos perceber que esses momentos sincronísticos são precedidos por um impulso intuitivo que nos guia a algum lugar, ou a dizer alguma coisa, que resulta na Sincronicidade. Em vários momentos da História, em momento de grandes descobertas e realizações, as pessoas seguiam esses impulsos. Mesmo assim, tudo sempre aconteceu de maneira mais ou menos inconsciente.”

“O Documento prosseguia, afirmando que chegou a hora de despertar e trazer a parte intuitiva da Sincronicidade mais plenamente para a consciência. A chave para isso é confiar nas intuições que são parte desse processo e esperar que elas aconteçam. E, para poder fazer isso, nós precisamos identificar essas orientações adequadamente, aprendendo a distinguir os nossos pensamentos ‘orientadores’ dos pensamentos mais ‘alimentadores de ego’ comuns.”

“O Documento esclarecia que pensamentos alimentadores de ego são palavras que dizemos a nós mesmos, sobre a nossa situação, para avaliar logicamente como conseguiu fazer certas coisas em nosso mundo. Esses pensamentos surgem espontaneamente, baseados em anos e anos de aprendizado. Entretanto, o Documento dizia que se nós observarmos atentamente, nós podemos começar a distinguir outro tipo de pensamento, um que parece ser mais espontâneo. Aparentemente, são ideias que simplesmente surgem em nossas mentes, geralmente sem qualquer conexão direta com uma análise lógica. São pensamentos que frequentemente surgem como imagens de nós mesmos fazendo alguma coisa, ou uma sensação que nos impulsiona a tomar uma atitude, alguma coisa que nós sentimos em nosso estômago. O documento chama esses pensamentos de orientações. Se os seguirmos, eles geralmente nos levam a uma Sincronicidade importante.”

“O Documento concluía a Sétima Integração dizendo, novamente, que a chave para conseguir se tornar plenamente consciente desses pensamentos é permanecer o máximo possível nesse estado de percepção, para que a próxima intuição orientadora chegue. A orientação era não deixar que um pressentimento ou imagem passassem despercebidos – era preciso considerar cada um seriamente. Como antes, o Texto reiterava que, como nós estamos em uma transição, acrescentando aptidões espirituais pela lógica, nós devemos, em primeiro lugar, usar a lógica para encontrar uma maneira de agir de acordo com a intuição.”

O nosso narrador acrescenta:

“Uma das dicas para permanecer alerta às orientações é perguntar constantemente a si mesmo: ‘Por que eu pensei nisso agora?’”.

“O Documento mencionava outra técnica para usar quando alguém precisa de uma intuição orientadora, ou uma perspectiva maior, em uma situação qualquer em que não houvesse tempo. Ao invés de simplesmente esperar, a pessoa pode buscar a orientação ativamente, procurando uma ‘sintonia’”.

“Por exemplo, quando se deparar com uma situação em que é preciso decidir se devemos ir a determinado lugar ou não, nós podemos simplesmente imaginar que já estamos a caminho do lugar e também a nossa chegada. O objetivo desse método é perceber se é fácil visualizar a jornada. Se for possível ver a si mesmo chegando até o destino facilmente, isso significa que é uma boa ideia. Se as imagens desejadas forem difíceis de enxergar, ou se não surgirem de maneira alguma, nós temos que nos acautelar.”

“O Documento reforçava que, quando nós enxergamos o curso de ação certo, existe uma elevação correspondente na energia, ou uma sensação de impulso, como se alguém estivesse inspirado a entrar em ação.”

“O Texto dizia que nós podemos usar esse método para nos sintonizar com muitas situações diferentes da vida, mas nós não descobriríamos o quão profundamente poderíamos nos sintonizar até que um número suficiente de pessoas retornasse ao Monte[?].”

“A Primeira Integração, a sustentação do fluxo sincronístico, colocou-nos em movimento. Era essa razão de ser tão difícil fazer as coisas no começo. Tudo que nós temos que fazer é criar expectativas e as coisas acontecem. Depois, nós precisamos nos manter centrados, como se nós fôssemos os astros de nosso próprio filme, falando aos outros a verdade sobre o caminho que nós seguimos e como ele se desdobra. É aí que cada Sincronicidade começa a levar à seguinte.”

“Depois nós percebemos como a Segunda Integração funciona e como nós devemos tentar encontrar uma verdade maior com os outros, mesmo em encontros que não sejam muito confortáveis. Ao participarmos de Diálogos Conscientes, sempre nós receberemos uma verdade maior sobre como a espiritualidade funciona. Assim, nós contribuímos para a construção de uma perspectiva espiritual sobre o mundo ainda mais completa.”

“A Terceira Integração nos revelou uma imagem ainda maior do que acontece quando nós continuamos com essa verdade centrada, mostrando-nos que, se nós agirmos com sinceridade, nós estaremos nos alinhando com a Lei da Verdade e nós poderemos perceber as outras leis que servem de apoio a esse fluxo: Conexão, Carma e Auxílio.”

“Se nós conseguimos nos ater à nossa verdade enquanto ela evolui com as outras pessoas e nunca mentirmos ou manipularmos, sempre tentando auxiliar, nós criaremos harmonia com a Lei do Carma, evitando as suas correções. E naturalmente atrairemos pessoas que virão para nos auxiliar, de modo que nós avançaremos rapidamente para uma Conexão maior com outras pessoas e com o divino.”

“A Quarta Integração nos mostrou as coisas que estão em jogo em nossa busca para alcançar essa Conexão espiritual mais profunda. Aqueles que estão presos em uma obsessão secular estão construindo sistemas ainda mais polarizados de inverdades e se tornando cada vez mais extremos em sua desumanização mútua, colocando tudo em perigo.”

