Assim como o livro “A Profecia Celestina”, o livro “O Segredo de Shambhala – Em Busca da Décima Primeira Visão” é uma aventura destinada a ser uma parábola. O personagem central é novamente “sem nome”, refletindo a identidade de toda e qualquer pessoa. É o próprio Redfield, você, eu ou qualquer outra pessoa que se importa em progredir.
Autor:
James Redfield.
A 11ª visão jamais foi escrita…e não faz parte do Manuscrito original. Assim como a 10ª visão, ela está vindo intuitivamente.
A 11ª visão é sobre aumentar o poder da fé que está elevando você a elevar também a todos no mundo com oração afirmativa.
A 11ª visão é o método preciso pelo qual nós mantemos a visão. Durante séculos, escrituras religiosas, poemas e filosofias apontaram para um poder mental latente dentro de todos nós que misteriosamente ajuda a afetar o que ocorre no futuro. Ele foi chamado de poder da fé, pensamento positivo e poder da oração. Agora nós estamos levando esse poder a sério o suficiente para trazer um conhecimento mais amplo dele à conscientização do público.
Nós estamos descobrindo que esse poder de oração é um campo de intenção que se afasta de nós e pode ser ampliado e fortalecido, especialmente quando nós nos conectamos com outras pessoas em uma visão comum. Esse é o poder pelo qual nós mantemos a visão de um mundo espiritual e construímos a energia em nós mesmos e nos outros, para tornar essa visão uma realidade.
Nesse nível de consciência no nível da realidade [awareness], nós nos tornamos mais orientados para o propósito e receptivos à maneira como aqueles na vida após a morte estão nos elevando. Nós começamos a entender a verdadeira natureza da oração e o propósito guiado. Nós percebemos que a oração funciona dentro do modelo cármico. Quanto mais nós estivermos alinhados com o princípio de dar – e com a nossa intuição interior para ajudar com precisão os outros – nós sentiremos o nosso poder criativo elevado e nós o veremos trabalhando através de nossas orações.
Quando nós usamos esse poder para elevar a consciência no nível da realidade [awareness] espiritual dos outros, nós atraímos pessoas mais poderosas para as nossas vidas para nos elevar. A chave é descobrir que a oração afirmativa, praticada com a emoção da gratidão (isso acontecerá!), estabelece a validade da fé mais forte.
O autor James Redfield afirma:
“Os nossos pensamentos e atitudes contam, quando nós tentamos tornar os nossos sonhos em realidade. De fato, eu creio que nós estamos prestes a entender, finalmente, a influência que têm as nossas intenções mentais, as nossas orações, até mesmo as nossas opiniões e ideias preconcebidas secretas, não apenas sobre o nosso próprio sucesso na vida mas também sobre o sucesso dos outros.
O entendimento dessa influência continua a ser a experiência central da derradeira espiritualidade, prova direta de que qualquer coisa mais profunda age discretamente por detrás do drama humano. O problema foi sempre o caráter esporádico dessa percepção; ela surge durante algum tempo para nos seduzir e depois, tão depressa como veio, ela desaparece.”
A 11ª visão é sobre os campos de oração (campos de intenção) que agem muito depressa nos níveis superiores de energia, trazendo-nos exatamente o que nós esperamos. Se nós temos medo, eles nos trazem aquilo que nós receamos. Se nós odiamos, eles nos trazem aquilo que nós odiamos. Felizmente, quando nós entramos nessas expectativas negativas os nossos campos de oração decaem bastante depressa, porque nós perdemos a ligação com o divino e já não irradiamos amor. Mas uma expectativa de medo ainda pode ser poderosa. É por isso que nós devemos vigiar cuidadosamente as nossas expectativas e prepararmos o nosso campo de forma consciente.
O autor, através de um dos personagens do livro, aborda estudos realizados sobre os efeitos da oração em pessoas com problemas médicos, onde descobriram que os pacientes que eram regularmente objeto das orações de outras pessoas tinham menos complicações e melhoravam mais depressa, mesmo quando não tinham consciência no nível da percepção [consciousness] das orações. É uma prova irrefutável de que o poder da oração é real. Mas também eles descobriram outra coisa. Eles descobriram que a oração mais eficiente é estruturada não como um pedido, mas como uma afirmação.
Foram testados dois tipos de oração. O tipo de oração que pede a intervenção de Deus (acredito ser a mais usual) assume que Deus pode intervir, mas apenas se decidir satisfazer o nosso pedido. Assume que o nosso único papel é pedir.
…a oração mais eficiente é estruturada não como um pedido, mas como uma afirmação.
A outra forma de oração assume que Deus está pronto e disponível, mas criou as leis da existência humana de tal forma que a realização do nosso pedido depende, em boa parte, na certeza da nossa crença de que isso será feito. Assim, a nossa oração tem que ser uma afirmação que dá expressão a essa fé. No estudo, esse tipo de oração mostrou-se mais eficiente.
Pensando bem, realmente, todas as grandes orações da Bíblia são com base em afirmações e não como pedidos. Lembre-se das escrituras, que nos dizem que a fé pode mover montanhas.
O autor ainda faz referência a alguns cientistas que sugerem que essas descobertas implicam alguma coisa mais, qualquer coisa que tem um significado profundo para todos os seres vivos. Eles afirmam que se as nossas expectativas, os anseios da nossa fé, são o que faz a oração funcionar, nesse caso cada um de nós irradia constantemente uma força de energia-oração para o mundo, quer nos apercebamos disso ou não.
Se a oração é uma afirmação baseada nas nossas expectativas, na nossa fé, então todas as nossas expectativas têm o efeito de uma oração. Na realidade, nós estamos sempre rezando por um determinado futuro para nós mesmos e para os outros, apenas nós não nos apercebemos completamente disso.
A ciência está confirmando as afirmações da mística mais esotérica de todas as religiões de que nós temos uma influência mental e espiritual sobre aquilo que acontece nas nossas vidas. É esse campo de energia (oração, intenção, expectativa) que segue à nossa frente, afetando a tudo e a todos.
