Para conhecimento e entendimento do sistema de pensamento dos Kahunas (Psicofilosofia Huna) de todos os lugares e de todos os tempos, assim como sobre a técnica do processo de resolução de problemas através do Ho’oponopono, nós estamos destacando trechos do livro “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”] de autoria de Phineas Parker Quimby – (1802–1866), editado e publicado por Horatio W. Dresser, 1921, em seu Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Vale destacar que Quimby é sempre mencionado por Max Freedom Long em artigos e livros, daí o nosso interesse em conhecer o sistema de pensamento desse curador [healer] e as suas descobertas sobre o homem trino.

Em nosso artigo 60 – O Sistema Psico-Religioso Praticável Dos Polinésios – Parte I, Max Freedom Long tece o seguinte comentário sobre Quimby: “Nos tempos modernos, a Ciência da Psicologia começou a tomar forma vacilante logo após a descoberta do Mesmerismo. Quimby, um Yankee [nascido na Nova Inglaterra-EUA] e, depois dele, a Sra. Eddy, reconheceram e tentaram usar, para curar [to heal], a ‘Sabedoria’ e o ‘Poder,’ que era um reconhecimento do Aumakua e a sua alta força de mana.”

Em nosso artigo 108 – Pontos de Vista Huna sobre a Psicanálise, Max Freedom Long novamente cita Quimby, conforme segue: “Se outras pessoas podem encontrar ajuda da mesma maneira, eu não posso dizer, entretanto, Dorothy Thomas encontrou e ela conta como o fez. A sua necessidade dificilmente poderia ser maior no momento da crise final. Na página 55, ela diz: ‘Certa manhã, por volta das dez, eu desmaiei. No entanto, havia outros problemas além do meu pesar. Pagamentos, poupança cada vez menor. O nosso carro quebrou. Nós perdemos alguns móveis. Essa era a crise. Alguma coisa TINHA que acontecer. Mary Baker Eddy tem que ter sentido algo assim quando foi para Quimby, como último recurso. Entretanto, eu não tinha nenhum Quimby [Dr. Phineas Parker Quimby (1802–1866)].”

No livro “The Secret Science Behind Miracles”, Max Freedom Long (autor) faz referências à Quimby em diversas passagens. Nós estamos destacando algumas como seguem:

“Mais adiante, nós examinaremos a explicação dos Kahunas sobre como a energia vital pode viajar entre pessoas sem contato físico direto (ou entre os vivos e os espíritos dos mortos). Nesse momento, basta chamar a atenção para o fato de que existe essa troca e que aquilo que nós aprendemos com Phineas Quimby a chamar de ‘tratamento à distância’ é uma realidade evidente, graças à capacidade de enviar à distância tanto a força vital quanto a sugestão de cura [healing].”

“A história de Freud é bastante conhecida, mas a de Quimby não. O único relato autêntico desse último encontra-se no livro de Horatio W. Dresser, “The Quimby Manuscripts”.

“Quimby aprendeu Mesmerismo com um Francês viajante por volta de 1840, na Nova Inglaterra. Ele fazia demonstrações aqui e ali, praticando cura [healing] nas horas vagas. O sujeito (da experiência) favorito dele era um jovem chamado Lucius Burkman. Lucius, sob a influência do Mesmerismo, anunciava que conseguia ver a causa da doença de um paciente e, em seguida, prescrevia um remédio, geralmente medicinal. Os resultados eram, na melhor das hipóteses, incertos.”

“Contudo, com a prática, Lucius melhorou, ou o Mesmerista melhorou, ou ambos. De qualquer forma, o rapaz tinha momentos cada vez mais frequentes de estranha lucidez. Ele já conseguia ver coisas à distância há muito tempo, mas agora passou a vislumbrar o futuro. Certo dia, em estado de êxtase, ele disse inesperadamente a Quimby: ‘Eu consigo ver seus rins. Eles estão atrofiando, mas se você vier aqui e me permitir colocar as minhas mãos sobre eles, eu sou capaz de curar [heal] você.’”

“Quimby vinha sofrendo há algum tempo de problemas renais. Disposto a tentar a experiência, ele permitiu que Lúcio colocasse as mãos sobre os seus rins. Após algum tempo, as mãos foram retiradas e o rapaz declarou a cura [cure] completa. E, pelo que Quimby pôde perceber, ela era completa. Todas as dores e sintomas desapareceram.”

“Essa cura [healing] instantânea de sua própria condição dolorosa impressionou muito Quimby. Ele se convenceu de que Lúcio havia tocado alguma fonte invisível e desconhecida de cura [healing] e ele argumentou que, se o seu sujeito (da experiência) conseguia tocar, ele também deveria conseguir. Ele começou a experimentar, demonstrando grande persistência e um toque de verdadeiro gênio.”

“Pouco a pouco, Quimby aprendeu a trabalhar melhor com a Sabedoria e o seu Poder. Ele aprendeu que ele podia sentar-se ao lado de um paciente e, em silêncio, pedir à Sabedoria que diagnosticasse o caso e realizasse a cura [healing]. A ele era dado saber, por meio de algum processo mental interno, qual seria o curso da cura [healing]. Às vezes, a cura [healing] se estendia por vários dias e ele era informado sobre como o paciente se sentiria a cada dia. O paciente podia estar muito pior no dia seguinte, mas completamente curado [healed] no outro. Frequentemente, ele pressentia que um paciente não poderia ser curado [cured] e isso sempre o surpreendia que alguma coisa pudesse estar além do poder de cura [healing] da Sabedoria. Ele buscou em sua mente possíveis razões e concluiu que a sugestão mesmerista possivelmente havia sido aplicada inadvertidamente por médicos ao diagnosticarem as doenças de pacientes que posteriormente o procuravam sem cura [uncured].”

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Livro

“The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]

Autor

Phineas Parker Quimby – (1802–1866)

Fonte:

16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts

Editado/Publicado por

Horatio W. Dresser, 1921

[Nota: Quimby é conhecido como o pai do movimento do “Novo Pensamento”. Fonte Wikipédia: “O movimento do Novo Pensamento é um movimento filosófico que se desenvolveu nos Estados Unidos no século XIX, seguindo os ensinamentos de Phineas Quimby. O conceito do Novo Pensamento promove as ideias de que a Inteligência Infinita, ou Deus, está em toda parte, o espírito é a totalidade das coisas reais, a verdadeira essência humana é divina, o pensamento divino é uma força para o bem, a doença se origina na mente e o ‘pensamento correto’ tem um efeito curativo [healing].”]

Nota do Editor [Publisher]

O livro, em sua totalidade, apresenta uma exposição adequada da teoria original de Quimby, conforme encontrada em seus manuscritos de 1846 a 1865. O volume também contém os escritos, até então inacessíveis, que a Sra. Eddy tomou emprestado durante a estadia dela em Portland como paciente de Quimby. O editor é filho da Sra. Julius A. Dresser, que foi a seguidora mais ativa de Quimby na época em que a Sra. Eddy estava em tratamento e que emprestou a ela os cadernos que a familiarizaram com os manuscritos de Quimby.

Prefácio do Editor para a Segunda Edição

Por muitos anos, uma grande quantidade de documentos de interesse para os Cientistas Cristãos e também para os seus críticos foi mantida em sigilo, apesar de intensa busca por sua publicação. Esses documentos foram escritos pelo Dr. P. P. Quimby, de Portland, Maine e contêm as opiniões dele sobre cura [healing] mental e espiritual. Eles se tornaram familiares à Sra. Mary Baker Eddy quando ela visitou o Dr. Quimby como paciente e os críticos dele alegaram que muitas das ideias posteriormente difundidas nos ensinamentos dela nasceram das teorias de Quimby.

Para pôr fim a essa controvérsia, muitas tentativas foram feitas para obter acesso aos manuscritos de Quimby, mas até então sem sucesso, exceto de forma fragmentada ou desconexa. O presente editor, no entanto, teve a sorte de obter da Sra. George A. Quimby, proprietária dos manuscritos, permissão para imprimir os documentos na íntegra. Muitos deles agora veem a luz do dia impressa pela primeira vez. Outros apresentam uma versão completa e autêntica do material, do qual apenas pequenos trechos haviam sido publicados anteriormente.

O ponto de vista do editor é o do expositor, nunca crítico, exceto quando o autor dos manuscritos criticava a própria obra dele. Todo o conteúdo entre colchetes é de autoria do editor, assim como todas as notas de rodapé. Itálico e aspas foram introduzidos em pequena escala. As citações Bíblicas não foram corrigidas, pois o Dr. Quimby tinha o hábito de parafrasear para mostrar a sua interpretação da Bíblia. Alguns artigos foram condensados ​​para evitar repetições, mas nenhuma alteração substancial foi feita. Os termos Ciência, Verdade e Sabedoria foram escritos com inicial maiúscula em todo o texto, em conformidade com o uso em alguns artigos nos quais essas palavras são sinônimos de Cristo ou Deus. O mesmo se aplica aos termos gerais para a teoria de Quimby, a Ciência da Saúde, a Ciência da Vida e a Felicidade. O termo Ciência Cristã é usado em referência ao desenvolvimento do ensinamento original de Jesus.

Nessa edição, vários erros foram corrigidos e o Capítulo Doze foi reescrito. – H. W. Dresser

Tradução livre Projeto OREM® (PO)

Capítulo 16

Doença e Cura [Healing]

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—–Continuação da Parte II—–

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EXPERIÊNCIA DE UM PACIENTE COM O DR. QUIMBY

Por muitos anos, eu estive muito doente e, sem obter nenhum benefício com os vários métodos de cura [cure] que havia empregado, eu pensei em consultar o Dr. Quimby. Então, eu perguntei a alguns amigos sobre o tratamento dele. Alguns disseram que ele era espiritualista, outros que era mesmerista e outros ainda que ele declarava guerra a todas as crenças religiosas. Como eu não conseguia entender a relação entre as minhas crenças e minha doença, eu desisti da ideia de consultá-lo. Mas, finalmente, eu fui levado de volta ao assunto por um momento de total desesperança e desespero quanto à possibilidade de recuperação, então eu decidi consultá-lo. Em minha primeira consulta, eu perguntei se ele poderia curar [cure] a doença da coluna. Ele respondeu que ele nunca desejava que um paciente lhe contasse os seus sentimentos. “Muito bem”, disse eu, “o que o senhor quer que eu faça?” “Nada”, disse ele, “apenas ouça o que eu digo.”

Então, eu perguntei se ele prescrevia medicamentos. “Não.” “O senhor utiliza algum agente do mundo espiritual?” “Não”, respondeu ele. “Então”, disse eu, “tem que ser mesmerismo.” Ele respondeu: “Essa pode ser a sua opinião, mas não é a verdade.” “Então, por favor, diga-me como você chama o seu método de cura [curing]?” Ele disse que não tinha nome.[7] “Bem”, disse eu, “ele é original da sua parte?” Ele disse que ele nunca conheceu ninguém que curasse [cured] como ele o fazia. “Pode me dar uma ideia de como você cura [cure]?” Ele disse: “Seria muito difícil convencer uma pessoa de como ela se sente, a não ser que eu mesmo sinta.” “Sim”, eu disse, “seria difícil para você descrever os meus sentimentos.”

[7] Esse é o tipo de declaração que um crítico distorceu, insinuando que o Dr. Quimby não sabia como ele curava [cured].

“Bem”, disse ele, “se eu lhe disser como você se sente, você admitirá?” “Certamente, mas como você cura [cure]?” Ele respondeu: “Eu ilustrarei uma coisa. Você acredita na Bíblia?” “Certamente”, eu disse. “Quando Jesus disse aos Seus discípulos: ‘Por um pouco de tempo eu estarei convosco, depois irei e vós me procurareis. Para onde eu for, vós não podereis ir’, o que Ele quis dizer com essa passagem?” “Eu suponho que Ele estava falando da crucificação.” “Então você pensa”, disse ele, “que Jesus aludiu a outro mundo quando disse: ‘Se me amasseis, alegrar-vos-íeis porque vou para o Pai…’. Em outro lugar, Ele diz: ‘Se eu não for, o Consolador não virá; mas, se eu for, enviarei o Consolador, que vos guiará a toda a verdade’. Agora, eu suponho que você pensa que tudo isso se refere a outro mundo?” Eu disse: “Sim.”

