Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”] de autoria de Phineas Parker Quimby – (1802–1866), editado e publicado por Horatio W. Dresser, 1921, em seu Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Vale destacar que Quimby é sempre mencionado por Max Freedom Long em artigos e livros, daí o nosso interesse em conhecer o sistema de pensamento desse curador [healer] e as suas descobertas sobre o homem trino.

Em nosso artigo 60 – O Sistema Psico-Religioso Praticável Dos Polinésios – Parte I, Max Freedom Long tece o seguinte comentário sobre Quimby: “Nos tempos modernos, a Ciência da Psicologia começou a tomar forma vacilante logo após a descoberta do Mesmerismo. Quimby, um Yankee [nascido na Nova Inglaterra-EUA] e, depois dele, a Sra. Eddy, reconheceram e tentaram usar, para curar [to heal], a ‘Sabedoria’ e o ‘Poder,’ que era um reconhecimento do Aumakua e a sua alta força de mana.”

Em nosso artigo 108 – Pontos de Vista Huna sobre a Psicanálise, Max Freedom Long novamente cita Quimby, conforme segue: “Se outras pessoas podem encontrar ajuda da mesma maneira, eu não posso dizer, entretanto, Dorothy Thomas encontrou e ela conta como o fez. A sua necessidade dificilmente poderia ser maior no momento da crise final. Na página 55, ela diz: ‘Certa manhã, por volta das dez, eu desmaiei. No entanto, havia outros problemas além do meu pesar. Pagamentos, poupança cada vez menor. O nosso carro quebrou. Nós perdemos alguns móveis. Essa era a crise. Alguma coisa TINHA que acontecer. Mary Baker Eddy tem que ter sentido algo assim quando foi para Quimby, como último recurso. Entretanto, eu não tinha nenhum Quimby [Dr. Phineas Parker Quimby (1802–1866)].”

No livro “The Secret Science Behind Miracles”, Max Freedom Long (autor) faz referências à Quimby em diversas passagens. Nós estamos destacando algumas como seguem:

“Mais adiante, nós examinaremos a explicação dos Kahunas sobre como a energia vital pode viajar entre pessoas sem contato físico direto (ou entre os vivos e os espíritos dos mortos). Nesse momento, basta chamar a atenção para o fato de que existe essa troca e que aquilo que nós aprendemos com Phineas Quimby a chamar de ‘tratamento à distância’ é uma realidade evidente, graças à capacidade de enviar à distância tanto a força vital quanto a sugestão de cura [healing].”

“A história de Freud é bastante conhecida, mas a de Quimby não. O único relato autêntico desse último encontra-se no livro de Horatio W. Dresser, “The Quimby Manuscripts”.

“Quimby aprendeu Mesmerismo com um Francês viajante por volta de 1840, na Nova Inglaterra. Ele fazia demonstrações aqui e ali, praticando cura [healing] nas horas vagas. O sujeito (da experiência) favorito dele era um jovem chamado Lucius Burkman. Lucius, sob a influência do Mesmerismo, anunciava que conseguia ver a causa da doença de um paciente e, em seguida, prescrevia um remédio, geralmente medicinal. Os resultados eram, na melhor das hipóteses, incertos.”

“Contudo, com a prática, Lucius melhorou, ou o Mesmerista melhorou, ou ambos. De qualquer forma, o rapaz tinha momentos cada vez mais frequentes de estranha lucidez. Ele já conseguia ver coisas à distância há muito tempo, mas agora passou a vislumbrar o futuro. Certo dia, em estado de êxtase, ele disse inesperadamente a Quimby: ‘Eu consigo ver seus rins. Eles estão atrofiando, mas se você vier aqui e me permitir colocar as minhas mãos sobre eles, eu sou capaz de curar [heal] você.’”

“Quimby vinha sofrendo há algum tempo de problemas renais. Disposto a tentar a experiência, ele permitiu que Lúcio colocasse as mãos sobre os seus rins. Após algum tempo, as mãos foram retiradas e o rapaz declarou a cura [cure] completa. E, pelo que Quimby pôde perceber, ela era completa. Todas as dores e sintomas desapareceram.”

“Essa cura [healing] instantânea de sua própria condição dolorosa impressionou muito Quimby. Ele se convenceu de que Lúcio havia tocado alguma fonte invisível e desconhecida de cura [healing] e ele argumentou que, se o seu sujeito (da experiência) conseguia tocar, ele também deveria conseguir. Ele começou a experimentar, demonstrando grande persistência e um toque de verdadeiro gênio.”

“Pouco a pouco, Quimby aprendeu a trabalhar melhor com a Sabedoria e o seu Poder. Ele aprendeu que ele podia sentar-se ao lado de um paciente e, em silêncio, pedir à Sabedoria que diagnosticasse o caso e realizasse a cura [healing]. A ele era dado saber, por meio de algum processo mental interno, qual seria o curso da cura [healing]. Às vezes, a cura [healing] se estendia por vários dias e ele era informado sobre como o paciente se sentiria a cada dia. O paciente podia estar muito pior no dia seguinte, mas completamente curado [healed] no outro. Frequentemente, ele pressentia que um paciente não poderia ser curado [cured] e isso sempre o surpreendia que alguma coisa pudesse estar além do poder de cura [healing] da Sabedoria. Ele buscou em sua mente possíveis razões e concluiu que a sugestão mesmerista possivelmente havia sido aplicada inadvertidamente por médicos ao diagnosticarem as doenças de pacientes que posteriormente o procuravam sem cura [uncured].”

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Livro

“The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]

Autor

Phineas Parker Quimby – (1802–1866)

Fonte:

16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts

Editado/Publicado por

Horatio W. Dresser, 1921

[Nota: Quimby é conhecido como o pai do movimento do “Novo Pensamento”. Fonte Wikipédia: “O movimento do Novo Pensamento é um movimento filosófico que se desenvolveu nos Estados Unidos no século XIX, seguindo os ensinamentos de Phineas Quimby. O conceito do Novo Pensamento promove as ideias de que a Inteligência Infinita, ou Deus, está em toda parte, o espírito é a totalidade das coisas reais, a verdadeira essência humana é divina, o pensamento divino é uma força para o bem, a doença se origina na mente e o ‘pensamento correto’ tem um efeito curativo [healing].”]

