10ª visão – Recebendo conscientemente a maior ajuda daqueles na vida após a morte.

O autor James Redfield nos esclarece que a 10ª visão é a constatação de que, ao longo da história, os seres humanos têm lutado inconscientemente para implementar essa espiritualidade “vivida” na Terra. Cada um de nós vem aqui em missão e, ao atrairmos esse entendimento para a consciência no nível da realidade [awareness], nós podemos nos lembrar de uma visão completa do que nós queríamos realizar com as nossas vidas. Além disso, nós podemos lembrar de uma visão mundial comum de como todos nós trabalharemos juntos para criar uma nova cultura espiritual. Nós sabemos que o nosso desafio é manter essa visão com intenção e oração todos os dias.

O autor, em entrevista, comenta sobre o nível de consciência no nível da realidade [awareness] da 10ª visão e o tema “a vida no Céu, guiando-nos na terra”: “Nesse nível de consciência [no nível da realidade; awareness] expandida, nós tomamos consciência do ciclo de vida e morte da humanidade. A vida após a morte se torna, não uma ideia abstrata, mas um lugar real com atividades reais. À medida que essa rápida espiritualização continua, o véu entre a Terra e o Céu começa a se separar e nós passamos a perceber e sentir os que estão na vida após a morte como uma nova realidade.

Segundo pesquisas, a experiência espiritual mais frequentemente mencionada é a de ter contato com um ente querido que partiu recentemente. Geralmente, eles querem demonstrar que estão bem, mas, com a mesma frequência, estão tentando nos ajudar de alguma forma. Eles são ativos em nossas vidas na Terra. A nossa visão é que amigos que já partiram e entes queridos estão próximos de nós, enviando-nos mensagens, lembretes e elevando-nos para as nossas missões.”

O autor ainda acrescenta que antes de nós nascermos, nós temos uma visão dessa missão. Quando nós chegamos aqui, a missão torna-se inconsciente à medida que nós estamos sendo educados. Então, à medida que nós avançamos nos estágios da vida, ela volta à consciência no nível da realidade [awareness]. Primeiro, como atrações e sincronicidades incríveis que estão tentando nos acordar. Seguido por um objetivo completo e inspirador. Com essa visão nós estamos tornando mais consciente e auto evidente o sentido mais elevado da vida, enquanto nós levamos mais pessoas a capturar a visão e, assim, acelerar as suas vidas e o progresso do mundo.

James Redfield afirma que, assim como o livro “A Profecia Celestina”, que contempla as nove primeiras visões (ou profecias), o livro “A Décima Profecia – Aprofundando a Visão” também é uma parábola de aventura, uma tentativa de ilustrar o processo de transformação espiritual que está ocorrendo em nossa época.

Palavras do autor: “Com esses dois livros, eu desejei comunicar o que eu chamaria de um quadro consensual, um retrato vívido dos novos sentimentos, percepções e fenômenos que estão chegando para definir a vida no limiar do terceiro milênio. O nosso maior erro, a meu ver, é pensar que a espiritualidade humana já tenha sido entendida e definida. Se a história nos diz alguma coisa é que a cultura e o conhecimento estão sempre evoluindo. Somente as opiniões individuais são imutáveis e dogmáticas. A verdade é mais dinâmica e a grande alegria da vida está em nós nos soltarmos, em nós descobrirmos a verdade especial e individual que cabe a cada um de nós contar e depois observar a forma sincrônica pela qual essa verdade evolui e fica mais nítida, exatamente quando nós precisamos dela para influenciar a vida de alguém.”

O autor continua: “Juntos, nós estamos caminhando para algum lugar, cada geração se aprimorando graças às realizações da anterior, com um destino do qual nós temos apenas uma vaga lembrança. Nós estamos todos vivendo um processo de despertar e de abertura para descobrir quem realmente nós somos e o que nós viemos fazer nesse mundo, tarefa às vezes dificílima.

No entanto, eu tenho a firme convicção de que, se nós integrarmos o melhor das tradições de nossos ancestrais e tivermos em mente o processo, a noção de milagre e destino nos fará superar os percalços do caminho e os atritos com o nosso próximo. Não tenho intenção de minimizar os enormes problemas que a humanidade continua enfrentando. Apenas desejo sugerir que cada um de nós está, à sua maneira, envolvido na solução desses problemas. Se nós estivermos sempre conscientes e reconhecermos que essa vida é um grande mistério, nós veremos que cada um de nós está perfeitamente colocado na posição exatamente certa…para fazer toda a diferença.”

A 10ª visão é sobre o entendimento de todo esse processo de conscientização, a percepção de coincidências misteriosas, o desenvolvimento espiritual na Terra, os desaparecimentos da 9ª visão, sob o prisma da outra dimensão, para nós podermos entender por que está ocorrendo essa transformação e participar mais plenamente.

A 10ª visão jamais foi escrita…e não faz parte do Manuscrito original. Ela está vindo intuitivamente.

Segundo o autor, essa visão ainda não chegou ao plano físico. Esse conhecimento só existe na Outra Vida. Só quando for intuída por um número suficiente de pessoas aqui na Terra (massa crítica), é que poderá tornar-se suficientemente real na consciência no nível da realidade [awareness] das pessoas para que alguém o registre por escrito. Foi o que aconteceu com as nove primeiras visões. Aliás, é o que acontece com todos os textos espirituais, mesmo a nossa escritura mais sagrada.