“Bem”, disse ele, “agora eu me sentarei e verei se consigo adivinhar os seus sentimentos.” Ele então se sentou, pegou a minha mão e logo a passou sobre uma das minhas vértebras, dizendo: “Você está com uma dor muito aguda nessa vértebra nesse momento.” Eu disse que sim. Então ele colocou a mão na têmpora esquerda e disse: “Você está com uma dor muito forte aqui, que afeta a visão do seu olho esquerdo.” Eu então lhe disse que ele estava certo.

“Agora”, disse ele, “eu explicarei como eu curo [cure]. Você admite que Jesus tomou sobre si as nossas enfermidades?” Eu disse que sim. “Eu não tomei sobre si também a sua dor na coluna, nas têmporas e nos olhos?” “Sim”, eu respondi. “Agora eu explicarei as passagens que eu mencionei. A minha teoria é que a doença é uma invenção do homem, um fardo imposto às pessoas, colocado sobre os seus ombros, difícil de suportar; que o homem foi enganado e desviado e é incapaz de recuperar a saúde e a felicidade; que a missão de Jesus era romper os grilhões que prendiam os enfermos e restaurá-los à saúde e à felicidade. Para isso, Ele precisava encontrá-los, pois haviam se perdido como ovelhas sem pastor.”

Então Ele tomou sobre si as dores e os sofrimentos deles para mostrar-lhes que Ele estava com eles e sabia como se sentiam e disse: ‘Venham a Mim, todos vocês que estão sobrecarregados e Eu lhes darei descanso’. Eu disse: ‘Você parece falar muito sobre a Bíblia. Eu vim aqui para ser curado [cured] e não para que a minha religião seja destruída’. Ele respondeu: ‘Eu disse alguma coisa sobre religião?’ ‘Não, mas eu não entendo por que você cita a Bíblia’. ‘Eu lhe direi’, disse ele, ‘você admite que eu tomei os seus sentimentos?’ ‘Sim’. ‘Bem, eu quero que você entenda que, quando eu tomo os seus sentimentos, eu estou com você, não eu mesmo como homem, mas essa grande verdade que eu chamo de Cristo ou Deus’. ‘O que você quer dizer com isso? Que você é igual a Cristo?’

A minha teoria é que a doença é uma invenção do homem, um fardo imposto às pessoas, colocado sobre os seus ombros, difícil de suportar; que o homem foi enganado e desviado e é incapaz de recuperar a saúde e a felicidade; que a missão de Jesus era romper os grilhões que prendiam os enfermos e restaurá-los à saúde e à felicidade. Para isso, Ele precisava encontrá-los, pois haviam se perdido como ovelhas sem pastor.”

‘O que você quer dizer com Cristo?’, perguntou ele. ‘Eu quero dizer Jesus’. ‘Então Jesus e Cristo são um só?’ ‘Sim’. ‘Então’, disse ele, ‘quão Jesus é Deus?’ ‘Deus manifestado na carne’, eu respondi. ‘Ele perguntou: “O que você quer dizer com Deus manifestado na carne?”‘ “Que Deus se fez carne e sangue para convencer o homem do Seu poder e salvá-lo de uma eternidade de sofrimento sem fim.” “Deus pode existir fora da matéria?”, perguntou ele. Eu respondi: “Sim.” “Existe alguma coisa do homem que existe quando Deus está fora dele?” “Sim”, disse eu, “carne e sangue.” “Então carne e sangue são algo em si mesmos?” “Sim.” “Como você chama isso, o homem natural?” “Sim.” “Esse Jesus seria o homem natural de carne e sangue e Cristo, o Deus manifestado no homem Jesus?” Eu disse: “Sim, eu penso que sim.”

“Bem”, disse ele, “é exatamente isso que eu quero lhe provar, que o Cristo é o Deus em todos nós. Você nega que tem uma partícula de Deus em você?” “Não, eu acredito nisso”, eu respondi. “Então nós não discordamos nisso. Eu quero que você entenda que esse Cristo ou Deus em nós é o mesmo que está em Jesus, só que em um grau maior Nele, como nesse exemplo: Você ensina música?” “Sim”, eu respondi. “Os seus alunos sabem tanto sobre a ciência da música quanto você?” “Não, se eles soubessem, eu não conseguiria ensiná-los.”

“Bem”, disse ele, “é exatamente isso que eu quero lhe provar, que o Cristo é o Deus em todos nós.”

“Então você tem mais conhecimento científico do que eles?” “Sim.” “Eles têm algum?” “Sim.” “O que eles sabem é ciência? Não é a mesma quantidade que você possui?” “Sim”, eu disse. “Então, se um de seus alunos disser: ‘Eu entendo a ciência da música’, deve-se entender que ele é igual a você?” “Não.” “Bem, comigo também é assim”, disse ele; “quando eu digo que por essa grande verdade eu expulso o erro, ou em outras palavras, corrijo a sua opinião e o liberto dessa maldição de todos os males, a doença, eu não quero dizer aquele P.

P. Quimby é igual ao homem Jesus, ou igual à Sua sabedoria ou Cristo, mas apenas admito que eu reconheço o grande princípio no homem, de Deus como um Ser distinto.

Eu quero que você entenda que esse Cristo ou Deus em nós é o mesmo que está em Jesus

“Enquanto eu estou explicando esse Cristo, eu apresentarei a você a trindade em que eu acredito, ou seja, a trindade de P. P. Quimby. Não que P. P. Q. seja a trindade, mas que P. P. Q. acredita nela. Ele acredita em uma sabedoria viva e verdadeira chamada Deus, em Jesus (carne e sangue), um meio para essa verdade, e no Espírito Santo, ou explicação de Deus para o homem. Eis a minha trindade e o Espírito Santo é a Ciência que os conduzirá a toda a verdade: ele romperá as amarras do erro e triunfará sobre a opinião do mundo. Esse Espírito Santo é o que está com o seu Cristo, que o seu corpo carnal desconhece; esse é o Cristo em vocês que foi lançado na prisão desde que adoeceram; ele é o Cristo de quem Jesus fala, aquele que pregou aos prisioneiros muito antes do dilúvio. Esse mesmo Cristo foi crucificado na morte de Jesus e sepultado no túmulo das novas doutrinas de José, não com o corpo de Jesus. Os Judeus crucificaram Cristo por sua falsa religião e as massas crucificaram o homem Jesus, portanto, Cristo no túmulo de todo verdadeiro discípulo continha Cristo, crucificado em seu peito pelo mundo das opiniões. Esse Cristo é aquele de quem Jesus Cristo falou, não a carne e o sangue que as pessoas viam com os olhos naturais delas.

Portanto, toda a verdade que veio através do homem Jesus era Cristo e era a veste de Jesus. Assim, Jesus estava revestido com o evangelho, ou a sabedoria de Deus. Quando o erro assassinou o homem, eles roubaram o corpo de Cristo e dividiram entre si as suas vestes, ou a sabedoria, enquanto as pessoas acreditavam que a carne e o sangue que foram depositados no túmulo eram aqueles de quem tinham ouvido falar, quando não eram nada além do meio daquele que nunca viram, apenas em mistério. Esse mesmo Cristo ressuscitou e ainda está no mundo material, reconciliando o mundo do erro com a ciência de Deus.

“Agora, eu começarei novamente a pregar Cristo a você para curá-lo [to cure you] de seus erros ou doença e trazê-lo para essa Verdade viva que o libertará dos males das opiniões humanas que o aprisiona como fardos na forma de uma doença. Portanto, quando eu digo que eu estou com você, eu me refiro a esse Cristo ou verdade, não a P. P. Quimby como homem. Eu o tenho reconhecido como meu líder e mestre. Assim, quando eu falo dele, eu falo dele como uma sabedoria superior à de P. P. Quimby e você têm o mesmo Cristo em si, aprisionado pelos erros desse mundo. Então, eu me sentarei novamente ao seu lado e ouvirei os seus gemidos, pois eu sinto a dor das amarras que os prendem ao peito. Ora, aquele que sente não é P. P. Quimby, mas o Cristo e aquele que se queixa não é a Sra. P., mas o Cristo na Sra. P., lutando para remover a pedra do sepulcro do túmulo dela, para ressurgir da morte ou do erro, para o Deus vivo ou Sabedoria. Veja você que, eu, que é, essa Sabedoria faz com que um homem doente se torne dois: um homem além de si mesmo e um servo [erro] acima de seu mestre.

Portanto, quando eu digo que eu estou com você, eu me refiro a esse Cristo ou verdade, não a P. P. Quimby como homem.

Quando o mestre é reconhecido, o servo permanece desconhecido, assim como o erro não é conhecido quando a verdade chega. Eu  ilustrarei o que quero dizer com um exemplo: Se você acredita que os seus pulmões estão doentes, o servo, ou a crença, é o mestre e a Sabedoria, o verdadeiro mestre, torna-se o servo; mas quando o Senhor da vinha vier, o servo mau será expulso e outro será colocado em seu lugar, aquele que prestará ao seu Senhor o que lhe é devido. Assim, quando eu, essa verdade, convencer o erro de sua falsidade, ele não resistirá ao fogo da Verdade, então se submeterá à Sabedoria, a verdade retomará o seu domínio e a saúde e a felicidade serão o resultado. A sua doença é o resultado de sua crença e mudar a sua crença é convencê-lo de um erro que o aprisiona e as dores e o estado de espírito debilitado são os resultados naturais de sua punição. A Verdade nunca aprisiona ou separa uma verdade da outra e toda crença que tende a nos separar é erro e causa infelicidade. O erro sempre tenta separar um do outro.

Se você acredita que os seus pulmões estão doentes, o servo, ou a crença, é o mestre e a Sabedoria, o verdadeiro mestre, torna-se o servo

“Eu ilustrarei: Imagine que você é meu filho e você adoece como você está agora; segundo a crença religiosa, nós temos que nos separar e talvez, em algum momento futuro, nós nos encontremos novamente naquele mundo de onde nenhum viajante jamais retornou. De acordo com a sua crença e a de seus amigos, as chances são de que você esteja destinado a esse mundo dos espíritos.

A sua doença é o resultado de sua crença e mudar a sua crença é convencê-lo de um erro que o aprisiona e as dores e o estado de espírito debilitado são os resultados naturais de sua punição.

Imagine que eu acredite como você e o resto do mundo religioso, como têm que ser os meus sentimentos ao vê-lo se apressando para aquele mundo de onde nenhum viajante retorna? Como você tem que se sentir, sabendo que está prestes a ser arrancado do seio de seus amigos para entrar naquela sepultura escura e sombria, com apenas a esperança de uma ressurreição dentre os mortos e isso baseado em uma crença? Não é isso suficiente para abalar os próprios alicerces da sua vida e fazer as paredes da sua crença tremerem até os alicerces? Para mim, essa é uma crença horrível. Agora, esse é o seu verdadeiro estado: tremendo entre a esperança e o medo, resistindo por medo e agarrando-se aos seus amigos, enquanto os mais próximos e queridos tentam afastá-lo através da fé cega deles.

“Imagine que você é uma mãe e o seu único filho é convocado para o exército e os seus vizinhos, que também têm filhos, vêm consolá-la dizendo que ele estará melhor indo, mesmo que ele morra lutando pelo país. Você se sentiria feliz em se separar dele? A separação não seria quase suficiente para partir o seu coração? Então o seu marido é convocado e agora o seu sofrimento transborda. Tudo isso pode acontecer sem um olhar fundo, uma bochecha pálida e encovada, um rubor intenso, lábios arroxeados e uma tosse nervosa? Em meio a tudo isso, a probabilidade de que ambos não voltem para animá-la em seus últimos momentos, quando a sua vida estiver quase no fim, é de uma em cinquenta. Em meio a tudo isso, os seus espíritos se misturam como se vocês tivessem sido separados como amigos, mas quando eles morrem, segundo a nossa crença, o fio que nos une é cortado pela faca que corta a nossa vida e nossas almas se lançam no mundo de nossa crença. O que é pior? Passar por qualquer uma das duas situações já é ruim o suficiente, mas acredito que a crença religiosa seja pior.