Nota do Editor [Publisher]

O livro, em sua totalidade, apresenta uma exposição adequada da teoria original de Quimby, conforme encontrada em seus manuscritos de 1846 a 1865. O volume também contém os escritos, até então inacessíveis, que a Sra. Eddy tomou emprestado durante a estadia dela em Portland como paciente de Quimby. O editor é filho da Sra. Julius A. Dresser, que foi a seguidora mais ativa de Quimby na época em que a Sra. Eddy estava em tratamento e que emprestou a ela os cadernos que a familiarizaram com os manuscritos de Quimby.

Prefácio do Editor para a Segunda Edição

Por muitos anos, uma grande quantidade de documentos de interesse para os Cientistas Cristãos e também para os seus críticos foi mantida em sigilo, apesar de intensa busca por sua publicação. Esses documentos foram escritos pelo Dr. P. P. Quimby, de Portland, Maine e contêm as opiniões dele sobre cura [healing] mental e espiritual. Eles se tornaram familiares à Sra. Mary Baker Eddy quando ela visitou o Dr. Quimby como paciente e os críticos dele alegaram que muitas das ideias posteriormente difundidas nos ensinamentos dela nasceram das teorias de Quimby.

Para pôr fim a essa controvérsia, muitas tentativas foram feitas para obter acesso aos manuscritos de Quimby, mas até então sem sucesso, exceto de forma fragmentada ou desconexa. O presente editor, no entanto, teve a sorte de obter da Sra. George A. Quimby, proprietária dos manuscritos, permissão para imprimir os documentos na íntegra. Muitos deles agora veem a luz do dia impressa pela primeira vez. Outros apresentam uma versão completa e autêntica do material, do qual apenas pequenos trechos haviam sido publicados anteriormente.

O ponto de vista do editor é o do expositor, nunca crítico, exceto quando o autor dos manuscritos criticava a própria obra dele. Todo o conteúdo entre colchetes é de autoria do editor, assim como todas as notas de rodapé. Itálico e aspas foram introduzidos em pequena escala. As citações Bíblicas não foram corrigidas, pois o Dr. Quimby tinha o hábito de parafrasear para mostrar a sua interpretação da Bíblia. Alguns artigos foram condensados ​​para evitar repetições, mas nenhuma alteração substancial foi feita. Os termos Ciência, Verdade e Sabedoria foram escritos com inicial maiúscula em todo o texto, em conformidade com o uso em alguns artigos nos quais essas palavras são sinônimos de Cristo ou Deus. O mesmo se aplica aos termos gerais para a teoria de Quimby, a Ciência da Saúde, a Ciência da Vida e a Felicidade. O termo Ciência Cristã é usado em referência ao desenvolvimento do ensinamento original de Jesus.

Nessa edição, vários erros foram corrigidos e o Capítulo Doze foi reescrito. – H. W. Dresser

Capítulo 16

Doença e Cura [Healing]

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—–Continuação da Parte I—–

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CURAS [CURES]

Frequentemente me perguntam como eu chamo as minhas curas [cures] e eu respondo, o efeito de uma Ciência, porque eu sei como eu as realizo. Se eu não soubesse, elas seriam um mistério para o mundo e para mim mesmo. Ciência é Sabedoria colocada em prática. Para o homem natural, é um poder ou mistério. Toda sabedoria que não foi reconhecida pelo homem natural é chamada de “dádiva” ou demonstração espiritual, não de uma ciência. A cura [curing] de doenças nunca foi reconhecida como sendo fruto de qualquer sabedoria superior pela faculdade mental médica, por isso as pessoas mantiveram o mundo na escuridão até agora e por quanto tempo mais isso continuará, eu não sei dizer. Se eu conseguir mudar as mentes das pessoas o suficiente para investigarem, elas verão que a doença é o que segue uma opinião e que a sabedoria destruirá a opinião e trará a cura [cure]. Então, a cura [cure] será atribuída a uma Sabedoria superior, não a um poder.

Ciência é Sabedoria colocada em prática.

Eu sou acusado de interferir com a religião dos meus pacientes. Isso não é verdade, mas se uma passagem [interpretação] específica da Bíblia ou alguma crença religiosa afeta o paciente, eu a ataco. Por exemplo, uma pessoa fica nervosa por acreditar ter cometido um pecado imperdoável. O seu pensamento então se apega ao pecado dessa crença e essa crença se torna a opinião de alguém sobre uma passagem Bíblica que essa pessoa acredita se aplicar ao seu caso. Eu sei que tudo isso é falso, então, é claro, eu preciso destruir essa opinião e isso destrói o efeito que é a doença. Os sentidos dele estão apegados à doença, os meus estão apegados à Sabedoria que demonstra o absurdo dessa opinião. A sabedoria dele vem do homem, a minha vem de Deus ou da Ciência. Toda doença é o castigo da nossa crença, direta ou indiretamente e os nossos sentidos estão envolvidos em nossos castigos. Os meus sentidos estão apegados à Sabedoria que enxerga através da opinião, de modo que o meu amor ou Sabedoria expulsa a doença ou o medo deles; pois o medo deles traz tormento e a sabedoria perfeita expulsa todas as opiniões. …

a doença é o que segue uma opinião e que a sabedoria destruirá a opinião e trará a cura [cure]. Então, a cura [cure] será atribuída a uma Sabedoria superior, não a um poder.

Frequentemente eu sou acusado de me opor à faculdade mental médica e aos credos religiosos. Em resposta a isso, eu confesso a minha culpa, mas não concluam disso que eu me oponho à bondade ou à virtude. Eu me oponho a toda religião baseada em opiniões humanas e, como Deus nunca deu uma opinião, eu não sou obrigado a crer que as opiniões dos homens venham a partir de Deus. A diferença entre as opiniões humanas e a sabedoria de Deus é maior do que se poderia supor naturalmente, mas as primeiras são tomadas como verdade. Isso faz o problema com o qual os sábios têm que lidar. Se um homem conhecesse a si mesmo, ele não seria enganado pelas opiniões alheias e, como a doença é resultado de nossas opiniões, é dever de todos conhecer a si mesmos, para que todos possam corrigir os seus próprios erros. Ora, se o erro é alguma coisa a ser corrigido, isso exige mais sabedoria do que o conhecimento que o inventou.

Se um homem conhecesse a si mesmo, ele não seria enganado pelas opiniões alheias e, como a doença é resultado de nossas opiniões, é dever de todos conhecer a si mesmos, para que todos possam corrigir os seus próprios erros.

