A Décima Segunda Profecia… A Hora da Decisão
Armados com a confiança Divina, nós começamos a dar o próximo passo rumo ao autoconhecimento. Nós experienciamos momentos em que uma maior sensação do Divino começa a habitar em nós. Essa presença interior se assemelha à sensação da presença de Deus. Nós ainda mantemos a nossa identidade pessoal, mas esse status se subordina a uma plena consciência no nível da percepção [consciousness] de amor, paciência e abertura à ação. Para que essa presença permaneça ou se torne mais poderosa, nós temos que transcender completamente os nossos “Dramas de Controle”, ou os momentos em que nós não agimos de acordo com a nossa intuição sobre o bem-estar dos outros. Nesse sentido, a presença Divina está sempre presente, a não ser que os nossos maus hábitos criem distância entre nós.
Em resumo, o processo é o seguinte: quando nós não estamos em fluxo, nós nos sentimos desconectados e ansiosos ou frustrados. Então, nós nos distraímos com diversas atividades compulsivas, criadas para aliviar o nosso sofrimento. Isso pode ser qualquer coisa, desde compras excessivas, assistir compulsivamente a esportes ou celebridades, até comportamentos viciantes reais, como sexo e drogas. Todos sabem quais são os seus vícios, inclusive você e transcendê-los mantém você em contato com a magia da Sincronicidade.
A Sensação da Presença de Deus Dentro de Nós
Sentindo a presença familiar de Deus, você perceberá o fluxo do seu destino se desdobrando (em qualquer idade) e entrará em uma consciência no nível da realidade [awareness] sincera das distrações e vícios que o seu ego sempre criou para desviar você do caminho.
A presença então se torna não dual, existindo tanto dentro quanto fora de nós simultaneamente. Quando nós estamos agindo em alinhamento Cármico, isso nos traz um conhecimento intuitivo ainda maior que anima a verdade que nós contamos aos outros. Isso nos expande além dos nossos sonhos mais ousados, desde que sempre ajamos em harmonia e reconhecimento disso. Nós nunca devemos entrar em uma sala sem reconhecer conscientemente como a presença Dele entra na sala conosco. Ele nos mantém em uma zona relativa de ajuda quase milagrosa. Além disso, ao se alinhar com esse projeto, você prepara o terreno para a integração completa de todas as revelações e para uma consciência no nível da percepção [consciousness] superior sustentada, à medida que os níveis trabalham juntos automaticamente.
—–
A Profecia Celestina é um antigo manuscrito que permaneceu oculto por séculos e conta a história de nove pessoas que se encontram na posse de um poderoso segredo, cabendo a elas decidir como usá-lo. Os 12 ensinamentos dessa profecia podem ser aplicados à vida moderna, bem como a diversos aspectos do marketing. Tudo depende da sua perspectiva.
Fontes: Para mais informações, visite o site Celestine Vision em https://www.celestinevision.com/
A 12ª visão é um novo entendimento sobre a natureza do universo e como nós, como indivíduos, podemos colocar o conhecimento espiritual em aplicação muito prática para encontrar um caminho mais elevado ao longo da vida. Nós temos perseguido o conhecimento espiritual de forma maciça por décadas. E finalmente nós chegamos ao entendimento para colocá-lo em ação, para vivê-lo todos os dias! Na medida em que nós agimos individualmente, nós criamos juntos uma nova abordagem cultural para a vida, que é a chave para resolver todos os problemas que a sociedade humana enfrenta. Nós já podemos sentir o que está ocorrendo. Há um novo convite à civilidade e honestidade na política e nos negócios. É o novo impulso que nós sentimos para viver uma vida de integridade mais autêntica.
A emergente 12ª profecia representa uma vida espiritual que o melhor de cada tradição religiosa sempre sustentou como verdadeiro e que, na realidade, aponta o caminho em direção à paz. Nunca houve um momento mais emocionante para se estar vivo. Apesar de todos os nossos problemas, essa nova consciência no nível da percepção [consciousness] pode ser contagiosa, passando de pessoa para pessoa e pode resolver todas as coisas. Nós apenas temos que compartilhar conscientemente a verdade do que nós estamos fazendo.
A 12ª profecia e a última das revelações das Profecias Celestinas, é onde nós começamos a sentir a presença do Divino dentro de nós. Nós nos tornaremos mais cientes do desenrolar do nosso destino. Nós começaremos a perceber a presença Divina em cada ser humano com quem nós entrarmos em contato.
—–
Livro:
“A Décima Segunda Profecia: A Hora da Decisão” – 2011 (The Twelfth Insight: The Hour of Decision).
Autor:
James Redfield
—–
Trechos do livro para a nossa reflexão e prática cotidiana.
Em uma era de mentiras universais, dizer a verdade se torna um ato revolucionário. — George Orwell —
Interessante notar que esse livro foi editado em 2011 e a versão digital em 2012, remetendo-nos a refletir sobre o que diz o calendário Maia sobre esse período.
O autor começa a divagar sobre esse momento experienciado e as previsões vigentes sobre o apocalipse, interpretando erroneamente tudo o que já fora dito a respeito, desde o calendário Maia, passando por Nostradamus e o livro Bíblico das Revelações. Essas profecias gritavam aos quatro ventos:
“Não ouviram dizer? O mundo irá acabar em 2012!”
A mídia em geral divulgava a idéia do “fim dos tempos” e essa era a fascinação que prevalecia entre as pessoas. O autor se pergunta: “Por que?” “Qual poderia ser a causa dessa fascinação pelo fim de todas as coisas? Ou poderia haver algum outro motivo? Talvez a nossa fascinação pelo fim do mundo revelasse uma intuição latente, cada vez mais perceptível, de que alguma coisa melhor estaria pronta para nascer.
A velha Profecia Celestina, descoberta no Peru, responde a esse anseio.
“A mensagem da Profecia era clara: ser espiritual é mais do que simplesmente acreditar em alguma divindade abstrata. Envolve a descoberta de outra dimensão da vida, inteiramente diferente, que funciona de uma maneira fundamentalmente espiritual.”
“Quando alguém faz essa descoberta, percebe que o universo está repleto de todas as formas de encontros fortuitos, intuições e coincidências misteriosas, todas apontando a um propósito maior existente por trás de nossas vidas — e, de fato, por trás de toda a história humana. A única questão que resta para as pessoas que despertam para essa realidade é como esse mundo misterioso realmente funciona e como alguém começa a se envolver com os seus segredos.”
A Décima Profecia lidava com o mistério da vida após a morte e registrava uma concentração no Céu e em seus habitantes que duraria uma década inteira, eliminando permanentemente uma repressão inculcada há várias eras sobre a morte e o que acontece depois. Quando esse bloqueio fosse superado, uma exploração de todos os aspectos da vida espiritual passaria a ocorrer.
A Décima Primeira Profecia, nascida de uma consciência no nível da percepção [consciousness] coletiva de que todos nós estamos aqui para participar de algum Projeto que, até o momento, ainda não está definido — um Plano de alguma espécie. O sinal envolve a descoberta de como manifestar os nossos sonhos mais profundos e elevar o mundo a seu ideal. Nos anos que se seguiram, essa intuição tem crescido e se transformado em várias teorias sobre Segredos, o Poder da Oração e Leis da Atração — teorias que pareciam estar certas, mas que não estavam realmente completas em sua concepção.