“A Quinta e a Sexta Integração nos mostraram um vislumbre da profundidade que a nossa Conexão com o divino pode ter, onde nós encontramos o amor e, mais importante que tudo, a Proteção e uma certeza e consciência de que nós temos uma missão. Nós percebemos que nós teremos de ajudar uns aos outros a passar pelo restante das Integrações. Agora, nós devemos descobrir como chegar à Ascenção da Influência e criar esse Modelo de Acordo, que, supostamente, conseguirá alcançar aqueles que têm medo.”

“E isso nos traz até o presente. A Sétima Integração nos mostrou como ampliar ainda mais a Sincronicidade, seguindo a orientação que surge dentro de nós quando nos sintonizamos.”

“É uma consciência que cresce sobre si mesma.”

“Se você tiver honra em relação a alguma coisa pequena, você receberá alguma coisa grande em troca.”

“A Oitava Integração dizia que nós chegaríamos a um nível mais avançado de Conexão com outras pessoas, um patamar que ampliaria o nosso entendimento sobre os Diálogos Conscientes. O Texto dizia que essa elevação agora poderia ser expandida, com o auxílio das outras Integrações, unindo as mentes com o self mais elevado de outra pessoa, de maneira consciente. O Texto dizia que era possível iniciar essa união se nós aplicássemos o que ele chamava de “A Intenção da Unidade. Esse termo, de acordo com o Documento, significava muito mais do que a ideia abstrata expressada por várias tradições religiosas de que todos éramos um só. Ele definia uma maneira inteiramente nova pela qual os seres humanos poderiam se relacionar uns com os outros, cuja efetividade poderia ser imediatamente comprovada por qualquer pessoa. Inclusive, a melhor maneira de entender essa nova maneira de se relacionar era observar atentamente o fenômeno em que pessoas terminam as frases umas das outras.”

“O Texto dizia que, embora esse talento seja comum, poderia acontecer mais facilmente, mesmo entre estranhos, com a prática do Princípio da Unidade, que deveria estar presente em toda interação humana com a intenção de unir mentes superiores. A união não envolvia os egos, mas a mente superior, que está ligada ao divino. Continuando com a explicação, o Texto afirmava que, quando duas pessoas se unem assim, ambas se sentem expandidas porque têm acesso não apenas ao próprio self superior, como também à consciência superior de outra pessoa. O resultado é uma sensação de maior claridade e orientação.”

Relembrar a sequência: Criar expectativas em relação à intuição e à Sincronicidade, permanecer em Alinhamento e se voltar para uma Conexão baseada no amor. E estabelecer a Unidade.

O personagem Tommy explica para o nosso narrador tudo relacionado ao calendário Maia: “A mitologia de minha tribo diz que as montanhas da área de Red Rock, no Arizona e as Montanhas Vermelhas desse lugar (St. Katherine) estão conectadas. Os povos nativos sempre viram as montanhas como lugares sagrados que nos elevam para além da consciência comum e nos ajudam a vislumbrar o espírito sagrado. Esse espírito, agora, está tentando se aproximar mais. Os Maias sabiam disso e vieram a esse mundo para nos trazer a mensagem do calendário.”

“A mídia transformou a mensagem do calendário em uma previsão do apocalipse. É difícil decidir em qual interpretação nós devemos acreditar. A verdade do calendário é simples. Não tem nada a ver com o fim do mundo. O calendário demonstra uma linha do tempo que serve para todo o Cosmo e é o propósito verdadeiro da história humana. A concepção dos Maias é de que o Universo foi criado há 16 bilhões de anos, mas, de acordo com eles, a criação não aconteceu de uma só vez. O calendário mostra as datas dos nove Estágios da Criação que estão ocorrendo, desde o início do calendário até o seu fim, em 2012.”

O nosso narrador acrescenta que os cientistas haviam entrado em acordo sobre a data do início do Universo na época do Big Bang e essa data era muito próxima daquela que foi escolhida pelos Maias.

Tommy prossegue: “Um estudioso, em particular, decifrou as datas que o calendário definiu para cada passo da criação com uma clareza impressionante. O primeiro Estágio da Criação, como já dito, começou há 16 bilhões de anos e incluiu a formação do Universo e a aglomeração da matéria em galáxias, estrelas e planetas, seguido pelo início da vida e o desenvolvimento das primeiras células, que depois se transformaram em organismos mais complexos. O segundo, o terceiro e o quarto Estágios da Criação nos trouxeram os mamíferos, os primeiros antropoides e, finalmente, há dois milhões de anos, os humanos.”

“Os Estágios da Criação que ainda não foram concluídos estavam focados na expansão do alcance da consciência humana, começando com uma consciência tribal e alcançando, há cerca de 103 mil anos, uma consciência regional, quando os humanos desenvolveram a linguagem e começaram a se aperceber de outros grupos humanos em uma área geográfica maior.”

“A seguir, surgiu a consciência nacional, começando por volta de 3115 a.C., quando os humanos se organizaram primeiro em impérios e, posteriormente, em nações.”

“Depois, em 24 de julho de 1755, outro estágio da criação teve início trazendo uma consciência planetária. Foi nessa época que nós percebemos, pela primeira vez, que nós vivemos em um planeta finito e começamos a interagir economicamente ao redor do globo.”

“É importante lembrar que esses passos não são simplesmente simbólicos. Eles causaram mudanças reais em nossa consciência. Quando nós alcançamos o estágio planetário, por exemplo, nós ganhamos a capacidade de nos sintonizar com uma consciência que transcendia a percepção de que o mundo era plano. Nós pudemos, literalmente, sentir que nós estávamos todos juntos em um mundo esférico que flutuava pelo espaço.”