Quando eu encontro uma pessoa doente, eu sei que o seu problema tem que ter um pai [origem] ou um começo. Se a pessoa desconhece o pai do problema, não se pode supor que o problema não seja desprovido de pai ou mãe. Portanto, destruir o pai [origem do problema] terreno é destruir as próprias opiniões e estar com o Pai celestial é ser sábio; de modo que todo aquele que abandona as suas opiniões e chega à verdade está morto para o mundo natural, mas vivo para a Sabedoria ou Cristo. Quando eu me sento ao lado de um doente e ele ou ela quer me contar o que o médico disse, para mim é um absurdo, pois eu não tenho a menor consideração pelo conhecimento deles. São as opiniões deles que eu tento destruir e, se eu conseguir, as opiniões deles não terão poder para causar doenças.

A profissão de um homem, não a sua sabedoria, é o padrão de sua popularidade. Eu discordo diretamente de todos os outros nesse aspecto e aqui reside o conflito, se a opinião do homem deve prevalecer ou se deve prevalecer a sua sabedoria. Se a profissão médica se baseia na sabedoria, então ela resistirá ao teste e a doença tem que ter a sua origem fora da profissão; ou isso tem que ser verdade, ou o contrário. Eu afirmo que a doença é fruto da opinião. A ignorância produz o fenômeno ou efeito, como na criação bruta, mas o animal selvagem difere do animal domesticado.

Quando eu me sento ao lado de um doente e ele ou ela quer me contar o que o médico disse, para mim é um absurdo, pois eu não tenho a menor consideração pelo conhecimento deles. São as opiniões deles que eu tento destruir e, se eu conseguir, as opiniões deles não terão poder para causar doenças.

Assim é com o homem; o tolo completo não conhece dores nem sofrimentos, onde não há medo, não há tormento. O medo é erro; a Sabedoria expulsa o medo, pois ela não conhece medo. Vocês frequentemente, ouvem pessoas tentando explicar as minhas curas [cures] com base nas próprias opiniões delas. Assim, elas se fazem de sábias por sua própria ignorância, já que elas negam o próprio poder da sabedoria que elas reconhecem, admitindo-a como um mistério para elas. Dessa forma, elas admitem um poder fora de seu conhecimento e veneram aquilo de que são completamente ignorantes. Agora eu sei que aquilo que é um mistério para elas é sabedoria para mim e que a minha sabedoria enxerga além das suas opiniões; e também que a explicação reside na conversão de uma opinião em verdade ou sanidade. Os dois caracteres, sabedoria e opinião, se apresentam um diante do outro e o povo escolhe aquele a quem eles obedecerão, assim como eles fazem nos assuntos nacionais. …

Eu afirmo que a doença é fruto da opinião.

A doença é fruto do erro e, enquanto as pessoas venerarem as opiniões alheias, elas continuarão doentes. Para mim, é perfeitamente claro que, se as pessoas pudessem se enxergar, elas descartariam todas as opiniões de padres e médicos e se tornariam lei por si mesmas. Tudo o que eu faço é transmitir ao mundo uma sabedoria que o manterá livre dessas duas classes de opiniões. Vocês podem pensar que eu tenho algum ressentimento contra o caráter dos médicos, mas não é o caso. Tampouco, de fato, eu penso que aqueles que me conhecem tenham alguma coisa contra mim como pessoa, mas rejeitam a ideia de que eu saiba mais sobre como curar [cure] doenças do que qualquer outra pessoa; eles pensam que eles possuem a sabedoria e eu, o poder. Para a faculdade mental médica, eu sou visto como um charlatão inofensivo, completamente ignorante do que eu afirmo saber e toda a minha conversa serve para entreter os pacientes e fazê-los acreditar que a doença é fruto da imaginação deles.

A doença é fruto do erro e, enquanto as pessoas venerarem as opiniões alheias, elas continuarão doentes.

Se eu conseguir isso, ótimo, mas, no que diz respeito à sabedoria, isso é tolice. Eu tenho ciência de que essa é a minha posição perante a faculdade mental médica e que as suas opiniões exercem uma influência tão forte sobre as pessoas que a maioria delas me vê da mesma forma. E se por acaso alguém optar por perceber que eu não sou a pessoa que esses guias cegos dizem que eu sou, com o tempo, eles passam a ser vistos da mesma forma. Eu reconheço que tudo isso é verdade no que diz respeito à minha posição na sociedade e como eu de fato me sinto em relação a isso? Eu sei que tudo é falso, embora a minha palavra não o prove, mas eu suponho que eu tenho o mesmo direito de dar a minha opinião sobre essas duas classes, tal como elas têm de dar as suas opiniões sobre mim e é isso que eu farei agora, deixando que as massas julguem por si mesmas.

Os princípios que eu estou tentando estabelecer são alguma coisa nova. Todas as teorias estabelecidas que pretendem ajudar a humanidade são meramente o efeito do esforço que um grupo de demagogos faz para obter ascendência sobre outro; o povo não está em melhor situação, mas em pior. A doença de uma pessoa é como a de uma nação, ambas são governadas por leis arbitrárias e o governo de ambas é semelhante. Reconhece-se que a doença possui uma identidade independente do homem e o homem faz leis para governá-la, impõe penalidades à sua desobediência e chama essas leis de “leis de Deus”. …

Eu me apresento sozinho, como alguém ressuscitado dentre os mortos, ou das antigas teorias, tendo atravessado todas as ideias antigas e ressuscitado novamente, para que eu possa guiá-los a essa luz que abrirá os seus olhos para a verdade Daquele que falou como nenhum homem jamais falou e que falou a verdade. Essa verdade condena todas as opiniões do homem, soluciona todos os credos e o clero, abala a profissão médica e traz paz e boa vontade à humanidade. Ela ensina que o homem, para se libertar da maldade ou das suas opiniões e aprender a falar a verdade, não tem que tentar enganar o seu semelhante fingindo conhecer o que é meramente uma opinião.

Mostre-me o médico que realmente acredita que o seu remédio tem quaisquer qualidades curativas [curative] ou qualquer inteligência, exceto quando associada à sua opinião e eu lhe mostrarei um tolo, pois nenhum médico inteligente ousaria arriscar a sua reputação com uma pílula homeopática para curar [to cure] uma tosse, supondo que o paciente a tenha ingerido na comida sem o saber. Isso demonstra que eles acreditam que atuam na imaginação do paciente. Existem certos medicamentos que atuam como eméticos ou catárticos; mas se o paciente ingerir um emético por engano, ele vomitará. Ora, quando o paciente vomita, se lhe for dada uma orientação errada, poderá produzir outro efeito; tudo isso demonstra que a mente tem que ser guiada por alguma sabedoria superior a ela mesma. Se o erro guia, nada se sabe com certeza sobre o efeito. Se a sabedoria está no comando, nenhum remédio é necessário, pois a Sabedoria pode destruir opiniões.