Esses textos sempre transmitem informações que existem previamente na Outra Vida e são captadas com clareza suficiente na dimensão física para que sejam manifestadas por alguém supostamente incumbido de registrá-las por escrito. Por isso é que se diz que esses textos têm inspiração divina.

As nove primeiras visões descreveram a evolução espiritual tanto sob o prisma pessoal quanto sob o coletivo. Porém, para se implementarem efetivamente essas visões, para vivenciá-las e realizar esse destino, é necessário que se tenha um entendimento mais profunda do processo – uma 10ª visão.

Essa visão, se escrita fosse, nos mostraria a realidade da transformação espiritual não apenas da perspectiva da visão terrena, mas também da perspectiva da dimensão da Outra Vida.

Nós poderíamos entender melhor porque estávamos unindo as dimensões, porque os seres humanos precisam satisfazer esse propósito histórico. Esse entendimento, uma vez integrado à cultura, é que garantiria esse resultado futuro.

Essa visão mencionaria também o Medo, dizendo que, ao mesmo tempo em que emergia uma nova consciência no nível da realidade [awareness] espiritual, uma polarização reativa surgiria também em oposição, por medo, procurando obstinadamente controlar o futuro com diversas tecnologias novas, ainda mais perigosas do que a ameaça nuclear, tecnologias essas que já estão sendo descobertas. A 10ª visão resolveria essa polarização.

O autor sustenta que quando a cultura está em transição, certezas e pontos de vista antigos começam a cair por terra e dar lugar a novas tradições, deixando as pessoas nervosas num primeiro momento. Enquanto uns começam a despertar e desenvolver internamente o amor que os sustenta e lhes acelera o processo evolutivo, outros sentem que as coisas estão se transformando rápido demais e que nós estamos nos perdendo. Esses ficam mais amedrontados e controladores, querendo aumentar a própria energia. Essa polarização de medo pode ser muito perigosa, porque a pessoa com medo é capaz de conceber medidas extremas.

No plano pessoal, conscientizar-se e libertar-se de uma dramatização de controle sempre gera ansiedade no primeiro momento, porque primeiro a compulsão tem que se dissipar para que se possa encontrar a solução interna para o desamparo. É por isso que uma “noite tenebrosa da alma” às vezes precede uma época de maior conscientização e de euforia espiritual.

Os Rosacruzes denominam esse ciclo experienciado de “a noite negra da alma” e Christian Bernard, 4º Imperator da Ordem Rosacruz AMORC para esse Segundo Ciclo Iniciático, assim o define: “Posso dizer que, no plano individual, é um ciclo que corresponde a um questionamento do ideal seguido até então. Conforme o caso, esse questionamento pode ter origem numa série de provações que nós atravessamos, ou numa crise interior sem qualquer ligação com o mundo objetivo.” Também pode acontecer que, continua o Imperator, “por razões puramente psicológicas, que o místico se sinta invadido por impulsos interiores negativos que o levem brutalmente a rejeitar os valores em que acreditava.”

A cultura humana está começando a entender a Outra Vida e a captar a 10ª visão. Nós estamos tendo a oportunidade de juntos explorarmos a outra dimensão. Nós sabemos que isso parece uma coisa predestinada.

O autor enfatiza que a 10ª visão trará um esclarecimento do estado de pós-morte e do processo de revisão da vida. Milhares de pessoas passaram por essa experiência quase fatal e, à medida que as suas histórias são partilhadas e divulgadas, a realidade da revisão da vida vai se incorporando à nossa bagagem cultural.

A 10ª visão trará um esclarecimento adicional sobre a medicina.

No livro “A Décima Profecia – Aprofundando a Visão” (leitura imprescindível para os buscadores da verdade), em diálogo com o nosso personagem, a Dra. Maya Ponder afirma que a medicina está mudando e muito rápido. Já não se pensa mais no corpo como uma máquina, com peças que se desgastam e precisam ser consertadas ou trocadas. Nós estamos começando a entender que a saúde do corpo é muito determinada por nossos processos mentais: “o que nós achamos da vida e especialmente a de nós mesmos, tanto em nível consciente quanto inconsciente”. Isso representa uma mudança fundamental.

Pelo método antigo, o médico era o especialista que tinha o poder de curar e o paciente, o recipiente passivo, torcendo para que o médico soubesse ou tivesse todas as respostas. Mas agora nós sabemos que o estado de espírito do paciente é fundamental.

Uns dos fatores fundamentais são o medo e o estresse e a forma como nós lidamos com eles. Às vezes o medo é consciente, mas é muito comum nós reprimirmos totalmente esse sentimento. Essa é a atitude machista: negar o problema e afastá-lo, evocar a nossa agenda heroica. Quem adota essa atitude continuará a ser corroído pelo medo.

Uma postura positiva é extremamente benéfica para a saúde, mas é preciso assumi-la com a consciência no nível da realidade [awareness], usando o amor e não o machismo para que ela seja plenamente eficaz.

A Dra. Maya Ponder ainda acrescenta que acredita que os nossos medos não falados bloqueiam a nossa energia e é sobretudo esse bloqueio que acaba causando os problemas. Os medos continuam se manifestando em graus cada vez maiores até nós os enfrentarmos. Os problemas físicos são o último passo. O ideal é que esses bloqueios sejam tratados logo, de forma preventiva, antes que a doença se desenvolva. Nós podemos ter uma vida mais longa ou mais curta; isso provavelmente depende do Criador, mas a gente não precisa adoecer e não precisa sofrer tantos acidentes.