A crença religiosa prepara a mente para a crença médica; uma se baseia em superstições antigas; isso condiciona a mente como argamassa e então o oleiro ou o médico molda a mente em doença. Eu não tenho simpatia por nenhuma das duas. A ciência não reconhece tais crenças; a ciência jamais separa, é de eternidade a eternidade, ela não tem começo nem fim.

“Eu voltarei agora a falar com você como a minha criança para convencê-la de que, embora os seus olhos estejam fundos e as suas bochechas coradas, as suas dores e problemas se resumem a falsas ideias que você tem de si mesma. Nós somos todos uma parte e parcela uns dos outros, isso é, em nossa sabedoria ou naquela vida eterna que não pode ser separada, mas as nossas crenças podem mantê-la aprisionada. Agora, enquanto você se senta e ouve, imagine que você se aquiete e entre naquele estado de espírito feliz em que encontra o seu marido e filho, conversa com eles sobre a guerra e descobre que eles acham a vida bastante difícil, mas eles não retornarão até que a rebelião seja esmagada. No geral, você se convence de que eles estão em melhor situação do que você imaginava. Você não se sentiria aliviada? Eu sei que sim. Enquanto você estiver nesse estado, imagine que você acreditasse estar morrendo e os seus amigos estivessem chorando ao seu redor pela última vez e você não conseguisse falar. O que você pensa que teria o efeito mais revigorante em você ao acordar? Você não necessita responder. Agora, a minha crença é essa: a Sabedoria nunca separa você de mim, mas nos torna parte um do outro na Sabedoria; pois o que eu sinto eu sei e o que eu não sei eu não posso sentir.

a Sabedoria nunca separa você de mim, mas nos torna parte um do outro na Sabedoria; pois o que eu sinto eu sei e o que eu não sei eu não posso sentir.

Acreditar que o meu filho é separado e distinto de mim é uma crença horrível para nós dois, mas saber que Deus não pode ser dividido é saber que nós não podemos ser separados de nosso Pai Celestial. O erro se mantém unido apenas por opiniões que podem enganar, mas a Ciência é vida eterna. Ela está presente em toda a humanidade e é progresso; não conhece morte nem separação. Saber disso é mais do que o mundo religioso jamais teve. Essa era a doutrina de Jesus; Cristo é o fruto dessa sabedoria e é isso que eu estou tentando incutir em sua mente, como o fermento que leveda toda a massa. Se essa é uma doutrina infiel, então P. P. Quimby é um infiel; mas eu preferiria abrir mão de tudo na Terra a abrir mão dessa Verdade que é o meu pastor, que me guia pelo vale escuro da sombra da morte e me abriga onde nenhuma crença ou opinião pode me dar uma gota d’água para refrescar a minha língua quando atormentada pela crença religiosa.”

saber que Deus não pode ser dividido é saber que nós não podemos ser separados de nosso Pai Celestial.

O MÉTODO SILENCIOSO

[É notável que Quimby não se detém na análise do processo de cura [healing], não escreve sobre concentração, meditação ou “o silêncio”. Dotado de poderes de concentração excepcionais, ele se voltava imediatamente para o paciente para fazer o seu diagnóstico intuitivo, dedicando então o seu pensamento à realização do ideal divino de saúde e felicidade. A descrição mais próxima que ele faz do processo encontra-se na seguinte ilustração, extraída de sua experiência como daguerreotipista em seus primeiros anos.]

Um paciente procura o Dr. Q. Ele se torna alheio a todas as coisas, exceto à impressão dos sentimentos do paciente. Esses são rapidamente daguerreotipados nele. Eles não contêm inteligência, mas projetam um reflexo de si mesmos que ele observa: esse contém a doença como ela se apresenta ao paciente. Confiante de que se trata da sombra de uma ideia falsa, ele não a teme, mas ri dela. Então, os seus sentimentos em relação à doença, que são saúde e força, são daguerreotipados na placa receptora do paciente, que também projeta uma sombra. O paciente, vendo essa sombra da doença sob uma nova luz, ganha confiança. Essa mudança de sentimento é daguerreotipada novamente pelo médico e essa [nova impressão] também projeta uma sombra e ele vê a mudança e continua a tratá-la da mesma maneira. Assim, os sentimentos do paciente simpatizam com os dele, a sombra se torna tênue e, finalmente, a luz toma o seu lugar e nada resta da doença.

[Essa descrição refere-se às intuições sucessivas a respeito do indivíduo como um todo, ao erro a ser banido, aos medos a serem superados, às imagens mentais perturbadoras a serem apagadas; e à representação da imagem divina da saúde, concretizada pelo grande poder de Quimby de focalizar a atenção, bem como por sua percepção das causas nas quais baseou a explicação após o tratamento silencioso.]

A “placa receptiva” do paciente inclui parte do que hoje nós chamamos de subconsciente. Quando mudanças reais eram realizadas, o paciente começava a sentir os benefícios. Então, o processo de reeducação [reprogramação] podia ser iniciado. Quimby julgou pelo homem ideal ou “científico”, em contraste com a própria ideia que o paciente tinha de si mesmo como doente, que era uma mera sombra.

TRATAMENTO DE UMA CRIANÇA

Para demonstrar o efeito da vontade sobre a mente de uma criança, eu relatarei o caso de uma menina de aproximadamente dois anos que me foi trazida para ser tratada por claudicação. A mãe segurava a criança no colo e me informou que ela mancava do joelho. Essa foi a informação que eu recebi da mãe; porém, ao sentar-me ao lado da criança, eu experienciei um estranho sentimento no quadril e na virilha, mas nenhuma sensação ruim no joelho. Eu disse à mãe que a claudicação era no quadril e que eu lhe mostraria como a criança andava e como andaria se mancasse do joelho. Em seguida, eu imitei a maneira de andar da criança e também mostrei como ela andaria se a claudicação fosse no joelho. Depois que expliquei a diferença para ela, a mãe admitiu que eu estava certo.

Então, eu a informei de que, para curar [to cure] a claudicação da criança, eu tinha que curá-la [a mãe] da doença que estava em seus sentidos [mente] enquanto o fenômeno se manifestava na criança. Ela disse que o médico lhe informou que a doença estava no joelho e ordenou que fosse imobilizado. Imobilizar o joelho e impedir que ele dobrasse seria agravar o problema no quadril e deixar a criança aleijada. Eu fui obrigado a explicar a opinião do médico de forma diferente. Ao fazer isso, eu mudei tanto a opinião da mãe que, ao colocar a criança no chão, ela percebeu que a sua vontade guiava os seus movimentos. Isso ficou tão evidente para ela que, de certa forma, ela conseguiu contrabalançar o movimento incorreto da criança. Com a minha própria sabedoria, aliada à vontade da criança, logo eu consegui convencê-la a mudar de ideia e a criança passou a andar muito melhor.

O PRINCÍPIO DA CURA [HEALING]

É um fato indiscutível que o Dr. Quimby cura [cures] doenças e isso sem o uso de medicamentos ou aplicações externas. Como ele faz isso? Essa é a pergunta que intriga e interessa as pessoas. Se ele possui algum método novo, diferente do modo misterioso e supersticioso reconhecido por outros que aparentemente curam [to cure] doenças apenas por virtude pessoal, qual é esse método? De onde vem o seu poder?

Ele nega possuir qualquer poder ou dom superior ao de outros homens. Ele afirma que opera de forma inteligente, guiado por um Princípio que sempre o acompanha quando está com os doentes. Ele segue esse Princípio na prática e na teoria e por meio dele aprende fatos da vida real que jamais conseguiria de outra forma. Ele descobriu o caminho pelo qual todos os erros sejam capazes de serem corrigidos. …

Poderíamos chamar isso de Princípio da Bondade. É a inteligência suprema que opera nos assuntos do homem, sempre produzindo harmonia e fazendo-o sentir que ainda tem muito a aprender e que é um ser em constante evolução. … O seu objetivo tem sido desenvolver esse princípio em relação ao sofrimento humano e fazer da vida uma ciência. A causa de todo sofrimento reside na ignorância de nós mesmos e à medida que ele desenvolve essa porção superior e mais feliz da humanidade, que ele chama de Ciência, ele enxerga através dos sofrimentos e males e justamente na medida em que os enxerga, ele pode corrigi-los. … Com um conhecimento de que todo problema é um alarme falso… ele procede a minar os alicerces e a estrutura desmorona. Por mais bem estabelecidos que sejam os fatos de qualquer doença, ele acredita que a base está completamente errada, dependendo das opiniões dos homens para existir. … Destruir a crença identificada com os sentimentos de um paciente transforma a mente e essa é a cura [cure]. …

A causa de todo sofrimento reside na ignorância de nós mesmos e à medida que ele [Quimby] desenvolve essa porção superior e mais feliz da humanidade, que ele chama de Ciência, ele enxerga através dos sofrimentos e males e justamente na medida em que os enxerga, ele pode corrigi-los. …

A mente é alguma coisa e abrange uma extensão muito maior do nosso ser do que nos ensinam a considerar isso. Ela inclui todas as opiniões e a religião [convencional] e todas as coisas em nós que são capazes de mudar; não a parte que é vista pelo olho natural, mas a que age sobre o homem natural. Ela abrange toda excitação e agitação e todas as variações da humanidade. … Ela não é matéria que chega aos nossos sentidos corporais. Ela é outro tipo de matéria que é tão sensível para ele quanto aquilo que ele toca com as mãos dele. Ao redor de cada um existe uma atmosfera de inteligência que contém toda a nossa identidade e ele se tornou tão sensível a essa atmosfera que a sua existência é um fato e com ela ele opera. [Se isso parece implicar um sexto sentido, a resposta é que o Dr. Quimby não tem] encontrado nenhuma faculdade mental que correspondesse a um “senso”, mas ele tem refinado e espiritualizado as faculdades mentais que a humanidade exerce uns em relação aos outros até chegar ao verdadeiro caminho de se comunicar e influenciar mentes. Por exemplo, a compaixão dele por seus pacientes é pura, isenta de qualquer sentimento de culpa, desprezo ou desânimo e é uma transparência que reflete os sentimentos deles tal como lhe chegam, com a luz de uma fonte mais superior, para levá-los em consideração e explicá-los ao paciente e a sua explicação ilumina a mente do paciente.

Com um conhecimento de que todo problema é um alarme falso… ele procede a minar os alicerces e a estrutura desmorona.