A ignorância, por não saber como a mente pode ser afetada por uma direção externa, identifica a sabedoria com erro ou matéria, de modo que a verdade lhe é estranha e ela está constantemente lutando contra si mesma para se livrar de um inimigo que ela mesma criou. Agora, ensine aos homens esse simples fato, que em toda ação reside a sabedoria da reação, mesmo que o ato não a reconheça e a felicidade deles será o resultado.

EXISTE ALGUMA QUALIDADE CURATIVA [CURATIVE] NA MEDICINA?

A opinião comum diria que sim e, segundo a minha opinião, também, mas tudo depende da crença do paciente e para a sabedoria perfeita, não há virtude curativa [curative] na medicina.

Eu relatarei um caso entre cem para mostrar que a medicina se prova de acordo com a crença do paciente ou a orientação de outra pessoa. Eu estava atendendo um senhor que estava doente e ele pensava que tinha tuberculose, mas não estava totalmente seguro de si, então, naturalmente, ele estava muito nervoso. Sob esse nervosismo, as glândulas ao redor da garganta estavam excitadas e o faziam tossir e espirrar, além de mantê-lo aquecido, calor esse que era liberado em forma de suor. Depois que eu lhe expliquei a causa de seu problema, a explicação, até onde ele entendeu, o aliviou, ele respirou com mais facilidade e estava melhorando. Um dia, ele leu em um jornal um anúncio de um remédio que curaria [would cure] a rinite e impediria as secreções da cabeça; pensando que isso poderia curá-lo [cure him], ele comprou um frasco e começou a tomar, mas ao invés de diminuir a secreção, piorou e ele ficou sem nada muito rapidamente.

A minha teoria explica esse fato da seguinte maneira. A crença dele admitia que a sua cabeça estava doente e com uma ferida e que o remédio a curaria [would cure]. Sob essa crença, as glândulas nasais foram estimuladas e o remédio, então, comprovou a sua crença de que o problema estava em sua cabeça, pois foi tomado para causar secreção. A crença dele fez isso estimulando as glândulas e o remédio foi tomado para expelir a secreção, assim, quando a secreção e até mesmo o sangue começaram a fluir, isso mostrou que o remédio estava fazendo o que prometia. Mas surgiu outra crença que eu lhe havia dado, pois eu havia exposto o absurdo da medicina e depois que ele viu o efeito, ele se lembrou do que eu lhe havia dito e, abandonando o remédio, voltou a me procurar e, em poucos dias, recuperou o que ele havia perdido.

É assim que a doença funcionava. A própria crença dele produziu o fenômeno; o conhecimento dele deu ao remédio o mérito ou a culpa, assim como as pessoas dão a Deus o mérito por seus próprios atos, enquanto o diabo tem que assumir a culpa por seus problemas. Eu tenho observado o efeito dos remédios e tenho descoberto que há mais virtude ou sofrimento na propaganda do que no próprio remédio.

Todos sabem como a boca saliva quando desejamos alguma coisa e como a boca e a garganta ressecam quando nós temos medo de sermos descobertos em um crime. Isso era conhecido pelos antigos e pelos magos e, como a mente podia ser alterada pelo medo, permitindo a detecção de criminosos, aqueles que entendiam esse fato se aproveitavam disso para desmascarar ladrões. Os magos preparavam uma pasta que se dissolvia ao ser colocada na língua de uma pessoa em perfeito estado de calma, mas que não se dissolvia em caso de calor incomum ou sede intensa. Assim, quando um roubo era cometido pelos criados, todos eram reunidos em uma sala e o mago era chamado. Acreditando em seu poder, as mentes deles eram naturalmente controladas pelo conhecimento adquirido e se o ladrão estivesse presente, ele perceberia e, certo de que seria descoberto, ficaria nervoso. Isso impediria as glândulas de agirem e, consequentemente, revelaria a sua culpa. Os demais, sentindo-se inocentes, estavam a salvo, pois o nervosismo não os impedia de dissolver a pasta. Assim, a mente foi o meio para detectar o ladrão e, por sua própria boca, ele foi condenado.

As pessoas depositam uma confiança exagerada na medicina, supondo que ela possua propriedades curativas [curative]. Frequentemente, surgem médicos Indianos que têm descoberto uma erva ou raiz capaz de curar [to cure] alguma doença que aflige o homem, como se Deus tivesse criado tanto a doença quanto a cura [cure]. O mesmo grupo de pessoas afirma que Deus tem feito um remédio para cada doença, demonstrando que a superstição deles está intrinsecamente ligada à crença de que Deus fez todas as doenças e os remédios para curá-las [cure them]. Essa é a crença da humanidade e não é de se estranhar que o homem tenha se desviado desse caminho.

Agora, eu não acredito em doenças e remédios como são entendidos pelo mundo e como eu antes os entendia e acreditava. … A opinião de que Deus tem providenciado um remédio para cada doença dá origem à crença de que existem certas raízes e ervas destinadas pelo Criador para curar [to cure] todas as doenças. Por mais absurdo que pareça, essa é a crença de noventa e nove em cada cem pessoas e sendo assim, abre-se uma porta para a charlatanice, pois novas descobertas surgirão a cada dia. Os comprimidos do Dr. Herrick [1912], a salsaparrilha de Ayers [1891] e inúmeros outros são anunciados como a cura para todos os males [cure-all]. Em seguida, surgem certificados de curas [cures] e de recomendações de algum médico, que dão início à prática dos medicamentos. Depois, aparece um homem que demonstra o efeito do óxido nitroso e afirma que ele cura [cure] neuralgia e reumatismo, atraindo muitos doentes por um tempo. Após a sua partida, chega um médico erudito com anúncios chamativos, oferecendo palestras gratuitas sobre anatomia e o sistema digestivo. Ele explica o funcionamento desses órgãos e discorre sobre o perigo de adoecer por excesso de comida e bebida, arrecada cerca de cinquenta dólares dos doentes pobres e vai embora.