Se a oração é uma afirmação baseada nas nossas expectativas, na nossa fé, então todas as nossas expectativas têm o efeito de uma oração.
A 11ª visão é sobre Shambhala, a mítica comunidade da tradição Budista Tibetana, aquela que dera origem às histórias sobre Shangri-La.
Boa parte da história se passa no Tibete, que está localizado entre a China, a norte e a Índia e o Nepal, a sul e é basicamente um grande planalto com poucas áreas abaixo dos mil e oitocentos metros. Na sua fronteira sul ficam os imponentes Himalaias, incluindo o monte Evereste e na fronteira norte, no interior da China, ficam as grandes montanhas Kunlun.
A ciência está confirmando as afirmações da mística mais esotérica de todas as religiões de que nós temos uma influência mental e espiritual sobre aquilo que acontece nas nossas vidas. É esse campo de energia (oração, intenção, expectativa) que segue à nossa frente, afetando a tudo e a todos.
Entender Shambhala, aprender a usar os campos de oração nesse momento da história, é o próximo passo na evolução da humanidade. É a grande tarefa da nossa geração.
O nível geral alcançado por uma cultura é determinado quase exclusivamente pela consciência no nível da percepção [consciousness] que os seus membros têm, em primeiro lugar, da existência dos seus campos de oração em geral e, em segundo lugar, pela maneira como os expandem de forma consciente.
À medida que o conhecimento espiritual aumenta e as pessoas ganham consciência no nível da percepção [consciousness] do poder criativo que elas podem alcançar com os seus campos de oração, a tecnologia evolui mais um passo. Será nessa altura que os amplificadores das ondas mentais serão descobertos, para os indivíduos poderem criar mentalmente tudo aquilo de que necessitam.
O conhecimento dos campos de oração leva a cultura da humanidade um passo mais longe.
Quando nós entendemos a 10ª – que o propósito humano nesse planeta era criar uma cultura espiritual ideal através da adesão à visão – ainda nos faltava qualquer coisa. Nós não sabíamos exatamente como aderir a ela. Nós não conhecíamos os pormenores acerca do uso energético a dar à nossa fé e expectativa.
O Lama Rigden explica ao nosso personagem que a oração não é um poder que se concretize apenas quando nós nos sentamos e decidimos rezar numa situação particular. Tudo o que nós esperamos, bom ou mau, consciente ou inconscientemente, nós ajudamos a tornar realidade. A nossa oração é uma energia ou poder que emana de nós em todas as direções. Na maioria das pessoas, que pensam de forma vulgar, esse poder é muito fraco e contraditório. Mas noutras, que parecem alcançar muitas coisas nas suas vidas, que são criativas e bem sucedidas, esse campo de energia é forte, embora geralmente continue a ser inconsciente. A maior parte das pessoas nesse grupo têm um campo forte porque cresceram num ambiente que lhes ensinou a esperarem o sucesso e mais ou menos contarem implicitamente com ele. Elas tiveram modelos de comportamento fortes, a quem imitaram.
A nossa oração é uma energia ou poder que emana de nós em todas as direções.
O Lama ainda prossegue dizendo ao nosso personagem que as lendas dizem que, em breve, todas as pessoas conhecerão esse poder e entenderão que a nossa habilidade para usar essa energia pode ser reforçada e alargada.
“Contei-lhe isso para lhe explicar como responder ao chamamento de Shambhala. Para encontrar esse lugar sagrado, tem que alargar sistematicamente a sua energia, até que emane suficiente força criativa para ir para lá. O procedimento para fazê-lo está estabelecido nas lendas e envolve três passos importantes. Há ainda um quarto passo, mas que apenas os habitantes de Shambhala conhecem completamente. É por isso que encontrar Shambhala é tão difícil. Mesmo que alguém consiga alargar a sua energia durante os três primeiros passos, ele/ela precisa de ajuda para conseguir de fato encontrar o caminho de Shambhala. Os dakini têm de abrir o portão.”
O nosso personagem aprende, na busca por entendimento da 11ª visão, que o povo de Shambhala são seres humanos vivos, nascidos naquele lugar sagrado, mas estão num grau evolutivo mais avançado. Eles ajudam a sustentar a energia e a visão do mundo inteiro. Os habitantes de Shambhala têm uma comunidade extraordinária e vivem num estado mais elevado de desenvolvimento. São um modelo daquilo que o resto do mundo acabará por alcançar. Shambhala representa realmente uma maneira de ser e de viver. Pode ser descrita de forma precisa nesses termos. Mas é também um lugar concreto, onde pessoas verdadeiras alcançaram essa forma de viver em comunidade umas com as outras.
Shambhala representa realmente uma maneira de ser e de viver.
Em outro diálogo de nosso personagem com o Americano Hanh, esse último afirma que os habitantes de Shambhala vivem de maneira diferente dos outros humanos.
“Sempre viveram. Na realidade, ao longo dos milénios, houve um grande fosso nos níveis de energia entre a maioria das pessoas e os habitantes de Shambhala. Mais recentemente, à medida que os humanos evoluíram e aperfeiçoaram as suas consciências no nível da percepção [consciousness], essa distância diminuiu, mas é ainda muito grande.”
“Os habitantes de Shambhala sabem como cultivar e depois estabilizar a sua energia.”
O Lama Rigden, em diálogo com o nosso personagem, também afirma que está próximo o tempo em que Shambhala se dará a conhecer ao mundo.
“Diz a lenda que em Shambhala cada geração tem um certo destino que é publicamente conhecido e discutido. O mesmo é verdade para as culturas humanas fora de Shambhala. Por vezes nós podemos ganhar grande força e clareza, olhando para a coragem e intenções da geração anterior à nossa.”