O autor prossegue a sua divagação sobre aquelas teorias que “nos fizeram crescer nos tempos modernos e duraram até o momento em que a base material cedeu sob os nossos pés — na forma de um colapso financeiro mundial. Depois desse evento, nós enfrentamos problemas mais imediatos, como inadimplência pessoal e a tentativa de evitar que os pessimistas nos trouxessem medos exagerados. Ainda nós estávamos despertos e ainda nós queríamos mais respostas espirituais. Mas, daquele ponto em diante, tais respostas deveriam ser práticas também. Elas teriam de funcionar no mundo real, independente de quão misterioso o mundo viesse a se tornar.”
O autor se pergunta: “será que, a partir do ponto em que a Décima Primeira Profecia havia terminado, a Décima Segunda Profecia irá nos mostrar como ‘experienciar’ esse conhecimento espiritual em um nível mais avançado? Essa mudança traria esse mundo novo e mais ideal, cuja aproximação nós parecíamos sentir?”
Enquanto ele “ruminava” esses pensamentos, ele voltou a experienciar um estado mental, que ele denominou de “A Zona”, “Percepção Ampliada” e o seu favorito como “Fluxo de Sincronicidade”, buscando capturar a característica central de uma elevação repentina em nossa experiência, em que nós transcendemos o ordinário e nós encontramos um significado maior no fluxo dos eventos. Essa percepção sincronística nos “centra” de uma determinada maneira e nos dá uma sensação além da que poderia se esperar do mero acaso — como se um “destino” maior estivesse se desdobrando à nossa frente.
O nosso narrador se encontra com Wil que comenta sobre um documento esotérico, que fala sobre espiritualidade, que ele tinha recebido, escrito provavelmente no século 4 ou 5, que afirma que “nós estamos em algum tipo de corrida.” O documento descreve várias capacidades humanas que ainda nós não desenvolvemos. Cada parte do documento é dedicada ao que o texto chama de “integração” do conhecimento espiritual e se refere diretamente aos sinas da velha Profecia.
Wil pensa que é algum tipo de texto de apoio, como se fosse um guia, pois havia 11 partes do Documento que vieram a público e cada uma delas era focada em uma integração específica do conhecimento. E o Documento fala sobre uma Décima Segunda.
“O Documento diz que cada integração tem que ser assimilada na ordem correta, uma depois da outra, começando com a primeira: aprender a sustentar a Sincronicidade.”
“Todos nós conseguimos ver lampejos da Sincronicidade. O desafio era sustentar a experiência e mantê-la em fluxo contínuo. De todas as dificuldades com a Sincronicidade, essa era a que as pessoas comentam com maior frequência. Experiências sincronísticas pareciam entrar em nossas vidas quase como uma provocação do destino, permanecendo por alguns momentos e, em seguida, desaparecendo.”
“O Texto do Documento diz que, durante o período atual da História, a vida material fácil irá se tornar cada vez mais difícil, com fortes problemas financeiros e sociais. Mesmo assim, ele alega que todos os desafios estão causando um despertar espiritual ainda maior nas pessoas, em que nós podemos vislumbrar muitos novos dons e percepções.”
Wil então questiona que “nós devemos tomar uma decisão. Nós iremos nos abrir a uma espiritualidade mais profunda ou nos deixar dominar pelo medo e pelos preconceitos? É um desafio focado na coragem, mas também em uma questão prática. De certa forma, os eventos estão nos forçando a colocar as nossas crenças em ação. A única maneira de sobreviver a uma confusão tão grande quanto essa que nós enfrentamos no mundo atual é buscar uma maneira diferente de viver.”
Wil comenta que “o Documento diz que o primeiro dom que irá se manifestar é a capacidade de sustentar o Fluxo da Sincronicidade. Quando as coincidências misteriosas começarem a acontecer com mais frequência, nós aprenderemos que nós estamos sendo guiados e até mesmo protegidos dos perigos desse período histórico.”
“O Documento diz que os primeiros, entre nós, que descobrirem como sustentar esse fluxo e integrar esse conhecimento irão facilitar a transição para que outras pessoas consigam se abrir ao fluxo posteriormente, simplesmente pela influência que nós temos. Mas, por outro lado, se um número muito grande de pessoas não conseguir evoluir nesse aspecto, o conhecimento pode não se tornar realidade e se perder em meio à história da humanidade.”
Wil continua explicando que “o Documento é focado na experiência sincronística, porque esse é o fenômeno que leva cada um de nós adiante na vida. Se nós tornarmos essa experiência mais consistente, então nós perceberemos que as nossas vidas estão tentando evoluir em uma direção predeterminada. Nós iremos nos sentir mais vivos.”
“Quando nós entramos em um fluxo de Sincronicidade, a clareza e a vivacidade tomam conta de nós. Quando nós saímos desse fluxo, nós perdemos essas sensações. A questão é que finalmente nós temos a oportunidade de alcançar uma clareza maior, não somente a respeito do fenômeno da Sincronicidade, como também sobre toda a nossa natureza espiritual. E, se nós não o fizermos, então todo o nosso futuro e o futuro de nossos filhos podem tomar um curso totalmente diferente.”
“O Documento diz que, quando todas as 11 Profecias forem integradas, nós conseguiremos o último “download”: a Décima Segunda. Depois disso, nós entenderemos não somente o panorama completo da espiritualidade nessa vida, mas nós conseguiremos também experienciá-la na maior parte do tempo.”
“O Documento fala sobre permanecer no Fluxo da Sincronicidade. Ele diz que tudo o que nós temos que fazer é aprender a nos lembrar de que esse fluxo é possível! Que ele existe!”
Wil questiona que quando o nosso narrador, no passado, leu os sinais da Profecia pela primeira vez e eles estavam todos pensando e falando sobre a Sincronicidade, as coisas não pareciam acontecer dessa maneira com frequência? “Bem, isso acontecia exatamente porque nós tínhamos essa expectativa em mente. É apenas isso que nós precisamos fazer. Tudo o que você tem que fazer é se lembrar de que precisa se lembrar.”
Wil esclarece que, “na prática, tudo se resume a ter uma expectativa consciente da próxima ocorrência da Sincronicidade, o que significa que nós temos que assumir uma postura de “prontidão baseada na expectativa”. Ele enfatiza que não é fácil chegar a esse estado nesse momento, porque sempre nós pensamos que nós estamos atrasados, sempre nós pensamos que nós temos coisas demais a fazer. Mas alcançar e permanecer nesse estado de prontidão nos ajuda imediatamente, porque ele tem o efeito de “diminuir a velocidade” do tempo.
“Diminuir a velocidade do tempo é alguma coisa boa nos dias de hoje, porque muitos de nós se sentem sobrecarregados pelos problemas que vêm em nossa direção, na velocidade da luz. Se nós conseguirmos diminuir a velocidade de tudo que está ao nosso redor — e esperar até que um evento sincronístico nos mostre qual é o melhor caminho — fica mais fácil lidar com a vida. — Assim, para começar, nós temos que prender um bilhete no espelho do banheiro, ou dizer a um amigo para nos telefonar bem cedo pela manhã, ou fazer qualquer coisa que nos faça lembrar de que nós precisamos estabelecer uma expectativa pela Sincronicidade, logo no início do dia. Após algum tempo, isso se torna um hábito. E quando todas as coincidências misteriosas estiverem acontecendo e o nosso destino estiver se desdobrando, tudo o que nos resta é permanecer nesse fluxo.”