Lobélia

Em meio à multidão de charlatães, onde tudo parece sombrio e desesperador, sussurra-se ao ouvido do enfermo um anúncio que Deus tem aberto um caminho para a cura [curing] dele e enviado um anjo da misericórdia que descobriu uma flor capaz de curar [cure] tudo o que há para ser curado [cured]. Eis que surge um impostor que administra eméticos à base de lobélia até que deixem de fazer efeito no paciente, fingindo que todas as doenças têm que sucumbir a ela. Essa moda tem seu tempo e outra surge. Tudo isso demonstra que a mente humana é como um velho violino manipulado por todo tipo de charlatanismo relacionado a raízes e ervas. Com minha sabedoria eu entendo tudo isso, como Jó disse a Zofar: “Tudo o que vós sabeis, eu também faço; eu não sou inferior a vós”. Eu não uso nada, embora eu pudesse facilmente usar todo tipo de droga. …

Eu tenho testemunhado o funcionamento da crença popular e sei que doenças e remédios são invenções humanas e as próprias provas apresentadas para sustentar a sabedoria deles corroboram o que eu afirmo. Por exemplo, um emético… quando as pessoas comem demais, podem tomar um emético de lobélia; também se elas pensarem que os seus pulmões estão doentes, tomam um emético de lobélia e se elas tiverem hidropisia, tomam o mesmo.

Agora, eu gostaria de chamar a atenção para o que essa crença representa em relação a Deus. Que tipo de Deus é esse que fez a Terra para produzir árvores, ervas e tudo o que tem vida? Tudo isso existia antes da criação do homem, portanto, Ele teria feito esses remédios e o bacalhau com um fígado para curar [to cure] a tuberculose antes mesmo da doença existir? Essa crença certamente pressupõe que Deus fez os remédios antes da doença e se Ele fez todos os remédios que esses charlatães dizem que Ele fez, certamente Ele é o maior inimigo da humanidade.

Por mais absurdo que pareça, nós acreditamos nisso e somos afetados por nossas crenças, o que torna o homem a criatura mais dependente de Deus. Ele é meramente um alvo para ser atingido pela opinião de cada pessoa. Eu sou capaz de demonstrar, com fatos, que todos admitirão que nenhum tipo de remédio tem mais efeito por si só do que quase qualquer alimento ou bebida que nós consumimos diariamente, mas a nossa ignorância atribui algum tipo de virtude aos remédios, assim como nós atribuímos sabedoria à opinião alheia. A verdade, que situa todas as doenças na mente, é capaz de explicar o funcionamento dos remédios. Deus é Sabedoria e o homem é opinião; portanto, o homem não pode viver em Sabedoria e estar doente. Demonstrar que existem doenças de acordo com a crença humana é demonstrar que elas são causadas por circunstâncias que não podem ser controladas, exceto pela correção do erro que as originou, enquanto a ignorância prescreveria algum remédio que Deus teria feito desde a fundação do mundo.

ESBOÇOS DE UMA NOVA TEORIA PARA A CURA [CURING] DE DOENÇAS

Toda prática médica afirma que o seu método de tratamento é o melhor; contudo, ninguém sequer insinuou ou ousou arriscar a sua reputação alegando que a doença é uma invenção humana e deve ser tratada como um erro ou engano imposto à humanidade pela ignorância e superstição, assim como a escravidão foi imposta a esse país, com todos os males que a acompanham. A minha teoria é que todos os fenômenos chamados de doença são resultado de crenças falsas originadas na escuridão da superstição Egípcia. A escravidão Africana é uma doença da ignorância e da superstição e é a causa da miséria atual nesse país, mas é apenas a figura da escravidão branca que aprisionou as mentes dos homens, enquanto o mundo intelectual jaz esmagado e humilhado pela tirania da crença supersticiosa.

A doença é o que se segue a uma crença e uma crença é como uma atmosfera tão universal que todos estão sujeitos a serem afetados por ela como por ventos gélidos. Deus nunca fez o vento para prejudicar ninguém, nem Ele tem conferido inteligência nisso para que o homem o temesse, mas o homem não “enxerga isso dessa forma”. Quantas vezes nós ouvimos esse comentário: “Não se exponha ao ar úmido e frio”. Essa crença de que Deus fez do ar um inimigo do homem faz parte das nuvens que se formam na mente de cada pessoa e quando essa nuvem é vista e sentida, todos, jovens e idosos, são afetados, pois o medo é o castigo dessa crença e não é desculpa que os ignorantes não tenham crença, pois eles têm que sofrer pelos pecados de seus pais. A ciência é o sol que dissipa as nuvens ou transforma as crenças do homem e um pequeno raio de inteligência surge e a nuvem da superstição desaparece, à medida que o verdadeiro Deus se revela. O povo aclamará a verdade, assim como o pico de Tenerife saúda o sol nascente muito antes de ser visto no horizonte da mente comum.

A doença é o que se segue a uma crença e uma crença é como uma atmosfera tão universal que todos estão sujeitos a serem afetados por ela como por ventos gélidos.

Eu apresentarei alguns casos para demonstrar que fenômenos que ocorreram uma vez jamais poderão ser reproduzidos. Esse fato se aplica tanto ao mundo vegetal quanto ao mental. Considere uma floresta primitiva, corte a vegetação antiga e outra brotará, não como a primeira, mas mais sólida e densa. Assim é com o erro; como uma floresta antiga, o erro é alto e poroso, com grande ostentação. A ciência é mais densa e substancial. O erro é o crescimento natural do homem; ele é um deserto repleto de todo tipo de superstição e todos estão sujeitos a serem contaminados por um nativo dessa terra. Ele é habitado por toda variedade de criaturas, tais como tuberculose e doenças hepáticas. A ciência é o machado nas mãos da Sabedoria para derrubar o deserto, destruir os seus habitantes e instaurar um estado melhor de sociedade. Como toda superstição, o erro é muito religioso; religião e escravidão sempre andam de mãos dadas; liberdade e ciência também andam juntas e são a mesma coisa. …

Como toda superstição, o erro é muito religioso; religião e escravidão sempre andam de mãos dadas; liberdade e ciência também andam juntas e são a mesma coisa. …

A ciência na religião não tem progredido muito, exceto como um resultado indireto de algum outro desenvolvimento. A astronomia tem destruído alguns dos aspectos mais hediondos da religião e instaurado um estado de sociedade mais feliz, mas não era o seu propósito destruir a religião. Ainda assim, é consequência natural da ciência destruir o erro e o preconceito. Às vezes, ela se depara com o estado de inteligência mais iluminado, pois esse está amaldiçoado pelos grilhões da religião da Idade das Trevas.

A astronomia tem destruído alguns dos aspectos mais hediondos da religião e instaurado um estado de sociedade mais feliz, mas não era o seu propósito destruir a religião. Ainda assim, é consequência natural da ciência destruir o erro e o preconceito.