O Lama Rigden também aborda com o nosso personagem o que são os dakini:
“Eles pertencem ao mundo espiritual. Geralmente surgem como mulheres, mas podem assumir a forma que quiserem. No Ocidente são conhecidos como anjos, mas são ainda mais misteriosos do que a maioria pensa. Receio que só os habitantes de Shambhala os conheçam verdadeiramente. As lendas dizem que eles se movem com a luz de Shambhala.”
“Os dakini não são almas que estão na outra vida e que agem como nossos guias.”
“Eles são outros seres que agem para despertar e proteger os humanos. Não são e nunca foram humanos. Eles são aquilo que são. Uma realidade.”
Nós vimos que cada um de nós tem um campo de energia. Um campo de oração que flui constantemente a partir de nós. Esse campo tem um efeito sobre o mundo, sobre aquilo que acontece. Ele pode ser pequeno e fraco ou extenso e forte. Mas existem formas precisas de alargar e expandir o seu campo, de modo a ser mais criativo e poderoso. As lendas dizem que um dia todos os humanos saberão fazer isso. O que nos falta na prática é a capacidade de inspirar a energia e depois mantê-la a um nível elevado. Essa é a primeira extensão da energia da oração que se deve aprender.
…cada um de nós tem um campo de energia. Um campo de oração que flui constantemente a partir de nós. Esse campo tem um efeito sobre o mundo, sobre aquilo que acontece.
O autor ainda nos leva a refletir que nós temos de manter a nossa energia fluindo de forma mais consistente. Isso deve ser feito de maneira precisa, tendo cuidado para que as nossas outras ações não desgastem o nosso campo de energia, logo que nós o tenhamos constituído. Nós temos de ser congruentes.
O que nos falta na prática é a capacidade de inspirar a energia e depois mantê-la a um nível elevado. Essa é a primeira extensão da energia da oração que se deve aprender.
Se nós procuramos uma energia mais elevada e, ao mesmo tempo, nós consumimos comida que nos priva dessa energia, nós não chegaremos a lugar algum. Nós temos de avaliar todas as energias que rotineiramente nós recebemos nos nossos campos de energia, especialmente a comida e evitar tudo o que não seja o melhor, se nós queremos que os nossos campos se mantenham fortes.
Se nós olharmos para o princípio da evolução, nós veremos que desde o início nós tivemos de experimentar as comidas unicamente por tentativa e erro, apenas para descobrir quais os alimentos que eram bons para nós e quais nos matariam. Nesse ponto da história nós já sabemos o que nos mata, mas nós estamos apenas descobrindo quais os alimentos que aumentam a nossa longevidade e mantêm os nossos níveis de energia altos e quais os que acabam por nos desgastar.
Em diálogo com o Americano Hanh, o nosso personagem fica conhecendo um pouco mais sobre Shambhala e que eles têm essa visão mais ampla. Eles sabem quem nós somos, enquanto seres humanos. Nós parecemos uma coisa material, de carne e osso, mas nós somos átomos! Energia pura! A ciência já provou esse fato. Quando nós olhamos bem para os átomos, nós vemos primeiro partículas e depois, a níveis mais profundos, as próprias partículas desaparecem em padrões e pura energia, vibrando a um certo nível. E se nós olhamos para aquilo que nós comemos por essa perspectiva, nós vemos que aquilo que nós damos ao nosso corpo como comida afeta o nosso estado vibracional. Certos alimentos aumentam a nossa energia e vibração, outros as diminuem. A verdade é tão simples quanto isso. Todas as doenças resultam de uma queda na energia vibracional e, quando essa energia desce abaixo de um certo ponto, há forças naturais no mundo cuja função é desincorporar os nossos corpos.
Hanh ainda prossegue informando que as lendas dizem que os humanos aprenderão primeiro a verdadeira natureza dos alimentos e que tipos consumir. Depois, segundo as lendas, nós podemos nos abrir completamente às fontes interiores de energia que aumentam ainda mais a nossa vibração.
“Dizem as lendas que a abertura a um estado superior de energia é uma capacidade que todos os humanos hão de conquistar. Tudo começará com o conhecimento genérico de que essa consciência no nível da realidade [awareness] é possível. Depois nós passaremos ao entendimento de todos os fatores envolvidos no desenvolvimento e manutenção de níveis superiores de energia.”
“A sua capacidade para sentir a beleza é o sinal essencial de que a energia divina está entrando em você. Tem de aprender a manter essa energia, a fazê-la fluir através de você. Aqui tem de usar o poder das suas expectativas, o poder da sua energia de oração. Ganhar consciência no nível da realidade [awareness] dessas expectativas é a única maneira de manter e alargar o nível de energia superior que nós podemos experienciar. Nós temos que aprender a esperar esse nível de energia em nossa vida e nós temos de fazê-lo de forma muito deliberada e consciente. É a única maneira de completar a primeira extensão da oração.”
“Coma apenas alimentos ainda vivos e, após algum tempo, será mais fácil absorver a energia interior divina para o seu ser. Encha-se de energia todos os dias visualizando e sentindo a beleza e acorde com movimento do seu corpo a partir do seu centro. Visualize essa energia a entrar em você e a sinta fluindo para o mundo. Faça isso e terá completado a primeira extensão. Será capaz de sentir a energia, não apenas ocasionalmente, mas também de acarinhá-la e de a manter num nível elevado.”
Vigiar os pensamentos. Concentrar-se. Preparar o campo para se manter no processo de sincronicidade, para provocar as intuições, as coincidências, para nos ajudar.
Em diálogo com o nosso personagem, Yin nos ensina que a primeira coisa que nós temos que fazer é nos certificarmos de aumentar a primeira extensão da energia da oração. Certificarmo-nos que a energia flui para dentro de nós e de nós para o mundo. Sentir os sinais. Preparar as nossas expectativas para que essa energia seja constante. Agora nós temos que esperar que o nosso campo de oração aja e nos traga os pensamentos e acontecimentos necessários para o desenrolar do nosso melhor destino. Para preparar esse campo à nossa volta, nós temos de nos manter num estado de alerta consciente às sincronicidades. Nós temos de nos manter num estado em que nós estejamos constantemente à procura da próxima informação misteriosa que nos ajude a avançar para o nosso destino. Alguma sincronicidade acontecerá conosco de qualquer maneira, mas nós podemos aumentar a nossa frequência se prepararmos um campo constante, mantendo-nos nessa expectativa.