Como ele sabe que encontrou um método verdadeiro? Como ele sabe que não está enganado? Há muitas razões que confirmam o seu método como ciência. Uma delas é que ele o aprimora constantemente. Ele descobre que ele é capaz de curar [cure] casos mais difíceis e mais rapidamente. Então, à medida que ele explica o seu método a outros e eles o entendem, isso o confirma. Admitindo que existe uma Causa Primeira ou Deus, não é tão difícil demonstrar que o Dr. Quimby conhece mais sobre a sabedoria Dele em relação à saúde… e a Ele dá toda a glória. Ele sabe que, ao tratar doenças, está puramente sob a influência da verdade suprema. … Ele sabe que a sua crença peculiar não é uma invenção sua, pois é contrária ao que lhe foi ensinado como homem natural: ela se baseia nos fatos de sua própria experiência com os enfermos. …

Por mais bem estabelecidos que sejam os fatos de qualquer doença, ele acredita que a base está completamente errada, dependendo das opiniões dos homens para existir. … Destruir a crença identificada com os sentimentos de um paciente transforma a mente e essa é a cura [cure]. …

SAÚDE E DOENÇA

A doença é aquela parte da mente que pode ser comparada a um deserto. Ela está repleta de opiniões errôneas e ideias falsas de todos os tipos e abre um campo para especuladores explorarem. … Quando eu me sento ao lado de uma pessoa doente, ela me conta a história de suas viagens e a sua experiência com os males que a afligiram nesse deserto. O caráter científico é como o filho pródigo, deseja entrar nessa terra de mistério para ver o que pode ganhar. … Como a saúde é o que mais se deseja, descobrir como mantê-la e, quando perdida, como recuperá-la, é o objetivo de nossa jornada por esse território. Pode-se perguntar: O que é saúde? Eu não conheço resposta melhor do que essa: é a sabedoria perfeita e assim como um homem é sábio, assim é a sua saúde; mas como nenhum homem é perfeitamente sábio, nenhum homem tem saúde perfeita. A ignorância é doença, embora não seja acompanhada de dor. A dor não é a doença em si, mas o que a sucede. De acordo com a minha teoria, a doença é uma crença e onde não há medo, não pode haver dor; Pois a dor não é o ato em si, mas a reação a alguma coisa que a causa.

Saúde é a sabedoria perfeita e assim como um homem é sábio, assim é a sua saúde; mas como nenhum homem é perfeitamente sábio, nenhum homem tem saúde perfeita.

Mas, diz alguém, eu nunca pensei em dor até que ela surgiu. Mas se ela surgiu, alguma coisa tem que tê-la desencadeado. Portanto, ela tem que ser um efeito, seja ela originária de algum lugar ou de nós mesmos. Eu defendo a ideia de que ela é gerada em nós mesmos e que ela tem que ter uma causa. Todos sabem que, em seu estado natural, uma pessoa é sensível ao que nós chamamos de dor e se a sua sensibilidade for destruída, ela não demonstra sinais de dor. Mas supor que os seus sentidos estão destruídos porque ela não sente dor não é correto: os seus sentidos [ou consciência no nível da percepção (consciousness)] podem estar desvinculados de seu corpo e ligados a outra ideia, de modo que ela não seja sensível a nenhum efeito sobre o corpo que, em seu estado natural, lhe causaria dor. Isso mostra que a dor está na mente, como todos os problemas, embora a causa possa estar na crença ou no corpo.

A ignorância é doença, embora não seja acompanhada de dor. A dor não é a doença em si, mas o que a sucede.

Por exemplo, suponha que um tumor apareça no corpo e a pessoa não sinta nenhuma sensação ou incômodo por causa dele. Ela consulta um médico que, após examiná-lo, pergunta ao homem se ele tem dores lancinantes e ondas de calor.

De acordo com a minha teoria, a doença é uma crença e onde não há medo, não pode haver dor; Pois a dor não é o ato em si, mas a reação a alguma coisa que a causa.

O homem diz: “Não, por que você faz essa pergunta?” O médico responde que parece ser um câncer e, em seguida, explica a natureza e os sintomas da doença. No decorrer de uma hora, o homem sente dores lancinantes. Agora, onde está a dor, no tumor ou na crença de que se trata de um câncer? Eu respondo: na crença. … O erro dá direção à mente e um câncer se forma exatamente na medida em que a crença é assimilada pelo paciente. Todo pensamento faz parte da identidade de uma pessoa e se ela contém uma crença, ela tem que sofrer as consequências de seus atos; pois acreditar é agir.

APRENDENDO A CURAR [TO HEAL]

Como uma pessoa é capaz de aprender a curar [to cure] os doentes? Como um aluno de matemática aprende a resolver um problema. Supõe-se que cada palavra tenha um significado. Ora, as palavras são como nozes: algumas são cheias, outras parcialmente cheias, outras vazias. O alimento, ou a sabedoria, está na palavra e se a palavra não contém sabedoria, então é como cascas ou espuma, não satisfaz o desejo da pessoa que busca a substância. O alimento natural serve para satisfazer o homem natural e o alimento espiritual, ou a sabedoria, serve para satisfazer o homem interior ou científico. A criança, antes de começar a conhecer, é alimentada com alimento natural, enquanto o seu alimento espiritual são as opiniões expressas em palavras. Portanto, como eu disse, as palavras contêm mais ou menos verdade; nem todas são cheias e algumas são vazias; mas quando uma pessoa profere uma palavra que contém a verdadeira substância e a aplica à coisa de que se fala, isso é o que se chama de pão da vida e ela não tem fome nem sede de sabedoria a respeito disso. Os doentes têm sido enganados por palavras falsas e se alimentaram de alimento que não contém sabedoria. Famintos e sedentos, eles pedem comida a estranhos; pedem saúde ou o pão da vida e o homem natural, tomando o pão como substância natural, traz-lhes pão, mas o seu estado de espírito não anseia por alimento natural, portanto, para eles, isso é como uma pedra.

Há um pão, que se um homem comer, ele é saciado e esse pão é Cristo ou a Ciência. Ele é o corpo de Cristo. Jesus diz: “quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna.” “Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é bebida.” Os Judeus de Seus dias eram como os sábios de hoje. Pão é pão e sangue é sangue e eles dizem: “como pode esse homem nos dar a sua carne para comer?” Eles não entendem que a Sabedoria é um corpo e a opinião, uma sombra. A crença do homem natural é o seu corpo e comer e beber a sabedoria do mundo é comer condenação ou doença.

Agora, eu ilustrarei uma cura [cure]. Eu me sento ao lado de uma pessoa doente e você também se senta, eu sinto a aflição dela e o seu estado de espírito e a encontro fraca e exausta pela falta de sabedoria. Eu digo a ela o que ela chama de esse sentimento que a aflige e conhecendo a sua aflição, as minhas palavras contêm alimento que você desconhece. As minhas palavras são palavras de sabedoria e elas a fortalecem, enquanto que, se você pronunciasse as mesmas palavras e o som chegasse ao ouvido natural exatamente como o meu, elas seriam apenas sons vazios e a doente não extrairia nenhum alimento a partir delas.

Eu descreverei esse alimento para que você possa prová-lo e se tornar mais sábio após a refeição. Para provar que a comida satisfaz a fome de uma pessoa, eu tenho que encontrar alguém com fome e para provar que as minhas palavras satisfazem os doentes, eu tenho que encontrar alguém que anseie pelo pão da vida, ou seja, pela saúde. Fraca e desfalecida de exaustão, ela procurou um médico em busca de alimento para satisfazer o seu desejo, pois ela estava faminta pela falta de sabedoria em relação ao seu problema. Ao invés de lhe dar a sabedoria que a teria satisfeito, ele, em sua ignorância, deu-lhe essas palavras cheias de veneno: “O seu problema é um câncer de mama”. Ao ouvir essas palavras, ela ficou cada vez mais fraca e exausta, até sentir náuseas. Ela comeu desse alimento venenoso até que as sementes da miséria começaram a agitar a questão, a ideia começou a se formar e um nódulo apareceu em seu seio. Ao associar o nome câncer ao nódulo, o nome e o nódulo se tornaram uma coisa só. As palavras do médico continham o veneno, o veneno produziu o nódulo e a ignorância deles associou o nome ao nódulo, chamando-o de câncer.

Eu fui chamado para ver a senhora e, desconhecendo completamente o seu problema, eu senti a fraqueza e a fome que ela sentia. Ao perceber o efeito da comida ou das opiniões do médico sobre ela, eu comentei: “A comida que você come não a nutre, apenas lhe causa dor no peito”. Eu disse isso em referência à maneira como ela argumentava sobre o seu problema.

“Como você sabe?”, perguntou ela. Então eu lhe disse que ela pensava que o problema dela era um câncer e ela admitiu que era mesmo. Em seguida, eu lhe disse que ela não tinha câncer, exceto aquele que ela mesma havia criado. “Eu admito o inchaço”, disse eu, “mas ele é de sua própria autoria. Você recebeu a semente do médico e ele preparou a mente ou a matéria para o seu crescimento, mas o fruto é obra da faculdade mental médica.”

Vejamos o quanto a ideia de câncer existe de fato. O nome existe antes do tumor, então o tumor, antes de aparecer, tem que ter existido na mente, pois não estava à vista quando a palavra foi aplicada a ele pela primeira vez, ou quando lhe disseram pela primeira vez que você tinha um.

Você sabe que você é capaz de ser afetada por outra mente. Agora, eu quero lhe mostrar que todo fenômeno que toma forma no corpo humano é concebido primeiro na mente. Nós sentimos alguma sensação que nós não conseguimos explicar, então nós evocamos alguma ideia que nós transformamos em crença e logo ela se condensa em uma forma e recebe um nome. Então, todo fenômeno que recebe o nome de doença é um padrão de alguma ideia falsa, iniciada sem o menor fundamento em verdade.

todo fenômeno que toma forma no corpo humano é concebido primeiro na mente.

Agora, a esse nódulo eu chamo de fenômeno, pois eu não posso chamá-lo de câncer, porque se o fizer, eu estarei admitindo uma coisa fora da mente. Os sentidos são o homem independente da carne, isso é uma coisa; a palavra câncer é outra. Agora, eu quero descobrir a matéria à qual a palavra se aplica. Dizer que uma coisa existe e provar a sua existência são duas coisas diferentes. Se algum médico disser onde esse câncer estava antes de ser visível, eu perguntarei a ele como ele sabe. Que ele diga que estava no sangue, que o estado do sangue indica a presença de humor canceroso.

Então, todo fenômeno que recebe o nome de doença é um padrão de alguma ideia falsa, iniciada sem o menor fundamento em verdade.

Agora, você nega que eu tenha relatado os seus sentimentos? “Certamente que não.” Então eu tenho humor canceroso? “De modo algum.” Então não há sabedoria nesse argumento. Novamente, ele nunca soube que você tinha um mau pressentimento até que você lhe dissesse. Então, de onde ele tirou esse conhecimento? Não de você, pois você nunca pensou em câncer. Tem que ter sido do que você disse sobre a sua dor. Suponha que eu tivesse dito que sentia essas mesmas dores e você tivesse se calado; então, segundo a teoria dele, eu deveria ter um humor canceroso. Ora, eu sei que eu não tenho humor, nem tive ideia ou dor até me sentar ao seu lado; portanto, a história dele sobre um câncer é uma mentira completa, sem o menor fundamento. É como as histórias de Simbad, o Marinheiro, ou algumas fábulas de bruxas que não têm existência na realidade. Então você perguntará: o que é esse nódulo? Ele é um nódulo de matéria sólida, não um fantasma ou qualquer coisa invisível, mas ele foi feito por você mesmo e por mais ninguém.

Agora, a esse nódulo eu chamo de fenômeno, pois eu não posso chamá-lo de câncer, porque se o fizer, eu estarei admitindo uma coisa fora da mente.

Eu lhe direi como você o fez. Você se lembra de eu ter falado sobre você ter um calor. Esse calor não continha nada de bom ou de ruim, mas era uma mera decomposição do seu corpo causada por alguma pequena agitação. Isso a incomodou e então o seu medo supersticioso de doenças começou a assombrá-la em seus sonhos, criando uma reação na parte do seu peito onde o erro havia se instalado. Você começou então a cultivar a ideia até que, finalmente, estimulou os músculos a tal ponto que o nódulo apareceu. Se agora eu comprovei a cura [cure], eu consegui atingi-la e o nódulo desaparecerá.

Deseja saber por quê? “Sim.” O efeito é capaz de permanecer quando a causa é removida? “Eu presumo que não.” Como você se sente? “Eu me sinto bem.” Como você se sente em relação ao seu problema e em relação ao que eu disse? “Eu penso que você tem razão e parece mais razoável do que a história do médico.” Então os seus sentidos deixaram a opinião dele e chegaram à minha sabedoria. Esse é o novo nascimento, você ressuscitou dos mortos e você está livre das ideias do médico. Essa verdade destruiu a morte e trouxe vida e saúde através da Ciência. Agora, eu lhe digo: pegue o seu leito, ou essa Verdade e siga o seu caminho e quando a noite do erro chegar, estenda a veste da Sabedoria que envolveu Jesus e envolva-se em suas dobras, ou Verdade, até que o sol da Vida brilhe sobre o seu corpo e você se liberte dos males da velha crença.[8]

[8] 1864.