A Dra. Maya Ponder, durante o diálogo com o nosso personagem, então explica: “Bem, a técnica que eu costumo usar com grande sucesso é a seguinte: “Primeiro, nós tentamos lembrar o tipo de pensamento que nós tínhamos pouco antes do problema de saúde. Você é quem pode dizer, não eu. Mas em geral a coisa é simples. Além do mais, o mais importante é não ficar perdendo tempo se defendendo ou tentando provar um ponto de vista. Entre no jogo. Tente lembrar de tudo que puder sobre a origem do problema de saúde. Você tem que aquietar a sua mente e receber essa informação. Intuitivamente, como que orando, seja qual for a sua concepção do processo.”

Nós destacamos outro aspecto importante do diálogo da Dra. Maya sobre a sua técnica de cura, para a nossa reflexão: “O corpo tem uma capacidade de regeneração milagrosa. Órgãos tidos antigamente como formas sólidas na verdade são sistemas de energia que podem se transformar do dia para a noite. Já leu a última pesquisa sobre o poder da oração? O simples fato de estar sendo provado cientificamente que esse tipo de visualização espiritual funciona, abala todo o nosso antigo modelo terapêutico. Nós estamos tendo que trabalhar com um novo modelo.

O primeiro passo nesse processo é identificar a ameaça que um determinado problema de saúde evoca; isso desbloqueia o corpo e deixa a energia fluir para uma cura consciente. O passo seguinte é absorver o máximo de energia e se concentrar no ponto exato do bloqueio.

A dor é um farol. A dor tem outra função além de nos dizer que algo está errado. Talvez ela indique também a localização exata do problema, como um farol a nos guiar pelo nosso corpo, para que nós possamos centrar a nossa atenção no ponto exato. É quase como se a dor e a nossa concentração não pudessem ocupar o mesmo espaço.

Obviamente, em casos extremos, quando a concentração é impossível, nós podemos usar anestésicos para mitigar o sofrimento, embora, pondera a Dra. Maya, é melhor manter um pouco da dor para que o efeito farol possa ser utilizado. O próximo passo é passar uma energia divina mais elevada para o ponto revelado pela dor, desejando que o amor opere uma transformação nas células dessa região e as leve de volta a um estado de perfeito funcionamento.”

A Dra. Maya ainda acrescenta que no seu trabalho ela utiliza o pensamento positivo e a fé, como uma energia que vem da esperança. “Entender a fé como um verdadeiro processo mental, o modo como a gente ajuda a criar o futuro.”

A mensagem é a ideia de que no fundo nós sabemos como participar de nossa própria cura, física e emocionalmente. Nós podemos nos inspirar para delinear um futuro mais elevado e ideal e, quando nós fazemos isso, os milagres acontecem.

A 10ª visão é um maior entendimento do renascimento espiritual que está ocorrendo nesse planeta, um entendimento que nós atingimos quando nós entendemos a relação que nós temos com a dimensão da Outra Vida.

A 10ª visão trará um esclarecimento sobre os Grupos Espirituais e a relação com os nossos sonhos.

O personagem Wil, em diálogos com nosso personagem, fala que os Grupos Espirituais ajudam as pessoas a sonhar. Quando nós sonhamos, inconscientemente nós nos transportamos para um estado de nível de sonhos e outros espíritos vêm nos ajudar. A função dos sonhos é esclarecer como nós devemos lidar com determinadas situações de nossa vida. A 7ª visão diz que, para interpretar os sonhos, nós devemos superpor a trama do sonho à situação que nós estamos enfrentando.

O personagem Wil ainda esclarece que os Grupos Espirituais existem num estado de amor extremo, mais extremo do que nós somos capazes de experienciar, chegando a ser orgásmico por natureza. O clímax sexual abre essa porta para a Outra Vida e o que nós experienciamos como orgasmo é simplesmente um lampejo do nível de amor e vibração da Outra Vida na hora em que a porta se abre e a energia passa, potencialmente trazendo uma nova alma.

A união sexual é um instante santo no qual uma parte do Céu flui para a Terra.

Os Grupos Espirituais na Outra Vida entendem a visão do Mundo, a visão de como o mundo físico pode evoluir e as dimensões podem se aproximar, mas só os indivíduos que nasceram no plano físico podem conseguir isso, um de cada vez, esperando levar a realidade consensual terrena nessa direção. A arena física é o palco onde a evolução está sendo representada para ambas as dimensões e agora nós estamos fazendo tudo chegar ao clímax quando nós nos lembramos conscientemente do que está acontecendo.

Na Outra Vida, cada um de nós vem de um Grupo Espiritual em particular e cada um desses grupos tem o seu próprio ângulo da verdade para oferecer ao resto da humanidade.

Quando uma intuição ou um sonho nos manda tomar um rumo determinado e nós seguimos essa orientação, vão acontecendo coisas que parecem coincidências mágicas. Sentimo-nos mais vivos e animados. Os acontecimentos parecem predestinados, como se estivessem programados para acontecer.