Uma questão importante levantada por Wil, para permanecermos no fluxo, é que nós temos que aprender a comunicar aos outros aquilo que está acontecendo conosco. Normalmente são pessoas que cruzam os nossos caminhos, enquanto nós estamos no fluxo e, a princípio, parecem nos arrancar do mesmo. A ideia é não nos afastarmos dessa pessoa e buscar uma maneira de simplesmente mostrar a verdade da situação conforme você a enxerga, com o propósito principal de se manter centrado no fluxo. Se a pessoa lhe der as costas ou viesse a considerar você como grosseiro(a), não haveria muito a fazer, mas você permaneceria no fluxo. Por outro lado você se manteria aberto para perceber se essa pessoa teria alguma informação importante para você!
A velha Profecia no Peru dizia que não se devem tratar as interrupções que nós identificamos como se fossem ameaças e sim como uma Sincronicidade em potencial. A ideia é manter a atitude de expectativa pela Sincronicidade. O fluxo da Sincronicidade dá a sensação de que você está diminuindo a velocidade do tempo e aumenta a sensação de que você é a estrela central, o ator principal do próprio filme. Mantenha firme essa clareza de pensamento e você saberá sempre o que se deve dizer.
“O Documento diz que, se você se comprometer a manter a integridade de sua verdade, isso incluirá intuitivamente todas as ideias que surgirem sobre o que você deve dizer, mesmo que nunca tenha pensado nelas anteriormente.”
O nosso narrador faz duas perguntas a um cientista cético, que vale a pena se destacar:
“Você nunca se perguntou se há alguma coisa que seja real e universal por trás das experiências espirituais das pessoas?”
“E se é possível existir uma ciência da espiritualidade, que seja lógica e ordenada?”
Uma resposta do cientista merece destaque: “Eu não sei… nós teríamos de descobrir alguma coisa como as leis naturais da espiritualidade…”
“O Documento dividia as 12 integrações em dois grupos. De acordo com o Texto, as primeiras cinco integrações eram chamadas de “Fundamentos” da consciência espiritual e as restantes, de “Ascensão à influência sagrada”.
“O Texto dizia que esse avanço na consciência começa quando nós percebemos que as conversas humanas, independente do assunto, sempre representam uma troca de perspectivas ou visões sobre o mundo e, portanto, são um mecanismo básico da evolução humana, levando-nos de um nível histórico de conhecimento ao seguinte. Quando a interação humana é feita em meio a uma verdade centrada e sincronística, esse processo de troca de perspectivas sobre o mundo é elevado até atingir um estado de consciência plena. O nome que o Documento dava a essa interação mais sensível era “Diálogo Consciente”.
“O Documento dizia que o nível do diálogo, assim como a consciência dos participantes, são elevados quando ambas as pessoas têm consciência do “contexto histórico” no qual o intercâmbio de ideias está inserido.”
O nosso narrador relembra “o segundo Sinal da antiga Profecia Celestina que fundamentalmente era um entendimento da história estendida da sociedade Ocidental, especificamente da mudança psicológica que ocorreu no início da Era Moderna, um período mais secular [que não diz respeito aos dogmas da Igreja]. Em essência, houve um despertar da consciência e, desde então, nós temos problemas para assimilar esse conceito.”
“A antiga Profecia previa que, algum dia, nós conseguiríamos manter essa história estendida em nossas mentes com mais facilidade, como um contexto abrangente para as nossas atividades diárias. E, quando isso ocorresse, esse entendimento histórico, por si só, transformaria completamente a vida de cada indivíduo. Além disso, ela nos manteria totalmente despertos para o lado espiritual da existência.”
O nosso narrador discorre que “a perspectiva moderna se iniciou logo após o final do período sombrio da Era Medieval em nossa história. Naquela época, não havia ciência no Ocidente, nenhum pensamento independente que fosse digno de nota e muito pouco conhecimento sobre causas naturais. Os homens da poderosa Igreja Católica governavam a mente das pessoas e declaravam que todos os eventos que hoje nós chamamos de efeitos naturais funcionavam única e simplesmente pela vontade de Deus — incluindo o nascimento das pessoas, todos os desafios da vida, as doenças, a morte e o que vinha depois, fosse isso o Céu ou o Inferno. Os clérigos se declaravam os únicos intérpretes da vontade de Deus. E travaram lutas ferrenhas, durante séculos, para proibir qualquer desafio à autoridade que eles tinham”.
“Mesmo assim, chegou a época da Renascença, motivada por uma desconfiança cada vez maior em relação aos clérigos e uma consciência crescente de que o verdadeiro conhecimento sobre o mundo ao nosso redor estava lamentavelmente incompleto. Outras influências chegaram rapidamente: a invenção da tipografia e da imprensa, um conhecimento maior da filosofia dos antigos Gregos e as descobertas dos primeiros Astrônomos, como Copérnico e Galileu, que contradiziam a astronomia adotada pelos homens da Igreja.”
“Quando a Reforma Protestante ocorreu, representando uma rejeição direta da autoridade papal, as estruturas do mundo medieval começaram a ruir completamente e, com elas, a realidade estabelecida das pessoas.”
“A Idade Moderna se iniciava precisamente nesse ponto. Durante séculos, os clérigos ditaram um propósito estritamente teológico para a existência e para os eventos naturais. E, nessa época, tal retrato da vida começou a ser sistematicamente corroído, deixando os humanos em um estado de profunda incerteza existencial, especialmente em relação à espiritualidade. Se os representantes da Igreja, que sempre haviam ditado os fatos da realidade espiritual, estavam errados, então o que poderia ser considerado certo? Os pensadores otimistas daqueles dias encontraram uma solução. Disseram que nós deveríamos seguir o modelo dos antigos Gregos. Nós diríamos à Ciência para ir a campo e investigar esse mundo totalmente novo que havia à nossa volta. E, em meio ao entusiasmo daqueles dias, tudo estava sobre a mesa, incluindo as nossas questões espirituais mais profundas, como: por que nós estamos aqui? O que acontece após a morte? Existe um plano e um destino para a humanidade?”
“Com essa nova responsabilidade, a Ciência foi enviada para examinar o mundo e fazer um relatório de suas observações. Durante os séculos, ela mapeou maravilhosamente as realidades físicas da natureza, desde o movimento das galáxias e planetas até a biologia de nossos corpos, a dinâmica dos sistemas climáticos e os segredos da produção de alimentos. Mas ela não retornou rapidamente com uma análise objetiva de nossa situação espiritual. Nesse ponto crucial, nós tomamos uma decisão psicológica crítica. Devido à ausência de respostas existenciais, nós decidimos focar a nossa atenção em outras coisas, enquanto isso. Durante a espera de respostas, nós nos concentraríamos em colonizar esse novo mundo que se abria à nossa frente, dedicando-nos a melhorar outros aspectos da humanidade. Nós conseguimos diminuir a nossa incerteza com o esforço para tornar o mundo secular mais abundante e seguro.”
“E foi isso o que nós fizemos, ao criar, nos séculos seguintes, o maior aumento em abundância material que o mundo já viu. Entretanto, mesmo que nós focássemos as nossas energias no melhoramento de nossas circunstâncias físicas, enquanto nós esperávamos que as nossas perguntas de ordem superior fossem respondidas, a própria Ciência estava forçando a sua vocação superior a se distanciar cada vez mais.”
“De fato, conforme os séculos progrediram, a Ciência começou a ponderar essas questões com uma frequência cada vez menor. De certa maneira, essas perguntas se tornaram vítimas do sucesso da Ciência no reino físico. Quanto mais bem-sucedida era a Ciência em explicar o mundo exterior — e na criação de novas tecnologias que aumentavam o nível de segurança da população — menos importantes as questões espirituais se tornavam.”