FORÇA

O que é força? Essa pergunta parece fácil de responder, mas, refletindo sobre o assunto, percebemos que não é tão simples. As palavras são tão mal utilizadas que é impossível captar o significado, o sentimento ou o estado original em que foram introduzidas. Se você optar por aplicar a palavra força a máquinas, então eu não vejo problema na definição, mas se ela for aplicada também ao homem, a definição estará errada; pois a força do homem reside em sua vontade e isso é independente daquilo que você chama de “forte”. Se você disser “essa é uma alavanca forte”, isso não inclui a força aplicada a ela. Se a pessoa que usou a palavra pela primeira vez a aplicou à sua sabedoria como um intelecto poderoso, então ela só se aplicará onde houver intelecto, cuja qualidade é levada em consideração. Essa confusão de significados causa muitos problemas, pois nós atribuímos inteligência a tudo que oferece resistência, ao invés de à inteligência que possui a força. As pernas de um homem são uma alavanca combinada e se você quer dizer que elas têm força, poderia muito bem dizer que uma alavanca tem força, pois uma é tão viva quanto a outra e nenhuma delas, por si só, pode fazer nada.

A palavra “força” não expressa os sentimentos do autor quando ele fez a expressão. Ele pretendia aplicá-la à sabedoria ou à matéria. Se o autor pretendia dar um nome ao fenômeno chamado vontade, então a compreensão da força faz uma enorme diferença. Por exemplo, uma pessoa é “fraca” nas costas ou nos membros. Ora, a medicina prescreve pomadas fortalecedoras, como se houvesse inteligência no medicamento e ele conferisse força à parte fraca. Essa ideia absurda permeia as nossas vidas e priva o homem da verdadeira sabedoria que poderia torná-lo feliz e inteligente.

A minha teoria refuta essa afirmação, pois eu tenho constatado que a palavra “força” é uma mera palavra sem outro significado além de desviar o homem do caminho certo.

A pedra angular da ciência médica se baseia nessa palavra “força”. Diz-se que isso ou aquilo dá força a uma pessoa. No caso de uma febre, toda a engenhosidade da medicina é mobilizada para descobrir algum remédio que dê força. O químico é contratado para descobrir as propriedades químicas que tais e tais coisas contêm e inúmeros artigos são considerados como tendo virtudes fortalecedoras. A comida fortalece, o ar fortalece e não se encontra fim para as coisas fortalecedoras dadas aos doentes e enquanto isso eles vão ficando cada vez mais fracos.

Todos sabem que um cavalo é mais forte que um homem; não pode ser a comida, pois, segundo a nossa crença, um homem alimentado apenas com pasto morreria, enquanto o animal viveria. Assim, ele se alimentaria da mesma comida que o homem e ainda assim não se tornaria mais forte. O homem constrói o significado da palavra a seu bel-prazer. Se o poder aplicado à vontade do homem é chamado de força, aquilo a que essa vontade é aplicada não é chamado de forte. Você pode perguntar o que isso tem a ver com a cura [curing] de doenças. Eu lhe direi, pois é justamente isso que precisa ser corrigido. Existe um termo chamado resistência e esse se opõe à força. Por exemplo, se você deseja levantar uma pedra, o desejo de levantar uma pedra é uma coisa e a pedra é outra. Se a sabedoria escolhe aplicar a sua força através dos braços, o seu motivo ou vontade é aplicado de acordo com a ideia de resistência. Se um cavalo está atrelado a um peso morto, ele aplica a sua vontade ou força e, se falhar, faz outro esforço para superar a resistência. Força é inteligência; ela abrange toda a sabedoria do homem e se a sua sabedoria provém de Deus ou da Ciência, a sua força não reside nele mesmo e ser sábio é ser forte.

Eu ilustrarei a minha ideia de força aplicando-a aos doentes. Quando eu uso a palavra, associo-a à habilidade. Ambas são regidas pela sabedoria natural ou pela sabedoria científica. Eu contarei um caso da minha própria experiência. Eu tratei um homem que havia perdido o uso dos membros inferiores; ele não conseguia movê-los quando estava sentado na cadeira. O médico chamou isso de problema na coluna. Quando ele tentava levantar-se, ele não tinha força suficiente na coluna para manter o corpo ereto, cedia na boca do estômago e isso lhe tirava toda a força das pernas. Essa era a teoria do médico e o homem acreditou nela e aplicou a sua vontade ou força de acordo com a sua sabedoria. A sua esperança foi frustrada. Ele acreditava que a coluna estava doente, assim como todos os seus amigos e médicos.

Força é inteligência; ela abrange toda a sabedoria do homem e se a sua sabedoria provém de Deus ou da Ciência, a sua força não reside nele mesmo e ser sábio é ser forte.

Segundo a minha teoria, o seu corpo era como o peso a ser movido; a sua vontade ou força era aplicada ao seu corpo da mesma forma que seria a uma alavanca que você acredita que quebraria se você aplicasse muita força; a sua razão dirigia a força e, enganado, ele nada podia fazer. Para curá-lo [cure him], ou fortalecer as suas pernas e a sua coluna, significava primeiro convencê-lo de que nunca houve força alguma na idéia do corpo, que a força vinha de alguma outra fonte.

Todos sabem que, quando a vontade é posta em ação, produz-se um efeito chamado força. Por exemplo, uma pessoa, pelo poder da sua vontade, pode segurar outra. O que é o ato de segurar? A força, ou seria a vontade aplicada à mão? Ninguém supõe que a mão agarraria e seguraria algo sem ser dirigida por outro poder. Esse poder é a vontade governada pela sabedoria e o efeito é chamado de força. Força é o nome do ato; portanto, vontade sem um ato ou motivo não é vontade nem força e não tem valor algum. Assim, ficar sentado até que as pernas se fortaleçam seria tão absurdo quanto construir uma máquina a vapor e, depois de pronta para funcionar, sentar e esperar que a madeira produzisse o seu próprio fogo, o seu vapor e o liberasse sobre o pistão. Para um homem que perdeu a força, ficar parado esperando que ela volte é tão absurdo quanto preparar um recipiente de barro e esperar que ele se transforme em um vaso.

quando a vontade é posta em ação, produz-se um efeito chamado força. Força é o nome do ato; portanto, vontade sem um ato ou motivo não é vontade nem força e não tem valor algum.

Tal ideia de força é tão absurda que rouba a capacidade de raciocínio do homem. Que o homem saiba que essa escuridão é a falta de direção correta para a sua ambição; a sua força reside em colocar a sua vontade em ação e ambas são fruto de sua sabedoria. Destrua as perspectivas e a felicidade de um homem e você destruirá a sua força. Assim, à medida que você desperta a sua ambição e vontade, a sua força surge. O caminho trilhado pela faculdade mental médica em seu modo de raciocínio destrói os poderes naturais do homem e o transforma em uma mera ferramenta nas mãos de um charlatão. Todo homem que acredita que a força pode ser adquirida por meio de alimentos, ar, fricção ou qualquer linimento é um tolo, ainda que ele seja honesto.

Eu tenho tentando o experimento e sei. Eu não estou supondo quando eu digo que não há uma partícula de virtude em nenhum tipo de remédio que as pessoas tomam para se fortalecer. Tampouco existe qualquer tipo de força em um tipo de alimento mais do que em outro, mas tudo pode ser resumido nisso: a satisfação dos desejos do homem abrange tudo o que há nele e esses variam de acordo com as circunstâncias. Todos os homens têm um desejo de felicidade e esse desejo cria um apetite e o desejo quer ser satisfeito. Isso dá origem a esse sentimento [atividade] chamado vontade e então a sabedoria o impulsiona a realizar um desejo. As necessidades do animal são limitadas, portanto ele é vivaz e feliz, pois age de acordo com a sua vontade. Costuma-se dizer que os animais são doentes. De fato, mas o homem lhes tira a liberdade, assim como tira a liberdade da espécie humana. Deixe ambos serem selvagens e você verá uma raça audaciosa.

Observe o selvagem inculto e você não o verá rastejando como se tivesse cometido algum ato vil e sujo, como o homem civilizado. De todas as coisas de aparência vil, um ser humano completamente subjugado pela faculdade mental médica é o mais baixo; ele é tão escravo quanto o negro no Sul e, na verdade, até mais. Observe uma mulher doente sofrendo de alguma opinião que os médicos a fizeram acreditar; veja a mente completamente sob o controle do médico, ela não tem permissão para comer, beber, andar ou pensar, exceto sob as ordens do médico da família. Os doentes têm entregado as suas almas aos sacerdotes e os seus corpos aos médicos. Depois, eles falam do bom doutor, de tudo o que ele fez por eles, mostrando que ele os privou de todos os sentimentos nobres e viris, deixando-os doentes, fracos de corpo e mente, enquanto o doutor se pavoneia como um feitor de escravos e os doentes se encolhem sob o chicote de sua língua, como os negros sob o chicote de seus senhores. Isso pode parecer estranho, mas é a verdade de Deus, que os doentes são meros instrumentos nas mãos da faculdade mental médica, para serem tratados como eles bem entenderem. A situação nunca melhorará até que os doentes se ergam em sua sabedoria e declarem a sua independência. Você pode dizer que eu estou travando uma guerra para o meu próprio benefício, mas eu penso que eu posso convencer qualquer um que esteja livre do jugo desses opressores de que eu poderia ganhar dez dólares onde agora ganho um. O meu objetivo é elevar o meu semelhante ao seu estado original.

Eu sou um abolicionista branco. É verdade que os negros são escravos, mas a escravidão deles é uma bênção comparada à dos doentes. Eu tenho visto muitos escravos brancos que trocariam de lugar com os negros. A única diferença é que a escravidão branca é sancionada pela opinião pública. Mas faça o escravo saber que ele é um e você verá a diferença no resultado. É difícil para mim me conter quando eu penso nos gemidos dos doentes, sabendo que tudo isso é efeito de uma ignorância supersticiosa. Será que o Sul não cita a Bíblia para provar que a escravidão tem origem divina? Será que os sacerdotes e médicos não citam a antiga superstição Pagã para sustentar um edifício frágil e precário, prestes a desmoronar e esmagar os líderes? Será que a Ciência não está erguendo a voz dela e clamando ao povo, perguntando quanto tempo levará até que a antiga idolatria Pagã chegue ao fim e o homem aprenda a sabedoria e seja o seu próprio senhor e não um escravo?[9]

[9] Nov., 1861.

MENTE E DOENÇA

Os homens criam ideias que são matéria. Essas ideias têm uma existência real no mundo espiritual e o seu poder está de acordo com a natureza que lhes é atribuída e o medo que os homens sentem delas. O medo de uma ideia assim criada, por parte de seu criador, condensa a sua matéria de modo que ela possa ser vista até mesmo pelo olho natural, uma criação composta das características repugnantes concebidas pela própria crença da pessoa, uma cria de uma mente excitada e degradada. Tal ideia é a doença, a filha do diabo. Essa doença era inicialmente uma ideia simples e não composta. Mas quando finalmente foi transformada em uma identidade, quando os homens passaram a temê-la, então ela cresceu rapidamente, como uma erva daninha venenosa e derivou o seu sustento do próprio sangue vital ao qual devia sua existência. Todas as suas características horríveis provêm da mente dos homens que, se pudessem entender o que eles estão fazendo, plantariam uma boa semente em seu solo ou mente, que não poderia produzir frutos adequados para a doença se alimentar e assim morreria de fome. … Como mente é matéria, a sua forma pode ser aniquilada.