Quando nós temos uma intuição, uma imagem mental de um futuro possível, na verdade nós estamos tendo lampejos da memória de nossa Visão de Nascimento, do que nós desejaríamos fazer numa determinada etapa de nossa jornada. Pode não ser uma coisa exata, porque as pessoas têm livre-arbítrio, mas, quando acontece algo parecido com a nossa visão original, nós ficamos inspirados porque nós reconhecemos que nós estamos no caminho que nós pretendíamos seguir desde sempre.

Nós podemos ter lembranças que ultrapassem as nossas Intenções de Nascimento Individuais e chegar a um conhecimento mais amplo do objetivo do ser humano estar aqui e como nós podemos alcançar esse objetivo.

A 10ª visão esclarece que a Visão do Mundo é um conhecimento – não, uma lembrança – de como nós satisfaremos o objetivo da criação da espécie humana. A Visão do Mundo traz um outro nível de amor, uma energia que pode unir a polarização e acabar com essa experiência. Tem a ver com o campo energético que envolve as pessoas que estão vivendo com Medo. Elas seriam despertadas das próprias preocupações. Optariam por parar com isso. Elas teriam lembranças que ultrapassariam as suas intenções de nascimento individuais e chegariam a um conhecimento mais amplo do objetivo do ser humano estar aqui e como nós podemos alcançar esse objetivo. Aparentemente, lembrar esse conhecimento provoca uma expansão de energia que pode acabar com o Medo… e com essa experiência. Isso tudo faz parte da 10ª visão.

Ninguém consegue seguir exatamente a Visão de Nascimento. Essa deve ser uma parte-chave da 10ª visão. Nós não estamos descobrindo apenas que as nossas intuições e a noção que nós temos do nosso destino são lembranças de nossa Visão de Nascimento. Quando nós entendemos melhor a 6ª visão, nós analisamos onde saímos dos trilhos ou deixamos de aproveitar as oportunidades, então nós podemos imediatamente voltar a um caminho mais alinhado com o porquê de nós estarmos aqui.

Em outras palavras, nós estamos nos conscientizando mais do processo no dia a dia. Antigamente, nós precisávamos morrer para passar a nossa vida em revista, mas agora nós podemos despertar mais cedo e ainda nós poderemos tornar a morte obsoleta, como prediz a 9ª visão.

Então foi isso que os seres humanos vieram fazer na Terra, lembrar-se sistematicamente e despertar aos poucos. Finalmente nós estamos nos dando conta de um processo que foi inconsciente desde que começou a experiência humana.

O livro destaca que, a princípio, os seres humanos vêem uma Visão de Nascimento, mas depois que nascem, ficam inconscientes, percebendo apenas as intuições mais vagas. Inicialmente, nos primórdios da história da humanidade, a defasagem entre o que se pretendia [na visão de nascimento] e o que se realizava era enorme, mas depois, com o tempo, essa defasagem tem diminuído. Agora nós estamos prestes a nos lembrar de tudo. Agora, finalmente, nós poderemos ver a história não como uma luta sangrenta do animal humano [como no campo de batalha], que egoistamente aprendeu a dominar a natureza e tornar-se mais apto para sobreviver, deixando a vida na selva para criar uma civilização vasta e complexa. Nós poderemos, sim, ver a história como um processo espiritual [como numa sala de aula], como o esforço mais profundo e sistemático dos espíritos, geração após geração, vida após vida, lutando através dos tempos com um único objetivo: lembrar o que já nós sabíamos na Outra Vida e, com isso, conscientizar a todos na Terra desse conhecimento.

Quando nós lembrarmos o que realmente nós temos que fazer na vida, essa lembrança pode nos restabelecer a saúde. A partir do momento em que nós conseguimos lembrar o que a humanidade tem que fazer, nós podemos curar o mundo.

Nossa Visão de Nascimento contém não só o que individualmente nós deveríamos fazer na dimensão física, mas também uma visão mais ampla do que a humanidade vem tentando fazer através da história e os detalhes do lugar para onde nós vamos depois daqui e de como chegar lá. Basta nós amplificarmos a nossa energia e partilharmos as nossas intenções natais para podermos nos lembrar.

A personagem Charlene, em diálogo, nos fala um pouco mais sobre a Visão Geral do Mundo: “À medida que nós rememoramos a nossa Visão de Nascimento e a integramos à Visão dos membros do nosso Grupo Espiritual, nós provocamos a fusão da força do nosso Grupo Espiritual na outra dimensão, o que nos ajuda a rememorar mais detalhes, até que nós acabamos tendo a Visão Geral do Mundo. Todos nós aqui partilhamos a nossa Visão de Nascimento e aumentamos juntos a nossa vibração e isso transforma não apenas a sociedade humana, mas também a cultura na Outra Vida. Primeiro, a vibração de nosso grupo espiritual e a nossa aqui na Terra se aproximam, as duas dimensões se comunicando uma com a outra. Por causa dessa proximidade, nós podemos começar a nos comunicar entre as dimensões. Nós podemos ver espíritos na Outra Vida e captar mais rápido o conhecimento e as lembranças deles. Isso está acontecendo cada vez mais na Terra.”

Charlene ainda acrescenta: “Todos nós temos uma parte da Visão completa e, quando nós compartilharmos o que nós sabemos e unificarmos os nossos Grupos Espirituais, nós estaremos prontos para trazer à consciência no nível da realidade [awareness] o quadro todo.”