“E o próximo grande estágio na criação, que ocorreu em 5 de janeiro de 1999 – a consciência galática – deu-nos a capacidade de expandir ainda mais a nossa consciência. Esse passo nos elevou para além do planeta e nos deu uma capacidade ainda maior de sentir o Cosmo. Nós sabíamos que nós estávamos flutuando no espaço, mas nós não entendíamos exatamente a razão para que isso acontecesse. Nós queríamos conhecer a verdade sobre a nossa existência. A própria religião começou a ser questionada, porque nós queríamos respostas mais completas para as perguntas.”

“Foram esses questionamentos que fizeram com que fanáticos ideológicos pensassem que tinham que defender as suas doutrinas e até mesmo forçar outras pessoas a aceita-las, às vezes usando de violência. Essa perspectiva galática teve início apenas dois anos antes de 2001, quando as guerras travadas para descobrir qual das religiões era superior às outras começaram.’

“O calendário indica mais um Estágio da Criação, que já está chegando e pode ser sentido. Um número suficiente de pessoas precisa aprender a se sintonizar no próximo nível da criação. E, para fazer isso, é preciso, primeiro, receber a consciência criada nas Integrações, começando com a Integração Oitava.”

Mais à frente o nosso narrador explica que ele entendia ainda mais o motivo pelo qual Tommy havia declarado anteriormente que o calendário era uma profecia. “O última Estágio da Criação representaria a chegada de uma criação divina, que, de algum modo, nos levaria em direção a esse mundo mais ideal que tantas pessoas estavam começando a sentir.”

Rachel tece alguns comentários sobre o Modelo de Acordo que “não existe apenas para resolver a polarização extremada que ocorre na religião e na política. Também pode ser usado como uma ponte para sobrepujar o mito e a polarização que separa homens e mulheres. A separação entre homens e mulheres precisa ser curada. Para a maioria de nós, tudo se resume no sexo oposto. E nós não podemos avançar até a elevação seguinte até que isso mude.”

“A Oitava Integração dizia que nós precisávamos agir intencionalmente para criar a Unidade, mas também nós deveríamos voltar a um estado de amor que transcende totalmente a complexidade sexual. O Texto chamava essa emoção de Ágape.”

“Ágape é uma palavra Grega e significava um tipo especifico de amor: o amor da alma por toda a criação, mas, particularmente, um amor por outras pessoas, que é platônico em sua natureza. O Documento dizia que, ao se centrar nesse tipo de amor, ainda mais do que agir intencionalmente em relação à Unidade ou ao Diálogo Consciente, seria possível elevar as pessoas envolvidas nessa interação ao patamar mais alto da sabedoria da alma. Além disso, essa elevação crescia exponencialmente quando praticada por um grupo. Sempre que alguém integra o ágape pela primeira vez, essa pessoa cria uma onda, uma ampliação do amor, em todos aqueles que estão à sua volta, como o calor em uma estufa, ou uma experiência de conversão em uma igreja abarrotada de fiéis.”

“O Documento diz que enxergar mais beleza é se aproximar da consciência que existe no Céu. Lá, as pessoas sabem como usar o poder do ágape com as outras, especialmente com aquelas que estão presas em suas ideologias. De acordo com o Documento, para estender a mão àqueles que sofrem com o medo e a raiva, nós temos de fazer o que eles fazem no estado de pós-vida. O Texto diz também que a Nona Integração é um passo importante para fazer isso. Ela nos aproxima de um nível celestial de consciência. Esse é o segredo para alcançar aqueles que estão dominados pelo medo e pela raiva. Nós temos que conseguir elevá-los a esse estado.”

“De acordo com o Texto, o ágape era fácil de alcançar com pessoas que sentiam o mesmo em relação a você. Era mais difícil entre aqueles que acreditavam em ideologia opostas. A única maneira de alcançar a todos era a partir de uma posição elevada da consciência, próxima da pós-vida.”

“A Nona Integração diz que nós temos que usar o ágape para atrair os apocalípticos para um estado mais elevado e afastá-lo de sua ideologia, de algum modo.”

Sobre a questão do Armagedom(*) e dos Apocalípticos, o nosso narrador diz que o mais fascinante da literatura profética, entretanto, é que a profecia das três principais religiões parecem ter a mesma estrutura. Toda apontam um conflito final, ou um Armagedom. E cada uma dela prevê uma figura messiânica, divina, que virá para estabelecer um mundo ideal e espiritual. Tommy também havia dito que o próximo Estágio da Criação no Calendário Maia também parecia ter uma estrutura similar.

(*) [Observação PO: “O Armagedão (Português Europeu) ou Armagedom (Português Brasileiro) ( em Hebraico: הר מגידו; romaniz.: har məgiddô; “Monte Megido”; em Grego Clássico: ρμαγεδών; romaniz.: Harmagedōn; em Árabe: أرمجدون; em Latim: Armagedōn) é identificado na Bíblia como a batalha final de Deus contra a sociedade humana iníqua, em que numerosos exércitos de todas as nações da Terra iriam se encontrar numa condição ou situação em oposição a Deus e o seu Reino por Jesus Cristo no simbólico “Monte Megido”. Segundo o Livro de Jeremias (46:10), essa guerra seria perto do rio Eufrates.

No Livro do Apocalipse, conta-se que antes da batalha final, os exércitos se reúnem na planície abaixo de “Har Megido” (a colina de Megido). Entretanto, a tradução foi malfeita e “Har Megido” foi erroneamente traduzido para “Armagedom”, fazendo os exércitos se reunirem na planície antes do Armagedom, a batalha final.

Essa batalha é citada duas vezes no último livro da Bíblia (Apocalipse 16 14:16), mas ultimamente o nome Armagedom tem sido mais associado a uma catástrofe mundial ou a uma guerra nuclear global. A Bíblia fala do Armagedom como uma guerra que preparará o caminho para um tempo de paz e justiça e que destruirá a iniquidade (Salmos 92:7).