“A única forma de estabelecer um fluxo constante de sincronicidade é ficar num estado em que o nosso campo de oração mantenha esse fluxo em movimento para nós, um estado de alerta consciente.”
“Nós temos de parar e nos lembrar de assumir uma atitude de alerta a cada momento. Nós temos de visualizar a nossa energia irradiando e trazendo para nós, os palpites certos, os acontecimentos certos. Nós temos de esperar que eles ocorram a qualquer momento. Preparamos os nossos campos para nos trazerem a sincronicidade estando vigilantes, sempre à espera do próximo encontro. Sempre que nós nos esquecemos de nos mantermos nesse estado de expectativa, nós temos de nos obrigar a recordar. Quanto mais nós nos mantivermos nesse estado de espírito, tanto mais a sincronicidade aumentará. E finalmente, se nós mantivermos a energia elevada, essa postura de alerta consciente tornar-se-á a nossa atitude dominante perante a vida. As lendas dizem que as extensões da oração acabarão por ser uma segunda natureza para nós. Nós iremos prepará-las pela manhã de forma tão rotineira como nós nos vestimos. É esse o local que nós temos que atingir, o estado de espírito em que nós temos constantemente essa expectativa.”
“A chave é garantir que a nossa mente esteja concentrada na via positiva para a nossa vida, não numa expectativa receosa. É por isso que a segunda extensão da oração é tão importante. Se nos certificarmos que nós estamos num estado de alerta consciente para a próxima sincronicidade, as nossas mentes mantêm-se positivas e afastam o medo e a dúvida.”
Yin mais uma vez ensinando o nosso personagem afirmou que as lendas dizem que os humanos aprenderão que o poder da oração pode influenciar muito o fluxo de nossa vida. Usando a força das nossas expectativas, nós podemos fazer o processo de sincronicidade ocorrer mais vezes. Mas nós temos de nos manter alerta durante todo o processo, começando pela próxima intuição. Estar conscientemente à espera de uma intuição.
“Nós temos de nos lembrar que isso faz parte da preparação do nosso campo de oração para a sincronicidade. Nós temos de nos manter alerta e esperar que todo o processo se desenrole: a questão, receber a intuição, segui-la, procurar coincidências. Lembremos que nós temos que esperar tudo isso, estarmos alerta em relação a tudo isso e, se nós o fizermos, a nossa energia irá à nossa frente e nos ajudará a provocar esse fluxo.”
“A segunda extensão da oração trata de preparar o seu campo de energia de forma a aumentar o seu fluxo vital. Você pode fazer isso mantendo-se alerta e na expectativa. A terceira extensão da oração trata de preparar o seu campo de oração para sair e aumentar os níveis de energia e de vibração nos outros. Quando o seu campo de oração chega aos outros dessa forma, eles sentem um impacto de energia espiritual, clareza e intuição e é mais provável que lhe deem a informação correta.”
“Nós devemos esperar que o nosso campo de oração se estenda à nossa frente e aumente a vibração das outras pessoas à distância, mesmo que nós não estejamos suficientemente perto para vermos os seus rostos.”
A segunda extensão da oração trata de preparar o seu campo de energia de forma a aumentar o seu fluxo vital. Você pode fazer isso mantendo-se alerta e na expectativa.
O nosso personagem também aprende com Yin que existem armadilhas que nós temos que evitar quando nós elevamos outra pessoa, pois cada rosto é um padrão de traços, onde nós podemos ver muitas coisas.
A terceira extensão da oração trata de preparar o seu campo de oração para sair e aumentar os níveis de energia e de vibração nos outros. Quando o seu campo de oração chega aos outros dessa forma, eles sentem um impacto de energia espiritual, clareza e intuição e é mais provável que lhe deem a informação correta.
“Vemos a raiva de um pai violento, a distância de uma mãe indiferente ou o rosto de alguém que nos ameaçou. É uma projeção do nosso passado, uma percepção criada por uma situação traumática que determina as reações que nós esperamos nos outros. Quando nós vemos alguém que, mesmo que de forma tênue, assemelha-se a alguém que nos tratou mal, a tendência é esperarmos que essa pessoa aja da mesma maneira. É muito importante entender esse problema e vigiá-lo atentamente. Nós temos de ultrapassar as expectativas ditadas pelas nossas experiências passadas.”
Outra lição de Yin:
“Os campos de energia de todos nós misturam-se e só os mais fortes resistem. É essa a dinâmica inconsciente que caracteriza o mundo humano. O estado da nossa energia, as nossas principais expectativas, sejam elas quais forem, vão influenciar o estado de espírito e a atitude de toda a gente. O nível de consciência no nível da percepção [consciousness] entre humanos e todas as expectativas que nos acompanham são contagiosas. Esse fato explica os grandes mistérios do comportamento das multidões, porque razão pessoas decentes, influenciadas por uns quantos muito assustados ou zangados, podem envolver-se em linchamentos, motins ou outras ações desprezíveis. Também explica porque a hipnose funciona ou porque os filmes e a televisão têm uma tal influência sobre os fracos de espírito. O campo de oração de cada pessoa na Terra funde-se com os outros, criando todas as normas, filiações de grupo, nacionalismos e hostilidades étnicas que se vêem por aí.”
“Nós temos de nos lembrar de usar conscientemente a terceira extensão da oração. Quando nós estamos nos relacionando com outras pessoas e sentimos que nós estamos absorvendo o seu humor, a ser dominados pelas suas expectativas, nós temos de recuar, enchermo-nos novamente e transbordar, até que o estado de espírito melhore.”