A 10ª visão é sobre o renascimento espiritual da Terra sob o enfoque da outra dimensão e nos ensina a identificar a verdadeira natureza de nossas intuições.

A primeira parte da 10ª visão é sobre entender mais as nossas intuições.

Nas primeiras nove visões, a gente sente as intuições sob a forma de sensações físicas e palpites vagos. Mas à medida que nós vamos nos familiarizando com o fenômeno, nós podemos perceber com mais clareza a natureza dessas intuições.

O autor acrescenta que, por outro lado, não basta somente estar a par das nove primeiras visões. Nós precisamos entender como implementar esse destino. Para isso é necessário entender a relação especial que há entre a dimensão física e a Outra Vida. Nós precisamos entender o processo de nascimento, saber de onde viemos, ter uma ótica mais abrangente para compreender o que a história da humanidade está tentando realizar.

Nós estamos aprendendo a reconhecer e a acreditar em nossas intuições num estágio mais alto. Todos nós queremos ver as coincidências ocorrendo com mais frequência, mas para a maioria de nós essa é uma nova consciência [no nível da realidade; awareness] e a cultura que nos rege ainda opera fundamentalmente baseada no velho ceticismo, assim nós perdemos a esperança, a fé.

No entanto, nós estamos começando a nos dar conta de que, quando nós estamos inteiramente atentos [verdadeiramente conscientes], inspecionando os detalhes do futuro em potencial que nos é apresentado, retendo deliberadamente a imagem no fundo de nossa mente, acreditando intencionalmente [observador], em geral a cena que nós estamos mentalizando se realiza mais depressa.

Na Terra, nós podemos fazer acontecer quase tudo o que nós desejamos, mas nós só nos satisfazemos plenamente quando nós entramos em sintonia com o nosso rumo interior e a nossa orientação divina. Só então nós usamos a nossa vontade [Mente Consciente] para partir na direção dos “futuros” em potencial que nós recebemos. Sob esse aspecto, nós somos co-criadores: participamos da Fonte Divina da Criação. Esse conhecimento introduz a 10ª visão.

Nós estamos aprendendo a usar nossa capacidade de mentalizar as coisas do modo como ela é usada na Outra Vida e, quando nós a usamos, nós nos alinhamos nessa dimensão e isso ajuda a unir o Céu e a Terra.

Quando nós começarmos a entender a 10ª visão, nós passaremos a ver o processo de nascimento da perspectiva da Outra Vida e nós nos daremos conta de que nós estamos aqui para alinhar a dimensão terrena com a esfera Celeste. Além disso, oportunidade e sucesso são processos misteriosíssimos e, se nós operarmos a nossa vida econômica no fluxo do plano geral, sincronicamente nós encontraremos as outras pessoas que estão fazendo a mesma coisa e, de repente, a prosperidade se abre para nós.

Nós faremos isso porque é para aí que a intuição e as coincidências nos levarão um a um. Nós nos lembraremos de nossa Visão de Nascimento com mais detalhes e ficará claro que nós pretendíamos dar uma determinada contribuição ao mundo.

E, sobretudo, nós saberemos que, se nós não seguirmos essa intuição, além de não acontecerem mais as coincidências e nós perdermos a sensação de inspiração e de estarmos vivos, nós podemos acabar tendo que ver os nossos atos numa Revisão de Vida. Nós teremos que enfrentar o nosso fracasso.

A difusão do conhecimento desse Processo de Revisão está causando um grande impacto na nossa cultura. É mais uma parte da perspectiva mais elevada que vem com o conhecimento da Outra Vida. Milhares de pessoas passaram por essa experiência quase fatal e, à medida que as suas histórias são compartilhadas e divulgadas, a realidade da Revisão da Vida vai se incorporando à nossa bagagem cultural.

Nós sabemos que após a morte nós temos que rever a nossa vida; e que nós vamos sofrer por cada oportunidade perdida, cada vez que nós deixamos de agir.

O autor enfatiza que a 10ª visão começa a emergir ao sabermos que as pessoas em nossa vida são provavelmente espíritos com quem nós tivemos longos relacionamentos durante muitas vidas e que agora contavam com a nossa ajuda. Então nós somos compelidos a fazer alguma coisa, compelidos a mostrar coragem. Nenhum de nós quer um fracasso pesando na consciência no nível da percepção [consciousness], nem uma Revisão de Vida tortuosa na qual nós temos de assistir às trágicas consequências de nossa covardia.

Esse conhecimento está fortalecendo a nossa determinação de perseguir cada imagem intuitiva que nos ocorrer e de retê-la firmemente na consciência no nível da realidade [awareness]. Nós estamos vivendo de forma mais consciente. Nós não queremos perder nenhum acontecimento importante. Nós não queremos passar pelo sofrimento de olhar para trás e ver que nós estragamos tudo, que nós deixamos de tomar a decisão acertada [o tomador de decisão ou Mente Consciente].

Will em diálogo didático com o nosso personagem fala sobre o “inferno interior” que nada mais é do que as construções mentais, feitas por espíritos que tiveram uma vida muito reprimida e não conseguiram despertar depois da morte. Formam-se então círculos de espíritos que estão sempre irradiando energia para as ilusões, esperando que alguém responda.