Em novembro de 2005 surgiu a notícia de que arqueólogos Israelenses encontraram na atual prisão de Megido (na mesma região onde algumas correntes religiosas afirmam que irá ocorrer o Armagedom) resquícios arquitetônicos muito antigos de uma igreja Cristã do século III ou IV, de uma época em que Roma ainda perseguia os primeiros Cristãos.” Fonte: Wikipédia.]

O personagem Joseph disse que, de acordo a perspectiva Árabe, um de seus profetas disse que o fim dos tempos estará próximo quando o caos e a incivilidade crescerem em meio à sociedade, o aumento da desonra em todo os povos. Uma época em que a verdade será substituída por mentira mai convenientes.

Rachel também traz mais esclarecimentos sob a ótica Cristã, onde muitos acreditam que ocorrerá conforme o fim dos tempos se aproxima. No Cristianismo, isso é chamado de Arrebatamento, mas outras tradições também têm uma ideia similar. É a noção de que, quando a figura Messiânica começar a voltar à Terra e o Armagedom tiver início, os corpos dos verdadeiros fieis serão elevados em espírito e encontrarão a Deus no Céu, onde eles estarão protegidos.

Joseph, sob a perspectiva Árabe novamente, menciona que a religião dele acredita que quando o Décimo Segundo Imã se aproximar, os verdadeiros fieis deles serão separado do mundo mortal em espírito e também estarão protegidos.

Coleman, sob a perspectiva da Ciência, buscando uma maneira de estudar a espiritualidade a partir do método científico, afirma que ele nunca havia conseguido juntar todas essas informações antes. Todas as principais religiões do mundo têm quase a mesma estrutura para o fim dos tempos. Apenas os nomes são diferentes.

O nosso narrador relembrou que a velha Profecia, em seu Nono Sinal, predizia que a humanidade aumentaria lentamente o seu nível de energia e ampliaria sistematicamente o seu nível de percepção. A questão era como praticar essa habilidade.

Tommy explicou que “tudo o que está em nosso campo de percepção tem mais do que somente a aparência. Há também uma identidade emocional, que a Nona Integração chama de Identidade Sensorial. Qualquer objeto têm uma identidade que nos toca emocionalmente. Em passagem anterior Tommy enfatizou que é preciso aprender a ‘enxergar’”.

Num exercício proposto por Tommy, o nosso narrador ao fixar a atenção para um arbusto próximo ele percebeu que realmente o arbusto tinha uma identidade emocional, exatamente com a montanha que ele, momentos antes, tinha feito o mesmo experimento. Quando Tommy pediu ao nosso narrador que ele alterasse várias vezes o fixar do olhar na montanha à distância e no arbusto próximo, algo extraordinário aconteceu.

O nosso narrador disse: “Levantei-me com um salto e olhei para tudo que havia ao redor, percebendo que todas as coisas estavam no mesmo hiperfoco e isso criava um efeito ampliado e tridimensional. Tudo saltava aos olhos com uma incrível clareza, em cores, formas, beleza e existência – tudo ao mesmo tempo. Além disso, aquilo parecia estender a minha consciência e eu me sentia como se pudesse levantar a mão e tocar a nuvem mais distante, ao redor daquele pico rochoso.”

Tommy disse que isso é a consciência que começou a se tornar acessível, pois o próximo estágio da Criação está e aproximando. Nós estamos prestes a desenvolver o talento para enxergar dessa maneira. Será que mais uma rota cerebral estaria se abrindo no cérebro humano? E o aspecto notável dessa maneira de enxergar era o fato de parecer extremamente fácil e natural. Tudo parece ser muito mais normal.

O nosso narrador ainda sob o efeito do experimento de “enxergar”, comenta que além da tridimensionalidade, outro aprimoramento era o fato de os olhos dele, agora, pareciam ter uma acuidade avançada e tudo ficava mais claro e iluminado, como se ele repentinamente entrasse em algum tipo de terra de maravilhas onde tudo tem luz própria.

“A Nona Integração diz que para manter uma percepção ampliada em relação ao mundo, é preciso simplesmente ter a intenção de se sintonizar, no ágape, com um novo nível de beleza e praticar a habilidade de enxergar tudo com um único foco.”

“As montanhas se iluminarão.”

Raquel tinha lido a Décima Integração e explica ao nosso narrador que o Texto diz que, se nós seguirmos a Sincronicidade, nós conseguiremos aprender daqueles que estão no Céu de maneira direta e isso nos elevará ao próximo nível de consciência.

“O Documento diz que nós podemos começar a nos comunicar com aqueles na pós-vida e eliminar todos os ressentimentos e problemas que nós temos com eles. Tudo o que nós temos a fazer é usar mais o nosso poder para nos sintonizar e estabelecer um diálogo. Nunca é tarde demais. E eles têm muito mais coisas para comunicar a nós.”

Raquel comenta a seguir se o nosso narrador tinha lembrança do que a Nona Integração dizia sobre cada objetivo à nossa volta ter a sua própria identidade sensorial, a sua própria sensação de presença em relação a nós. Isso acontece com os humano também. Toda pessoa tem uma identidade sensorial que nós podemos detectar emocionalmente.

“Quando as pessoas próximas a nós morrem, mesmo quando nós pensamos estar preparado para isso, frequentemente nós ficamos devastados pela perda. O que nós perdemos é o sentimento do que ela são, alguma coisa que sempre nós sentimos e nunca pensamos em questionar. É por isso que, quando um ente querido morre, as pessoas frequentemente dizem que têm a sensação de que uma parte de si morreu também. Elas estão sofrendo pela perda daquela constante emocional que não está mais ali.”