Porém é bom reforçar que há uma diferença entre saber como tudo isso funciona e ser capaz de fazê-lo. A prática é que tornará esse salutar hábito como uma segunda natureza.
Nós temos o hábito de manipular alguém para que faça determinada coisa que nós acreditamos ser a melhor para ele, porém, ao agirmos assim, inconscientemente esse alguém consegue sentir como se estivéssemos tentando dizer-lhe o que fazer. Sente-se manipulado e isso gera resistência, fazendo-o fazer mais do mesmo.
“Tudo o que nós podemos fazer é visualizar a nossa energia estendendo-se para ele, aumentando o seu nível geral de vibração. Isso lhe permite ultrapassar o medo e entrar em contato com a intuição do seu self superior, que, com sorte, o fará ter menos medo de nós e talvez mudar de atitude. Fazer qualquer outra coisa é presumir que nós sabemos o melhor rumo para a vida dele, mas só ele sabe isso. Tudo o que nós podemos fazer é ajudá-lo a tomar a decisão com o maior nível de energia possível.”
“De certo modo, todos nós partilhamos uma mente. É óbvio que nós temos controle sobre nós mesmos e podemos recuar, distanciarmo-nos, pensar independentemente. Mas a visão dominante que os humanos têm do mundo é sempre um campo gigantesco de crença e expectativa. A chave para o progresso humano é ter suficiente número de pessoas que consigam misturar nesse campo humano uma expectativa superior de amor (observação PO: massa crítica, 1ª visão). Esse esforço permite-nos desenvolver um nível de energia ainda maior e nos inspirar uns aos outros, em direção ao nosso maior potencial. A cultura de Shambhala baseia-se na construção de um tal campo.”
O nosso personagem também aprendeu com Yin que nós precisamos estabilizar melhor o nosso fluxo de energia, para que ele se mantenha fluindo em direção ao mundo, independentemente da nossa situação, do medo ou raiva que nós possamos estar ativando por quaisquer motivos. Nós temos que aprender a ancorar o nosso fluxo de energia e isso é o começo da quarta extensão da oração. O resto da quarta é de conhecimento dos habitantes de Shambhala.
Nós temos que aprender a ancorar o nosso fluxo de energia e isso é o começo da quarta extensão da oração. O resto da quarta é de conhecimento dos habitantes de Shambhala.
A lição prossegue:
“Idealmente, as extensões deveriam funcionar em conjunto da seguinte maneira: a sua energia de oração devia fluir a partir da ligação divina dentro de si, provocando a sincronicidade da expectativa e transportando toda a gente que ela toca ao seu self mais elevado. Dessa forma ela maximiza a evolução misteriosa das nossas vidas, a consciência no nível da realidade [awareness] e a realização das nossas missões individuais nesse planeta. Infelizmente nós temos percalços ao longo do caminho, desafios que provocam estados de medo que, como nós já vimos, provocam dúvidas e fazem ceder os nossos campos.”
“Sentindo medo ou raiva, nós temos de entender que essas emoções vêm de uma única fonte: os aspectos da nossa vida que nós queremos manter. As lendas dizem que, uma vez que o medo e a raiva advêm do receio de perdermos alguma coisa, a forma de evitar essas emoções é distanciar-se de todos os resultados. A importância de manter a distância é a grande mensagem do Buda e a dádiva de todas as religiões Orientais à humanidade. Manter-se distanciado é entender que existe sempre um objetivo maior que pode ser descoberto em qualquer acontecimento, em qualquer resultado. Nós podemos sempre encontrar um lado bom, um significado positivo, como base de partida.”
O nosso personagem, utilizando plenamente as três extensões da oração, consegue entrar em Shambhala e lá o seu primeiro contato é com Ani que inicia um diálogo sobre a tecnologia que nós extraímos parte do mesmo para nossa reflexão:
“Nós, humanos, inventámos a tecnologia porque queríamos chegar a locais diversos e nos relacionarmos com mais pessoas e sabíamos, no nosso coração, que nós conseguiríamos fazê-lo. A tecnologia foi sempre apenas um trampolim para aquilo que nós podemos fazer sozinhos, aquilo que nós sabemos ser nosso por direito. O verdadeiro papel da tecnologia foi sempre nos ajudar a construir a fé para podermos fazer todas essas coisas por nós mesmos, com o nosso poder interior. Assim, nos primórdios da história de Shambhala, nós começamos a criar tecnologia para servir conscientemente o desenvolvimento da mente humana. Nós entendemos o verdadeiro potencial dos nossos campos de oração e começamos a reformular a nossa tecnologia simplesmente para amplificar os nossos campos. Aqui nos anéis, ainda nós usamos os aparelhos de amplificação, mas nós estamos muito perto de podermos desligá-los e usar apenas os campos de oração para manifestar tudo o que nós necessitamos ou queremos fazer. Os que habitam nos templos já fazem isso.”
“Nós vivemos pela intuição.”
Manter-se distanciado é entender que existe sempre um objetivo maior que pode ser descoberto em qualquer acontecimento, em qualquer resultado. Nós podemos sempre encontrar um lado bom, um significado positivo, como base de partida.
Ani disse que Shambhala é o detentor original das lendas, bem como de muitas profecias ao longo da história.
“Nós ajudamos a levar informação espiritual às culturas exteriores. Também nós sabemos que seria apenas uma questão de tempo até começarem a nos encontrar. Nós sabíamos que, à medida que começavam a aumentar genericamente o vosso nível de energia e de consciência no nível da realidade [awareness], começariam a levar Shambhala a sério (observação PO: massa crítica, 1ª visão) e que alguns conseguiriam vir até aqui. É isso o que dizem as lendas. No momento da alteração, ou transição, de Shambhala, chegarão pessoas das culturas exteriores.”
“As lendas dizem que, à medida que as culturas exteriores começarem a entender os passos que levam à extensão do campo de oração da humanidade – o modo de se ligarem à energia divina e deixá-la fluir com amor, o modo de preparar o campo para provocar o processo de sincronicidade e elevar os outros, o modo de ancorar esse campo forte com o distanciamento – então tudo o mais que nós fazemos aqui em Shambhala será conhecido.”