“Deixe que as religiões se engalfinhem a respeito dessas questões maiores”, pensavam os cientistas, “vamos nos ater ao mundo físico”.
Na época em que as teorias de Isaac Newton estavam se disseminando pela Ciência, a rejeição era quase completa. Newton estabeleceu a matemática, que definia o universo como um sistema que funcionava de maneira autônoma, seguindo leis mecânicas fundamentais, tudo ocorrendo de uma maneira completamente previsível — como se fosse uma máquina gigantesca. Agora, o Universo poderia ser encarado a partir de uma perspectiva completamente secular. Não era Deus que fazia as estrelas se moverem no céu. Era a gravitação.”
“A visão de mundo moderna, secular e materialista nasceu ali e, impulsionada pela Ciência, foi exportada para todo o planeta. A ideia de Deus, ou, como outras pessoas preferem dizer, de uma experiência espiritual mais profunda, agora parecia não somente desnecessária, como também improvável. Em relação às evidências de uma realidade espiritual — estados mais elevados de consciência, sincronicidade, premonições e orientações intuitivas, experiências de vida após a morte — todas elas poderiam ser explicadas como alucinações patológicas ou fantasias religiosas e removidas completamente do debate. Até mesmo muitas figuras religiosas, que sofriam com um número cada vez menor de fiéis, passaram a orientar as suas ações para atividades mais seculares e sociais ao invés de qualquer discussão sobre a verdadeira experiência espiritual.”
“E para onde a Ciência e outras instituições se dirigiam, o indivíduo seguia o mesmo caminho. O mundo parecia ser tão normal, previsível e claro que um questionamento de ordem superior como esse não mais parecia ser válido e também começou a ser afastado da consciência cotidiana.”
“Nós dizíamos a nós mesmos que bastava trabalhar duro e nos concentrar em melhorar as nossas vidas; desfrutar de todos os brinquedos e produtos da existência moderna; esquecer o fato de que conhecer o objetivo maior da vida pode resultar em alguma orientação maior no decorrer do caminho, ou trazer relacionamentos mais iluminados e esclarecidos com outras pessoas. Basta se concentrar nas coisas do dia a dia e você se sentirá bem, do começo até o fim. Se a imagem da morte se levanta e nos mostra o seu rosto feio, ou se surgem perguntas em sua mente sobre o que acontece depois, basta se ocupar com os afazeres seculares novamente até que os pensamentos se percam em meio ao ruído.”
“Precisamente nesse momento, nós teríamos a capacidade de enxergar a verdade psicológica sobre a nossa história estendida. Nós enviamos a Ciência para pesquisar e descobrir a verdade sobre a nossa existência espiritual e, quando ela não retornou, nós nos dedicamos a melhorar as nossas condições mais terrenas. Assim, gradualmente, todos esqueceram as coisas pelas quais nós estávamos esperando. Lentamente, a nossa preocupação com o mundo secular se tornou uma forte obsessão psicológica.”
“E, como qualquer comportamento obsessivo desenvolvido para reprimir alguma outra coisa — em nosso caso, a falta de respostas sobre o verdadeiro propósito da vida —, nós nos envolvemos em atividades cada vez mais frenéticas, para que nós não nos lembrássemos das questões que nos traziam inquietação.”
“Na época em que a visão de mundo moderna atingiu o seu ápice, em algum momento no final do século 20, esse comportamento obsessivo havia se tornado a razão para o sucesso da carreira de inúmeros psicólogos existenciais, que mapearam a imensa variedade de compulsões que nós desenvolvemos para evitar o nosso próprio despertar: trabalhar, fazer compras, decorar, organizar, comer, apostar em jogos de azar, usar drogas, fazer sexo, fumar, correr, fazer exercícios, fofocar, viajar, acompanhar esportes e carreiras de celebridades e a busca infindável de reconhecimento pessoal das outras pessoas — os nossos 15 minutos de fama.”
“Essas obsessões podiam ser encontradas em toda parte. E, especialmente em anos recentes, incluíam a compulsão mais irônica de todas: o fanatismo religioso, em que as pessoas se mantinham em um estado de dormência em relação à verdadeira experiência espiritual, ao se concentrarem somente nas doutrinas e nos aspectos exteriores de uma religião em particular — a ponto de, em situações extremas, tentar forçar as suas crenças sobre os demais.”
“Felizmente, conforme os anos prosseguiram, nós, lentamente, começamos a despertar. Durante as últimas décadas, alguma coisa realmente começou a surgir em meio à psique coletiva da humanidade. Por quê? Talvez seja a inerente incapacidade da repressão de resistir, ou talvez tenha sido por conta da influência constante dos teóricos do potencial humano nas décadas de 1970 e 1980. Outra razão pode incluir o grande número de pessoas da geração do baby boom, que atingiram o pico de sua influência na década de 1990 — questionando, como essas pessoas realmente fizeram, todos os aspectos da cultura humana.”
“Certamente, a antiga Profecia encontrada no Peru teve alguma influência em todo esse processo.”
“De qualquer forma, a nossa preocupação com a vida material passou a entrar em colapso. Como homens se afogando que tentam chegar à superfície da água, nós começamos a tentar buscar o ar de um significado mais elevado. Desde então, em espasmos e movimentos incertos, mais pessoas conseguiram visualizar lampejos de um mundo novo e maravilhoso ao seu redor. Como parte de uma cultura maior, nós finalmente começamos a descobrir a experiência da Sincronicidade.”
“Esse novo despertar era o verdadeiro contexto histórico que cercava as nossas vidas atuais. Nós estamos acordando e nos afastando de nossa obsessão secular e retomando o conhecimento a partir do ponto onde nós o deixamos. Nós queremos conhecer a nossa verdadeira situação espiritual nesse planeta. E, embora aqueles que ainda são obcecados pelos aspectos seculares da vida possam declarar que essa missão é impossível, a intuição nos diz o contrário.”
“Nós queremos conhecer a nossa verdadeira situação espiritual nesse planeta.”
“Nós estamos despertando de um período de 500 anos de preocupação com o mundo material e secular e querendo saber qual é o verdadeiro sentido e razão da vida.”
“O Documento diz que qualquer pessoa que sustente a Sincronicidade e que se lembre do contexto do despertar será guiada para um fluxo de Diálogo Consciente. Assim, essa pessoa se tornará parte de um processo mundial de construção de consenso para descobrir a verdade sobre a nossa natureza espiritual.”
“Nós estamos despertando de um período de 500 anos de preocupação com o mundo material e secular e querendo saber qual é o verdadeiro sentido e razão da vida.”
“O Documento diz que cada pessoa que mantiver a verdade sobre a sua jornada sincronística, ao mesmo tempo em que procurar escutar a verdade na jornada de outra pessoa, ajudará a construir uma visão de mundo nova e mais verdadeira. E, graças à honra de fazer a verdade evoluir, essa pessoa passa a exercer uma influência especial sobre o mundo. Tudo o que nós temos que fazer era manter a nossa energia em um patamar elevado.”
“A Primeira Integração nos mostrou que esperar pela Sincronicidade e dizer a verdade absoluta às pessoas fazia com que essas coincidências misteriosas continuassem a acontecer. E, agora, a Segunda Integração parecia dizer que, se todos estivessem fazendo o mesmo, agindo de acordo com o despertar, nós descobriríamos o que nós precisávamos saber. As únicas coisas mencionadas que não estavam plenamente esclarecidas eram a ideia da influência e a descrição críptica [secreta, oculta…] sobre “manter a nossa energia elevada”.