A base da teoria do Dr. Quimby é que não há inteligência, poder ou ação na matéria em si mesma; que o mundo espiritual, para o qual os nossos olhos estão fechados pela ignorância ou descrença, é o mundo real; que nele residem todas as causas de todos os efeitos visíveis no mundo natural; e que, se essa vida espiritual puder ser revelada a nós, ou seja, se nós pudermos nos entender, nós teremos a nossa felicidade ou infelicidade em nossas próprias mãos; e, naturalmente, grande parte do sofrimento do mundo será eliminado.

Essa doença era inicialmente uma ideia simples e não composta. Mas quando finalmente foi transformada em uma identidade, quando os homens passaram a temê-la, então ela cresceu rapidamente, como uma erva daninha venenosa e derivou o seu sustento do próprio sangue vital ao qual devia sua existência.

Ele não nega que curas [cures], tantas e tão grandiosas quanto se possa imaginar, tenham ocorrido sob a antiga crença, mas nega que elas tenham sido provocadas pela eficácia inerente do próprio medicamento.

Ele admite a possibilidade de um desequilíbrio nos órgãos do corpo, mas é em relação à causa desse efeito que ele difere de todos os outros. Os médicos consideram que a causa da doença reside no corpo, enquanto ele não. Os médicos estabeleceram um padrão de certo e errado em relação à saúde e fizeram com que as pessoas o aceitassem e acreditassem nele e agora a doença surge dessa crença.

Quando a nossa crença abarca a doença, nós nos tornamos suscetíveis a ela. A tuberculose existirá no mundo enquanto as pessoas estiverem sob o domínio de seus governantes atuais. Mas quando elas virem a entender que a matéria nada é em si mesma, a não ser que seja usada pela mente e tudo o que está contido nisso, então a tuberculose deixará de existir.

É difícil falar sobre isso antes que a ciência seja admitida. … Ela nada mais é do que a religião Cristã tornada inteligível por ser revelada como Ciência.

A felicidade não depende de fatores externos, mas reside em nosso interior e ela é a consciência no nível da percepção [consciousness] de manter os nossos impulsos mais elevados livres de contaminação e revelando em nossos atos uma força que surge de motivações puras.

A doença é o efeito de uma direção errada dada à mente. A infelicidade é sua serva.

Por “matéria espiritual”, o Dr. Quimby não se refere à matéria visível aos olhos naturais, mas a uma matéria que pode ser transformada em qualquer forma que a pessoa escolha. Essa mente ou matéria envolve cada pessoa e contém uma expressão de caráter. Você sabe como, muitas vezes, ao sentarmos perto de alguém, nós temos impressões diferentes. Por exemplo, nós dizemos que uma pessoa é desagradável, outra é gentil, uma terceira egoísta; e nós temos essas impressões sem sermos capazes de explicá-las de forma alguma para nós mesmos ou para os outros. Nós teríamos tido o mesmo se nós tivéssemos sido cegos. Ora, aquilo que nós percebemos sem o auxílio dos sentidos naturais é a mente, ou matéria espiritual, ou atmosfera, ou vapor, ou como quer que se queira chamar, que envolve a todos e é um índice de caráter. É com isso que nós entramos em contato em nossa interação com os homens e através desse meio nós influenciamos os outros e nós somos influenciados. Ela contém opiniões, pensamentos e tudo em nós que pode ser mudado.

A doença é o efeito de uma direção errada dada à mente. A infelicidade é sua serva.

Sobre o que nós sabemos, nós não temos opinião. Isso é eterno e jamais poderá ser mudado. Sobre o que nós não sabemos, se alguma vez nós nos entusiasmamos com o assunto, nós temos alguma opinião ou crença e essa opinião ou crença pode ser a causa da infelicidade.

Para que uma doença se desenvolva, é preciso primeiro provocar um choque. Nada pode mudar sem antes iniciar o processo. Tem que haver um choque, por menor que seja, uma pequena excitação, um susto, um prazer, qualquer coisa que provoque uma perturbação no organismo. Quando assim perturbado, o calor natural do corpo sempre aumenta ou diminui.

Suponha que você fique vermelho. Um estranho o encontra e diz que você parece corado. Isso provavelmente não diminuiria a sua cor, mas a intensificaria. Após dois ou três comentários desse tipo, você começaria a se sentir desconfortável, a sua cabeça ficaria quente e o calor poderia ser tão intenso a ponto de causar dor e logo em seguida você seria informado de que parece estar com febre. Isso manteria a excitação e quando você saísse ao ar livre, provavelmente tossiria devido à irritação causada pela tendência ascendente do calor.

Isso assustaria você um pouco, mesmo que você não admitisse ou soubesse disso. Mas o incômodo persistiria até que algum amigo lhe dissesse que você pegou um resfriado, pois o seu rosto estava vermelho e você tossia. Isso, veja bem, é uma opinião, pois uma pessoa pode ficar vermelha e tossir por excitação sem estar resfriada. Agora você só necessita de uma ajudinha de amigos equivocados e um toque final de um médico para diagnosticar você com doença pulmonar, cerebral ou qualquer outro tipo de febre que eles queiram. Essa, para usar um exemplo bem simples, é a forma como uma doença se cria.

As inúmeras opiniões com as quais nós somos criados e nas quais nós acreditamos durante toda a nossa existência, certamente nos afetam e nós temos um corpo de acordo com as nossas crenças. A crença vem primeiro, depois o sistema se modifica de acordo.

Mesmo antes de nascer, a criança é influenciada pela mãe e recebe dela a sua constituição mental e física. Depois de ter origem por conta própria, ela continua sendo influenciada por ela, quer ela fale ou não. A grande maioria das influências que atuam sobre nós não se dá através dos sentidos naturais, sendo, portanto, ainda mais perigosas por serem desconhecidas.

Um dos objetivos da teoria do Dr. Quimby é trazer a nossa existência espiritual para os nossos sentidos, ou melhor, provar que os nossos sentidos não estão localizados no corpo como nós pensamos. Assim, nós seremos capazes de nos proteger.

Todos nós somos afetados pelos pensamentos e até mesmo pelas opiniões já estabelecidas das pessoas, quer elas se deem ao trabalho de aplicá-las ao nosso caso ou não.

O Dr. Quimby jamais acusa alguém de imaginar que ele/ela está doente. Ele admite todas as sensações que uma pessoa possa alegar. De fato, ele mesmo experimenta esses sentimentos, tendo, portanto, prova concreta de que eles existem independentemente do que o/a paciente diga.

Você me diz que eu “pareço doente”. Eu digo que não me sinto doente, aliás, eu não sei o que você quer dizer com essa palavra, então você precisa inventar alguma história para me contar ou explicar com algum sinal inteligente. Eu coloco a mão no meu lado esquerdo e você me pergunta o que eu sinto. Ora, se eu nunca tivesse ouvido falar de doença, eu não saberia o que dizer, nem ficaria com medo, então tudo passaria despercebido. Mas você me diz que as pessoas costumam morrer com exatamente essa sensação que eu tenho. Isso me assusta, embora eu não faça ideia do que você quer dizer, pois os meus sentimentos não contêm perigo ou problema, mas as suas opiniões me perturbam profundamente. Eu começo agora a me contorcer, sem saber o que fazer. Isso convence você de que eu tenho uma doença cardíaca e você tenta me explicar o que eu tenho e como isso afeta uma pessoa. Ao mesmerizar com a sua crença, você perturba a minha mente e cria a própria ideia que você inventou e por fim eu morro exatamente como você previu.

Tudo isso é doença e você a criou. Se eu nunca tivesse visto você, nem ninguém mais sábio do que eu, eu não teria morrido.

Um dos objetivos da teoria do Dr. Quimby é trazer a nossa existência espiritual para os nossos sentidos, ou melhor, provar que os nossos sentidos não estão localizados no corpo como nós pensamos. Assim, nós seremos capazes de nos proteger.

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Referências bibliográficas da OREM1

Alan Strong Dr. Artigo denominado “The Conscious Mind — Just the Tip of the Iceberg” (tradução livre: “A Mente Consciente – Apenas a Ponta do Iceberg”), no site www.astrongchoice.com;

Amazing Women In History Artigo https://amazingwomeninhistory.com/morrnah-nalamaku-simeona-hawaiian-healer/;

Amelia Bennett – Artigo: “Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance” [“Significado de Pono: O Poderoso Caminho Havaiano para o Equilíbrio”]. Autora: Amelia Bennett. Publicado em 7 de março de 2025. Site: Pono Meaning: The Powerful Hawaiian Path To Balance;

Amit Goswami (Dr.) – Livro “O Universo Autoconsciente – como a consciência cria o mundo material”;

Amy Thakurdas, PhD – Artigo “Ho’oponopono: Universal Healing Method For Mankind” – Wholistic Healing Publications – September 2008 Volume 8, No. 3;

Anona K. Nā’one Napoleon – Trechos da dissertação apresentada à divisão de pós-graduação da Universidade do Havaí em cumprimento parcial dos requisitos para o grau de Doutor em Filosofia da Educação – maio de 2004. Documento em pdf disponível na internet, após diversas pesquisas, no link: https://scholarspace.manoa.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/d96ffa43-3e5d-40a2-bb7d-00b41a0a0b88/content ;

André Biernath (Dr.) – repórter na Revista Saúde – Grupo Abril  – Artigo sobre o filme “Divertida Mente”, que aborda inteligentemente a questão das memórias armazenadas;

Andrew J. Hosmanek – Artigo “Cutting the Cord: Ho’oponopono and Hawaiian Restorative Justice in the Criminal Law Context [“Cortando o Cordão: Ho’oponopono e a Justiça Restaurativa Havaiana no Contexto do Direito Penal”], 5 Pepp. Disp. Resol. LJ Iss. 2 (2005) Disponível em: https://digitalcommons.pepperdine.edu/drlj/vol5/iss2/6;

Aysha Parveen. Artigo “Attenuation Of Ho’oponopono Technique On Forgiveness, Stress And Sleep Quality: An Experimental Analysis” [“Atenuação da Técnica Ho’oponopono sobre o Perdão, o Estresse e a Qualidade do Sono”] Autores: Aysha Parveen*, Hiba C.V* & Jishma Joshy E**. *II ano de Bacharelado. Psicologia, ** Assist. Prof. em Psicologia Ansar Women‘s College, Perumpilavu; University of Calicut;

Benjamin P. Hardy (Dr.), psicólogo organizacional, autor do livro “Willpower Doesn’t Work” (Tradução livre: “Força de Vontade Não Funciona”), em artigo no site https://medium.com/the-mission/how-to-get-past-your-emotions-blocks-and-fears-so-you-can-live-the-life-you-want-aac362e1fc85Sr;

Bert Hellinger e Gabriele Tem Hövel – livro “Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor”;

Bill Russell – Artigo: “Quantum and Kala” [Quântico e Kala] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/quantum.pdf

Brian Gerard Schaefer – artigo: “Universal Ho’oponopono – A new perspective of an ancient healing art”. Site http://www.thewholespectrom.com/

Bruce H. Lipton (Dr.) – livro “A Biologia da Crença”;

Carol Gates e Tina Shearon – livro “As You Wish” (tradução livre: “Como você desejar”);

Ceres Elisa da Fonseca Rosas – livro “O caminho ao Eu Superior segundo os Kahunas” – Editora FEEU;

Charles Seife – livro “Zero: A Biografia de Uma Ideia Perigosa” (versão em inglês “Zero: The Biography of a Dangerous Idea”;

Curso “Autoconhecimento na Prática online – Fundação Estudar” https://www.napratica.org.br/edicoes/autoconhecimento;

Dan Custer – livro “El Milagroso Poder Del Pensamiento” (tradução livre: “O Miraculoso [Incrível] Poder Do Pensamento”);

David Easa – University of Hawaiʻi at Mānoa. Artigo: “Self-Identity Through Ho’oponopono As Adjunctive Therapy For Hypertension Management” [“Auto-Identidade Através Do Processo Ho’oponopono Como Terapia Adjuvante Para Gerenciamento Da Hipertensão”] Autores: Kikikipa Kretzer, PhD; James Davis, PhD; David Easa, MD; Julie Johnson, PhD; Rosanne Harrigan, EdD;

David V. Bush – livro “How to Put The Subconscious Mind to Work” (tradução livre: “Como Colocar a Mente Subconsciente para Trabalhar”);

Deborah King Artigo: “Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It)” [“Uma História Difícil De Acreditar Sobre Essa Poderosa Técnica Havaiana de Autocura [Self-Healing] E Como Praticá-la]. Site: Hard-to-Believe Story About This Powerful Hawaiian Self-Healing Technique (And How to Practice It) – Deborah King;

Deepak Chopra (Dr.) – livro “Criando Prosperidade”;

Doug Herman – Artigo : “Making it Right: Hawaiian Approaches to Conflict Resolution” – 1º de fevereiro de 2018. Artigo completo em Inglês no site: https://www.juniata.edu/offices/juniata-voices/past-version/media/volume-18/Herman_Making_It_Right_Juniata_Voices_vol_18_87_104.pdf;

Dr. Matt James. Trechos de material disponibilizado no site What Is Huna?