Ela, em determinado momento, disse ao nosso personagem que à medida que eles se desenvolveram em Shambhala, eles começaram a entender que o objetivo da humanidade nesse planeta era evoluir para uma cultura espiritual em todos os seus aspectos. E depois eles entenderam que nós temos dentro de nós um poder superior, para nos ajudar a alcançar aquilo que tinha de ser feito. Eles aprenderam as extensões da oração e as usaram para desenvolver ainda mais a tecnologia que os libertou dos estragos ao ambiente e os permitiu automatizar a produção de bens em série, tal como já foi visto esse insight na 9ª e 10ª visões.
“Aquilo que nós fizemos faz parte do curso natural da evolução humana. Nós estamos à vossa frente, mas por nós termos feito aquilo que nós fizemos, o caminho pode ser mais fácil para vocês nas culturas exteriores.”
Ani ainda acrescenta, com a sua sabedoria, o seguinte ensinamento:
“O nível geral alcançado por uma cultura é determinado quase exclusivamente pela consciência no nível da percepção [consciousness] que os seus membros têm, em primeiro lugar, da existência dos seus campos de oração em geral e, em segundo lugar, pela forma como eles os expandem de forma consciente. Quando as extensões forem finalmente postas em prática, o nível de energia aumentará radicalmente. Se toda as pessoas nas culturas exteriores soubessem absorver energia e fazê-la fluir para fora de si, fazendo das extensões de oração uma prioridade, conseguiriam alcançar o nível que nós temos aqui em Shambhala com essa facilidade! Nós usamos as nossas extensões de oração para ajudar a aumentar a consciência no nível da percepção [consciousness] das culturas exteriores. Nós fazemos isso há milhares de anos.”
O pai de Tashi, em diálogo onde o nosso personagem participou, faz um didático resumo sobre a história das últimas 3 gerações, que fluem mostrando que ocorreu um propósito espiritual por detrás das respectivas expectativas de cada uma:
“A geração da Segunda Guerra Mundial lutou contra a tirania e provou que a democracia podia não apenas florescer no mundo moderno, mas também expandir-se tremendamente e ligar as economias mundiais. Depois, no meio da abundância, os baby boomers chegaram e disseram que essa expansão tinha problemas, que nós estávamos poluindo o mundo natural e perdendo o contato com a natureza e uma realidade espiritual que existe por trás dos caprichos da história. E agora chegou a geração seguinte, para se concentrar novamente na economia, para reformular a tecnologia de modo a poder suportar conscientemente a nossa capacidade mental e espiritual, da maneira que isso aconteceu aqui em Shambhala – ao invés de permitir que a tecnologia caia apenas nas mãos daqueles que a iriam usar para restringir a liberdade e controlar os outros.”
É fato que nós percebemos que a nova geração não tem plena consciência no nível da percepção [consciousness] do que fazer.
“Mas a sua consciência no nível da realidade [awareness] e visão expandem-se a cada dia que passa. Nós temos de preparar um campo de oração que os erga nessa direção. Tem de ser um campo grande e forte. A nova geração tem de ajudar-nos a unificar as religiões. Isso é muito importante, porque sempre existirão controladores, prontos a manipular essa geração e levá-los a criarem usos negativos para a tecnologia ou aproveitar-se da sua alienação.”
Yin volta, em outro diálogo com o nosso personagem, a discorrer sobre os campos de oração que trabalham constantemente sobre o mundo, enviando as nossas expectativas e, no caso de uma outra pessoa, o efeito é quase instantâneo.
“Felizmente, como eu já disse antes, uma tal oração negativa não é tão forte como uma oração positiva, porque imediatamente nos separa das nossas energias do nosso self superior, mas continua a ter um efeito. É esse o processo oculto por detrás da Regra Dourada. Aparentemente a regra devia ser seguida porque cria uma boa sociedade. Enquanto posição ética. Mas de fato há uma verdadeira razão espiritual, do karma, que vai para além da noção disso ser uma boa ideia. É importante obedecer a essa regra porque ela nos afeta pessoalmente. A mais completa expressão dessa regra deveria ser: faça aos outros aquilo que você gostaria que lhe fizessem, porque a forma como você os trata ou pensa neles é exatamente a forma como eles irão tratar você. A oração que você envia com o seu sentimento ou ação tende a desencadear neles exatamente aquilo que você espera.”
Nós aprendemos com Yin que se nós concluímos que uma pessoa é má, a sua energia de oração entra na energia da pessoa e reforça as suas tendências. A pessoa começa a agir da forma como nós esperávamos: furiosa, impiedosa, etc.. Como essa pessoa normalmente, assim como a maioria, não está ligada a uma energia divina mais profunda, a energia do ego dela é fraca e maleável. A pessoa assume o papel que se espera dela. Quando nós olhamos para os outros e fazemos julgamentos, na realidade nós enviamos a nossa energia a essas pessoas e elas começam muitas vezes a ter maus pensamentos acerca delas mesmos. Esse é o contágio da oração negativa.
A unificação da religião é o que tratará a 11ª visão e esse insight será o sinal de que os segredos de Shambhala estarão se tornando conhecidos. Esse é o ideal e compromisso espiritual dessa nova geração de pessoas que estão vivendo e viverão no planeta.
Resumo do processo de preparação de um campo de oração:
- Começar com a energia do criador. Deixar entrar a energia do criador no nosso corpo, enchendo-nos.
- Deixar fluir pela nossa cabeça e pelos nossos olhos.
- Deixar fluir a energia do criador para o mundo num campo de oração constante, até nós vermos apenas beleza e sentirmos apenas amor.
- Com um estado de maior alerta, esperar que esse campo se desloque e aumente os campos espirituais das pessoas, elevando-as às suas intuições.
- Agora nós podemos dar poder aos anjos.