Wil então prossegue afirmando que se nós passamos a vida mergulhados em nossa dramatização de controle e em nossa rotina para não pensar no mistério e na insegurança da vida a tal ponto que nem conseguimos despertar após a morte, aí então criamos essas ilusões ou transes para poder continuar com aquela mesma sensação de segurança, mesmo depois que entramos na Outra Vida. E então nós continuamos repetindo as mesmas dramatizações, os mesmos artifícios que nós usávamos em nossa vida para enfrentar as situações e nós não conseguimos parar. A única diferença é que na Outra Vida esses padrões gerais das dramatizações de controle (intimidador, interrogador, distante e coitadinho de mim) são mais intensos e não reflexivos.

Wil nos leva ainda a uma importante reflexão, durante o diálogo com o nosso personagem, sobre essas dramatizações de controle compulsivas que sempre acabam mal, mais cedo ou mais tarde, tanto no plano físico como na Outra Vida. “Em geral, ela [a dramatização de controle] acontece por ocasião dos desafios da vida; há uma quebra na rotina e a ansiedade aumenta. Isso é o que se chama chegar ao fundo do poço. É a hora de acordar e lidar com o medo de outra forma; mas, se a pessoa não consegue, volta para o transe. E quem não acorda na dimensão física pode ter dificuldade de acordar na outra também. Esses transes compulsivos são responsáveis por todo comportamento chocante na dimensão física.”

“Essa é a psicologia de todos os atos verdadeiramente maus, o motivo por detrás do comportamento inconcebível de molestadores de crianças e todos os monstros que cometem atrocidades em série. Eles simplesmente estão repetindo a única coisa que sabem fazer para anestesiar a mente e afastar a ansiedade que vem do desamparo que eles sentem. Não existe uma conspiração do mau no mundo, nenhum plano satânico no qual nós somos enredados. Só existe o medo das pessoas e o modo estranho como elas tentam combatê-lo.

As referências que as escrituras e os textos sagrados fazem a Satã, na verdade nada mais são do que “uma metáfora, um modo simbólico de fazer com que as pessoas procurem segurança nas coisas divinas, não nas premências e hábitos muitas vezes trágicos que elas têm. Culpar uma força externa por tudo de ruim pode ter sido importante num certo estágio do desenvolvimento do ser humano. Mas agora isso encobre a verdade, porque atribuir o nosso comportamento a forças externas é uma maneira de evitar a responsabilidade. E nós temos tendência a usar a ideia de Satã para projetar que umas pessoas são intrinsecamente más e nós podermos desumanizar e descartar aquelas de quem nós discordamos. Já está na hora de nós entendermos a verdadeira natureza do mau humano de forma mais sofisticada para poder lidar com ele.”

A 10ª visão é sobre o entendimento de que quanto mais as duas dimensões se comunicarem, mais encontros nós teremos com os espíritos na Outra Vida.

Ainda sobre o diálogo de Wil e o nosso personagem sobre o inferno interior, nós extraímos mais um trecho para a nossa reflexão: “Essa parte da 10ª visão diz que nós precisamos saber discernir os espíritos despertos e ligados no amor e os covardes e empacados num transe obsessivo qualquer.

Mas nós precisamos fazer isso sem invalidar e desumanizar aqueles que estiverem presos nessas dramatizações de medo considerando-os demônios ou diabos. São espíritos em processo de crescimento, como nós.

Na verdade, na dimensão terrena, os que agora estão enredados em dramatizações das quais não conseguem escapar muitas vezes são exatamente os que ficaram mais otimistas com a Visão de Nascimento. É por isso que escolhem nascer em situações drásticas e ameaçadoras que exigem artifícios tão insanos e intensos para serem enfrentadas.”

A 10ª visão é sobre nós aprendermos que por mais indesejável que seja o comportamento dos outros, nós temos que entender que eles não passam de espíritos tentando despertar, como nós.

Charlene em determinado diálogo explica que parte da 10ª visão é uma extensão da 8ª visão: “Só um grupo que estiver operando totalmente na 8ª visão pode realizar esse tipo de purificação mais elevada. A 8ª visão mostra como animar os outros, como transmitir energia focalizando a beleza e a sabedoria do ser mais elevado de cada um. Esse processo pode potencializar o nível de energia e criatividade do grupo.

Infelizmente, em muitos grupos, os membros têm dificuldade de se animar assim, embora os indivíduos envolvidos sejam capazes de fazer isso em outras ocasiões. Isso acontece especialmente com grupos ligados pelo trabalho, como por exemplo, um de empregados, ou um de pessoas que se reuniram para criar um projeto, porque, em geral, essas pessoas já estiveram juntas e emoções antigas de vidas passadas vêm à tona e atrapalham. De repente caímos ao lado de uma pessoa com quem nós temos que trabalhar e automaticamente antipatizamos com ela, sem saber por quê. Ou talvez ao contrário: a pessoa antipatize conosco, também, por qualquer razão que a gente não saiba.

As emoções que afloram podem ser ciúme, irritação, inveja, ressentimento, amargura, culpa, qualquer uma dessas. O que nós intuímos com muita clareza foi que nenhum grupo pode chegar ao máximo do seu potencial se os membros não procurarem entender e trabalhar essas emoções. A chave é reconhecer a emoção, se conscientizar plenamente do sentimento e partilhá-la honestamente, por mais desajeitadas que sejam as tentativas. Isso traz toda a emoção ao nível de consciência da percepção [consciousness] atual e acaba permitindo que ela seja relegada ao passado, que é o lugar dela. É por isso que passar pelo processo às vezes longo de desabafar, discutir e botar as cartas na mesa nos purifica e assim a gente pode voltar ao estado de amor, que é o mais elevado dos sentimentos.”