“A Primeira Integração nos mostrou que esperar pela Sincronicidade e dizer a verdade absoluta às pessoas fazia com que essas coincidências misteriosas continuassem a acontecer.”
“O Documento diz que manter a nossa energia elevada é importante para desenvolver a influência. A comida é o primeiro nível de energia que nós permitimos entrar em nossa consciência e, dessa forma, é algo básico para estabelecer um domínio maior sobre a nossa vida. É irônico perceber que a comida verdadeira, aquela que é orgânica e que foi recém-colhida, estimula os mesmos receptores no cérebro e nos dá a mesma quantidade de euforia natural — sem roubar a nossa energia depois. Você sabia que a maioria das pessoas nunca experimentou legumes orgânicos recém-colhidos? A maioria das coisas que nós compramos nos supermercados já foi colhida há várias semanas e está completamente morta.”
”A Segunda Integração parecia dizer que, se todos estivessem fazendo o mesmo, agindo de acordo com o despertar, nós descobriríamos o que nós precisávamos saber.”
“O Documento pede que a metodologia científica seja aplicada à nossa busca individual pela verdade espiritual. Tudo que o Texto nos diz para fazer é aquilo que os bons cientistas já fazem. Esse processo permitiu que todas as leis básicas da realidade física fossem descobertas, com os trabalhos de Tales, Newton e Einstein e é possível aplicá-lo à experiência individual da espiritualidade. Por exemplo: considere o fenômeno da Sincronicidade. Como a sensação é a mesma para todas as pessoas, nós podemos discuti-la, comparar anotações e obter um consenso sobre o seu funcionamento.”
“O Documento pede que a metodologia científica seja aplicada à nossa busca individual pela verdade espiritual.”
“O Documento fala sobre alguma coisa que Immanuel Kant postulou há alguns séculos, com a ideia de imperativo categórico. Ele foi o pai de uma filosofia chamada Fenomenologia, a qual, essencialmente, convocava os pensadores a suspenderem o seu modo habitual de observar um determinado fenômeno da natureza para analisá-lo de uma maneira nova. Termos cunhados por Kant: “cercear as pressuposições”, “ideia imperativa — viver e comportar-se como se outras pessoas se sentissem compelidas a viver e acreditar da mesma maneira que você” — porque, como disse Kant, essa é exatamente a influência que nós temos sobre as pessoas.”
“Todas as pessoas não têm apenas que ser honestas, mas agir de maneira experimental com as suas crenças antes de fazerem grandes proclamações. Se não for assim, nós poderemos induzir outros a seguir por caminhos errados, simplesmente ao exercer essa misteriosa influência que nós temos sobre eles. O Documento diz que nós temos de aceitar o fato de que a realidade pessoal é contagiosa. O Texto diz que cada um de nós deve, antes de qualquer outra coisa, provar a si mesmo que a sua conclusão sobre a espiritualidade realmente funciona, antes de transmiti-la a outros como verdade. E, como nós estamos acrescentando conhecimento espiritual à nossa realidade secular, nós devemos usar o processo da evidência lógica conforme prosseguimos.”
“O Documento também afirma que, quando nós nos sentimos convencidos de que as nossas experiências espirituais são verdadeiras, nós devemos experienciá-las de maneira plena e aberta e falar a todos sobre elas. Se realmente houver uma influência, e acredito que há, isso irá ajudar todas as pessoas a alcançarem um nível superior de consciência mais rapidamente. Em primeiro lugar, haverá áreas cada vez maiores de concordância, conforme as experiências comuns forem discutidas e percebermos que elas são iguais para todos. Em seguida, elas vão se amalgamar em princípios ainda maiores, como aconteceu com as teorias de Newton e Einstein sobre o mundo secular. Após algum tempo, nós descobriremos as leis que governam todo o processo: as leis naturais fundamentais da espiritualidade.”
“Após algum tempo, nós descobriremos as leis que governam todo o processo: as leis naturais fundamentais da espiritualidade.”
“O Texto diz que, quando as pessoas, em qualquer cultura, começam a despertar e manter Diálogos Conscientes, elas rapidamente descobrem que os “princípios” espirituais fundamentais estão mesclados à estrutura do Universo.”
“A Terceira Integração diz que essas leis já foram descobertas. E, para avançar, nós precisamos somente prová-las em nossas vidas. Quando isso acontecer, nós entraremos em “alinhamento” com elas. E também afirma que, durante esse período, nós teremos motivações extras para fazer exatamente isso. Nós precisamos entrar em Alinhamento e evitar outro efeito: a aceleração do Carma.”
“Quando as pessoas, em qualquer cultura, começam a despertar e manter Diálogos Conscientes, elas rapidamente descobrem que os “princípios” espirituais fundamentais estão mesclados à estrutura do Universo. A Terceira Integração diz que essas leis já foram descobertas.”
“A Terceira Integração diz que, durante uma época de transição como essa em que nós estamos, quando as economias estão esmorecendo e as pessoas agindo de maneira louca, uma nova forma de atender às necessidades mais mundanas será revelada às pessoas.”
Will prossegue dizendo que “todos nós trabalhamos em algum lugar, não é? Mesmo se nós trabalharmos para o governo, se as pessoas não comprarem aquilo que nós vendemos, ou não precisarem mais de nossos serviços, nós não conseguiremos sobreviver. Assim, até certo ponto, todos nós precisamos ter sucesso. Se o Universo não lhe sorrir, você estará com um problema enorme. É especialmente em épocas como essa que nós nos damos conta de que nós dependemos exclusivamente de que outras pessoas apareçam. Há algumas regras esotéricas atuando nos bastidores, determinando se as pessoas surgirão em nossa vida, regras que nós somos capazes de entender e com as quais nós podemos entrar em Alinhamento. Isso é exatamente o que a Terceira Integração diz.
“Outras culturas despertaram na História da mesma maneira que está acontecendo conosco. Essas culturas eram menores e relativamente isoladas, mas sempre descobriram os mesmos princípios espirituais básicos que controlam o Universo. Uma das leis fundamentais é a Lei da Verdade. Nós a usamos para manter a nossa Sincronicidade funcionando e ela governa a situação quando trocamos verdades durante Diálogos Conscientes. Mesmo assim, é fácil permanecer na verdade quando a Sincronicidade está fluindo para nos ajudar. É muito mais difícil manter o hábito quando os problemas econômicos ganham força.”
Wil explica que “quando você eleva a sua clareza e energia de maneira autêntica, alguma coisa muito drástica acontece quando você conta uma mentira. É uma colisão imediata.”
“Nós passamos a Era Moderna toda distorcendo a verdade obsessivamente para conseguir ganhos pessoais ou fazer algum objetivo político progredir. É por isso que, quando nós despertamos, nós percebemos a corrupção e a ganância que há em toda parte. Em níveis mais elevados de consciência, não é aceitável que haja qualquer tipo de mentira ou distorção. A Lei da Verdade é absoluta. Se nós não permanecermos absolutamente honestos, as mentiras afetam a todos: a nós, individualmente, porque fazem com que a nossa clareza e energia desmoronem; e às outras pessoas, porque nós fracassamos na tentativa de lhes dar o benefício de nossa verdade e influência positiva.”
Wil continua: “Isso nos leva ao próximo princípio espiritual que os Hopis me ensinaram: a Lei da Conexão. A Conexão que nós temos uns com os outros acontece naturalmente em nosso cérebro.”