“Muitos dos que estavam na pós-vida desejavam se libertar de ressentimento acumulados e sufocados – verdades que não foram ditas e ações que não foram executadas, assim como muitas pessoas na Terra. E agora, quando as Integrações elevavam a nossa consciência, nós estávamos perto o bastante para podermos nos comunicar através das dimensões. Como resultado, tanto o Céu quanto a Terra estavam sendo energizados e elevados a outro patamar.”

“Como uma profecia Bíblica, do livro das Revelações, sobre o fim dos tempos: …’e haverá uma nova Terra e um novo Céu…’”

“Uma consciência mais elevada sempre tem o efeito de elevar alguém que esteja num nível inferior a um patamar superior.”

”A Décima Integração diz sobre a existência do Plano – o propósito maior da vida, conhecido na pós-vida, mas que ainda não era completamente entendido na dimensão terrena. Todo o propósito da existência humana era transmitir sistematicamente o conhecimento e a consciência conhecidos na pós-vida para a dimensão terrena, de modo a trazer as duas dimensões em uma condição plena de união mútua, junto com a Consciência Divina.”

…’e haverá uma nova Terra e um novo Céu…’”

“Os passos no longo desenvolvimento do Universo eram similares aos Estágios da Criação, profetizados pelo calendário Maia. Os antigos Maias tiveram a própria revelação em sua época, quando se lembraram de uma grande parte do plano para a criação. Mesmo assim, a sua cultura ainda estava fora de Alinhamento e eles sabiam que não poderiam guardar o seu conhecimento. Assim, construíram uma linha do tempo para esse Plano, em sua arquitetura de pedra e em suas inscrições, esperando que os humanos do futuro descobrissem e transcrevessem a sua mensagem. “

Uma consciência mais elevada sempre tem o efeito de elevar alguém que esteja num nível inferior a um patamar superior.”

“Mas os Maias mostraram que a criação não estava completa e que outro impulso viria para ajudar a nos unificar completamente, se nós estivéssemos em Alinhamento e conseguíssemos nos sintonizar. Alguns estudiosos chamaram esse processo de Consciência Universal [Consciência Cósmica]. Aparentemente, os Maias pensavam que essa era a última fase da criação, que levará as almas em ambas as dimensões da vida em direção a uma Unidade final [Unicidade]. E isso acontecerá, se um número suficiente de pessoas procurar abraçar a causa.”

“O último passo da Unidade começa com o entendimento do que é esse fenômeno da Conexão e como se conectar com ele de maneira mais plena. Agora nós estamos prontos para descobrir totalmente a nossa natureza espiritual e ela marcará o início da última expansão da consciência humana em direção à unificação.”

“A maioria das profecias guardadas pelas tradições religiosas tem algum conceito de Arrebatamento – adquirir um corpo espiritual e ser levado ao Céu, evitando o Armagedom.”

“Os humanos trouxeram essas imagens para a cultura terrena porque isso também é parte do Plano, mas não exatamente da maneira que os profetas disseram. Elas devem ser entendidas de maneira simbólica. Toda as profecias e referências às Escrituras surgiram, na história, trazidas por pessoas que tentavam se lembrar do que sabiam na pós-vida, mas elas não conseguiram entender o sentido verdadeiro. A verdade surgiu através das lentes de suas religiões e foi isso que criou tanta competição. Na realidade, todas as profecias apontam para outra coisa: um evento que alcançará todas as pessoas.”

“Há apenas um Arrebatamento [Resgate]! O Arrebatamento é uma transformação corporal que acontece através da percepção e da consciência ampliada, assim como aquela que nós visualizamos. Nós não devemos esperar que Deus nos arrebate [resgate]. Deus está esperando por nós! Nós temos que nos abrir à Consciência Divina, para que a nossa percepção e energia se expandam o bastante para que ela possa ocorrer. Isso pode demorar um longo tempo para acontecer. A parte importante é que nós sabemos no que nós estamos trabalhando e o que o nosso impulso para alcançar a Unidade pode realizar. E que há mais ajuda chegando, se nós conseguirmos aprender a nos sintonizar. Essa é a Consciência Universal que os Maias perceberam.”

Coleman enfatizou que nós somos capazes de resolver qualquer assunto pendente com os nossos entes queridos e receber o conhecimento que eles têm. A chave é fazer o que eles fazem: usar a sua influência e a Lei da Conexão para elevar todas as pessoas em um estado de consciência interconectada. É outro nível de Alinhamento.

“Os povos Nativos nunca perderam esse dom de se comunicar com o outro mundo. Culturas desenvolvidas desprezem essa consciência, dizendo que era apenas uma forma de reverenciar os Ancestrais, mas nós sabemos que essa Conexão é importante dede que os seres humanos adquiriram consciência. As tradições dos povos nativos sempre tiveram uma grande ênfase nessa Integração, embora o Cristianismo místico e certas escrituras Judaicas nas tradições Cabalísticas também indicassem o contato com a pós-vida aqui.”

A chave é fazer o que eles fazem: usar a sua influência e a Lei da Conexão para elevar todas as pessoas em um estado de consciência interconectada. É outro nível de Alinhamento.”

“Por causa da Lei da Conexão, tudo o que nós acreditamos e defendemos – a qualidade de nosso caráter – cria um campo de Influência que atinge a todas as pessoas com quem nós interagimos. O campo age para atraí-las ao nosso nível de consciência e comportamento, para o bem ou para o mal e as duas formas podem facilitar ou dificultar com que outros entrem em Alinhamento. Ao mesmo tempo, a nossa Influência individual também se mescla com a Influência exercida por todas as outras pessoas ao redor do globo. A qualquer momento, ela ajuda a estabelecer coletivamente um nível energético de consciência para toda a humanidade.”