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “The Story of the HUNA WORK” [tradução livre: “A História do Trabalho Huna”], editado no outono de 1976, no Research Bulletin #20. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-20-fall-1976/;

E. Otha Wingo (Dr.) – Artigo “ON ‘MARRIAGE IN HEAVEN,’ GRADUATION, AND SOUL-MATES” [tradução livre: “SOBRE ‘CASAMENTO NO CÉU’, GRADUAÇÃO E ALMAS GÊMEAS]. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-25-winter-1978/;

“EL SER UNO I – Los Arcanos de Thoth.” Livro publicado originalmente pela autora e Canal: Franca Rosa Canónico de Schramm. Editado em 2014.

Francisco Cândido Xavier – livro “No Mundo Maior” (ditado pelo espírito Dr. André Luiz);

Francisco do Espírito Santo Neto – livro “Os Prazeres da Alma” (ditado pelo espírito Hammed);

Gerald Zaltman – Professor da Harvard Business School – livro “How Customers Think” (tradução livre: “Como Pensam os Consumidores”);

Glossário de Termos Havaianos. As principais referências para esses termos são Pukui, Elbert & Mookinik (1975) e Pukui, Haertig e Lee (1972).

Glossary of basic Ho’oponopono terms [Glossário de termos básicos do Ho’oponopono].

Gregg Braden (Dr.) – livro “A Matriz Divina”;

Helder Kamei (Dr.) – site http://www.flowpsicologiapositiva.com/ – Instituto Flow;

Henry Thomas Hamblin – livro “Within You Is The Power” (tradução livre: “Dentro de VOCÊ Está O Poder”);

Hermínio C. Miranda – livro “O Evangelho de Tomé”;

Hoʻopae Pono Peace Project© [email protected]

Igor I. Sikorsky, Jr. – Jurista – Artigo Jung & Huna – Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/

James A. Wall, Jr. e Ronda Roberts Callister – Artigo “Ho’oponopono: Some Lessons from Hawaiian Mediation” – Negotiation Journal – Published: 01 January 1995;

James Redfield – livro “A Profecia Celestina”;

Jens Weskott – artigo “Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono”, site da Associação de Estudos Huna disponível no link https://www.huna.org.br/wp/?s=jens;

Jim Fallon – Artigo: “Aka Threads and Quantum Entanglement” [Cordões Aka e Emaranhamento Quântico] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/akathreads.html;

Joe Dispenza (Dr.) – livro “Breaking the Habit of Being Yourself – How to Lose Your Mind and Create a New One” (tradução livre: “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo – Como Liberar Sua Mente e Criar um Novo Eu”);

Joe Vitale – livro “Limite Zero”;

Joel S. Goldsmith – livro “O Despertar da Consciência Mística”;

Joel S. Goldsmith – livro “The Art of Spiritual Healing” [“A Arte da Cura (Healing) Espiritual”]. Publicação: 28 de novembro de 1959 (disponível somente na língua Inglesa);

John Assaraf – artigo ratificando que somos todos seres perfeitos de Luz está disponível no site http://in5d.com/the-world-of-quantum-physics-everything-is-energy/;

John Curtis – Webinario sobre Ho’oponopono – site Sanación y Salud http://www.sanacionysalud.com/;

Joseph Murphy – livro “The Power of Your Subconscious Mind” (tradução livre: “O Poder de Sua Mente Subconsciente”);

Kalikiano Kalei – Artigo: “Quantum Physics and Hawaiian Huna…” [Física Quântica e Huna do Havaí] – Artigo completo em inglês através do site: https://www.authorsden.com/visit/viewarticle.asp?catid=14&id=45582;

Kaulukukui, M. & Walker, L. (2021). Artigo: “Comparison of Native Hawaiian Traditional Ho‘oponopono and Modern Restorative Justice Practices, Comparative Restorative Justice.” Ed. T. Gavrielides: New York: Springer, 305-323.Cópia eletrônica disponível em: https://ssrn.com/abstract=4069020 View of Effectiveness of Ho’oponopono: A Comprehensive Review

Kealani Cook – University of Hawaiʻi – West O’ahu DSpace Submission – Artigo: “Burning the Gods: Mana, Iconoclasm, and Christianity in Oceania.” [tradução livre: “Queimando os Deuses: Mana, Iconoclastia e Cristianismo na Oceania”] Site: https://dspace.lib.hawaii.edu/server/api/core/bitstreams/addb3121-d4bb-476d-8bbe-ed2a8a1a08d7/content;

Kenneth E. Robinson – livro “Thinking Outside the Box” (tradução livre: “Pensar Fora da Caixa”);

Kenneth Wapnick (Dr.) – transcrição de sua palestra denominada “Introdução Básica a Um Curso em Milagres”;

Krishnamurti – artigo “Early Krishnamurti” (“Inicial Krishnamurti”) – Londres, 7-3-1931.  Site: https://www.reddit.com/r/Krishnamurti/comments/qe99e1/early_krishnamurti_7_march_1931_london/

Krishnamurti  – livro “O Sentido da Liberdade”, publicado no Brasil em 2007, no capítulo “Perguntas e Respostas”, o tema “Sobre a Crise Atual”; experienciamos, para a nossa reflexão e meditação à luz do sistema de pensamento do Ho’oponopono.

Kristin Zambucka, artista, produtora e autora do livro “Princess Kaiulani of Hawaii: The Monarchy’s Last Hope” (tradução livre: “Princesa Kaiulani do Havaí: A Última Esperança da Monarquia”);

Kuman M. – Scientific Explanation of the Hawaiian Method of Healing and Life Success Ho’oponopono. Current Trends in Biomedical Engineering & Biosciences [Explicação Científica do Método Havaiano de Cura [Healing] e Sucesso na Vida Ho’oponopono. Tendências Atuais em Engenharia Biomédica e Biociências]. 2022; 20(4): 556043. DOI: 10.19080/CTBEB.2022.20.556043;

Leonard Mlodinow – livro “Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas” – do ano de 2012;

Lynette Kahekili Paglinawan and Richard Kekumufkawalokeola Pagllnawan – Artigo: “Ho’oponopono – Conflict Resolution Hawaiian Style” [“Ho’oponopono – Estilo Havaiano de Resolução de Conflitos”]. Honolulu, Havaí 1º de novembro de 1991 (Revisado). Site: hooponopono_conflict_resolution_hawaiian_style.pdf;

Louise L. Hay – livro “You Can Heal Your Life – (tradução livre: “Você Pode Curar Sua Vida”);

Malcolm Gradwell – livro “Blink: The Power of Thinking without Thinking” (Tradução livre: “Num piscar de olhos: O Poder de Pensar Sem Pensar”);

Manu Meyer, artigo denominado “To Set Right – Ho’oponopono – A Native Hawaiian Way Of Peacemaking” [“Corrigir Um Erro – Ho’oponopono – Uma Maneira Nativa Havaiana de Reconciliação”].

Manulani Aluli Meyer – artigo “Ho’oponopono – Healing through ritualized communication”, site https://peacemaking.narf.org/wp-content/uploads/2021/03/5.-Hooponopono-paper.pdf

Marianne Szegedy-Maszak – edição especial sobre Neurociência publicada na multiplataforma “US News & World Report”, destacando o ensaio “Como Sua Mente Subconsciente Realmente Molda Suas Decisões”;

Mary Frances Oneha PhD; Michael Spencer PhD; Leina‘ala Bright MA; Liza Elkin MSW, MPH; Daisy Wong MSW, MPH; Mikyla Sakurai BA. Artigo “Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation” [“Ho’oilina Pono A’e: Integrando a Cura [Healing] Nativa Havaiana para Criar um Legado Justo para a Próxima Geração”]. Site: Ho’oilina Pono A’e: Integrating Native Hawaiian Healing to Create a Just Legacy for the Next Generation – PMC;

Mary Kawena Pukui, E.W. Haertig – M.D. e Catherine A. Lee – Livro “NĀNĀ I KE KUMU – LOOK TO THE SOURCE” [“RECORRER À FONTE”] – VOLUME I, publicado por Hui Hānai – A Queen Lili’uokalani Children’s Center, Honolulu, Hawaii – 1972;

Matt Tomlinson e Ty P. Kāwika Tengan – Livro “New Mana: Transformations of a Classic Concept in Pacific Languages and Cultures” [Tradução livre: “Novo Mana: Transformações de um Conceito Clássico nas Línguas e Culturas do Pacífico”], em seu capítulo 11 – Mana for a New Age, publicado em 2016 pela ANU Press, The Australian National University, Canberra, Austrália.

Matthew B. James. Dissertação de Doutorado da Walden University, denominada “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiveness technique on unforgiveness” [“Ho’oponopono: Avaliando os efeitos de uma técnica tradicional Havaiana de perdão sobre a incapacidade de perdoar”]. Artigo em Inglês no site: “Ho’oponopono: Assessing the effects of a traditional Hawaiian forgiven” by Matthew B. James;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 1” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 1”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 1 | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Focus on Forgiveness – Pono and Ho’oponopono, Part 2” [“Focar no Perdão – Pono e Ho’oponopono Parte 2”]. Publicado em 28 de fevereiro de 2011. Site: Pono and Ho’oponopono, Part 2 | Psychology Today Canada;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Pono: The Hawaiian Key to Health” [“Pono: A Chave Havaiana para a Saúde”]. Publicado em 20 de outubro de 2022. Site: Pono: The Hawaiian Key to Health | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo “Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World” [“Ho’oponopono: Conceito Antigo para um Mundo Moderno”]. Publicado em 20 de janeiro de 2016. Site: Ho’oponopono: Ancient Concept for a Modern World | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Conscious of the Unconscious” [“Consciência da Inconsciência [Subconsciência]”]. Publicado em 30 de julho de 2013. Site: Conscious of the Unconscious | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Learning To Forgive Yourself” [“Aprendendo A Se Perdoar”]. Publicado em 3 de julho de 2012. Site: Learning To Forgive Yourself | Psychology Today;

Matthew B. James, Ph.D. Artigo: “Get Pono for Summer!”[“Tornar-se Pono para o Verão!”]. Publicado em 13 de junho de 2012. Site: Get Pono for Summer! | Psychology Today;

Max Freedom Long – livro “Milagres da Ciência Secreta”;

Max Freedom Long – Artigo “Teaching HUNA to the Children – How Everything was made” [Ensinando HUNA para as Crianças – Como Tudo foi feito], site https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/teaching-huna-to-the-children/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna And The God Within”. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – Artigo “The Workable Psycho-Religious System of the Polynesians” [O Sistema Psico-Religioso Praticável dos Polinésios]. Fonte: https://www.maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/huna-the-workable-psycho-religious-system-of-the-polynesians/;

Max Freedom Long – Artigo “How to Become a Magician” [Como vir a ser alguém que lida com a Magia]. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/hv-newsletter-vol-1-no-9-winter-1973/;