Você verá a religião em seu estado mais puro sob a forma mais despótica de governo e sempre você encontrará doenças sob algum poder despótico religioso e aqueles que se propõem a livrar o mundo desse mal são como demagogos em um despotismo. Essa é a essência da hipocrisia destinada a manter as massas fracas para que possam ser governadas. Deixe as massas passarem fome e você destruirá a sua energia e as tornará desesperadas; então, os mais esclarecidos se submeterão aos líderes para a sua própria segurança. Isso mantém esses demagogos no poder. O mesmo acontece com a doença. A religião é despotismo e, na política e na doença, a miséria dos doentes é o tormento de sua crença. A religião não admite concessões: é governar ou ruína. Às vezes, ela assume para si o nome de reforma, dando a todos a liberdade de expressão e depois submete todos às suas leis. Assim acontece com o escravo pobre ou o doente, pois os doentes são meramente escravos da superstição, tornados assim pelos pecados de nossos pais.

Essa é a essência da hipocrisia destinada a manter as massas fracas para que possam ser governadas. Deixe as massas passarem fome e você destruirá a sua energia e as tornará desesperadas; então, os mais esclarecidos se submeterão aos líderes para a sua própria segurança. Isso mantém esses demagogos no poder.

DOENÇA[6]

O que é doença? Ela é raciocínio falso. A verdadeira sabedoria científica é saúde e felicidade. O raciocínio falso é doença e morte; e nesses dois modos de raciocínio se baseia toda a nossa felicidade e miséria. A questão é: como nós somos capazes de saber separar um do outro? A verdade não pode ser mudada; a falsidade está sempre mudando. Uma é ciência e a outra é erro e nossos sentidos estão ligados a uma ou outra. Uma é o desenvolvimento natural da matéria ou da mente e a doença é uma das invenções naturais do erro. Para mostrar como a doença não é o que se supõe ser, por aqueles que usam a palavra, eu tenho que mostrar o absurdo do raciocínio do erro, pois o erro é o pai da doença.

[6] Publicado em parte em “The Philosophy of P. P. Quimby” [“A Filosofia de P. P. Quimby”], 1895. www.ppquimby.com/adresser/contents.htm [link quebrado]

O que é doença? Ela é raciocínio falso. A verdadeira sabedoria científica é saúde e felicidade.

Todos nós aprendemos, por esse erro, a chamar doença de alguma coisa independente do homem. Para tornar isso mais claro e mostrar onde os dois modos de raciocínio atuam, eu irei imaginar um caso e tomar o de um jovem que, sentindo-se um pouco perturbado, consulta um médico. O médico ausculta os seus pulmões, examina o seu coração e diz ao paciente que ele tem grande probabilidade de ter doença cardíaca. O paciente lhe pergunta como ele a contraiu e ouve como resposta que é suscetível a contrair doenças e tê-las e contraí-las significa admitir que elas existem independentemente dele. Mesmo que o paciente estivesse morto, a doença continuaria existindo e outros seriam suscetíveis a contraí-la. Finalmente, o paciente realmente tem a doença cardíaca que o seu médico lhe descreveu.

Todos nós aprendemos, por esse erro, a chamar doença de alguma coisa independente do homem.

E ele a criou por si mesmo, ou o médico a criou para ele? Agora, eu proponho mostrar que ele criou o que o mundo chama de doença cardíaca sem a ajuda de ninguém. Para mostrar como um edifício é erguido, é preciso construir uma estrutura e depois desmontá-la. Assim, eu desmontarei esse edifício, a doença cardíaca, que esse homem tem erguido e então você poderá ver como as ideias são concebidas ou erguidas. Eu direi ao paciente,

“Você mesmo construiu a doença, em seu sono de ignorância”.

Ele não consegue entender isso. Então, eu lhe explicarei como ele tem trabalhado em seu sono e feito esse próprio edifício, a doença cardíaca. Eu começo, então, a narrar o seu sonho descrevendo os seus sentimentos e ele admite que eu estou correto.

Ora, enquanto ele dormia, ou ignorava os sentimentos que o perturbavam, eis que um espírito na forma de um médico sentou-se ao seu lado. E eis que ele invocou dentre os mortos uma pessoa com a doença cardíaca, como ele a chama.

“E ele examinou você e o seu sono abandonou você e os seus membros ficaram frios e úmidos e o seu pulso acelerou. Isso excitou o seu cérebro e por fim surgiu a figura de uma pessoa semelhante àquela que você viu no seu sonho e então você se sentiu com medo e você acordou assustado. Por fim, a imagem tornou-se mais terrível, até que finalmente ela envolveu completamente e se tornou parte de você, de modo que quando você acordou, você olhou e eis que o sonho tinha se tornado uma realidade e você tinha a doença cardíaca. Agora, de quem era o sonho, do médico ou seu? Você captou o sonho do médico ou você criou o seu próprio, pelo seu próprio raciocínio durante o sono ou por ignorância, de acordo com o padrão que o médico deu a você?”

“Eu digo que você mesmo criou isso. Agora para curar [to cure] você, ou demolir a construção, significa mostrar-lhe que todos os sentimentos que você teve no início surgiram de uma causa insignificante e que, quando eu conseguir fazê-lo entender isso, eu terei realizado a cura [cure].”

Ao invés de prescrever medicamentos ou tentar, por palpite, destruir a construção, eu começo mostrando ao paciente como ele a estruturou com as próprias mãos. Assim, o meu raciocínio é o seguinte:

“Você ouviu o médico para tentar entender a causa da doença cardíaca. Ele explicou cada tipo de sentimento ou sintoma e você ouviu até entender. Agora, sem saber, você criou a doença em sua mente, da mesma forma que você criaria se um artista ou mecânico lhe ensinasse a desenhar um prédio e você carregasse o projeto em sua mente e o construísse enquanto dorme. A única diferença seria que um lhe agradaria, pois conteria sabedoria, enquanto o outro o atrapalharia, pois conteria medo e ameaçaria destruir a sua vida. O seu problema é o material com o qual construir o prédio.

Uma alteração química ocorre nos fluidos do seu organismo, governada pela sua crença e você condensa essas alterações em um fenômeno que corresponde ao seu plano. A sua engenhosidade em fabricar a doença foi a destruição da sua felicidade. Para destruir a doença eu o convenço de que o que o médico disse foi uma ideia concebida por engano, por não saber explicar uma pequena perturbação que, em si mesma, não significava nada. Mas, pelo modo de raciocinar do médico sobre o que ele nada sabia, você foi levado à escuridão da superstição Pagã, onde todos os tipos de espíritos malignos e doenças habitam o cérebro do homem. A superstição sempre se manifesta através da ignorância do raciocínio humano, assumindo tantos nomes e formas quanto o pai de todas as mentiras, o diabo ou o erro da humanidade.”