“É como se houvesse dois pratos em uma balança imensa no céu, pesando a força relativa de dois campos de Influência opostos. Um dos lados representa as pessoas que estão se abrindo a uma espiritualidade pessoal mais elevada e, assim, agindo para elevar outros a essa mesma consciência. O outro lado da balança representa aqueles que ainda estão presos em meio ao medo e à raiva, pessoas que agem para atrair as outras em direção a um caldeirão efervescente de medo e fúria. Isso significa que os dois lados tentavam estabelecer um contágio e o equilíbrio se alternava, a cada dia, dependendo do quanto cada pessoa em Alinhamento conseguisse manter a sua visão de maneira consistente em relação aos outros.”

“Isso é a confirmação da afirmação categórica de Kant: Agir e ser como se você realmente fosse faz com que todos os outros ajam e sejam da mesma maneira. Os seus contemporâneos pensavam que ele era louco, mas essa intuição estava absolutamente correta. É assim que a influência funciona!”

“O Texto afirma que a primeira coisa que nós temos que fazer é manter em mente a balança da influência, plenamente e a todo momento se lembrar que todo pensamento e toda ação reverberam muito além de nós mesmos. Também diz que, se um número suficientemente grande de pessoas fracassar ao tentar manter a energia do Alinhamento, o mundo pode degringolar até chegar a um estado de medo e fúria. Na política, isso significaria que a extrema esquerda e a extrema direita continuarão com a sua desumanização mútua, até que um dos lados tome uma atitude extremada, geralmente um ato de despotismo, com o objetivo de dominar a discussão e tomar o controle, advindo da necessidade de salvar o mundo. Na área da ideologia religiosa, a polarização se tornará mais negativa também. O Texto afirma que, em alguns casos anteriores, na História, o antagonismo sempre avançou até o ponto máximo da tecnologia existente até então (até o nível nuclear).”

No livro é mencionado que “o Documento diz que, para continuar a expandir a Influência, nós temos de retornar ao Monte[?]. Alguma coisa irá acontecer lá em cima. Nós finalmente estamos entendendo o poder da intenção e da oração. Nós iremos aprender como amplificar a Influência. É preciso bucar um nível mais alto de experiência. Se não for assim, você pode acrescentar a sua energia à dos apocalípticos.”

“O Documento diz que a solução é a mesma para todas as épocas. Na política, um centro iluminado, alinhado com uma discussão aberta sobre a verdade, precisa emergir para acabar com a manipulação insidiosa dos eleitores e a corrupção que existe tanto na direita quanto na esquerda. E, na religião, um grupo igualmente sincero, composto por um núcleo que seja tolerante com todas as tradições religiosas, com os seus membros buscando a experiência direta, deve assumir a posição central. Nenhuma tradição tentará impor a sua doutrina sobre outras pessoas ou alegar que a sua maneira de crer e agir é o único caminho que leva à Conexão Divina. Todas as religiões começariam a enfatizar os aspectos de suas tradições que estão alinhados com essa conexão, de modo a se aproximar mais da verdade e umas das outras.”

“O Texto diz que a última parte da Décima Primeira Integração ocorre quando as pessoas estão em Alinhamento em todos os lugares, em todas as culturas e religiões, começam a se sintonizar conscientemente umas com as outras. Nós devemos nos conectar conscientemente no ágape. Não somente com as pessoas com quem estabelecemos contato visual, como também com todas as pessoas ao redor do mundo. Nós fazemos isso quando visualizamos intencionalmente essa Conexão ocorrendo de maneira plena em nossas mentes. O Documento diz que, quando essa Conexão é estabelecida, a influência natural dos indivíduos envolvidos é ampliada várias e várias vezes.”

“Todas as profecias indicam um Armagedom e um Arrebatamento, quando os verdadeiros crentes serão protegidos, para que possam escapar dessa guerra. Mas… e se a mensagem dos profetas realmente estiver direcionada a todos nós? E se a mensagem disser que nós todos podemos encontrar uma Conexão maior com Deus, que permitirá evitarmos o Armagedom? O Armagedom não precisa acontecer!”

Sequência para evitar isso, segundo Tommy, que estava lendo o Documento: “Em primeiro lugar, nós temos que amplificar o ágape uns com os outros e com o Grande Espírito também. Em seguida, o Texto diz que nós devemos projetar o ágape para grupos ainda maiores, com a intenção de estabelecer a Unidade com todos os que estão genuinamente buscando uma Conexão espiritual, independente de suas religiões, especialmente com aqueles que estão abaixo de nós. Alcançando a Conexão, tem-se que mantê-la e expandi-la. Importante saber que não se deve forçar a Conexão e sim permitir que ela tome conta de nós, ter fé na Conexão, ou algo do tipo. Sentir uma profunda sensação de gratidão, pois a gratidão é o ato de reconhecimento que nos liga diretamente e nos mantém em estado de Conexão.

“Todas as profecias estão dizendo a mesma coisa, pois todas vêm da mesma fonte divina. Há apenas um Criador, apenas um Arrebatamento: aquele que vem quando nós chegamos a uma Conexão e uma consciência cada vez mais elevadas. Já estamos sentindo o retorno divino. É uma “Presença” que nós podemos sentir dentro de nós. A presença de Deus como uma realidade tangível. Esse é o retorno que as profecias vinham indicando o tempo inteiro, o Alinhamento final. É uma Presença verdadeira: a Identidade Sensorial do Divino – real e pessoal e dentro de nós! Esse é o Décimo Segundo Sinal e a sua Integração. Nós podemos abrir a nossa consciência o bastante para alcançar a verdadeira Presença do Divino, bem aqui, onde ela sempre esteve esperando por nós.”