- Primeiro nós temos que garantir que os nossos campos estão completamente preparados para entrarem nos campos das pessoas. As pessoas não são inimigas, são almas receosas.
- Nós devemos reconhecer completamente os anjos e visualizá-los, de forma muito deliberada, a entrar nos homens.
- Depois, com toda a nossa expectativa, visualizem-nos amplificando os nossos campos de oração.
- Dar aos anjos todo o poder para levarem energia ao self mais elevado das pessoas, para lá daquilo que nós podemos fazer sozinhos, elevando as pessoas a uma consciência no nível da realidade [awareness] que os tornem incapazes de fazer o mal.
- Os anjos fazem-se sempre passar por seres humanos, quando necessário.
- Nós completamos a última extensão.
- Finalmente nós conhecemos o segredo de Shambhala.
- Agora nós podemos começar a agir como fizeram os habitantes de Shambhala. Eles olharam para o mundo, descobriram situações essenciais que estavam acontecendo e interferiram não apenas com a força do seu campo de oração, mas também com a força dos reinos angélicos.
- É esse o papel dos anjos, o de amplificar. Dar às forças angélicas o poder de entrarem na nossa energia e intervirem.
- Nós temos de começar por reconhecer os anjos, mas depois, nesse nível de energia, nós temos de lhes dar o poder para agirem.
- Nós temos de fazer isso de forma muito intencional. Nós temos de pedir-lhes para virem.
- Nós podemos dar aos anjos o poder geral para protegerem esse vale [esse planeta, essa região, esse lugar, essa família, essa pessoa…].
- Nada disso funciona se nós não estivermos completamente ligados interiormente à energia do criador e nós não enviarmos a nossa energia de forma muito consciente à nossa frente, para tocar os outros.
- Se estiver envolvido um mínimo de ego ou estiver presente qualquer medo ou raiva, toda a energia cede e os anjos não podem responder.
- Nós somos os agentes de Deus nesse planeta.
- Nós podemos afirmar e defender a visão da vontade divina e, se nós nos alinharmos genuinamente com esse futuro positivo, nós teremos suficiente energia de oração para levarmos os anjos a agirem.
- Toda essa informação é a 11ª visão.
- O conhecimento dos campos de oração leva a cultura da humanidade um passo mais longe.
- Quando nós entendermos a 11ª visão, nós saberemos que o propósito humano nesse planeta é criar uma cultura espiritual ideal através da adesão à visão com a nossa fé e expectativa.
Fechamos com o Wil a nossa reflexão sobre a 11ª visão, aproveitando os ensinamentos contidos em diálogo com o nosso personagem:
“Agora nós podemos aderir à visão de um mundo espiritual e agir através dos nossos poderes criativos para torná-la realidade. A cultura humana não pode progredir mais enquanto nós não usarmos conscientemente esse poder a serviço da evolução espiritual. Nós temos de fazer como os habitantes dos templos em Shambhala fazem: preparar metodicamente os nossos campos de oração para todas aquelas situações essenciais que poderão fazer a diferença.”
Wil também questiona sobre como vital para nós seria se todas as religiões se combinassem unificadas num único e gigantesco campo de oração, pois nesse momento o campo está fragmentado, até mesmo anulado pela oração negativa e pelo ódio. Pessoas boas permitem que os seus pensamentos aumentem o mal, pensando que isso não importa.
Wil também questiona como vital seria para nós se todos nós acreditássemos realmente nos reinos angélicos e soubéssemos que a nossa capacidade de lhes dar poder é um direito de nascença. Não há situação que nós não poderíamos afetar imediatamente. O novo milénio poderia ser muito diferente do que é agora.
“Nós seríamos verdadeiramente os guerreiros de Shambhala, vencendo a batalha pelo futuro”, conforme a lenda mencionada no livro.
É o verdadeiro desafio dessa geração e se nós não formos bem sucedidos, todos os sacrifícios das gerações anteriores terão sido em vão.
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Artigo publicado na Wikipédia, fala sobre Shambhala (Sambala, Shambala, Shamballa) que é um local místico citado amiúde em textos sagrados e presente em diversas tradições do Oriente. Depois da divulgação do termo no Ocidente tornou-se conhecida em círculos esotéricos e penetrou até a cultura popular. Inspiração para a criação literária do Inglês James Hilton, passa a ser também conhecida e referida como Shangri-la. Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Ele estaria em algum ponto do Himalaia ou deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéria ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar.
Se Shambhala é um lugar terreno ou interior de caráter mental e moral deixo para vossa reflexão e escolha entre as versões que melhor lhe convier, porém eu enfatizo a importância dos aprendizados que advirão da 11ª visão, quando aplicados em todo o planeta, visando uma sociedade de cultura espiritual ideal.
Resumo da 11ª visão:
- O autor James Redfield escreveu o livro “O Segredo de Shambhala” para capturar a essência do insight que já está ocorrendo para as pessoas;
- O autor não estava tentando criar a 11ª visão, mas tentando descrever o que já está ocorrendo no planeta.
- A 11ª visão é sobre os campos de oração.
- A 11ª visão é sobre Shambhala.
- Nós aprendemos as quatro extensões da energia da oração, maneiras de aprimorar e canalizar os nossos campos de energia necessários para dominar os nossos pensamentos e emoções e sermos elegíveis para entrar em Shambhala.
- A primeira extensão melhora a qualidade da energia que nós consumimos fisicamente, começando pela comida; manter uma energia mais alta é impossível se nós comermos carne, nós somos informados. De fato, a árdua aventura, repleta de ocorrências traumáticas em um clima frio, é feita com pouco mais que sopa e legumes como alimento.
- A primeira extensão da oração trata de visualizar a energia entrando em você e sentindo-a fluir para o mundo. A capacidade para sentir a beleza do mundo mais de acordo com aquilo que ele realmente é: colorido, vibrante, belo, como uma floresta mágica ou um deserto colorido, é o sinal essencial de que a energia divina está entrando em você.