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DOENÇA, AMOR, CORAGEM

A pergunta que frequentemente surge é: o que é doença? Um médico da velha guarda poderia respondê-la facilmente apontando para uma pessoa tossindo e dizendo que ela tem tuberculose. Ao invés de dar um nome a esse fenômeno, o médico explica a sua origem. Mas o médico não faz isso, exceto por meio de outro fenômeno tão obscuro quanto o anterior. Assim, você pode persegui-lo de uma mentira a outra até se cansar e, por fim, descobrir que se trata de um mistério. Qual é a minha posição em relação às doenças? Eu sei que a raiz desses fenômenos é uma mentira, iniciada por um mentiroso até ser aceita como verdade; então, o fenômeno é chamado de doença.

Toda ideia é a materialização de uma opinião transformada em ideia. Essa ideia tem vida ou sofre uma transformação química, pois é fruto da sabedoria humana e os seus sentidos estão a ela associados. Por exemplo, você vê alguma coisa que desejaria. Você associa os seus sentidos à ideia e, então, o valor reside na ideia, na forma de amor ou valor sentimental. Se for amor, não está na ideia, mas na essência ou no autor da ideia. Eu tentarei explicar de forma clara. Você vê uma pessoa, à primeira vista você é afetado e você associa os seus sentidos à ideia na forma de amor. Você pode estar enganado ou não. Paixão ou excitação é matéria governada pelo erro, sujeita ao amor. O amor é sabedoria, a paixão é o erro agindo sobre a ignorância. A ciência serve para manter os dois separados ou em submissão à Sabedoria. Quando duas pessoas se encontram, nós pensamos que a primeira impressão vem da ideia ou da pessoa, mas não é esse o caso: a atmosfera ao redor da ideia é o que é afetada e isso nos é desconhecido; assim, nós raciocinamos a partir de uma base falsa, sem nos conhecermos.

Qual é a minha posição em relação às doenças? Eu sei que a raiz desses fenômenos é uma mentira, iniciada por um mentiroso até ser aceita como verdade; então, o fenômeno é chamado de doença.

Para que vocês tenham uma ideia mais clara do que eu desejo transmitir, eu tenho que considerar a mim mesmo como uma pessoa e meu paciente como outra. Quando eu me sento, eu sou uma só pessoa, ou seja, eu estou quieto, perfeitamente à vontade, sem medo de qualquer impressão do meu paciente. A minha sabedoria é a minha força. A sabedoria do meu oponente reside em seu erro, pois se ele conhecesse a verdade, não me quereria. Assim, existem duas pessoas em um só corpo, ou duas mentalidades agindo através de um só meio e como o erro é um covarde, ele assume uma espécie de coragem.

Eu não sei como descrever a verdadeira coragem, pois a sabedoria não necessita de tal palavra. Eu nunca soube que Deus demonstrasse coragem. Parece ser uma espécie de elemento de arrogância. Se um cachorro demonstra coragem, é porque ele não tem medo, pois quando subjugado, a sua coragem desaparece. Assim, isso mostra que o que é chamada de coragem em nós é um elemento não perfeitamente entendido. Retire o medo do perigo e então o homem terá coragem. Alguns homens veem perigo onde outros não veem e assim, não há dois homens que raciocinem da mesma forma e, portanto, a coragem de dois homens também não é igual. Eu não conheço maneira melhor de testar a sua coragem do que testá-la eu mesmo.

Quando eu comecei a clinicar, eu pensava que eu tinha tanta coragem quanto os meus colegas, mas, ao perceber que era suscetível a ser afetado pelos sentimentos alheios, a minha coragem falhou. Então, eu usei algum tipo de estratagema para tirar vantagem dos meus pacientes e, sendo bastante imprudente, eu corri riscos que o mundo chamaria de coragem. Por exemplo, eu não tinha medo de um louco se eu conseguisse alcançar o seu olho. Para o mundo, isso parecia coragem, mas para mim isso era sabedoria. Eu não tinha medo, pois eu não via mal algum. Eu tenho buscado obter sabedoria em relação às doenças da humanidade, pois a doença é como todos os outros males que se manifestam em nossos sentidos.

Quando eu comecei a absorver os sentimentos dos pacientes, foi preciso coragem para não absorver a doença. Eu conhecia esse tipo de coragem; era medo de ser chamado de covarde, então presumia que era coragem. Mas se eu soubesse o que eu sei agora, eu não teria corrido mais perigo do que uma pessoa correria num barco em águas com menos de um metro de profundidade. Mas a minha coragem me levou a enfrentar águas com seis metros de profundidade, agitadas por sinal e a mim mesmo numa embarcação precária.

Quando eu comecei a sentir o fundo do poço, ou a adquirir sabedoria, eu descobri que a profundidade da água, ou o perigo, estava na mente do meu paciente e eu acreditei na sua história sem verificar por mim mesmo e o paciente me parecia dois homens em um só. Assim, eu descobri o problema: os seus medos eram um homem e a sua ignorância, outro. Transformar o medo em coragem era fazê-lo acreditar que não havia perigo; então a sua coragem viria e destruir ambos era revelar-lhe a verdade.

Eu sei que a doença é uma invenção do homem, portanto não é preciso coragem para afirmá-lo, pois não há perigo. O perigo é o que desperta o medo e a coragem é o elemento necessário para enfrentá-lo; assim como um homem perde o medo, ele ganha coragem. Alguns homens nunca veem o perigo, então a sua coragem não é coragem, mas uma espécie de orgulho artificial que os faz desejar ser elogiados pelo que desconhecem, pois a sua ignorância destrói o seu medo. Esse era o meu caso. A minha ignorância me tornava ousado, pois eu desconhecia o perigo, mas assim que eu percebi que poderia ser afetado pelos doentes, os meus medos surgiram.

Então, assim que eu percebi o perigo, os meus medos aumentaram e a minha coragem falhou; mas eu sentia a mesma propensão imprudente a matar a doença, então eu me tornava mais cauteloso e cuidadoso até descobrir que o meu inimigo tinha os mesmos medos que eu tinha. Por fim, tornou-se uma espécie de guerra entre eu mesmo e o paciente. Eu descobri que a minha coragem era a minha proteção e que o erro era um elemento ou odor, enquanto a ignorância e o medo surgiam a partir disso. Assim, eu cheguei à conclusão:

A ignorância gera erro, o erro gera medo, o medo gera coragem e a Sabedoria destrói tudo. Assim, à medida que o homem se torna sábio, ele se torna forte e a sua sabedoria o torna feliz e bom, pois a bondade é sabedoria e a Sabedoria é a religião de Jesus.