“O Documento diz que, como nós estamos todos conectados, nós percebemos o que os outros estão sentindo e pensando. Conforme nós progredimos pela Integração, o Texto afirma que nós desenvolveremos ainda mais essa percepção. Mas todos já têm essa percepção básica. E essa sensibilidade aumenta conforme a nossa consciência se amplia. A humanidade está chegando ao ponto em que é melhor não mentir, nem mesmo sobre coisas aparentemente insignificantes, porque, se o fizer, haverá mais pessoas, a cada dia, capazes de pressentir. Mentir simplesmente não irá funcionar por muito mais tempo.”
Will informou ao nosso narrador que a próxima lei é a Lei do Carma.
“O Documento diz que ele é real e, em nossa época, o Carma reage às nossas ações de maneira mais rápida do que antigamente.”
Wil comenta que parece difícil acreditar nessas leis porque todos nós fomos condicionados a pensar que o Universo tem somente leis físicas. “E a razão pela qual as pessoas demoram a juntar as peças desse quebra-cabeças é que nós nos esquivamos da verdade de vez em quando, especialmente quando nós estamos fazendo negócios ou quando nós queremos evitar constrangimento. E sempre acontecem coisas ruins conosco. Nós pensamos que não importa se nós mentirmos um pouco, porque coisas ruins acontecem com todas as pessoas. Mas, de acordo com o Documento, isso não é verdade e qualquer um pode provar isso simplesmente fazendo observações. Como o Carma está agindo cada vez mais rapidamente, as consequências de uma manipulação insincera voltam muito depressa.”
Sobre por que o Carma está se acelerando, Wil explica que os Maias clássicos também eram Índios Nativos das Américas. De qualquer forma, o Documento diz que, quando um número suficiente de pessoas entre nós perceber que é assim que o Carma funciona, nós seremos guiados a uma nova era de Integridade, que vai substituir a corrupção que nós temos agora. E não é só isso. É importante perceber que o propósito da Lei do Carma não é punir ninguém, mas promover uma correção positiva. Aparentemente, as coisas funcionam assim: o Universo está espiritualmente programado para apoiar e estimular o nosso crescimento espiritual. Se você se centrar na verdade, a sua Sincronicidade vai se elevar a níveis inacreditáveis. Se você agir sem sinceridade, você atrairá para a sua vida pessoas que agirão da mesma forma com você. Novamente, isso não é um castigo, mas acontece para mostrar essa sensação a você, de modo que você possa voltar a agir de acordo com a verdade.
“O Documento diz que a reação do Carma fica ainda mais extrema, de modo a atrair nossa atenção. Novamente, é algo que também nós podemos provar a nós mesmos nesse momento da História. Tudo que nós temos que fazer é prestar atenção ao que acontece em relação ao próprio comportamento. Lembre-se: o Carma não tem nada a ver com retribuição ou vingança. Se você é um ladrão que anda armado, por exemplo, você executa uma ação insincera, mas diz que esse comportamento é aceitável. É o mesmo que mentir ou tentar enganar alguém para obter dinheiro, mas é pior. E o seu dinheiro lhe será tirado por outra pessoa, para lhe mostrar qual é a sensação, de modo que você possa mudar. O problema é que algumas pessoas insistem em simplesmente usar o Carma como justificativa para continuar com o mesmo comportamento. Elas pensam: se todo mundo age assim comigo, por que eu não deveria fazer o mesmo com os outros também? O que essas pessoas não percebem é que o efeito de suas ações está sendo lhes mostrado para que possam mudar.”
“Quando alguém se torna vítima de um assassino serial, a não ser que a própria pessoa também seja um assassino serial, é uma questão de estar no lugar errado, na hora errada. É resultado do acaso, não do Carma e acontece devido ao estado imperfeito do mundo de hoje. Nós entendemos, psicologicamente e geneticamente, o que se passa na cabeça dos assassinos seriais, a partir de estudos sobre traumas sofridos na infância e traços genéticos. Em uma situação ideal, alguém conseguiria perceber esses fatores previamente e interviria precocemente na vida dessa pessoa, de modo que ela não conseguisse machucar ninguém. Infelizmente, nós não somos ainda iluminados o bastante para instituir esse tipo de intervenção, mas existe a esperança de que um dia nós sejamos capazes de fazer isso. Até lá, nós teremos de contar com a sorte. Pelo menos, até conseguirmos nos mover pelas Integrações até um estágio suficientemente avançado para perceber que nós podemos ser ‘protegidos’.”
Wil comenta que os amigos Hopis dele lhe disseram que esses percalços e acidentes aleatórios não devem acontecer.
“O Documento afirma que, conforme a consciência espiritual se elevar, nós aprenderemos a detectar os presságios e as premonições que nos permitirão evitar acidentes e ataques iminentes. Os Hopis disseram que iremos chegar a esse nível na Quarta e na Quinta Integrações.”
A próxima lei, segundo explicação de Wil, é a chamada Lei do Auxílio.
“Novamente, está embutida na maneira como o Universo funciona e em como as nossas mentes foram criadas. De algum modo, nós sabemos o que as pessoas a nosso redor precisam e, quando nós agimos em resposta a isso, nós entramos em alinhamento com essa lei. Tudo que você precisa fazer é pensar: “Como posso ajudar?”. Alguma coisa sempre irá surgir em sua mente. Todos os recursos que você necessita estarão à sua disposição para que preste auxílio e você se sentirá como se estivesse sempre no lugar certo, na hora certa, para fazer a diferença.”
A próxima lei, segundo explicação de Wil, é a chamada Lei do Auxílio.
“Quando você começa a experienciar o que há de melhor na verdade e percebe que auxiliar os outros e tornar-se um bom exemplo são as melhores coisas que pode fazer por si mesmo, bem… tudo muda. Você entra em Alinhamento com a maneira como o Universo foi projetado para funcionar. Você para de manipular e para de atrair manipuladores para a sua vida. Na verdade, o que ocorre é o oposto. Quando você busca o Alinhamento e pensa em como você pode auxiliar os outros, começa a atrair pessoas para a sua vida que estão lá para o ajudar. E é nesse momento que a sua Sincronicidade e os seus sonhos realmente começam a se tornar realidade.”
“Quando todas as pessoas entenderem isso, o mundo humano irá se alterar imediatamente. As empresas mudarão a sua maneira de funcionar. Fazer negócios de acordo com o Alinhamento significa sempre dizer a verdade sobre os produtos e ter sempre a mentalidade de ajudar as pessoas. E, se você agir assim, outras pessoas que necessitam daquilo que você oferece surgirão misteriosamente. É apenas parte do processo de auxiliar os outros. O dinheiro é apenas uma forma de energia armazenada e ele segue o fluxo do Carma na vida de uma pessoa. Se você manipular outras pessoas para conseguir dinheiro, será manipulado e ficará sem dinheiro, ou, então, repentinamente passará por uma série de problemas financeiros ou despesas inesperadas.”
“Pagar o dízimo é um modo de endireitar rapidamente um navio que está adernando. Ao invés de gastar cada centavo que tem, prive-se de algumas coisas e economize 10% de sua renda a cada mês. Em seguida, aguarde até sentir uma intuição sobre alguém a quem possa dar esse dinheiro. Essa intuição virá até você. Alguém que precisa de um anjo cruzará o seu caminho e você sentirá a emoção de poder prestar auxílio a essa pessoa. E, novamente, isso irá acelerar o fluxo de Auxílio que retornará para você. Você terá mais oportunidades de ter sucesso.”