Wil relata que “o Texto diz que a Décima Segunda ativa as trilhas culminantes em nosso cérebro. Ela integra todas as Integrações. Pensem sobre a sensação que a Presença lhes causa. Ninguém tem dificuldades em esperar e sustentar a Sincronicidade agora. Ou em dizer a verdade e aceitá-la, dos outros, conforme surge, enquanto nós construímos os detalhes de nossa nova perspectiva espiritual. E os que acham de manipular as pessoas e receber o choque de retorno de todo esse carma? Alguém irá querer começar a fazer isso novamente? Nós queremos permanecer em Alinhamento e manter a consciência que nos dá todos esses outros elementos: premonições que nos oferecem Proteção, intuições que nos orientam, relacionamentos baseados no ágape e uma abertura à percepção plena. E também todas aquelas mensagens que vêm da pós-vida.”

“A Décima Segunda diz que, se uma quantidade suficiente de pessoas permanecer nesse Alinhamento e nessa Presença, o Plano pode se tornar alguma coisa consciente na cultura da humanidade. Com esse conhecimento, um centro iluminado surgirá na política. A civilidade e o encanto poderão voltar à cultura humana. E todos os governos e todos os campos do empreendedorismo e esforço humano passarão a ter um estado superior de integridade.”

“O Documento diz que os Modelos de Acordo farão com que cada tradição se aproxime gradualmente do reconhecimento da Presença, permitindo que as diferenças entre as religiões sejam menos excludentes. A reconciliação criará uma união impressionante quando todos souberem que é possível fazer isso. Tudo está nos números. Depende apenas de quantas pessoas conseguirem permanecer em Alinhamento.”

“O Documento menciona novamente que, no decorrer da História, vários grupos menores alcançaram o ponto em que nós estamos agora [referência ao grupo de Wil] e não foram capazes de progredir além dele. O mundo ainda está imerso no medo.”

“A Décima Segunda aponta que 144 mil pessoas serão necessárias entrar em Alinhamento para transformar o mundo e começar a criar o mundo ideal, indicado pelas profecias.”

O nosso narrador comenta que “a única dificuldade que ainda restava para que nós conseguíssemos manter essa consciência era o efeito insidioso da velha perspectiva material sobre o mundo. Ela ainda estava presente, sussurrando em nossos ouvidos, dizendo que o mundo é um lugar duro e implacável e que viver de acordo com princípios esotéricos e virtuosos é impossível. É claro, isso acontece se pensarmos que nós estamos sozinhos no meio de um Universo sem qualquer sentido ou propósito. Mas a verdade é a seguinte: nós não estamos!  Nós podemos permanecer em Alinhamento e provar a nós mesmos que vivemos em um Universo que, em sua essência, é uma Máquina de Sonhos. E que ela está simplesmente esperando que nós a acionemos.”

—–

Resumo da 12ª profecia:

12 – A Sensação da Presença de Deus Dentro de Nós

Site: An Updated Summary of The 12 Celestine Insights

Armados com a confiança Divina, nós começamos a dar o próximo passo rumo ao autoconhecimento. Nós experienciamos momentos em que uma maior sensação do Divino começa a habitar em nós. Essa presença interior se manifesta como a sensação da presença de Deus. Nós ainda mantemos a nossa identidade pessoal, mas esse status se subordina a uma plena consciência no nível da percepção [consciousness] de amor, paciência e abertura à ação. Para que essa presença permaneça ou se torne mais poderosa, nós temos que transcender completamente os nossos “Dramas de Controle”, ou seja, os momentos em que nós não agimos de acordo com a nossa intuição sobre o bem-estar dos outros. Nesse sentido, a presença Divina está sempre presente, a não ser que os nossos maus hábitos criem distância entre nós.

Em resumo, o processo é o seguinte: quando nós não estamos em fluxo, nós nos sentimos desconectados e ansiosos ou frustrados. Então, nós nos distraímos com várias atividades compulsivas, criadas para aliviar o nosso sofrimento. Isso pode ser qualquer coisa, desde compras excessivas, assistir compulsivamente a esportes ou celebridades, até comportamentos viciantes reais, como sexo e drogas. Todas as pessoas sabem quais são os vícios dele ou dela, inclusive você e transcendê-los mantém você em contato com a magia da Sincronicidade.

Sentindo a presença familiar de Deus, você perceberá o fluxo do seu destino se desdobrando (em qualquer idade) e entrará em uma consciência no nível da realidade [awareness] sincera das distrações e vícios que o seu ego tem sempre inventado para lhe desviar do caminho.

A presença torna-se então não dual, existindo simultaneamente dentro e fora de nós. Quando nós estamos agindo em alinhamento Cármico, isso nos traz um conhecimento intuitivo ainda maior que anima a verdade que nós compartilhamos com os outros. Isso nos expande além dos nossos sonhos mais ousados, desde que sempre nós ajamos em harmonia e reconhecimento disso. Jamais nós devemos, de fato, entrar em uma sala sem reconhecer conscientemente como a presença Dele se move conosco. Ele nos mantém em uma zona relativa de auxílio quase milagroso. Além disso, ao se alinhar com esse projeto, você prepara o terreno para a integração completa de todas as visões (revelações) e para uma consciência no nível da percepção [consciousness] superior sustentada, à medida que os níveis atuam em conjunto automaticamente.

“A presença torna-se então não dual, existindo simultaneamente dentro e fora de nós.”