O aspecto-chave dessa Visão não é meramente vivenciá-la, embora isso seja uma coisa dificílima. É a forma como nós projetamos essa Visão do Futuro, como nós a sustentamos para o resto da humanidade. É disso que fala a 10ª visão.

A 10ª visão fala sobre nós conservarmos o otimismo e ficarmos despertos. Nós estamos aprendendo a identificar melhor as nossas intuições e a acreditar nelas, sabendo que essas imagens mentais são lembranças fugazes de nossa intenção original, de como nós desejávamos que a nossa vida evoluísse. Nós desejávamos seguir um determinado rumo para, finalmente, podermos lembrar a verdade que as nossas experiências de vida tivessem nos preparado para contar e divulgar esse conhecimento ao mundo.

Agora nós estamos vendo as nossas vidas da perspectiva mais elevada da Outra Vida. Nós sabemos que as nossas aventuras individuais estão acontecendo no contexto da longa história do despertar dos seres humanos. Com essa lembrança, as nossas vidas têm uma base, elas são contextualizadas; nós podemos ver o longo processo pelo qual nós temos espiritualizado a dimensão física e o que ainda nós temos para fazer.

Agora vamos ver se há gente suficiente no mundo para entender a 10ª visão. Como nós vimos, agora é a nossa responsabilidade guardar a intenção, garantir o futuro. A polarização do Medo continua aumentando e, se nós quisermos resolvê-la e ir em frente, cada um de nós precisa dar a sua participação. Nós precisamos policiar muito os nossos pensamentos e esperanças e identificar quando nós estivermos tratando um ser humano como inimigo. Nós podemos nos defender e fazer restrições a certas pessoas, entretanto, se nós as desumanizamos, nós fazemos o Medo aumentar. Nós somos todos espíritos em crescimento; todos nós temos uma intenção original que é positiva; e todos nós podemos lembrar.

A nossa responsabilidade é sustentar essa ideia para todas as pessoas que nós conhecemos. Essa é a verdadeira Ética Interpessoal; é assim que nós animamos e esse é o contágio da nova consciência no nível da realidade [awareness] que está envolvendo o planeta. Ou nós ficaremos temendo a desintegração da cultura humana ou nós sustentaremos a visão de que nós estamos despertando. Em qualquer um dos casos, a nossa esperança é uma oração que sai como uma força que tende a fazer acontecer o que nós vislumbramos. Cada um de nós precisa escolher conscientemente entre esses dois futuros.

Resumo da 10ª visão:

  • A 10ª visão é a constatação de que, ao longo da história, os seres humanos têm lutado inconscientemente para implementar essa espiritualidade “vivida” na Terra (espiritualização da dimensão física).
  • A 10ª visão esclarece que no nível da consciência [consciência no nível da realidade; awareness] expandida, nós tomamos consciência do ciclo de vida e morte da humanidade.
  • A 10ª visão é sobre a compreensão de todo esse processo de conscientização, a percepção de coincidências misteriosas, o desenvolvimento espiritual na Terra, os desaparecimentos da 9ª visão, sob o prisma da outra dimensão, para nós podermos entender por que está ocorrendo essa transformação e participar mais plenamente.
  • A 10ª visão jamais foi escrita…e não faz parte do Manuscrito original. Ela está vindo intuitivamente.
  • As nove primeiras visões descreveram a evolução espiritual tanto sob o prisma pessoal quanto sob o coletivo, porém, para se implementarem efetivamente essas visões, para vivenciá-las e realizar esse destino, é necessário que se tenha um entendimento mais profunda do processo, uma 10ª visão.
  • Essa visão mencionará também o Medo, dizendo que, ao mesmo tempo em que emerge uma nova consciência no nível da realidade [awareness] espiritual, uma polarização reativa surgirá também em oposição, por medo, procurando obstinadamente controlar o futuro e a 10ª visão resolverá essa polarização.
  • A cultura humana está começando a entender a Outra Vida e a captar a 10ª visão.
  • A 10ª visão trará um esclarecimento do estado de pós-morte e do processo de Revisão da Vida.
  • A 10ª visão trará um esclarecimento adicional sobre a medicina.
  • A 10ª visão é uma maior compreensão do renascimento espiritual que está ocorrendo nesse planeta, uma compreensão que nós atingimos quando nós entendemos a relação que nós temos com a dimensão da Outra Vida.
  • A 10ª visão trará um esclarecimento sobre os Grupos Espirituais e a relação com os nossos sonhos.
  • A 10ª visão esclarece que a Visão do Mundo é um conhecimento – e não uma lembrança – de como nós satisfaremos o objetivo da criação da espécie humana.
  • A Visão do Mundo traz um outro nível de amor, uma energia que pode unir a polarização e acabar com essa experiência com o campo energético que envolve as pessoas que estão vivendo com medo, fazendo-as despertarem das próprias preocupações e terem lembranças que ultrapassariam as suas intenções de nascimento individuais e chegariam a um conhecimento mais amplo do objetivo do ser humano estar aqui e como nós podemos alcançar esse objetivo.
  • A 10ª visão fala que ninguém consegue seguir exatamente a sua Visão de Nascimento.
  • A 10ª visão é sobre o renascimento espiritual da Terra sob o enfoque da outra dimensão e nos ensina a identificar a verdadeira natureza de nossas intuições.
  • A 10ª visão fala que à medida que as pessoas vão se familiarizando com as intuições que a princípio são percebidas sob a forma de sensações físicas e palpites vagos, elas passam a perceber com mais clareza a natureza dessas intuições.
  • A 10ª visão é sobre usarmos a nossa vontade [Mente Consciente] para partir na direção dos “futuros” em potencial que nós recebemos à medida que nós entramos em sintonia com o nosso rumo interior e a nossa orientação divina.
  • A 10ª visão nos fará entender o processo de nascimento da perspectiva da Outra Vida e nós nos daremos conta de que nós estamos aqui para alinhar a dimensão terrena com a esfera Celeste.
  • A 10ª visão começa a emergir ao sabermos que as pessoas em nossa vida são provavelmente espíritos com quem nós tivemos longos relacionamentos durante muitas vidas e que agora contavam com a nossa ajuda.
  • A 10ª visão é sobre a compreensão de que quanto mais as duas dimensões se comunicarem, mais encontros nós teremos com os espíritos na Outra Vida.
  • A 10ª visão esclarece que se nós não seguirmos a nossa intuição, além de não acontecerem mais as coincidências e nós perdermos a sensação de inspiração e de estarmos vivos, nós podemos acabar tendo que ver os nossos atos numa Revisão de Vida. Nós teremos que enfrentar o nosso fracasso.
  • A difusão do conhecimento desse Processo de Revisão está causando um grande impacto na nossa cultura, pois é mais uma parte da perspectiva mais elevada que vem com o conhecimento da Outra Vida.
  • Inicialmente, nos primórdios da história da humanidade, a defasagem entre o que se pretendia [Visão de Nascimento] e o que se realizava nessa vida era enorme, mas depois, com o tempo, essa defasagem tem diminuído.
  • A 10ª visão fala sobre o “inferno interior”, onde nós precisamos saber discernir os espíritos despertos e ligados no amor e os covardes e empacados num transe obsessivo qualquer.
  • A 10ª visão é sobre nós aprendermos que por mais indesejável que seja o comportamento dos outros, nós temos que entender que eles não passam de espíritos tentando despertar, como nós.
  • Parte da 10ª visão é uma extensão da 8ª visão e só um grupo que estiver operando totalmente na 8ª visão pode realizar esse tipo de purificação mais elevada.
  • A 10ª visão fala sobre a forma como nós projetamos a Visão do Futuro, como nós a sustentamos para o resto da humanidade.
  • A 10ª visão fala sobre conservarmos o otimismo e ficarmos despertos, pois nós estamos aprendendo a identificar melhor as nossas intuições e a acreditar nelas, sabendo que essas imagens mentais são lembranças fugazes de nossa intenção original, de como nós desejávamos que a nossa vida evoluísse.
  • Agora vamos ver se há gente suficiente no mundo [massa crítica] para entender a 10ª visão.

Palavras-chave da OREM2: manuscrito, despertar espiritual, massa crítica, coincidências, sincronicidades, visões, campos morfogenéticos, ressonância mórfica, perspectiva histórica, igreja, ciência e tecnologia, método científico, religião, energia, padrões de energia, campos de energia, ceticismo científico, percepção da beleza, teoria de campo unificado, drama de controle, luta pela atenção, luta pelo poder, experiência mística, consciência mística, história da evolução, família, intimidador, interrogador, distante, coitadinho de mim, agressivo, agressiva, passivo, passiva, Machu Picchu, pergunta certa, sonhos, polarização do medo, observador, ética interpessoal, relacionamentos, dinâmica de grupo, grupos conscientes, vício romântico, codependência, telepatia, círculos completos, criação de filhos, cultura emergente, automatização, dízimo, nossa verdadeira missão, vida após a morte, outra vida, noite escura da alma, visão de nascimento, visão do mundo, nova medicina, poder da oração, grupos espirituais, revisão de vida.

Imagem william-bout-7cdFZmLlWOM-unsplash.jpg – 21 de janeiro de 2023

Bibliografia (recomendamos enfaticamente a leitura desse material):

  • Livro “A Décima Profecia – Aprofundando a Visão” – James Redfield
  • Livro “A Profecia Celestina” – James Redfield;
  • Livro “Guia de Leitura de A Profecia Celestina” – James Redfield;
  • Artigo: “The Celestine Prophecy: Sixth Insight Experience Study” – James Redfield;

Próximo artigo – 11ª VISÃO: AMPLIANDO CAMPOS DE ORAÇÃO

... segundo o Manuscrito, quando um número suficiente de indivíduos perguntar a sério o que ocorre na vida, nós começaremos a descobrir.

Autor

Graduação: Engenheiro Operacional Químico. Graduação: Engenheiro de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras FGV/SP. Consultor de Empresas: Projeto OREM® - Organizações Baseadas na Espiritualidade (OBEs). Estudante e Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista; Psicofilosofia Huna e Ho’oponopono; A Profecia Celestina; Um Curso em Milagres (UCEM); Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT); A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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