Wil explica ao nosso narrador que os Hopis disseram que a Quarta Integração, provavelmente, é a parte mais importante dos Fundamentos, porque nos mostrará o que realmente está em jogo.
“Quando nós conseguirmos permanecer alinhados, na verdade, nós veremos o quanto alguns sistemas baseados em mentiras estão enraizados no mundo. Nós não podemos ir adiante até entendermos essas ideologias, que crescem a cada dia e percebermos os perigos das polarizações. Somente nesse momento nós saberemos como nos separar de todas essas inverdades e chegar a um lugar onde nós poderemos nos levantar e resistir a elas.”
Nessa altura do enredo, o nosso narrador relembra a sequência:
”Espere a Sincronicidade e permaneça centrado na Verdade do que você está fazendo, em Alinhamento.”
Ele também se lembra que a Antiga Profecia descrevia, no Quarto Sinal, o tipo de pessoas que eram controladoras. “Como a Profecia mostrou, controladores não eram realmente motivados pela verdade e eram apenas levemente motivados pelos resultados. O que eles queriam, acima de tudo, era a sensação de poder que advém da dominação sobre os outros. Para conseguir isso, eles constroem quaisquer fatos que sejam necessários para desequilibrar a outra pessoa e minar a sua autoconfiança. E, se o controle fosse bem-sucedido, as vítimas acabariam perdendo completamente a clareza centrada e começariam a aceitar as opiniões dos controladores — o que, com certeza, elevaria a energia e o poder deles, devido à atenção que as pessoas lhes dariam. Controlar é um comportamento obsessivo, usado para afastar a insegurança.”
“Esse tipo de controle é a característica principal de pessoas que defendem tanto a esquerda quanto a direita, que encaram a política de uma maneira predominantemente ideológica. Elas não querem debater as questões. Desejam somente gritar e insultar os opositores até conseguirem vencer. A antiga Profecia previa que essa insegurança egoísta somente poderia ser resolvida quando a pessoa conseguisse encontrar a verdadeira segurança: uma conexão espiritual interior, em que a busca da verdade e a prestação de auxílio eram mais importantes do que vencer.”
Coleman, o personagem cientista do livro comenta com o nosso narrador: “O Documento diz sobre a Quarta Integração que, durante a transição de uma perspectiva material do mundo para uma visão mais espiritual, a civilidade é a primeira característica a ser desprezada. Aqueles que se apegam à velha visão de mundo frequentemente começam a se agarrar às obsessões com uma ferocidade ainda maior, até que as suas crenças se transformam em uma ideologia, um sistema de ideias que não é mais baseado na verdade. Esse sistema se fundamenta na ideia falsa de que há um inimigo ameaçando o mundo. E, em uma situação tão grave, eles pensam que não há problemas em abrir mão de um debate verdadeiramente democrático e de tramitações legais.”
“A direita e a esquerda políticas estão se movendo em direção a posições extremadas porque cada lado pensa que a ameaça que o lado adversário representa é tão grande que medidas extremas precisam ser tomadas. E, é claro, o ciclo recomeça, fortalecido. Quando as pessoas exageram os fatos, elas abandonam a Verdade e é aí que a Lei do Carma entra em ação. Cada um dos lados atrai adversários que também estão mentindo e tudo o que eles fazem é alimentar as suas chamas e os seus ódios mutuamente.”
“O pior de tudo é que as pessoas que tentam ficar em uma posição mais neutra, são constantemente acusadas de extremistas, por ambos os grupos. Assim, gradualmente, todos tendem a ser empurrados em direção à extremidade oposta.”
“O Documento diz que o perigo está na polarização crescente do pensamento político, quando cada vez mais pessoas assumem posturas extremadas. Essa situação é muito perigosa. Os dois lados podem ficar violentos ou despóticos. O Texto afirma que as pessoas que estiverem em Alinhamento devem encontrar uma maneira de resistir àquelas que defendem ideologias extremas por meio da criação de um centro novo e iluminado, devotado à verdade. Ele diz que isso é especialmente verdadeiro quando se confronta a ideologia religiosa.”
“O Documento diz que a ideologia religiosa também crescerá durante nossa época. Nesse período, no qual muitas pessoas querem uma discussão aberta sobre a espiritualidade para que nós possamos chegar a um consenso sobre a nossa natureza espiritual, muitos dos membros das religiões tradicionais começarão a se sentir ameaçados. E, ao se esforçarem para defender as suas doutrinas, também assumirão atitudes extremadas, chegando até mesmo ao ponto de desistir de tudo e desejar o fim do mundo.”
“O Documento está indicando que as pessoas que têm ideias preconcebidas sobre a realidade e não estão abertas a qualquer discussão, elas param de crescer e simplesmente repetem o passado. Não agem de forma consciente em suas conversas.”
“A conclusão da Quarta Integração é reveladora. Ela diz que há apenas uma solução para o problema das pessoas que se perderam em ideologias. O Documento afirma que aqueles de nós que estiverem em Alinhamento, mantendo uma posição central baseada na Verdade, precisam conseguir alcançá-los. O Texto explica que uma quantidade suficiente de pessoas entre nós precisa passar pelas Integrações até que nós tenhamos influência bastante para persuadi-los de que o Alinhamento é o único caminho, antes que seja tarde demais. As pessoas podem mudar em um piscar de olhos. É uma corrida contra o tempo. Todos nós devemos admitir que nós não podemos reunir influência suficiente, sozinhos, para resistir a essas pessoas. O Texto diz que nós temos de alcançar uma parte maior de nós mesmos e encontrar a nossa própria “proteção”.
“A Quinta Integração fala sobre uma Revelação.”
“O Documento diz que nós não podemos lidar sozinhos com ideologias violentas, que nós precisamos ter uma Revelação e encontrar a nossa Proteção (Conexão Divina).”
“O Documento diz que a abertura à Conexão com Deus acontece com muito mais frequência do que a maioria das pessoas pensa. Ela também está estruturada na natureza do Universo e em como as nossas mentes funcionam.”
Em determinado momento durante o drama, o nosso narrador se deixou levar pela linha de pensamento, considerando o trabalho de Jung, o psiquiatra Suíço que descobriu mais do que o simples fenômeno da Sincronicidade. Ele também é famoso pelo conceito de que nossas mentes são estruturadas de acordo com arquétipos.
“Jung acreditava, por exemplo, que os seres humanos eram capazes de aprender a caminhar sem pensar em cada um dos músculos envolvidos no movimento porque o padrão da coordenação muscular, necessário para essa atividade, já existia e fazia parte da estrutura de nossos cérebros, contido no que ele chamava de rotas arquetípicas preestabelecidas, transmitidas geneticamente de uma geração a outra.”
“Para andar, bastava simplesmente observar outras pessoas caminhando e tentar fazer o mesmo, o que acionava o padrão das rotas neurais que nos ajudavam a aprender rapidamente a atividade. Como essas rotas eram basicamente as mesmas nos cérebros de todas as pessoas, aprender a andar era uma experiência exatamente igual para todos os seres humanos.”
“Jung argumentava que o desenvolvimento espiritual estava estruturado da mesma forma, em uma rota latente que estava esperando que a ativássemos. E, novamente, essa experiência causa a mesma sensação em todos nós.”