A religião [convencional] é o oposto disso. Uma é invenção do homem, a outra é a sabedoria de Deus, que Jesus ilustrou tomando uma criança pequena no colo. Eu farei o mesmo, para mostrar que a bondade é uma ciência e também que toda religião baseada em opiniões humanas está fadada ao fracasso. Uma pode ser comprovada, a outra não. Eu ilustrarei as duas com a criança. Todos reconhecerão que o caráter da criança depende, em certa medida, da sua educação. Se isso for admitido, demonstra que, se os pais pudessem discernir o que é melhor para a felicidade da criança, grande parte do seu sofrimento poderia ser evitado; esse fato é evidente para todos. É um fato como todos os outros na ciência: às vezes funciona bem, às vezes mal, mas quando funciona mal, nós vemos como poderia ser evitado, mostrando que, se nós tivéssemos mais conhecimento, nós poderíamos fazer melhor.

Isso demonstra que a Ciência é a Sabedoria reduzida à prática, de modo que, como a bondade é o resultado da nossa educação, é certo que ser bom é uma ciência e como a bondade é religião, essa também é uma ciência. Tudo se resume nisto: o mundo é feito de ignorância, doença, religião, erro e toda sorte de males; e ser um seguidor de Jesus e crer em Cristo é separar-se do mundo e permanecer sóbrio em sua sabedoria. Assim, você aprenderá que o homem sem sabedoria é, de todas as coisas, o mais miserável; ele está sujeito a se meter em problemas por cada ato de sua vida.

O QUE EU TRANSMITO AOS MEUS PACIENTES?

Frequentemente me perguntam se eu transmito alguma coisa aos meus pacientes quando eu converso com eles. Eu respondo que sim e tentarei explicar como. Para ilustrar isso, eu tenho que dar um exemplo com palavras que ilustram alguma coisa que você deseja saber e que lhe causa problemas. Imagine que você está comprando mercadorias e, na pressa, perde a sua carteira com todo o seu dinheiro. Você só percebe a falta quando vai pagar as contas e descobre que perdeu o dinheiro. O choque perturba o seu organismo ou a sua mente de acordo com o grau de agitação. Você fica agitado e muito nervoso. Isso é acompanhado por um estado febril, seja físico ou mental, pois a condição física é apenas o reflexo do estado mental.

Por fim, você conta o seu problema a alguém e começa a procurar o dinheiro. Você não consegue encontrá-lo e pede dinheiro emprestado para pagar a pessoa que o ajudou. Isso agrava o problema e, por fim, você se deita na cama e chama um médico. Ele verifica o seu pulso, diz que a sua cabeça está afetada e ordena que raspe a sua cabeça e aplique uma pomada antibiótica. Isso só agrava a ansiedade. Então você continua até finalmente desistir, dispensar todos os médicos e chegar à conclusão de que o seu dinheiro acabou e que você tem que se virar com o que tem. No dia seguinte, você se sente mais tranquilo e o seu médico liga para um amigo, descobre que você está melhor e diz que o remédio que você tomou fez efeito em você.

Agora surge a pergunta: quem deu o remédio? Não foi o médico, mas a sabedoria tomou conta de você e você começou a raciocinar e me chamou. Eu não sabia nada do problema, mas encontrei uma carteira com 10.000 dólares e vou anunciá-la. Ao ver a carteira, você se assusta e diz: ‘Essa é minha’. O choque muda a mente e a cura [cure] acontece. Agora, quem proporcionou a cura [cure]? Os 10.000 dólares que eu lhe dei. Então, é assim que eu curo [cure]. A pessoa perdeu alguma coisa que ela não consegue encontrar ou se meteu em algum problema do qual ela não consegue se livrar. Ela quer alguma coisa para satisfazer os seus desejos e, seja lá o que for, é o mesmo que o dinheiro e aquele que é capaz de transmitir essa verdade lhe dá o remédio.

Suponha que uma pessoa sofra um choque ao cair em um rio e volte para casa agitada, com sintomas semelhantes aos de um resfriado. Isso causa tosse. Ora, como existem muitos fantasmas na forma de doenças, ela teme que algum deles a atinja. Então, ela vai a um médico e lhe apresenta o seu caso. O médico diz que você tem grande probabilidade de ter tuberculose. Ora, é claro que você está preocupado e se sente como o homem que procurava o dinheiro perdido dele. Então, ele pergunta a todos o que é bom para tosse; ou se alguém sabe onde está o seu dinheiro. Assim, todos dão a sua opinião e cada opinião é tão válida quanto a outra. Finalmente, em desespero, ele desiste e eu sou chamado. Primeiro, eu digo a ele do que ele tem medo, explicando como ele está sendo afetado. Aqui está alguma coisa que ele não pode obter do médico. Isso o deixa mais tranquilo e então eu mostro a ele como ele tem vivido à base de ilusões ou opiniões sobre uma ideia que nunca existiu, apenas na superstição das pessoas. Como ele está cheio dessas opiniões, eu preciso lhe dar alguma coisa na forma da verdade que dissolva o erro e o satisfaça.

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—–Continua Parte III—–

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Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

Site www.globalmentoringgroup.com – artigos sobre PNL;

Site Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ho%CA%BBoponopono, a enciclopédia livre;

Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “The Professional Huna Healer” – Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/the-professional-huna-healer/;

Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

“Um Curso em Milagres” – 2ª edição – copyright 1994 da edição em língua portuguesa;

Usha Rani Kandula, Zeenath Sheikh, Aspin R, Jeya Beulah D, Manavalam, Hepsi Natha – Artigo Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review. Tuijin Jishu/Journal of Propulsion Technology – ISSN: 1001-4055 – Vol. 46 No. 2 (2025). Site: View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review;

Vernon S. Brown. Artigo “The Connection Between Ho’oponopono and Psychological Safety [A Conexão Entre Ho’oponopono E Segurança Psicológica]”. Psychological Safety Advancement and Review [Avanço e Revisão da Segurança Psicológica]. Site: https://doi.org/10.5281/zenodo.8374435;

Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

W. D. Westervelt – Boston, G.H. Ellis Press [1915] – artigo: “Hawaiian Legends of Old Honolulu” Site: https://www.sacred-texts.com/pac/hloh/hloh00.htm.

William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a)
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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