Pontos Principais de A Profecia Celestina

  • A Profecia Celestina é um romance espiritual que se tornou um clássico na comunidade espiritual.
  • A Profecia Celestina apresenta doze visões (revelações) que guiam os leitores rumo a uma vida mais significativa e plena.
  • A Profecia Celestina convida os leitores a se tornarem mais cientes de seus próprios pensamentos, emoções e da interconectividade de todas as coisas.
  • Através da jornada do protagonista […o nosso narrador] em A Profecia Celestina, os leitores são encorajados a abraçar o crescimento pessoal e a se conectar com o universo de maneiras novas e profundas.
  • A Profecia Celestina continua a inspirar leitores ao redor do mundo a explorar os seus próprios caminhos espirituais e a reconhecer o poder da sincronicidade em suas vidas.

5 Lições Essenciais

  • Trabalhe na identificação da Sincronicidade. Sincronicidade refere-se ao ponto de partida que mede se um indivíduo está conectado espiritualmente.
  • Doar energia aumenta a Sincronicidade – Amar e energizar os outros é a melhor coisa que nós podemos fazer por nós mesmos.
  • Coincidências são pequenos milagres que nos conduzem a uma vida melhor.
  • O universo não é um lugar indiferente. Pelo contrário, ele é um ambiente energeticamente conectado, espiritualmente projetado para realizar os maiores sonhos.
  • O universo é energia – energia que responde às nossas expectativas.

“Todas as profecias estão dizendo a mesma coisa, pois todas vêm da mesma fonte divina. Há apenas um Criador, apenas um Arrebatamento: aquele que vem quando nós chegamos a uma Conexão e uma consciência cada vez mais elevadas. Já estamos sentindo o retorno divino. É uma “Presença” que nós podemos sentir dentro de nós. A presença de Deus como uma realidade tangível. Esse é o retorno que as profecias vinham indicando o tempo inteiro, o Alinhamento final. É uma Presença verdadeira: a Identidade Sensorial do Divino – real e pessoal e dentro de nós! Esse é o Décimo Segundo Sinal e a sua Integração. Nós podemos abrir a nossa consciência o bastante para alcançar a verdadeira Presença do Divino, bem aqui, onde ela sempre esteve esperando por nós.”

Palavras-chave da OREM2:

agressivo, Armagedom, apocalípticos, ascensão da influência, automatização, campos de energia, campos de energia, campos de expectativa, campos de intenção, campos de oração, campos morfogenéticos, centésimo macaco, ceticismo científico, ciência e tecnologia, círculos completos, codependência, coincidências, coitadinho de mim, conexão divina, consciência mística, criação de filhos, cultura emergente, despertar espiritual, diálogo consciente, dinâmica de grupo, distante, dízimo, dramas de controle, energia, ética interpessoal, expectativa consciente, experiência mística, extensão da energia da oração, família, grupo modelo, grupos conscientes, grupos espirituais, história da evolução, identidade sensorial, igreja, integridade da Verdade, interrogador, intimidador, Lei da Conexão, Lei da Verdade, Lei do Auxílio, Lei do Carma, luta pela atenção, luta pelo poder, Machu Picchu, manuscrito, massa crítica, método científico, modelo de acordo, noite escura da alma, nossa verdadeira missão, nova medicina, observador, outra vida, padrões de energia, passivo, percepção da beleza, pergunta certa, perspectiva histórica, poder da oração, polarização do medo, Princípio da Unidade, prontidão baseada na expectativa, relacionamentos, religião, ressonância mórfica, revisão de vida, Shambhala, sincronicidades, sonhos, sustentar a Sincronicidade, telepatia, teoria de campo unificado, vício romântico, vida após a morte, visão de nascimento, visão do mundo, visões,…

—–

Imagem: pexels-sefa-164969501-14650011 18.05.26

—–

Bibliografia (nós recomendamos enfaticamente a leitura e o estudo desse material):

  • “A Profecia Celestina” – 1993 (The Celestine Prophecy) – James Redfield;
  • “Guia de Leitura de A Profecia Celestina” – 1995 (The Celestine Prophecy: An Experiential Guide – James Redfield [em parceria com Carol Adrienne]);
  • “A Décima Profecia – Aprofundando a Visão” – 1996 (The Tenth Insight: Holding de Vision) – James Redfield;
  • “Guia de Leitura de A Décima Profecia” – 1996 (The Tenth Insight: An Experiential Guide [em parceria com Carol Adrienne]);
  • “A Visão Celestina: Vivendo a Nova Consciência Espiritual” – 1997 (The Celestine Vision: Living the New Spiritual Awareness);
  • “O Segredo de Shambhala – Em busca da Décima Primeira Visão” – 1999 (The Secret of Shambhala: In Search of the Eleventh Insight) – James Redfield;
  • “Deus e o Universo em Evolução: O Próximo Passo na Evolução Pessoal” – 2002 (God and the Evolving Universe: The Next Step in Personal Evolution – James Redfield [em parceria com Sylvia Timbers e Michael Murphy]);
  • “A Décima Segunda Profecia: A Hora da Decisão” – 2011 (The Twelfth Insight: The Hour of Decision).
  • Artigo “The Search for Shambhala – A Conversation with James Redfield” (tradução livre: “A Busca por Shambhala – Uma Conversa com James Redfield”), Atlantis Rising number 21 from Atlantis Rising website.  http://www.bibliotecapleyades.lege.com/sociopolitica/sociopol_shambahla10.htm
  • Livro “One Disease, One Cure” (tradução livre: “Uma Doença, Uma Cura [Cure]”) – Robert Young;
  • Livro “Healing Words: The Power of Prayer and the Practice of Medicine” (tradução livre “Palavras de Cura [Healing]: O Poder da Oração e a Prática da Medicina”) – Dr. Larry Dossey;

—–

—–Próximo artigo – 14 – Dramas de Controle—–

—–

… segundo o Manuscrito, quando um número suficiente de indivíduos perguntar a sério o que ocorre na vida, nós começaremos a descobrir.
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

Write A Comment