“A Quinta Integração afirma que nós não precisamos nos lembrar dela. Nós temos apenas que continuar integrando os passos que ainda restam e voltaremos a senti-la. Você sabe: a Ascensão à Influência, sobre a qual o Documento fala. A única parte da experiência que nós podemos manter agora, como parte da Quinta Integração, é a sensação de amor e proteção.”
“A Quinta Integração completa o que a Quarta estabeleceu — ela continuou. — Se nós pretendemos manter a Verdade e permanecer em Alinhamento para enfrentar as inverdades ideológicas mais perigosas, algo se abre em nossos cérebros para reverenciar essas ações. Nós sabemos que nós não podemos enfrentar esse tipo de perigo sozinhos, apenas com a força do nosso ego. Ninguém é capaz de fazer isso. Mesmo assim, reconhecer essa realidade ativa uma rota que já está lá e nós sentimos uma Revelação, que nos leva a uma Conexão Divina, com as premonições e a Sincronicidade necessárias para estarmos protegidos.”
O nosso narrador continua a sua análise: “Se o Documento estivesse correto, a Proteção parecia ser uma parte natural de nossa capacidade espiritual, alguma coisa que eu imaginava se originar a partir da Lei da Conexão. Com esse pensamento, eu visualizei uma imagem do futuro. A humanidade conseguiria, algum dia, estar tão consciente sobre as nossas premonições, de modo que todos nós soubéssemos, por exemplo, o momento de abandonar uma cidade e buscar um terreno mais alto, antes que um tsunami ou um terremoto nos atingissem, assim como os animais fazem?”
Sobre a Sexta Integração, Wil explica: “O Documento diz que, quando alguém passar pela experiência da Revelação e chegar à Conexão com Deus, essa pessoa irá concluir os Fundamentos da Espiritualidade, uma base estável para a consciência, de onde nós poderemos prosseguir, se assim nós quisermos, com as outras Integrações. Uma jornada chamada de Ascensão à Influência.”
“O Documento descreve essa ascensão como uma recaptura sistemática da Conexão Divina plena, parte por parte, enquanto nós elevamos a nossa consciência de volta àquele estado mais elevado. Ela culmina com a descoberta do Décimo Segundo Sinal e, nesse ponto, nós seremos capazes de manter essa consciência.”
“Entretanto, o Texto diz muito claramente que todas as pessoas ao seu redor, durante o momento da Revelação, estão ali por uma razão importante. Elas representam um grupo que pode ajudá-lo a se mover mais rapidamente através das Integrações que ainda precisam ser alcançadas. E, de acordo com o Documento, elas também têm outro propósito importante: juntas, elas podem formar o que ele denomina um Modelo de Acordo, que desempenha a função de concordar verdadeiramente sobre cada uma das Integrações e influenciar os outros com o poder desse acordo.”
“Esses grupos-modelo são muito importantes, porque, sendo compostos por pessoas que representam diferentes tradições religiosas, agem para contrabalançar e neutralizar a polarização e o ódio perigosos que estão crescendo entre os extremistas religiosos do mundo. Os modelos têm um efeito forte nos extremistas porque, conforme nós avançamos pelas Integrações que ainda restam e aumentamos a nossa influência, nós estaremos transmitindo uma verdade central para o resto do mundo: o fato de que, em sua essência, todas as religiões representam a mesma experiência da Conexão com Deus que a maioria de nós já compartilhou. Quando reconhecemos a verdadeira natureza dessa experiência comum, ela pode ajudar a reconciliar as diferenças entre as religiões e fazer com que se unam. Lembrem-se: a verdade é contagiosa.”
“O Documento afirma que, assim como aconteceu com as Integrações anteriores, é preciso que um número suficiente de pessoas avance pelos estágios restantes, para que a Influência ganhe força o bastante para contrabalançar os perigos que estão crescendo rapidamente pelo mundo. Não agir significa mandar outro tipo de mensagem: a de que nós estamos desistindo do mundo.”
Wil prossegue explicando: “O Documento diz que um grupo-modelo não pode avançar até que todos os seus membros percebam que a sua verdadeira missão é se envolver com essa questão.”
Palavras-chave da OREM2:
agressivo, automatização, campos de energia, campos de energia, campos de expectativa, campos de intenção, campos de oração, campos morfogenéticos, centésimo macaco, ceticismo científico, ciência e tecnologia, círculos completos, codependência, coincidências, coitadinho de mim, conexão divina, consciência mística, criação de filhos, cultura emergente, despertar espiritual, diálogo consciente, dinâmica de grupo, distante, dízimo, dramas de controle, energia, ética interpessoal, expectativa consciente, experiência mística, extensão da energia da oração, família, grupo modelo, grupos conscientes, grupos espirituais, história da evolução, igreja, integridade da Verdade, interrogador, intimidador, Lei da Conexão, Lei da Verdade, Lei do Auxílio, Lei do Carma, luta pela atenção, luta pelo poder, Machu Picchu, manuscrito, massa crítica, método científico, modelo de acordo, noite escura da alma, nossa verdadeira missão, nova medicina, observador, outra vida, padrões de energia, passivo, percepção da beleza, pergunta certa, perspectiva histórica, poder da oração, polarização do medo, prontidão baseada na expectativa, relacionamentos, religião, ressonância mórfica, revisão de vida, Shambhala, sincronicidades, sonhos, sustentar a Sincronicidade, telepatia, teoria de campo unificado, vício romântico, vida após a morte, visão de nascimento, visão do mundo, visões,
—–
Imagem: pexels-ibnulharezmi-4486002 18.05.26
—–
Bibliografia (nós recomendamos enfaticamente a leitura e o estudo desse material):
- “A Profecia Celestina” – 1993 (The Celestine Prophecy) – James Redfield;
- “Guia de Leitura de A Profecia Celestina” – 1995 (The Celestine Prophecy: An Experiential Guide – James Redfield [em parceria com Carol Adrienne]);
- “A Décima Profecia – Aprofundando a Visão” – 1996 (The Tenth Insight: Holding de Vision) – James Redfield;
- “Guia de Leitura de A Décima Profecia” – 1996 (The Tenth Insight: An Experiential Guide [em parceria com Carol Adrienne]);
- “A Visão Celestina: Vivendo a Nova Consciência Espiritual” – 1997 (The Celestine Vision: Living the New Spiritual Awareness);
- “O Segredo de Shambhala – Em busca da Décima Primeira Visão” – 1999 (The Secret of Shambhala: In Search of the Eleventh Insight) – James Redfield;
- “Deus e o Universo em Evolução: O Próximo Passo na Evolução Pessoal” – 2002 (God and the Evolving Universe: The Next Step in Personal Evolution – James Redfield [em parceria com Sylvia Timbers e Michael Murphy]);
- “A Décima Segunda Profecia: A Hora da Decisão” – 2011 (The Twelfth Insight: The Hour of Decision).
- Artigo “The Search for Shambhala – A Conversation with James Redfield” (tradução livre: “A Busca por Shambhala – Uma Conversa com James Redfield”), Atlantis Rising number 21 from Atlantis Rising website. http://www.bibliotecapleyades.lege.com/sociopolitica/sociopol_shambahla10.htm
- Livro “One Disease, One Cure” (tradução livre: “Uma Doença, Uma Cura [Cure]”) – Robert Young;
- Livro “Healing Words: The Power of Prayer and the Practice of Medicine” (tradução livre “Palavras de Cura [Healing]: O Poder da Oração e a Prática da Medicina”) – Dr. Larry Dossey;
—–
—–Próximo artigo – A Décima Segunda Visão – Parte II—–
—–