Max Freedom Long – Artigo “The Lord’s Prayer – a Huna Definition” [tradução livre: “A Oração do Pai Nosso – uma Definição Huna”], editado em 1º de março de 1951, HUNA BULLETIN 50, site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-050/;

Max Freedom Long – Artigo “When Huna Prayers Fail” [tradução livre: “Quando as Orações Huna Falham”] – Huna Bulletin 53. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-053/;

Max Freedom Long – Artigo “Three Questions” [tradução livre: “As Três Perguntas”], editado em 15 de março de 1951, no Huna Bulletin 51. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-051/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Angles on Psychoanalysis” [tradução livre: “Pontos de Vista Huna sobre Psicoanálise”], editado em 15 de maio de 1951, no Huna Bulletin 55. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-055/;

Max Freedom Long – Artigo “Living in Cooperation on the Earth” [tradução livre: “Vivendo em Cooperação na Terra”], editado em 1º de maio de 1951, no Huna Bulletin 54. Site: https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-054/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna Lesson #1: Building Your Future” [tradução livre: “Lição Huna #1: Construindo o Seu Futuro”]. Site https://www.maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-1-building-your-future/;

Max Freedom Long – Artigo: “The Importance of Mana in Prayer-Action, Huna in the New Testament” [tradução livre: “A Importância da Mana (Energia Vital) na Prece-Ação, Huna no Novo Testamento”], editado em 15 de maio de 1950, no Huna Bulletin 32. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-032/;

Max Freedom Long – Artigo “Huna in The Kabala & Tarot Cards” [tradução livre: “A Huna na Cabala e nas Cartas de Tarô”], editado em outubro-novembro de 1965, no Huna Vistas Bulletin #68. Site https://www.maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-vistas-bulletin-068/;

Max Freedom Long – Artigo: “Huna Credo” [tradução livre: “O Credo Huna”, editado em outubro de 1961 – inserção com Boletim Huna Vistas 25. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/max-freedom-long/the-huna-credo/;

Max Freedom Long – Artigo: “Spiritual Progress & Huna” [“Progresso Espiritual & Huna”]. Reimpresso do HRA BULLETIN 42, pp. 5-8, publicado em 15 de outubro de 1950 por Max F. Long. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletter-30-spring-1979/;

Max Freedom Long – Artigo: “Is Huna Spiritual?” [“A Huna é Espiritual?’] Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-17-huna-bulletins/hv-newsletters-vol-1-no-8-fall-1973/;

Max Freedom Long, F.H.F. – Artigo extraído da lição nº. 2, do site de Max Freedom Long. Site: https://maxfreedomlong.com/articles/huna-lessons/huna-lesson-2-huna-theory-of-prayer/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 1Primeiro Passo no Uso Experimental da HUNA2 de fevereiro de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/volume-01-1948/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 2 – Primeiros passos em Huna –Usando a Baixa Mana na Baixa Magia – 1º de maio de 1948. Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-002/;

Max Freedom Long – BOLETIM HUNA 3 – Combinando a Alta e a Baixa Magia – Tempo, Emoção – 1º de julho de 1948 Site: https://maxfreedomlong.com/huna-bulletins/huna-bulletin-003/;

Max Freedom Long – Livro “The Secret Science Behind Miracles” [A Ciência Secreta Por Trás Dos Milagres], originalmente publicado em 1948, por Kosmon Press – Los Angeles 6, California, 2208 West 11th St.;

Maxwell Maltz (Dr.) – livro “The New Psycho-Cybernetics” (tradução livre: “A Nova Psico-Cibernética”);

Michael E. McCullough, K. Chris Rachal, Steven J. Sandage, Everett L. Worthington, Jr., Terry L. Hight e Susan Wade Brown. Artigo: “Interpersonal Forgiving in Close Relationships: II. Theoretical Elaboration and Measurement” [“Perdão Interpessoal em Relacionamentos Próximos: II. Elaboração Teórica e Mensuração”];

Michael Lerner, PhD – Artigo “Difference Between Healing and Curing” [tradução livre “Diferença Entre Cura [Healing] e Cura [Curing]. Site: https://www.awakin.org/v2/read/view.php?op=photo&tid=1066;

Moji Solanke – Journal The Guardian Nigeria – Artigo: “Medical Cure And Spiritual Healing” [tradução livre: “Cura [Cure] Médica e Cura [Healing] Espiritual”]. Site: https://guardian.ng/features/medical-cure-and-spiritual-healing/;

Napoleon Hill – livro “The Law of Success in Sixteen Lessons” (tradução livre: “A Lei do Sucesso em Dezesseis Lições”);

Nelson Spritzer (Dr.) – livro “Pensamento & Mudança – Desmistificando a Programação Neurolinguística (PNL)”;

Olivier Urbain, June 18, 2004, [email protected]. Artigo “Three Sessions Using Hawaiian-Style Reconciliation Methods Inspired by the Ho’oponopono Problem-solving Process” [Três Sessões Usando Métodos de Reconciliação no Estilo Havaiano Inspirados no Processo de Resolução de Problemas Ho’oponopono];

Osho – livro “The Golden Future” (tradução livre: “O Futuro Dourado”);

Osho – livro “From Unconsciousness to Consciousness” (tradução livre “Do Inconsciente ao Consciente”);

Osho – livro “Desvendando mistérios”;

Pacifica Seminars – Ho’oponopono Overview – In English wherever you are – in the spiritual context of our time. Autores Michael Micklei and Yvette Mauri. Site em Inglês: Pacifica Seminars Informationen, Übersicht

Paul Cresswell – livro “Learn to Use Your Subconscious Mind” (tradução livre: “Aprenda a Usar a Sua Mente Subconsciente”);

Paulo Freire, educador, pedagogo, filósofo brasileiro – livro “A Psicologia da Pergunta”;

Platão – livro “O Mito da Caverna”;

Quimby, Phineas Parker – (1802–1866). Livro: “The Quimby Manuscripts” [“Os Manuscritos de Quimby”]. Capítulo 16 – Doença e Cura [Healing]. Editado/Publicado por Horatio W. Dresser, 1921. Fonte: 16. Disease and Healing – Quimby Manuscripts;

Richard Maurice Bucke (Dr.) – livro ‘Consciência Cósmica’;

Richard Wilhelm – livro “I Ching”;

Roberto Assagioli, Psicossíntese. Site http://psicossintese.org.br/index.php/o-que-e-psicossintese/

Sanaya Roman – livro “Spiritual Growth: Being Your Higher Self (versão em português: “Crescimento Espiritual: o Despertar do Seu Eu Superior”);

Serge Kahili King (Dr.) – livro “Cura Kahuna” (Kahuna Healing);

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Body of God” [O Corpo de Deus] – Artigo completo em inglês no site: https://www.huna.org/html/bodyofgod.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “The Aka Web of Healing” [tradução livre “A Teia [Web] Aka de Cura [Healing]]. Site: https://www.huna.org/html/healingweb.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Energy Healing” [tradução livre: Cura [Healing] Energética. Site: https://www.huna.org/html/energyhealing.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “How To Heal A Situation” [tradução livre: “Como Curar [To Heal] Uma Situação]. Site: https://www.huna.org/html/HealASituation-SKK1121.pdf;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Bad Memories” [tradução livre: Curando [Healing] Memórias Ruins]. Site: https://www.huna.org/html/healmemories.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing]. Site: https://www.huna.org/html/4symbols.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo: “Healing Shapes Revisited” [tradução livre: “Formas de Cura [Healing] Revisitado. Site: https://www.huna.org/html/4symbols2.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “A Living Philosophy, by Serge Kahili King” Site: https://www.huna.org/html/living_phil.html;

Serge Kahili King (Dr.) – Artigo “Principles of Shamanic Practice” – Huna Article – Huna International. Site: https://www.hunahawaii.com/Serge/shamanpractice.htm

Serge Kahili King (Dr.), livreto “The Little Pink Booklet of Aloha” [Tradução livre “O Pequeno Livreto Rosa de Aloha”], em tradução livre Projeto OREM®

Serge Kahili King (Dr.), artigo “Bless Your Way To Success,” [tradução livre “Abençoe O Seu Caminho Para O Sucesso”.

Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni – artigo da Revista Superintessante, publicado em 21.05.13, sobre o lado oculto da mente e a neurociência moderna.

Site da Associação de Estudos Huna https://www.huna.org.br/ – artigos diversos.

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Tad James (pai de Matt James), M.S., Ph.D., com George Naope e Rex Shutte. Material disponibilizado no site Huna – Kahuna Research Group.

Tad James. Livro “The Lost Secrets of Ancient Hawaiian Huna” [“Os Segredos Perdidos da Antiga Huna Havaiana”].

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Thomas Lani Stucker – Kahuna Lani – Artigo “PSYCHOMETRIC ANALYSIS” [tradução livre: “ANÁLISE PSICOMÉTRICA”], editado no outono de 1982, no Huna Work International #269. Site: https://www.maxfreedomlong.com/articles/kahuna-lani/psychometric-analysis/;

Thomas Troward – livro “The Creative Process in the Individual” (tradução livre: “O Processo Criativo no Indivíduo”);

Thomas Troward – livro “Bible Mystery and Bible Meaning” (tradução livre: “Mistério da Bíblia e Significado da Bíblia”);

Tor Norretranders – livro “A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o tamanho da Consciência” (versão em inglês “The User Illusion: Cutting Consciousness Down to Size”);

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Victoria Shook – Artigo “Current Use of a Hawaiian Problem Solving Practice: Ho’oponopono” [“Uso Contemporâneo de Uma Prática Havaiana de Resolução de Problemas”], Prepared by The Sub-Regional Child Welfare Training Center School of Social Work – University of Hawaii. – 31 de julho de 1981 – Honolulu, Hawaii;

Wallace D. Wattles – livro “A Ciência para Ficar Rico”;

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William R. Glover – livro “HUNA the Ancient Religion of Positive Thinking” – 2005;

William Walker Atkinson – livro: “Thought Vibration – The Law of Attraction in the Thought World” (tradução livre: “Vibração do Pensamento – A Lei da Atração no Mundo do Pensamento”) – Edição Eletrônica publicada em 2015;

Yates Julio Canipe (Dr.) e Sarah Jane Eftink. Livro “Quantum Huna: The Science missed by Max Freedom Long in ‘The Secret Science Behind Miracles’” [tradução livre: “Huna Quântica: A Ciência não alcançada por Max Freedom Long em ‘A Ciência Secreta Por Trás dos Milagres’”]. Versão em Inglês, 11.janeiro.2013 Straightforward Inc.

Zanon Melo – livro “Huna – A Cura Polinésia – Manual do Kahuna”;

Muda…
A prece-ação atinge o seu foco e levanta voo.
Que a Chuva de Bênçãos recaia sobre mim de uma maneira que eu seja capaz de entender.
Eu sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Eu amo você.
Eu sou grato(a)
Autor

Graduação: Engenharia Operacional Química. Graduação: Engenharia de Segurança do Trabalho. Pós-Graduação: Marketing - PUC/RS. Pós-Graduação: Administração de Materiais, Negociações e Compras - FGV/SP. Blog Projeto OREM® - Oficina de Reprogramação Emocional e Mental - O Blog aborda quatro sistemas de pensamento sobre Espiritualidade Não-Dualista, através de 4 categorias, visando estudos e pesquisas complementares, assim como práticas efetivas sobre o tema: OREM1) Ho’oponopono - Psicofilosofia Huna. OREM2) A Profecia Celestina. OREM3) Um Curso em Milagres. OREM4) A Organização Baseada na Espiritualidade (OBE) - Espiritualidade no Ambiente de Trabalho (EAT). Pesquisador Independente sobre Espiritualidade Não-Dualista como uma proposta inovadora de filosofia de vida para os padrões Ocidentais de pensamentos, comportamentos e tomadas de decisões (pessoais, empresariais, governamentais). Certificação: “The Self I-Dentity Through Ho’oponopono® - SITH® - Business Ho’oponopono” - 2022.

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