- “O grau de beleza que nós vemos mede quanta energia divina nós estamos recebendo dentro de nós; quanto maior o nosso nível de energia, mais beleza nós vemos”, escreve Redfield, que diz que nós podemos aprender a visualizar esse nível mais alto de energia fluindo de nós para o mundo, usando o estado emocional do amor como uma medida de que isso está ocorrendo.
- O autor é influenciado pela pesquisa realizada por Robert Young, autor do livro “One Disease, One Cure” (tradução livre: “Uma Doença, Uma Cura [Cure]”) sobre a abordagem ácida/alcalina da nutrição e longevidade.
- Redfield reconhece o trabalho pioneiro do Dr. Larry Dossey, autor do livro “Healing Words: The Power of Prayer and the Practice of Medicine” (tradução livre “Palavras de Cura [Healing]: O Poder da Oração e a Prática da Medicina”), sobre o poder da oração para influenciar positivamente as condições médicas, observando que, “algumas formas de oração assumem que nós não temos outro papel além de pedir, enquanto outras assumem que Deus estabeleceu as leis da existência humana, de modo que o cumprimento ou não do pedido dependa, em parte, da certeza da nossa crença que será feito. Todas as grandes orações da Bíblia são afirmações, não pedidos. Todas as nossas expectativas têm um efeito de oração. Na verdade, nós estamos orando o tempo todo por algum tipo de futuro para nós e para os outros; nós simplesmente não temos consciência no nível da percepção [consciousness] disso.”
- A segunda extensão da oração começa quando nós estabelecemos esse campo de oração estendido para melhorar o fluxo sincronístico de nossas vidas, permanecendo em um estado de alerta e expectativa consciente para a próxima intuição ou coincidência que move as nossas vidas adiante.
- A terceira extensão da oração envolve outra expectativa: que o nosso campo de oração saia e aumente o nível de energia nos outros, elevando-os à sua própria conexão com o Divino.
- Um primeiro passo na quarta extensão da oração envolve aprender a importância de ancorar e manter o fluxo de energia, apesar de situações de medo ou raiva.
- Nós fazemos isso, diz James Redfield, “mantendo sempre uma postura de afastamento em relação aos eventos que ocorrem, buscando um significado positivo na situação e sempre esperando que o processo nos salve, não importa o que esteja acontecendo. Se nós encontrarmos uma imagem negativa em mente, nós devemos considerar que é um aviso intuitivo e, se for o caso, tomar as medidas adequadas, mas nós devemos sempre voltar à expectativa de que uma sincronicidade mais alta nos guie para além do problema.”
- Um segundo passo na quarta extensão da oração envolve esperar plenamente que o mundo humano possa avançar em direção ao ideal modelado por Shambhala.
- “Visualize pessoas em todos os lugares dominando a tecnologia e usando-a a serviço do nosso desenvolvimento espiritual”, escreve James Redfield.
- “Veja-as focando na verdadeira razão de nós estarmos aqui nesse planeta: criar uma cultura na Terra que seja consciente de nosso papel na evolução espiritual e ensinar esse entendimento a nossos filhos”.
- O segredo de Shambhala, que os anjos aguardam o nosso convite e diretrizes para influenciar situações terrenas, é a nossa esperança final de obter o resultado positivo que James Redfield prevê. Ele sugere que se nós pudéssemos abraçar completamente a ideia de que nós somos seres espirituais em um mundo espiritual, comida, saúde, tecnologia, mídia e governo passariam a desempenhar os seus papéis apropriados na evolução e perfeição do planeta.
Palavras-chave da OREM2:
manuscrito, despertar espiritual, massa crítica, coincidências, sincronicidades, visões, centésimo macaco, campos morfogenéticos, ressonância mórfica, perspectiva histórica, igreja, ciência e tecnologia, método científico, religião, energia, padrões de energia, campos de energia, ceticismo científico, percepção da beleza, teoria de campo unificado, drama de controle, luta pela atenção, luta pelo poder, experiência mística, consciência mística, história da evolução, família, intimidador, interrogador, distante, coitadinho de mim, agressivo, agressiva, passivo, passiva, Machu Picchu, pergunta certa, sonhos, polarização do medo, observador, ética interpessoal, relacionamentos, dinâmica de grupo, grupos conscientes, vício romântico, codependência, telepatia, círculos completos, criação de filhos, cultura emergente, automatização, dízimo, nossa verdadeira missão, vida após a morte, outra vida, noite escura da alma, visão de nascimento, visão do mundo, nova medicina, poder da oração, grupos espirituais, revisão de vida, campos de oração, campos de intenção, campos de expectativa, campos de energia, extensão da energia da oração, Shambhala.
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Imagem: Shambhala – Feito por ChatGPT 11.05.26
Bibliografia (nós recomendamos enfaticamente a leitura e o estudo desse material):
- Livro “O Segredo de Shambhala – Em Busca da Décima Primeira Visão” – James Redfield;
- Livro “One Disease, One Cure” (tradução livre: “Uma Doença, Uma Cura [Cure]”) – Robert Young;
- Livro “Healing Words: The Power of Prayer and the Practice of Medicine” (tradução livre “Palavras de Cura [Healing]: O Poder da Oração e a Prática da Medicina”) – Dr. Larry Dossey;
- Artigo “The Search for Shambhala – A Conversation with James Redfield” (tradução livre: “A Busca por Shambhala – Uma Conversa com James Redfield”), Atlantis Rising number 21 from Atlantis Rising website. http://www.bibliotecapleyades.lege.com/sociopolitica/sociopol_shambahla10.htm
- Livro “A Décima Profecia – Aprofundando a Visão” – James Redfield;
- Livro “Guia de Leitura de A Décima Profecia” – James Redfield & Carol Adrienne;
- Livro “A Profecia Celestina” – James Redfield;
- Livro “Guia de Leitura de A Profecia Celestina” – James Redfield;
- Artigo: “The Celestine Prophecy: Sixth Insight Experience Study” – James Redfield;
